NO CAMINHO DA AUTO-REDENÇÃO - Ricardo Honório [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/05/2025 (há 10 meses) 48:33 413 visualizações

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Transcrição

Canta que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor, mesmo. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nessa segunda-feira, iniciando a semana e olha onde estamos aqui. Bom ânimo, na casa de oração em prece, de estudos, buscando conhecimento, que é isso que nós quando nos colocamos num auditório para assistir uma palestra pública, estamos em tratamento buscando conhecimento. Manuel Filomeno nos fala em trilha da libertação que há nesse momento uma psicosfera de tratamento em todos presentes. Nós temos aqui espíritos de luz que nos se colocam à disposição aguardando o nosso chamado. possamos aproveitar este momento. E aproveitando esse momento, eu peço que desliguem ou coloquem em modo silencioso os nossos aparelhos de celular. que possamos prestar bastante atenção nesse tema em que o nosso irmão Ricardo Honório vai nos trazendo, que é o caminho da redenção. Eu vou dar alguns avisos e acompanhar as pessoas aqui que nos se conectam por nós na internet, por isso não desligo o meu, porque muitas vezes vocês vão ver, pô, o rapaz pediu para desligar o celular, mas tá ali olhando dele. Eu tô conectado, né? Ob um trabalho, um dos trabalhos nossos, é as pessoas que assistem online, que sabem estou falando, sejam bem-vindos, deixa o seu like, compartilhe a nossa página aonde estiverem. Então eu também a gente tá em conexão com eles porque eles para que eles recebam as nossas vibrações. É chegado o inverno e os nossos irmãos que vivem em situação de vulnerabilidade necessitam do nosso amparo e do nosso acolhimento. E a comunhão, como todo ano, ela abre a campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos no momento 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores de rua. O que

amparo e do nosso acolhimento. E a comunhão, como todo ano, ela abre a campanha do agasalho. Sua doação aquece vidas. Atendemos no momento 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores de rua. O que doar? Cobertores, agasalhos femininos e masculinos, infantis, calçados, meias, toucas e bonés. Aonde entregar? Aos sábados. de 7 às 17:30 no almoxerifado da comunhão, que é o Alto de Souza aqui do lado. E nos demais dias de 7 às 19:30 ou entregar na portaria a qualquer momento. A nossa portaria, eu vejo ali várias pessoas entregando. Então, chegou, tá fechado, entrega lá na portaria que eles vão direcionar. Para quem, aqueles que estão nos ouvendo online, nós ficamos na 604 Sul, na L2 Sul. E temos também que dar o aviso da nossa festa junina do nosso lar, que é o a casa de acolhimento a menores, em situação vulnerável. E todo ano nós temos a tradicional festa junina lá do nosso lar, que é a festa junina também dos da da comunhão. É uma das fonte de rendas da casa, onde a arrecadação vai para atender as crianças para as necessidades do abrigo. É dia 1eo de junho, de 12 às 22 horas. A entrada é gratuita. Mais informações pelo telefone 98483 6854. É uma festa junina em que a gente pode se confraternizar, né, alimentar o nosso corpo físico e também o nosso corpo espiritual, que é a nossa alma. Eu, como um bom paulista, não deixo de comer meu pastel lá. Temos coisas muitos, muito boas lá para é uma, é um dia muito agradável. Eu estarei como colaborador na barraca do livro. Quem quiser também vamos ter a barraca do livro lá. Então convido a todos para esta festa. É uma festa onde nós podemos, a família comunhão nos confraternizarmos no horário que tiver disponível para todos. fazendo, partindo para o nosso início dos trabalhos, vamos para a leitura de harmonização que sempre fazemos. Eu sempre utilizo do livro Conselhos Úteis e o Dalonso pelo espírito de Uda Pereira Magalhães, São Mãe e Filhas. É um livro que ele é confeccionado pela editora da comunhão espírita. Nós temos a nossa editora,

utilizo do livro Conselhos Úteis e o Dalonso pelo espírito de Uda Pereira Magalhães, São Mãe e Filhas. É um livro que ele é confeccionado pela editora da comunhão espírita. Nós temos a nossa editora, onde já editamos alguns livros, se eu não me engano. O Ricardo pode me corrigir, são cinco, né, Ricardo? Eu acho cinco livros. Temos na livraria aqui. Você ainda toma um cafezinho ali e confraterniza com o pessoal. E a dona Hilda nos traz nesse título: Agradecer praticando o bem. Agradece sempre. Não te canses de agradecer todas as dádivas de Deus. Concede todos os dias. Estás a todo momento recebendo benefício pela proteção divina. Repara com solicitude o Pai ocorre as O Pai acorre às tuas súplicas bem intencionadas. Diante de tantas graças, só te resta demonstrar maior conhecimento, fazendo de tua parte todo o bem que estiver ao teu alcance. Não percas as oportunidades. Faz o bem de forma rotineira. Não escolhas uma hora ou um dia para praticar o bem. Permite que ele se incorpore à tua personalidade e que não e que nada faças sem ter em vista o interesse do semelhante. pelo muito que tens recebido e como prova de gratidão. Não existe forma mais acertada de manifestar o agradecimento do que ser intérprete do amor divino, o bem. Que possamos fechar os nossos olhos, nos preparar para o início da palestra. Aqueles que não sentirem à vontade, pode permanecer de olho aberto aqui presente e que estão nos vendo através dos nossos canais. que possamos falar com Deus, agradecer primeiramente pelo bom ânimo de estarmos aqui sentado, pelos benefícios, como a nossa irmã fala aqui, que recebemos ao mestre amado Jesus pelos seus ensinamentos, pelo momento que esteve aqui conosco em matéria e deixou todo esse seu exemplo e que foi para nós, pela nossa nossa mãe Maria de Nazaré, simbolicamente pelo nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual dessa casa, que conduz os trabalhos, os tratamentos em todos os lugares dessa casa imensa de oração. Agradecemos a ti e a todos pelo

mente pelo nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual dessa casa, que conduz os trabalhos, os tratamentos em todos os lugares dessa casa imensa de oração. Agradecemos a ti e a todos pelo cuidado conosco, pelo carinho e pelo amor. E que possamos, como disse nossa irmã, sermos sempre gratos. Que o nosso irmão Ricardo Honório possa estar inspirado pela espiritualidade amiga, para que traz as suas reflexões à luz da doutrina espírita os ensinamentos do mestre e que possamos buscar para aquilo que é para nós e sairmos daqui melhor do que chegamos. Graças a Deus. Graças a Jesus. Passo a palavra para o nosso irmão. Boa palestra, Ricardo. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos ao Salão Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Quero dar as boas-vindas também a aqueles que nos acompanham pela TV, pela rádio comunhão e aqueles que nos acompanharão posteriormente pelo nosso canal no YouTube. Sejam todos bem-vindos e sintam-se todos abraçados por Deus, por Jesus e por toda a espiritualidade. O tema que nos traz a esta reflexão de hoje, eu busquei inspiração na lição de número 44 do livro Fonte Viva do Emanuel, pela psicografia do Chico Xavier. No livro, o título é outro, mas para a nossa conversa de hoje, nós atribuímos o título No caminho da autorredenção. Isso porque todos nós estamos nesse caminho, no caminho de nos redimirmos diante das leis divinas, diante das leis da natureza. E para isso, para que nós atinjamos essa redenção, cada um procura fazer, procura seguir o caminho que melhor lhe lhe apraz. A doutrina espírita, o espiritismo, é um desses caminhos, não é o único, mas para nós, acredito que para todos vocês, nos parece o caminho mais adequado. Por isso, nós aprendemos aqui na doutrina espírita, com a doutrina espírita, de que fora da caridade não há salvação. Ou seja, fora da caridade não há a redenção dos espíritos. A nossa redenção, ela depende da prática da caridade. OK? Talvez por isso nós vemos muitos de nós nos dedicarmos a práticas

não há salvação. Ou seja, fora da caridade não há a redenção dos espíritos. A nossa redenção, ela depende da prática da caridade. OK? Talvez por isso nós vemos muitos de nós nos dedicarmos a práticas caritativas, participando de grupos de entrega da sopa dominical, outros se dedicando à prática do provimento de alimentos para aqueles mais necessitados nessa área. Acabamos de anunciar a campanha do agasalho, quando nós, movidos por esse sentimento de caridade, oferecemos algo para aqueles mais necessitados. E por aí vão as muitas práticas caritativas do ponto de vista material que oferecemos aos nossos irmãos mais necessitados. Tudo muito nobre e válido. Mas pergunta-se, qual o objetivo que te leva a participar desses momentos de caridade? O que te leva a sair de casa para participar da distribuição de uma sopa? O que te leva a pegar um bem material na sua casa e fazer uma doação? O que te leva a colocar a mão na tua carteira e oferecer uma quantia em dinheiro para alguém, para uma instituição, ou seja, o que te leva a praticar um ato de caridade material. Você está sendo movido por um sentimento de piedade para com aquele que precisa? Ou você está sendo levado por uma necessidade de apacentar a tua consciência? Será que nós estamos praticando essa caridade porque nós compreendemos a necessidade de sermos caridosos? Ou nós estamos tentando barganhar com a espiritualidade uma forma de dizer assim: "Olha, eu estou doando sopa, hein? Reserva um lugarzinho para mim aí no céu." Olha, eu participei da campanha do agasalho, hein? Eu tenho direito a um lugarzinho no céu. O que será que passa na nossa cabeça? Consciente ou inconscientemente? Eu lembro, e vocês também devem lembrar que quando Jesus foi interpelado por aquele fariseu, doutor da lei, que perguntou a Jesus: "Mestre, qual o maior mandamento da lei?" E Jesus lhe respondeu: "O maior mandamento é que nós devemos amar a Deus. sobre todas as coisas. E o segundo que é similar ao primeiro, é que nós devemos amar ao próximo como a nós mesmos.

to da lei?" E Jesus lhe respondeu: "O maior mandamento é que nós devemos amar a Deus. sobre todas as coisas. E o segundo que é similar ao primeiro, é que nós devemos amar ao próximo como a nós mesmos. Nessa resposta de Jesus, ele deixou uma condição para que nós possamos amar ao próximo, é que nós nos amemos. Então, a medida que Jesus determina para que nós amemos ao próximo é a medida do nosso autoamor. Não precisa dizer que autoamor não é egoísmo. Autoamar-se é você cuidar de si, fortalecer-se em todos os setores da vida. de forma que você se sinta tão fortalecido, de forma que você se sinta tão abundantemente abençoado, que seja capaz de dedicar um pouco da sua abundância para alguém que necessita. Essa é uma reflexão interessante que nós façamos para que não nos enganemos. Achando que a prática da caridade material é o que Jesus nos ensina, achando que a simples prática da caridade material atende à orientação espírita de que fora da caridade não há salvação. É necessário que nós compreendamos que o nosso próximo, mais próximo somos nós mesmos. Então, agora que fizemos essa introdução, podemos nos perguntar: "Eu me amo? Nós nos amamos? Nós nos amamos suficientemente para que possamos amar da mesma forma ao próximo. Eu estou oferecendo a mim tudo de que eu preciso para que me torne uma pessoa melhor. Eu estou oferecendo a mim tudo de que necessito para que eu atenda a orientação espírita, a orientação cristã. de que fora da caridade não temos redenção. Na questão 780 livro dos espíritos, consta que o desenvolvimento intelectual antecede o desenvolvimento moral. Questão 780. E questão 780. A desenvolvimento intelectual antecede o desenvolvimento moral. E por que Kardec perguntou, como assim? Por que que o desenvolvimento intelectual deve anteceder o desenvolvimento moral? E os espíritos responderam: Porque quando nós desenvolvemos o nosso intelecto, nós passamos a compreender melhor a necessidade do desenvolvimento moral. Por que que eu devo amar ao próximo? Por que que eu preciso fazer

ponderam: Porque quando nós desenvolvemos o nosso intelecto, nós passamos a compreender melhor a necessidade do desenvolvimento moral. Por que que eu devo amar ao próximo? Por que que eu preciso fazer caridade? Se eu não compreendo as razões disso, eu posso até fazer de forma mecânica. Eu faço porque eu li lá no Evangelho que eu tenho que fazer. Aí eu faço, eu faço a caridade material com medo das consequências decorrentes da não prática dessa caridade. E salvo o melhor juízo, muitos de nós ainda está ainda estão nesse entendimento. Ora, colega acabou de lançar a campanha do agasalho. Nossa, eu vou ter que doar alguma coisa. Aí eu chego em casa, pego aquele casaquinho mais velho, o mais surrado que tiver, aquele que não vai me fazer falta e trago e faço uma doação para a campanha do agasalho. É um ato válido? Claro que é. Alguém já disse que na economia da natureza nada se perde. Todo ato de benevolência que nós fazemos conta. para nós. Mas a questão não é o que você está fazendo apenas para o seu próximo externo. Não devemos esquecer a resposta de Jesus para o fariseu. Como é que eu devo amar ao próximo como a mim mesmo? Você está cuidando de si, você está cuidando do teu intelecto, você está buscando informações, você está se instruindo conforme orientação do Espírito de verdade. No capítulo sexto do Evangelho Segundo o Espiritismo, que tendo sido questionado, também disse: "Espíritas, eis o primeiro ensinamento. uns aos outros. E o segundo ensinamento diz o Espírito de verdade: "Istrui-vos. Instrui-vos. buscar instrução, informações, conhecimento para que vocês possam alimentar o intelecto e uma vez esse intelecto alimentado possa tomar as melhores decisões de forma racional, não apenas de forma emotiva. Muitas vezes nós praticamos a caridade material de forma emotiva. Colega iniciou a campanha do agasalho. Nossa, deve ter alguém nesse frio precisando de um agasalho. emotivamente eu contribuo, nem procuro saber quem é que vai usar aquele agasalho, mas eu tiro da minha

lega iniciou a campanha do agasalho. Nossa, deve ter alguém nesse frio precisando de um agasalho. emotivamente eu contribuo, nem procuro saber quem é que vai usar aquele agasalho, mas eu tiro da minha consciência o peso de não ter contribuído. Aí você chega em casa com a consciência tranquila. Eu contribuí, eu dei um casaquinho lá, eu contribuí com a sopa, eu dei lá um 1 kg de feijão. E com isso a gente fica com a consciência tranquila. Eu contribuí, mas não é disso que o evangelho fala. Essa caridade é a mais fácil que tem de ser praticada. A caridade fora da qual não há salvação, é aquela caridade que nós fazemos inicialmente para com nós mesmos, promovendo a nossa autorredenção, promovendo a nossa aproximação daquilo que prevê as leis de Deus. A vida ela decorre em conjunto na família, entre os amigos, mas a redenção é individual. Na hora da prestação de contas é individual na hora da prestação de contas. Ninguém vai perguntar quantos casacos você doou, quantas palestras você assistiu, mas nós vamos ser questionados o quanto que eu melhorei em termos de pensamentos, de atitudes e de comportamentos. Porque se eu dou um casaco para a campanha do agasalho e continuo sem perdoar aquele parente que me magoou, se eu continuo sem indulgência para com aquelas pessoas que, do meu ponto de vista, estão erradas, equivocadas em suas atitudes e comportamentos, eu continuo em débito com a lei. Recentemente eu tive uma lição desse tipo. Estava conversando com dois amigos e falávamos sobre alguns comportamentos que nós temos visto na nossa sociedade. defesa de algumas bandeiras que decisivamente confrontam o que Jesus nos ensina. E um dos amigos disse assim: "Pois é, diante de comportamentos dessa natureza que nós estamos vendo na nossa sociedade, só uma coisa que me vem à mente" e a gente já pensa, né? o que é que nós vamos fazer contra essas pessoas. E ele nos surpreendeu, dizendo: "A única coisa que nos vem a mente, que me vem à mente, são os evangelhos de Jesus. E por um momento eu me senti

, né? o que é que nós vamos fazer contra essas pessoas. E ele nos surpreendeu, dizendo: "A única coisa que nos vem a mente, que me vem à mente, são os evangelhos de Jesus. E por um momento eu me senti assim um tanto: "Como assim? Por o evangelho vem à mente". E ele disse: "Porque lá no evangelho tá dizendo que nós devemos ser indulgentes para com as faltas alheias." Aí me caiu a ficha. Eu tinha pensado numa série de coisas boas, mas eu não tinha me atentado para a necessidade de sermos indulgentes. Aí eu lembrei do Chico Xavier quando ele dizia: "Eu tenho a obrigação de ser melhor a cada dia eu tenho a obrigação de cobrar de mim ser melhor a cada dia". Mas devo dar ao outro direito de ele ser como ele é. Porque se hoje eu já compreendo a necessidade de me alimentar intelectualmente para compreender melhor as leis divinas, eu preciso compreender que nem todos chegaram nesse ponto. E para Deus não faz diferença eu, vocês ou qualquer um que compõe a nossa humanidade. para Deus. Todos nós somos filhos seus na busca da autorredenção, tentando construir essa aproximação das leis divinas. Então, nós precisamos nessa caminhada sermos indulgentes para com os nossos irmãos. Então, por mais casaquinhos que eu doi para a campanha do agasalho, se eu não trabalhar a minha indulgência, eu não estarei conseguindo fazer construir a minha autorredenção. Porque essa redenção, ela não se mede apenas pelas doações materiais que nós façamos, mas pela transformação moral que implementamos em cada um de nós. Já disse o Allan Kardec, reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz para domar as suas más tendências, as suas má inclinações. Então, a nossa redenção, ela se dá por intermédio da prática da caridade, porque fora da caridade não há salvação. Mas a caridade não é uma prática externa, exterior, ela é também. Mas a caridade deve começar aqui. A caridade deve começar com nós mesmos. Lembremos mais uma vez a orientação de Jesus. Como é que eu devo amar ao próximo como a mim

a externa, exterior, ela é também. Mas a caridade deve começar aqui. A caridade deve começar com nós mesmos. Lembremos mais uma vez a orientação de Jesus. Como é que eu devo amar ao próximo como a mim mesmo? Então, quem ama cuida, quem ama respeita. Você se respeita? Parece uma pergunta meio sem sentido, mas você se respeita? Você respeita esse instrumento que a natureza te ofereceu para que você possa utilizá-lo na construção dessa autorredenção. Quando você expõe o seu corpo, a comportamentos que vão de encontro a sua manutenção física, você está se respeitando? Olha que coisa que muitas vezes passa despercebido. Então, a demonstração de amor para com nós mesmos, a demonstração de autoamor talvez possa começar pelo cuidado que nós devemos ter para com o nosso instrumento físico, nosso corpo. Nós cuidamos bem do nosso corpo, nós cuidamos bem do nosso intelecto, permitindo apenas informações nobres, ou nós ainda estamos nos deixando levar por informações de baixo valor moral. Nós estamos tendo o cuidado de nos alimentar com informações preciosas. Por exemplo, a leitura, o estudo, a compreensão de o livro dos espíritos, a leitura, o estudo, a compreensão dos evangelhos, a leitura, o estudo, a compreensão das obras complementares da doutrina espírita. Estamos tendo esse cuidado. São alguns exemplos da prática do autoamor. Eu estou cuidando de mim. Eu estou cuidando da minha integridade mental. Quando eu faço meus exames regulares, quando eu evito excessos que possam prejudicar o meu corpo, eu estou cuidando de mim. Eu estou me amando. Quando a gente aprender bem a cuidar de nós, aí sim nós vamos saber como cuidar do próximo. Não estou dizendo que nós devemos abar o abandonar o próximo a partir de agora. Não é isso. Eu só estou chamando atenção para o fato de nós não pensarmos que olhar para o outro com um olhar caritativo apenas na doação de bens materiais, esquecendo de nós como seres espirituais imortais, esquecendo do cuidado que precisamos ter com este ser que nos

rmos que olhar para o outro com um olhar caritativo apenas na doação de bens materiais, esquecendo de nós como seres espirituais imortais, esquecendo do cuidado que precisamos ter com este ser que nos habita. Não estamos praticando a caridade que o espiritismo nos ensina. É bem verdade. Fora da caridade não há salvação. Mas a caridade começa em nós, se expande para os nossos próximos, mais próximos, nossos familiares, e numa sequência expansiva, esse nosso sentimento caritativo vai chegar até o infinito. Mas ele só chegará ao infinito quando ele for verdadeiramente plantado em nós. Porque a prática da caridade é como a luz de uma lâmpada. Primeiro ela ilumina em volta de si e se expande até onde a sua capacidade der condições. Então, sejamos essas lâmpadas, acendamos em nós a nossa luz e a partir daí permitamos que essa nossa luz se expanda e possa sair iluminando tantos quantos precisarem dela. Mas lembremos da questão 780 de O livro dos Espíritos. O desenvolvimento intelectual antecede o moral. Por quê? Porque com o desenvolvimento intelectual nós passamos a compreender melhor a necessidade do desenvolvimento moral. E para terminar, não esqueçamos a orientação do Cristo de que nós devemos amar ao próximo como a nós mesmos. Não esqueçamos de que o conhecimento é fator preponderante na construção da nossa autorredenção. Haja vista o Cristo quando no alto da cruz olha para o céu e pede a Deus que perdoe os seus algozes e justifica. Por quê? Porque eles não sabem o que fazem. Pai, perdoa-os. Eles não sabem o que fazem. São ignorantes. Se eles conhecessem as tuas leis, eles não fariam isso. João, em seu evangelho, chama a atenção. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. A verdade liberta de quê? da ignorância. E mais à frente vem o Espírito de verdade no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo e diz: "Espíritas, amai-vos". Primeiro ensinamento, instruí-vos. é o segundo. Três momentos em que a necessidade do conhecimento faz a diferença no nosso processo de

o do Evangelho Segundo Espiritismo e diz: "Espíritas, amai-vos". Primeiro ensinamento, instruí-vos. é o segundo. Três momentos em que a necessidade do conhecimento faz a diferença no nosso processo de crescimento e de construção da nossa autorredenção. Pensemos assim, reflitamos e façamos as alterações necessárias no nosso modo de ver. e viver a doutrina espírita para que nós possamos aproveitar o mais possível a dádiva de termos conhecido essa doutrina que abre caminhos para que consigamos a redenção que precisamos e que há tanto. Deus e Jesus espera que construamos. Muito obrigado pela atenção de todos. Espero ter contribuído e que possamos fazer bom uso das reflexões sugeridas nesta noite. Muita paz para todos. E para encerrar, convido a todos mais uma vez, aqueles que se sentirem à vontade para fechar os olhos físicos. elevando o nosso pensamento a Deus, a Jesus e a toda espiritualidade amiga, pedindo que sejamos alvos da orientação superior, no sentido de compreendermos as lições trazidas pela espiritualidade amiga. que tenhamos olhos de ver, que tenhamos ouvidos de ouvir e que saibamos aproveitar a experiência reencarnatória presente para darmos um salto qualitativo nas nossas condições espirituais. Que Deus continue nos abençoando, que Jesus continue nos iluminando e que a espiritualidade amiga continue nos intuindo os melhores pensamentos, as melhores palavras, as melhores atitudes e os melhores comportamentos hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado ao nosso irmão pela prece, pelas palavras. vendo a sua palavra, sua palestra, Ricardo, me lembrei de uma fala de Paulo quando ele encontra Jesus no caminho de Damasco, que ele diz: "O que queres de mim, Senhor?" Aí me vem a fala de Ananias quando encontrou depois e foi curá-lo. Eis-me aqui, Jesus. Eis-me aqui, Senhor. Então, que possamos sempre estar buscando esses questionamentos. Muito boas suas reflexões aos nossos irmãos Isabela, Marcondes, Tânia, Reinaldo e todos que estão aqui possam receber as nossas vibrações.

ão, que possamos sempre estar buscando esses questionamentos. Muito boas suas reflexões aos nossos irmãos Isabela, Marcondes, Tânia, Reinaldo e todos que estão aqui possam receber as nossas vibrações. Obrigado ao final da palestra. Deixe o seu like, que é o seu aplauso. Compartilhe a nossa página para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos. Nosso irmão Antônio agora vai chamar pro passe. Eu peço que a gente não se esqueça, se mantenha em silêncio, acomodados aqueles que vão tomar o passe, que não vão possam sair em silêncio. Lembrando que estamos numa casa de prece e de oração e temos que nos colocar assim diante dos espíritos aqui que bondosamente estão cuidando de nós. Um bom retorno para casa, um bom final de um boa semana. A paz de Cristo esteja em vossos corações. Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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