Lusiane Bahia • A morte e o morrer
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC)
que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências que a sua paz esteja em cada coração sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da uevc TV e da TV mansão do caminho sempre uma imens saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de aprendizado em torno da mensagem do mestre a luz da doutrina espírita para que Assim possamos despertarmos para a vida e vida em abundância como ele mesmo nos prometestes neste momento Unidos pensamentos e corações que possamos elevá-los numa prece Divino amigo a nossa gratidão Senhor pela companhia abençoada dos amigos nos dois planos da vida te agradecemos senhor a assistência fraterna desses amigos abnegados que estão conosco a nos auxiliar a bem compreender a tua mensagem trazendo-nos palavras de lucidez de esclarecimento de afeto para que assim uníssonos no só compromisso possamos despertar verdadeiramente para o caminhar reto no trabalho do bem do amor do aprimoramento por isso nesse instante te convidamos senhor que o teu amor possa envolver a nossa querida irmã Luziane e a todos nós outros que aqui estamos nesse programa para ouvir e assim Senhor vem e permaneça conosco hoje temos a alegria e a satisfação de receber mais uma vez em nossos canais Luziane Bahia trabalhadora da Mação do caminho trabalhadora da União Espírita de vitória da conquista porque essa também é sua casa e assim minha irmã rogando VTO de muita paz passamos a palavra para você para abordar o tema a morte e o morrer queridas irmãs queridos irmãos a paz do mestre Jesus primeiramente Nós gostaríamos de agradecer a Deus pela oportunidade de estarmos aqui reunidos irmãos queridos corações Entrelaçados neste propósito buscando esclareci em torno da doutrina dos Espíritos cumprimentamos a todos os trabalhadores da uctv a todos os trabalhadores da TV mansão do caminho e todos aqueles que estão nos acompanhando neste formato virtual já trazendo aqui as suas mensagens os seus cumprimentos o carinho e assim nós vamos
tv a todos os trabalhadores da TV mansão do caminho e todos aqueles que estão nos acompanhando neste formato virtual já trazendo aqui as suas mensagens os seus cumprimentos o carinho e assim nós vamos aquecendo o coração para que juntos possamos trazer reflexões nossa confortando o nosso coração em torno da temática de hoje cumprimentamos I que tá aí com a gente nos Bastidores A R A Rosângela que acabou de nos apresentar e a Naira que tá aqui fazendo a Interpretação para Livres Então vamos juntos nesses instantes que aqui estaremos recebendo Jesus no coração para que ele possa asserenar as nossas águas íntimas o primeiro livro grafado por Francisco Cândido Xavier foi parnaso de alento esse precioso livro volumoso mais de 200 poemas ditados por 56 poetas brasileiros e portugueses E olha que primora essa edição da FEB Editora linda completamente expressiva E convidativa olha que bonita para que a gente possa acessar e conhecer um pouquinho dessa obra tão especial de Chico Xavier Veio pela sua mediunidade e com esses 56 poetas brasileiros e portugueses pensando nessa obra parnaso de Além Túmulo buscamos aqui um dos poemas para nós iniciarmos a conversa de hoje ele pertence ao pseudônimo a. g e tem uma observação aqui os comentários de Elias Barbosa dizendo que esse poeta é um excelente poeta simbolista eh anote-se que as aliterações se desdobram do primeiro ao último verso e ele vai fazendo os comentários acerca dessa Cadência e desses detalhes fazendo perceber que esse é um poeta simbolista Apesar de que não se saber quem é qual o seu nome apenas está grafado assim ó a ponto G mas vamos ver qual o poema que ele nos traz e que reflexão profunda ele nos remete o poema está intitulado morte silenciosa Madona da tristeza a morte abriu-me as catedrais radios onde pairam as formas vaporosas do país ignorado da Beleza num dilúvio de lírios e de rosas filhos da luz de uma outra natureza que tornavam no espaço a sutileza dos incensos das naves harmoniosas monja de olhar piedoso calmo
orosas do país ignorado da Beleza num dilúvio de lírios e de rosas filhos da luz de uma outra natureza que tornavam no espaço a sutileza dos incensos das naves harmoniosas monja de olhar piedoso calmo e austero que traz a terra um tênue reverbero da Mansão das Estrelas e radias irmã da Paz e da serenidade que abriu meus olhos na imortalidade a a esperança de todos os meus dias morte que na tradição na nossa tradição na tradição da história da humanidade é um tema principalmente para os ocidentais Não muito bem palatável há muita dificuldade de se falar sobre a morte há muita dificuldade de se conversar e de se fazer um de educação para este evento que é futuro e sempre certo é um evento que desde quando nós chegamos quando nós nascemos estamos caminhando para encontrar a morte porque nascer começa a contabilizar o tempo que nós temos aqui na terra o tempo que temos para usufruir para nos educarmos para iniciarmos as experiências e tudo isso vai dando o tom de aproximação natural para esse retorno para esse evento que como dissemos é futuro e certo mas que sobre ele existem diversas alegorias quando se fala sobre a morte às vezes até piada se faz até brincadeira se faz sobre a morte trazendo aspectos jocosos mas quando T de enfrentá-la de forma real de maneira verdadeira o quão ainda deixamos escapar nuances da individualidade não trabalhada em torno dessa temática morte é o cessar da vida física é o cessar da vida orgânica segundo a medicina caracteriza--se morte diversos aspectos diversas nuances mas notadamente aquele desligamento do funcionamento cerebral a chamada morte cerebral Ela traz a constatação de uma falência de um esgotamento de uma extinção da funcionalidade da vitalidade no contexto do organismo isso seria a morte em tempos vidos atribuía-se esta ausência de vida ao corpo a ausência de batimentos cardíacos a morte simbolizava a morte do órgão coração ou a parada dos batimentos cardíacos e ali se constatava a morte mas depois com os estudos foi observando
vida ao corpo a ausência de batimentos cardíacos a morte simbolizava a morte do órgão coração ou a parada dos batimentos cardíacos e ali se constatava a morte mas depois com os estudos foi observando que esse centro da vida está no cé cérebro e que ele comanda porque o cérebro é a grande organicidade que vai permitindo comandos para as demais partes do nosso corpo nós enxergamos com o cérebro nós sentimos fome com o cérebro nós falamos com o cérebro ou seja todas as funcionalidades que estão distribuídas no nosso organismo e que tem essas funções sim adequadas a cada parte do nosso corpo elas tê a sede no órgão cerebral e por isso ele é de suma importância e por isso ele define a vida e por isso quando não há funcionalidade nele por mais que os outros fatores estejam em pleno funcionamento após testes de verificação para ausência de respostas cerebrais a constatação da Morte cerebral mesmo com os demais órgãos em funcionamento então a morte é esse cessar da vida física trazendo a linguagem Espírita A Linguagem dos Espíritos é a impossibilidade do fluido Vital da vitalidade manter-se circulando ou animando as funções que cada órgão abriga ou porque eles estejam com funcionamento debilitado por conta de uma enfermidade por conta de um acidente que traz a esta organicidade a esse organismo falhas debilidades que vão impedindo que haja uma conexão ou que haja uma fluidez natural desta vitalidade no nosso corpo físico e portanto sem essa transmissão pela ineficácia ou produtividade destes órgãos ou de um órgão específico que pode gerar como no caso o cérebro que pode gerar essa generalidade da ausência da vida física parte-se então a vitalidade E aí tem-se a estrutura da morte morte falada nas músicas morte faladas nos poemas morte falada no exterior mas ainda ainda pouco refletida ainda não é um hábito nosso refletir sobre a morte e por que que falamos sobre isso porque ela ainda nos impacta em profundidade os nossos irmãos orientais eles têm uma forma mais direta de lidar
tida ainda não é um hábito nosso refletir sobre a morte e por que que falamos sobre isso porque ela ainda nos impacta em profundidade os nossos irmãos orientais eles têm uma forma mais direta de lidar com a morte porque começam desde cedo a meditar sobre a refletir sobre e criar hábitos dentro do próprio contexto das suas crenças ou das não crenças essa perspectiva este olhar de uma transcendentalidade E deste olhar em relação à morte e a forma que ela conduz o ser a um outro patamar de aprendizado algumas crenças orientais falam do Rio que transmite de uma margem a outra uma margem sendo a vida física e a outra sendo a vida dois espírito a vida da transcendência e a embarcação seria essa condução quando a morte chega de trazer de conduzir de uma margem a outra aquele ser que vai vivenciar e vai experimentar esse momento que é único e que todo aquele que está encarnado vivencia e naturalmente passa pela experiência daite Allan Kardec neste precioso o livro que é a quarta obra da codificação Espírita intitulado o céu e o inferno livro dividido em duas partes a primeira parte é doutrina a segunda parte que são aqueles exemplos onde o o codificador na grande maioria daqueles daqueles relatos as evocações que advieram para a constatação da imortalidade esse livro de 1865 traz na sua primeira parte intitulada doutrina um capítulo que tem por título temor da morte quando nós lemos esse capítulo não tem como não ficar Encantado pela didática de Allan Kardec toda a codificação é um encanto pela sua didática então é meio redundante falar isso mas esse capítulo onde ele vai conversar sobre um tema tão árido que é o temor da Morte ele começa de uma forma tão a nos conduzir como se dissesse assim olha eu sei que as os leitores eles não necessariamente têm um contato tão íntimo assim com a morte não não simboliza tanta naturalidade para eles então deixa eu tomar da mão aqui e trazer essa instrução então ele mostra que primeiro ponto de nós termos o temor da Morte era é por um fator da lei da
não não simboliza tanta naturalidade para eles então deixa eu tomar da mão aqui e trazer essa instrução então ele mostra que primeiro ponto de nós termos o temor da Morte era é por um fator da lei da própria natureza quando nós estudamos a terceira parte de O Livro dos Espíritos encontramos as leis Morais E lá nós vemos a a lei de adoração a lei do trabalho a lei de reprodução de conservação de destruição a lei do Progresso a lei da Liberdade da Igualdade a lei da Justiça amor e caridade a gente vai encontrando essas leis esses painéis todos que vão nos apresentando orientações e dentre elas como falamos tem a lei de conservação é uma lei da natureza termos instintos de conservação de preservação da vida então quando mergulhamos na carne nós espíritos movimentando um corpo físico conduzindo Esse instrumento que é o corpo físico nós temos instintos de conservação desta vida porque se não fosse assim na primeira contrariedade no primeiro Abalo no primeiro debor que que nós poderíamos dizer tchau não quero mais ficar aqui aqui não mais Supre as minhas vontades aqui não é só deleite prazer então deixa eu ir embora então por isso o instinto de conservação então é natural que diante de uma sinalização pela aproximação da Morte numa condição do próprio ser natural esta condição claro que nós vamos sentir um temor porque é contraditório com aquele comportamento de proteção de conservação de cuidado de preservação acontece que aí o e o codificador vai nos conduzindo a percebermos que nós temos como conciliar a lei de conservação e o não temor da Morte ele mostra que nós tememos a morte também porque nós fomos educados no sentido de vermos a morte como um símbolo de daquela figura feminina com a foice na mão e que vai conduzir as pessoas naquele dia fatídico naquela hora específica e que não tem mais retorno a a literatura as histórias as as Vertentes que rondam a o tema morte cultiva e inculte temor porque começa a trazer incremento ao desconhecido ao invés de desbravar o
ífica e que não tem mais retorno a a literatura as histórias as as Vertentes que rondam a o tema morte cultiva e inculte temor porque começa a trazer incremento ao desconhecido ao invés de desbravar o universo e nos mostrar diante da Morte como ela realmente é temos através dessas histórias Fugas escamoteamento fazendo com que a gente não encare Qual o significado da morte qual a importância da morte o que que ela tem que que ela vem fazer aqui por que que ela acontece Então por conta de um processo educativo de temor de temer naturalmente Não Existe vida após a morte é aqui é agora ou se morrer eu vou pro céu ou vou pro inferno ou vou pro purgatório quando ele existia enfim vamos começando dentro desse processo de costume de Cultura de educação a criar esses temores então diz o codificador à medida que nós vamos nos desvencilhando destes pontos é possível S conciliar e como é que a gente concilia e aí vem dentro desse painel que ele desenha eu gostaria de trazer um estudo que pertence à tanatologia que é a ciência que estuda a morte e que fala um pouquinho sobre esse temor antes do codificador apresentar-nos como é que a gente se desvencilha disso mas olharmos sobre um Panorama científico mas também na ciência material Quais são esses nossos passos em relação à morte sejamos nós aqueles que recebem um diagnóstico que vai nos fazer perceber que a morte está próxima ou um ente querido ou alguém que a gente chama muito que vai ter de atravessar por aquele processo que tá tão próximo tudo isso como é que nós lidamos com a perspectiva da Morte sob o prisma dessa ciência desse olhar psicológico ou mesmo psiquiátrico nesse Panorama de uma tanatologia a Psiquiatra Suíça Elizabeth clou Ross tem um livro intitulado sobre a morte e o morrer bem o título aqui parecido com da nossa conversa elizabe ela é muito conhecida por ter publicado esse livro e tantos outros também acerca deste assunto morte e é depois de acompanhar várias pessoas em fases terminais das suas doenças das suas
nversa elizabe ela é muito conhecida por ter publicado esse livro e tantos outros também acerca deste assunto morte e é depois de acompanhar várias pessoas em fases terminais das suas doenças das suas enfermidades o que ela chama de moribundos aquelas pessoas que estariam já talvez sem um diagnóstico para perspectiva de cura sem possibilidades de tratamento sem condições que pudessem trazer aquela aquele prolongamento da existência física Então ela diz que o ser humano seja o paciente ou seja quem está no entorno passa por algumas etapas é bem verdade que ela diz assim olha não necessariamente passa por todas essas etapas e não necessariamente essas etapas elas duram o mesmo tempo porque Varia muito de pessoa a pessoa Varia muito de cada história da CR religiosa da fé que se tem se é ateu se não é de que forma se relaciona com Deus como é que expressa essa fé o que é que a sua religião fala sobre o sobre a morte e sobre o pós-morte então tem todas essas nuances que vão fazendo com que as pessoas às vezes passem por todas as etapas ou às vezes não passe por elas mas a própria variação de tempo de uma etapa para outra é muito específica para cada uma dessas pessoas Então ela diz que uma etapa muito natural e que aí se desenha como o primeiro Panorama é A negação então quando alguém recebe assim olha a morte está próxima não há mais tratamento não há mais possibilidade de cura aí naturalmente começa a instalar-se no ser uma reflexão da qual ele não está habituado a fazer E aí começa a vir aquela reatividade que é A negação Não isso não é verdade então se isso não é verdade vou buscar outros panoramas clínicos não há problema nenhum nisso inclusive é aconselhado que assim a gente faz mas o período da negação ele se propaga segundo a Psiquiatra Suíça quando mesmo com todos estes leques informativos da ciência de então da ciência do momento mesmo assim a pessoa continua dizendo não eu não aceito isso não vai acontecer eu espero por algo que que me retire dessa realidade e não
leques informativos da ciência de então da ciência do momento mesmo assim a pessoa continua dizendo não eu não aceito isso não vai acontecer eu espero por algo que que me retire dessa realidade e não consegue identificar nesse primeiro estádio é um momento de muita dor porque A negação nos coloca nessa dor quando nós negamos algo que inevitavelmente vai acontecer é muito difícil de nós criarmos mecanismos de superação porque se nem vislumbramos que isso vai acontecer como é que nós vamos nos preparar e im unir-nos de movimentos com consoladores e confortador para que nós consigamos superar aquela etapa então acaba que é uma fase de muita solidão também e de muito sofriment depois dessa etapa diz a psquiatra é natural que passemos da negação revolta aí é como se houvesse um vislumbre de possibilidade porque está revoltado porque admite que aquela informação ela possa ser verdadeira então parte-se para uma revolta a revolta de não aceitar de culpar quem quer que seja de culpar os médicos porque não fizeram seus papéis de culpar e a b diversas pessoas inseridas no contexto porque não se preocuparam com isso não se preocuparam com aquele outro detalhe enfim a revolta que faz com que esse sofrimento não tem um abrandamento porque revolta só traz uma um ento psíquico pestos dificultoso que coloca-nos ainda mais inseridos naquele contexto ainda sem resposta não temos respostas só temos revolta não há campo para amor só a campo para revolta não acampo para paciência só a campo para indignação da Revolta diz elizabe nega revolta-se e a próxima etapa seria uma barganha E aí a barganha barganhar consigo mesmo mas principalmente barganhar com Deus barganhar consigo mesmo é assim eh Então tá eu vou fazer determinadas coisas que eu nunca fiz na vida antes eu vou fazer agora porque eh Se eu fizer isso eu não vou ter a morte iminente essa morte não vai chegar porque eu tô me alimentando melhor coisa que eu nunca fiz antes ou eu tô saindo de determinado vício no qual eu sempre estive e que foi
r isso eu não vou ter a morte iminente essa morte não vai chegar porque eu tô me alimentando melhor coisa que eu nunca fiz antes ou eu tô saindo de determinado vício no qual eu sempre estive e que foi Inclusive a causa para minha desencarnação próxima então eu vou eu começo a barganhar comigo mesmo barganhar comigo mesmo também barganhando com Deus se eu tiver uma fé em Deus então começo a dizer Olha se eu fizer isso Senhor me mantm aqui na vida é importante que eu fique porque eu preciso realizar tal e tal projeto eu preciso cuidar de determinada pessoa eu preciso terminar uma situação que eu comecei que eu não terminei eu tenho muita coisa para fazer aqui é importante que eu fique e começa a barganhar com Deus também é uma fase que vai é como se estivesse arrefecendo um pouquinho A negação Mas vejamos que ainda não é o consolo a pessoa que barganha ainda tá no terreno instável no terreno fragmentado o coração tá fragmentado de dor e não consegue ainda lançar-se nos braços de Deus não consegue depositar-se onde PR estar repousando aí depois da barganha sem resultados E aí admitindo que se passa por todos os estágios como a elizabe Coloca no seu livro de forma didática chega o panorama da depressão ora neguei me revoltei barganhei nada funcionou tudo se mantém da mesma forma continua falando do mesmo diagnóstico da aproximação desse evento morte então depressão eu vou pro mundo íntimo mas numa tristeza imensa sem perspectiva sem alternativa se um lugar onde eu possa me segurar simplesmente a tristeza e permitir que essa tristeza ali se instaure a Psiquiatra Diz que esse também é um momento de grande sofrimento se A negação traz uma solidão mas é uma solidão mais para fora como se estivesse agredindo tudo que está fora porque aí vem a revolta vem a barganha é tudo que está fora então vai agredindo para fora a depressão é uma forte dor porque agride para dentro e alguns quadros eles se intensificam por conta dessa contribuição psicológica depreciativa do deprem desse peso sobre si e aí vários
do para fora a depressão é uma forte dor porque agride para dentro e alguns quadros eles se intensificam por conta dessa contribuição psicológica depreciativa do deprem desse peso sobre si e aí vários coeficientes de culpa nesse processo reflexivo íntimo de culpa de deveria ter feito e não fiz deveria ter Perdoado e não perdoei eu não tenho mais tempo e Aquela tristeza o abatimento por constatar já há uma constatação de que é inevitável para um outro Panorama e o último chamado aceitação ela deixa bem claro que esse Panorama não é de alegria e de pulos e de desproporções diante de um processo que é doloroso por mais que nós observemos a situação sobre o prisma espiritual tem-se uma repercussão no Prisma material nós somos espíritos sim mas estamos encarnados e sentimos as impregnações do corpo físico através do perispírito que comunica as impressões do corpo para nós espíritos e comunicam os comandos nossos espíritos para o corpo então é natural que o evento morte repercuta e nos traga sinais de tristeza sim sinais de saudade sim porque somos nós ou São pessoas que viveram uma determinada Estrada da Vida com as quais nós convivemos ou nós mesmos e que agora iremos partir e que às vezes o tempo que resta-nos é tão pouquinho é tão ínfimo como lidar com isso então essa aceitação não significa pulos exacerbados porque isso seria uma distonia seria estar distante da realidade Então ela fala que a aceitação é o momento em que o paciente ou familiar já entendeu todo o processo E aí efetivamente ele encontra o consolo porque ele consegue entregar-se entregar-se é o que a medicina propõe como paliativo ao que a medicina propõe como cuidados como atenção como proteção mas também o que a religião ou religiosidade apresenta como Consolação como direcionamento E aí Esta etapa é uma etapa onde repousa o ser nesta constatação da inevitabilidade da Morte aceita e segue o seu processo como é natural que cada um de nós também siga Em algum momento da nossa história voltamos a Kardec esse Panorama que Elizabeth
sta constatação da inevitabilidade da Morte aceita e segue o seu processo como é natural que cada um de nós também siga Em algum momento da nossa história voltamos a Kardec esse Panorama que Elizabeth clubhouse coloca é o panorama material mas que observamos componentes espirituais que podem Minimizar esses quadros e nos fazer não vivenciar algumas etapas ou vivenciá-las de forma mais rápida porque o negar a revolta barganha são processos naturais psicológicos mas que eles podem ser dissolvidos se nós temos um prisma que transcende a matéria aí vem Kardec e diz tudo é o olhar é o ponto de vista sobre o qual eu me debruço na análise do tema morte qual o ponto de vista é o material se eu me debruçar sobre o ponto de vista material eu não tenho esperança é finitude o corpo físico perece e vemos ele retornar para as entranhas dos elementos que que compõem a terra nós percebemos Isto ou a a o perecimento dele através da crição o corpo físico nós sabemos disso então sobre o prisma material onde está a esperança a morte ela triunfa ela é vencedora ela consegue corresponder a Todas aquelas alegorias que estão na tradição do tem uma morte mas quando colocamos o ponto de vista espiritual Minhas irmãs meus irmãos tudo se aclara numa dimensão que nós só conseguimos sentir muito mais do que as palavras são capazes de traduzir porque a esperança a fé nada disso bate em retirada e é o que a doutrina dos Espíritos fez com a humanidade matou a morte disse assim ó a morte ela não é o contrário de vida porque ela não tem como cessar a vida ela não é o oposto de vida ela é o oposto de existência ou melhor de nascimento Qual é o oposto de morte Nascimento Ok o oposto de nascimento é a morte qual que é o oposto de vida não tem porque a vida é imortal então a morte não é o oposto da vida o espiritismo já diz isso então ele mata morte ele coloca a morte como o Retorno à Pátria espiritual a nossa morada o local de onde nós saímos e para onde nós iremos retornar ele coloca a morte como um capítulo da vida vida espiritual como
a morte ele coloca a morte como o Retorno à Pátria espiritual a nossa morada o local de onde nós saímos e para onde nós iremos retornar ele coloca a morte como um capítulo da vida vida espiritual como um momento que Deus entende que é necessário que nós retornemos para fazermos o balanço dos nossos aprendizados para fazermos daquilo que nós vivenciamos na existência que foi programada com muito amor carinho e respeito às nossas condições as nossas debilidades e as nossas virtudes programado pela equipe espiritual com tanto amor e aí mergulhamos na carne até um determinado tempo que mesmo em O Livro dos Espíritos quando fala sobre Fatalidade que está ali abordando D lei de liberdade fala sobre livre arbítrio Fatalidade mesmo ali fazendo as ponderações sobre Fatal só a morte e é bem verdade que é uma fatalidade mas o momento em que ela vai ocorrer mesmo que na programação reencarnatória esteja um determinado dia um determinado período um determinado momento como a literatura Espírita nos mostra que algumas pessoas Retornam e não é pelo suicídio direto às vezes pelo suicídio indireto às vezes por necessidades protetivas do contexto espiritual para que não haja comprometimentos mais sérios mas também Quantos se prolongam para depois recebendo as chamadas moratórias e que através dessas moratórias nas reuniões espirituais no novo combinado se recalcula a rota da existência e Olha aquele evento que era fatal tendo modificações sob a misericórdia do pai porque a hora o dia o momento só ele sabe pertence a ele e nós como bons filhos temos de estar com a bagagem estruturada para o retorno a doutrina dos espíritos nos ensina a olharmos a morte com este com esta esta percepção da vida Imortal entendendo que ela é um capítulo da vida que ela nos faz retornar para um balanço e aí chegamos ao plano espiritual e vamos observar o que que nós fizemos o encontro com a verdade íntima que muitas vezes aqui o quanto nos desvencilhamos e não queremos fazer mas a morte é essa irmã como diz
gamos ao plano espiritual e vamos observar o que que nós fizemos o encontro com a verdade íntima que muitas vezes aqui o quanto nos desvencilhamos e não queremos fazer mas a morte é essa irmã como diz Francisco de Assis E que nos permite nos defrontarmos com a nossa própria consciência e ali nós pensarmos puxa eu não deveria mesmo ter feito como eu fui infeliz naquele ato realmente aquilo não deveria ter feito então deixa eu anotar aqui que ainda essa imperfeição é tão forte em mim que eu nem consegui me desvencilhar e a gente não tá sozinho nesse processo estamos ali assessorados o anjo da guarda os espíritos protetores fam a equipe responsável por nos auxiliar nesses processos e ali fazemos balanço e Ok eu preciso ainda fazer Tais e tais coisas então vamos programar a próxima Vamos trabalhar para isso e essa multiplicidade de oportunidades traz a esperança de Kardec faz com que Fraternidade solidariedade caridade tem um sentido faz com que coragem de impaciência sejam realidades porque eu vou empreender nesta existência todos os esforços para ter toda a qualidade que essa vida essa existência pode me proporcionar até a última gota de vitalidade a proposta é essa nós seguirmos até a última gota fazendo de tudo que está ao nosso alcance para aprender ALC a finalidade da Encarnação e também a finalidade da reincarnação porque ao voltarmos ainda espíritos errantes Ainda temos a necessidade da reencarnação então a questão 132 do Livro dos Espíritos e a 167 fala pra gente sobre essas finalidades e que eu quanto espírito encarnado preciso Estar atento a finalidade de encarnar é progredir é alcanar a perfei enar no contexto da criação a parte que me cabe qual é o sentido da minha vida eu tenho que encontrar isso e existe sempre porque todos nós temos o nosso talento Então existe sempre se a gente ainda não encontrou a gente ainda não tá buscando direito mas existe sempre e a 167 diz olha a gente volta porque a gente precisa espiar equalizar a consciência com as faltas colocar a casa arrumar a casa que
o encontrou a gente ainda não tá buscando direito mas existe sempre e a 167 diz olha a gente volta porque a gente precisa espiar equalizar a consciência com as faltas colocar a casa arrumar a casa que a gente bagunçou das leis divinas e progressivo melhoramento progressivo da humanidade Progresso provas sermos testados para Angar armos um degrau para buscarmos a constatação para nós mesmos no nosso processo educativo de que determinada virtude nós temos já uma certa intimidade que outras nem tanto meu Deus e que nessas precisa investir ainda mais perceber que o corpo é que deve estar a serviço do espírito e que nós não somos um corpo nós somos espíritos Às vezes o quanto a gente fala ah porque meu espírito Ah porque eu não tenho um espírito e essa consciência de imortalidade faz toda a diferença para um outro uma outra palavrinha que está aqui na nossa conversa porque morte é o cessar da vida f física é a essa esse esgotamento a falência da vitalidade e o que é o morrer morte e morrer não são iguais nem mesmo na língua portuguesa morte é substantivo morrer é verbo substantivo é estático você conceitua o substantivo você traz um significado para ele e ele é verbo é movimento como a gente aprende na escola verbo é ação morrer é ação e é um verbo intransitivo ou transitivo pronal pronomi já é uma outra vertente mas é um verbo nos convida a refletirmos sobre a ação O que é o morrer o morrer é desprender-se morte é Valência da vida física não tem mais vitalidade corpo isso não significa que o ser tenha morrido vivenciado o morrer pelo aspecto do despreendimento o morrer é um processo de desligamento per espiritual das moléculas e átomos que vinculam o per espírito ao corpo físico e vice-versa à medida que esse liame essas ligações elas se Afram eu vou passando pelo processo do morrer e ele se completa quando há o desligamento Total dessas moléculas desses átomos e não há mais ligação e n vinculação aí aconteceu o processo do morrer que numa linguagem espiritual nós podemos dizer do
ele se completa quando há o desligamento Total dessas moléculas desses átomos e não há mais ligação e n vinculação aí aconteceu o processo do morrer que numa linguagem espiritual nós podemos dizer do desencarnar morrer no no sentido de equivalência à morte morte é diferente de desencarnar que também é um verbo E que nos conduz a esse processo que também em um céu inferno nos fala no iniciozinho da segunda parte primeiro Capítulo da segunda parte nos fala sobre o passamento a perturbação espiritual que é natural que se sinta de um mundo para outro do mundo material para o mundo espiritual esse trânsito como se fosse uma viagem que fazemos nós saímos daqui lá para os Estados Unidos para visitar minha querida amiga Fernandinha que tá aqui com a gente nos acompanhando para visitar a Fernandinha lá no Texas quando a gente chega lá ou a Fernandinha chega aqui é natural que a gente sinta as oscilações do fuso é natural se o fuso for muito grande a diferença a gente sente e é natural que a gente fique um pouco confuso até realinhar o pensamento até gar o comportamento e a gente seguir direitinho buscando adaptar-se à convivência daquele mundo que pra gente é novo por mais que eu esteja retornando à aquele lugar eu vivi muito tempo num outro então eu preciso passar por esse processo de equalização então o morrer tem esse contexto da perturbação que é natural que todos os espíritos vivenciam uns mais outros menos a a depender do seu desprendimento ou a depender da sua vinculação em relação ao corpo físico esse desencarnar esse desligamento pelho espiritual tem a ver com o coeficiente que deve ser o nosso ponto de atenção quando o codificador fala aqui no passamento Mas ele também fala em O Livro dos Espíritos quando faz perguntas aos espíritos sobre a morte sobre esse desprendimento do corpo físico e todas essas esses aspectos que envolvem o ato eh ou o momento do morrer ou esse processo do morrer cardec coloca faz questão tanto de perguntar como de en fechar aqui em o céu inferno em maneira
ico e todas essas esses aspectos que envolvem o ato eh ou o momento do morrer ou esse processo do morrer cardec coloca faz questão tanto de perguntar como de en fechar aqui em o céu inferno em maneira conclusiva que existem aspectos diferentes da morte existe a morte natural que ela vai se apresentando como desgaste natural da vida física pela idade pelo tempo que passa os órgãos vão envelhecendo é natural que eles vão diminuindo a velocidade o funcionamento a a atividade vão perecendo aos poucos o seu dinamismo e naturalmente aquela vida vai se despedindo como se fosse uma vela a apagarse vai perdendo aquele ar que vai Fazendo a manutenção da vela e vai aos pouquinhos apagando e ali cessa a vida a morte natural mas existem também as morte com as complicações das enfermidades que vão trazendo os componentes dos medicamentos as os efeitos colaterais os abalos desse corpo que está estremecido pela enfermidade também tem as mortes violentas as mortes oriundas de crimes que também trazem os seus componentes perturbadores os abalos nesse despreendimento e também a morte as mortes acidentais acidentes que que acontecem e que retiram que rompem essa vitalidade de forma brusca or está encarnado daí a pouco não está mais por conta de um acidente por conta de uma violência o codificador ele pontua esses aspectos para dizer assim Olha numa morte natural justamente por ser o apagado de uma vela praticamente Não há dor não há desconforto porque vai acontecendo gradativamente aos poucos e aquilo vai naturalmente fazendo esse apagar das luzes da vida mas na na nos outros formatos numa morte violenta numa morte brusca isso não acontece E aí ele mostra o quanto esses liames per espirituais eles sofrem o choque dessas mortes e por isso naturalmente poderia trazer uma abal e um sofrimento ao Espírito ou a alma porque a alma é todo ser que estava em lado ali espírito e matéria naquele momento da morte Mas mesmo que existam essas especificidades o codificador diz assim Mas independente se a morte é natural ou
porque a alma é todo ser que estava em lado ali espírito e matéria naquele momento da morte Mas mesmo que existam essas especificidades o codificador diz assim Mas independente se a morte é natural ou se a morte é por enfermidade ou se tem a violência ou se tem a forma brusca se tem a forma que seja Qualquer que seja acidental o que vai dar a nuance do ser para além da morte ou no momento ali em que ela se encontra para ser maior ou menor sofrimento se ter uma maior ou menor dor ou lidar com o morrer num despreendimento que demore mais ou seja mais abreviado o que importa é a moralidade e isso Minhas irmãs meus irmãos faz todo sentido para aquele brocardo Popular eu não sou boa ditados né mas eu acredito que seja mais ou menos assim tal vida tal morte a forma que nós vivemos aqui na existência é a forma que define como estaremos após a morte porque como Kardec explica não é o morrer que importa porque o morrer tem diversos aspectos que estão escritos na nossa história de enfrentamento nós que temos de enfrentar por expiações por provas são enfrentamentos o como são enfrentamentos o que interessa é o após e como estaremos após para facilitar esse desprendimento do corpo físico por pode ser uma morte natural diz Kardec mas a pessoa ser tão arraigada as vestes carnais nos vícios nos comportamentos de hábitos que sejam perniciosos hábitos que sejam maléficos tão presos à materialidade que por mais que o corpo físico estejam nesse apagar das luzes dessa forma tão tranquila o espírito não está por conta desse demorado despreendimento per espírito matéria porque ele permanece vinculado E por que ele permanece vinculado porque ele tem essa sensação de que a sua vida se resume àquela matéria se resume a vida que se tem aqui no plano físico as vontades que se atende ao corpo físico busca-se essa necessidade daquilo que está atrelado ao corpo e aquele que é Sens aquele que é vicioso aquele que gosta de enganar de trair de surrupiar de trazer males ele vive a vida do aqui e agora vive a vida atrelada o que esse
lo que está atrelado ao corpo e aquele que é Sens aquele que é vicioso aquele que gosta de enganar de trair de surrupiar de trazer males ele vive a vida do aqui e agora vive a vida atrelada o que esse corpo físico é capaz de de lhe proporcionar em vantagens Então como é que esse despreendimento vai acontecer se ele sequer admite que ele tem de renunciar que ele tem de perdoar que ele tem de ser indulgente que ele tem de ser benevolente que ele tem de ser misericordioso se nemem admitir isso porque isso é coisa que não você tem muita importância quando se observa o Prisma da materialidade Então o que importa é aquilo que fazemos da existência que temos Qual utilidade que estamos dando à nossa existência nos fazendo agora a questão 165 do Livro dos Espíritos Kardec Pergunta se o conhecimento do Espiritismo nos auxilia nesse processo do desprendimento do morrer desse processo que é o morrer e os espíritos respondem que sim mais que o que realmente importa é aquilo que se faz da oportunidade que se tem é o bem que se faz é a moralidade que se incrementa isso é que tem o valor para o morrer os espíritos relatam desencarna onde o afrouxamento doespírito em relação às moléculas e átomos começa a acontecer mesmo antes da morte do corpo físico e quando ela acontece se desprendem aquelas últimas aquelas últimas vinculações e o Espírito vai porque entendeu que aquele corpo físico serviu até aquele momento mas que ele adoeceu tá debilitado o que quer que seja Qualquer que seja a causa e agora eu vou embora eu vou seguir paraa minha vida espiritual e aí a segunda parte do livro céu e inferno ela está relatada em exemplos que demonstram Exatamente isso aqueles que se desprenderam em horas como o sanson o primeiro que é membro da sociedade Espírita de Paris é o primeiro relato nessa segunda parte que é a partir do segundo capítulo espíritos felizes é o primeiro relato ele foi evocado no cemitério ainda no seu próprio velório e ele aparece cumprimenta da comunicação numa Lucidez porque ele estava efetivamente
do segundo capítulo espíritos felizes é o primeiro relato ele foi evocado no cemitério ainda no seu próprio velório e ele aparece cumprimenta da comunicação numa Lucidez porque ele estava efetivamente desencarnado ele tinha passado pelo processo do morrer e passar com essa consciência é dar qualidade ao morrer e aí vem a educação que Kardec coloca educarmos para entendermos que esse corpo não é tudo porque senão diante da morte eu vou negar eu vou me revoltar eu vou barganhar eu vou adoecer deprimir até o processo de aceitar ou não porque algumas pessoas partem da vida física da negação ainda na revolta ainda porque não educou para o morrer que é o desprender-se e como é que a gente se desprende não é simplesmente dizer eu não tenho apego aos meus livros eu falo dos livros porque é uma coisa que eu gosto demais a minha filha caçula ela vive perguntando assim mãe não é possível que você não queira comprar uma roupa que você não queira comprar sei lá alguma outra coisa um brinco uma bolsa um sapato mãe você só quer comprar livro mãe você só quer ganhar livro porque livro um um caminho assim um um terreno bastante agradável para mim então por isso que eu falei logo não é simplesmente dizer eu me desprendo dos meus livros eu me desprendo da minha casa eu me desprendo dessa realidade eu me desprendo dessas coisas materiais é isso mas não é só isso porque existe também o coeficiente tão grande de apego que às vezes a gente fica preso no ambiente por causa das coisas então morrer não acontece apesar da morte do corpo físico morrer não acontece porque eu estou ali presa as questões físicas as questões da matéria as coisas aos objetos as joias as coisas que trazem um significado apenas aqui e que não tem valor nenhum no plano espiritual mas é algo além disso desprender-se desprender-se dos bens terrenos é desprender-se das iguarias das coisas boas dos encantos e dos Prazeres que o contexto terreno nos traz e que não tem valor nenhum no mundo espiritual que não tem sentido no mundo
e dos bens terrenos é desprender-se das iguarias das coisas boas dos encantos e dos Prazeres que o contexto terreno nos traz e que não tem valor nenhum no mundo espiritual que não tem sentido no mundo espiritual então às vezes são vícios vícios da comida vícios do Lazer vícios do trabalho vícios do sexo Vícios e o que são vícios hábitos que se repetem a gente diz eu não tenho esse vício Não quando a gente se permite conhecer-se aí a gente identifica Hum isso aqui eu tenho dificuldade e para Além disso além dos aspectos físicos materiais além dessas questões aí de comer de lazer dessas coisas exacerbadas ainda tem aquelas coisas do mundo íntimo que também nos fazem presos que são a inveja o ciúme essa coisa do meu minha Ah o quanto isso pode nos trazer prejuízo essa coisa de tem que estar ao meu lado é meu me pertence e aí a inveja o ciúme o orgulho essas paixões o quão elas impedem que nós façamos esta viagem de retorno existe um filme que eu gosto muito se chama Gasparzinho o Fantasminha Camarada eu amo esse filme e o Gasparzinho no filme mesmo né sem ser no desenho no filme eh ele aparece pra garotinha que vem morar ali na casa que tá mal assombrada tem que tá o Gasparzinho os seus tios né os tios gostam de fazer as coisas do mal mas o gasparzinho não Gaspazinho é do bem e aí ela faz uma pergunta para ele e ele e ela diz assim mas por que o que que são Fantasmas ela Pergunta assim o que que são fantasmas e ele olha para ela com aquela carinha muito fofinha do Gasparzinho e ele diz assim fantasma é todo aquele que tem coisas inacabadas não permitamos ter coisas inacabadas a não ser projetos espirituais que aqui ou lá podemos dar continuidade se amamos Digamos que amamos digamos eu te amo se fizemos algo para alguém peçamos perdão digamos me perdoa eu falei não era assim que eu queria se eu sinto saudade que eu diga que eu tenho saudade se eu preciso fazer algo por alguém que eu faça se eu quero abraçar alguém não percamos a oportunidade porque a vida ela é linda
ssim que eu queria se eu sinto saudade que eu diga que eu tenho saudade se eu preciso fazer algo por alguém que eu faça se eu quero abraçar alguém não percamos a oportunidade porque a vida ela é linda ela é expressiva ela é Bela ela e a existência ela tem um termo para que quando a morte advenha seja nossa ou de alguém muito querido não tenhamos arrependimentos por estas coisas que ficaram inacabadas puxa eu deveria ter feito eu não fiz que são arrependimentos naturais quando a morte acontece Às vezes fizemos de tudo mas só porque a morte aconteceu só porque o outro partiu de dizer eu deveria ter feito mais não fez de tudo estamos aqui a conversar as coisas inacabadas são as coisinhas que as paixões retém as coisinhas que impedem de nós sermos tão naturais aquelas coisas que fazem com que a gente brigue ou com o pai com a mãe com o filho com o cônjuge com quem quer que seja e durma com essa briga se nós lembrarmos da Morte nós vamos levar uma vida com mais qualidade o morrer vai ter uma forma mais de de melhor qualidade porque a vida vai estar impressa em melhor qualidade existência porque se eu penso assim olha a morte pode chegar a qualquer momento então eu vou perdoar hoje então eu vou abraçar hoje então eu vou dizer hoje que eu amo então não vou deixar essa briga com o próximo dia eu não vou me permitir dormir zangado com o outro ah a gente não sabe o que vai acontecer então como é bom conciliar hoje como é bom fazer as pazes hoje como é bom ao outro hoje para não termos coisas inacabadas porque essas coisas inacabadas são oriundas desse orgulho dessa vaidade dessa desproporção que adotamos no brilhantismo da vida olhando de forma ofuscada e acabamos por levar e isso impede que nós nos desprendam como Gasparzinho impedia que ele fosse e que ele seguisse a sua história estava retido na questões nos interesses que não mais lhes diziam respeito então vivamos a vida sem termos medo da reflexão sobre a morte Kardec ao finalizar o capítulo do temor da Morte ele coloca assim ó Por que os espíritas
nos interesses que não mais lhes diziam respeito então vivamos a vida sem termos medo da reflexão sobre a morte Kardec ao finalizar o capítulo do temor da Morte ele coloca assim ó Por que os espíritas não temem a morte é uma afirmação Kardec não tá perguntando não tá querendo fundamentar é uma afirmação porque que os espíritas não temem a morte e ali ele diz pela consciência da para Além disso pela consciência de um Deus de Justiça amor de benevolência de um Deus de Misericórdia assim nesse tema que é tão delicado para todos nós que experimentamos a saudade a tristeza vocês eu todos nós que tenhamos nesses dias talvez alguém muito perto pertinho da morte ou iniciando o morrer ou já está já ter retornado ao plano espiritual todos eles sejam sejamos nós mesmos ou estes nossos entes queridos esses Nossos amores amigos parentes irmãos quem quer que sejam eles encarnados ou no processo da desencarnação o que mais é salutar e que podemos doar de nós é o nosso pensamento através da oração e toda nossa gratidão agradecem a Deus pela nossa existência e agradecemos a Deus por aquele que está partindo por termos tido a oportunidade de com ele convivermos de termos tido a oportunidade de com ele aprendermos e de sermos melhores porque um dia tivemos a oportunidade da troca das experiências que Deus nos abençoe que Jesus que os bons espíritos nos protejam e estejam conosco conosco nestes dias desafiadores para que a morte e o morrer sejam reflexões habituais com muito discernimento Com muito respeito com muita educação sem desproporções sobre o Prisma da vida futura sobre o Prisma da imortalidade Mas acima de tudo do amor de Deus para cada um de nós que Jesus nos proteja abençoe gratidão imensa ao evc TV a TV mansão do caminho a todos que estão aqui e todos que irão nos acompanhar posteriormente que Jesus nos abençoe a todos e a todos vocês bem como os seus familiares gratidão imensa por essa oportunidade Um beijo grande a gratidão é toda Nossa Lu que o senhor da vida te ilumine te inspire
te que Jesus nos abençoe a todos e a todos vocês bem como os seus familiares gratidão imensa por essa oportunidade Um beijo grande a gratidão é toda Nossa Lu que o senhor da vida te ilumine te inspire sempre e que possamos aprender um pouco mais sobre esse momento de passagem que é só um transladar da nossa vida Um grande abraço a ti que Deus te abençoe sempre a nossa gratidão também a todos os amigos que estão conosco nesta noite aqueles que estarão no futuro ouvindo esses ensinamentos que possamos juntos vibrar Para Um Mundo Melhor através da nossa transformação e entendimento das mensagens espiritistas que nos chegam através desses generosos companheiros que colaboram conosco para o nosso entendimento lembrando sempre que todas as manhãs à 7 horas aqui estamos na nossa uevc TV com nosso momento de reflexão lembrando também que tudo o que é bom devemos compartilhar então que possamos compartilhar essa mensagem para que possa chegar a muitos outros corações consolando e edificando que nós somos Imortais como espíritos e aqui estamos de passagem em aprimoramento e aprendizado Então a nossa gratidão a todos os corações aqui presentes Paz e Luz a todos
Mais do canal
Reencarnação e sexualidade: a jornada do espírito em diferentes gêneros
8:53 · 901 views
BOLETIM | Escola Jesus Cristo é reinaugurada na Mansão do Caminho após reforma completa
5:38 · 510 views
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Marco Antonio
1:06:33 · 5.3K views
Em Busca do Sagrado | #193 • A Alegria
🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: Sexualidade - Uma Visão Espírita
[EN FRANÇAIS] Nul ne meurt - Divaldo Franco
1:27:15 · 240 views