Literatura Espírita | T12:E01 • O Sermão do Monte à luz do Evangelho de Mateus
No episódio de estreia da 12ª temporada do programa Literatura Espírita, refletimos sobre O Sermão do Monte, um dos ensinamentos centrais do Cristo, conforme registrado no Evangelho de Mateus. À luz da leitura espírita, o episódio convida à compreensão profunda das bem-aventuranças e dos valores morais apresentados por Jesus, ressaltando sua atualidade e aplicação na vida cotidiana, como roteiro seguro para o aprimoramento espiritual. Um estudo sereno e fundamentado, que valoriza o texto evangélico e estimula a vivência consciente do Evangelho. 📅 Exibição: 01/02/2026 🎙 Apresentação: Denise Lino 👥Participações: Érico Miranda (PB) e João Alves (PB) 📖 Obra-base: Evangelho de Mateus Inscreva-se no canal, ative as notificações e acompanhe a 12ª temporada de Literatura Espírita. Compartilhe este episódio com quem valoriza o estudo sério e edificante do Evangelho. #LiteraturaEspírita #SermãoDoMonte #EvangelhoDeMateus #EvangelhoSegundoJesus #EstudoEspírita #CristianismoPrimitivo #DoutrinaEspírita #TVMansãoDoCaminho #EspiritismoPLAY #Espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, amigos. Sejam muito bem-vindos ao Literatura Espírita. Prazer em Conhecer. Nós estamos ao vivo nesse domingo, 1o de fevereiro de 2026 e esta é a 12ª temporada com o tema. Neste primeiro episódio, nós vamos focalizar o sermonto de Então, se você considera que esse é o conteúdo importante, relevante, já deixa o seu like para que o algoritmo do YouTube entenda que esse é um conteúdo entregue para muito mais pessoas. Queremos inicialmente cumprimentar os internautas que nos acompanham através dos vários canais parceiros. A Web TV Mansão do Caminho, o canal Seridó Espírita, a Web TV de Vitória da Conquista, a Web Rádio Fraternidade e a Rai TV. A todos vocês o nosso grande abraço e pedimos que deixe indicado no chat de onde nos acompanham nesta manhã. Para nós é muito importante saber onde vocês estão e daqui a pouco nós apresentaremos a lista das cidades. Queremos também destacar os objetivos do Literatura espírita, que são divulgar o Espiritismo, divulgar a literatura espírita, instigando os leitores para as múltiplas formas de ler e relacionar os textos mediúnicos ou não e incentivar a aquisição de obras em editoras e livrarias espíritas. Este primeiro episódio sobre o sermão do monte no Evangelho de Mateus é uma homenagem à nossa querida Marta Antunes, amiga e colaboradora do movimento espírita que desencarnou na última quinta-feira, dia 29 de janeiro de 2026. Ela foi a autora do material didático do Evangelho Red Vivo, esta campanha levada pela Federação Espírita Brasileira e que inspira esta temporada do Literatura Prazer em Conhecer. E a Marta Antunes esteve no nosso primeiro programa lá em setembro de 2020, discutindo com outros convidados a obra de Manuel Filomeno de Miranda, psicografada por Divaldo Fran. para Marta Antunes, a nossa homenagem com este episódio do Literatura Espírita Prazer em Conhecer. E para começar, nós vamos então ler um trecho do Sermão do Monte para já entrarmos naquele clima de apreciação desta obra. Então, do capítulo 6 de Mateus, nós separamos os versículos
azer em Conhecer. E para começar, nós vamos então ler um trecho do Sermão do Monte para já entrarmos naquele clima de apreciação desta obra. Então, do capítulo 6 de Mateus, nós separamos os versículos finais que dizem o seguinte: "Não ajunteis tesouro na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça, nem a ferrugem consome, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. A candeia do corpo são os olhos. De sorte que se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luz. Se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que há em ti são trevas, quão grande serão traz trevas. Ninguém pode servir a dois senhores, porque há de odiar a um e amar ao outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a mamã. Por isso vos digo, não andeis ansiosos, ansiosos, aliás, quanto à vossa vida, pelo que havis de comer, pelo que havis de beber, nem quanto ao vosso corpo pelo que havis de vestir. Não é a vida mais que o mantimento, não é o corpo mais que o vestuário? Olhai para as aves dos céus, que não seimeiam, nem seifam, nem ajuntam em celeiros, e o vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à estatura? E quanto ao vestuário, por que andais ansiosos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem, não trabalham nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão em toda a sua glória se vestiu como qualquer deles. Pois se Deus assim se investe a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Não andeis, pois inquietos, dizendo: "Que comeremos ou que beberemos ou que vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. De certo, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas, mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua
ue beberemos ou que vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram. De certo, vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas, mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. E essas palavras de Jesus recebem um comentário extraordinário no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 13, versículo 12, num dos parágrafos da mensagem que está assinada por São Vicente de Paulo. E mensagem essa do ano de 1858, que queremos ler também para vocês, a guisa de abertura do nosso programa. Diz Vicente de Paula: "Não vos disse Jesus tudo que concerne as virtudes, à caridade e ao amor? Por que desprezar os seus ensinamentos divinos? Porque fechar o ouvido à suas divinas palavras e o coração a todos os seus bondosos prefeitos preceitos? Quisera eu que dispensassem em vocês mais interesse, mais fé as leituras evangélicas. Desprezam, porém, esse livro, o Evangelho, considerando-no repositório de palavras ou uma carta fechada. Deixam no esquecimento esse código admirável. Vossos males provem todos do abandono voluntário a que votais esse resumo às leis divinas. Lede as páginas cintilantes do devotamento de Jesus e meditai-as. E então, amigos, com esses dois trechos que lemos, nós convidamos paraa tela os nossos amigos que serão os entrevistados de hoje, Érico Miranda e João Alves. >> Olá, Denise, que prazer estar aqui com você e com o João. >> OK. >> Olá, pessoal. Muito bom dia a todos. Prazer também por estar aqui com você. É uma alegria tê-lo também, João. Ambos são amigos de diferentes atividades espíritas e aos quais eu admiro muito pelo estudo que fazem muito sério da doutrina espírita. Então, sejam muito bem-vindos ao Literatura Espírita nessa 12ª temporada em que estamos apresentando o sermão do monte e vamos começar situando esse sermão para os nossos internautas. Nós vamos colocar os nossos slides no ar.
ndos ao Literatura Espírita nessa 12ª temporada em que estamos apresentando o sermão do monte e vamos começar situando esse sermão para os nossos internautas. Nós vamos colocar os nossos slides no ar. Antes mesmo dos nossos slides, eu vou aproveitar aqui para algo que eu já esquecer, mas que é muito importante para os internautas. E podem deixar os slides na tela, não tem problema. Érico, eu queria que você rapidamente eh dissesse pros internautas quais são as suas atividades espíritas e a que instituição você está ligado. >> Olá, Denise. Olá a todos os amigos que nos acompanham. Sou Érico Miranda. Eh, atuo aqui na Sociedade Espírita Joana de Ângeles em Campina Grande, na Paraíba. Eh, e aqui desenvolvo atividades de coordenação de grupos sobre o Novo Testamento, ao tempo em que também nos dedicamos às atividades de divulgação do Evangelho, divulgação da doutrina espírita, não é? e atuando também eh no atendimento fraterno aos nossos queridos irmãos que nos chegam com suas necessidades. Então esse é o conjunto de atividades que exerço junto à Casa Espírita Joana de Ángeles. >> OK. E você, João? Bom, sou o João, eh, trabalho na Federação Espírita Paraibana, atualmente coordeno o Departamento de Estudos, né, sistematizados. Eh, trabalho com grupo de estudos, sou facilitador e coordeno assim especialmente o NEP, né, que é o Núcleo de Estudo e Pesquisa do Evangelho. A gente tem trabalhos com o Novo Testamento e também conexões com pessoas do Brasil todo, pelo MEP Brasil. Enfim, eu me dedico ao estudo do Evangelho já há alguns anos e tenho ele como principal foco, né, da minha atividade espírita, que é pesquisar os textos eh que falam de Jesus. OK? Então, os internautas já entenderam porque esses dois estão aqui, exatamente para nos ajudarem a compreender esse sermão do monte ou sermão da montanha que tem a sua principal descrição no Evangelho de Mateus e que será o foco do nosso trabalho nessa temporada. Então, para quem se é onde este sermão está no Evangelho de Mateus, está nos
o da montanha que tem a sua principal descrição no Evangelho de Mateus e que será o foco do nosso trabalho nessa temporada. Então, para quem se é onde este sermão está no Evangelho de Mateus, está nos capítulos 5, 6 e 7. A outra pergunta sempre comum nos grupos de estudos é: para quem esse sermão foi dito? Ele foi dito para os discípulos, evidentemente, que já acompanhavam Jesus àquela altura, mas também, conforme registrado em Mateus, nos primeiros versículos do capítulo 5, ele foi dito para as multidões. E lá no capítulo 7, no final, o último versículo, nós vamos encontrar Mateus registrando que as multidões estavam admiradas com a autoridade de Jesus. Então, é um sermão que nós poderíamos dizer foi acompanhado por multidões naquele momento, ou seja, um número expressivo de pessoas para o quantitativo populacional daquele lugar em que Jesus esteve e proferiu especificamente esse sermão. E como Jesus ensina nesse sermão? Nós veremos que com imagens, contrastes e com exemplos concretos. E aí, quais são os pontos importantes desses três capítulos? do 5, 6 e o 7, de que eles tratam. Então, indo para o capítulo 5, nós veremos que nos versículos de 1 a 12 nós encontraremos as bem-aventuranças que todos nós trazemos de memória. 13 a 16, Jesus nos fala sobre nós assim, somos luz do mundo. Na sequência, nós vamos encontrar o mestre apresentando o seu propósito quando ele diz: "Não vim destruir a lei". ao contrário, vim dar cumprimento. E aí essa altura, quem lembrou do primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo fez uma excelente interrelação, porque é exatamente esse trecho do Sermão do Monte que dá origem ao primeiro capítulo de Evangelho Segundo Espiritismo. E fechando o quinto capítulo, Jesus se apresenta como modelo e guia. Colocamos aí modelo e guia entre aspas porque essa é uma designação que vem de o livro dos espíritos. Mas nesse trecho do sermão do monte, que vai dos versículos 24 a 48 do capítulo 5, Jesus se anuncia, se apresenta, dizendo: "Lembrai-vos o que foi dito aos antigos.
o que vem de o livro dos espíritos. Mas nesse trecho do sermão do monte, que vai dos versículos 24 a 48 do capítulo 5, Jesus se anuncia, se apresenta, dizendo: "Lembrai-vos o que foi dito aos antigos. Eu, porém, vos digo". E aí ele aparece como esse grande guia da humanidade, nos lembrando já nesse conjunto aí de exortações que nós devemos não apenas não matar, não odiar, mas sequer chamar o outro de raca, ou seja, sequer usar um discurso desqualificador para o outro. Então o capítulo cinco é esse capítulo de entrada no sermão do monte, no ensino moral de Jesus, como diz Allan Kardec. O capítulo seis, nós podemos dizer que é o capítulo das instruções práticas. Do ponto de vista da organização do texto, ele começa com a instrução sobre como praticar a caridade, que os vários autores vão traduzir, como moldar a esmola, como fazer isso. Depois nós temos a oração do Pai Nosso e é uma instrução prática. O mestre está nos ensinando a orar. E por fim, ao com um conjunto bem significativo de instruções para o dia a dia. Então instruções para o jeter termos a nossa mente em sintonia. Depois uma instrução prática sobre o que acumular. Qual é o verdadeiro tesouro? É aquele que as traças podem roer, que os ladões podem levar ou aqueles que levamos conosco para a vida espiritual? E Jesus nos aponta nesse sentido. Depois a instrução prática para, ou seja, os olhos são a lâmpada do horrores, ou seja, termos uma posição clara, tomarmos uma decisão. E por fim, encerrando esse capítulo, o belíssimo trecho que foi o que lemos na abertura para que não nos preocupemos com o dia de amanhã, colocamos esse lembrete aí ao final. E no capítulo sete, nós vamos ter o capítulo das regras de ouro. Começa com a regra de ouro. Não julgar para não ser julgada, exemplificada pela alusão ao cisco e a trave no olho. No iniciozinho ali os versículos de um a cinco. Depois a regra de ouro de não lançar pérolas aos porcos, ou seja, o que é que jogamos fora. Depois a regra de ouro ouro do pedir, buscar e bater aquela regra dado a regra
os versículos de um a cinco. Depois a regra de ouro de não lançar pérolas aos porcos, ou seja, o que é que jogamos fora. Depois a regra de ouro ouro do pedir, buscar e bater aquela regra dado a regra de ouro excelência que é fazer aos outros aquilo que queremos que os outros nos façam. Depois este capítulo traz um conjunto de desafios para uma vida de dedicação, ou seja, para uma vida com a consciência de que somos espíritos numa experiência reencarnatória na Terra. Jesus nos faz pensar isso a partir da imagem da porta estreita e não da porta larga que nos conduz, como diz o texto, ao caminho da perdição. Depois Jesus nos alerta para nos guardarmos dos falsos profetas, ou seja, dos discursos que serão feitos em seu nome. E na sequência para que não o louvemos apenas com os lábios, mas para que entendamos e introjetamos a sua mensagem. E por fim, ele conclui esse capítulo sete com a parábola da casa erguida sobre a rocha. E o final do capítulo, como dissemos, é o momento em que Mateus, como redator deos discutir isso aqui, mas aparece no texto algo muito importante, que é o detalhe do redator. multidões estavam estasiadas com a autoridade moral de Jesus, deste sermão que é o mais importante e que ocupa 48 no capítulo 5, 34 no capítulo 6, 29 no capítulo 7. Olhando assim, nós já concluímos, não é um longo texto para ser lido, cabe sim na nossa agenda de leitura. E como esse texto está organizado, ou pelo menos como nós aqui do lit espírita achamos uma organização pedagógica nesse texto, nós vemos que ele traz as exortações, que são as bem-aventuranças, que são princípios universais, as advertências sobre a vigilância espiritual, ou seja, guardar-se dos falsos profetas e a ilustração parábola da casa erguida. sobre a rocha. Conectando já com o Evangelho Segundo o Espiritismo, que será o tema do nosso próximo programa aqui em torno do Sermão do Monte, nós vemos que dos 28 capítulos do Evangelho Segundo Espiritismos o Sermão do Monte no nosso cotidiano, diríamos que vale a pena começar
tema do nosso próximo programa aqui em torno do Sermão do Monte, nós vemos que dos 28 capítulos do Evangelho Segundo Espiritismos o Sermão do Monte no nosso cotidiano, diríamos que vale a pena começar perguntando quem sou. o quem somos e conectar essa resposta lá com as bem-aventuranças. Em qual delas eu me encontro? Depois cabe que perguntemos como vivo e como trato os que estão comigo outros aquilo que não queremos que não nos seja feito. Depois podemos nos perguntar qual existência e nos lembrar da parábola da casa sobre a rocha. E como ajo nessa existência? Isso nos faz lembrar da segunda parte do capítulo 5, quando Jesus traz todas aquelas instruções, se coloca como modelo e guia para todos nós e desdobra em instruções práticas no capítulo seis, porque ele está se dirigindo a corações e mentes que estão reorientados. E aí, para quem quiser saber mais e estudar esse sermão, recomendamos a Bíblia de Jerusalém, que é uma tradução bastante consolidada entre os vários estudiosos, diríamos que ela tem um trânsito livre. é a Bíblia na tradução de Frederico Lourenço, um estudioso e tradutor português, que pensou nessa tradução para a língua portuguesa. Particularmente, gosto muito dos comentários desse tradutor. Uma um outro destaque é o Evangelho por Emmanuel, essa coleção, que tornou-se um clássico na literatura espírita. E aqui no primeiro volume nós vamos encontrar Emanuel através da psicografia de Chico Xavier comentando muitos dos versículos de todo o Evangelho de Mateus e dezenas de mensagens sobre o sermão do M. Na sequência, um clássico da literatura espírita, hoje às vezes conhecido por pessoas mais dedicadas ao estudo apenas, mas que recomendamos a todos. O Evangelho dos Humildes, o trabalho do Eliseu Rigonate, rigoroso, eh, estudando e explicando versículo a versículo. E agora um trabalho mais contemporâneo, que é o livro dois do da campanha o Evangelho Rede Vivo. E o livro dois é um estudo que dedica-se a todo o evangelho de Mateus e aí certamente e quem quiser saber mais e buscar alguma
s contemporâneo, que é o livro dois do da campanha o Evangelho Rede Vivo. E o livro dois é um estudo que dedica-se a todo o evangelho de Mateus e aí certamente e quem quiser saber mais e buscar alguma coisa no YouTube, sugerimos o próprio Literatura Espírita na sua quinta temporada, o episódio 2, em que tratamos do Evangelho de Mateus e o estudo do Evangelho Red Vivo, promovido pela Federação Espírita espírita brasileira, focando no livro dois, que é o Evangelho de Mateus, que também está disponível no YouTube. Era essa então a nossa apresentação para o Sermão do Monte e nós vamos seguir aqui agora com os nossos convidados, aproveitando para entrevistarmos e queremos começar com uma pergunta que para os nossos internautas faz muito sentido e sempre que eu encontro com os internautas que acompanham literatura espírita, eles reforçam. Vamos só esperar para que eles voltem um pouquinho. Enquanto voltam os nossos convidados, eu quero eh pedir a vocês que já deixem as cidades de onde estão nos seguindo nessa manhã, que daqui a pouco nós vamos ler. Então, Érico e o João estão de volta na tela. Nós estamos com uma instabilidade aqui na internet e eu quero começar perguntando para Érico, qual é a sua história de leitura com Senão do Monte? Depois >> alô, estão me ouvindo? E depois, eh, já porque eu venho de uma tradição católica, né? Depois eh adentrei no no mundo espírita, né? já na maturidade. E aí nessa nesse percurso aí sim já fazendo uma uma leitura, né, com as chaves, né, que o espiritismo nos proporciona, né, e ganhando, portanto, novos realces, né, novas novas dzes, não é, aparecendo para o evangelho, mas é é sempre foi sempre uma uma fonte de discussão, não é? Eu tenho esse prazer muito grande com o evangelho. Você sabe já eu tenho uma preferência pelo evangelho de João, mas o evangelho de Mateus ele diskurtina esse em particular o Sermão do Monte, não é? É uma um um digamos assim uma construção narrativa extraordinária, né? Ela nos desvenda o o que há de fundamental no ensino de
lho de Mateus ele diskurtina esse em particular o Sermão do Monte, não é? É uma um um digamos assim uma construção narrativa extraordinária, né? Ela nos desvenda o o que há de fundamental no ensino de Jesus. ali está reunido de fato aquilo que era substancial das lições e que Mateus achou achou por bem, não é? Eh, dar essa essa narrativa de um contínuo de lições que certamente haveriam de ser feitas em várias ocasiões, né? nós nos nos remetemos à ideia de um sermão que ocorreu, não é, em em totalidade, mas há de se de se pensar de que essas lições foram eh digamos assim uma coletânea, né, de eventos, não é? E aí, eh, como há essa ideia de Mateus de apresentar este ensino, né, profundo, não é, ele vai nos orientar na narrativa exatamente, né, a ideia já de início de que está apresentando uma um ensino que se faz do alto, né, que se faz eh em profundidade. Então, para mim é sempre uma oportunidade maravilhosa voltar os olhos a esse texto, como agora, né, através da sua provocação, né, reunir, não é, estes apontamentos que eu tenho daqui ali uma palestra, porque é interessante que como seguindo a a as sugestões, né, de Emmanuel, nós fazemos palestras em cada versículo, né, desse sermão do monte, né, e quando somos cham chamados a vê-lo em conjunto. É uma tarefa que se desdobra em resgatar vários apontamentos feitos, né, que eh na realidade comportam talvez dezenas de de palestras que foram realizadas, né? Então é um desafio maravilhoso. Bom, eh, minha história com Sermão do Monte, a primeira imagem que eu tenho assim, uma memória afetiva muito forte. Eh, eu tinha uns 10 anos de idade, estudava no colégio de freiras na cidade de Patos, né, no interior aqui da Paraíba e eh tinha as aulas de educação da fé, né, eu não era espírita, minha mãe, a família não era espírita, então eu queria participar, achava bonito as pregações, enfim, aquele clima, né, de de evangelho me atraía bastante. E eu quis fazer, né, as aulas e eu lembro que elas colocavam as freiras colocavam na sala e ficava fixo lá era um painel
nito as pregações, enfim, aquele clima, né, de de evangelho me atraía bastante. E eu quis fazer, né, as aulas e eu lembro que elas colocavam as freiras colocavam na sala e ficava fixo lá era um painel assim gigante com as nove bem aventuranças. Aí eu olhava para aquilo e via assim tudo repetido, bem-aventurado, bem-aventurado, repetido. Aquela repetição me chamava atenção. Então é a primeira memória afetiva que eu tenho com Sermão do Monte é essa esse painel gigante que as as freiras colocaram lá e aquilo ficava olhando para aquilo. Que coisa inter que que é bem-aventurado, né? A criança de 10 anos não sabe o que é isso, que que é bem-aventurado. Então nas aulinhas eu fui ali entendendo e aí só depois, já na adolescência, conhecendo o espiritismo, me debrucei sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo e me emocionei profundamente interpretando aquelas passagens. E aí, pouco tempo depois surge o projeto do NEP, né, que é faz parte desde desde o início, desde 2012 para 2013, onde a gente poôde estudar aqui na Federação Paraibana. Eh, todo o sermão durou cerca de dois a tr anos. a gente estudou assim versículo a versículo, foi um estudo assim bem minucioso. Cada bem-aventurança foi estudada, cada exortação de Jesus, né? Ou visto que foi dito, eu porém vos cada máxima daquela a gente estudou assim de forma muito detalhada e foi assim um aprendizado fantástico, né? E foi tão marcante que nós fizemos aqui um seminário, fiz com o colega Ismael sobre o caminho das bem-aventuranças, porque a gente percebeu que há toda uma estrutura, né, pedagógica nas bem-aventuranças e começa com a humildade, que é a primeira virtude, vai passando pela misericórdia, pela pacificação, pela pureza, até chegar no testemunho, né, que é a gente ser perseguido por causa do Cristo. Então, já é a virtude do sacrifício, da humildade ao sacrifício, é todo um caminho ali ascensional. a gente percebeu esse padrão, os estudiosos também falam disso, a gente fez um seminário, foi muito marcante eh para mim esse momento, porque foi uma
ao sacrifício, é todo um caminho ali ascensional. a gente percebeu esse padrão, os estudiosos também falam disso, a gente fez um seminário, foi muito marcante eh para mim esse momento, porque foi uma culminância, né, eh, desse processo, eh, de estudar o sermão da parte que eu mais me afinizo, que é as bem-aventuranças, né? Acho que ali tem uma síntese assim de toda a evolução cósmica do espírito, eh, galgando as as virtudes até chegar, né, no testemunho de viver a lei de Deus a tal ponto que a gente é perseguido, né, porque já vive, de fato, tem um exemplo vivo da da lei de Deus em nossas ações. E aí é um testemunho, como fizer com bastante lidar a internet hoje, né? Mas vamos seguindo aqui. >> Opa. Eh, >> como toda essa transmissão, ela vai se Estamos te ouvindo, João. E aí, tá? >> Eu quero aproveitar, João, para eh nessa sua narrativa final você já nos dizer. Oi, consegue me ouvir agora, João? >> Sim, consigo. >> João, Érico, vocês conseguem me ouvir? Sim, estou ouvindo. De vez em quando, dá uma interrupçãozinha, com você. >> Isso. Então, eu já quero aproveitar. É, nós estamos com uma instabilidade que não conseguimos ainda identificar de onde ela pergunta que tem uma tem a a ver com ligação ativaão. E eu queria pergun João eh, qual é a que mais te mais te sensibiliza nesse e com você? Tô vendo que um pouquinho. >> OK. Ela perguntou a parte que mais nos toca, né? Até pelo nosso roteiro a gente entendeu. >> Quer começar, Érico? Não pode comece, João. >> Tá certo. Era o meu raciocínio sobre as bem-aventuranças, né? Eu tava até falando disso. Eh, então, de tudo que a gente estudou e nós estudamos aqui na no NEP, todos os versículos, né, do sermão, tanto de Mateus quanto de Lucas. Mateus era a nossa referência principal e a gente ia fazendo a conexão com Lucas à medida que o texto ia avançando. Mas nada me chamou mais atenção do que as bem-aventuranças, porque como eu disse, quando eu tinha 10 anos de idade, eu olhei para aquele painel e fiquei admirado. E só vi entender isso, né, já
nçando. Mas nada me chamou mais atenção do que as bem-aventuranças, porque como eu disse, quando eu tinha 10 anos de idade, eu olhei para aquele painel e fiquei admirado. E só vi entender isso, né, já na casa dos 30 anos, 20 anos depois que eu vim entender o que era a palavra bem-aventurança, né? A gente foi estudar bem. E é interessante porque tem um duplo sentido nisso. No sentido grego de Macarioi é o feliz. Então, algumas traduções têm feliz, mas no sentido hebraico, né, que Celestino enfatiza bastante isso, professor Severino Celestino, é a palavrinha asrei que é em marcha, né? Então assim, é uma felicidade que é um processo na verdade. Então quem está sofrendo, quem está exercitando a pureza, quem está exercitando a misericórdia, né, ele é feliz porque vive de forma diferenciada e conforme a lei de Deus, mas ele precisa manter esse ritmo porque não é fácil o processo, né? Existem muitos sofrimentos ao longo da caminhada. Então é uma felicidade que não é estática. A gente aprendeu isso. A felicidade das bemaventuranças não é algo que você chega, fica meditando aqui no êxtase, né, permanente, uma espécie nirvana e fica lá parado. Não é isso? A ideia de felicidade nas nas bemaventuranças, portanto, no sermão, é de um processo, né? é um processo feliz. É aquele que vive o processo de seguir a lei de Deus e permanece caminhando, seguindo essa lei. Mesmo com as perseguições, mesmo com as decepções, mesmo com as incompreensões, você permanece, permanece em marcha, né? Então, quando você conjuga o sentido grego com o sentido hebraico, isso o estudo aprofundado eh nos revela ou você conjuga, né, a vida do povo judeu com aquela ideia mais ampla filosófica do mundo grego, se entende que a felicidade, nesse contexto é um processo. A gente vai construindo, né, durante eh a caminhada. Então, a parte que mais me marcou até hoje me marca é de fato o conjunto das nove eh bemaventuranças. Cambiu. Denise, não sei se Denise está ouvindo, vou dialogar com você, João. Eh, e vejamos que na realidade, quer dizer,
s me marcou até hoje me marca é de fato o conjunto das nove eh bemaventuranças. Cambiu. Denise, não sei se Denise está ouvindo, vou dialogar com você, João. Eh, e vejamos que na realidade, quer dizer, quando pensamos assim nessa ideia do que você nos está trazendo, não estamos falando mais de um mandamento, não é? No sentido de unicamente, eu quero dizer, no sentido de façam isso para conseguir tal coisa. Eh, estamos vendo um convite. Cada bem-aventurança tem uma parte que é um convite e uma promessa, né? Então, o convite é venha a este caminho, não é? Então, felizes os que chegam, né, e sintonizam e caminham nesta direção, né, e haverão de ter essas recompensas. Cada uma das bem-aventuranças tem as suas promessas específicas. Como você diz, há um caminho ascensional. Eu acho muito interessante a abordagem que é trazida por pastorino quando ele muito acertadamente ele ele segmenta das nove bem-aventuranças, não é? Um caminho a ser percorrido, não é? Seriam sete bem-aventuranças que dizem respeito ao processo de individuação, ao processo de evolução espiritual, então que eram, portanto, percorrido por todos, que é caminho de ascensional e muito significativo para a cultura. judaica, não é? Que o número sete há de representar a perfeição e, portanto, essa escala exencional nos levaria a esse caminho máximo, né? você eh sinaliza que esse máximo haveria de estar na na condição em que eh ocorre a perseguição. Eh, eu me permito eh eh me colocar na ideia de de pastorino em que essa marcha excecional nos levaria a esta condição do pacificador, não é? Porque ali, inclusive neste convite, porque para se fazer pacificador, eh, a pessoa de fato ele tem que acumular a as virtudes como todos da da mansuetude, da humildade, da misericórdia, né? Porque transmitir a paz do Cristo é algo extraordinário, né? E aí já pensamos um espírito que tenha essa essa capacidade, não é, né? eh já tenha acumulado virtudes a tal ponto de se fazer mensageiro de paz, né? E aí assumir, talvez a gente vai falar isso mais
? E aí já pensamos um espírito que tenha essa essa capacidade, não é, né? eh já tenha acumulado virtudes a tal ponto de se fazer mensageiro de paz, né? E aí assumir, talvez a gente vai falar isso mais adiante, assumir esta condição de de que era típica do Cristo Jesus, de estar entre nós e ser este a nos transmitir paz, não é? Porque dizia pastorino que aquelas outras duas bem-aventuranças, né, que nos fala dos testemunhos, poderia até ocorrer ou não podia ocorrer, mas já somos felizes quando, né, nos voltamos à conquista destas destas virtudes, as setes, a mansuetude, a misericórdia, a pureza, não é? Não é quando nos voltamos a sedentos e famintos, não é? Buscar a justiça de Deus. Então, nesse caso, eh, eu penso de fato, como você nos diz, né, que essa felicidade não é um estado a ser alcançado, mas a felicidade é já estar ao caminho. Então, já temos o alcance da bem-aventurança quando nos colocamos a caminho. >> Tenise está nos acompanhando. >> OK. OK. Acho que agora estabilizamos um pouco a nossa transmissão. Vamos seguindo aqui. Isso. Tô acompanhando. Saí um pouco, oscilou, mas voltei. Tô acompanhei a resposta aqui de vocês. E vamos seguindo com o nosso programa. Antes da próxima pergunta para vocês, eu já quero destacar aqui que estamos sendo acompanhados de Feira de Santana, Itabuna na Bahia, Piatã também na Bahia, Salvador, Vitória no Espírito Santo. Estamos sendo acompanhados de Miami, na Flórida, Santa Inês, no Maranhão, Belo Horizonte, Minas Gerais, Montes Claros, Minas Gerais, Uberlândia também, Minas Gerais, Belém do Pará, no Pará, João Pessoa aqui na Paraíba, Paulista e Timbaúba em Pernambuco, Cascais em Portugal, Rio de Janeiro, São João da Barra no Rio de Janeiro, Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em Daiatuba, Santa Rita do Passa 4, em São Paulo, Palmas no Tocantins. e também estamos sendo acompanhados em Montevidel, no Uruguai. para todos os internautas que nos acompanham nesse ao vivo nessa manhã, com toda paciência por essa habilidade da internet, nós agradecemos
também estamos sendo acompanhados em Montevidel, no Uruguai. para todos os internautas que nos acompanham nesse ao vivo nessa manhã, com toda paciência por essa habilidade da internet, nós agradecemos muito profundamente. Seguindo então com o nosso programa, eh quero perguntar, começando aí por Érico, eh algo importante sobre o sermão do monte do ponto de vista simbólico e que coloca o Evangelho de Mateus e o de Lucas numa descrição diferente. O de Mateus diz que Jesus subiu ao monte e o de Lucas diz que Jesus descendo o monte parou num lugar plano e apresentou o sermão. Eu queria, Érico, te ouvir sobre a simbologia de esse sermão ser descrito como um sermão que foi proferido no alto, no monte. É, nós temos duas narrativas, há dois sentidos simbólicos importantes e lógico que a primeira vista, né, para o encalto, quando observa estas estas narrativas, aparece algo como uma contradição. Diz: "Há uma contradição". Afinal de contas, como ocorreu de fato para aqueles que que veem o Evangelho de uma forma literal e não eh observam sobre outras dimensões, sobre outras angulações, porque o evangelho também ele se apresenta com uma linguagem simbólica, né? Uma linguagem profunda espiritual que tem que ser buscada, não é? E na realidade, na realidade, o que vamos observar, eh, com Mateus, ele Mateus vai buscar, como nós estamos trazendo a ideia, né, dos ensinos de várias de várias e várias ocasiões de Jesus, reunido numa narrativa, não é, que atravessa o capítulo 5, 6 e 7, né, para ali dar uma concatenação desses ensinos com uma lógica de exposição, mas com um sentido profundo. Não é aqui? É como que se estivéssemos diante do Cristo nos chamando à elevação, não é? Então Jesus sobe ao monte, somos convocados a prestar uma atenção, porque o diálogo está sendo dirigido ao espírito que somos, a individualidade, não é? Já em Lucas registra Jesus descendo, descendo e parando num plano, num plano, né? Num lugar plano, na planície, né? E essa planície, eh, diferentemente daquela narrativa de
, a individualidade, não é? Já em Lucas registra Jesus descendo, descendo e parando num plano, num plano, né? Num lugar plano, na planície, né? E essa planície, eh, diferentemente daquela narrativa de Mateus, ela está nos convidando a este lugar onde o povo está, não é? Há dois movimentos que que estão aí colocados, né? Em Mateus, esse convite é elevação, não é? Nós estamos nos verticalizando, não é? Ou seja, a nossa atenção busca eh na identificação, não é? eh entendido o a ideia das prioridades do reino, da dos ensinos que nos conduzem ao reino de Deus, não é? E aí somos convocados a esta reflexão muito íntima, não é? Muito de uma reflexão própria da acumulação desses valores de que falávamos ainda agora, como, por exemplo, nas bem-aventuranças. Mas quando estamos eh focados nessa planície, né, ela nos liga à ideia de um Cristo em atividade, na aplicação, indo ao encontro das necessidades humanas, né, aonde a criatura está, não é? Sem exigir exatamente que ela esteja pronta, né? Mas o convite é o mesmo, vamos convidá-los a caminhar, não é? E aí nós temos que observar que sempre Jesus, ele em alguns momentos, né, do evangelho, como nesta narrativa de Mateus, ele nos eleva para que vejamos melhor, não é? E em outras situações ele desce para nos alcançar melhor. É um movimento muito interessante porque aqui temos esses dois esses dois duas faces do mesmo método de, digamos assim, né, educativo de Jesus, né? Há o momento da introspecção para reflexionarmos. Há uma ideia, digamos, de um silêncio interior, como ele nos convoca a fazer estas orações em secretos, nos afastarmos, né, nos direcionarmos a um local em silêncio para nos nos aproximarmos de Deus. É a verticalidade e estes outros movimentos em que Jesus vai ao encontro e aí nos convoca também a ir ao encontro dos nossos irmãos, não é? Então, há um discurso que é dirigido ao espírito em Mateus e há um discurso dirigido à personalidade em Lucas. Veja que em Lucas as questões são sempre colocadas, aqueles convites e promessas,
não é? Então, há um discurso que é dirigido ao espírito em Mateus e há um discurso dirigido à personalidade em Lucas. Veja que em Lucas as questões são sempre colocadas, aqueles convites e promessas, eles são colocados numa ideia voltada para a personagem, né? São recompensas que alcançam aquilo que somos na personagem que envergamos hoje, não é? em Mateus, estas recompensas dirigidas ao espírito alcançam um largo percurso, né? E aí podemos enxergar isso melhor com a doutrina espírita. Sabemos, porque senão ficaria um discurso meio confuso, como nas bem-aventuranças. Que história é essa de estarmos entendendo que são felizes aqueles que sofrem, né, os aflitos, não é? Então, eh, só podemos entender isso mais adequadamente, essa recompensa serão consolados em largo, em largo percurso, né, em entendendo esse esse esse eh esse discurso dirigido ao espírito. Então, tem essas esses dois esses dois percursos, não é? E aí nós podemos integrar essas duas dimensões de Jesus, não é? sem entender aí um conflito, sem entender uma contradição, porque há duas dimensões. Há uma uma vivência da espiritualidade sem fugir do mundo, sem fugir do contato do mundo em Mateus. E há uma ação, né, direcionada às necessidades humanas de Jesus falando em Lucas, não é? mas ação que também não é uma ação mecânica, ela tem um fundamento espiritual profundo. Eu acho que é a conjugação desses dessas duas dimensões é importante quando analisamos eh eh este discurso da bem-aventuranças aplicado em Mateus e e em Lucas. OK, Érico, muito obrigada, João. Eu queria te ouvir agora sobre eh as traduções e as divisões desse sermão em partes. Há alguma tradução que você aprecie mais do que outras e as respectivas divisões que você nos >> certo é sobre traduções, né? Vou trazer minha experiência aqui também do NEP já de mais de 10 anos. A gente desde o início segue eh como referência principal a tradução do nosso companheiro Aroldo Dutra, né, que foi uma tradução assim eh que teve um um uma peculiaridade interessante de buscar ser
s. A gente desde o início segue eh como referência principal a tradução do nosso companheiro Aroldo Dutra, né, que foi uma tradução assim eh que teve um um uma peculiaridade interessante de buscar ser a mais literária possível, né? Nenhum tradutor consegue ser totalmente literário, totalmente neutro, porque é um ser humano fazendo uma tradução. Mas ele coloca isso no prefácio da obra dele, que ele se esforçou bastante por ser o mais literário possível. O que que significa isso? O menos teológico possível, né? Tentando puxar quase nunca uma sardinha para o espiritismo, que é a confissão que ele tem, a nossa confissão. Outras traduções, né? Você destacou no no começo, Bíblia de Jerusalém, que é fantástica, nós usamos também no NEP essa tradução. Eh, algumas notas de rodapé, você percebe ali a a confissão teológica do tradutor, né? Ele interpreta trazendo mais a sua interpretação paraa sua confissão teológica, né? que é natural, é uma pessoa que tá traduzindo e ele se declara naquela confissão e tá tudo certo. Para quem busca algo, né, do mais originário possível, né, o Haroldo fala isso, voltar pro tempo do Cristo com as expressões do tempo, com o modo como eles pensavam. Eh, a tradução de Haroldo, ela é muito boa nesse sentido. Quem deseja algo mais atualizado pro tempo de hoje, até com algumas aplicações de traduções de palavras bem eh eh ao nosso tempo, né, busca outras traduções. Então, assim, como nós queríamos ir pro tempo do Cristo, né, entender o seu contexto, a gente seguiu eh como como referência principal a tradução de Aroldo, mas sempre usando, isso é importante, pelo menos mais uma tradução que era a Bíblia de Jerusalém. Então, todo estudo nosso, a gente tem Aroldo como referência, mas também segue e compara o texto, faz um comparativo de texto com a Bíblia de Jerusalém. Outros colegas trouxeram em algum momento a Bíblia do peregrino, a tradução de Humberto Holden, a tradução de Pastorino. Então, assim, o que é saudável, né, para quem vai fazer pesquisa bíblica, é não ficar só com uma
ouxeram em algum momento a Bíblia do peregrino, a tradução de Humberto Holden, a tradução de Pastorino. Então, assim, o que é saudável, né, para quem vai fazer pesquisa bíblica, é não ficar só com uma pessoa. Isso é o saudável. Você pode ter preferências. Nós temos uma preferência pela tradução do Aroldo, OK? Mas a gente só usa de Aroldo, não. Aroldo, em tese, em geral, ele tem umas divisões de de a gente chama de perícope, né, mais longas. A Bíblia de Jerusalém tem uma virtude de esmilçar mais, assim, ela detalha mais as passagens. Então, em alguns momentos, a gente segue a nomenclatura da Bíblia de Jerusalém porque ela é mais diluída. Aroldo às vezes bota tudo muito em bloco e isso para um estudo mais minucioso não é não é válido, né? assim, você pegar uma uma parte com 20 versículos e estudar em 1 hora e meia, isso não não tem condições. Então, assim, temos um um um uma predileção pela tradução de Haroldo por ser mais literária, mas a gente usa pelo menos duas traduções eh Arold e Bíblia de Jerusalém, quase sempre eh nos nossos estudos, né? E fica a recomendação para quem quiser pesquisar pelo menos duas ou três, porque uma só eh limita muito a visão, né? Você fica com a visão assim muito fechada de uma pessoa só. Cambiou >> isso, João. Eh, antes de passarmos paraa próxima pergunta, eu quero destacar pros internautas as perguntas, os comentários que são importantes aqui pro nosso literatura espírita, enriquecem o nosso trabalho. Peço que deixem no chat. a nossa equipe já está aí apóstos e trará aqui para estudo nessa manhã. Quero lembrar que já ali na apresentação, tanto o João quanto o Érico destacaram o sentido da palavra bemurado, né? Acho importante para quem não prestou atenção ali no início, voltar para esse tema e aí eu vou perguntar pro É mais o destaque assim, o que significa bem-aventurado e como à luz da doutrina espírita. Desculpe se eu entendi direito, porque deu um corte aqui, Denise, para você poder repetir. >> Oi, Érico, desculpa, eu vou deixar o meu
o que significa bem-aventurado e como à luz da doutrina espírita. Desculpe se eu entendi direito, porque deu um corte aqui, Denise, para você poder repetir. >> Oi, Érico, desculpa, eu vou deixar o meu vídeo fechado pro áudio poder fluir. Repetisse a sua a sua pergunta, porque eu acho que eu não entendi direito. Houve um corte aí, né? >> Isso. Tá. Eu quero só pedir paraa gente recapitular aqui por conta desse problema do áudio da transmissão que nós estamos tendo, o sentido da expressão bemaventurado, como entender isso a à luz do espiritismo, o que sentido tem essa expressão? >> Eu acho que a eh foi colocado aqui por João com muita propriedade, não é? E aí inclusive se referindo a a Celestino, né? Eh, e acho que que muito apropriadamente, alguns autores também reforçam essa ideia de que estamos falando de felizes, não é? E numa perspectiva também deste avante, não é? A avante os os humildes, não é? Os pobres pelo espírito, mas a ideia fundamental é nesse sentido de que esta felicidade é uma felicidade que se constrói no caminho, né? nós estamos eh adquirindo, não é, eh estes valores e isto já nos coloca nesta felicidade possível de estarmos eh a caminho, não é? E acho uma coisa interessante a gente observar, porque como é que é esta ideia de felicidade para Jesus, né? Eh, como se Jesus nos dissesse assim: "Vocês aprenderam a a entender a felicidade, a felicidade até então, né, pela alegria do poder, da riqueza, né, das coisas que se utilizam, né, que se fluem, né, pela vitória sobre os outros, né? E eu vou apresentar agora uma ideia de felicidade que é diferente, né? É uma felicidade pelo crescimento do espírito, né? Então, essa é uma perspectiva nova que Jesus nos coloca, né? E aí é como se nesse sentido ele apresentasse umas lentes, não é? Nós que estamos aqui usando óculos e ele chega diendo, deixa-me substituir esses óculos, eu vou apresentar uma lente diferente, não é, para vocês entenderem a felicidade. Por exemplo, a gente vai perder essa referência de ver as coisas pelo
chega diendo, deixa-me substituir esses óculos, eu vou apresentar uma lente diferente, não é, para vocês entenderem a felicidade. Por exemplo, a gente vai perder essa referência de ver as coisas pelo exterior, não é? Então essa felicidade deixa de depender de coisas que acontecem de fora, de como eu tinha dito anteriormente, né? aquelas sete eh bem-aventuranças que compõem esses esse esse esse percurso de iluminação espiritual, né? É uma conquista que vai se construindo de dentro, né? A humildade, a mansuetude, a misericórdia, etc. Por outro lado, há uma lógica diferente, porque nós pensamos a felicidade para o agora, né? Tudo na vida conspira e nos chama a fluir de uma felicidade imediata. Ah, tome isso, não é? Beba aquilo, faça uma viagem acular, não é? São coisas que você em geral adquirindo, tendo, possuindo, você vai adquirir a a felicidade. Isso é coisa do mundo. E Jesus nos fala diferente. E isso porque nos dá uma ideia de tempo que se descortina para a vida imortal, não é? Então, essa conquista da felicidade vai nos alcançar para além da morte do corpo físico, tal como percebemos a existência humana, não é? Ele nos lança para uma ideia de de um tempo que se alarga ao infileto e depois por uma virada lógica, né? Estávamos aqui já falando, não só por essa ótica, né, da da visão, né, dessa lente do imediato e e do exterior, mas a lente que nos dá a ideia de que tudo que se flui de felicidade obtém-se através da força, né, da imposição da força. E aí ele nos joga para uma coisa absolutamente diferente, né, essa experiência do amor. Um amor que perdoa, um amor que se lança a ao encontro do outro em suas necessidades para a misericórdia, né? A olhar o outro com olhos diferenciados de pureza, né? Ter um olhar diferenciado. Então, vejamos, olha que felicidade diferente é essa que Jesus nos propõe, né? Então eu acho que há essa ideia magnífica de que a bem-aventurança significa exatamente esta dimensão de felicidade nova que Jesus nos convoca a vivenciar. >> OK, Érico, muito bom. Foi ótimo ter
, né? Então eu acho que há essa ideia magnífica de que a bem-aventurança significa exatamente esta dimensão de felicidade nova que Jesus nos convoca a vivenciar. >> OK, Érico, muito bom. Foi ótimo ter revisado isso, porque com essa instabilidade na nossa transmissão, talvez alguém tivesse perdido essa primeira parte, que é fundamental para compreender o Sermão do Monte, a luz da doutrina espírita. João, queria te fazer agora uma pergunta sobre uma parte que é talvez um um cerne ali do Sermão do Monte, que é terminadas as bem-aventuranças, Jesus faz aquela exortação dizendo aos que o ouviam que eram o sal da terra e que eram a luz do mundo. Como entender? Essas duas sentenças, elas eram para os discípulos, eram para a multidão, elas são também para nós hoje, como entendê-las e como aplicá-las? >> Muito bom. Teve uma frase do Érico que que quando ele disse, eu lembrei de Emmanuel, né, do encontro que Jesus tem com públo, na encarnação de Emanuel como públio, que Jesus fala que a a conversa dele ali não é pra personalidade do senador orgulhoso, do senador vaidoso, é para o espírito imortal, né? Então, as palavras do Cristo, elas são para para nós em termos de essencialidade espiritual, não é só paraa personalidade João, Denise, Érico. Então, ele fala para deixar gravado na nossa alma eh essas sementes de luz eterna, né, de luz imperecível, como diria o seu Honório lá de Minas Gerais. Então, quando ele fala: "Vós sois a luz do mundo, vós sois o sal da terra", não tem como a gente não lembrar da própria expressão que ele diz para para quem o perseguia, mas não tá escrito na lei, vós sois deuses? No princípio, o ser foi criado a imagem e semelhança de Deus. Então, todos nós aqui temos um DNA divino. Todos nós temos um DNA divino. O ser é criado, a imagem e semelhança de Deus. E o Cristo repete isso. Quando quando o questionavam sobre o que ele fazia isso colocava numa condição mais divina, né? Mas a lei diz: "Vós sois deuses". Todos nós somos seres divinos. Então, não há,
E o Cristo repete isso. Quando quando o questionavam sobre o que ele fazia isso colocava numa condição mais divina, né? Mas a lei diz: "Vós sois deuses". Todos nós somos seres divinos. Então, não há, na minha visão, um direcionamento específico de público, né? para receber a a ideia de sal da terra ou de luz do mundo. Todo ser consciente, todo ser inteligente, todo espírito, portanto, que é o princípio inteligente do universo, ele é sal da Terra e ele é luz do mundo em potencial. A grande questão é essa. Em potencial, nós somos poucos de nós já consegue colocar isso de forma eh patente, né, de forma ostensiva para viver como um sal que vai dar gosto às coisas, que vai dar um colorido e para viver como luz que vai iluminar os caminhos e vai tornar a existência eh menos sofrida, né? Ela vai ter ali as balizas que a luz vai poder apontar. Então, em potência, todos nós somos sal, todos nós somos luz. Agora, o grande desafio do cristão, daquele que faz o compromisso consigo e com Jesus, é justamente colocar em estado de atualização, como diria Aristóteles, transformar a potência em ato essas duas condições que a gente carrega dentro de nós, né? E muitas vezes a gente pensa que nós somos pouca coisa, mas eu não valho nada, eu não faço diferença nenhuma. Quem sou eu para ser sal de alguém, para ser luz de alguém? Eh, mas eu lembro sempre do livro dos Espíritos, eh, que quando Kardec pergunta sobre a condição nossa, né, no universo, eles respondem que cada um de nós tem um papel único e intransferível para cumprir na harmonia do universo. Cada um de nós. O que Denise faz, só ela faz. O que João faz, só João faz. O que Érico faz, só Érico faz. Então, nenhum de nós pode dizer assim: "Eu não tenho significação nenhuma no universo". É como uma grande sinfonia que cada nota, cada instrumento, né, tem algo a acrescentar e a beleza plena só vai acontecer quando todos derem aquilo que é próprio de si. Então é muito bonito porque é um é um aspecto muito mais do que de autoajuda, né? Muita gente vê:
em algo a acrescentar e a beleza plena só vai acontecer quando todos derem aquilo que é próprio de si. Então é muito bonito porque é um é um aspecto muito mais do que de autoajuda, né? Muita gente vê: "Não, Jesus tá falando de autoajuda, tá falando de Não é só isso, ele tá falando do que você é essencialmente. Não é só uma palavra bonita. Se valorize, né? se considere luz. Não é só isso. Você é essencialmente um ser divino. E é preciso colocar tudo isso eh para fora, né, e manifestar para que a vivência seja mais plena. Então eu interpreto, Denise, essas duas máximas do Cristo como para todos os seres. Não eram só para quem tava ali, não era só para os sofredores ou só pros discípulos, mas para todos os seres eh que carregam dentro de si essa assinatura divina, né? Cambiou. >> É que potente, João. Isso mesmo. E eu queria destacar uma experiência pessoal com essa expressão vós sois o sal da terra. Uma fase eu andava assim muito triste assim, muito decepcionada com o desenvolvimento do com a divulgação. Eu tava alimentando isso já fazia um tempo. Um certo dia eu acordei com essa sentença em mente, vós sois o sal da terra. E fez toda a diferença para mim. Foi uma virada de chave assim. Foi foi muito importante ter lembrado disso e nesse sentido em que a gente diz que é profundamente terapêutico também conhecer o sermão do monte. Mas vamos seguindo aqui porque eu tô olhando paraa contagem do tempo e o relógio está bastante adiantado. Érico, eu queria e seguir aqui com você agora focalizando no capítulo seis, numa parte dele que traz aquelas instruções pra vida prática, né, sobre a caridade, sobre como orar, ah, enfim, como esses aspectos apresentados ali no capítulo seis do sermão do monte, eles podem ser colocados na nossa prática diária hoje como espíritas nesse século XX, com tantas controvérsias. Quais dedes que você gostaria de de situar aqui? >> Fique à vontade. O que você escolher pra gente tá bem? Porque há uma série de recomendações. Quando pensamos no no conjunto das
antas controvérsias. Quais dedes que você gostaria de de situar aqui? >> Fique à vontade. O que você escolher pra gente tá bem? Porque há uma série de recomendações. Quando pensamos no no conjunto das recomendações, ele trata tanto de dimensões associadas a à ideia, né, do do comportamento nosso em relação a a ao dinheiro, não é? Ele busca instruções sobre as orações, não é? Quais delas que você gostaria? Eu posso situar algumas delas aqui. Primeiro, a ideia que está presente assim e não saiba a tua mão esquerda o que faz à tua direita. Tô pegando alguma algumas coisas que estão aqui eh descritas, né? Nessa passagem aqui. Estou aqui olhando para para a tradução de de Frederico Lourenço, né? há uma ideia de descrição, não é? Então nós nós diante do do nosso semelhante, a gente não humilhar quem recebe, né? Eh, depois há uma ideia de pureza, de intenção, não é? Porque devemos não usar o outro para inflar a nossa própria imagem. Ele ele faz essa observação, né, sempre para as máscaras que carregamos. Às vezes fazemos máscaras inclusive nas condutas caritativas, né, com que eh nos dedicamos a expressar a nossa religiosidade, não é? E no sentido de observar sempre, mais do que tudo, a liberdade interior de fazer sempre o bem, não é, sem depender de retorno, que é essa ideia deste amor máximo, não é, que devemos buscar cultivar, não é? Então, as nossas ações nesse sentido, quando realizamos a nossa benemerência, seja sempre neste sentido de um segredo. Isso nos coloca alguns desafios neste mundo que estamos eh vivenciando de tanta exposição, não é? Porque às vezes nós ficamos diante de um dilema, temos uma atividade, digamos, estamos vinculados ao ao centro espírita e vamos estar dedicados numa atividade, digamos, de cunho, de promoção social. E às vezes nós dizemos: "Eu devo divulgar esta ação para que alcance e se multiplique essas ações com os nossos irmãos." Às vezes estamos diante desse dilema, né? Então aí vale mergulhar nesta perspectiva do que Jesus nos nos recomenda para
r esta ação para que alcance e se multiplique essas ações com os nossos irmãos." Às vezes estamos diante desse dilema, né? Então aí vale mergulhar nesta perspectiva do que Jesus nos nos recomenda para colocarmos sempre a ideia. É bom, eu posso até publicar, mas se façamos, se formos fazer isso, pelo menos haveremos de distorcer essas imagens para não apresentar os beneficiários, não é? Para não colocar os outros numa situação de inferioridade, né? Porque estão recebendo, não é? no máximo possível não colocar a ideia de que existem algumas pessoas à frente desses trabalhos, mas que seja algo coletivo. Veja, a gente pode mergulhar nestes ensinos de Jesus para orientar a nossa a nossa vida. Algo extraordinário também na história do Horáries, porque veja, ele ele buscava sempre confrontar com práticas que eram usuais naquela sociedade judaica deentão. Então, a ideia daquelas práticas de oração que eram muito mais exposição de religiosidade para os outros, não é? Mesmo que o seu coração estivesse pesado em mágoas, em ressentimentos, não é? Eh, esse teatro religioso, ele era criticado por Jesus. E aí ele coloca que a oração não é uma fórmula. Não fiquem em repetições tais, né? Porque muitas vezes essas repetições, esse floreado bonito da oração tinha mais esta ideia da teatralização da religiosidade. Então, não é repetição vazia, não é fórmula, não é discurso para impressionar. A oração é um vínculo real com Deus, não é? E aí nós nos convocamos a estar fechados nesta nessa sala íntima assim no nosso coração, não é? Em contato com Deus. Acho que isso é uma coisa extraordinária, porque ele observa que nós não nos aproximamos eh a Deus, né, pela quantidade de palavras ou pela elaboração das palavras, mas pelo sentimento verdadeiro, não é? Então, essas coisas são, a meu ver, algo mais significativo destas destas questões. Então, para não sermos vivos, vistos, né, nas nossas orações, nas nossas atividades caritativas, eu acho que essas, digamos, seriam a as fundamentais, né? Passarmos um pouco
vo destas destas questões. Então, para não sermos vivos, vistos, né, nas nossas orações, nas nossas atividades caritativas, eu acho que essas, digamos, seriam a as fundamentais, né? Passarmos um pouco mais aqui, a gente poderia ver outras outros outros sentidos, né? Mas em última instância, é buscar sempre dos ensinos de Jesus, das recomendações para a nossa atividade prática, uma ética de coerência sempre, não é? Uma ética de coerência. >> Perfeito, Érico. E antes de seguir aqui com o João, eu quero destacar que estamos sendo acompanhados por mais cidades do que aquelas que citamos no início. E eu vou destacar aqui que estamos sendo acompanhados em São Paulo, capital, Cruz das Almas, na Bahia. Goiânia, Goiás, Belo Horizonte, Minas Gerais, também Guachupé e Itaúna, Minas Gerais. Estamos sendo acompanhados em Campina Grande, na Paraíba, Esperança, Picuí, também na Paraíba, Ferreiros e também Palmares em Pernambuco, Campo de Goitacasesas no Rio de Janeiro e ainda mais em Jardim do Cridó no Rio Grande do Norte, Santa Maria no Rio Grande do Sul e em Houston, no Texas. a todos os internautas, então, que nos acompanham, o nosso abraço e quando nos encontrarem em algum evento presencial, venham nos abraçar, venham nos encontrar. Nós gostamos muito de conhecer os internautas que nos acompanham, que comentam os livros, que voltam a ler ou que começam a ler a partir do que recomendamos aqui no Literatura Espírita. E quero ainda lembrar que nós teremos um momentozinho para as perguntas dos internautas ao final desse bloco que estamos conduzindo. E temos aqui um comentário da Dirce Maria Barreto que diz o seguinte: "Num dado momento do trabalho, aliás, num dado momento do tratamento espiritual, me veio a orientação da leitura diária do Sermão do Monte. Isso me fez muito bem. Exatamente. Aí o Sermão do Monte com esse seu eh digamos lado, esse fator terapêutico que certamente o é. João, eu quero aproveitar a sua experiência como um estudioso há mais de 10 anos do Evangelho, sua experiência no Nep
do Monte com esse seu eh digamos lado, esse fator terapêutico que certamente o é. João, eu quero aproveitar a sua experiência como um estudioso há mais de 10 anos do Evangelho, sua experiência no Nep Brasil, que é extremamente importante, para te fazer uma pergunta que é de literatura comparada. Todos nós conhecemos e tornou-se um clássico na literatura espírita o Evangelho por Emmanuel, que é a compilação feita dos comentários de Emmanuel a respeito do Novo Testamento como um todo. Mas nós temos uma outra autora espiritual que é Joana de Ângeles, que também faz comentários não no estilo de Emmanuel. E eu queria te perguntar sobre a obra de Joana, te perguntar sobre como esses comentários aparecem na obra de Joana de Ângeles. O que você nos tem a dizer sobre isso? >> Muito bem, né? Como você bem disse, a gente tem o grande hermeneuta aqui, Emanuel, super conhecido, o trabalho que o Saulo César fez com o pessoal da FEB, enfim. E a gente tá, né, eh, vou falar aqui bem baixinho, estudou com Denise, mais um pessoal fazendo um trabalho de garimpo que ninguém escute isso, mas brincadeira. É, a gente tá mapeando a obra de Joana e a gente tá descobrindo coisas impressionantes, né? Impressionantes, porque Joana é muito conhecida pela série psicológica dela, realmente é a nossa grande psicóloga espiritual, a gente pode dizer assim, nossa grande mentora nesse aspecto. Mas ela não é só isso, né? Como espírito superior, ela tem já uma grandeza de conhecimento de várias áreas, inclusive de hermeneuta do Novo Testamento, né? Inclusive, eh, a gente percebe como ela dedicou grande parte das suas mensagens eh para comentar passagens dos Evangelhos, para comentar parábolas, né, para comentar, enfim, tanta coisa que Jesus escreveu. Então, a gente fez, tá fazendo, fez, não, a gente tá fazendo um mapeamento, né, dessa grandiosa contribuição de Joana nesse aspecto do estudo do Novo Testamento, do Evangelho do Cristo, eh para apresentar uma outra face, né, que muita gente não conhece, da Joana como hermeneuta, aquela que vai
a contribuição de Joana nesse aspecto do estudo do Novo Testamento, do Evangelho do Cristo, eh para apresentar uma outra face, né, que muita gente não conhece, da Joana como hermeneuta, aquela que vai interpretar. E eu lembrei da personalidade dela como Juana Inês, da encarnação como Juana Inês, porque tem textos incríveis dela comentando passagens bíblicas, né? Até usamos uma vez no nosso NEP aqui da Federação, quando se tratou da crucificação do Cristo, eu encontrei um texto dela lindo sobre a cruz que foi imposta a Jesus e ela faz uma relação muito inteligente eh com o que se fazia na época, que era você coroar alguém que conquistava uma terra com um símbolo daquela terra. Então, se um conquistador invadia a Itália, era era pras eles darem a coroa para para esse conquistador com um elemento que representasse a Itália. E assim ela vai enumerando algumas situações. E aí Jesus recebe a de espinhos. Por quê? Na interpretação dela, né? Eu achei genial isso, porque a nossa terra é sofrida. Ele conquistou o planeta inteiro. Então a coroa que representa a Terra não é o ouro, não é a prata, não é o diamante, é o espinho, porque aqui é dor, é um mundo de provas, expiações. E isso ela escreve como Ron e Nazis. a gente abordou esse tema lá no Nep, até gravei um videozinho no YouTube, coloquei lá, porque eu achei fantástica a forma como ela interpreta, né, a genialidade dela percebendo sutilezas da Bíblia. Então ela traz isso pra Joana de Joana Angélica, Joana de aqui pro Brasil traz essa mesma genialidade. E a gente tem alguns números, né, em relação, por exemplo, ao ao próprio Sermão do Monte, a gente percebe que cerca de 70 obras dela citam passagens do sermão, né, que é o tema que a gente tá vendo aqui. Das cerca de 90 obras que ela tem, 70 é um percentual muito alto. Ela comenta todas as bem-aventuranças, né, e algumas obras. Eh, a gente percebe um destaque assim em relação eh a a essa parte do sermão e cito aqui, por exemplo, a alegria de viver, que ela tem epígrafes de todas as
s as bem-aventuranças, né, e algumas obras. Eh, a gente percebe um destaque assim em relação eh a a essa parte do sermão e cito aqui, por exemplo, a alegria de viver, que ela tem epígrafes de todas as bem-aventuranças. Das nove bem-aventuranças, ela coloca um epígrafe, né, aquele destaque assim logo em cima, eh, no seu texto para comentar todas elas. Eh, outras obras t várias mensagens sobre sobre o sermão como Tesouros Libertadores, florações evangélicas, né? Jesus evangelhadores da psicologia profunda. Então, seja com a citação direta no meio do texto, seja seja com epígrafe ou uma relação indireta, muitas vezes fala assim, ó, no sermão do monte Jesus fala aí não cita Mateus 5, não cita Mateus 6, mas indiretamente ela referencia. Então, ela se debruçou bastante, né, sobre o texto bíblico e a gente tá descobrindo essa face de Joana e pretendemos, né, lançar algo assim pra gente poder tornar público e as pessoas olharem para ela não só como uma grande psicóloga, né, mas sim como alguém que conhece o texto bíblico, assim como poucos e tem esse refinamento no trato, né? Ela ela extrai sutilezas, como Amélia Rodrigues, que é outra grande também, que que interpreta de forma belíssima, pra gente poder se debruçar sobre aquilo que é a maior mensagem que veio à Terra, né? não tem nada mais profundo do que o evangelho a boa nova do Cristo. Então, Joana tem sim uma vasta coleção de mensagens com abordagens eh do texto bíblico. Eh, eu eu não sei se eu poderia dar uma uma >> pode, claro, >> porque a gente toma Joana deângeles, vamos fazer uma uma palestra e tomamos um um versículo deste do sermão do monte, né, como tema da palestra e vamos eh eh ali fazer sempre, não é, e esta adição de Joana, sua reflexão, porque a sua reflexão nos traz uma uma ideia de terapêutica do espírito, não é? Ela ela pega o sermão do monte a a a despeito do da contribuição de Emânuel maravilhosa para elucidar, né, a a dimensão moral daquilo que é o ensino, né, e espiritual daquilo que é o ensino do Cristo. Eh,
ela pega o sermão do monte a a a despeito do da contribuição de Emânuel maravilhosa para elucidar, né, a a dimensão moral daquilo que é o ensino, né, e espiritual daquilo que é o ensino do Cristo. Eh, Joana nos fala do autoconhecimento, né? Então, o que em mim reage, né, se ofende, exige, acusa, ela ela traz esse esse aspecto importante na na reflexão. Depois ela nos traz a ideia da educação das emoções, né? E daí a terapêutica do espírito, porque eh eu acho importante isso, né? É uma terapêutica do espírito imortal, né? Então, a raiva, a ansiedade, a culpa, o orgulho, o medo, né? essa educação destas destas emoções. E isso tudo fazendo uma um uma um olhar sobre a integração do ser, não é? Para que não não sejamos mais esse ser fragmentado, né? Eh, de desse desse eu público e um eu íntimo, né? O apóstolo Paulo até falava sobre isso. Eu não posso ser ser dois, né? Aquele que eu sou no ambiente, eu vou ser vou ser no outro ambiente, né? Então, eh, Joana nos nos traz a a esta a esta reflexão, não é? Então, eu acho que é uma contribuição maravilhosa, não é? Sempre trazermos Joana, né, né, para a análise dessas passagens em particular do sermão do do monte. >> OK. Então, se o internauta está se perguntando assim, eu ouvi bem mesmo, Joana deângeles comenta o Sermão do Monte? A resposta é sim. Não só comenta o Sermão do Monte, mas comenta todo o Evangelho de Mateus, né, João? No levantamento que fizemos, achamos mais de 700 comentários de Joana de Angângeles sobre o Evangelho de Mateus e comenta a todos os demais. Então isso é um pequeno spoiler. Aguardem, nós teremos em 3 de maio um programa sobre alegria de viver e aí sim vamos nos debruçar sobre Joana de Angângeles comentando o sermão do monte, né? Mas vamos seguindo aqui que o tempo tá correndo aqui com conosco e os internautas estão ali no chat deixando as suas questões. Eu quero voltar, Érico, com você pra gente fechar aquele raciocínio que a gente começou lá do capítulo seis sobre as instruções práticas e indo pro sete que tem as
i no chat deixando as suas questões. Eu quero voltar, Érico, com você pra gente fechar aquele raciocínio que a gente começou lá do capítulo seis sobre as instruções práticas e indo pro sete que tem as regras de ouro, né? A grande regra de ouro, não fazer aos outros o que não queríamos que nos fosse feito, escolher a porta estreita, acautelar-se dos falsos profetas, enfim, mas ficando mais especificamente com a da porta estreita, por não fazer aos outros o que não queremos que os outros nos façam, eu queria te perguntar sobre essas regras de ouro nos dias de hoje. como é que elas se vinculam à nossa experiência nesse mundo, conforme ele está aí, você já o delineou na resposta anterior. >> Pois é, é um mundo eh em que somos muito reativos, não é verdade? Há um imediatismo em tudo. Recebemos uma mensagem de imediato, somos hiperconectados, não é? E neste mundo de rapidez nós reagimos, não é? eh mais do que agimos, não é? Nós não temos aquele tempo de reflexão, não é? Então, eh o o evangelho ele nos convoca a este autocontrole que é bem típico das avaliações que Joana de Angeles faz sobre o Sermão do Monte, né? Ela nos trazer para esse local do autocontrole, então do autoconhecimento, do autocontrole. Então, na realidade, não é a as as dimensões práticas disto que são recomendações de Jesus, eh, no sentido de nos convocar a uma reflexão de como estamos agindo, não é? Porque, eh, em geral, quando pensamos no no sermão do monte, nós podemos ter uma leitura e nos embriagar com a beleza daquilo que é dito, não é? Mas a outra expectativa é de que possamos vivenciar isto que é dito no sermão do mante, né? E esta experiência nos convoca a um além de da compreensão lógica daquilo que está sendo dito, a uma experiência íntima a interiorização deste conhecimento. E aquilo que era dito por Humberto Holden, ele ele nos nos chama para pra ideia de saborear. Este saborear é algo muito muito maior, não é? Porque é uma vivência prática que nos faz ter esse conhecimento. Então, como é
ito por Humberto Holden, ele ele nos nos chama para pra ideia de saborear. Este saborear é algo muito muito maior, não é? Porque é uma vivência prática que nos faz ter esse conhecimento. Então, como é que podemos conhecer sobre a ideia de não fazer ao outro aquilo que, né, que não queríamos que ele nos fizesse e vice-versa, buscar fazer ao outro aquilo que queremos que ele nos faça, não é? é na experiência destas recomendações todas que nos faz ter uma ideia para além daquela justiça que era que nos provocava, né, e a ideia de reação, não é, do olho por olho, dente por dente, né, mas fazer um movimento em que reconheçamos o outro como irmão, não é? E saibamos que há sempre consequências naquilo que realizamos, não é? Então, é algo fundamental ter em ideia aquilo que Jesus nos diz, né, naquela naquela coleção de explicar a justiça nova, né, de dizer antes vocês antes estavam eh afiliados a à lei que dizia que não faráis isso, ou então que amarás ao próximo, que é é o mandamento extraordinário, amar ao próximo. Eu, na autoridade que ele nos trazia, lhes digo que deverais amar ao vosso inimigo. Então, isso é uma coisa, não é, que que para os dias atuais precisamos. Nós estamos um mundo reativo, um mundo de muita polarização, não é? Um mundo onde ficou banalizado, não é? A agressão, agressão pública, não é, de todos, de todos já ex. E nós precisamos deste momento de reflexão. Não há ideia de absorção do do evangelho sem um silêncio, sem uma pausa, sem uma internalização. Precisamos deixar de ser reativos no mundo e sermos ativos em amor. Alcançar o outro nas suas necessidades, buscar o outro, né, nos desafios que nos provocam na conquista daqueles valores. Porque não seremos humildes, não seremos misericordiosos sem o contato com outro e naquilo que nos desafia, não é? Se precisamos adquirir esses valores, somos desafiados. As tempestades virão, como ele nos avisava, né? As tempestades virão. E aí é necessário saber se estamos construindo em rocha firme ou na areia, né? A rocha firme é exatamente
lores, somos desafiados. As tempestades virão, como ele nos avisava, né? As tempestades virão. E aí é necessário saber se estamos construindo em rocha firme ou na areia, né? A rocha firme é exatamente quando pensamos, não é? Não é que vamos colocar uma casa sobre uma rocha que está montada. A rocha são os valores que acumulamos, não é? Então, quando construímos sobre a humildade, sobre a mansuetude, sobre a misericórdia, sobre a pureza, quando vem os o a as tempestades, que são aquilo que nos provoca ainda nos testes, né? E aí são as perdas, não é? são as agressões que sofremos, não é? São os desafios que enfrentamos. Se estamos sólidos, não é, nestes valores que já adquirimos, aí podemos atravessar por esses testemunhos com a dignidade, com a com a coragem, com a confiança, com a esperança no Pai. Se estamos em terra, a terra é aquela fé de ocasião, não é? é aquela construção de humildade que é apenas externa, exterior, né? Aí se construímos em cima disso, quando vem as tempestades, os desafios, nós só sobramos, não é? Nós caímos. Então aí é que existe a reflexão sobre estas propostas de Jesus. Precisamos neste mundo atual ter esta consciência, né, para agirmos no mundo em amor, né, sermos menos reativos, né, buscarmos alcançar o coração do outro, levando essa mensagem poderosa do evangelho e em particular do sermão do morte, porque ela tem uma função terapêutica, como nos avisa Joana, ela nos reconstrói como aquilo que verdadeiramente ente somos somos o espírito imortal em conquista dos valores que nos aproximarão do divino. >> OK, Érico. Muito bem. E aí nós vamos já para as perguntas dos internautas. Temos algumas aqui. João, eu quero começar com você uma pergunta da Amanda Lopes. Ela nos pede para você destacar uma parte do Sermão do Monte que você considera que abraça primeiro alguém que tá enfrentando uma grande dificuldade. Que destaque você faria nesse sentido? Uma parte do sermão que abraça alguém? >> Uhum. Eh, eu lembro do do que a gente tá vivendo quando, para pensar nisso, qual
tá enfrentando uma grande dificuldade. Que destaque você faria nesse sentido? Uma parte do sermão que abraça alguém? >> Uhum. Eh, eu lembro do do que a gente tá vivendo quando, para pensar nisso, qual é talvez a maior dificuldade que a gente tá vivendo hoje, né, em tempos tão acelerados de muita informação, muita rede social. Ansiedade é uma das coisas que mais impactam a vida das pessoas. A gente tá muito ansioso, cada vez mais ansioso e cada vez começando precoce, né? A criança de 7, 8 anos com celular, já ficando ali super ansiosa porque tem que digerir não sei quantas informações, tantas pessoinhas que ela segue nos canais do YouTube. Eu vejo minha sobrinha já adolescente desde muito cedo com celular, ela tem que ver todo mundo que que postou fulana, beltrana, cantora, tal, ela fica ali, ó. Então, é a parte do sermão que eu acho que é assim a mais eh condizente com a nossa maior dificuldade emocional hoje, que é ansiedade ligada à depressão, porque uma coisa sempre tá meio que junto com a outra. que tá lá no capítulo 6 de Mateus, versículo 25, quando Jesus fala, né? Não vos inquieteis por vossa vida, com que comereis, nem por vosso corpo com que vestireis. E aí ele faz uma reflexão, né? Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que a veste. E aí vai falar de Salomão, né, da dos lírios, enfim. Então essa parte de não andeis ansiosos, né? Viver a cada dia, porque cada dia basta o seu mal. Para hoje, se a gente conseguir viver isso aqui, a gente elimina acho que metade dos nossos problemas. Quem consegue viver cada dia, planejar amanhã é segunda-feira, eu vou pra universidade de manhã, de tarde eu tenho uma academia, tal. você, eu planejo bem direitinho e faço cada dia. A gente consegue fazer isso assim, você elimina metade dos seus problemas, porque grande parte dos nossos problemas, das nossas inquietações, estão só aqui. Não existe isso, tá só aqui, né? Então a dificuldade é respirar fundo, serenar e viver cada dia com o que ele vai trazer de desafio. Então acho que para hoje a
das nossas inquietações, estão só aqui. Não existe isso, tá só aqui, né? Então a dificuldade é respirar fundo, serenar e viver cada dia com o que ele vai trazer de desafio. Então acho que para hoje a pandemia que existe de ansiedade, depressão que a gente tem, esse versículo do Cristo ele é essencial, né? E é cirúrgico assim a precisão cirúrgica dele de saber das nossas inquietações. Então fica aí a dica, né? Capítulo 6 de Mateus versículo 25. Tem que ser o nosso mantra assim de todos os dias. Cambio. >> Perfeito, João. Érico. E agora uma pergunta para você que é uma pergunta de dois internautas a sobre aquela diferença lá entre Mateus e Lucas, o subir na montanha, descer estar na planície. Eh, os dois internautas, a Marlene Rosas e o Mauro Aldrig, que são internautas que nos acompanham aqui sempre, eles perguntam eh se é importante e viável colocar sempre esses dois trechos lado a lado e entender aí as duas dimensões que cada um traz para nós. >> Sim, eu acho importante, como eu tinha falado, né, é próprio da metodologia de Jesus. Jesus se aproxima de nós na nas nossas necessidades e há um um um discurso que é focado nisto, que é trazido pelo evangelho para nos dizer Jesus se aproxima de nós outros. É um movimento sempre o evangelho é uma orientação para nossa vida, né? Então não está perdido isso que está em Lucas e e em Mateus. Não há que dar uma uma preferência necessariamente. É que são os dois lados da da nossa vida. Nós temos essa essa vida prática que nos aproxima dos outros e precisamos realizar na horizontalidade. Temos que expressar esse nosso amor com as coisas do tempo e do momento em que estamos vivendo, não é? E e essa mensagem, ela tem que nos alcançar ainda no nível em que estamos atuando e com as pessoas que que estamos eh nos dedicando. E a este momento, né, de crescimento espiritual, em que vamos buscar o mais profundo, não é, esse discurso dirigido ao espírito imortal, não é? Então, as duas dimensões são importantes. Acho que sempre é interessante eh na abordagem. Eu tinha
itual, em que vamos buscar o mais profundo, não é, esse discurso dirigido ao espírito imortal, não é? Então, as duas dimensões são importantes. Acho que sempre é interessante eh na abordagem. Eu tinha falado aqui sobre o pastor, que ele faz uma uma uma análise do evangelho magnífica. Exatamente. Particularmente quando está com os evangelhos sinóticos, não é? Você tem essa correspondência daquilo que está em Mateus, em Marcos, em Lucas, né? Aqui ali você tem correspondência em João. O evangelho de João é mais diferenciado. Ele ele não tem tudo que tem nos outros, né? né, tem coisas próprias, né? É um movimento de de uma narrativa bem bem bem diferenciada, mas essa análise que é feita comparando, não é, a as passagens aonde tem correspondência em cada um dos Evangelhos é muito preciosa. >> Olha aí, o Érico deixou aqui mais uma dica de leitura, um clássico da literatura espírita, o Carlos Torres Pastorino, sabedoria do Evangelho em vários volunes, acho que são sete ou oito, não lembro bem. É com oito volumes, >> oito volumes e uma obra esgotada. O nove, oito volumes, né? Oito volumes e uma obra que circula com alguns volumes na internet e a gente tem que dar uma rastreada, mas uma obra que vale muito a pena ser lida junto com o demais que foi colocado aqui. Bom, amigos, estamos chegando ao final. Vou pedir que vocês então façam as suas despedidas e aí eu vou começar pelo Érico, fazendo as suas despedidas nesta manhã. Ó, com que alegria, Denise, participamos deste encontro, não é, com todas as dificuldades que a internet, né, nos convoca a também vivenciar, mas eh um delicioso debate, uma conversa, não é tão tão saborosa, a ideia daquele saborear o evangelho, né? Estamos saboreando aqui o evangelho nesta companhia de João, né, com a propriedade do seu estudo, do da da profundidade com que ele nos traz, né, as suas interpretações do evangelho em particular. Aqui estamos tratando do sermão do mânteo, né, e acho essa sua iniciativa, não é, de se dedicar, né, em profundidade ao Sermão do Monte, ao
traz, né, as suas interpretações do evangelho em particular. Aqui estamos tratando do sermão do mânteo, né, e acho essa sua iniciativa, não é, de se dedicar, né, em profundidade ao Sermão do Monte, ao Evangelho de Mateus, preciosa, né? Eh, o literatura espírita cumpre um uma uma um papel extraordinário de nos aproximar do evangelho. O o acho que ainda no espiritismo nós precisamos ainda mergulhar mais no estudo do Novo Testamento em particular, não é? Não apenas a lendo o Evangelho Segundo o Espiritismo, não é? mas nos dedicando aquilo como Emanuel fez, assim como Joana o faz com a sua abordagem, né, terapêutica, não é? Eh, eh, nos convoca também, né, estes autores, a uma reflexão profunda disto que é a base de tudo, não é, da nossa formação, não é, o evangelho, né, que nos nos apresenta Cristo Jesus, o nosso modelo e guia. OK, João, e suas despedidas. >> Primeiro agradecer o convite, né? Sempre importante estar partilhando que a gente aprende também aprendendo junto em com comunidade. Eh, eu vou trazer uma frase que me marcou bastante quando eu estudava o Sermão do Monte, que é atribuída a Gandhi, né? Acho que foi dele, porque ele é contemporâneo nosso, que dizia que se perdessem todos os livros religiosos da humanidade e restasse apenas o sermão do monte, nada estaria perdido. Então, para você que abre a Bíblia e acha difícil ler a Bíblia, porque de fato é difícil, não tem paciência às vezes, então você vai abrir o Evangelho de Mateus, fazer como Gandy disse, vai lá no capítulo 5, 6 e 7, pequenininho, é curto, e vai ler, porque ali tá o néctar, né? Tá, cereja do bolo, aquilo que é mais importante da mensagem do Cristo. Mateus compilou nesses três capítulos. E se você ler isso entender, você já vai dar um salto assim como cristão. Impressionante. Então, recomendação de Gand que não era cristão, mas admirava profundamente o Cristo de a gente ler esses três capítulos de Mateus, porque não tem nada mais completo, profundo, né, do que Jesus traz no seu grande sermão do
Gand que não era cristão, mas admirava profundamente o Cristo de a gente ler esses três capítulos de Mateus, porque não tem nada mais completo, profundo, né, do que Jesus traz no seu grande sermão do monte. Então, fica aqui a dica de leitura. quem não leu, porque muita gente conhece as bem-aventuranças, conhece algumas partes, né, do Pai Nosso, conhece os ais, conhece as advertências, mas nunca leu mesmo assim num fôlego, né? E é importante você abrir o texto e ler, né? Não tenhamos medo da Bíblia, assim, você abre, lê esses três capítulos que já vai ser assim de de grande valia, porque como dissemos e Gand expressa isso muito bem, eh, é o que tem de mais importante, né? Ele se encantou quando leu Sermão do Monte. Viu um Cristo que ele não via nos cristãos ditos da época. Mas o Cristo de vocês é diferente do que eu tô vendo aqui no Cristo do sermão, porque ele foi na fonte, né? Então, convista do Espiritismo é a gente tem que ir até a fonte das coisas. Kardec fazia isso com primor e a gente tem que fazer também é ir até a fonte. Não é de ouvir dizer de segunda mão, de terceira mão, é de primeira mão. E quando você vai no texto com uma boa tradução, você se encanta, se apaixona pelo evangelho e aí não quer mais ficar longe de Jesus, porque ele é o nosso grande médico, né? E até que a gente esteja totalmente curado, a gente precisa dele. Obrigado, Deniseio. Câmbio. >> OK, João. Muito obrigada. Também eu agradeço muito a você, a Érico, terem vindo partilhar essa manhã conosco, trazer esse estímulo paraa leitura do Sermão do Monte. Quero também destacar que estamos sendo acompanhados em Vitória da Conquista, na Bahia, em Recife, Pernambuco e em Campinas e São Paulo. Quero dizer aos internautas que o nosso próximo programa será no dia 1eo de março. Até lá você acompanha a preparação do programa pelo Instagram no nosso canal oficial que é o @literatura.espesespírita. E se você considera esse conteúdo relevante este agora que nós acabamos de apresentar, você deixa o seu like e
ação do programa pelo Instagram no nosso canal oficial que é o @literatura.espesespírita. E se você considera esse conteúdo relevante este agora que nós acabamos de apresentar, você deixa o seu like e aguarde que em primeiro de março nós voltaremos com o Sermão do Monte no Evangelho Segundo Espiritismo. Acompanhe a nossa divulgação. Um excelente domingo para todos. Muito obrigada e até o próximo programa.
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