Injúrias e violências, com Geraldo Campetti | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 05/05/2025 (há 11 meses) 41:09 433 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Injúrias e violências. ESE, Cap. 9, itens 1 a 5. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Muito obrigado, querida Gisline, nossa diretora aqui da Federação Espírita Brasileira, na área do Departamento de Assistência e Promoção Social. A nossa querida Estelinha, colaboradora da casa, já até fez palestra, é, Estelinha? Fiquei sabendo que gracinha, não é? Importante, eh, em nome aqui do nosso querido senhor Juarez, a nossa autoridade moral, amigo de décadas desta casa, com a sua filha que foi nossa evangelizando, é isso, não é? da Dra. Márcia Leon, junto com a sua filha aqui presente e do nosso querido Franco mais ali ao fundo. Eu gostaria de cumprimentar todos vocês que estão presentes fisicamente, os nossos irmãos desencarnados também que estão aqui conosco e todos que estão nos acompanhando pela internet, pelas redes sociais, uma vez que este momento ele é transmitido também pelo canal FEB Lives. Boa tarde, gente. Boa tarde. Boa tarde. Melhor assim. Eu pensei ter visto o grafite ali, mas foi uma impressão minha, não é? E já deve ter feito essa brincadeira com você, né? E logo que eu vi um outro que tá olhando para você, pensei no lutador de MMA, mas a gente não pode ficar aqui citando, né? Gente, uma alegria nós estarmos aqui neste domingo, já no mês de maio, um outono tão agradável. Hoje eu pude dar uma caminhada pela manhã. Quem costuma caminhar aqui? Olha que gostoso. Aproveitando, né, a natureza de Brasília. A gente sente tão bem, tão importante e gostoso, né? Tava um sol, mas não estava tão quente. A gente sentiu o vento. Até fiz um vídeo, coloquei no Instagram para dizer da natureza. como a natureza é uma bênção divina e como a gente deve aprender a agradecer a oportunidade de nós vivermos porque somos espíritos imortais. Então, nossa gratidão a Deus pela bênção da vida e a nossa gratidão pela bênção da existência, porque todo dia nós temos a oportunidade de renascer para viver mais um dia nesta existência que é uma grande oportunidade de aprendizado. Hoje nós vamos dar continuidade ao estudo deste livro que é O Evangelho Segundo Espiritismo, publicado por Allan Kardec

viver mais um dia nesta existência que é uma grande oportunidade de aprendizado. Hoje nós vamos dar continuidade ao estudo deste livro que é O Evangelho Segundo Espiritismo, publicado por Allan Kardec na sua primeira edição em 1864. faz parte do chamado pentateuco cardequano. São cinco livros fundamentais: o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho segundo espiritismo, céu e inferno, que comemora 160 anos de existência agora em 2025, não é isso? e o livro A Gênese. Todos de Allan Kardec, todas estas obras foram publicadas na primeira edição e depois tiveram outras edições que foram revisitadas, revisadas, corrigidas, ampliadas, enxugadas, digamos assim, eh pelo próprio codificador. Todos eles, desde o livro dos espíritos até a Gênese. havia uma dúvida quanto à quarta edição de O Céu Inferno e da quinta edição de A Gênesis, se teria de fato sido preparada essa edição eh por pelo próprio codificador, uma vez que ele desencarnou, né, e as obras foram publicadas a posterior, mas foi o próprio codificador quem fez essas anotações. Isso já foram encontrados registros, inclusive a própria publicação destas edições, a quarta do céu inferno e a quinta de a gênese, que fica realmente esclarecida essa questão pra gente não ter dúvida. E esta obra, por exemplo, que é o objeto de estudo há mais de 100 anos aqui na Federação Espírita Brasileira, não aqui em Brasília, porque Brasília nem existia, né? mas começou o estudo no Rio de Janeiro, implantado pelo querido Dr. Bezerra de Menezes. Ele desencarnou em 1900. Então, imaginemos, né, temos mais de 100 anos realmente da implantação do estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo como palestra pública domingueiras na Federação Espírita Brasileira. E sempre que a gente encerra o livro, vai até a parte da conclusão, que que a gente faz? volta para o início, porque o evangelho nos expressa a verdade. E a verdade é atemporal, ela vale para todos os tempos e nós somos aprendizes, estamos aprendendo o tempo todo. E interessante que Allan Kardec

ara o início, porque o evangelho nos expressa a verdade. E a verdade é atemporal, ela vale para todos os tempos e nós somos aprendizes, estamos aprendendo o tempo todo. E interessante que Allan Kardec publica a primeira edição do livro dos espíritos, 1857, a segunda definitiva, em 1860, o livro dos médiuns, que é o segundo livro, em 1861, em no primeiro semestre. e a segunda edição que é definitiva, no segundo semestre de 1861, ele vai publicar a primeira edição em 1864 do Evangelho Segundo Espiritismo, mas não sai com esse título, é publicado com o título de Imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. Curiosamente, a edição anterior de O livro dos Médiuns, quando ainda não havia sido publicado o livro Evangelho Segundo Espiritismo, anunciou na quarta capa, que apresentava uma espécie de catálogo das obras, anunciando quais os títulos que viveram ser publicados. Allan Kardec faz referência a uma obra Vozes dos céus, que seria lançado com a questão da explicação da ética, da moral, das virtudes ensinadas pelo Cristo. Mas quando vem a publicação em 1864, não se chamou nem As vozes dos céus e nem ainda o Evangelho Segundo Espiritismo. Foi imitação do Evangelho Segundo Espiritismo. A segunda edição de 1865 faz essa ajuste no título, digamos assim, e passa a se chamar o Evangelho Segundo Espiritismo. E a terceira edição, que é de 1866, que é a definitiva, que Kardec reestruturou a obra, como hoje nós conhecemos e é traduzida para os diversos idiomas. Nós temos o início do estudo do capítulo de número nove, quando a gente tá vendo um pouco sobre o sermão do da montanha ou do monte, não é isso? ou segundo Lucas seria da planície mesmo. Se for assim, um terreno reto é planície, não é? Como a gente tem aqui, nós estamos no planalto central, né? Dificilmente a gente vê um morro aqui, a não ser que a gente já começa a invadir o estado da nossa querida Dra. Márcia, é, você é mineiro ou é goiana? Goiana, então ali, né? Dizem que o o goiano é o mineiro trabalhador, né? Que mas resolveu parar ali um pouco antes, não

a invadir o estado da nossa querida Dra. Márcia, é, você é mineiro ou é goiana? Goiana, então ali, né? Dizem que o o goiano é o mineiro trabalhador, né? Que mas resolveu parar ali um pouco antes, não é? Para não chegar em Minas. Então, mas aqui no Planalto Central a gente tem essa, né, mais assim planíc ou menos uma elevação de terra, a montanha mais alta ainda. Segundo Mateus que anota no capítulo 5, o sermão do monte dito por Jesus conversando com os seus discípulos que se assentaram junto dele, ele abre a boca os ensinando, dizendo: "Bem-aventurados". E havia uma multidão de pessoas que estava acompanhando, imagina, não tinha microfone não, gente. Uma coisa impressionante. E cada um escutava segundo a sua necessidade de aprendizado. Bem-aventurados seja quão felizes, quão alegres serão. Começa com a virtude por excelência, que é da bem-aventurança da pobreza de espírito. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados humildes, porque eles serão felizes. Olha só, e vão conquistar o reino dos céus, não é isso? Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. É preciso aprender a chorar, não é? A sofrer. Não é todo mundo que sofre que vai ser assim bem-aventurado. Mas é preciso aprender passar pela dor, com paciência, com resignação e com resiliência. Não é tão simples, mas é possível. Paciência, arte de saber esperar. Resignação, arte de saber aceitar. E a resiliência, arte de saber transformar e transformar-se, buscando adaptação com flexibilidade a todas as situações que nós enfrentamos no cotidiano das nossas existências. E depois vem bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra. É exatamente o que nós temos aqui no capítulo 9. Bem-aventurados os que são brandos e pacíficos. Kardec vai tratar aqui neste capítulo, vai falar para nós acerca, gente, há pessoas que usam óculos para enxergar, para enxergar, não é? Todo mundo usa óculos para enxergar, confere? Usa lente para enxergar. Alguns têm a chamada miopia, precisa da lente para

acerca, gente, há pessoas que usam óculos para enxergar, para enxergar, não é? Todo mundo usa óculos para enxergar, confere? Usa lente para enxergar. Alguns têm a chamada miopia, precisa da lente para ver a distância. Alguns têm hipermetropia, precisa da lente para enxergar de perto. No meu caso, antes eu tinha um óculos que era multifocal, mas eu me perdia nesse óculos porque eu acabava tirando ele para enxergar de perto. Como eu faço com esse quando eu pedi pra doutora passar logo, não é uma receita que fosse apenas paraa distância. Eu tiro o óculos, então, para oler de perto, porque senão não enxergo nada. E aqui eu estou vendo apenas o perespírito de vocês, inclusive um amigo que está se desdobrando, mas vai voltar em breve, né? Olha só, injúrias e violências. Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a terra. Mateus 5:5. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9. Sabeis o que foi dito aos antigos? Não matareis. E quem quer que mate merecerá a condenação pelo juízo. Eu, porém, vos digo, tão interessante essa diversativa de Jesus. Eu, porém vos digo, já começa provocando, né, alguma coisa para que a gente possa fazer, diferentemente do que a gente estava ouvindo, do que a gente estava acostumado a praticar. Jesus vai nos tirar da zona de conforto, não é isso? Eu, porém, vos digo que quem quer que se puser em cólera. Cólera é uma atitude o quê? Raivosa, não é? De ira, às vezes de profeza, não é? que a gente tá assim irado, a gente tá nervoso, não é assim? Então, todo aquele que se puser em cólera contra, veja, a posição da cólera é uma posição de estar no enfrentamento, no embate, na luta, na adversidade. É como se o outro fosse adversário. Então, todo aquele que se puser em cólera contra o seu irmão, merecerá condenado no juízo. Que aquele que disser a seu irmão raca, merecerá condenado pelo conselho. E que aquele que lhe disser és louco merecerá condenado ao fogo do inferno. Mateus 5 21 e 22. Bom, tá aqui o anúncio do texto bíblico do Novo

disser a seu irmão raca, merecerá condenado pelo conselho. E que aquele que lhe disser és louco merecerá condenado ao fogo do inferno. Mateus 5 21 e 22. Bom, tá aqui o anúncio do texto bíblico do Novo Testamento que Kardec na sua genialidade sempre coloca para nós. Geralmente abrindo os capítulos do Evangelho segundo Espiritismo, são 28, ele traz um texto bíblico e depois vem algumas explicações que ele mesmo faz. e uma segunda parte dos capítulos são chamadas instruções dos espíritos, as mensagens que os espíritos então trouxeram eh manifestando-se em diversas localidades, em diversos países. Kardec traz essas mensagens compiladas, eh, sistematizadas, foram em torno de 1000 fontes diferentes, 1000 centro espíritas, 1000 mensagens aproximadamente e ele compila cerca de 100 mensagens, 10% dessas mensagens para contemplar a segunda parte dos capítulos. São 28 capítulos, cerca de uns 20, 21 tem as chamadas instruções dos espíritos injúrias. e violências. Vocês acham que esta mensagem é atual? Ya. Você respondeu em alemão. Yes. Ah, yes. Respondeu em inglês. Hum. É uma mensagem atualíssima, muito oportuna, porque a gente ainda vê cenas de violência, de criminalidade, de braveza, de machismo. Tem se anotado o feminicídio aqui no Distrito Federal, uma das maiores incidências de feminicídio do Brasil, fruto da violência, fruto dessa cólera, dessa raiva, dessa ira que é uma emoção. Se é uma emoção, está dentro de nós. E se está dentro de nós, nós conseguimos domar, nós conseguimos trabalhar, nós conseguimos sublimar. Por isso que o medo, a insegurança, a raiva, a cólera, a ira são emoções que vão talvez manifestar um primeiro estado diante de uma circunstância, de uma ocasião, de uma relação, mas que nós podemos muito bem nessa própria relação, observando o seu meio ambiente, o entorno que faz parte da nossa convivência. No relacionamento interpessoal e com todos os seres criados por Deus, nós podemos trabalhar, como nos ensina Ela Corder, Dra. Márcia que vai falar da evolução, não é, que a gente tem daquele

vivência. No relacionamento interpessoal e com todos os seres criados por Deus, nós podemos trabalhar, como nos ensina Ela Corder, Dra. Márcia que vai falar da evolução, não é, que a gente tem daquele instinto inicial, daquela paixão que depois vai virar além de uma emoção, aquele sentimento e que se transforma no amor. É Lázaro, não é, que vai falar disso no Evangelho Segundo Espiritismo. Como é importante nós não nos limitarmos ou estagnarmo-nos na paixão. A paixão é um impulso inicial importante, fundamental, mas não podemos ficar apenas na paixão. É preciso fazer com que esse sentimento seja trabalhado para chegar ao amor, o amor fraternal, solidário, o amor universal, o amor que existe em toda a natureza, regulando o equilíbrio destas relações maravilhosas e que o tempo todo nós temos exemplos de forma espontânea. Aqui a mensagem vem trazer primeiro bem-aventurados são brandos, porque possuirão a terra. brandura, mansuetude, leveza, doçura. Isso tudo a gente pode conquistar. O contrário da brandura, dessa leveza, dessa mansuetude, seria uma postura mais assim, talvez ofensiva, agressiva, mas no sentido de ferir, muito mais do que uma ação proativa seria uma reação que é negativa. É preciso que a gente examine diante de tudo que está acontecendo na nossa existência, nas relações interpessoais. Vocês são um casal? Isso ele está amando, a seu mando, por isso que está amando você, não é isso? É importante a gente compreender o outro, porque nem sempre vai ser fácil essa relação. Às vezes nós reagimos diante de algo que está acontecendo porque nos tocou, a gente não gostou, nos tirou da zona de conforto e aí aquilo nos irritou, pisou no nosso qualquer de Aquiles e a gente não quer saber, nós queremos reagir. A reação é impulsiva, é no afogadilho, é na precipitação. A ação proativa, ela é ponderada, ela é pensada, ela é planejada. Por isso que muitas vezes a gente faz alguma coisa sem pensar e depois vai se arrepender. Quando nós conseguimos pensar, planejar, a nossa

ão proativa, ela é ponderada, ela é pensada, ela é planejada. Por isso que muitas vezes a gente faz alguma coisa sem pensar e depois vai se arrepender. Quando nós conseguimos pensar, planejar, a nossa ação tende a ser assertiva. E muitas vezes a gente diz assim: "A pessoa é assertiva, ela fala o que ela pensa, doa quem do". Isso não é assertividade, pelo contrário, é inassertividade, que a pessoa assertiva, ela fala sabendo falar, com respeito, com educação, nunca ofendendo, magoando, ferindo, melindrando o outro, nunca sendo coercitivo a ponto de impedir a liberdade alheia, nunca desrespeitando a opinião do outro, mas sempre valorizando o seu próximo nas suas manifestações peculiares. Porque assim como temos as nossas próprias vontades, aquele que está junto de nós na relação familiar, que seja social, profissional, na sociedade, na casa espírita, ele também tem os seus direitos. E aí a gente vai aprender que ser assertivo é exatamente a gente respeitar os direitos do outro, que tá no conceito de justiça. Quando eu sou justo, eu respeito os direitos do outro. não é só querer os meus direitos respeitados. E essa questão das injúrias, das violências, acabam sendo manifestações nossas diante de reações que a gente vai ter, de algo que não nos agradou, que a gente não gostou, que a gente se incomodou, que por um acaso foi ao contrário do que a gente pensava. Ao invés de virar o encontro, veio de encontro. Então nós nos chocamos e reagimos. E ao nos chocarmos reagindo, a gente afasta, a gente cria uma barreira, cria um muro de separatividade. Quando a recomendação do Evangelho é para que a gente crie de entendimento, as pontes permitem a aproximação, o contato. As pontes são medianeiras, são instrumentos de mediação para que a gente possa se comunicar. A comunicação uma via de mão dupla. A gente fala, o outro escuta. Depois que estava escutando passa a falar e a gente passa a escutar. Não é um monólogo, nem um diólogo, mas há um diálogo. E aí a gente ouve escutando o

via de mão dupla. A gente fala, o outro escuta. Depois que estava escutando passa a falar e a gente passa a escutar. Não é um monólogo, nem um diólogo, mas há um diálogo. E aí a gente ouve escutando o que o outro está falando efetivamente. Quando a gente aprende a escutar efetivamente, tendemos a ser mais pacíficos, mais brandos, porque nós vamos enxergar o outro na condição em que ele se manifesta. dando-lhe o direito de manifestação, permitindo que ele se expresse na sua própria forma peculiar, mesmo que idiossincrática, porque se for dizer, cada um de nós tem as suas manias próprias, não tem? E quando a gente vai se relacionando, a gente vai aprendendo, né, dout. Márcia, nos 40 anos, que a senhora é tão jovem, mas 40 anos com o Dr. Arismar, não é isso? Eu tava vendo outro dia lá. Nossa, que maravilha, né? Eu sou muito grato ao Dr. Arismar e a D. Márcia, que me deram assistência muito especial no momento significativo da minha vida, quando da partida do papaizinho para o mundo verdadeiro. Ontem o sorlindo, que era passista aqui, esteve no evangelho no lar da dona Maria e ele foi levar um amigo, um irmão nosso vizinho, porque a esposa dele também foi participar do evangelho. Olha que coisa interessante, né? E depois a cena final que eu presenciei foi o papai o abraçando e eles caminhando na rua assim, seguindo a conversa. A imortalidade, a comunicabilidade é um consolo tão grande, né? Quando nós temos o esclarecimento que o espiritismo nos proporciona e a gente fica pensando, aqueles que são brandos, aqueles que são mansos, eles possuirão a terra, herdarão a terra. É preciso ser manso, não é ser bravo. É preciso ser pacífico, não guerreador, não utilizasse das armas para ferir, para ofender, como se nós tivéssemos numa guerra externa constante. Eu quero perguntar para vocês, onde é que nós temos guerra hoje, em pleno século XX, no mundo? É impressionante, não é? Praticamente nós temos a manifestação de guerra em muitos pontos, abrangendo os continentes todos da Terra.

ês, onde é que nós temos guerra hoje, em pleno século XX, no mundo? É impressionante, não é? Praticamente nós temos a manifestação de guerra em muitos pontos, abrangendo os continentes todos da Terra. Se for falar de batalhas, de lutas sociais e tudo mais, nós temos aí centenas e milhares acontecendo nesse momento, pleno século XX. Estamos guerreando ainda contra o nosso irmão. Por que motivo? Por que razão? Qual a finalidade? Kardec explica para nós a luz da espiritualidade amiga, perguntando por da guerra. A guerra tem a sua razão e está fundada na nossa ignorância, no nosso egoísmo, no nosso orgulho. Deus é tão bom que permite do mal surgir o bem, porque a guerra em si, ela seria absolutamente desnecessária. Quando a gente diz que é necessária a guerra para o progresso evolutivo, é uma manifestação ainda de ignorância. Há determinados planetas que nunca passaram pelo processo da guerra e estão muito mais avançados do que nós. É claro que com a guerra você tira do aprendizado todo, das dificuldades, o desenvolvimento científico, tecnológico, informacional, cognitivo, não é isso? Pra gente poder evoluir ainda mais. mas não precisaria da guerra, que é fruto dessa violência, desse enfrentamento externo. Porque na verdade nós nem devemos guerrear contra nós mesmos, mas nós devemos lutar corajosamente para o reconhecimento das nossas dificuldades, maselas, enfermidades, vícios e trabalhar com esforço próprio para a superação, para o vencimento, para a vitória. disse que lá na Bahia você tem o time, quando o outro, né, ele venceu a partida, ele triunfou. Você não pode dizer que houve uma porque você tá se referindo ao adversário. É uma coisa impressionante, né? Mas é assim que funciona. Veja lá que interessante os raciocínios que a gente tem ainda que não deixam de ser de certa forma belicosos. E aí os mansos possuirão a terra? Serão aqueles que são mansos porque pacíficos pacificados e pacificadores. São aqueles que conseguem empreender as mudanças através de reformas em que não usam armas, que não

mansos possuirão a terra? Serão aqueles que são mansos porque pacíficos pacificados e pacificadores. São aqueles que conseguem empreender as mudanças através de reformas em que não usam armas, que não usam violência, que não usa de injunção, que não usa de coerção. Próprio G é um exemplo disso. Ele conseguiu libertar aquele país enorme que é a Índia, que muito se parece com o Brasil e muitos aspectos. Libertar a Índia do julgo inglês sem usar uma arma, a autoridade moral. Então, herdar essa terra é a terra prometida, é a terra da regeneração, cujo portal já está implantado aqui na Terra presentemente, no nosso planeta, que é um mundo de expiação e prova, segundo a classificação que Kardec estabelece no capítulo terceiro do Evangelho segundo Espiritismo, quando fala de há muitas moradas na casa de meu pai, não é isso? mundos primitivos, mundos de expiação e provas, mundos de regeneração, mundos de tos ou feliz e mundos que são os celestes ou divinos. Nós já passamos pelo mundo primitivos e estamos saindo do mundo de expiação e provas, entrando, adentrando o mundo de regeneração. Já estamos no primeiro segundo do primeiro minuto, da primeira hora do mundo de regeneração. Tá com sono, querido. Tão bom, né? a proteção, a assistência. Daqui a pouco para quem quiser vai tomar passe, viu? Quem não quiser não precisa tomar porque na casa espírita não há imposição alguma, porque não há ritual. Então o passe é uma oferta. Água fluidificada, vocês podem trazer a garrafinha de vocês. Isso é bom, não é? Isso é importante. Não sei se tem água fluidificada ali no passe também tem. Cadê o pessoal de passe? Não, né? Aí cada um já traz a sua garrafinha, tá? Isso é importante até por uma questão ecológica, não é? A oração que a gente faz também não é ritual. Tudo faz parte dessa fluidoterapia, digamos assim, que é no sentido de uma assistência espiritual. A Terra já está migrando para o mundo de regeneração. Não podemos só dizer que estamos no mundo de expiação e provas ante o império do mal. Ainda há um

que é no sentido de uma assistência espiritual. A Terra já está migrando para o mundo de regeneração. Não podemos só dizer que estamos no mundo de expiação e provas ante o império do mal. Ainda há um império do mal. Há manifestações inclusive primitivas. Mas nós já vemos também ali o alvorecer, o limear, o início de um mundo novo que depende de nós. Esse mundo regenerado, da regeneração, vai ser dado por quem? Pelos mansos, pelos pacíficos, tá certo? E nós devemos ser agentes da mudança, não só espectadores da realidade, fazendo a nossa parte. E quando a gente então, né, braveja, esbraveja, quando a gente xinga, quando a gente critica, fala mal dos outros, nós estamos sendo elementos da violência. Essa expressão raca aqui que era utilizada, as pessoas utilizavam cuspindo no chão para dizer: "Não gostei, não, não, não concordo". Aquela coisa é uma injúria, é um ponto em que você entra em conflito com o outro porque não aceita ou não admite uma fala, uma opinião, uma ideia e às vezes vai contra a pessoa. Nós precisamos aprender. Até outro dia eu vi assim: "Não adianta você aumentar o tom da sua voz. Melhore a sua argumentação." Então, não adianta falar alto, gritar, esbravejar. Ninguém tem o direito de gritar com outro. Ninguém tem o direito de perder a paciência com o outro. Ninguém pode ficar bravo com outro. Vocês estão me entendendo? Porque a gente precisa trabalhar essa paz. Essa paz íntima é uma paz que nos leva a um estado de elevação, um bem-estar íntimo que nos faz integrados com a própria natureza. Aí você vai dizer: "Ah, Campete, mas a natureza tem os animais violentos e tudo". A lei da destruição está integrada à lei divina, porque só se destrói no sentido da transformação, que é necessário. Não há abuso, não há excesso. O excesso só existe entre nós. Por isso que vai dizer aqui para nós, né, Kardec esse estado pacífico e pacificador, esse estado manso de mansuetude, de doçura, a gente só vai ter no mundo feliz. Ou seja, é um estágio depois da regeneração, que é o mundo de transição

s, né, Kardec esse estado pacífico e pacificador, esse estado manso de mansuetude, de doçura, a gente só vai ter no mundo feliz. Ou seja, é um estágio depois da regeneração, que é o mundo de transição para o qual a gente tá caminhando. Já estamos dando os primeiros passos. E por isso a gente vê nessa transição esse eferv. Estamos atravessando uma ponte. A travessia ela é turbulenta. Ela não é assim serena, tranquila. Sabe por que a gente fica reagindo? Quem tem facilidade em mudança aqui, por favor, venha aqui à frente e se justifique. Quem gosta de viver mudando para lá e para cá, por que que a gente não gosta tanto de mudar? Por que que a gente reage à mudança? Porque a gente quer até os pés firmes, né? Os pés firmes, ali seguros. A gente quer estabilidade, quer essa segurança. Mas a mudança ela se faz necessária pra gente crescer, pra gente se desenvolver, pra gente poder seguir em frente. Se a gente ficar estagnado, parado, nada vai acontecer. É preciso então que a gente se envolva. E esse dinamismo faz parte da própria evolução da natureza e do progresso dos espíritos. Nós estamos nesse sentido. Então, precisamos erradicar os vícios. Precisamos desenvolver virtudes. É a proposta. E nós estamos caminhando. Então, vejamos aqui aquelas palavras quando Jesus pronunciou, né? Bem-aventurados, são brandos porque possuem a terra, os pacíficos porque serão chamados filhos de Deus. Olha que coisa linda, não é? A titularidade de filiação paternal, ela vem do fato de nós sermos pacíficos, porque enquanto belicosos, raivosos, irados, ainda não teremos de fato atestado e confirmado o DNA divino que todos nós trazemos. É como se nós tivéssemos numa negação, porque o ambiente universal é de equilíbrio, não de desequilíbrio. É de harmonia, não de desarmonia. Isso não significa que não mova, que não haja dinamismo nas revoluções, por exemplo, como a gente vê tudo acontecendo, mas de uma forma que seja espontânea, que seja natural. Então, quando, né, nós ouvimos essas palavras, né, eh, até pensar assim

dinamismo nas revoluções, por exemplo, como a gente vê tudo acontecendo, mas de uma forma que seja espontânea, que seja natural. Então, quando, né, nós ouvimos essas palavras, né, eh, até pensar assim no seu significado, é porque nós não devemos nos concentrar apenas no presente, no momento atual. A gente deve projetar a nossa vista, a nossa visão, o nosso olhar para o amanhã, para o porvir. Isso vai fazer a diferença. Nós espiritistas, simpatizantes do Espiritismo, aprendizes do evangelho à luz do Espiritismo, temos a certeza de que a vida continua. Então, por que ficar para além da dor num sofrimento que nós criamos cotidianamente para nós mesmos? Por que o desespero? Por que a revolta? Por que sermos recalcitrantes no erro? Por que não aprendermos as lições? Hoje a gente tem oportunidade e tudo depende de nós. Quando se fala em paz, está aqui num livro muito bonito que é as sementes do Evangelho. Esse livro que faz parte do projeto Evangelho por Emanuel vai se dizer o seguinte, que a paz do mundo costuma ser preguiça rançosa. A gente, ah, quero um feriado para descansar, aquela coisa. Tem até o óscio deve ser criativo, não é? Como Dominique de Má nos ensina, o sociólogo italiano. A paz do espírito é serviço renovador. Ora, então o espírito vai estar em paz, mas para o trabalho renovador. Aqui no livro Paciência, que é de Chico Xavier pelo espírito Emanuel, publicado pela Febra editora, indicações da paz, olha só que exemplo nos traz. simplifica os próprios hábitos a fim de liquidar as inquietações. Muitas vezes nós ficamos inquietos e geramos uma confusão, um conflito. Vamos simplificar a nossa vida, gente. A felicidade está no que é simples, no que é fácil da gente fazer, sem muitas ocupações desnecessárias. E aqui no livro Rumo Certo, também de Emanuel, publicação da FEB Editora, psicografado por Chico Xavier, a gente vai encontrar um elemento sobre a tal da impaciência. Alguém é impaciente aqui? Alguém se sente, se flagra, não é conosco, né? Mas suponhamos, como alguém

itora, psicografado por Chico Xavier, a gente vai encontrar um elemento sobre a tal da impaciência. Alguém é impaciente aqui? Alguém se sente, se flagra, não é conosco, né? Mas suponhamos, como alguém tava dizendo, né, na preparação que serve para um amigo, serve para um parente, né? Vamos ver se tá servindo. Olha lá, assunto importante nas áreas da paciência, a cura da impaciência. que frequentemente alimentamos em detrimento de nós mesmos. A gente precisa curar sem paciência, gente, para o nosso próprio benefício, senão a gente vai ficar sofrendo, fica ali batendo, né, na mesma tecla e querendo que o problema seja resolvido. Nós temos que ter inteligência e ter a paciência para encontrar os melhores caminhos. E aqui, só para fechar a nossa fala, a gente tem nesse livro A Caminho da Luz, que é apresentação do desenvolvimento da civilização terrena. É o progresso da civilização da Terra, contando com a participação de vários mundos, de vários irmãos nossos que vieram de vários planos. E a gente vai ter aqui essa trajetória evolutiva a caminho da luz. Emanuel Chico Xavier, publicação da FEB Editora. E tem um trecho que nos toca muito quando fala do evangelho, o evangelho do futuro, para que a gente possa realmente acerenar os nossos corações, pacificar-nos intimamente. Diz assim, Emanuel: "Sim, porque depois da treva surgirá uma nova aurora. Luzes consoladoras envolverão todo orbe regenerado no batismo do sofrimento. O homem espiritual será unido ao homem físico para sua marcha gloriosa no ilimitado, e o espiritismo terá retirado dos seus escombros materiais a alma divina das religiões que os homens perverteram, ligando-as num abraço acolhedor do cristianismo restaurado. Trabalhemos por Jesus, ainda que a nossa oficina esteja localizada no deserto das consciências, todos somos chamados ao grande labor e o nosso mais sublime dever é responder aos apelos do escolhido. Revendo os quadros da história do mundo, sentimos um frio cortante neste crepúsculo doloroso da civilização do ocidente. Lembremos a

r e o nosso mais sublime dever é responder aos apelos do escolhido. Revendo os quadros da história do mundo, sentimos um frio cortante neste crepúsculo doloroso da civilização do ocidente. Lembremos a misericórdia do Pai e façamos as nossas preces. A noite não tarda. E no bojo de suas sombras compactas, não nos esqueçamos que Jesus, cuja misericórdia infinita, como sempre, será a claridade imortal da alvorada futura, feita de paz, de fraternidade e de redenção. Muito obrigado, meus queridos amigos e irmãos. Palavras de motivação. Posso dar um abraço, por favor? Agradecemos as palavras do querido irmão Geraldo Campete. E nesse momento, eh, solicitamos a nossa irmã Estela Vasque faça as oraçõ a oração. Eu penso, por favor, que rezem por mim, por favor. Preciso de um milagre. Meu nome é Jorge, sou da Argentina, Buenos Aires, sou novo aqui no Brasil, acabei de chegar. Vamos acontece que está difícil. Vai lá. A nossa irmã vai conversar com ele e acolhê-lo e ouvir a sua necessidade. e atendê-lo. E a gente sempre tem esses atendimentos aqui e todos são acolhidos, orientados e encaminhados nas suas necessidades, né? Graças a Deus, recursos nunca nos faltam. Deus sempre nos prov aspectos. espiritualmente e materialmente, graças a Deus. E nesse momento a gente vai dando prosseguimento ao nosso trabalho, pedindo a nossa irmã Estela para realizar a nossa oração. Em seguida, a gente vai dar os nossos recados e depois encaminharemos o passe. Por favor, Estela. Então, aproveitando esses momentos de estudo, de renovação, as mensagens que vem do mais alto, tranquilizemos as nossas mentes, os nossos corações. Nos sentamos envolvidos pela espiritualidade maior, por essa espiritualidade amiga, familiar, que nos acompanha, que nos guia, nos orienta com todo o amor e carinho. Agradecemos assim ao mestre querido pela bênção de aqui estarmos neste lar, acolhe as nossas dores, nos traz orientação, discernimento, que possamos levar conosco a mensagem de hoje que nos convoca ao serviço, ao servir ao semelhante, ao

ela bênção de aqui estarmos neste lar, acolhe as nossas dores, nos traz orientação, discernimento, que possamos levar conosco a mensagem de hoje que nos convoca ao serviço, ao servir ao semelhante, ao servir ao nosso planeta, ao servir a todos seres, acolher corações, identificar necessidades dos mais pequeninos até aqueles a quem muitas vezes acreditamos que não precisam de ajuda, mas somos todos nós, ó mestre, pequeninos e necessitados. Mas já sabemos o caminho a seguir, servindo contigo com confiança, com serenidade, com fé. com a força, com a alegria sempre de viver e de amar. Ajuda-nos assim, ó Mestre querido, a seguirmos o teu caminho durante toda essa semana, lembrando que tu nos disseste: "Amai-vos como eu vos amei". Que saibamos exemplificar então este amor com esse entendimento do amor universal em que estamos envolvidos e que um dia conseguiremos. estar alinhados também com ele. Que possamos então, ó mestre, estar contigo, lembrando que tu está conosco hoje, agora e para todo sempre. Que assim seja. Tá o recado.

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