INGRATIDÃO - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/04/2026 (há 1 mês) 318 visualizações

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Transcrição

Doando amor, [música][canto] vibrando luz, buscando a [canto] ti, buscando [canto] a ti. Obrigado [música] a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música][canto] estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro [canto] de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa [canto] que aprendi [música] toda a beleza [música][canto] de viver. Doando amor, vibrando [canto] luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo [canto] tão longe [música] de atingir a perfeição, [canto][música] aqui eu entendi qual [música][canto] o valor dessa missão foi nessa [música] casa que [canto] aprendi [música] toda beleza. de viver doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a [canto] ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor, [canto] estou aqui. para agradecer de [canto][música] coração a paz [canto] dentro de [música] mim que encontrei na [canto] comunhão foi nessa [música] >> Boa tarde amigos que a doce paz do Jesus esteja conosco nessa tarde. tão bela, né, de quarta-feira. E vocês também que estão em casa, sejam muito bem-vindos a esse nosso momento. É a família das 16 horas, né? Essa família hoje tá mais desanimadinha, né? Acho que tá quente aí, fica com um pouquinho de sono, mas vamos que vamos, né? que nós temos hoje um assunto muito bom que o Leandro vai trazer para nós. Mas antes disso nós vamos ler eh uma eh otimismo em verso e prosa do Vittor Ronaldo Costa. Ele fala da gratidão. Eu falei que E tem uma pergunta: Qual a mais nobre virtude que nos toca o coração? A gente pode qual a mais nobre virtude que toca o coração meu toca o coração de vocês expressar aí a resposta. Expressar aos semelhantes o senso da gratidão. Aí o Vittor vem, não é uma psicografia, ele vem falando para nós virtude é a predisposição firme e habitual para a prática do bem. Cada pessoa carrega na intimidade defeitos ancestrais, defeitos antigos, né? E virtudes embrionárias também muito antigos lá quando era embrião, né? Na maioria das vezes. Mas é certo que

ática do bem. Cada pessoa carrega na intimidade defeitos ancestrais, defeitos antigos, né? E virtudes embrionárias também muito antigos lá quando era embrião, né? Na maioria das vezes. Mas é certo que encontramos também seres mais qualificados que expressam na prática certos dotes morais devidamente alicerçados. Alicerçados. a exemplo da solidariedade, do amor e da abnegação. Quando alguém espontaneamente efetiva um ato de doação, o beneficiado deve mostrar mostrar-se reconhecido, muito embora os bons, aqueles voltados à prática incondicional da caridade, jamais aspirem a qualquer tipo de retribuição. E por ser serem altruístas, não carecem de maiores referências elogiosas. O que aqui se pretende é chamar atenção para a necessidade de agradecer a Deus pela benese da vida. É sensibilizar os filhos edificantes aos esforços educativos dos pais. é lembrar a quem recebe um auxílio, por menor que seja a convivência de agradecer ao seu benfeitor e enfatizar que se faça um gesto de reconhecimento em favor daquele que se mostra solidário. A gratidão é a virtude mais expressiva demonstrada pelo ser, pois enobrece a alma e enternece o coração. Muito lindo, não é? Muito lindo. Então vamos começar esse nosso momento já nos harmonizados que aqui chegamos, já nos sentamos confortavelmente. O Vittor Ronaldo Costa já mandou a mensagem dele. Agora nós fazemos o nosso agradecimento. agradecer, termos gratidão por tudo que nós recebemos, pela vida que nos foi dada, pelas oportunidades de aqui estarmos para nos melhorarmos e as condições para que isso aconteça. Então, tudo isso nós agradecemos ao Pai, esse Pai misericordioso, esse pai bom, esse pai generoso, esse pai que ainda nos presenteou trazendo o seu filho tão amado para que nos desse esse apoio nessa nossa evolução, nesse nosso crescimento, nesse momento de vida. nos deu também outros nos mostrou, nos apresentou outros espíritos que nos ajuda a todo instante, nos forneceu esse momento de de vida que aqui nós estamos trazendo pessoas para

nesse momento de vida. nos deu também outros nos mostrou, nos apresentou outros espíritos que nos ajuda a todo instante, nos forneceu esse momento de de vida que aqui nós estamos trazendo pessoas para nos falar de coisas que são boas, são coisas que falam a nossa alma, que faz a gente repensar. Então, todo minuto tá esse Pai misericordioso nos dando a oportunidade de estarmos melhores. Então, por tudo isso, nós somos gratos e gratos por esse momento aqui com essa família das 16 horas, essa família também online das 16 e de outros horários também. Então, que a doce paz dele permaneça conosco nesse momento e para todo sempre. Bom, amigos, hoje nós temos Leandro, né, de de novo. De novo é que tá bom, né? De novo, vai repetir de novo, não é? A gente só repete o que é bom, o que não é bom. A gente fala: "Não, basta essa vez, né? Não é isso que acontece?" E ele vai falar para nós do oposto do que eu trouxe, da ingratidão. Mas justamente por isso, a gente já amançou com a gratidão, já sabemos, agora ele vai falar do oposto quando nós não somos gratos. Então, a fala tá com você, Leandro. >> Muito boa tarde, minhas queridas, meus queridos. Muita gente conhecida aí, Adriane ali no cantinho, já identifiquei mais alguns colegas aqui. Maravilha, né? Tarde bonita, querendo entardecer já o sol se declinando, nos trazendo aquela sensação de tranquilidade, de paz, quase a mesma satisfação de que quando a nos leu texto sobre gratidão. E num primeiro momento, quando a gente ouve a expressão gratidão, nós já pensamos logo: "Ah, eu devo agradecer ao outro, porque é um um sinal meu de educação, é um sinal de de respeito, de dizer ao outro que eu gostei da sua atitude, que eu achei a sua atitude boa." que ela foi norteadora para minha vida de alguma maneira. É um exercício que a gente faz. Mas no texto que a Rute leu, ela diz que o seguinte: "Quem é altruísta por excelência, aquele que já tem o hábito de ajudar o próximo incondicionalmente, essa pessoa não tá preocupada com a nossa gratidão.

o texto que a Rute leu, ela diz que o seguinte: "Quem é altruísta por excelência, aquele que já tem o hábito de ajudar o próximo incondicionalmente, essa pessoa não tá preocupada com a nossa gratidão. Ela não quer saber se você vai agradecer ou não, porque o foco dela não é, entre aspas, ser agradecida, ser elogiada, ser admirada. Ela não faz o bem esperando um reconhecimento. O altruísta, contrário do egoísta, o altruísta faz o bem porque ele se sente bem em ver outra pessoa feliz. Olha que interessante. Fazer o bem aos outros não tem nada a ver, no fundo, com levar a felicidade somente ao outro. É trazê-la pra gente também. Porque ao espalhá-la, ao espargi-la, ao dividi-la com as outras pessoas, o nosso sentimento vai ao encontro do delas. E ao encontrar um ponto de alívio, um ponto de paz, um ponto de alegria, ele retornará. Então, tudo aquilo que a gente doa, a gente recebe depois, vamos dizer assim, de maneira redobrada. Vale também para as coisas não tão boas que nós doamos. também teremos o retorno. Mas voltando à gratidão, gratidão, a Rute nos explicou lá no texto, não é somente ou não é necessariamente o agradecimento a quem nos ajudou, porque muitas vezes essa pessoa não está minimamente preocupada com isso, mas é um exercício que deveríamos fazer de agradecimento a Deus por tudo. O de bom que nos acontece é no fundo um exercício de prestar atenção na metade do copo que tem água. Lembram daquela história do copo com água pela metade? O pessimista vê o copo vazio. O otimista vê o copo com água, mas a realidade é a mesma. é um copo com água pela metade. Então, agradecer pelo que recebemos, lembrar de Deus pelo que ele nos trouxe através das pessoas que se aproximam da gente, é um exercício de ver a vida com os bons olhos. Na verdade, é um exercício de sintonia com o plano superior. Bom, rutir suposto. Vamos falar do tema de hoje. O tema de hoje é o capítulo 13 do livro Vidas Vazias de Joana de Angeles, psicografia de Dealdo Franco. Deve ter aqui na livraria.

om o plano superior. Bom, rutir suposto. Vamos falar do tema de hoje. O tema de hoje é o capítulo 13 do livro Vidas Vazias de Joana de Angeles, psicografia de Dealdo Franco. Deve ter aqui na livraria. Se não tiver pode encomendar. É um livro muito muito interessante, porque a Joana ela é de uma de uma capacidade eh intensa de colocar o dedo na ferida. A Joana, ela não é muito de meias palavras, né? Quem assistiu o filme do Divaldo da vida dele ou leu alguns livros a respeito, vai se lembrar de uma passagem em que ela o convida, ela solicita a ele que vá levar o amparo, levar o evangelho, fazer uma visita, né, a um bairro de leprosos na época lá em Salvador, como se diz hoje em dia. E o Divaldo, né, no momento ficou um pouco assim agoniado, entristecido, meio assustado. Falou assim: "Não, não, não, não, Joan, olha, você vai me desculpar, mas é, eu vou fazer outras coisas, mas esse esse local eu não vou não, não, não vai dar." Ela falou: "Então tá, Edivaldo, você é quem sabe, mas deixa eu te falar uma coisa. Aí que vem a assertividade dela. Ou você vai até lá, ou você vai para lá. Ele arregalou uns olhão, não, tudo bem, então eu vou. Quer dizer, ela não tem meias palavras. A a a [risadas] Joana não tá nas suas pistografias, na sua orientação com Divaldo, para passar pano, para passar mão na cabeça. Ela de maneira geral vem nos dizer: "Pessoal, vamos abrir o olho. Nós estamos atrasados. do sino já bateu aula, já começou e a gente não saiu do recreio. Vamos voltar paraa sala. A Joana é assim, muito amorosa, mas muito incisiva, muito direta. Pode parecer até dura às vezes, mas não é. é amiga, é companheira e nos diz muito sobre as dificuldades nossas que precisamos vencer para sermos mais felizes. Vamos achar muitas vezes que o que estamos aprendendo aqui na comunhão ou em qualquer outro local que trate de filosofia do ponto de vista religioso ou não, que nos assista numa numa orientação de caminhada pela vida, que estamos fazendo alguma coisa pelos outros ou para os outros e por isso vai acabar redundando

osofia do ponto de vista religioso ou não, que nos assista numa numa orientação de caminhada pela vida, que estamos fazendo alguma coisa pelos outros ou para os outros e por isso vai acabar redundando numa coisa boa pra gente. Não, nós estamos o tempo todo fazendo algo bom por nós. Não somos mais felizes porque não amamos o suficiente. Não sabemos conviver de maneira harmoniosa, desinteressada, fraterna, como Jesus exemplificou e nos pediu que fizéssemos. Então, a Joana ciente disso, vem dizer pra gente: "Olha, acorda, levanta, mãos à obra". E o tema do capítulo 13, em gratidão, que é o tema do bate-papo de hoje, vem bem nessa linha. Ela começa colocando que em tempos imemoriais, lá atrás, como a Rute comentou também no texto dela, havia a necessidade, foi até tema de bate-papo ontem, não foi, Adriane? A gente falava sobre isso. Nós precisávamos de comportamentos. vamos chamar assim, de duros, agressivos, violentos, sobretudo egoístas, porque chegávamos no reino da humanidade, em planetas primitivos, para que todo mundo possa entender, numa época das cavernas. Então, a gente estava atrás de abrigo, atrás de perpetuação da espécie, de sobrevivência, de proteção. E não dava para fazer isso de uma maneira muito suave, até porque a gente não sabia como. Então, começamos a caminhada de um jeito um tanto quanto egoísta, porque isso aqui visava a nossa preservação. Com o tempo, nós adquirimos posses, fossem relacionamentos, fosse pedaços de pele, fosse locais para passar uma noite, uma região para se alimentar melhor, mas a gente tomava isso uns dos outros. E vem surgir então a necessidade da gente começar a conversar, a negociar, a estabelecer regras de convivência. É quando a gente começa a nossa evolução moral, ela vem depois da evolução intelectual, começa a evolução do intelecto, em seguida, quando surge a necessidade, a gente começa a perceber que não vive sozinho. Vivemos uns com os outros e precisamos uns dos outros. Começa a nossa evolução moral. E a gente só tem melhorado. A gente só tem

do surge a necessidade, a gente começa a perceber que não vive sozinho. Vivemos uns com os outros e precisamos uns dos outros. Começa a nossa evolução moral. E a gente só tem melhorado. A gente só tem evoluído, graças a Deus. Estamos cada dia melhores. Estamos caminhando em direção à espiritualidade maior. Quando um dia, daqui a não sei quanto tempo, seremos todos espíritos puros. Aqueles aos quais a matéria não domina mais, não influencia mais. Seremos nós quem a controlaremos. Mas isso é outra conversa para outro dia. O que importa é que nessa caminhada a gente não vai largar todo o comportamento lá de trás de uma vez. A gente vem largando aos poucos. Mesmo durante essa vida nossa agora, essa existência, digamos assim, a gente percebe que já não somos mais tão interessados em algumas coisas, já não nos importamos mais com algumas coisas, porque não somos talvez mais jovens adultos, não somos mais talvez adolescentes, talvez eh crianças, bebês. As fases da vida vão mudando e os interesses também. Exatamente como evolução espiritual. As fases vão passando, novos conhecimentos vão surgindo, novos interesses aparecem e a gente vai abrindo mão, vai deixando para trás, vai largando de lado aquilo que não nos interessa. Porém, tem uma dessas ferramentas que nós utilizamos lá atrás, que ela não larga a gente, Rut, ela nos acompanha ali parço. É o famoso egoísmo, o pai de todos os vícios. Esse sentimento que a gente não precisa mais naquela escala que tínhamos lá atrás. que fica meio disfarçado na nossa vida em sociedade. Nós já aprendemos a colocar uma carapaça em volta, dar um polimento nela, alustrar, aparecermos bonitos e tal, mas por dentro, na hora que o bicho pega, farinha pouca meu pirão primeiro, né? Olha que naviação interessante, né? na aviação comum, né, essa de transporte de passageiros, quando o comissário de bordo nos ensina que em caso de despressorização as as máscaras cairão, né? Coloque primeiro a máscara em você, depois você vai atender a pessoa para que você tenha condições.

, quando o comissário de bordo nos ensina que em caso de despressorização as as máscaras cairão, né? Coloque primeiro a máscara em você, depois você vai atender a pessoa para que você tenha condições. Era assim que funcionava o egoísmo no início. Primeiro você para você ter condições de ajudar o outro. Hoje você já tem a sua própria bombinha de oxigênio. Você não precisa mais esperar se paramentar para ir em em atenção ao outro. Você já pode fazê-lo de forma prioritária, mas o egoísmo nos nos segura. A gente não sai, Rute, mais batendo nos outros, não puxa mais cabelo lá para a moça da caverna, não dá uma pedrada mais no homem do lado para roubar a caça dele. Nós já até passamos pela fase do duelo. Hoje em dia ninguém espeta mais ninguém que uma espada. não sai mais trocando tiro no meio da rua. A gente tá cada dias melhor. Cada dia melhor. Realmente a coisa tá melhorando. Mas se eu não me cuidar no quesito gratidão, que é o que a Rut estava trazendo pra gente aqui no início, como é que ela vai conseguir sobreviver no arcabolso disfarçado do meu egoísmo? Ela vai aparecer muito limitada. A gratidão vai surgir como ingratidão, porque a minha gratidão vai ser aparente. O egoísta, no fundo, não é grato, porque ele só pensa em si. Ele só pensa no que ele pode receber, no que ele pode conseguir. E chegamos a extremos, segundo a colocação dela, de nos aproximarmos dos outros na intenção de obtermos favores, vantagens, amor, consolo, apoio. Porque muitas vezes, paz-me e você, Rute, nos sentimos superiores e detentores desse poder. Eu tenho esse direito, afinal de contas, eu sou melhor do que muita gente. Então, é justo que me amparem, que me ajudem, [roncando] que me amem, que me demas horas, né, o seu tempo de maneira geral, as suas possibilidades, o seu interesse, o seu amor. Mas isso até a hora que isso me servir ou até a hora que isso me interessar. Quando não servir mais, eu mudo de pessoa, eu mudo de grupo, ou eu simplesmente esqueço, descarto e sigo em frente. Ou se por acaso alguém percebe que eu

e servir ou até a hora que isso me interessar. Quando não servir mais, eu mudo de pessoa, eu mudo de grupo, ou eu simplesmente esqueço, descarto e sigo em frente. Ou se por acaso alguém percebe que eu sou muito assim e começa a querer mudar de atitude, eu noto essa possível perda de apoio. Eu vou lá, então, jogo uma conversa mole, né? faço uma fágula e não sei o que e tal, tento reconquistar para manter na minha servidão ali aqueles a quem eu posso controlar ou usufruir de alguma coisa que eles tenham para me dar. é a ingratidão pura e simples, porque o agradecimento que eu faço, o possível elogio, o possível agrado é sempre da boca para fora. É intencional no sentido de manter a relação. Eu tô agradando, eu tô pagando para continuar recebendo. Perceberam? E ela nos diz que alguns de nós são assim ainda. É claro que talvez num grau não tão grande, gente, a gente não é tão malvado assim. Que tenhamos plena consciência. Por isso que precisamos nos conhecer melhor para saber o quão malvado a gente é ou quanto não somos, né? se fazemos essas coisas de forma intencional ou não. Às vezes é até habitual e nem paramos para pensar. Por que fomos criados assim? Porque viemos de uma sociedade assim, porque nos ensinaram a ser assim. Não importa. A gente tá agindo assim, mas não é por uma fé, é porque estamos no automático. E aí a gente precisa dar uma parada para pensar qual é o tipo de comportamento que a gente tá tendo para com os outros. Daí a Joana muda, diz assim: "Olha, mas não se chatei não, você que recebeu a ingratidão dos outros, não fique preocupado se os outros te usaram, te usaram e te abandonaram, te usaram e te prejudicaram. Deixa para lá". E sabe por quê? Ela diz, ela diz aqui, porque essas pessoas elas são, no fundo, irmãos infelizes, ainda não sabem que não são felizes. Ainda não sabem que isso não vai dar a nenhum deles o amanhã. Porque o amanhã ele só vem com a rede de apoio. Eu não avanço sozinho. Ninguém avança sozinho. E para eu avançar, eu preciso me apoiar

es. Ainda não sabem que isso não vai dar a nenhum deles o amanhã. Porque o amanhã ele só vem com a rede de apoio. Eu não avanço sozinho. Ninguém avança sozinho. E para eu avançar, eu preciso me apoiar nos outros. Preciso da colaboração. Nós precisamos da colaboração alheia uns dos outros. E sem o sentimento real de gratidão, eu não consigo me manter. Eu não consigo permanecer num grupo leal, amoroso, porque todos em volta podem até não falar, mas vão olhar para mim, eu vou entender mais cedo ou mais tarde que o meu comportamento é inadequado. E se eu não tiver condições de caminhar com eles, como é que vai ser? Não tem problema, Rute. Bendita reencarnação. Você volta e recomeça do ponto que que parou. Ah, então tá, tá certo. Ai, gente, eu não precisava voltar, né? Nesse ponto eu poderia ter aproveitado, vou ter que refazer o exercício tudo de novo, porque eu não prestei atenção na diminuição da intensidade do meu egoísmo. Eu vivi na ingratidão. Mas ela falou: "Não, não esquenta com o ingrato não. O ingrato é um irmão nosso que precisa de paciência, de ajuda, de compreensão, porque lá na frente é como se diz hoje em dia, ele vai cair na real. Então, de um jeito ou de outro, a coisa vai ter que seguir. Mas eu tenho certeza, Rut, que tem muita gente aqui pensando assim, né, aqui no salão ou depois no futuro ouvindo a gente falar, mas assim, ah, não, isso não é bem assim não, esse Leandro tá exagerando, imagina que o ser humano é capaz essas coisas. É uma ou outra, a maioria não é assim não. Aí ela dá dois exemplos que nós conhecemos bem na Bíblia, né? Ela fala de Pedro e de Judas. Pedro ali, ó, colado com Jesus, braço direito do homem, andava com ele para cima, para baixo ali, né? O cara quem ele pede que continue a sua obra depois que Pedro nega três vezes e ele avisa depois do galo cantar, você vai negar três vezes. Ele falava da ingratidão num grau maior ainda. Ele falava da ingratidão no grau da traição. Alguém já nos traiu de uma maneira leve ou pesada? quem sa

depois do galo cantar, você vai negar três vezes. Ele falava da ingratidão num grau maior ainda. Ele falava da ingratidão no grau da traição. Alguém já nos traiu de uma maneira leve ou pesada? quem sa moderada. Hã, já passamos por isso. Ah, eu já passei por isso. Então, deixa eu fazer outra pergunta. Já fizemos isso com os outros? Já traímos as pessoas também? Ã, é, é, talvez, pensando bem, ah, então não vamos reclamar, vamos deixar de lado, vamos seguir em frente procurando fazer o bem. Depois ele fala de Judas também que se arrepende, depois toma atitude drástica. Então, nós temos sim a necessidade de nos reavaliarmos para diminuir a nossa ingratidão que tá associada ao nosso egoísmo, que ainda existe. Se não existisse, nós não estaríamos morando no planeta Terra. Nós já estaríamos em outro planeta com outra condição de moradia. É, é importante que não tomemos a palavra gratidão no sentido contrário, né, de alguém que foi ingrato com a gente, de uma ingratidão que nós recebemos, porque só se incomoda com o comportamento alheio aquele que ainda precisa do aplauso, do elogio. para seguir o verdadeiramente bom, o desinteressado, o altruísta, como a Rut leu, vai fazê-lo sem nem querer saber se alguém gostou ou não. É claro que um bom retorno no serve de incentivo. Estou no caminho certo, ótimo, vou vou perseverar, mas na falta do incentivo eu vou continuar, porque é o melhor caminho para mim. E eu queria deixar com vocês então aqui o último parágrafo desse texto dela, quando ela coloca assim: "Quando não puderes retribuir ao teu benfeitor algo do muito que ele te ofereceu, passa a outrem, aos outros a colaboração da amizade. o sorriso de simpatia, a ajuda que seja possível ofertares. O mundo está repleto de ingratos, mas o amor lentamente vence as resistências do egoísmo [roncando] e espalha ternura, afeto e gratidão em toda parte. Meus queridos, que saíamos daqui com a lembrança que Jesus, nosso irmão maior, nosso eterno guia, tá sempre cuidando da gente. Embora não precise, elevemos o nosso

ura, afeto e gratidão em toda parte. Meus queridos, que saíamos daqui com a lembrança que Jesus, nosso irmão maior, nosso eterno guia, tá sempre cuidando da gente. Embora não precise, elevemos o nosso pensamento a ele, pedindo que por todo o amor que nos tem dado, nos dê um pouco mais, nos ajude a não sermos ingratos, a não querermos só para nós, que nós possamos, cada um de nós, ser aquele que doa e não aquele que pede. Muita paz. Eu acho que ficou bem claro sobre essa ingratidão, né? A gratidão e ingratidão. Nós trouxemos os dois lados para fazer uma reflexão de que lado que eu estou. Tô no meio. Tem hora que eu dou uma bandeada para um lado, tem hora para outro. quando ele falou de eh da traição, né, de Judas, de Pedro, eh que traiu Jesus três vezes, foi ingrato, eh, porque Jesus estava sempre ali com eh permitindo que ele estivesse com ele. Mas tem uma coisinha que eu acho muito linda, que eu fico assim, ah, eu podia tanto ter puxado um pouquinho o irmão, né, mas não teve jeito. é que Jesus sabia da potencialidade de Pedro. E às vezes nós sentimos, ah, eu fiz tanto por fulano e fulano foi tão ingrato ou eu fui muito ingrata. Mas a gente sempre dói muito quando o outro é ingrato com a gente, né? A dor fica difícil quando alguém pisa no carro da gente, mas quando a gente pisa do outro, ah, não, ó, foi um escândalo, só uma pisadinha, não teve problema nenhum. Então, eh, pra gente falar, ele foi ingrato, mas ele tem uma outra potencialidade. Foi nós só nesse momento, pra gente não trazer aquela, aquela mágoa, aquela chateação que fizemos. Porque quando eu falo: "Olha, ele foi ingrato por aquilo que eu fiz, é porque eu queria reconhecimento. Eu queria reconhecimento, porque se eu não não quiser reconhecimento, bom, o problema é dele, né? Ele, talvez ele não entendeu nesse momento, vai entender em outro. Agora imagine se Jesus ficasse aborrecido com a ingratidão, né? Mas ele reconheceu aquela potencialidade, não é? Então que a gente possa também não ter, não sentir

esse momento, vai entender em outro. Agora imagine se Jesus ficasse aborrecido com a ingratidão, né? Mas ele reconheceu aquela potencialidade, não é? Então que a gente possa também não ter, não sentir ingratidão dos outros, porque o outro vai se fazer o que ele acha que deve fazer, mas que nós temos que preocupar com aquilo que eu sinto. Não é que ele Helena falou tão bem do egoísmo, né? ser ingrata com aquilo que eles falam ingrata com o prato que comeu, né? Tem uma um ditado desse jeito que eu nunca sou péssima nos ditado, né? Mas é ser grata por coisas simples, mas aquele simples me ajudou muito, né? Então vamos começar a fazer fiscalizar nossas atitudes para ver se nós estamos mais ingratos do que gratos, né? E mesmo com, não é só com o nosso próximo, é com esse Deus de finita bondade, esse Jesus amoroso que tá nosso guia protetor, né, que tá aqui dia e noite e a gente até esquece que ele tá nos ajudando, ele tá nos observando, ele tá quantas vezes ele deve tirar as pedras do caminho ou não? Ou ajuda a gente a contornar a pedra porque é perigoso, né? Ou às vezes deixa a gente até tropeçar, mas dar a mão para não cair. Só pra gente aprender olhar pro ali mais pro chão, olhar para as coisas que são difíceis, né? Se eu cair é difícil eu levantar, será que é? Mas ele tá ali para ajudar. Então vamos começar a prestar atenção nisto, né? Nessa nossa vida, nesse nosso momento de vida aqui no nesse planeta de provas e expiações, né? de provas para que a gente possa sair daqui passado de ano, né, pra gente fizemos tudo, aprendemos tudo e agora vamos começar a nova etapa. E por isso que nós temos que ter grato a esse Deus, grata a Jesus, porque eles vão continuar nos ajudando quantos momentos a gente retornar a esse planeta. Quantas vezes for possível? Então, não vamos esquecer dessa gratidão, não vamos esquecer nenhum momento. Então, que essa paz que agora está reina nesse salão, né, que já incorporamos toda essa energia maravilhosa, agora só falta a gente completar com recebimento do passe. E

vamos esquecer nenhum momento. Então, que essa paz que agora está reina nesse salão, né, que já incorporamos toda essa energia maravilhosa, agora só falta a gente completar com recebimento do passe. E para isso nossa irmã está ali para conduzir todos nós. Então, que a doce paz de Jesus se faça presente hoje sempre em nossas vidas. E para vocês que nos assistem também, que essa doce paz chega até vocês. Beijo no coração e até quarta-feira que vem. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam

caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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