LIVE |ESQUIZOFRENIA: QUANDO É OBSESSÃO? (PARCERIA FEDF)
TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
Cada ano que passa traz consigo um novo tempo. Como o vento, o tempo leva e traz vida. E com ela se alternam diferentes momentos. É por isso que precisamos de pausas para dar espaço ao silêncio e nele consolidar o que aprendemos e podemos escutar dos mais sábios e benevolentes. O espiritismo é caminho da palavra, do silêncio, do sentimento e da imagem. É ação. Como um canal de prática de amor e difusão de conhecimento, a FEB TV existe para transmitir os postulados do Espiritismo e oferecer roteiros que permitam avançar nesta trilha que é a vida. Agradecemos muito a vocês por fazerem parte da corrente. Graças às doações, podemos realizar nossa missão de estar perto e propagar a doutrina espírita. Vamos seguir juntos plantando e colhendo a paz. Seja você também um investidor do bem. Colabore com a FEBTV. Juntos podemos mais. febtv.com.br. Boa noite a todos. Nós estamos aqui mais uma vez na live da Fedef e com muita alegria nós cumprimentamos a todos e pedimos permissão para adentrar aí no lar de cada um, tá? Então, com muito respeito, com muita alegria, nós estamos aqui hoje com o objetivo de estudarmos juntos, de conhecermos um pouquinho mais a respeito dessa doutrina maravilhosa, a doutrina espírita, que é uma doutrina consoladora. Então, queridos amigos, queridas amigas, onde quer que vocês estejam, seja hoje ou amanhã que vocês tiverem a oportunidade de nos escutar ou em outro dia qualquer, boas-vindas e nós estamos muito felizes de estarmos aqui. E olha, estamos aqui hoje com Regina. Regina Souza. Regina, como vai, querida? Regina, gente, é vice-presidente da Federação Espírita do Distrito Federal. Regina, tudo bem? Tudo bem, Marcilene? Boa noite. Boa noite, Mary Jane. Boa noite, sejam bem-vindas. Uma alegria imensa estar aqui e poder compartilhar um pouquinho esse momento com todos que estão assistindo. Muito bom. Obrigada, Regina. Gente, Regina também ainda diretora da área mediúnica da Federação Espírita do Título Federal, não é, Regina? Também até a próxima
momento com todos que estão assistindo. Muito bom. Obrigada, Regina. Gente, Regina também ainda diretora da área mediúnica da Federação Espírita do Título Federal, não é, Regina? Também até a próxima terça-feira, quando Deus se assumir, né? Tá certo? Muito bom. E olha, gente, nós estamos recebendo aqui a Dra. Norma Alves. Dout. Norma. Dra. Norma é psiquiatra, ela é da Associação Médica Espírita de Sergipe e nós estamos muito felizes de receber a senhora aqui. Dra. Norma, boa noite, seja bem-vinda. Boa noite, Marcilene. Boa noite, Regina. Boa noite, Meira. Com muita alegria, muita honra que a gente participa nessa noite com vocês aqui na Federação Espírita do Distrito Federal. muita alegria mesmo, principalmente para tratarmos de um tema assim tão emergente, né, nessa dessa outra pandemia, porque se fala da pandemia da Covid-19, mas tem a pandemia dos transtornos mentais e tem a pandemia também dos transtornos espirituais. Então, é com muita alegria que a gente tá aqui. Muito bom. Obrigada, Dra. Norma, um prazer receber a senhora aqui conosco. E nós temos também Mary Jane, Mary querida, presidente da Federação Espírita de Alagoas. Que alegria ter você aqui conosco. Boa noite, seja bem-vinda. Obrigada, Marcilene. Obrigada a todos vocês. Alegria minha estar participando eh desse momento tão importante, né? Então, todos vocês, todos os corações, amigos internautas, recebam um abraço muito carinhoso do movimento espírito alagoano e que nessa noite nós possamos em mais uma ação de integração, de unificação, né, unirmos para essas realizações, né, vamos tratar desse tema muito instigante e esperamos todos juntos dar eh o nosso contributo na cera do Cristo, né? Um abraço a todos vocês. Marcila, a Mary Jane aqui, a Mary Jane teve aqui o ano passado e fez um ponto de encontro da área da mediunidade, né, falando sobre as reuniões mediúnicas. Foi momento bem significativo pra gente. Obrigada. É, na verdade, ela esteve aqui sem sair de lá, né? É, exatamente, porque foi um encontro, né? Gomit foi
de, né, falando sobre as reuniões mediúnicas. Foi momento bem significativo pra gente. Obrigada. É, na verdade, ela esteve aqui sem sair de lá, né? É, exatamente, porque foi um encontro, né? Gomit foi muito bom, um encontro muito produtivo. Então, queridos, queridas, nós estamos aqui, já vamos começar o nosso estudo, mas antes disso, nós queremos agradecer muito, né, aqueles nossos parceiros, né, então FEB TV, nossa gratidão, Comunhão TV, nossa gratidão, Cenol TV, nossa gratidão e outros tantos parceiros aí que estão neste momento transmitindo. Então, a nossa gratidão a todos. E antes de começarmos mais efetivamente, vamos pedir a Regina para fazer uma prece. Regina, você faz a prece para nós, por favor? Então vamos silenciando a nossa mente, aquiietando ainda mais o nosso coração, unindo e elevando o pensamento a Deus, buscando a presença, a assistência dos benfeitores amigos que participam deste momento, para que nos amparem, nos fortaleçam e que possam envolver a Mary Jane e a Norma em bênçãos de muita luz, de muita paz, para que apresentem esse tema tão necessário, com tranquilidade, com harmonia, com clareza, gerando benefícios para todos aqueles que estão nos assistindo. E assim nós rogamos ao Mestre Jesus que continue conosco durante toda essa atividade e que envolva todos os corações aflitos e que estejam precisando de amparo e de assistência no momento. Graças a Deus. Olha, pessoal, aqui tem a Nordeste, Centro-Oeste, pessoal aí das comissões regionais estão aí participando também. Que bom. Então, bom, o pessoal já tá cumprimentando a gente aí, hein, né, Regina? É. Olha que coisa boa. Gente, olha, nós vamos combinar o seguinte. Nós temos duas convidadas hoje para lá de especiais. Então, olha, a Dra. Norma fala primeiro 20 minutos, depois a Mary Jane fala também 20 minutos a respeito do tema e aí depois a gente abre para as participações. Mas enquanto isso vocês vão escrevendo aí no chat as perguntas, porque depois eu Regina vamos aqui intercalando, fazendo as perguntas para
peito do tema e aí depois a gente abre para as participações. Mas enquanto isso vocês vão escrevendo aí no chat as perguntas, porque depois eu Regina vamos aqui intercalando, fazendo as perguntas para as a as meninas convidadas, tá bem? Então, vão participando aí, pessoal. comecem a participar, tá certo? E aí, Dra. Norma, nós queremos assim com muita alegria de convidar gente e apresentando Dra. Norma novamente, né? Ela é da Associação Médica Espírita de Sergipe, ela é psiquiatra, né? E ela vai conversar conosco a respeito desse tema que é muito interessante mesmo, esquizofrenia. Quando é obsessão? Hum. E então, Dra. Norma esquizofrené quando é mais uma vez obrigada Regina, né? Obrigada Marcilene, obrigada a todos que estão aqui conosco nesse momento, né? Boa noite a todos os internautas que estão nos assistindo. É sempre com muita alegria, né, que a gente participa assim desses eventos, eh, onde a gente pode levar, como diz Emân, levar o conhecimento, né, da, eh, da ciência aliada à espiritualidade e o esclarecimento para a população. E como psiquiatra, assim, realmente esse tema para mim assim apaixonante, porque eu me lembro é de André Luiz no mundo maior, na verdade é o próprio caldeirário que acompanha André Luiz e quando eles falam da psiquiatria iluminada pelo conhecimento que a espiritualidade proporciona. Qual a importância desse tema? A gente começa com uma fala de Bezerra de Menezes no livro Grilhões Partido, quando eh esse livro é escrito por Manuel Flam de Miranda. Nós temos uma edição, para vocês terem uma ideia, o livro que nós temos, a edição é de 1988, né? Então naquela época Bezerra de Menezes já alertava para o seguinte. Ele dizia assim que se de um lado havia na ciência a negação da dos transtornos espirituais das pessoas que passando por distúrbo de comportamento, mas que na verdade não existia uma doença mental em si, por outro lado, também cristãos, religiosos das diversas religiões e incluindo inclusive os nossos irmãos evangélicos católicos E os espíritas
, mas que na verdade não existia uma doença mental em si, por outro lado, também cristãos, religiosos das diversas religiões e incluindo inclusive os nossos irmãos evangélicos católicos E os espíritas também, como ele faz questão de de colocar no texto clarificados, ele coloca isso logo no começo do livro Brilhões Partidos, ele ele coloca assim: "Por outro lado, cristãos decididos, clarificados pela fé e estigmatizados espíritas, então ele não exclui a gente, né, no afan de ajudar muitas vezes em quadros alienados mentais apenas como se fossem sem transtornos espirituais, quando na verdade eles têm também uma doença psiquiátrica ou é só uma doença psiquiátrica. Então essa fala de Bezerra de Menezes é super importante e a gente vê assim eventos como esses e claro que isso está diminuindo mais. Como eu disse, o meu livro é de 1988. E eu lembro que eu como psiquiatra e também fazendo parte, né, do movimento espírita, passei pela experiência de receber pessoas com transtornos mentais graves, com esquizofrenia, né, que é o transtorno mental grave, e a pessoa passava por uma instituição espírita e lá o irmão desavisado suspender o tratamento, dizer que a pessoa ia a partir desse momento ia fazer só o tratamento espiritual. Então, é Bezer Menezes quem alerta sobre isso, mas com os estudos, afinal Kardecou, né, espíritas, amaivos, instruí-vos. Então, os estudos que começaram a ocorrer na área, né, de alguns anos para cá, a gente percebe que isso já não está acontecendo. É muita, é com muita raridade, pelo menos eu não tenho visto, de acontecer mais isso nas casas espíritas. E é interessante porque a gente lembra eh hoje com esse abraço da ciência com a espiritualidade, isso nos lembra a evolução em dois mundos, né, que é um livro também que foi eh lançado há bastante tempo. E quando André Luiz, ele já colocava que na espiritualidade, isso em evolução em dois mundos, gente, na espiritualidade os servidores da medicina eles penetram com mais segurança na história do enfermo para
do André Luiz, ele já colocava que na espiritualidade, isso em evolução em dois mundos, gente, na espiritualidade os servidores da medicina eles penetram com mais segurança na história do enfermo para estudar, né, com êxito possível os mecanismos da doença, isso com detalhes, né, com particularidade. Então ele fala o seguinte, que os exames podem ser enriquecidos inclusive com o estudo da ficha cármica do paciente, né? vai se olhar, até porque a gente sabe que as moléstias, principalmente as moléstias graves e a esquizofrenia, especificamente essa que nós estamos tratando aqui hoje, é uma doença grave, né, que compromete eh o nível de consciência, que provoca uma certa quando o paciente está com na fase aguda, provoca um um comportamento desagregado e está muito relacionado com as nossas pendências em reencarnações anteriores. Então, André Luiz alerta para isso, que quando a medicina avançar na Terra, a gente não vai analisar só no perguntar só, ah, quando foi que começou os sintomas, como normalmente a gente faz, né? Chega um paciente em crise, a gente procura ver a história do sujeito, mas a história é dessa vida. Com avanço, a gente já procura escanear, ver o que é que possivelmente tem de outras existências e que possam estar interferindo, provocando o desequilíbrio na vida do paciente, né? Então, é muito interessante porque eh eu gosto muito dos livros que trata sobre isso, na verdade tem diversas obras que são verdadeiros tratados de psiquiatria e espiritualidade. Por exemplo, eu cito aqui para quem quiser se aprofundar Triunfo Pessoal de Joana de Angeles, é um dos livros que assim que tem eh trata inclusive a questão da esquizofrenia com profundidade. a gente encontra as diversas obras de Manuel Flamengo de Miranda e também eu gosto muito de no mundo maior, né, de André Luiz, que realmente é um verdadeiro tratado. Inclusive a gente tem o caso lá que a gente vai discorrer o caso de Fabrício no capítulo estranha enfermidade, que é um capítulo dedicado à à esquizofrenia,
uiz, que realmente é um verdadeiro tratado. Inclusive a gente tem o caso lá que a gente vai discorrer o caso de Fabrício no capítulo estranha enfermidade, que é um capítulo dedicado à à esquizofrenia, o caso dele. Então, eh, essa psiquiatria que Caldeiraro chama de psiquiatria iluminada, ela inclui a dimensão espiritual do ser. Ela não abre mão de, por exemplo, da história do sujeito. Ela não abre mão dos fatores ambientais. A gente sabe que os fatores ambientais são importantes. É só a gente analisar esse momento da pandemia da COVID-19, que aumentou absurdamente a quantidade de pessoas que agravaram os seus transtornos mentais, como que desencadearam transtornos, pessoas que tinham uma estrutura de personalidade eh segura, pessoas consideradas fortes e de repente essas pessoas entraram em desequilíbrio profundo. a gente que da psiquiatria está vendo isso o tempo inteiro. Inclusive o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Dr. Antônio Geraldo, ele já tem advertido para isso logo na primeira fase da pandemia, que a gente lidaria também com uma outra pandemia, que seria a pandemia dos transtornos mentais. E a gente sabe, nós que estudamos a doutrina espírita, né, que militamos no movimento, a gente sabe que tem uma outra pandemia paralela, aliás, Bezerra de Menezes, no livro Nas Fronteiras da Loucura. Eu lembro que o meu livro primeiro que eu adquiri foi em 1984 e ele já falava que a obsessão era uma epidemia mundial e que no futuro a ciência quando avançasse iria incluir nos tratados de psiquiatria a o o capítulo obsessão ou transtornos espirituais. a gente sabe que ainda não existe, pelo menos nos tratados da ciência acadêmica, né, adotados na academia convencional, mas já existe, felizmente vários profissionais estudando, ousando, tendo a coragem de começar a escrever e tratar esse assunto. E aos pouquinhos as pessoas vão tomando conhecimento. eventos como esses aqui também são super importantes e principalmente pela abrangência que tem, né, no sentido de
escrever e tratar esse assunto. E aos pouquinhos as pessoas vão tomando conhecimento. eventos como esses aqui também são super importantes e principalmente pela abrangência que tem, né, no sentido de que pode alcançar o mundo para as pessoas que estiverem em sintonia. Então o conhecimento está sendo levado, mesmo que ainda não seja adotado, na psiquiatria na na academia convencional. Então essa psiquiatria ela fala, ela não abre mão do saber que a psiquiatria biológica proporciona. Ela reconhece que existem, por exemplo, as alterações neurobiológicas, existem as alterações neuroanatômicas. Ela reconhece o fator genético, influenciando, reconhece os fatores psicodinâmicos, mas ela trata da dimensão espiritual do ser, que a gente sabe que é onde tudo começa, né? uma doença quando vem se manifestar, seja no nosso corpo, seja na condição de um transtorno mental, na verdade ela começou lá na desarmonia espiritual e que se a gente não, digamos assim, não corrige, não faz os reparos necessários, então isso aí vai afetando, né, essas desarmonias, não só no campo do pensamento, do sentimento, das nossas atitudes, elas vão afetando o nosso perespírito e vão causando lesões. e essas lesões vão depender do tipo de ação equivocada, né, que nós tivemos. Então isso é super importante, principalmente quando se trata de transtorno mental, porque a gente vai lembrar, e aí para exemplificar o caso de o caso do Fabrício no livro No Mundo Maior de Fabrício é um caso inclusive que não aparece a obsessão, né? Calderar e André Luiz vão visitá-lo a pedido da interferência. Ele tinha ele tinha um crédito, digamos assim, a esposa dele era uma pessoa, digamos assim, que tinha crédito perante a espiritualidade e as orações por ele. Então, consegue interceder para que ele receba ajuda, né? Então, as orações da família são muito importantes. E aí, Caldeirário e André Luiz vão visitá-lo e chega lá, encontra aquele ser lá, digamos assim, é apático, sabe? com aquele embotamento afetivo, que é uma
as orações da família são muito importantes. E aí, Caldeirário e André Luiz vão visitá-lo e chega lá, encontra aquele ser lá, digamos assim, é apático, sabe? com aquele embotamento afetivo, que é uma das características da esquizofrenia, naquele isolamento, não esse isolamento social que a gente fala agora em, poxa, pela pandemia, mas um isolamento mesmo, eh, no sentido de não ter contato eh com a família, de não de relacionar, de ficar em si mesmo, aquela apatia, sabe? E aí, tanto que quando eh André Luiz e Calderário vão conversar sobre o assunto, caracterizam como uma como se fosse pensam que ele estaria com a neurastenia cerebrocardíaca. Essa é a hipótese diagnóstica que André Luiz dá. E aí Calderaro, né, que é o orientador de André Luiz nessa obra, ele fala que, na verdade, ele estava com uma esquizofrenia, né? esquizofrenia é essa? Originando-se das perturbações no perespírito dele em decorrência de atitudes. Nesse caso é interessante, gente, porque as atitudes dele não forem vidas anteriores, as atitudes que defraglagaram a esquizofrenia. O Fabrício, ele eh herdou, ele tinha três irmãos, o pai tinha eh uma condição financeira vantajosa, desencarnou. E quando desencarnou, o pai confiou eh que ele, como sendo, digamos assim, o irmão mais velho, né? Então, o pai confiou que ele distribuísse bem, que ele administrasse a herança e que distribuísse bem com os irmãos. Todos tinham direito. Como acontece, a gente sabe que é muito comum, infelizmente isso acontece todos os dias, né? Eu que lido com a vida do ser humano, né? a gente vê nas histórias que as pessoas trazem a, digamos assim, a o que as pessoas passam com relação a isso, eh, brigas por herança, onde sempre tem alguém que banca o suposto esperto, né? É verdade que não é esperteza, isso, isso é burrice, mas a pessoa acha que tá sendo esperto porque depois ela vai ter que restituir tudo mais adiante. Então, no caso, Fabrício, ele foi um desses. Ele quando se viu, quando o pai fechou os olhos, quando o pai foi pro túmulo,
e tá sendo esperto porque depois ela vai ter que restituir tudo mais adiante. Então, no caso, Fabrício, ele foi um desses. Ele quando se viu, quando o pai fechou os olhos, quando o pai foi pro túmulo, foi que ele fez? Ele deu um jeito, usou do da, digamos assim, das influências que ele tinha sociais na época, conseguiu manipular a justiça, conseguiu manipular quem ele tinha acesso de tal forma que os irmãos ficaram sem nada e ele ficou com toda a riqueza deixada pelo pai. Os irmãos, sem nada, sem nada, acabaram inclusive desencarnando, dois eh com tuberculose e o outro pela fome mesmo, desencarnaram. Mas eh a gente não vê na história do livro que esses irmãos passaram a obsidiá-lo. Claro que ficaram eh arrasados, ficaram decepcionados com o que aconteceu. O pai também que tinha confiado nele, mas ele começou a desfrutar da riqueza, era jovem, né? E aí desfrutou, casou, teve filhos. Só que mais adiante, quando ele começa a envelhecer, a gente sabe que no processo do envelhecimento muitas coisas afloram porque as nossas defesas orgânicas elas ficam frágeis. Então, digamos assim, o nosso eh as não só as defesas orgânicas, como as defesas psíquicas se fragilizam e aí muitas coisas vêm à tona. Tanto que muita gente estranha. A fulano depois de velho deu para ter tal comportamento, fulano era de tal jeito e agora tá assim. né? Então ele começou a depois que que veio a idade, né? Então começaram a aflorar a culpa inconsciente, começaram a aflorar o remorço. Inclusive ele tenta saber o que aconteceu com os irmãos, ele o remorço bate ele aí vai tentar resgatar, reparar os irmãos, né? pedir desculpa, achando inclusive por tentar até restituir os haveres, que ele tinha multiplicado enormemente aqueles haveres. Só que ele se decepciona porque quando ele vai procurar os irmãos, os irmãos já tinham falecido em condições bastante tristes, como nós colocamos. E aí ele entra nesse processo de culpa, nesse processo de remorço. E essa energia, nós sabemos hoje, a neurociência nos favorece em compreender
ecido em condições bastante tristes, como nós colocamos. E aí ele entra nesse processo de culpa, nesse processo de remorço. E essa energia, nós sabemos hoje, a neurociência nos favorece em compreender isso, né? no sentido de que as emoções negativas elas criam toxicidades, energias tóxicas que acabam lesando o nosso corpo, no caso dele, lesando a área cerebral, a área onde ele utilizou mal, ele usou mal a inteligência dele, ele usou mal as suas habilidades no para, digamos assim, para usufruir, acabou prejudicando os irmãos. Então, com isso foi lesando e quando André Luiz e Calderário vão visitá-lo, instalar ele em si mesesmad parado, sabe? Os olhos parados, que é uma das coisas que a gente vê na esquizofrenia, tipo assim, eh, usa-se até um termo olhar vítria. Você olha para a pessoa, você tenta ver a pessoa, a alma da pessoa e você não consegue, isso claro, no estado grave, né? Você não consegue enxergar a pessoa. Ela está ali, mas ela não está. A alma dela não está ali, a alma dela está distante do corpo e a pessoa, você procura a pessoa e você não acha, né? Você, você não sente a energia da pessoa ali. E o Fabrício, ele estava assim com os braços imóveis, como se fosse caracterizando uma espécie de esquizofrenia catatônica, né, masculado da catatonia, porque a esquizofrenia ela tem várias características. Por exemplo, a gente tem a esquizofrenia paranoide, que é aquela esquizofrenia cuja característica principal dela é a pessoa ter alucinações e delírios, alucinações auditivas, alucinações visuais. Ela começa a dizer que tem alguém perseguindo ela, que tem alguém atrás dela, que tem alguém que vai matá-la ou a polícia vai prendê-la. A esquizofrenia paranoide, o que o eh tem constituição delirante, não é? Então essa é a característica. a gente tem a esquizofrenia e befrênica, que é já uma esquizofrenia que elas a característica mais dela é, digamos assim, é o comprometimento da volição. Aquela pessoa, ela não tem controle da vontade, ela tem agressividade, ela ela ela,
ca, que é já uma esquizofrenia que elas a característica mais dela é, digamos assim, é o comprometimento da volição. Aquela pessoa, ela não tem controle da vontade, ela tem agressividade, ela ela ela, digamos assim, muitas vezes é confundida com obsessão, tipo subjulgação, porque a pessoa ela fica agressiva, ela se dependendo da gravidade. Muitas vezes a gente vê esses casos que saem na mídia, mas não se procura inclusive analisar o que é que tá por trás. Tem casos que realmente é da psicopatia do sujeito, mas tem alguns casos que a pessoa, por exemplo, tem uma esquizofrenia grave, uma esquizofrenia befrênica. nessa esquizofrenia faz com que ela tenha um comportamento doo e nesse comportamento ela pode até matar uma pessoa próxima, uma pessoa da família, um irmão, uma mãe, um pai, como acontece todos os dias. Isso. A esquizofrenia befrênica, ela se caracteriza muito pela agressividade, pelo comportamento de, eh, digamos assim, a gente chama comportamento antípoda. Uma hora ela está calma, na outra hora ela entra num estado de fúria exorbitante e as pessoas não entendem, daqui a pouco ela fica furiosa. Quem não conhecer esse tipo, essa característica da esquizofrenia befrênica, que também eh ela começa a ter comportamentos excêntricos, ela se veste de uma forma bizarra, sabe? Alguns casos que a gente encontra na rua que a pessoa eh tá com aquelas roupas todas esquisitas, às vezes até sai de espida na rua, né? Então isso para as pessoas que não conhecem podem confundir com a obsessão espiritual, tipo subjulgação, onde a pessoa também perde a volção pelo fato de estar sob a influência, né, de um de uma entidade, né, e aí que domina o seu comportamento e aquela pessoa faz coisas, na verdade não é ela, ela, claro que ela está dando permissão. Mas quem está comandando o comportamento dela é o obsessor. Por isso que o nome é subjugação, porque a pessoa está subjugada a à vontade de outro ser, né? Então, no caso do Fabrício, já aparece mais pelo comportamento que o pessoal encontra ali com os braços
. Por isso que o nome é subjugação, porque a pessoa está subjugada a à vontade de outro ser, né? Então, no caso do Fabrício, já aparece mais pelo comportamento que o pessoal encontra ali com os braços imóveis, olhar parado, sem se movimentar. Mas pro lado da catatonia, que é outro tipo de esquizofrenia, esquizofrenia catatônica, embora nós isso, isso vocês vão encontrar na classificação internacional das doenças no CID10, embora a o DSM5, que é a classificação americana, eles já colocam tipo assim, já não fazem essa essa divisão. A gente encontra essa divisão na CID 10. Eu prefiro trabalhar com essa divisão porque a gente vê bem característico, embora a embora a classificação americana, o DSM5 tem abolido essa classificação didática, mas a gente vê bem nítido, como no caso de Fabrício, quando o pessoal visitá-lo, ele não tá ali agressivo, não tá quebrando tudo, como acontece no esquizofrenia befrênica, que a pessoa quebra todos os moves dentro de casa, destrói tudo, bate em todo mundo, ou numa pessoa mesmo uma reação de uma esquizofrenia paran a pessoa ela, digamos, ela está vendo, ela olha pra mãe uma hipótese e aí ela vê uma forma deformada da mãe, ela vê na mãe, digamos assim, um monstro e ela agride a mãe porque ela está vendo o monstro. A gente vê também eh se depara com essas situações. Já no caso de Fabrício, não, ele está lá parado, sem querer se alimentar, imóvel, apático. Tanto que André Luiz confunde e pensa que é um caso de neurastenia, cérebrocardíaca. E aí, Calderário e esclarece que é uma esquizofrenia e que eh ele estava ali na daquele jeito parado, daquele jeito eh apático, mas que a mente dele estava um turbilhão. E nesse momento Caldeirário pede que André Luiz e as outras pessoas que acompanham, né, nesse trabalho, que observe como é que está o cérebro espiritual dele. E o cérebro espiritual dele estava todo eh intoxicado, estava todo danificado pelas emoções negativas dele, né? Então você observa lá toda eh inclusive na hora o o Caldeirado faz um
o espiritual dele. E o cérebro espiritual dele estava todo eh intoxicado, estava todo danificado pelas emoções negativas dele, né? Então você observa lá toda eh inclusive na hora o o Caldeirado faz um comentário que no sentido que digamos que um psiquiatra, um neurologista, né, que fosse avaliar, que fizesse, digamos assim, um exame profundo com relação às condições cerebrais, iria perceber que aquele cérebro dele estava totalmente lesado. Aí tanto que eles apontam que, por exemplo, embora exista uma uma coisa que eles chamam atenção que embora exista uma às vezes uma disputa, sabe? Tipo assim, o lado da psiquiatria quer defender sua parte biológica, o outro lado quer defender sua parte psicológica e na verdade Calderário chama atenção que ali realmente havia lesão no campo biológico, mas que estava ali as questões psicológicas, estava ali também a questão da espiritualidade do ser. aquele ser que passou a viver só na materialidade e que negou a sua essência espiritual, deixou de expressar a sua luz para o mundo e passou a viver na obscuridade da materialidade, né? E aí agora, como como a gente sabe que nós temos o tribunal da nossa consciência, né, que nos cobra, né, que nos cobra e aí ele estava passando por esse processo já iniciando o resgate ainda nessa vida. Uma coisa interessante, quem lê o livro vai observar que acontece na catatonia, por exemplo, o se ele está ali parado, completamente parado, mas de repente ele pode ter um rompante, ele pode de repente se levantar, pode até sair correndo desembestado, sem nenhuma orientação, desorientado, sabe, no tempo, no espaço. Ele pode, de repente, ter um comportamento de cólera, de agressividade. E isso acontece com o Fabrício durante a visita de Calderário e André Luiz. Estão lá, né, analisando ele. De repente ele se levanta enlouquecido e expressam eh emite umas palavras assim furiosas, sabe? eh age de uma forma assim destrambelhada e depois ele vai aí volta para aquele estado de apatia, aquele estado, sabe, de aparente calmaria, mas
e expressam eh emite umas palavras assim furiosas, sabe? eh age de uma forma assim destrambelhada e depois ele vai aí volta para aquele estado de apatia, aquele estado, sabe, de aparente calmaria, mas como a ponta caldeiraron, a mente dele não estava calma, a calma era externa. dentro dele estava turbilhão, os pensamentos, eles se imaginando, imaginando os irmãos cobrando, imaginando os irmãos se vingando dele, imaginando o pai revoltado com ele, com o que tem acontecido, sabe? Inclusive, muitas alucinações são construídas assim. Nem sempre a alucinação é porque a gente tá vendo uma entidade. Uma alucinação pode ser a construção do meu próprio pensamento desorganizado. E como eu estou no processo, digamos, uma pessoa num processo de esquizofrenia, numa fase aguda, ela está com a mente dela desagregada, muitas vezes o espírito abandona parcialmente o corpo, né? ele fica para fugir do sofrimento. Então, por isso que a gente procura através do olhar a pessoa e a gente não encontra, a gente vê que o ser está ali distante, mas ele está em muito contra em contato com a realidade espiritual e ele é capaz de se deparar com seus próprios pensamentos, com suas próprias cobranças. E como ele está desconectado da realidade, ele cria uma outra realidade paralela. Ele cria um mundo imaginário onde ele pensa a construção delirante dele, ele pensa que é verdade aquele mundo que ele cria. Então, por exemplo, a gente vê muito delírios de caráter persecutório nas esquizofrenias, onde a pessoa se sente perseguida por algo. E aí a gente já dá para imaginar, né? Tipo assim, geralmente são pessoas que no passado, nesse caso, é é um caso particular, porque o Fabrício, o que o os fatos que desencadearam a esquizofrenia foi nessa vida mesmo, mas é muito comum acontecer em vidas passadas, a pessoa ter sido muito cruel, com afetos, com desafetos. E aí ela burlou a justiça divina, fugi, melhor dizendo, desculpa, ela burlou a justiça humana, mas ela não escapou da justiça divina, porque ninguém escapa da
o muito cruel, com afetos, com desafetos. E aí ela burlou a justiça divina, fugi, melhor dizendo, desculpa, ela burlou a justiça humana, mas ela não escapou da justiça divina, porque ninguém escapa da justiça divina, né? O nosso mestre disse: "Está lá, pagaremos seitil por seitil, nada passará em branco, nenhum pontinho, nenhum grão de areia passará desapercebido da justiça divina". Então, esse é um caso, né, que a gente ilustrou, porque é um caso de esquizofrenia tratado eh eh no livro, no livro, no mundo maior e que ele é um caso, digamos assim, que a obsessão não aparece ali. que aparece ali é a esquizofrenia pura, né, em decorrência a culpa dele, o remorço que estava levando aquele aquele sentimento de perseguição, de achar que que a família estava cobrando, porque eles, enquanto ele estava se locupletando com dinheiro fácil, né, com as as reuniões sociais, com a vida material, estava no vigor físico, tudo bem, tava anestesiando a consciência, mas com o tempo, né? Como caldeirado coloca o próprio aparelho fisiológico, o próprio corpo dele, a fragilidade orgânica, vai consumindo a maioria das ilusões e a pessoa vai voltando, vai fazendo aquela viagem forçada de volta para o próprio eu, porque ninguém foge do eu. Um dia a gente vai se encontrar com o nosso próprio eu. E aí vem as lembranças, não é, e tudo mais. Vem o tribunal da nossa própria consciência, né? A gente sabe que tá lá, né? No livro dos espíritos, a gente tem o tribunal da nossa própria consciência. A gente pode fugir da justiça social, mas da nossa justiça, né, do nosso interessas, nós não fugimos, né? A gente não foge das leis divinas de jeito nenhum. Então, mais ou menos isso. Eu não sei se tem algum tempo ainda, eh, ou se a gente já passa para a Meiri Jane falar. Regina, o que é que você acha? É porque você quer completar, fechar a ideia em mais uns dois minutinhos e a gente passa pra Mary. Pode ser? Então, ótimo. Então, pronto. Certo. Então, a gente isso. Conclui mais uns dois minutinhos, a gente passa pra M, depois a gente abre
deia em mais uns dois minutinhos e a gente passa pra Mary. Pode ser? Então, ótimo. Então, pronto. Certo. Então, a gente isso. Conclui mais uns dois minutinhos, a gente passa pra M, depois a gente abre as perguntas. Então, o que eu quero colocar, por exemplo, é que esse é um caso que poderia se confundir, por exemplo, numa obsessão, uma pessoa também pode ficar num quadro com um quadro parecido com de Fabríci. Eu tive a oportunidade de fazer uma visita domiciliar, isso numa cidade, isso eh quando trabalhava num CAPS, numa cidade do interior aqui de Sergipe. E me chamou atenção porque vamos visitar um paciente que não quer vir para o CAPS e ele está muito depressivo, está parado na cama, ele não come, tem que alguém que dá comida na boca dele, inclusive a família abandonou, quem cuida é uma vizinha caridosa. E vamos lá. Aí eu fui lá até pra gente tentar fazer, digamos assim, fazer um porque era essa vizinha, a família abandonou totalmente. Ele não tinha recurso nenhum, ele não tava trabalhando, ele tava parado e era vizinha que estava, digamos assim, suprindo as necessidades. Ela ia cuidar da casa dele, ela levava alimento para ele. Interessante isso, né? Era uma uma senhora que ela não tinha vinculação assim religiosa nenhuma, mas ela tinha esse dom, essa coisa natural dela, né? A caridade era uma coisa natural. E aí me chamou atenção que quando eu cheguei lá, ele tava com ele estava com um comportamento parecido com o do Fabrício, sabe? aquela pessoa lá parada na cama, não queria comer a Pática, mas ele tinha um olhar diferente. Confesso a vocês que na hora que eu olhei para eles, todo mundo conversando e tudo aí que eu fiquei observando bastante, por isso é importante a gente observar, em determinado momento, o olhar dele passou aquela energia de sarcasmo, sabe? De ali, como quem diz assim, vocês estão pensando o quê? Claramente. Aí a gente sentiu a presença, tipo assim, aquele era um quadro claro de obsessão espiritual. E como é que a gente percebeu? Ele não tinha aquele olhar
iz assim, vocês estão pensando o quê? Claramente. Aí a gente sentiu a presença, tipo assim, aquele era um quadro claro de obsessão espiritual. E como é que a gente percebeu? Ele não tinha aquele olhar vítrio que a gente fala que tem, por exemplo, na esquizofrenia, que a gente procura a alma da pessoa e não encontra? Não. Ele que era inclusive a vizinha disse que era uma pessoa boa, uma pessoa do bem, que trabalhava, sabe? inclusive servi a comunidade local. de repente apresenta essa mudança de comportamento. Quando eu olhei para ele, gente, confesso a vocês, olhe que eu tenho alguns anos, né? São bastante anos de profissão, já trabalhei em hospital psiquiátrico, eh, de pacientes agudos, de pacientes crônicos, mas sabe aquele olhar, aquele olhar que de parecendo olhar de filme de desses filmes de terror, aquele olhar bem sardônico, aquele olhar bem irônico, como quem diz assim, aqui vocês não vão conseguir nada porque eu estou no domínio. Então, é um desafio. Nesse livro Bezerra de Menezes, eh, Crilhões Partidos, ele coloca que nem sempre é fácil a gente fazer a diferença. A gente tem algumas dicas, por exemplo, se a experiência, se a pessoa está passando por uma experiência espiritual, quando ela não tem nenhum nem eh quando ela não tem nenhum transtorno mental, aquela experiência espiritual não causa sofrimento. Mas a gente sabe que tem casos que causa. Por quê? Porque a pessoa não aceita. Tem aqueles casos que a pessoa, digo, porque eu já recebi muito no consultório, pessoa dizer assim: "Ah, doutora, desde criança que eu ouço essas vozes, que ess apareça esses seres, inclusive para me dar orientação, para me dizer sobre algumas coisas que vão acontecer com a minha família. Eu nunca, eu não pedi isso, já disseram que eu tenho que trabalhar com isso e eu não quero nada disso." Então, a pessoa sofre por rejeitar a oportunidade de colocar a mediunidade a serviço do Cristo. Isso já é uma outra coisa. sofre pela rebeldia no transtorno mental não é um sofrimento mesmo que
isso." Então, a pessoa sofre por rejeitar a oportunidade de colocar a mediunidade a serviço do Cristo. Isso já é uma outra coisa. sofre pela rebeldia no transtorno mental não é um sofrimento mesmo que ali, digamos assim, eh não é não é uma coisa da vontade consciente da pessoa, é uma coisa que ela, digamos assim, ocorre uma perturbação do juízo, uma perturbação do raciocínio, ocorre ocorre uma alteração da sensopercepção, ocorre uma perturbação da abolição, do controle da vontade, mas no geral quando a pessoa está no começo, quando ela Ela só tem a experiência espiritual, né? Ter, por exemplo, não ser uma alucinação, mas ter a capacidade ter uma mediunidade onde tenha uma onde tem uma capacidade de auditiva, de ouvir, uma capacidade de ver onde ela tem uma vidência, ela não vai sofrer. Como por exemplo, eu vejo a coisa linda dos meus netos. Eu tenho um neto de cinco, outro de 7 anos, outro de nove. E ele chega assim: "Oi, mamãe, chega paraa minha filha, olha mamãe, que coisa interessante. Aquela senhora estava lá no jardim e tava rindo para mim. Eu tava sério olhando pras plantas. Depois ela sumiu, a mãe ela sumiu. Como se as crianças da Nova já lidam melhor com isso, né? Então a gente vê claramente aí que numa outra época, no passado, uma criança que já falasse isso, infelizmente os pais levavam logo pro psiquiatra e muitos casos foram parar nos hospitais psiquiátricos por causa disso, né? Mas hoje com o conhecimento e a minha filha conhece a doutrina espírita, então ela lida muito bem com isso. É isso. O indivíduo não ô Sim, pode falar, né? É pra gente passar pr pra médico. Fecha a ideia pra gente passar pra mérit. Ah, certo? Isso. Então, só fechando isso, quer dizer que eh o indivíduo ele percebe que essa experiência dele não é uma experiência, digamos assim, eh habitual, né? quando ele é uma coisa que ele se dá, quando tem um fenômeno, ele percebe que é uma coisa assim particular que vem, mas que isso não deixa ele afetado, né? Pelo menos quando ele lida bem com
tual, né? quando ele é uma coisa que ele se dá, quando tem um fenômeno, ele percebe que é uma coisa assim particular que vem, mas que isso não deixa ele afetado, né? Pelo menos quando ele lida bem com isso. Eh, os fenômenos não estão, digamos assim, eh, vinculados a uma religião. Por exemplo, a gente sabe que uma uma vidência, uma audiência pode ser em qualquer religião ou em pessoas que não tenham religião. E também a pessoa pode ter controle da experiência quando agrava. Para finalizar, quando agrava acaba e se a pessoa não cuida da sua mediunidade, se a pessoa não cuida do processo obsessivo, porque a mediunidade desequilibrada também pode levar um processo obsessivo, aí vai lesando os neurônios, como o Manuel Flómeno de Miranda coloca, e aí pode vir como consequência um transtorno mental, como consequência da obsessão. fazer. Eu dou uma pausa aqui agora para passar para a querida Meiri Jane, né, que vai dar continuidade, né, nessa temática. Obrigada. Muito bom. Pessoal já tá perguntando aqui, já tem muitas perguntas. Obrigada, Dra. Norma. Então agora a gente passa, a gente passa pra Mary, Mary Jane, que é presidente da Federação Espírita de Alagoas, né? Então, que coisa boa, Mary, que você está aqui conosco, ó. E mais ou menos uns 20 minutos, tá? Quando tiver acabando o tempo, nós voltamos todos paraa tela, tá bom? Tranquilo, tranquilo. Bom, gente, então dando continuidade, né, esse assunto, eu vou eu vou me recorrer agora a Sócrates, quando ele diz que se os médicos são malsucedidos tratando da maior parte das moléstias, é que tratam do corpo sem tratar da alma. Ora, não se achando o todo em bom estado, impossível é que uma parte dele passe bem. Só que já está nos convidando a refletir doutrina espírita naquele momento. Não estávamos preparados, mas hoje aqui estamos. E a doutrina espírita, ela nos faz refletir sobre quem é esse indivíduo, quem é esse indivíduo que traz na atual reencarnação essa doença, essa esquizofrenia. E o espírito é esse ser pensante do
amos. E a doutrina espírita, ela nos faz refletir sobre quem é esse indivíduo, quem é esse indivíduo que traz na atual reencarnação essa doença, essa esquizofrenia. E o espírito é esse ser pensante do universo. Eh, e a doutrina espírita, ela estuda profundamente essas relações, as relações do espírito com o corpo material, através do seu involuntório, através do do seu daquilo que Kardec chamou de perespírito. Estudamos a comprovação da imortalidade da alma através das comunicações mediúnicas. Estudamos a capacidade dos desencarnados têm de influenciar aqueles vivos, nós que estamos encarnados, mostrando que a reencarnação, mostrando a reencarnação e explicando também os mecanismos evolutivos da lei de ação e reação, mostrando a loucura sobre um novo prisma e destrinchando o mecanismo da obsessão. A obsessão que é ação persistente de um espírito que o espírito mal exerce sobre o indivíduo. Essa ação persistente, ela apresenta caracteres eh diferentes, indo desde a simples influenciação até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. O espiritismo, por isso, ele vem abrir novos rumos de entendimento dessa importante doença. No caso do paciente esquizofrênico, sabendo-nos e partindo sempre desse pensamento que é um espírito imortal em processo de evolução, vamos resgatar uma fala de Bezerra de Menezes e permitam-me, à medida que eu for trazendo alguma algum livro, citando algum livro, eu vou mostrar, porque o que é bom a gente tem que divulgar, não é? Então, trazendo eh uma fala de bezezerra no livro Entre os dois mundos, ele diz que os fatores cármicos de procedência anterior ao berço pesam na consciência culpada. Observando essa fala de bezerra, observando esse contexto com que ele coloca, nós podemos afirmar que a esquizofrenia guarda a sua origem profunda no espírito que foi um delinquente, que se equivocou, que cometeu um crime, que está comprometido consciencialmente com as leis ordinária entreos. Nós vamos eh lá no capítulo 13, nós vamos encontrar Dr.
espírito que foi um delinquente, que se equivocou, que cometeu um crime, que está comprometido consciencialmente com as leis ordinária entreos. Nós vamos eh lá no capítulo 13, nós vamos encontrar Dr. Emir. Ele na obra de Manda considera um missionário. Ele vem trazer, digamos assim, vem revolucionar a observação acerca dessa doença e o tratamento que é realizado aqui na Terra. E Dr. Emi, segundo seus estudos e o que Manuel Filomeno de Brana nos traz, ele traz três situações para as questões da esquizofrenia eh nos processos, observando as questões dos processos obsessivos. Primeiro, ele trata e ele traz o transtorno espiritual que se manifesta através do corpo físico por uma série de desequilíbrios. eh por situações do qual a norma já comentou aqui, esses desequilíbrios eh físicos, dessa amostragem mais físicas, em decorrência da necessidade do espírito resgatar os delitos praticados em existências anteriores. E em Emira do Emi chama eh esse distúrbio orgânico que já ficou impresso no aparelho fisiológico, eh convidando para as oportunidades redentoras, oportunidades de redenção. Trocando de miúdos, ele fala que nesse primeiro olhar a a ele descreve apenas a enfermidade, tratando ela como um componente espiritual, aonde a a enfermidade encontra-se no espírito, mas mostrando apenas então somente a exteriorização através do corpo físico, através da das consequências eh da esquizofrenia. No segundo momento, ele nos traz mais uma nova informação, uma informação de natureza obsessiva, em que o agente perturbador hospeda-se no perespírito do seu inimigo, atormentando, eh, apresentando-lhe, eh, como um vigador, desorganizando interiormente, desestabilizando as conexões neuronominais e produz outros distúrbios orgânicos, delírios e alucinações. Nós trazemos um rápido exemplo da obra. Vocês vão notando aí, viu, gente? Vão registrando. Grilhões partidos de Manuel Filomeno de Miranda. Vocês já perceberam que foi Manuel Filomeno de Miranda e eu, né? É, I love you. Amo Grilhões partidos. Nessa obra
ando aí, viu, gente? Vão registrando. Grilhões partidos de Manuel Filomeno de Miranda. Vocês já perceberam que foi Manuel Filomeno de Miranda e eu, né? É, I love you. Amo Grilhões partidos. Nessa obra extraordinária, ele traz esse processo eh diagnosticado como esquizofrenia, sendo que ele é um processo obsessivo. Ele é tão, pura e simplesmente um processo de obsessão. o o o inimigo desencarnado, o espírito desencarnado que ali encontra-se, aloja-se no perespírito da jovem que tem uma crise violenta, eh internada numa clínica psiquiátrica e vem depois eh nos decorrer da história a assistência necessária aonde a equipe identifica tal situação. Então eu vou dar um spoiler para atar vocês a lerem a obra que é simplesmente extraordinária nesse caso, especificamente ou depois de todo o trabalho desobsessivo, depois do trabalho da do evangelhoterapia, da fisioterapia, de toda as terapias ofertadas pela doutrina dos espíritos, a entidade desiste naquele instante daquela perseguição. e aceita reencarnar através da jovem que ele obsidiava, que promoveu encarnação passada todo o sofrimento gerador da perturbação atual. Ou seja, naquele instante a entidade retornando à vida física, a esquizofrenia foi suspensa. Esquizofrenia que não existia, pois na verdade era um processo obsessivo, né? Importante nós lembrarmos, gente, aqui do Evangelho Segundo o Espiritismo. Esse eu não vou mostrar não, porque todos nós temos, né? Evangelho Segundo o Espiritismo, lá na coletânia de prece, no último parágrafo, Kardec diz que a obsessão muito prolongada pode ocasionar desordens patológicas e reclama, por vezes tratamento simultâneo consecutivo, quer magnético, quer médico, para restabelecer a saúde do organismo. Então, uma obsessão muito persistente, uma obsessão aliinterrupta da daquele indivíduo vivencia pode afetar eh eh organicamente o indivíduo numa ação inversa, né? Então, o terceiro aspecto, né, que Manuel Filomenes de Miranda nos coloca nessa obra fantástica, e esse sim, esse terceiro aspecto é o mais comum, tanto o
anicamente o indivíduo numa ação inversa, né? Então, o terceiro aspecto, né, que Manuel Filomenes de Miranda nos coloca nessa obra fantástica, e esse sim, esse terceiro aspecto é o mais comum, tanto o primeiro aspecto, onde existe apenas a demonstração da enfermidade, como a questão somente obsessiva, são raros. Eles são bem mais raros. O que é mais pertinente, que é mais corriqueiro, vamos usar essa palavra, é justamente eh justamente o esse processo misto. O processo misto no qual o enfermo fisiológico é também vítima de cruel perseguição, tornando-se obsidiado simultaneamente. Então, é o é esse processo misto aonde o indivíduo culpado traz na sua estrutura perespiritual todas as impressões da falta cometida. obviamente falta a algumas pessoas, a outras entidades. E diante desse processo vem também a perseguição espiritual, acentuando a situação e tornando todo o processo bastante delicado, bastante complexo. Nós vamos trazer rapidinho aqui um exemplo da obra Loucura e Obsessão, outra obra de Manuel Filomeno de Miranda. Essa aqui uma edição bem antiguinha que eu amo demais, é o personagem Carlos, né, que é levado a um local de atendimento aonde a sua mãe desesperada e tem traz algumas informações muito interessantes. Alguém pode perguntar se por, por exemplo, a esquizofrenia, ela pode se manifestar na primeira infância. É raro a manifestação na primeira infância, mas na primeira infância já pode vir alguns aspectos, algumas situações que venha nos alertar para providências de um olhar, de um tratamento, de uma atitude em relação a a ao jovem, a criança naquele momento, que foi o Carlos de Carlos que a mãe não observou, mas naquele instante relatou que ele era uma criança triste. que ele era uma criança triste, que era uma criança muito introspectiva e que no caso dele a esquizofrenia só veio aparecer na adolescência entre seus 15 e 16, que é de fato a idade mais comum para o aparecimento, né, da questão da da da esquizofrenia, né? relata dos Manuel Filomeno de Miranda que no caso
só veio aparecer na adolescência entre seus 15 e 16, que é de fato a idade mais comum para o aparecimento, né, da questão da da da esquizofrenia, né? relata dos Manuel Filomeno de Miranda que no caso do Carlos e eles traz uma informação sobre o ocorrido, o que ocorreu com esse espírito numa reencarnação anterior. diz que quando a arbitrariedade e o despudor levaram-lo ao desregramamento e ao abuso da transitória autoridade de que desfrutava perturbando a paz de muitas pessoas e charfurdando no abuso do sexo, abuso transitório de uma autoridade, envolvendo, obviamente nesse abuso o mau uso da inteligência, porque ele perturbou não a uma, mas a um grupo de pessoas, sem contar a isso ainda com a questão dos próprios abusos nas questões sexuais. Então, a a mente da criatura que abusou da inteligência, que abusou eh que sugou, vamos assim dizer, que se aproveitou de pessoas, nós temos um momento muito ímpar atualmente e nós observamos de forma até perplexa como o ser humano a à frente de instituições, à frente à frente de gestões de estados e municípios, vem trabalhando e tratando a situação atual, aonde uma população, pessoas de cidades, pessoas, o estado ou até nações podem vir a prejudicar, construindo em si reencarnações aonde possivelmente eh comprometido nas suas consciências nessas áreas, pode vir a desenvolver também as questões esquizofrênicas no amanhã. Então, é a consciência culpada devido às situações ocorridas anteriormente, que, como Norma já colocou, que passaram desapercebidas da justiça terrena, mas jamais desapercebidas, jamais ludibriadas pela lei de Deus. Nesse instante, eh, o, o indivíduo mais, digamos assim, desperto de uma realidade vem a trazer o sentimento de culpa, o arrependimento, as questões mais intrincadas no seu ser. esse sentimento, né, que é do qual fica impregnado na intimidade, ele traz ao corpo físico essas essas concepções, essas impressões, essas situações infelizes, porque o nosso perespírito, ele não foi constituído, construído para receber
ica impregnado na intimidade, ele traz ao corpo físico essas essas concepções, essas impressões, essas situações infelizes, porque o nosso perespírito, ele não foi constituído, construído para receber essas energias perniciosas de raiva, de infelicidade, de tristeza, de ódio. Não foi. Se nós sentimos tais situações, imediatamente nós vamos envolver todo o nosso perespírito, envolver todas as os o o o nossos centros de fogo, tudo em uma energia danosa que consequentemente vai nos trazer enfermidades. Então, eh, todo o cuidado que nós precisamos ter como espíritos imortais, que somos todos, com o que pensamos, o que sentimos, com o que fazemos para construir o nosso amanhã com muito mais eh responsabilidade, com muito mais dignidade, né? Então, a ciência espírita, ela traz uma um um uma grande contribuição para se compreender a esquizofrenia como ela sendo essa essa essa síndrome eh de transtorno espiritual. E através dos meios fisiológicos vem a sua exteriorização, que essa exteriorização ela é ela é propiciada eh pelas influências do próprio meio, muitas vezes, né, pela super proteção ou pela eh por não observar o comportamento do jovem, por não observarmos, não estarmos próximos dos nossos filhos, não conhecer os nossos filhos muitas vezes que demonstram A gente tem idade, algumas situações que precisariam termos cuidado, que precisaríamos observar com tal situação. E somado a todas essas questões, voltamos àquela questão ponto fundamental, vem a influência daqueles que foram por nós prejudicados, no caso, pelo pelo por aquelas eh prejudicados por esses espíritos que reencarnaram nesse abençoado processo de redenção. Porque a esquizofrenia ela é um processo redentor, é uma expiação redentora com oportunidade de redenção, se vivenciada realmente com todos os aspectos necessários para que possamos nos redimir consciencialmente, eh, para seguirmos adiante por essas essas vítimas do ontem que nos rondam, que nos cobram e que não acreditam que nós somos diferentes daquiles que nós fomos. Então, a
nos redimir consciencialmente, eh, para seguirmos adiante por essas essas vítimas do ontem que nos rondam, que nos cobram e que não acreditam que nós somos diferentes daquiles que nós fomos. Então, a doutrina espírita, ela traz esses recursos para nos esclarecer. Por isso que ela é consoladora, porque ela nos esclarece dizendo: "Olha, vocês não são os santos, os anjos que nós gostaríamos de ser. Não somos tão bons como nós somos, mas também não somos tão ruins como muitos dizem. Mas nós temos que ter a consciência de que é quem nos encontramos e que precisamos melhorar. Então, é um processo, eh, para melhor compreensão, um processo misto de natureza espiritual, fisiológica, obsessiva e com fortes influências psicossociais do próprio meio. Como nos redimirmos de tal situação? Código Penal da Vida Futura, livro Céu e Inferno. Codificação. A gente tem que ter isso de lado. ali eh nos parágrafos 16 e 17, quando nos diz que os caminhos da reabilitação moral em sua totalidade, ele vai falar ali na e nas leis que nos regem os nossos destinos e diz que a reabilitação só é conseguida após a passagem do espírito em três patamares de situações bem distintas constituídas pelo arrependimento expiação, reparação. Não basta arrepender, tem que espiar. é espiar para reequilibrar energeticamente aquilo que foi desequilibrado e depois reparar para que assim possamos dar continuidade ao nosso processo, a nossa caminhada redentora, eh, a caminho da felicidade, a caminho do amor, a caminho da paz. E para encerrar, que as meninas já retornaram aqui, eh, lembrar o que Jesus, né, sempre nos colocou, que nos coloca e nos faz refletir com muita propriedade, né? Vamos todos reconciliar-nos com o nosso inimigo enquanto estamos a caminho com ele para que o juiz não nos julgue mais uma vez nos lance na prisão para que nós possamos pagar até o último seitil. Aproveitemos atualmente o seio que nós estamos vivenciando e pagando com a retenção de nossas consciências e sigamos partamos pro abraço para sermos
ão para que nós possamos pagar até o último seitil. Aproveitemos atualmente o seio que nós estamos vivenciando e pagando com a retenção de nossas consciências e sigamos partamos pro abraço para sermos felizes. Porque a felicidade é nossa destinação. A felicidade é lei de Deus. Me onde é que você viu isso, Meiri? Questão 614 do livro dos espíritos. O que é a lei natural? Lei natural é a lei de Deus, única e verdadeira para a felicidade do homem. O homem só é infeliz quando da lei se afasta. Voltemos para a lei e vamos conquistar a felicidade. Passamos para as meninas agora. OK, Norma. Obrigado, D. Mary, Mary Jane, a Dra. Norma teve um probleminha técnico, a internet dela caiu, mas acho que ela consegue voltar ainda. Ela volta já. Volta já. Mas nós temos muitas perguntas aqui, Mary. Regina, que que você tem aí de pergunta? Bom, vamos começar aqui com um grupo de psicologia 18 que pergunta aí na visão da doutora, mas a Mary Jane também pode responder. Como o terapeuta deve intervir quando identificar que há um componente de obsessão junto com a esquizofrenia, principalmente quando o paciente não tiver conhecimento espírita. Ou seja, o leigo o leigo. Pois é, né? Fica um pouquinho mais complicado, mas Kardec já nos deu as orientações lá no livro dos médiuns, quando ele retrata alguns casos de assistência que foram prestados por eh pelo grupo que ali encontravam-se reunidos em Paris daquela oportunidade, sem nem o conhecimento dos enfermos. O o psiquiatra que tem essa observação, que tem esse conhecimento, pode perfeitamente levar o nome do indivíduo para as irradiações da instituição, dar as orientações de melhoria de vida, de qualidade de vida, de ética e de moral, mas levar por quê? Porque esse trabalho é feito no âmbito espiritual. essa assistência, essa orientação. Tá aqui os livros de Manuel Filomeno de Miranda, que nos mostra eh a eficiência dos trabalhos espirituais nessa pandemia que nós vivenciamos atualmente. É essa forma que eles estão trabalhando. Nós irradiamos, nós vibramos por as pessoas
de Miranda, que nos mostra eh a eficiência dos trabalhos espirituais nessa pandemia que nós vivenciamos atualmente. É essa forma que eles estão trabalhando. Nós irradiamos, nós vibramos por as pessoas que têm necessidade, mas o trabalho tá sendo feito a nível espiritual. A assistência chega para todos. Kardec nos mostra isso no livro dos médiuns. Então, se o paciente é lego, não tem conhecimento, as orientações necessári e aquela conversa amiga, aquelas orientações, você acredita em Deus, vamos orar, vamos fazer um evangelho, procura uma religião para se fortalecer espiritualmente, mas leva o nome do indivíduo, da da da do dele ou dela para as reuniões mediúnicas, para as reuniões de radiação, porque os benfeitores saberão o que vão fazer. Ô Mary, eu vou aproveitar e emendar com uma pergunta aqui do do Daniel que tá acompanhando a gente pela FEB TV. Daniel sempre acompanha a gente. Daniel Rosa, olha o que que o Daniel diz. Ele diz assim: "No auxílio a um familiar com influência obsessiva, com característica de esquizofrenia, qual a melhor alternativa de qual a melhor alternativa de inserir na assistência social, na evangelização, na fluidoterapia para estabilizar? Qual a sua sugestão, mério? Eh, o melhor é o atendimento fraterno, ele procurar o atendimento para uma melhor orientação e o evangelho de Jesus. Porque muitas vezes o indivíduo ele tá tão necessitado que numa ação mais efetiva, ele às vezes não tem condições de de perceber ou sentir nada. qualquer um que queira auxiliar, primeiro tem que se fortalecer. Eu costumo sempre dizer e até exemplificar que se nós vamos salvar alguém que está se afogando e se nós não sabemos nadar, partem os dois. Então, para qualquer ação desse sentido, a gente tem que se ajudar primeiro. Então, a primeira ajuda sempre é com o evangelho. A primeira ajuda é sempre de fortalecimento íntimo. Depois que a pessoa conseguir dar aquela respiração profunda, aí insere algumas atividades, uma sopa, uma distribuição para que ele possa se relacionar. Não é nem o sentido
e de fortalecimento íntimo. Depois que a pessoa conseguir dar aquela respiração profunda, aí insere algumas atividades, uma sopa, uma distribuição para que ele possa se relacionar. Não é nem o sentido em si do trabalho caritoso, mas é o relacionamento, a fala que vai auxiliar o indivíduo a sair de si e observar o outro. Então é um processo também, certo? Mas eu acredito que o melhor caminho é esse sim. Muito bom. Obrigada, M. Tem mais uma aí, Regina? Tem várias, né, Regina? Tem várias. São muitas. A esquizofrenia. Essa pergunta é da Janaína Veres. A esquizofrenia seria então uma subjulação? Olha, veja bem, o processo obsessivo, no caso da esquizofrenia, em verdade fica como se fosse em segundo plano. Por quê? Porque o esquizofrênico, na maioria dos casos, como nós já vimos, ele é um indivíduo eh eh digamos assim que faliu, que faliu, que prejudicou. Então, ele tem um um trabalho de culpa muito grande em si. Ele traz o complexo de culpa. Ele traz um crime na sua intimidade muito grande, do qual ele não conseguiu se perdoar e canalizou paraa sua intimidade todo esse distúrbio. O processo obsessivo, ele nesse instante ele entra como um quadro juvante, porque o indivíduo em si, ele já encontra-se altamente enfermo. Aí é interessante nós observarmos quando eu falei que quando é identificado ainda no jovem, esse trabalho ele pode ser auxiliado e muitas vezes o indivíduo reencarna com a matriz da esquizofrenia, mas com um trabalho de base a esquizofrenia ela não se exterioriza ou se exterioriza de forma mais controlada, certo? No trabalho de base, por isso da observação, né? Mas eh eh nesse processo eh nesse nesse entendimento, o caminho precisa ser sempre dessa forma. Muito bom. A Sueli tá acompanhando a gente aqui na FEB TV. Aí a Sueli diz o seguinte, Mério, olha só, a Sueli Lima Oliveira. Minha avó corria na rua em desespero, como se alguém corresse atrás dela. Já faleceu achando que é loucura. Agora a minha a mãe de meu amigo está desse jeito. O que fazer? Bom, tem que procurar a os
. Minha avó corria na rua em desespero, como se alguém corresse atrás dela. Já faleceu achando que é loucura. Agora a minha a mãe de meu amigo está desse jeito. O que fazer? Bom, tem que procurar a os médicos, tem que procurar as equipes médicas, o psicólogo, psiquiatra para um atendimento, para uma conversa. Nesses casos, gente, das questões que envolve a mente, é sempre importante procurar os profissionais que estudaram, que se desenvolveram para tal situação. Se somos espíritas, podemos também procurar as instituições para um auxílio nesse nesse porte, porque a questão a essa essa enfermidade ela é uma situação física, ela tem uma exteriorização física. Então, primeiramente, procurar sempre para tirar essas dúvidas, porque o diagnóstico não se dá da noite pro dia. O diagnóstico da esquizofrenia, ele é clínico e ele dá da observação, do acompanhamento, que às vezes pode durar um mês, 2 meses, três meses, é um pouco mais complexo. Enquanto isso, nós vamos estar trabalhando do outro lado também, porque pode ser esquizofrenia, pode, pode ser um processo obsessivo, pode, mas como nós já conversamos, na maioria dos casos existe o processo o o a o processo a esquizofrenia e o envolvimento obsessivo também na maioria do caso, mas uma coisa não deve dispensar a outra não, gente. Certo? A gente tem que estar sempre com esse cuidado, porque o esquizofrênico, ele necessita da medicação para ter uma melhor qualidade de vida, para acabar a mente dele, né? Exatamente. Uhum. Muito bem, Regina. Mais perguntas? Tem só dizer que a Dra. Norma teve um problema com atualização automática no computador. Ela tá resolveu atualizar agora. Ela tá tentando entrar pelo celular. Então vamos lá. A Janaína nós já falamos não. Janaína Veras. Existe uma melhor forma de identificar e separar o que se trata de algo orgânico e espiritual em pessoas neste quadro de esquizofrenia? Eh, é, é, é como nós já conversamos, identificar e separa oi, pode falar, pode falar. E separar a questão orgânica da espiritual é muito
orgânico e espiritual em pessoas neste quadro de esquizofrenia? Eh, é, é, é como nós já conversamos, identificar e separa oi, pode falar, pode falar. E separar a questão orgânica da espiritual é muito delicado. Tem que acompanhar, tem que observar isso com muito cuidado, porque esses o processo em si, ele se ele se confunde porque com o indivíduo, ele traz em si o componente da culpa, ele traz em si os transtornos, ele traz o que pode ser realmente as perseguições. a tô feguido, eu vou matar, eu vou morrer, eu faço e aconteço. Mas ele pode também tá trazendo lembranças, vivenciando lembrança do que ocorreu no ontem. Então, a mente tá perturbada, a mente tá fragilizada. Então tem que acompanhar, tem que observar para que possa se chegar ao fundamento. Mas é como nós já colocamos, a maioria dos casos tem os dois componentes. O componente somente obsessivo, ele é raro. Nós não podemos esquecer que somos espíritos imortais. E quantos de nós em verdade formos observar de vez em quando a gente não tem umas tendênciazinha meio sei lá meio sei não, umas tendênciazinhas meio complicadas. Somos espíritos ainda endividados com a consciência e quem sabe se nós já não tivemos a esquizofrenia no ontem. Então é a coisa muito complexa, né? É muito mais complexa, né? Eu, eu, a doutrina espírita, ela é fantástica e ela é consoladora por isso, porque ela nos traz essas orientações, ela não nos traz ilusão, ela nos mostra as questões de forma muito didática, não nos ilude e para que nós possamos procurar o que é de melhor. Nesse caso, o que há de melhor é procurar as duas situações, a situação médica e a situação da que as casas espíritas podem oferecer como tratamento dito ou desobcessivo. Importante combinar, né, os dois tratamentos, né? Importante combinar. Muito bom, Regina. Mais uma. Tem, tem várias. Quando identificar que é obsessão e não esquizofrenia? quando identificar. Eh, ó, durante o tratamento dos dois lados, vamos dizer assim, eh na questão obsessiva, é importante nós percebermos
várias. Quando identificar que é obsessão e não esquizofrenia? quando identificar. Eh, ó, durante o tratamento dos dois lados, vamos dizer assim, eh na questão obsessiva, é importante nós percebermos que, eh, cada instituição nos trabalhos mediúnicos que realizam, eu posso aqui estar e fazer um atendimento na federativa do Distrito Federal. e o Distrito Federal me orientar como fazer o evangelho, isso, comparecer para isso, para aquilo outro. A nível espiritual, isso é importante nós percebermos para não termos ilusão. A entidade obsessora, ela pode se comunicar lá na reunião mediânica do Distrito Federal, de Sergipe ou de Alagoas. Não importam, porque eles trabalham coletivamente. Então a gente não deve ficar configurando isso. Ah, não, vai receber na reunião mediúnica. não vai necessariamente. Isso é importante nós percebermos para não ficarmos iludidos, porque a espírit trabalham em parceria coletivamente. Eles vão pra reunião medindo que tem a condição de receber aquela entidade para tal processo. Iniciando esse processo que dá-se a nível espiritual, vai depender muito mais do indivíduo do que dos trabalhos que estão sendo feitos na casa espírita. tal situação. Por quê? Porque ele vai tá com a medicação, a soborientação, mas o convite que o Espiritismo nos faz é mudança íntima. Porque a enfermidade, a enfermidade da do processo obsessivo é o compromisso consciencial. a enfermidade da esquizofrenia, o comprometimento consciencial que atingiu a uma legião de pessoas. Ou seja, a causa está no espírito imortal. O foco é o espírito imortal. É esse que precisa no dizer do evangelho, chicoteai-o, dobrai-o, humilha-o, para que esse possa mudar, para que este possa ter uma nova concepção, novos anseios para que ele possa gerar novos pensamentos. Porque o processo desobcessivo, de desobsessão, dá-se a verdadeiramente quando o indivíduo que sofre a obsessão elevar a sua vibração acima da vibração do espírito obsessor. Porque o espírito obsessor ele pode sim perdoar ou não,
o, de desobsessão, dá-se a verdadeiramente quando o indivíduo que sofre a obsessão elevar a sua vibração acima da vibração do espírito obsessor. Porque o espírito obsessor ele pode sim perdoar ou não, porque o perdão não é fácil não, mas ele pode escolher, disse: "Agora eu vou me cuidar, eu vou tô sofrendo mais do que ele". Mas se o indivíduo não muda, outro se aproxima e toma um lugar. Então, como é questão de intimidade do ser? O espírito encarnado que ali encontra-se ou muda ou muda. Porque se não ocorrer a mudança verdadeira da intimidade, o esforço para vencer as más inclinações, o processo obsessivo permanece. e podendo deflagar para a doença, eh, no caso, a enfermidade orgânica, que como nós já vimos que Kardec afirmou no Evangelho Segundo o Espiritismo, que isso pode ocorrer, né? Então é esse processo, no processo obsessivo, ele pode tornar-se também um processo físico se não for cuidado. Mas gente, é importante nós não esquecermos que o processo de redenção do espírito, processo de cura, que a gente tá dizendo que é só se curar, quer se livrar da doença, a gente não quer se curar, quer quer se livrar da doença, quer se livrar da dor. E isso a doutrina espírita não mostra que é possível. Existem muitos médiuns com os fluidos eh curativos. Existem. Eles fazem o tratamento, fazem isso, aquilo outro. Curou a enfermidade. Curou não, criou a doença física. Não, mas é o tratamento é a nível perespiritual. A doença é a nível de espírito imortal. Se o espírito imortal não mudar a doença que encontra-se no perespírito, apenas vai se expor numa área diferente. Chico Xavier nos ensinou isso muito bem, pareceu no filme até, né, quando convidar aquela senhora, convidou ele, vamos, vamos procurar igual para fazer essa carta. Ele tô acostumado com a catarata. Vai que nasce em outro canto. Vai que vem outra doença. Vem outra doença. Com aquela ele já tava acostumado, né? Vem outra. Tô acostumado. Pois é. Pois é. Ai, Dra. Norma voltou. Que coisa boa. Pergunta aqui para ela, Marcil.
anto. Vai que vem outra doença. Vem outra doença. Com aquela ele já tava acostumado, né? Vem outra. Tô acostumado. Pois é. Pois é. Ai, Dra. Norma voltou. Que coisa boa. Pergunta aqui para ela, Marcil. Muito bem. Então vai, Regina, faz uma pergunta aí pra Dra. Norma da Fedef TV, pessoal que tá acompanhando a gente pela Fed, duas que se encadeiam. A esquizofrenia surge de repente ou é construída ao longo das existências? Essa é a primeira. A segunda, esquizofrenia tem cura, ela regride com o tratamento ou depois de detectada doença, terá que ter um acompanhamento para a vida inteira. Como é que funciona? As perguntas estão realmente assim conectadas, né? Eh, como em toda doença, a evolução vai depender do caso. Vocês já perceberam, né? Já viram, né, pela fala, inclusive pela fala da Mir, que ela frisou bem essa essa questão ligada à história do sujeita. O caso particular que eu falei de Fabrício, eh, foi desencadeado nessa existência, na última existência dele, né? Mas acontece que, lógico, a gente sabe, para ele ter aquele comportamento de se apropriar de todos os bens da família, né, e deixar os irmãos ficarem a míngua, ele não vinha de um passado muito bom, devia já vir com comportamentos também equivocados em outras reencarnações que foram se somando ao atual e o e o o comportamento atual foi só desencadeante. Então, na verdade, eu gosto muito de uma fala de um grande psicanalista argentino, Luí Tiosa, quando ele inclusive tem um livro intitulado A Doença, como a história do que o corpo conta. Toda doença ela tem uma história e essa história tanto pode vir dessa existência, ter iniciado nessa existência, como pode ter começado em existências anteriores. a esquizofrenia sendo uma doença grave, né, uma doença eh considerada uma doença cármica, tanto no livro dos bastidores da obsessão como Guilhões partido, como o drama da obsessão nos diversos livros, inclusive que a Mer citou aí, na verdade ela é um processo de construção. a gente vem, passa por diversas experiências
da obsessão como Guilhões partido, como o drama da obsessão nos diversos livros, inclusive que a Mer citou aí, na verdade ela é um processo de construção. a gente vem, passa por diversas experiências reencarnatórias, cometendo atitudes equivocadas, atitudes que não estão em sintonia com as leis universais. Nós sabemos que estamos aqui passando por uma experiência onde a gente tem oportunidade na condição de seres com a consciência corporificada. A gente tem a condição de expandir a nossa consciência rumo à plenitude do amor. Quer dizer, expandir a nossa luz. Afinal, o nosso mestre nos convidou deixar virar a vossa luz ou a gente pode esconder a candeia debaixo do alqueir e a gente passa por várias experiências agindo como filho pródigo, né, desconectado da lei do pai. Isso vai cristalizando de acordo com a qualidade vibratória, eh, vai cristalizando esses núcleos. E André Luiz fala muito bem isso no no livro Evolução em Dois Mundes, né, no capítulo Prédisposições Mórbidas, que a negatividade das experiências criou esses quistos de energia que vão se alojar no nosso ser multidimensional de acordo com o simbolismo, como as experiências ligadas a às nossas faculdades psíquicas, né, ao nosso raciocínio, ao nosso sentir, ao nosso pensar, são comandadas pelo chakra coronário, né, o sétimo chakra e pelo O sexto chakra, o chakra frontal. Então, a lesão, a obstrução da circulação de energia nesses chakras vão afetar justamente o perespírito na área correspondente. Isso se sucedendo sem que a gente desperta a nossa consciência no sentido de fazer os repartos necessários, de fazer os reajustes, vai se configurando na doença que pode ter origem em várias reencarnações, pode ter origem reencarnações recentes. Então, claro que isso vai variar, não vai ser igual em todos os pacientes, assim mesmo, assim como a gravidade da doença não é igual em todos os pacientes. a gente pega 10 pacientes esquizofrênicos e a gente vai ver diferença de evolução, diferença de comportamento, né, na
, assim mesmo, assim como a gravidade da doença não é igual em todos os pacientes. a gente pega 10 pacientes esquizofrênicos e a gente vai ver diferença de evolução, diferença de comportamento, né, na própria espiritualidade com relação inclusive a à questão da cura, a depender também da do momento espiritual do indivíduo, a depender das suas aquisições, a depender, digamos assim, do ambiente familiar que eles se insere, ele pode, nessa existência sair com o que a gente chama de estabilização da psicose. O que é estabilização da psicose? A pessoa não ter mais, digamos assim, não ter mais crises, não ficar mais naquela fase de desconexão, desorientação, agitação, alucinação e ter uma vida equilibrada. Por exemplo, tem pessoas que eu acompanho há mais de 20 anos, elas têm um diagnóstico, elas se internaram em vários hospitais psiquiátricos, todos daqui do estado se internaram inclusive em hospitais como André Luiz, eh, lá em Belo Horizonte e tomando inicialmente várias medicações, essas medicações, inclusive as mais pesadas, as mais antigas, e que ao longo do tempo essas pessoas fazendo um tratamento integrado, tratamento integrado esse recomendado inclusive Inclusive no livro Orientações Terapêuticas de Joana de Angeles, onde é preciso além do tratamento medicamentoso, cuidando do corpo biológico, é necessária as psicoterapias. Essa psicoterapia vai depender do perfil do paciente também do profissional, né, da abordagem do profissional. Então, as psicoterapias para cuidar do campo emocional e do campo mental e do campo existencial do ser, é preciso que o profissional estimule esse ser a fazer um processo de reforma íntima. Não importa a religião, nem do profissional, nem a religião do paciente. Lógico que a gente, com o conhecimento que a doutrina espírita nos possibilita, é mais fácil a gente compreender isso, é mais fácil aprofundar isso. Há diferença nisso. E por que que eu digo que há diferença? Porque quando no começo do livro No Mundo Maior, quando tem uma reunião onde
s fácil a gente compreender isso, é mais fácil aprofundar isso. Há diferença nisso. E por que que eu digo que há diferença? Porque quando no começo do livro No Mundo Maior, quando tem uma reunião onde Eusébio vai se apresentar, Eusébio, ele também cuida da parte dos transtornos mentais e é um ser acima inclusive de caldeirado lá no mundo espiritual. e ele vai dar uma palestra onde se reúnem pessoas, os estudiosos da mente. E é interessante a pontuação quando eh eles colocam que naquele grupo tinham que ser pessoas, não podiam ser qualquer pessoa, tinham que ser pessoas espiritualistas das diversas correntes espirituais, mas era preciso que elas cuidassem da dimensão espiritual do ser, que elas que elas eh, digamos assim, vivenciassem a sua espiritualidade, que elas estudassem a questão da espiritualidade. Não são só espíritos. a gente sabe que existem várias correntes de que eh no mundo que estuda a questão da espiritualidade, mas não podiam ser pessoas, digamos assim, pragmático, mas pessoas discrentes, pessoas que não entendessem eh a eternidade da vida, que não entendessem a lógica da reencarnação, porque aquele momento de Eusébio com eles era muito importante e ele queria um melhor aproveitamento dos participantes. Então isso, essa fala de caldeirário em referência à exigência de Eusébio que os alunos que vão assistir a palestra dele no mundo espiritual, alunos esses encarnados e desencarnados, porque a gente na condição de encarnado pode ir através do desprendimento no momento do sono, teriam que ser espiritualistas e que vivenciassem a espiritualidade, né? essa dessa conexão com a dimensão espiritual, isso nos mostra que realmente assim há uma diferença. Essa diferença inclusive que a Merontuou bem e que André Luiz aponta no livro Evolução em dois mundos, aponta no livro Nosso lar, quando fala que no futuro é a ciência vai estar integrada a questão da espiritualidade para melhor aprofundar não só no conhecimento, no diagnóstico das doenças, como também na questão
ivro Nosso lar, quando fala que no futuro é a ciência vai estar integrada a questão da espiritualidade para melhor aprofundar não só no conhecimento, no diagnóstico das doenças, como também na questão terapêutica. E aí J deeles fala desse processo da reforma íntima. E a gente espírita sabe quanto é importante o processo da reforma íntima. Mas alguém poderia questionar, mas a gente vai, por exemplo, convidar um esquizofrênico, estimular um esquizofrênico grave para trabalhar sua reforma íntima, vai convidá-lo para o trabalho voluntário? Sim, que é outra coisa que a Jana deângeles aponta, a importância da laboterapia, sabe, deles fazerem um trabalho, de preferência, um trabalho voluntário. Isso é possível, sim, gente, é possível, porque eu tenho acompanhado casos de pessoas com esquizofrenia crônica mesmo, que não tem cura nessa reencarnação. A maioria dos casos não tem cura. né? Não vou dizer que 100%, porque a gente sabe que de repente alguém pode estar fechando o seu processo da esquizofrenia, né? essa vida já vinha com outras reencarnações com a esquizofrenia, de repente fechou fechou, digamos assim, finalizou o processo de depuração, porque a doença ela vem como a oportunidade de depuração do nosso interespírito e ao mesmo tempo de convite à resignação para que a gente reveja as nossas atitudes e a gente reformule as nossas atitudes, faça esse caminho de volta, o caminho do filho própo. Sim, quero emendar com uma pergunta, tá? Sim, quero emendar aqui pro com uma pergunta da Laila. A Laila diz o seguinte: "Cadê Laila? Ah, achei a Laila aqui. A pergunta da Laila é a seguinte: "Doutora, e quando o doente não aceita intervenção de equipe médica ou ajuda do tratamento espiritual? O que fazer? Aí é um desafio, né? Infelizmente as pessoas que cuidam desse doente, normalmente ou por muito amor, porque uma pessoa assim pode vir numa família por necessidades cármicas, porque aquela família é comprometida com aquele ser, foi corresponsável com as atitudes equivocadas do passado, mas também pode
porque uma pessoa assim pode vir numa família por necessidades cármicas, porque aquela família é comprometida com aquele ser, foi corresponsável com as atitudes equivocadas do passado, mas também pode ser uma família que tenha muito amor por aquele ser e que resolveu ajudá-lo. vai precisar de mais amor ainda, de mais paciência, porque mesmo no caso, por exemplo, pegando o caso de Fabrício, né, que a gente tá usando ele como referência na André Luiz pergunta se por por a intervenção, porque eles estavam ali se ele não vai ser curado. Olha que interessante. E olhe que o que defragou a esquizofrenia foi nessa existência, né? Aí é quando o Caldeiraro responde que eles estavam ali fazendo uma intervenção no sentido até para evitar que a loucura se agravasse mais, que ele está, digamos assim, entrasse naquele estado como, não sei se vocês lembram, o caso do lunático gadareno, porque tratar obsessão, tratar esquizofrenia com obsessão não é uma coisa da gente psiquiatra, começou com o Cristo, né? O Cristo chega na cidade de Gadara e encontra lá o lunático gadareno que já tava morando no cemitério completamente possesso, completamente desorientado, arrebentava correntes e ninguém conseguia contê-lo. Sem cuidado com as higienes, com a higiene, com a aparência pessoal, vivia realmente eh ao abandono, né? E aí o que acontece? Esse é um caso, na verdade, de mistura, né? Nesse caso, a associação, ele tinha a esquizofrenia crônica e tinha um processo obsessivo grave, onde mais de 2000, 2000 entidades que Jesus, inclusive eles vão para os porcos, né? Os porcos são, digamos assim, sacrificados em prol da cura de desse desse ser. E Jesus consegue curá-lo, não é claro. Jesus com toda a sua capacidade de espírito puro, superior, com toda a amorosidade, toda referência máxima em termos de amor e de também de capacidade de manipulação dos fluidos. Mas o que o o que é que a gente o o eh o que é que a gente pontua nesse caso? Que tem casos que a pessoa não quer. Infelizmente a gente não pode fazer nada. Tem casos que
e de manipulação dos fluidos. Mas o que o o que é que a gente o o eh o que é que a gente pontua nesse caso? Que tem casos que a pessoa não quer. Infelizmente a gente não pode fazer nada. Tem casos que a pessoa quer se submete a todos os tratamentos possíveis, mas passa o resto da existência, claro que ameniza o sofrimento, mas a gente sempre percebe um sintoma residual. Tem pessoas que inclusive conseguem um comportamento melhor. Tenho pacientes que eu digo: "Olha, você que tem um diagnóstico de esquizofrenia, você é a pessoa mais equilibrada da sua família do que não tem diagnóstico, mas não tem esses casos. são pessoas que adentraram na casa espírita, ingressaram nos estudos, ingressaram no trabalho voluntário, inclusive hoje, passado não sei quantos anos, né, pessoas que a gente acompanha há mais de 20 anos e essas pessoas hoje servem, inclusive, digamos assim, quando um deles está desequilidado, elas vão em busca, vão pedir, mas mas fulana, eh, eu vim conversar com você porque eu percebo que você hoje é quem tá tá podendo dar conselho. Então a gente vê pessoas que não têm diagnóstico de doença nenhuma e agindo de forma mais desorganizada na vida, uma vida existencial mais desorganizada do que aqueles que tm um diagnóstico de esquizofrenia. Então é possível você ter a doença, não se livrar da doença, porque é uma doença crônica. Em regra, em tese, ela não tem cura, né? Respond respondendo a uma das perguntas, mas a gente sabe que nos planos de Deus a gente não tem a palavra final. Na psiquiatria clássica, ela não tem cura. E com os recursos que a gente tem, por mais que se utilize, se melhorou muito a vida dos doentes portador desse desse transtorno, como eu disse, eles podem trabalhar, podem ter filhos. Eu vejo pacientes que cuidam melhor dos seus filhos, mesmo com diagnóstico de esquizofrenia, do que do que pessoas que são inclusive profissionais da área, certo? Da área da da da psiquiatria, da psicologia. Eu já cheguei para ela dizer: "Olhe, você educa seu filho melhor do que eu, viu?
nia, do que do que pessoas que são inclusive profissionais da área, certo? Da área da da da psiquiatria, da psicologia. Eu já cheguei para ela dizer: "Olhe, você educa seu filho melhor do que eu, viu? Eu que sou psiquiatra, psicanalista. Juro que você tem se conduzido com a sua filha melhor do que eu. Já disse isso para uma paciente minha e verdade, educou a filha como ninguém. Sabe aquela coisa assim? Hoje é uma coisa linda. A filha se formou e a filha quem mantém ela sabe porque antes ela era mantida pelos pais, os pais desencarnaram e depois a filha hoje é quem cuida dela. É ela, claro que ela tem também o benefício dela, mas existe um cuidado da filha com ela. Vários casos desse eu encontro quando o paciente reconhece a sua limitação, porque é preciso que o paciente reconheça sua limitação, e ele aceita o tratamento integrado. Nesse tratamento integrado inclui a psicoterapia, inclui o tratamento espiritual, inclui a bioenergia. Inclusive Jonas de Angângeles aponta isso para a importância das terapias bioenergéticas. Por quê? Porque as doenças elas provocam desarmonia no nosso corpo energético. Na verdade, o corpo físico é o último estágio da condensação da energia. antes da do corpo estar afetado, houve eh comprometimento no nosso corpo energético e as terapias bioenergéticas, no caso, nas casas espíritas, nós temos o passe, temos água fluidificada, né? Mas o, mas aí como tem uma das questões, tipo assim, e quando a pessoa não é espírita e quando a pessoa jamais é uma casa espírita, a gente pode trabalhar a pessoa no sentido de fortalecer a personalidade dela, de fortalecer o ego dela, a gente pode orar por ela. Existem pesquisas mostrando isso em vários hospitais, Estados Unidos, no Brasil, que oração intercessória. Até sem o paciente saber, tem feito pesquisas assim, o o pessoal está lá na capelania do hospital orando e o paciente não sabe que tem alguém orando por ele e esses pacientes que recebem oração intercessória, eles têm um prognóstico melhor. Então, nem sempre
essoal está lá na capelania do hospital orando e o paciente não sabe que tem alguém orando por ele e esses pacientes que recebem oração intercessória, eles têm um prognóstico melhor. Então, nem sempre nosso paciente, a gente tem um, digamos assim, uma permissão. Vai que você atende o paciente, eu já tive pacientes testemunha de Jeová, eu tenho pacientes que se dizem ativo, eu tenho pacientes é de diversas religiões e nem todos eu vou orientar encaminhar para um centro espírita. eu vou dentro dos recursos que ele tem acesso, eu vou orientar nesse sentido. Mas eu digo, olha, existe uma terapia onde as pessoas tocam a mão em você eh nos lugares eh eh de energia, nos lugares de circulação de energia que você melhora. Uma terapia de relaxamento. Quando a pessoa não pode nem ouvir falar de energia, que tem gente que quando se fala energia já acha logo de associa espírita. Eu digo, existe uma terapia de relaxamento bem suave e que você vai melhorar. Aquela terapia pode ser, por exemplo, um ha, porque você pode dar umake sem tocar na pessoa, né? E aí coloca uma música. Aí eu sugiro músicas de alta frequência, por exemplo, músicas de frequência de 500 Hz, que essas músicas purificam o nosso coração e facilitam para que a gente desenvolva capacidade de amar. Músicas com frequência em torno de 600, 700 Hz. Essas músicas, elas inclusive provocam eh, digamos assim, transmutação das energias densas até no nosso corpo físico. Então você alia rosoterapia, você ali relaxamento e essa pessoa vai entrando sem perceber em contato com a sua dimensão espiritual, vai cuidando desse lado. Não tem que ser espírita, não tem que ser católico, não tem que ser protestante. É preciso que a gente respeite a individualidade desse ser. Aqueles que aceitam conectar-se com a sua essência espiritual, essas pessoas a gente observa o melhor prognóstico, a gente observa uma melhora e aí, por exemplo, vai se evitar que elas adentrem a vida espiritual desequilibradas, como a gente vê caso citado por Inácio Ferreira, que
nte observa o melhor prognóstico, a gente observa uma melhora e aí, por exemplo, vai se evitar que elas adentrem a vida espiritual desequilibradas, como a gente vê caso citado por Inácio Ferreira, que a pessoa tem esquizofrenia aqui, passa uma vida desequilibrada aqui, desencarna, chega lá desequilibrado, chega inclusive a se submeter. até foi até uma surpresa para mim quando eu soube que lá no plano espiritual, nos hospitais, em alguns casos é necessário utilizar eletro e aí essas pessoas passam a vida, eh, passam o espaço entre vidas no mundo espiritual, se tratando nos hospitais psiquiátricos, né, com alta tecnologia, nem se compara a nossa aqui na Terra, nem se compara a do mundo espiritual, mas tem casos que nem se tratando nos hospitais da espiritualidade, a pessoa se curam e o o comprometimento cármico é tão grande que ela volta para a reencarnação seguinte, ainda precisando passar pela doença da esquizofrenia. Então vocês vem como é complexo, vai variar de pessoa para pessoa. Verdade. Muito bem. O nosso tempo já tá aqui, né, se esgotando. Regina, você tem uma mais uma perguntinha aí. A gente pode fazer uma pra Mari responder e uma outra paraa Dra. norma responder aí assim aí tem que ser uma resposta mais curtinha porque o nosso tempo já tá se esgotando. É, eu tenho uma pergunta paraa Mary J. De vez em quando a gente vê alguns dirigentes mediúnicos dizerem que determinada pessoa precisa trabalhar mediúnicamente para ficar boa. E são pessoas que na realidade estão vivenciando já há bastante tempo o processo da esquizofrenia. Aí eu te pergunto, esquizofrênico pode ou deve trabalhar mediunicamente? Causa algum prejuízo maior para ele? Eh, excelente, Regina, é sua pergunta. Eh, o espírito reencarnado, no caso, vivenciando uma experiência com a esquizofrenia, uma experiência expiatória, diga de passagem, de alta perturbação íntima e e com acessos, obsesso, acesso assédio obsessivo, ele precisa de assistência e não ir para uma reunião mediúnica, aonde ele seria colocado nos
xpiatória, diga de passagem, de alta perturbação íntima e e com acessos, obsesso, acesso assédio obsessivo, ele precisa de assistência e não ir para uma reunião mediúnica, aonde ele seria colocado nos braços dos espíritos obsessores. Colocar o indivíduo em desequil dentro de uma reunião mediúnica é entregar ele nos braços dos obsessores. Nós vamos trabalhar um trabalho, fazer uma reunião, ir para uma reunião mediúnica, trabalhar, mas precisamos estar nos esforçando para dar o nosso melhor. Nós não vamos, porque nós estamos doentes, obsidiar de forma alguma. Nós temos que trabalhar para auxiliar a espiritualidade dos nossos das nossas questões. Algumas pessoas eh imaginam ainda nos dias atuais que a reunião mediúnica é para ajudar os irmãos sofredores desencarnados. Isso é um equívoco, gente. Esse não é o objetivo principal da reunião mediúnica. O objetivo principal da reunião mediúnica, tá lá é Kardec, viu gente? O objetivo principal da reunião mediúnica é a instrução dos seus participantes. Os seus participantes instruídos, trabalhando pela sua saúde espiritual, aí eles vão ter melhores condições de auxiliar aos espíritos que encontram-se em sofrimento. É inverso. Então, não é um bom, uma boa escolha que essas pessoas que vivenciam essa experiência tão difícil vão para um trabalho mediú. OK. Mais uma aí, Regina, pra doutora Norma. Tem para fechar aqui, na realidade daria mais um seminário, mas ela tem poucos minutos. Doutora Norma, a esquizofrenia é mais comum no gênero masculino ou feminino. Os hormônios têm alguma influência na eclosão da doença? os distúrbios metabólicos, né, eles tanto doenças e outras doenças não só endocrinológicas como outras doenças metabólicas podem desencadear o processo, facilitar, assim como o estresse psicológico, sabe? questões na na existência do sujeito podem ser desencadeadores, mas quando, por exemplo, quando a gente percebe que passou o distúrbio, que normalizou os hormônios, normalizou a doença metabólica, mas persiste. Se você
stência do sujeito podem ser desencadeadores, mas quando, por exemplo, quando a gente percebe que passou o distúrbio, que normalizou os hormônios, normalizou a doença metabólica, mas persiste. Se você percebe que na na história do sujeito ele já tinha determinados comportamentos sugestivo de que poderia desenvolver a doença, a gente deixa eh deixa de ser uma doença secundária, uma condição médica está lá no DSM5 e passa a ser realmente uma esquizofrenia cuja doença foi apenas um fator cuja doença orgânica foi apenas um fator desencade, como por exemplo um processo endocrinológico, um processo metabólico. Com relação à questão da à questão do gênero, isso na verdade não existe muita diferença, certo? Anto, a gente vê eh atinge média de 1 a 2% da população, mas isso é variável, é bem distribuído eh no gênero masculinino, no gênero feminino, nos diversos gêneros que a gente hoje quando vai se falar, não se fala só em gênero masculino e feminino, mas tem outros gêneros também. Então isso é uma coisa que é bem distribuída. OK? Então gente, olha, nós vamos precisar fazer, né? Eh, parte dois. A parte dois vamos precisar fazer porque tem muitas perguntas aqui, né? Então, essa foi a parte um, depois a gente combina para fazer a parte dois. Esquizofrenia, quando é obsessão. Parte dois. Doutora Norma, muito obrigada por a senhora atender o nosso convite. Alegria imensa tê-la aqui conosco. Então, numa outra oportunidade nós teremos oportunos um pouquinho mais a respeito desse assunto. Muito obrigada, doutora. Nós a quem agradecemos a oportunidade e a honra, né, o privilégio que eu considero a gente poder trabalhar na Seara do Cristo. Eu costumo dizer hoje que para mim assim, no meu currículo como profissional é o que mais conta peso, sabe? É poder trabalhar nessa seara. As outras empresas são pequenas, a grande empresa é a empresa do mestre e pra gente a gente sabe a felicidade que nos proporciona, o enriquecimento, a troca, não é? Todos crescem, né, com esses encontros, porque isso nos instiga
nas, a grande empresa é a empresa do mestre e pra gente a gente sabe a felicidade que nos proporciona, o enriquecimento, a troca, não é? Todos crescem, né, com esses encontros, porque isso nos instiga a nos tornar melhores, a traz a responsabilidade do compromisso de estar nessa seara, trabalhar nessa seara. Então, o compromisso de tá ouvindo o que Kardec diz, né, que o o verdadeiro espírito ele tem que estar ali procurando a cada dia que seja se tornando um pouquinho melhor que seja do que o dia anterior. Então, a gente tenta fazer esse exercício diário e fora que profissionalmente também a gente se enriquece porque a gente está sempre procurando estudar para poder compartilhar as nossas experiências. Então, a gratidão é imensa, sabe? Só tem a dizer, finalizar dizendo gratidão, gratidão, gratidão. Boa noite a todos e gratidão a todos que estão conosco nesse momento, né, que estão, se não tiver, se não tiver quem nos ouça também. Então, na verdade é uma rede, né? Gratidão a toda a rede que se forma num trabalho desse. É isso. A gratidão é recíproca, doutora Mary. Nossa gratidão também, querida. Que bom que você tá aqui conosco. Ô, Marcilene, gratidão é minha, né? A palavra de ordem hoje é gratidão, né? Eh, por essa oportunidade. Então, gratidão a você, Selena, querida Regina, né? Carinho todo especial por essa pessoa linda, enorma, que conheci tão recentemente, mas a gente já tem um bom relacionamento, né? Dois trabalham juntas. Que privilégio, né? E é realmente um privilégio conversar sobre esse tema tão profundo que nos obriga a nos debruçarmos nas obras sérias para melhor nos compreender e compreender o nosso próximo e assim auxiliar a todos, né? E nesses dias de tanta comoção emocional, de tantas situações eh complexas que nós vemos vivenciando e temas como esse vem auxiliar a família como um todo. E não esquecer jamais, permita-me essa divulgação. Não vou nem mostrar o livro agora, né? espírito Camilo, do mentor espiritual de Raul Teixeira, quando ele diz que o plano de Deus para a
omo um todo. E não esquecer jamais, permita-me essa divulgação. Não vou nem mostrar o livro agora, né? espírito Camilo, do mentor espiritual de Raul Teixeira, quando ele diz que o plano de Deus para a redenção da humanidade é a família. Então, todo esclarecimento para que auxilios nesse processo que ajude a família a melhor vivenciar a experiência familiar e e ajudar nesse processo de felicidade é válido. Então assim, a equipe de você, parabéns à federativa por escolher esse tema e gratidão pela oportunidade de colaborar com esse momento. Que Jesus abençoe a todos os ouvintes, né, esse momento que nos acompanham e que nos alegram com a participação e incentivo. Ol, eu acho que Meir abandonou a psiquiatria. Vocês não acham que Meir abandonou a psiquiatria? Não, eu estou desconfiada que ela acho que é ocupar. Eu acho que eu devo ter vivido a esquizofrenia. Pode ser isso, viu? Fui muito boa também. Eu só por aí. Eu eu eu prefiro fazer na aposta que você foi psiquiatra em reencarnação recente, viu? Porque tá muito muito pouco. Mas se não for ainda tá tempo, Mary. Vai fazer o curso que ainda dá tempo. Regina querida, e você pra sua despedida e agradecimento às meninas, aí você podia aproveitar emendar com a prece final. Pode ser. Tá bom. Bom, na nossa parte também só temos agradecer. É sempre uma alegria poder participar desses momentos. É um aprendizado muito grande que a gente vai construindo a cada live, a cada participação. Um abraço grande aí pra Mary e paraa Norma. Então disse e aguardar a próxima, né, a parte dois, ainda aproveitar para fazer a nossa prece e nesse momento poder agradecer a Deus, agradecer por tudo que a vida nos permite vivenciar, agradecer a oportunidade do trabalho, rogar Jesus por cada irmão que esteve conosco. conosco nessa nesse final de dia, rogar as bênçãos necessárias para cada família que esteja vivenciando, seja o processo obsessivo, seja uma depressão, um transtorno mental, que o Mestre Jesus possa derramar o seu bálsamo de amor, tocando todos os corações, aliviando
cada família que esteja vivenciando, seja o processo obsessivo, seja uma depressão, um transtorno mental, que o Mestre Jesus possa derramar o seu bálsamo de amor, tocando todos os corações, aliviando todas as dores, ajudando a cada um de nós a atrapalharmos os nossos pensamentos, a trabalharmos os nossos sentimentos, buscando sempre a melhoria. Que Jesus continue conosco, nos amparando e nos fortalecendo durante toda a semana. Graças a Deus. Graças a Deus. Gente, nós estamos encerrando. Profundamente agradecidos pela participação de todos. Muito bom estar com vocês. E um aviso, gente, no próximo sábado a live da FEDEF vai ser às 19 horas, tá? A partir do próximo sábado, sempre às 19 horas, OK, pessoal? Muito obrigada. Boa noite. Que Jesus permaneça sempre nos nossos corações, nas nossas mentes. Obrigada a todos. Teremos quem no sábado que vem? Ah, Dr. Carlos Alberto Santiago. Olha só. Carlos Alberto Melo Santiago. Exatamente. Muito bom. Lá da região da doutora. Tchau, gente. Até mais. Fiquem com Deus. Tá. Você que colaborou conosco, a gratidão. Você que ainda não colaborou, tem a oportunidade de colaborar com a FEB TV para que ela cumpra a sua missão, que é divulgar o bem, que é divulgar a esperança, que é divulgar o Cristo através do Espiritismo. Muito obrigado a cada um de vocês. Nós agradecemos de coração. Uh.
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