FAZENDO ALGUMA DIEFERENÇA - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/01/2026 (há 2 meses) 1:01:15 369 visualizações

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Transcrição

เฮ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda Belê. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, boa noite a todos. Jesus nos abençoe e nos encontre. Saudamos os nossos irmãos que nos acompanham ao vivo pelas transmissões via internet da casa, a nossa equipe que faz a filmagem, a transmissão e aqueles que irão assistir na forma de vídeo no YouTube. A todos desejamos a paz do Senhor e a luz do Evangelho em nossos corações. Hoje vamos ter uma reflexão com a nossa irmã Leila, palestrante da casa, colaboradora de muito tempo. E o tema central é fazendo alguma diferença. É um tema de dinâmica. Como é que estamos nos comportando como cristãos? espíritas. E antes teremos uma oração e uma leitura preparatória, que é o padrão protocolar das casas espíritas. Vamos ler do item 14 de Bilhetes Fraternais, Diversos Espíritos, produzido pela nossa querida Sodec, Sociedade Divulgadora do Espiritismo Cristão. O item 14, o caminho da vida, que diz assim: baseado no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13, item 10, Deus, em sua misericórdia infinita, vos pôs no fundo do coração uma sentinela vigilante que se chama consciência. Escutai-a, que somente bons conselhos ela vos dará. Evangelho segundo Espiritismo, capítulo 13, versículo 10. E o Espírito Rodrigo comenta esse trecho dizendo assim: "Procura dentro de ti o caminho da vida, filho de Deus que és, trazes no hío do teu ser o sentido sublime da ascensão espiritual. conduzindo-te aos altos cumes da escalada evolutiva. A função de todos os missionários da luz divina quando vem à Terra em missões de renúncia e sacrifício, é a de justamente ajudar os homens a encontrarem nos próprios corações o roteiro da vida. Aí delineado pela consciência vigilante e protetora. Estuda a mensagem desses vanguardiros do amor e entra para dentro de ti mesmo, despertando recursos que aí jazem, esperando que aciones a própria vontade para se transformarem em agentes da tua

etora. Estuda a mensagem desses vanguardiros do amor e entra para dentro de ti mesmo, despertando recursos que aí jazem, esperando que aciones a própria vontade para se transformarem em agentes da tua evolução. Escuta a voz que ecoa na acústica da tua alma e segue-lhe os vitres. portadores da seiva vivificante e do fruto da felicidade. Guarda, portanto, a certeza de que depende dos teus esforços encontrar o caminho da vida que existe dentro de ti, aguardando-te o concurso para ser desbravado e conquistado. Volta-te para a semente da vida imperecível lançada dentro de ti, auxiliando-a a germinar e florescer, para que dê frutos de bem-estar espiritual. Espírito Rodrigue. Oremos. Senhor Jesus, amigos espirituais, diretores desta casa, trabalhadores, Dr. Bezerra de Menezes, nosso patrono espiritual. A todos vós pedimos as bênçãos dos fluidos equilibrantes das bênçãos, desenvolvendo em nós um bem-estar indisível e dulcificando os nossos corações na luz do evangelho. abençoa esta noite, envolve a nossa irmã que será a oradora da noite com as vibrações da tranquilidade, da serenidade, da perspicácia, a fim de que ela consiga auxiliar os bons espíritos na transmissão da mensagem que eles desejam para o coração de cada um de vocês aqui presentes e os que nos escutam. Assim, Senhor, que esta noite a luz do Teu Evangelho seja como um farol para as nossas vidas e possamos hoje retornar aos nossos lazes, aos nossos lares, cheios de paz, de confiança, de muita esperança e de bem-estar em nossas vidas. Graças a Deus. Vamos então ouvir a mensagem da nossa irmã Leila Parreira. Uma boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe, nos conceda a sua paz. Essa paz que a gente almeja todos os dias para podermos dormir bem, nos sentirmos bem conosco mesmos. E para isso, então, precisamos atentar paraa necessidade de olhar para dentro de nós, frequentar mais e melhor o nosso endereço íntimo, buscar lá no imo do nosso ser as luzes que já iluminam caminhar. Para quê? para fortalecer essas luzes, para

necessidade de olhar para dentro de nós, frequentar mais e melhor o nosso endereço íntimo, buscar lá no imo do nosso ser as luzes que já iluminam caminhar. Para quê? para fortalecer essas luzes, para andarmos com mais ligeiriza nesse mundo. Porque o assunto de hoje é um convite, um convite à transcendência, a nos tornarmos melhores seres humanos. Buscar fazer algo que foge ao comum é um convite de transcendência, porque temos parentesco com o criador do mundo. Somos filhos e precisamos honrar essa condição de filhos. A vida é muito importante. A vida é sagrada e tem um propósito claro e definido que é a evolução. Evolução é o crescimento espiritual que não pode ser terceirizado. É uma tarefa que cabe tão somente a nós outros, a cada um de nós. Somos então convidados pela vida a crescer, a crescer em sabedoria, a aprender a amar melhor, porque o amor é o sentimento por excelência. Então Jesus, em certa ocasião, fez registrar no Evangelho a seguinte fala: "Se vós, outros apenas cumprimentardes os vossos amigos, os vossos parentes, os vossos familiares, que fazeis isso de diferente?" Se até mesmo os gentios fazem isso, cumprimentam, cumprimentam-se uns aos outros, é um convite para que a gente avance na reflexão de que o nosso potencial é grande. Podemos multiplicar as bênçãos em nós e em torno de nós, diz, dizem os pesquisadores, os estudiosos. que a civilização humana se iniciou quando manifestou-se um momento de cuidado. Os arqueólogos descobriram um cadáver de 31.000 anos numa gruta na Europa. E esse cadáver tava ali durando pelos métodos modernos. Descobriram que aqueles ossos tinham 31.000 anos. E uma das pernas daquele adolescente que foi o cadáver foi preservado na gruta, uma das pernas tinha sido amputada. E isso revela que houve cuidado, houve preocupação. E eles dizem que foi nesse instante, no instante em que o cuidado aconteceu, é que nós começamos, iniciamos a civilização. Então, somos chamados a desenvolver a aptidão de cuidar, de servir, de amparar, de acolher

que foi nesse instante, no instante em que o cuidado aconteceu, é que nós começamos, iniciamos a civilização. Então, somos chamados a desenvolver a aptidão de cuidar, de servir, de amparar, de acolher todo o mundo, toda a civilização, diz eh Bronovsk, um professor da UnB, que escreveu um livro importante chamado A escalada humana. Ele diz assim: "Cada homem, cada civilização foi para frente em razão de seu engajamento naquilo que havia decidido realizar. Quando decidimos alguma coisa, nós apelamos paraa nossa consciência. Quando há esse fator decisão, há o fator igualmente importante, progredir, decidir conscientemente, utilizando o nosso querer, a nossa vontade e a prerrogativa que só é dos seres humanos. O arbítrio podemos escolher. Então ele diz que o compromisso pessoal de um homem com seu ofício, o compromisso intelectual e emocional, unidos em um só propósito, fizeram a escalada do homem. Eu acho esse texto muito importante o que nos reporta a maneira como nós resolvemos participar, cooperar, contribuir, oferecer o nosso contributo pessoal para a coletividade na qual estamos inseridos, seja na comunidade doméstica, no lar, seja na comunidade trabalho, seja na comunidade templo. Devemos estar atentos nesse ofício quando é trabalho, intelectualmente quando temos o chamamento para compreender, interpretar melhor, buscar o verdadeiro sentido da vida, porque nessa busca vamos nos aprimorando. O aprimoramento humano vai exigir uma atenta atenção, atenta observação sobre nós mesmos. E isso se faz aos poucos. Vai exigir de nós muito denodo, muito interesse, muita vontade, perseverança, firmeza, decisão consciente para alcançarmos essa liberdade espiritual. que é um anseio legítimo. E só adquirimos essa liberdade quando nós realmente nos aprimoramos como seres humanos. Se nós negligenciamos os talentos que a vida tem nos oferecido, então nós vamos ficar como que estacionários diante da lei que nos convida a cooperar, a contribuir para o progresso individual e o progresso coletivo.

ciamos os talentos que a vida tem nos oferecido, então nós vamos ficar como que estacionários diante da lei que nos convida a cooperar, a contribuir para o progresso individual e o progresso coletivo. São as leis de Deus que nos governam. Então, é impressionante como nós muitas vezes negligenciamos o entendimento e a aplicação dessas leis divinas. São as leis divinas que favorecem a presença do criador entre nós, nesse mundo e em todos os mundos e também no nosso mundo individual, porque somos cada um de nós um mundo diferente. Cada um de nós passou por experiências muito enriquecedoras. Todos nós trazemos um conteúdo importante, mas que não deve ficar só conosco. É preciso que a gente separe o joio do trigo e faça multiplicar tudo que for bom em nós. Então, é por conta dessa, desse compromisso pessoal que faz a civilização progredir. Nós observamos o progresso nos dias de hoje até nos dias de ontem e vamos observar no futuro porque o progresso é lei e é lei divina. Então nós progrediremos, avançaremos, evoluiremos, querendo cooperar ou não, porque é uma lei e a lei divina não sofre de forma alguma mudança e nela há barganha, não há favoritismo. Então isso nos mostra que é nosso dever abraçar aquilo que nos compete realizar, porque o que nos compete, a nossa tarefa pessoal indelegável é o cuidado que devemos ter para conosco. Em primeiro lugar, nós somos herdeiros de nós mesmos. Hoje somos o resultado de ontem. Então, é preciso cuidar de aprimorar o nosso modo de ver a vida, de aproveitar as oportunidades, de multiplicar as bênçãos que já trazemos, porque a nossa tarefa é iluminar esse espírito imortal que, por enquanto, está se servindo dessa vestimenta carnal que é um uniforme. forme de trabalho para o espírito progredir, esse espírito imortal, e nós alcançaremos a plenitude, a felicidade à qual estamos destinados se nós realmente buscarmos fazer algo em favor do nosso próprio crescimento. Há uma história contida no livro de Raquel Naomi Rem, uma uma judia naturalizada, americana, médica, que

estamos destinados se nós realmente buscarmos fazer algo em favor do nosso próprio crescimento. Há uma história contida no livro de Raquel Naomi Rem, uma uma judia naturalizada, americana, médica, que sofreu uma doença muito perniciosa, mas que desenvolveu de tal maneira a sensibilidade, a empatia para com semelhante, cultivou os valores, os valores que não morrem que ela traz no seu livro. livrinho chamado As Bênçãos do meu avô. Uma história que ilustra bem o que estamos querendo conversar com vocês. É a história de um homem já idoso que passeava pela praia de Recife, lá, porto de Galinhas, e ele colhia as estrelas do mar. Na maré baixa, muitas estrelas do mar estavam ali soltas na areia da praia ao sol. E ele ia andando e colhendo as estrelas do mar e as devolvia gentilmente ao mar para que elas não morressem secas. Daí veio um rapaz correndo, fazendo os seus exercícios matinais, seus exercícios físicos e para e fala com o senhor. Mas o que que é que o senhor está mesmo fazendo? Aí o senhor conta para ele que tá catando as estrelas do mar para que elas não morram secas na ao sol. Aí o rapaz ironizou e disse: "Mas o senhor, pelo amor de Deus, tá perdendo seu tempo. Não atinou ainda que muitas marés baixas acontecerão, que milhares e milhares de estrelas do mar estarão agora ao sol secando. e que isso que o Senhor está fazendo de nada vale, não fará a menor diferença. O homem contemplou o sujeito, continuou caminhando e o sujeito também foi correndo, continuou a sua caminhada e aquele senhor continuou colhendo as estrelas do mar. A primeira que ele colheu após essa conversação, olha para ela e diz: "Para essa fez uma diferença. Para essa fez diferença. Ele a lançou ao mar para que ela não morresse ressecada pelo sol. Então, nós vemos que temos, todos temos tido a oportunidade de oferecer algo mais do nosso saber, do nosso talento, da nossa boa vontade em favor de nós mesmos e, claro, em favor da sociedade. Porque outra lei divina é a lei da sociedade. Fomos criados como seres

oferecer algo mais do nosso saber, do nosso talento, da nossa boa vontade em favor de nós mesmos e, claro, em favor da sociedade. Porque outra lei divina é a lei da sociedade. Fomos criados como seres gregários, somos interdependentes, precisamos uns dos outros. Eu gosto de queijo ah potagem, mas nunca soube fazer o queijo potágio. Então eu preciso de alguém que saiba fazer o queijo potagem e que eu possa comprar no mercado. Isso é um detalhe tão pequenino. Nós precisamos da lâmpada elétrica. Nós precisamos de medicamentos. Nós precisamos de médicos, engenheiros, dentistas, enfermeiros, garis, faxineiras, motoristas, quanto precisamos uns dos outros. Então, importa muito que respeitemos e busquemos compreender que Deus nos colocou assim com essa interdependência, precisando uns dos outros, que é sempre a oportunidade de nos identificarmos com o nosso semelhante, porque em nos identificamos identificando com o nosso próximo, nós temos a oportunidade de nos avaliar, de saber em que nível está a minha paciência, a minha tolerância, a minha boa vontade. Daí eu vou saber que pontos da minha essência ainda não estão bem trabalhados. É por isso que Jesus urdiu certa vez uma parábola que é uma história para fazer aquelas pessoas que o ouviam entender uma mensagem de enorme valor. Está no Evangelho, no capítulo 15, Evangelho Segundo o Espiritismo. Ele diz assim: "Ora, quando o filho do homem, se referindo a ele mesmo, vier em sua majestade, acompanhado de todos os anjos, sentar-seá no trono da sua glória, reunidas diante dele todas as nações, separará uns dos outros, como o pastor separa dos bodes as ovelhas e colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda. Então dirá o rei aos que estiverem à sua direita: vinde, benditos de meu pai, tomai posse do reino que vos foi preparado desde o princípio do mundo, porquanto tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, careci de teto, e me hospedastes. Estive nu e me vestistes. Achei-me doente e me visitastes.

arado desde o princípio do mundo, porquanto tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, careci de teto, e me hospedastes. Estive nu e me vestistes. Achei-me doente e me visitastes. Estive preso e me fostes ver. Então, responder-lhe, responder-lhe os justos. Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede? e te demos de beber. Quando foi que te vimos sem teto e te hospedamos ou despido e te vestimos? E quando foi que te soubemos doente ou preso e fomos te visitar? O rei lhes respondeu, lhes responderá: "Em verdade vos digo, todas as vezes que isso fizestes a um destes mais pequeninos, dos meus irmãos, foi a mim mesmo que o fizestes." Dirá em seguida aos que estiverem à sua esquerda: "Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno que foi preparado para o o adversário, os seus seguidores, porquanto tive fome e não me destes de comer. Tive sede e não me destes de beber. Precisei de teto e não me agasalhaste. Estive sem roupa e não me vestistes. Estive doente e no cárcere e não me visitaste. Também eles replicarão: "Senhor, quando foi que te vimos com fome e não te demos de comer? Com sede e não te demos de beber? Sem teto ou sem roupa? Doente ou preso e não te assistimos? Ele então lhes responderá: "Em verdade vos digo, todas as vezes que faltastes com assistência a um destes mais pequeninos, deixastes de tê-la para comigo mesmo." Isso cabe uma reflexão. É claro que quando Jesus fala aqui no fogo etern aqui no fogo eterno, é é porque naquele tempo a mentalidade nossa era ainda muito estreita. Nós ainda não compreendíamos coisas abstratas. Era preciso que houvesse algo material para que se fizesse entender a mensagem. Mas a doutrina dos espíritos hoje nos esclarece muito perfeitamente que penas eternas não existem. Não existe inferno, como a gente entendia antigamente pelo dogmatismo católico apostólico romano. Hoje nós entendemos que o pai, nosso pai, Deus é infinitamente misericordioso e ele nos deseja a todos. que nós alcancemos a plenitude, a

tendia antigamente pelo dogmatismo católico apostólico romano. Hoje nós entendemos que o pai, nosso pai, Deus é infinitamente misericordioso e ele nos deseja a todos. que nós alcancemos a plenitude, a alegria de viver, a força íntima e que a nossa fé cresça e que nós todos possamos nos realizar e alcançar a felicidade. Mas essa parábola nos diz que no entardecer da nossa vida seremos pelo mínimo de amor que tivermos oferecido aos pequeninos. tá dizendo aqui que é inadmissível para um seguidor de Jesus a indiferença, a insensibilidade, que é preciso que nós nos indignemos com a injustiça, que nós promovamos, na medida do nosso possível algo de melhor em torno de nós. que nós estabeleçamos um programa para realizarmos a diferença. Então, na alfabetização, por exemplo, na leitura edificante, na visita ao enfermo, na no treino da tolerância, no treino da calma, no treino da paciência, precisamos ouvir de novo o sermão do monte, que nas palavras do nosso professor Sérgio de Castro. O sermão do monte é um programa de acese humana. Então, precisamos nos detervas, para que a pouco e pouco possigamos consigamos alcançar a o verdadeiro sentido da vida, a mansidão, a nos tornarmos pacíficos, pacificadores, humildes, amorosos, misericordiosos. E que nós possamos também treinar o amor verdadeiro primeiro a nós mesmos. Nós somos o um patrimônio da vida e devemos cuidar do corpo, que é uma bênção, do espírito que é imortal, do intelecto, para podermos compreender mais e melhor. É por isso que admiramos tanto aqueles irmãos nossos, dedicados, abnegados, que não cederam, que não abaixaram a cabeça, que não desanimaram diante das dificuldades e que conseguiram os seus objetivos, conseguiram alcançar, por exemplo, um Alexandre Ersin, que lá atrás na idade, no século XIX, 18, 19, quando a peste disseminava a coletividade toda, ele se dedica dia e noite para descobrir o bacilo da peste para o bem da humanidade. Isso na área da saúde, quantos outros se revelaram altruístas pesquisando, buscando?

sseminava a coletividade toda, ele se dedica dia e noite para descobrir o bacilo da peste para o bem da humanidade. Isso na área da saúde, quantos outros se revelaram altruístas pesquisando, buscando? Por exemplo, o casal Curri Mari Curri foi a única mulher que teve dois prêmios Nobels, mas ela morreu infectada pelo rádio que ela veio a descobrir, a catalogar, pesquisou durante toda a sua vida, vida de penúria, porque vinha de uma família muito pobre. Então, dormia em sótam. comia só pão e fruta, mas estudou e estudou muito a polonesa até descobrir os efeitos do rádio, que hoje é tão útil para todos aqueles acometidos de câncer. Então, o tratamento da radioterapia tem como início é essa dedicação, esse altruísmo dessa pessoa. Ah, mas e se a pessoa for muito doente? Se for uma pessoa muito necessitada, aí nós vamos nos lembrar, por exemplo, de Machado de Assis, grande bulto da literatura brasileira, filho de negro, neto de escravos, morador de favela, epilético, feioso, mas uma mente privilegiada e que fez luz a inteligência. que Deus lhe deu, transformou-se, lutou, venceu, primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Então, é muito válido que a gente estude a vida das pessoas que deixaram para nós esse rastro luminoso, porque consideraram a vida preciosa e a si mesmos, né, preciosos igualmente, porque adquiriram a fé em si próprios e tendo também a fé no plano divino. a nosso respeito, naquilo que precisa ser realizado, que precisa avançar. E para isso, o convite da vida é que nos eduquemos. Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, pedagogo, professor Hippolite Leon, Denisar Rivaio, dedicou 11 anos da sua vida como encarnado. E de certo que muito antes lá no plano espiritual, muito tempo deve ter se dedicado também no preparo dessa missão que viria a assumir. E não desistiu. muitas calúnias, muito sarcasmo, muita incompreensão, porém fez de uma forma excelente a organização de todos os relatos que recebia, triando, comparando, buscando mais e mais médiuns para relatarem. E quando

alúnias, muito sarcasmo, muita incompreensão, porém fez de uma forma excelente a organização de todos os relatos que recebia, triando, comparando, buscando mais e mais médiuns para relatarem. E quando ele encontrava pontos em comum, já se permitia publicar, publicar na revista de estudos psicológicos de Paris, que é todo um avanço de todo toda a documentação dessa trajetória, o relato desses 11 anos de dedicação de altruísmo. E nós hoje temos o consolador prometido a clarear para nós de uma forma definitiva o sentido da vida. Estamos aqui com um único objetivo, a prática do bem. E só é possível, conforme Paulo, o apóstolo, se nós realmente tivermos verdadeiro amor, porque podemos dar tudo de nós, mas se não tiver o sentido do amor, nós não estaremos crescendo em amor verdadeiro. É preciso para isso que nos eduquemos. E na questão do livro dos espíritos, 917, há um comentário muito importante de Allan Kardec a nos indicar o caminho desse autoaprimoramento. Diz assim que a educação é a chave do progresso moral, do progresso humano. Então, para nos educarmos, precisamos ter conhecimento do que se passa dentro de nós. Leon Deni, contemporâneo de Allan Kardec disse numa das suas obras que a educação é o sentido da vida. Então, quando nós nos achamos civilizados, educados, então nós não poderemos nos entregar, por exemplo, a ira. Não podemos guardar dentro de nós a mágoa? Porque se estamos nos sentindo educados no padrão de Cristo, de nosso Senhor Jesus Cristo, o guia e modelo de toda a humanidade, nós não guardaremos mais rancor, mágoa, por teremos entendido como Mahatm Gand, a grande alma entendeu e disse: "Não, nunca, nunca perdoei ninguém. Mas como assim? Porque nunca me senti ofendido?" Então, se nós buscamos o modelo Cristo, nós vamos nos adequar a essas instruções oferecidas por ele. Porque o que nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou é um legado precioso, é um jeito de nós enfrentarmos todas as ilusões, todas as dificuldades de nós nos resgatarmos cada vez que vacilarmos,

por ele. Porque o que nosso Senhor Jesus Cristo nos deixou é um legado precioso, é um jeito de nós enfrentarmos todas as ilusões, todas as dificuldades de nós nos resgatarmos cada vez que vacilarmos, porque é compreensível que a gente vacile de vez em quando. Por quê? Porque ainda somos aprendizes e a gente precisa aceitar essa circunstância. Eu sou aprendiz, eu não sei tudo, eu não posso tudo. E em decorrência de ser aprendiz, eu vou tratar de flexibilizar o meu entendimento, de aceitar a minha condição, aceitar, por exemplo, a mudança constante que o que se gera no mundo. O mundo está em constante mudança e eu também de vocês também. E lá no fim da linha nós vamos eh testemunhar a finitude. E é preciso que essa finitude seja refletida e também aceita. Isso nos favorece o aprendizado. O aprendizado que muitas vezes se inicia como algo conflitante, doloroso, angustiante, uma doença, uma dor, uma contrariedade, mas que precisa ser transmutada em lição. Porque o objetivo aqui é aprender. Nós somos convocados pela vida a aprender. Aprender o quê? Aprender a ser mais leve, aprender a dançar, aprender a sorrir, aprender a multiplicar as bênçãos, aprender a doar de si, do seu saber, porque nós somos um conjunto de muitas, muitos registros, muitos entendimentos, muitas vivências. Temos muito a ofertar, então não vale nós nos fazermos de mesquinhos, porque quem tem mesquinha a fé tem também mesquinho o amor. Então é preciso que a gente acredite no nosso potencial de filhos de Deus capazes de multiplicar, conforme Jesus nos ensinou na parábola dos talentos. É preciso multiplicar e não guardar aquilo que trazemos já sedimentado dentro de nós. A o convite é a generosidade, né? Por quê? Porque estamos vivendo uma época de transição. Todos nós, eh, mesmo que não tenhamos consciência disso, estamos colaborando para um novo tempo. Estamos na fase de sair desse mundo de expiação e provas para um mundo melhor, de regeneração. Então, é por isso que é muito importante refletir, é muito importante meditar

borando para um novo tempo. Estamos na fase de sair desse mundo de expiação e provas para um mundo melhor, de regeneração. Então, é por isso que é muito importante refletir, é muito importante meditar sobre essa realidade que se nos mostra à frente. Podemos dar passos mais largos? Podemos. Podemos nos tornar mais generosos? Acionar a boa vontade e a fraternidade como pilares de um tempo vindouro, onde não haverá tanto medo, onde não haverá tanta maldade, onde não haverá tanta corrupção. Então, estamos nos preparando e que nós saibamos então ofertar de nós o melhor ao nosso alcance. Eh, estendendo impulsos ao bem, é que nós vamos nos lembrando de abençoar a vida e tudo que existe nela. Os tibetanos abençoam tudo que os ensina a viver melhor, a viver bem. Isso é que vale dizer abençoar a formiga e a águia, abençoar o amigo e o inimigo, abençoar o parente enjoado e o outro, abençoar tudo e todos e caminharmos para um total governo de nós mesmos. Porque através da educação bem conduzida, bem observada em nós mesmos, o que é autoeducação, nós vamos a pouco e pouco alcançando o poder de de que o nosso sim seja sim, que o nosso não seja não. Isso equivale dizer autenticidade de vida. Ser autêntico, isso é ser valoroso. Isso é ser capaz de se autoconduzir, de se autogovernar. E aí vamos nos enganar menos, vamos ser mais carinhosos, vamos ser mais humanos. O propósito é fazer diferença, é ser um elemento, alguém. que contribua alguém que faça melhor e mais. Para quê? Para que aquele indeciso, aquele triste, mirando o nosso modo de ser, possa se inspirar e também se melhorar. E aquele que já alcançou melhores patamares de vivência e de entendimento, possa se alegrar. porque vai sentir que realmente as sementes foram lançadas, as sementes que Jesus nos deixou. Naquele episódio, por exemplo, que Jesus passa pela figueira, pede o fruto, ele faz exemplificar, faz anotar a grande lição que cabe a nós também trazer para o nosso entendimento. Deveria ter fruto, deveria ter figo naquela figueira, porque ele tinha fome.

eira, pede o fruto, ele faz exemplificar, faz anotar a grande lição que cabe a nós também trazer para o nosso entendimento. Deveria ter fruto, deveria ter figo naquela figueira, porque ele tinha fome. figo. A pigueira é citada tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, muitas e muitas vezes, porque é uma árvore símbolo que serve para remédio, que serve para alimento, que serve para muita coisa. Mas o fruto não é, na verdade um fruto. O figo não é um fruto, é uma flor inclusa. É uma flor para dentro. E é muito importante. E a natureza nos oferece modelos de reflexão. Nós também somos como árvores, somos como frutos ou como flores inclusas para dentro. Devemos penetrar dentro de nós e abrir espaço para florescer, para frutificar. E isso só é possível quando nós encararmos a necessidade urgente de fazer um melhor aproveitamento dessa reencarnação, desse momento em que estamos aqui com as pessoas que nos cercam, em que estamos aqui nesse templo dedicando um pouco dos nossos minutos segundos para uma reflexão sadia, buscando alcançar algum sentido paraa nossa existência. Estamos aqui para nos transformarmos, transcendermos aquilo que é pequeno. Nós não podemos nos esquecer, não podemos esquecer da nossa filiação divina. Temos a nossa natureza é natureza divina. Então, por que nos amesquinharmos? Por que nos esquecermos daquilo que nós devemos conservar como verdadeiro tesouro, que é a nossa ligação com a fonte de bênçãos, que é a espiritualidade amiga? Então, que nós possamos refletir em torno dessas verdades e nos lembrarmos de tantas pessoas buscando conhecer as suas vidas, né? Desde sempre tivemos como irmãos, irmãos que trabalharam altruísticamente para que hoje alcançássemos esse patamar de bem-estar. Nós podemos nos lembrar de João Batista, de Maria de Nazaré, de Maria Madalena, dos apóstolos, dos mártires de São Francisco de Assis, o Cristo que deve nos inspirar, porque ele queria ser instrumento, instrumento da paz, que onde houvesse ódio que ele que pudesse levar amor,

na, dos apóstolos, dos mártires de São Francisco de Assis, o Cristo que deve nos inspirar, porque ele queria ser instrumento, instrumento da paz, que onde houvesse ódio que ele que pudesse levar amor, onde houvesse dúvida, que ele pudesse levar a fé, onde houvesse desentendimento, mágoa, que ele pudesse levar à pacificação. Então, esses modelos são muito importantes para nós. E ele, Francisco de Assis, recomendava aos fradezinhos que o seguiam que quando fossem pregar, quando fossem às províncias, que não falassem muito, não, que só usassem a palavra se fosse realmente imprescindível, se fosse muito necessário, porque o mais importante ela era que eles refletissem em suas faces no seu jeito de ser a alegria de pertencer a esse reino inaugurado por Jesus, transformando-se todos em seguidores do Mestre divino. E nós também temos esse desafio no dia de hoje para levarmos para o resto das nossas vidas, que tenhamos aquelas qualidades colocadas por Jesus como as de mais importância, que é a decisão quando queremos segui-lo, a perseverança que nada nos demova e a firmeza de propósito. Sendo assim, então, nós lembrando dessas pessoas maravilhosas que tanto nos ajudaram, então nós vamos encerrar a nossa fala. Muito agradecida pela atenção de todos e desejando que todos alcancem a realização do propósito de serem, de se transformarem. de transcenderem aquilo que é amesquiante, pequeno, porque a vida é grandiosa, não pode ser pequena e nós também somos sagrados. Que Jesus nos abençoe a todos. Uma boa noite. Aí está, queridas irmãs, queridos irmãos, a mensagem. Deus como um pai amoroso deixa dentro de nós tudo de que precisamos para realizar o nosso trabalho que nos compete em busca da nossa própria felicidade e ainda fomenta em torno de nós, na sociedade, na ciência, nas artes, todos os conhecimentos que possam nos auxiliar nesse esse trabalho. Todos nascemos com os nossos talentos, conforme a parábola de talentos que Jesus conta. E esta parábola que a nossa irmã Leila trouxe

odos os conhecimentos que possam nos auxiliar nesse esse trabalho. Todos nascemos com os nossos talentos, conforme a parábola de talentos que Jesus conta. E esta parábola que a nossa irmã Leila trouxe sobre a separação dos bons e dos que ainda não são bons, mostram para nós que como cristãos estamos no trabalho incansável de nos melhorarmos como ovelhas de Cristo. para podermos merecer uma vivência em regiões felizes, em colônias agradáveis e continuarmos nossa evolução. Agradecemos a nossa irmã Leila Parreira. Agradecemos a vocês por aqui estarem, aos que estão nos assistindo e vamos fazer a nossa oração final convocando os nossos cooperadores da chamada para o passe, a fim de coordenar esta este trabalho de assistência espiritual, que era muito comum no antigo Antigo Testamento e no Novo Testamento chamado de imposição das mãos. Jesus praticava, Pedro também, os apóstolos. Vamos orar em agradecimento, dizendo a Jesus: "Muito obrigado, Senhor, por esta noite, esta meditação, esta reflexão da importância de mergulharmos no autoconhecimento, despertarmos e desenvolvermos todas os talentos e as virtudes que estão em estado de latência dentro de nós e com esse trabalho podermos evoluir com mais segurança, com maior velocidade, com a certeza de que um dia todos nós seremos anjos. Em outras palavras, alcançaremos o grau de perfeição que nos está alcançável. Obrigado, Senhor. Abençoa-nos e conduz-nos de retorno aos nossos lares, com a companhia dos teus emissários e mensageiros para chegarmos em segurança e na tua paz. Graças a Deus. Boa noite a todos. Jesus nos abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e

ficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.

s. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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