LAR: MAIS QUE PARADE É PRESENÇA - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão das das suas casas. É muito bom tê-los conosco nessa palestra das 18 horas. É uma família das 18. Eu tenho a família das 16 e a família das 18. A gente sempre vê a quase as mesmas pessoas e a gente vai se afeiçoando porque tem tanto tempo afeiçoando também com os nossos palestrantes, né, que são em em número de cinco aí. E quando é cinco semanas, nós temos Sérgio Castro. Quando é quatro já tem os mais antigos. Como ele é o mais novo, né? Ele é quando tem cinco semanas. Então é todo mundo muito querido pra gente. Vamos começar fazer nesse momento fazendo nossa leitura do Conselhos úteis que é da Hilda Alonso pelo espírito Hilda Pereira Magalhães que é a mãe da Hilda Alonso. Ela fala assim nesse capítulozinho, ela fala: "Devemos amar a todos". A gente pensa, será que eu tô amando a todos, né? Será que já iniciei a tua, Será que já iniciaste a tua caminhada no sentido de ir ao encontro do teu próximo? Tá perguntando. Certamente já consegues ajudar teus familiares e teus amigos muito queridos. És capaz de perdoar os pequenos deslizes destes teus preferidos, mas ainda tens algumas reservas quanto aos demais, aqueles mais afastados que não te tocam tanto o coração perante Deus, esses também são teus familiares e lhes deve solidariedade, respeito e compreensão. Não os abandones a pretexto de que não tens grandes ligações com eles, não é verdade? Talvez tenhas elos mais fortes com antigos companheiros de outras reencarnações aos quais deves muito, embora a tua memória não registre. Para que não deixes passar as oportunidades de reajuste e conciliações, não te furtes aos ensejos. Vai ao encontro de todos que te pareçam necessitados e socorre-os para que não venhas em tempo algum até ver negado o auxílio de que estejas
ades de reajuste e conciliações, não te furtes aos ensejos. Vai ao encontro de todos que te pareçam necessitados e socorre-os para que não venhas em tempo algum até ver negado o auxílio de que estejas precisando. Dá primeiro para que alguns dias possas receber. é a mensagem da dona Hilda Pereira Magalhães para todos nós. E assim nós agradecemos a a Hilda, dona Hilda pela mensagem. Agradecemos esse Deus pai de infinita bondade, a Jesus, a Dr. Bezerra de Menezes, né, o mentor dessa casa, que prepara tudo para nos receber. E às vezes a gente vem com tantas dores e ele tá aqui tratando e nós não estamos nem sentindo que estamos sendo tratados. Então maravilha, né? Mas a gente tem que abrir os corações. Chegamos aqui, abre os nossos corações, porque alguma coisa nós vamos receber. Então, é isso que nós temos que agradecer, mas não deixamos também de rogar que eles possam nos ajudar sempre quando bater a dificuldade, quanto a desesperança, o desespero nos chegar até nós, que a gente lembre que nós temos esse pai, esse irmão, esse mentor da nossa casa que nos favorece, nos ajudando, nos mostrando novos caminhos, nos dando as mãos e assim agradecidos e ainda rogando, nós começamos esse nosso momento dizendo: "Graças damos por tudo." Meus amigos, hoje nós temos Márcia Serô, ela vai falar para nós eh do lar. Mais que parede é presença. A Márcia hoje tá dodói. Um tiquinzinho só. É um tiquinzinho só. Ela tá com alergiazinha, tá tomando um chazinho aqui, mas nós vamos tá ouvindo e vibrando também para que ela saia daqui bem melhor do que ela chegou. É com você, Márcia. >> Meus amigos, boa tarde a todos. Desculpa a voz, como ia dizer a minha mãe, voz de taquara rachada. Eu tava ali pensando nisso. Agora eu não sei o que que é taquara. É um instrumento, será de tocar. É um é um bambu, né? Como é que é voz de Taquara rachada, hein? >> Pois é, eu sei que não tá aqui a voz normal, mas o coração tá aqui com muita alegria e gratidão por esses momentos que que nós podemos compartilhar.
, né? Como é que é voz de Taquara rachada, hein? >> Pois é, eu sei que não tá aqui a voz normal, mas o coração tá aqui com muita alegria e gratidão por esses momentos que que nós podemos compartilhar. E a lição de hoje, meus amigos, foi para mim eh especialmente desafiadora. Eu conversei isso com a Rute ainda agora, porque não a parte que fala sobre o lar, né? Mais do que presença, mais do que parede, presença, mas nos comentários que nos faz o nosso querido irmão Vinícius no livro que nós estamos estudando, que é Emorno do Mestre. E eu comecei a ler a lição de hoje e todas as lições de Vinícius são maravilhosas, né? Então, já tava muito mal acostumada, esperando que eu fosse adorar, como sempre. E eu comecei a não adorar a lição e começou a me bater uma impaciência. Eu falei: "Ah, não, não vou pedir para mudar o tema". Olha, quem que sou eu para mudar o tema, né, gente? Olha como é que eu tava. E aí eu fui fazer uma pesquisa mais aprofundada sobre o nosso querido irmão Vinícius e fui eh estudar que, na verdade, essa obra foi escrita enquanto ele ainda estava encarnado. Vinícius é o pseudônimo que adotou um grande espírita brasileiro que se chamou Pedro de Camargo, que nasceu em 78, mas não 1878. Ele desencarnou em 1966. Então a obra Emorno do Mestre, ela foi publicada pela FEB em 39. Então, por isso nós precisamos estudar a lição de hoje, pensando que nós estamos lá naquela época de 1939 fazendo uma adaptação para os nossos dias. E por que que eu digo isso? Porque nosso irmão Vinícius ao nos falar sobre a família, vem nos falar da função do homem e da mulher na família. Mas é claro que ele falava da família que existia aquela época em que a obra foi escrita. Então ele começa nos dizendo que a mulher ela funciona como se fosse o executivo e o marido é o legislativo. Eu falei: "Ah, não, não concordo nem sempre". Mas aí eu comecei a ler e aí ele continua, né? Ele vai nos falar que o marido é a cabeça, a mulher o coração. Eu falei: "Ah, também não concordo". Às vezes nós somos a cabeça, às vezes nós
em sempre". Mas aí eu comecei a ler e aí ele continua, né? Ele vai nos falar que o marido é a cabeça, a mulher o coração. Eu falei: "Ah, também não concordo". Às vezes nós somos a cabeça, às vezes nós somos também o coração e vice-versa ao contrário. Então eu tive que fazer essa essa volta histórica para perceber que em 1939 nós mulheres ainda estávamos em uma situação em que a lei que nos regia era o Código Civil que lá de 1916 em que as mulheres eram consideradas relativamente incapaz lá em somente lá em 42 com o Estatuto da Mulher Casada que houve um avanço zinho, porque antes disso, ou seja, quando a obra foi escrita, nós mulheres precisávamos, olha só, a gente como é bom a gente ser também nascido nessa época nossa, né? A gente reclama, mas olha só a situação. Nós precisávamos da autorização dos maridos para fazer negócios, para processar alguém, para administrar os nossos bens, tinha que ter autorização do marido. Então, por isso Vinícius fala dessa maneira. E o que que está por trás dessa lição, que foi uma outra grande lição que eu pude aprender, a lição de poder aprofundar um pouquinho mais na mensagem para não me deixar aprisionar pelos meus próprios preconceitos, pela indignação. Ah, isso aqui eu não gostei. Não, calma, vamos ler. Continua lendo. Vamos perceber quem escreveu, quando escreveu, por escreveu. Essa foi a primeira grande lição. E aprendida essa lição, eu pude então aproveitar o que Vinícius veio nos dizer, porque dessa maneira que eu achei muito datada, machista, enfim, né? Ele vem nos falar de uma coisa que não passa de jeito nenhum, não passa de moda, que é sempre muito oportuna e que não tem nada a ver com a cultura, com a legislação, como que a sociedade se organiza, as famílias se organizam de maneira diferente hoje em dia. É verdade. Mas tem uma coisa que não sai de moda, que é o entendimento sobre a necessidade da cooperação e da colaboração. Isso nunca sai de moda. entendimento de que nós precisamos dentro de uma família, cada qual ali na sua função,
não sai de moda, que é o entendimento sobre a necessidade da cooperação e da colaboração. Isso nunca sai de moda. entendimento de que nós precisamos dentro de uma família, cada qual ali na sua função, que obviamente vai variar, porque as famílias se organizam de das mais diferentes formas, mas que nós possamos entender da importância de que aquele núcleo familiar não seja apenas, como nos sugere aqui o título da lição, um lar que está ali entre quatro paredes, que não seja só isso, mas que seja muito Mais do que isso, o lar é feito pela nossa presença. o quanto que cada um de nós, nas diferentes funções que a gente desempenha como pai, como mãe, avô, tio, filho, não interessa, mas que nós possamos entender a necessidade de colocar ali como se fosse construindo a casa, como se fosse a argamassa que vai preencher ali com tijolos, colocar a nossa paciência, colocar a nossa consideração com o outro, o nosso esforço. E aí nós vamos construindo o lar. E Vinícius vem nos falar, então, desculpa, gente, que o lar ele vem comparar eh falando sobre a função do marido e da mulher. Ele fala lá pelas tantas assim que o homem é como se fosse a locomotiva e a mulher é a caldeira que vai fornecer aquele vapor para que a locomotiva ande. A gente pode falar: "Ah, não concordo ah, tá machista. Ah, não tá bom". Mas em qualquer relação de cooperação, nós vamos fornecer o combustível uns aos outros. Então, quantas vezes a gente chega em casa precisando de um apoio que pode ser dado pelo marido, pela esposa, pelo filho, pela tia, não importa por quem seja, mas que vá ser o combustível que nós necessitamos para seguir adiante. E é disso que Vinícius está nos falando, da necessidade de nós termos a família como um lugar de nutrição. Aí a gente pode falar assim: "Ah, não, tudo bem, que coisa linda". Mas na minha realidade isso não acontece. Na minha realidade eu não tive a oportunidade de ter essa família estruturada que Vinícius fala no livro. Eu chego em casa e ali é um palco de batalha. Ali eu nãouto de absolutamente
sso não acontece. Na minha realidade eu não tive a oportunidade de ter essa família estruturada que Vinícius fala no livro. Eu chego em casa e ali é um palco de batalha. Ali eu nãouto de absolutamente nada. Então, meus amigos, nós podemos novamente refletir de uma maneira um pouco mais aprofundada do que é o nosso lar. O nosso lar é aquela família que se une por laços de afinidade e por compromissos. É, também. Mas nós temos um outro lar que é o recanto do nosso coração, que é nas horas de tempestade, nas horas de tribulação, de problema, que a gente tem um lugar onde se abrigar, mesmo que a nossa família esteja aí um caos, vamos fazer a nossa parte para que aquele conflito seja solucionado, mas vamos também ter a sabedoria de nos voltarmos para esse nosso lar interior, que é o nosso coração, buscando da comunhão com mais alto. E aí nós encontraremos a paz e aí nós encontraremos o combustível para as nossas lutas diárias. Então, Vinícius vem nos falar na época dele, 1939, usando a sociedade que ele tinha ali para observar, mas ele vem nos falar da importância de que nós possamos cultivar o equilíbrio dentro dos nossos lares. Nós sabemos que muitas vezes nós não temos a, não vou dizer assim, a sorte, a felicidade, mas eu vou dizer assim, a a o desejo atendido de estarmos rodeados só de espíritos afins, porque muitas vezes nós temos aí sim a bênção de estar rodeados daquelas pessoas que vão efetivamente nos nutrir. Muitas vezes são aqueles adversários de antigamente que colocados no nosso lar vão nos dar a oportunidade abençoada da redenção. E aí nós nos socorremos de um livro maravilhoso que é trazido pelo pelo espírito Joana de Angeles que se chama SOS Família. Bati no microfone de novo pela milés de uma vez. É esse livrinho aqui, SOS Família. É um livro maravilhoso em que Joana de Angeles faz essa distinção de lar e de casa. Casa é edificação material, é o tijolo, é o chão, é o teto. Tudo bem, tem uma casa. E o lar, ela vem nos dizer que é formado por renúncia, dedicação e zelo. Renúncia, dedicação e
ção de lar e de casa. Casa é edificação material, é o tijolo, é o chão, é o teto. Tudo bem, tem uma casa. E o lar, ela vem nos dizer que é formado por renúncia, dedicação e zelo. Renúncia, dedicação e e zelo a que se permitem aqueles que se vinculam pela eleição afetiva ou através do impositivo consanguíneo decorrente da união. A gente se vincula porque a gente escolhe se vincular alguém, por exemplo, no casamento, por exemplo, quando a gente adota uma criança, quando a gente resolve consentir que alguém, puxa, um sobrinho, venha morar com a gente, a gente cria como fosse filho. São maneiras que a gente escolhe se unir e também pelos laços da reencarnação. E precisamos desses ingredientes: renúncia, dedicação e zelo. E nós, meus amigos, temos um problema que hoje em dia andamos com um pouquinho de dificuldade de renunciar. Hoje em dia a gente anda muito preocupado em que que o mundo pode me oferecer e pouquíssimo preocupado em que que eu posso oferecer ao outro. a dedicação, essa renúncia, esse cuidado. Nós estamos muito pouco preocupados e precisamos então diante dessa constatação, não tem problema nenhum constatar isso, mas fazer um reajuste no nosso rumo para que a gente possa rever alguns conceitos, conceitos que são muitas vezes baseados no egoísmo. Primeiro eu, depois eu, terceiro eu, né? Porque a gente não quer nada que chateia a gente. A gente não quer nada que tire a gente daquele momento ali de prazer, de tranquilidade. E nós estamos desistindo muito facilmente das relações. E eu não tô falando apenas dos casamentos que a gente tem um índice altíssimo de separação e nem criticando isso, mas estou apenas mostrando como que às vezes a gente desiste, não apenas dos casamentos, mas dos filhos, daquela irmã que a gente tem dificuldade, daquele pai que tá ali ranzinza. Não desistir não é fazer uma separação judicial daquele parente que nem tem isso, mas às vezes a gente desiste deixando o outro para lá, não se incomodando. Ah, deixa ali aquela relação deteriorar. Quando nós viemos
o é fazer uma separação judicial daquele parente que nem tem isso, mas às vezes a gente desiste deixando o outro para lá, não se incomodando. Ah, deixa ali aquela relação deteriorar. Quando nós viemos aqui para restabelecer os relacionamentos, para curar esses laços que ficaram adoentados em razão do nosso próprio egoísmo no passado, em razão de condutas em que nós muitas vezes privilegiamos a nossa vontade, os nossos gostos, deixando de lado o ensinamento do Cristo de fazer o outro, porque a gente queria que o outro outro fizesse para nós. E aí, olha que maravilha, nós somos convidados a estar novamente juntos para que a gente possa refazer esses laços. Então, quem tá no nosso lar? Aqueles que nós amamos, certamente, mas aqueles também com quem nós temos dívidas. Estamos todos numa condição, no de Joana deângeles, para receber amor. Então, os adversários que aparecem para nós, eles aparecem por esse motivo, para receber esse amor. E muitas vezes nós não lembramos o que aconteceu no passado, mas aquelas aquela aquelas mágoas, aquela antipatia, aquele rancor, ele surge de maneira inconsciente. Ah, suporto fulano. Meu santo não bate com dele. São lembranças que estão lá adormecidas no nosso inconsciente e que nos falam da nossa dificuldade. Diante delas, qual deve ser a nossa atitude? Deixar para lá, desistir? Ou será que nós podemos já nesse nosso momento evolutivo perceber? Puxa, eu tô com essa dificuldade. Se o fulano tá me inspirando tal reação, à toa não é. Tem alguma coisa aí nesse passado que eu não estou me lembrando para a minha própria proteção e para segurar o êxito da minha missão. Então vamos, como diz Joana deângeles, colocar mais zelo, mais dedicação, mais renúncia nessa relação, a fim de que a gente possa fazer o trabalho do progresso. Aí a gente pode pensar assim: "Não, mas aí não dá, né? Porque tem uma antipatia com fulano. Agora eu vou sair da dessa vida amando fulano também não dá. Ia ser fingimento e às vezes ia ser fingimento mesmo. Mas precisamos saber no nível em que nós
dá, né? Porque tem uma antipatia com fulano. Agora eu vou sair da dessa vida amando fulano também não dá. Ia ser fingimento e às vezes ia ser fingimento mesmo. Mas precisamos saber no nível em que nós estamos, naquela naquela relação, qual é o passo que nós podemos dar? O que que é um avanço? Um avanço muitas vezes é eu não atacar aquela pessoa. Se isso me custa muito, já é o meu avanço. Quando eu chegar naquele nível, estabeleci o meu passo de luz, como nos diz o Espírito Emanuel, qual é o outro passo que eu posso dar? E assim nós vamos nos conhecendo, nos respeitando e fazendo esse avanço que nós sejamos capazes de fazer. Então, meus amigos, eh, Joana deângeles vem nos falar então da família como esse esse espaço, como esse laboratório em que nós vamos vivenciando determinadas experiências de alegria, de sofrimento, para nos preparar para a paz futura, para a construção da nossa paz. Como nós vamos construir a nossa paz se nós temos aquelas desavenças? Então, estamos nesse momento e diante dos nossos dos nossos familiares, quando o tema de hoje nos convida a pensar mais do que parede presença, somos convidados a essa reflexão. Nós temos estado presentes nos nossos lares, nas nossas famílias, com os nossos filhos. Não importa que já sejam grandes. Às vezes a gente acha a presença só quando é pequenininho. Claro que quando é pequeno é mais importante, porque nós sabemos que nessa época o espírito está mais acessível a mudanças que ele precisa realizar, mudanças de valores, mudanças de hábitos que a gente traz arraigado de lado, um passado tão longe e que precisamos começar a trabalhar. Então, é claro que nessa fase é necessária muita presença. E nós, já que falamos eh do nosso irmão Vinícius, né, Pedro de Camargo, pseudônimo Vinícius, e tivemos que ter com ele a compreensão de que de que ele escrevia, desculpa, em um determinado momento histórico, falando da sociedade que ele conseguiu observar, também precisamos ter a humildade de observar a nossa sociedade em que nós
o de que de que ele escrevia, desculpa, em um determinado momento histórico, falando da sociedade que ele conseguiu observar, também precisamos ter a humildade de observar a nossa sociedade em que nós vivemos. Tantas vezes, né, pelos impositivos da da vida material, necessidade de ganhar o sustento de cada dia, a gente tem pouco contato. E quantas vezes nós pais chegamos em casa, a gente tá tão cansado que a gente só quer a companhia do celular, como diz Dr. Wesley, nosso querido e psiquiatra, né, que de vez em quando vem aqui na comunhão, Dr. Wesley, assiste, a gente quer a presença do tinhoso, né, que é o celular, que é o tinhoso, porque nos afasta dessa convivência. Eu tô de olho no tinhoto lá em casa, viu? Já falo assim, ó. Larga o tinhoso, porque não dá. Mas quantas vezes a gente quer uma distração? Às vezes a televisão lá, o filho tá falando, o marido tá falando, a mulher e a gente tá aham aham. Tá bom. E tá perdendo a oportunidade de contribuir com a nossa presença. A nossa presença é essencial para que a gente possa refazer esses laços. E claro, nós temos aquela atitude muitas vezes comodista, né, de querer compensar a presença às vezes com as coisas materiais. Então, aí eu não estou ali presente, mas dou pro meu filho um carro quando ele fizer 18 anos. Ah, que coisa linda. Não que não seja bom, né, gente? Eu ia querer ganhar um carro quando eu tivesse feito 18 anos. Mas mais que importante do que um presente é o amor. Mais importante do que a coisa é o que nós temos para oferecer do nosso coração. E nós estamos oferecendo as coisas do nosso coração para os nossos familiares, pro pai mais idoso, que às vezes a gente vai cansando, né? Porque não é só eh com fulano ou belo que acontece. Isso acontece com todos nós. A gente vai ficando mais idoso e vai gostando de contar as mesmas histórias. Eu nem tô idosa ainda, já tô com essa mania, meu filho. Ah, já sei aquela história de novo eu falei: "É verdade, mas é tão bom contar uma história que a gente gosta de novo, né? E por que que nós não temos
m tô idosa ainda, já tô com essa mania, meu filho. Ah, já sei aquela história de novo eu falei: "É verdade, mas é tão bom contar uma história que a gente gosta de novo, né? E por que que nós não temos essa compreensão de ouvir a mesma história daquele que muitas vezes não tem mais a consciência de que está repetindo a mesma história? Eu pelo menos ainda repito com consciência, né? Eu repito, fala: "Tô repetindo mesmo". Porque é bom, ah, deixa eu contar de novo. Mas muitas vezes as pessoas mais velhas não têm essa consciência. Será que nós vamos ter a consciência de brindar a essa pessoa com a nossa presença? Através da nossa escuta? Isso é presença também. Ah, mas daqui a pouco ele nem vai mais lembrar do que falou. Mas não importa. O sentimento ficou, o carinho ficou, o amor ficou. E essa presença, na verdade, não é pro outro, ela nunca foi. É um treinamento para nós, para que nós aprendamos a estar presentes nas nossas vidas, porque temos nos alienado às nossas vidas em razão do nosso mundo moderno e vamos ter também a compreensão histórica com a gente mesmo também, por que não? Mas não vamos nos deixar prisionar por essas armadilhas, porque temos, meus amigos, nos afastado daquelas pessoas que estão convivendo conosco numa oportunidade única, num momento que é muito especial para todos nós, em que nós nos reencontramos para oferecer ao outro a quem muitas vezes nós subtraímos algo e não importa se foi algo material ou não. Mas para fornecer ao outro pouco da nossa consideração, do nosso amor, se materializando através dos cuidados, através da atenção. Então, precisamos ter essa consciência, sabendo que nós aprendemos que na justiça divina a a sementeira é sempre livre, né? a gente planta o que quiser, mas precisamos colher o que nós plantamos. Então, se nós estamos agora colhendo dificuldades, não tem problema. O erro faz parte do nosso processo evolutivo. Eu estava hoje lendo o espírito, né, falando sobre crueldade e ele dizia que a crueldade decorre da falta de senso
olhendo dificuldades, não tem problema. O erro faz parte do nosso processo evolutivo. Eu estava hoje lendo o espírito, né, falando sobre crueldade e ele dizia que a crueldade decorre da falta de senso moral, mas que é apenas algo transitório, porque nós vamos, à medida que evoluímos, aprimorando o nosso senso moral, que está latente em nós, assim como nos diz o livro do espírito, dos espíritos, assim como a flor traz ainda no seu germe latente o perfume que um dia ela vai ser capaz de produzir. Nós todos trazemos latente a bondade e amorosidade que um dia o Cristo veio nos ensinar no nível que a gente fala assim: "Meu Deus, como é possível tanto amor? Como é possível tanto perdão? Como é possível que naquele momento tão difícil da crucificação, aquela maldade a qual ele estava sendo exposto, como é possível que aquele ser iluminado ainda tivesse para todos nós os olhos de amor, pedindo ao Pai que nos perdoasse, compreendendo que nós não sabíamos o que estávamos fazendo? Então, nos nossos lares, nas nossas relações familiares, quando nós somos atingidos, quando o outro não nos brinda com a presença da qual nós gostaríamos, que nós possamos ter por farol a atitude do nosso mestre, rogando o perdão para aqueles que ainda não entendiam a importância do que estava sendo feito naquele momento. Ele veio tocar as nossas consciências de uma maneira profunda, nos convidando a um salto em termos de amorosidade para o qual nós não estávamos ainda naquela época preparado. Agora a gente começa a engatinhar nisso com muita dificuldade, mas também com muita vontade de dar esse passo. E por que não temos essa compreensão com aqueles nossos familiares que ainda não foram capazes de dar esse passo? Porque não temos a compreensão com aqueles que ainda não não nos oferecem aquilo que nós achamos que merecemos. Não tem problema. Vamos plantar, vamos fazer a nossa parte. Se a nossa consciência já despertou, que a gente comece a plantar então amor no nosso lar. A gente muitas vezes se comoove com
ue merecemos. Não tem problema. Vamos plantar, vamos fazer a nossa parte. Se a nossa consciência já despertou, que a gente comece a plantar então amor no nosso lar. A gente muitas vezes se comoove com o que acontece fora da nossa casa, né, no país, no mundo. Meu Deus, quanta maldade, quanta injustiça. A gente não consegue modificar essa injustiça. Não está na nossa alçada, na nossa faixa de atuação. Mas o nosso lar, esse sim é a nossa faixa de atuação. E se cada um de nós agir dentro dessa faixa, nós vamos aos poucos conseguindo iluminar os nossos lares. Vamos trazer o evangelho de Jesus para dentro deles. Nesse livro lindo SOS Família, Joana deângeles dedica um capítulo inteiro só para falar do evangelho no lar, nos lembrando dos benefícios que aquele culto pode trazer. Ah, mas eu não sou espírita, não tem problema. Vamos fazer o estudo bíblico, vamos fazer o o estudo eh dos livros sagrados do budismo. Não importa a nossa religião, vamos dedicar uns minutos, abrir o nosso coração para que a espiritualidade nos abençoe e nos ajude e assim a nossa família também vai sendo abençoada. Ah, mas ninguém concorda comigo. Eu tô sozinha lá no evangelho no lar. Não tem problema nenhum no Gana de Angeles. Vamos procurar trazer o evangelho. Não lendo a as palavras desse querido livro, mas através dos nossos exemplos. Não é falar, é agir, é vivenciar, é fazer o esforço para que a gente vá domando as nossas mais inclinações, para que a gente vá se transformando moralmente. E aí, meus amigos, nós contamos certamente com a proteção do alto. Eu agradeço hoje, especialmente a vocês, muito do meu coração, a paciência com essa voz tão difícil, com essas tosinhas chatas e o carinho que vocês com certeza senti que me dedicaram nesses instantes e desejo para vocês, para todos nós, uma excelente, agora não é mais tarde, né? Uma excelente noite, uma excelente semana e muito obrigada. Bom, amigos, nós agradecemos a Márcia, né, pelo a dificuldade que ela esteve de estar aqui para para estar aqui. Ela
a não é mais tarde, né? Uma excelente noite, uma excelente semana e muito obrigada. Bom, amigos, nós agradecemos a Márcia, né, pelo a dificuldade que ela esteve de estar aqui para para estar aqui. Ela teve que desmarcar outros compromissos que ela teria que falar. Então a gente só pode agradecer e pedir a Jesus, né, Euripes Barçan que cuide dela para que ela volte a falar normalmente. O Agora a gente chama o Sérgio Castro para fazer a já está aqui para fazer a prece por todos nós. >> Boa noite a todos. Vamos orar, vibrar cura para a garganta da nossa querida Márcia. Vamos tranquilizá-la, porque o Pedro de Camargo nas próximas décadas vai reencarnar como mulher e vai escrever uma obra dizendo em torno do Mestre ao lado de Maria de Madalena. Porque a mulher, ele vai reconhecer que a mulher a cabeça, o coração e o cartão de crédito diamante poderosa. Então vamos orar agradecendo a ela que com muita dedicação, esforço nos trouxe a mensagem. Imagine se ela tivesse falando direito, né? Seria ainda mais bela. Então, Senhor Jesus, aqui estamos e te agradecemos de coração pelas bênçãos do teu coração para os nossos corações. Obrigado, Jesus pela tua vinda à terra, pela tua doutrina. Obrigado ao Senhor porque nascemos, porque temos família, porque somos cristãos e porque estamos evoluindo. Temos certeza, Senhor, de que tuas bênçãos nos acompanham desde sempre e continuarão nos acompanhando. Por isso que a fé, a esperança e a caridade estejam em nossos corações e nós possamos corresponder à expectativa que o Pai tem para com todos nós, sendo a cada dia melhores, a fim de podermos um dia estarmos todos juntos na casa do Pai, na condição de anjos, de espíritos purificados, trabalhando e executando a vontade de Deus. Deus, que é a maior felicidade de qualquer espírito. Acompanha-nos, Senhor, através dos teus emissários e mensageiros. Acompanha-nos no retorno aos nossos lares para podermos compartilhar com os entes queridos tudo de bom que aqui recebemos. Graças a Deus. Boa noite a todos. Vão
avés dos teus emissários e mensageiros. Acompanha-nos no retorno aos nossos lares para podermos compartilhar com os entes queridos tudo de bom que aqui recebemos. Graças a Deus. Boa noite a todos. Vão com Deus. Boa noite vocês que estão aqui. Muito obrigada pela atenção, vocês que estão em suas casas, vocês que irão nos assistir, que a Deus paz de Jesus fica com todos nós. Agora vamos passar pro passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do
a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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Comunhão Espírita de Brasília · Márcia Sirotheau
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