FAZER O BEM FAZ BEM - Ricardo Honório [PALESTRA ESPÍRITA]
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Amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nessa segunda-feira. Já acabando o mês de setembro, já estamos na primavera, né? E estamos aqui com o nosso irmão Ricardo Honório, mais uma segunda-feira, que vai nos falar do fazer o bem faz bem. Então vamos aguardar, né, as as palavras do nosso irmão. Vamos fazer aqui uma leitura de harmonização, a prece e passar a palavra pro nosso irmão Ricardo Honório. E a gente abriu esse livro aqui, Vida Feliz, ditado pelo espírito Joana de Ângeles, piscografado pelo nosso saudoso Divaldo Franco, né? E quero também congratular, dar boas-vindas à aqueles que nos ouvem pelos canais. Não esqueçam de ativar as notificações, seguir a nossa página, se inscrever para que possamos levar o evangelho e continuar levando a todos os cantos aonde alcançamos. É muito importante se inscrever que aí você pode participar lá do chat, deixar suas opiniões, vibrações e todos os pedidos, tá bom? Muito obrigado à audiência de todos. E a benfeitora Joana de Angeles nos vai falar aqui do amor no item 113 desse livro Vida Feliz. Ela começa dizendo o seguinte: "Nunca percas a esperança. Haja o que houver, permanece confiando. Se tudo estiver contra e o insucesso ameaçar com desespero, ainda aí espera a divina ajuda. Somente nos acontece o que será de melhor para nós. Aí ela fala da lei de amor. A lei de Deus é a de amor. E o amor tudo pode, tudo faz. Me lembrei de Paulo agora. Quando pensares que o socorro não te chegarás em tempo, se continuares esperando, se continuares esperando, descobrirás alegre que ele alcançou minutos antes do desastre. Quem se desespera já perdeu parte da luta que irá travar avançando prejudicado, nunca entrar em desespero. Muitas vezes a gente acha que aquele pequeno incidente, aquele atraso que a gente tem para sair, muitas coisas que acontecem na vida da gente é providência divina, é a espiritualidade agindo. que uns merecem
vezes a gente acha que aquele pequeno incidente, aquele atraso que a gente tem para sair, muitas coisas que acontecem na vida da gente é providência divina, é a espiritualidade agindo. que uns merecem mais do que o outro, é que naquele momento você tem que ter aquela ajuda. Então, que possamos estar aberto a essas intuições e aos pensamentos bons. Vamos paraa nossa prece e passar a palavra para o nosso irmão. aqueles sentirem mais à vontade, convido a fechar os olhos, se colocar confortável na no banco, aqueles que tiverem em casa, se colocarem também bem confortável, se puderem colocar um copo de água na frente da TV para durante a palestra ser frudificada, porque a espiritualidade chega até aqueles que pedem socorro. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, te pedimos aqui, ó Mestre, por todos que hoje partiram para o plano espiritual, para aqueles que escolheram ir para o plano espiritual, que sejam acolhidos e seus familiares nesse momentos amparados. Ó mestre amado Jesus, agradecemos por mais essa oportunidade, por essas palavras do bem, que o nosso irmão Ricardo Honório receba as inspirações do alto dentro do que ele se preparou e dentro da sua conexão. possamos estar também abertos para receber as suas reflexões e tirar aquilo que é para nós e sairmos daqui um pouco melhor do que chegamos para as nossas atividades ou de retornos ao nosso lar. Sendo assim, pedimos permissão a Dr. Bezerra de Menezes, toda a sua equipe, a Dr. Bezerra, que é o diretor espiritual dessa casa, e a toda a sua equipe que prepara esse ambiente para nós, para assim chegarmos e encontrarmos esse ambiente de paz e de amor. Pedimos permissão para dar início a mais um estudo dessa segunda-feira às 18 horas, dando graças a Deus e graças a Jesus. Assim seja. Boa palestra, meu irmão. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos a ao Salezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília para mais um momento de reflexão, um momento de encontro com nós mesmos,
Boa palestra, meu irmão. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos a ao Salezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília para mais um momento de reflexão, um momento de encontro com nós mesmos, o momento em que nós colocamos pensamentos em ordem, um momento em que fugimos das atribulaçõ ações da vida diária, o momento em que buscamos esse encontro com a espiritualidade. Recentemente eu tive a oportunidade de entrevistar Ana Teresa Camasmi, se não me engano é esse o nome dela. Eh, eu tive a oportunidade de entrevistá-la no programa Comunhão Inspira. Aqueles que não conhecem, o comunhão inspira é uma produção aqui da comunhão espírita de Brasília. É um programa de entrevista que é feito sempre no último sábado de cada mês, às 19 horas, quando nós recebemos algum convidado ou convidados. E nesse bate-papo nós levantamos temas de interesse. E nesse bate-papo com a Ana Teresa Camasmi, eu lembro que ela fez um comentário dentro do assunto que estava sendo abordado com relação ao bem-estar nosso que precisamos construir. Então ela dizia mais ou menos assim, que se você tiver alguma dúvida, é se aquilo que você está fazendo, aquilo que você está construindo se é uma boa, observa as reações internas. Se você fica bem fazendo aquilo, se você fica feliz, se te agrada aquela atividade. Então ela dizia, ela diz, quando você se percebe bem fazendo uma coisa em benefício próprio ou de alguém, é porque você está fazendo o bem, você está fazendo a coisa certa. E conversando com ela, eu lembrei de mim, das minhas experiências, que depois que eu aposentei, dediquei, passei a dedicar todo o meu tempo eh à família, obviamente, e a divulgação espírita, estudo e divulgação espírita. Então, além das palestras que eu faço aqui na comunhão e em outras casas, eh eu mantenho também um informativo eh do Grupo Espírita Peixotinho, que eu tenho a honra de coordenar e mensalmente eu publico esse informativo. É uma paginazinha só, um assunto curto, bem objetivo. Eu planejei este informativo, este
o eh do Grupo Espírita Peixotinho, que eu tenho a honra de coordenar e mensalmente eu publico esse informativo. É uma paginazinha só, um assunto curto, bem objetivo. Eu planejei este informativo, este formato, eh visando a divulgação no Instagram, que é uma mídia onde se tem uma resposta mais imediata, onde as pessoas desejam informações rápidas, mas curtas, né? Alguns chamam de eh doses de espiritismo, né? contagotas de espiritismo. Então eu criei o o Instagram do grupo Espírita Peixotinho e lá eu divulgo esse informativo. Aqueles que tiver interesse, vai no Instagram @grupoespíritapexotinho e vocês vão encontrar lá vários informativos. E depois resolvi fazer outra coisa também. Criei um canal no YouTube e passei a gravar as palestras que eu faço em outras casas e publico também nesse canal. O canal se chama Espiritismo, Espiritismo para Iniciantes com Ricardo Honório. E depois eu comecei a pegar as palestras de 40 minutos, identificar alguns trechos de 2 minutos, 2 minutos e 30. faço um corte e publico também no Instagram esses essas pílulas de espiritismo. Por que que eu estou dizendo isso? Porque não foi apenas uma vez que eu recebo de alguns colegas, de algumas pessoas a seguinte pergunta: "Depois que você aposentou, você está fazendo o quê? Eu digo: "Olha, eu tô me dedicando à divulgação espírita." Tá, mas isso aí faz parte da tua religião, mas eu digo, para ganhar dinheiro, você tá fazendo o quê? Eu digo, eu já aposentei. O que eu tinha que fazer para ganhar dinheiro, eu já fiz, né? Trabalhei 36 anos, não fiquei rico. Não vai ser agora que eu vou ficar. E graças a Deus, o que eu tenho já me garante a a subsistência. Então eu dedico o meu tempo a fazer essas atividades. Outra pergunta, por que que você faz isso? Por que que você gasta o seu tempo fazendo palestras que você nem sabe se as pessoas vão assistir lá no no teu canal? E eu digo, é realmente, mas eu estou muito satisfeito. É claro que os vídeos que eu coloco lá, nenhum atingiu 1 milhão de visualização
que você nem sabe se as pessoas vão assistir lá no no teu canal? E eu digo, é realmente, mas eu estou muito satisfeito. É claro que os vídeos que eu coloco lá, nenhum atingiu 1 milhão de visualização e eu acho que não vai chegar lá nunca. Se bem que nunca é muito tempo, né? Mas se tiver um, dois, três que vejam e me deem um feedback de: "Olha, gostei, isso me fez bem". para mim é suficiente. Mas infelizmente nem todo mundo consegue perceber isso. Em 2011, eu publiquei um livro singelo, já está esgotado, não tem mais. Mas aconteceu uma coisa depois da da divulgação do livro. Uma manhã eu estava caminhando lá no parque de Águas Claras. Estava caminhando e via um senhor caminhando no sentido contrário e ele começou a diminuir a marcha até que parou de correr e veio caminhando. E quando nos aproximamos, ele me perguntou: "Você é Ricardo Honório? E eu falei: "Sou". A gente já fica assustado, né? Os os cobradores me acharam aqui. Eu disse: "Sou". E ele disse: "Rapaz, há muito tempo que eu queria te conhecer, porque eu te vejo nas palestras na internet e eu recebi de presente também o livro que você fez e eu queria te encontrar para te agradecer". E aí ele contou a ajuda que ele recebeu por intermédio daquele daquela singela publicação. E eu pensei, eu não ganhei um centavo na venda do livro, doei tudo, mas acabei ganhando muito. Esse encontro e ele é inesquecível, faz valer qualquer esforço que se faça em benefício de alguém. Então, quando eu vejo aqui no canal do YouTube, na comunhão espírita de Brasília, quando alguém vai lá e deixa uma um feedback, uma devolutiva do bem que recebeu em função de uma palestra, isso não tem preço. Isso nos estimula cada vez mais a procurar fazer o que nós fazemos. Porque lembrando a Ana Teresa Camasmi, isso me dá prazer. Não é aquele prazer vaidoso de dizer: "Olha, as pessoas estão gostando da palestra". Não é, não é nesse sentido. É no sentido de saber que a tua atividade, a o teu comportamento, aquilo que você está oferecendo, está sendo
idoso de dizer: "Olha, as pessoas estão gostando da palestra". Não é, não é nesse sentido. É no sentido de saber que a tua atividade, a o teu comportamento, aquilo que você está oferecendo, está sendo útil. para alguém. Isso é de um valor inestimável. Por isso, esse tema de hoje, fazer o bem faz bem. Então, se cada um de vocês que estão aqui me ouvindo agora, vocês que me ouvem também pelos canais da comunhão espírita de Brasília, aqueles que nos ouvirão posteriormente no YouTube, pensem sobre isso. A cada manhã, quando levantarmos, pensemos: "O que que eu posso fazer hoje para fazer alguém feliz? O que é que eu posso fazer hoje para que alguém se sinta melhor? O que é que eu posso fazer hoje para que alguém se sinta valorizado e sair de casa, quer seja para o trabalho, enfim, com essa disposição. Hoje eu quero fazer o bem. Hoje eu quero ser atencioso com as pessoas. Hoje eu quero dar bom dia para toda pessoa com quem eu encontrar, porque muitas vezes um simples bom dia pode mudar o dia de quem recebeu o seu bom dia. Uma vez eu estava saindo de casa para caminhar, saí do prédio e à esquerda do prédio tem aqueles contêineres de lixo e tinha um catador, aquelas pessoas que ficam catando papelão, plástico, né? E tinha um senhor já de uma certa idade catando o lixo. E eu disse para ele em alto e bom som. Bom dia, meu amigo. Não é aquele bom dia tímido que a gente faz, quase que esperando que a pessoa não ouça, né? Fala com força, fala com vontade. Bom dia, meu amigo. Ele assustou-se. Ele parou de catar o lixo, olhou assim para mim, como quem diz: "Ué, alguém me viu?" Percebendo a reação dele, eu parei, sorri para ele, ele parou de catar, deu a volta no contêiner e perguntou: "Eu posso apertar sua mão?" Falei: "Claro que pode ele apertou a minha mão e ele encheu os olhos d'água. E eu falei: "Mas por que que o senhor se emocionou? Ele disse: "Porque eu estou acostumado a não ser visto, ninguém nos vê". Então, o seu bom dia me fez perceber que eu existo. Eu ainda existo. Foi a frase que ele
Mas por que que o senhor se emocionou? Ele disse: "Porque eu estou acostumado a não ser visto, ninguém nos vê". Então, o seu bom dia me fez perceber que eu existo. Eu ainda existo. Foi a frase que ele disse. Eu ainda existo. E nós batemos um papo rápido e eu saí pra caminhada e ele continuou. Outras vezes eu voltei a encontrá-lo lá na quadra. catando o lixo. E muitas vezes, antes de eu vê-lo, ele já gritava: "Bom dia!" E eu, Ele passou a ter coragem de interagir com outro ser humano pelo simples fato de eu ter lhe visto, de eu ter reconhecido ali não um catador de lixo, mas um ser humano passando por uma experiência dessa natureza. É claro que eu não tenho a pretensão de resolver os seus problemas de ordem financeira, seus problemas existenciais. Nós sabemos que cada um traz consigo as responsabilidades e o peso das consequências que nos colocam em determinadas situações durante a reencarnação. Mas isso não tira de nenhum de nós a condição inquestionável e indiscutível de continuarmos sendo seres humanos. irmãos, todos nós. Então, muitas vezes fazer o bem não nos custa nada. Talvez quando alguém tenha lido o tema de hoje, fazer o bem, faz bem. Alguém já pensou em doar alguma coisa, doar dinheiro, fazer Não é isso, gente. O bem, fazer o bem não custa nada. Infelizmente, a geração atual, a sociedade atual, nós estamos entrando num processo de ensamento em que a gente está se desacostumando de interagir com outros seres humanos. Eu moro num prédio de 12 andares, 48 apartamentos. E quando a gente entra no elevador, muitas vezes a pessoa que está lá dentro baixa a cabeça dizendo: "Não quero contato com você". Quantas vezes a gente dá bom dia? Não respondem. Se não fala com um vizinho, como é que vai falar com um catador de lixo? Se não dar a atenção para um vizinho, como é que vai dar atenção para alguém em situação de rua? Infelizmente é uma postura que parece estar se normalizando na nossa sociedade. Aí uma vez fazendo um comentário dessa natureza, alguém me disse: "Não, mas
dar atenção para alguém em situação de rua? Infelizmente é uma postura que parece estar se normalizando na nossa sociedade. Aí uma vez fazendo um comentário dessa natureza, alguém me disse: "Não, mas aqui em Brasília isso é normal. As pessoas de Brasília são assim. E eu disse que se mais orar, quem é que compõe as pessoas de Brasília? A população de Brasília veio de onde? Nordestinos, mineiros, cariocas. Por que que depois que a gente chega aqui em Brasília muda? Por que que a convivência social em Brasília tem que ser assim, com essa frieza? Se alguém quiser ser assim, tem todo o direito de ser. Mas nós não temos a obrigação de ser assim. Quebremos essas barreiras. Não tenhamos medo de, ao entrar no elevador, olhar no olho da pessoa e dizer: "Bom dia! Vamos intimidá-los. Elas vão ficar tímidas porque elas não vão saber o que fazer. E se ela não falar nada, comenta alguma coisa. Mas esse calor, hein? Tá muito quente aqui, né? A pessoa vai ter que se mexer, ela vai ter que dizer alguma coisa. Vamos quebrar essas barreiras. Se você chega num ambiente de trabalho e diz bom dia e a pessoa diz de lá bom dia para quem? para mim, para você, para todos nós. Já que a gente vai ficar 8 horas dentro deste escritório, vamos transformar isso numa coisa boa. Então, sejamos nós a mudança. Sejamos nós espíritas, a mudança que o mundo precisa. Sejamos nós a mudança que queremos ver no mundo. Então, tenhamos a prática do bem como uma rotina para nós. E a prática do bem, no momento em que você é convidado, convidada a fazer, exigir alguma doação material, entendo, doe. Isso também faz parte, mas não é tudo. Eu quero crer que mesmo para as pessoas mais humildes, inclusive as pessoas em situação de rua, os nossos irmãos catadores e quaisquer outras atividades mais simples, eu quero crer que a maior carência dessas pessoas não é material. Não é material. é afetiva. A nossa maior carência é afetiva. Outra vez eu estava voltando da caminhada e vi um senhor de pele negra, alto, aparentemente
a maior carência dessas pessoas não é material. Não é material. é afetiva. A nossa maior carência é afetiva. Outra vez eu estava voltando da caminhada e vi um senhor de pele negra, alto, aparentemente já de uma certa idade. E ele caminhando, pisando no asfalto, no asfalto descalço. E eu falei: "Misericórdia, eu estava de tênis e já estava achando a coisa quente". E ele caminhando, atravessou a rua descalço, mochila nas costas, bem característico de pessoas que moram na rua. Eu fui até lá, dei um bom dia, ele olhou para mim, eu falei: "Homem, como é que você aguenta esse asfalto quente?" Ele disse: "Fazer o quê? Não tem chinelo?" E por um momento eu pensei, você foi mexer no que não devia, entre aspas, diante de uma resposta dessa, o que é que vocês fariam? Mas não é. E eu olhei pro pé dele, dava uns dois do meu. Eu perguntei: "O senhor calça quanto?" Ele disse: "Quando eu tinha, eu calçava 44". É o senhor pé. Eu falei: "Então aguarda aqui nessa sombra que eu vou ver se acha um chinelo 44". Eu fui até o supermercado, procurei, não achei. Falei com o gerente, o gerente disse: "Esse número é pouco procurado, mas eu acho que nós temos alguns no depósito ainda. Tinha um par de Havaianas 44. Aí eu comentei com o gerente qual era, né? Porque o gerente olhou assim para mim, como quem diz, tudo calça 44. Aí eu falei, eu contei para ele, aí ele falou: "Ah, esse senhor de vez em quando ele passa aqui". Eu falei: "Pois é, ele tá descalço". E o gerente disse: "Olha, provavelmente esse 44 aqui não seria vendido porque ele já já foi retirado da gôndola e leva, precisa pagar não. Olha só, vê como o bem ele vai criando uma corrente. Quando você dar a uma pessoa a oportunidade de fazer o bem e ela aceita, isso vai fazendo uma corrente, vai reforçando isso. E o bem faz bem para todo mundo. Aí eu peguei o chinelo 44, fui até ele, dei para ele, ele colocou no pé, feliz da vida, ficou assim olhando. Muito obrigado. Eu falei: "Agradeço ao gerente". Foi ele quem mandou de presente pro senhor. O senhor comprou
nelo 44, fui até ele, dei para ele, ele colocou no pé, feliz da vida, ficou assim olhando. Muito obrigado. Eu falei: "Agradeço ao gerente". Foi ele quem mandou de presente pro senhor. O senhor comprou aonde? Eu digo, eu não comprei não, mas foi naquele mercado ali. Depois eu vou lá agradecer ao gerente. Eu digo, faça isso. E por que que eu estou contando isso para vocês? De forma alguma eu estou tentando me colocar como exemplo de prática do bem, não é isso? Eu estou citando esses exemplos para nos estimular a fazer isso, porque nós estamos tão distantes um do outro que quando a gente fala em fazer o bem, a gente pode ficar pensando: "Mas o que é que eu tenho que fazer? Como é que eu vou fazer o bem?" Gente, como eu não tenho meios para fazer o bem? Tem. Não precisa grandes coisas. Comecemos fazendo o bem. dando um bom dia, um boa tarde, um boa noite. Comecemos fazendo um bem, nos colocando à disposição daquele amigo, daquela amiga que você percebe com algum problema e não tem com quem desabafar. Ceda seu ouvido para que ele desabafe. Seda seu ombro para que ele chore. Você estará fazendo bem. Então, quando a gente quer fazer o bem, o bem aparece. Então, como espíritas, ou melhor, como cristãos, melhor ainda, como ser humano, independente da religião que professemos, somos seres humanos. Lembremos disso e participemos da necessidade do outro, oferecendo aquilo que a gente pode oferecer. E muitas vezes não precisa muito. Encerramos a nossa fala de hoje, é reforçando isso para todos nós. Fazer o bem faz bem. E dentro dessa aura de compreensão de que faz ser o bem, faz bem, pensemos em Jesus. Peçamos a ele que nos favoreça as oportunidades de provarmos para nós mesmos que somos capazes de praticar o bem. E que tenhamos a sabedoria de reconhecer essas oportunidades, não desperdiçando-a, colocando em prática tudo que aprendemos, desenvolvendo o nosso sentimento de amor o próximo a cada dia. E com certeza após colocarmos tudo isso como rotina diária, o bem que imaginamos
sperdiçando-a, colocando em prática tudo que aprendemos, desenvolvendo o nosso sentimento de amor o próximo a cada dia. E com certeza após colocarmos tudo isso como rotina diária, o bem que imaginamos será para nós uma realidade inquestionável. Que Deus continue nos abençoando, que Jesus continue nos iluminando, que a espiritualidade amiga continue nos amparando para que sejamos realmente fazedores do bem. Que assim seja. Graças a Deus. Obrigado. Obrigado. >> Quero agradecer imensamente ao nosso irmão Ricardo Honório pelas reflexões. Que possamos sair daqui hoje com alegria de fazer o bem. Em fazer o bem, a casa oferece o atendimento fraterno para aqueles que necessitarem de uma boa conversa, de um atendimento espiritual. Eh, nós temos os horários de segunda, a quinta, de sexta, sábado e agora o novo horário de domingo, porque as pessoas também precisam de atendimento das 17:30 às 19. Todos os horários estão disponibilizados no nosso painel. Na entrada vai ter uma placa como é, um cartaz como esse e lá você tira a fotinha e olha o horário que você possa vir, se assim necessitar. Se souberam ou se alguém aqui tem precisarem de grupos de apoio, a casa também fornece grupos de apoios para o grupo acolher, o grupo Viver e o grupo Dependência Química, atendendo necessidades de ansiedade, de depressão, de transtornos. São grupos de acolhimento. Temos também vários horários e dias que estão disponibilizado ali também no painel. Fica mais fácil você olhar ao horário e ver o horário que quer ser atendido. A comunhão espírita disponibiliza esse atendimento dentro dessa divulgação da doutrina espírita. Agradecemos a todos que possamos nos manter com os celulares em modo silencioso ou desligado, se puderem, para ao entrarmos na sala de passe, na cabine de passe, recebermos os benefícios que ali necessitamos e pedimos. para o plano espiritual através dos passistas. Nosso irmão Antônio está ali para chamar cada um, que possamos ter um bom passe, uma boa semana. É o que a comunhão espírita deseja a todos
os e pedimos. para o plano espiritual através dos passistas. Nosso irmão Antônio está ali para chamar cada um, que possamos ter um bom passe, uma boa semana. É o que a comunhão espírita deseja a todos que frequentam a nossa casa, trabalhadores. Estamos sempre aqui aguardando e atendendo da melhor forma que possamos fazer dentro de fazer o bem é estar bem. Obrigado ao Ricardo Honório pelas reflexões, a todos vocês que nos ouviram através dos nossos canais e aqui presencialmente encarnados e desencarnados. Uma boa semana a todos, um grande abraço. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário
ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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