JUSTIÇA DIVINA - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Meus amigos, boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Nós vamos, para iniciar o nosso trabalho de hoje, ler uma mensagem do livro Bilhetes Fraternais, para que a gente vá se harmonizando para fazer a nossa prece. E ela se intitula A arte de crescer. Começa com uma citação do espírito Emmanuel, que diz assim: "O criador oferece a semente, o sol e a chuva, o clima e o campo, a defesa e o adubo, o cuidado dos lavradores e a bênção das estações. Mas a semente terá que germinar por si mesma, elevando-se para a luz solar. Emanuel, se queres crescer em espírito, cultiva esse desejo como se fosse uma arte a que deves dedicação integral para tornar-se virtuoso na expressão do seu talento. Persevera no caminho do bem, atingindo patamares cada vez mais altos na escalada da tua ascensão espiritual. Para crescer em espírito, é preciso libertar-se de tudo que te ata os pés à pedras das imperfeições, impedindo-te de ir adiante em busca das qualidades superiores, que uma vez conquistadas te trarão a alegria, a paz, a felicidade que tanto almejas, mas não sabes alcançar. Crescer em espírito é, portanto, fruto da luta persistente rumo aos mais altos simos da perfeição. Aprende então a amar sem te prenderes, conquistando afetos sem te escravizares as fantasias construídas pela ansiedade. trabalha por ligar-te ao Pai, mantendo com ele constante intercâmbio, refazendo-te então para prosseguires sem cansaço, rumo ao ideal sublime do teu crescimento em virtude e saber, de modo a atingires pouco a pouco a harmonia preciosa da arte de viver em plena luz das conquistas imperecíveis. Rodrigo. Meus amigos, vamos fazer então a nossa prece em primeiro lugar, agradecendo ao nosso pai, ao nosso mestre Jesus, que nos possibilitou
a arte de viver em plena luz das conquistas imperecíveis. Rodrigo. Meus amigos, vamos fazer então a nossa prece em primeiro lugar, agradecendo ao nosso pai, ao nosso mestre Jesus, que nos possibilitou estarmos aqui hoje reunidos. Obrigada, Senhor, por nos ofereceres material para o aprendizado, para a reflexão. E nós te pedimos, mestre Jesus, toca a nossa consciência, toca o nosso coração para que possamos aproveitar os ensinamentos que vamos receber hoje. para a nossa querida palestrante Patrícia, para que ela possa ser a transmissora das verdades que nós precisamos tanto aprender e nos ampara, mestre, para que nós possamos captar esses ensinamentos, não apenas com a nossa mente, mas acima de tudo com o nosso coração. nos dá, Mestre Jesus, a tua bênção e a tua proteção para o início da nossa atividade desta noite. Graças a Deus. Meus amigos, nós temos a nossa irmã Patrícia Torres, que hoje nos traz o tema justiça divina. Boa noite. Olha, eu tenho que fazer um comentário dessas andurinhas, né? Antes da obra aqui no nosso palco, não sei se vocês se lembram, né? A casinha delas eram aqui, era aqui, mas agora elas arrumaram a casinha ali naquele outro ar, ó. Ó lá. Então é bom receber a visita delas, esse horário do dia, né? Sempre muito bom. com a natureza estar conosco. Mais uma boa noite para todos que estão aqui no salão, para todos que nos acompanham pela TV, aqueles que vão nos ouvir oportunamente. Eh, a gente começa a ficar um pouco mais frequente no horário e começa a se sentir em casa, né? Então eu vou fazer um comentário que me deu uma saudade. Tem uma família ali atrás, né, com dois garotos e o casal ali atrás e me deu saudade dos do meu tempo, né, que há alguns anos com os meus filhos pequenos aqui e o marido nesse mesmo horário. Então deu uma saudade no tempo que eles eram menores, viu? Muito bem-vindos. Muito bom estar em oração em família, né? Quando a gente pode, ser sempre muito bom. Bom, o nosso tema de hoje, como a Márcia já comentou, fala da justiça.
ue eles eram menores, viu? Muito bem-vindos. Muito bom estar em oração em família, né? Quando a gente pode, ser sempre muito bom. Bom, o nosso tema de hoje, como a Márcia já comentou, fala da justiça. E nós vamos falar um pouquinho desse tema a partir desse livro aqui do Aroldo Dutra Dias, que chama Despertar, nossos desafios na transição planetária. Eu tenho um carinho muito especial por esse expositor que é o Aroldo Dutra Dias, um estudioso. Foi com ele que há alguns anos atrás eu aprendi a estudar o evangelho de Jesus. Quando eu fui me tornando espírita, eu tinha muita dificuldade de me dizer espírita, porque eu venho da doutrina católica e tinha por hábito estudar a Bíblia, lia muito a Bíblia. E quando eu adentrei o conhecimento da doutrina, eu tinha dificuldade, eu não encontrava as questões bíblicas na doutrina e fui descobrindo que era uma dificuldade, era uma deficiência minha até então conhecer os estudos do Haroldo, que é um expositor espírita de Minas Gerais, e poder acompanhar ali e aprender com ele a estudar o evangelho de Jesus à luz da doutrina. Então, para mim é é uma alegria enorme caminhar nos estudos dele. Fala muito ao meu coração. E quando eu me deparei com esse livro, eu fiquei muito feliz e por isso trago aqui para que nós possamos refletir juntos, para dividir esse essa pequena pérola desse capítulo que fala da justiça divina para que nós possamos refletir nessa noite, né, nessa noite tão agradável em Brasília, apesar de um pouquinho mais quente, né, que que o normal, mas é o calor de Jesus que nos aquece nessa casa aquece Mais ainda, né? A gente fica com mais calor porque é a presença do mestre, né? Do mestre dos bons espíritos, aquecendo a nossa alma. Então, que todos nós possamos sentir essa energia maravilhosa do nosso irmão mais velho conosco, nos orientando os caminhos. E quando nós falamos de justiça, é bom nós lembrarmos que nós temos duas perspectivas, né? Nós temos a justiça humana, a justiça dos homens e a justiça divina. E a justiça humana, ela tem as suas
hos. E quando nós falamos de justiça, é bom nós lembrarmos que nós temos duas perspectivas, né? Nós temos a justiça humana, a justiça dos homens e a justiça divina. E a justiça humana, ela tem as suas limitações. O Aroldo, ele é um juiz, né? E ele fala um pouco da experiência dele como juiz. E uma coisa que ele nos convida a refletir é que quando ele ia julgar um caso e por vezes tinha ali uma mãe que havia que estava ali presente fruto da morte de um filho, a morte violenta. E aquela mãe acompanhando o julgamento, sentindo a dor, né? Como a justiça humana faz justiça a aquele que se foi pela via da violência? Não faz. E é isso que nós vamos conversar aqui um pouquinho, que a justiça divina, ela tem alguns mecanismos, ela tem alguns recursos para que ela possa ser de fato uma lei de justiça, de amor e de caridade. Porque lá no livro dos espíritos, quando os espíritos trazem para Kardecimento sobre as leis divinas, e ele traz a conhecer a lei de justiça, de amor e de caridade, que congrega, que é uma síntese de todas as leis, ela não é uma lei só de justiça, ela é justiça, amor e caridade. E nós vamos perceber que há alguns recursos que só o pai, só Deus, só Deus na sua misericórdia e no seu imenso amor por nós, pode nos oferecer esse recurso. Pois bem, no evangelho, lá no sermão do monte, Jesus fala das bem-aventuranças e ele apregoa que são bem-aventurados os que sofrem a perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino de Deus. E aí nós ficamos pensando e nos deparamos com o fato de que é muito fácil para nós termos possibilidades de partilhas de injustiças. Se nós pararmos aqui agora e fizermos um uma breve reflexão sobre as nossas experiências, possivelmente muitos de nós vamos nos lembrar de situações, de vivências que nós consideramos injustas. Então, a injustiça ela é fácil de ser experimentada e difícil de ser definida. E uma coisa é falarmos de justiça humana. Outra muito diferente é falarmos da justiça divina, que possui caminhos e mecanismos insondáveis.
ela é fácil de ser experimentada e difícil de ser definida. E uma coisa é falarmos de justiça humana. Outra muito diferente é falarmos da justiça divina, que possui caminhos e mecanismos insondáveis. Mas nós vamos tentar aqui caminhar por alguns. Um deles é o esquecimento, um mecanismo da justiça divina, o esquecimento. Muitas vezes nós estamos aqui na casa, no atendimento fraterno, e alguns irmãos nos procuram querendo saber o porquê do sofrimento, né? Por que que eu tô com esse adoecimento? Por que que eu estou com essa dificuldade? Que será que eu andei aprontando em outra jornada aqui na carne? Eu gostaria de ter notícias, eu gostaria de saber. Mas os espíritos esclarecem a Kardec que o esquecimento é ação de misericórdia do Pai e é recurso de justiça. E nós vamos pensar de que forma? Lá no livro Missionários da Luz é uma das obras da coleção do espírito André Luiz que foi ditado ao médium Chico Xavier. André Luiz conta que ele, em companhia de um amigo espiritual, ele adentrou os departamentos preparatórios de programação para as reencarnações. E lá nesse departamento ele pôde ver alguns desenhos, desenhos de mapas, de planejamentos que os benfeitores faziam. E chegou uma senhora muito distinta, elegante, que passou a conversar com um amigo espiritual. André Luiz, muito curioso, perguntou para ela: "A senhora vai, vai encarnar?" Ela: "É, eu vou." E o amigo espiritual explicou a André Luiz, ela está indo para uma tarefa de renúncia, de muita coragem. E ela complementou. Não diga isso. Alguém que encarna para quitar um débito não pode receber esse tipo de elogio. E André Luiz, atento, ficou aguardando a continuidade daquela história. Qual é a sua história? E ela explicou para ele na encarnação anterior, meu marido era um homem muito sério, fiel, justo, um companheiro correto. Nós vivíamos em uma situação financeira muito confortável, de abundância material e tínhamos três filhos. Meu marido era rígido e os corrigia. Mas eu, embora uma esposa digna e mãe muito dedicada,
to. Nós vivíamos em uma situação financeira muito confortável, de abundância material e tínhamos três filhos. Meu marido era rígido e os corrigia. Mas eu, embora uma esposa digna e mãe muito dedicada, cometi uma falha muito grave. Eu errei nos excessos de ternura. sempre desautorizei o meu marido e por conta disso os meus três filhos, dois homens e uma moça, se perderam completamente em situações gravíssimas do ponto de vista espiritual, por conta do meu excesso de ternura. Agora eu vou voltar e receber os três filhos de novo. Um virá deficiente físico, o outro com problemas mentais e a filha também virá com algumas dificuldades, mas ficará comigo para me ajudar, porque eu ficarei viúva. Que que nós podemos aprender dessa história? Você está no mundo espiritual, né? Nós estamos lá, fazemos uma programação, mas quando nós chegamos aqui, nós nos esquecemos que faz parte da programação ser viúva. E quando essas situações se instalam em nossa vida, quando as circunstâncias chegam, chega o filho com deficiência, chega o filho com a doença mental, chega a filha com limitação, o marido que desencarna e nos deixa só. Nós não lembramos, nós esquecemos. E o que é que nos visita? O sentimento de injustiça. Deus, Deus esqueceu de mim. Como assim? Três filhos com dificuldade, ele ainda me leva ao marido antes do tempo? E eu me esqueci. E aí os espíritos perguntam para Kardec: "Mas qual o sentido, né? Porque a gente vem e se esquece qual o valor pedagógico disso?" E os espíritos explicam que nós temos a reminescência, nós temos a lembrança desses compromissos. E Joana de Angeles fala melhor para observa a tua vida. Não precisa fazer regressão de vidas passadas. Observa a sua vida e você vai entender os desafios que veio viver aqui. E aí a vida vai desabrochando, vai se abrindo, vamos desenvolvendo a programação reencarnatória, mas nós não nos lembramos. E aí nós vamos ter a convicção de que a justiça divina ela é pedagógica. Mas Patrícia, como é que o esquecimento pode ser pedagógico? Então, nós vamos
amação reencarnatória, mas nós não nos lembramos. E aí nós vamos ter a convicção de que a justiça divina ela é pedagógica. Mas Patrícia, como é que o esquecimento pode ser pedagógico? Então, nós vamos aproveitar uma outra historinha para que a gente possa compreender a pedagogia do esquecimento. Imagine nós um casal jovem, um com 25, outro com 26 anos, e a esposa vira e diz: "Amor, eu estou grávida". Como é que vai chamar? Ah, um vai se chamar João. Você lembra quem é o João? Pergunta o marido. Aí a esposa diz: "Ah, o João e o Antônio foi aquele que você assassinou há 60 anos atrás? Aquele que você assassinou porque era seu sócio e te traiu, te roubou, começou a ganhar mais dinheiro nas suas custas?" E aí você deu um tiro nele. Você lembra, amor? Agora ele tá vindo aqui, vai ser nosso filho. Como é que nós, pais do Joãozinho, que é nosso credor, como é que ele vai, como é que nós vamos nos relacionar com ele nessa lembrança, com essa lembrança? E mais, o marido não roubou o João e não tirou a vida dele? Pois bem, agora nessa jornada nós pais vamos ter que atender as necessidades do João. Vamos utilizar os nossos recursos para dar a ele recursos para ele crescer. Nós vamos restituir ao João aquilo que nós tiramos dele. Como é que nós faríamos isso com a lembrança do passado? Com que espontaneidade? Sem o sentimento de culpa e de vergonha, sem a condição de orientar o João, de corrigir o João, porque quando o João saísse, fizesse uma birra, aí eu não posso corrigir o João porque eu roubei o João. Tá indo João. Entendem? o mecanismo do esquecimento como justiça para nos dar a espontaneidade, a leveza de fazer aquilo que nós aprendemos enquanto estávamos lá no plano espiritual. Porque quando nós ficamos aguardando a nossa encarnação, nós vamos estudando, nós vamos refletindo, nós vamos recebendo orientação dos amigos espirituais quanto aos aspectos da educação, quanto aos aspectos da renúncia. E aí, por misericórdia, porque a lei é de justiça, mas ela é de amor e de caridade, nós esquecemos para que
ção dos amigos espirituais quanto aos aspectos da educação, quanto aos aspectos da renúncia. E aí, por misericórdia, porque a lei é de justiça, mas ela é de amor e de caridade, nós esquecemos para que possamos nos utilizar do nosso livre arbítrio e da nossa espontaneidade para fazer e colocar em prática aquilo que treinamos, mas deixamos que o sentimento de injustiça venha a morar no nosso coração, nos esquecendo que o Pai é um pai de perfeição. Um outro mecanismo da justiça, nós falamos aqui logo e começamos a nossa conversa, é que a lei humana ela não alcança a justiça daquele que se foi, daquela mãe que sofre por aquele filho que foi, foi pela via da violência. Porque essa reparação deste mal só cabe a Deus e ele se utiliza dessa reparação como mecanismo da lei de justiça, porque a lei de justiça divina é restaurativa. O Aroldo Dutra conta que uma certa feita, lá no centro espírita onde estava o Chico Xavier, chegou uma pessoa, ele era contador, ele tinha um escritório de contabilidade e ele chegou muito arvorado porque haviam entrado no escritório dele, haviam levado uma série de coisas, havia ele havia tido várias perdas materiais e a pessoa tinha trabalho no centro espírita naquela noite, foi pro trabalho, mas muito desarvorado, né? e conta para Chico. Aí Chico olha para ele, fica em silêncio um tempo, depois o abraça e diz: "Ô meu irmão, como é bom devolver, não é? A justiça divina é restaurativa. Aquele que tira a vida de alguém tem a oportunidade, por meio de um outro mecanismo da justiça divina, que é a reencarnação, tem a possibilidade de receber esse como filho e cuidar de receber a esse que vilipendiou, que roubou como filho para usar dos recursos que tem em favor dele. esse que tudo tirou. Quantas vezes, e aqui eu peço muito a caridade de vocês, porque falar de reencarnação é algo extremamente complexo e em doutrina espírita não existe. Matou, vai morrer assassinado, fez isso, vai sofrer aquilo. Não, dois e dois não são quatro. Existe uma diversidade
alar de reencarnação é algo extremamente complexo e em doutrina espírita não existe. Matou, vai morrer assassinado, fez isso, vai sofrer aquilo. Não, dois e dois não são quatro. Existe uma diversidade de possibilidades que a espiritualidade se utiliza da reencarnação para restaurar, para reparar. O que às vezes nós damos como exemplo são alguns pouquíssimos casos para ilustrar o que estamos falando, mas isso não estende genericamente, tá bem? Cada caso é um caso singular, mas muitas vezes aqueles que usurparam, que agrediram, que abandonaram, recebem a oportunidade por meio da reencarnação como o mecanismo da justiça do Pai, de restaurar, porque o nosso propósito, e esse é um outro mecanismo da justiça divina é o da reparação. O outro propósito, a lei é de quê? Justiça, amor e caridade. É que a gente aprenda a amar. A justiça divina não é uma justiça de sofrimento. Deus não é um sádico. E nós já falamos isso aqui, gostamos muito de repetir. Quem não assistiu, assista. Aquele filme A Cabana, quando num determinado momento o personagem principal pergunta a Deus: "Mas como é que você, que é amor deixa o mal acontecer na nossa vida?" E ele diz: "Mas não fui eu quem criou o mal. O mal é fruto da ignorância dos homens. Então, nós estamos muito equivocados se achamos que Deus criou o mal. A nossa ignorância fez com que o mal adentrasse as nossas vidas. Mas Deus que é justo e a cada um, segundo as suas obras, só permite que o mal adentre a nossa vida, se ele puder nos trazer oportunidades de crescimento, de aprendizado do amor e da caridade. É assim que Deus trabalha. Por isso a sua justiça é restaurativa. Se eu tirei, eu preciso viver a experiência de devolver imediatamente. Nem sempre, porque tem um outro mecanismo da justiça divina, o tempo. Muitas vezes nós pensamos assim: "Nossa, que momentos desafiadores eu estou vivendo nessa existência. Eu devo ter feito alguma arte na existência passada." Que nada. As nossas artes são de outras tantas existências, mas muito lá atrás, muito lá atrás.
os desafiadores eu estou vivendo nessa existência. Eu devo ter feito alguma arte na existência passada." Que nada. As nossas artes são de outras tantas existências, mas muito lá atrás, muito lá atrás. Porque Emanuel é muito feliz em nos dizer, Emmanuel, espírito que orientava Chico Xavier, ele diz: "Olha, Deus só permite que a dificuldade chegue até nós. oportunidade de reparação. Essas situações que nós olhamos e achamos que são injustiças, ele só permite quando nas diversas experiências na carne nós adquirimos condições de aprender com aquela dificuldade. Então, enquanto nós não estamos aptos a aprender com alguma dificuldade, ou seja, enquanto nós não estamos em condição de recolher o bem naquela dificuldade, Deus não permite que essa dificuldade nos alcance. Então, outro mecanismo da justiça de Deus é o tempo. É nos permitir viver por diversas experiências para irmos adquirindo recursos para não cometermos os erros que cometíamos e para termos condições de reparar. Existe uma história, né, que o Humberto de Campos conta e eu não vou me lembrar agora em que livro, mas que uma criatura encarnou e ele tinha uma fazenda. E ele foi caminhar por aquela fazenda. Quando ele encontrou a cerca que separava da outra fazenda, falou: "Ah, não, essa cerca tá no lugar errado". E afastou a cerca. O dono da outra terra viu que ele fez isso e trouxe a cerca de volta. E ele foi lá e afastou a cerca. Até que nessa guerra, esse que deu o primeiro passo de afastar a cerca, matou o outro. Vamos lá para uma nova existência. Não mexe na cerca. E ele volta na outra família que ele havia invadido o espaço. E ele volta lá e diz: "Essa cerca tá no lugar errado". e empurra a cerca agora na outra família, porque ele era a vítima e empurra a cerca e o outro dono da terra e volta com a cerca. Novamente mata a criatura, volta pro plano espiritual, estuda, tem as orientações, você vai reencarnar, não mexe na cerca. E de novo, cerca para lá, cerca para cá, mata. E aí a espiritualidade numa nova
vamente mata a criatura, volta pro plano espiritual, estuda, tem as orientações, você vai reencarnar, não mexe na cerca. E de novo, cerca para lá, cerca para cá, mata. E aí a espiritualidade numa nova oportunidade, orientando, estudando, falando, meu filho, não põe a mão nessa cerca. E aí ele volta na outra família, passa por lá, vê a cerca e os amigos do plano invisível, mexe na cerca. Ele olhou pra cerca, passou. O irmão mais novo chega em casa e fala: "Você viu que aquela cerca tá no lugar errado?" Eles invadiram a nossa terra. Eles invadiram a nossa cerca, a nossa nosso pedaço de terra. Colocaram a cerca no lugar errado. A gente tem que ir lá resolver isso, meu irmão. Deixa isso para lá. Vamos mexer com isso. precisou do tempo, da experiência, das experiências, das dificuldades adquiridas fruto das decisões equivocadas, para tomar um outro rumo e aí entender que a justiça divina tem um propósito. Donivone do Amaral Pereira é um símbolo muito interessante pra gente entender isso. Don Ivone conta para nós, né, suas obras seis das suas encarnações. A sétima como Ivone do Amaral Pereira. E nessa trajetória teve família e uma família que desrespeitou. Teve um marido amoroso e cuidadoso que ela traiu. Teve relações que culminaram com o assassinato de uma outra pessoa. Olha só, não sabendo valorizar a família, o relacionamento conjugal, causando mortes, até que numa encarnação. Não vô comete o suicídio. E aí então esse espírito reencarna aqui no Brasil como Ivone do Amaral Pereira, sem família, vivendo de favor, não tinha casa, vivia de favor numa casa com o propósito de trabalhar na doutrina dos espíritos que ela conheceu, fazendo caridade e trabalhando com amor. amor, sem a possibilidade de viver um amor nesta vida. E por uma algo da vida, chega ao conhecimento dela de que o grande amor da sua vida estava encarnado na Polônia um determinado dia vindo ao Brasil e o seu coração se enche de ternura e eles barcam de se encontrar. E a espiritualidade diz para ela: "Não,
que o grande amor da sua vida estava encarnado na Polônia um determinado dia vindo ao Brasil e o seu coração se enche de ternura e eles barcam de se encontrar. E a espiritualidade diz para ela: "Não, não nessa jornada. Não foi esse o seu combinado. Olha o esquecimento. e ela aceita e não vai ao esse encontro, vivendo o desafio de aprender a restaurar, a restituir, cuidando daqueles que sofriam em seu caminho e cuidando de si com aquilo que ela viipendiou, que ela não soube valorar a seu tempo. recursos da justiça divina. Então, quando nós facilmente entendemos o que é injustiça, pensemos conosco, é injustiça ou é a justiça de Deus me alcançando porque eu já tenho condições de restituir, de reparar, de refazer caminhos. É cuidado de Deus, é um paro. E Aroldo fala pra gente nesse capítulo que prefira sofrer aparentes injustiças que praticá-las. Então, quando nós formos visitados por aquilo que nos parece ser injustiça, descuido de Deus, agradeçamos aos céus a oportunidade de restituir a aqueles que nós outrora vilipendiamos e saibamos aproveitar cada experiência dessa jornada para que ela nos fortaleça nos desafios que estão por vir, porque virão ao seu tempo, na sua medida, para fazer que nós brilhemos como pedras preciosas de Deus que somos cada um de nós. E Deus é persistente. Ele não vai desistir de nos lapidar, porque ele nos quer brilhando com o valor que nós temos. Mas para isso nós precisamos ir reconstruindo os laços que desatamos. Nós precisamos perseverar nesse caminho de reconstrução de afetos que muitas vezes nós agredimos em outras experiências pela nossa ignorância. Então, não queiramos recordar aquilo que ainda não temos condições de suportar, porque não vai fazer com que avancemos, mas avancemos com aquilo que temos no nosso coração, com os recursos que nos são dados nessa jornada e com o amparo da espiritualidade amiga. E confiemos. Sim, Deus repara sempre o mal, mas ele repara o mal com amor e com caridade. Essa é a sua justiça. Fiquem em paz. Que Deus abençoe vocês.
jornada e com o amparo da espiritualidade amiga. E confiemos. Sim, Deus repara sempre o mal, mas ele repara o mal com amor e com caridade. Essa é a sua justiça. Fiquem em paz. Que Deus abençoe vocês. Ten um excelente final de semana. Nós agradecemos a nossa querida Patrícia e vamos então fazer a nossa prece, agradecer ao nosso pai pela oportunidade da reflexão e vamos pedir a ele e ao nosso mestre Jesus que nos abençoe nesse instante, que abençoe os nossos lares, aqueles que convivem conosco e que nos dê a sabedoria necessária para que diante das provas possamos oferecer o melhor, diante das dificuldades, que saibamos confiar, esperar e fazer o nosso melhor para seguirmos caminhando. Mestre querido, nos ajuda para que possamos colocar em prática essas lições que acabamos de receber. E assim pedimos a permissão para encerrar a nossa tarefa de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, nossa querida Evans vai nos orientar em relação ao passe. Podem ficar onde estão, né? Ela vai nos orientar. Desejo a todos vocês uma excelente noite, um excelente final de semana. Boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que
samos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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