JUSTIÇA NAS AFLIÇÕES - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/06/2025 (há 9 meses) 44:49 586 visualizações

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Transcrição

Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Sintam-se acolhidos com muito carinho pela equipe espiritual responsável por este horário. Que a paz do mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E essa mesma paz com certeza chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos prazer de receber a nossa querida irmã Leila Barreira e que ela nos brindará com tema que faz parte das nossas vidas, né? é justiça das aflições. Esse tema está contido no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo. Eh, e nós vamos ler exatamente esse texto do qual ela vai nos ensinar com certeza a acrescentar muito. Justiça das aflições. Somente na vida futura pode efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da terra. Sem a certeza do futuro, estas máximas seriam contracenso, mas ainda seria um engodo. Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. É, dizem, para se ter maior mérito. Mas então pergunta-se: por que sofrem uns mais do que outros? Por que nascem uns na miséria e outros na opulência, sem coisa alguma haverem feito? Que justifique essas posições? Porque uns nada conseguem, ao passo que a outros tudo parece sorrir? Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude, e que os homens virtuosos sofram ao lado dos maus que prosperam. A fé no futuro pode consolar e infundir paciência, mas não explica essas anomalias que parecem desmentir a justiça de Deus. Entretanto, desde que admita a existência de Deus, ninguém o pode conceber sem o infinito das perfeições. Ele necessariamente tem todo o poder, toda justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. Logo, as vicissitudes da vida derivam de uma causa. E pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso, o de que cada

ranamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. Logo, as vicissitudes da vida derivam de uma causa. E pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso, o de que cada um deve bem compenetrar-se. Por meio dos ensinos de Jesus, Deus pôs os homens na direção dessa causa e hoje, julgando-os suficientemente maduros para compreendê-la, lhes revela completamente a aludida causa por meio do espiritismo, isto é, pela palavra dos espíritos. E assim, meus irmãos e irmãs, neste momento, elevemos o nosso pensamento, trazendo a nossa tela mental a doce e meia figura de Jesus, olhando para cada um de nós, nos dizendo que tenhamos confiança e esperança que tudo passa. Ele está sempre presente em nossas vidas, nos inspirando e nos intuindo. Mestre Jesus, só temos a dizer gratidão pela tua presença em nossas vidas. Sé conosco, Senhor, hoje e sempre. E pedimos a Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e à equipe espiritual responsável por este horário, que inspire em tu e a nossa irmã Leila que está com a palavra. Que assim seja. Uma boa tarde a todos e sejam todos muito bem-vindos. o nosso assunto de hoje. Esperamos que nos ajude a enfrentar a nossa rotina, o nosso dia a dia, porque queremos estudar com vocês, refletir, né, sobre situações da vida em que muitas vezes nos sentimos injustiçados, muitas vezes pensamos: "Ah, acho que sou esquecido de Deus". Parece que é um sofrimento muito grande e eu penso que não fiz nada por merecer. Mas é preciso refletir que em conhecendo, em sabendo que Deus é justo, é soberanamente bom, soberanamente sábio, então ele não erra. E ele nos criou a todos igualmente nas mesmas condições. Ele nos criou a todos simples e ignorantes do saber e nos ofertou uma ferramenta que nó usando-a podemos escolher isso ou aquilo. Essa ferramenta se chama livre arbítrio. Quer dizer, podemos arbitrar, podemos escolher. Se usamos bem essa ferramenta, nós seremos bem-sucedidos. Porém, se a utilizamos mal, teremos que responder pelas ações, pelas consequências

e arbítrio. Quer dizer, podemos arbitrar, podemos escolher. Se usamos bem essa ferramenta, nós seremos bem-sucedidos. Porém, se a utilizamos mal, teremos que responder pelas ações, pelas consequências das dessas ações que escolhemos realizar. Deus não erra. Essa é a afirmação de base. Portanto, quando sofremos, quando temos aflições, conflitos, dificuldades, não somos vítimas, porque o sofrimento é um meio, um meio que a divina providência utiliza, mas em nosso favor, que é para que a gente desenvolva intelectualmente e moralmente, além de nos quitarmos perante a lei divina que desobedecemos em algum momento da nossa vida atual ou pregressa. Então, ninguém na Terra está livre de sofrer. Por quê? Nós não temos o arbítrio, não podemos seguir retinho, só fazer as escolhas do bem. poderíamos, se não fôssemos aprendizes, ainda não detemos sabedoria para acertar em tudo. Por isso que nós muitas vezes nos desviamos do caminho, do caminho do bem, que é aquele caminho que nos felicita, que nos gratifica, que nos qualifica como seres humanos. Então, quando nós nos desviamos do bem, nós sofremos e precisamos então quitarmo-nos diante daquela bagunça que provocamos. Quando nos desviamos do bem, causamos desordem na ordem natural das coisas. E aí esse compromisso com o mal nos faz sofrer, porque temos que voltar atrás e refazer os caminhos, buscar consertar. E acontece que a gente então se sente mal quando provoca o mal. Aí vem o arrependimento, porque a gente se sentiu mal. Mas o arrependimento sozinho não basta. É preciso mais dois outros componentes para nos livrarmos dessa marca, desse sofrimento. Os dois outros elementos são a expiação e a reparação. Então, quando nós sofremos, quando nós desviamosos da da lei divina, se tivermos tempo aqui nesse período, nessa experiência reencarnatória que estamos vivendo, então teremos a oportunidade de consertar o erro. Mas muitas vezes ocorre que não temos tempo. Aí o nosso sofrimento vai ser muito grande, mas lá na erraticidade, depois que morrermos fisicamente.

do, então teremos a oportunidade de consertar o erro. Mas muitas vezes ocorre que não temos tempo. Aí o nosso sofrimento vai ser muito grande, mas lá na erraticidade, depois que morrermos fisicamente. E aí a gente vai refletir quando estivermos na outra dimensão, o mal que fizemos, o desvio, o aquilo, todas as consequências que causamos, mas a pior delas foi para nós mesmos. O mal nos atinge primeiro. Aí nós criamos um propósito novo de retornarmos à experiência carnal e consertarmos aquilo em que erramos. Aí pedimos para conviver com as pessoas que prejudicamos ou para de alguma maneira experimentarmos através da expiação que vem a ser o sofrimento pelo mal causado. Então, pela expiação, nós vamos diluindo aquela marca negativa em nossa essência. E depois de espiar, aí nós vamos reparar, reparar o erro. Se estivermos vivos na carne ainda, a receita é o amor. Pedro, na sua epístola diz que o amor apaga a multidão dos nossos erros. Mas será fácil amar? Não é um aprendizado lento, muito lento, porque trazemos dentro de nós algumas imperfeições. Ainda trazemos dentro de nós um egoísmo, né? É aquilo que faz a gente pensar só na gente, querer as vantagens só pra gente, não pensar no próximo. Então, é difícil muitas vezes nós nos desembaraçarmos do egoísmo, do orgulho que nos torna prepotentes. Passamos a acreditar que somos donos da verdade, que sabemos tudo, que somos mais inteligentes, mais capazes, portanto, mais importantes do que o nosso semelhante. Esquecemos que Deus nos criou a todos equanimamente na igualdade absoluta. Todos temos a mesma origem que é a divina. é sagrada, né, mas que nos coloca em iguais condições. Todos temos as chances, as oportunidades para as verdadeiras conquistas. Por quê? Isso significa que não há conchavos com a lei divina, não tem favoritismo na lei divina, não dá para negociar com Deus, porque Deus se faz presente na nossa vida através das leis imutáveis, perfeitas, as leis de Deus que nos regem. Então não tem favoritismo, não dá para negociar, não tem conchavo.

ra negociar com Deus, porque Deus se faz presente na nossa vida através das leis imutáveis, perfeitas, as leis de Deus que nos regem. Então não tem favoritismo, não dá para negociar, não tem conchavo. Por isso, pode ser rico ou pobre, pode ser bonito ou feio, pode ser novo ou velho. Todos nós respondemos da mesma forma aquilo que provocarmos. Jesus afirmou que cada qual segundo as suas obras. Então, se você planta arroz, não vai colher cebola, vai colher arroz. Então, dependendo de como a gente alcança o discernimento, dependendo das nossas conquistas intelectuais e morais, nós vamos caminhando com mais agilidade em nossa jornada pela vida. Por isso, Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, que é o cristianismo rede vivo, o cristianismo moderno dos dias de hoje, vem pontuando para nós a importância do conhecimento. Ele dizia: "Irmãos, amai-vos". Esse o primeiro ensinamento quer dizer, essa parte do sentimento, da emoção, vale mais, pesa mais do que o saber, do que o conhecer. Mas em seguida ele diz: "O primeiro ensinamento é: "Amai-vos". O segundo, instruí-vos, porque precisamos dilatar o nosso entendimento, não ficar só naquilo que a gente já considerou bastante. Por quê? Porque o ser humano é um projeto infinito. Jesus começou como nós, como aprendiz, e chegou a patamar elevadíssimo de puro espírito, arcanjo, e ele é o guia e o modelo dessa humanidade. Ele é para ser seguido, porque é o nosso modelo. Nós temos que nos espelhar nele, que nos ensinou o passo a passo que devemos observar em nossa caminhada evolutiva. A meta e o propósito da nossa existência é a evolução. Evolução que não pode ser terceirizada. Evolução é um trabalho gigantesco que precisamos abraçar e tomar as rédias com muita firmeza e perseverança, porque vivemos num mundo de muitas ilusões, de muitos chamamentos que nos fazem desviar do propósito. Então, é preciso considerar que sendo Jesus o nosso guia e nosso modelo, ele que aceitou apenas um título. Ele não quis ser rei. Ele não quis ensinar os cientistas e as mentes

em desviar do propósito. Então, é preciso considerar que sendo Jesus o nosso guia e nosso modelo, ele que aceitou apenas um título. Ele não quis ser rei. Ele não quis ensinar os cientistas e as mentes brilhantes a descobrir isso ou aquilo para facilitar a vida humana. Não, ele veio como mestre, como professor. Ele aceitou o título de mestre para ensinar a todos nós como é que a gente vai poder voltar à nossa origem, ao Pai, que lá no Pai, no Criador, está a fonte de toda a felicidade, a plenitude, a completude humana. Ele que nos criou a sua imagem semelhante espera de nós esse esforço e essa compreensão. Mas para isso não dá para realizar deitadinho no sofá quietinho. Não faço mal em ninguém, não perturbo vida de ninguém. Tô no meu canto. Isso basta pra gente garantir o nosso lugarzinho no plano espiritual superior? Não, não basta. Allan Kardec faz essa pergunta aos espíritos codificadores. Se a pessoa não faz mal nenhum, ela tá garantida no plano espiritual? Não foi a resposta. Porque todo o bem que você deixar de fazer, podendo fazer, você está se comprometendo com o mal consequente da falta do bem que você deixou de realizar. Então, é preciso estar atento para essa realidade. Nada de conformismo, nada de vitimismo, nada de aquietação. Vamos nos indignar com a injustiça, porque amamos a justiça. Vamos nos esforçar para alcançar os frutos do espírito que vão fazer brilhar a nossa luz, acolhendo os dizeres de Jesus que brilhe a vossa luz. Ele nos chamou de luz, porque somos de fato luz. Todos nós podemos brilhar, fazer brilhar a inteligência, que é um talento que nos foi conferido por Deus. Desde sempre, desde a pré-história, nós temos caminhado e se observarmos as obras humanas, podemos perceber o alcance dessa inteligência maravilhosa. De fato, o ser humano é obra prima do criador e ele nos conhece pelo nome e não nos fez repetir em ninguém. São trilhões e trilhões e trilhões de seres humanos que habitam esse óbbe e passaram por ele e não há nenhum igualzinho o

prima do criador e ele nos conhece pelo nome e não nos fez repetir em ninguém. São trilhões e trilhões e trilhões de seres humanos que habitam esse óbbe e passaram por ele e não há nenhum igualzinho o outro. É impressionante. Então, é preciso considerar que a providência divina olha por nós e nos oferece, se erramos, oportunidades de reajuste. Então, quando a gente pensa a nesse mundo que nós observamos, há tantas diferenças. Há, por exemplo, pessoas que aparentemente são maldosas, mas que t uma vida boa, né? Parece que estão progredindo, mas isso não exenta a pessoa da prestação de contas. Aparentemente está assim, mas é porque a nossa visão é imediatista. Nós esquecemos do futuro que a vida não acaba, que continua no plano espiritual. E aquele que foi corrupto pagará pela corrupção cometida. Aquele que foi orgulhoso terá que enfrentar o resultado do orgulho praticado, aquele que foi egoísta ou ganancioso igualmente. Todos os vícios e paixões baixas são como compromissos com o mal, nos farão sofrer aqui ou lá na outra dimensão. E um dia vamos cansar de sofrer e cansar de perpetrar pelos caminhos da ignorância. Leon Deni, um contemporâneo de Allan Kardec, no seu livro do destino e da dor, como é que chama? destino e da dor. Então, do ser do destino e da dor, ele diz que a ignorância é a raiz de todos os males. E é verdade. Quando a gente não reflete sobre o que a gente escolheu fazer ou ser, então a gente tá dentro do esquema da ignorância. É preciso ter e cultivar lucidez para acertarmos mais. Então, Allan Kardec, em certo momento nos esclarece que essa terra onde a gente mora, esse orbe pensado e feito por Jesus, o governador do planeta, é ainda uma terra, uma casa planetária de provas e expiações por enquanto, mas que caminha junto conosco paulatinamente para um aprimoramento e passaremos em seguida para um orbe de regeneração, em que o mal será menos preponderante do que é hoje. Aqui estamos todos juntos, muito misturados, bons e maus, justos e injustos, porque é necessário

passaremos em seguida para um orbe de regeneração, em que o mal será menos preponderante do que é hoje. Aqui estamos todos juntos, muito misturados, bons e maus, justos e injustos, porque é necessário que aquele que é justo dê a mão para o que é injusto e ajude-o a crescer. Porque vivemos sob a lei de sociedade e precisamos nos amparar uns aos outros. Então, com o conhecimento das leis divinas que nos regem, nós vamos caminhando com maior firmeza e agilidade. e Allan Kardec explicando então que essa é uma terra de expiação e provas por enquanto. para um tempo de regeneração e que aqui ocorre o seguinte, é um misto de escola para quem é ignorante da lei divina, mas é também um presídio, presídio, uma um orbe de detenção para aqueles espíritos que gostam, que preferem continuar ar no mal, praticando o mal. Então eles são inveterados, precisam de um freio. E é por isso que aqui na Terra muitos sofredores clamam e gem. Por quê? Porque são espíritos revoltados, revoltosos, e precisam dessa corrigenda como lição ou como oportunidade de reajuste. Então, é escola para quem não sabe, é presídio para quem é inveterado no mal, mas é também hospital. Se observarmos bem, veremos que aqueles doentes da alma encontram aqui um campo fértil para reajuste. amparo dos amigos, a palavra boa, as mensagens de Cristo reveladas nas casas religiosas, o exemplo de abnegação, de devotamento de tantos irmãos nossos que conferem uma qualidade de vida, por exemplo, para para os nossos irmãos sofredores que moram na rua. Há um trabalho aqui na comunhão que a nossa Vânia faz parte. que se chama mãos estendidas, oferecendo amparo e algum conforto para esse sem teto, esses irmãos nossos, procurando o que o qual é o objetivo desses programas? seguir Jesus, cuja pedagogia era da valorização do ser humano. Então, não podemos nos esquecer da dignidade humana, qualquer que seja a situação que o nosso semelhante esteja vivenciando a sua vida. Por isso, Allan Kardec escreveu um livro chamado O céu e o inferno,

ão, não podemos nos esquecer da dignidade humana, qualquer que seja a situação que o nosso semelhante esteja vivenciando a sua vida. Por isso, Allan Kardec escreveu um livro chamado O céu e o inferno, que trata das penas e recompensas. Então ali nesse livro luminoso, importante, há relatos de irmãos nossos que foram evocados pela equipe dos estudos psicológicos de Paris, reunidos lá e presidido por Allan Kardec, foram evocados e deram o seu depoimento. como é que estão se sentindo lá depois que desencarnaram? Então eles se manifestam como espíritos arrependidos ou como espíritos endurecidos ou como espíritos felizes. Então, há uma gama infinita, uma diversidade muito grande, mas Deus no comando oferece a todos nós, encarnados ou desencarnados, as oportunidades, tantas quantas sejam necessárias para nossa, para o nosso aprimoramento. O bem é o único objetivo da vida. Se não me engano, a questão que responde qual é o maior objetivo da vida é a 680 do livro dos espíritos. Se eu não tiver enganado, pode ser que seja 860, mas diz que o bem é o único objetivo da vida, né? Então é preciso atenção nesse sentido, praticar o bem conosco mesmo, que nós somos a primeira tarefa. O nosso dever primeiro é iluminar o nosso íntimo, a nossa consciência, porque ninguém pode dar o que não tem. Se eu quero favorecer um semelhante, eu preciso ter, ser autêntico, compreender a vida, buscar o significado da oportunidade maravilhosa que estou tendo de conviver e aproveitar essa oportunidade para transformá-la em algo harmonioso. A nossa fala é instrumento. É preciso que ela seja revestida de harmonia, de mansidão, de não violência, de expressões que pacificam. Então, o cuidado para conosco mesmo e com todo o nosso potencial expressivo é de enorme importância. Então, Allan Kardec continua dizendo assim: "A população da Terra se constitui, portanto, de homens incipientes, quer dizer, ainda não suficientemente autorizados para se autoconduzirem. Precisam de diretrizes, de reparos, de ajuda como prisioneiros.

ulação da Terra se constitui, portanto, de homens incipientes, quer dizer, ainda não suficientemente autorizados para se autoconduzirem. Precisam de diretrizes, de reparos, de ajuda como prisioneiros. se são, se estão na terra como presídio, como alunos, se são ainda ignorantes do saber ou se doentes da alma. Então, homens incipientes, pouco evoluídos, aspirantes ao aprendizado das leis naturais, ou inveterados no mal, ou banidos para essa colônia concorrecional de outros planetas, de outros orbes. que temos habitantes também inveterados no mal que estão aqui para se corrigir de outros planetas onde vigem condições sociais mais elevadas, então já não se ajustam bem em outros níveis, em outros planos de existência, porque não estão suficiente suficientemente ainda evoluídos para conviver com uma sociedade mais justa. Então, vem para cá, porque ainda estamos na no patamar de provas e expiações. Então, ou de enfermos da alma necessitados de expungirem suas mazelas através de provações mais ou menos dolorosas e aflitivas. Então, quando a gente vê uma pessoa ou quando acontece conosco uma enfermidade incurável, difícil de enfrentar, tenhamos o cuidado de não nos rebelarmos para aproveitarmos bem aquela oportunidade lição de transcender, de contornar a dificuldade e de nos quitarmos perante a lei divina. Mas no livro Céu e Inferno tem lá uma página que conta a história de um mendigo chamado Max, mas tinha o apelido de Duque por causa da sua da sua postura impertigada. Ele trazia essa postura de outras existências e de outras experiências. Mas dessa vez na reencarnação ele conseguiu os objetivos planejados. Ele tinha visto lá no plano espiritual quanto ele tinha sido bobo, perdulário, quanto ele tinha desprezado as oportunidades que a vida lhe dera. Ele tava numa boa situação social, não passava fome, não tinha dificuldades maiores, mas desperdiçou todas as chances de fazer o bem. maltratava os criados, subestimava os outros, era orgulhoso e prepotente, não fez um bem a ninguém, nunca plantou

fome, não tinha dificuldades maiores, mas desperdiçou todas as chances de fazer o bem. maltratava os criados, subestimava os outros, era orgulhoso e prepotente, não fez um bem a ninguém, nunca plantou uma árvore. Entregou toda sua vida a jogatina e as ilusões da matéria, aos prazeres. Morreu cedo. Quando passou pro lado de lá, sentiu-se perseguido por todos aqueles que ele perseguiu enquanto na carne. todos aqueles eh que ele demonstrou injustiça, maltrato. Então, o que que aconteceu? Pediu para voltar, para retornar e foi alertado que se ele pedisse perdão, aquelas caricatas, aquelas aqueles rostos que o condenavam lá na dimensão superior iriam aos poucos desaparecendo. Ele pediu perdão a todos e planejou uma volta à Terra. em outros moldes, em outros padrões, pediu para vir muito pobre, muito necessitado para valorizar os bens da vida. E naquele castelo onde ele antigamente tinha sido dono, ele encontrou uma possibilidade de dormir na estrebaria. E lá uma criança, filha do dono atual do castelo, chamava, conversava com ele e sonhou com ele certa vez. E no sonho, Max esclarece, agradecendo a ela que rezara por ele, que ele tinha sido esse esbanjador no passado, que agora, graças a Deus, ele tinha uma outra vida e não estava revoltado e podia cumprir toda a trajetória planejada. e que ele agradecia a Deus essa oportunidade de mendigar ou de viver com os favores alheios e não se rebelar. Quando ele foi colhido, quando ele desencarnou dessa vez, ele encontrou paz porque conseguiu quitar-se e rever toda a sua existência e imprimir um novo significado à vida. Então eu recomendo que vocês leiam essa página, chama-se Max, o mendigo, no livro Céu e Inferno. Nós nos despedimos, agradecidos a todos pela atenção e pela oportunidade de estarmos juntos conversando sobre esse assunto. Ninguém se sinta vítima ou desprezado por Deus, que é bondade infinita e é o nosso pai de amor. Uma boa tarde a todos. Agradecemos a Leila por essa reflexão que realmente é muito importante para

unto. Ninguém se sinta vítima ou desprezado por Deus, que é bondade infinita e é o nosso pai de amor. Uma boa tarde a todos. Agradecemos a Leila por essa reflexão que realmente é muito importante para todos nós, né? Todos nós temos as nossas aflições, as nossas dificuldades. Neste momento, elevemos o nosso pensamento e lembrando do que Jesus nos asseverou. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tenhamos a certeza que Jesus nos auxilia aliviando as nossas dores, mas é necessário que façamos a nossa parte e sejamos resignados diante das situações as quais não podemos ainda resolver. Mestre Jesus, envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados no vosso infinito amor, consolando, acolhendo, dando lenitivo para aqueles que estão em dificuldade, em sofrimento. Jesus amado, envia, envolve o nosso planeta Terra na vossa energia de amor e paz. Há muito sofrimento, muitos necessitados, muitos em desequilíbrio e principalmente, Senhor, aqueles que, infelizmente ainda se comprazem com o mal. são nossos irmãos extremamente necessitados e desperte neles ainda nessa encarnação, Senhor, para a sua transformação, sua renovação. E assim, Senhor, só temos a dizer: "Graças vos damos por todas as bênçãos, por todas as oportunidades que o Senhor nos oferece. ser conosco hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja, meus queridos e queridas, antes de nossa irmã chamar para o passo e nós temos dois avisos. Um, vocês já ouviram e nós repetimos a campanha do agasalho. Há muitos necessitados. A comunhão assiste 150 famílias. Ainda tem os nossos irmãos em situação de rua, que o agasalho então é um cobertor, um par de meia, uma touca, aquilo que cada um puder doar é sempre bem-vindo. E o outro aviso é um convite, a mocidade da comunhão. Os jovens, né, que que estudam, fazem o evangelho aqui, eles vão apresentar uma peça. O mundo que eu encontrei é baseado no livro do André, do Luís Sérgio. Muitos talvez tenham lido este livro. E vai ser dia 21 às 19

ue que estudam, fazem o evangelho aqui, eles vão apresentar uma peça. O mundo que eu encontrei é baseado no livro do André, do Luís Sérgio. Muitos talvez tenham lido este livro. E vai ser dia 21 às 19 horas aqui na comunhão. E aqueles que não puderem vir podem assistir pelo YouTube. Todos são convidados e todos são bem-vindos. Fique em paz, que Jesus esteja sempre presente conosco. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o

ontinue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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