IGESE Falando de Espiritismo - A lei de destruição e os conflitos humanos - Herivelto Carvalho

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 06/12/2022 (há 3 anos) 1:14:41 68 visualizações

Programa de explanações, entrevistas e bate-papos realizado pelo IGESE, com apresentação de Adriano Máscimo, que procura levar até você, de forma simples e descontraída, conteúdo espírita relevante por meio da análise dos mais diversos temas à luz do Espiritismo. Toda segunda-feira, às 21 horas.

Transcrição

Olá queridos irmãos uma boa noite a todos estamos de volta aqui mais uma vez com o nosso programa Boa noite nós vemos aqui nós vamos aqui mais uma noite né de estudos aqui no gease Hoje nós temos uma temática muito interessante é que o nosso programa falando de espiritismo Vamos fazer um convidado muito especial aqui que o nosso irmão Erivelto que retorna que é o nosso programa de segunda-feira justamente para poder tratar conosco de assuntos que fazem parte do Cabedal de conhecimento Espírita assuntos que são parte da codificação Espírita mas que às vezes eles às vezes nos escapam assim um pouco ao estudo diário às vezes até a compreensão hoje mesmo né é o nosso tema ele faz parte das leis Morais nós vamos falar um pouquinho da lei de destruição que é uma lei que ela é pouco estudada e ainda causa uma pequena confusão ainda na mente dos espíritas né Vamos então convidar o nosso amigo para dividir a tela que conosco Boa noite a todos beleza meu irmão tudo bem tudo na paz graças a Deus bom eu sei que quem nos assiste aqui já conhece o Erivelto de longa data ele é um amigo do é uma pessoa muito querida uma pessoa que sempre traz para a gente uma luz diferente né iluminando um pouquinho mais essa temática Sempre é com uma perspectiva atualizada né Ele veio gostaria que você falasse um pouquinho dos nossos irmãos um pouquinho de você aí é eu costumo brincar até com Adriano aqui que eu já sou sócio do jéssi já participo aqui a cerca de dois anos a gente tá sempre aqui de certa maneira trazendo algum contribuição é sempre uma satisfação está aqui nesse canal participando desse desse momento mas eu sou Espírita a 26 anos né desde 96 e comecei no espiritismo no grupo espírita De Ibatiba que fica na cidade de Ibatiba aqui no Espírito Santo a cidade onde eu resido já participei bastante de eventos e atuações espíritas em geral do movimento Espírita capixaba e atualmente Eu participo de alguns grupos de estudo em que a gente desenvolve pesquisas a respeito da doutrina espírita mas focado

eventos e atuações espíritas em geral do movimento Espírita capixaba e atualmente Eu participo de alguns grupos de estudo em que a gente desenvolve pesquisas a respeito da doutrina espírita mas focado né na questão científica que é o grupo livre livre pensar Espírita E também o grupo ciência Espírita que tem muitos contribuintes né muitos muitas pessoas que pesquisam e também trazem contribuição de vários lugares do Brasil Então a gente sempre está fazendo pesquisas a gente está sempre publicando artigos publicando textos que tentam trazer essa parte cultural da doutrina espírita que toca em vários assuntos inclusive na correspondência do conhecimento espírita com o conhecimento acadêmico né com a cultura em geral aquilo que muitos pensadores espíritas do passado né como Deolindo Amorim como jheer eles falava que seria essencial né o espiritismo está sempre dialogando com conhecimento estabelecido mostrando também é que ele é um conhecimento válido para a sociedade que ele tem muita contribuir também para as teorias que estão exigentes então eu trabalho muito nesses grupos né do livro Pensar Espírita do conhecimento espírito de ciência Espírita e a gente tem esse objetivo Então hoje eu tô aqui para trazer um pouco mais desse estudo que a gente tem feito e dialogar né sem aquela perspectiva de ser verdade na verdade a gente quer trazer é uma reflexão e que essa reflexão seja um ponto de debate né entre todos os espíritas que possa gerar questionamento que possa gerar uma contribuição um certo interesse até por esse tema que né Que o Juliano destacou que muito que o a lei de instrução é uma lei importante de ser estudada e às vezes um pouco esquecida né no meio Espírita e toda a os assuntos e tudo aquilo que se decorre né a respeito da existência dessa lei e dos estudos referentes a ela também então a gente tá aqui hoje para trazer apenas uma contribuição a esse debate que com certeza é muito rico e agradeço mais uma vez essa oportunidade e a esse convite comentário que você fez agora no início

o a gente tá aqui hoje para trazer apenas uma contribuição a esse debate que com certeza é muito rico e agradeço mais uma vez essa oportunidade e a esse convite comentário que você fez agora no início porque realmente é Allan kardecle era um homem muito pragmático né quis transmitir junto com essa espiritualidade superior foi justamente é questões para a gente aplicar no nosso dia a dia né no espiritismo que a gente pudesse aplicar na nossa casa no nosso trabalho que nos ajudasse a interpretar o que acontece no mundo né Para a gente não se escandalizar com as coisas que acontece compreender que tu tem um sentido um significado né para ele poder viver melhor né você não sentimos tão perdidos né e entendemos realmente Qual que é a orientação né Para nossa existência achei muito bom você falar isso não sei se fosse assim uma uma chave hermenêutica né para você decifrar esses enigmas da vida toda né que fazem a gente ficar tão angustiado tão sem saber por onde ir né então o espiritismo nessa chave que vem abrir essa porta onde as respostas vão vão chegando no seu tempo devido né então eu interpreto metaforicamente a doutrina espírita nesse sentido assim muito bom isso bom antes de darmos início a nossa a nossa noite aqui de hoje né Vamos dar um boa noite aqui para os nossos irmãos que já deixaram a sua mensagem no chat né então é o Jorge me achiro Boa noite Jorge tá lá em São Paulo nos acompanhando a Alicia Lima também mandou uma boa noite mandou uma paz para todos aqui para você também Alice obrigado por nos acompanhar Lembrando que olha nós estamos aqui acompanhando as mensagens online quem quiser deixar aí o seu comentário quem durante a nossa a exposição do Erivelto tiver alguma dúvida quiseram esclarecimento Extra Deixa essa mensagenzinha nós vamos dar uma tá sempre acompanhando aí tá para poder tentar esclarecer o máximo né dentro do nosso tempo limitado a gente vai tentar esclarecer o máximo aí né quem a gente puder tá olha Eliane Fagundes acabou de entrar aí Boa noite Eliane que também

der tentar esclarecer o máximo né dentro do nosso tempo limitado a gente vai tentar esclarecer o máximo aí né quem a gente puder tá olha Eliane Fagundes acabou de entrar aí Boa noite Eliane que também ela ele é minha esposa né ele também acompanha aí a vigésia sempre também a trabalhadora do Jessie né então é muito bom né tá com a gente aqui E então é isso vamos então lembrando os nossos irmãos que deixa o seu like pega esse vídeo multiplica ele ajuda a gente espalhar essa luz aí né por todo o Brasil e até fora do país né Hoje é o Instituto que tem alcançado aí né longas distâncias Graças a Deus né Mas vamos fazer então nossa prece de abertura vamos vamos combinar assim eu faço a pressa Inicial você faz Afinal pode ser tranquilo combinado os nossos os nossos irmãos né que estamos acompanhando a fechar os olhos sentarem na posição confortável né Vamos então tentando relaxar aliviar os nossos pensamentos desse trânsito diário né das nossas atividades sabemos que as equipes espirituais nesse instante vão se posicionando aqui ao nosso redor né não apenas aqui onde estou mas também lá no lar do Erivelto nos lares que estão conectados aqui nesse instante estamos falando uma espiritualidade que vai nos assessorar nos dar esse suporte nesse momento né então vamos contar com agradecendo muito a Jesus muito obrigado querido mestre por essa oportunidade que o senhor está nos concedendo de nos reunirmos mais uma vez senhor em torno das suas lições em torno desse seu quinto evangelho que é a doutrina espírita na entrada para nós por esse Apóstolo né Evangelista que foi Allan Kardec Muito obrigado mestre por essa oportunidade reunimos aqui hoje mas tem nome dessa saudade imensa que sentimos da tua presença Senhor daqueles momentos séculos atrás em que nos reunimos senhor durante a tua presença para receber o teu abraço carinhoso o teu consolo vira tua palavra de esperança e fé Senhor muito obrigado por essa oportunidade e rogamos aos nossos bons espíritos amigos que possam abençoar as nossas lares

ceber o teu abraço carinhoso o teu consolo vira tua palavra de esperança e fé Senhor muito obrigado por essa oportunidade e rogamos aos nossos bons espíritos amigos que possam abençoar as nossas lares abençoar a vida de cada um que está conectado aqui nesse instante que possa nos proteger nos amparar e nos iluminar que torna a palavra do nosso irmão Erivelto límpido e Clara para os nossos ouvidos e que nós também possamos absorvê-la né de maneira intensa ilumina nosso irmão que vai falar conosco essa noite mestre Muito obrigado e que assim seja Então é isso Elivelton aí ó Suzana entrou aqui boa noite Suzana e é isso meus irmãos Olha eu vou passar a palavra com o nosso irmão Erivelto é ele aqui que é o nosso Astro aqui nessa noite de hoje queremos muito ouvi-la eu pessoalmente tô muito ansioso para ouvir Esse tempo é um tema que a gente quase não ouve por aí né então eu mesmo curiosíssimo com as novidades que ele vai nos trazer aqui essa noite tá bom Elivelton fica à vontade a palavra é tua meu irmão daqui a pouquinho eu te encontro tá bom Tá certo muito obrigado Juliano bem esse nosso estudo de hoje ele tem um objetivo de entender a respeito dos conflitos humanos a gente entende como os conflitos humanos qualquer é interferência né na comunicação entre os seres humanos que podem acabar desencadeando momentos de violência de guerra de assassinatos de desentendimentos em geral mas é preciso entender também que esses desentendimentos esses conflitos humanos que sempre estiveram presentes na história da espécie humana eles estão de certa forma vinculados a um princípio que a gente conhece na doutrina espírita que é a respeito da lei de destruição a lei de instrução é uma das leis Morais que são estudadas no Livro dos Espíritos e ela está detalhada né no livro terceiro de um Livro dos Espíritos no capítulo 6 aonde ele trata detalhadamente a respeito é dessa lei universal dessa lei moral que nos rege que rege tanto os demais seres vivos como plantas animais o universo como todo o sistema solar né a

ítulo 6 aonde ele trata detalhadamente a respeito é dessa lei universal dessa lei moral que nos rege que rege tanto os demais seres vivos como plantas animais o universo como todo o sistema solar né a lei destruição ela é universal ela abrange o universo como todo né desde os astros o universo os planetas aos seres vivos que é os habitam mas quando a gente trata especificamente desse conceito como uma das leis Morais nós entendemos as leis Morais estudadas pelo espiritismo como aquelas leis imutáveis e universais né estipuladas por Deus que regem digamos assim a relação dos Espíritos né Principalmente nós espíritos encarnados também mas espíritos no sentido amplo a relação dos Espíritos para com Deus para com o universo e para com os outros espíritos também né os seus próximos essas leis Morais São aquelas leis que regem todas essas relações que que não ficam apenas na questão espiritual mas elas vêm também para o mundo material e na época de Kardec era muito entendido também a palavra moral como aquilo que diz respeito ao comportamento do homem aquilo que diz Com relação ao comportamento da humanidade a como que a espécie humana se relaciona né em sociedade Então essas leis Morais também podem ser entendidas no conceito de leis universais leis divinas que dão a diretriz para o funcionamento de uma sociedade como que cada um de nós como espírito encarnado ou como espírito no Mais amplo sentido podemos nos relacionar uns com os outros com a nossa divindade né com Deus com a espiritualidade como mundo espiritual com o universo e as leis Morais né Inclusive a própria lei de destruição que a gente vai tratar aqui hoje e a gente vai tratar especificamente não da lei são como um todo a gente vai se prender a um aspecto da lei de destruição porque a lei de instrução ela trata de destruição em geral tanto daquelas fontes de destruição que são naturais né que não são controladas pelo homem não são provocadas pela cultura humana como aquelas destruições também que são de origem humana provocadas pela

nto daquelas fontes de destruição que são naturais né que não são controladas pelo homem não são provocadas pela cultura humana como aquelas destruições também que são de origem humana provocadas pela atuação do ser humano no planeta como por exemplo os conflitos as guerras os assassinatos que são destruições de origem humana mas essa lei de destruição que nós vamos tratar aqui hoje a gente vai especificar Como que o entendimento da Lei destruição faz a gente compreender melhor o porquê da origem dos conflitos humanos que vão ser que vão manifestar através das Guerras dos conflitos dos assassinatos do da violência da rivalidade da indiferença da incapacidade de diálogo Então a gente vai se prender especificamente a origem dos conflitos humanos segundo o que se compreende dos estudos da lei de destruição mas a lei de instrução como a lei moral a gente pegando também essa perspectiva de que o estudo das leis Morais segundo o Livro dos Espíritos e pegando também aquela ideia aquela perspectiva de que a doutrina espírita constitui a terceira revelação da lei de Deus Ou seja a doutrina espírita ela é não só historicamente uma continuação da Lei mosaica e também do cristianismo tanto no aspecto histórico como também no aspecto da Revelação entendemos conforme o próprio Livro dos Espíritos já trazia para gente e outras contribuições da própria obra da cod Kardec baseado na opinião dos próprios espíritos que estavam envolvidos né nessa codificação de que a revelação Espírita nada mais é do que também a continuação de um processo de revelações que tiveram início lá na época de Moisés na formação do povo hebreu Depois teve uma maturação uma continuidade um progresso maior na época do Evangelho né na época do Cristo e que vem quando eu tenho Espírita adquirir um caráter ainda mais racional filosófico e científico de sua complementação então entendemos que a lei de instrução ela faz parte também dessa Revelação e nada mais é do que uma complementação ou ampliação cultural daquilo que a gente entendia na época de

e sua complementação então entendemos que a lei de instrução ela faz parte também dessa Revelação e nada mais é do que uma complementação ou ampliação cultural daquilo que a gente entendia na época de Moisés Como decálogo aquela primeira Revelação primitiva da lei de Deus da qual Moisés teve acesso e se tornou uma das formas da base histórica e da história da Moral e da ética do mundo ocidental Então a nossa moral a nossa ética o nosso direito a nossa civilização no seu aspecto moral ela é basicamente é moldada conforme a essa revelação que foi adquirida no tempo de Moisés com o decálogo né as primeiras 10 leis que foram passadas diretamente pela divindade ou pelos espíritos superiores a Moisés com o passar do tempo essa lei foi adquirindo uma maior complementação né O evangelho nada mais é também do que pegar essas mesmas leis do decálogo e torná-las ainda mais compreensíveis né de uma maneira mais justa de uma maneira é mais dinâmica e a doutrina espírita vem a partir da publicação de um Livro dos Espíritos trazer o entendimento ainda mais racional sobre essas leis então a lei de destruição ela de certa forma é tratada lá no decágono da proibição do assassinato quando fala da proibição de se desejar aquilo que é do próximo então de uma maneira mais rústica a lei de destruição e a questão dos conflitos humanos está ali né nesse DNA da Ali da dessa primeira codificação que foi ela Em mosaica inclusive né na questão 648 de um Livro dos Espíritos é comentado justamente essa questão essa divisão da lei de Deus em 10 partes é a mesma de Moisés de natureza abranger todas as circunstâncias da vida O que é essencial podes pois adotá-la sem que por isso tenha qualquer coisa de absoluta não o tem nenhum dos outros sistemas de classificação que todos dependem do Prisma pelo qual Se considere o que quer que seja então aqui mesmo Kardec os espíritos dizem que essa Divisão das 10 leis Morais segundo o capítulo o livro terceiro de um Livro dos Espíritos nada mais é do que uma ampliação de todo esse conceito

seja então aqui mesmo Kardec os espíritos dizem que essa Divisão das 10 leis Morais segundo o capítulo o livro terceiro de um Livro dos Espíritos nada mais é do que uma ampliação de todo esse conceito trabalhado acerca de 2 3 mil anos aí né e além de destruição ela é introduzida lá no Livro dos Espíritos a partir da questão 728 aonde é questionado a esse colegiado espiritual é lei da natureza a destruição Ou seja a destruição é uma coisa inventada criada ou pertence à natureza é uma coisa fundamentada na própria divindade os espíritos respondem precisa que todos esses estudos para Renascer porque o que destruição não passa de uma transformação que tem por fim a renovação a melhoria dos seres vivos e Kardec ainda comenta a destruição dos seres vivos uns pelos outros é uma das leis da natureza que é em primeira vista parece conciliar-se menos com bondade de Deus então ou seja essa lei destruição foi estipulada por Deus para o progresso da Humanidade para o progresso do próprio universo e dos seres vivos que aqui se encontram então a gente pode notar que toda vez que essa lei de destruição ela ocorre tanto num sentido no aspecto mais Regional quanto no aspecto mais amplo é seguido de um certo desenvolvimento pegando por exemplo a história da humanidade acerca de 10 12 13 mil anos atrás nós tivemos aqui um dos períodos em que se houve uma das últimas etapas de extinção em massa da história da terra que ocorreu com o momento do fim da era acerca de 10 12 13 mil anos atrás nesse período várias espécies animais por exemplo deixaram de existir a geografia do nosso planeta mudou drasticamente e apesar de ter sido um momento difícil para a humanidade encarnada naquele período coincidentemente também foi um período em que se passou por maiores dificuldades de adaptação e a partir desse momento também a raça humana começa a desenvolver alguns conhecimentos Como por exemplo o surgimento da Agricultura o surgimento da pecuária E aí Começam a surgir as primeiras assentamentos humanos baseados nesse

ém a raça humana começa a desenvolver alguns conhecimentos Como por exemplo o surgimento da Agricultura o surgimento da pecuária E aí Começam a surgir as primeiras assentamentos humanos baseados nesse novo conhecimento nessa nova tecnologia então uma destruição que aconteceu por causa de fenômenos naturais ocasionou por exemplo um desenvolvimento da humanidade e esse desenvolvimento da agricultura da pecuária e tudo mais acabou gerando esse fenômeno que nos trouxe a civilização atual na época de desenvolvimento tecnológico que nós estamos vivendo até o presente momento Claro que todo esse desenvolvimento essa nova etapa da humanidade também trouxe novos desafios novos problemas novas situações que precisam também de outras soluções soluções que são descobertas a partir do momento que nós também evoluímos moralmente intelectualmente para poder descobrimos a soluções que podem ser trabalhadas de qualquer forma a destruição ela é inerente né a toda a vida humana e não só a questão da vida humana como nós falamos o sistema solar ele tem um determinado momento previsto para o seu fim segundo os cientistas também até o nosso universo que nós habitamos vai chegar um determinado momento também que ele vai ter o seu fim então essa renovação Ela está aí conforme uma lei de Deus e é necessária para que haja uma transformação sua própria questão 728 de um Livro do Espíritos é trata Às vezes a gente pensa a destruição como algo que é o fim completo de uma determinada existência que é o fim completo de uma determinada situação nada mais é do que o início de um ciclo novo uma situação necessária para que possamos evoluir como um todo e a gente pode tratar essa questão da da lei de instrução de duas maneiras né como nós falamos anteriormente aquelas destruições são de causas naturais e aquelas são de causas culturais nosso objetivo hoje aqui principalmente como a gente vai falar da origem dos conflitos humanos é tratar do aspecto da lei de destruição que está vinculado as causas

s e aquelas são de causas culturais nosso objetivo hoje aqui principalmente como a gente vai falar da origem dos conflitos humanos é tratar do aspecto da lei de destruição que está vinculado as causas culturais ou seja aquelas que tem a interferência do homem principalmente aquelas que são desencadeadas por esse instinto de destruição que todos nós temos e quando ele é também de certa maneira é contaminada pelo Desejo a partir do momento que o desejo da humanidade o desejo do homem ele se torna por exemplo um certo guia para o seu desenvolvimento é esse desejo também quando ele é ofuscado pelo orgulho e pelo egoísmo somado ao instinto de destruição é que ele causa todos esses conflitos Que nós conhecemos sabemos por exemplo que a guerra o assassinato né a o sacrifício de inocentes e tudo mais é um fenômeno que acompanha a humanidade desde os seus primórdios Há muitos estudos antropológicos estudos que que demonstram Como era a vida por exemplo na idade da pedra que mostra que já antes do surgimento da civilização fenômenos como a guerra os conflitos os assassinatos a disputa pelo poder já existia naqueles grupos humanos de maneira ainda anterior ao surgimento do homem civilizado então ou seja o desejo humano somado a esse instinto de destruição porque todos nós temos Por que que seria esse instrução seria aquele instinto que nos impele a lutar pela nossa vida então por exemplo o homem primitivo né ele precisava caçar ele precisava colher ele precisava destruir aquilo que estava no seu ambiente para poder se sustentar para poder sobreviver né todos os seres vivos de certa maneira se valem desses aspectos da Lei destruição e do seu instinto de destruição para poder também de certa maneira é sobreviver então a gente vive no equilíbrio entre a destruição e A Conservação para que nós possamos nos conservar vivos e atuantes aqui nesse mundo material nós precisamos de certa maneira de destruir nós precisamos destruir de certa forma alguma coisa da natureza nós precisamos derrubar árvores

mos nos conservar vivos e atuantes aqui nesse mundo material nós precisamos de certa maneira de destruir nós precisamos destruir de certa forma alguma coisa da natureza nós precisamos derrubar árvores nós precisamos matar os animais nós precisamos plantar e colher né destruir as plantas Então esse instinto de destruição ele está aí e até no sentido também de que alguns seres humanos para poder para poder sobreviverem nesse mundo de provas e expiações antigamente também nesse mundo primitivo eles tinham que para sobreviver eliminar infelizmente uns aos outros aí a origem dos conflitos dos assassinatos e das Guerras até para poder proteger a si mesmo a sua família ao seu clã eles tinham que utilizar desse instinto de destruição para que pudesse o instinto de conservação também funcionar Então essa esse equilíbrio entre destruição conservação ele está impregnado né no nosso instinto no nosso ser muito forte por exemplo em uma obra de 1920 ele teoriza sobre isso ele fala que todos nós seres humanos temos uma punção de morte ele fala que essa pulsão de morte nada mais é do que um instinto de destruição que nos leva a batalhar pela vida então seja ele chama a pulsão de morte ou instinto de morte de tanatos e o instinto de conservação de se manter a vida de Eros então que a nossa vida no mundo material né de maneira simplificada de uma maneira resumida ela é se ela poderia ser resumida nessa luta entre a pulsão de vida e a pulsão de morte entre a psique de Eros a função de vida e a psique de tanatos que é pulsão de morte ou o instinto de destruição então a gente se equilibrava dessa maneira então o instinto de destruição nada mais é do que algo natural na nossa vida né Nós como espíritos encarnados precisamos de passar por essa etapa para podermos sobreviver aqui nesse mundo material e dar continuidade essa nossa jornada de evolução espiritual porém como Nem tudo são flores como nós estamos também como somos Espíritos é imperfeitos ignora e como também somos ainda muito

o material e dar continuidade essa nossa jornada de evolução espiritual porém como Nem tudo são flores como nós estamos também como somos Espíritos é imperfeitos ignora e como também somos ainda muito dominados pelo orgulho e pelos preconceitos e pelo egoísmo esse instinto de destruição que todos nós temos de certa forma ligado à preservação também ele acaba se corrompendo pelo Desejo principalmente porque o desejo humano também lá está corrompido pelo orgulho o egoísmo aí é que esse instinto de destruição ele passa a ser contaminado pelo Desejo e se torna uma espécie de Desejo de poder exacerbado é o que a gente vai ver que na nossa sequência né a Kardec fala por exemplo em a Gênese a respeito de uma teoria desse instinto de destruição E como que ele se perde como que ele se exacerba e acaba de certa maneira né contaminado pelo Desejo corrompido porque o desejo todo nós temos mas o desejo dominado pelo orgulho egoísmo é que vem contaminar o instinto de destruição e gerar os conflitos as violências essa falta de diálogo e essa incapacidade humana às vezes de manter um relacionamento harmônico e racional mas lá em a Gênese no capítulo 3º onde faz um estudo do bem e o mal na parte que fala destruição dos seres vivos um pelos outros o item 24 é Kardec comenta a seguinte questão a respeito do instinto de destruição mais tarde o instinto animal e o sentimento moral se encontra balança Então seja instinto moral e a questão do sentimento moral que é aquela lei Divina instalada lá na nossa consciência O Livro dos Espíritos diz que todo esse conhecimento dessas leis Morais que a gente fala lá no Livro dos Espíritos está instalado em nossa consciência então o espírito simples ignorante já tem essa esse conhecimento instalado lá ele só não tá ainda desperto ele só não tem ainda condições de entender essa lei moral inscrita lá na sua consciência Então nesse momento é esse instinto de destruição ele vai estar contaminado ainda muito por esse lado material de desejo né egoico do ser humano então

der essa lei moral inscrita lá na sua consciência Então nesse momento é esse instinto de destruição ele vai estar contaminado ainda muito por esse lado material de desejo né egoico do ser humano então continuando Kardec diz o seguinte então o homem luta não mais para se alimentar é que falando é desenvolvimento não primitivo em relação ao homem civilizado né ele não luta mais só para se alimentar mas para satisfazer sua missão seu orgulho a sua necessidade de dominar para isto ainda ali é necessário destruir Então seja no momento que o ser humano passa a ter aquele desejo de posse no momento em que saímos daquelas sociedades coletoras daquela sociedade de caça e passamos para essa sociedades que passam a plantar a desenvolver cidades a desenvolver economia a desenvolver riqueza a desenvolver o patrimônio né a o surgimento por exemplo da propriedade privada que é um grande desenvolvimento na etapa né da do desenvolvimento humano mas paralelo a isso o ser humano também começa a crescer o seu desejo egoico e orgulhoso sobre isso agora ele tem que manter o seu poder ele não tem mais que lutar ele não tem que usar mais o seu instinto de destruição apenas para sobrevivência como os animais fazem os animais destroem-se uns aos outros é apenas para manter esse seu instinto de preservação de sobrevivência o ser ultrapassa essa questão ele agora transfere esse seu instinto de destruição para destruir o seu semelhante no sentido de satisfazer sua ambição seu orgulho seu desejo de poder sua necessidade de dominar aí começa a questão da exploração do homem pelo homem da do domínio da escravidão né da opressão E aí começa essa etapa dessa fase humana do desenvolvimento do mundo de provas e expiações aonde chegamos a um novo patamar porém ainda não sabemos lidar com esse conhecimento novo e aí que vive esse eterno conflito né porque que estamos ainda em Provas expiações grande parte das nossas provas e das nossas criações são justamente por causa das nossas faltas que foram cometidas por esse nosso desejo

terno conflito né porque que estamos ainda em Provas expiações grande parte das nossas provas e das nossas criações são justamente por causa das nossas faltas que foram cometidas por esse nosso desejo satisfazer ambição o nosso orgulho a nossa necessidade de domínio quase estamos aí nesse momento né vivendo as nossas as nossas vidas sucessivas para podermos de certa forma espugar ou espiar toda essa nossa essas nossas faltas Esse é Nossa falta de desenvolvimento espiritual ainda e pelas culpas que nós adquirimos nesses conflitos humanos aí nas nossas várias encarnações tudo relacionado ao Desejo ao orgulho ao egoísmo relacionados com a lei de destruição aí continua Kardec para isso ainda ele é necessário destruir mas a medida que o senso moral prepondera desenvolve-se a sensibilidade e diminui a necessidade de destruição acabando mesmo por se tornar odiosa e apagar-se o homem adquire o horror ao sangue aqui vem vem os espíritos vem falando o seguinte a medida que nós descobrimos que nós podemos passar por um momento de desenvolvimento espiritual sem levar esse desejo da destruição as últimas consequências que nós devemos superar essa essa desejo de destruição e passarmos ao momento mais harmônico a conviver com os diferentes a conviver com o nosso semelhante a respeitar as diferenças a entendermos altruístas com a situação do outro a superarmos essa nossa etapa de opressão e de e de certa maneira de violência em relação ao próximo em todos os sentidos é que nós poderemos passar para outra etapa do mundo de regeneração então a etapa em que passaremos para o mundo de regeneração seria a superação desse momento em que o nosso desejo de desenvolvimento nosso desejo de crescimento ainda é alimentado por esse instinto de destruição aí vem também uma outra definição interessante que está na questão 708 a de um Livro dos Espíritos os espíritos comentam o seguinte na verdade Kardec pergunta primeiro a eles o instinto de destruição teria desse modo sido dado aos seres vivos por

que está na questão 708 a de um Livro dos Espíritos os espíritos comentam o seguinte na verdade Kardec pergunta primeiro a eles o instinto de destruição teria desse modo sido dado aos seres vivos por desígnios providenciais os espíritos respondem sempre é isso mesmo mas na verdade eles dizem que o instinto de destruição é apenas um instinto de posse exasperado então Ou seja eu me sinto na posse do outro eu me sinto na posse do ambiente eu me sinto o dono da situação quando eu acho que eu posso destruir Principalmente quando eu posso destruir no sentido que a gente se aplica a civilização que é a conquistar o outro a dominar o outro a dominar um outro grupo uma outra nação um outro povo a eliminar aqueles que são os Meus concorrentes aos meus rivais ao momento em que eu tenho a posse da verdade e eu é que tenho direito eu que sou ser iluminado que posso passar essa verdade para todo mundo e eliminar a concorrência daqueles é que não pensam exatamente igual a mim então a lei de destruição também se aplica a essa questão cultural quando Nós pensamos que somos os donos da verdade e que os outros que pensam diferente eles são inferiores e que merecem também de certa forma o nosso expurgo a nossa desconsideração e que eles merecem ser cerceados ou calados aí também é uma forma de violência É também um conflito humano não conflito humano sangrento ou violento no sentido de agressão física mas também uma violência no seu sentido moral no seu sentido cultural E aí Kardec também na questão 754 pergunta aos espíritos né tudo isso na verdade a manifestação da Crueldade então quando o desejo dominado pelo orgulho e o egoísmo somado ao instinto de destruição se manifesta na violência em todos os sentidos nós temos um momento em que a crueldade humana se manifesta na sua pior faceta e Kardec pergunta aos espíritos na questão 754 a crueldade não derivada carência de senso moral Será que é o senso moral que falta e aí a crueldade domina esse instinto de destruição ele ele se exerceba Porque

pergunta aos espíritos na questão 754 a crueldade não derivada carência de senso moral Será que é o senso moral que falta e aí a crueldade domina esse instinto de destruição ele ele se exerceba Porque nós não temos chance moral algum aí os espíritos respondem de uma maneira mais precisa dizer da falta de desenvolvimento dos senso moral Então os espíritos falam Não não é a falta do senso moral que faz a crueldade humana a violência os conflitos humanos se manifestaram dessa forma não é isso todos os seres humanos têm o seu senso moral vendas estão instaladas lá no nosso inconsciente estão lá no nosso espírito só que nós não desenvolvemos não ainda entendemos esse senso moral então é uma não é uma carência do senso moral mas uma falta de desenvolvimento do senso moral aí os espíritos complementam ainda nessa mesma pergunta por quantos senso moral existe tá ele está lá ele existe tanto que o ser humano por mais que eles violento criminoso por mais que ele diz respeito os direitos humanos por mais que ele não não Valorize a dignidade humana ele sabe que está agindo errado nós temos a noção do que é certo é errado mesmo que estamos fazendo o errado em grande parte das vezes isso acontece Há Momentos Especiais né o problema dos Espíritos fala por exemplo aquele sacrifícios praticados por sociedades primitivas que pegava por exemplo indivíduo sacrificava lá por Deus da chuva porque a seca é iminente porque a seca estava destruindo colheita então era necessário sacrificar na hora que o Deus da chuva atendesse e mandasse aquela chuva tão necessária aí é uma violência praticada ainda pela ignorância mas de certa maneira Há sempre um conhecimento de que isso é errado a o desenvolvimento moral que passa né Por esse por essa evolução do nosso conhecimento intelecto moral é que vai fazer com que essa lei Divina instalada lá na nossa consciência vá se despertar e vai nos mostrar o caminho correto aí que a gente vai eliminando esses erros Então os espíritos respondem Não é só para fechar essa questão aqui por quanto

ada lá na nossa consciência vá se despertar e vai nos mostrar o caminho correto aí que a gente vai eliminando esses erros Então os espíritos respondem Não é só para fechar essa questão aqui por quanto o senso moral existe os seus moral está lá não está compreendido ainda com o princípio em todos os homens e esse senso moral que dos seres cruéis fará mais tarde seres bons e humanos então ele está lá naquele ser primitivo naquele ser ainda tomado por seus suas mais paixões o futuro quando estiver desenvolvido ele vai então superar essas más tendências do desejo egoísta e vai compreender como dominar também essa sua seu instinto de destruição e como nós falamos né o próprio Freud também já chamava isso de pulsão de morte aí o Freud dizia que esse instinto destruição nada mais era que uma punção que todos os seres humanos tinham de destruir outros seres destruir o ambiente e até de destruir a si mesmo né então na ânsia do Desejo do Poder né da da de se manifestar como o todo poderoso de se manifestar como o dono da verdade a gente pode acabar levando também a nossa própria destruição não só a destruição do próximo mas a nossa própria destruição Em que momento que esse desejo né Domado pelo orgulho egoísmo ele contamina o instinto de destruição há um texto muito interessante ditado por São Luís que ele foi publicado na edição de julho de 1858 da Revista Espírita o texto chama-se a inveja nesse texto o espírito de São Luís né que de certa maneira é considerado o presidente espiritual da sociedade parisiense de estudo espíritas São Luís ele vem falar da inveja e ele mostra por exemplo a inveja como uma das formas em que esse desejo dominado pelo orgulho egoísmo começa a contaminar é o nosso instinto de destruição E aí é que a gente vai arrumar para os conflitos humanos que levam a situações ainda mais terríveis como guerras assassinatos e tudo mais aonde até vida do nosso próximo ou a nossa própria vida acaba sendo ceifada então Ou seja é aquele momento drástico em que várias experiências encarnadas

erríveis como guerras assassinatos e tudo mais aonde até vida do nosso próximo ou a nossa própria vida acaba sendo ceifada então Ou seja é aquele momento drástico em que várias experiências encarnadas acabam sendo perdidas e precisam ser reiniciadas em novas encarnações e aí também que a nós adquirimos a necessidade de passar por novas provas e novas expiações então a inveja é um indício grave de quando o desejo contaminado pelo orgulho egoísmo está prestes a não levar para esse conflito então São Luís ele fala nesse texto de julho de 58 da revista A inveja que é uma decorrência do orgulho do egoísmo e Deus ama os humildes e Castigo soberbos E aí ele fala dos sintomas do invejoso daquele que tá com esse desejo né tomando conta de si seu espírito está inquieto sua infelicidade terrena chega ao auge inveja o ouro o luxo a felicidade aparencia ou fictícia de seus semelhantes então orgulho egoísmo leva também a gente ter desejo por aquilo que o outro tem ou por aquilo que o outro também deseja a gente vai ver um pouco mais a respeito disso aqui para frente Como que o ser humano tem essa coisa do mimetismo de imitar o desejo do outro que deseja um determinado objeto como que Nós aprendemos a desejar aquilo que outros já deseja nós vamos chegar nesse ponto muito interessante seu coração né do invejoso está devastado sua alma surdamente consumida por essa luta incessante do orgulho da vaidade não satisfeita E aí São Luís fala das consequências disso Aonde isso pode chegar ele se debate Na sua impotência vítima do rívio suplício da Inveja feliz ainda se essas ideias forneças não levam as bordas de um abismo entrando nessa via a si mesmo pergunta se não deve obter pela violência aquilo que julga ele ser devido aí ele começa a acreditar que para desejar aquilo que Objeto de Desejo do outro aquilo que o outro Já possui Será que não é justo que eu faça uso da violência Não é justo que eu seja um criminoso que o assalte que eu seja um corrupto né não será melhor que eu desvie essa verba para o meu

ue o outro Já possui Será que não é justo que eu faça uso da violência Não é justo que eu seja um criminoso que o assalte que eu seja um corrupto né não será melhor que eu desvie essa verba para o meu enriquecimento para que eu possa progredir para mim para os meus Não é justo que eu possa eliminar a vida do outro para tomar aquilo que é dele Será que eu como representante dessa nação não tenha que invadir aquela outra para tomar todos os seus recursos aí que começa esse desejo ele começa a justificar para si que o seu ato de violência é justificável que o seu ato de violência tem uma razão de existir e esse trecho esse texto de São Luís que fala a respeito da inveja né do desejo humano aí fala esse desejo humano contaminado pelo orgulho egoísmo ele acaba trazendo lá né aquele instinto de destruição que os próprios filhos responderem é agora que o ser humano está civilizado ele não usa mais o instinto de destruição só para sobreviver mas sim para lutar pelos seus desejos assim para buscar pelo poder ele quer agora um instinto de posse exercerbado aí começa o perigo e aí que vem a questão da Inveja do desejo daquilo que o outro possui ou de desejar aquilo que o outro também deseja ter um estudo muito interessante que foi desenvolvido é acerca de 50 anos atrás por um antropólogo filosofo e sociólogo francês Renner que isso trata da teoria mimética na teoria mimética de maneira resumida né gerar de fala que o ser humano ele é movido né na sua etapa como como civilização para uma coisa chamada desejo mimético que que eu desejo mimético a mim meses né uma palavra grega que significa imitação que nós estamos sempre imitando uns aos outros né os filhos imitam os pais as pessoas imitam aquelas hoje tem os chamados digital influências né a pessoa tá lá mostrando o seu estilo de vida na internet tem um monte de gente que é imitar e isso já existia no tempo por exemplo dos astros de Holly é do dos astros e estrelas das telenovelas brasileiras é sempre alguém que sequer imitar os seres humanos aprendem

onte de gente que é imitar e isso já existia no tempo por exemplo dos astros de Holly é do dos astros e estrelas das telenovelas brasileiras é sempre alguém que sequer imitar os seres humanos aprendem imitando o comportamento uns dos outros isso seria as mineses e o Renner Gerard ele fala que o ser humano ele não sabe direito como que ele deseja ele tem o desejo dentro de si como uma espécie de instinto né é inerente ao próprio a existência do ser humano mas ele ainda não sabe o que que ele deseja ele não tem uma ideia ainda a partir do momento que ele ele foca o seu desejo e um determinado objeto ou quando ele observa que uma pessoa deseja um determinado objeto ele começa a imitar aquele que deseja Então você tem um individual que é o primeiro que passa a desejar um determinado objeto aí o desejo essa pedra preciosa eu aprendo a desejá-la aí outra pessoa indivíduo B né um imitador ele começa a observar que eu tenho desejo por aquela pedra Ele acha que aquela é interessante começa também a desejá-la então Renner Gerard chama isso de desejo memético o nosso desejo Originalmente ele não tem uma orientação ele não tem um objetivo específico e ele vai se desenvolvendo assim a gente foca em alguma coisa e outros acabam se focando imitando o desejo daquele individual e o Renner verdade ele desenvolveu essa teoria que chama teoria mimética mas a teoriama emética em si mesmo ela é até mais antiga que o próprio Renner gerário o Renê girard ele tem a vantagem o ele é precursor dentro dessa teoria é utilizar a teoria mimética né de explicar como o ser humano imita uns aos outros explicar como que o desejo metico é a fonte da violência do conflito né da rivalidade entre os seres humanos dessa coisa de você viver um país hoje dividido né hoje nós vivemos uma situação política no Brasil em que as pessoas não se entendem muito bem vivem de maneira rivalizada às vezes até dentro dos nossos centros espíritas acontece esse tipo de coisa essa rivalidade que é política que nada tem a ver quando tem Espírita ela cai no

ndem muito bem vivem de maneira rivalizada às vezes até dentro dos nossos centros espíritas acontece esse tipo de coisa essa rivalidade que é política que nada tem a ver quando tem Espírita ela cai no meio Espírita contamina né a nossa família a nossa religião a sociedade nosso local de trabalho então o Renner como que a o desejo mimético está na origem dessas divisões desses conflitos de ideia que às vezes extrapolam para um conflitos de convivência e até conflitos é violentos né conflitos que extrapolam qualquer tipo de respeito à dignidade humana A Teoria é mimética né ela tem origem a filósofos gregos como Platão e Aristóteles então o girard ele vem aqui no último século 20 ele foi um Pensador desencarnado recentemente desencarnou em 2015 há sete anos atrás e mais ou menos na década de 70 ele lança essa sua seu estudo né da teoria mimeética como explicação da origem dos conflitos da violência humana e a teoria do Gerard ela adquiriu digamos assim é uma comprovação científica ainda maior a partir de 1990 quando o pesquisador cores da Universidade de Parma na Itália na Itália descobriram a existência dos neurônios espelho que são uma categoria de neurônios existentes no cérebro humano né no sistema nervoso que são responsáveis por identificar o comportamento do outro né do nosso são esses neurônios espelhos também que dão a capacidade humana é também de de se colocar né no lugar do outro de fazer a empatia de perceber que o outro tá sofrendo ou de perceber que o outro está feliz e compartilhar com ele esse mesmo sentimento então esses neurônios espelhos são responsáveis pela empatia humana e também pelo aprendizado humano e aí essa equipe chefiada pelo pelo pesquisador das neurociências o diácomo rizolati né na universidade Parma descobriu publicou essa descoberta em 1990 e isso deu um digamos assim uma um Cabedal teórico e prático uma evidência ainda muito maior dessa teoria do Gerard né respeito dessa imitação humana e desse crescimento da violência Mas se a gente fosse resumir a teoria de

ssim uma um Cabedal teórico e prático uma evidência ainda muito maior dessa teoria do Gerard né respeito dessa imitação humana e desse crescimento da violência Mas se a gente fosse resumir a teoria de regenerar de também fazer um paralelo com que isso se relaciona com esse conhecimento Espírita das recebação do desejo contaminado pelo pelo instinto de destruição nós podemos resumir a teoria do gerados aqui de forma dois homens passam ambicionar um determinado objeto esse objeto que podemos entender ele como uma metáfora esse objeto pode ser o quê pode ser o poder pode ser uma pessoa amada pode ser uma situação econômica um determinado bem pode ser também a posse da Verdade né eu que tenho a verdade e é eu que vou divulgá-la então esse esse objeto aqui a gente pode entender como uma metáfora para tudo que é objeto de desejo do ser humano então dois homens passam ambicionar esse mesmo desejo tem sempre um que inicia o individual que Digamos que é um indivíduo Modelo ele é o primeiro que passou a desejar esse objeto aí depois o indivíduo B observa desejando esse objeto e pensa assim esse objeto tem algum valor eu quero também ter ciência e ter o prazer de usufruir também desse valor mas também passa a desejar esse objeto em seguida surge um terceiro um quarto um quinto às vezes pode aparecer um que deseja e se Alia o individual um outro que se Alia ao indivíduo B E aí nessa dimensão ainda individual ainda começando ali por dois indivíduos né Isso é uma forma simplificada de entender a teoria mimética de Girardi ela começa também a passar por uma dimensão social Então você tem grupo se odiando né você tem dentro de uma maior sociedade dentro de um país dentro do próprio planeta terra você tem grupos específicos odiando é uns aos outros inicialmente por uma questão de Desejo de um determinado objeto novamente aqui fazendo a referência que isso é uma uma metáfora de qualquer Objeto de Desejo que existe no mundo então aí esses indivíduos ou esses grupos de indivíduos Eles começam depois a se

objeto novamente aqui fazendo a referência que isso é uma uma metáfora de qualquer Objeto de Desejo que existe no mundo então aí esses indivíduos ou esses grupos de indivíduos Eles começam depois a se rivalizar o individual o indivíduo original percebe que o seu imitador também deseja aquilo que ele deseja então ele começa a vê-lo como rival começa também a se precaver a tomar providências para que o seu rival não conquiste o seu objeto de desejo ao mesmo tempo também o imitador entende que precisa eliminar o individual que é o adorador né o aquele o desejoso original para que ele também tenha acesso então de início eles têm esse conflito por causa de um determinado objeto em comum aí depois passa-se Para uma terceira fase em que esses rivais começa a desenvolver uma agressividade eles ficam cegos por essa agressividade e aquele objeto de desejo que gerou conflitos nem se lembram daquele mais aí eles começam a se odiar digamos assim gratuitamente eles começam a se odiar mutuamente e nem mais aquele objeto de desejo que eles tinham começa mais ser o foco principal aí já começa a ser aquele ódio gratuito eu te odeio simplesmente porque você existe determinados grupos passam de era outro simplesmente que existem vamos lembrar aqui também na questão dos nazistas na Alemanha dos anos 20 e 30 odiando os judeus eles passam eles tinham um objeto de desejo em comum que depois evolui para aquele ódio gratuito e isso em todos os aspectos da sociedade em seguida vem o momento que é chamado de o escândalo o escândalo é quando a impaciência do individual com b ou do grupo A com B chega ao momento de exercerbação tão grande que aí conduz ao impulso violento aí é que entra aquilo que nós estudamos aqui na doutrina espírita que é o instinto de destruição toma conta e ele passa a ser o roteiro da disputa Então esse desejo mimético gera essa rivalidade esse conflito e para resolver o conflito partes para violência aí essa violência ela se manifesta na guerra no assassinato na eliminação no genocídio em todo tipo de

sejo mimético gera essa rivalidade esse conflito e para resolver o conflito partes para violência aí essa violência ela se manifesta na guerra no assassinato na eliminação no genocídio em todo tipo de violência seja ela física ou seja ela cultural né ideológica política e tudo mais seja numa perseguição seja no momento em que você tira a liberdade de expressão do outro né violência em todos os sentidos aí é o momento em que o escândalo vem né vem naquele trecho do evangelho que meu próprio Jesus fala né é necessário que o escândalo Venha nesse momento ele vai vir mas ai daquele porque o escândalo vem então o próprio girard ele pega essa frase do evangelho e fala esse momento do conflito Aonde a crueldade se manifesta é o momento do escândalo aí Inclusive tem uma obra né que dedica totalmente a esse trecho chamado é aquele por quem um escândalo vem essa obra de Gerard ele me trata especificamente desse conceito aí manifesta-se a crueldade humana e aí na questão 752 Kardec pergunta aos espíritos poder se alegar o sentimento de crueldade é o instinto de destruição dos Espíritos respondem é o instinto de destruição do que tem de pior por quanto se algumas vezes a destruição constitui uma necessidade com a crueldade jamais se dá o mesmo ela resulta sempre de uma natureza má Então seja se a destruição Originalmente é uma necessidade humana para sobrevivência a crueldade é umas exterbação é um instinto de destruição naquilo que ele tem de pior é a hora que o desejo né de de rivalizar com com o próximo ele chega ao momento incontrolável e ele parte para esse momento da violência em seguida então a sociedade descarrega esse seu áudio Às vezes pode ser descarregado em uma única pessoa é o chamado bode expiatório é aquele momento por exemplo que é o linchamento é aquele momento por exemplo em que se defende a pena de morte por exemplo a pena de morte é uma forma de que vamos lá matar o criminoso e aquele criminoso sendo morto né Por uma pena capital ele vai redimir o nosso desejo é de Vingança

se defende a pena de morte por exemplo a pena de morte é uma forma de que vamos lá matar o criminoso e aquele criminoso sendo morto né Por uma pena capital ele vai redimir o nosso desejo é de Vingança e esse bode expiatório também ele pode ser a própria guerra no momento em que a guerra acontece ela é uma manifestação do bode expiatório então é aquele que é sacrificado para que a paz possa voltar o próprio Jesus mesmo não pode expiatório né segundo o próprio girard é Jesus é visto como a causa daqueles conflitos naquele momento na Judeia e é necessário eliminá-lo para que a paz possa voltar então ele é visto como um bode expiatório E aí esse bode expiatório ele pode ser vários fatores ele pode ser um fator econômico social por exemplo um determinado grupo social odiado por outros ele pode ser político um determinado posicionamento político odiado por uma uma minoria política odiada por uma maioria pode ser físico pode ser étnico uma pessoa que tem uma determinada Beleza ela pode ser discriminada odiada ou fisicamente até no sentido também de necessidades especiais é uma pessoa que porta uma necessidade especial porque ele tem alguma dificuldade algum defeito físico ele pode ser discriminado né ele pode ser religioso um determinado grupo político pode ser também perseguido E aí ele é o bode expiatório nós temos que eliminar nós temos que perseguir aquele grupo ele pode Nacional também é um estrangeiro né não não num país novo O imigrante que aí ele é visto como desconfiança ele é objeto de ódio né É sobre ele que que está digamos assim a fonte de toda a desgraça que está acontecendo vamos eliminar essa pessoa vamos eliminar esse grupo vamos eliminar essas pessoas aqui que aí a gente vai resolver os problemas aí a gente vem também na questão 763 quando fala daqueles momentos em que religiões antigas sacrificavam uma determinada pessoa né para poder resolver a seca para resolver a fome para resolver um conflito Ah nós vamos ganhar a guerra essa nossa critámos um dos nossos ao

que religiões antigas sacrificavam uma determinada pessoa né para poder resolver a seca para resolver a fome para resolver um conflito Ah nós vamos ganhar a guerra essa nossa critámos um dos nossos ao nosso Deus etc aí os espíritos respondem né como que esse absurdo poderia ser feita até Em Nome de Deus não se revolta o teu espírito quando lesa narrativa das carnificinas humanas que eu trouxe fazia em nome da justiça e não rara em honra de verdade e até não não falando também dessas sociedades primitivas não mas também até a sociedade civilizada a gente sabe por exemplo que o Mundo Cristão né cristandade várias vezes usufruiu né de métodos de tortura para com aqueles que pensavam diferentes algumas vezes também promoveu guerras né contra outros integrantes de outras culturas outros povos de outras religiões para defender a sua postura para defender é o nome de Deus então isso aí também é uma fonte de manifestação do bode expiatório segundo o Renê gerático tá então aí você tem um caos instituiu a guerra o assassinato o conflito como resolver aí a sociedade percebe que após o momento que o bode expiatório foi sacrificado é necessário que se cria algum tipo de ordem social regulada para que o conflito não volte a acontecer aí que vem a necessidade humana de criar as leis aí que as primeiras sociedades agrárias lá de cinco sete oito mil anos atrás a perceber que tinha que se criar leis para se conviver em sociedade o primeiro essas leis tinha um caráter tribal essas leis eram feitas por quem mandava pelos mais fortes e a necessidade de lei para regular o que para regular o desejo humano para que esses conflitos nunca chegam a esse sacrifício o tempo todo aí a necessidade de criar leis para que possamos viver em sociedade mesmo que essas leis não funcionem da forma correta e que elas não consigam segurar por muito tempo esse desejo humano que acaba se exercendo novamente né estamos aí por mais que que nós conheçamos o valor da dignidade humana que nós temos leis de direitos humanos que nós

gam segurar por muito tempo esse desejo humano que acaba se exercendo novamente né estamos aí por mais que que nós conheçamos o valor da dignidade humana que nós temos leis de direitos humanos que nós possamos leis para regulamentar aquilo que é crime aquilo que não é como que nós devemos conviver isso é sempre quebrado a todo momento tanto na dimensão individual como na dimensão social a sempre essa necessidade de um povo sem surgir do outro as guerras dos assassinatos os crimes as ditaduras né o desrespeito a opinião a liberdade de expressão tudo isso acaba sempre se manifestando Então seja as leis humanas elas ainda não tem condições suficientes para regular esse desejo humano para conter essa nossa esse nosso instinto de destruição a própria questão 795 né lá no Capítulo 8 do livro terceiro livro que a gente já falando né na lei do Progresso os espíritos responderam né primeiro pergunta Qual a causa da instabilidade das leis humanas porque as leis humanas são tão instáveis né Elas vivem tendo que querem modificadas aperfeiçoados e Tais nas épocas de Barbara lá nos tempos primitivos né eram os mais fortes que faziam as leis e eles faziam para si a proporção que os homens foram compreendendo melhor a justiça indispensável se tornou a modificação delas mais estáveis essas leis tornam a medida que se aproximam da verdadeira justiça que é aquilo que nós falamos a pouco tempo atrás que o conhecimento da Lei moral é ela está inserido na nossa consciência a partir do momento que a gente desenvolve intelecto e moralmente nós passamos a compreender melhor né essa lei moral instalada na nossa consciência e aí a gente compreendendo ela melhor a gente consegue fazer leis e transformar também a nossa sociedade então as leis A política o estado a sociedade por si só não consegue se modificar a modificação começa primeiramente dentro de nós mesmo é de nós como indivíduos que vamos nos modificando a doutrina espírita é uma ferramenta que a gente tem para isso é que a gente vai dando esse exemplo e

icação começa primeiramente dentro de nós mesmo é de nós como indivíduos que vamos nos modificando a doutrina espírita é uma ferramenta que a gente tem para isso é que a gente vai dando esse exemplo e modificando então a sociedade e aí também é essa teoria do reino de Jade também ela também diz respeito à submissão religiosa né porque o que que o comportamento mais específico das religiões tradicionais você se sacrifica você se submete inteiramente a Vontade Divina para poder adquirir a salvação então ou seja de certa maneira também você faz da sua alma dos seus aspectos Morais uma espécie de espiatória também você faz também sacrifícios você não se modifica verdadeiramente você finge que está de acordo com as leis divinas né nós fazemos isso nós fazemos um disfarce para nós mesmos o nosso instinto está como aquele animal jaulado o nosso instinto o nosso desejo negativo ele está lá aprisionado e a gente faz uma espécie de pacto com a divindade se eu me comportar bem apesar de que eu ainda continuo tendo todos os meus defeitos todas as minhas paixões eu a gente queria a salvação Então essa submissão Divina eu não faço uma Reforma Íntima uma reforma moral efetiva acaba que em determinado momento seja nessa ou em outra Encarnação esse mal desejo não trabalhar ele vai acabar explodindo e eu vou acabar provocando algum conflito seja trazendo prejuízo para mim mesmo ou para outro então a verdadeira transformação moral ela não passa pela submissão religiosa Então eu tenho espírito vem trazer um outro aspecto da religião que a religião Libertadora em que a gente passa a viver esse relacionamento nosso com Deus né com a divindade de maneira em que a nossa lei de adoração ela passa a ser um caminho mais próximo de Deus para iluminar a nossa consciência e fazemos a nossa reforma moral a nossa Reforma Íntima verdadeira nós nos tornamos é os agentes E os responsáveis pela nossa transformação também os responsáveis por colher aquilo que contamos Esse é o conhecimento novo que a doutrina

nossa Reforma Íntima verdadeira nós nos tornamos é os agentes E os responsáveis pela nossa transformação também os responsáveis por colher aquilo que contamos Esse é o conhecimento novo que a doutrina espírita vem trazer o Renner Gerard por exemplo ele ele conclui lá na sua teoria mimética por exemplo ele faz um elogio ao cristianismo ele fala por exemplo que o cristianismo trouxe uma ideia revolucionária apesar de não ter sido tão bem compreendida pelos próprios cristãos é a ideia de que o inocente pode ser imolado em nome dos pecadores e demonstrar que na verdade as pessoas jogaram toda a sua culpa em cima de um inocente porque o que que se se acredita a respeito da teoria do bode expiatório conforme as ideias tradicionais dos conflitos humanos no momento que você elimina o bode expiatório você acabou com problema a fonte do problema foi eliminada então no passado e parece que um grande Pensador grego uma vez na Grécia falou assim é esse mendigo que está aqui na praça é ele que está trazendo a maldição para nossa cidade e parece que Atenas uma determinada cidade na Grécia antiga estava passando por uma epidemia de Cólera uma situação assim e as pensadora esse mendigo que está aqui é ele que é o responsável pela nossa desgraça e vai cidadãos ateniense cidadãos ateniense for lá e executaram né matar esse mendigo para libertar essa maldição Então o que eles acreditavam agora que você elimina o boyspertório você resolve o problema o cristianismo é mostrar que não ele vem dar o exemplo do Cristo o inocente foi imolado e ainda assim a culpa continua existindo a culpa continua nos acusadores a culpa está na sociedade no homem doente no homem egoísta no homem orgulhoso e não naquele que é imolado então o Cristo Ele vem oferecer então sua Outra Face e aí ele vem demonstrar que esse ciclo de violência do bode expiatório ele tem que ser eliminado nós como raça humana nós como humanidade temos que parar de acusar uns aos outros de entrar nesses conflitos que não levam a nada para

e ciclo de violência do bode expiatório ele tem que ser eliminado nós como raça humana nós como humanidade temos que parar de acusar uns aos outros de entrar nesses conflitos que não levam a nada para entrarmos definitivamente numa sociedade que não é mais de provas e expiações e sim no mundo de regeneração então o mundo de regeneração É a superação fazendo uma comparação aqui com a teoria memética do reino Gerard É a superação nossa sociedade do bode expiatório é o exemplo do Cristo quando ele foi crucificado e morto de maneira inocente então ele vem mostrar o Cristo né Que isso tem que acabar que cada um tem que assumir as responsabilidades pelos seus próprios atos e não acusar alguém e não transferir para um Deus para uma adoração simplesmente de pedra de papel da boca para fora agora essa adoração ela tem que ser ela tem que ser um agente transformador nós é que temos que assumir o nosso papel de transformação e não transferir para ninguém numa entrevista revista Cult por volta de 2013 aqui no Brasil o energás ele fala muito bem dessa experiência do Cristo Cristo oferece A Outra Face e regime seus algozes ele não busca Vingança ele não derrame mais o sangue é pela cruz é pelo amor que se dá a interrupção do ciclo de violência o cristianismo mostrou que a sociedade humana produzia vítimas únicas a crucificação diz caminho para o entendimento do processo da vítima expiatória então o exemplo do Evangelho do Cristo né Jesus vem trazer um evangelho e que ele mostra em que nós somos o sal da terra e que nós é que somos os agentes transformadores de nós mesmos o que a doutrina espírita vem trazer aqui hoje é mostrando essas questões da lei de destruição do Desejo do orgulho egoísmo é trazer ainda mais racionalidade mais entendimento a esse exemplo que o próprio Cristo nos deixou há dois mil anos atrás somos agentes da nossa própria transformação e essa nossa transformação que nos vai libertar desse instinto de destruição dos conflitos humanos da Crueldade e desse desejo Sem

u há dois mil anos atrás somos agentes da nossa própria transformação e essa nossa transformação que nos vai libertar desse instinto de destruição dos conflitos humanos da Crueldade e desse desejo Sem Limites que exacerba o ser humano como São Luís disse naquela edição de julho de 58 da Revista Espírita então eu encerro que nesse momento a minha participação eu deixo aí essa discussão para que todos nós possamos refletir a respeito dela principalmente que a doutrina espírita é essa comple dessa mensagem do Cristo trazendo ainda mais racionalidade trazendo ainda mais um mecanismo para que nós possamos entendê-la de uma maneira ainda mais profunda Muito obrigado Juliano por esse momento por todo esse essa reflexão que passamos aqui hoje olha Erivelto realmente foi uma verdadeira aula né Acho que você buscou realmente é uma conexão muito profunda com a história da humanidade né com a nossa própria história né enquanto seres humanos né eu achei muito interessante porque vou fazer um comentário aqui poderemos comentar tantas coisas né mas infelizmente nós não temos esse espaço para ficar aqui né mas assim você foi comentando aí um pouco a respeito da nossa história eu fui lembrando de um de um capítulo do evangelho que eu gosto muito que aquele não vem destruir a lei Sim a gente vê quando Jesus vem falar o seguinte que ele não veio destruir a lei e nem o espiritismo veio destruir também o que Jesus construiu a gente percebe que também o espiritismo ele não veio nos desconectar da nossa história humana né exatamente né a nossa história de uma maneira a gente interligar pontos obscuros do nosso passado e iluminar esses pontos obscuros né Para a gente poder compreender um pouco melhor que nós fizemos tais coisas durante nosso processo evolutivo e como é o nosso passado ele vence conectar ao nosso presente nós temos ainda devido a essa visão materialista nós temos Assim muitos grupos ainda nas nossa sociedade tem essa visão de que a gente tem que se desconectar do passado abandonar o que

nosso presente nós temos ainda devido a essa visão materialista nós temos Assim muitos grupos ainda nas nossa sociedade tem essa visão de que a gente tem que se desconectar do passado abandonar o que foi construído destruir os valores antigos vamos revolucionar vamos nos afastar do que o passado que o passado é um passar de ignorância e é um passado que não desrespeita a nossa modernidade a nossas conquistas intelectuais de hoje tal tal e na verdade não é isso né é eu não vim destruir a lei ou seja o que que mais primos no passado significa para nós no presente o que o que que esse Resgate vai nos trazer de aprendizado ensinamento que é a nossa base né fiquei muito feliz de ver os seus comentários né fiquei muito assim muito difícil né eu falei assim a entender que nós fazemos parte de um edifício né não é possível construir mais um andar se a gente abandonar os alicerces que estão lá embaixo não tem como né exatamente né então fiquei muito feliz mesmo viu Erivaldo achei que foi bem bem legal mesmo bom as nossas irmãos eles participaram assim deixaram mensagens para nós né mensagens de boa noite né gente de várias várias partes né tanta Pensilvânia o pessoal tá aqui conectado em nós aqui né mas não como não deixaram muitos comentários assim e nem perguntas eu acho que acho que o tema ficou muito bem explicado né Eu acho que foi um tema que ficou bem rico né então achei fiquei feliz assim de ver né que o pessoal aqui eu acho que compreendeu bem a mensagem né fiquei muito feliz acho que nós podemos dar por isso errado então esse momento tranquilo Se tiver alguma consideração final a fazer quiser aproveitar esse momento É podemos passar então para para o encerramento para esse final né Já podemos acho que já já falei muito hoje nunca é demais né Graças a Deus nós podemos encontrar ainda inúmeras vezes entendeu Essa é a única coisa que eu tenho que acrescentar é que estou disponível né o momento que o Jéssica quiser a gente tá aí para trazer novos temas para debate né Sempre

rar ainda inúmeras vezes entendeu Essa é a única coisa que eu tenho que acrescentar é que estou disponível né o momento que o Jéssica quiser a gente tá aí para trazer novos temas para debate né Sempre é importante a gente trocar essas experiências concordo contigo então é isso aí ele vai fica à vontade para fazer a pressa tá bom meus irmãos Vamos então fechar os nossos olhos para que a nossa concentração para que possamos elevar nossos pensamentos a Deus a espiritualidade amiga a nosso amigo imensa Jesus para que nessa momento nesse momento nosso pensamento possa atingir essas altas esferas da espiritualidade e trazer para nós a inspiração que nós precisamos para esse momento que esse momento possamos refletir sobre a nossa vida refletir sobre os momentos em que precisamos modificar entendemos Que Nós ainda somos de certa forma escravos né do nosso desejo das nossas más paixões mas que a doutrina espírita e o ensinamento do Evangelho pode nos guiar para um compreensão dessa nossa natureza e produzir uma melhora no nosso ser para que a espiritualidade amiga nos dê a sua benção nos dê a sua inspiração para que nós entendimento seja cada vez maior e mais completo e dessa forma possamos conseguir uma renovação espiritual e uma Reforma Íntima verdadeira que possamos ter mais uma semana Cheia de realizações de muitas conquistas e que possamos a partir desse momento ter uma compreensão da nossa vivência no dia a dia nosso trabalho na nossa família e que possamos ser cada vez mais compreensivos com o nosso próximo com aquele que pensa diferente com aquelas pessoas que estão ao nosso redor principalmente entendendo que a caridade é que a chave para essa boa convivência que a chave para essa nossa evolução e que para possamos também sermos de certa maneira exemplos para o bem-estar também do nosso próximo de todos aqueles que estão vivendo ao nosso redor que possamos então ter uma semana rica com muita satisfação e que possamos estar sobre a benção de nosso amado mestre Jesus que assim seja

sso próximo de todos aqueles que estão vivendo ao nosso redor que possamos então ter uma semana rica com muita satisfação e que possamos estar sobre a benção de nosso amado mestre Jesus que assim seja assim seja muito bom é isso então irmãos que estamos acompanhando aí nesse momento então uma boa noite para todos então né Fica aí o nosso grande abraço aí a todos que estamos acompanhando nossa gratidão né pelas interações que gratidão pela fidelidade né então e também um grande obrigado aí para o nosso irmão Erivelto né Ele veio brigadão aí pela disposição tá e até a próxima né não é a Deus não é até a próxima viu gente então é isso aí Tchau tchau

Mais do canal