FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO - Leandro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/03/2026 (há 1 mês) 49:20 209 visualizações

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Transcrição

que aprendi, toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor, meu mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro [música] de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor >> dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza. Значить, estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o valor [música] dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Esse som tar, sejam todos bem-vindos. Que a paz do Mestre Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. Tenhamos a certeza que a equipe espiritual responsável por este horário nos abraça, nos acolhe com muito carinho, principalmente o mentor do nosso grupo que é São Francisco de Assis, né, que nos veio falar da paz, do amor. E assim tenhamos a certeza que esta mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber nosso irmão Leandro Irigonê. Acertei. Eu acerto um dia. [risadas] E ele vem nos falar sobre um tema que é muito interessante, que é eh fazer o bem sem ostentação.

a. Hoje nós temos o prazer de receber nosso irmão Leandro Irigonê. Acertei. Eu acerto um dia. [risadas] E ele vem nos falar sobre um tema que é muito interessante, que é eh fazer o bem sem ostentação. E como sempre fazer uma pequena leitura a prece para depois passar a palavra para o Leandro. E nós vamos ler uma mensagem deste livro Receitas para a Alma, eh, ditado pelo espírito Hermance Duf e psicografia de Vanderlei Oliveira. desemprego. E respondendo Simão, disse-lhe: "Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sobre a tua palavra lançarei a rede". Tá? No Evangelho de Lucas, capítulo 5, versículo 5. As difíceis provas da perda profissional costuma abrigar valiosos apelos, convidando-o a novas direções nas experiências da vida. De certo, você necessita cumprir obrigações a contento e anseia pela execução de ofícios que prestigiem suas habilidades. Muito justo. Contudo, analise com calma e tenha a coragem de examinar novos ângulos da questão. Quantos foram aqueles que nesses momentos decisivos deliberaram optar pelo novo, dispostos a aprender, incentivados a superar a si mesmos na aquisição de novas bagagens? Pensa e decida com acerto. Fuja da amargura e da inércia. Trabalho nunca falta. Desemprego é lição de recomeço, com a qual a vida o chama a novos caminhos para o seu próprio bem. Aceite sem revolta. Ore rogando discernimento. Você verá que a infelicidade de hoje pode ser a luz e bênção logo mais, dependendo de sua postura nas ocasiões de aferição. E assim elevemos nosso pensamento, lembrando daquela citação de Jesus: "Buscais e achareis. que nós busquemos nos conectar com a espiritualidade maior quando estivermos nas nossas dificuldades materiais, que não nos desesperemos, que busquemos sempre o auxílio do alto, mas fazendo a nossa parte. Mestre Jesus, envolva a todos aqui presentes, encarnados e desencarnados no vosso infinito amor e que possamos estar conectados com a espiritualidade maior de forma a apreender todos os ensinamentos que hoje aqui receberemos.

odos aqui presentes, encarnados e desencarnados no vosso infinito amor e que possamos estar conectados com a espiritualidade maior de forma a apreender todos os ensinamentos que hoje aqui receberemos. Que Jesus nos conceda hoje e sempre a sua paz. Graças a Deus e graças a Jesus. E neste momento pedimos a Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e a toda a espiritualidade maior que aqui se encontra, que inspire em tu e nosso irmão Leandro, que está com a palavra. Que assim seja. Uma muito boa tarde a a todas as queridas e os queridos que se encontram no Salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília, bem como aqueles que nos assistem pela internet agora ou no futuro, que Aproveitemos as palavras que Vânia nos trouxe de apaziguamento da nossa alma, da nossa mente. Que observemos a tarde suave e bonita que se apresenta aos nossos olhos. E com esse pensamento de paz, de harmonia, vamos buscar as palavras de Jesus para uma orientação de vida, como sempre fazemos. O título de hoje vem direto do Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 13, os três primeiros itens. Capítulo é: Não saiba a vossa mão esquerda o que dê à direita, né? Mas olha só o item um, fazer o bem sem ostentação. Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens. para serem vistas, pois do contrário não recebereis recompensa de vosso pai que está nos céus. Assim, quando derdes esmola, não façais tocar a trombeta diante de vós. Como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas para serem louvados pelos homens? Digo-vos em verdade que eles já receberam sua recompensa. Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita, a fim de que a esmola fique em segredo. E vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. Mateus capítulo 6 versículos 1 a 4. Mas Mateus aqui no item dois também curtinho. Tendo Jesus descido monte, grande multidão seguiu. Ao mesmo tempo, um leproso veio ao seu encontro e o adorou, dizendo: "Senhor, se quiseres, poderás curar-me".

teus aqui no item dois também curtinho. Tendo Jesus descido monte, grande multidão seguiu. Ao mesmo tempo, um leproso veio ao seu encontro e o adorou, dizendo: "Senhor, se quiseres, poderás curar-me". Jesus, estendendo a mão, o tocou e disse: "Quero-o, fica curado". No mesmo instante desapareceu a lepra. Disse-lhe então Jesus: "Abstente de falar disso a quem quer que seja, mas vai mostrar-te aos sacerdotes e oferece o domcrito por Moisés, a fim de que lhes sirva de prova". Mateus 8 1 a 4. É certo que hoje em dia a gente não usa mais essa palavra. Usamos rancenice, né? Mas na época era a palavra usual comum, por isso que tá no evangelho. Então, pessoal, pensando nessa nessa escritura aqui, nessa explicação que o Kardec dá em seguida, ele coloca os dois trechos da Bíblia e ele vai discorrer sobre essa questão da caridade velada, a caridade que não aparece, a caridade que não dá ibope. A caridade que não serve para nos promover, não serve para concorrermos a nada, porque não vai nos colocar em evidência. A gente já tem até um consenso, né, Vânia, de que ficar se gabando, ficar se mostrando não pega muito bem, né? É meio feio. A gente não, aqui no Brasil, pelo menos, nós não achamos isso lá muito bonito, não. Ficarmos fazendo o bem muitas vezes ou deixando de fazer o mal e depois ainda querer que as pessoas percebam essa nossa atitude. Mas será que nós estamos bem conscientes do pedido de Jesus? Será que a gente leva isso ao pé da letra com seriedade? Ou será que de vez em quando ou até muitas vezes ou até de forma contrária ao ensinamento do mestre? Nós não realizamos boas atitudes. Ainda proclamamos a sete ventas o que fizemos? Mas Leandro, será que não há nenhum momento na vida em que a propaganda da caridade realizada, do bem realizado? Não é interessante? É claro que existe. Existe sim. E existe até a necessidade de que mostremos que o bem avança, que o bem persiste, que o bem não sumiu, ele está crescendo. Isto é um serviço que se presta à sociedade. Então, as nossas mídias, os nossos

existe até a necessidade de que mostremos que o bem avança, que o bem persiste, que o bem não sumiu, ele está crescendo. Isto é um serviço que se presta à sociedade. Então, as nossas mídias, os nossos veículos de comunicação, deveriam focar na propaganda do bem e não na propaganda do mal. Já nos dizem os espíritos que o mal não merece comentário, muito menos propaganda. Mas Vânia, tem um tem um problema, Vânia. Não estamos acostumados a comprar jornais aonde só vem notícias boas. Não tem graça. A gente vem de uma época em que tinha que ter um pouco de sensacionalismo. Então, se a notícia não fosse diferente, se não falasse mal de alguém, se não contasse de uma catástrofe, se não desse um motivo, não servisse de mote para conversa na pracinha, no cabeleireiro, na costureira, no trabalho, não tinha graça. Tinha que ter um pouco de desgraça, tinha que ter um pouco de maldade, tinha que ter um pouco de coisa errada, porque se só tá falando de coisa boa, ah, isso é muito sem graça, tem nada de novo. É o fulano fazendo bem, é o ciclano fazendo bem. Que me interessa isso. Parece que eu estou elogiando demasiadamente os outros. Que coisa feia. Mas quando eu reforço mal, aí eu vendo o jornal. O que é que isso demonstra? Ou o que que isso mostra? O nosso gosto, a nossa aptidão pela porcaria. A gente ouve a Bíblia ou tem ouvido ouve comentários filosóficos do mesmo monte, mas a gente a gente não se comove. Vânia. O bem é não. Olha, o bem é bacana, o bem é interessante. Eu adoro que façam bem para mim. Gosto, gosto. Às vezes até gosto de fazer o bem pros outros, mas não é a minha preocupação principal, porque parece que eu moro num mundo aonde o bem é secundário. O que tá ditando a moda é o mal. É o mal que acontece. É o mal que a gente reclama do mal. É o mal que a gente tenta se opor. É a briga por querer implementar o bem, mas sempre o foco é o mal, né? A gente tá falando de conter o mal, de brigar contra o mal, de expor o mal. Estamos dando muito palco pro mal e pouco palco pro bem.

briga por querer implementar o bem, mas sempre o foco é o mal, né? A gente tá falando de conter o mal, de brigar contra o mal, de expor o mal. Estamos dando muito palco pro mal e pouco palco pro bem. Com todas as nossas boas intenções, não estamos fazendo a coisa da maneira mais apreciável, que seria nos concentrarmos nas atitudes beméritas de forma discreta. O que eu chamei de caridade violada. É. Mas eu vou mudar. Claro, todos nós vamos. Não é nenhuma reprimenda, não é nenhum puxão de orelha. É, é, é só um alerta de que quanto mais tempo a gente demora para perceber a maneira melhor de se promover o bem, que não é dando espaço pro mal, não é noticiando o mal, mas agindo muitas vezes na calada com o bem, a gente sofre mais. Porque precisamos lembrar de uma coisa. O mundo é feito por nós. O mundo está como está porque nós o fazemos assim ou temos feito. Então, não é aquela coisa de eu e os outros ou alguns de nós e o resto. Somos todos, estamos todos interligados. A praia é composta de todos os grandes areia. Ah, mas aquele ali não faz nem diferença. Bom, se você pensar assim que não faz diferença e retirar todo o grão de areia dali, acabou a praia. O bonito é o conjunto. A funcionalidade vem da percepção dessa integração entre todos nós. Nós não conseguimos viver sozinhos no planeta. A gente morre. A gente não desenvolve nosso lado material, né? A nossa subsistência física. a gente não melhora a nossa moral, o nosso intelecto. Então, a questão que Jesus traz pra gente não é uma chamada de é de atenção, como pode parecer, como tudo que ele faz tem sempre um fundo orientador, bondoso, um olhar de quem quer o melhor para nós. Então, vamos ver o que nós podemos tirar. dessas leituras, porque o CADEC faz uma digressão sobre esse assunto no item três, que é o mote desse desse nosso bate-papo aqui, né? Fazer o bem sem ostentação. Então, eu botei aqui algumas coisas que eu tirei do texto para chamar a nossa atenção em duas colunas. esta caridade, este bem feito sem ostentação e feito

e-papo aqui, né? Fazer o bem sem ostentação. Então, eu botei aqui algumas coisas que eu tirei do texto para chamar a nossa atenção em duas colunas. esta caridade, este bem feito sem ostentação e feito com ostentação, para que nós possamos perceber claramente a diferença e notar que muitas vezes nós tangenciamos umas e outras posições dessa tabela sem nos darmos conta, mas que poderíamos os caminhar todos nós com mais atenção, com mais cuidado no caminho do bem. Olha só, sem ostentação, dá sem ostentar, sem mostrar, né? Sem fazer alarde, esconder o feito, se possível. Então vamos fazer a coisa sem fazer a larde. Quando praticarmos a caridade, vamos procurar fazer da maneira mais discreta. E se for possível fazer de maneira que o beneficiado desconheça, melhor ainda. Melhor ainda, né? E imagine que você pretende atender uma pessoa que tá numa dificuldade relativamente grande e você então diz ela assim: "Olha, eu vou falar com os colegas no serviço pra gente fazer uma vaquinha, né, lá no andar inteiro, etc. E vamos ver o que a gente consegue. Vamos ver se a gente consegue levantar esse esse valor que você precisa. para construir ou reformar o único banheiro da sua casinha que está realmente, se é que existe, em condições terríveis. E você conversa com os colegas, percebe que não tem muito sucesso. Aí você pensa assim: "Quer saber de uma coisa? Eu posso fazer isso. E você então resolve bancar o banheiro da pessoa. Vai chegar lá, fulano, tá aqui. Vamos passar um pixel para você. Vou te dar tantos milais para fazer o seu banheiro. Você pode caridade, é discreta. Você e ele sim. Mas não poderia fazer assim algo mais velado? Olha, eu nem precisei contribuir. Meus colegas na sessão ficaram tão preocupados com você que choveu dinheiro. Olha que maravilha. Nós conseguimos aqui um valor até acima do que você esperava, né? Vamos elevar o nosso pensamento a Deus e agradecer esses colegas porque eles foram bacanas. A minha parte foi só conversar com eles. E a pessoa sai recebendo dinheiro

é acima do que você esperava, né? Vamos elevar o nosso pensamento a Deus e agradecer esses colegas porque eles foram bacanas. A minha parte foi só conversar com eles. E a pessoa sai recebendo dinheiro com outro coração, com uma outra imagem sua. Eh, a auto imagem dele perante você tá mais preservada. A dignidade foi a mesma caridade. O dinheiro foi seu, a ideia foi sua, mas a maneira de fazê-la é que normalmente a gente não pensa em querer não aparecer, em não estar na cena. Uma coisa para nós pensarmos. Por outro lado, quando ela é feita com ostentação, a gente faz o quê? A gente procura se promover. Seria o contrário. Olha, eu falei com os meus colegas, estão no serviço, mas quer saber de uma coisa? Ninguém quis ajudar, mas não tem problema. Eu vou bancar sozinho. Tá aqui, ó, né? mesma caridade, mesmo dinheiro, mesma situação, mas a forma de apresentá-la, uma é claramente, né, ostentatória, outra não. Outro ponto, a pessoa que pratica o bem sem ostentação, via de regra, ele foge ou vai buscar fugir dos agradecimentos e dos elogios. Ele não quer. Não, não, não, não, não, não, não, não. Fui eu. Não foram, foram os colegas. Tem nada que ver com isso, não. Imagina que é isso. De jeito nenhum. Prazer foi meu. Uma oportunidade. A gente tenta se esquivar para não ficar para não ficar aparecendo, né? O negócio é não aparecer, porque isso tem repercussões em quem recebe. Isso faz muita diferença para o amor próprio, entre aspas, para a dignidade de quem tá recebendo benefício. Mas se eu tiver trabalhando com o centação, eu vou esperar o quê? o reconhecimento e a gratidão. E às vezes, V, ela vem assim de uma forma indireta, não tão sutil. Olha, agora que eu te dei o dinheiro para consertar o banheiro, vou te pedir uma coisa, hein? Esquece não. E quando for fazer uma prece, for na igreja, lembra de mim, viu? Deus tá olhando. A gente faz isso? Espero que não. A gente já fez, talvez. Ainda na sequência da atitude sem ostentação, a gente tá cumprindo alguma coisa que é lei divina.

igreja, lembra de mim, viu? Deus tá olhando. A gente faz isso? Espero que não. A gente já fez, talvez. Ainda na sequência da atitude sem ostentação, a gente tá cumprindo alguma coisa que é lei divina. Não tem nada de sermos bacanos. bonzinhos, né? Evoluídos. Dia Vânia que nós não estamos fazendo nada mais do que a nossa obrigação em estar de acordo com a lei divina. E isso já demonstra que o nosso senso moral tá melhorado, porque senão, em contrapartida, lá no na coluna ostentação, a gente estaria com quê? estimulando o nosso orgulho e a nossa vaidade. Então, quando eu consigo me preocupar com o cumprimento das leis divinas, com o que é esperado de mim em relação ao próximo, eu já evito esse problema. Voltando aqui a coluna do sem ostentação. Quem aja assim, obviamente ajuda ou demonstra ajudar de forma desinteressada. Eu fiquei preocupado com a situação do banheiro da pessoa. É só esse meu interesse, que um ser humano possa ter um banheiro minimamente adequado para ter um chuveiro pra família. É só isso, né? Nem precisaria conhecer a família, só precisa saber do caso, poderia ajudar de forma indireta, a pessoa recebe ajuda, a gente ajuda e tá tudo bem. Por outro lado, se eu tô na coluna da ostentação, eu vou fazer, né, a minha ação bondosa com segundas intenções. Eu quero aparecer, eu quero me promover, eu quero que vejam o que eu estou fazendo, porque eu preciso ser reconhecido. Preciso ter uma certa gratidão, preciso me autopromover. Tô buscando alguma coisa que na hora eu não digo ou não demonstro, mas eu tenho interesse por trás. Será que em nossa sociedade de hoje em dia, ainda de hoje em dia, alguns de nós fazem isso, por exemplo, no âmbito do poder público ou mesmo do privado? Será que ainda agimos assim? Será que isso é uma prática até tita como normal? Aquela história do toma lá daak se recebe, né? brincando com a prece do outro, justificando a sua atitude com a normalidade da corrupção. Não é só corrupção material, é a corrupção moral, né? a a de ideias, a

istória do toma lá daak se recebe, né? brincando com a prece do outro, justificando a sua atitude com a normalidade da corrupção. Não é só corrupção material, é a corrupção moral, né? a a de ideias, a tentativa de menoscabar a caridade. Bom, na sequência aqui, pensando novamente no caso do sem ostentação, caridade sem ostentação. Isso é muito importante, Vânia, porque é um momento em que eu vou fazer a caridade com cuidado. Eu vou ter muito carinho, muita atenção, muito respeito com a dignidade da pessoa a quem eu pretendo ajudar. Eu preciso preservar ao máximo aquela pessoa, tentar transformar o sofrimento dela em alegria da maneira mais tranquila possível, sem que haja aquele choque aonde ela perceba o desnível da situação. Mas se eu tô do outro lado, a minha atitude pode o quê? pode constranger, pode humilhar, pode causar um bem pequeno e um mal maior. Então eu resolvo um problema e causo um outro às vezes maior. Não é uma boa estratégia, não é? Por que que não é uma boa estratégia? Porque isso tem repercussão na sociedade. Vivemos em sociedade, não é isso? Quem tava agindo sem ostentação vai praticar esta caridade a material, mas vai estar preocupado com a caridade moral, que é um abraço, uma palavra, um aperto de mão, um bem-estar, a indução de que aquele comportamento é natural da sua parte, tá tudo bem, a vida é assim mesmo, né? Como num futebol, dou um passe para você, você devolve a bola para mim e vamos seguindo. Hoje eu faço gol, amanhã é você e tá tudo bem. Coloca a pessoa mais confortável. É aquela caridade moral plus, é minto, desculpem. é a material plus, aquela que vem junto com a moral, aquela que vem com o carinho do coração. E o outro, quando eu tô na coluna da ostentação, aquele que constrangiu, que humilhou, o que que ele vai angarear? Ele acaba sendo uma pessoa mal vista, no mínimo desaprovada. Quando eu trabalho com a caridade moral, eu tô dando mais do que o material solicitado. E do outro lado, eu posso até dar mais, Vânia, desde que isso seja

uma pessoa mal vista, no mínimo desaprovada. Quando eu trabalho com a caridade moral, eu tô dando mais do que o material solicitado. E do outro lado, eu posso até dar mais, Vânia, desde que isso seja alardeado. Quanto mais eu for visto, quanto mais eu aparecer, mais eu posso dar. Mas aqui as ocultas sem propaganda não dão um centavo. Ora, não ganha nada com isso, né? Toma lá da cá. Então o que que te fica com a ideia de que quem caminha ou quando nós caminhamos no sentido da prática da caridade sem ostentação, a gente atrai mesmo sem querer da pessoa beneficiada dos seus parentes, dos seus amigos, dos seus amigos desencarnados. dos protetores dessas pessoas e muitas vezes daqueles irmãos que estão nos acompanhando com o objetivo de nos fazer mal, desencarnados ou mesmo encarnados, ao perceberem a nossa ação voluntária, bondosa, para com o seu querido, param com a ideia de nos causar algum mal. Então, sem querer, a gente ainda promove uma gratidão genuína, autêntica. E o outro lado, obviamente, não vai produzir isso. Então, para encerrarmos, eu vou ler aqui o último parágrafo, ou melhor, a última o o último período do último parágrafo que o Kardec colocou nesse texto. Ele diz assim, gente, olha que que frase bacana. A verdadeira generosidade adquire toda a sublimidade quando o benfeitor, invertendo os papéis, acha meios de figurar como beneficiado diante daquele a quem presta serviço. Eis o que significam estas palavras. Não saiba a mão esquerda o que dá à direita. pessoal, certo de que todos nós já caminhamos por esse caminho do bem, que todos nós já trazemos essa vontade interna de ajudar de forma tranquila, discreta, amorosa, lembrando os ensinamentos de Jesus. é que eu deixo a vocês um abraço e um beijo no coração. Muito obrigado. Agradecemos ao nosso irmão Leandro pela reflexão e neste momento elevemos o nosso pensamento pedindo ao mestre Jesus que nos auxilie, nos ampare. E lembrando que a caridade é o amor em ação. Então, que as nossas ações em relação ao outro sejam sempre amorosas,

ento elevemos o nosso pensamento pedindo ao mestre Jesus que nos auxilie, nos ampare. E lembrando que a caridade é o amor em ação. Então, que as nossas ações em relação ao outro sejam sempre amorosas, acolhedoras, respeitando o limite de cada um. E lembrando o apóstolo Paulo que diz que a caridade é paciente, ela não é, não ostenta, ela não constrange, ela não comete injustiça somente a verdade. E assim busquemos sermos instrumentos do amor de Jesus, praticando a verdadeira caridade, sem ostentação, sem querer reconhecimento. E assim pedimos ao Mestre Jesus que envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, no seu infinito amor, na sua infinita paz. E que este mesmo amor, essa mesma paz sejam direcionadas a toda a humanidade, levando consolo lenitivo para os que sofrem, conflitos, paz, onde há conflitos, harmonia nos lábios, respeito pelo outro e levando a luz onde há trevas, onde Ainda muitos que se comprazem no mal. São nossos irmãos extremamente necessitados de oração, sem julgá-los, agindo com caridade. E assim, Senhor, só temos a dizer gratidão pela tua presença em nossas vidas. Ser conosco hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, é o nosso irmão Alice chamará para o passe dando as orientações, mas antes nós temos dois avisos. Eh, nós vamos ter uma apresentação musical sobre a vida de Chico Xavier e dia 13, 14 e 15 de março tá sendo promovido pela comunhão. Toda a arrecadação é voltada para assistência social, né, dos trabalhos que a comunhão desenvolve e é vai ser realizado no Teatro Nacional, na sala Martins Pena. Ali na frente tem o Qcode, quem quiser, tá? Todos são bem-vindos e vai ser com certeza muito bonito, né? O musical. E outro a anúncio é sobre atendimento fraterno, que há tanto individual, é individual, pode ser presencial ou online. Tem vários horários. Eu não vou falar aqui porque nós já estamos tomando o tempo ali do nosso irmão, mas quiserem vão lá à frente ali perto da livraria que eles dão todas as orientações, os horários,

Tem vários horários. Eu não vou falar aqui porque nós já estamos tomando o tempo ali do nosso irmão, mas quiserem vão lá à frente ali perto da livraria que eles dão todas as orientações, os horários, nós precisamos buscar ajuda, né? Não só no psiquiatra, no psicólogo, mas muitas vezes a gente precisa desse acolhimento que a comunhão nos oferece. Fique em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais [música] dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura [música] para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra,

Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração [música] que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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