Fazer o bem sem ostentação, com Hélio Blume | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 20/10/2025 (há 6 meses) 1:08:25 280 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Tema: Fazer o bem sem ostentação. ESE, cap. 13, itens 1 a 3. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Caros amigos, boa tarde a todos. Que a paz de Jesus esteja conosco no dia de hoje, nos envolvendo, nos abençoando, né, e ajudando para que esses momentos que vamos estar juntos aqui na Federação Espírita Brasileira, nós possamos air benefícios, vibrações boas que os mentores espirituais estão trazendo para todos nós. É, também damos as boas-vindas aos nossos irmãos que estão conosco pela internet, que que essas bênçãos amorosas que estamos recebendo aqui na Federação Espírita chegue até os lares de todos vocês que estão conosco na tarde de hoje. Então, nós vamos dar início à nossa reunião, eh, convidando a todos vocês para fazermos a nossa prece inicial. Jesus, divino amigo, neste momento, Senhor, que nos reunimos para o estudo do teu evangelho, nós elevamos a ti o nosso coração, Senhor, pedindo que nos abençoe, que nos fortaleça, que nos ajude na tarefa e, principalmente, Jesus, que nós possamos absorver os ensinamentos que nos serão passados na tarde de hoje e que esses esses ensinamentos possam estar na nossa mente, no nosso coração, no nosso dia a dia, junto aos nossos entes queridos, nos nossos trabalhos, com os nossos irmãos de humanidade. Agradecemos pela oportunidade do aprendizado, Senhor, pois aqui estamos, sem dúvida nenhuma, em aprendizado. Gratidão pelas bênçãos, pelo amparo, pela fortaleza, Senhor, que o Senhor nos transmite para a continuidade do nosso trabalho na Federação Espírita Brasileira. Obrigado. Que a tua paz possa ficar conosco e que essa paz possa envolver os nossos irmãos que estão responsáveis pelo estudo da tarde de hoje. Obrigado, Jesus, e fica conosco, Senhor, agora e sempre. Graças a Deus. Bem, então nós vamos passar paraa Tânia, que vai fazer a leitura da página de hoje de abertura do do nosso trabalho. Eh, e os comentários dela, por favor, Tânia. >> Opa, >> opa. >> Boa tarde, gente. Estão me ouvindo, né? >> A lição é a 30. Não sei não. Acho que não vai dar não. É. >> Oi. Agora sim, né? Então, a lição 30. Para vencer o mal. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence

oa tarde, gente. Estão me ouvindo, né? >> A lição é a 30. Não sei não. Acho que não vai dar não. É. >> Oi. Agora sim, né? Então, a lição 30. Para vencer o mal. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem. Paulo, Romanos 12:21. Muita gente quando não se mostre positivamente inclinada à vingança perante o mal que recebe, demonstra atitudes de hostilidade indireta, como sejam o favor adiado, o fel da reprovação, de permeio com o mel do elogio, o deliberado esquecimento, quando se trate da honra ao mérito ou a diminuição do entusiasmo na prestação de serviço em favor da pessoa menos simpática. Entretanto, para vencer o mal, não basta essa meia bondade peculiar a quantos se devotam a desculpa cortesão do campo íntimo. Todas as nossas manifestações que acusem essa ou aquela percentagem de mal são sempre plantação do mal, gerando insucesso e desgosto contra nós mesmos. O evangelho é claro na fórmula apresentada para a extinção do flagelo. Para que estejamos libertos da baba sinistra do antigo dragão que trava o progresso da humanidade, é indispensável guardemos paciência contra as suas investidas, procurando esquecê-lo, perdoá-lo e fazer-lhe o bem tanto quanto nos seja possível. Porque o bem puro é a única força suscetível de desarmar-lhe as garras inconscientes. Não nos esqueçamos de que para anular a sombra noturna não basta remeter os punhos cerrados contra o domínio da noite. É preciso acender luz. Então, a lição de hoje nos lembra que não adianta, não vale a pena e não resolve que a gente faça apenas uma meia coisa, seja ela qual for. Nós temos que de fato realizar algo positivo. E é incrível como aqui nessa frase aqui, ó, nós temos que ficar libertão. E quem será que é esse antigo dragão que está dentro de nós, que nos consome, que nos atenta, que nos perturba todos os dias? Seremos nós mesmos muitas vezes no nosso egoísmo, na nossa vaidade, na nossa presunção. Às vezes a gente se acha melhor do que o outro porque a gente já faz isso, só que a gente esquece que o outro já faz

mos nós mesmos muitas vezes no nosso egoísmo, na nossa vaidade, na nossa presunção. Às vezes a gente se acha melhor do que o outro porque a gente já faz isso, só que a gente esquece que o outro já faz aquilo e aquilo outro que a gente não dá conta de fazer ainda. Então, enquanto a gente não se alimpar das impurezas que temos, que trazemos dentro de nós, a gente não consegue ficar livre dessa baba sinistra. Eu fiquei muito tocada com essa frase, porque vocês pensem assim, vamos pensar na figura do quiabo que solta aquela gosminha, né, aquela baba. Então, a gente também, por certo, dentro de nós, eu falo me incluindo, viu, gente? A gente dentro de nós tem temos ainda situações e questões que a gente não consegue se despregar. E é difícil, né? Quando você vai tirar aquela aquela parte do quiabo, aí você tem que colocar vinagre, você tem que pegar a faca ao contrário para limpar as mãos, você tem que fazer alguma coisa além do normal. Não basta apenas chegar ali debaixo da torneira, lavar a mão e pronto, a mão já vai est lavada. E a mesma coisa é com o nosso ser, com o nosso espírito. Não basta apenas que a gente rapidamente ou vez por outra façamos uma oração e aí pronto, já basta, já tá resolvido. Não, é preciso aquela persistência. Não quer sair esse pedacinho aqui, eu não tô tendo paciência. eu vou ter que fazer de novo até eu conseguir retirar. Então essas essas figuras elas devem muitas vezes permanecer em nossas mentes para que a gente venha lembrar na hora que ocorra essas situações, esses problemas, porque a gente só se livra de verdade das coisas negativas, vencer o mal, como diz aqui o nosso título da lição, quando a gente persiste, insiste, continua. Então, lavou uma vez, não saiu. Tentei uma vez ser bom, não fui o suficiente ou ainda não consegui, mas eu vou tentar de novo. E aí a gente vai tentando, vai tentando. E o mais bacana disso é que quando a gente consegue, segundo Raul Teixeira, ele nos diz o quê? que quando a gente consegue se libertar de um mal, de algo

novo. E aí a gente vai tentando, vai tentando. E o mais bacana disso é que quando a gente consegue, segundo Raul Teixeira, ele nos diz o quê? que quando a gente consegue se libertar de um mal, de algo negativo que a gente tem ou traz junto a nós, é para todo sempre. Isso é maravilhoso, né? Isso é maravilhoso. Mesmo que a gente gaste uma encarnação inteira para se livrar de um único defeito que a gente possua, se eu tô mirando no defeito X que eu possuo, se eu conseguir eliminar aquele defeito e realmente transformá-lo numa virtude, será uma virtude para eternidade. Então isso é ótimo da gente pensar, porque não vai precisar depois que eu tiver realmente conseguido insistir novamente naquilo, porque já vai naturalmente, já vou criar um hábito positivo e vou fazê-lo tranquilamente. Então essa lição de hoje vem nos lembrar disso, que a gente tem que deixar qualquer espécie de mal qualquer, mesmo que a gente pense que não está fazendo mal para o outro, mas vamos tentar nos colocar no lugar do próximo. Muitas vezes a gente não faz isso, a gente vê o nosso com o nosso olhar. Vamos tentar ver com o olhar do outro para ver se a gente consegue se melhorar um pouquinho e cada vez mais e cada vez mais e aí a gente vai conseguir tirar essa baba sinistra, esse mal-estar que a gente muitas vezes tem, que fica aquela coisa assim, tô sentindo uma coisa que eu não sei o que é, não é físico, é espiritual, mas eu não ainda não determino o que seja. Então, às vezes é uma má companhia espiritual que eu ainda não consegui deixá-la de lado e que eu fico atraindo esse espírito com meu pensamento, né? e coisas que não são boas para nós. E não adianta eu ficar aqui declinando, dizendo que é isso, que é aquilo. A gente sabe, a gente sente, o nosso coração sente, nossa alma se sente mais tranquila, mais leve, mais feliz quando a gente faz coisas boas. Como é bom você fazer uma oração para alguém e saber que você beneficiou alguém? Então são pequenas coisas que a gente pode ir fazendo que vão nos fortalecendo

is feliz quando a gente faz coisas boas. Como é bom você fazer uma oração para alguém e saber que você beneficiou alguém? Então são pequenas coisas que a gente pode ir fazendo que vão nos fortalecendo para que a gente retire essas coisas enfermas e negativas que a gente vem trazendo de muito tempo. E não é dessa encarnação. Por isso que a gente tem uma certa dificuldade. Não é uma encarnação que eu tô, sei lá, pegando esse copo e colocando aqui nesse local. Não, eu já me habituei. Então, para cortar um hábito vai ser demorado. Quando a gente guarda algum objeto, por exemplo, na terceira gaveta do armário, toda vez que você vai buscar o objeto, instintivamente você já vai lá na terceira gaveta. Você não precisa pensar onde está o objeto, tá? o objeto está na terceira gaveta, não. Automaticamente você vai e vai pegar o objeto. Então, quando a gente conseguir fazer o oposto, né, automatizar as coisas positivas, fica mais fácil pra gente a vida, tá? Eu desejo uma ótima tarde para vocês, uma excelente semana de muita paz, de muita harmonia, de muita força de vontade, muita coragem e que a gente consiga vencer o mal juntos e que tenhamos um planeta fantástico dentro das nossas vidas. Um abraço. >> Estamos mesmo precisando, né? O nosso planeta tá precisando de muito, muito amor nosso, muita oração e, e vibrações boas. Bem, nós vamos então agora passar a palavra pro Hélio, que vai então nos conduzir no estudo da tarde de hoje. >> Muito boa tarde a todos. Sejam bem-vindos a essa casa. E como nós todos buscamos de alguma forma nos encontrar mais com Jesus, eh, enquanto Catânia tava falando, tava me recordando dos momentos que ele esteve entre nós como homem e aproveitava esses momentos final do dia geralmente e se punha a discutir as questões do dia e nos ajudava a entender por que que eu tô falando isso. Todos nós já existíamos naquela época. Se a gente estava perto dele ou não, não sei. É uma coisa que a gente vai ter que descobrir cada um de em nós. Mas nós não somos espíritos

ue eu tô falando isso. Todos nós já existíamos naquela época. Se a gente estava perto dele ou não, não sei. É uma coisa que a gente vai ter que descobrir cada um de em nós. Mas nós não somos espíritos novinhos, não. Nós temos uma existência milenar e ele esteve entre nós há 2000 anos. Como assim? e como ele continua procurando-nos e tentando fazer com que a gente entenda ele melhor. Então, sejam muito bem-vindos. que a gente possa resgatar essa ambiência quando ele procurava acalmar, porque se ele acalmava tempestade, se ele acalmava um monte de coisas, imagina as nossas aflições. Era realmente uma situação eh maravilhosa estar em sua companhia. E a gente pode resgatar isso eh nos dias atuais, porque nós estamos precisando muito disso, né? A humanidade como um todo, ela passa por várias crises e os tempos atuais, citando Bezerra de Menezes, são tempos que guardam similitude com esses tempos da presença do Cristo, homem entre nós. Então, muitas coisas são parecidas. E nesse sentido, eu só posso agradecer a presença de vocês e que de uma certa forma nos inspiram, porque essa casa nos acolha, essa casa diminui distâncias que nós criamos para com Jesus. E a gente tem que parar para refletir, porque muitos irmãos nossos consideram Jesus uma figura extraordinária, mas ela ainda está na cruz, está no sofrimento, na dor e não nos alcançou na consolação. E nós estamos falando de uma terceira revelação que ter que é o consolador prometido por ele. Então nós precisamos verificar se essa doutrina não está conseguindo nos consolar. Dr. Bezerra sempre lembra de que se isso estiver acontecendo, tem alguma coisa errada. A gente precisa refletir, precisa encontrar aonde que tá o impedimento. E para isso nós precisamos muito uns dos outros, porque nós não somos seres isolados. Nós temos uma relação muito mais intensa do que nós imaginamos, né? Não só no sentido de nossas relações que diríamos pode ser limitadas a consanguíneas, familiares, de trabalho, mas nós somos irmãos de Jesus.

uma relação muito mais intensa do que nós imaginamos, né? Não só no sentido de nossas relações que diríamos pode ser limitadas a consanguíneas, familiares, de trabalho, mas nós somos irmãos de Jesus. Por que que eu digo isso? Porque ele insiste em nos dizer que a gente estabelece diferenças, a gente cria impedimentos que na verdade não existe. Existe na nossa cabeça, existe no nosso entendimento, a maioria das vezes por limitação, mas a gente precisa refletir que nós temos um irmão e que de uma certa forma nosso pai criador que cria tudo nos ofereceu e segue nos oferecendo. Ele não é uma figura inatingível. Ele é um ser de luz, espírito perfeito, como tem outros Cristos de outros sistemas, outros planetas, mas ele é o Cristo do amor. E nesse sentido, então, quando nós somos convidados a conviver com ele, não pode ser de outra forma, a não ser pelas vias do amor. Temos muita dificuldade de exercitar esse amor como ele nos mostrou. Mas tô fazendo essa lembrança inicial para que a gente possa diminuir essa distância e fazer com que ele já não fale mais só as nossas mentes. As minhas palavras que proferi aqui, elas são interessantes, mas nós temos, além disso, inúmeras energias mento, eletromagnéticas e que de uma certa forma quando elas entram em sintonia elas nos dão uma sensação que a gente não tá acostumado sentir. O espírito de deângeles nos diz, nós ainda estamos num estágio espiritual procurando sobreviver. E aí nós vamos fazendo as coisas como entendemos ser o melhor para não nos dar mal para sobreviver. Mas ela nos convida a sair desse estágio e não sobreviver, mas viver, lembrando-nos, obviamente de inúmeras coisas que a gente não é lembrado nesse mundo. E aí, enquanto que estávamos aqui, a minha função hoje é falar do capítulo 13 e que parece ser um capítulo na contramão daquilo que a Terra nos ensina. E aí eu me lembrei de fazer uma abordagem nesse sentido. Bem me lembro há uns quase 50 anos atrás, quando a gente buscou estudar o Evangelho Espiritismo, que é a obra que nós

o que a Terra nos ensina. E aí eu me lembrei de fazer uma abordagem nesse sentido. Bem me lembro há uns quase 50 anos atrás, quando a gente buscou estudar o Evangelho Espiritismo, que é a obra que nós estudamos aqui nos domingos à tarde. Ele foi um dos últimos livros que, de uma certa forma, me atraiu. Por quê? que ele não me dava as respostas que eu queria, mas porque eu usava muito intelecto, muito pouco coração e às vezes não conseguia extrair daquilo que necessitava. E obviamente com o passado do tempo a gente entendeu que as obras da codificação todas elas têm a sua função. E a função dessa do Evangelho segundo o Espiritismo é resgatar aspectos morais. a nossa conduta. E é muito interessante, isso me faz lembrar o Chico, né, a grande mãe, você sabe disso, né, que o Chico dizia que esta obra aqui, né, quando ele no linguajar popular falava evangelho neles, as pessoas até pegavam esse livro, saíam batendo nos espíritos para afastar aqueles que eventualmente estavam causando mal. Mas ele dizia: "Não, o evangelho não veio para passar a mão na cabeça". e chorar com a gente, dizer: "Não, é assim mesmo, não sei o que lá". Não, ele veio para nos transformar, ele veio para nos iluminar, ele veio para resgatar a verdadeira essência de quem nós somos. Nós não somos encarnados vivendo experiências espirituais. Nós somos espíritos. E só para situar isso, eu faço uma menção no estranho medo da morte que nós temos e que seria a volta para casa. E eu fico perguntando como é que vou justificar para Jesus o medo de voltar para casa? Será que eu não confio? Será que eu não sei? Será que o que que tem de impedimento? E nesse sentido, então, essa obra é extremamente interessante dos seus capítulos, que por uma questão de tempo não vou repetir, nós vamos falar do capítulo 13. E é sempre assim, nes de domingo a gente trata de três ou quatro itens de um capítulo e que obviamente não posso falar de forma isolada, eu tenho que conectar com os outros capítulos, mostrando a grandeza dessa obra. Primeira coisa, capítulo um,

a de três ou quatro itens de um capítulo e que obviamente não posso falar de forma isolada, eu tenho que conectar com os outros capítulos, mostrando a grandeza dessa obra. Primeira coisa, capítulo um, não vim destruir a lei. Ele não veio destruir nada. Ele não veio para complicar a vida das outras religiões. Nós estamos numa fase muito interessante. Essa casa tá recebendo inúmeros de outras religiões e a gente sabe da nossa responsabilidade diante do que ele diz aqui, da gente ser um grande guarda-chuva para essas religiões passarem a entender aquilo que a doutrina espírita nos oferece. Segundo capítulo. Meu reino não é deste mundo. A maioria dos seus ensinos são voltados pro futuro para essa vida melhor, essa vida plena. Então, claro que se eu quero ficar no meu quadrado e não quero que ninguém mexa comigo, é difícil conciliar essa noção e conseguir trabalhar isso. Há muitas moradas na casa de meu pai e a gente acha que nós somos os únicos humanos. nas nossos planetas, nós temos, nós somos uma estrela de terceira categoria, a Terra. E nós estamos recebendo hoje, recebendo os nossos amigos espíritos de uma estrela de quinta categoria, por exemplo. Aliás, não é só agora, não, recebíamos antes já, mas agora de uma fase mais intensa. Mas são esses que muitas vezes a gente julga, né, desconectados, meio até loprados, que não se encaixam. Imagina, são nossos filhos, são muitos daqueles que estão entre nós. E aí eu vou citar a referência do Divaldo Franco. Desde a década de 70 eles estão renascendo entre nós. E aí nós temos várias formas de manifestação daquilo que a gente ainda muitas vezes não entende. E é preciso ampliar a nossa compreensão nesse sentido, porque esse planeta tem uma destinação como nós mesmos, é de sermos melhores. Nós estamos nele aqui agora, matriculado nessa escola bendita. Aí alguns podem me dizer: "Não, mas a Terra não tá sendo uma escola para mim. A gente respeita. Para muitos é meio que uma prisão, é uma penitenciária, porque sentem obrigados a

nessa escola bendita. Aí alguns podem me dizer: "Não, mas a Terra não tá sendo uma escola para mim. A gente respeita. Para muitos é meio que uma prisão, é uma penitenciária, porque sentem obrigados a fazer determinadas coisas. Para outros é um hospital que vive no eterno sofrimento. E a gente precisa refletir, mas na verdade a destinação do nosso planeta é ele ser essa escola bendito e na sequência vai. Ninguém poderá ver o reino de Deus sem nascer de novo, lembrando-nos das reencarnações. Nós temos reencarnações, somos espíritos milenares, que a gente possa refletir. Depois vem as bem-aventuranças, né? Bem-aventurados os aflitos. É a primeira. Por quê? Porque a maioria de nós sofre. Nós temos uma humanidade hoje em conflito, sofrendo. Depois ele vem apresentar o Cristo Consolador. Quem de uma certa forma encadeou isso foi Kardec. E aí vou parar falar disso, mas é uma sequência muito interessante. E Kardec fez também o seguinte. Primeiro ele pegou os textos evangélicos e nós vamos comentar um e dois, né? E depois no item 3 e quatro são os comentários de Kardec sobre aqueles textos evangélicos e fecha o capítulo com as mensagens dos espíritos. Esses espíritos que fizeram uso, né, dessa deste momento e que seguem buscando nos falar. Mas o que que acontece? Nós somos muito São Tomé por um lado certo, é preciso ter precaução, não dá para embarcar em qualquer barco, mas nós precisamos refletir sobre a nossa grandeza. E aí Dr. Bezer sempre nos ajuda quando ele diz que nós somos muito autossuficientes até para buscar sobreviver e viver melhor. Isso não faz limitar as coisas. Inclusive o próprio Cristo. Tô bezer comentando. Se vocês não cuidarem vocês limitam Deus. E Deus que é criador de todas as coisas. A grande meu de vocês devem conhecer a prece de Cáritas e ela fala: "E Deus, nosso pai pode abrasar a terra inteira com a faísca da sua vontade. Ele poderia fazer com que as coisas fossem diferentes, mas nós não estamos convencidos suficientemente de que o único determinismo dele é o

ai pode abrasar a terra inteira com a faísca da sua vontade. Ele poderia fazer com que as coisas fossem diferentes, mas nós não estamos convencidos suficientemente de que o único determinismo dele é o bem." E aí a gente fica em dúvida com tanta coisa nos alcançando, com tanta coisa que nós sentimos como isso. E eu preciso lançar um olhar mais além das nossas várias existências. olhar paraa frente, paraa vida futura, hum, entendendo que eu tô construindo ela, eu tô semeando hoje. Nós normalmente queremos colher, mas nós ainda estamos semeando muito. E claro que os meus dias futuros vão ser fruto disso. Então, nesse sentido, que a gente possa refletir e como já mencionei, o capítulo 13 tem por título, não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. Se a gente for pensar em termos de marketing terreno, o indivíduo tem que mostrar o que ele faz. O indivíduo tem que trabalhar a sua imagem. Hoje nós temos um problema seríssimo que são as redes sociais. E aí essa é uma das razões principais do sofrimento na dor, que parece que todo mundo tem que ser bonito, todo mundo tem que sorrir e nós temos uma diversidade riquíssima entre nós que não cabe na rede social. E aí nós temos o quê? Nós temos que refletir sobre isso e nós damos, querendo ou não, uma preocupação e a gente precisa entender, são os nossos lados terrenos, eu preciso vender a minha imagem dentro de uma certa condição, porque se ninguém vai olhar para mim, eu de repente não vou conseguir fazer aquilo que eu pretendo fazer. Então, num primeiro momento, nós entendemos que a gente precisa trazer esse evangelho. Quando nós encontrarmos as dúvidas, elas são comuns no nosso caminhar, por mais que a gente programe, chega uma certa hora que surge uma encruzilhada. A gente não sabe se vai pra esquerda, vai pra direita, aí é hora de apelar pros nossos amigos espirituais. Quem? o nosso guia, os espíritos simpatizantes, familiares e aqueles maiores benfeitores da humanidade que vão nos ajudar. deve ter acontecido já com vocês. E essa

elar pros nossos amigos espirituais. Quem? o nosso guia, os espíritos simpatizantes, familiares e aqueles maiores benfeitores da humanidade que vão nos ajudar. deve ter acontecido já com vocês. E essa isso é uma coisa normal própria existência terrena nossa, que a gente chega numa situação onde eu tenho que usar meu livre arbítrio, eu tenho que decidir. E Paulo nos dizia que que adianta se a gente for deixar uma placa lá mandando você seguir para lá. Não, você precisa ter um mérito da sua decisão. E aí nós vivemos um tempo acelerado, problemas entre nós e que a gente vai fazendo uma leitura normalmente sofrida, dura, mas nós poderíamos ter andado mais pelas estradas do amor. Complicamos um pouco, acrescentamos, nos afastamos daquela vida simples de Jesus. E o que que acontece? Hoje nós temos uma série de aspectos que a gente precisa simplificar. Os espíritos nos dizem que nós não entendemos das duas grandes mensagens. O fato dele ter nascido numa manjedoura entre os nossos animais, entre as forças da natureza. Aproveitar para saudar minhas colegas que estão aí. Ontem nós tivemos o encontro sobre os animais aqui. Minha sugestão, o link vai paraa página da FEB e a gente sabe que os animais são espíritos que de uma certa forma convidem convivem com nós conosco e tem muito para nos ensinar. E a gente precisa resgatar aquilo que Jesus deixou claro. Ele nasceu nesse ambiente. Por que que ele o fez? talvez para nos mostrar que aí nós temos forças que são conjugadas para nos ajudar a resolver uma uma série de problemas e criar uma harmonia que a gente muitas vezes não reconhece. E aí me faz lembrar na hora que ele nasce, os espíritos inclusive de outros planetas comemorando o nascimento do amor aqui eles se juntam e cantam, né? O glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens. Foi ouvido pelos daquela época e que a gente reflita sobre isso. Por que que eu falo isso? Porque o guia do Brasil, o nosso amigo Ismael, ele tem na prece dele exatamente esse momento inicial

homens. Foi ouvido pelos daquela época e que a gente reflita sobre isso. Por que que eu falo isso? Porque o guia do Brasil, o nosso amigo Ismael, ele tem na prece dele exatamente esse momento inicial para nos lembrar de que nós temos uma destinação, nós temos uma história, nós temos esse evangelho que é consolador, nós temos o evangelho que na expressão da palavra quer dizer boa notícia. Então, o evangelho é boas notícias. Se ele não está conseguindo ser boas notícias, precisamos refletir. Fazer o bem sem ostentação. A grande maioria de vocês sabem disso, dessa história, de que uma mão não enxerga o que o outra tá fazendo. Mas para ser fiel, vou ler o texto que tá em Mateus, capítulo 6, versículos 1 a 4. Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens para serem vistas. E aí eu paro e ponho a rede social. A grande maioria de nós tem necessidade de postar nas redes sociais o que faz e se não consegue não é feliz. E a gente precisa refletir. Mateus nos diz aqui: "Pois do contrário, não recebereis recompensa de vosso pai que está nos céus. Não tô falando mal da rede social, ela tem a sua função. Ela vai nos ajudar muito, mas ela precisa ser utilizada como boas novas, como boas notícias. Assim, quando deres esmola, não façais tocar a trombeta diante de nós. Me vem na mente agora falar do Pablo Marçal, né? O que que aconteceu? De uma certa forma, nas diferentes situações, ele aparecia muito usando o rótulo da própria religião, não tô falando mal, só tô citando o exemplo. E aí o que que acontecia? Tudo se transforma em notícia e tudo dá, né, uma sensação de que talvez ele seja a solução. O que que vai acontecendo? Nós temos inúmeros entre nós hoje dessa forma. Nós temos um mundo de faz de conta onde as pessoas falam, dizem, mas como o Chico dizia, presta atenção no que ele faz, porque a grande maioria das vezes, se ele estiver aqui no meu lugar, ele não desce nem o primeiro degrau da escada e já tá se contradizendo, já tá fazendo coisas diferentes. Voltando ao texto do Mateus, eu não

grande maioria das vezes, se ele estiver aqui no meu lugar, ele não desce nem o primeiro degrau da escada e já tá se contradizendo, já tá fazendo coisas diferentes. Voltando ao texto do Mateus, eu não preciso, e aí vem uma questão interessante, a imagem do Brasil que nós temos, que a mídia nos mostra, não é a imagem do Brasil. Nós temos uma imagem errada, produzida e de uma certa forma, por que que eu falo isso? que eu conheço praticamente todo o país e nós temos um povo simples, humilde, honrado, mas na verdade não dá mídia, então ele não aparece. Quando o anjo Ismael nos fala para resolver uns problema mais sério aí de contenda, de conflito, etc., né? Porque esse país não tem guerra. Por quê? Porque Ismael mobiliza estes que não têm nome, eles não fazem a questão de ter nome. Como ele diz, são os espíritos do anonimato, mas eles estão sempre prontos a servir, a ajudar. E aí tem que parar para refletir. Se eu fizesse na Terra, aos olhos do mundo, talvez eu não me dê bem, porque quem trabalha com comércio, por exemplo, sabe que eu preciso fazer propaganda, eu preciso trabalhar esses elementos, mas que a gente os faça dentro das questões morais. diz aqui, eh, que quando dermola não façais tocar a trombeta diante de vós, como faz os hipócritas nas sinagogas e nas ruas para serem louvados pelos homens. Esse é um grande problema da humanidade, a não ser por essa doutrina, nós não temos uma outra que consegue extrair o essencial das nossas igrejas, dos templos faustosos, do centro de saber, cheio de uma sabedoria, mas não chega onde precisa pela falta de Jesus. E aí não sou eu que falo, vou citar Dr. Bezerra de Menezes. Humanidade sempre precisou de Jesus, mas nunca como nos tempos atuais. Nós precisamos da referência dele. Nós precisamos aproximar ele de nós, porque ele precisa, ele é aquele irmão que se faz ao nosso lado, muitas vezes sem perceber. E se a gente depender dos nossos intelectos, simplesmente nós não vamos perceber ele, mas nós temos o coração. Pelo coração, prestando mais atenção

que se faz ao nosso lado, muitas vezes sem perceber. E se a gente depender dos nossos intelectos, simplesmente nós não vamos perceber ele, mas nós temos o coração. Pelo coração, prestando mais atenção naquilo que eu s sinto, naquilo que me chama atenção, nas forças que me agradam, me desagradam, eu começo a mobilizar um potencial que nós temos em nosso coração. E aí eu sempre cito o nosso querido padrinho São Francisco de Assis, quando ele diz, né, que tudo isso a grande maioria de nós sabe, são ensinamentos que visitam as nossas mentes, facilitam os nossos raciocínios. Estudar isso aqui é interessante, facilita o entendimento das coisas, boas ideias, bons pensamentos a gente tem, mas ele diz que isso não é suficiente. Isso precisa alcançar o coração, equilibrar a nossa emoção para que a gente seja um indivíduo com melhores sentimentos. E como é que a gente consegue isso? A gente só consegue botando a mão na massa, na vivência, nas experiências, porque nós precisamos renascer de novo agora, não esperar a próxima encarnação para fazer coisas que eu sei que preciso fazer agora. Não existe impedimento nessa encarnação para mim conseguir fazer as coisas que eu sei que preciso fazer. E aí eu cito Paulo, que o Paulo diz: "Os impedimentos que vocês criam, eles não tão na lei, eles são impedimentos de vocês." Então, gente, o próprio Paulo é exemplo de um espírito que saiu de Saulo para Paulo, de um perseguidor para um espírito de luz, ajudando a fazer com que a mensagem cristã chegasse exatamente nos que estão mais necessitados. Então, a obra Paulo Estevão é maravilhosa e nos ajuda a entender isso. Então, nós precisamos fugir da hipocrisia das igrejas, de uma série de coisas. Não compete a mim criticá-las. Muito pelo contrário, os espíritos sempre dizem, vão arrumando e consertando aquilo que eles fazem de errado. A gente tem uma função importantíssima de ajudar a endereitar o passo daqueles que não estão conseguindo caminhar. Digo-vos em verdade que estes que se fazem mostrar

o aquilo que eles fazem de errado. A gente tem uma função importantíssima de ajudar a endereitar o passo daqueles que não estão conseguindo caminhar. Digo-vos em verdade que estes que se fazem mostrar na sua caridade já receberam a sua recompensa. Quando deres esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita, a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que o vê se passa em segredo, vos recompensará. E aí começa, né, uma necessidade de fazer reflexões. Se nós não temos noções que somos espíritos milenares e que quem faz a melhoria de nós mesmos somos nós. Nós temos tudo a nosso favor, porque eu já citei aqui, vou repetir porque eu não fui completo. Mensagem de Emanuel que di que tem por título Determinismo divino, 1950. Se vocês buscarem, ela está aí na revista reformadora, etc. E ela diz o seguinte: "O único determinismo de Deus para convosco é o bem. O resto é acréscimo dos homens. Então, a gente precisa parar para pensar de vez em quando o que eu tô acrescentando. Jesus. O item dois aqui que segue é uma citação de Mateus também, só que no capítulo oito, quando ele diz: "Tendo Jesus descido do monte, grande multidão seguiu e ao mesmo tempo, um leproso veio ao seu encontro e o adorou, dizendo: "Senhor, se quiseres, poderás curar-me". Jesus, estendendo a mão, o tocou e disse: "Quero fica curado". No mesmo instante desapareceu a lepra. Disse-lhe então Jesus: "Abstente de falar disso a quem quer que seja, mas vai mostrar ao mostrar-te aos sacerdotes e oferece o domcrito por Moisés, a fim de que ele sirva de prova". Por que que eu tô dizendo isso, né? Não é fazendo propaganda das coisas boas que a gente faz que a gente vai conseguir iluminar os nossos espíritos. Ao contrário, né, de uma certa forma, né, com, entre aspas, a gratidão do próprio mundo, é considerado que nós já recebemos as recompensas. Então, nós temos muitas pessoas e esse país é ímparo, não tem nenhum outro país com a missigenação que ele tem, com a genética que ele tem, com esse povo

nsiderado que nós já recebemos as recompensas. Então, nós temos muitas pessoas e esse país é ímparo, não tem nenhum outro país com a missigenação que ele tem, com a genética que ele tem, com esse povo maravilhoso e que não tem necessidade de aparecer. E eu há uns 30 anos da tarde me perguntava o que que eles têm que eu não tenho, que eles conseguem numa oração, que a Tânia até falou, né? Eles conseguem numa oração entrar em uma sintonia que eu não consigo com tudo que eu sei. Eu não usava coração. Estes usam o coração e por usarem o coração, eles são tementes a Deus. Eles não precisam de códigos de conduta, porque eles têm aqui o código de conduta moral. E a intenção dessa obra, ela nos esclarecer, nos retificar e nos ajudar encontrar. Bom, feito essa menção desses dois textos, nós temos o comentário de Kardec, né? E aí, por uma questão de tempo, a gente precisa, como diz o Kardec no item três, colocar-se acima da humanidade. Porque se eu for pra multidão, tentar ser igual à multidão, eu vou me enrolar. Então, a gente sabe que essa doutrina veio para conseguir esclarecer alguns que como fermento vão levedar a massa toda que é da humanidade. Mas muitos de nós aguardam que a humanidade se transforme para daí eu me transformar. E nós vivemos um tempo belíssimo de oportunidades em toda a esquina. E aí me faz lembrar o Chico. Chico dizia: "Você não precisa sair de você para ter oportunidade de ser cristão? Nós temos em nós, na medida que nós vamos refletindo sobre isso, vamos procurando entender as coisas a gente percebe as coisas que estão em nós erradas. E é nossa obrigação buscar ordenar isso. Por quê? Porque nós temos uma preocupação estranha de, de uma certa forma nos apresentar pros espíritos com uma imagem que a gente acha que vai melhorar a nossa condição. E eles nos enxergaram muito antes como nós verdadeiramente somos. Então, a gente precisa de uma certa forma recuperar sinceridade, autenticidade, fazer com que a gente consiga ser melhor, sem necessidade de aparecer,

garam muito antes como nós verdadeiramente somos. Então, a gente precisa de uma certa forma recuperar sinceridade, autenticidade, fazer com que a gente consiga ser melhor, sem necessidade de aparecer, porque na hora de ir embora, isso me faz lembrar Alexandre o Grande, esse grande conquistador que a humanidade teve, conquistou espaços, países, etc. E na hora que tava se aproximando da morte, ele pediu para ser enterrado com as mãos fora do caixão. E o pessoal disse: "Mas logo você, maior conquistador que a humanidade teve, ele falou: "Porque eu não terminei a minha missão. A minha missão é mostrar que com tudo que eu conquistei na terra, eu tô indo de mãos vazias. E a gente precisa refletir isso. E Emandel nos diz que o maior óbice, o maior problema é a gente tentando conciliar esses aspectos. Mamão por um lado, as coisas da terra, essas coisas tod e Deus elas não são conciliáveis. Eu tenho que fazer a opção. Uma das formas de entender, Joana de Angeles nos ajuda quando ela coloca uma linha entre espiritualidade e materialidade. Ela diz: "Você não consegue subir essa linha atendendo as necessidades materiais e espirituais, porque isso é uma alavanca. E aí o que que vai acontecer? Para nós melhorarmos espiritualmente, eu preciso diminuir o apego, essa estranha tendência que nós temos de estar ligado ao material, como se fosse eh impossível viver sem ele. A gente precisa refletir sobre isso. Muitas vezes nós queremos crescer espiritualmente, mas continuamos com os pés pesados, chumbado no chão. Aqui a gente quer voar, quer se encontrar com o Cristo, mas a gente não reda do pé do chão. A gente precisa refletir nesse sentido. E os espíritos, quando eles diz Kardec, melhor dizendo, quando nos diz aqui que é preciso estar acima da humanidade, ele nos lembra que eu preciso olhar essa humanidade, mas eu não devo depender desta humanidade. Porque se ela é inconciliável com Deus, que que vai acontecer? Eu vou retardar a minha marcha. Eh, quando há que só dão a esperança ao

olhar essa humanidade, mas eu não devo depender desta humanidade. Porque se ela é inconciliável com Deus, que que vai acontecer? Eu vou retardar a minha marcha. Eh, quando há que só dão a esperança ao que recebe aqui, ele vai fazer uma série de comentários sobre aqueles que ajudam, são muito filantropos e nós somos um povo solidário. Mas o que que acontece? Às vezes a gente chama a televisão para mostrar o que eu tô fazendo. A gente produz uma nota para colocar não sei aonde no Instagram, na rede social do que eu tô fazendo. E na verdade isso não conta a favor de nós, isso conta a conta. Porque como diz, se é essa recompensa que vocês querem, vocês já vão ter recompensa. Quando desencarnarem, o que nós vamos ter é o que os nossos espíritos assenhoraram. é a condição que nós tivermos em nós. E nesse sentido, então, surge uma questão que é a modéstia. Nós vemos hoje um cenário diante do que eu já comentei, da falsa modéstia. Então, nós precisamos prestar muita atenção que nós temos assim uma capacidade enorme de produzir uma imagem que não corresponde à realidade. Os espíritos nos ajudam, né? Tem gente falando bonito, tem gente escrevendo bastante coisa, mas vai ver o que faz. E na verdade o que conta é o que nós fizemos, sem tentar aparecer e colaborando com Cristo na melhoria da nossa humanidade. Essa questão da recompensa, então, ela tá ligada à modéstia. Quanto mais nós não precisarmos do destaque do mundo, mais a caridade vai nos fazer bem. E ao falar isso, me lembro do Divaldo, que o Divaldo disse que nós somos tão complicado que às vezes a gente coloca tanta regra para fazer caridade que ela chega atrasada. e caridade essencial, não caridade material, é o que ele fala na sequência do capítulo, caridade material nós podemos fazer, mas que a gente faça sem essa questão de chamar a televisão para ver o que que eu tô fazendo. Mas a caridade moral, ela é a maior. E aí, man vem com aquela lição dos servicinhos. E eu vou recordar a irmã venerando nosso lar, que sempre nos

e chamar a televisão para ver o que que eu tô fazendo. Mas a caridade moral, ela é a maior. E aí, man vem com aquela lição dos servicinhos. E eu vou recordar a irmã venerando nosso lar, que sempre nos ajuda quando ela diz o seguinte: "Abre aspas, as ordens imediatas de Deus para convosco são as situações que o dia vos apresenta." Fecha aspas. A gente presta atenção nas ordens imediatas de Deus. A gente quer se dar bem com ele. A gente quer estar bem. Nós vivemos uma vida desatenta que a gente precisa refletir. E aí não é questão de limitação. Os nossos cérebros, as nossas mentes que governam nosso cérebro, eles têm condições pra gente viver uma vida mais plena, uma vida mais atenta. Mas é uma questão de valores. Se eu começo a preocupação, tenho muita preocupação com jovem, sou professor de universidade, que toda vez que surge um celular novo, eles ficam aflitos até ter o celular. Eu falei, gente, por que que vocês dependem do celular? Vocês já tem dois, três, maioria deles tem até quatro celular. Vocês vão construir a vida dele em cima dos celulares. A verdade é que eles constróem. E aí o que que acontece, né? Eles têm uma infelicidade grande, uma falta de valorização da própria vida com esse mundo virtual paralelo, que numa certa forma não é o mundo real que Jesus veio nos ensinar. Então, nesse sentido, nós precisamos refletir, né? Não tem como, diz Kardec aqui, atingir o duplo mérito, acender e atender os aspectos materiais, espirituais. Eu preciso fazer aquilo que Paulo nos recomendava sempre. Eu preciso me transformar no homem novo, o homem que tem consciência dessas coisas. Ele começa a colocar o plano espiritual em cima do plano material. Ele é um homem mais espiritualizado, não desdenhando e nem, né, colocando em desprezo as coisas materiais, não. Elas são úteis, mas sobre elas precisamos colocar a questão da espiritualização. A humanidade hoje vive uma situação muito interessante que nós temos aí por que que os grandes magnatas, você citar o Bill Gates, você citar o Warren Bage,

samos colocar a questão da espiritualização. A humanidade hoje vive uma situação muito interessante que nós temos aí por que que os grandes magnatas, você citar o Bill Gates, você citar o Warren Bage, você tá aqui, por que que eles pegaram e doaram mais da metade da fortuna deles? Porque eles já descobriram. E aí eu cito o Harvard, que há mais de 100 anos faz uma pesquisa e tenta entender o que que traz o homem a felicidade e começa a perceber que não é não são essas coisas que geralmente o mundo tanto valoriza. E nesse sentido nós precisamos refletir sobre isso. Uma certeza que nós temos, nós temos as leis divinas. Quando nós vivemos de acordo com a lei, nós podemos conquistar mesmo nessa terra uma felicidade eh proporcional a que a terra pode nos oferecer, mas estamos edificando uma felicidade eterna, futura. E nesse sentido, nós temos uma necessidade e um apego. E temos todo um aspecto midiático da terra que vai trabalhando nesse sentido, ou seja, parece que você não é feliz se não toma Coca-Cola. Então a gente precisa parar para refletir. E aí diante disso, essa obra nos ajuda, o evangelho nos ajuda a nós nos situarmos. Nesse sentido, ele fala na sequência sobre o orgulho e a maldade. Então, quando a gente vai ver, por que que a gente ainda não é melhor? Porque nós somos espíritos que estão aprendendo o processo de tentar trabalhar em nós uma coisa que precisa ser construída, uma simplicidade, humildade. Em alguns até elas nascem, são inatas de uma forma um pouco mais eh intensa, mas na grande maioria de nós, nós precisamos construir isso. E essas virtudes construídas elas vão nos levando a ter o estágio do amor. E esse amor, quando ele deixa de ser todo esse amor humano que nós temos, paternal, filial, quando nós começamos a espiritualizar, a divinizar ele, nós começamos a ser espíritos cósmicos. Eu tinha preocupação em encaminhar meus filhos até que eles me disseram: "Pai, nós sabemos que não somos simplesmente brasileiros, nós somos seres cósmicos." E fiquei muito tranquilo. Aí um deles,

os. Eu tinha preocupação em encaminhar meus filhos até que eles me disseram: "Pai, nós sabemos que não somos simplesmente brasileiros, nós somos seres cósmicos." E fiquei muito tranquilo. Aí um deles, um menino, quando a professora do colégio chamou, porque ele tava doando a merenda dele e eu fomos paraa conversa como pais. É, esse menino tá passando fome, não sei que lá. Aí ele olhou para mim e falou o seguinte: "Eu sei que muitos dos meus colegas não tm o que eu tenho em casa". E aí eu falei: "Mas não dava pelo menos para dividir o lanche com o menin?" Aí ele falava: "Que que Emanuel disse com 8 anos?" Emanuel tem uma mensagem de doar. Quando ele diz que doar é dar, não é dividir. E a gente precisa refletir. E aqui na sequência vai falar dos infortúnios, vai falar do óbvulo da viúva, aquela que deixou uma moedidinha pequenininha, um dracma, mas ela o fez. Era a única coisa que ela tinha. Ia fazer uma série de faltas. E aí nós temos que refletir sobre isso. O evangelho tá cheio de ensinos maravilhosos e que não cabem na esfera da nosso intelecto. Porque o que que vai acontecer? Na hora que eu tento botar evangelho aqui para dentro, eu começo a fazer uma avaliação louvável por um lado, porque eu preciso raciocinar, mas eu preciso prestar mais atenção naquelas coisas que me fazem bem. ao coração. Por que que a humanidade tá aflita? Porque ela não confia em ninguém, não confia nem nela e não dá para queixar, criticar ela. Porque quem são os líderes da humanidade? Jesus sempre nos ensinou. Pra gente ser líder, nós não precisamos ser presidente da República, mártir, etc. Não, nós precisamos no dia a dia ser melhores. E nesse sentido, então, o orgulho, a vaidade, a própria maldade são os nossos maiores adversários. E como é que eu vou ser simples e humilde se eu ainda tenho um lado orgulhoso? E aí entra a última lição do Cristo na Santa Ceia, quando ele pega a toalha, como os escravos da época fazia, coloca na cintura e vai lavar o pé do Pedro. Vai lá o os outros discípulos,

ado orgulhoso? E aí entra a última lição do Cristo na Santa Ceia, quando ele pega a toalha, como os escravos da época fazia, coloca na cintura e vai lavar o pé do Pedro. Vai lá o os outros discípulos, fica todo mundo meio atônito. Foi para nós deixar uma lição que a virtude mãe é humildade. E aí eu vou para André Luiz, André Luiz diz que nós somos tanto descrentes nisso que quanto mais bonito eu falar, mais parece que eu tô falando a verdade para vocês. E tem que ter cuidado que, como diz André Luiz, vai gerando uma complexidade e vamos nos afastando dessa verdade. Daqui a pouco eu tô perdido num discurso complexo, tento voltar, mas aí já fica mais difícil. E aí temos as religiões, nós temos essa uma série de seitas que tem aí que buscam resgatar, encontrar o caminho, mas a saída é Jesus. Os meninos com quem a gente trabalha, eles dizem: "É só Jesus na causa". Por quê? Porque eles começam ver o avô que já desencarnou passando pelo sofá onde eles estão sentados vendo uma televisão. Eles começam a ter uma sensação de de noite se encontrar com a avó que já desencarnou. O que é isso? E aí eu faço o quê? Vou alcançando os livros espíritos. Se eu parar para tentar ajudar eles, não vou ter tempo. Mas o livro é uma grande obra. O livro permite. E aí nós temos excelentes referências, porque Brasília tem uma missão que é de ajudar nessa difusão e a gente tem um monte de meninos que tá levando essas boas notícias. Então só vou fechar aqui em função do horário, lendo a última frase de Kardec. A verdadeira generosidade adquire toda a sublimidade quando o benfeitor, invertendo os papéis, acha meios de figurar como beneficiado diante daquele a quem presta serviço. Eis o que significam essas palavras. Abre aspas. Não saiba a vossa mão esquerda o que dá à direita. Fecha aspas. Que que eu tô querendo dizer? O seguinte, esperar recompensa nesse mundo é contraponto, é desvantagem para nós e muito mais ainda esperar que o mundo concorde com aquilo que eu tô falando. que esses aspectos, na verdade, não é para

seguinte, esperar recompensa nesse mundo é contraponto, é desvantagem para nós e muito mais ainda esperar que o mundo concorde com aquilo que eu tô falando. que esses aspectos, na verdade, não é para todo mundo, é, na verdade para aqueles que assumem compromisso com Jesus, de mobilizar a melhor parte, de serem eternos aprendizes, buscando entender essas coisas. E como diz Kardec, trago-vos as primeiras novas e notícias que se vocês aprenderem colocar em prática, novas janelas e novas portas vão se abrir para um novo saber. Então, gente, nós somos muito mais competentes, capazes. Eu sou professor dessas áreas médicas e sempre me incomodou porque diziam que a gente só aproveitava 10% do nosso potencial. falava: "Onde é que estão os 90?" E aos poucos a gente vai descobrindo que nós temos toda uma capacidade, não de aparecer no Jornal Nacional e nem na mídia, mas de servir ao Cristo e servir não para ser servido, né? Porque senão temos coisas erradas. Nós estamos aqui e feliz daquele que já fez entendimento para servir o Cristo. Como instrumento, ele nos ajuda a entender que se ele é o guia modelo, todos nós somos iguais. Não existe impedimentos entre nós que me impeçam de não conseguir fazer uma coisa que a Éna faz. Eu preciso refletir sobre isso. Então, que a gente pense mais em Jesus na hora do sapato apertar da dificuldade que a gente invoque Jesus, que a gente leve o pensamento. Aí falando com o Chico, Chico, se eu tô no ônibus, faça assim mesmo. Ah, se eu tô numa via pública. Ele falou: "Se você começar a falar, os caras vão te prender, vão achar que você é doido. procure um banheiro e consiga fazer uma reconexão, o que nós precisamos de uma vida mais plena, uma vida mais conectada, não com redes sociais, uma vida mais conectada com Jesus que está entre nós. Ele nos busca, ele tem os seus mensageiros. E aí, última observação, Chico já foi a estrelinha, Divaldo já foi a estrelinha e a bola tá com quem? A bola tá com a gente e tudo que eles fizeram nós podemos fazer. E nesse sentido, então, uma

iros. E aí, última observação, Chico já foi a estrelinha, Divaldo já foi a estrelinha e a bola tá com quem? A bola tá com a gente e tudo que eles fizeram nós podemos fazer. E nesse sentido, então, uma reflexão. Jesus, aquele irmão que quando ele percebeu Judas chegando com os guardas para prender, ele já sabia. Ele olha bem nos olhos de Judas e diz o seguinte: "Aqui vens, meu amigo?" Mesmo nessa hora ele chama Judas de amigo. Então eu costumo muito dizer: "Sejamos amigos de Jesus, porque ele o quer eternamente e vai continuar entre nós, nos auxiliando." Agradeço os ouvidos de vocês e que a gente possa ter um bom final de dia aí. Nós que agradecemos, Hélio, a esses momentos no que nos foram oferecidos de aprendizado. Muito obrigado, foi muito bom, viu? Eh, então, meus amigos, nós vamos nos encaminhar para o encerramento da nossa reunião. Eh, vamos lembrar que haverá o passe para todas aquelas pessoas que o desejarem. Podem permanecer nos seus lugares, a equipe irá conduzindo para receber o passe, tá bom? Então, muito obrigado pelo nós vamos fazer a nossa prece para encerrar, mas gostaria de agradecer a presença de todos com muito carinho para vocês e que o final de de semana, o final de domingo seja de paz, de muita harmonia para todos vocês, tá bom? en veio também essas mensagens, esse carinho, esse esse obrigado, né, todos os nossos irmãos que estão à distância, que estão nos seus lares e que estão vibrando também conosco nesta tarde no estudo que foi realizado. Então, vamos fazer a nossa prece que encerra então o nosso trabalho. Amigo Jesus, a nossa gratidão, Senhor, neste momento pela oportunidade que o Senhor nos ofereceu de estarmos aqui juntos, estudando, meditando sobre as luzes do teu evangelho e te pedimos, Jesus, que nos fortaleça no propósito de seguirmos as tuas pegadas. que todos nós possamos, ao sair daqui, levar no coração, na mente as lições que recebemos e que possamos colocá-las em prática no nosso lar, com os nossos familiares queridos, os nossos trabalhos profissionais, na

possamos, ao sair daqui, levar no coração, na mente as lições que recebemos e que possamos colocá-las em prática no nosso lar, com os nossos familiares queridos, os nossos trabalhos profissionais, na rua, onde estivermos e onde estiver um irmão nosso. que sejamos aqueles que vão a seu encontro com a palavra amiga, com carinho, com sorriso. Obrigado, Jesus por estar conosco sempre, por nos ensinar, nos orientar e nos favorecer com as tuas bênçãos amorosas, as suas bênçãos carinhosas de todos os momentos. Obrigado, Senhor. E obrigado a Deus, nosso pai de infinita misericórdia, que tudo nos oferece, que tudo nos dá em todos os momentos de nossa existência, nos ajudando a vencer a todas as dificuldades, iluminando-nos hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Uma boa tarde a todos. Fiquem com Deus.

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