Luiz Horta |DESCOBRINDO O INCONSCIENTE (PALESTRA ESPÍRITA)
Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais no Youtube, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. - Comunhão Espírita de Brasília (canal de Palestras e Lives) https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 - TV Comunhão (canal de Projetos e Programas Espíritas): https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 - TV Comunhão 2 (canal de Transmissão 24 horas e mensagens espíritas): https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 - TV Comunhão Kids (canal infantil): https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? Uma palestra pública espírita é uma atividade que faz parte da programação de muitos centros espíritas ao redor do mundo. É um momento em que um expositor espírita, geralmente um voluntário, apresenta um tema relacionado à doutrina espírita para um público interessado em conhecer mais sobre essa filosofia. Essas palestras podem abordar uma ampla variedade de tópicos, desde temas mais gerais, como amor, caridade e espiritualidade, até temas mais específicos, como a reencarnação, mediunidade e o processo de evolução espiritual. O objetivo das palestras públicas é compartilhar conhecimentos e esclarecimentos sobre a doutrina espírita e suas práticas, além de proporcionar um espaço para reflexão e debate sobre questões importantes da vida e do mundo espiritual. As palestras públicas espíritas são abertas ao público em geral e geralmente não têm custo. É comum que os centros espíritas promovam essas atividades regularmente, em diferentes dias e horários, para que um número maior de pessoas possa participar e aprender sobre a doutrina espírita. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br
buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos dos dois lados da vida, muito boa tarde. É sempre um prazer estar aqui na tribuna dessa casa de amor que é comunhão espírita de Brasília. Então, damos também a boa tarde aos internautas que nos assistem pela TV e rádio web da comunhão. Então, peçamos aos mentores desta casa de amor que aproveitem essa esses momentos nessa tarde de hoje e nos ensinem a lidar com o inconsciente para que nós possamos evoluir de uma forma mais plena. Muito bem. Então, o nosso tema de hoje é descobrindo o inconsciente. Então, nós vamos usar como fonte doutrinária o livro Autodescobrimento, uma busca interior da Joana de Angeles, psicografada pelo Divaldo Franco. O que que é o inconsciente? é o conjunto de processos que agem sob a conduta, mas escapam do consciente. Veja que sempre me intrigou muito a diferença entre a capacidade das pessoas e a performance das suas vidas. Eu vi a gente com uma capacidade altíssima, mas com resultados de vida extremamente infelizes. E no outro extremo, eu vi a gente completamente cheio de de deficiências, às vezes deficiências físicas, deficiências intelectuais, mas que tinham um resultado de vida primoroso. E eu sempre me intrigou isso. Daí falei: "Onde é que tá o grande vetor de diferenciação desses resultados?" E aí a gente conclui lendo os livros de Yung de Freud e da coleção psicológica da nossa querida Joana de Ângeles, que não é o consciente que determina as atitudes e comportamentos, são os processos que estão no inconsciente. Então, eu já vi pessoas com salários gigantescos com saldo negativo na conta. Já vi pessoas com deficiências físicas de alta performance de vida. Um caso que muito me integrou, intrigou foi uma moça muito inteligente, mas que ela sempre reprovava em português. E aquilo para mim, eu falei: "Puxa vida, mas ela consegue resultados maravilhosos em disciplinas super complexas e chega em português e ela sempre fracassa." Aí eu fui conhecer a história de vida
uês. E aquilo para mim, eu falei: "Puxa vida, mas ela consegue resultados maravilhosos em disciplinas super complexas e chega em português e ela sempre fracassa." Aí eu fui conhecer a história de vida dela e descobri que quando ela era criança, uma professora despreparada usou a redação dela como modelo de como não fazer uma redação. Então, ela praticamente humilhou a menina em público e na cabeça daquela menina, ela se sentia incapaz de ter um resultado positivo em português. E aí você diz: "Puxa, mas não é possível que ela não perceba que aquilo ali foi uma coisa do passado, com uma professora despreparada, que era um resultado infeliz momentâneo. Isso não é a realidade dela. O problema é que o inconsciente atua de forma muito mais vigorosa do que o consciente. Então, nós vamos dar uma passada pelo que o Freud e Jung descobriram sobre o inconsciente e depois a gente pega e mostra um pouquinho do que a Joana de Angeles é que tá em vias de renascer, se é que já não renasceu, para criar uma outra abordagem da psicologia, que é a abordagem transpessoal, cientificamente, mostrando como as sucessivas reencarnações eh influenciam na psiquana. Mas o Freud e Jung foram dois gênios que introduziram o conceito de inconsciente. Então eles concluíram o seguinte: "Graças à censura psíquica que bloqueia o conhecimento do ser por não alcançarem a consciência espontaneamente, o inconsciente passou a ser a parte da atividade mental que inclui os desejos, as aspirações que podem ser primitivas ou reprimidas. Então, nós temos alguns métodos psicoterápicos, a revelação dos sonhos, o redescobrimento dos fatores que geravam conflito, né, o que geram conflito, os atos perturbadores, os traumas profundo que afetam o sistema emocional. E aí a gente vê que eles descobriram o Freud Jung duas formas de inconsciente, o psíquico ou subcortical e o orgânico ou cortical. O Jung concebeu o inconsciente coletivo, que era uma presença do indivíduo, mas com todas as experiências e elementos mitológicos do grupo social decorrentes
o ou subcortical e o orgânico ou cortical. O Jung concebeu o inconsciente coletivo, que era uma presença do indivíduo, mas com todas as experiências e elementos mitológicos do grupo social decorrentes da estrutura hereditária do cérebro humano. Então esse inconsciente coletivo seria o registro mneumônico das reencarnações anteriores de cada ser na palavra da Joana de Ângelos, o subconsciente psicológico ou subcortical, ele é instintivo, automático, inicial, natural e o corresponde ao de Freud e aos arquétipos de Jung, enquanto que o subconsciente orgânico ou cortical responde pelos condicionamentos de Pavlov, pelo polígono de Grac e pelos traumas e recalques estudados pelas pela psicanálise. Então, a psicologia transpessoal que a nossa querida Joana de Angeles nos traz, ela mostra que a consciência cortical não possui espontaneidade, manifestando-se sobre as ocorrências do mundo onde se encontra localizado. Por isso, esse inconsciente, na verdade, é o espírito que nós conhecemos que controla a a inteligência fisiológica e suas memórias. Ou seja, ela tá falando do campo perespiritual nas áreas dos instintos das emoções, das faculdades e funções paranormais, abrangendo as funções mediúnicas. O inconsciente coletivo de Jung, então, seria o registro mneumônico das reencarnações anteriores de cada ser. Felizmente, o ser não tem consciência de todas as ocorrências do córtex, que registra automaticamente, por isso inconsciente cortical, pois se o conhecera, sua vida psíquica tenderia a um total desequilíbrio. Então, a sabedoria divina nos faz ignorar algumas ocorrências desse córtex, mas é necessário ao ser humano saber, recordar, desconhecer e ouvidar, né, esquecer. Então, todos os funcionamentos automáticos do organismos do organismo se dão sem a participação da consciência, o que é uma verdadeira bênção. Aí teve um camarada chamado Janet que dizia o seguinte: "Não raro nessa área, patologicamente podem ocorrer dissociações mórbidas do psiquismo, dando origem às personalidades duplas
verdadeira bênção. Aí teve um camarada chamado Janet que dizia o seguinte: "Não raro nessa área, patologicamente podem ocorrer dissociações mórbidas do psiquismo, dando origem às personalidades duplas que, em se tornando conscientes, prevalecem por algum tempo." Então esse Janetê resumiu todas as comunicações mediúnicas, os fenômenos dissociativos do psiquismo, considerando-as de natureza psicológica. E é nessa área que se registram as manifestações mediúnicas, igualmente ocorrendo estratificações anímicas, quer dizer, do médium, que afloram nos momentos dos transferindo e superando os fenômenos de natureza espiritual. Então veja o seguinte, vamos pegar a ideia do inconsciente. O Divaldo diz que o que nós temos nós deixamos e o que nós somos nós levamos de volta pro mundo espiritual. Então isso significa o quê? que nós vamos ver milionários materiais que vão desembarcar no no plano espiritual como mendigos espirituais. Na outra ponta, nós vamos ter mendigos materiais que vão desembarcar no mundo espiritual como milionários espirituais. Óbvio que isso não impede que haja milionários materiais que continuem milionários no plano espiritual, nem mendigos materiais que continuem mendigos no plano eh espiritual. Então, pra gente entender bem essa ideia do inconsciente, vamos imaginar uma charrete. Essa charrete tem um coxeiro e tem dois cavalos. Então o cocheiro aqui faz a figura do consciente. Então ele chega e diz assim: "Eu quero ir pra direita". Ele puxa a rédia do cavalo da direita e afrocha o cavalo da esquerda e aí a carroça vai pra direita. Se ele quiser o contrário ir pra esquerda, ele faz o contrário. Ele puxa a rédea da do cavalo da esquerda e a frosto da direita e a carroça então vai pra esquerda. Então ele tá comandando os cavalos e consequentemente a charrete. Aí o que que acontece? Imagina que esse esse charreteiro ele deixe cair as rédias e essas rédias vão pro chão. Então ele tá em cima do banco, mas não tem mais o controle das rédias. O que que vai acontecer? os cavalos vão assumir o
que esse esse charreteiro ele deixe cair as rédias e essas rédias vão pro chão. Então ele tá em cima do banco, mas não tem mais o controle das rédias. O que que vai acontecer? os cavalos vão assumir o comando da charrete. Então ele queria ir pra esquerda, mas os cavalos estão indo para pra direita, não é? Ou vice-versa. Então isso aqui é uma metáfora que mostra que o inconsciente tem muito mais força do que o consciente. Então você imagina a consciência, por exemplo, imagine que esse nosso salão maravilhoso aqui do Bezerra de Menezes fosse a sala da consciência. Então, tudo que tá aqui dentro, nós estamos vendo, estamos sentindo, estamos raciocinando. Se chegar alguém aqui e começar a discutir, nós podemos contrapô-lo com a razão. Aí você imagina que a segurança pegue e jogue ele para fora da sala. Quando ele sai para fora da sala, nós não temos mais como negociar, dialogar com ele. E aí o que que acontece? Se ele fica esmurrando a porta, a nós só cabe continuar o nosso debate com aquele incômodo do mur na porta. Então, repare que o que tá fora da sala seria o inconsciente. Só que esse inconsciente tem muita força. Um outro exemplo que a gente pode dar também é você imagina alguém que queira fazer um regime para emagrecer. Aí ele tomou uma série de providências. Ele falou: "Não, eu quero emagrecer". E decidi o seguinte. Primeiro, ele contratou o nutricionista que dizia para ele o que que ele podia ou não podia comer. Segundo, contratou um psicólogo que orientava ele a lidar com as questões da afetividade para que ele pudesse ter um desempenho melhor nesse seu regime. Contratou um preparador físico que fez ele fazer ginástica para gastar aquela energia. Então ele tá ali absolutamente determinado a comer pouco, comer o que o o nutricionista mandou e ele vai então dentro da padaria para comprar meia dúzia de pães e 200 g de queijo. Só que quando ele entra nessa padaria, lá na fila, ele tem uma discussão e essa discussão remete a fase em que ele era uma criança e que ele, sem saber como reagia aquela
ia de pães e 200 g de queijo. Só que quando ele entra nessa padaria, lá na fila, ele tem uma discussão e essa discussão remete a fase em que ele era uma criança e que ele, sem saber como reagia aquela ameaça, essa criança avançava em cima da comida como que para se proteger da agressão recebida. Aí o que que acontece? É o momento em que o consciente perde as rédias pro inconsciente. Ele que tava conscientemente determinado a manter aquele regime, ele cede o comando do seu ser pro inconsciente. E aquela criança que ele foi e que usava a comida como mecanismo de defesa, assume o controle desse ser. E quando ele vê ele que tá ali numa bandeja de sonho, sabe aquele sonho de padaria gordurento, cheio de açúcar, tudo que o nutricionista proíbe? Quando ele viu, ele já comiu meia dúzia daquele sonho grande, não é? e sabotou completamente o regime. Então, repara que um camarada conscientemente determinado, planejado, ele perdeu o controle pro inconsciente e quando ele viu, ele sabotou o próprio regime, né? O nosso querido Alberto Almeida, o médico lá do Pará, espírita, ele traz uma questão muito interessante. Ele diz que ele recebeu uma cliente terapêutica e essa paciente, ela tinha um problema, ela tava praticamente formada, só faltava fazer um último estágio. Só que nesse estágio ela tinha que enfrentar um laboratório infestado de lagartixa e ela tinha uma verdadeira fobia por lagartixa. E aí ela falou: "Olha, doutor, infelizmente eu vou desistir de ser médica porque eu não dou conta de enfrentar essas lagartixas e sem eu passar nesse estágio, eu não consigo o meu diploma". E aí o o Dr. Alberto começou a fazer uma série de regressões com ela e ele chegou, né? Então ele vai dizendo assim: "Ah, agora você tem 20 anos, como é que você tá?" E ela fala: "Agora você tem 15 anos, como é que você tá?" E foi, foi, foi até que chegou no bebê. E aí quando ele chegou no bebê, que ele pediu para ela regredir mais, ela falou: "Eu tô nadando e o crocodilo me pegou". Aí ele percebeu a causa do problema. O
E foi, foi, foi até que chegou no bebê. E aí quando ele chegou no bebê, que ele pediu para ela regredir mais, ela falou: "Eu tô nadando e o crocodilo me pegou". Aí ele percebeu a causa do problema. O que que aconteceu numa vida anterior, que depois ele vai descobrir que foi lá no Egito, ela tinha sido abocanhada por um crocodilo e morreu. Então o que que acontecia? Toda vez que ela havia aquela lagartixa, ela inconscientemente associava com aquele crocodilo e aquele crocodilo trazia uma profunda ameaça para ela e ela então não dava conta de lidar com as lagartixas. Aí o Dr. Alberto Almeida fez um processo de dessensibilização e no final da história ela pegava a lagartixa na mão, fazia carícia na lagartixa porque ela já tinha dominado totalmente o problema. Ou seja, aquele inconsciente poderoso, aquele conceito poderoso do crocodilo matando ela, quando ela trouxe pro consciente e mostrou e o Dr. apenas uma inocente e amiga lagartixa, ela pôde fazer o carinho na lagartixa porque ela já não tinha mais medo, percebe? Então, eh, nós precisamos perceber que dentro de nós, nós temos uma criança interior ferida. E se essa criança interior ferida, ela não é atendida, ela gera um adulto imaturo afetivamente. Mas nós também podemos criar um uma criança, nós podemos ter dentro de nós uma criança maravilha, uma criança que aproveitou todas as experiências com que ela passou de forma muito positiva e isso então gerou um adulto seguro. Só que veja o seguinte, pra gente amar o outro é preciso que a gente se ame. Melhor exemplo que eu posso dar disso é aquela máscara de de oxigênio do avião que cai no caso de despressurização. Se eu tô com uma criança pequena, eu preciso primeiro botar a máscara em mim, porque eu com a máscara eu vou poder ajudar aquela criança. E se eu colocar aquela máscara na criança, a criança não vai saber o que fazer com aquilo e eu vou perder os sentidos por causa da falta de oxigênio. Então, conclusão, para amar o outro, eu preciso me amar. E aí eu vou amar o outro com um amor que
iança não vai saber o que fazer com aquilo e eu vou perder os sentidos por causa da falta de oxigênio. Então, conclusão, para amar o outro, eu preciso me amar. E aí eu vou amar o outro com um amor que transborda do amor a mim mesmo. Mas para isso é preciso a gente fazer um encontro consigo mesmo, passar a nossa infância limpo. E aí a gente entra num conceito que a Joana de Anges chama de autorresponsabilidade. Ela diz o seguinte: "Nós temos dois eus, o eu real e o eu artificial. O eu real é a nossa essência, enquanto que o eu artificial é a nossa aparência. Tão valorizadas aí no nos nas redes sociais, tão valorizadas aí pela sociedade. Então nós temos diversos casos. Temos o caso de desamor, temos o caso de abandono, temos o caso de rejeição, de compulsão, seja por comida, seja por cigarro, seja por droga, né? Temos questão de tristeza e temos questão de confiança comprometida, né? São alguns dos exemplos que o Dr. Alberto traz no livro dele. Essa confiança comprometida era o abuso sexual. E ele fala que nós temos algumas crenças. Então, por exemplo, uma menina que sempre via aquelas fábulas do príncipe encantado, ela tem uma crença mágica que ela vai casar e o marido dela vai ser um príncipe encantado. Só que como todos nós temos qualidades e defeitos, esse príncipe encantado dela também vai ter defeitos e isso a frustrará. Um outro exemplo muito interessante são as crenças limitadoras que nós trazemos, não é? Então, por exemplo, você imagina um cavalo potente amarrado, né, o a sua rédia amarrado numa cadeira dessas cadeiras de plástico bem leves. Ele pode sair daquela situação na hora que ele quiser, mas como ele olha pra cadeira e imagina um objeto fixo, ele fica obedientemente parado na frente da cadeira. Um outro caso parecido é o circo. Quando ele tinha podia mexer com animais, eles, o circo pegava um elefante bebê e precisava domesticar esse elefante bebê. Então o que que ele fazia? Ele botava eh placas nas patas do elefante, fechava aquelas aquelas patas, aquelas
animais, eles, o circo pegava um elefante bebê e precisava domesticar esse elefante bebê. Então o que que ele fazia? Ele botava eh placas nas patas do elefante, fechava aquelas aquelas patas, aquelas aquelas placas, né, cilíndricas. botava lá um cadeado e botava uma corrente de ferro pesada e amarrava o outro extremo da corrente numa árvore poderosa, numa árvore grande. E aí o elefante bebê tentava chutar e quando ele chutava, aquela placa machucava a perna dele até o momento que ele concordava de que a corrente era mais forte do que a dele. Aí esse elefante crescia e virava um elefante adulto. Você sabe como é que o dono do circo prendia o elefante adulto? É quase que inacreditável. É um pedaço de barbante amarrado num arbusto. Pro elefante fazia o mesmo efeito. Quer dizer, o elefante ele podia dar um um uma patada, derrubava aquele arbusto, derrubava até aquela árvore grande, se tivesse, né? rompia com facilidade aquele barbante, mas na cabeça dele aquele barbante era aquela poderosa eh o o o como é que eu chamei? A corrente de de aço, né? Então tudo isso aí gera uma série de crenças limitadoras. E aí, por exemplo, uma mulher pode chegar à conclusão que nenhum homem presta, que são todos bandidos, então é melhor eu ficar sozinha, não é? Então, tudo isso aí são crenças limitadoras. Por outro lado, nós temos as crenças libertadoras. Tem uma abolicionista americana chamado eh Har Tuban em que ela falou: "Eu libertei centenas de escravos, mas eu teria libertado outras centenas se eles soubessem que eram escravos, não é? É bem interessante essa visão. Então, a crença libertadora nos dá poder e força para produzirmos mudanças em nossas vidas que vão se refletir nas nossas atitudes e até na nossa fisionomia. Pessoas que dominam as crenças libertadoras são mais enérgicas, são mais positivas e com isso tem mais capacidade de realização. E o Dr. Alberto Almeida encerra o livro dele da criança ferida interior e que ele diz o seguinte: "É preciso a gente cuidar dessa nossa criança ferida
vas e com isso tem mais capacidade de realização. E o Dr. Alberto Almeida encerra o livro dele da criança ferida interior e que ele diz o seguinte: "É preciso a gente cuidar dessa nossa criança ferida interior. Então, encontre a sua criança interior ferida, adote-a, cuide dela desde as pequenas dores até os estados de choque. Faça prece meditação. Fale afirmações positivas como: "Eu tenho valor, eu mereço ser feliz. Eu posso ter vida plena, por exemplo. E aí você fotografa mentalmente essa tua criança e interior feliz, alegre. É um uma ação da paternagem e da maternagem. Com isso, nós mergulhamos além do ego no Deus que nós somos. Bom, eu trabalho como dialogador em grupos mediúnicos. Então, eu já vi muitos espíritos que chegam no plano espiritual e ele pergunta: "Eu tô morto?" E eu falo com ele: "Não, você não tá morto, você tá vivo, tanto é que você tá dialogando comigo, porém o seu corpo físico é que tá morto". e ele precisa eh encontrar essa nova realidade que ele passou a viver desde que o corpo físico dele morreu. E aí eu falo que tem uma questão muito importante que é o julgamento. Você imagina que eu seja uma pessoa que eu viva apontando o dedo, né? É aquela história, tem um dedo apontando pro outro, tem três voltando para mim e eu tô sempre julgando os defeitos do do do outro. Aí o que que acontece? Na hora que o meu corpo físico morre, eu vou desembarcar no mundo espiritual. E vocês sabem que lá no no plano espiritual nós vamos ser julgados por um verdadeiro pelotão. Sabe como é o nome desse pelotão? Chama-se consciência. Ou seja, eu vou julgar a mim mesmo. Mas se eu sou uma pessoa que eu quando estava encarnado eu julgava com severidade todos os outros, como é que vocês acham que eu vou me julgar agora que eu tô na posição de juiz? Eu vou me julgar com a mesma com o mesmo rigor com que eu que eu julgava o outro. Por isso que Jesus fale, fala sempre, não julgue. E aí veja que os males que nós fizemos, eles podem ser resgatados pelo amor ou pela dor. Mas se eu sou uma pessoa que
m que eu que eu julgava o outro. Por isso que Jesus fale, fala sempre, não julgue. E aí veja que os males que nós fizemos, eles podem ser resgatados pelo amor ou pela dor. Mas se eu sou uma pessoa que eu me julgo com muita severidade, eu vou encontrar como solução o resgate pela dor. Quando eu poderia simplesmente ter o resgate pelo amor. Então, por exemplo, você imagina uma mãe que fez um aborto, ela poderia chegar e dizer assim: "Bom, eu fiz uma besteira, errei, mas eu posso agora pegar e adotar uma criança que tá num orfanato. Essa criança tá sem a mãe, eu tô sem a criança, então eu posso fazer o papel de mãe para ela." E ela resgataria aquele crime que ela espiritual que ela fez por amor. Mas como ela, se ela se julga de forma muito rígida, ela vai chegar e vai dizer: "Não, eu vou ter oito filhos e os oito filhos vão morrer porque eu matei uma série de crianças na vida anterior". Não é muito bem. Então, o Santo Agostinho, aliás, perdão, Santo Agostinho não, a Joana de Ângeles mostra para nós que é muito importante pra nossa evolução espiritual o autoconhecimento. E o Santo Agostinho diz que um uma fórmula que ele fazia quando estava encarnado e que funciona muito bem para todos os seres humanos é a revisão diária. É você na hora de você fazer a tua prece antes de dormir, quando você põe a cabeça no travesseiro, você fazer um replay do teu dia. Aí você lembra que de manhã você entrou no elevador, não deu bom dia para ninguém. Aí você pensa assim: "Puxa, eu podia ter dado bom dia pras pessoas". Aí você chega lá embaixo, o porteiro tá eh jogando água no chão e uma gotícula lá daquela água cai no teu sapato e você esbravejou com ele. Fala: "Puxa, eu podia ter sido mais suave ao falar com ele." Aí você lembra que você pegou o carro, acelerou para chegar primeiro no portão, na na no portão da garagem, porque outra pessoa também ia sair. você nem tava com pressa, mas você fez questão de ser o primeiro a sair numa atitude egoísta e você diz: "Puxa, eu não precisava ter agindo assim". Então
a garagem, porque outra pessoa também ia sair. você nem tava com pressa, mas você fez questão de ser o primeiro a sair numa atitude egoísta e você diz: "Puxa, eu não precisava ter agindo assim". Então essa revisão diária vai fazer com que a gente vá transformando os nossos defeitos em qualidades. É, imagine alguém que tá aqui na na comunhão, assiste palestra, faz tratamento espiritual, toma passe, toma água fluidificada, faz tudo que tá no ESD, tá estudando, aí ela sai daqui equilibrada, acabou de sair do passe, tá aqui perfeito, calma, tranquila. Aí ela passa ali no portão da comunhão, esbarra num transeúte que vinha passando. Naquele momento, se ela se desequilibra e entra num momento de raiva em relação à aquele transeún, imediatamente ela vai atrair uma série de espíritos obsessores que estão ligados no sentimento dela de raiva. Então você é que decide o seu companheiro de pensamento ou de sentimento. Então, nas horas difíceis, a gente atrai ou obsessores ou o nosso mentor que vai cuidar da gente, mas a decisão é sempre nossa. Temos também as máscaras inconscientes. Temos a máscara do afeto, onde eu fingjo ser uma pessoa mais boazinha do que eu sou. a máscara da serenidade que eu fjo ser um ser mais sereno do que eu sou, ou a máscara do poder em que eu finjo ser um ser mais poderoso do que eu sou. Só que isso é feito no nível inconsciente, não é uma decisão consciente. Eu vou atuando e aqueles pensamentos que estão no meu inconsciente é que dirigem a minha atitude. Então a Joana de Angeles fala que é necessário quebrar a máscara te dando autenticidade e saindo da aparência e indo pra essência. E para isso nós precisamos ser protagonistas e não vítimas da vida. Então imagina uma folha num rio. Essa folha vai para onde a correnteza for. Agora, ao contrário, se você tiver num barco a remo remando, você pode pegar e dizer assim: "Bom, a correnteza vai pra direita, mas eu quero rumar o meu barco para o lado esquerdo, onde tem um remanso". Então é você que tá no comando, mas para
o a remo remando, você pode pegar e dizer assim: "Bom, a correnteza vai pra direita, mas eu quero rumar o meu barco para o lado esquerdo, onde tem um remanso". Então é você que tá no comando, mas para isso você precisa ser protagonista da vida. Outra questão importante é que o protagonista da vida, ele entende que importa muito mais como ele reage ao ao que aconteceu do que propriamente o que aconteceu. Então, por exemplo, o camarada recebe uma carta de demissão na empresa, ele pode entrar em depressão e destruir a vida dele ou ele pode pegar e dizer assim: "Não, eu agora tenho condição de criar aquele novo negócio que eu sempre quis. Ah, eu sempre tive vontade de abrir uma hamburgueria. Então, eu vou pegar essa rescisão do contrato e vou abrir o meu negócio próprio de hamburgueria, por exemplo, né? Eh, a Joana de também fala dos papéis da encarnação. Então, você tem, por exemplo, um casal que se separou. Então, em futuras reencarnações, aquela mulher que era uma mulher em desequilíbrio na na última encarnação, ela pode vir como minha filha, porque quem contribuiu para desequilibrá-la vai ter que equilibrá-la, não é? É muito interessante, então, essa visão. Bom, o meu tempo já tá no final, é o o Iung, na qual a Jana de Anang se baseia, ela fala muito do processo de individuação. Então ela fala que as experiências da reencarnação deixam no ser profundo infinitas características, que são o que o o Yung chama de arquétipos yunguianos. Só que compreender a linguagem do inconsciente não é tarefa fácil, não é? Então, nós temos uma série de arquétipos que é comum a todo ser humano e nós temos coisas que só nós vivenciamos. Então, é essa relação entre o indivíduo e a sociedade. E essa polaridade tem uma importância muito grande na compreensão de nós mesmos e no nosso dever ser. O desafio, por isso, é a integração entre o nosso mundo interno com o desenvolvimento da pessoa a partir da comunhão em seus diversos aspectos, inclusive das nossas sombras, e o mundo externo. O processo de individuação gera
integração entre o nosso mundo interno com o desenvolvimento da pessoa a partir da comunhão em seus diversos aspectos, inclusive das nossas sombras, e o mundo externo. O processo de individuação gera aproximação com com o ideal arquétipo do si mesmo. Bom, e para concluir, a visão transpessoal associa os arquétipos do do espírito, que são as experiências espirituais, parapsíquicas, mediúnicas, não é? Mas a doutrina espírita nos assegura que um dia nós vamos estar totalmente felizes. Então nós precisamos para isso conseguir essa individuação, que é a meta daquele que deseja estar desperto, que deseja estar consciente de sua realidade. É a meta daquele que luta em favor da sua iluminação interior e da sua felicidade plena total. Mas para isso é necessário aprofundar a busca no oceano do inconsciente para eliminar os conflitos decorrentes das várias ocorrências, tanto as da vida atual quanto as das reencarnações anteriores. Então, façamos como o Sócrates que falou: "Conhece-te a ti mesmo." É preciso coragem, porque quando você mergulha dentro de si mesmo, você vai ver uma opção de coisas feias. Mas é essa visão que vai vai nos propiciar nos elevarmos de forma mais rápida. Muito bem, meus queridos. Eh, então nós vimos como funciona o inconsciente, a força que tem o inconsciente e a necessidade de nós nos autoconhecermos para termos um resultado de vida melhor e de uma elevação espiritual mais produtiva. Eu agradeço a atenção de todos e desejo que todos saio daqui com essa consciência desse dessa necessidade do autoconhecimento e da busca de um dever a ser cada vez mais evoluído. Então nós vamos agora fazer uma prece de encerramento, onde eu agradeço aos queridos mentores dessa casa de luz, a comunhão espírita de Brasília, que hoje tentaram abrir a nossa mente um pouquinho mais para essa visão do inconsciente que tanto ajuda ou atrapalha os nossos nossos resultados de vida. Então, nós pedimos que os mentores aproveitem esse momento, que possam socorrer espiritualmente os
ais para essa visão do inconsciente que tanto ajuda ou atrapalha os nossos nossos resultados de vida. Então, nós pedimos que os mentores aproveitem esse momento, que possam socorrer espiritualmente os nossos irmãozinhos lá do Rio Grande do Sul que estão passando por dificuldades e que, acima de tudo, nos façam ver que nós precisamos ser protagonistas e não vítimas da vida. e que também que não há força superior ao amor. Assim, eu encerro essa palestra pedindo que os nossos mentores nos levem segurança para os nossos lares e levem também esse bem-estar espiritual que nós temos aqui nesse ambiente maravilhoso do auditório Bezerra de Menezes da comunhão para as nossas residências. Então, muito, muito boa tarde e espero que a gente possa cada vez mais buscar essa individuação que a Joana de Angeles nos coloca. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. [música] Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do [música] nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
om os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada [música] canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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