GRÁU DE SENSIBILIDADE - Juliana Ferreira [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Amigos, é com alegria que mais uma vez aqui nos encontramos neste momento de harmonização, quando somos convidados a dar uma pausa nas nossas atividades, na nossa correria ou mesmo durante as nossas atividades. podermos ouvir uma palavra de consolo, de esperança, de tudo aquilo que conforta o nosso coração. Nós continuamos com a reflexão sobre mensagens do livro de Hamed, renovando atitudes, que sempre contribui de uma maneira muito profunda para que possamos eh repensar algumas questões, algumas posturas diante da vida, mas sempre de uma maneira muito amorosa, como Ramed sempre faz, e trazendo para nós nós este lenitivo que nos permite caminhar com mais firmeza, com mais segurança. Hoje a nossa mensagem é grau de sensibilidade. é algo que nos movimenta e que muitas vezes atropelamos dada a nossa correria sem nos atentar para o olhar que direcionamos, que endereçamos a nossa vida na experiência da carne para transformar esta experiência de uma maneira rica e significativa. Lá no capítulo 17, no item 4 do Evangelho Segundo o Espiritismo, os espíritos amigos nos trazem uma mensagem sobre os bons espíritas, que nada mais são do que os bons cristãos, porque o espírita é o cristão. Cristão é todo aquele que abraçou a proposta de Jesus e que tenta vivê-la na dimensão da carne, não é? Porque vivê-la em espírito, quando não estamos temporariamente nesta experiência, eh, exige um esforço menor do ponto de vista da nossa limitação. Porque quando desencarnamos, quando retornamos à verdadeira vida, estamos plenos da nossa consciência como espírito imortal. Mas quando encarnados, estamos temporariamente esquecidos de muitas experiências que contribuíram de uma maneira positiva ou não para a nossa evolução. Então, lá nesse item quatro, eh, os espíritos amigos nos dizem o seguinte, que o grau de sensibilidade ou a maneira como eu percebo a vida quando eu estou encarnada, encarnado, depende da nossa maturidade moral, do quanto eu já avancei do ponto de vista da vivência das leis de Deus. Deus. E ele diz que
ou a maneira como eu percebo a vida quando eu estou encarnada, encarnado, depende da nossa maturidade moral, do quanto eu já avancei do ponto de vista da vivência das leis de Deus. Deus. E ele diz que este senso moral independe da idade e do grau de instrução quando encarnados. O que que ele tá dizendo? que há jovens que têm pouca ou quase nenhuma instrução, mas que trazem uma sensibilidade muito maior, muito mais apurada do que encarnados que têm esta instrução muito desenvolvida, que são sábios do ponto de vista humano, do conhecimento humano, mas que não detém esta peculiaridade que perten pertence ao espírito, ao desenvolvimento da nossa jornada, da nossa caminhada. E ele fala que esses homens sensíveis ou os espíritos que já tomaram posse desta sensibilidade aprenderam a focalizar a essência dos fatos sem julgamentos prévios. Difícil. é uma um desafio para nós, porque sempre que lançamos um olhar para algo ou para alguém, nós o fazemos com o julgamento prévio. Então, se eu começo a colocar em ação esta sensibilidade maior, este desejo de construção moral, eu vou perceber que é possível eu ver as coisas sem que eu tenha que me antecipar a um julgamento. É maravilhoso quando nós vemos a a nossa rotina, o nosso dia a dia, os fatos que nos circundam com este olhar mais apurado, menos seletivo do ponto de vista dos meus valores. Mas é interessante também que o os espíritos colocam lá no Evangelho que mesmo nas expressões mediúnicas, no nosso trabalho mediúnico, se eu me prendo a demonstrações espetaculares do fenômeno, mesmo assim aquilo ali já é uma sementinha para eu apurar esta sensibilidade. Então, vejamos, absolutamente nada se perde no conjunto de construção do nosso acervo evolutivo, absolutamente nada. Ele fala também que este patrimônio que o espírito construiu, que é esta sensibilidade, proveniente, é proveniente do âmago dos fatos. Então, eu vivo estes fatos, eu vivo essas experiências, me detendo na sua profundidade e não nas suas aparências. E é muito bom ler
é esta sensibilidade, proveniente, é proveniente do âmago dos fatos. Então, eu vivo estes fatos, eu vivo essas experiências, me detendo na sua profundidade e não nas suas aparências. E é muito bom ler e estudar e compreender e ficar atento, porque ele diz que quando nós vamos construindo esta sensibilidade, não é este senso moral, nós observamos que o universo, ele fala aqui, o universo é o lar que abriga a todos nós eternos viajantes na embarcação da vida. Então, eu também amplio o meu olhar do que é o universo. Ah, não. O universo eh tem como eh protagonista o ser humano, não. O protagonismo é da criação, né? toda a criação, não é de uma coisa em especial. E aí lá Ramed nos diz nessa lição que as ciências que são muito mais ciências humanas, né, que fazem parte da nossa encarnação, que são muito mais espiritualistas do que algumas religiões. E de fato, porque nós temos cientistas que se preocupam com o todo do universo, com o todo. E nós temos religiões que se preocupam só com o ser humano, como se ele fosse desagregado deste contexto maior. Quando eu coloco o ser humano como partícipe de todo esse processo que é o universo e não como figura principal, eu tenho um olhar divino para a criação. Mas quando eu me entendo como superior a tudo que está aí, que foi criado, eu tenho um olhar humanizado, porque eu entendo que tudo aquilo que foi criado, isto inclui o planeta, foi criado para me servir, né? Porque afinal de contas Deus me escolheu. Que pai amoroso e bom é esse que escolhe uma de suas criaturas em detrimento de todo o outro, de todo o seu conjunto, não é? Então, muitas vezes, enquanto a ciência propõe a fraternidade, algumas religiões propõe o individualismo. Eu sou salvo porque eu fiz esta escolha. Vejam que quem está dizendo isso é Ramed, não sou eu. Lá nesta nesta lição. E ele diz que nós, conforme vamos mudando o nosso olhar para a existência, vamos fazendo a nossa parte, irradiando esta luz que clareia a nossa concepção da criação, o nosso conceito do que é o todo.
E ele diz que nós, conforme vamos mudando o nosso olhar para a existência, vamos fazendo a nossa parte, irradiando esta luz que clareia a nossa concepção da criação, o nosso conceito do que é o todo. Ele diz também que muitas religiões deixam de praticar a fraternidade, conforme nós falamos, enquanto muitas ciências o fazem neste sentido. Ur a nossa sensibilidade é nos sentir pertencentes ao todo, nos sentir promovedores do bem-estar coletivo, sem que nós nos vejamos como parte principal de toda essa engrenagem. Não é? E se eu deixo de me ver como parte principal dessa engrenagem, o que que acontece? Eu passo a ver que o meu irmão, indiferente de credo, indiferente de cor, de qualquer outra situação, também faz parte dessa engrenagem e que sem ele essa engrenagem não vai funcionar. Sem qualquer uma dessas peças, esta engrenagem não funcionará de maneira harmônica. E aí o o Ramédia nos diz também que nós temos, nós espíritos imortais a capacidade de abraçar ideias novas com eficiência e exatidão. Olha como ele nos transfere a responsabilidade que nos cabe. Se eu insisto em ideias que não contribuem para melhorar a dinâmica da existência, eu estou fazendo uma escolha de não me modificar. E aí? E aí o que é, o que acontece é que eu estou indo de encontro, né? Eu estou indo de maneira contrária à nossa condição, a minha condição como espírito imortal, porque ele fala que é a capacidade nata de abraçar ideias novas com eficiência e exatidão. Então, se eu me abro para essas ideias que fazem parte do todo, do universo, eu passo a ser o multiplicador dessas ideias e dessas mudanças. Eu passo a promover essas mudanças. E se eu aqui no meu universo pequeninho sou um dinamo de forças, de luz, tudo ao redor vai funcionar de uma maneira muito melhor. Ele diz que nós, né, aqueles seres humanos sensíveis, eu digo nós, porque eu quero acreditar que estamos todos já nesse processo de escolha, não estamos ainda com o acervo construído, mas nós fizemos a escolha. Lá no evangelho, os espíritos amigos nos
s, eu digo nós, porque eu quero acreditar que estamos todos já nesse processo de escolha, não estamos ainda com o acervo construído, mas nós fizemos a escolha. Lá no evangelho, os espíritos amigos nos dizem também que o que nos torna candidatos à luz não é só o bem que nós fazemos, mas o desejo também de fazer esse bem. Então, se abraçamos seguir Jesus, a proposta de Jesus, nós já estamos abertos para essa transformação, para essa mudança. Então, ele diz que nós estamos, se somos esses espíritos candidatos a esta sensibilidade, a este grau de sensibilidade, nós estamos despertos em nossos sentidos externos e internos. Estamos vivos em plenitude. O que que é estar vivo em plenitude? O que que é ser pleno? é não ter divisões. Ainda que eu seja único do ponto de vista da criação, eu estou pleno porque abraçando a a proposta da divindade, eu me torno um somatório de tudo o que nos rege, de tudo o que nos norteia. Eu não posso ser pleno sendo só. Não é possível. Só do ponto de vista desta harmonia, deste conjunto harmônico. Se eu me entendo como criatura divina e abraço a minha tarefa como transformadora do que eu sou, não é? como com movida pelo desejo de estar cada vez mais plena com o divino, eu estou cada vez mais plena com meu irmão, porque apesar de sermos únicos, somos um nesta totalidade. Imagina imaginemos isso do ponto de vista do planeta. Esta casa que nos abriga, essa casa maravilhosa, linda, feita para que a vida habite aqui de uma maneira exuberante. Como é que eu posso maltratar quem me oferta generosamente tudo aquilo de que eu preciso para viver, para sobreviver? Como é que eu posso tomar para mim algo que não me pertence, mas que é um empréstimo da divindade. E se é um empréstimo, cabe a mim dividir com o meu irmão. Então, todas as benéces que o planeta me oferta pertencem a todos aqueles que aqui habitam e exigem de nós tudo isso que o planeta nos oferta, exige de nós uma postura responsável de conservação, de limpeza, de agradecimento, não é? de pertencimento
ertencem a todos aqueles que aqui habitam e exigem de nós tudo isso que o planeta nos oferta, exige de nós uma postura responsável de conservação, de limpeza, de agradecimento, não é? de pertencimento a tudo que aqui vibra a divindade. AED também nos diz que não adianta nós lutarmos contra esta lei que é chegar a esta sensibilidade, porque estamos fadados a construir esta sensibilidade. Todos nós avançaremos porque é da lei. Nós temos cada um o nosso tempo, né? Cada um tem o seu tempo, mas avançaremos inexoravelmente. Eu não tenho como fugir desta lei, porque ela é perfeita. Ele diz que o olhar mais apurado a que nós nos propomos é o primeiro passo desta grande caminhada que é a evolução. Então, quando estamos na proposta do Cristo, vivendo a proposta do Cristo, tentando nos aproximar da mensagem dele, o nosso olhar deve ser voltado sempre para a luz. Então, eu caminho com o meu irmão, não é, perdão, num trabalho voluntário, num trabalho na seara de Jesus. E este meu olhar apurado, esta sensibilidade precisa estar voltada para aquilo que é construtivo. Então eu olho pro meu irmão para os seus esforços de uma maneira sensível. Reconheço as dificuldades dele, como reconheço as minhas, mas reconheço o grande desejo que nós dois temos de avançar, de somar forças para transformar cada um que caminha conosco pela nossa transformação pessoal. Porque se eu sou luz, se eu escolho a luz, esta luz irá ser irradiada para todos aqueles que caminham comigo. Então, em vez de eu transitar no meu dia a dia, não é? com um olhar de tristeza, de melancolia, vendo só as coisas ruins. Ah, porque eh nós agora vamos entrar na época da chuva, passamos aí quanto tempo esperando a chuva cair, não é? Porque especialmente em Brasília, eu tô falando nós em Brasília sofremos muito com a seca, então fica, ah, porque a umidade chegou a 8% porque estamos a 120 dias sem chuva, não é? Aí a chuva cai e é aquela coisa maravilhosa, aquele cheiro de terra molhada, aquela sensação de que eu consigo respirar com leveza.
ue a umidade chegou a 8% porque estamos a 120 dias sem chuva, não é? Aí a chuva cai e é aquela coisa maravilhosa, aquele cheiro de terra molhada, aquela sensação de que eu consigo respirar com leveza. Daí, duas semanas de chuva ininterrupta, eu já reclamo. Ai, meu Deus, essa chuva não vai parar. Não é possível. Então, se eu pego este olhar sensível, eu digo: "Graças a Deus, a chuva chegou. Porque a chuva é vida, a chuva é alimento, a chuva é o respirar mais tranquilo para nós em Brasília, não é? Então eu vejo com um outro olhar, eu passo a ter uma outra sensibilidade diante das coisas, diante da existência. E a existência fica muito mais leve, muito menos penosa do que poderia ser. Tudo o que nos acontece nos acontece por necessidade, porque é a dinâmica do pai. O pai não vai dar frio a um filho que está necessitando de um cobertor, não é? O frio estará presente porque é da dinâmica da vida, mas Deus se encarregará de dar o cobertor. Mas aí eu faço a escolha. Eu quero continuar mesmo coberta, quentinha, reclamando do frio. Ai meu Deus, esse frio não passa. Ai meu Deus, como tá gelado, né? Nós temos quatro estações para que a cada nova estação que chega eu possa ver a beleza que ela traz. Eu posso e vejo sim as características de dificuldade que cada estação traz, não é? para indivíduos específicos, mas todas elas são o olhar vivo da divindade nos dizendo, cada ciclo nasce, se desenvolve, agrega, acrescenta experiência, morre e renasce e começa novamente. Então, viver a imortalidade é um ir e vir incessante de tarefas, de aprendizagens, de construções, mas é um irir e vir que deve ser sustentado pelo olhar sensível de quem um dia foi criado para beleza e para perfeição, que foi chamado de filho por um pai perfeito e que teve a oportunidade de caminhar sempre amparado com todos os recursos necessários para construir a luz e com um tempo próprio para que se fizesse luz. Então, Jesus nos diz, "A luz se fez nas sombras. Nós trazemos as sombras da nossa ignorância, mas trazemos também
ursos necessários para construir a luz e com um tempo próprio para que se fizesse luz. Então, Jesus nos diz, "A luz se fez nas sombras. Nós trazemos as sombras da nossa ignorância, mas trazemos também a luz da nossa divindade, da nossa simplicidade e de todas as possibilidades que existem em nós para transformarmos, nos transformarmos. em pequenos mananciais de água pura para aqueles que têm sede. E hoje eu escolhi porque abracei Jesus, abracei a doutrina espírita, abracei o cristianismo. Se hoje eu quero ter este olhar com um grau maior de sensibilidade, é porque eu fiz a escolha, eu fiz a opção por ser aquele que não contribui para que o derrotismo se faça presente, que o desânimo se faça companhia. para que a desesperança não nos habite, mas que o sofrimento que nos cabe seja uma mola propulsora para novos e novos e novos conhecimentos que nos libert libertarão das algemas da ignorância, para as quais para a qual nós não fomos criados. Então, meus irmãos, meus amigos, que hoje, nesta tarde que se inicia, estejamos mais atentos com a nossa sensibilidade mais apurada, voltando-nos para nós mesmos para perceber qual é a o grau de sensibilidade. que eu carrego comigo no meu dia a dia, na minha jornada. Que esta sensibilidade esteja cada vez mais apurada, mais equilibrada e mais atenta à luz, a presença do Cristo e a proteção amorosa de Deus. Que Jesus possa estar conosco como tem sido sempre, possa nos sustentar, possa nos fortalecer, possa abençoar os nossos esforços, porque é isso que nos diferencia, são os esforços que nós fazemos para nos tornar melhores, mas acima de tudo que ele nos inspire para que a nossa sintonia se faça sempre com as forças do bem. Fiquem com Deus. Glória a Deus nas alturas. Paz na terra a toda a humanidade. Passemos agora ao passe virtual. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por
Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de
uidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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