LEMBRANÇA DA EXISTÊNCIA CORPORAL - Q.304 a 319 "O LIVRO DOS ESPÍRITOS - Maurício Lociks

Comunhão Espírita de Brasília 10/07/2025 (há 9 meses) 1:10:31 286 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer. de coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à Casa do Caminho, a comunhão Espírito de Brasília, para mais uma noite de estudos do ciclo do livro dos espíritos, a obra básica que apoia toda a doutrina espírita, que é considerado também o evangelho, né, o o cristianismo rede vivo, né, a purificação do cristianismo. Hoje o nosso amigo Marcos Vinícius teve um atraso, então pediu nossa ajuda para começarmos o trabalho. E como o clima tá muito gostos gostoso para quem tem agasalho, para quem tá, né, ter um apartamento quentinho, uma casa quentinha, mas não é um clima tão gostoso, é um clima difícil para quem não tem esse tipo de apoio. Então, a gente vai começar aqui com alguns avisos. A a comunhão está dando seguimento à campanha do agasalho de 2025. A comunhão atende a mais de 150 famílias e e toda sexta-feira a comunhão faz um atendimento a pessoas em situação de rua. São 40 pessoas atendidas pela comunhão. Então ela pede, né, cobertores, agasalhos, femininos, masculinos, infantis, calçados, meias, toucas, bonés, eh, e todos os itens, tênis, né, que fal de calçados. E a entrega aqui é no almoxarifado da comunhão de 7 da manhã bem cedinho até 5:30 da tarde de de sábado, aos sábados e quartas-feiras. Nos demais dias de 7 da manhã às 19:30 pode ser entregue na portaria também. Outro aviso é que tem uma uma peça de teatro chamado A Capa de Santo prevista para apresentação no dia 12 de julho às 19 horas aqui no salão. Então todos estão convidados. Outro recado importante, esse é constante aqui na casa, é que todo centro espírita tem como porta de entrada, além das palestras e dos passes, o atendimento fraterno. Então, quando alguém pergunta: "Ah, como é que eu vou na comunhão? Que como é que eu faço para poder receber um um atendimento na comunhão?" Então, só lembrando, na entrada da comunhão à esquerda tem um balcão de

o alguém pergunta: "Ah, como é que eu vou na comunhão? Que como é que eu faço para poder receber um um atendimento na comunhão?" Então, só lembrando, na entrada da comunhão à esquerda tem um balcão de informações e logo em linha reta a a esquerda vai tá a escada e à direita a livraria tem o balcãozinho do atendimento fraterno. Esse atendimento fraterno é o ponto de partida para várias atividades. Comunhão tem grupos de de apoio psicoterápico, espiritual para pessoas com tendências suicidas, pessoas que têm dependência química, eh tratamentos emergenciais para pessoas com distúrbios mediúnicos, óbvio, né? além do do passe, passe comum, passe de desobsessão e do estudo sistematizado. Mas isso que é importante destacar que o atendimento fraterno na Comun Espírito de Brasília, ele tem os horários bem definidos e a porta, a casa tá sempre de portas abertas. Pra harmonização, nós selecionamos aqui um trechinho do Evangelho Segundo Espiritismo. Conhece o Evangelho? ouvindo falar a releitura no Novo Testamento, a luz do Espiritismo. Como o nosso tema vai falar sobre lembrança da vida terrena, nós escolhemos aqui o capítulo 5, bem-aventurados dos Aflitos, o item 11, esquecimento do passado. E olha que sabedoria que tem nesse item. em vão se objeta, né, se opõe que o esquecimento constitui obstáculo a que se possa aproveitar a experiência de vidas anteriores. Então, algumas pessoas falam: "Olha, se eu esqueço do passado, é uma perda de tempo, porque se eu lembrasse, né, a matemática, tudo que eu aprendi e lembrasse quem eu já conheci, quem eu não conheci e quem eu já amei para me aproximar e quem eu não amei, eu tenho raiva para me afastar" e seria melhor. Mas a doutrina mostra, né, a sabedoria filosófica da doutrina mostra que isso não é o bom caminho. Aí vem, havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, é que há nisso uma vantagem. Com efeito, a lembrança de vidas passadas traria gravíssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar-nos, humilhar-nos singularmente

çar um véu sobre o passado, é que há nisso uma vantagem. Com efeito, a lembrança de vidas passadas traria gravíssimos inconvenientes. Poderia, em certos casos, humilhar-nos, humilhar-nos singularmente ou então exaltar-nos o orgulho e assim entravar o nosso livre arbítrio. Então, por exemplo, se eu fui um assassino, um homicida num outra encarnação, eh tive viciações graves, cometi atos graves contra mim ou contra o próximo, isso podia me envergonhar. Ao passo que se eu fui um rei, um imperador, um grande juiz, um homem muito poderoso, eu poderia ficar orgulhoso. Então o esquecimento no passado já entra aí como um elemento terapêutico pro desenvolvimento da nossa humildade e para aliviar nossos sentimentos de culpa. Aí, prosseguindo, frequentemente o espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas. Ó, você de novo aí, né? A fim de reparar o mal que lhes haja feito. Se reconhecesse nelas, nessas pessoas, a quem as odiara no passado, quissá o ódio se lhe despertaria outra vez no íntimo. Então, a gente esquece o passado para poder aprender a perdoar. Aquela pessoa que a gente às vezes não tem muita simpatia, eu não sei o que que tem, tem uma espécie de uma barreira energética com essa pessoa, né? Graças a Deus, eu não lembro que que eu fiz com ela em outras vidas ou o que que ela fez comigo em outras vidas. De todo modo, ele se sentiria humilhado na presença daquelas daquelas a quem houvesse ofendido. Para nos melhorarmos, outorgou-nos Deus precisamente o que de necessitamos e nos basta. a voz da consciência. Um e dois as tendências instintivas. Isso priva-nos do que nos seria prejudicial. Então, a voz da consciência já nos dita mais ou menos o que que a gente fez no passado e para que que a gente tá aqui no no livro dos espíritos. Isso é muito claro, né? Onde está escrita a lei de Deus? Na consciência de cada um. A lei de Deus está na nossa consciência. e as nossas tendências instintivas. Normalmente o tipo de provação que a gente vive, o tipo de

né? Onde está escrita a lei de Deus? Na consciência de cada um. A lei de Deus está na nossa consciência. e as nossas tendências instintivas. Normalmente o tipo de provação que a gente vive, o tipo de expiação, aquelas lutas da vida, é que nos sinalizam: "Hum, eu já sei o que eu fiz no passado, já imagina o intuo que eu fiz pelo tipo de provação, de experiência que eu vivo". Aí eu vou pular um pouquinho o trecho, eh, e diz assim: "Aliás, o esquecimento ocorre apenas durante a vida corpórea como regra, OK? Voltando à vida espiritual, readquire o espírito a lembrança do passado. Nada mais há, portanto, do que uma interrupção temporária durante a encarnação, semelhante a que se dá na vida terrestre durante o sono. Então, quando a gente dorme, a gente tende a, a gente acredita que tá esquecendo os problemas da vida. que a gente dorme até sobre o ponto de vista da biologia, da fisiologia humana, o período de sono é um período de recomposição corporal, de alívio da mente. A gente sonha, espele no sonho aquelas frustrações. Então, o sonho, o sono altamente reparador. E aí a gente esquece um pouco, a consciência adormece, a consciência física, não é semelhante a que se dá na vida terrestre durante o sono, a qual não impede a que no dia seguinte nos lembremos do que tenhamos feito na véspera e nos dias precedentes. Então, é como se fosse o ciclo da encarnação. O sono pro encarnado, ele é uma simulação curtinha, pequenininha desse ciclo, encarnação, desencarnação, vida espiritual, reencarnação e assim por diante. Aí, prosseguindo, e não é somente após a morte que o espírito recobra a lembrança do passado. Pode-se dizer que na essência o espírito jamais a perde, jamais perde essa lembrança no subconsciente ou no inconsciente profundo que nos ensina Joana de Angeles, aquela memória que está enraizada no espírito. Pode-se dizer que jamais a perde, pois que como a experiência o demonstra mesmo encarnado, adormecido o corpo durante o sono físico, ocasião em que goza de certa liberdade, a gente se desdobra,

írito. Pode-se dizer que jamais a perde, pois que como a experiência o demonstra mesmo encarnado, adormecido o corpo durante o sono físico, ocasião em que goza de certa liberdade, a gente se desdobra, né? A gente aprende isso, sai o espírito do corpo físico durante o sono e readquire uma consciência mais aberta. O espírito tem consciência de seus atos anteriores. Às vezes sabe porque sofre e sofre com justiça. A lembrança unicamente se apaga no curso da vida exterior, ou seja, quando a gente está acordado, né, da vida da relação com os com os com o próximo. Mas na falta de uma recordação exata que ele poderia ser muito penosa e prejudicá-lo nas suas relações sociais, forças novas aureem o espírito nesses instantes de emancipação da alma se o sábio aproveitar. Então, durante o sono, segundo essa passagem do Evangelho, nós temos às vezes, quando nos é permitida, a lembrança de atos passados para nos motivar a correção dos atos presentes. E também pode muito acontecer da gente receber conselhos dos mentores espirituais, visitas, contatos com espíritos encarnados ou desencarnados no caminho do perdão. A pessoa se desdobra e tem contato com desencarnados ou encarnados para se reconciliar. Então esse processo, né, o sono é muito importante. Por isso que a doutrina nos ensina que devemos fazer uma prece, estarmos preparados para o sono bem bem proveitoso, não é? E numa medida em ampla escala, em amplíssima escala, esse ciclo de reencarnação, desencarnação. A gente desencarna e vai lembrando. Mas vamos detalhar isso na noite de hoje. Antes de prosseguirmos, vamos fazer a nossa prece. Querido mestre Jesus, muito obrigado, Senhor, pela oportunidade bendita de estarmos aqui reunidos em Teu nome. Ajuda-nos, Senhor, a compreendermos a sabedoria das tuas lições. Que possamos convertê-las em sementes de caridade, de bondade, de amor, de renovação espiritual, de reforma íntima. Intua-nos, Jesus, para que o nosso estudo possa ser muito bem orientado, que ele possa ser produtivo e que ao

em sementes de caridade, de bondade, de amor, de renovação espiritual, de reforma íntima. Intua-nos, Jesus, para que o nosso estudo possa ser muito bem orientado, que ele possa ser produtivo e que ao longo desses minutos que passaremos aqui reunidos em teu nome, Senhor, possamos irradiar vibrações de amor, de cura, de paz, de esperança, de renovação espiritual em direção a todos aqueles que precisam mais do que nós, aqueles que estão encarcerados nos leitos dos hospitais. que estão presos nas casas de detenção, as famílias que passam da fome do coração, da fome material, as pessoas que estão perdidas pela dor da desilusão, Senhor, as vítimas da depressão, da doença, da tristeza, todas elas recebam essa brisa de amor que vem do coração de todos aqueles que estão em prece, que estão bem bem sintonizados e assim com a proteção da equipe de Bezerra de Menezes também agradecemos desde já esse encontro tão produtivo, tão belo da noite de hoje, dizendo graças a Deus. Obrigado, senhor. É isso. Então, gente, prosseguindo, nós estamos num bloco de estudos que falam sobre a vida espiritual no né no nosso nosso bloco. Eh, e a gente vai tratar desse assunto de como é que a gente se se quando o espírito desencarna, como é que é a memória dele? Ele recobra a consciência de imediato, ele recobra, ele lembra das vidas passadas. Porque no evangelho, o evangelho ele é sintético, ele tem essência da sabedoria. E o livro dos espíritos nas suas questões, né, mais de 1000 questões, ele vai detalhando isso. Então ele vai mostrando, olha, recobra assim, mas não é de imediato, depende do espírito, conforme o grau de evolução, conforme o estado emocional. Então, quando a gente desencarna, a gente vai ter, a gente mantém a lembrança da última vida ou não, a gente recobra de imediato as memórias de vidas passadas ou isso é um processo mais lento? E os nossos apegos, né? Adoro aquele pessoa desencarnou, adoro aquele vaso. E aí, eu vou me desapegar daquele vaso ou não? E o nosso corpo? Tem uma

de vidas passadas ou isso é um processo mais lento? E os nossos apegos, né? Adoro aquele pessoa desencarnou, adoro aquele vaso. E aí, eu vou me desapegar daquele vaso ou não? E o nosso corpo? Tem uma pergunta que a gente vai estudar hoje. Como é que a gente se relaciona, né? Como é que é a visão, a percepção do corpo que ficou, que está enterrado, que foi, né, quando é cremado. E as tarefas que não conseguimos terminar. São basicamente essas questões, esses tópicos que nós vamos trabalhar na noite de hoje. Para começar, eu sempre gosto de dar marchar réas questões. Nós estamos na questão 304 até a questão 319, mas eu gosto de de relembrar algumas questões que dão as bases pro estudo. Então, a questão 150 do livro dos espíritos, ela é fantástica. Ela fala assim: "A alma após a morte conserva a sua individualidade?" A resposta: sim. Sim, jamais a perde, que seria ela se não a conservasse. E até costumo comentar, né, que quando alguém desencarna e a gente vai fazer aquelas preces, várias religiões, a gente enaltece as qualidades da pessoa. Mas esse processo de enaltecimento das qualidades da pessoa que desencarnou é para gerar boas vibrações, é para gerar uma vibração de amorosidade em relação à aquelas pessoas, né? Então, tinha a senhorinha que ficou viúva. Eh, e aí havia um um padre fazendo a prece, tudo aquele fulano de tal, um marido exemplar, um profissional dedicado, um vizinho maravilhoso. E aí a viúva olhou assim: "Deixa eu olhar o caixão aqui porque acho que o senhor tá falando de outra pessoa, padre". Né? No meu marido não era assim não. A gente chama de discurso de canonização, de santificação. Mas veja, isso tem uma funcionalidade para poder colocar boas vibrações, boas lembranças para aquela pessoa que acabou de partir. Mas a gente manter nossa individualidade em regra, os nossos vícios, nossos defeitos, a gente leva nossas virtudes, mas também leva nossos ranços. E isso a gente tem que ter essa consciência, né? Tentar. O ideal é limpar os nossos ranços

ade em regra, os nossos vícios, nossos defeitos, a gente leva nossas virtudes, mas também leva nossos ranços. E isso a gente tem que ter essa consciência, né? Tentar. O ideal é limpar os nossos ranços antes de desencarnar na medida do possível, né? Aos pouquinhos. Tem um ditado oriental que fala que você não consegue limpar um pano encardido numa única lavagem, senão você rasga o pano. Com a gente é a mesma coisa. A gente tem que ter paciência com a gente mesmo. A gente não consegue lavar a nossa alma, né, dos nossos defeitos numa única encarnação. É aos poucos, é devagarinho. A questão 163, tô só na introdução, tá, gente, ainda a alma tem consciência de si mesma imediatamente após deixar o corpo? Ela recobra a resposta imediatamente. Não é bem o termo. Fala os espíritos, a alma. Aí vem uma coisa muito importante na doutrina que o espírita tem que saber. A alma passa algum tempo em estado de perturbação ou sono reparador. Muitas pessoas desencarnam e adormecem e vão acordar dias, semanas depois. Outros passam em estado de perturbação. Tem alguns exemplos na literatura doutrinária que esclarecem bem isso. O livro Cartas de uma morta, uma das primeiras psicografias de Chico Xavier, relata a experiência de Maria João de Deus, a mãezinha do Chico, que desencarnou em 1915, quando Chico tinha cinco aninhos. E anos depois ela psicografa e fala como é que foi a experiência de desencarnação. Era uma mulher boníssima, um espírito muito amoroso, com uma matriz católica muito forte, que não tinha essa percepção ou préconhecimento do mundo espiritual. E ela passa mais de um mês vagando. Ela passa mais de um mês, ela desencarna eh meados de setembro de 2015, 29 de setembro, salvo engano. E no dia de finados, no dia 2 de outubro, não, 2 de novembro, ela envolvida naquela sintonia coletiva de de carinho aos desencarnados, ela procura uma igreja, uma igreja física, e faz uma prece, se envolve e vê outras pessoas na mesma situação dele. Quando ela faz aquela prece depois de mais um

letiva de de carinho aos desencarnados, ela procura uma igreja, uma igreja física, e faz uma prece, se envolve e vê outras pessoas na mesma situação dele. Quando ela faz aquela prece depois de mais um mês, olha, Maria João de Deus, né, a mãe de Chico Xavier, aí ela consegue se libertar e ela vai pro plano espiritual e e acorda fazer, ela entra num devaneio, né, num num num êxtase e e se percebe numa outra igreja mais iluminada, que era uma igreja diferente. A partir daí, ela tem oportunidades lindas, ela um espírito já evoluído, ela vai poder visitar até outros planetas e descreve nesse livro Cartas de uma morta, como é que foi esse passeio que ela teve a permissão de fazer. por outros planetas do sistema solar. Muito lindo. Mas veja, ela passou por isso. Tem um um livro chamado Tormentos da Obsessão do Espírito Manuel, Filômeno de Miranda, médium Divaldo Franco, que descreve um hospital chamado Hospital Esperança, né? O nome lindo do hospital, Hospital Esperança. E sabe que que é esse hospital? É uma clínica psiquiátrica para espíritos desencarnados. Então, o espírito quando desencarna, ele tem problemas psiquiátricos, principalmente quando são associados a comportamentos viciosos, lesões comportamentais que se somatizam, eles vão para esse tratamento. E aí quando eu li esse livro, eu falei: "Meu Deus do céu". Ele fala assim: "A maior parte dos internos do Hospital Experiença são espíritas fracassados". Aí eu falei: "Ô, gente, que que é isso?" Mas assim, um livro muito educativo. Eu sugiro essa leitura para quem já tem algum tempo de de doutrina. porque vai ter descrições assim mais fortes, mais pesadas, mas ele entra com minúcias na descrição da espiritualidade, da da dos processos obsessivos e assim vai. Bom, a 242 diz: "Como é que os espíritos têm o conhecimento do passado, do passado remoto? Esse conhecimento é ilimitado, né? O passado. Olha que interessante. Quando com ele nos ocupamos, dizem os espíritos, é como se fosse para nós o presente. Olha que interessante, a gente

assado remoto? Esse conhecimento é ilimitado, né? O passado. Olha que interessante. Quando com ele nos ocupamos, dizem os espíritos, é como se fosse para nós o presente. Olha que interessante, a gente tá num corpo físico e as nossas ondas mentais estão adormecidas pelo corpo físico. Então a nossa mente é mais quietinha. A mente do desencarnado é muito mais viva, muito mais pulsante, criativa, criadora. Então, quando o espírito ele começa a se fixar no passado, é como se ele tivesse revivendo mentalmente o passado. É o que diz o livro dos espíritos. Aí prossegue mais adiante. Como já nenhum vel material que eu falei, o corpo amortece as vibrações mentais, ele amortece a memória, como nenhum vel material nos tolda, né, nos abafa a inteligência, então lembramos-nos mesmo daquilo que se te apagou na memória quando encarnado. Então, aos poucos ele vai lembrando disso, mas nem tudo os espíritos sabem. Aí uma coisa que eu falei, ó, né? Faz sentido a começar pela sua própria criação. Realmente a gente não vai ter um limite. Vocês percebem? O espírito vai lembrando do passado. Ele pode ter acesso às vidas passadas, mas ele tem um limite. Ele vai até um certo ponto e vai chegando, vai esmaecendo, esmaecendo. Até por quê? Porque aquilo já não é tão relevante para ele lembrar. e até as impossibilidades que, por exemplo, a o desenvolvimento da memória e do do intelecto no espírito, no estado muito primitivo de evolução, ele não existe. O princípio inteligente, segundo Emanuel, segundo Jonas deângeles, a gente encontra na Gênese também, ele vai o princípio inteligente, o o princípiozinho do espírito que é criado simples e ignorante nos termos do nos termos do livro dos espíritos, ele começa a habitar o mineral. E no mineral ele aprende as forças da atração. Depois ele vai pro mundo vegetal e no mundo vegetal ele começa a dominar e experienciar, experimentar as forças das percepções, da interação dos sentidos com o ambiente. Aí ele vai pro mundo animal não racional dos bichinhos, né? E aí

no mundo vegetal ele começa a dominar e experienciar, experimentar as forças das percepções, da interação dos sentidos com o ambiente. Aí ele vai pro mundo animal não racional dos bichinhos, né? E aí quando fala animal tem tudo os insetos, é todo esse mundo. Ele vai começando a dominar os instintos e assim vai, né? os comportamentos instintivos. E no mundo, no universo já de ser humano, ele tem consciência contínua, sentimentos, moralidade, compromissos com a lei de causa e efeito e assim vai. Então, claro, a gente não vai conseguir lembrar muito atrás. A gente vai daqui a pouco falar, vai ter uma questão específica, me cobrem, viu? Mas tá previsto, sobre uma experiência de dois personagens do livro do nosso lar que foram tentar descobrir que que fizeram em vidas passadas. Mas isso é assunto para outras questões que vamos seguir a ordem aqui, tá bom? Você vão ficar na curiosidade. Bom, as questões 304, 307, o primeiro bloco de questões do estudo de hoje, tá? A lembrança dos detalhes e o foco que está na nossa mente. OK? Então, o que que diz a 304? Lembra-se o espírito, lembra-se o espírito da sua existência corporal? fala assim, lembra-se, isto é, tendo vivido muitas vezes na Terra, ele recorda-se do que foi como homem, né, ou como ser humano, né? E eu te afirmo que frequentemente ri penalizado de si mesmo. Isso é uma coisa interessante. Fazer um parênteses aqui. O livro dos espíritos, ele é muito escrito, ele é direcionado. Quando fala o espírito, geralmente para um espírito num nível já um pouquinho mais elevado, um pouco mais equilibrado. Então o espírito um pouco mais equilibrado, ele fala assim: "Nossa, quantas coisas poeriis eu fiz no passado". Por isso que ele fala ri penalizado de si mesmo. A gente mesmo aqui quando é criança, né? A gente olha cada coisa que a gente fez quando f, meu Deus, como é que eu fazia isso, né? Como que eu fazia isso, né? Então assim, um dia eu fui fingir que era sonâmbolo para ver se enganava a minha irmã. E eu muito sério, né? Porque ela dizia que eu era

Deus, como é que eu fazia isso, né? Como que eu fazia isso, né? Então assim, um dia eu fui fingir que era sonâmbolo para ver se enganava a minha irmã. E eu muito sério, né? Porque ela dizia que eu era sonâmbulo. Falei: "Então eu quero ver, né?" E eu fingindo e eu andando assim, falei: "Maurío, você tá me enganando?" Eu: "Como é que ela percebeu, né? E eu sofri com isso. Hoje em dia eu rio, porque eu tinha 4 anos de idade. Vocês percebem? São plilidades, coisas infantis. E a gente sente isso, mas isso vocês vão ver, tem muito espírito que demora para se arrepender ou para achar graça de puerilidades, né, que ele fez quando era encarnado. Aí prosseguindo, tal qual o homem que chegou à madureza e que ri das suas loucuras de moço ou das suas purelidades na meninice. Ok? Então eu falei espíritos já um pouco mais evoluídos e equilibrados. A gente vê que tem espíritos que se apegam ainda à infantilidade do passado. 305. Eu vou ler, depois vou comentar. A lembrança da existência corporal se apresenta ao espírito completamente e eh inopinadamente após a morte. A coisa é pleno. O espírito desencarnou. Pum. Ó, lembrei de tudo. Que maravilha, né? Não. Resposta não. Taxativo não vem pouco a pouco. E é esse pouco a pouco que varia de pessoa para pessoa. É esse pouco a pouco que vai variando de pessoa para pessoa. A gente quando tem no livro eh e a vida continua, tem os dois personagens, né, Ernesto e Evelina. Inclusive esse livro inspira uma novela que está passando de novo, né, que é A Viagem. Ele ele ele é ele é uma uma fonte de inspiração para essa novela. Os dois desencarnam, né, o Ernesto e a Evelina, eles demoram um tempo para perceberem que estão desencarnados. Eles acordam num hospital com valescentes e gradualmente vão recobrando a consciência. É aquilo que eu falei do estado de perturbação mental e aos poucos vai recobrando a consciência e tendo a plenitude, né, da sua visão. Eh, essa é uma imagem que vai surgindo gradualmente como fosse uma néva. Ele vai aos poucos se desenvolvendo isso. Já

l e aos poucos vai recobrando a consciência e tendo a plenitude, né, da sua visão. Eh, essa é uma imagem que vai surgindo gradualmente como fosse uma néva. Ele vai aos poucos se desenvolvendo isso. Já comentamos então sobre essa essa experiência de Maria João de Deus que passou pelo período da perturbação espiritual. Então, primeiro ponto que nós temos aqui, a perturbação espiritual, que é natural após a desencarnação. Raros espíritos conseguem ter uma desencarnação sem passar por esse período de perturbação espiritual. Um deles é Bezerra de Menezes, que, né, se descreve que ele conseguiu acompanhar a própria desencarnação. Outro, em certa medida, foi eh irmão Jacó, que é o o o, né, um pseudônimo de Frederico Figner, que escreveu o livro Voltei pelo Chico Xavier. Então ele também descreve de certa forma, mas ele teve a perturbação dele, ele fala, né, a dificuldade, mas é raro. A maioria de nós assim, eh, eu confesso que eu prefiro dormir, gente. Eu falando para vocês, sinto os espíritos sorrindo. Quando eu falo uma besteira, ele sorri assim, fal Maurício, criança, eu sinto nem justamente isso, mas né, cada um vai ter uma experiência. Uns ficam muito acesos, uma desencarnação muito violenta, eles mantém uma energia vital, uma energia de consciência tão forte que às vezes não percebem que desencarnaram nos primeiros momentos, né? E assim vai. Eh, a questão 306 vai falar sobre os graus de detalhes que eles vão lembrando. O espírito se lembra pormenorizadamente de todos os acontecimentos da sua vida. Ele apreende o conjunto deles de um golpe de vista retrospectivo, que a gente pode até pensar assim, né? Porque dizem, né, os estudos até estudos científicos, experiências de quase morte, relatos de experiência de quase morte e relatos mediúnicos que quando a pessoa está desencarnando começa a relembrar de todos os fatos da vida, n pessoal. Então, quando eu desencarnar totalmente, eu vou estar com a consciência, eh, né, faz cante de lucidez, mas a gente sabe que não é bem assim. Esse

meça a relembrar de todos os fatos da vida, n pessoal. Então, quando eu desencarnar totalmente, eu vou estar com a consciência, eh, né, faz cante de lucidez, mas a gente sabe que não é bem assim. Esse processo de lembrança dos fatos da vida, ele tem duas explicações. Uma explicação filosófica, sabedoria divina, né, que você faz uma recapitulação e a voz, o tribunal da consciência já começa a falar nesse momento. Tanto é que muitas pessoas que têm a experiência de quase morte recuperam a consciência, a vitalidade com com um aprendizado novo, com uma uma fé renovada, porque viveram uma experiência intensa. A outra explicação que eu falei agora há pouco, o corpo físico ele é ligado ao perespírito molécula a molécula e ele tem um efeito de mata borrão. Ele amortece as vibrações mentais, ele amortece a memória. Então, quando há um desligamento mais intenso do corpo físico, ainda que não seja completo, não seja pleno, a memória fica muito viva. Então, tem esse elemento da sabedoria divina, né, no aspecto filosófico e o elemento científico também. Então, a resposta, lembra-se das coisas, os espíritos falam, de conformidade com as consequências para o estado que se encontra. Ele vai lembrar principalmente daquilo que influenciou para aquele estado dele. Ele vai tendo uma lembrança num processo de marcha ré do presente mais próximo para o passado. Então, se ele, por exemplo, eh, partiu da vida pelas vias do suicídio, ele vai ficar lembrando muito do momento extremo, né, por um bom tempo, do momento extremo que tirou a vida num arrependimento constante. Se ele partiu num num momento de violência ou uma doença prolongada, ele vai por um tempo ainda lembrar dos sofrimentos da doença para depois se fixar em outras coisas existencialmente também importantes. Aí ele fala assim: "Mas se eu quisesse, ele podia lembrar de tudo?" Aí os espíritos falam de modo geral, tá? Pode se lembrar dos mais minuciosos por menores incidentes da vida, assim relativos aos fatos, como até aos seus pensamentos.

esse, ele podia lembrar de tudo?" Aí os espíritos falam de modo geral, tá? Pode se lembrar dos mais minuciosos por menores incidentes da vida, assim relativos aos fatos, como até aos seus pensamentos. Não faz, porém, desde que não tem utilidade, ou seja, ele vai lembrar daquilo que é útil. Com o tempo, teoricamente, é possível dele se lembrar de tudo, mas a gente vai ver daqui a pouco como é que funciona esse processo de lembrança do espírito. Aí vamos para 307. Como é que ao espírito se lhe desenha na memória a vida passada? Aí já avançamos mais, né? Eu já desencarnei assim, se alguém tiver pelo YouTube vendo a palestra já começou mais tempo. Eu tô encarnado aqui, tá gente? É um fragmento aqui, tá? Eh, então vamos f de conta, eu já desencarnei, já passei pelo período de perturbação, comecei a me recuperar, já tenho a consciência melhor e chega no momento que eu começo a estudar, me aprofundar e começar a buscar sentidos novos paraa minha vida. E daqui pra frente, que que eu vou fazer, né? Será que algum de quando eu vou reencarnar? E começa esse período e começa as indagações. Começa as indagações. Eu não acabei de falar que segundo Manuel Filomeno de Miranda, no livro Tormento da Obsessão, a gente leva até nossos traumas, nossas experiências. Tem um livro chamado O Mundo em que eu vivo, do espírito Silveira Sampaio, que era um um médico escritor quando encarnado. E ele relata várias experiências no plano espiritual, na colônia onde ele vive. Então ele diz que pessoas, por exemplo, ele relata o caso de uma pessoa que era muito tímida, tinha muita dificuldade de relacionamento com o próximo, de relacionamento afetivo, de abraço, de contato físico. E ele estava fazendo teatro no plano espiritual, teatro, curso de teatro, porque ele simulava no curso de teatro uma atitude de amor, uma atitude de raiva, uma expressão emocional, simulando no primeiro momento. Simular à vezes é mais fácil. E aí, à medida que ele ia simulando e treinando o teatro, praticando o teatro, a capacidade dele se expressar

iva, uma expressão emocional, simulando no primeiro momento. Simular à vezes é mais fácil. E aí, à medida que ele ia simulando e treinando o teatro, praticando o teatro, a capacidade dele se expressar melhorava. Então ele tava se curando psicologicamente no plano espiritual, não é? Então aí a pessoa vai buscando nesse processo de cura, então tentar descobrir o que que ela fez nas vidas passadas, por que ela traz esses traumas, porque ela tem essas dívidas. Ele vai de uma ou de outra formas, né? Isso acontece. são como que presentes todos os atos de que tem interesse em se lembrar. O que é importante se lembrar, ele vai tentando se lembrar. Outros ele permanecem mais ou menos vagos na mente ou esquecidos de todo. Pode esquecer tudo sim. Aí vem um tchan aqui. Quanto mais desmaterializado, quanto mais evoluído, tanto menos importância das coisas materiais. Mas ele vai lembrar das experiências que ele que ele viveu, que marcaram a evolução dele. A gente vê os mentores de André Luiz, aqueles espíritos mais evolutivos que acompanham André Luiz na sua jornada, volte me eles falam, né? Nossa, o André Luiz fala assim: "Mas você é um bem-aventurado?" Falei: "Não, meu filho, André, não é assim. Eu também errei. Errei muito." Aí eles começam a relatar os erros do passado. Eles são espíritos iluminados já, né? Eh, e aí prossegue. Ele só se recorda perfeitamente bem dos principais fatos que concorrem para sua melhoria. OK? Aí vem na 308. O espírito se recorda, a 308 é concatenada com a 307. Percebem? O espírito se recorda de todas as existências que precederam a que acaba de que acaba ter. Aí é uma resposta genérica também. Em regra, todo passado se l se lhe desdobra a vista, quase se fosse um viajor nos trechos do caminho que percorreu. Mas não se recorda de modo absoluto de todos seus atos. É impossível. Lembra-se desses conforme a a influência que tiveram na sua criação. Então a gente vai sempre lembrar do que é importante, gente. Como é encarnado, nós encarnados, a gente só não lembra de

impossível. Lembra-se desses conforme a a influência que tiveram na sua criação. Então a gente vai sempre lembrar do que é importante, gente. Como é encarnado, nós encarnados, a gente só não lembra de imediato aquilo que é muito muito importante. Agora, de vez em quando a gente esquece aqueles, aquelas coisas que são importantes também, mas que nos traumatizaram. E só no momento certo a gente vai lembrar, não é? Se tiver um um tratamento psicológico, uma hipnose para tentar descobrir um trauma, faz uma regressão nesta vida mesmo e vai à infância, descobre um problema que teve na infância, revivencia, relembra aquele problema e reconstrói, ressignifica o problema e volta melhorzinho, tendente à cura. Para o desencarnado também tem isso, reencarnações muito remotas até é melhor esquecer mesmo e só no momento certo é que a pessoa vai se lembrar. Não tenho a experiência de Laura e Ricardo, a dona Laura, né, senhora Laura, que de que André Luiz tanto fala. E ela diz o seguinte, olha que interessante, ela fala, né, Laura e Ricardo foram casados quando encarnados, viviam juntos no nosso lar, na mesma casa, e começaram a investigar o seu passado para tentar planejar as reencarnações futuras. E eles depois de muito esforço, muito esforço, conseguiram ter acesso a arquivos pessoais que tinham no nosso lar. Veja, não era a memória deles no primeiro momento, eram arquivos. 300 anos de vidas passadas, olha só, da marcharé, 300 anos. Aí assim, mais que isso, não lhes foi permitido, porque eles não teriam estrutura moral nem emocional para suportar as recordações dos erros pretéritos acontecidos nesses 300 anos para trás. Então, bendito esquecimento, gente. Nesse aspecto, a lição do esquecimento do passado pro desencarnado, ela é muito importante nesse sentido. Eu vou lembrando do passado até um certo limite, né? Tem uma passagem na Bíblia que é a mulher de Lote, né, o anjo, né, vai salvar o o Lote, vai ter uma uma desastre natural lá e fal assim: "Não olhe para trás, senão vocês vão virar

um certo limite, né? Tem uma passagem na Bíblia que é a mulher de Lote, né, o anjo, né, vai salvar o o Lote, vai ter uma uma desastre natural lá e fal assim: "Não olhe para trás, senão vocês vão virar uma estátua de sal, né? Segue nessa direção, mas não olha para trás". Ela não resistiu, olhou para trás e virou virou estátua de sal, segundo, né, a mitologia da Bíblia, eh, na nossa vida é a mesma coisa. certas coisas do passado, a gente tem que ter muito cuidado para ficar revirando, porque isso pode fazer mal pra gente. A gente pode virar, entre aspas, a estátua de sal, né? Então, a Laura e o Ricardo tiveram esse esse acesso, mas só até 300 anos. Quem leu o livro Laços Eternos vai lembrar que logo nos primeiros capítulos a personagem principal, ela recém, ela é desencarnada, mas já tá se recuperando e ela tem acesso a um, mas ser de um filme. Ela vai numa salinha de projeção e começa a ver o filme de vidas passadas, da vida anterior na França. E aqui ele explicou muita coisa, muitos sofrimentos que ela teve na encarnação, na última encarnação. Então é uma técnica que os espíritos usam. Veja, não é a própria consciência, eu lembrei. Não, eu preciso de um artifício, de um de um equipamento, como fosse uma fita de videotape, né, o caderninho de Deus, entre aspas, que está lá no plano espiritual para ter acesso e poder compreender melhor. E aí, Bezerra de Menezes, no livro Dramas da Obsessão de Vony Pereira, tem uma descrição fantástica dessa memória do universo. Ele fala primeiro, o espírito em si, nossa consciência guarda tudo, tudo, tudo que nós vivemos. Cinco vidas, cinco vidas. 10 vidas, 10 vidas. 1000 vidas, 1000 vidas. guarda tudo, só que ele não recorda. E esse guardar tudo é que mostra, que constrói a nossa personalidade espiritual. A soma de todas as experiências que a gente viveu ao longo da nossa grande evolução espiritual, da nossa jornada evolutiva, é que constrói o Antônio de hoje, a Maria de hoje, o Maurício de hoje. Nós somos frutos de todas asessas construções. Por isso que

ongo da nossa grande evolução espiritual, da nossa jornada evolutiva, é que constrói o Antônio de hoje, a Maria de hoje, o Maurício de hoje. Nós somos frutos de todas asessas construções. Por isso que a nossa consciência profunda está armazenada assim no espírito. A gente só não lembra. E aí, Bezerra de Menezes vai mais além nesse livro, Dramas da Obsessão, que o fluido cósmico universal que está em todos os lugares, quem já começou a ler, né, a Gênesis, já fez o ESD, né, ESD 1, estudoizado, sabe, ele é a essência divina no universo. O fluido cósmico universal é o elemento material ou semimaterial que está em todo o universo. Ele tem a memória do universo, ele guarda toda a memória do universo. É através dele, inclusive, que a sabedoria de Deus é onisciente. É através dele que a que a lei de causa e efeito se expressa, né? Ele ele tem essa essa fosse um computador gigante, né? Eh, e os espíritos superiores conseguem extrair com equipamentos do fluido códico universal essas lembranças e aí fazem esses esses filminhos, essas projeções. Então, o Bezerra de Menezes no capítulo um, salvo engano, do livro Dramas da Obsessão explica em detalhes, gente, a gente não tem tempo para falar sobre tudo isso, em detalhes esse processo de recuperação das memórias. Prosseguindo aqui a relação agora questões 309 a 311, a relação do espírito com seu corpo e objetos. Agora já passemos para um outro bloco. Como considera o espírito o corpo de que ele se separou? O espírito. Aí, veja bem, repito, o livro dos espíritos, as respostas são dadas para espíritos de evolução já mediana para cima, né? Aquele espírito MS, né? Já quase SS, né? ou na letra, né, que já tira nota B, nota B mais A, né? Então fala assim, como uma veste imprestável que o embaraçava, sentindo-se feliz por estarse livre dela. Até aí tudo bem, a maioria de nós vai ter essa experiência. Alguns espíritos, no entanto, têm uma ligação muito forte com o corpo, não consegue se desvencilhar do corpo e passa um período maior assim. E aí, infelizmente, até na

de nós vai ter essa experiência. Alguns espíritos, no entanto, têm uma ligação muito forte com o corpo, não consegue se desvencilhar do corpo e passa um período maior assim. E aí, infelizmente, até na sabedoria divina, num processo reeducativo, eles vivenciam, eles observam a decomposição do próprio corpo num processo reeducativo. Porque se fazer, ter apego excessivo, viciações, egoísmo excessivo, não trouxesse nenhuma consequência negativa, não tivesse um feedback negativo, não teria estímulo para você abandonar o mal. A gente, o maior estímulo que a gente tem para abandonar o mal, um dos um dos maiores estímulos é a dor que ele nos causa. Qualquer mal, um vício pode dar um prazer imediato, mas a média e longo prazo eles vão dar vão nos dar uma dor, né? Nós vamos ter um sofrimento físico, moral, espiritual. Então, todo esse processo, espíritos muito apegados às vezes vivenciam isso. Tá nessa resposta do livro dos espíritos. Eh, e aí, que sensação lhe causa o espetáculo, né? Então, tá falando do do seu corpo em decomposição. Aí ele fala: "Quase sempre os espíritos equilibrados se conservam indiferentes a isso, como uma coisa em que nada interessa, porque a gente vai ter outros interesses quando a gente desencarnar, assim, espero, né, que demore, tá, gente? A gente vai ter outro interesse. Onde estou? A curiosidade quase que infantil do espírito recém desencarnado. Que que está acontecendo comigo? Eu quero olhar paraa frente e não pro retrovisor naquele momento. Seria a posição ideal. Então o corpo ficou falou: "Ô tia, você tá aqui, vovó, você veio me buscar, né? Eu olho pra frente, ó, que hospital onde estou. Agora, se eu estiver num estado desequilibrado, preso a vícios, traumas emocionais, apegos excessivos, como o caso do suicídio, formas de desencarnação, que o espírito não está preparado ainda para esse desprendimento, então ele vai sofrer mais. Isso, né? Essa regra não vai se aplicar. Aí vem a questão, vamos dar uma marcha ré, explicar como é que é essa separação,

não está preparado ainda para esse desprendimento, então ele vai sofrer mais. Isso, né? Essa regra não vai se aplicar. Aí vem a questão, vamos dar uma marcha ré, explicar como é que é essa separação, né? Como se opera a separação da alma em relação ao corpo? Rotos, enfraquecidos, os laços que a retinham, ela se desprende. A separação se dá instantaneamente, né? Não, a alma se desprende gradualmente. Isso que é importante saber. Gradualmente. Neste ponto a gente quer fazer mais um parênteses, né? Olha o M cheio de parênteses, tá? A gente vê muitos relatos mediúnicos de que a pessoa desencarnou, né? Hoje aí, hoje é quarta-feira, né? Quando chega na terça-feira da semana que vem, a pessoa passa uma mensagem psicográfica, né? Ou estou feliz, estou bem, não sei que lá. E aí a gente que já estudou a doutrina espírita fica pensando, mas será que essa pessoa não passou por nenhum tipo de perturbação espiritual? Porque a mãe do Chico Xavier demorou um mês para se recompor, né? André Luiz passou 8 anos no Umbral para se recompor. Então, quem estuda um pouquinho mais a doutrina sabe que é improvável, não vamos dizer impossível, mas que é improvável que um espírito se comunique muito rapidamente logo após a desencarnação. A gente será que é ou não, mas aí vamos perguntar, mas aí não teria nenhum tipo de utilidade? Por que que os espíritos superiores no grupo mediúnico às vezes permitem que acontece esses aconteçam às vezes esses enganos mediúnicos as situações? Porque para quem às vezes não tem esse preparo, que não estudou, e recebe uma mensagem dizendo que o seu parente querido está muito bem, aquilo alivia o coração. Então, até pode ser um artifício amoroso, um artifício amoroso da espiritualidade para acalmar aquela pessoa. Gente, não vamos condenar, isso que é importante, não vamos condenar. Precisa dizer, é, é mentira. Não falem isso. Essa mensagem é falsa. Não, não deixa. Se a mensagem fala de caridade, amor, esquece quem assinou. Vamos pensando, é o amor, é a mensagem de

amos condenar. Precisa dizer, é, é mentira. Não falem isso. Essa mensagem é falsa. Não, não deixa. Se a mensagem fala de caridade, amor, esquece quem assinou. Vamos pensando, é o amor, é a mensagem de amor, vale o conteúdo mais que a assinatura. Então, fechamos esse parênteses, né? Aí a questão 310 vai falar sobre a questão do do dos despojos, dos ossos, dos objetos, né? se o espírito tá apegado ou não, a gente sabe, né, que o espírito se desprende, já vai longe. Eh, a questão 311 é veneração a objetos materiais deixados pro espírito. Então, o espírito deixou aquelas relíquias, né, a caneta do fulano, né, a cuiazinha em que o santo tal beberia água. Que que, como é que funciona a pergunta essa, né? Como é que pros espíritos falam? Normalmente assim, e se alguém vibra amor por, não é o objeto, mas é a vibração de amor que a gente tem pelo espírito. Então eu vejo, por exemplo, a canequinha de uma filhinha minha que partiu terridade. Olha aquela canequinha e tem uma saudade, mas é uma saudade saudável, né? Não é uma aquela saudade de sofr que lindo, né? Que bonitinha. Não é a canequinha que tá pode gerar uma um benefício pro espírito. É o meu sentimento de amor, é a minha vibração de amor. Eu costumo comentar muito que eu assisti já, eu tenho parentes, né, conhecidos que são evangélicos e eles têm uma prática linda, linda, linda. Eh, algumas igrejas que eu conheço para na no culto de corpo presente quando alguém desencarna. Então, tá ali, tem um culto, né? Aí tem o o caixão, o corpo fica ali e eles fazem, né, cânticos, eh, depoimentos de fosse um velório dentro da do templo e ficam projetando imagens da pessoa extremamente feliz em viagens, sorrindo, abraçando, beijando. Olha que lindo, porque todos os presentes sintonizados com aquela vibração de amor, de alegria, vendo o recém- desencarnado feliz, emitem para o desencarnado vibrações de felicidade. Então isso é altamente positivo. Olha que interessante, uma prática, né, de uma religião que não não aceita o mediunismo, por exemplo, né, a

feliz, emitem para o desencarnado vibrações de felicidade. Então isso é altamente positivo. Olha que interessante, uma prática, né, de uma religião que não não aceita o mediunismo, por exemplo, né, a mediunidade, né, embora haja mediunismo, mas que nos ensina isso. Então o espírita quando vai assim num velório, sim, a gente fica contrito, respeitoso, claro, não vou ficar contando piadinha num velório para poder melhorar o grau de humor pras pessoas, que são desrespeito, mas o espírito tem que pensar no bem da pessoa que desencarnou, na amorosidade, vibrações, façamos uma prece discreta, imaginando a pessoa sorrindo bem, mensagem de otimismo e de esperança é um bálsamo para quem desencarnou. A questão 312 a 313, lembrança de sofrimentos. Aí já vem um outro bloco, tá? São blocos bem separados nessa nesse grupo aqui. A lembrança dos sofrimentos porque passaram os espíritos na última existência corporal, eles conservam falar frequentemente assim acontece. Essa essa lembrança lhes faz compreender melhor o valor da felicidade de que podem gozar como espíritos. Então, depende do caso, se a pessoa passou por uma doença prolongada, quando ela desencarna, ela começa a perceber que ela tá respirando melhor, ela está começando a levantar da cama. A pessoa que tá 30 anos sem falar, de repente fala: "Bom dia, falei", né? Então, essa libertação, a pessoa que tinha enfisema pulmonar, vivia com aqueles suportes respiratórios e, "Ah, como é bom respirar". Então essa felicidade, né, a lembrança do sofrimento, dá um contraponto, dá um contraste, amplia o contraste e torna aquela felicidade mais intensa. Eu que passei tantos anos com dificuldade para respirar, eu que passei com tantos anos sofrendo com uma locomoção, com mal de Parkinson, por exemplo, hoje eu posso me movimentar, hoje eu posso respirar livre. Então, fica muito mais feliz. Passemos 3, 4 minutos de olhos fechados, aí a gente abre os olhos, parece que as cores não ficam mais bonitas. Nossa, dá uma impressão. Então isso é importante.

ar livre. Então, fica muito mais feliz. Passemos 3, 4 minutos de olhos fechados, aí a gente abre os olhos, parece que as cores não ficam mais bonitas. Nossa, dá uma impressão. Então isso é importante. Mas há dois comportamentos. O sofrimento, ele pode gerar desequilíbrios e obsessões ou pode gerar gratidão. Desequilíbrios e obsessões. A pessoa que sofreu por conta pela ação de uma outra pessoa, se não estiver desequilibrada, o sofrimento não vai gerar essa alegria, essa paz, vai gerar, infelizmente, se for um espírito egoísta ainda, a obsessão, né? Ou o amor doentil ou uma obsessão gerada por raiva, por ódio, por mágoa, né? com objeto objetivo de vingança. Então, às vezes o sofrimento pode gerar isso ou desequilíbrio, um sofrimento viciante, a pessoa, né, volto a dizer, hospital esperança, hospital psiquiátrico para pessoas que desencarnam em estado difícil. Então, pode acontecer isso, mas pode também gerar gratidão, como tá no livro dos espíritos. Então, já vi relatos, por exemplo, de espíritos que se apresentam como pretos velhos. Espírito já em outras encarnações, antes de ser um escravo, eh, e, e naquela encarnação, ele vivenciou experiências que enriqueceram muito o espírito dele. E ele se sente, eu já vi esse depoimento num grupo mediúnico, ele se sente agradecido por aquela encarnação. Ele se sente, embora ele tenha sido um doutor das leis, um general poderoso em outras encarnações, um nobre, um duque, um rei, ter vivências espirituais fantásticas no sentido assim de de poder em outras vidas, de intelecto, ele se apresenta como um preto velho humilde, com falar macio e por muita humildade ele fala às vezes de maneira errada. para não constranger o seu interlocutor, que às vezes não tem tanto cultura intelectual e a pessoa sente à vontade com ele e pergunta, né, quem é você, né? Eu sou o pai fulano, né? Isso com várias pessoas. Quando eu fiz educação na mediunidade aqui na comunhão espírita de Brasília, no final dos anos 80, início dos anos 90, havia a presença de um espírito chamado mãe

fulano, né? Isso com várias pessoas. Quando eu fiz educação na mediunidade aqui na comunhão espírita de Brasília, no final dos anos 80, início dos anos 90, havia a presença de um espírito chamado mãe Isabel. E dona Emília Pret Pereira, já desencarnada, era dirigente do grupo, ela comentava isso, né? que a mãe Isabel era a no plano espiritual, mas ela havia encarnado como princesa Isabel no final do século XIX e depois ela reencarnou no Rio de Janeiro como uma lavadeira humilde de t escura, né? Vivenciando aquilo. E ela se apresenta como uma um uma protetora, né? espiritualmente falando isso na na na no nas explicações do espiritismo, né? Vamos deixar sociologia de lado, tá? Não estamos falando de sociologia, ciência política, antropologia, nada disso. Estamos falando de espiritismo. E ela é amorosa, se apresenta assim. Então, olha que interessante o sofrimento que esse preto velho, voltando preto velho passou, ele tem tanta gratidão, mas tanta gratidão, que ele quer se apresentar assim. Olha que interessante, né? E a gente às vezes na nossa vida já perceberam assim que principalmente, principalmente quem já tem assim os seus 50, 60 anos e lembra e teve e tá bem, mais ou menos bem de vida materialmente e teve uma infância com privações, às vezes lembra com nostalgia aquilo, né? Nossa, lembra quando a gente chegava e lavava o coador de café para poder aproveitar, né? E e guardava o pão e punha o pão, pão duro, não podia comprar outro pão, então punha água no pão, sei lá. a gente lembrando com saudade de um tempo de muita privação. Então isso é às vezes lembrar do sofrimento com com amorosidade, pela gratidão que esse sofrimento nos causou é saudável pro espírito, né? A 313 fala: "O homem que neste mundo foi muito feliz, ele ele deplora, ele fica chateado com a felicidade que perdeu?" Não. Se foi uma felicidade saudável, ele vai ficar mais feliz ainda no plano espiritual. Se foi uma felicidade egoística, não era uma felicidade verdadeira, era uma felicidade falsa, frágil, uma impressão

Se foi uma felicidade saudável, ele vai ficar mais feliz ainda no plano espiritual. Se foi uma felicidade egoística, não era uma felicidade verdadeira, era uma felicidade falsa, frágil, uma impressão de felicidade. Então ele vai sofrer um pouco nesse sentido. Então depende muito dos apegos, né, a objetos, desejos, sensações, que isso pode gerar até vampirismos, né, viciações até no plano espiritual. As questões 314 a 316, vão falar sobre espíritos que interromperam trabalhos importantes ou deixaram legados importantes, trabalhos científicos, literários, acadêmicos, né? E o mesmo espírito de repente que preparou toda uma fazenda de produção de alimentos e desencarna com aquela fazenda ali que fez Carlos na mão, né? pagou com a própria saúde a lavra da terra e aí deixa para sua família uma fazenda toda arada, bonitinha, produzindo alimentos para milhares de pessoas. Como fica? Então eles vão explicando nessas questões os legados, né, que ele sente feliz de ter produzido coisas boas, mas sem apego. E aquilo que ele não conseguiu concluir é terminado por outros. Então, e numa sucessão de construções cada vez maiores, o cientista Isaac Newton, físico, né, um dos maiores da humanidade, ele falava até com um gesto de humildade, fala: "Eu só consegui enxergar mais longe porque eu estava apoiado sobre ombros de gigantes." Há quem diga que foi até uma outra pessoa mais antiga que de que Newton que falou isso, mas o Newton, o Newton, Isaac Newton, da teoria da gravidade da, né? Ele explicando isso que eu só consegui produzir porque outros vieram antes de mim. Então esse sentimento de gratidão pelos antepassados, a humildade que a gente ter tem tem que ter quando descobre alguma coisa que foi fruto do esforço de outro. Então agradecer, agradecer, agradecer sempre, não é? Eh, outro aspecto que é colocado aqui nas questões, na questão 317, já estamos terminando. Falta 317, 18 e 19. Tá bom? Então, a, mas a 17 é fantástica, gente. Eu eu adoro essa 317. Após a morte, conservam os espíritos o

ue é colocado aqui nas questões, na questão 317, já estamos terminando. Falta 317, 18 e 19. Tá bom? Então, a, mas a 17 é fantástica, gente. Eu eu adoro essa 317. Após a morte, conservam os espíritos o amor à pátria. Entendamos amor à pátria como amor a instituições úteis à comunidade, à coletividade. Os espíritos vão responder o seguinte: "O princípio é sempre o mesmo. Para os espíritos elevados, a pátria é o universo todo. Na Terra, a pátria para eles é onde se acha o maior número de pessoas que lhe são simpáticas. E aí vou citar alguns exemplos. Bezerra de Menezes, que já falamos aqui algumas vezes, era tinha tanto amor, mas tanto amor pelas pessoas, a vida dele foi tão dedicada ao próximo, né? e um homem extremamente inteligente que poderia ser rico, foi deputado geral pelo Brasil, era um médico respeitado no Rio de Janeiro, mas ele nunca enriqueceu, sempre nos últimos atos da vida, ele chegou a doar o anel de formatura para ajudar uma pessoa a comprar remédio ou pagar dívida, não lembra o certo. Então ele fala, né, quando desencarnou, foi convidado a ir a planos espirituais muito superiores. E ele falou: "Enquanto tiver uma lágrima derramada neste país, eu quero aqui ficar". E aí a gente tem exemplo do espírito Ismael, que segundo o livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, eh, é o protetor espiritual do Brasil, Eli, que é o o espírito Eli, né, que era o Dom Henrique de Sagres, o Infante Sagres de Portugal, ele também ajudou a a a a o movimento espiritual de colonização das terras brasileiras. Isso só falando das personagens ocidentalizadas, porque há aqueles espíritos iluminados que protegiam as comunidades eh os povos originários, as comunidades indígenas que já já habitavam o Brasil. Então isso, né, para o livro é escrito pro mundo ocidental, mas a gente não pode esquecer disso, dos espíritos extremamente iluminados que protegiam os destinos do país antes dos portugueses chegarem, né? Eh, então é comentado nesse Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, que Jesus numa reunião com

itos extremamente iluminados que protegiam os destinos do país antes dos portugueses chegarem, né? Eh, então é comentado nesse Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, que Jesus numa reunião com os espíritos luminosos, nas proximidades da da descoberta, entre aspas, da América, falou: "Ismael, manda o meu coração que Dora Avante sejas o zelador dos patrimônios imortais que constituem a terra do Cruzeiro, o Brasil. Recebe-a essa terra nos teus braços de trabalhador devotado da minha seara, como eu a recebi no coração, obedecendo as sagradas inspirações do nosso pai. Então, Jesus passando a missão de para Ismael proteger o Brasil. Mais adiante no livro Nosso Lar, quando eclode a Segunda Guerra Mundial, há transmissões de rádio no nosso lar e o o André Luis até fica curioso porque fala das fraternidades da luz. Fraternidades da luz. São legiões de espíritos que presidem os destinos das Américas. Isso é relatado no livro do nosso lar. Então, vejam, quando é perguntado se os espíritos têm amor à pátria, às instituições, que a não é a pátria, ah, porque o Brasil, né, a Constituição, não é isso, mas assim, aquelas pessoas que habitam, aquele conjunto coletivo que está lá. E aí, eh, a gente sabe que as instituições têm protetores. Olha que interessante. Então, tem um relato de Edivaldo Pereira Franco, que estava aqui na Brasília, no Lago Norte, e viu um homem de terno, gravata numa roupa moda da década de 1920. E esse homem se identificou como sendo protetor espiritual de um grande banco oficial do Brasil, um banco secular, né, aqui do nosso país. E ficou curioso, né, o interlocutor e foram pesquisar no manual de funcionários desse banco e descobriram que de fato havia um nome com aquele nome, custódia, não sei que lá, que na década de 1920 trabalhava no departamento tal, não sei que lá e conferiram os dados realmente. Então, e obras de de André Luiz também falam que tem os protetores das ruas, ou seja, ninguém está sem proteção, né? Os lares têm proteção, as comunidades têm proteção também, OK? Eh,

dados realmente. Então, e obras de de André Luiz também falam que tem os protetores das ruas, ou seja, ninguém está sem proteção, né? Os lares têm proteção, as comunidades têm proteção também, OK? Eh, não tem como parar o relógio, não, mas vamos lá. Mudanças de ideias, questões 318. Os espíritos podem mudar seus pensamentos? Podem sim. Então, Humberto de Campos era um espírito, né? Temos o irmão X, ele quando em vida ele tinha um e o estilo de escrita não mudou, mas o conteúdo foi renovado porque ele descobriu novas verdades. Camilo Castelo Branco, o espírito que inspira o livro Memória de um Suicida, era um escritor, né, da eh português e também reencontrou novas verdades quando desencarnou. Silveira Sampai, esse jornalista também que eu citei agora há pouco, viveu a mesma experiência. Então o espírito não é que ele muda de personalidade, mas ao descobrir uma nova realidade, ao descobrir um mundo grandioso, a verdadeira pátria, as grandes verdades da vida eterna, ele aos poucos muda o seu comportamento. Então muda assim a resposta 318. Muito sofrem grandes modificações, diz os espíritos. Partindo para 319, é perguntando se o espírito se espanta quando desperta no mundo espiritual, porque ele já veio de lá. Então o cara daqui pergunta, vem cá, ele se espanta, ele já não veio de lá, é porque teve esquecimento do passado. Então ele se espanta num primeiro momento e aos poucos ele percebe que a vida espiritual é aquela principal. Em conclusão, né, eh a gente aprende que a morte física é só uma transição, gente. É só uma transição. Ela é um retorno à vida principal. A vida principal é lá, é no plano espiritual. A gente vem aqui para aprender, né? Então eu tô de volta, né? A gente brinca que o aniversário de morte é o aniversário de nascimento. Já perceberam, né? Então lá no plano espiritual falou: "Ô, hoje parabéns a você. Você nasceu, ô, nasceu no dia tanto de tanto de 1900 e tanto e na terra assim, é em tanto de tanto anos ele morreu. E lá no pr espírito, ó, ele nasceu porque nasce lá, morre que nasce

parabéns a você. Você nasceu, ô, nasceu no dia tanto de tanto de 1900 e tanto e na terra assim, é em tanto de tanto anos ele morreu. E lá no pr espírito, ó, ele nasceu porque nasce lá, morre que nasce lá, né? Reaprender as coisas. Então a gente mantém nossas personalidades, né? E aos poucos a gente vai recobrando as memórias de vidas passadas na medida do nosso merecimento e da utilidade disso. Aí eu fico pensando, e eu com isso? Eu tô encarnadinho aqui? Qual é a utilidade, Maurício, desse tipo de conhecimento para mim? Né? Eu até comecei a refletir sobre isso. Que a gente pode pensar, vamos criar agora, agora, né? As lembranças mais felizes pro nosso futuro. A gente vai plantar agora, né? Chico Xavier dizia, né? A gente não pode hoje mudar o nosso passado, mas a gente pode hoje começar um novo futuro, como disse Jesus, a cada um segundo as suas obras. E para tanto, Jesus nos deu as diretrizes. Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Então vamos refletir sobre esse assunto, né, com a paz de Jesus. Eu queria passar a palavra pro Marcos. Obrigado. Agradecemos agradecemos ao Maurício pela, pelo início dos trabalhos, pela palestra, pela apresentação. E tomando um gancho, vocês estão vendo o pessoal entrando aí. Sábado temos mais uma peça na comunhão, capa de santo, baseada no livro Montos e Apólogos de Humberto de Campos. Humberto de Campos foi um grande espírita, professor da USP de filosofia, foi um expoente do espiritismo dentro desse ambiente acadêmico, intelectual, digamos. E como eu fiz, acho que ainda faço teatro, eu já vi vários atores dizerem que quando termina o espetáculo, aquela personagem que ele representou fica marcando a ele. Eu e outro colega que tá sentado ali, que também é ator, formamos juntos, inclusive, né, Pedro? Nós eh aprendemos o nosso método de Constantin Stanislavsk, que a gente não, o personagem não nos influencia, nós construímos o personagem. Terminada a peça, aquele personagem vai ficar na nossa memória, na nossa

demos o nosso método de Constantin Stanislavsk, que a gente não, o personagem não nos influencia, nós construímos o personagem. Terminada a peça, aquele personagem vai ficar na nossa memória, na nossa lembrança, no nosso currículo, né? E é isso que é o desencarne. A lembrança das vidas passadas é você lembrar aqueles personagens que você teve. Embora o que você viveu está em você. Como o Maurício disse, eu não tenho que ir lá no passado saber quem eu fui, quem eu fui algo que tá pagado. Eu não sei se eu fui gengiscã, Cleópatra ou Confúcio, mas o que eu fui está em mim, porque é essa composição que me faz, que me constrói. Então, é importante ter em mente isso. Nós somos o somatório de nossas experiências, elas vão se acoplando e nós vamos trabalhando esse material, buscando sempre um aprimoramento. Então a gente esquece quem foi, mas o que fomos e o que fizemos tá bem vivinho em nós aqui hoje. Agora então fica essa reflexão e o convite paraa peça agora sábado 19 horas, a capa de santo. surgiram uma leitura antes do texto original, né, que é um conto de Humberto de Campos para depois virem prestigiar o espetáculo do nosso pessoal que tá trabalhando aí. Pessoal, o Maurício não gosta de falar, ele sempre foi assim, ele sempre foi lacônico, tímido. A gente vai encerrar por causa do horário. Desejamos a todos um feliz final de noite, um bom transcurso de semana, todo sábado aqui às 19 horas. Beijão no coração. Até o próximo encontro. Até lá. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à

no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos

ta a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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