HÁ ROSAS NO SEU JARDIM? - Carla Daniela Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/05/2025 (há 10 meses) 39:36 372 visualizações

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Transcrição

e coração. A paz dentro de mim que encontrei na comunhão, foi nessa casa que aprendi. Boa tarde. Sejam todos bem-vindos a esse espaço que nos é oferecido aqui pela comunhão espírita de Brasília. esse nosso espaço pro nosso alimento espiritual. Aqui nós temos dois encontros diários na hora do almoço. Um encontro virtual que é o nossa nossa palestra de harmonização, nosso encontro de harmonização que é o meio-dia de segunda a sexta na pelos canais da comunhão e esse encontro presencial aqui no auditório Bezerra de Menezes, que também é transmitido pelas nossas redes, mas em que nós nos encontramos aqui nessa casa que nós já aprendemos a chamar de lar. e nesse auditório que já nos trouxe tantas alegrias e tantos ensinamentos. E nós aproveitamos esse momento em que está no horário das nossas refeições para também alimentar o nosso espírito. Alimentar o corpo é importante, é essencial pra nossa vida, mas é fundamental também nós alimentarmos o nosso espírito do Cristo, assim como ele falou, depois de alimentar os corpos na multiplicação dos pães, ele fez questão de dizer da importância também do pão da vida, da mensagem do Cristo e de toda de tudo aquilo que nos conduz ao cumprimento da lei divina que ele veio exemplificar. para nós. Então, que nós saibamos também nos alimentar dos ensinamentos do Cristo e dos exemplos dele. Ele que é nosso modelo e guia e que sacia a nossa fome e a nossa sede. E para começarmos, vamos eh nos alimentar da prece, que é o nosso encontro mais próximo com Deus. Vamos elevar o nosso pensamento chegando até o nosso mestre Jesus, agradecendo por esse dia de hoje, por tudo de bom que nos oferece, por toda a beleza que nós temos, toda essa natureza que vibra ao redor de nós, esse calor do sol que rompe esse frio da madrugada que está aqui em Brasília, esse friozinho, todo esse verde, essas cores, essas flores que estão no nosso caminho, esses frutos que nos alimentam, toda essa beleza, essas aves que cantam e tudo que existe de bom e de belo no mundo. Agradecemos pela

esse verde, essas cores, essas flores que estão no nosso caminho, esses frutos que nos alimentam, toda essa beleza, essas aves que cantam e tudo que existe de bom e de belo no mundo. Agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui, de termos reencarnado, de termos merecido a confiança dos espíritos para mais uma jornada de melhoria, de refazimento, de busca de nós mesmos e de busca do Deus que existe em nós. Pedimos que sejamos abençoados em nosso caminho, em nossas escolhas, em nossas tarefas, em nossos encontros nessa vida. Pedimos que abençoe aquelas pessoas que nós amamos, aqueles espaços que nós frequentamos, aqueles corações que tocam o nosso, mesmo aqueles ainda difíceis e que nos trazem inúmeros desafios. que tenhamos sempre força e coragem diante desses desafios da vida, seja como eles estiverem materializados em situações, em pessoas, em dificuldades e até mesmo em nós, em nosso corpo, em nosso espírito, em nossas emoções. Estejamos sempre cientes de que nunca estamos sós, seja na maior de nossas vitórias, seja na no pior de nossos fracassos, na maior de nossas dores, seja no mais comum de nossos dias, nós estamos sempre acompanhados por aqueles que nos amam e que não nos deixam, que estão sempre voltados pra nossa melhoria, pro nosso sucesso, sempre torcendo e atuando para que nós possamos ser melhores. e superar as nossas dificuldades. Agradecemos aos nossos mentores, em especial Bezerra de Menezes, o mentor dessa casa, que é o nosso médico, que cuida dos nossos corpos, das nossas almas, dos nossos corações, que nos dá os remédios que precisamos para nos curar, os unguentos que aliviam nossas feridas e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Que Jesus seja sempre o nosso modelo e guia, o nosso companheiro de caminhada e que nós estejamos sempre com ele. Que assim seja. Hoje o nosso tema é flores. São flores. O título da palestra hoje, né, desse encontro é rosas no seu jardim. Então, a gente veio falar de beleza, de flores, de coisas bonitas, de coisas

ue assim seja. Hoje o nosso tema é flores. São flores. O título da palestra hoje, né, desse encontro é rosas no seu jardim. Então, a gente veio falar de beleza, de flores, de coisas bonitas, de coisas sensíveis que nos falam a nossa alma. E essa é uma pergunta que a gente faz muitas vezes, né? Há rosas no nosso jardim, será que eu encontro beleza nessa minha experiência? Ou será que eu só encontro espinhos? Será que eu só encontro ervas daninhas? Será que eu só encontro tristeza e devastação na minha vida? E é muito importante a gente pensar que, em primeiro lugar a gente pensa, né, que a gente tem sempre uma colheita. A gente fala da lei de causa e efeito, fala do plantil e da colheita, que tudo que a gente planta a gente colhe, que tudo que a gente faz a gente recebe pela lei de ação e reação, mas a gente acaba pensando sempre que é uma única coisa na nossa vida, né? Que a nossa colheita, o nosso plantil é uma monocultura. Então, que eu tenho um campo enorme de trigo, que eu tenho um campo enorme onde eu planto laranjas, que eu tenho um campo onde eu planto limoeiros ou que só dá ervas daniinhas, quando na verdade a nossa vida é composta de múltiplas situações, de múltiplos ambientes, e nós mesmos temos múltiplas faces dentro da nossa personalidade. Então, eu estou aqui, eu sou a Carla, tô aqui na comunhão, no centro falando para vocês. Já tive aula hoje de manhã, fiquei até às 11 e alguma coisa na universidade. Daqui a pouco eu vou pro trabalho, depois eu vou encontrar com outras pessoas, conversar com minha família, falar com os meus amigos. E todas essas são dimensões da minha vida. Embora nós sejamos um e esse um que nós somos permei e todos os espaços, todos os ambientes, esses lugares não são todos iguais. E nós necessariamente nos adaptamos aos lugares que encontramos e, claro, à situações que surgem na nossa vida. Então, diante de uma ofensa, eu me porto de alguma forma, né? Diante de um elogio, eu me porto de uma forma diferente. Diante de um trabalho que

ntramos e, claro, à situações que surgem na nossa vida. Então, diante de uma ofensa, eu me porto de alguma forma, né? Diante de um elogio, eu me porto de uma forma diferente. Diante de um trabalho que exige toda a minha atenção e foco, eu me porto de uma maneira diferente do que num atividade de lazer, um filme ou uma caminhada que em que eu posso estar bem mais descontraída. E tudo isso são dimensões de mim, são parcelas de mim que são colocadas. A pessoa que está lá no trabalho resolvendo todas as questões que me são colocadas, é a mesma pessoa que tá num domingo alegre com a família, mas há posturas diferentes, há formas diferentes de ver e de receber determinadas questões. Um pedido do meu chefe não é a mesma coisa que um pedido da minha filhada, né? um pleito dela. Cada um recebe atenção conforme a situação e conforme o que as demandas que são necessárias naquele momento. E é natural que seja assim. Então, em cada espaço, em cada momento, em cada relação, diante de cada situação da vida, nós agimos e plantamos de uma forma e colhemos também dessa forma. A Carla servidora não é a mesma Carla ou é, mas com diferenças daquela da Carla estudante, da Carla que vem ao centro espírita, da Carla que é filha, da Carla que é que é madrinha ou da que é amiga ou da que é simplesmente uma pessoa no seu momento de lazer. Embora tudo isso faça parte de mim, eu mostro parcelas diferentes. Então, cada um de nós é como um caleidoscópio. Nós temos aquela imagem base que é complexa, é múltipla e cada vez que a gente gira um pouquinho o caleidoscópio, ele acaba formando uma imagem sutilmente diferente. E isso é uma das belezas que a gente vê. Quando eu era criança, eu brincava muito com caleidoscópios. Então, a gente girava um pouquinho pra direita e a imagem já estava diferente. Girava um pouquinho pra esquerda e já era uma imagem um pouco diferente. E nós somos verdadeiros caleidoscópios. Somos aquela imagem, uma imagem rica, complexa, colorida, é cheia de formas e e de cores e e de desenhos.

o pra esquerda e já era uma imagem um pouco diferente. E nós somos verdadeiros caleidoscópios. Somos aquela imagem, uma imagem rica, complexa, colorida, é cheia de formas e e de cores e e de desenhos. E cada lugar que a gente vai, cada pessoa que a gente conhece, cada situação enxerga um pouquinho de nós e nós nos demonstramos ali. Por isso, o nosso campo não poderia ser uma monocultura, não poderia ser um imenso trigal ou um imenso laranjal ou uma imensa rozeira ou um imenso espinheiro. a gente vai plantando como um campo de agricultura familiar, em que de um lado a gente tem uma rozeira, de outro lado a gente tem um uma árvore de laranjas, ali mais adiante a gente tem uma mangueira, um abacateiro, mais adiante um um uma jaqueira e ali um pouquinho de plantação de temperos como manjericão. E a gente vai plantando e colhendo. Como cada plantação é única. De cada um a gente trata do seu jeito. A gente sabe onde pode colocar mais adubo, qual que precisa de mais sol, qual que precisa de mais sombra, qual que demanda mais atenção, qual que precisa ser mais regada, mais adubada. aquela que cresce espontaneamente por conta própria e a gente vai cuidando. Às vezes a gente deixa um campo completamente esquecido e daqui a pouco junta o mato, juntam ervas daninhas que nascem sem que a gente perceba. E a gente precisa cuidar daquilo, cuidar de retirar aquelas ervas daninhas, usando o que é necessário, mas sem atingir as plantações que precisam do nosso cuidado e precisam da nossa atenção. Então, a gente vai coordenando e cada uma dessas plantações vai interagindo e o que a gente faz para umas necessariamente atinge as outras de uma forma positiva ou mesmo negativa. Os venenos que às vezes eu uso para matar as ervas daninhas, podem também ter repercussões na naquelas lavouras mais frágeis que eu estou cultivando. Ao mesmo tempo que o adubo que eu utilizo para colocar uma planta mais frágil, pode também beneficiar todas as outras. A irrigação, que é importante pra vida de uma planta,

is que eu estou cultivando. Ao mesmo tempo que o adubo que eu utilizo para colocar uma planta mais frágil, pode também beneficiar todas as outras. A irrigação, que é importante pra vida de uma planta, pode também beneficiar todas as outras. Eu me lembro quando eu estava estudando o plantil de café, né? Um tipo de café que era feito com especiarias como canela e outros, né? E eles diziam que não eram adicionados ao pó de cafés, as especiarias, que para que ficasse aquela planta com sabor, o que eles faziam era intercalar as plantações. Então eles plantavam um pé de café, um pé de canela e um pé de outra especiaria que eu não me lembro qual era agora. E aí o grão do café já vinha com o sabor adicionado em virtude da proximidade dessas especiarias que estariam plantadas também. Então todas as numa plantação como essas todas interagem. Então, muitas vezes a gente negligencia ou não observa bem alguma parte do nosso plantil, da nossa lavoura, de tudo que está ali. E às vezes vá sim rosas no nosso jardim, mas a gente não consegue enxergar essas rosas, não consegue vê-las e não consegue cuidar delas. Às vezes já tem um uma rozeira ali preparada, mas nós não conseguimos cuidar da forma como deveria ou não conseguimos sequer imaginar que ali existe uma rozeira. Aí eu trago um poema que é um dos meus prediletos de Maria Dolores, se chama Ainda da Rosa, foi ditado por Maria Dolores a Francisco Cândido Xavier e ele fala justamente de alguém que não conseguia enxergar rosas na sua vida, que não que nada conseguia ver além de espinhos. é a história de um espinheiro. E eu vou tomar a liberdade de ler o poema para vocês, para não correr o risco de perder nem um pouquinho dessa mensagem que para mim é tão pura e tão bonita. Maria Dolores nos diz assim: "Dizem que quando a Terra começava a ser habitação de forças vivas, nas telas primitivas tudo passara a ser agitação de festa. As cidades nasciam em singelas aldeias na floresta. A beleza imperava, o verde resplandecia, toda a vegetação se

r habitação de forças vivas, nas telas primitivas tudo passara a ser agitação de festa. As cidades nasciam em singelas aldeias na floresta. A beleza imperava, o verde resplandecia, toda a vegetação se espalhava e crescia, dando refúgio e proteção aos animais, do mais fraco ao mais forte. O progresso ganhava marcas de alto porte. No campo, as plantas todas respiravam felizes. Da folhagem no vento, a calma das raízes. Era um mundo de belos resplendores, adornado de flores, com estranha exceção. Não somente o espinheiro era triste e sozinho, uma espécie de monstro no caminho de ninguém de que ninguém se aproximava, todo feito de pontas agressivas, recordando punhais de traiçoeiro corte que anunciavam dor e feridas de morte. De tanto padecer desprezo e solidão, um dia o espieiral pitou o azul imenso e disse em oração: "Senhor, que fiz de mal para ser espancado e escarnecido? Todos me evitam cautelosamente, como se eu não devesse haver nascido. Compadece-te, ó Pai, da penúria que trago. Terei culpa das garras que me deste? Acendes astros milos para as noites celestes. Vestes a madrugada em mantilhas vermelhas. Dás lãs para as ovelhas. Inteligência aos cães. Cante com as aves. Estendeste no chão a bondade das fontes que deslizam suaves. A força universal com que desdobras a amplitude sem fins dos horizontes, em cujo místico esplendor falas de majestade, paz e amor. Não me abandones, ó Pai, as pedras do caminho. Se posso, não desejo oferecer-te somente espinhos. Quero servir-te à obra. Aspiro a ser perfume, inspiração e cor, harmonia e beleza para falar de ti nas leis da natureza. Dizem que Deus ouviu a inesperada prece e, notando a humildade e a contrição do espinheiral, mandou que à noite o orvalho lhe trouxesse um prodígio imortal. Na seguinte manhã, logo após a alvorada, por entrealações maravilhosas, o homem descobriu de alma encantada que Deus, para mostrar-se o pai e o companheiro, atendendo a oração, pusera no espinheiro a primeira das rosas. Então essa é a oração do espinheiro. O

maravilhosas, o homem descobriu de alma encantada que Deus, para mostrar-se o pai e o companheiro, atendendo a oração, pusera no espinheiro a primeira das rosas. Então essa é a oração do espinheiro. O espinheiro que achou que ele não era nada mais do que simples ser que existia sem beleza, sem cor e que apenas existia para machucar os outros como grandes garras que ferem sem nenhum propósito. Mas ele estava enganado, porque na verdade ele sempre foi uma rozeira, só que ele não conseguiu se encontrar com essa rosa que existia dentro dele. Ele precisava buscar ser rosa também, porque ele não se tornou rosa a partir de então. Ele já era uma roseira, mas até então daquela rosa só se havia conhecido os espinhos. E isso é importante porque muitas vezes determinadas situações que hoje parecem espinhos pra gente, parece que sofem, que não trazem beleza, que não trazem nenhuma alegria ou não trazem nada de bom, nenhum perfume, na verdade já tem em si a semente das rosas, mas nós ainda não conseguimos enxergar ou cultivar. A gente pode ver inúmeros espíritos, por exemplo, para quem apenas tudo parecia espinhos, mas que já havia rosas dentro de si. Eu cito o exemplo, por exemplo, do nosso querido André Luiz, que depois de deixar a vida em uma situação muito difícil e encontrar um sofrimento extremo nas regiões umbralinas, nada conseguia enxergar além de solidão, dor e desespero onde ele estava. permaneceu assim um tempo infinito, até que ele se rendeu à dor que existia dentro do coração. Assim como o espinheiro, ele no momento em que aquela dor estava mais profunda, mais impossível de administrar do que nunca, ele não se rendeu a completa desesperança. Ele encontrou forças para elevar aos céus uma prece. E aí ele descobriu que há muito tempo já estava organizado para ele um lugar numa colônia de socorro que atendia aqueles irmãos que haviam sido levados por umbral pelas suas próprias ações. Esse lugar já lhe havia sido preparado por sua mãe, que muito o amava e que preocupava-se com ele. Mas ela não

que atendia aqueles irmãos que haviam sido levados por umbral pelas suas próprias ações. Esse lugar já lhe havia sido preparado por sua mãe, que muito o amava e que preocupava-se com ele. Mas ela não podia fazer as escolhas por ele. Ela apenas podia tentar envolvê-lo na luz e no amor e buscar que ele próprio tivesse esse lampejo de sensibilidade e descobrisse dentro de si essa potencialidade. Assim como o espinheiro, numa determinada noite, André Luiz fez essa prece e quando ele fez, ele conseguiu ascender até os mais altos. as mais altas esferas celestes, tocando o coração daqueles obreiros de Deus que ali estavam e que chegaram até ele, levando-o ao lugar ao qual ele já pertencia há muito tempo, mas só o qual ele ainda não tinha conseguido alcançar. Então, André Luiz, como esse espinheiro, encontrou a rosa que existia dentro de si e passou a ser perfume. E é importante dizer que a Rosa nunca deixa de ter espinhos. Mesmo depois de nascer a primeira rosa, aquele espinheiro continuou sendo, aquela roseira continuou tendo espinhos. Ela era rosa e também era espinhos. Então nós continuaremos tendo os nossos espinhos, mas nós teremos a beleza, teremos a força, teremos a cor, teremos o perfume que nos caracteriza. Então é muito importante a gente pensar nisso, que mesmo nas situações mais espinhosas da vida podem surgir rosas. E eu trouxe também, Jesus gostava muito de falar das metáforas da natureza, de nós respeitarmos os ciclos, porque as ele dizia que dentro da semente já existe uma árvore. Dentro de cada um de nós já existe a potencialidade do espírito perfeito que nós estamos prontos a ser. Basta que a gente cuide. Mas essa semente não se transforma numa grande árvore de um dia pro outro. É preciso cuidar, é preciso passar por todas as etapas e fazer o esforço necessário para que essa semente se transforme em uma árvore. Mas quando ela se transforma, como é grande a recompensa? Pode ser 100, 200 e até mais frutos para cada semente que são, né? Tem um ditado popular que diz que você pode contar,

ansforme em uma árvore. Mas quando ela se transforma, como é grande a recompensa? Pode ser 100, 200 e até mais frutos para cada semente que são, né? Tem um ditado popular que diz que você pode contar, abrir um fruto e contar quantas sementes existem dentro dele, mas você jamais poderá dizer quantos frutos haverá dentro de uma semente. E nós todos somos sementes. Sementes que são cultivados e se transformam em flores, em frutos ou quem sabe em belíssimas rosas. belíssimas rosezeiras que também têm espum espinhos, mas que emanam muita beleza e muito perfume para o mundo lá fora. Pensando nesse nosso processo, eu estudei um pouquinho hoje sobre jardinagem para falar um pouquinho e vi os passos que existe, que me foram ensinados para poder cultivar rosas. Então, o primeiro passo é escolher um local. Então, rosas precisam de muita luz, de sol, de sol, pelo menos várias horas por dia, pelo menos 6, 8 horas de sol por dia. Então, quando a gente vai escolher um lugar para plantar a nossa rozeira, é preciso que a gente observe isso, que seja um lugar que bate sol, assim como as rosas, nós também, seres humanos, nosso espírito também precisa de luz. Todas as plantas mais ou menos dependem da fotossíntese para fazer a vida. E nós espíritos também não vivemos sem luz. Se nós vivemos na escuridão, nós vivemos nas trevas, a rosa que existe em nós não vai florescer. A segunda etapa é preparar o solo. Depois de escolher esse local, esse local onde bate luz, onde existe essa luminosidade intensa, é preciso que a gente escolha aquele solo mais adequado, um solo que tenha o pH adequado, que seja bem drenado, que tenha que seja rico em matéria orgânica, ou seja, que tenha alimento suficiente, porque a rosa é uma planta que exige uma alimentação muito boa e que ali então se encontre os recursos que que essa rozeira precisa. Assim como nós também, espíritos, nós precisamos do alimento, precisamos das condições adequadas. Por mais que a gente possa florescer onde for plantado, é muito mais fácil uma

e essa rozeira precisa. Assim como nós também, espíritos, nós precisamos do alimento, precisamos das condições adequadas. Por mais que a gente possa florescer onde for plantado, é muito mais fácil uma planta nascer num local onde tem um clima adequado, onde é apropriado para que ela nasça, do que você querer fazer uma arrozeira no Polo Norte. Então, a gente precisa compreender as condições onde é mais fácil o nosso florescimento e cuidar, porque mesmo uma rozeira pode nascer no Polo Norte se a gente souber dar a elas condições necessárias, uma estufa, condições ambientais e alimento que ela precisa. Caso contrário, até a roseira mais bem situada pode morrer. Então, é preciso que a gente mantenha a terceira etapa é que a gente mantenha a qualidade da planta, tendo ali a roseira normalmente nasce de uma muda, né? Então, para que ela possa vingar, é preciso que aquela muda tenha as condições adequadas. Se você pega uma muda seca, já sem vida, ela tem chances muito pequenas. de se transformar numa grande roseira. Então, ao selecionar aquela pequena muda que se transformará na roseira, a gente precisa garantir que ela esteja saudável, que ela esteja bem, que ela seja bem cuidada para que ela possa render o máximo que ela possa podar, que ela possa dar. A quarta etapa são as regras. A gente precisa regar a roseira. Ela é uma planta que precisa de atenção e precisa ser regada mesmo quando não há chuva, principalmente aqui em Brasília a gente tem longos processos de estiagem, então a gente precisa cuidar da quantidade de água que essa arrozeira tem. Aqui é uma quantidade equilibrada. A gente não pode matar a roseira inundada, mas também não pode matá-la de sede, assim como somos nós também, né? Precisamos de água, precisamos dessa água que mata a nossa sede, mas essa água precisa ser limpa, precisa ser adequada, não pode ser uma água poluída, nem cheia de doenças. E também não pode ser excessivo a ponto da gente afogar a nossa planta, nem tão pouca a ponto da gente matá-la de sede.

impa, precisa ser adequada, não pode ser uma água poluída, nem cheia de doenças. E também não pode ser excessivo a ponto da gente afogar a nossa planta, nem tão pouca a ponto da gente matá-la de sede. É preciso também a quinta etapa, que a gente alimente com adubo. Então, muitas vezes, dependendo do tipo de solo que ela está, os nutrientes do solo são importantes, mas não são suficientes. Ela precisa de reforço. Então, a gente entra com aqueles adubos. Hoje em dia tem excelentes adubos orgânicos que possam ser as rosas. Até quem gosta de cultivar por ser uma planta sensível, existem adobos específicos para ela. Então, cuidar e dar esse adubo que é necessário é fundamental para que a gente possa fazer dessa rosa alimentada, né? Assim como nós, nós precisamos do alimento e hoje eu falei disso, né? Desse alimento físico, desse alimento espiritual. Precisamos sempre pensar no que é que nos alimenta, que nos empodera e que nos torna mais fortes diante dos desafios da vida. Precisamos nos alimentar daquilo que é bom, que nos dá forças, que nos torna melhores. Sexto é uma coisa que a gente não gosta muito, mas que é estritamente necessário, que é a poda, né? A rozeira vai crescendo em todas as direções e vai crescendo às vezes bastante rápido, mas o fato dela crescer muito às vezes faz com que ela perca força. Então é preciso podar, retirar aqueles galhos que já não estão com tanta vida, aqueles que podem comprometer o crescimento. É preciso que a gente estabeleça os pontos principais do crescimento da rosa e invista as nossas forças naquele ponto, assim como na nossa vida também. É preciso que a gente tenha esse foco, que a gente se fixe naquilo que é mais importante, que a gente busque os nossos verdadeiros tesouros, aquelas rosas que poderão vir mais viçosas, com mais força. E aquilo que já não faz sentido que a gente tenha a força e a coragem também de utilizá-los como adubo. sim, utilizá-los para alimentar nossa planta, mas não permitir que eles se tornem para nós causa de perda e causa de diminuição

que a gente tenha a força e a coragem também de utilizá-los como adubo. sim, utilizá-los para alimentar nossa planta, mas não permitir que eles se tornem para nós causa de perda e causa de diminuição do nosso vigor. E o último ponto que é essencial é o controle de pragas e doenças. Então, é preciso sempre que a gente esteja verificando se essa roseira está aos cuidados de de determinadas plantas, né, seja de insetos que podem fazer mal, ver quais são os insetos que agregam, né, que trazem força, que trazem pólen, que trazem eh ajuda pro processo de crescimento. e aqueles que realmente prejudicam, que tiram a força, aquelas pragas que consomem e que comprometem aquela rozeira. Então, é preciso que a gente esteja sempre atento na nossa vida, também naquilo que tira o nosso, a nossa força e que pode matar o nosso espírito ou envenenar o nosso espírito. Então, é preciso para que a gente tenha boas rosas, que a gente suporte os espinhos, que a gente seja mais do que o espinheiro, que a gente consiga ver em nós mais do que os espinhos e que a gente consiga esperar e trabalhar para que essas rosas possam surgir, que muitas vezes os espinhos vêm primeiro do que as rosas. E tudo na vida é assim. Se eu quero vencer pelo meu trabalho, eu preciso suportar aquela força que é necessário. Eu preciso suportar os esforços. Se eu quero construir um relacionamento com amor, é importante eu perceber que existem provas mesmo diante do maior dos amores. Existem dias difíceis, existem momentos que a gente se depara com o pior de nós e das outras pessoas. Existem situações que nos trazem dor e que os espinhos fazem parte da nossa rozeira. E é muito importante que a gente consiga suportar às vezes até ser ferido, às vezes até a gotinha de sangue que vem para que a gente consiga desfrutar da beleza e dos perfumes das rosas. E por fim, para terminar, eu quero também mais uma vez ler um poema, dessa vez de Cora Coralina, que também é uma das mentoras aqui da nossa casa e que escreveu belíssimos poemas e ela

umes das rosas. E por fim, para terminar, eu quero também mais uma vez ler um poema, dessa vez de Cora Coralina, que também é uma das mentoras aqui da nossa casa e que escreveu belíssimos poemas e ela escreveu um que se chama Aninha e suas pedras. Aninha, sendo ela mesma e sendo cada um de nós, né? Ela diz assim: "Não te deixes destruir, ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Rec a tua vida sempre, sempre. Remove pedras e planta rosezeiras e faz doces. Recomeça. Faz de tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir. Essa fonte é para uso de todos os sedentos. Toma a tua parte. Venha a estas páginas e não entrave seu uso aos que têm sede. Então, que nós aproveitemos até mesmo as pedras do nosso caminho e construamos com elas as nossas rosezeiras, os nossos poemas, que a gente consiga beber fonte, aproveitar a parte, assim como beber da grande luz do sol, sabendo que o sol é para todos, que a água da fonte é para todos e que nós temos a nossa parte, mas não devemos represá-la. nem impedir que todos aqueles que precisam dela deixem também de usufruir, que nós aproveitemos a nossa parte e saibamos retribuir a vida com gratidão, sendo a gratidão a nossa beleza, o nosso perfume, os nossos talentos com o qual nós adicionamos a vida. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre, que nos intua e que nós saibamos beber da fonte, nos alimentar, dar do que é bom e belo para podermos também trazer o bom e belo em nós e distribuí-lo ao mundo como nossos talentos e nossa e nosso presente. Que assim seja. Um grande abraço a todos, uma ótima tarde e até a próxima. Fiquem com Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim

omentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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