LIVE | deFEMda-se - A MULHER EM ISOLAMENTO

Comunhão Espírita de Brasília 29/06/2020 (há 5 anos) 1:32:26 687 visualizações

TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

e aí e aí o olá pessoal boa noite estamos aqui mais uma live do domingo tá com meu espírito de brasília hoje um parceria com essa grandiosa tv 7 que abriga todos nós esse é um grande coração espírita então a live de hoje trouxe mulheres super poderosas já discutir o papel da mulher nessa pandemia e eu vou começar a chamar de uma é um prazer estar aqui com vocês agradecemos demais a participação a como eu espírita de brasília tem promovido lives aos domingos pelo instagram e quando é mais de um convidado a gente faz excelente parceria com a nossa querida tv 7 então vamos chamar a jornalista da comunhão espírita de brasília também nossa querida voluntário isabel carvalho oi val tudo bom querida saudade é ele tá feia e agora vamos chamar a promotora de justiça do goiás gabi o charlie e ela vai falar à noite gabriela veio tudo bem muito bem vindo aqui o nosso obrigada muito obrigada pelo convite valesca é uma honra para mim participar dessa mais vamos chamar nossa querida psicóloga mariana braga que vai fazer uma abordagem muito legal aqui boa noite mariana tudo bem querida boa noite valesca tudo ótimo obrigada pelo convite um super prazer estar com vocês e agora nossa querida paula uchôa psicóloga e neurocientista pernambuco espírita oradora maravilhosa meiga tudo bom paula seja bem-vinda tudo bom valesca gratidão imensa e um prazer conhecer as meninas aí a mari a isabel e a gabi é meu prazer é nosso em oi gente vamos lá é o seguinte eu trouxe convidados aqui depois da isabel ela vai dar umas explicações sobre nossa transmissão onde é que tá acontecendo quem quiser acessar o canal também e sobre as perguntas que vocês vão poder fazer pelo youtube da comunhão pelo youtube da tv net tá bom é o fórum brasileiro de segurança pública fbsp destaca que os casos de feminicídio cresceram 22 por cento entre março e abril deste ano em doze estados do país intitulado violência doméstica durante a pandemia do convite 19 o documento tem como referência dados coletados nos órgãos de segurança dos estados

ntre março e abril deste ano em doze estados do país intitulado violência doméstica durante a pandemia do convite 19 o documento tem como referência dados coletados nos órgãos de segurança dos estados brasileiros bom então vamos lá desde 9 de março de 2015 para quem não sabe a legislação prevê penalidades mais graves para homicídios que se encaixam na definição de feminicídio ou seja que envolvam violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação a condição de mulher os casos mais comuns desses assassinatos ocorrem por motivos como a separação ea gente nunca vi tanta separação como nessa pandeirinho vários países não é só no brasil então cada uma das nossas queridas cor dadas vai dar a sua opinião dentro das toalha sempre a luz da nossa querida e amada doutrina espírita porque todos nós somos espíritas e a gente tem os dados aqui muito feio né e 12 mulheres são assassinadas todos os dias em média no brasil foram 4.473 homicídios dolosos em 2017 não muito 16,5 por cento rio 2016 então só veio aumentando gente e para começar vamos para a nossa isabel das orientações nossa linda jornalismo boa noite gente é um prazer estar aqui com vocês de falar de um tema que é difícil mas precisa ser falado que se precisa ser comentado e é necessário é a gente aponta dados saber mais informações de como proceder é por isso que vocês são muito bem-vindas para falar de um assunto no qual a gente não tem propriedade vocês têm e quem quiser acompanhar além de acompanhar pelo youtube da comunhão também pode acompanhar pela tv set e também pelo facebook da comunhão então ele está sendo transmitido simultaneamente nesses três canais e aí eu retorno agora a palavra para valesca de novo ah tá bem então vamos começar com a nossa querida paula uchôa espírita moradora paula você tem um projeto também regeneração regeneração regenerações na pandemias é isso que amanhã até tocar dico emoções na regeneração a gente está me ouvindo baixo a emoção a regeneração o nome do programa o que de ouvir agora assim como

ão regeneração regenerações na pandemias é isso que amanhã até tocar dico emoções na regeneração a gente está me ouvindo baixo a emoção a regeneração o nome do programa o que de ouvir agora assim como é que você tá vendo paulo a partir dos seus programas e das suas palestras como orador espírita como é que tá essas emoções durante esse período tão difícil todo mundo a gente nota que tu mais é aquele brado ao menos aquele brado todos estamos sofrendo transtornos emocionais né nesse isolamento e eu queria que você falasse um pouco sobre isso ponto de vista emocional e espírita bom então valesca é essa semana eu tava lendo uma pesquisa recente né que saiu agora da universidade do rio de janeiro dizendo eles tentaram ver como é que andava à saúde mental das pessoas durante a pandemia e aí eles entrevistaram pessoas em 23 estados brasileiros dessas pessoas eles avaliaram o estresse pós-traumático depressão ansiedade e chegaram à seguinte conclusão a gente teve sim o aumento destes transtornos a depressão aumentou em cinquenta por cento lembrando porque antes da pandemia nós já estávamos com a pandemia nacional do mundo no mundo né a depressão estava assim ah é assustadoramente em vários lares então as é sim o aumento durante a isolamento social e anuncia haddad acompanhado com o stress aumentou em oitenta por cento essa pesquisa recente foi feita online pelas da cidade do rio de janeiro e quais são as comorbidades o que que acontece quando se fala de um aumento da depressão principalmente da ansiedade e é muito comum e também a ansiedade antes da pandemia já era gritante no nosso país brasil é considerado o segundo ao inss como o país onde residem as pessoas mais ansiosas do mundo então a gente tempo e aí vamos dizer assim durante a pandemia quando a gente fala de comorbidade a gente também aumentou o estatística eu digo que é uma mobilidade social que estão das separações e da violência doméstica porque isso também reflete o estado emocional reflete e como você lida com as pessoas que é a

mentou o estatística eu digo que é uma mobilidade social que estão das separações e da violência doméstica porque isso também reflete o estado emocional reflete e como você lida com as pessoas que é a contragosto não enfim fazem parte do mesmo ambiente ali ó nós precisamos ficar no mesmo ambiente então o brasil teve sim o violência doméstica e teve aumento nos casos de separação mas o outro dado e me chamou atenção foi durante a pandemia por incrível que pareça aumentou também o número de novos relacionamentos às vezes foi se separaram mas logo em seguida pela carência pelos medos pelas faltas elas acabaram se envolvendo com outras pessoas e constituindo outros relacionamentos isso também me chamou a atenção a nossa complicado né querida mariana braga bem vinda que seja muito disciplinada paula só uma coisa seu áudio e o seu vídeo tá travando um pouco para você estar também da paula e para mim não para mim tá uma beleza é travando para mim aparece normal acho que tá travando travou travou melhor cair voltar aqui sai e volta tá mariana quidotti sábio você como psicóloga e atende diversas faixas etárias né como é que você tá vendo essa questão aí nos relacionamentos da depressão da ansiedade nessa isola mesmo sem valesca antes disso só dizer que a a visão do espiritismo eu vou de ver que toda vez que alguém perguntar alguma coisa eu peço para perguntar para minha mãe para alguém da minha família eu não tenho esse conhecimento da doutrina então eu vou falar aqui pensando na abordagem da psicologia e mais precisamente no campo da psicoterapia que é onde eu trabalho já deixa que eu me formei é bom as pessoas estão vivendo isolamento e tô vendendo a pandemia de formas diferentes cada uma né muda muito de acordo com as suas condições materiais mudam óleo é o mesmo é o mesmo vírus tanto que a gente chama de pandemia ele tá espalhado pelo mundo mas ver como tem diferença entre os países né diferentes nações lidando com esses resultados diferentes dependendo de como elas estão abordando de qual é a

hama de pandemia ele tá espalhado pelo mundo mas ver como tem diferença entre os países né diferentes nações lidando com esses resultados diferentes dependendo de como elas estão abordando de qual é a política pública delas a respeito disso de como é como é que a sociedade se organiza como é que a sociedade aprendeu a viver situações de dificuldade né então isso também aparece nas diferenças individuais das pessoas não a mesma cultura aqui no brasil a gente tem pessoas vivendo a mesma pandemia mas a reagindo à ela de formas diferentes também por terem condições materiais muito diferentes têm que esteja em casa no home office lidando com privações claro e elas tenham um impacto emocional com certeza e aí a cada uma entrou na academia como era o seu estado antes de entrar nela mas daí é diferente para quem tá na academia e deu emprego para quem tá na pandemia numa casa tendo que acumular as funções de funcionária de algum lugar então de sua própria chefe mais de trabalhadora e de mãe e de auxiliar os filhos assistirem aulas online também e os cuidados com a casa então a gente não tá trabalhando de casa a gente está trabalhando com a casa são muitas coisas se acumulando então depende tem um monte de diferenças entre as pessoas que têm impacto sobre os stents né mas o que interessa que a gente está vivendo um período de ansiedade prolongada e de estresse agudo isso tem efeito das pessoas mas é lógico que é preciso levar em conta as condições materiais e relacionais de cada pessoa quer dizer como é que elas estão se virando né tem conhece o pessoas que são geralmente bastante preocupadas e e pede a gente pode dizer que um padrão ansioso mas também então uma certa sensação de controle tô conseguindo manejar as coisas também uma condição confortável material há casais que diante de crise se organizam de uma forma mais pacífica então é só assistir trazias de cada pessoa de cada caso de cada casal mas de uma forma geral hospital afetados por isso é lógico se você está se relacionando com a

organizam de uma forma mais pacífica então é só assistir trazias de cada pessoa de cada caso de cada casal mas de uma forma geral hospital afetados por isso é lógico se você está se relacionando com a realidade do perigo das coisas você está mais ansioso do que uma pessoa por exemplo que nega a gente nós estamos vivendo uma crise que é um perigo real o fit né gabi posso chamar a vida é que carinhosamente está me ouvindo que vem já estão chegando perguntas aqui e lá na no youtube da comunhão é nesse ponto de vista as meninas falaram do ponto de vista das relações do emocional do estresse da ansiedade que a gente vai aprofundar daqui a pouco você como promotora de justiça tão jovem e como é que você está vendo o que é que tá acontecendo de perto assim cruamente com a mulher principalmente nesse período porque já vi a gente já tem esses absurdos contra mulher e doméstica né mas só contra mulher contra crianças e sim e agora só quando de vestido direito assim como é que você tá enxergando essa realidade o que pode estar sendo feito o que vocês estão fazendo como justiça para acolher esses corações e essas famílias e proteger as mulheres e é valesca uma coisa que me chamou muita atenção nesse período você fez a leitura dos dados iniciais e destacou que o número de feminice eles aumentou mas por outro lado em muitos estados como foi o caso de goiás o número de pedidos de medidas protetivas diminuiu nesse período isso não significa que as mulheres estão sofrendo menos violência significa que nesse período elas estão com dificuldade de pedir ajuda então é é nesse ponto que eu acredito que o judiciário o ministério público precisam entrar forte na não só na atuação quando a gente recebe os casos de violência mas na conscientização de como as pessoas como essas mulheres podem pedir ajuda e esse é um dos pontos que eu queria destacar existem as formas da mulher se defender dentro de casa e com pessoas da família que seria por exemplo é tem uma pessoa de confiança uma amiga se alguém da família uma irmã mãe com

e eu queria destacar existem as formas da mulher se defender dentro de casa e com pessoas da família que seria por exemplo é tem uma pessoa de confiança uma amiga se alguém da família uma irmã mãe com quem você possa ter um código de segurança alguma sala porque muitas mulheres ela fala elas tem até os meios de comunicação delas são controlados né os agressores costumam ter as senhas dos aparelhos né do dos meios de comunicação do véu das redes sociais enfim então têm um código com uma pessoa de confiança em que você possa solicitar ajuda sem dizer isso expressamente vamos supor assim mãe preciso daquela receita uma frase que não gere suspeita mas você ter essa forma de avisar que você tá correndo perigo ali naquele momento também dentro de casa evitar qualquer tipo de discussão perto de cozinha principalmente que é um fato que é muito corriqueiro que a gente recebe agressões com os aparelhos sacas é aparelho de cozinha e as mulheres são muito lesionados pois são evitar o tipo de discussão nesses ambientes te cópia dos seus documentos pessoais dos documentos pessoais do seu filho porque é muito comum também que é os agressores com essa tentativa de controlar a a mulher de todas as formas eles ele se apropria nesses momentos dos documentos da mulher para editar que ela sai aquela peça ajuda que ela possa fazer qualquer registro que ela posta pegar um transporte é assim que ficamos para sair do estado para esse que ela necessite né de um documento de identificação é muito comum então é importante que ela tenha essas cópias dos documentos dela e também tem a forma de que outras pessoas também podem usar para pedir essa ajuda que eu vejo que às vezes a pessoa tá vendo que tá acontecendo uma situação de violência e ela não sabe qual o número que ela tem que discar para onde que ela tem que amar então por exemplo se você tá escutando e é que seus vizinhos o dentro do seu prédio tá acontecendo uma situação de violência naquele momento o número que deve ser usado é o 190 que é o da

tem que amar então por exemplo se você tá escutando e é que seus vizinhos o dentro do seu prédio tá acontecendo uma situação de violência naquele momento o número que deve ser usado é o 190 que é o da polícia militar então se a violência está acontecendo naquele exato momento 190 porque a polícia vai até o local vai ser lavrado um flagrante vale a pena não vai ser uma prisão em flagrante se você tem conhecimento de uma situação de violência doméstica de um quadro continua de uma mulher que sofre continuamente violência doméstica mas você não sabe exatamente o momento em que momento vai acontecer aquele flagrante mas você quer que aquela situação seja apurada seja investigada o canal correta o disque 180 que aí por esse e-mail pelo 180 essas denúncia que pode ser feito inclusive de forma anônima ela vai ser encaminhada para as autoridades competentes investigar em aquela situação tem também o sapo olá amigos nick foram desenvolvidos nessa pandemia eles são muito importantes que também são uma forma da mulher ela pode escrever ela não precisa falar então você dá uma forma mais segura dela pedir ajuda da entre eles tem o aplicativo do governo federal que é o direitos humanos brasil e lá tem várias instruções tem os os canais para pedir ajuda para fazer as denúncias e por fim é de uma assim que eu gostaria muito de aproveitar esse momento da live para destacar é a que eu no banho do sinal vermelho cnj né com a fazer as pelo cnj e aí me deu associação dos magistrados brasileiros que é consciente de que a mulher tá com dificuldade mesmo de pedir ajuda eles é orientaram que com qualquer meio seja um batom um esmalte o que a mulher tiver uma caneta a fazer um x vermelho na mão e ir até uma farmácia né com esse x vermelho as a mulher não precisa dizer nada ela pode apenas chegar na farmácia mostrar o sinal na mão dela que ali os farmacêuticos já vão estar orientados sobre a forma de proceder de chamar a polícia de resgatar daquela situação então no dia não podia deixar de

gar na farmácia mostrar o sinal na mão dela que ali os farmacêuticos já vão estar orientados sobre a forma de proceder de chamar a polícia de resgatar daquela situação então no dia não podia deixar de aproveitar esse momento para destacar isso muito legal isso gente porque a violência geralmente deixa a mulher não sua mulher pessoa vítima de abuso de violência criança né mariana pouco sandália deixa a pessoa meio paralisada nela não consegue às vezes reagir ela fica repente da situação nesse que ela vai na rua com abusador ela ela não consegue se expressar e essa história de você fazer assim e tantas porque olha para dentro da mão dela ela faz o xizinho e ela tá mostrando que precisa não é isso engloba todas as classes sociais todas as mulheres todas religiões de todas as idades eu acho muito legal até mulher de jovens também né e isabel você com o jornalista super competente assim e também judiciário e comentário do como espírita de brasília como é que você tá vendo essa situação principalmente agora durante essa pandemia de você como jornalista como é que você tá vendo isso e como espírita porque a gente sabe que eu comi um espírita levou o atendimento fraterno a a tecnologia agora é online até para outros países né você tem percebido o primeiro falado aspecto da comunhão o que eu tenho percebido enquanto jornalista e que eu acabo cuidando das redes sociais e chega muita pedido de socorro né de mulher tô passando por um momento difícil e eu trabalho que tem sido feito na comunhão encaminhar para o atendimento fraterno como se não vê que é uma violência extrema geralmente é muita mulher com depressão e aí acaba chegando outras questões pessoais que provavelmente na hora da orientação individual eles devem ter algum segmento ali dependendo do problema que acontece é em linhas gerais eu eu como mulher eu como jornalista eu vejo muitas pessoas se sentindo sem uma forma de comunicar era até o gancho aproveitar esse gancho da pergunta que é uma dúvida minha enquanto não chegam às

ais eu eu como mulher eu como jornalista eu vejo muitas pessoas se sentindo sem uma forma de comunicar era até o gancho aproveitar esse gancho da pergunta que é uma dúvida minha enquanto não chegam às perguntas por falar nisso gente vocês podem mandar suas dúvidas para o canal lá do youtube da comunhão que até agora a gente ainda só tem uma pessoa que chegou então pode mandar perguntas para aproveitar lá as nossas especialistas e é para paula né as pessoas às vezes ficam com medo de denunciar o povo favor seu agrupou que pode seu pai pode ser o marido porque acha que tá ligado espiritualmente com essa pessoa e que tem que passar por isso porque é como se fosse uma prova e espiação você como psi é psicanalista né paula a sua psicanálise limpeza e colo desculpa e com pesquisador espírita poderia falar a diferença dessa situação e as mulheres elas não precisam aceitar essa situação é por uma questão espiritual ou por uma uma situação reencarnatória o que que você poderia dizer enquanto pesquisador espírita também então isabel é a joanna de ângelis ela tem uma frase muito linda e ela fala justamente sobre esses relacionamentos abusivos ela disse que muitas muitas pessoas e se acomodam na ideia de que existe o carma entre aspas né vamos assim dizer que está presa pela relação e por conta disso elas precisam ficar isso para justificar uma dependência emocional que é isso que se observa muito então a ótica do espírito bom é a gente não reencarnou para sofrer porque eu sofrimento ele ele está de acordo com a dimensão que nós damos a ele porque a gente percebe que existem pessoas paraplégicas presentes a gente tem vários vários casos e pessoas extremamente felizes e que superaram o seu problema então não é o caso do sofrimento do que provou bom então muitas mulheres que estão na relação abusiva elas acham que tem que ficar e precisa resgatar algo reencarnatório e não é se tá doendo gente tem que pedir socorro assim agora não não da psicologia eu vou trazer para vocês uma experiência consultório mundo

m que tem que ficar e precisa resgatar algo reencarnatório e não é se tá doendo gente tem que pedir socorro assim agora não não da psicologia eu vou trazer para vocês uma experiência consultório mundo que eu vivenciam na prática clínica e observo que muitas mulheres elas não sai por essas relações elas não conheceu às vezes não é medo assim muitas têm medo porque eles ameaçam inclusive de morte tá mas também existe o grupo das mulheres e no início do relacionamento eles começam com agressão é psicológica então eles não batem até então eles vão minando eles vão trabalhando a questão meio que dá a fatia na psicologia a gente fala muito sobre usar o terceiro a mari com certeza conhece então o que que ocorre eles dizem que a mulher não nunca vai arrumar um homem como ele que elas são elas não são nada sem ele que não conseguem que não são bonitas e são gordas começa a trazer um monte de rótulos para essa mulher e pela fragilidade espiritual também daqueles e o que existe sim as nossas culpas do passado que nós reencarnamos com elas segundo joanna de angelis e que essas roupas pode ou não desenvolver transtornos psicológicos a dependente de como nós enfrentamos a vida essa é a depender de como nós escolhemos olhar para os problemas da vida então muitas mulheres misturadas com esses sentimentos e se me diga o que essas emoções não gerenciadas e ainda por cima o homem que ela acha que gosta porque amor não é isso amor não é para doer se tá doendo é outra coisa não é amor então se é ela é pensam que amam e que tem que ficar com aquela pessoa e a pessoa minando a sua energia é ela já tá acabam ficando nessa relação a camisa com aparência física o menina porque normalmente essa violência psicológica caminha para isso os estudos mostram isso mas as mulheres ficam na esperança que esse homem rude e que vai aparecer um e o pai e a mãe fale para ele que não sai ela que fica naquele esperança também disse assim ah eu consigo fazer com que ele mude eu consigo fazer com ele só se torna uma pessoa melhor né tem

arecer um e o pai e a mãe fale para ele que não sai ela que fica naquele esperança também disse assim ah eu consigo fazer com que ele mude eu consigo fazer com ele só se torna uma pessoa melhor né tem uma que leva o seu marido nas igrejas para ver se deus dá um jeito né e a gente não consegue mudar ninguém se a pessoa não quiser mudar ilusão então muitas mulheres que estão agora aí nos assistindo mudam não se iludam é tem que tentar olhar para dentro de você e se perguntar o que é que você insiste nesse relacionamento o que é que de bom tem nessa relação o que que você tenha aprendido o que é que tem contribuído para tua vida essas são perguntas que você precisa para fazer porque isso tá muito ligado à dependência emocional e aí pega o da fala da gabi quando a gabi fala assim se você tiver um amigo um parente isso é muito importante para uma mulher que está presa num relacionamento desse mas olha eu estou usando o termo presa mas não no sentido de que ela não tá pedindo socorro porque ela não quer presa bom então é muito importante tem uma amizade para ela se sentir segura para conversar sobre essa relação de alguém essa doenças essas dores isso vai clareando a mente dela vai mostrando que isso tá fazendo mal para ela oi paula chegou uma pergunta aqui a gente aproveitar que ainda tá no assunto do daniel rosa de assis na tv 7 ele pergunta como podemos aconselhar uma companheira de trabalho que se vê na dúvida de separar por opressão do marido no lar em função da pandemias e incentivar a separação e o povo eu vou repetir para você tá como podemos aconselhar uma companheira de trabalho que se vê na dúvida de se separar a opressão do marido no lar em função da academia nessa situação que a gente tá falando aqui agora é sem incentivar uma separação quer dizer ele a dúvida ele é ele não quer incentivar uma separação mas como aconselhar o momento difícil que essa pessoa tá dizendo dentro de casa com o marido é isso a isabel é o daniel no caso né tirou é mesmo é e é muito difícil uma mulher que está

r uma separação mas como aconselhar o momento difícil que essa pessoa tá dizendo dentro de casa com o marido é isso a isabel é o daniel no caso né tirou é mesmo é e é muito difícil uma mulher que está sofrendo agressão seja verbal física ela tomar essa decisão não sozinha ela se sente muito fraca porque existe aquela questão que eu trouxe do abuso psicológico da agressão psicológica então ela acaba incutindo tudo que aquela pessoa tá dando para ela ela recebe então o que que acontece serva as pessoas param que entenderam ela se entenderam porque elas dialogaram várias eles falaram várias vezes da da mesma coisa para muitas buscaram terapia para uma terapia dois meses na terra a polícia os meses time de cada um outras músculos amigos dizer para você que como você trouxe o leque e como é que eu dou esse alerta para ela sim parecer que eu quero ela se separe sem parecer isso é conversando ela precisa ela precisa colocar esse para fora para ir ressignificando para ir entendendo eu aconselharia também tratamento espiritual se ela é espírita então é muito importante buscar ajuda seja inclusive a quem não é espírita aí assistindo a gente dentro da sua religiosidade ou dentro da sua espiritualidade com muito importante fazer essa conexão com o divino com que você acredita para limpar essa man porque a nívea é o neuronal quando nós estamos extremamente stress estressados a gente tem um nível muito alto de cortisol e isso faz com que a gente não consiga pensar de uma forma limpa clara e sem contar da presença é só vocês estão bem e se alimentam daquele processo ali daquela simbiose história essa é a gente tá daniel tá obrigado seu vídeo tá travando muito paulinha tá dando um delay aí mariana eu nunca fiz live no domingo amor e a internet a mariana a gente sabe que você faz também terapia de casal né e chegou uma pergunta aqui essa violência aumenta em decorrência do isolamento do aumento da convivência com o agressor quais os fatores que aumentam a incidência de um relacionamento abusivo eu respondo em

ou uma pergunta aqui essa violência aumenta em decorrência do isolamento do aumento da convivência com o agressor quais os fatores que aumentam a incidência de um relacionamento abusivo eu respondo em duas partes a responder ao contrário primeiro a saúde depois da primeira você me ajuda se eu esquecer valença a fábrica é importante a gente tem esse num contexto cultural mais amplo quando fala de relacionamentos amorosos uma das coisas que atrapalha a gente fazer um manejo bem sucedida até sobre as relações de violência que a gente indivíduo alisa a circunda aquele casal aquela mulher a responsabilidade o que quer que seja que tem a ver com ela se manter uma relação violenta numa relação abusiva quando na verdade está falando de uma questão cultural ampla isso só existe isso só acontece numa sociedade e qual é tipo de violência contra as mulheres o contra outras pessoas num contexto de vulnerabilidade tão brevemente assim só para dar uma ideia a gente vive no contexto social que é um sistema de patriarcado que quer dizer um sistema que se baseia na ideia na proposição de que os homens estão de alguma forma melhores que as mulheres que os direitos deles devem prevalecer e tia eles eles podem e fazem o papel de garantir que isso aconteça também bom então a gente é parte de um ponto em que as coisas não estão é igualdade então as relações dificilmente serão recone mas quando a gente parte de um pouco aqui existe gente que é melhor do que outra por conta do seu gênero é só uma forma que se organizar socialmente de nosso contexto aqui do brasil por exemplo se revela numa violência e níveis diversas esferas diversas que é sistêmica já estrutural e a gente só ganha quando a gente expande isso para um contexto de responsabilidade coletiva também a gente for pensar nessa pergunta o que fazer para ajudar essa pessoa sem incentivar a separação com você que não é um profissional que essa pessoa foi procurar você é um amigo qual seria o problema de você incentivar separação que você nos diz que ela está numa

pessoa sem incentivar a separação com você que não é um profissional que essa pessoa foi procurar você é um amigo qual seria o problema de você incentivar separação que você nos diz que ela está numa situação de opressão no lar dela entendi e aí a gente vem de uma outra regra cultural que é em briga de marido e mulher não se mete a colher é uma regra super antiga que ainda a hora e que é responsável por manter muitas relações individuais relações de casais de sofrimento e violência não sei se você já viveram isso mas você pode estar no bar um restaurante e as pessoas toleram continuar sentadas na mesa enquanto tem um homem gritando com a companheira dele e por que parece que nós colocamos uma barra do inaceitável na violência física mas as outras não estou nem eramus coletivamente tô descendo como todos nós somos responsáveis e aí só quando a gente assumir sua responsabilidade esse papel a gente vai conseguir fazer mudanças estruturais e vai proteger as mulheres individualmente os homens também porque veja nesse contexto do patriarcado em que os homens são ensinados papéis muito rígidos de gênero e as mulheres também não é só privilégio para eles ficam privados de uma série de coisas como expressão de sentimentos lá pelas tantas uma criança de sua noite três anos pequenininha pode já começar o o menino que ele não pode chorar que ele não pode né a triste aí qual é a moção permitida para ele que que a gente ensina coletivamente para esse menino que ele pode ter raiva raiva é um sentimento é liberado para os homens mas os outros não e puxa eles tenham tantos sentimentos contra a gente mas só podem expressar esse então eles têm uma um aprendizado muito de citar nesse ponto agora o que é pernicioso no patriarcado que essa alimentação do homem se traduz geralmente de uma pressão para mulher e no sofrimento para ela enquanto isso em todo esse contexto os homens têm uma criação muito mais para os interesses deles porque eles vão fazer tá sim com senso de valor de guarda dinheiro outras

her e no sofrimento para ela enquanto isso em todo esse contexto os homens têm uma criação muito mais para os interesses deles porque eles vão fazer tá sim com senso de valor de guarda dinheiro outras coisas que são complicadas também para eles mas diferente das mulheres eles têm uma criação para a identidade e voltada para fora voltada para o mundo voltada para as outras relações as mulheres aprendem é coisa mais importante em um relacionamento amoroso e com o tradicional quanto mais das regras firmes e rígidas inflexíveis dessa diferença de gênero a gente tiver acesso quanto mais eles contexto foi inflexível menos possibilidade gente tenta olha só como é complicado os homens tipicamente aprendem que o interesse dele está para a lente o valor deles tá para além de um relacionamento amoroso que eles têm valor em outros campos e que o que eles querem sentem de alguma forma pode se sobrepor ao que as outras pessoas se for uma pessoa uma posição hierárquica inferior a deles ela deve explicar um passo atrás as mulheres não só aprendem que os relacionamentos tem valor impressionante na vida mas elas aprendem quem vai dizer se ela tem valor é tipicamente um homem e aí é lógico existem muitos arranjos de relacionamento mas as crianças geralmente são orientados cá heterossexualidade quando elas são pequenas e adolescentes né então que geralmente as mulheres disputam é se você será de fato alguém realizado importante quando você se realizar no amor e na maternidade quando alguém escolher você e esse alguém a um homem e ele vai trabalhar e vai dizer que você é sim alguém que o valor suficiente para estar nessa relação e aí tem outras regras tem regras que não são tão explícitas assim que não saem com todas as palavras mas que estão circulando na cultura tem outras que saem mais claramente do tipo você vai se separar vezes alguém diz olha vamos separar do meu marido e aí os amigos as amigas quem tá perto diz assim você já pensou bem quando a gente escutar isso é importante tem levar em conta que essa pessoa não

ar vezes alguém diz olha vamos separar do meu marido e aí os amigos as amigas quem tá perto diz assim você já pensou bem quando a gente escutar isso é importante tem levar em conta que essa pessoa não tem todos os elementos para falar do nosso relacionamento muitas vezes abre de record por isso que você acha que tá numa relação de abuso de violência interessante que você com que o a linha inteira para uma pessoa ou pelo menos porque às vezes você conta uma coisa aqui uma coisa ali ninguém sabe um panorama geral isso é um complicador às vezes as pessoas dizem coisas como olha mais ruim com ele pior sem ele quem disse muito muito pior com ele é verdade então é nossa nosso papel também desafiar essas regras estabelecidas e então daniel rosa nos pergunta aqui é como ajudar essa pessoa você pode de repente perguntar para ela o daniel que que ela acha que ainda controla o comportamento dela de ficar nesse relacionamento de aquela se sente oprimido nele são questões práticas de você e outros amigos podem ajudar a mediar você pode preservar ajudar a conseguir um apartamento que ela ficar porque às vezes as coisas são de ordem prática material agora na academia essa é uma alimentação das pessoas não é como que elas vão se mudar vilma relato de mulheres na china tava em casa com o filho de 11 meses e não me engano no colo e ela vinha de anos de um relacionamento de violência e nunca tinha acontecido uma violência física o me agrediu ficou muito machucado ela chamou a polícia polícia chegou lá apenas para dizer que não podia fazer nada no contexto de pandemia tava com limitações para resolver e a questão dela era muito idiota da em prática como que ela é arranjar um outro lugar físico para estar naquele momento então vale a pena você investigar com a sua amiga e a tentar ajudar a entender o que que a mantém ainda a ideia de que ela vai ficar infeliz sozinha lembra a gente aprendeu que uma mulher sozinha uma mulher enxerida então pode ser disse que ela esteja assistir vamos também toda

o que que a mantém ainda a ideia de que ela vai ficar infeliz sozinha lembra a gente aprendeu que uma mulher sozinha uma mulher enxerida então pode ser disse que ela esteja assistir vamos também toda forma é é preciso levar em conta essas questões mais dantas e a gente começar a se responsabilizar coletivamente pelo que a gente ensina e pelo que a gente ajuda a manter a respeito das regras de relacionamentos amorosos ou de relacionamentos de uma forma geral semente lembrar com a outra pergunta valer a pessoa quer saber se essa violência atual aumenta em decorrência do isolamento que é o aumento da e vice qual gres oi quais os fatores que aumentam a incidência do relacionamento abusivo eu acho que essa esses fatores que aumentam a incidência de relacionamento abusivo cada um de vocês três gabi a paula e você poderia falar um pouco porque são são fatores eu só queria inserir para mariana chegou uma dúvida aqui também porque que as mulheres se mantém eu acho que ele explicou pouco em relacionamentos abusivos principalmente agora de mia não tem para onde ir né não sabe o que fazer mas eu acho que pode entrar um pouquinho para falar sobre isso o que que ainda mantém uma relação feira a gente tem primeiro essa socialização voltada para o amor não só para o amor positivo que vai te dar coisas bacanas mas a gente entende que é preciso tolerar que o amor tudo perdoa aí quer dizer o amor no perdão no caso a mulher né a mulher tudo perdoa a gente aprende inclusive está disposto nas milhares de comédias românticas que a gente viu se se o amor for verdadeiro e a gente for suficientemente competente a gente vai mudar aquele cara então olha que pernicioso a gente aprende que a gente deve insistir no contexto de violência ea superação eventual daquela violência vai falar da nossa competência do nosso senso de valor individual são múltiplas as causas são múltiplas as variáveis para gente se manter um relacionamento abusivo tipicamente ele não começa a violência dessa forma e ele tem uma uma

o nosso senso de valor individual são múltiplas as causas são múltiplas as variáveis para gente se manter um relacionamento abusivo tipicamente ele não começa a violência dessa forma e ele tem uma uma das coisas que te acontecem uma intermitência entre a violência ea demonstração de afeto e às vezes lá pelas tantas né mas nem demonstração de afeto é só violência ea ausência de violência então uma mulher que não aconteça que ela não tá sendo agredida aquilo é o suficiente de repente para nessa intermitência é esse materna temos as questões de questões econômicas materiais né então agora na planície pode ficar gravado por que algumas mulheres per oi nego só precisaram se afastar do emprego porque afinal de contas da carreira de quem é vai adiante no momento em que alguém tem que abrir mão a carreira do homem né a gente teve dados aí dos primeiros meses do ano de submissão de trabalhos acadêmicos para ser vistas uma queda em alguns campos de até cinquenta por cento com relação ao mesmo período do ano passado para as mulheres de momento e para os homens que que você nos sugere e quando alguém tem que se privar de trabalhar 15 privê a mulher então a gente não sabe linda dizer quais são seus efeitos de médio e longo prazo para as carreiras das mulheres e quando as carreiras delas sofre a liberdade dela sofre também verdade não estava relacionamento amoroso então são muitas as variáveis o que a gente pode começar a tentar evitar a dizer coisas como por exemplo a violência doméstica aumentou no isolamento porque os homens estão estressados esse não é o motivo você não é uma desculpa de verdade a gente já ouviu p tô vendo que a mas aí o o homem fica estressado porque tá privado de trabalhar obviamente ele bebe não tem nada de áudio vinícius a gente conhece as construções e o que a gente aprende para lidar com o estresse mas não tem ela só nem multicausalidade nisso a única coisa que nos diz de uma de uma pessoa que escolheu ser violeta que ela escolheu ser violento ela tem limitações

aprende para lidar com o estresse mas não tem ela só nem multicausalidade nisso a única coisa que nos diz de uma de uma pessoa que escolheu ser violeta que ela escolheu ser violento ela tem limitações ok mas é uma escolha dela nenhuma outra coisa é justificativas são problema quando os ímpios ministério se você já viu esse o gabriela que é muito mais saem assim homem mata namorada porque ela esqueceu de carregar o celular óbvio não pôde e se o motivo mas na nossa cultura a gente consegue comprar até na morte dela especialmente da morte dela porque essa mulher que tá morta ela não pode mais dizer o que foi que de fato aconteceu né então são múltiplas as variáveis que fazem com que a gente se mantenha no meu é tipicamente ele não começa assim e nós vamos aprendendo a tolerar ea viver com essa mistura de coerção com demonstração de afeto ou de neutralidade manter-se numa relação com esse tiva desde um contexto de prisioneiro de guerra até um relacionamento amoroso é a coisa mais um é comum de acontecer né e aí a gente ainda como sociedade responsabiliza mulheres não mas ela deve gostar porque ela não sai dessa relação a gente não tem conhecer uma pessoa o que é realmente uma coisa de desde o cara que faz isso a primeira detalhadamente até o o cara que ele numa questão cultural não conhece uma alternativa mas de toda forma são a pessoa vai sistematicamente quebrando tanto o senso de valor quanto os laços da pessoa e porque o isolamento é um contexto problemático o que uma das últimas coisas que uma agressão deste faz é romper os vínculos e os laços protetores que essa mulher tem com outras pessoas e esses ricos estão comprometidos agora como a gabriela falou as mulheres estão em casa e encontrar outras pessoas na rua e esses agressores muitas vezes eles tem controle sobre o que a gente usa para se comunicar agora que esse celular é computador né em todas essas coisas para cravo e veja são sempre coisas a ver com a nossa aprendizagem geral a respeito de como lidar com mariana você falou uma coisa

omunicar agora que esse celular é computador né em todas essas coisas para cravo e veja são sempre coisas a ver com a nossa aprendizagem geral a respeito de como lidar com mariana você falou uma coisa interessante eu queria saber da gabi quando elas chegam né às vias de fato chegando já no ponto da justiça é porque ela já aguentaram muito a maioria ou a gente já tem uma consciência cultural de sofreu abuso já procura a justiça a separação de corpos né aquela coisa como é que chama você já pede a restrição né como é que faz para seguir esses casé essa é a mariana colocou muito bem a questão da violência estrutural não é do patriarcado a gente já vive em um cenário de violência contra mulher naturalizado né são piadas na artistas como é a criação de uma menina normalmente vai ser diferente da do homem como a mariana é bem colocou é a exposição da mulher sempre como um objeto é a baixa representatividade das mulheres nos postos de poder então a mariana já colocou isso muito bem que a gente já vi ele não contexto de violência contra a mulher por si só e além disso as mulheres o que eu percebi que elas não sabem que estão vivendo demoram para perceber que estão vivendo um relacionamento violento abusivo ou elas sabem mais querem negar em virtude de todas as dificuldades que as mulheres enfrentam todos os julgamentos porque o julgamento com a mulher é muito duro e eu vou até relatar essa assim mesmo quando ela chega na justiça o julgamento ah então é ela ela muitas vezes sai da posição de vítima e vira até a posição da responsável por aquela violência então quando chega no judiciário normalmente já aconteceu uma violência física ou até mesmo já chegou no ponto do feminicídio ou de uma tentativa de feminicídio ou aconteceu uma ameaça muito grave que aí a mulher realmente chegou naquele ácido medo né foi ameaçada de morte pelo marido ou ameaçou de matar os filhos em que uma ameaça muito grave faz com que aquela mulher naquele momento compra aquele ciclo de violência e procure o judiciário mas

o né foi ameaçada de morte pelo marido ou ameaçou de matar os filhos em que uma ameaça muito grave faz com que aquela mulher naquele momento compra aquele ciclo de violência e procure o judiciário mas quando a gente vai ouvir essa mulher a gente percebe que ela já vinha de um quadro de violências é menores até chegar no limite da violência física ou da ameaça e que a paula já colocou muito bem também uma dessas formas de violência à violência e a mulher quer tô lida na sua autoestima ela começa a se sentir feia o companheiro não deixa ela ter vaidade nenhuma ela não pode se arrumar para sair de casa ela não pode vestir uma roupa diferente não pode fazer uma maquiagem diferente ela é ela é sempre que indico lariza dentro de casa porque às vezes acha que é normal ficar tudo que a mulher faz é ridículo é humilhado dentro de casa é boba ela não sabe das coisas isso é uma forma de violência psicológica contra mulher em que ela vai tendo a já vai como construir um dano emocional muito profundo e aí além disso a gente tem a violência patrimonial que são os homens teu ele detém o maior poder econômico dessa forma eles controlam porque a mulher faz e mesmo assim tem mulheres que trabalham e mesmo assim o homem exige que todo o dinheiro seja controlado por ele tudo que ela vai fazer ela tem que pedir autorização para ele se comunicar que ele tá fazendo isso é que ela vai usar o dinheiro para tal coisa é ele tem o controle como eu já te falei dos documentos dela dos instrumentos de trabalho dela às vezes então assim essa patrimonial também é muito comum é muito comum e muitas mulheres é toleram e com uma certa naturalidade e aí a gente tem a violência sexual que também ocorre assim o sentido de principalmente no seu diz que a mulher tem a obrigação de dar prazer ao homem conta mesmo quando ela não está com vontade se o homem está com vontade é uma obrigação dela satisfazê-lo ela às vezes é obrigada a não usar métodos contraceptivos se não for da vontade do homem é ela ou então é

quando ela não está com vontade se o homem está com vontade é uma obrigação dela satisfazê-lo ela às vezes é obrigada a não usar métodos contraceptivos se não for da vontade do homem é ela ou então é obrigado em alguns outros caso contrário sabor tá contra a vontade bom então é como se a mulher não tivesse um poder decisório nem da própria sexualidade dela e a violência moral que são as ofensas é chamado de burra chamar de ignorante chega muito para mim assim diariamente chamada de vagabunda não sabe das coisas são palavras muito fortes muito chulas e que a mulher escuta aquilo diariamente e começa a achar que é normal ouvir esse tipo de palavra dentro de casa né então é essa falta de consciência dessas formas de violência fazem com que a longo prazo esse quadro vá se intensificando e essa mulher é chega ao ápice de ser agredida não é o ameaçado de morte enfim então quando ela rompe esse ciclo que é quando ela chega né a pedir ajuda numa delegacia é muito importante que ela seja bem bom e que ela aqui as autoridades ajam de forma rápida porque esse rompimento desse ciclo ele pode ser muito breve e finalmente é esse homem pode se der arrependido falar que vai mudar que não vai mais fazer isso a família entra com a impressão de que olha um casamento de tantos anos né porque não insistir então aí ela já começa a também pensar presente na dependência dela econômica e aí rapidamente ela vai desistir daquela ideia de que diniz ela teve coragem de fazer então se ela não tiver muito apoio nesse momento e aí eu vejo assim a a importância de ter uma rede mesmo de apoio não só tratar a violência doméstica como um problema criminal mas como um problema de direitos humanos mesmo essa mulher tem uma rede de apoio inclusive é um acompanhamento psicológico ela tem essa assistência faz com quem com que ela tem essa força de de seguir adiante com aquela postura porque pelo menos trinta por cento dos casos que chegam até nós e a minha percepção é de que até mais acho que isso varia de região para

que ela tem essa força de de seguir adiante com aquela postura porque pelo menos trinta por cento dos casos que chegam até nós e a minha percepção é de que até mais acho que isso varia de região para região retoma um relacionamento né e aí quando chega no momento de efetivar a denúncia foi feita para que você apurado elas negam existe aí é o que eu entro falo que é o julgamento muito duro com a mulher que elas negam elas tentam proteger o agressor mas é porque ela tá morando com ele né e ela sabe que dependendo do que ela falar ali a consequência para ela aqui em casa quem vai voltar para casa com a diretora ela né e às vezes ela é muito humilhada é no judiciário assim ela ela sai de uma realizada ela oi rê vitimizado quando a gente diz porque ela é julgada por estar protegendo e a gente não sabe as razões dela é muito inchado o fácil julgar ela que vai voltar para casa com o agressor ela não sente protegido pelo estado no caso né não apoio é eu queria que vocês falassem o paula e mariana também e gabi né essa pergunta que quais os fatores que aumentam a incidência do relacionamento abusivo só fatores culturais econômicos ou o que que tá levando é seu mesmo dessa incidência aí a paula tá me ouvindo tá bom que eu queria destacar também tá pode falar gabi claro não que eu queria destacar só o ponto do uso abusivo de álcool e droga nessa pandemia que eu acho que é um fator que realmente está intensificando o número de casos mas como a mariana bem ponto o não é isso que traz a violência é o livre arbítrio daquela pessoa que sabe o que acontece quando ele faz uso de álcool e droga e ele insiste naquele uso constante e constantemente tem essa costura agressiva e coloca a a mulher numa situação de risco mas com certeza e a gente sabe também do ponto de vista espiritual o que significa esse uso abusivo de álcool e droga né qual e quais são os tipos de companhia né que que estão sendo atraídos para dentro desses lares então o problema que está muito relacionado com a violência doméstica

e uso abusivo de álcool e droga né qual e quais são os tipos de companhia né que que estão sendo atraídos para dentro desses lares então o problema que está muito relacionado com a violência doméstica oi paulinho você pode falar também fatores né que que aumentam e eu vou só fazer uma observação da pegando um pouquinho do gancho aí da gabi vocês tão conseguindo me ouvir bem sim é um corpo tá oscilando mas tá dando mas dá para mim eu fico pensando quando a gente traz a o tema violência doméstica feminicídio as mulheres elas têm clareza dos riscos qualquer hoje em dia é muito palavras sobre isso e a tecnologia não deixa a gente não passa nada porque a gente tem acesso bom e o que observo gente é que é vai algo muito mais além da informação sabe para essas mulheres muito mais além o imagine uma mulher que sofre agressão o ciúme agressão psicológica agressão física imagine como não está a cabeça dessa criatura tu não está o emocional dessa mulher e pensando nessa questão da depressão mesmo sabe ansiedade do stress pós-traumático da síndrome do pânico muitas mulheres síndrome do pânico só quando o do abre a porta abre a porta porque já sabe o quê e aí há uma fragilidade emocional muito grande dessas mulheres elas têm muitas tem consciência de que elas precisam sair daquele lugar e precisão realmente pedir ajuda mas não não encontra forças porque estão doentes psicologicamente então eu aconselho buscar o psiquiatra precisa de um tratamento sabe para vai controlar a questão da dos neurotransmissores para começar a pensar melhor sobre a situação é recomendo o acompanhamento psicológico com a gabi colocou a mari também colocou é muito importante um acompanhamento psicológico para poder buscar força para sair dessa relação porque um amigo dizendo que ela tem que sair desse casamento sabe porque eu tenho observado que elas sai mas como a gabi colocou elas acabo voltando e por que esse homem vai logo em seguida procurar elas uma voz de cordeirinho pedindo desculpas me perdoe e muitas

be porque eu tenho observado que elas sai mas como a gabi colocou elas acabo voltando e por que esse homem vai logo em seguida procurar elas uma voz de cordeirinho pedindo desculpas me perdoe e muitas voltas então se não tratar causa o que que tá dentro delas e faz com que elas permaneçam dentro de uma relação como essa e quando não tratar isso fica ela fica nessa gangorra emocional com os medos vem as questões econômicas e de fato pesa pesa muito com as meninas nessa questão da quando envia agora o número do vizinho ou as mulheres muitas perderam suas rendas elas sentem desamparadas financeiramente é mas eu vou lá na joana de angelis né a joana ela diz que é muleta muito muito muito disso que a gente usa muleta por que a raiz existe o adp e ali emocional e a gente tem que tentar identificar e o que é que a gente depende desse homem por que que eu preciso desse homem para ter orgasmo porque muitas mulheres também tem medo de deixar esse homem porque se vai conseguir outro o que venha cultura do que ele trouxe de que a gente a gente foi criada para casar a ser mãe a cuidar então a gente implicância ricamente oi paula travou travou travou geraldo a a aula tá ouvindo a gente é melhor você sair entrar para ver se estabiliza ela deu uma caída aí é o mercado pegou a perguntinha tá e voltou então caiu não foi aí mas ela tá bem estável paulo a sua o seu áudio e você pode falar de novo para a gente dar uma tempestade nha é sim sim vocês estão me ouvindo e vendo sim tem um belezinha mas mas a gente tá ouvindo e vendo direitinho tá isabel que você tá falando é essa aqui é deixar paula concluir aí eu falei um pergunta chegou aqui para ajudar a e eu concluo essa questão do que a valesca vai contou faz pão e agravantes não é isso atores é os fatores que fez com que a violência doméstica aumentasse na verdade a violência doméstica ela sempre foi presente só que durante a pandemia a gabi tá muito correta quando fala do aumento do uso de álcool isso potencializa assim mas aí vem a questão

mentasse na verdade a violência doméstica ela sempre foi presente só que durante a pandemia a gabi tá muito correta quando fala do aumento do uso de álcool isso potencializa assim mas aí vem a questão do livre-arbítrio bem colocado por ela também não vou desconsiderar a gente o fato das pessoas estarem presas é não mais agora é agora a coisa tá mais solta mas no começo mesmo meio que todo mundo ficou dentro de casa e a gente está falando de a gente tem uma média aí segundo as pesquisas os apartamentos em 80 metros quadrados ou seja ep e aí para ficar tantas pessoas em casa muitas vezes tem muitos filhos enfim então as emoções ficam mais mexidas sim porque veio os meios às incertezas a política do nosso país é desandou muito durante essa pandemia isso mexe muito com as pessoas é a questão da das incertezas se vai ter dinheiro depois como é que vai ficar a economia então eu acredito que tenha um pouquinho de cada coisa de associado com tudo aquilo que tá dentro dela sabe e do agressor também e aí eu acredito que as emoções realmente se estranham ali e aí interessante estão lembrar que quando a gente fala por exemplo do estresse do estresse de toda essa privação tá todo mundo que tá em casa tá privado de quase tudo né isso um disse progressor que essa mulher tá numa posição de vulnerabilidade é diferente que ela está realmente privada de outras relações que a protegem de alguma forma no dia a dia dela e ela tá privada realmente de pedir ajuda não só o agressor se diz como ela tá de fato privada de pedir ajuda né agora interessante que a gente fala esses fatores que a gente pode dizer ei se exacerbam determinadas condições que já são de violência os homens tipicamente quando eles estão muito estressado sou frustrados eles não agridem verbalmente não ridicularizam não agridem fisicamente os chefes às vezes os irmãos deles né então é preciso contextualizar que é uma beleza sistematizado cultural de gênero e só aprovação belo a gente tem que fazer uma live aqui com bem nutricionistas porque

hefes às vezes os irmãos deles né então é preciso contextualizar que é uma beleza sistematizado cultural de gênero e só aprovação belo a gente tem que fazer uma live aqui com bem nutricionistas porque muitos problemas emocionais das mulheres nessa quando ele oi tá engordando minha agenda né para comer o ia dizer não mas é tem meu zap aqui tá explodindo de perguntas e não vou falar da violência da mulher contra ela mesma não na hora que come então o homem quanto mulher deve tá passando por isso também né nessa questão de comer mais esse nessa pandemia é tem duas coisas que eu queria abordar com as meninas uma vou perguntar para mariana que a gabriela mulher mulher pergunta assim será que existe união familiar em um relacionamento abusivo e eu acho que eu pediria para você me explicar melhor o que que está falando diga de gabriela não o que eu ia colocar é que realmente existe uma falta de concentração não só das mulheres como dos homens então às vezes não é propriamente que ele não tem afeto que ele não não não goste daquela mulher mas ele também foi criado no contexto de violência e aquilo é tão naturalizado para ele que ele não se vê na posição de agressor então não é para uma vez que não existe nenhum pela mesma forma que a gente tem que ter cautela quando a gente julga mulher a gente também tem que olhar para aquele homem não como um monstro mas como alguém que precisa de ajuda então o caminho correto nesse quando a gente analisa uma união familiar abusiva é tentar trabalhar as duas partes bom né assim é de fato às mulheres em situação de risco o ideal é que elas ao menos de início elas sejam retiradas mesmo do convívio porque elas estão expostas a um risco que ameaça a própria vida delas ou integridade física mas é possível também em alguns casos isso iniciativas assim hoje era o tem se mostrado positivas que é trabalhar o agressor é gravar rodas de conversa educativas mostrando para eles o que é violência porque na visão dele é apóstolos eles é normal não é violência

je era o tem se mostrado positivas que é trabalhar o agressor é gravar rodas de conversa educativas mostrando para eles o que é violência porque na visão dele é apóstolos eles é normal não é violência criado nesse meio e acha que é sim construir um repertório né vale nada nem positiva muitas agressões disse mais eu falo isso para o bem dela eu faço isso porque ela para proteger ele não tem nossa mente que eu coloquei eh sacas por onde eu passei que levaram levaram oi desculpa gabriela chiquititas e ele é interessante imagina não que é muito gostam do grupo e às vezes quando são até dispensados de comparecer já nós já cumprir eu e eles querem continuar indo eles perguntam se podem levar pessoas da família dele para participarem dessas conversas então isso mostra também que existe um outro lado que precisa ser bem trabalhado também né o recheio vai olhar o contexto familiar né também né dois lados né do mesmo jeito de pessoas aprenderam essa forma violenta de se expressar e se relacionar os podem aprender formas alternativas muitas vezes não tiveram oportunidade eu já vi isso mesmo quebrado judiciário tem tem programas muito bem sucedidos meses né que os homens vezes termina o grupo mas eles querem voltar querem continuar fazendo parte daquele grupo né o nossa civilização como a gente falou mais cedo que é injusta com todo mundo e também imprima os homens de muita coisa de muito troca importante né e tem um documentário na netflix na netflix podem gostar de assistir que é a máscara que você a bica te falar um pouco sobre essa questão da socialização dos homens a respeito dos afetos de como ela é limitada mas de como se não impede os homens de aprenderem um vocabulário mais amplo e mais satisfatório para lidar com aquilo que eles têm tem muitas vezes não não tem em qual aprender um forma brutas de falar enfim o limitadas mesmo seu tipo se eu demonstrar que gosta de pessoas o fraco e aí eu vou perder minha identidade de homem sabe porque eles são vigiados por outros homens também então

brutas de falar enfim o limitadas mesmo seu tipo se eu demonstrar que gosta de pessoas o fraco e aí eu vou perder minha identidade de homem sabe porque eles são vigiados por outros homens também então nos grupos de whatsapp quando tem aquela cultura de ficar falando de mulher objetificando e tal nós tá uma coisa que a pessoa que aprendeu ao longo da vida dela algo que se mantém no contexto atual de toda vez que eu falo sobre esse tema eu chamo atenção para nossa responsabilidade cultural né para nossa responsabilidade coletiva a respeito desse da pepsi que são individuais muito legal porque ele ia só um pouquinho ao introduzir o assunto que talvez a paula consiga falar porque pela questão do estudo do espiritismo também é nós estamos no planeta de hoje que tá saindo de provas e expiações indo para regeneração planetária você acha que a tendência dessas questões de violência hoje por exemplo é uma van hoje nós estamos aqui discutindo o assunto é podemos denunciar antigamente tudo era muito mais difícil né até que se falar questão sobre essas questões você acha que eu tendência hoje a gente mudando também a sintonia do planeta é de diminuir essas questões de violência contra mulher outro vamos dizer assim de violência dos mais fortes pontos mais fracos e é eu digo bel que a tendência é nós criarmos cada vez mais políticas para ajudar as mulheres cada vez mais pessoas engajadas envolvidos trazendo essa consciência coletiva o de proteger essas mulheres e em pó poder alas mas eu pensando na transição planetária estamos nela ela não é rápida então eu acredito que esse momento de violência ele ainda vai perdurar sim e mas vejo sim os avanços das políticas que foram criados para ajudar essas mulheres a gente voltar lá para década de 29 30 as mulheres na época elas não podiam se divorciar elas elas sofreram agressão física é normal é os maridos podiam trair era também discutido isso de uma forma tem que tranquila é para as mulheres irem ao banco tirar dinheiro elas precisávamos

vorciar elas elas sofreram agressão física é normal é os maridos podiam trair era também discutido isso de uma forma tem que tranquila é para as mulheres irem ao banco tirar dinheiro elas precisávamos logo utilização dos maridos viajar também né então assim se nós observarmos da década como e falou eu não eu não ouvi valesca não a isabel falou também eram proibidos de viajar de autorização votar né e a trava o paulinha isso então se a gente observar de lá para cá a gente está falando de 100 anos então houve muitos avanços muitos e observem como ainda existe a violência observe que a violência existe porque a violência a gente é do espírito e é do espírito então estamos aqui na terra num planeta de provas e ação então subentende-se que estamos todos no processo de aprendizado e que não somos bonzinhos espíritos de luz cada um vem com sua tarefa a cumprir as suas seus resgates íntimos então muito muitas dessas mulheres passam também por esse processo de resgate que talvez e outras existências elas foram as agressoras a gente não sabe o que eu tenho a dizer é que tudo tem uma razão de ser mas nós não precisamos ficar no lugar onde nós estamos em sofrimento eu vou trazer para vocês no experiência própria né minha pessoal quando eu era criança eu sofri abuso sexual eu morava no lugar que o meu padrasto ele é eu sou então eu preci preci não mas faça uma boa parte da minha vida e da violência vivendo né a violência doméstica com a minha mãe minha mãe sofreu muito então quando minha mãe tratou isso aqui dentro de aqui no coração dela que ela viu que ela não precisava passar por aquilo mais ela se libertou daquele agressor ela saiu de casa alugou um apartamento e foi embora com os filhos e eu passei a minha adolescência tentando entender o que é que esse agressor me maltratava eu era uma criança e quando a gabi fala que a cabine fez-me lembrar essa história porque eles são história que para mim tá muito bem resolvido hoje em dia e aí a gabi me trouxe quando ela disse e a história desse agressor

quando a gabi fala que a cabine fez-me lembrar essa história porque eles são história que para mim tá muito bem resolvido hoje em dia e aí a gabi me trouxe quando ela disse e a história desse agressor e foi daí que eu trabalhei a questão do perdão para poder entender que todo mundo tem uma história e esse agressor que um dia foi meu na minha mãe da minha família também viveu cresceu no ambiente violento isso justifica a violência do agressor não porque nós temos o livre arbítrio mas isso faz com que a gente burilio nosso olhar com que a gente olha de uma forma mais humana entendendo que a paula não é romisso eu nunca abusei sexualmente ninguém mas aula já erro em outras coisas aula já formas e eu trago isso para a gente entender essa questão que fica o perdão oi e o alto com joanna de ângelis fala a dor eu achei importante trazer vocês essa experiência porque eu vivi muito isso na minha ânsia um pouquinho da minha adolescência é e a gente tem uma pergunta aqui do lateral qual o papel do filho adolescente identificando o relacionamento dentro de casa paula lins ou depois não para mim valesca e a internet hoje não tá ajudando a gente qual o papel do filho adolescente identificando o relacionamento abusivo dentro de casa quando ele identifica que é o relacionamento abusivo dentro de casa eu acho que ele quer saber o papel assim o que que ele pode fazer em relação a isso né gente porque o adolescente ele a maioria ainda não é maior de idade né o amor entende muito do adolescente né porque para ele acho que a mariana vai saber disso muito melhor que o dano emocional para ele vai ser muito profundo também quando a gente fala da violência doméstica como uma questão multissetorial é tem a questão de saúde que são os danos psicológicos não sobra a mulher mais principalmente também para os filhos que presenciam essas cenas de violência né e que bom carregar é essa marca muito profunda eu acho que é importante que nas escolas e também é existem iniciativas nesse sentido de inclusive promotores juízes liren as

essas cenas de violência né e que bom carregar é essa marca muito profunda eu acho que é importante que nas escolas e também é existem iniciativas nesse sentido de inclusive promotores juízes liren as escolas e explicarem o que é a violência doméstica o que são comportamentos violentos pros filhos conseguirem olhar para aquela situação entender ali que aquilo alma a violência que aquilo não deve ser reproduzido não deve ser repetido é agora eu pensando na situação de uma adolescente para ele é muito difícil né assim tomar a iniciativa de denunciar porque muitas vezes é o próprio pai dele também né ele não sabe às vezes o que que vai acontecer com o pai dele o pai dele vai ser preso quanto tempo vai ficar longe de casa mas que é importante que haja é essa conscientização é e eu já fui de casos em que os filhos foram os denunciantes então isso a depender do grau de maturidade né desse filho é possível que ele esteja inclusive o denunciante que que proteja de a mãe ou a irmã ou né quem quer que seja ali na família essa é a gente tem 14 minutos ainda de live e a isabel vai fazer aí uma tipo enquete aí uma pergunta antes das considerações finais de cada um aqui a gente está tentando fazer uma abordagem de temas importantes de discussões importantes da nossa sociedade e que também esteja ligado ou com a questão espiritual então eu vou deixar aqui um pedido para vocês para deixar ele nos nossos comentários sugestões de temas para os próximos lives para a gente poder juntar especialistas pessoas que estejam aptas a falar sobre determinado sons e que seja importante a gente colocar eh eh pessoas juntas para falar a respeito para tirar dúvidas que esse é um momento de união eu acho que a gente tem que aproveitar essa nossa tecnologia para fazer chegar essas mensagens essas discussões em todos os campos né porque tem gente oi gente agora de outros países de outros estados e não necessariamente estamos no lugar físico para falar sobre esse diversos assuntos então eu peço para as pessoas deixarem suas sugestões

tem gente oi gente agora de outros países de outros estados e não necessariamente estamos no lugar físico para falar sobre esse diversos assuntos então eu peço para as pessoas deixarem suas sugestões que a gente vai avaliar e quem sabe pode virar uma próxima live aí com a gente a gente tem 12 minutos eu sei que é pouco tempo mas eu preciso dizer aqui uma fala uma pergunta da cristina brasil que eu acho muito importante em breve a gente onde você como reagir com a violência que não é física mas emocional tem um conflitos com minha filha que está mais tempo em casa acabo me isolando no quarto para evitar brigar na frente da minha neta então assim como a gente tem pouco tempo cristina vai ficar as excursão abordagem mais profunda para uma próxima live mas eu gostaria de uma de vocês falassem rapidamente para ela e o que é que ela deve fazer nesse caso oi mariana bom então eu quero estudaste mais elementos para poder te fazer uma sugestão mais pertinente assim mas se você você tá indo para o seu quarto para evitar uma discussão vocês estão mais tempo juntos em casa né tá mais tempo junto em casa aumenta pelo menos a nossa oportunidade de discutir com a pessoa que tá com a gente porque a gente tá mais tempo com ela né você pode tentar falar de falamos alternativos você fazendo uma pesquisa na internet você vai encontrar material sobre a comunicação não violento tem vídeos no youtube tem textos disponíveis uma oportunidade de pensar formas diferentes de falar daquilo que você sente precisa a gente tive somente aprendi uma forma um pouco competitiva crítica de falava as coisas de nessas relações mãe e filho pai e filho pai e filho a gente tipicamente escuta bastante criticado né então se eu sou hoje eu vou te dizer de como eu tô me sentindo tão frustrada por exemplo porque você não tem o mesmo cuidado que eu tenho com o novo coronavírus você sai eu não saio a gente mora junto e sem problema então problema para várias pessoas tão isoladas juntos né elas terem noções de perigo necessidades de

cuidado que eu tenho com o novo coronavírus você sai eu não saio a gente mora junto e sem problema então problema para várias pessoas tão isoladas juntos né elas terem noções de perigo necessidades de cuidado diferente e de uma não conseguir se alinhar a da outra pessoa praticamente vou falar eu fico preocupada quando você sai de mostra outra pessoa pode escutar você tá sendo irresponsável né tô tentando falar de uma folga priorize a expressão do que você tá sentindo toda vez que a gente está se sentindo muito bem tem alguma necessidade que a gente tinha que não tá sendo atendida não está sendo mediado por exemplo nesse caso de segurança então eu vou fazer um pedido direto para pessoa respeito daquilo tentar falar de uma forma menos jogador e crítica possível mas isso aqui eu não vou conseguir acho que nem se tivesse duas horas é que eu queria te explicar suficientemente mas tem muita coisa disponível na internet dá uma olhada porque as e vocês duas trabalharem na forma como você se comunica vocês porque ele falava os mesmos temas mais de uma forma que comunicação sua mais livre entre vocês você sinta menos criticado sejam mais dispostas a chegar no denominador como muito obrigada mariana você fala muito bem todas as três falam maravilhosamente bem gente eu tô assim eu não vou brincar lado nós lá você tá falando mas hoje nem estão dando cada um na sua área paula depois mesmo que eu fiquei assim meio tava assim eu é paulo é um anjo gente tem tô conhecendo ela hoje é uma pessoa fraterna acolhedora é um espírito daquela sim sabe as palestras dela são ótimas gratidão imensa a gente sabe seus horários são e o chá discimus mais você recebe um horário já tá aqui com a gente não há como espírita de brasília pretende com certeza houve você mais vezes não nas nossas também a gabi a mais jovem a mascote aqui eu acho a gabi que ainda tá na casa dos 20 né que eu vi e fez foi muito verdadeiros foram sinceras e a mariana que essa psicóloga maravilhosa filha da nossa mais de braga que a gente

em a mascote aqui eu acho a gabi que ainda tá na casa dos 20 né que eu vi e fez foi muito verdadeiros foram sinceras e a mariana que essa psicóloga maravilhosa filha da nossa mais de braga que a gente ama que a gente já lhe ama o muito bem isabel que ele é série assim mas ela é uma pessoa assim o sorriso aqui o coração que não cabe nessa live é um amor de pessoa a profissional maravilhosa e chegaram várias sugestões né bel quer falar e com as coisas sugestões ou a gente vai guardando tô chegando algumas mas assim o quê a notar é que a gente precisa falar sobre sentimentos e emoções cada vez mais as pessoas precisam ouvir e falar a respeito e é isso que a gente vai tentar fazer e trazer um conteúdo de qualidade fazer né o conteúdo de qualidade até falar sobre a diferença de sentimento e emoção porque às vezes os seus sentimentos vocês me corrijam se eu estiver errado não tem nada a ver com a sua emoção você ama uma pessoa mas aí você é reativo e acaba tratando mal aquela pessoa não é paula sentimento é uma coisa emoção é outra então acho que a gente pode discutir isso na próxima live principalmente a luz da doutrina espírita né que a joana agora entendi isso é a psicologia o direito também né gabi então assim ele é porque ele agiu com o calor da emoção né na justiça fala muito disso o calor do momento que calor do momento rapaz joga gelo então olha aí né bem isso tá mudando né gabi você já tá ficando para trás aí o poder emoção é nós temos certo caminho ainda é longo viu tem seis minutos eu queria que cada uma fizesse suas considerações em um minuto sempre filho vamos lá mariana um minuto e eu sentia na época difícil para todo mundo né cada um à sua maneira tá vivendo desafios que nunca imaginou viver se então eu brinco que na academia não existe emoji errado quando a gente manda uma mensagem para alguém e vai o emoji que não era para mandar ele está sempre certo porque eu seja as emoções a gente estão respondendo avaliações ea raiva critérios privações então muita

gente manda uma mensagem para alguém e vai o emoji que não era para mandar ele está sempre certo porque eu seja as emoções a gente estão respondendo avaliações ea raiva critérios privações então muita gente tem se cobrado sobre como correndo isso você tá vendo isso da maneira possível provavelmente da maneira que você consegue então é uma boa oportunidade eu estou tentando fazer isso de ser mais compassiva com aquilo que é possível nesse período de exceção que não vai durar para sempre mas que vai ter mandado a gente ainda tolerância e disponibilidade também para ajudar da forma que for possível para pedir aquilo que precisar que vocês todos fiquem bem que a gente consiga ir adiante na medida do possível todos juntos todas juntas o que as mulheres que tem dúvida a respeito do próximo vendo não deixa de conversar não deixe ficar pesquisa na internet ótima fonte você vai encontrar muitas coisas muitas listas muitas sugestões de reflexão para você identificar está numa relação abusiva e se você estiver como você faz para lidar com isso eventualmente sair dela é obrigada a gente pode fazer uma segunda temporada né dessa live né bel não continuação porque é muita coisa a gente é muito conteúdo isso também se a gente queria abordar sentimentos e emoções pandemia né papel aí a gente chama ela de novo aqui e faz o segundo tem a gabi por favor suas configurações pera aí eu tive uma pequena falha aqui é para fazer minhas considerações né finais eu queria agradecer muita oportunidade de participar dessa live foi eu realmente estou muito feliz que te dar essa oportunidade e a minha mensagem final é de falar para as pessoas principalmente para as mulheres nesse momento vamos externar os o nosso carinho umas para as outras nós vamos mandar mensagem para as amigas saber se quando elas estão não esperar né do outro a gente toma a iniciativa de transmitir o nosso carinho nosso apoio para que as pessoas nesse momento elas não se sintam sozinhos é muita sensibilidade e respeito sempre

estão não esperar né do outro a gente toma a iniciativa de transmitir o nosso carinho nosso apoio para que as pessoas nesse momento elas não se sintam sozinhos é muita sensibilidade e respeito sempre que uma mulher te procurar para relatar uma situação de violência levar um tentar nos libertar dos nossos julgamentos e se colocar como uma possibilidade de ajuda né e não mais um obstáculo que essa mulher vai ter que enfrentar paulinha caiu de novo a internet dela hoje tá oscilando a gente tem três minutos queria agradecer eu e a isabel e nome da como espírita de brasília em nome da tv 7 nossa parceira decoração para todas as horas a presença de você o tempo que vocês pensaram projeto foi uma hora e meia que a gente poderia ficar aqui em três horas né isabel porque eu finalmente tranquilamente muita gente aqui olha tem mais monte de pergunta então assim é tão dizendo para gente procurar conhecer as obras também de carlos torres e tem muita tem muita muito restam muitos comentários muitas perguntas escola e você tem um minuto para suas considerações não se você quer e a gente ficar junto eu quero desejar desejar todas assim muita luz aí na caminhada das meninas fiquei muito feliz em conhecer a gabi a mari e a isabel palestrava digitalmente dizer a vocês que a minha experiência eu só contei para ver se ajuda aí as pessoas que estão nos ouvindo mas existe vida após um casamento falido gente calma que existe visa é obriga-se a ser feliz porque nós viemos para cá para dar o melhor de nós então busca e isso dentro de vocês e peçam ajuda a minha é esse tá obrigada amanhã estaremos juntos amanhã a gente está junto aos profissionais oi paula e uma live também fantástico isabel alguma consideração a visualidade falou que quem precisar pode contar com a comunhão comunhão tá fechada mas trabalhando totalmente online palestras acontecendo lives acontecendo todos os domingos palestras todos os dias então se a gente está fazendo muito conteúdo tá tendo bons assuntos sendo tratados

a mas trabalhando totalmente online palestras acontecendo lives acontecendo todos os domingos palestras todos os dias então se a gente está fazendo muito conteúdo tá tendo bons assuntos sendo tratados ótimos palestrantes online o atendimento fraterno também acontecendo então sim entra no nosso canal aproveita nesse conteúdo que a gente está disponibilizando porque a comer outra fechada mas ela tá perto de você é lindo e até os livros né gente tá entregando livre na sua casa se precisar mando no correio então olha o instagram o facebook youtube da comunhão que você vai vai sentir uma colhimento assim é virtual mas é pessoal tá tudo sendo feito com muito carinho ali muito carinho mesmo queria agradecer a presença de todas vamos nos defender de todas as maneiras espiritualmente também nos proteger e eu não sei aqui paula um desafio para a gente fazer uma segunda temporada uma próxima live nós cinco sobre sentimentos e emoções que foram as sugestões mais pedidas aqui hoje tá e aí vamos pensando as meninas a isabel também vai ver vamos ver com as agendas das lives e quem sabe no próximo domingo se todas estiverem agenda a gente termina esse debate sobre sentimentos e emoções à luz da doutrina e a paula fala muito bem da obra de joana de angelis o que é psicografado por nosso querido divaldo franco e fala muito a joana a borda muito essa problemática das emoções das coisas dos transtornos psicológicos e aí a gente vai abordar de uma maneira fraterna risonha e também falar sentimentos e emoções ligadas também a engordar na poder ir gente por favor por favor que tá todo mundo aí tá todo mundo pode então beijo para todo mundo muito obrigada gostaria que vocês continuassem um pouco aqui na sala para gente fazer as correlações entre a gente e é um público que nos assistiu comentem participem deu like amanhã esta lá eles pede cada tanto no canal da tv 7 quanto no canal da comunhão espírita no youtube gente comunhão espírita de brasília e aí você pode assistir compartilhar mandar

participem deu like amanhã esta lá eles pede cada tanto no canal da tv 7 quanto no canal da comunhão espírita no youtube gente comunhão espírita de brasília e aí você pode assistir compartilhar mandar para pessoas que você acha que estão precisando de ajuda ó você tem alguma amiga assim nessa situação da esse o que é uma campanha do cnj com a associação de mais estado brasileiro basta você ir na farmácia com seu companheiro abusivo lá e mostrar isso para o farmacêutico fecha a mão e vamos nos defender né tem um beijo para todo mundo no coração de todas as mulheres todos os homens maravilhosos também que existem homens maravilhosos sim grandes paz grandes marido trança for grandes profissionais e um beijo para esses homens agradecimento a esses homens e um dia a gente vai fazer logo em breve uma live também para defender os homens que tem um aqui de portugal me dizendo que a gente tem que falar também dos homens-bons com certeza né bell o marido da gabi também homens maravilhosos da paula não conheço mas eu sei que para ter uma mulher dessa ele é maravilhoso e eu e a mariana a gente já passou por essas experiências né e hoje foi maravilhoso no que eles podiam ser no que não podia não vou então um beijo para todo mundo e até a próxima já tá

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