GUIANDO NOSSOS PASSOS, FAZENDO NOSSO DESTINO - Marcelo Meireles [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz. Todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes da Comão Espírita de Brasília e também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente de forma gravada. Saudando em especial aqui quem já comentou no chat, o Edilson Febre. Fabre, Ana Soares, Naddia Mesquita, Albertina Vegas. Sejam todos bem-vindos a Como é o Espírita de Brasília. Estamos aqui com o nosso irmão Marcelo Meirelles, que vai trazer o tema guiando nossos passos, fazendo o nosso destino. Como é de pras, eh eu vou ler um trecho do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 46. Aproveite o ensino. Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal, mas imediata. É aquele que ainda luta por dormar a ferocidade da ira dentro do próprio peito. Não é o irmão cheio de entendimento evangélico que reclama suas atenções inadiáveis. é aquele que ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do campo do coração. Não é o amigo que marcha em paz na cenda do bem quem solicita seu cuidado insistente. É aquele que se perdeu no
veis. é aquele que ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do campo do coração. Não é o amigo que marcha em paz na cenda do bem quem solicita seu cuidado insistente. É aquele que se perdeu no sipual da discórdia e da incompreensão, sem forças para tornar ao caminho reto. Não é a criatura que respira no trabalho normal que requisita socorro urgente. é aquela que não teve o suficiente recurso para vencer as circunstâncias constrangedoras da experiência humana e se precipitou na zona escura do desequilíbrio. É muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É indiscutível, porém, a realidade de que no momento o seu lugar de servir e aprender, ajudar e amar é na Terra mesmo. Então, André Luiz trazendo essa mensagem, aproveite o ensejo de aproveitarmos, né, de uma forma ou de outra, onde estamos inseridos, nós somos um instrumentos, né? Então, que Jesus possa operar por meio de nós. Após essa reflexão, agradecer a Deus, nosso pai por este dia que amanhece, por esta oportunidade que se apresenta diante de nós. Pedimos humildemente a intercessão do nosso mestre Jesus. Assim como dos bons espíritos, sob a coordenação aqui na comunhão espírita de de Brasília do Dr. Bezerra de Menezes. Pedimos que também ampare nosso palestrante Marcelo para que ele possa ser conduzido em seus pensamentos, combinado com a sua preparação, para que a palestra possa ser frutífera e ajude em nossas reflexões íntimas para nos fortalecer no nosso dia a dia. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia todos que estão aqui conosco no salão de Benez, aqueles que nos acompanham pela internet, como disse o Anderson, nas suas casas e pelos nomes que ele leu ali esparramados em ao redor do mundo. Sempre uma oportunidade bendita começarmos o dia numa sexta-feira. Eh, e toda vez que a gente vem aqui de manhã, a gente fala: "Bendito, bendito dia, bendita nova oportunidade, mesmo quando tá chovendo ou quando tá nublado." E hoje também bendita, porque ontem, numa quinta-feira, no mês de
nte vem aqui de manhã, a gente fala: "Bendito, bendito dia, bendita nova oportunidade, mesmo quando tá chovendo ou quando tá nublado." E hoje também bendita, porque ontem, numa quinta-feira, no mês de maio, choveu, então é diferente. Eh, a gente tem feito um pedido para aqueles que nos acompanham pela internet, que considerem a possibilidade de, ao final, se acharem que alguma coisa foi útil, considerem a possibilidade, como dizem os youtubers, né, de colocar um like, de comentar, porque vem acontecendo uma coisa muito, um fenômeno muito, muito peculiar com as com o tema espírita. Eh, como a gente, né, falava com o Anderson agora, como nós consultamos muitas palestras, temas espíritas, o algoritmo do YouTube entende que a gente é interessado no tema espírita. E sempre que eu abro o YouTube, só para falar do YouTube, onde tá a página da comunhão, aparecem umas sugestões e ultimamente 105% das sugestões que falam que são espíritas não tem nada de espiritismo. Comunicam coisas totalmente desconexas, atribuem falas a Chico Xavier. ultimamente eh encontraram até eh encontraram até mensagens psicografadas do espírito de Valdo Pereira Franco, desencarnado recentemente, já falando o que ia acontecer com a Terra nos próximos dias, porque essas mensagens acabam dando enganjamento. Então, às vezes a gente faz o convite, não para essa conversa de hoje, mas para todas as palestras que nós assistirmos, todos os temas que nós assistirmos, de alguma maneira é um é um serviço que a gente pode fazer pra doutrina de tentar fazer com que aquilo que é doutrina seja reconhecido pelos algoritmos das mídias sociais. Nós vamos a cada dia e nesse dia de hoje, como todos os outros dias, tendo uma oportunidade bendita, como nós sempre dizemos, de construir mais um pedacinho da nossa jornada. são as nossas escolhas ao longo desse dia e ao longo dos dias sucessivos que vão ditar o nosso caminho. Então, nós somos espíritos que somos criados simples e ignorantes e temos como certo para pro caminho de
ossas escolhas ao longo desse dia e ao longo dos dias sucessivos que vão ditar o nosso caminho. Então, nós somos espíritos que somos criados simples e ignorantes e temos como certo para pro caminho de todos nós que um dia nós atingiremos a perfeição na medida das nossas escolhas. Mas muitas vezes nós ouvimos ou somos e eh eh defrontados com a ideia de que o nosso destino é fazer isso ou fazer aquilo, que tal coisa aconteceu na nossa existência ou vai acontecer por conta do destino, como se houvesse uma trilha já descrita de tudo que vai acontecer. E com todo respeito, sem nenhuma sem nenhuma eh eh crítica excessiva, mas e pessoas procuram sinais em determinadas coisas, procuram sinais no que nós falamos, procuram sinais às vezes na mão, procuram sinais como se essas coisas pudessem dizer o que vai acontecer. É aquela coisa que às vezes nos param. Ah, eu vejo uma viagem na sua vida, eu vejo um emprego, eu vejo um isso, eu vejo um aquilo. Mas a doutrina nos mostra que estamos muito distantes disso. Nós somos sim espíritos que a cada jornada reencarnatória passamos por um planejamento lá no no plano espiritual, no ministério da reencarnação. Por quê? Porque nós temos a necessidade de ajustar algumas contas que ficaram pendentes das nossas escolhas passadas. Então, sim, ao longo da nossa existência nós teremos alguns marcos. Os encontros com aqueles com quem combinamos de ter eh encontros, os compromissos assumidos, as necessidades plasmadas no nosso corpo mental, no nosso corpo espiritual. Mas a doutrina nos mostra que a cada dia nós construímos a nossa jornada a partir do uso do nosso livre arbítrio. Um livre arbítrio que às vezes ficamos em dúvida, o livre arbítrio ele é absoluto, eu tenho liberdade total. E nós vamos encontrar na doutrina a referência de que é um livre arbítrio limitado, também podemos dizer relativo, um livre arbítrio limitado basicamente por duas coisas. primeira e mais eh crucial, limitado pelo uso do nosso livre arbítrio nas vidas anteriores. Quando nós fazemos escolhas
podemos dizer relativo, um livre arbítrio limitado basicamente por duas coisas. primeira e mais eh crucial, limitado pelo uso do nosso livre arbítrio nas vidas anteriores. Quando nós fazemos escolhas que são livres, a colheita será obrigatória. Quando nós fazemos, tomamos ações que e causam dor, que causam desequilíbrio a algum dos nossos irmãos, nós estamos direcionando a necessidade de, em algum momento, aquilo ser eh eh equilibrado. Então, o nosso livre arbítrio começa por ser limitado em função das nossas necessidades, mas também o livre arbítrio é limitado pelo merecimento do próximo. Se eu quiser muito, muito, muito fazer alguma coisa de muito ruim pro Anderson, vai depender do merecimento dele. Os livros de André Luiz trazem muitos casos dessa natureza. Então, o nosso livre arbítrio, ele é limitado pelas nossas eh eh condições ao longo da nossa vida. Algumas vezes nós voltamos a falar da dessa necessidade de nós pensarmos que o que nós estamos vivendo hoje é resultado do que nós escolhemos atrás. Então, algumas vezes, como diz o o eh Aroldo Dutra, né, nós, na verdade hoje estamos vivendo a terapia das nossas vidas passadas. terapia de vidas passadas, que normalmente consiste em nós tentarmos identificar ou avaliar o que que for que fomos em outras existências. E sempre fica aquele alerta, não perde muito tempo com isso, porque o melhorzinho que a gente foi na nossa existência é o que nós somos hoje. Lá para trás a gente só foi mais tranqueiro, excetuando-se os casos eh indicados por terapias e eh em casos específicos. Nós devemos entender que hoje nós vivemos a terapia das vidas passadas. Tudo aquilo que a gente fez, que que a gente desequilibrou no passado, nós estamos hoje trabalhando para equilibrar e ao mesmo tempo nós estamos preparando a terapia das vidas futuras, porque o que nós seremos nas próximas existências é resultado direto das escolhas que nós fazemos hoje. No livro dos espíritos, na questão 129, o Kardec pergunta ao espírito da verdade: "Os espíritos são criados todos
seremos nas próximas existências é resultado direto das escolhas que nós fazemos hoje. No livro dos espíritos, na questão 129, o Kardec pergunta ao espírito da verdade: "Os espíritos são criados todos iguais? E qual é a influência de cada espírito na sua vida?" Ao que o Espírito da verdade responde, que pelo uso do livre arbítrio, pela manifestação da sua vontade, dos seus desejos, das suas escolhas, pela sua noção do dever do espírito, o espírito vai participar da sua jornada e vai ditar todo o seu ritmo. dever do espírito, que também está no livro dos espíritos, quando Kardec pergunta para que que nós reencarnamos, se a gente estava lá em cima no plano espiritual, de tal maneira que no Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec também diz que eh aqui a a vida encarnada é uma cópia eh ruim do plano espiritual e que muitas vezes o espírito quando está melancólico, depressivo durante a existência, talvez seja um momento de lembrança, de quando, como era lá do outro lado. Então, se a gente estava tão bem lá, por que que a gente encarna? E o espírito da verdade diz: "Nós reencarnamos para podermos ir superando as nossas limitações e fazermos a nossa evolução. Como o Chico Xavier disse numa entrevista certa vez, que vivia cada dia da sua existência se esforçando para que ao chegar no túmulo ele estivesse um pouquinho melhor do que ele estava quando ele chegou no berço. Então, é para essa jornada evolutiva que nós viemos ao planeta. É usando o nosso livre arbítrio para tentar fazer escolhas melhores e condicionar melhor o que nós teremos no futuro. Na pergunta 117 do livro dos espíritos, o Kardec faz então aquela pergunta que é a pergunta de 1 milhão de dólares, né? Seria mais fácil Deus nos criar já perfeitos, né? a gente não precisaria passar por nada disso. Era tão mais simples. E aí o espírito da verdade responde que se isso acontecesse, qual era o mérito do espírito? O que ele teria feito para participar daquela conquista? o que o espírito eh eh deu de si para que ele pudesse aproveitar aquilo que na
responde que se isso acontecesse, qual era o mérito do espírito? O que ele teria feito para participar daquela conquista? o que o espírito eh eh deu de si para que ele pudesse aproveitar aquilo que na na no livro dos espíritos eles refere com o gozo das felicidades da evolução. Porque o Kardec escreve no livro no no no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, item 20, que a felicidade não é desse mundo. E aí a gente já correu para apressar e dizer que é isso aqui é um planeta, um vale de sombras, a gente veio aqui para sofrer, né? Não, a gente não veio aqui para sofrer. A Joana de Angel já dizia que nós precisamos despertar e ser feliz, sermos felizes na medida da felicidade relativa que podemos ter nesse planeta. Mas quando nós formos espíritos evoluídos, espíritos ditosos, nós teremos acesso a uma outra felicidade que a gente não consegue nem perceber o que é hoje. Então, quando o quando Kardec pergunta e e obtém a resposta de que nós precisamos, pelo uso das nossas faculdades, das nossas escolhas, das nossas vontades, nós precisamos conquistar a evolução. Então, o que nós teremos no futuro decorre do uso das leis morais na nossa vida, fazendo com que, como dizia João Batista, que nós busquemos endireitar os nossos caminhos ao caminho do Senhor, fazer com que as nossas escolhas se aproximem do uso da lei do bem, que se aproximeem do uso das leis morais. Mas nós temos nessa resposta outras três ideias. Além das leis morais, nós entendemos que a evolução é uma lei de conquista. Nós precisamos ir superando as nossas limitações. Nós precisamos ir fazendo com que o homem carnal, o espírito que vive para a experiência na terra, seja substituído pelo homem espiritual, pelo homem moral. Nas palavras de Chico Xavier. a cada dia ir colocando a nossa mente, eh, para que as nossas escolhas tomem em conta os valores que o Cristo nos trouxe. Mas aí a gente pensa assim: "Então, agora eu vou passar a viver única e exclusivamente eh isolado eh num numa numa numa atitude mística". E aí o
lhas tomem em conta os valores que o Cristo nos trouxe. Mas aí a gente pensa assim: "Então, agora eu vou passar a viver única e exclusivamente eh isolado eh num numa numa numa atitude mística". E aí o Kardec vai lá no capítulo 17, no item 10, e escreve sobre o homem no mundo. O homem no mundo deve viver como o homem no mundo, de acordo com o seu tempo, não vivendo de acordo com os valores do mundo material exclusivamente, mas integrado no mundo. Porque e eh o ele escreve que quando recomenda que nós devemos viver numa atitude de prece, numa atitude de contemplação, numa atitude de integração com o com o criador, não quer dizer que devemos viver apenas uma experiência mística. Vou me fazer eh como um personagem de história de quadrinho bem antiga. Outro dia eu fui falar isso numa palestra, 90% do pessoal não sabia quem era. O Urtigão que ficava lá no alto da do morrinho, não se relacionava com ninguém porque ali ele não ia ter problema. Mas aí o Divaldo, numa das suas obras eh escreve que é a vida em sociedade é a pedra angular da nossa existência. Porque é vivendo com o próximo, de acordo com aquilo que nós planejamos lá no no mundo espiritual, lá no ministério da reencarnação, que nós vamos ter a oportunidade e aí como dizia o André Luiz no texto que o Anderson leu no começo, nós teremos as oportunidades de eh evoluir. É na vida com o próximo, na vida em sociedade que nós vamos tendo a oportunidade de lidar com as nossas más inclinações, com as nossas más tendências, com os nossos vícios. Então, se eu tiver sozinho e eu tenho aquela tendência de ser muito orgulhoso, eu não tenho nem com quem comparar para eu dizer que eu sou mais que alguém. Eu tenho a tendência de falar demais, eu não tenho nem com quem falar demais. Ou se eu tenho tendência de ser candinha, eu não tenho nem o que falar de Candinha. Então, é na vida de sociedade que eu tenho a oportunidade de despertar para as minhas más inclinações e trabalhar com elas, porque o processo de identificar os pontos que eu preciso
falar de Candinha. Então, é na vida de sociedade que eu tenho a oportunidade de despertar para as minhas más inclinações e trabalhar com elas, porque o processo de identificar os pontos que eu preciso melhorar é o primeiro praço para eu melhorar. O Rossando Clinger, ele conta uma história, eh, não estamos fazendo fofoca do Rossando Clinger, não, tá? Ele que conta essa história mesmo. Ele dizia que certo dia ele chegou em casa, a história é mais longa, quem procurar lá na internet vai ver, ele chegou em casa e encontrou o cunhado dele, né? E ele tinha um carrinho simples e o cunhado chegou com carrão bonito, grande. Quando ele viu aquilo, ele falou: "Poxa vida, eu trabalho, sou terapeuta, sou psicólogo, faço não sei quê, vou não sei aonde, vou no centro espírita, faço palestra espírita, vou na Fátima Bernardes, vou não sei onde tem esse carrinho e o meu cunhado tem esse carrão". E ele ficou muito danado da vida. Ele chegou em casa, passou pela mulher dele, só deu um beijinho, foi pro quarto, não quero nem falar nada, ficou lá dentro. Aí a esposa dele, é, tá bom, fica lá dentro. No dia seguinte ela acordou, aí ele refletiu muito durante a noite. Eh, e a esposa perguntou no café: "E agora você tá melhor?" Tá, agora eu já consegui concluir que eu sou invejoso, então eu já sei o que que eu tenho que trabalhar. Então o nosso processo de identificar onde é aquele ponto que eu preciso trabalhar faz parte desse movimento de eu usar o nível arbítrio para eu fazer as escolhas, porque nós sabemos o caminho. É simples. É simples. É, é só é simples. Vou fazer uma listinha aqui. Quais são os pontos que eu preciso melhorar? Vou procurar aqui isso aqui. Eu tô ofrindo que é lei da lei de sociedade, lei do trabalho e vou mudar, vou botar uma gaivotinha quando eu resolver. É fácil, não é? Como diz o Chico Xavier, a disciplina vai anteceder a espontaneidade. Nós precisamos entender que precisamos mudar e é o esforço que vai fazer com que venha o hábito. Porque não existe saltos na evolução do espírito, né?
ier, a disciplina vai anteceder a espontaneidade. Nós precisamos entender que precisamos mudar e é o esforço que vai fazer com que venha o hábito. Porque não existe saltos na evolução do espírito, né? Eh, como a gente costumava comentar, não adianta ninguém vai dormir Marcelo e acordar Divaldo. Tem um caminho para ser percorrido. É um caminho de identificação, de superando essas essas limitações, essas mais essas más tendências para que a gente possa ir mudando o nosso caminho. Então, quando a gente pensa assim, existe destino, o destino como pontos marcados, como alguém disser, você terá tantos relacionamentos, tantos filhos isso não existe, não está marcado em lugar nenhum. O Leon Deni chegou então a escrever em dois livros, né? Mas num dos livros ele fala exatamente isso. O nome, o título do livro é O problema do Ser, do destino e da dor. E eu vou me permitir ler um um um trechinho em que ele fala assim: "A alma, a alma eh vive eh a prova das vidas sucessivas no caminho da existência e acha-se desed-se desimpedido e traçado com firmeza e segurança o caminho da existência para a evolução. alma vê claramente seu destino, que é a ascensão para a mais alta sabedoria para a luz viva. Então, o destino para o espírito é a evolução. A lei do progresso, ela é inexorável, de tal maneira que quando nós não entendemos e que nós precisamos na nossa jornada evolutiva, quando nós não tínhamos consciência do que precisamos fazer, nós tínhamos as encarnações compulsórias, porque a jornada evolutiva, ela é obrigatória, o destino é a evolução. Aí vem o Emanuel no livro Emanuel e ele fala assim no item, no capítulo 23, item 5, né? O homem e seu destino. Isoladamente cada um tem no planeta o mapa das suas lutas e dos seus serviços. O que que é esse mapa? É o nosso planejamento reencarnatório. Aqueles momentos em que nós teremos que passar por determinadas experiências. O berço de todo homem é o princípio de um labirinto de tentações e dores. Tentações e dores no sentido de provas e
atório. Aqueles momentos em que nós teremos que passar por determinadas experiências. O berço de todo homem é o princípio de um labirinto de tentações e dores. Tentações e dores no sentido de provas e expiações pelas quais nós precisaremos passar. Inerentes à própria vida na esfera terrestre, labirinto por ele mesmo traçado nas existências anteriores e que necessita palmilhar com intrepidez moral. Então, o destino, como nos diz Emanuel, é o resultado daquilo que nós já fizemos de escolhas anteriores. Porque nós precisamos tomar a decisão. Nós precisamos a cada dia acordamos, abrimos o olho, ah, estamos no mesmo lugar, então eu tô encarnado mais um dia. Hoje, se quisermos, podemos usar aquelas frases de autoajuda. E somente por hoje eu vou tentar controlar a minha tendência de fazer isso ou aquilo. É uma decisão do espírito de se aproximar de Deus. Um desses dias eu vi uma palestra de uma pessoa falando da pintura de um quadro que tem, não é um quadro, mas é uma pintura que tem na na no teto da Capela Cistina. É um quadro de Michelângelo que foi pintado ali em torno de 1500, 1500 e pouquinho, chamado a criação de Adão. Acho que todos vocês devem ter visto algum dia que é quando tá a o desenho de Deus e de Adão. Michelângelo colocou um pequeno detalhe naquela pintura que acho que quase ninguém percebe. Deus está com o dedo reto e Adão está com o dedo curvo, demonstrando que para Deus está sempre esperando que nós tomemos a decisão de não só endireitar os caminhos ao Senhor, como dizia João Batista, como também endireitar o nosso dedo para que haja esse contato, endireitar as nossas condutas para que nós possamos caminhar na direção da nossa jornada evolutiva, mas é necessário que todos nós passemos pela pelas nossas pelos nossos ajustes, pelas nossas colheitas diárias. Um um outro colega nosso palestrante aqui da casa, certo dia contou uma história de que a filha dele chegou para ele um dia e disse assim: "Eu eu quero de presente de aniversário, um aquário de borboletas". Um aquário de borboletas.
ante aqui da casa, certo dia contou uma história de que a filha dele chegou para ele um dia e disse assim: "Eu eu quero de presente de aniversário, um aquário de borboletas". Um aquário de borboletas. E aí ele saiu procurando até que ele encontrou uma referência e na verdade era um vidro de acrílico onde se colocava várias lagartas e esperava que aquelas lagartas virassem borboleta. E aí foi acontecendo e todo dia eles iam lá, olhavam e uma borboleta surgia, outra surgia. Até que depois de vários dias eles viram que tinha uma larvinha que ela não virava borboleta. E ele falou: "Bom, vamos tentar ajudar, vamos criar um atalho nessa jornada evolutiva." E aí a gente já consegue perceber qual é o antever, qual é o resultado. Foram lá e fizeram um cortezinho e aquela larva que ainda não estava madura, que não tinha feito aquele processo de se libertar daquelas entravas que estavam com ela, daquela cera, daquelas e passar por aquele processo, ela caiu e sucumbiu. Então, muitas vezes nós precisamos entender que nós precisamos amadurecer nas nossas deficiências, como diz no Chico novamente, é o esforço que cria o hábito. Então, a cada dia ir buscando identificar eh eh as condutas que nós precisamos mudar e repeti-las e repeti-las e seguir em frente. Porque se nós não guiarmos o nosso passo, se nós passarmos apenas vivendo a nossa existência encarnado, segundo os valores materiais, a e a gente não vem aqui para não encarna aqui para ter nem sequer um título, nem sequer um carro, nem sequer a gente encarna para buscar evoluir. Então, o que nós precisamos tomar consciência é que para fazermos o nosso destino, nós precisamos assumir a conduta dos nossos passos. Como a gente entende que o processo evolutivo, se nós tivermos uma existência e mais próxima daquilo que nós planejamos, nós estamos nos salvando aquilo que é a salvação. Que a doutrina fala, fora da caridade não há salvação. Ou seja, fora da prática do amor ao próximo, do abandono, do orgulho, do egoísmo, não há salvação. E qual é essa
alvando aquilo que é a salvação. Que a doutrina fala, fora da caridade não há salvação. Ou seja, fora da prática do amor ao próximo, do abandono, do orgulho, do egoísmo, não há salvação. E qual é essa salvação? a salvação de nós precisarmos novamente passar por jornadas de provas e expiações. A salvação de voltarmos novamente, precisando do divino aguilhão da dor para nos despertar paraa necessidade da mudança de conduta, da mudança de comportamento. Então, quando nós e fazemos as nossas escolhas, nós precisamos entender que quando nós optamos pelo amor, nós nos libertamos da dor. Como dizia Alta de Souza, nós precisamos aproveitar cada oportunidade do bem antes que a irmã Dor venha nos visitar triste e tarde. Quando nós não tomamos consciência da nossa necessidade de caminhar para o bem, nós não buscamos a nossa salvação. E aí a gente precisa lembrar de Paulo de Tarso, quando ele escreve na epístola aos Filipenses, a cada um busque a sua salvação pelas escolhas retas, pela conduta correta. E depois a gente pensa, mas quais são essas escolhas retas? E a gente usa de novo a a fala de Paulo de Tarso quando ele escreve aos Tessalonicenses dizendo: "Regozija-se sempre, tenha uma vida leve, viva feliz, ore sem cessar e em tudo dai graças". Se nós conseguirmos levar a nossa conduta, tendo como consciência quais são os caminhos do Senhor que o João fala pra gente endireitar, a doutrina nos mostra a vivência da lei do bem. Tá lá no capítulo 17 também a a o item acho que três, que fala do homem de bem. Então, nós precisamos ter o parâmetro. Qual é o modelo e guia que nos foi dado para nós entendermos como fazer isso? O livro, o o livro dos espíritos também tem essa pergunta. E está lá Jesus. Então nós precisamos identificar qual é o a conduta, endireitar o nosso caminho, levar a vida de uma maneira leve, alegre. Nós não estamos num vale de dor, no vale de sofrimento. Regozija-te sempre. Ore sem cessar, porque quando nós estamos orando, nós estamos esticando o nosso dedinho para esse contato com o
eve, alegre. Nós não estamos num vale de dor, no vale de sofrimento. Regozija-te sempre. Ore sem cessar, porque quando nós estamos orando, nós estamos esticando o nosso dedinho para esse contato com o criador. Na oração, não é o céu que vem até nós. Somos nós que mudamos a nossa atmosfera mental, a nossa atmosfera espiritual, o nosso padrão vibratório e podemos entrar em comunhão com a espiritualidade. E em tudo dai graças. Em tudo dai graças. entendendo que todos nós temos tudo aquilo de que precisamos para eh caminharmos na direção da nossa jornada evolutiva. Quando a gente faz a prece de Cáritas, ali no final no finalzinho, a gente sempre fala: "Dá-nos a força de ajudar o progresso a fim de subir até voz". Então, que a gente possa hoje, a cada dia, a cada momento, não assumindo uma atitude mística, como diz Kardec, diante da vida, mas em cada momento, vivendo o homem no mundo como homem no mundo no seu tempo, no trabalho, no trânsito, nas nas reuniões sociais, onde estiver, mas sempre com uma conduta, uma conduta leve, buscando contato com a espiritualidade e sempre tendo noção do quanto nós temos para caminhar, mas também do quanto nós caminhamos, porque foi, como dizia aquela música, foi um longo caminho até aqui, mas que a gente possa encurtar a eternidade. Chico Xavier num determinado, num determinada obra fala que a eternidade para os espíritos teimosos e renites é um pouquinho mais longa, porque a quantidade de vezes que nós vamos precisando eh reorientar o passo vai ser maior. Então, que cada um dos nossos passos seja dado no sentido de construir um melhor destino com escolhas simples, nos melhor, nos em todos os momentos da vida, mas colocando os ensinamentos do Cristo presente nas nossas atitudes e que possamos estar abertos para receber as inspirações da espiritualidade a cada instante. Obrigado. Muito obrigado, Marcelo, pelas reflexões da desta manhã, né? Sempre chamando a atenção que depende de cada um de nós, né? Na nossa caminhada. Agradecer também
spiritualidade a cada instante. Obrigado. Muito obrigado, Marcelo, pelas reflexões da desta manhã, né? Sempre chamando a atenção que depende de cada um de nós, né? Na nossa caminhada. Agradecer também todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes. Aqui quem nos acompanhando aqui no chat ao vivo, né? Vanessa, Davis, Marcondes, Amanda, Gleisson, Raquel, Esta Branca, Aline, Pedro. Bom dia a todos. né? Que a gente possa receber onde quer que estejamos as bênçãos do alto. Eh, tem alguns avisos. Amanhã, dia 24 de maio, né, nós teremos eh algumas palestras em especial às 17 horas, né? Essas palestras ocorrerão presencialmente aqui no Salomão Bezerra de Menezes, mas também vão ser transmitidas pelo YouTube. Eh, às 17 horas temos a Dra. Márcia Leon, da Associação Médico Espírita do Planalto, com o tema maternidade, um clamor pela vida. E às 19 horas nós teremos uma roda de conversa também com a Dra. Márcia Leon e também com o Saulo César. Ele também estará aqui na com espírito de Brasília. A roda de conversa terá como tema reflexões sobre a maternidade com Maria. para quem está aqui em Brasília e no entorno, né, a Com Brasília tá eh com a campanha do agasalho aberta, porque a comunhão atende eh no momento 150 famílias e toda sexta-feira, como agora de manhã, recebe em torno de 40 moradores em situações de rua no projeto mãos estendidas. Então essa campanha, né, propõe receber doações de roupas, meias, cobertores, principalmente agasalhos, né, para gente possa distribuir para essas famílias e essas os moradores em situação de rua. A gente pode entregar tanto ali no almoxarifado que fica na lateral aqui do do salão, como na portaria, caso o almoxarifado esteja fechado. Eh, aqui na comunhão também presencialmente, né, também passa pelo YouTube toda dia de semana, de segunda a sexta às 13 horas, né, no horário do almoço nós temos palestra, mas não temos, né, normalmente a o passe, é apenas a palestra, mas na quarta-feira nós estamos com horário também pro passe. Então, na quarta-feira
horas, né, no horário do almoço nós temos palestra, mas não temos, né, normalmente a o passe, é apenas a palestra, mas na quarta-feira nós estamos com horário também pro passe. Então, na quarta-feira às 13 horas temos a palestra e de meia:30 às 14 horas nós temos passe presencial para quem venha a à comunhão. E por último, mas não menos importante, nós teremos no dia 1o de junho, no domingo de meio-dia às 22 horas, a festa junina do nosso lar. Nosso lar é um abrigo que eh fica no núcleo Bandeirante aqui em Brasília, recebe crianças, né, com situações esperando, né, definição eh judicial com relação à moradia e também famílias que vêm paraa Brasília para fazer tratamento, com as crianças fazerem tratamento. Então, às vezes vem a mãe com a criança e não tem onde ficar, o nosso lar também recebe essas crianças. Essa festa junina é o momento que o nosso lar consegue arrecadar recursos para a manutenção anual do do abrigo. Então fica o convite, né? A comunhão espírita também faz a contribuição lá e tá sempre eh renovando, né, esse convite destaque, né, para acho que a iguaria do do evento é o pastel de banana com queijo, né? Acho que tem sempre quando todo ano que eu vou lá a gente acaba se se esbaldando, né? tanto eu quanto minhas filhas. Mais uma vez, então, muito obrigado a todos que estão pela internet, os que estão aqui ao vivo no Salão Bezerra de Menezes e ao nosso amigo Marcelo pelas reflexões que a gente nos trouxe nesta manhã. Agradecemos também mais uma vez a Deus por esta atual encarnação que cada um de nós esteja vivendo. Agradecer a bênção do novo dia que se inicia. agradecer este momento de estarmos aqui reunidos, conectados e pensando no ensinamento de Jesus e em todas as energias, reflexões que foram reverberadas através do tempo pelos seus apóstolos, pelos seus seguidores e também pela doutrina dos espíritos. que possamos sair daqui fortalecidos, renovados da nossa fé e esperança por dias melhores. Que possamos manter esse silêncio interno e nos encaminharmos
eguidores e também pela doutrina dos espíritos. que possamos sair daqui fortalecidos, renovados da nossa fé e esperança por dias melhores. Que possamos manter esse silêncio interno e nos encaminharmos para o palestre, pela para o passe agora presencialmente ou para quem tá virtualmente pro passe virtual. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores
sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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