Fora da Igreja não há salvação. Fora da verdade não há salvação
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Por onde eu caminhar, contigo vou seguir. Venha comigo ver que juntos temos força para vencer. Vamos [música] seguir na mesma [música] direção, buscando a união. Seremos um só. [música] Vamos buscar o amor [música] dentro de nós. vai [música] sempre existir a força [música] para viver no coração, para nos [música] iluminar [música] dentro de nós. Vamos [música] acreditar que em [música] nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. dentro [música] de nós vai [música] sempre existir a força para viver no coração, para nos [música] iluminar. dentro [música] de nós. Vamos acreditar [música] que em nosso olhar [música] existe a luz. O amor vai nos guiar. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. >> Boa noite, queridos irmãos. Sejamos todos bem-vindos a mais uma reunião pública hoje de forma virtual, mas ao vivo, da nossa casa espírita estudantes do Evangelho. Por ocasião do nosso feriado nacional, nós estamos realizando hoje a nossa palestra de forma virtual e já contamos com muitas alegrias nesse nosso encontro de hoje com a presença do palestrante João Vittor. Seja bem-vindo, João Vittor. Boa noite. >> Olá, Sônia. Boa noite. >> Então, hoje nós vamos fazer essa nossa reunião pública virtual, mas ao vivo, né, João Vittor? >> Sim, ao vivo, conectados. >> Bem-vindo à nossa casa mais uma vez. É uma alegria ter você aqui com a gente. >> É recíproco. >> Bom, então para nós nos prepararmos para esse momento especial, eu vou trazer uma leitura do espírito Emanuel na psicografia de Chico Xavier pra gente preparar pra nossa prece. Perfeito. >> O título da lição número cinco, com amor, é um um versículo da epístola de Paulo aos Colossenses, capítulo 3, que ele diz: "E sobre tudo isso, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição." Paulo. Todo discípulo do Evangelho precisará coragem para tracar os serviços de redenção em si mesmo. Nenhum dispensará as armaduras da fé, a fim de marchar com desassombro sobre tempestades. O caminho de resgates e elevação
Evangelho precisará coragem para tracar os serviços de redenção em si mesmo. Nenhum dispensará as armaduras da fé, a fim de marchar com desassombro sobre tempestades. O caminho de resgates e elevação permanece cheio de espinhos. O trabalho constituí-se ar de lutas, de sofrimento, de sacrifícios, de suó e de testemunhas. Toda preparação é necessária no capítulo da resistência. Entretanto, sobre tudo isso, é indispensável revertir-se nossa alma de caridade, que é o amor sublime, a nobreza de caráter, a confiança, a benevolência, a fé, a ciência, a penetração, os dons e as possibilidades são fios preciosos, mas o amor é o tear divino que os entrelacerá, tecendo a túnica da perseguição espiritual. A disciplina, a educação, a escola e a cultura, o esforço e a obra são flores e frutos da árvore da vida. Todavia, o amor é a raiz eterna. Mas como amaremos no serviço diário? Removemo-nos no espírito do Senhor e compreendamos as nossas semelhanças. Auxiliemos em silêncio, entendendo a situação de cada um, temperando a bondade com a energia e a fraternidade com a justiça. Ouçamos a sugestão do amor a cada passo na senda evolutiva. Quem ama compreende e quem compreende trabalha pelo mundo melhor. Então vamos unir os nossos pensamentos, trazer a figura amorosa de Jesus. Mestre Jesus, amigo de todas as horas, nesse instante de recolhimento e esperança, reunidos em teu nome, sob o teu amparo e dos benfeitores espirituais, dirigimos nossos pensamentos a ti, rogando a tua presença suave e consoladora entre nós, para que possamos nessa reunião fortalecer nossos propósitos de caridade, de fraternidade e de luz. Inspira-nos, Senhor, a humildade em todos os momentos da nossa vida, tão necessária para ouvir, compreender e servir, permitindo que a tua paz envolva cada pessoa que está conosco presente nesse momento e a que nos acompanharão em outro momento. Que o teu evangelho de esperança encontre solo fédio nos nossos corações. que o Senhor inspire o nosso palestrante da noite, ele possa trazer uma mensagem
to e a que nos acompanharão em outro momento. Que o teu evangelho de esperança encontre solo fédio nos nossos corações. que o Senhor inspire o nosso palestrante da noite, ele possa trazer uma mensagem consoladora aos nossos corações. Deixa-nos, Senhor, a tua paz. Que assim seja. O João Vítor é o nosso palestrante da noite. Ele vai continuar o nosso estudo que fazemos sequencialmente do Evangelho no capítulo 15, fora da caridade não há salvação. E o item fora da igreja não há salvação. E fora da verdade não há salvação. O João Vittor é trabalhador do movimento espírita goiano de Jataí. Esteve em Goiânia. fazendo complemento dos seus estudos e agora surgiu uma oportunidade dele se ausentar do Brasil, mas está sempre conosco, né, João Vitor? Que você seja inspirado e traga essa mensagem pros nossos corações. >> Muito obrigado, Sônia. Obrigado de coração mesmo. Eh, inicio então a o nosso estudo de hoje agradecendo ao convite feito através da Sônia, essa amiga tão carinhosa, caridosa. E é uma alegria imensa estar aqui com vocês. Eu espero que ao final desse estudo a gente possa ter feito boas reflexões e cultivá-las aí no nosso dia a dia cada vez mais caminhando com Jesus, nos aproximando do nosso Pai. Então vamos juntos então. Então uma boa noite, uma ótima noite. Eu espero de coração que todos vocês estejam bem hoje de uma forma online, remota, mas não afastados do coração. Isso que é o importante. Quando em pensamento, quando em energia estamos juntos, eh é o que nos une em espírito. Então vamos hoje aqui, como a Sônia muito bem comentou com vocês, vamos dar sequência ao estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo. E eu gostaria de compartilhar com vocês aqui essa imagem para que a gente possa então fazer as nossas reflexões. Eh, como a Sônia comentou, faz justamente a essa mensagem: "Fora igreja não há salvação. E fora da verdade não há, é, fora da verdade não há salvação, fazem parte dos itens 8 e 9 do capítulo 15. E antes que a gente possa entrar definitivamente nesses dois assuntos,
igreja não há salvação. E fora da verdade não há, é, fora da verdade não há salvação, fazem parte dos itens 8 e 9 do capítulo 15. E antes que a gente possa entrar definitivamente nesses dois assuntos, né, nesses dois temas que por si só poderiam dar longas e longas discussões, o intuito aqui hoje é a gente poder dar uma base evangélica, uma visão pela ótica espírita. Hoje, num dia tão importante que é o dia da consciência negra, né? que é muito interessante que a gente pense o quanto que ideias erradas, o quanto que o preconceito, o quanto que a falta de conhecimento e de esclarecimento faz com que cometemos, né, eh, ações que podem nos gerar ali débitos incalculáveis. Então, é muito importante, Emanuel já nos diria, né, que o conhecimento ele esclarece. Então, para que a gente possa falar sobre esses dois assuntos, né, sobre a ideia de igreja, sobre a ideia de verdade. E mais uma vez repito, na ótica ali espírita, eu acho muito importante a gente fazer, primeiramente uma contextualização, porque o que que acontece quando a gente faz o estudo do Evangelho Segundo o Espiritismo, nós devemos lembrar primeiro a pessoa responsável pela compilação, que foi o cientista Allan Kardec. É interessante que esse cientista, ele tem ali como as suas bases do seu estudo uma metodologia. Então, a ciência para que ela possa estudar o seu campo tem uma introdução, um desenvolvimento, uma conclusão. As ordens ali elas não foram colocadas ao acaso. E por que que eu estou dizendo isso e preparando então esse terreno? Porque como a gente comentou, essas duas afirmações elas fazem parte dos itens 8 e 9 de um capítulo, que é o capítulo 15 dessa obra, que, como a Sônia comentou, tem como título: "Fora caridade não há salvação." Então, a gente já vê claro que a doutrina espírita, o espiritismo, atrela salvação com caridade. E aí vem uma questão, por que que essa informação de salvação foi colocada justamente no capítulo 15? Se nós vamos parar para pensar, quem de nós não quer ser salvo? Não é mesmo? Desde a
com caridade. E aí vem uma questão, por que que essa informação de salvação foi colocada justamente no capítulo 15? Se nós vamos parar para pensar, quem de nós não quer ser salvo? Não é mesmo? Desde a antiguidade já se fala-se da ideia de sermos salvos, como se talvez estivéssemos perdidos e precisássemos de um consolo, precisássemos de uma busca de algo que nos completasse? Quem de nós nunca se sentiu num vazio? numa incompletude, não é mesmo? E é muito interessante porque quando a gente pega o sumário dessa obra, a gente folleia o livro, isso é muito importante, a gente vai ver que antes, por exemplo, o capítulo 14, um rai pai e mãe, os capítulos anteriores, descrevendo as bem-aventuranças, depois ame ao próximo como a ti mesmo, amai os inimigos. Por que dessa ideia? Porque há uma construção anterior para que a gente possa entender sobre a palavra caridade. E aqui eu já queria deixar muito claro que eu e a Sônia não combinamos. A mensagem que ela leu aqui de início não foi combinada, mas ela encaixa como uma luva. Porque a mensagem que a Sônia nos leu retrata a ideia que o apóstolo Paulo, que Jesus estavam e estão e vão continuar na na caminhada ao longo da eternidade nos lembrando sobre a a verdadeiro significado da palavra amor naquela época. E aqui convém nós pensarmos se não estamos muito distantes disso, mas enfim. Naquela época era muito comum nós falarmos de amor na ideia de amor Eros, na ideia de amor como sendo a paixão. E Jesus, o apóstolo Paulo, vem fala: "Não, amor não é erros, amor é cáitas". justamente nos lembrando que o amor está ligado com a caridade. Olha que interessante isso. A definição do apóstolo Paulo tá justamente ligado com o amor cáritas, aquele amor que está ligado com a doação, sem esperar nada em troca. Amor não precisa sentir para fazer, mas quando se faz, se sente. Olha que interessante isso. O amor ligado com ação, ligado com o serviço. Então isso é muito importante que a gente faça essa contextualização, que dentro da doutrina espírita há toda uma construção anterior
e interessante isso. O amor ligado com ação, ligado com o serviço. Então isso é muito importante que a gente faça essa contextualização, que dentro da doutrina espírita há toda uma construção anterior feita para que a gente possa entender sobre a palavra caridade. Como que eu posso falar fora da caridade não há salvação se eu não entendo o que é caridade? E com isso como eu posso aplicá-la? Por isso os capítulos anteriores vem falando sobre a humildade, bem-aventurados os pacíficos, quando fala sobre amar o próximo como a ti mesmo e assim por diante. Então os capítulos anteriores vem nos mostrar em ação essa caridade e por isso nos mostra essa ideia dessa salvação, né? Então aqui é muito importante que a gente foque nessas duas palavras, a caridade e a ideia de salvação. Para a doutrina espírita, caridade nada mais, nada menos do que o amor em ação. É isso. Quando se ama e colocamos aquele amor em prática, estamos sendo caridosos. E uma coisa que é muito interessante é que a maneira como essa caridade ela é colocada em ação é que vai nos diferenciar. E muit das vezes nós não compreendemos o que é o significado dessa palavra ação. Ação às vezes pode ser silêncio. Ação às vezes pode ser perdão. Ação às vezes pode ser humildade, admitir que errou e assim por diante. Convém a nós pensarmos um pouco sobre a ideia dessa ação, porque Deus age no silêncio. Muit das vezes imaginamos a ação como sendo barulho, como sendo aquilo que os outros vão perceber. Mas lembremos, Deus age no silêncio. Isso é muito importante. Não vamos subestimar as pequenas coisas, não vamos subestimar aquele perdão, aquela humildade que são tão importantes no evangelho de Jesus, na boa prática de Jesus, né? E o que que vem a ser a salvação na visão da ótica espírita? Bom, a salvação tá ligada com a com a felicidade. Felicidade, palavra é essa que vem do latim, fertiles. Ou seja, a pessoa feliz é aquela que é fértil, aquela que entrega algo, aquela que a vida não é atribuída ao acaso. é aquela vida em que
icidade. Felicidade, palavra é essa que vem do latim, fertiles. Ou seja, a pessoa feliz é aquela que é fértil, aquela que entrega algo, aquela que a vida não é atribuída ao acaso. é aquela vida em que cada momento busca satisfazer o outro, busca atender as necessidades no outro. E aqui que é é muito importante que a gente entenda que quando a gente fala em satisfazer o outro, não é satisfazer somente no campo físico ou no agrado mental, não. É em satisfazer o outro no campo espiritual, em promover crescimento, em promover evolução. Então isso para nós é muito importante. Então, olha que interessante, quando a gente fala então a respeito desse capítulo 15, sobre essa ideia de que a felicidade do homem está ligada com a ideia da caridade, é que não há como um homem ser feliz, ou seja, não tem como um homem ser salvo se ele não for caridoso. E o que que é fantástico nisso? Todos, sem exceção, independentemente da crença, independentemente da posição social, independentemente do lugar onde estejam ocupando. A caridade é universal, é um lema que nos une, independentemente de qualquer coisa. É isso que nos promoverá aquela ideia da unidade, aquela ideia de aba, aquela ideia de pai que Jesus veio nos trazer. Então isso é algo muito importante. E aí a gente precisa enfatizar uma coisa, doutrina espírita é cristã. E é muito importante também que quando nós falamos de doutrina, essa palavra muit das vezes ela pode ser entendida como sendo algo ruim. E pelo contrário, quando nós pensamos num sistema de ensino, quando nós pensamos em um conjunto de conhecimentos, doutrinação é ensinar como a pensar. Em outras palavras, é como se existissem vários caminhos e a doutrina espírita vira e fala: "Esse". ou existem várias interpretações. Esse, mas o mais curioso, ela não exige, ela não obriga. Ela você abre, estuda, raciocina e vai por si mesmo. Ela convida. É como se fosse aquela ideia de apontar o mapa, deixando com que cada caminhante escolha perseguir ou não. E essa vem ser a ideia de doutrina. Quando
estuda, raciocina e vai por si mesmo. Ela convida. É como se fosse aquela ideia de apontar o mapa, deixando com que cada caminhante escolha perseguir ou não. E essa vem ser a ideia de doutrina. Quando nós pensamos nas vertentes religiosas ou também na questão científica, quando nós oferecemos uma maneira de pensar, nós estamos pensando na origem da palavra doutrinação e que muito, pelo contrário, vem de uma ideia de alienação ou de uma ideia de que as pessoas estão sendo obrigadas à aquilo. Não, elas são convidadas. É uma reflexão. Allan Kardec deixa claro em todas as suas obras que a fé, a crença, ela deve ser raciocinada. O campo mental deve ser utilizado para isso. Enfim, então quando a gente vai falar sobre doutrina espírita, é muito importante que a gente enfatize que ela é cristã. E que que isso quer dizer? Que ela é baseada nos ensinamentos de Jesus de Nazaré. esse ser humano extraordinário, esse ser humano que é um exemplo. Porque muit das vezes quando nós pensamos em felicidade, como ser um homem feliz, Jesus foi um bom exemplo, é um excelente exemplo. E se nós tentarmos não sermos iguais a ele, porque isso é impossível, cada um de nós tem a sua personalidade, cada um de nós tem um corpo, mas é através dos ensinos morais aplicarmos e agirmos mediante nessa ideia. ele apontou o caminho, é seguirmos aquele caminho. Enfim, e aqui é interessante que a gente destaque qual é a noção de eh de felicidade, de salvação para Jesus Cristo, que quando a gente vai fazer um estudo histórico, a gente pega, por exemplo, o Antigo Testamento ou outras matrizes religiosas, isso pode ter uma uma certa diferenciação. E aqui nós gostaríamos de deixar claro esse tipo de de ideia que está dentro da matriz de Jesus Cristo. Então, vamos lá. A salvação segundo Jesus. Para ele, como a gente viu, salvação tá ligado com felicidade. Aquela ideia que quando nós lemos, por exemplo, no Novo Testamento, a ideia da felicidade eterna, a ideia de sermos salvos, né? Ele vem justamente trazer isso para nós. E aí é importante que
licidade. Aquela ideia que quando nós lemos, por exemplo, no Novo Testamento, a ideia da felicidade eterna, a ideia de sermos salvos, né? Ele vem justamente trazer isso para nós. E aí é importante que para Jesus a felicidade está ligada com duas palavras: caridade e humildade. Cáitas, a ideia de entregar, de servir, né? Ou seja, caridade porque eu sirvo a todos e humildade porque todos, todos são igualmente importantes, seres humanos, os animais, a natureza. Ou seja, nós fazemos parte de uma obra, de um obreiro maior, inteligente, amoroso, pai. Lembremos que Jesus se dirigia a Deus como pai. Isso já é uma inovação muito interessante já paraa época. Pai nosso, lembremos da oração que Jesus nos ensina. E essa imagem em que Jesus lava os pés dos apóstolos é um excelente é uma excelente momento simbólico, uma imagem simbólica pra ideia de humildade. O grande dos grandes, o mestre dos mestres lavando os pés. Na boa nova de Chico Xavier, essa passagem é muito bem elucidada por Humberto de Campos, em que Jesus toma essa decisão. Sabe por quê? Porque os apóstolos estavam discutindo entre si os seguintes comentários: "Quem de nós será mais importante? Quando o evangelho estiver no auge? Quem de nós terá destaque?" Nossa, nós somos muito importantes. E Jesus estava a observar os comentários, estava a ver ali aquelas situações. E ele então pega os apóstolos e lava os pés. Olha que interessante isso. Então Jesus deixa claro em todos su os seus momentos de diálogo, em todos os seus momentos de ações, que a felicidade não tem como um homem entregar algo, ser fértil, se ele não for caridoso e se ele não for humilde, que é justamente o contrário do orgulho e do egoísmo. Quando nós somos caridosos, somos altruistas, servimos aos outros, nós justamente combatemos aquela ideia egoística de que eu sou melhor, de que eu importo e de que a minha família, de que a minha crença e não, não e não. Busquemos unir. E na ideia da união, não é unificar pensamentos, não, mas é o respeito, é ação. Olha a ideia.
elhor, de que eu importo e de que a minha família, de que a minha crença e não, não e não. Busquemos unir. E na ideia da união, não é unificar pensamentos, não, mas é o respeito, é ação. Olha a ideia. Ele sendo ele lava os pés dos apóstolos, respeitando cada indivíduo, cada oportunidade ali de fala. Isso é muito interessante, né? E aí o Evangelho Segundo Espiritismo faz um destaque do Evangelho de Mateus, que tá lá no capítulo 25, dos versículos 31 a 46, que é a comparação que Jesus faz do reino de Deus e o pastor. Jesus vai fazer uma comparação que o reino de Deus é como se fosse a o Deus seria como se fosse um pastor que vai separar o seu lado direito as ovelhas e seu lado esquerdo as cabras. E a separação é baseada em quê? de acordo com ele. À direita, aquele que fez uma boa ação a qualquer um de meus filhos à direita. Aquele que não fez à esquerda. Ponto. Ou seja, a separação, essa divisão entre direita e esquerda, entre aqueles que conquistam a salvação e aqueles que não conquistam, está baseada na ideia de fazer o bem. Em outras palavras, está baseada na caridade, não está baseada se acredita ou não em Deus, não está baseada se faz ou não tal culto, não está baseada com dinheiro, não está baseada na ortodoxia e assim por diante. Está baseada em fazer ou não fazer o bem, a caridade. Aí você talvez pode estar se perguntando, tá, mas o que seria fazer esse bem? Bem é unir. Bem é promover evolução. Bem é promover a união daqueles em torno do Pai, diante do Pai, caminhando em direção ao Pai. Essa é a ideia de bondade, de benevolência, né? Então, a separação ela está baseada na caridade, em quem foi o não caridoso. Lembrem-se sempre disso. E esse propósito nos mostra que é universal. Independentemente do credo, independentemente da onde estejamos posicionados, a caridade promove essa ideia dessa universalização e a possibilidade, a possibilidade de nos unirmos, de nos unirmos, né? E além disso, há uma outra passagem que ele destaca, que é a passagem do bom samaritano, retratada no Evangelho de
niversalização e a possibilidade, a possibilidade de nos unirmos, de nos unirmos, né? E além disso, há uma outra passagem que ele destaca, que é a passagem do bom samaritano, retratada no Evangelho de Lucas. E essa passagem, ela é muito interessante porque ela deixa claro a ideia que eu estou comentando com vocês de que Jesus não estava ali para falar de posições sociais e não estava para falar ali de formalismos. Por quê? Porque quando ele foi perguntado pelo doutor da lei, como eu faço para adquirir a salvação? Ou seja, a felicidade eterna? Jesus pergunta: "O que está na lei? Como se lê?" Então ele responde, né? Amarás a teu Deus de todo o teu corpo, de toda a tua alma, de todas as suas forças e todo o teu espírito. E o próximo como a ti mesmo. Lembram dessa passagem? E aí Jesus disse: "Respondeu muito bem, vai e faz". Mas ele não satisfeito com a resposta de Jesus, ele pergunta então para ele: "Quem é meu próximo?" E Jesus conta a parábola do bom samaritano. E essa parábola, ela tem tantas coisas que podem ser comentadas, mas aqui vamos focar numa coisa muito interessante. Doutor da lei judeu. Quem nessa história foi ali o próximo? O samaritano, aquele que não era o ortodoxo, aquele que, de acordo com as escrituras do Antigo Testamento, não seria salvo? porque ele não era de origem judaica, da terra prometida. Olha que interessante isso. Então, Jesus nos deixa claro nessa passagem que a salvação está no ato da caridade, independentemente da nossa posição social, independentemente do nosso credo, porque olha que coisa interessante, nós não sabemos o que esse eh samaritano dizia, o que que esse samaritano profetizava, não foi analisado na ação. Isso é algo que deve sempre ficar no nosso coração. a ação, a prática de promover o bem. Pois bem, então, feito essa contextualização, e eu espero que tenha ficado claro essa ideia de que para Jesus salvação está ligado com caridade. E isso fica muito claro nessas duas passagens do Evangelho, quando ele compara o reino de Deus com a separação
ro que tenha ficado claro essa ideia de que para Jesus salvação está ligado com caridade. E isso fica muito claro nessas duas passagens do Evangelho, quando ele compara o reino de Deus com a separação das ovelhas, com aquela passagem, né? Mas Deus, eu não fiz nada para você. E ele então Jesus responde, né, naquele diálogo, quando fizeste para um de meus filhos, para um de meus pequeninos, digo em verdade que você fez a mim. Então, olha que interessante isso, deixando muito clara a ideia da irmandade, a ideia da união, né, de caminharmos juntos uns com os outros. E por exemplo, ah, mas talvez eh esteja ligado com um certo tipo de crença, talvez esteja ligado com algum tipo de classe social. Aí vem a parábola do bom samaritano para nos deixar claro que não não está ligado. Fazer-se próximo de alguém independe das posições sociais e das nossas crenças. depende única e exclusivamente do ato de vontade humilde de querermos fazer a diferença na vida uns dos outros. O melhor de querermos buscar na medida de todas as nossas possibilidades nos aproximarmos do Pai. Pois bem, feita então essa contextualização, chegamos ao primeiro assunto, o item oito. Fora da igreja não há salvação. E aqui, com todo respeito e com todo o carinho, né, nós devemos entender o seguinte. Vamos fazer aqui um estudo da palavra igreja. Quando essa palavra foi criada, da onde que ela surgiu? Por que que essa ideia de fora da igreja não há salvação? Fé raciocinada. Vamos estudar. E para isso nós vamos ter que recorrer à história. E eu gosto muito da etimologia, que é a ciência que isso dá origem das palavras. Olha que interessante, pra gente poder entender um pouquinho da onde é que surgiu essa afirmação e a gente poder dobrar ela um pouquinho melhor. Olha que interessante, pessoal. A etimologia da palavra igreja vem do grego eclísia. E vamos lembrar que a Bíblia escrita, o o Velho Testamento, né, o Antigo Testamento escrito em hebraico, né, e depois o Novo Testamento escrito em grego, algumas traduções ali, o grego
grego eclísia. E vamos lembrar que a Bíblia escrita, o o Velho Testamento, né, o Antigo Testamento escrito em hebraico, né, e depois o Novo Testamento escrito em grego, algumas traduções ali, o grego coiné, né, tivemos as traduções ali do Antigo pro Velho Testamento. E olha que interessante, a palavra eclésia do grego, ela foi usada para traduzir o termo hebraico cahol, do Antigo Testamento. Então, quando a gente pega as traduções, então o Antigo Testamento, língua hebraica, né, tinha o termo lá cahol. E essa palavrinha coll ela foi traduzida quando eh levada pro grego, utilizada essa palavra ecliésia. E qual que era o significado, se a gente for puxando ali, né, daquela palavra kahol do hebraico? E aí vem uma coisa sensacional. A palavra kah representava o povo de Israel reunidos diante de Deus. Ou seja, qualquer grupo de pessoas ali israelitas reunidos, fazendo orações, fazendo pedidos, era chamado de Col. na tradução levou-se a eclésia para o grego. Então, a origem da palavra, ela foi utilizada lá no início para designar povos que se uniam para refletir sobre Deus, para fazermos orações e etc. É válido destacar, pessoal, que quando nós pensamos, por exemplo, quando nós pensamos no Novo Testamento, eh, os Evangelhos de Mateus, João, Marcos e Lucas, que vão vir ali logo depois, eh, eh, ali no século nós não tínhamos ali a formação da igreja, da estrutura igreja, da do edifício, do local, da instituição. Isso não existia. Isso não existia. Historicamente falando, quando Jesus veio, é muito importante que a gente se atente aos fatos históricos. Se nós pensássemos num edifício, num local e numa instituição, Jesus era carpinteiro. Por que ele não então teria construído um local? E nós vamos observar que esse indivíduo, esse ser humano, ele tinha hábitos de peregrinação. Ele ia ali naquelas estradas da Galileia, de Jerusalém, de Jericó, ele ia caminhando por aí. Não teve a ideia de uma fixação, de uma construção de um edifício. Aí a gente se pergunta quando que essa palavra igreja
quelas estradas da Galileia, de Jerusalém, de Jericó, ele ia caminhando por aí. Não teve a ideia de uma fixação, de uma construção de um edifício. Aí a gente se pergunta quando que essa palavra igreja ela se tornou um edifício, quando que ela se tornou um local, uma instituição. Aí entra um papel fundamental. Quando Jesus é crucificado e os seus apóstolos começam a trabalhar e principalmente o apóstolo Paulo na disseminação das suas epístolas, uma delas, a gente teve ali um trechinho lido pela Sônia hoje, né, falando do amor cáritas, né? Quando Paulo começa a trabalhar e ele começa a divulgar essas cartas, o evangelho, a boa nova, o cristianismo, ou seja, as ideias de Jesus começam a se disseminar e várias entidades, vários povos começaram ao seu modo a proferir e a se organizar diante então dessas comunidades. E aí o que que aconteceu? O império romano tentou a todo custo combater esses avanços. Tentou, tentou e tentou, mas a semente do evangelho, como diria Paulo, já estava plantada. Já estava plantada. E vendo aquele alastramento, chega o momento em que o próprio Império Romano vai falar: "Não há mais como as pessoas estão já simpatizadas com isso. O evangelho se alastra e aí nós vamos ter um marco histórico no final do século II. Olha que interessante. A igreja torna-se uma instituição formal em 380 depo de Crist com dito de Tessalônica pelo imperador Teodósio. Esse imperador vai dizer então que a religião oficial do Império Romano era então o cristianismo. É nesse momento que surge a instituição política monetária que nós conhecemos como igreja, que vai então depois dos próximos séculos na Idade Média se desenvolver e ter um íntimo eh vinculação com política, com poder e etc. Mas olha que interessante isso. Nós observamos que a palavra inicialmente criada ali como a reunião de povos, ela foi levada depois a um edifício, a uma ideia. E essa ideia, ela foi corrompida pelo egoísmo do ser humano de pensar o quê? Bom, a igreja é local de poder. A igreja é local aonde se reúne dinheiro.
ela foi levada depois a um edifício, a uma ideia. E essa ideia, ela foi corrompida pelo egoísmo do ser humano de pensar o quê? Bom, a igreja é local de poder. A igreja é local aonde se reúne dinheiro. Então, vamos dizer que aqui representa-se o corpo de Cristo, porque o poder na época precisava estar associada com o cristianismo. As pessoas já estavam simpatizadas ao cristianismo. Então, olha como que nós temos a capacidade de pegar ideias belas, sementes de amor, sementes de união e detubarmos ela mediante as nossas pequenezes, né, mediante as nossas eh falhas na de interpretação, digamos assim, né? E quando a gente para para pensar a respeito disso e agora numa vertente, em uma ótica espírita que nos prega ali que Deus é justo, o que vamos dizer daqueles seres que antes da criação da fundação igreja, vamos pensar ali na época de Jesus, né? Antes de Jesus não havia fundação igreja, havia tempos, né? A, você tinha ali os locais onde as pessoas se reuniam, né, as sinagogas, mas você não tinha instituição, igreja, OK? Essas pessoas elas não vão estar salvas? Essa é uma primeira pergunta. Depois da criação dessa instituição religiosa, quando nós pensamos, por exemplo, aqui no Brasil, vamos aqui pensar no Brasil, que foi colonizado em 1500 ali aproximadamente, não havia cristianismo aqui. O cristianismo foi veio junto com os portugueses, houve um processo de evangelização, houve a construção das igrejas, mas esses povos aqui já tinham um culto a Deus da sua forma. OK? Esses povos antes não estavam salvos. Foi pregado a eles que sim, que eles não estariam e que eles precisavam ser batizados e que eles precisavam ser evangelizados e etc. É muito importante que quando a gente faz esse estudo histórico, a gente entenda que muito se falou de Jesus. Mas a questão que fica é, será que nós realmente estávamos falando de Jesus ou estávamos falando de nós quando falávamos de Jesus? Isso é algo muito importante, porque o que a doutrina espita vem a nos esclarecer que quando nós falamos a ideia de fora da igreja
lando de Jesus ou estávamos falando de nós quando falávamos de Jesus? Isso é algo muito importante, porque o que a doutrina espita vem a nos esclarecer que quando nós falamos a ideia de fora da igreja não há salvação, é pensarmos o seguinte: aonde que isso é justo? Aonde que isso une? Então quer dizer que aquele que não vá, por exemplo, a um local, ele não será salvo, ele não terá a felicidade dele. E aqueles que não possuem condições e aqueles, por exemplo, que não sabem que existem igrejas, como por exemplo, aqueles povos que vivem nas florestas e etc. E aí, como fica? Por que tantos questionamentos que eu estou fazendo? Porque essa é a ideia da doutrina espírita. é justamente nos mostrar o caminho através do raciocínio e do questionamento. Então, quando a gente para para pensar nessa ideia, a gente tem que entender que essa afirmação, entendam, ela não está contida no evangelho, nem no Velho, porque no Velho Testamento não tinha a ideia de igreja e nem no Novo Testamento. Essa afirmação fora da igreja não há salvação. Ela surge após ascensão da igreja como instituição. E ela vem justamente de homens que, infelizmente, deturbaram a interpretação evangélica. É isso que nós devemos tomar muito cuidado, que todos nós devemos tomar muito cuidado. Sempre quando nós vamos fazer qualquer interpretação, nós devemos pensar no contexto, na localização, na época em que ela está eh que aquela informação está eh situada. E além disso, lembrarmos que Jesus tem como base caridade, amor, benevolência. Então, é importante que a aqui a gente destaque o seguinte: "Ah, então esse tipo de afirmação fora da igreja não salvação, então quer dizer que vamos então destruir as igrejas, vamos então destruir os centros, os templos." Não é isso também? Não é isso. Aí são os extremos, né? O ser humano, ele não consegue nem o um ponto nem um outro, ele sempre quer os extremos, não consegue achar o caminho do meio, como diria os nossos irmãos budistas. Não é essa a ideia. Nós devemos entender que
ano, ele não consegue nem o um ponto nem um outro, ele sempre quer os extremos, não consegue achar o caminho do meio, como diria os nossos irmãos budistas. Não é essa a ideia. Nós devemos entender que ir à igreja, ir ao centro, é o que aqueles povos de antigamente faziam, que são reuniões e assembleias, que são muito importantes. Jesus nos disse que quando um ou mais estivesse reunidos em seu nome, lá ele estaria. A ideia é que nós não podemos fazer disso como sendo a condição de separação. Que que eu quero dizer com isso? Vamos lembrar lá da comparação do Evangelho de Mateus entre as ovelhas e as cabras, entre a direita e a esquerda. Ah, estão salvos aqueles que vão à igreja, não estão salvos aqueles que não vão. Não é essa a ideia. Não é essa a ideia. Mas se nós nos sentimos bem de irmos, se lá observamos o esclarecimento, observamos a união, a fraternidade, por que não? Por que não? Podemos sim fazer convites, convidar, por que não? Nós temos uma ideia e isso é muito louvável, de quando algo nos faz muito bem, nós queremos compartilhar, não é mesmo? E essa partilha, ela é louvável, mas nós não podemos fazer dela exclusividade de salvação para alguém. Ah, se você não tiver isso, ixe, não, não é isso. O que a doutrina espírita nos explica é justamente o contrário. A salvação não está no local onde nós proferimos a nossa fé, está justamente nas ações que nós fazemos. E vamos um pouquinho mais fundo dentro dessa ideia. Quantas vezes nós aqui agora vamos aprofundar dentro do espiritismo, cobramos dos nossos irmãos a seguinte ideia: olha, você tem que estudar mais, olha, você não tá indo no centro frequentemente. A cobrança às vezes saudável, ela é boa, porque nós precisamos daquela cobrança. É bom quando o amigo fala: "Olha, é, você tá um pouco indisciplinado, vamos voltar, vamos se organizar, vamos ter coerência, vamos se organizar". Isso é bacana. é aquele amigo que te chama atenção, fazendo com que você cresça. Isso é ótimo. Agora, aquela pessoa que te cobra pelo pela ortodoxia, ou seja,
vamos ter coerência, vamos se organizar". Isso é bacana. é aquele amigo que te chama atenção, fazendo com que você cresça. Isso é ótimo. Agora, aquela pessoa que te cobra pelo pela ortodoxia, ou seja, pela fixação de ser cobrado, olha, tem que fazer isso, isso, isso, isso não é algo interessante. De novo, antes de cobrarmos algo dos outros, vamos refletir e pensar um pouco sobre nós. E aí a gente vem com aquela ideia, ah, porque se não desenvolver tal coisa, se não fizer tal estudo, ixe, tá muito complicado. Será? Será? Então essa ideia fora da igreja, não a salvação, ela mais separa do que une. E a ideia de Deus é justamente unidade, é justamente união. Eu espero que isso tenha ficado claro, que essa contextualização histórica, que esses desdobramentos que nós fomos provocando ao longo da história possam ter nos feito refletir a seguinte ideia: Até que ponto hoje nós não estamos ainda com esses resquícios de tentarmos a ferro e a fogo, cobrarmos das pessoas algo dizendo que, olha, se você não fizer isso, vamos sempre lembrar, a salvação está ligado com ato caridoso. Bom, seguindo aí, então nós vamos pro nosso segundo assunto. Esse também interessante e difícil de ser abordado pela seguinte ideia: fora da verdade não há salvação. A palavra verdade destacada. Por quê? Faça um questionamento. O que é verdade? Aqui nós poderíamos ficar horas e horas falando. Poderia ser um assunto de uma outra palestra. Mas vamos pegar aqui dois conceitos importantes. Primeiro, baseados na doutrina espírita. Primeiro, a verdade existe. Mesmo que a gente não saiba sobre ela, mesmo que a gente não a compreenda, ela existe, ela é uma lei e ela está lá. Segundo ponto, nós somos seres que fomos criados simples e ignorantes e estamos na busca por essa verdade. Não somos possuidores de toda a verdade. Temos parcelas dela, temos momentos dela. Isso é algo que deve ficar claro na nossa cabeça. E aí eu gosto muito dessa imagem aqui. Observem junto comigo. Olha que interessante isso, que deixa muito claro
os parcelas dela, temos momentos dela. Isso é algo que deve ficar claro na nossa cabeça. E aí eu gosto muito dessa imagem aqui. Observem junto comigo. Olha que interessante isso, que deixa muito claro essas duas perspectivas. Olha que interessante. Você tem um objeto que quando a luz é projetada de uma forma gera-se um formato e aí do outro lado, se projetado de uma outra forma, gera uma outra imagem. Ali tem um conceito muito interessante que é a imagem projetada na parede. Aquilo seria a representação do quê? Uma pessoa, considerando o seu contexto, a sua fala, a sua situação, ela pode estar dizendo algo que seja verdadeiro, mas aquilo ainda não é a verdade, porque a verdade é aquele objeto. É aquele objeto. Só que outra pessoa com uma outra crença, com outro estudo, com uma outra opinião, quando aquele objeto bate uma luz nele, ele forma uma outra imagem. Qual dos dois está errado? Nenhum. Ambos são verdadeiros. nas suas óticas, nas suas visões. É por isso que dá-se aquela ideia do relativismo. Só que a gente deve entender que as noções, as percepções são relativas, mas o objeto, aquilo ali, a essência, aquilo ali é uma verdade. Então vamos aqui tentar deixar isso um pouco mais claro. Pegamos a ideia de Deus, Deus como sendo uma verdade. Cada um então nas suas crenças, na sua vivência, na sua concepção, no seu estudo, vai projetar uma visão de Deus. E a gente tem diferentes visões. Isso, por exemplo, originou os diferentes tipos de religiões que nós temos. São diferentes percepções de uma mesma coisa. Agora, eu faço uma pergunta para vocês. Só porque temos diferentes percepções, esse Deus mudou? Não, não. Aí vamos um pouquinho mais a fundo. Existe a percepção de Deus na visão espírita. Existe a percepção de Deus na católica. Existe a percepção nos evangélicos, nos judeus. Existe a percepção de Deus para o ateu. É como se esse objeto não tivesse a luz e para ele não existe. É uma percepção. Você não concorda comigo? é a maneira como ele percebe Deus como não existindo. Mas Deus não deixa de existir
ra o ateu. É como se esse objeto não tivesse a luz e para ele não existe. É uma percepção. Você não concorda comigo? é a maneira como ele percebe Deus como não existindo. Mas Deus não deixa de existir por conta disso. Ele não se altera nessa questão. E é isso que é algo que a gente tem que entender aqui. Muit das vezes nós estamos brigando pela nossa imagem, pelo aquilo que nós consideramos verdadeiro e não temos ali a humildade de buscarmos a verdade. Quer ver um outro exemplo para tornar isso um pouco mais claro? Eu adoro essa imagem. Um vira seis, o outro diz nove. Qual dos dois está certo? Ambos. Porque ambas as concepções são verdadeiras a depender do ponto de vista. Mas observe a complexidade. Aquele objeto desenhado no chão, aquilo é a verdade. Daquele ângulo faz assim, de tal ângulo faz assim. E é essa a ideia. A doutrina espírita vem nos explicar que a evolução nada mais nada menos do que é o caminhar do indivíduo, o caminhar do espírito, melhor dizendo, para essa autoiluminação, buscando então a agregação dessa verdade. Então nós temos crenças, aquilo que a gente acredita, né? E algumas das nossas crenças, infelizmente, elas não são a verdade. E à medida que nós vamos evoluindo, a ideia é que a gente funda, que nós busquemos essa verdade, não a verdade nos busque. Não, não é adaptar a verdade. Quantas vezes nós fizemos isso, né? Pegamos aquela ideia, falou: "Opa, pera aí". Pegamos a verdade, manipulamos ela através dos nossos olhos e falamos: "Isso aqui é verdade". Não, isso é uma concepção. Isso é uma concepção. Então, quando a gente para para pensar a respeito disso, dessa situação aqui, o que que eu gostaria de deixar claro para todos nós? Fora da verdade não há salvação. Quem de nós possui a verdade que pode falar com certeza um sábio. Difícil, né? Difícil. Porque os exemplos históricos de sábios que nós tivemos diziam o quê? Só sei que nada sei. O mais grande dos homens é aquele que se rebaixa. Ou seja, aqueles que possuem a verdade tem atos de humildade dizendo
exemplos históricos de sábios que nós tivemos diziam o quê? Só sei que nada sei. O mais grande dos homens é aquele que se rebaixa. Ou seja, aqueles que possuem a verdade tem atos de humildade dizendo que não a possuem. Tem uma brincadeira que eu acho muito interessante que é verdade que diz assim: "Nós só sabemos que nada sabemos porque Sócrates disse, porque se Sócrates não tivesse dito, talvez nem isso a gente saberia". E é uma coisa interessante da gente parar para pensar, da gente controlar o nosso ego, controlar o nosso orgulho de acharmos que sabemos das coisas, não. Estamos na caminhada do processo ali. Então, quando nós dizemos assim, fora da verdade, não há salvação, se nós não somos possuidores dela, se nós ainda não a compreendemos na sua totalidade, mas ainda partes dela, não buscamos ali o diálogo, porque olha que interessante, imagine esses dois bonequinhos que estão brigando, seis e ou aquela imagem que tá ali do lado esquerdo, que mostra ali o quadrado e o círculo. Imagina se essas duas pessoas conversassem: "Olha, visto desse lado assim, assim, assim, tá um quadrado." Olha, mas observando desse lado faz assim. Vocês concordam que se nós tivéssemos humildade, se nós tivéssemos a capacidade do diálogo, não buscando convencer, mas buscando compreender, nós poderíamos chegar naquele objeto, nós poderíamos caminhar para aquela ideia. Agora, quantos de nós estamos dispostos a fazer aquilo? Nós não abrimos mão porque nós achamos que aquilo que nós sabemos, que aquilo que nós vemos é a verdade. E isso é algo muito mais complexo. Então o que a doutrina espírita vem nos dizer é o seguinte: "Olha, falar que fora da verdade não há salvação é algo muito complicado, porque como vamos dizer das pessoas, por exemplo, que não estudam? Como vamos dizer das pessoas que acham que tem a verdade e muit das vezes não t, são completos e ignorantes?" O que fazer dessas pessoas? Muitas vezes nós falamos: "Não, eu tenho a verdade, eu tenho certeza dela, eu tenho absoluta certeza dela. Tenho, ixe,
e muit das vezes não t, são completos e ignorantes?" O que fazer dessas pessoas? Muitas vezes nós falamos: "Não, eu tenho a verdade, eu tenho certeza dela, eu tenho absoluta certeza dela. Tenho, ixe, como eu tenho? Será? Será?" Aí a gente fica assim: "Ah, João, mas a gente precisa de algumas bases sólidas para poder seguir a nossa caminhada". É verdade. É verdade. E até hoje, uma opinião minha, o leme mais seguro que eu tenho para tentar talvez pensar na seguinte ideia: será que eu me aproximo da verdade? Será que eu me aproximo de Deus, né? Deus como sendo a verdade ali, um do uma das suas qualidades sendo a verdade, né? Deus tem inúmeras qualidades, uma delas a verdade. Eh, como saber, né, Jesus? Como em pensarmos que o que eu estou pensando, o que eu estou estudando, o que eu estou promovendo no meu dia a dia gera união entre as pessoas? Sim. Então você tá bem próximo da verdade. Ah, o que eu tô fazendo tá fazendo separação entre as pessoas. Hum. Então, muito afastado da verdade estamos, porque a verdade ela une, ela é universal. E isso é algo que a gente tem que refletir bastante. E aí, no final do item nove, olha o que que o Evangelho Segundo Espiritismo nos diz. Abre aspas. O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos, independentemente de qualquer crença, contando que a lei de Deus seja observada, não diz: "Fora do Espiritismo não há salvação." E como não pretende ensinar ainda toda a verdade, ele também não diz: "Fora verdade não há salvação, pois que esta máxima separaria em lugar de unir." e perpetuaria os antagonismos. Essa é a última frase do item nove do Evangelho Segundo Espiritismo. Aqui duas coisas eu gostaria de comentar com vocês, caminhando aí já pro nosso fim. Olha que interessante, pessoal, o espiritismo, de acordo com o evangelho, realmente, como a gente viu lá na contextualização, Jesus prega a ideia de salvação como sendo felicidade, como sendo caridade. E o espiritismo tá justamente nos lembrando disso. Fora da
o evangelho, realmente, como a gente viu lá na contextualização, Jesus prega a ideia de salvação como sendo felicidade, como sendo caridade. E o espiritismo tá justamente nos lembrando disso. Fora da caridade não há salvação. Admitindo a salvação para todos, independentemente de qualquer crença, ou seja, se você crê ou não em Deus, se você é ou não espírita, se você é ou não cristão, independentemente disso. contanto que a lei de Deus seja observada, ou seja, independentemente do seu credo, que a sua ação esteja ligada com a lei de Deus. Aí você se pergunta: "Qual é a lei de Deus?" Vamos lembrar do evangelho de João. Deus é amor. A lei de Deus é amor. Ponto. Se a minha ação é pautada no amor, no amor verdadeiro, no amor que une, como a Sony leu para nós, o amor cáitas, perfeito. Perfeito. Porque pode surgir aquela ideia, ah, mas há muitos que dizem que amam, mas não amam. verdade, porque não compreenderam o amor cartas. E por conta disso diz: "Fora do espiritismo não há salvação." Nós não falamos isso, né? E como não pretende ensinar ainda toda a verdade, também não diz: "Fora verdade não há salvação." Porque, de novo, quem pode dizer que tem a totalidade da verdade? Eu acredito muito que temos as parcelas dela e que se nós tivéssemos a sabedoria, a humildade de dialogar, conseguiríamos montar esse quebra-cabeça. Uma vez eu vi uma frase bastante interessante que dizia o seguinte: "A verdade era um espelho no céu, quebrou e caiu seus cacos na terra. Cada ser humano pegou uma parte desse espelho, olhou para o espelho e disse: "Ah, eu tenho a verdade". E escondia o seu espelho do outro. Até que um ser humano percebeu que outro ser humano também tinha um espelho e que esses espelhos se completavam nas rachaduras e que quando eles se uniam, os dois eram vistos dentro do espelho. Então, esse simbolismo e essa analogia nos ajuda muito a entender um pouquinho sobre isso. E o que a doutrina espírita nos explica é a felicidade, a salvação, essa ideia dessa serenidade espiritual
o. Então, esse simbolismo e essa analogia nos ajuda muito a entender um pouquinho sobre isso. E o que a doutrina espírita nos explica é a felicidade, a salvação, essa ideia dessa serenidade espiritual que todos nós, todos nós, desde a antiguidade estamos buscando, ela será invariavelmente conquistada quando nós fazemos da nossa vida canal para que os outras pessoas, para que Deus possam ali serem atendidos, para que a gente possa amar uns aos outros. nessa seguinte ideia, né? Então, quando nós pensamos a respeito dessa dessas duas questões, fora da igreja não há salvação e fora da verdade não há salvação, eu espero que tenha ficado claro que a salvação está no ato de unir, né? na ação de UNI. E aqui eu gostaria de finalizar a nossa palestra, o nosso estudo, a nossa explanação da boa nova com o seguinte questionamento: se a salvação está no ato de unir, o que temos mais feito? Nos salvado ou nos perdido? Deixo essa reflexão para você como tarefa de casa. Aqui agradeço imensamente a Casa Espírita Estudantes do Evangelho pela oportunidade, pelo convite feito através da Sônia, uma querida amiga. Obrigado por através da conectividade, da internet podermos nos conectar. Gostaria aqui de mandar um beijo para você que acompanhou esse estudo, que esteve conosco nos comentários, interagindo, que esteve refletindo conosco. Obrigado de coração mesmo. Apesar de talvez não termos o contato físico, saiba que esse calor, essa presença que aquece o nosso coração e a nossa alma nos diz que a nossa verdadeira conexão é de amor. Obrigado do fundo do meu coração e espero poder aí em outras oportunidades estar com vocês aí. Obrigada de coração mesmo. >> Nós agradecemos, João Vittor. Que coisa maravilhosa. Tão bom esse tema, né, da caridade. Ele é tão presente nas nossas práticas e a gente fica muito feliz de refletir sobre ele. Aqui ficaríamos horas e horas, né? >> Sim, verdade. Muito eh é muito próximo da gente, né, de quem estuda doutrina espírita. >> Então, nós te agradecemos. fic muito
muito feliz de refletir sobre ele. Aqui ficaríamos horas e horas, né? >> Sim, verdade. Muito eh é muito próximo da gente, né, de quem estuda doutrina espírita. >> Então, nós te agradecemos. fic muito felizes e você falou assim de forma muito abrangente do que realmente é o ensino de Jesus para nós, né? >> E como Paulo recomendou a necessidade da caridade na nossa vida, >> né? >> A sua mensagem ela caiu, ela foi uma luva assim, ó. E a gente não combinou, né? A gente não combinou, >> não combinamos. Eu falei, eu fui buscar um tema que pudesse refletir pra gente sintonizar, né? Aham. >> Então, nós queremos agradecer também aos nossos irmãos que nos acompanharam, eh, dizer que na próxima semana estaremos presencialmente no nosso auditório Bezerra de Menezes e que seguiremos estudando, né, e refletindo, meditando, porque um dia nós vamos eh vivenciar esses ensinos de Jesus, né? Amém. >> Melhoramos muito já a partir desses, né, dessas reflexões. Então, convido a todos mais uma vez paraa gente unir os nossos pensamentos e agradecer a Deus, nosso pai, criador de bondade, misericórdia, infinito amor, por essa oportunidade que, mesmo estando longe, se aproxima através desse ensino do evangelho de Jesus. Obrigado, Senhor, por essa oportunidade. Que o Senhor esteja presente em todos os lares, em todos os corações, unindo as famílias, unindo os povos, unindo as nações. Que nós possamos compreender esse ensino grandioso de Jesus, de amar a Deus sobre todas as coisas, ao nosso próximo, como a nós mesmos. Que Jesus nos deixe a sua paz. nos reúna nesse universo de fraternidade, de caridade, e que nós possamos seguir meditando, estudando e aprendendo. Que assim seja, Senhor. >> Obrigado mais uma vez, João Vitor. Fique com Deus. >> Obrigado, Sônia. Obrigado a você. >> Obrigado também. Saudade. Queria também agradecer a toda a equipe da da Casa Espírita Estudantes do Evangelho pela toda a estrutura online muito bem organizada, pela prestatividade, pelo carinho. Obrigado. Obrigado de coração mesmo. Vocês são
radecer a toda a equipe da da Casa Espírita Estudantes do Evangelho pela toda a estrutura online muito bem organizada, pela prestatividade, pelo carinho. Obrigado. Obrigado de coração mesmo. Vocês são sensacionais. >> É bom você falar isso, porque nós temos uma equipe, né, trabalhando >> para que esse material chegue, essa divulgação do evangelho de Jesus chega a todos os corações. >> Sim. Então, em nome da nossa casa, estudantes do Evangelho, nós agradecemos a presença de todos. Amém.
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