FAZER O BEM EM SILÊNCIO - Régio Costa [PALESTRA ESPÍRITA]
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Bem, felizes e se alguma inquietação estiver nos atormentando, vamos respirar fundo, dar um sorriso e procurarmos sabedoria para enfrentarmos os momentos difíceis e para aliviarmos as nossas dores. É uma alegria estar aqui. É uma alegria que essa casa esteja aberta para nos consolar, para nos dar alimento espiritual. Nós vamos iniciar com uma leitura de harmonização que se encontra no livro Agenda Cristã, psicografia do nosso saudoso Francisco Cândido Xavier e a autoria é do espírito André Luiz. Selecionamos aqui uma mensagem bem relacionada com o título da nossa palestra. O tema da mensagem é ajude sempre. E André Luiz então nos diz: "Diante da noite, não acuses as trevas. Aprende a fazer luz. Em vão condenará você o pântano. Ajuda-o a purificar-se no caminho pedregoso. Não atire calhaus nos outros. Transforme os calhaus em obras úteis. Não amaldiçoe o vozio alheio. Ensine alguma lição proveitosa com o silêncio. Não adote a incerteza perante as situações difíceis. Enfrente-as com consciência limpa. Inutilmente censurará você o espinheiro. Remova-o com bondade. Não critiques o terreno sáfaro estéril. Antes dê a ele adubo. Não pronuncie más palavras contra o deserto. Auxilie a cavar um poço sob a areia escaldante. Não é vantagem desaprovar onde todos já desaprovam. Ampare o seu irmão com a boa palavra. É sempre fácil observar o mal e identificá-lo. Entretanto, o que o Cristo espera de nós é a descoberta e o cultivo do bem para que o divino amor seja glorificado. Então, ajudemos sempre. E agora faremos a nossa oração a Deus, fechando os nossos olhos, caso assim nós nos sintamos à vontade. E pai amado, Jesus, nosso mestre, amigo, irmão, a espiritualidade consoladora e amiga que também está aqui conosco, já nos beneficiando. Muito obrigada por mais um dia de existência. Obrigada, Senhor, pelo pão nosso de cada dia. Que possamos compartilhá-lo sem medo de que nos falte algo à mesa. Livra-nos, Senhor, das tentações que muitas vezes nós mesmos causamos e atraímos. Dai-nos sabedoria, Senhor, para lidarmos
cada dia. Que possamos compartilhá-lo sem medo de que nos falte algo à mesa. Livra-nos, Senhor, das tentações que muitas vezes nós mesmos causamos e atraímos. Dai-nos sabedoria, Senhor, para lidarmos com as adversidades, mas saibamos que são elas que nos fortalecem para que sejamos melhores. E, Senhor, dai-nos sabedoria para que saibamos como praticar o bem, não de qualquer modo, mas com muita ternura, com muito zelo, Senhor, para a tua glória. Que assim seja o tema da nossa palestra, então, nessa tarde sobre o qual nós vamos refletir é fazer o bem em silêncio. Parece estranho, não? Se o bem é algo bom, porê-lo em silêncio? Nós nos inspiramos em uma mensagem do espírito Emanuel que consta neste livro, Venha de Luz, no capítulo que tem o título em silêncio. Então, nós vamos aqui refletir um pouco sobre o que é o bem, o que é o silêncio, qual é o sentido que a Emana eu quis dar e especialmente qual é o sentido desse aconselhamento, fazer o bem em silêncio. Fazer o bem faz bem é uma frase que nós já lemos ou já ouvimos. E temos também uma outra frase bem conhecida e que é atribuída a Chico Xavier, que é a frase: "O bem que praticares em algum lugar será teu advogado por toda parte. Todavia, o que é o bem?" Nós até podemos imaginar, mas às vezes fica difícil conceituar quando alguém pergunta assim de pronto alguma coisa para nós. Mas o livro dos espíritos vai nos responder. Primeira conceituação sobre o que é o bem está na resposta dada à questão de número 630. Ali nessa resposta, os espíritos nos dizem que bem é tudo o que é conforme a lei de Deus. Mas esse primeiro conceito, ele vai ficar mais claro, ele fica mais amplo quando nós vamos a ao comentário que Kardec fez em uma resposta à questão de número 68. Aqui Kardec diz o seguinte no seu comentário: "O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejaríamos que nos fosse feito." Tal é o sentido das palavras de Jesus. Amai-vos uns aos outros como irmãos.
da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejaríamos que nos fosse feito." Tal é o sentido das palavras de Jesus. Amai-vos uns aos outros como irmãos. E aí, ainda para complementarmos um pouco mais esse sentido do que é o bem, nós vamos ao Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 13, que tem o tema que a vossa mão, que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa mão direita. E no item 11, um espírito chamado Adolf, intitulado Bispo de Argel, nos diz o seguinte: "Quando tu, quando tu estiverdes a ponto de brigar com Deus, de acusá-lo, olhai abaixo de ti. Veja quanta miséria a aliviar, quantas pobres crianças sem família. Quantos velhos que não têm mais uma mão amiga para fechar-lhe os olhos quando a morte os vier reclamar? Quanto bem a fazer? Então vamos resumir agora o que é o bem. Bem, é todo amor, é toda caridade revertida em palavra, em ajuda material, em ajuda espiritual, em gesto, em presença, que nas circunstâncias possíveis nos consola, nos faz sentir melhor e sobretudo propicia o nosso progresso intelectual, moral e espiritual. Quando nós auxiliamos materialmente alguém propiciando a ele um pão, uma água, quando nós auxiliamos alguém em sentido espiritual, dizendo a ele que nós somos espíritos imortais, que a morte não é o fim. Quando nós ajudamos a outra pessoa moralmente a ter mais esperança, a pensar com mais clareza, quando de alguma forma nós auxiliamos aquele próximo que cruza o nosso caminho, por mais pequenino que possa ser o gesto, como por exemplo, ajudar uma pessoa, um deficiente visual a atravessar uma pista, dar um bom dia paraa caixa do supermercado, escutar um amigo que sempre repete os mesmos problemas, mas escutemos, isso é o bem e isso é amor, justiça e caridade. E será que todos nós podemos praticar o bem? Kardec fez a seguinte pergunta pros espíritos. A pergunta de número 643. Haverá pessoas que, por sua posição, não tenham condição de fazer o bem? E aí os nossos amigos disseram: "Não,
praticar o bem? Kardec fez a seguinte pergunta pros espíritos. A pergunta de número 643. Haverá pessoas que, por sua posição, não tenham condição de fazer o bem? E aí os nossos amigos disseram: "Não, não há ninguém que não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra a oportunidade de praticar. Basta que estejamos em relação com o outro e vivemos em sociedade para que tenhamos a ocasião de fazer o bem. Cada dia da nossa existência oferece essa possibilidade. Tenho a certeza que todos vocês que estão aqui presentes e aqueles que nos assistem praticaram um ato de bem hoje. E até agora então já compreendemos que o bem é o amor, a caridade e vamos compreender um algo a mais ainda. Os espíritos também nos dizem que a caridade, que o bem não é só a caridade, o bem também é todo é todo o nosso auxílio, é tudo aquilo que nós fazemos ao outro e que para ele é útil. Então, o bem é a utilidade, o bem é a caridade, é o amor e é também, segundo os espíritos, o objetivo da nossa existência, da nossa vida. Isso está registrado num comentário feito lá na questão de número 860 do livro dos espíritos. E é muito importante também termos em mente que hora nós praticamos o bem, ajudamos e hora somos nós os ajudados, porque alguém pratica o bem em nosso favor. Contudo, o espírito emano vai chamar atenção, e este é o ponto central da nossa palestra, que esse bem precisa ser feito em silêncio. E é possível, então, dividirmos essa mensagem de Emanuel em duas partes. A primeira parte, Emmanuel vai nos dar seis exemplos de bem que nós podemos fazer, mas que precisa ser em silêncio. Porém, o que é o silêncio? Silêncio é um substantivo que advém do verbo silere, que significa ficar calado, estar quieto. Então, na primeira parte da mensagem de Emanuel, ele recomenda que nós façamos um silêncio, que nós nos calemos diante dos nossos julgamentos, críticas, imposições, cobranças, porque muitas vezes fazemos o bem esperando uma retribuição ou com um julgamento ou com uma crítica. Vamos ao primeiro exemplo de bem que nós
e dos nossos julgamentos, críticas, imposições, cobranças, porque muitas vezes fazemos o bem esperando uma retribuição ou com um julgamento ou com uma crítica. Vamos ao primeiro exemplo de bem que nós podemos fazer. Emanuel diz o seguinte: "Se sabes, atende ao que ignora, sem ofuscá-lo com a tua luz". Em muitas ocasiões chegam até nós pessoas que precisam de uma informação, de um esclarecimento, que precisam compreender algo que elas desconhecem. Ao darmos a informação, ao darmos o conhecimento, exercitamos o bem. Porém, temos a tendência às vezes de fazer isso de um de um modo soberbo, em que nós nos colocamos numa posição superior e rebaixamos o outro e destacamos a ignorância do outro. Então, é preciso silenciar. É o que ele diz, Emmanuel diz, sem ofuscar o outro com a tua luz. A luz aqui é o nosso conhecimento. Segundo exemplo que Emanuel vai vai nos dar é se tens ajuda ao necessitado sem molestá-lo com as tuas posses. Algum familiar ou amigo está em uma necessidade financeira e você prontamente o ajuda. Só que você usa a frase do tipo: "Esse dinheiro não vai me fazer falta mesmo". Mas você bem que podia criar vergonha na cara, dar um jeito nas suas economias. Ah, isso não vai me fazer falta. E Emanuel prossegue. Se amas, não firas o objeto amado com exigências. É muito comum nas relações entre pais e filhos, marido e mulher, namorados, que surjam frases do tipo: "Fiz muito por você, agora você me deve gratidão eterna. Ou então sacrifiquei a minha vida inteira por você". Isso é cobrança. É um bem com cobrança. E Emanuel continua: "Se pretendes curar, não humilhes o doente. Muitas vezes temos um enfermo em casa, o levamos para um médico, damos remédio, ajudamos a no a tomar banho, damos a medicação, mas falamos frases do tipo: Você não tem escolha, tem que, eu sou o único que estou aqui para te ajudar, então tem que aceitar minha ajuda do jeito que vier. Então você tem sorte de ter alguém como eu para te ajudar. E a quinta colocação que Emanuel faz é: Se queres melhorar os outros, não
ara te ajudar, então tem que aceitar minha ajuda do jeito que vier. Então você tem sorte de ter alguém como eu para te ajudar. E a quinta colocação que Emanuel faz é: Se queres melhorar os outros, não maldigues ninguém. Maldizer é falar mal do outro. Alguém pede auxílio, um amigo pede auxílio, você escuta e aí depois você fala pros outros amigos: "Ah, fulano não tem jeito não, fulano vive com problema, a gente tem que estar sempre socorrendo ele." Quer dizer, a gente vai lá, ajuda, mas depois dá destaque para a deficiência do outro. E Emanuel termina com uma sexta colocação. Se ensinas a caridade, não te trajes de espinhos, para que o teu contato não dcere os que sofrem. Trajar-se de espinhos, nós podemos entender essa expressão como a adoção de uma postura áspera, uma linguagem ferina, uma conduta que machuca. Se falamos sobre amor, se falamos sobre caridade, nós devemos ficar vigilantes para que a nossa atitude seja realmente terna, realmente carinhosa, genuína. Não adianta falarmos sobre amor e caridade com agressividade, com palavras ríspidas, com dureza de coração. E Emanuel vai terminar essa primeira parte aqui, essa primeira parte da mensagem, nos chamando atenção para o seguinte fato: tem cuidado na tarefa que o Senhor te confiou. Mudemos a nossa perspectiva para o bem que nós temos a oportunidade de praticar. Enxerguemos esse bem, como disse aqui Emanuel, como a tarefa divina que Deus nos confia. faz uma diferença imensa. É uma oportunidade de exercitarmos o amor ao próximo e somos nós os maiores beneficiados. Evitemos também nessa questão ainda de julgar o outro. Quantas vezes nós não damos um auxílio aquele que está na rua, a um pedinte e aí vem aquele julgamento na nossa mente? Bem que podia tá trabalhando. Uma vergonha tá usando criança para pedir. Ah, eu vou dar, mas vai usar esse dinheiro para comprar bebida, para comprar droga. Vamos nos policiar quanto aos julgamentos. E nesse sentido, vamos aprender com Jesus, que segundo o espírito Amélia Rodrigues, num livro
vai usar esse dinheiro para comprar bebida, para comprar droga. Vamos nos policiar quanto aos julgamentos. E nesse sentido, vamos aprender com Jesus, que segundo o espírito Amélia Rodrigues, num livro Viva com Jesus nos explica, o mestre jamais se impunha e jamais cobrava. E aí nós vamos lembrar aqui de um episódio da mulher adúltera, que tá narrado lá no livro de João, no capítulo 8, versículos 3 a 11. Jesus conversa com a mulher adúltera, os julgadores dela foram embora, os acusadores foram embora. E aí Jesus pergunta para ela: "Teus acusadores foram embora? Eh, alguém te condenou?" E aí a mulher responde para Jesus: "Ninguém, Senhor". E aí Jesus diz a ela: "Eu também não te condeno." Então reflitamos que o bem feito de uma forma apressada, ríspida, com julgamento, com ironia, com cobrança, ele perde a qualidade. Esse é o primeiro sentido dado por Emanuel. Vamos fazer o bem, mas sem imposição, sem cobrança. O segundo aspecto a ser trabalhado por Emanuel é o bem em relação quando nós formos exercitar o bem, não chamarmos atenção para nós. Emanuel diz assim: "É muito fácil servir à vista. Todos querem fazê-lo procurando apreço dos homens. Mas não deve ser essa a nossa conduta. Nós não devemos querer fazer o bem às claras para que todo mundo veja. Nós devemos evitar acender holofotes sobre nós. Emano recomenda o silêncio para que o bem não deixe de ser uma finalidade e passe a ser meio. Nós não vamos praticar o bem por praticar. Quando chamamos atenção para nós, eh, quando nós passamos a praticar o bem com a intenção de chamar atenção para a nossa pessoa, o bem deixa de ser fim, passa a ser meio, meio de autopromoção, meio de validação social e é marketing pessoal isso. Isso desperta em nós o orgulho e a vaidade. E onde há orgulho e vaidade promana, advém dores e aflições. Aí essa, esse fazer o bem com exibição, ele tem um segundo problema. Ele nos desconecta de Deus. Ainda há pouco vimos a frase final de Emmanuel que diz que o bem que nós somos chamados a fazer é uma tarefa confiada
fazer o bem com exibição, ele tem um segundo problema. Ele nos desconecta de Deus. Ainda há pouco vimos a frase final de Emmanuel que diz que o bem que nós somos chamados a fazer é uma tarefa confiada Deus a nós. Só que quando eu quero fazer o bem para me promover, eu deixo Deus de lado e faço um contrato com o público, com aqueles que me veem. Eu faço bem e sou aplaudido. A essa exortação de Emanuel, fazer o bem em silêncio, nesse sentido de não chamarmos atenção para a nossa pessoa, é um reforço ao comando evangélico. Não deixe a vossa mão esquerda saber o que a direita faz. um, né, um comando evangélico que tá lá no livro de Mateus. E essa exortação feita por Emanuel nesse livro aqui, ela é antiga porque este livro aqui, ele começou a ser escrito em 1938, mas foi publicado no entre o ano de 1951 e 1952. Mas essa exortação de Emanuel ainda é muito importante e super atual. Por quê? Porque vivemos num momento de virtualização das nossas vidas, em que as redes sociais nos transformaram as nossas vidas em vitrines permanentes. Então, todo o gesto que se faz, o gesto de afeto, a ajuda, o socorro, vira um post, vira um story. E aí nós precisamos ter cuidado com isso, tomar todo o cuidado para evitarmos uma autopromoção. Ah, eu vou fazer, mas para ve, para ganhar eh curtidas, para ganhar seguidores ou para ganhar qualquer outro benefício. Mas aqui nós vamos ter um um cuidado e esse cuidado nós vamos tirar lá de mais uma vez de um exemplo dado por Jesus. Lá no livro de Mateus, no capítulo 8, nos é dito que Jesus desceu do monte e a multidão o seguia. E dessa multidão saiu um leproso que foi até Jesus e disse: "Senhor, cura-me. Se tu quiseres, cura-me." E aí Jesus então olha pro leproso e diz: "Está, eu quero, estás curado". E o leproso, a lepra some. E aí Jesus faz uma advertência para esse leproso. Jesus disse para ele: "Abstente de falar disto a quem quer que seja, mas vai mostrar-te aos sacerdotes. Parece contraditório, né? Olha, não conta para ninguém, mas vai lá te
rtência para esse leproso. Jesus disse para ele: "Abstente de falar disto a quem quer que seja, mas vai mostrar-te aos sacerdotes. Parece contraditório, né? Olha, não conta para ninguém, mas vai lá te mostrar pros sacerdotes. Mas não é contraditório, não. Há momentos em que o bem precisa ser mostrado. E Jesus recomendou que ele fosse aos sacerdotes e mostrasse o bem que lhe tinha sido, que lhe tinha ocorrido, que era a cura da lepra. Por quê? Porque era um comando que existia na lei mosaica. No livro de Levítico havia exortação de que todo aquele leproso que fosse curado deveria comparecer perante o sacerdote, porque a pessoa que estava com lepra ficava isolada socialmente e o sacerdote era responsável pelo seu restabelecimento. Então, há situações que o bem precisa ser feito com certeza. Por exemplo, se vamos chamar voluntários para um projeto social, é preciso que nós mostremos qual é o trabalho que é feito, né? É preciso que aqueles que trabalham até por uma questão de confiança e transparência, digam o que é feito, mas percebam, o foco não está nas pessoas, o foco está na no bem que é feito. E aí nós, todas as vezes que nós estivermos no exercício da prática do bem, nós podemos fazer algumas perguntinhas. Para que estou fazendo? Para quem estou fazendo? Realmente faço para o outro? ou faço para mim? Como estou fazendo? Com imposição, com obrigação ou realmente de maneira genuína, amorosa? Alguém precisa ver ou saber. Será que preciso mesmo mostrar? São reflexões que nos ajudam a saber se esse bem precisa ser exibido ou não. Mas de qualquer forma, resumindo, Emmanu exorta ao silêncio das nossas imposições, das nossas cobranças e de autopromoção. E aí vamos finalizando aqui com as palavras de Emanuel. Meu amigo, aprende que o servidor sincero do Cristo fala pouco e constrói cada vez mais. com o Senhor no divino silêncio do espírito. Vai e serve, faz o bem em silêncio, fogja as referências pessoais e aprendamos a cumprir de coração a vontade de Deus. Esta é a nossa reflexão.
a vez mais. com o Senhor no divino silêncio do espírito. Vai e serve, faz o bem em silêncio, fogja as referências pessoais e aprendamos a cumprir de coração a vontade de Deus. Esta é a nossa reflexão. Que possamos nas nossas tarefas diárias examinar como está a nossa prática do bem. Fechemos agora os nossos olhos e vamos mais uma vez, Senhor, a ti agradecer e pedir, Senhor, a o Teu auxílio, o Teu amparo por todos os trabalhadores voluntários dessa casa. Que todos nós possamos estar aqui servindo de maneira autêntica, genuína, com amor. Senhor, resguarda-nos. que possamos perdoar e ser perdoados e que possamos sempre nos socorrermos de ti, de Jesus e da espiritualidade amiga. Que assim seja. Muito boa tarde. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.
nhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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