JULGAMENTOS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/07/2025 (há 8 meses) 43:01 596 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Meus amigos, uma excelente tarde a todos. Eu vou ler aqui uma mensagem que foi aberta ao acaso pela nossa amiga Karina. E aí a chance que a gente dá pra espiritualidade também nos orientar, né? escolhendo a mensagem a casa que todos nós precisamos estudar hoje. E a mensagem é do livro Lorival Lopes, Gotas de Esperança, e nos diz assim: "Reserve alguns minutos para a meditação". Feita com sinceridade, a meditação é um proveitoso exercício da alma na direção do mais alto. Traz benefícios à sua paz íntima. Por ela, você descobre os segredos que jazem guardados nos recessos da consciência. Encontra a si mesmo. Ajuda os outros a conquistarem alegria e a saúde. De preferência, medite pela manhã e à noite. Se não puder, reserve qualquer horário. Não existe hora determinada para falar com Deus. Meditar sabiamente é crescer conscientemente. A meditação de que ele nos fala aqui, da qual ele nos fala, é a prece também, né? Falar com Deus. Então vamos reservar esses minutinhos do nosso início para falar com Deus, pedindo ao nosso pai que ele nos abençoe. Pai querido, cada um de nós veio aqui com um propósito, com algo muito especial no coração. E nós pedimos, Senhor, que sejamos todos abençoados, que ao estudarmos o teu evangelho, possamos não apenas compreender, mas fazer a ligação entre os teus ensinamentos de luz e a nossa vida diária, para que possamos assim ter essa ferramenta maravilhosa para o nosso crescimento, para apaziguar o nosso coração. Mestre Jesus, nos abençoa nesse instante e nos dá a tua permissão para o início do nosso trabalho de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, o nosso tema de hoje é um tema que eu tenho certeza que nós nem precisaríamos ouvir, porque é uma lição que nós parece que já aprendemos, né? Só que não, o contrário. O tema é julgamentos. Quem que não julga aqui? Todos nós julgamos, mesmo que a gente não perceba. Mas se a gente parar para pensar o que que Jesus quis realmente dizer quando ele nos orientou a não julgar,

a é julgamentos. Quem que não julga aqui? Todos nós julgamos, mesmo que a gente não perceba. Mas se a gente parar para pensar o que que Jesus quis realmente dizer quando ele nos orientou a não julgar, por quê? Julgar é a gente atribuir o valor a alguma coisa. Então nós estamos o tempo inteiro julgando. Isso aqui é bom, é ruim. Nossa, que quadro bonito. Ai, detestei aquela roupa. Não gostei do que o fulano fez. Não foi correto. Aquilo ali foi errado e a gente tá julgando o tempo inteiro. Então, como que o Cristo poderia esperar de nós e nos ensinar a não julgar se é uma coisa quase que tão automática da nossa da nossa consciência? Se a gente vai estudar o livro dos espíritos, a gente vai perceber que a lei de Deus, que é a única necessária para a nossa felicidade, é imutável, vai nos dizer o que a gente deve fazer e o que a gente não deve fazer. E ela tá gravada na nossa consciência. Ora, se eu tenho uma coisa gravada na minha consciência me falando o que eu tenho que fazer e o que eu tenho que não fazer, também tem alguma coisa na minha consciência me falando isso é certo e se é errado. Isso não é julgar. Então, nós já estamos julgando. Como então entender e colocar na prática, no nosso dia a dia, essa lição que o Cristo nos propõe de não julgar. É uma tarefa muito difícil, mas não é impossível nós percebermos que movimento a gente tem que fazer. Porque se nós ficarmos presos à letra, a gente não vai conseguir avançar. Por isso que Jesus disse: "A letra mata, o espírito vivifica". Ou seja, vamos compreender o que está por trás daquele ensino, aquele ensino de não julgueis, porque nós estamos toda hora atribuindo valor a alguma coisa. Como eu disse, isso é bom, isso é ruim, isso é feio, isso é bonito, isso é certo, isso é errado. Mas quando Jesus fala que nós não deveremos julgar, e ele traz aquele caso da mulher adúltera, que é um caso muito interessante, a gente vai daqui a pouquinho falar melhor dele, ele nos orienta sobre um ingrediente a mais que a gente deve

remos julgar, e ele traz aquele caso da mulher adúltera, que é um caso muito interessante, a gente vai daqui a pouquinho falar melhor dele, ele nos orienta sobre um ingrediente a mais que a gente deve colocar nesse julgamento que é natural para nós. E esse ingrediente se chama compaixão, se chama misericórdia. Não é o julgamento é puro e seco, mas que a gente acrescente a misericórdia, a indulgência, porque nós também temos as nossas dificuldades. Então, nessa nessa passagem do Evangelho, é interessante que vou botar aqui o óculos para me ajudar. A gente encontra isso, o Evangelho no capítulo 10, o Evangelho Segundo Espiritismo, itens 11, 12, 13, segue adiante, né? Mas a parte que Jesus fala tá no item 12, quando ele diz assim, Evangelho de João, capítulo 8, versículo 1, aliás, 13 a 11. Então trouxeram os escribas e os fariseus uma mulher que fora apanhada em adultério e a puseram bem no meio e lhe disseram: "Mestre, essa mulher foi pega em adultério agora mesmo. E Moisés na lei mandou que nós apedrejássemos a essas tais." E aí pergunta a Jesus qual a opinião dele. E é interessante que aí nós começamos com a primeira lição. Jesus abaixando-se pôs-se a escrever com dedo na areia. Gente, eu daria tudo para saber o que que ele estava escrevendo, mas ele tava escrevendo alguma coisa ali com o dedo na areia, como se ele não tivesse ouvido. Mestre, que que é para fazer? a gente tem que apedrejar, tá na lei. E aí ele vai, se abaixa e começa a escrever. Primeira lição que ele nos dá, que a gente não se precipite ao emitir a nossa opinião, ao deliberar sobre algum assunto. E é algo muito complicado para nós, porque nesses dias, nesses tempos em que a gente vive, que a nossa ansiedade, eu falo nossa, colocando todo mundo no mesmo bolo, né? Não deveria, porque alguém pode falar assim: "Não, mas eu não sou ansioso". Mas a nossa sociedade, de modo geral é ansiosa. A gente quer logo resolver. A gente nem lê alguma coisa, já tem uma opinião sobre aquilo. E se nós achamos que nós não somos

o, mas eu não sou ansioso". Mas a nossa sociedade, de modo geral é ansiosa. A gente quer logo resolver. A gente nem lê alguma coisa, já tem uma opinião sobre aquilo. E se nós achamos que nós não somos ansiosos, vamos tentar olhar para nós no momento de discussão com alguém. A pessoa tá falando e muitas vezes a gente já tá assim fazendo aquela aquela menção de falar sem nem ouvir o que outro tem a dizer para que a gente possa encadear o nosso ponto de vista. Eu vou falar isso, depois eu vou falar aquilo que para ter a minha razão, né? Assim que a gente faz. Então, eh, Jesus nos dá essa primeira lição. Ele fica ali escrevendo na areia, ou seja, refletir, dar uma pausa, fazer aquele pit stop igual de corrida, né? Aquela aquele momento, vamos trocar o pneu, vamos ali. Tô falando isso porque teve corrida final de semana, meu filho fica assistindo, eu acabo que fico vendo também. Mas dá aquela pausa, aquela parada para que a gente possa não falar assim de ímpeto, não falar de cabeça quente. Olha só o ensinamento que o Cristo nos dá. E depois segue o evangelho e eles continuam fazendo as perguntas, né? E aí Jesus fala: "Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire-lhe a primeira pedra e torna a se abaixar." novamente escrevendo na Terra, ou seja, ele dá uma uma recomendação da profere ali uma sentença, né? Sentença no sentido de um enunciado e aí ele fica esperando para ver o que que os outros fazem. Ele fica ali controlando, ele fala e começa a olhar para vigiar o que cada um vai fazer. Não, novamente ele se abaixa e começa a escrever, respeitando o nosso tempo naquela época para que nós pudéssemos resolver o que que a gente ia fazer. E aí, eu vou atirar a pedra? Não atiro a pedra? Eu tenho pecado, eu não tenho? Cada um tava lá fazendo a sua análise. E o Cristo espera então o amadurecimento daquelas consciências, a reflexão. Demorou ali um tempinho e aí nos diz o evangelho que os mais velhos foram saindo antes e depois os mais novos também. Até que não ficou ninguém.

tão o amadurecimento daquelas consciências, a reflexão. Demorou ali um tempinho e aí nos diz o evangelho que os mais velhos foram saindo antes e depois os mais novos também. Até que não ficou ninguém. Nesse ponto, meus amigos, eu queria chamar atenção aqui para a nossa reflexão de um ponto. Os mais velhos saíram antes. É bom que aqui parece que não tem ninguém de menos de 25 ou menos de 20, né? Não tem. Então todos nós já vivemos alguma coisa. Mas se a gente parar e olhar para trás paraas nossas vidas, a gente vai ver que, salvo raro as exceções, né? Mas eu acho que todos chegaremos a uma conclusão parecida. A gente mais novo é mais assim, eh, mais apressado, né? Mais mais cheio de razão, mais cheio das das certezas imutáveis, não é isso? Aí depois a gente vai vivendo, aí a vida às vezes vai dando uma liçãozinha aqui, outra com lá. A gente dá com os burros na água, recolhe os burros da água. continua caminhando e a gente percebe que nós somos passivis de erro, que a gente erra e muito. Então, por isso os mais velhos saíram primeiro. Quando ele fala os mais velhos, a gente também pode pensar na nossa idade espiritual. Nós somos velhos, nós somos novos espiritualmente, qual que é a maturidade do nosso ser imortal? Aquele que precedeu essa existência material, que já existiu em outras oportunidades, tomando diferentes roupagens, ora como homem, como mulher, ora nessa etnia, na outra, naquela localidade. Qual que é a nossa idade espiritual? Quanto mais nós fomos, formos amadurecendo, mais a gente também vai tendo esse pé atrás de saber, mesmo que inconsciente, inconscientemente, puxa, eu já também mandei mal nessa vida, eu já também fiz coisa que eu me arrependo. E graças a Deus a gente tem a chance maravilhosa do esquecimento, porque senão ia ficar difícil para nós. Mas ali no nosso inconsciente, de alguma maneira, algum dado que nós temos ali nos indica que nós já falhamos nessa ou naquela oportunidade. Quando nós vamos estudar no evangelho o as aflições, o capítulo sobre as

sso inconsciente, de alguma maneira, algum dado que nós temos ali nos indica que nós já falhamos nessa ou naquela oportunidade. Quando nós vamos estudar no evangelho o as aflições, o capítulo sobre as aflições, que é o capítulo 5to, nós vamos aprender que a maioria das aflições que nós experimentamos são causados por atitudes nossas de agora. É claro que nós temos os nossos erros do passado que produziram frutos que se manifestam como lições para que a gente possa aprender alguma coisa. Mas falando dos jovens que saíram por último, né, aqueles que tinham já errado mais, logo saíram primeiro, ou seja, não quiseram julgar, nós também percebemos o quanto que nós ainda quando somos imaturos espiritualmente, a gente começa a querer se achar dono da razão e a gente vai vivendo mais e vai percebendo que nós também temos as nossas dificuldades para acertar. Então, meus amigos, é interessante que esse convite que Jesus faz, quando ele diz assim: "Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra", ele está nos convidando a, claro, a gente vai avaliar as situações sempre, mas que a gente avalie utilizando a peneira do amor, da indulgência. Puxa, será que se fosse eu eu não teria feito pior? Ah, não, eu não teria feito pior não, porque jamais faria aquele erro ali que o outro cometeu. Espera um pouquinho. E se você tivesse sido criado da mesma maneira que aquele outro foi, não pelo seu pai, pela sua mãe, mas naquele ambiente ali que o outro viveu, será que você não teria feito igual? Ah, não, porque eu já tenho uma consciência espiritualizada. OK, tá bom. Então vamos voltar um pouquinho nas suas existências e vamos ver, será que você já não fez quando a sua consciência não tava ainda tão desperta como você diz estar agora? E aí, meus amigos, é a hora que a gente reconhece a nossa idade espiritual e faz que nem os fariseus que vão saindo devagarinho como quem não quer nada, né? Não tá mais aqui quem perguntou e aí vamos saindo. Então vejam que nós precisamos evitar a precipitação.

de espiritual e faz que nem os fariseus que vão saindo devagarinho como quem não quer nada, né? Não tá mais aqui quem perguntou e aí vamos saindo. Então vejam que nós precisamos evitar a precipitação. Quantas vezes a gente julga alguém por alguma coisa que aconteceu? Aconteceu isso comigo outro outro dia, não, alguns anos. E eu não tenho vergonha de contar não, que eu acho bom essa lição, eu também relembrar. Uma pessoa no lugar onde eu moro, que é um condomínio, falou comigo de uma maneira que eu achei assim muito indelicada em relação a um cachorro que eu tinha. Era um cachorro bem grande, mas muito mansinho. E essa pessoa falou comigo de uma maneira assim tão agressiva, eu falei: "Não, calma, mas o cachorro é manso, ele tá aqui, tá seguro, tá tudo certo". E aí a pessoa ficou mais nervosa ainda. Eu fiquei tão chateada, mas eu falei de uma maneira assim dura, né, para não dar o braço a torcer também. O cidadão foi embora. Eu falei: "Gente, que vontade de chorar. Fiquei magoada e depois peguei abuso daquela pessoa porque foi grosseiro comigo. Ou seja, eu vi um aspecto daquela pessoa. Passaram-se os meses e havia uma campanha muito bonita de ajuda para comprar fralda para um lar de idosos. E eu que tava nessa nessa área ali convidando as pessoas que quer contribuir, vamos lá levar. E essa pessoa que eu tava entalada com ela, né, por causa do negócio do cachorro. Ah, eu quero também contribuir. Eu falei: "Ah, então tá, né? Como é que eu vou barrar o outro de fazer caridade? Só que faltava, né?" Ah, que ótimo. Olha, mas Márcia, eu também quero fazer, sabe o quê? Eu quero ir lá com você levar. Eu falei: "Ah, e agora pronto, dá noce porque vai ser todo trajeto com essa criatura". Foi, né, gente? Eu não ia falar não, né? Tive que Ah, sim. Aquela educação, né? Fachada. Ah, sim. Pois não. E aí aconteceu que eu descobri um lado maravilhoso dessa pessoa que hoje é merecedora de uma grande admiração da minha parte. Fez vários trabalhos com esse grupo eh todo unido, né? Cada um

. Pois não. E aí aconteceu que eu descobri um lado maravilhoso dessa pessoa que hoje é merecedora de uma grande admiração da minha parte. Fez vários trabalhos com esse grupo eh todo unido, né? Cada um fazendo uma partezinha pequena, mas demonstrou ter um grande coração. E se eu não tivesse dado a oportunidade? Se eu tivesse ficado com aquele ângulo ali que eu conheci? Puxa, a pessoa foi grosseira. Mas às vezes também o fato de estar diante de um cachorro pudesse levá-la a memórias muito doloridas do passado. Eu sei lá, se a pessoa tem algum trauma com cachorro, com alguma coisa. Eu não tinha, eu conheci o animal, ele não. Então, vejam como é importante a gente não se precipitar. E se nos precipitarmos, darmos outras oportunidades para que a gente possa conhecer o outro lado da pessoa, ou melhor dizendo, os outros lados, porque nós somos muito complexos. Nós não somos só amáveis e fofinhos e maravilhosos, nem também suportáveis, intransigên, não. A gente é uma coisa, é outra. E ali a gente vai se dando a conhecer e vamos nos ajustando dessa maneira. Por isso que Jesus nos fala em razão dessa nossa precipitação em julgar, que ele tenta nos ensinar a combater com essa lição da nossa tendência em julgar com mais severidade o outro, que a nós mesmos. Quando ele fala que a gente vê o cisquinho no olho do outro, que defeitinho a gente tá vendo, mas a trave no nosso olho, ah, não tô vendo nada, tá tudo lindo. Por que que nós fazemos isso? Por que que Jesus nos conhecia tanto para ele ter ido direto no ponto, nos ensinando de uma maneira muito memorável para nós dessa nossa tendência? Por será que nós fazemos assim? E a resposta tem a ver com uma enfermidade que nós ainda carregamos, que é uma enfermidade da nossa alma chamada orgulho. É mais fácil eu botar defeito no outro do que botar defeito em mim. Porque se eu botar defeito em mim, como é que eu vou ficar perante mim mesma? Ah, não. Então eu tenho que botar aquela máscara para mim mesma de que tá tudo certo, o outro que

ue botar defeito em mim. Porque se eu botar defeito em mim, como é que eu vou ficar perante mim mesma? Ah, não. Então eu tenho que botar aquela máscara para mim mesma de que tá tudo certo, o outro que tá errado. E nós vamos aprender sobre isso lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 10, no item nove seguintes, quando Kardec vai nos dizer que um, olha como é que ele fala bonitinho, gente. Um dos caprichos. Eu falei doença, né? Já fui mais cruel aqui com todos nós, mas o Kardec fala um dos caprichos da humanidade é cada é ver cada qual o mal alheio antes do próprio. Olha como é que Kardec foi, gentil. Um o capricho. Não é uma maldade, não é um vício, não é uma doença da alma, é um capricho que eu posso ir melhorando ali aos poucos. Então é uma tendência natural. E é esse orgulho que nos leva a disfarçar os nossos defeitos, tanto morais como os físicos. Também a gente não dis defeito físico, a gente quer disfarçar. Ah, eu machuquei aqui, tô com uma espinha terrível aqui na no meio do na ponta do nariz. Parece que acontece com tudo quanto é adolescente, né? Eu era adolescente, ia pra festa, a espinha na ponta do nariz, gente, passa uma base, passa alguma coisa, né, para disfarçar. Então nós disfaçamos as nossos os nossos defeitos físicos, mas também os morais. Fazemos isso porque a gente não quer ficar mal na foto, a gente quer ficar assim, né, bem, tanto fisicamente como também, ah, aquela pessoa é uma pessoa boa. Mas aí, meus amigos, a gente se depara em um dilemazinho que a gente precisa resolver. Se eu não tô vendo que tá errado em mim, como é que eu vou melhorar? Então esse disfarce a gente até pode fazer assim, de fachada ali pro outro, se a gente não der conta, tudo bem. Agora eu preciso saber que eu estou agindo daquela maneira, mesmo que seja eu sozinha ali na minha consciência, com vergonha, falar o segredo para mim mesmo. Olha aí, Márcia, você mandou mal aí, olha isso aí, que que você fez? E aí nós vamos começando a ter ferramentas para que a gente possa se modificar,

ncia, com vergonha, falar o segredo para mim mesmo. Olha aí, Márcia, você mandou mal aí, olha isso aí, que que você fez? E aí nós vamos começando a ter ferramentas para que a gente possa se modificar, para que a gente possa atacar esse nosso orgulho. Então quando Jesus fala assim, atira a primeira pedra, o sem pecado, ele faz da indulgência um dever para todos nós. Vamos julgar sim, não vai ter jeito, mas vamos ter a indulgência de como princípio para nós. Vamos primeiro nos aproximar da questão, como se a indulgência fosse assim um, como é que chama no carnaval? Aqueles carros que vão na frente, abreala. Vamos botar a indulgência de abrea, porque aí nós vamos estar agindo da mesma maneira que a gente precisa, não é que a gente quer, a gente precisa que o outro aja com a gente, porque nós também temos muito defeito, muitos defeitos. Então, mesmo que a gente fale assim: "Ah, essa essa falta aí eu já não tenho mais, se já passei por essa etapa". Mas se nós já passamos agora, precisamos ter a consciência de que em outras existências a gente não havia passado por essa etapa, que a nossa consciência, se agora já começa a despertar, já esteve também bastante adormecida. Por isso, a indulgência é para nós um dever. Então, meus amigos, claro que nós precisamos sempre lembrar que a indulgência não é a conivência com o mal, não é o está tudo certo, parabéns, é errado mesmo, que é bom, não é isso. Mas quer dizer que nós precisamos abandonar essa essa vocação que nós ainda temos. Como diz o ministro Sânzio lá no livro Ação e Reação, num diálogo com André Luiz, o ministro Sânzio nos nos orienta assim, que o mal é uma vocação que nós temos de querer o bem só para nós. Olha que interessante. Quando eu quero o bem só para mim, sem me importar com o que acontece com o outro, o nome disso é mal. Eu quero só me dar bem, só interessa como eu me sinto. Aí o outro, ah, o outro deixa para lá. Isso é o mal, essa triste vocação que a gente tem, que se expressa, diz o ministro Szio, no egoísmo,

mal. Eu quero só me dar bem, só interessa como eu me sinto. Aí o outro, ah, o outro deixa para lá. Isso é o mal, essa triste vocação que a gente tem, que se expressa, diz o ministro Szio, no egoísmo, na vaidade, na insensatez e no orgulho. que é o egoísmo, a vaidade, a insensatez e o orgulho que assinalam, que caracterizam a nossa permanência nessas linhas ainda, vamos dizer assim, inferiores do espírito. Essas linhas de complicação, de conflito, de infelicidade, é a área que a gente vibra por conta desses conflitos que a gente traz que precisam ser resolvidos. Da vaidade, do egoísmo, da insensatez, a loucura. Eu só penso em mim primeiro do que o outro. Eu me julgo superior ao outro. E se nós avançarmos um pouquinho mais nessa questão do julgamento, a gente vai aprender com o espírito Joana deângeles. O livro eu trouxe aqui anotado, é Jesus e o Evangelho, a luz da psicologia profunda. Ela vai nos dizer que toda vez que nós procedemos um julgamento que se caracteriza pela impiedade e pela precipitação, ou seja, quando a gente manda ver, né, na na nossa no nosso julgamento se é menor, menor indulgência, rapidamente precipitado. Toda vez que a gente faz isso, nós estamos realizando de uma forma inconsciente a projeção da sombra que nós ainda trazemos na tentativa de projetando no outro aquela sombra, ou seja, aquele aquele defeito que eu tenho. Eu projeto no outro porque eu não consigo ver em mim, porque dói muito e eu não sou preparada para isso. Então eu jogo lá no outro. Há o outro que é injusto, porque eu sou muito justa. O outro que é arbitrário, o outro que é mal intencionado, porque eu nunca sou mal intencionada. Então eu projeto essa minha sombra no outro para que eu possa, mediante esse mecanismo de projeção, me libero do conflito. Ah, eu tô ótima, não tenho conflito nenhum. Me liberei aparentemente desse conflito e desse incômodo. Isso que Joana deângeles diz que os fariseus fizeram lá naquele caso da mulher adúltera, porque também tinham as suas mazelas morais e

nenhum. Me liberei aparentemente desse conflito e desse incômodo. Isso que Joana deângeles diz que os fariseus fizeram lá naquele caso da mulher adúltera, porque também tinham as suas mazelas morais e incapazes de lidar com as próprias mazelas. Que que fazem? Olha essa daqui. Essa aqui tá pecando. Que que é para fazer com ela? Ao invés de cada um olhar para dentro de si e ver ainda o conflito que traz na própria alma. Então aquela atitude dos fariseus é uma atitude de Joana de Angeles, de sensores absolutos, aquela pessoa que tá julgando tudo, dono da moral do mundo, julgando tudo, todo mundo a toda hora. Eram os fariseus naquele tempo, sensores absolutos, ditando regra para todo mundo. Que feio, né, gente? E nós, será que nós somos às vezes também fariseus? Será que às vezes a gente se coloca também nesse lugar? E Joana de Angeles nos convida para que a gente tenha assim uma sutileza ao analisar o que acontece conosco no nosso dia a dia, as ocorrências do cotidiano, a gente vai julgar. Já vimos que é impossível. Jesus nos pede que a misericórdia vá à frente, a compaixão. E Joana deângeles vai nos dizer que a gente precisa analisar com essa sutileza. em razão do próprio senso crítico e discernimento que traz o natural julgamento. Ou seja, a gente vai julgar sem querer, tá? A gente tem senso crítico, tá ali a gente, mas que a gente analise com sutileza, sem assumir a postura de censor, sem querermos nós ser a palmatória do mundo, os donos da verdade, porque é isso que os fariseus faziam naquela época e que nós precisamos evitar para que a gente não proceda da mesma maneira, projetando no outro a sombra que eu ainda trago em mim. Então, converter aquele exame daquela situação daquela pessoa, puxa, o outro não foi bom amigo, realmente foi horrível que ele fez. Tô examinando a situação. Mas que eu possa converter aquilo ali de Joana de Angeles, em em solidariedade ou em autoprecaução. O outro errou. Puxa, coitado. Imagina o sofrimento. Ah, mas o sofrimento não tá agora. Não, mas vem depois, quando a

converter aquilo ali de Joana de Angeles, em em solidariedade ou em autoprecaução. O outro errou. Puxa, coitado. Imagina o sofrimento. Ah, mas o sofrimento não tá agora. Não, mas vem depois, quando a consciência desperta. solidariedade, já fomos nós também errando e precaução. Puxa, que conduta horrorosa, não vou fazer isso. E é interessante que às vezes a gente tá fazendo e não vê coisas pequenininhas. Eu tinha uma época que eu andava dizendo meu filho era pequeno e eu andava comentando: "Ah, filho, eu acho tão fixe as pessoas que falam alto demais, né? andava comentando, pai, mãe, a gente sempre quer, né, dizer alguma coisa para ir assim ensinando, educando, né, que feio ficar falando alto por aí. E aí ele falou assim: "Mãe, mas você fala muito alto". Eu falei: "Meu Deus do céu, eu falo criança, né? Fala a verdade, você sabe que eles já mandam a real na gente". E eu falei: "Olha, olha aí a comprovação do que eu estudo lá com a Joana de Angeles. Eu não sendo capaz de perceber uma coisa que eu atribui um valor negativo, como fala alto em mim, ah, boto que o outro que fala e a vai a criança lá e me ajuda a me ver um pouquinho." Então, meus amigos, é essa diferença que a gente precisa fazer. É claro que nós vamos entender o que é certo, o que é errado. É claro que nós vamos entender, ah, essa ação foi dignificante, é uma ação construtiva, essa ação, ah, foi desprezível, foi horrorosa, né, deplorável, mas isso foi saudável, aquilo ali não é saudável, mas a gente precisa para eh que a gente comece a avançar no nosso caminho de autoconhecimento, entender que a para minha evolução eu não tenho que diminuir o outro. Eu posso aprender, puxa aquilo ali não quero fazer para mim. Mas cada um está no seu nível evolutivo e fazendo o que dá conta. E todos nós já estivemos em vários níveis evolutivos. E vamos nos lembrar, todos nós que estamos aqui nessa fase, a gente já entendeu o evangelho? Já. A gente vai, conversa, troca ideia. Agora a gente já tá aplicando no nosso dia a dia muito

evolutivos. E vamos nos lembrar, todos nós que estamos aqui nessa fase, a gente já entendeu o evangelho? Já. A gente vai, conversa, troca ideia. Agora a gente já tá aplicando no nosso dia a dia muito difícil. Quem que aqui não julga com eh falta de compaixão? Gente, eu sou a primeira a falar que às vezes eu julgo com falta de compaixão. Dá uma vergonha. Se eu pudesse eu descolava o meu perespírito e me escondia embaixo da mesa. Ui, já fiz. E agora? Então, nessa nossa fase, a gente está no momento que Emanuel vai nos chamar atenção, que nós precisamos, nos diz Emanuel lá no Consolador, nessa nesse nosso caminho de iluminação, na atualidade, nós precisamos entender que as nossas atitudes devem nascer antes de tudo do sentimento. Não adianta entender, não fiz o download pro coração, não tô colocando em prática. Então esse sentimento que nós precisamos trabalhar, porque apenas nos diz Emanu pela reeducação do sentimento nos bastidores do esforço próprio, ou seja, dificuldade, ralação, eu educar meu próprio sentimento, ô coisa difícil nos bastidores, então do esforço próprio é que se poderá alcançar a desejada reforma das criaturas. E para que nós possamos encerrar, meus amigos, eu queria contar aqui uma breve história para servir de inspiração para todos nós. Tinha um um senhor que tinha uma pequena chácara e ele todos os dias ele buscava água no rio, levava dois jarros que ele tinha, botava assim numa vara, no ombro, né? Um um jarro de um lado, outro jarro do outro para buscar água lá no rio e trazer. E na nesse tempo os jarros falavam, é uma fábula, né? Os jarros falavam, então um deles estava meio rachadinho e o outro não, tava em perfeita condição. O o chacareiro usava os dois e o jarro que tava todo em perfeitas condições, olhava pro rachado e falava assim: "Ah, você não tem vergonha não? Não sei como é que o nosso chefe usa você. Você tem essa rachadura aí?" Olha, a gente fica cheio de água, os dois, você derrama metade pelo caminho. Ah, era para você ter vergonha.

o tem vergonha não? Não sei como é que o nosso chefe usa você. Você tem essa rachadura aí?" Olha, a gente fica cheio de água, os dois, você derrama metade pelo caminho. Ah, era para você ter vergonha. Não sei nem porque ele utiliza o seu serviço. E o vaso com a rachadura foi ficando assim cabisbaixo, com vergonha, caiu em depressão. E aí um dia o dono deles, percebendo a situação, chama apenas o vaso com a rachadura para um passeio até o rio. Ele pensa: "Puxa, tô frito, vou ser dispensado, né? Só pode ser. Me chamou sozinho, que que vai acontecer?" E aí o dono da chácara fala assim: "Meu amigo, olha aqui pra sua direita. Que que você vê?" Ah, eu vejo essa terra aqui mais seca, né? Mais árida, tá? E pro outro lado? Aí, aqui já tem umas flores. Pois é. Eu queria contar para você que eu faço o seguinte, na hora que nós voltamos do rio, eu sempre deixo você desse lado, onde você vê as flores agora. Sabe por quê? Porque eu trago no meu bolso pequenas sementes que eu vou jogando pelo caminho e a água que vai vazando de você é a água responsável por irrigar essas sementes. E olha quanta coisa bonita você me ajudou a criar. Então, meus amigos, essa história é linda, porque nós somos como vaso rachado. Nós temos os nossos defeitos, as nossas imperfeições, as nossas dificuldades, mas podemos ser aproveitados no serviço do bem. Basta a nossa boa vontade, basta a nossa confiança de que nós podemos oferecer, não perfeita, porque nós não temos isso, mas o nosso melhor, a nossa perseverança, a nossa boa vontade. E assim nós vamos caminhando com a máxima do Cristo pra mulher adúltera que falou para ela e para todos nós: "Vai, eu não vou te condenar". Ele não nos condena pelas nossas imperfeições. Vá e não peques mais. Ou seja, vá e procura acertar, procura fazer certo. E se a gente não conseguir fazer certo, vamos voltar e fazer de novo, porque esse é o nosso trabalho e para isso a perseverança é uma das nossas principais ferramentas. Meus amigos, eu agradeço a vocês. Já passou aqui o nosso horário, né? Já tá

s voltar e fazer de novo, porque esse é o nosso trabalho e para isso a perseverança é uma das nossas principais ferramentas. Meus amigos, eu agradeço a vocês. Já passou aqui o nosso horário, né? Já tá quase passando. Então, agradeço muito a vocês essa essa possibilidade dessa nossa conversa. E vamos passar então ao passe, né, orientados pelos nossos amigos lá na outra sala. uma excelente tarde a todos vocês. Eu vou antes pedir só para que a gente faça uma pequena prece, eh, pedindo ao nosso mestre Jesus que nos abençoe, nos ajuda, Senhor, a não utilizar esse julgamento ao qual estamos tão acostumados, imputando ao outro dificuldades que ainda trazemos no nosso coração. que possamos, Senhor, apresentar a compaixão, a delicadeza de oferecer o nosso auxílio ou ao menos a nossa compreensão. Nos auxilia, Senhor, para que possamos trabalhar as nossas dificuldades e assim como a historinha do vaso, oferecer sempre o nosso melhor com a nossa boa vontade e com a nossa confiança na tua proteção. Graças a Deus. >> Sejam bem-vindos. a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os

e amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados