Leila Parreira | PÁSCOA (PALESTRA ESPÍRITA)
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui. Uma boa tarde a todos. Queridas irmãs, queridos irmãos, sejam todos muito bem-vindos a essa casa de oração. E nós queremos cumprimentar também os desencarnados e até mesmo aqueles irmãos nossos que nos assistem pela pelos canais da internet. Faremos uma leitura inicial para a harmonização melhorada do nosso ambiente e em seguida faremos a oração e depois o estudo sobre semana santa, Páscoa e Ressurreição de Jesus. Então vamos lá a à página, ao trecho que gostaríamos de apresentar a vocês. A ressurreição de Jesus. Estava então Maria junto ao sepulcro de fora chorando. Enquanto chorava, inclinou-se para o interior do sepulcro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados no lugar onde o corpo de Jesus fora colocado, um a cabeceira e outro aos pés. Disseram-lhe então: "Mulher, por que choras? Ela lhes diz: "Porque levaram meu Senhor e não sei onde o puseram." Dizendo isso, voltou-se e viu Jesus de pé, mas não sabia que era Jesus. Jesus lhe diz: "Mulher, por que choras? A quem procuras?" Ela pensando ser o jardineiro, ela lhe diz: "Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o puseste e eu o irei buscar." Disse então Jesus a ela, Maria. Voltando-se, ela lhe diz em hebraico, rabone, que quer dizer mestre. Jesus lhe diz: "Não me toque, pois ainda não subi ao Pai. Vai, porém, a meus irmãos e dize-lhes: Subo a meu Pai e vosso Pai, e meu Deus e vosso Deus." Maria Madalena foi então anunciar aos discípulos: "Vi o Senhor e as coisas que ele lhe disse." Esse relato está em João, no Evangelho de João, capítulo 20, versículos de 11 a 18. Convido a todos então a elevar os pensamentos, a soltar a ansiedade, as aflições, os medos, qualquer que seja o conflito ou a angústia que nos assolhe a
ho de João, capítulo 20, versículos de 11 a 18. Convido a todos então a elevar os pensamentos, a soltar a ansiedade, as aflições, os medos, qualquer que seja o conflito ou a angústia que nos assolhe a alma, exercitemos nesse momento o deixar, deixar de lado para nos entregarmos a essa comunhão íntima com nosso mestre, guia e modelo, nosso amigo incomparável, Jesus de Nazaré. Senhor Jesus, estamos aqui mais uma vez, Senhor, para agradecer todas as bênçãos que temos recebido para reconhecer na tua presença, amado Mestre, que os teus ensinos salvadores têm guiado os o nosso caminhar para reverenciar a Deus, nosso Pai misericordioso. que no enviou para que iluminasse os nossos caminhos. Jesus amado, queremos também neste momento rogar a sabedoria, o entendimento, rogar a ti, mestre de amor, que nos ajude a podar as asperezas do nosso campo íntimo, para que com força, vontade, inteligência possamos desconstruir aquilo que é nefasto para nós. e construir aquilo que for bom, nobre e justo. Assim, mestre de amor, te rogamos e a espiritualidade amiga que nos envolva toda a todos em bênçãos de saúde, de equilíbrio e de paz. Se conosco. Assim seja. Então, hoje que estamos em uma plena sexta-feira, sexta-feira santa, né, a lembrar todo o aquela jornada, aquela trajetória, né, de Jesus na última semana em que esteve aqui em Carneo vivendo conosco, em que ele imprime tantos símbolos e tantos ensinamentos. nesses últimos momentos em que ele esteve com os apóstolos e conosco. Então, tem grande significado, por exemplo, a ceia, né? Quando Jesus se reúne com os apóstolos, quando ele lhes lava os pés, reafirmando a importância de nós desenvolvermos, cultivarmos a virtude da humildade, porque devemos nos amparar uns aos outros. Lavar os pés uns dos outros significa oferecer apoio, suporte, amparo, compreensão, entendimento. ali quando ele toma do pão e simbolicamente afirma que aquele pão que ele reparte e oferece a cada um vem a significar a sua doutrina, a su os seus ensinos que alimentam a
, compreensão, entendimento. ali quando ele toma do pão e simbolicamente afirma que aquele pão que ele reparte e oferece a cada um vem a significar a sua doutrina, a su os seus ensinos que alimentam a alma. Sem Jesus, nós não podemos alcançar os objetivos finais da nossa existência. O objetivo final das nossas existências é justamente a comunhão com Deus, nosso Pai, com a nossa origem. De lá viemos e para lá devemos retornar. Então Jesus oferece para nós esse entendimento, aquele pão que representa o seu corpo de ensinos, a sua doutrina, acompanhado do espírito dessa doutrina que vem a ser o seu sangue, o vinho, simbolizando o sangue de Cristo que será derramado por todos vós. Então essa união, corpo, espírito e corpo, pão, que alimento e o vinho, dá um significado importante a essa, esse último ato, esse último culto de amor que Jesus desenvolve com seus amigos, com os próximos mais próximos. Ele que não mais os chamava de discípulos, de seguidores, mas os chamava de amigos. Então tem grande significado também quando ele conversa com Judas, acolhendo Judas, mesmo na hora depois do orto das oliveiras, depois da prece, quando Judas chega e vende Jesus por 30 moedas, porque acreditava na pedagogia da violência, achava que para os hebreus se libertarem do julgo, romano. Era preciso violência, era preciso atitude, atitude violenta. Mas Jesus vem provando. Quando Pedro com a espada arranca a orelha daquele que vem prender Jesus, Jesus devolve a orelha no lugar certo daquele que tinha tido essa orelha decepada, mostrando que não se ganha nenhum reino, muito menos o reino celeste, o reino espiritual, por força da violência. É preciso mudanças. É preciso uma uma nova perspectiva de entendimento da vida. E é por isso que nós nos encaminhamos nesse raciocínio para a Páscoa, porque Jesus queria celebrar a Páscoa com os amigos. E essa Páscoa foi justamente a repartição do pão e do vinho. Em lembrança do significado dessa passagem. Pessa ou Páscoa significa isso. é uma rememoração de uma tradição judaica, uma
a com os amigos. E essa Páscoa foi justamente a repartição do pão e do vinho. Em lembrança do significado dessa passagem. Pessa ou Páscoa significa isso. é uma rememoração de uma tradição judaica, uma das festas mais importantes na tradição dos hebreus, dos judeus, que lembra a passagem no Mar Vermelho, a passagem no mar, quando do início do êxodo, guiados pelo grande líder, mensageiro de Jesus, Moisés, Muitos milênios antes de Jesus reencarnar entre nós, já ele enviava alguém forte, um líder, um pleno de amor e de intenção de colaborar, aquele que foi o organizador da nação judaica, Moisés, que vem trazendo a primeira revelação, vem trazendo as tábuas da lei, as leis que são divinas, as leis que são imutáveis, as leis que não se pode derrogar. Nem Deus derroga as suas leis porque elas são perfeitas, são imutáveis. Então, é para se comemorar a passagem da escravidão de 400 anos no Egito para a busca da terra prometida de Canaã. Então eles saem do Egito, atravessam uma região no mar, perseguidos pelo faraó do Egito. E Egito significa estreiteza a palavra Egito, coisa pequena. E o faraó que comandava na época era um faraó sanguinolento, um terrível tirano e que escravizando o povo hebreu, tirava tudo deles, a energia, a saúde, o trabalho exaustivo. Eles viviam realmente sob o regime de escravidão. Até que Moisés foi enviado para libertar aquele povo. Ele foi com jeito. Pediu muitas vezes ao faraó que cedesse, que libertasse o seu povo. Mas o faraó não aceitava a ideia porque precisava dos escravos para realizarem as grandes obras monumentais do Egito. Então, o que fez Deus para avançar nesse projeto de libertação? Enviou pragas, pragas naturais naquele tempo, mas uma das últimas foi a mais terrível. Por quê? Porque o faraó tinha tido um filho, um pequeno. E a praga era o seguinte, que passaria um anjo exterminador e mataria os primogênitos de toda a nação egípcia, poupando aqueles filhos dos hebreus. Como? como que ele saberia qual era a casa que que era, que teria uma criança, qual que não
um anjo exterminador e mataria os primogênitos de toda a nação egípcia, poupando aqueles filhos dos hebreus. Como? como que ele saberia qual era a casa que que era, que teria uma criança, qual que não teria? Aí tomaram a iniciativa, isso é celebrado, é lembrado, de pintar, marcar as portas das casas onde moravam os judeus e onde tinha criança. Então eles marcaram com sangue o sangue do cordeiro, para que o anjo pulasse aquela casa, saltasse aquela residência e não fizesse entrar a força da morte naquele lugar. Então eles foram poupados e se lembram disso tradicionalmente em toda a festa da Páscoa. Se lembram de se alimentar com pão ásimo. Porque quando Moisés deu a ordem de saída para o êxodo, já não dava tempo de fermentar o pão. Então se alimentaram do pão ásimo e se lembram também e comemoram aquele que foi escolhido como o cordeirinho, o carneirinho branco, puro, ingênuo, querido, que convivia dentro da casa com todos, com toda a família, criando laços, vínculos de amizade entre o carneirm a ovelha e as crianças e o pessoal da casa. Mas na sexta-feira, depois de uma semana de convivência, aquele cordeiro era sacrificado. E foi com sangue do cordeiro que eles pintaram as portas das casas, marcaram, né? Esse cordeiro também é o símbolo de nosso Senhor Jesus Cristo, que foi sacrificado para exemplificar para todos nós humanidade. Como foi robusto, importante esse sacrifício realizado pelo mestre? Em todos os aspectos, em toda a escalada humana, quando podemos considerar as virtudes, Jesus exemplificou, pontuou cada uma delas até na hora do seu último suspiro, reafirmando a importância do perdão. Quando ele diz: "Pai, perdoa-lhes". Eles não sabem o que fazem. referindo-se à aqueles que o maltratavam no final da sua existência física. Mas a Páscoa, a passagem, além de toda essa tradição, remonta a tempos muito anteriores a Jesus. Lá nas tribos politeístas, no inverno rigoroso da Europa, quando acabava esse inverno e se iniciava a primavera, era uma festa também considerada
a tradição, remonta a tempos muito anteriores a Jesus. Lá nas tribos politeístas, no inverno rigoroso da Europa, quando acabava esse inverno e se iniciava a primavera, era uma festa também considerada passagem da escuridão para a luz, para a luminosidade de um dia claro. passagem do inverno sombrio para um tempo de alegria, de revivescência, de renascimento das flores e da fertilidade naquele tempo. Entre os politeístas, a deusa da fertilidade que eles consideravam era reverenciada. Então, o ícone da primavera, o ícone da fertilidade entre os europeus daquele daquela região era o a lebre, né, o coelho. Daí a origem do coelho de Páscoa, do ovo de Páscoa, remonta a muito antes da Páscoa de Jesus. E aí nós podemos eh retirar, pensar de todas essas ocorrências, dessa riqueza toda de simbologia, das lições todas. Uma que realmente importa para nós é a lição de encararmos com com decisão, determinação, firmeza, aquele propósito encarado por Jesus. Jesus veio, passou por tudo que teve que passar para nos ensinar. E lá na última seia ele diz: "Eu sou o mestre". Então, o mestre veio para ensinar e ele nos ensinou que é preciso estabelecer na nossa intimidade primeiro para depois espalhar para a coletividade em torno de nós aquilo que aprendemos, aquilo que agarramos e que nada nos demova disso, desse propósito de inaugurar na nossa vida novos paradigmas, enfrentar essa nova realidade. Aqui estamos. Não é para ter um avião, um navio, muito conforto, excessivo conforto, porque tudo é tão passageiro. O que não passa são os ganhos do espírito imortal. E é por isso que a Páscoa, representando renovação, recomeço, novos paradigmas, também representa grandemente e maiormente a imortalidade. Porque Jesus ressuscita, Jesus se faz de novo presente claro que ele se materializa no seu corpo fluídico, demonstrando a imortalidade do espírito. Nós também venceremos a morte física, porque a criação de Deus é imortal. Nós não somos eternos porque tivemos um começo, mas somos imortais porque não teremos fim.
strando a imortalidade do espírito. Nós também venceremos a morte física, porque a criação de Deus é imortal. Nós não somos eternos porque tivemos um começo, mas somos imortais porque não teremos fim. Então, seria um grande desperdício se nós não nos conscientizássemos dos nossos deveres, dos valores imperecíveis, da importância das nossas escolhas e motivações, do jeito que a gente vive. Então, importa muito imprimir em cada minuto segundo, em cada segundo minuto da nossa existência. Essa marca de verdadeiros e inteligentes seguidores do Mestre Jesus, que tudo fez para demonstrar o quanto nos ama e como nos acolhe, mesmo nos nossos momentos de fracasso, de desvio, de desvirtuamento, como ele fez com Pedro, por exemplo, que o negou três vezes, mas ele reafirma o seu grande amor por Pedro quando faz três perguntas para ele. Pedro, você me ama ou tu me amas? Sim, mestre. Pedro, tu me amas? Sim, mestre. Já te disse. Pedro, tu me amas? Amo, Senhor. Então, apacenta as minhas ovelhas. É uma grandeza infinita essa em que o mestre dos mestres atribui a um servidor, alguém que, como nós, apresenta fraquezas, fragilidades, porque todos nós somos aprendizes, ainda não alcançamos o patamar. maior de sabedoria. E ele atribui a esse discípulo uma tarefa de apacentar todo o seu rebanho. Que que Pedro faz? se enche de vigor, esquece a fraqueza e se transforma num corajoso líder abnegado, dedicado, fiel a Cristo. que diz de Paulo, o apóstolo, que aquele era um vaso escolhido, que apesar dele ter tido um passado criminoso, porque Saulo de Tarso mandou matar, perseguiu, desrespeitou a lei divina que tá escrito lá, não matar, não matar em nenhuma circunstância. E ele mandou matar e matou também, perseguiu os cristãos. Até que num vislumbre abençoado, ele pôde constatar com a presença de Jesus o quanto ele estava equivocado, o quanto ele necessitava imprimir em seu dia a dia um novo paradigma, um novo entendimento da realidade, do significado da vida. Para quê? Para viver melhor. Porque a
s o quanto ele estava equivocado, o quanto ele necessitava imprimir em seu dia a dia um novo paradigma, um novo entendimento da realidade, do significado da vida. Para quê? Para viver melhor. Porque a felicidade consiste em termos a consciência tranquila. Consciência tranquila vem a ser dever cumprido e entendimento e prática da lei divina. Então, quando você se desvia do caminho, você se torna infeliz. E é foi o que aconteceu com Saulo. Tava amargurado, agoniado, infeliz, perseguidor, cruel, mas se transforma, porque todo ser humano é resgatável. Nós podemos nos melhorar. Temos todos nós as ferramentas para consertar os nossos erros, para caminhar para a frente, para o alto, para buscar soluções novas para os nossos conflitos e aflições. Então, importa muito que a gente possa compreender todo esse significado, né? E não nos prendamos tanto à cruz de Jesus, muito mais importante do que a crucificação. É a ressurreição, é a Páscoa, é o sentido de confraternização. É por isso que ele reparte o pão e o vinho para confraternizar. é um ideal fraterno para que a humanidade possa junta se elevar, criar novos paradigmas, ir paraa frente e construir um mundo novo, desconstruindo aquelas tradições ou aqueles costumes em que valia muito mais a aparência e os valores. perecíveis das coisas que não se pode levar para outra dimensão. E eu quero ler para finalizar, porque hoje comemora-se a última ceia. Eu vou ler os pontos principais dessa data de hoje. Fala de Jesus. Assim, desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco antes de sofrer, pois eu vos digo que já não mais comerei até que ela se cumpra no reino de Deus. Está em Lucas, o evangelista, capítulo 22, 14 e 16. Então, tomando um cálice, deu graças e disse: "Tomai isto e reparti entre vós, pois eu vos digo que duravante não beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus". e tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o, dizendo: "Isto é o meu corpo que é dado por vós." Fazei isso em memória, em minha memória. E depois de comer, fez o mesmo
que venha o reino de Deus". e tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o, dizendo: "Isto é o meu corpo que é dado por vós." Fazei isso em memória, em minha memória. E depois de comer, fez o mesmo com cálice, dizendo: "Esse cálice é a nova aliança em meu sangue que é derramado em favor de vós." Então, a importância da aliança antiga no tempo de Moisés diminui perante a nova aliança que Jesus faz com a humanidade a partir desse momento em que ele se oferece em sacrifício como o cordeiro que tira os pecados do mundo. Claro que ele não vai tirar o meu pecado, nem o seu, mas ele nos esclarece de tal forma que chega a ser um instrumento para a nossa própria reparação, para que nós possamos lutar para alcançar esse patamar evolutivo indicado por Jesus, cultivando, fazendo a nossa assese humana, atendendo as bem-aventuranças ensinadas por ele. no sermão do monte. Em seguida, ele diz: "Jesus levanta-se da mesa, depõe o manto e, tomando uma toalha, cinge-se, amarra assim a cintura com ela. Depois coloca a água numa bacia e começa a lavar os pés dos discípulos para demonstrar que uns pelos outros precisamos nos amparar, estarmos próximos uns dos outros. Então, essas ocorrências todas dizem respeito à última ceia, quando ele diz também assim: "Vós me chamais mestre e senhor e dizeis bem, porque eu o sou". Isso aí não é falta de modéstia, isto é autenticidade. É uma lição para nós. Devemos assumir o nosso próprio papel na coletividade, tanto na doméstica quanto no ambiente fora, na sociedade em que vivemos. Ser o que somos e não Marias vai com as outras. ou querer uma falsa humildade, uma falsa modéstia. E Jesus disse: "Eu sou, sou mestre". Então, se eu, Senhor e Mestre, vos lavo os pés, deveis igualmente lavar os pés uns dos outros no caminho da vida, porque no reino do bem e da verdade, o maior será sempre aquele que se faz sinceramente o menor de todos. Então, é uma lição de humildade. "Quem é o maior dos discípulos?", perguntou um deles a Jesus. Ele disse aquele que a todos
erdade, o maior será sempre aquele que se faz sinceramente o menor de todos. Então, é uma lição de humildade. "Quem é o maior dos discípulos?", perguntou um deles a Jesus. Ele disse aquele que a todos sirva. Então ele inaugura aí o tempo do serviço. Se nós nos dispusermos a termos uma vida útil, fazendo o bem a nós próprios e ao nosso semelhante, estaremos justificados. Em seguida, anotei aqui, chamei atenção aqui. Seguindo em seus ensinamentos, ensinava-lhes Jesus: "Se me amais, observareis meus mandamentos e rogarei ao Pai, e ele vos dará outro paracleto, outro paráclito, outro advogado, outro consolador, outro instrutor, para que convosco permaneça para sempre o Espírito da verdade que o mundo não pôde acolher, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis porque permanece convosco. Aqui significando que ele já prevê a necessidade de se instaurar no tempo devido, quando a ciência desabrocha e a nossa maturidade alcança um patamar melhorado, a nossa maturidade espiritual, a ponto de acolhermos a doutrina dos espíritos. Aí será a terceira revelação, porque a primeira foi de Moisés, a segunda de Jesus, uma personificada em Moisés, outra personificada em Jesus. E agora a terceira de um grupo, de uma pleade de espíritos desencarnados e encarnados, desencarnados sob a direção de Jesus, o espírito de verdade, e é encarnado sob a direção e organização e boa vontade, inteligência e preparo, clareza. dedicação e altruísmo de um Allan Kardec, a quem devemos muito e devemos igualmente procurar melhor conhecê-lo. Por quê? Porque ele é não só o organizador dessa doutrina luminosa, consolador e esclarecedora, mas também aquele que refletiu sobre cada um dos ensinamentos, sobre cada uma das verdades trazidas do alto. Ele que se fez junto com Jesus, que o visitava todos os dias e ficava com ele durante alguns minutos para esclarecer íntimo do nosso mestre, guia modelo, nosso Senhor Jesus Cristo. Imagina a grandeza desse espírito e como que nós temos esse privilégio e não aproveitamos a oportunidade ímpar de
inutos para esclarecer íntimo do nosso mestre, guia modelo, nosso Senhor Jesus Cristo. Imagina a grandeza desse espírito e como que nós temos esse privilégio e não aproveitamos a oportunidade ímpar de melhor conhecer, para melhor evoluir, para melhor viver e conviver. Então, para finalizar aqui falando sobre o calvário, crucificação e ressurreição de Jesus, uma pontuação rápida. Os que prenderam Jesus levaram-no ao sumo sacerdote Caifás, onde os escribas e os anciãos estavam reunidos. Jesus foi posto perante o governador Pilatos e o governador interrogou: "És tu o rei dos judeus?" Jesus declarou: "Tu o dizes". E depois Pilatos fala: "Eis o homem quando resolveram crucificar Jesus." E ele disse realmente uma grande verdade. Eis o homem pronto, eis o homem completo, eis o homem integral. A essa, esse patamar chegaremos todos nós, porque a nossa destinação de filhos de Deus é essa, uma destinação honrosa e feliz para alcançaremos todos essa condição de pureza de espírito, porque estamos regidos pelas leis divinas, pela lei do progresso. Então, nosso tempo acabou. E eu quero agradecer a presença de todos, a atenção de todos e com certeza a participação de todos de coração, né, nesse momento que é um um momento de amor, de troca, de busca de melhor entendimento dos ensinos do mestre e também nós comemorando a gloriosa jornada do mestre divino, que finalizou com a sua Páscoa, a sua ressurreição. Então, hergamos então o nosso pensamento a Jesus para agradecer essa terra linda que nos acolhe, a saúde que temos, agradecer a nossa inteligência capaz de penetrar os mistérios da vida, a nossa vontade para ir paraa frente, para o alto, a nossa capacidade de nos relacionarmos e interagirmos. uns com os outros, de uma forma harmoniosa, mansa, humanizada, Senhor Jesus. Então, abençoa-nos e nos conduza aos nossos lares. Rogamos por todos os nossos irmãos em humanidade que hoje estejam sofrendo provas maiores que as nossas. S conosco, mestre divino, hoje e sempre. Graças a Deus. Graças a
nos conduza aos nossos lares. Rogamos por todos os nossos irmãos em humanidade que hoje estejam sofrendo provas maiores que as nossas. S conosco, mestre divino, hoje e sempre. Graças a Deus. Graças a vocês, uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e
cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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