Lusiane Bahia • Momentos Evangélicos • 22/03/2025

Mansão do Caminho 23/03/2025 (há 1 ano) 1:04:19 16,724 visualizações 2,487 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo

Transcrição

Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Cumprimentamos a todos que estamos aqui nesse salão doutrinário, mas também aqueles que nos acompanham no formato virtual. Cumprimentamos a TV Mansão do Caminho, ao nosso querido Mário Sérgio e vamos juntos na construção da reflexão desta noite, rogando aos bons espíritos a presença deles conosco. Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos o seguinte trecho. estão próximos os tempos, repito-o, em que nesse planeta reinará a grande fraternidade, em que os homens obedecerão a lei do Cristo, lei que será freio e esperança, e conduzirá as almas às moradas de tosas. Amai-vos, pois, como filhos do mesmo Pai, não estabeleçais diferenças entre os outros infelizes, porquanto quer Deus que todos sejam iguais, a ninguém desprezeis. Esse é um trechinho de instruções dos espíritos, o item 14, do capítulo 11, que é intitulado Amar o Próximo como a si mesmo. Esse itenzinho eh é de autoria da Isabel de França, Harvre, 1862. Há um destaque que esse espírito faz aqui falando que vai reinar neste planeta em breve tempo, a grande fraternidade. Ao pensarmos em fraternidade, lembramos-nos da proposta de Jesus, nos conduzindo a percebermos que somos irmãos. Nesse trecho tão pequenino, o espírito conduz-nos a perceber qual o significado deste considerarm-nos irmãos. Diante dessa perspectiva da proposta do Evangelho de Jesus, quem são aqueles que nós consideramos como irmãos? Os irmãos são aqueles da nossa família? Ah, estes sim. São próximos, bem próximos. Esses sim são filhos do mesmo pai. E é a pontuação da Isabel de França. São filhos do mesmo pai. Eu sinto que os meus familiares são meus irmãos. Sim, aqueles que estão na sociedade, que estão com vínculos conosco nas diferentes relações, nas relações do trabalho, na convivência em pequeninas comunidades, nas vivências que temos cotidianamente, estas pessoas que estão na nossa vida de relação, nós consideramos cada uma delas também como nossas irmãs. irmão, traz a

convivência em pequeninas comunidades, nas vivências que temos cotidianamente, estas pessoas que estão na nossa vida de relação, nós consideramos cada uma delas também como nossas irmãs. irmão, traz a ideia reflexiva de um pareamento em que, pese as diferenças, não haveria um contexto de hierarquia, de superioridade, mas de pareamento, de busca, nesse sentido de estarmos ombreados, de darmo-nos as mãos mutuamente e seguirmos em frente em que pesem as nossas diferenças. As pessoas que são de religiões diferentes das nossas, nós consideramos os nossos irmãos condição social diferente, sexualidade diferente, são os nossos irmãos, os criminosos, aqueles que cometeram crimes, nós também consideramos eles como os nossos irmãos. Existe uma página muito linda que já foi narrada aqui pelo maior orador do planeta. Porque quando tio Divaldo, ele começa a narrar, o encantamento é ao cérebro, porque o intelectivo vai sendo conduzido pela percepção inteligente e aguçada dele, mas o coração entra num compasso especial, porque vem de uma vibração, de uma vida doada ao bem, dedicada ao bem. E escutei essa narrativa numa oportunidade que estava aqui, só que bem mais nova, na pré-adolescência, quando ele narrou essa história e me tocou profundamente, sendo tão nova, mas imaginando aquele cenário. E ele descrevia o exato momento da crucificação de Jesus. É uma página que está no livro até o fim dos tempos do espírito Amélia Rodrigues, a psicografia dele, do tio Divaldo. E ele narrava todo o painel estrutural daquele momento da crucificação, todo o cenário, a natureza, as pessoas, os efeitos climáticos, as repercussões vibratórias e mostrava-nos que aquela era uma cena difícil de ser aceita, porque ali no Golgota, no monte da caveira, estavam as três cruzes no meio, o nosso mestre Jesus, que havia sido apreendido, julgado, condenado, e ali se aplicava apenas de morte, erguido na cruz, porque era muito comum que os criminosos mais vi fossem lançados à crucificação. E como nós sabemos que o mestre não tem

endido, julgado, condenado, e ali se aplicava apenas de morte, erguido na cruz, porque era muito comum que os criminosos mais vi fossem lançados à crucificação. E como nós sabemos que o mestre não tem esta alcunha e nunca lhe caberia um conceito, uma designação desta forma, a cena repercute vibratoriamente com olhar difícil para o panorama que ela se expressa. As pessoas que compunham o cenário se diversificavam nos seus interesses, porque algumas estavam ali pela curiosidade. Uma grande multidão foi direcionada. É um profeta, é o Messias, é o rei dos judeus. Eu também vou. Eu também quero saber que história é essa. Eu também quero acompanhar a curiosidade, a algaravia, mas também tinha a zombaria, onde muitos estavam com escárnios, com palavras impróprias e manifestações de esgaires diante daquela cena que era lamentável. Mas outros tantos tinham unção sincera no coração, percebendo a gravidade do momento e entendendo a injustiça que se apresentava. Aos pés da cruz de Jesus estava Maria, a sua mãe, e ao seu lado o discípulo amado, João, que a sustentava com um carinho filial. e com a doçura que lhe sempre foi característica. O seu mundo íntimo naquele instante daquela mulher apresentava-se em oscilação. Era o seu filho, a honestidade, a pureza, a justiça, a bondade, a cura. Porque nunca Jesus teve qualquer ato que pudesse ser reprovado. Só que esta mulher tão sensível olha à sua esquerda e identifica a alguns passos uma outra mulher com semblante de muita dor, chorando copiosamente e falando algumas palavras desencontradas, mas que traziam um sentido de busca, de uma explicação para tudo aquilo que estava acontecendo. Endo. Maria olhou-a de uma certa forma, lembrou que a conhecia de algum episódio ali na região mesmo, mas no passado, nada muito recente e algo que dizia respeito ao filho desta senhora. E Maria fica pensando, tentando puxar pela memória, enquanto que esta senhora estava aos pés da cruz do seu filho. Era o ladrão que estava à direita de Jesus. Jesus foi crucificado entre dois

senhora. E Maria fica pensando, tentando puxar pela memória, enquanto que esta senhora estava aos pés da cruz do seu filho. Era o ladrão que estava à direita de Jesus. Jesus foi crucificado entre dois ladrões e este à direita de Jesus tinha sua mãe aos seus pés com muita dor no mundo íntimo e buscando explicações o que foi que aconteceu com o seu filho, onde foi que ela errou na sua educação, qual foi a falha e a falta que ela havia cometido? Lembrou-se da sua infância, onde via aquele menino altivo, rápido, com decisões, respostas, tinha resposta para tudo, tinha alternativas para sair de qualquer situação. E quando foi chegando na adolescência e a orfandade paterna lhe fez evidente, as coisas se intensificaram nessa personalidade mais intensa, mas fugidia. E é aí que esta mulher, Tamar, começa a escutar algumas notícias acerca do seu filho, como se ele fosse um ladrão. Aquele que realizava pequenos furtos, era surpreendido nessas situações de levar alguma coisa para casa que ele sempre tinha uma desculpa para apresentar. moedas que ele encontrava, alguém que lhe deu alguma coisa. E ela, como mãe dedicada, sincera, sempre buscava saber, porque a sua intuição maternal lhe dizia que ele não estava agindo de forma correta. O tempo foi passando e todos na região conheciam a fama de Dimas e ela permanecia acreditando em Dimas, mas desconfiando de Dimas. até que ela consegue constatar, e ele já está na fase adulta, a noivo, a sua noiva Estter, e ele promete tanto para sua noiva como para sua mãe, quando ele é surpreendido, ele diz: "Eu não vou mais fazer isso. Eu não vou mais realizar esses atos em equívoco, esses crimes, estes furtos, estes roubos. Eu prometo as duas, mas eu preciso fazer uma viagem que já está programada. Mas ele consegue convencer às duas que essa viagem não tinha nada a ver com crimes, mas sim que era uma oportunidade de trabalho, uma oportunidade que traria para o lar, para o futuro lar com Ester, alguma contribuição, alguma coisa boa, inclusive financeiramente. E é nesse exato momento

sim que era uma oportunidade de trabalho, uma oportunidade que traria para o lar, para o futuro lar com Ester, alguma contribuição, alguma coisa boa, inclusive financeiramente. E é nesse exato momento que indo com Gestas, que é o outro ladrão que está à esquerda de Jesus, buscando surpreender uma caravana que vinha passando, como eles já eram observados e vistos pelas autoridades militares, policiais, eles são surpreendidos e levados à crucificação. Nesse momento, ela lamentava a dor de ver o seu filho crucificado. E Dimas, vendo o desespero da sua mãe, olha à sua esquerda e diz: "Senhor, lembra-te de mim no paraíso". Jesus o olha com muita doçura, com muito carinho, com muita misericórdia. E diz: "Em verdade, em verdade te digo hoje, entrarás comigo no paraíso". A mulher chora ainda mais e Maria, que acompanhava toda a cena, lembrando-se agora de que era Tamara, a mãe de Dimas, que muito era falada pelos furtos e roubos dele quando ainda estava na Meninice. Ela se aproximou, abraçou o Tamar e disse: "É o seu filho, não é?" Ela disse: "Sim, pois acredita, o meu filho é o do meio e ele veio trazer a este mundo o melhor. Se ele disse, acredita? Ele estará com meu filho no paraíso." Quando olhamos este painel, nós nos perguntamos: "Quem são os criminosos? Qual o conceito de crime? Como podemos extrair uma ilação de significado do que são os crimes ou os criminosos? A nossa lei pátria divide a ciência do direito em dois grandes blocos, o bloco penalista e o bloco civilista. Existem outros ramos vastos do direito trabalhista, tributário, previdenciário, ambiental. Mas estas duas colunas, penal e civil, são dois grandes blocos a conduzir estes outros ramos sob a luz maior da Constituição. Quando falamos de crime, geralmente estamos falando sobre olhar penal, infração da lei, em homicídio, em furto, em roubo, em agressões, em lesões, em desvios, em fraudes. e que nessa penalidade, nesse olhar do direito penal, recai sobre aquele infrator as penas, as condenações, as detenções, as

cídio, em furto, em roubo, em agressões, em lesões, em desvios, em fraudes. e que nessa penalidade, nesse olhar do direito penal, recai sobre aquele infrator as penas, as condenações, as detenções, as reclusões. E dessa forma se tem um olhar de restrição da liberdade quando são esses crimes de maior potencial ofensivo. Mas também quando olhamos para o outro bloco, o civilista, que rege as nossas relações, contratos, família, consumidor, que vai entrando nessas coisas mais usuais do dia a dia, as infrações aí são penalizadas por obrigações de ressarcimento pecuniário, valores, indenizações, ou ações, movimentos, obrigações que aquele que infringiu a lei precisa realizar para se desincumbir da responsabilidade e da falta que ele cometeu. nosso conceito pátrio, brasileiro crime, estaria nesse olhar do penal e nesse olhar do civil seriam os ressacimentos indenizatórios, como aqui nós falamos, alguém que usurpou de uma condição contratual, de um direito contratual e que, por isso, deve, por obrigação deste pacto, ressacir ao outro, seja de forma financeira, seja de forma a realizar algum gesto, algum ato para retornar as coisas ao seu status qu, retornar as coisas ao seu ambiente comum anterior. Acontece que vamos ao livro dos espíritos e encontramos a questão 875, onde o codificador pergunta a pleiade do espírito de verdade, o que é a justiça? Os espíritos respondem que é respeitar o direito de cada um. 875, letra A. De onde provém essa análise? Ou seja, como é que eu analiso, sobre que parâmetro, sobre que prisma eu posso ter esse conceito de justiça? Para onde eu devo olhar esse respeitar o direito? Porque quando não se respeita é uma injustiça, é uma infração, é um crime. Qual é o parâmetro? Dizem os espíritos. A lei dos homens e a lei de Deus. Ora, começamos a perceber que crime ou criminoso ou infrator não fica somente sobre o guarda-chuva das leis materiais, mas acima delas a lei divina, que serve como parâmetro para analisarmos aquilo que nós fizemos, se é certo, se é errado, se devido ou

infrator não fica somente sobre o guarda-chuva das leis materiais, mas acima delas a lei divina, que serve como parâmetro para analisarmos aquilo que nós fizemos, se é certo, se é errado, se devido ou indevido. E olhar para este prisma que está acima da lei dos homens é ter um crio mais ainda profundo do que significa justiça. A lei dos homens, ela é mutável, ela é condizente à cultura, ao costume, ao avanço, ao progresso, a condição que resume a característica daquele grupo social, daquela sociedade, daquela comunidade. O tribunal é exterior, é o julgamento exterior. A lei divina que rege os nossos gestos, os nossos atos, alcança o nosso pensamento e é o tribunal interior. A questão 896 mostra-nos, porque pergunta Kardec, qual seria a nossa forma de atuar respeitando a lei dos homens e de Deus? Como é que a gente deve atuar? E a resposta dos espíritos é fazer para o outro da mesma forma que gostaria que lhe fosse feito. Lidar com o outro diante da situação de injustiça ou de justiça ou de crime ou de falta. da mesma forma como nós gostaríamos que conosco agissem nas nossas faltas, nas nossas defecções. E esse tribunal que é interno é o tribunal da consciência, onde está escrita a lei de Deus, segundo a questão 621 do livro dos espíritos, é onde reside a lei de Deus. E é por isso que quando nós cometemos uma falta nesse estágio da evolução em que nos encontramos, com o processo de consciência em busca da iluminação, com esta inquietação que nos movimenta de querermos apresentar a nossa condição de forma melhor do que éramos antes. Nesse patamar de consciência, quando fazemos algo de equivocado, parece que acende uma luzinha aqui dentro e um desconforto aqui. E quando não assumimos, admitimos. Porque essas faltas cometidas e que infringem a lei de Deus, que violam a lei de Deus, nem sempre são consideradas crimes ou infrações sob o olhar da lei dos homens. A mentira, a depender da condição que a mentira promova efeitos, ela é surpreendida pela lei dos homens. Mas a

i de Deus, nem sempre são consideradas crimes ou infrações sob o olhar da lei dos homens. A mentira, a depender da condição que a mentira promova efeitos, ela é surpreendida pela lei dos homens. Mas a maledicência que a gente acaba se utilizando em alguns momentos, a lei dos homens não alcança. Os pensamentos impuros, os pensamentos desconcertantes, as nossas falhas morais, a lei dos homens não alcança, mas a consciência sinaliza. Então, começamos a perceber que esse processo de olhar a infração, à injustiça ou justiça, é um exercício muito mais intenso do que a superficialidade do olhar, do que os nossos sensores materiais podem determinar. E quem nos ensinou isso foi Jesus quando lhe apresenta o questionamento se deve ou não pagar impostos por ser uma arbitrariedade, a quantidade de impostos, o valor dos impostos, a época do Cristo. Ele responde com uma outra pergunta: "Qual é a face que está na moeda?" E aquelas pessoas respondem: "César é de César? Dai a César o que é de César, mas dai a Deus o que é de Deus. Dai a César, cumpre a lei dos homens. Se honesto, mesmo que a lei dos homens apresente as suas defecções, sejamos honestos". Mas disse Jesus, dai a Deus o que é o que é de Deus. Dai a ele, ou seja, esse processo da conscientização, esse olhar para as nossas atitudes mínimas que sejam. Em outro momento, Jesus está diante de uma mulher que adulterou, que foi lançada aos seus pés. E o questionamento é equivalente, porque aqueles que ali se encontravam estavam com as pedras seguras e estendidas para lançar sobre aquela mulher que era adúltera, foi surpreendida em adultério, equivocada. Sim. Que que Jesus diz novamente? Ele convoca o tribunal da consciência. Ele não diz nem sim a lei de Moisés, nem não a lei de Moisés. Ele lida com a consciência, atira a primeira pedra, aquele que estiver sem pecado. E eles atiraram a pedra, minhas irmãs, meus irmãos, que nada. Depositaram a pedra dos mais velhos aos mais moços. foram deixando ali e saindo. E diz tio Divaldo, em uma das suas

ue estiver sem pecado. E eles atiraram a pedra, minhas irmãs, meus irmãos, que nada. Depositaram a pedra dos mais velhos aos mais moços. foram deixando ali e saindo. E diz tio Divaldo, em uma das suas palestras, esclarecendo sobre esta mulher que adulterou, sobre esse contexto e esse painel, ele diz que Jesus convoca o tribunal da consciência porque ele via as consequências e os efeitos que aqueles espíritos que ali se encontravam com a pedra impun de que forma eles iriam se comprometer. ter nas suas histórias pessoais, na sua trajetória, porque buscaram realizar aquilo que o evangelho diz pra gente não fazer. E o evangelho diz: "Não julgueis, a fim de não serdes julgados. Mas a atitude mais usual, habitual, é esse julgamento, é esse olhar para o que está fora, para o que o outro faz, o que o outro deixa de fazer. Enquanto que o convite que está aqui no capítulo 11, minhas irmãs, meus irmãos, o trechinho que a gente leu aqui no início, ele não está no capítulo 12. Capítulo 12 é assim, ó. Amai os vossos inimigos. Não está no capítulo 12. O trechinho que nós lemos da Isabel de França, a árvore 1862, capítulo 11, item 14, está intitulado Caridade para com os criminosos, mas não está no capítulo 12, está no capítulo 11. Qual o título do capítulo 11? amar o próximo como a si mesmo. Isabel de França fala que nós busquemos cultivar a fraternidade com os outros infelizes. Ela nos chamou de quê? De infelizes. E isso é um alerta. Porque considerar o outro como irmão não é colocar-se superior ao outro, é olhar para o criminoso, para o que está em situação de rua, para o que está em abandono nos abrigos, nos hospitais, enfermos e entendermos que somos filhos do mesmo pai e que podemos ir ao encontro deles, não porque vamos levar alguma coisa, mas Porque aquela experiência de troca é tão importante para ambos que todos nós vamos formar o altar do reino dos céus quando nos permitimos atitudes como esta, porque vamos ao encontro daquilo que habitualmente nem é percebido, nem é enxergado. Quantos amigos nós temos?

odos nós vamos formar o altar do reino dos céus quando nos permitimos atitudes como esta, porque vamos ao encontro daquilo que habitualmente nem é percebido, nem é enxergado. Quantos amigos nós temos? que são criminosos. O criminoso que cumpre a pena legal, a pena do nosso país, tem um afastamento natural devido e educativo. É devido o afastamento. Ainda nas nossas condições, no nosso patamar evolutivo, na nossa condição de justiça, ainda é necessário retirar, afastar do convívio social estes que cometem crimes e nestas ordens penais, para que seja benéfico para ele e para nós, para todos. acontece que a história que nós vemos é das pessoas que cumprem as suas penas, saem do cárcere e continuam encarceradas por uma memória social que jamais se apaga, que aponta o dedo da falta cometida, mesmo que diante das leis dos homens tudo já esteja quitado. E aí surgem uns argumentos: "Mas a lei dos homens é tão falha. Tal pessoa fez tal atrocidade, só ficou tal tempo, deveria ficar mais." A lei dos homens, ela está par e passo com a evolução dos próprios homens que constróem essas leis. Assim, aquele que está submisso cumpriu o que está na lei, mas segue encarcerado por apontar-se à falta constantemente. Então, ao invés de uma penalidade limitada, é uma pena de morte ou uma pena perpétua, porque está condenado para sempre à sombra daquela marca que lhe foi a falta. E nós, meus irmãos, onde as nossas mentes são impenetráveis por outras mentes, onde as nossas faltas não são alcançadas, não são perscrutadas, não são identificadas. E nós, minhas irmãs, meus irmãos, que habituamos-nos a alguns comportamentos viciosos, negativos, e não somos alcançados por tribunal algum senão o da consciência. Por que a sociedade levanta as pedras para atirar? Os espíritos nos ensinam caridade para com os criminosos. Ninguém falou em conivência, ninguém falou abrirem-se os cárceres e liberarem todos que estão presos. Está se falando de caridade e ela deu o tom da caridade. Olhá-los como irmãos é o grande exercício nosso,

falou em conivência, ninguém falou abrirem-se os cárceres e liberarem todos que estão presos. Está se falando de caridade e ela deu o tom da caridade. Olhá-los como irmãos é o grande exercício nosso, olhá-los como irmãos. E aí nós fomos buscar no evangelho, na mensagem de Jesus, nos cristãos, que passos poderiam ser estes para a caridade. E aí encontramos um primeiro em Francisco de Assis. O Santo de Assis é todo doçura. elegeu para os seus prediletos, os leprosos, os pobres e os assaltantes. Foi assaltado, colocado em um buraco e ficou cantando. A alegria de ter conseguido receber aqueles que eram infratores da lei de uma forma desprendida, quando bateram a porciúncula. dois ladrões. E os irmãos menores expulsaram esses dois ladrões. E Francisco ficou sabendo, disse: "Volta no caminho, vai no encalço deles, encontra-os e chama-os para que eles façam a refeição junto conosco. Se eles são salteadores, eles devem ter dores nos seus corações." Francisco disse: "Para que nós nos olhássemos com o olhar maternal e evocar a condição maternal é olhar o ápice do sentimento. Tamar e Maria, quem sofria mais?" Maria, que via seu filho inocente crucificado e a revolta do seu coração era: "Mas meu filho não fez nada, porque ele está aí. Isso é injusto. Esta dor é maior do que a dor de Tamar, que via o seu filho crucificado e sabendo que ele tinha se equivocado. Que dor é maior do inocente preso ou do criminoso? Daquele que cometeu a falta preso? Minhas irmãs, meus irmãos, são dores maternais. profundas e que não cabe sobre esta dor averiguação, porque ambas sofriam em si uma dor, a dor do sentimento de mãe que não conseguia naquele momento descrucificar o seu amor. E isto não importa se era um inocente ou se era um faltoso. Se caminharmos alguns metros aqui na penitenciária lemos de Brito, e passarmos um dia de domingo de manhã, passarmos pela frente, veremos muitas e muitas mulheres aguardando a oportunidade de visitarem os seus filhos. Para nós os criminosos, para elas os filhos, aqueles que elas cuidaram na

mingo de manhã, passarmos pela frente, veremos muitas e muitas mulheres aguardando a oportunidade de visitarem os seus filhos. Para nós os criminosos, para elas os filhos, aqueles que elas cuidaram na infância, acompanharam a adolescência e que agora estavam ali sem poder desencarcerá-los. Então, Francisco diz: "Olhemo-nos com esta percepção maternal, porque quando eu tenho o olhar maternal, eu quero proteger, mas se o outro tem o olhar maternal para comigo, ele também quer me proteger." E dessa forma nós temos o ápice dos sentimentos. É Maria, a mãe de Jesus, que segundo uma poesia de Maria Dolores, psicografia de Francisco Cândido Xavier, é ela que vai buscar Judas, aquele que traiu Jesus e que suicidou-se e que estava nas suas regiões de sofrimento. Ela que vai ao encontro dele e diz: "Vem, meu filho. É momento de recomeçar. É momento de se reerguer, de sair dessa nuvem, dessa culpa e reconstruir a sua história. E num amplexo, ela abraça-o e conduz para a próxima reencarnação. É Maria de Nazaré que possui um hospital, hospital Maria de Nazaré, dos servos de Maria que vão aos vales do sofrimento e da dor, no vale dos suicidas, e busca resgatar, trazer os transfugas do dever, os réprobos da consciência, os faltos da lei divina para o seu amplexo maternal. concedendo-lhes esperança, amor, renovação. Mas podemos pensar, eu não consigo, eu não consigo olhar para o criminoso com esse olhar maternal. Eu ainda não tenho este desprendimento e de alguma forma eu o julgo. Então eu não consigo ir ao encontro sob esta perspectiva. Então para mim este patamar da caridade não seria o que possa fazer eco nas minhas atitudes. E aí o evangelho nos aponta, se a gente não consegue essa perspectiva, a gente pode buscar escutar, conceder oportunidade, estar para ouvir, para orientar, para aconselhar. Será que existe algum momento que o espírita faça isso? Existe sim. As reuniões mediúnicas são momentos em que nós, como diz a Isabel de França, infelizes, buscamos o intercâmbio com outros que estão na condição infeliz.

m momento que o espírita faça isso? Existe sim. As reuniões mediúnicas são momentos em que nós, como diz a Isabel de França, infelizes, buscamos o intercâmbio com outros que estão na condição infeliz. E naquele momento do intercâmbio, há escuta, há orientação, há envolvimento. E nós não sabemos quem é aquele espírito que ali chega. E muitas vezes cometeu muitas atrocidades, muitos despaltérios, machucou muita gente, violou a lei de Deus de forma muito intensa. Mas como nós somos educados na doutrina dos espíritos, apostarmo-nos com respeito, sem julgamento, sem perguntarmos quem é, de onde veio, qual é a seu o seu nome, a sua identidade, simplesmente nos posicionarmos para acolhermos. E quando estamos nessa função, eles muitas vezes pela energia do ambiente, pela amorosidade da reunião, pela amorosidade de quem atende, se coloca tão aberto que começa a compartilhar os seus feitos, as suas indignidades, os seus crimes. Mas ali nós somos convidados a termos a doçura, a paciência, a compreensão e atendermos da melhor forma possível em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. E que bom que já conseguimos fazer isto em relação aos desencarnados. Encontramos no livro O amanhecer de uma nova era, o segundo livro da quadrilogia, transição planetária. O segundo é amanhecer de nova era. O terceiro é perturbações espirituais e o último é no rumo do mundo de regeneração. Encontramos nesse segundo livro um espírito completamente envolto nos males, nos comprometimentos, nas faltas, nos crimes. E ele possuía um ódio muito grande para com Jesus e os cristãos. Por quê? Porque ele foi alvejado, ele foi aprisionado e submetido às regras do Tribunal de Inquisição. Então ele guardava em si que a responsabilidade pela sua tortura, o malefício que ele vivenciou pertencia aos cristãos e a Jesus. Ele é atendido em uma reunião mediúnica do plano espiritual. conversa com o espírito Bezerra de Menezes, conversa com Francisco de Assis e ambos arrefecem o seu ímpeto de agressividade, o seu ímpeto de

le é atendido em uma reunião mediúnica do plano espiritual. conversa com o espírito Bezerra de Menezes, conversa com Francisco de Assis e ambos arrefecem o seu ímpeto de agressividade, o seu ímpeto de destruição, de trazer aos outros uma um situação vechatória de males que ele ainda deseja realizar na escravização de muitos os espíritos. E quando é chegado o momento em que ele não aceita os cristãos, imagina Francisco de Assis diante dele, mas para ele não significava. E o que diminui e o que arrefece o seu mal não é o nome Francisco de Assis, é emanação fluídica Francisco de Assis. Então, por mais que ele ache que ele estava intocável por aquela energia, ele fica prontinho energeticamente, fluídicamente para o que ele vai vivenciar logo depois. Porque Francisco diz: "Então tudo bem, as portas estão abertas e você não precisa mais ficar aqui. Pode seguir." E quando ele sai, quem aparece à sua frente é um espírito de alta magnitude, mas que havia sido a sua mãe. E ela diz apenas: "Meu filho". Quando ela diz: "Meu filho, ele é envolvido de tal forma pela amorosidade dela que o desfecho é ele saindo sob o amparo dela carregado em seu colo. aquela entidade que produziu efeitos trevosos, que tinha atitudes iníquas e que era um criminoso na sua maior acepção da palavra. Nós somos convidados a esse atendimento benéfico, acolhedor, mas ainda encontramos dificuldade quando o assunto é materialidade e escutarmos alguém que cometeu um crime. Mas aqui entre os encarnados, saber que foi ele o autor de algo muito nefasto e prejudicial à sociedade, a outras pessoas, nem precisa ser a nós mesmos. Mas esta dificuldade de escutar, de acolher, então o Evangelho nos diz, existe essa dificuldade de acolher estes materialmente falando os nossos irmãos evangélicos, eles vão aos cárceres, eles olham os irmãos, eles escutam, eles orientam e traçam algo natural. mostrando para a sociedade de um modo geral que isso é possível, que esse acolhimento pode ser feito. Mas a gente também pode pensar, eu não tenho

s, eles escutam, eles orientam e traçam algo natural. mostrando para a sociedade de um modo geral que isso é possível, que esse acolhimento pode ser feito. Mas a gente também pode pensar, eu não tenho condições de escutar, eu não consigo lidar desta forma. Então vem Isabel de França e diz: "Ora". E isso nós conseguimos. Ora, ora por aqueles que no momento de loucura cometeram faltas. Ora por aqueles que se desesperaram e lançaram-se no abismo do crime ou do autocsídio. Ora para que na trajetória que eles caminham, eles possam ter alívios, porque eles são nossos irmãos. E ela propõe essa unção, depositando ao alto arrogativa de misericórdia e de compreensão para a sinalização de que estas faltas cometidas, naturalmente, o Tribunal da Consciência trará de retorno efeitos para que tudo possa ser equalizado. reorganizado, reequilibrado. Mas o evangelho, as lições de Jesus ainda nos dizem: "Se orar for difícil, não se vingue, não se comprometa, não realize atitudes das quais observa que são indignas, que são faltosas e estamos num contexto delicado do nosso planeta. fisicamente, socialmente e também espiritualmente. Esta transição planetária, que é uma crise, que é uma turbulência, que vem para nos conduzir para um patamar regenerativo, ela tem situações que nos colocam sobre provas, sobre testes e é muito tênue a linha, a ação nossa em relação ao que é correto, o que é bem, o que é justo. do que é certo em relação à aquilo que não é. A confluência dos espíritos sobre o planeta, desejando buscar influências nas nossas mentes apresentam-se de forma que não podemos manter a invigilância. E vem o evangelho e diz: "Ora e vigia". para que algo não nos aconteça e que nos comprometa nessa trajetória em que nós estamos buscando a nossa libertação. Porque essa reencarnação na qual nós estamos inseridos, como todas as outras, tem uma mensagem de libertação, mas esta tem uma seriedade maior pelo contexto que o planeta vivencia. Então, a vigilância é muito importante, a paciência, a

s estamos inseridos, como todas as outras, tem uma mensagem de libertação, mas esta tem uma seriedade maior pelo contexto que o planeta vivencia. Então, a vigilância é muito importante, a paciência, a calma. Sabe aquele ditado ou sei lá, aquela expressão que muitas pessoas gostam de dizer: "Eu não levo o desaforo para casa". Ai gente, não cabe mais isso não, porque é numa situação como essa que a gente pode ultrapassar essa linha tão tênue. Nós estamos imersos neste mundo onde ainda existe o mal, onde ainda existe o crime e a vigilância se impera e deve ser a característica da nossa disciplina para que consigamos manter a nossa lucidez e a nossa consciência até o fim. Aqui na nossa cidade do Salvador, uma senhora estava no trânsito, discutiu com dois jovens que estavam na moto. O sinal abre, eles avançam, a moto avança e segundo o vídeo, sem trazer qualquer tipo de julgamento de acesso ao processo que eu não tive, então não posso trazer detalhes. apenas o que se o que foi visível pelos vídeos. Nós vemos o carro indo na direção dos dois jovens e os dois jovens perderam a existência física. E essa pessoa considerada na sociedade quem? A cidadã, a honesta, a que cumpre com seus deveres. Por um átimo de segundo, por uma impaciência, por uma invigilância, comprometeu a sua existência. Não foram somente os jovens que perderam a vida. Ela também. Este cuidado é que precisamos trazer como sinalização na caridade para com os criminosos, lembrando que amar o próximo como a si mesmo, eles são os nossos próximos e nós também cometemos defecções. Admitirmos isto, ombreia-nos. E aí sim nós podemos dizer que consideramos estes como os nossos irmãos. E o nosso propósito, trazendo essa mensagem do evangelho, é apenas de convite para arrefecermos as mágoas, os ódios, os rancores, as revoltas que podem habitar do nosso mundo íntimo a partir das notícias compartilhadas, das informações que mostram estertores nesta hora. grave. Lembremos da oração e o quão é crucial mantermos a nossa

evoltas que podem habitar do nosso mundo íntimo a partir das notícias compartilhadas, das informações que mostram estertores nesta hora. grave. Lembremos da oração e o quão é crucial mantermos a nossa mente ligada na espiritualidade maior, para não sermos expoentes de falas indevidas, de pensamentos dificultosos e de atitudes embaraçosas. Os espíritos benfeitores estão longe do crime, da falta do mal. São espíritos em patamares evolutivos, tão expressivos, mas são dotados de tanta misericórdia que quando eles vão nos sinalizar alguma coisa, eles não dizem: "Vocês os faltos? Vocês os infelizes, vocês os imperfeitos. Eles dizem nós. E perceber isto é perceber a grande fraternidade. Eles se colocam, irmãos nossos, sem escalonamento aqui no nosso encontro fraternal que nós vivemos no período do carnaval. Encontro com Jesus vivendo Francisco de Assis. Algumas pessoas chegavam e diziam assim: "Tia Lu, essa energia tá tão boa que parece que Francisco está aqui". E eu falei: "Mas é claro que ele está aqui. Ele foi evocado, ele foi convocado, ele é homenageado, mas é claro que ele está aqui. Mas por que essa dúvida de que ele não estaria? Porque nós nos consideramos réprobos inferiores, não dignos da presença deles, mas eles estão a todo o tempo conosco, vivendo essa grande fraternidade. E eles não olham para as nossas faltas com julgamento. Eles olham para as nossas faltas, percebendo o brilho que está por trás delas e que não foi ainda notado por nós. Eles olham a pedra bruta que precisa ser trabalhada para que o diamante reluza e apresente o seu brilho, a sua potencialidade. O que é que eles fazem conosco diariamente, minhas irmãs, meus irmãos, no anonimato, porque eu, pelo menos, que não tenho vidência, não escuto nada, para mim é total anonimato. Mas o que que eles fazem conosco? É uma companhia constante, fiel, disciplinada, habitual, que nos envolve de uma maneira tão especial que nos emocionamos porque sabemos das nossas faltas e como é possível que ele nos amem tanto. Isso se chama

panhia constante, fiel, disciplinada, habitual, que nos envolve de uma maneira tão especial que nos emocionamos porque sabemos das nossas faltas e como é possível que ele nos amem tanto. Isso se chama caridade. E é o exemplo que eles nos concedem a todo momento, olhando para nós, enxergando-nos como vasos escolhidos. E para finalizar, nesse livro aqui que a gente já citou hoje falando sobre a quadrilogia transição planetária, ele não tá mais com essa capa, não, tá? Ele tá com a capa bonitinha aqui. É a capa de quando ele foi lançado lá em 2010. Esse livro ele tá dividido em três partes. Tem, primeiramente o resgate dos espíritos envolvidos e desencarnados na Indonésia na Tsunami de 2004. A segunda etapa são as reencarnações dos espíritos que vem ao nosso encontro de outros órbes, espíritos extraterrenos e que vão ter as suas reencarnações cuidadas, acompanhadas pelos benfeitores espirituais. E a última etapa são os ataques do invisível, à nossa condição planetária, ataques do mal e que eles mostram como nós nos desembaraçamos disso. Mas aqui no meio do livro, exatamente no meio, existe uma reunião em que há uma palestra. nesta reunião a presença do Manuel Filomeno de Miranda, que é o autor do livro, juntamente com outros que compõem essa equipe e para a surpresa deles, nessa reunião, onde iria ser conversado sobre a transição planetária, os desafios do ser humano, os desafios nossos nesses embates em relação à luz e as trevas, o bem e o mal, eis que entram os santos de Assis, Manuel Film. Miranda diz assim: "Para surpresa de todos, eles entram como os mesmos de outrora. Mas um brilho, um brilho tão expressivo e Francisco estava com as mesmas vestes rotas. Sobem ou acessam a mesa, sentam-se e a reunião transcorre. É uma palestra que vai ser proferida, mas ao final da palestra Francisco é convidado para fazer a prece. E essa prece ela já foi divulgada tanto, mas eu gostaria de compartilhar e dizer as palavras finais aqui da nossa conversa, porque é uma prece que mostra essa misericórdia dos

dado para fazer a prece. E essa prece ela já foi divulgada tanto, mas eu gostaria de compartilhar e dizer as palavras finais aqui da nossa conversa, porque é uma prece que mostra essa misericórdia dos bons espíritos. Aquilo que eu falei da primeira pessoa do plural, ele não diz vocês, os transfugas do dever, ele diz nós. E colocar-se ao nosso lado ou junto nos traz força, traz ânimo. É Francisco de Assis que está conosco, é Joana de Angeles que está me trazendo ânimo. E isso dá uma força, uma condição diferente, um ânimo, um entusiasmo. E é por isso que nós gostaríamos de compartilhar. É uma prece que traz para nós reflexões diante das nossas atitudes, diante dos nossos pensamentos e das nossas palavras. Diz Francisco, mestre sublime Jesus, fazei que entendamos a vossa vontade e nunca a nossa. Olha a segunda pessoa do plural, a primeira pessoa do plural. Entregando-nos as vossas mãos fortes para conduzir-nos. permiti que possamos desincumbir-nos dos deveres que nos cabem, mas não conforme os nossos desejos. Lançai vosso olhar sobre nós, a fim de que tenhamos a claridade da vossa ternura e não as sombras da nossa ignorância. Abençoai os nossos propósitos de servir-vos, quando somente nos temos preocupado em utilizar do vosso santo nome para servir-nos. Envolvei-nos na santificação dos vossos projetos, de forma que sejamos vós em nós, porquanto ainda não temos condições de estar em vós. Dominai os nossos anseios de poder e de prazer, auxiliando-nos na conquista real da renúncia e da abnegação. Ajudai-nos na compreensão dos nossos labores, amparando-nos em nossas dificuldades e socorrendo-nos quando mergulhados na argamassa celular. Facultai-nos a dádiva da vossa paz, de modo que a distribuamos por onde quer que nos encontremos e todos a identifiquem, compreendendo que somos vossos servidores dedicados. E porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória da iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que

os vossos servidores dedicados. E porque a morte restituiu-nos a vida gloriosa para continuarmos a trajetória da iluminação, favorecei-nos com a sabedoria para o êxito da viagem de ascensão, mesmo que tenhamos de mergulhar muitas vezes nas sombras da matéria, conduzindo, porém, a bússola do vosso afável coração, apontando-nos o rumo. Senhor, intercedei junto ao Pai todo amor por vossos irmãos da retaguarda, que somos quase todos nós os transfugas do dever. Que Jesus nos abençoe e nos conduza nesse exercício da grande fraternidade. Muito obrigado, Luziane, pela excelente palestra dessa noite, pelos exemplos e pelo exercício da caridade que devemos realizar para com todos os nossos irmãos. Preparemo-nos agora então para o encerramento da nossa reunião, convidando os os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores para a aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso divino amigo. Como é longa ainda, Senhor, a distância que nos separa de vós. Em parte do caminho e ao longo do tempo, encontramos diversos irmãos que nos fazem repensar na existência. a trajetória exercida. O nosso irmão Francisco de Assis dividiu também a história antes dele e depois dele, dando-nos o exemplo do verdadeiro amor, considerando a todos como irmãos. Este exercício, Senhor, é necessário que desenvolvamos para com todos que nos cercam, desde os nossos familiares mais difíceis, os nossos irmãos mais inquietos, aqueles que nos cercam mais dificultosos, aqueles que caminham conosco com reticências, aqueles que não pensam conosco da mesma forma com a caridade que devemos exercer para com todos eles. Neste momento desta noite especial, onde o nosso pensamento evola em vossa direção, impulsionado pela ideia de Francisco de Assis, do serviço ao próximo da caridade. Nós rogamos a assistência dos vossos benfeitores para com os médiuns aqui presentes, a fim de que o exercício da caridade de doação das suas próprias energias possa ser exercido e nós, absorvendo os bons fluidos do

assistência dos vossos benfeitores para com os médiuns aqui presentes, a fim de que o exercício da caridade de doação das suas próprias energias possa ser exercido e nós, absorvendo os bons fluidos do ambiente, possamos retornar aos nossos lares com o pensamento e a alma enriquecida. Conduze ao nosso irmão Divaldo Franco os bons pensamentos. A ti Nilson, nossa gratidão, rogamos as vossas bênçãos para os nomes dos encarnados, ex dos desencarnados na entrada desse cenáculo. Fluidifica a água para que absorvê-la possamos nos beneficiar dos nossos males físicos, mentais, espirituais. Abençoa-nos, conduz-nos de retorno ao lar. E te rogamos mais uma vez as bênçãos desta noite, finalizando a nossa reunião com o pensamento voltado à vós. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.

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