FATALIDADE - Denizard de Souza [PINGA LUZ]
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Amor, vibrando luz buscando a ti. Boa noite a todos que nos ouvem, que nos assistem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e a todos encarnados e desencarnados que comparecem ao auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. E a atividade de hoje é uma atividade que se repete a toda a terceira, terceira sexta-feira do mês com o nosso irmão Denisar de Souza, que sempre no traz um um tema novo para ser debatido nesse pinga luz que tantos conhecimentos nos traz. E hoje ele nos falará sobre fatalidade. E será uma fatalidade os conhecimentos que nós vamos adquirir nesses instantes que o nosso irmão nos trouxer essa essa luz que a doutrina nos apresenta sempre. E para a nossa harmonização, vamos fazer a leitura rápida, breve de um livro Agenda Cristã, pelo espírito André Luiz, na psicografia do nosso saudoso e querido Chico Xavier. É a mensagem 22, mais além. Não basta que sua boca esteja perfumada. É imprescindível que permaneça incapaz de ferir. É importante que suas mãos se mostrem limpas. É essencial, no entanto, verificar o que fazem. Bons ouvidos são certamente um tesouro. A justiça divina, porém, desejará saber como você ouve. Excelente visão é qualidade louvável. Todavia, é interessante notar como você está vendo a vida. Possuir saúde física é reter valioso dom, mas é necessário considerar o que faz você do corpo sadio. Raciocínio claro é virtude. Entretanto, é imperioso observar em que zona mental está você raciocinando. Bela imaginação é trazer consigo um maravilhoso castelo. Convém reparar, porém, com que imagens você povoa o seu palácio interior. Grande emotividade é característico de riqueza íntima. Contudo, é preciso saber como gasta você as emoções. Possibilidade de produzir intensamente são recursos preciosos. No entanto, é imprescindível conhecer a substância daquilo que você produz. Capacidade de prosseguir, vida fora, lepidamente é uma bênção. Não se esqueça, todavia, da direção que seus pés vão tomando através dos caminhos.
indível conhecer a substância daquilo que você produz. Capacidade de prosseguir, vida fora, lepidamente é uma bênção. Não se esqueça, todavia, da direção que seus pés vão tomando através dos caminhos. Meus irmãos, nessa harmonia que todos nós já estamos, convidamos aqueles que desejarem fechar os olhos, que assim o façam, mas elevemos o nosso coração, nosso sentimento a Deus, pai criador, a Jesus, nosso modelo e guia. Eles que conhecem o que se passa na nossa tela mental. Pedimos, Senhor, que nesse instante Tu nos dê as condições necessárias para o conhecimento dessa caminhada que estamos fazendo sobre a terra. Pai amado, abençoe-nos a todos. intua o nosso palestrante para as informações que ele nos trará e que todos estejamos repletos do teu amor e das tuas bênçãos. Graças a Deus e graças a Jesus. E aproveitando esse final de pressa, prece, hoje, como dissemos, é o dia do nosso pingafogo e nós interagimos com vocês, tanto aqueles que estão nos ouvindo quanto vocês que estão aqui, podem fazer perguntas pelo YouTube, pela pelo canal de comunicação que eu estaria aqui notando. E nós temos dois irmãos aqui, a Leila e o Guilherme, que estão com um caderninho. E aqueles que quiserem fazer a pergunta, façam. Não fiquem tímidos, não. Estamos todos em aprendizado. Faça uma pergunta que será muito bem-vinda. Com a palavra o nosso irmão Denisar de Souza. Boa noite. Boa noite a todos e todas. Sejamos todos fraternalmente acolhidos pela comunhão espírita de Brasília. Queremos levar essa acolhida de alegria, de fraternidade, aqueles que nos assistem pelos veículos de comunicação da comunhão espírita de Brasília, sobretudo pelo YouTube. A todos os nossos melhores votos de muita paz. Aos amigos que estão conosco no auditório Bezerra de Menezes, gostaria de mais uma vez convidá-los a participar do Pinga Luz. E a forma de participação ativa é exatamente a participação através de perguntas, né, da formulação de questões. De modo que a ideia do pinga luz, ela é exatamente para que a gente possa
do Pinga Luz. E a forma de participação ativa é exatamente a participação através de perguntas, né, da formulação de questões. De modo que a ideia do pinga luz, ela é exatamente para que a gente possa dialogar com os temas contemporâneos, dialogar com a ciência, com a psicologia, fazer um diálogo da doutrina dos espíritos com a contemporaneidade. O tema de hoje desse pingaluz é precisamente o que vocês aí veem a o tema fatalidade, não é? Quando falamos de fatalidade, temos uma contraposição direta, né? fatalidade, aquilo que é da ordem do incontornável, do determinado, do determinístico, aquilo que nos parece ser algo inevitável, aquilo que é determinístico na existência humana, mas a contrapartida da fatalidade, como todos veremos ao longo dessa apresentação, que seria o oposto, seria a possibilidade ou as possibilidades da liberdade. Então, por um lado, nós temos o determinismo da fatalidade. Por outro lado, nos aparece a dimissão da liberdade, como se fossem duas forças, uma operando uma certa inevitabilidade e a outra o contrário, gerando flexibilidade, dinamismo, liberdade, escolha dentro das fatalidades em nosso nossa existência. E aí, com essa ideia nós apresentamos para vocês algumas perguntas que são basicamente eh estimuladoras do debate, não é? Eh, queria lembrar para vocês que o tema fatalidade está na obra O Livro dos Espíritos e é que é a obra inaugural do Espiritismo. E o método que o Kardec utilizou para elaborar este importante livro foi o método da perguntas e respostas. Então, nós estamos absolutamente em casa no sentido da formulação da metodologia do livro dos espíritos quando concebemos um debate, não é? Essa característica dialética que foi inaugurada no Ocidente na ironia socrática, não é? que era o método pelo qual ele dizia que ensinava perguntando, respondendo uma pergunta com outra pergunta e mantendo o espírito daquele que aprende em estado de reflexão e não em estado de verdades definitivas ou verdades dogmáticas, eh, que não foi exatamente o método do
o uma pergunta com outra pergunta e mantendo o espírito daquele que aprende em estado de reflexão e não em estado de verdades definitivas ou verdades dogmáticas, eh, que não foi exatamente o método do Kardec. Então, Kardec perguntava aos espíritos e estes respondiam aos espíritos sábios e tanto Kardec era redarquido, era ampliado, era superado na resposta pelos espíritos, quanto o próprio Kardec se autorizava a questionar os espíritos sábios, ampliando as questões, tentando contraditá-los nessa dialética espírita da perguntas, que é a tese, da resposta que é a antítese e dessa síntese profunda que é o diálogo do livro dos espíritos. Então, trouxe algumas questões para que comecemos a pensar juntos e estimule o espírito de debate, essa cognição perquiridora, essa cognição socrática de quem pergunta corajosamente, pergunta porque quer saber e pergunta porque questiona, porque duvida. Essa é a perspectiva sem a qual o espiritismo cairia em qualquer forma de dogmatismo, que não é absolutamente o método que o Kardec usou para elaborar a doutrina espírita, ou seja, o dogma. Então, algumas questões. O que surge primeiro na evolução? O determinismo biológico, instintos coletivos ou a liberdade de consciência, escolhas de segunda natureza? Então, nós vamos ver alguma coisa sobre isso no tempo que dispusermos, que por um lado nós somos determinados biologicamente, não é? Ninguém negará ou evitará a posição de bípedes que somos, né, ao longo da evolução biológica. Deixamos de ser aqueles aquelas espécies que nos antecederam e um segmento da evolução que a primatologia demonstra dos primatas e todas as espécies que antecederam sapiens até chegar ao nosso nível bípede. Somos bípedes, somos mamíferos, somos sápiens, o único animal que sabe da sua própria existência e que portando uma herança, portanto, determinismo, portando uma herança biológica evolucionária, partilha com a escala filogenética, que é a escala da evolução, características fisiológicas, cerebrais e respostas comportamentais. Então,
determinismo, portando uma herança biológica evolucionária, partilha com a escala filogenética, que é a escala da evolução, características fisiológicas, cerebrais e respostas comportamentais. Então, nosso cérebro é triúnico, não sei se sabem. Nós temos três camadas no cérebro, a camada mais antiga, reptiliana, a segunda camada dos mamíferos e a terceira camada mais recente chamada córtex ou neocórtex, no qual eh funcionam as funções mentais superiores, a linguagem, a emoção, o pensamento, a percepção e a consciência, naturalmente, na terceira camada, que é o cótex ou neocrtex. Tudo isso para lembrar da nossa natureza determinada, fatalisticamente condicionada pela biologia, não é? Nós temos uma corporeidade que obedece a leis biológicas. Nós temos um organismo que sofre de homeostase. Sofre no sentido de que é equilibrado por uma homeostase. Bactéria entra no organismo, febre imediatamente com alarme da temperatura homeostática, do homeostase do organismo. Nós temos uma homeostase que fazem as células envelhecerem, as células se alimentarem. Nós temos uma homeostase que garante a regulação metabólica, que garante um sistema nervoso autônomo, que funciona sozinho, independente da nossa vontade. Tudo isso é do lado do determinismo. Então, nós vamos estudar hoje como é que o determinismo e a liberdade, a fatalidade também nos acontecimentos da vida e as escolhas. Escolhemos desejos já escolhidos, não é? Só para lembrar, quando nascemos, nascemos e temos algumas características inatas. Choramos, mamamos, dormimos, acordamos, engateamos. Logo em seguida, recordando a era em que éramos animais quadrúpedes, primeiro engateamos e voltamos à posição bípede a partir de um ano, quando aprendemos a andar. São todas pautas inatas, biológicas. não é ligadas à sobrevivência, respirar, mamar, chorar, dormir, acordar do bebê até um ano de idade antes de desenvolver a linguagem. Eh, então há desejos que já foram escolhidos pela nossa biologia. Veremos isso. Qual o papel de um inconsciente
r, chorar, dormir, acordar do bebê até um ano de idade antes de desenvolver a linguagem. Eh, então há desejos que já foram escolhidos pela nossa biologia. Veremos isso. Qual o papel de um inconsciente naquilo que chamamos de fatalidade? A fatalidade é um processo absoluto ou relativo? Então, a fatalidade nos esmaga e ela é absoluta ou ela tem uma dimensão de relatividade? E agora a pergunta mais importante que é: o que há de relativo na fatalidade e absoluto na liberdade? É o que veremos, que onde onde termina a fatalidade e começa o livre arbítrio, há uma transcendência na fatalidade pela qual se transforma em liberdade, né? Questions. Então, vamos lá. O que surge primeiro na evolução? O determinismo ou a liberdade? Então, a escala filogenética, como já vimos, é o que a gente chama de espéciação, antecede aos indivíduos de cada espécie. Então, é importante entender que a alma primeira é a alma grupo. Na evolução, primeiro existe o grupo geneticamente determinado, sem individualidade complexa. a individualidade, o indivíduo, a individuação vai aparecer somente na nossa espécie e você vai ter uma uma determinação do coletivo antes do ser humano, antes da da espécie humana. Isso é especiação, é o coletivo determinando o grupo. E seja um grupo de elefantes, de macacos, de leões, de cães, de girafas, ele padece de um determinismo genético e não foge foge a ele. Então ele ele tem padrões de comportamento que são coletivos determinados geneticamente. Então, a evolução ela começa no grupo e culmina no indivíduo e transcende ao indivíduo na evolução espiritual. A genética nas nos seres unicelulares, invertebrados, todos eles vertebrados, mamíferos, primatas e sápas, antecede e organiza a espécie. Como vimos o determinismo biológico organiza a experiência de cada espécie em seu habital e ecossistema natural. Então, cada espécie é regulada. Se mora na planície, se reside nas savanas, na floresta, no oceano. A espécie ela é determinada pelo ecossistema natural. Ela tem épocas
habital e ecossistema natural. Então, cada espécie é regulada. Se mora na planície, se reside nas savanas, na floresta, no oceano. A espécie ela é determinada pelo ecossistema natural. Ela tem épocas migratórias, épocas de reprodução. Ela tem ah uma cadeia alimentar que que que integra todos os predadores, mantendo o equilíbrio do ecossistema natural. E tudo isso é determinismo biológico. Nada disso tem a ver com liberdade ou escolha, mas é o processo da evolução desenvolvendo as espécies. O aprendizado de um grupo dentro de uma espécie dissemina-se geneticamente pelo grupo. Isso aqui é uma coisa muito interessante. Vocês vão encontrar no livro Paradigma Perdido, um estudo com um grupo de primatas. Um deles ou alguns deles descobriram que eh pegar batatas salgad, pegar as batatas e os cocos que eles quebravam e molhar na água do mar, fazia a batata as raízes e o coco ficar salgado. E porque um grupo descobre isso, eles começam a levar para o litoral. Está sendo observado pelo pelo o etnólogo, primatologista. E eles perceberam uma coisa muito estranha, tá no livro paradigma perdido de Edgar Mohan. é que o comportamento desses primatas que tinham quebrado o coquinho e tirado as raízes e colocado na água salgada, de repente esse comportamento se disseminou pelo arquipélago de ilhas e não ficou restrito àquela ilha. O comportamento se espalhou por todo aquele segmento que morava naquele arquipélagos de ilha de ilhas na Ásia. Só que eles sabiam que aquele grupo de macacos não tinha tido interação genética com aqueles outros demais lá. E os cientistas foram levantando muitas hipóteses de uma espécie de alma grupo, de um inconsciente coletivo biológico que é partilhado por aqueles animais. E a gente pode se perguntar se o coletivo espiritual que habitava aquele grupo animal não se espalhou e por isso levou aquela informação para o ambiente genético do grupo. Mas vocês veem que tudo isso é determinação biológica. Tudo isso antecede ao ser humano. É ao lado da da do fatalismo biológico. Quando o
sso levou aquela informação para o ambiente genético do grupo. Mas vocês veem que tudo isso é determinação biológica. Tudo isso antecede ao ser humano. É ao lado da da do fatalismo biológico. Quando o aprendizado de um ou vários membros do grupo, como já vimos, é disseminado geneticamente, lembrando que todo animal obedece a sua memória genética. O elefante de hoje é idêntico ao elefante de 10.000 anos atrás. sendo elefante, é elefante porque tem uma memória genética que o regula, regula seu comportamento, sua resposta ao meio ambiente, suas atitudes, sua agressividade, o modo como interagem e assim vai sucessivamente até os animais considerados mais evoluídos, que são os macacos, antecendo aos sapiens, naturalmente. Sáp instintos biológicos lutam, por assim dizer, para se satisfazer e permanecer, mas são transform transformados pela segunda natureza. Então, nós temos uma segunda natureza, evidentemente espiritual, nós temos uma segunda natureza, evidentemente cultural e natureza e cultura vão constituir os elementos fundamentais da evolução espiritual. O que é o que é cultura? conjunto de crenças, valores, hábitos, costumes, conhecimentos de um povo. O que é cultura? Aquilo que vai sendo gestado após a formação do córtex. Então, a partir do momento que temos o SPS, um ser que pensa, temos o desenvolvimento de crenças coletivas, hábitos. E essa cultura vai dialogar com a biologia o tempo todo, fazendo com que a cultura afete a trajetória da evolução biológica. e a evolução biológica favoreça níveis culturais cada vez mais aperfeiçoados. Isso é a dialética entre natural e cultural, inconsciente e consciência ao longo das reencarnações. Tô correndo um pouquinho por causa do tempo. A ideia de escolhermos, escolhermos desejos já escolhidos, né? Quando a gente escolhe o que que estamos escolhendo, existe quatro emoções que são biológicas e nós compartilhamos com as outras espécies. Raiva, medo, tristeza, alegria. Não duvidem. Todos os animais, cães, girafas, elefantes, macacos,
amos escolhendo, existe quatro emoções que são biológicas e nós compartilhamos com as outras espécies. Raiva, medo, tristeza, alegria. Não duvidem. Todos os animais, cães, girafas, elefantes, macacos, todos os mamíferos, os animais sociais, a escala superior da evolução compartilha conosco raiva, medo, tristeza e alegria. Portanto, são emoções biológicas. Não é uma característica específica do sapiens e nem mesmo da alma individual, de de quem quer que seja. Todo ser humano sente raiva e medo, tristeza. e alegria. E há outros afetos superiores, como amor e ódio, ciúme, apego, angústia e outros que já são afetos ainda mais complexos. Aí transcendem os animais. Essa pauta inata, não é? Ela ela ela é o lado da determinação biológica. Nascemos, morremos. Nascer, morrer, respirar, chorar, alimentar-se, datar-se, dormir. Sono e sonhos. O aprasível e o avessível. Aessivo. Tudo isso são fatalidades biológicas. Já tá respondido. Tudo aquilo que morre, morre porque nasceu, não porque é vivo, mas porque nasceu, porque a vida transcende a existência corporal na realidade espiritual. São fenômenos biológicos. E os animais sonham, viu, gente? As neurociências descobriram que até os passarinhos sonham. Como é que se sabe disso? Coloca-se os eletrodos no na no cérebro, na cabecinha do passarinho. E esses eletrodos postos lá na girafa, no jacarel, no passarinho, a localização, a área do cérebro do passarinho que tá funcionando quando ele tá dormindo, é a área que da linguagem do canto, é a área que regula o canto. Então ele sonha com o próprio canto dele. Então, e os cientistas sabem quando nós estamos sonhando em um laboratório de polisonografia, não porque eles estão vendo as imagens do sonho, que seria maravilhoso se fosse assim, mas porque eles estão vendo a área do cérebro que está vascularizada, que está eh com maior quantidade de sinapses, a área do cérebro que produz os sonhos. Então eles sabem em enquanto a pessoa está dormindo, o que ela tá sonhando. Outros aspectos, prazer, desprazer, um
que está eh com maior quantidade de sinapses, a área do cérebro que produz os sonhos. Então eles sabem em enquanto a pessoa está dormindo, o que ela tá sonhando. Outros aspectos, prazer, desprazer, um binômio pulsional inconsciente, né? Isso aqui vem da psicanálise. O prazer, o desprazer é é um fenômeno totalmente inconsciente. Quer dizer, é a base que move a nossa existência pulcional. sentir prazer, sentir desprazer, buscar o prazer, buscar a autossatisfação. Isso tá na base fundamental do inconsciente humano. Afetos prevalentes na sociedade contemporânea. Vocês vejam que aí a liberdade vai começar a aparecer, não é? posse, ciúme, porque uma cultura pode favorecer a posse e gerar apegos e gerar o desejo de acumulação e gerar a cultura de consumo e gerar essa esse apego que faz com que nos apeguemos a coisas, pessoas, valores, títulos. E as pessoas se apegam tanto que se apropriam, né, na condição marital, homem e mulher, a posse da minha mulher, do meu marido. Isso tudo é cultural, isso tudo é da ênfase da ideia de apropriação de coisas, pessoas, valores, objetos e até ideias. Mas a gente vai entrando na liberdade, a gente vai saindo da fatalidade quando a gente fala de desamparo, angústia, não é? Ora, só há desamparo se há o desamparador, aquele que desamparou. Só há angústia se há uma alma individual angustiada. Os macacos até sentem depressão, a animais que se matam, mas é uma depressão emocional. A angústia é um fenômeno mais complexo, tipicamente humana. A angústia é porque eu existo, porque eu estou sofrendo, porque eu estou solitário, para que a vida e o que eu devo fazer na dúvida entre caminhos. Isso gera angústia e desamparo barra angústia. solidão, solitude, solidão. Sentirse sozinho, sentir-se sozinho, sentir-se abandonado, angustiar-se com a solidão, é diferente de solitude, porque a solitude é a capacidade de estar a sós, de estar sozinho, sem se sentir solitário. É cultivar a vida interior para ter solitude e não solidão, para sentir solitude e não solidão. quando a sós
porque a solitude é a capacidade de estar a sós, de estar sozinho, sem se sentir solitário. É cultivar a vida interior para ter solitude e não solidão, para sentir solitude e não solidão. quando a sós estamos e nascemos sozinhos junto com os pais, mas o nascimento nosso também é individual e partiremos de alguma maneira dentro de nossas características individuais e espirituais. Ansiedade e insegurança são afetos recorrentes da sociedade contemporânea. Entramos na margem da liberdade quando falamos disso. Competição, autodestruição, dentre dentre outros, né? Agora, a o que devemos pensar é o que que já foi escolhido pelas determinações biológicas e o que é que escolhemos, né? Aqui a gente se faz, se socorre da notável frase do filósofo existencialista João Possartri, que dizia: "Não me digas o que fizeram de ti, diga-me o que vais fazer daquilo que fizeram de ti." Porque que há condicionamentos há condicionamentos há de natureza social, familiar, educacional, cultural. Não é condicionamento cultural. Já nos condicionaram a a usar a determinado idioma, aprender a se comportar de determinada maneira, masculino ou feminino. Já nos condicionaram por sentimentos de classe, por valores de raça, por sentimentos de povo, por valores coletivos que não são individuais. é da cultura, é da sociedade, restando-nos saber o que é que vamos fazer com essa fatalidade, aquilo que já fizeram conosco. A cultura fez algo conosco, a educação familiar fez algo de nós. E o que que nós vamos fazer disso, né? É o salto da fatalidade para liberdade. Existe uma fratura, uma divisão psíquica como fatalidade, né? Quer dizer, nós somos seres duais. A pergunta é essa. Nós somos capazes de prazer e logo depois de desprazer? Nós somos capazes de, presta atenção agora o conceito para não confundir as coisas. Gozo é um conceito lacaniano aqui posto no sentido de sentir prazer com o sofrimento do outro. Nós somos capazes de sentir prazer com o sofrimento do outro? Claro que somos. Fomos capazes na escravidão,
zo é um conceito lacaniano aqui posto no sentido de sentir prazer com o sofrimento do outro. Nós somos capazes de sentir prazer com o sofrimento do outro? Claro que somos. Fomos capazes na escravidão, somos capazes na guerra. Somos capazes quando torturamos alguém. A espécie humana é capaz de sentir esse estranho prazer de gerar sofrimento da vida do outro. E isso tem a ver com essa característica fraturada, dividida da nossa alma. Por enquanto, prazer e desprazer são territórios extremamente complexos e nós temos divisões em consciência, consciência, né? Materialidade, espiritualidade, animalidade e transcendência espiritual. Quando é que estamos operando como como animais e quando é que transcedemos no comportamento espiritual? São fraturas. Ora estamos acordados na vigília é um estado de consciência. No outro momento estamos sonhando dimensão completamente diferente. Só nos sonhos coisas que nos deixam divididos. Não é certo e errado, luz e sombra. Às vezes estamos na sombra, outra hora estamos na luz. Por que a divisão? porque ainda não temos o nível da evolução da consciência de unidade. Então, essas divisões dos marcos, animal, hominal, amor, ódio, não é? A frase célebre de Freud, que ele dizia eu o amando a querida e odiando a querida mãe, né? Ele querendo dizer da ambiguidade de afetos que existem entre os filhos e os pais, né? O pai que chega uma hora descobre que está odiando o filho. A filha que desenvolve ciúme do pai em relação ao irmão. Irmãos que sentem ciúme entre si, amor e ódio, afetos misturados. progredimos e retrocedemos de novo dualidade. Ah, progredi, mas agora eu caí novamente e retrocedi. E o retrocesso comportamental é o processo da queda que nos leva a nos levantar, do erro que nos leva a acertar e do erro para o acerto, mas é retrocesso na nossa aprendizagem. Claro, escuro, quem se dirá completamente claro e quem se verá completamente escuro? Não me parece que ninguém use tal eh unidade indefinido. Definido. Então, são características da nossa dualidade e de
aro, escuro, quem se dirá completamente claro e quem se verá completamente escuro? Não me parece que ninguém use tal eh unidade indefinido. Definido. Então, são características da nossa dualidade e de processos que foram pré-determinados pela nossa evolução. Nós não só temos o córtex que pensa, nós temos o hipotálamo, que é uma estrutura do cérebro que nos deixa agressivos, ansiosos, que regula o sono, que regula libido, que regula a sexualidade. Se você for, se qualquer um de nós for tragado, absorvido pelas respostas hipotalâmicas, poderemos desenvolver um vício de natureza sexual, poderemos desenvolver uma dependência pelo sono, poderemos nos sentir e nos envolver em um ciclo vicioso de busca de autossatisfação, não é? O hipotálamo regula nos sonhos. Ora, em que camada do cérebro estamos operando? Em que nível de consciência estamos funcionando? Qual o papel do inconsciente na fatalidade, né? Então, Freud vai nos dizer: "Habitamos uma casa na qual somos servos e não senhores." Que casa é essa? É a casa mental. Há uma dimensão que nos afeta sem que tenhamos consciência dela. São os afetos ambíguos, são os ódios inexplicáveis, inexplicáveis, são os amores estasiantes, inebriantes, não é? É aquilo que vem de de um lugar que você próprio não explica. As palavras não são capazes de descrever o que você está sentindo ou porque você está agindo daquela maneira. Você se repete, realiza a compulsão, a repetição, desenvolve um transtorno obsessivo compulsivo e se repete em rituais que você diz: "Eu faço, mas eu não sei porque que eu faço. Eu repito esse gesto, mas eu não explico a consciência dele. Só sei que faço e não consigo sair dele. Isso vale para os vícios, para as dependências emocionais, para os comportamentos que o sujeito diz, como dizia Paulo de Tasso, evidência da fratura e do inconsciente. O mal que quero fazer, o o bem que quero fazer não faço. O mal que não quero fazer este faço. Evidência desse lado inconsciente, incontornável de uma fatalidade da nossa condição
ra e do inconsciente. O mal que quero fazer, o o bem que quero fazer não faço. O mal que não quero fazer este faço. Evidência desse lado inconsciente, incontornável de uma fatalidade da nossa condição pouco consciente, da nossa própria realidade, não é? Então, já falamos sobre esses aspectos iniciais aqui, né, do do dos aspectos biológicos. Esse é atravessamento inconsciente nas várias etapas, na puberdade, tudo isso que vocês estão vendo, né? Ser compreendido ou ser incompreendido pelos pais, não é? É, eh participar e ser aceito em grupos de jovens, que é um grande sofrimento para os adolescentes, integrar-se, construir identidade em grupos e de grupos, aver-se com os primórdios da sexualidade, dos desejos e da paixão, diferenciar-se da condição da criança, a ver-se com a competição na escola e aí vem o bullying, ah, convive entre grupos, né? Tudo isso são etapas do desenvolvimento do inconsciente, do sujeito inconsciente na puberdade. Isso tudo vai reaparecer agora no adulto jovem, avere-se comodo do trabalho, descobrir-se como sujeito de habilidades, cumprir obrigações de cidadania, lidar com ambiguidade da dependência e autonomia face aos pais, a ver-se com os próprios vícios, sem perder a estima social, praticar excesso, sem morrer na juventude. Então, os jovens vão ter um movimento de práticas, de comportamentos que vão aos extremos e vão porque os extremos lhe parece esfusiantes. Eles vão dançar muito, vão se divertir muito, às vezes vão fazer o uso do álcool de forma abusiva, às vezes vão buscar os excessos, porque aquele excesso parece um modo pelo qual eles se constituem em grupo e, acima de tudo, lhes retiram dessa condição pouco definida que é a etapa sobretudo da adolescência. repositório inconsciente nas idades avançadas, lidar com a herança e limitações corporais impostas pelo envelhecimento. Então, num desenvolvimento da pessoa madura, você tem o envelhecimento como capítulo central. Como é que eu lido com a questão do envelhecimento e das fragilidades que eles que ele traz? Como
cimento. Então, num desenvolvimento da pessoa madura, você tem o envelhecimento como capítulo central. Como é que eu lido com a questão do envelhecimento e das fragilidades que eles que ele traz? Como é que eu respondo à sociedade, o lugar que eu estou agora de velho, entre aspas, no sentido cronológico velho? E como é que a sociedade me coloca? Em que lugar ela me coloca? Como é que eu respondo a isso? Lutar contra o envelhecimento como signo de morte, se eu estou envelhecendo, aproxima-se à minha morte. aposentasse, percebesse como fonte prevalente do passado. Então vocês vejam, gente, que tudo isso são aspectos do desenvolvimento e da formação que nos sobredeterminam, que estão além da nossa liberdade e que são forças externas e internas que condicionam o nosso existir sem que tenhamos muita escolha sobre ela. Tô correndo um pouquinho, perdão por isso, para dar espaço para as perguntas. O que há de relativo na fatalidade e absoluto na liberdade? Aqui a gente vai entrando no aspecto espiritual da coisa. A fatalidade pertence à ordem do incontornável, como já vimos, do inelutável e do determinístico. A fatalidade é biológica, a fatalidade é cerebral, a fatalidade é cármica. Veremos mais adiante. Deixo para responder no final. A fatalidade é aquilo que tudo aquilo que vai nos modelando, que vai nos condicionando e que nós não conseguimos contornar. Quem consegue contornar a sexualidade consegue sublimando-a. Quantos conseguem sublimar a sexualidade? Madre Teresa de Calcutá, Chico Xavier, provavelmente eh Papa Francisco e outros indivíduos. cujo processos sublimatórios levaram a sublimar a sexualidade. Desceu para a média da psicologia social humana. A sexualidade é um desafio incontornável, porque move desejos, move aspirações, porque move a ordem do prazer em nossa existência. E como é que eu lido com ela? Como é que eu lido com essa dimensão que é fatal e que vai envolver escolhas na minha vida, não é? Olha, olha uma fatalidade de natureza espírita. Nascer, viver, morrer,
E como é que eu lido com ela? Como é que eu lido com essa dimensão que é fatal e que vai envolver escolhas na minha vida, não é? Olha, olha uma fatalidade de natureza espírita. Nascer, viver, morrer, renascer são fenômenos incontornáveis no sistema Terra. No sistema Terra você é levado a nascer, viver, morrer e renascer, progredir continuamente. Isso é um caráter incontornável da experiência da alma. A genética prédetermina doenças hereditárias, mas quem determina a genética? Veja que interessante, nós temos uma fatalidade, eh, doenças hereditárias, eh, bioquímica cerebral, aparência da pele, fenótipo, aparência do rosto, não é? Características fenotípicas e genotípicas que vêm dos pais, ser hereditário. Isso é uma determinação que implica uma outra pergunta. Se estamos, se somos determinados pela genética e não tenha dúvida, 50% do câncer genético, eh 98% do Alzheimer é genético, 98% do Paxo é genético, sobrando um pouquinho. O Paxo e a o Paxo e o Alzheimer são genéticos. Se vem dos nossos pais, isso é uma determinação biológica. Se é uma determinação biológica, como nos ligamos a eles e quem determina a própria genética. Quem é que tá por trás disso? É claro que é o espiritual. Na visão espírita. Natureza e cultura se determinam, já vimos isso. A morte corporal é a fatalidade na Terra. A forma, o contexto e o lugar e o o e o contexto, o tempo são relativos. Então, somos inelutavelmente caminhantes para a morte. Não há, por enquanto, como fugir da morte corporal. Eu falo por enquanto, porque hoje vivemos 120 anos, 117, 100, 100, 90. Na idade média vivia 50, na antiguidade 40. Pode ser que chega um momento que a gente viva 300 anos. Você não pode dizer que isso é impossível, porque o que foi impossível ontem é totalmente impossível hoje. Mas de modo geral a morte é incontornável. No entanto, o lugar que você vai desencarnar, o contexto tem a ver com escolhas. Você está numa certa idade, resolve fazer uma viagem, todas as evidências demonstrariam que você não deveria fazer a viagem.
tanto, o lugar que você vai desencarnar, o contexto tem a ver com escolhas. Você está numa certa idade, resolve fazer uma viagem, todas as evidências demonstrariam que você não deveria fazer a viagem. A morte está no horizonte de suas possibilidades. Você fez a viagem, a viagem lhe expôs a uma doença específica, você conseguiu contorná-la ou não, ou partiu. É provável que a margem temporal já tinha se consumado e dali paraa frente você desencarnaria. Mas o lugar, o contexto, a escolha. Você está no hospital, numa doença grave, você diz para os médicos: "Agora eu quero ir para casa porque eu quero morrer em casa". Nome disso éto eutanásia, não é a eutanásia. Você decidiu por doença grave receber os tratamentos paliativos em casa. Você teve participação na escolha do lugar da sua morte, mas teve que fazer a passagem. A morte corporal é uma fatalidade. Já vimos isso. Podemos antecipar ou adiar a nossa desencarnação? Sim, com certeza. Sim. Podemos antecipar e adiar. Seja pelo desejo inconsciente de morrer, antecipamos pelas práticas viciosas, antecipamos que degrada o sono, o organismo, o o corpo, seja por dependências eletrônicas, sobre trabalho ou dependência química. Tudo isso pode antecipar a morte corporal. Podemos antecipar ou adiar a nossa reencarnação? Também sim, o livro dos espíritos trata de espíritos que prestes a reencarnar existem, entram no estado de angústia e sofrimento tal e o embrião não prospera. Isso gera causa, é geração, segundo o livro dos espíritos, de causas ligadas ao aborto natural, menos frequente hoje, mais muito frequente no passado. e também relacionado a esse fator do espírito que se descomprometeu com a sua própria reencarnação e desistiu dela. Então, gente, eu vou terminar porque senão não vai dar tempo de vocês perguntarem eh o que há de absoluto na liberdade? Existir na imortalidade é uma fatalidade. Expandir o conhecimento e a consciência é uma liberdade. Evoluir espiritualmente é uma fatalidade, uma liberdade. Descobrir novas formas de amar e servir
ade? Existir na imortalidade é uma fatalidade. Expandir o conhecimento e a consciência é uma liberdade. Evoluir espiritualmente é uma fatalidade, uma liberdade. Descobrir novas formas de amar e servir à criação universal é obra da liberdade. Conhecer e explorar o mundo interior é absolutamente livre na liberdade. Despertar estados de consciência, superar condicionamentos, transceder a consciência. Tudo isso que vocês estão vendo são formas de de do que é absoluto na liberdade. Nesse domínio aí nós somos completamente livres. Superar apegos, aprender a distinguir memórias, fluir a liberdade cósmica na consciência de unidade. Tudo isso aí te coloca numa liberdade absoluta em que não tem limites, porque é o lado estritamente espiritual da experiência humana. Eu vou deixar para vocês lerem aqui, tá? A, eh, eu vou deixar vocês lendo depois eu vou passar paraa questão do Chico Xavier e a gente volta. E vocês ficaram lendo a pergunta. Quando as leis, olha que frase notável o Chico Xavier nos traz, o Emanuel traz através de Chico Xavier. Quando as leis cármicas nos procuram ao ajuste de contas, se nos encontra a serviço do próximo, determina as leis que a cobrança seja adiada indefinidamente. Ou seja, como é que queremos ser encontrados quando as leis cármicas nos procuram? Quando a fatalidade do karma, os efeitos das reações do passado chegam até nós, como nos encontraremos? trabalhando, crescendo, aprendendo, superando desafios, construindo recursos internos, nos iluminando, servindo ao próximo, praticando a caridade, escolha nós. O problema é que as leis cármicas nos encontram completamente distraídos e desprevenidos. E por que distraídos e desprevenidos? Porque dispersos e inconscientes e repetindo padrões de comportamento milenares, elas vêm e cobram e cobram o saldo da nossa dívida espiritual, cobram o nosso passado não resolvido, não equacionado, não redimido. Eu corri um pouquinho para terminar. Eu vou deixar vocês aqui com a pergunta do livro dos espíritos. a gente pode no
da espiritual, cobram o nosso passado não resolvido, não equacionado, não redimido. Eu corri um pouquinho para terminar. Eu vou deixar vocês aqui com a pergunta do livro dos espíritos. a gente pode no final lê-la, mas vamos deixar 10 minutos para vocês fazerem perguntas e a gente responder a alguma coisa. Obrigado, Denizá. Realmente estamos assim eh agradecidos por tantos conhecimentos que você nos trouxe. Nós temos uma primeira pergunta que é da nossa internauta, né, Ieda Braga. Ela nos dá boa noite, nos cumprimenta e pergunta: "Denisa, dois anos seguidos de tragédias enchentes no Rio Grande do Sul, na visão espírita, seria uma fatalidade?" Você veja que pergunta importante e complexa, né? Nós diremos que de uma maneira inconsciente caminhamos na direção do karma individual e de de uma maneira inconsciente caminhamos na direção do karma coletivo. Ou seja, se o karma, se a situação catastrófica nos acontece, que é a pior delas, ninguém vai negar que uma catástrofe ambiental do tamanho de uma enchente não seja algo devastador e absolutamente destruidor. Se a parte pior da catástrofe nos alcança e nos alcança coletivamente, nós temos uma caminhada de um grupo, de um indivíduo, de um coletivo na direção dessa situação. Agora, essa caminhada nos leva ao pior quanto mais inconsciente nós estamos. A inconsciência vale para tudo aqui, gente. Por que que há pessoas que certamente saíram de Porto Alegre no dia anterior do local onde moravam? Pessoas viajaram, pessoas se mudaram, pessoas decidiram sair sem saber porquê? Então tem alguma coisa que as levaram evitar a situação catastrófica. Só que essa situação catastrófica, ela é multifatorial, porque ela tem um aspecto ambiental, ela tem um aspecto humano, ela tem um aspecto social, mas qualquer aspecto que você se volte, você tem a inconsciência humana. Porque quanto mais nós nos elevarmos em consciência, racionalidade, atenção aos acontecimentos e previdência, menos as catástrofes nos afetarão. Todos nós sabemos que estamos vivendo uma era
a humana. Porque quanto mais nós nos elevarmos em consciência, racionalidade, atenção aos acontecimentos e previdência, menos as catástrofes nos afetarão. Todos nós sabemos que estamos vivendo uma era de crise climática. E a crise climática, o que que é? é o inconsciente. É aquela parte não cultivada no ser humano que o torna destrutivo, que o torna um predador da natureza. Portanto, inconsciência é o lugar da ignorância, da não consciência ambiental, da não consciência espiritual, da destrutividade. Destrutibilidade que leva o ser humano a destruir a natureza, gerando uma crise ambiental. O que que é isso? Inconsciência. Se nós começarmos coletivamente a desenvolver consciência ambiental, consciência emocional, consciência espiritual, consciência social, a gente vai ver que o extremo do karma, ele vai começar a nos alcançar de outro jeito. E ao invés da grande catástrofe, nós teremos a catástrofe controlada. Mas o que é que acontece em nossas vidas? Repito, todos nós, individual e coletivamente estamos dispersos espiritualmente. Isso faz com que o lado inconsciente, o que é que é inconsciente é uma cidade, não planejamento urbano. O que é inconsciente é uma cidade, não cuidado com aquilo que deveria estar ali presente para reter aquela catástrofe líquida, o que é inconsciente na existência humana, a própria imprevidência. Então, o que que nós dizemos? que os fatores todos chegam ao extremo do sofrimento, porque o nível de inconsciência nosso é imenso. É o que consiga alcançar para juntar essa grande catástrofe que aconteceu em Porto Alegre, uma catástrofe e ambiental com o aspecto da inconsciência humana ali presente. Denizar, nós temos, olha, o auditório é participativo, viu? Temos sete questões aqui e nós acho que temos um pouquinho mais o tempo adiantado. E eu vou partir rapidamente para essas perguntas. A fatalidade é diferente do fatalismo? O fatalismo, como todos os ismos, é uma certa doutrina da fatalidade. É aqueles que acreditam que tudo está prédeterminado num fatalismo. É uma
essas perguntas. A fatalidade é diferente do fatalismo? O fatalismo, como todos os ismos, é uma certa doutrina da fatalidade. É aqueles que acreditam que tudo está prédeterminado num fatalismo. É uma doutrina, é um conceito que diz assim, ó. O fatalismo é isso mesmo. Eh, não tem como driblá-lo ou torná-lo dinâmico. A fatalidade é o conceito filosófico que nos diz: "Há algo de incontornável, há uma dimensão de incontornável, há uma dimensão de imprevisível, mas é uma só dimensão, não é toda a coisa". Por isso que a fatalidade tem que ser vista em dialética com a liberdade. Por isso que o determinismo tem que ser visto em dialética com a liberdade. Então, não há só fatalismo, é doutrina. Fatalismo é o dogma da fatalidade. É você acreditar que tudo tá prédeterminado, tudo tá escrito e nada pode ser mudado. Se é fatalismo. Fatalidade é o episódio que não se conseguiu prever e que aos olhos humanos são vistos como da ordem do incontornável. tem uma incontorabilidade na dimensão, mas tem outros aspectos. Obrigado, Denis. Dado o conceito de fatalidade/ liberdade, como o espiritismo vê os jogos adivinhatórios, busos, tarô, ciganas que fazem leituras de mãos. Bom, quaisquer desses atores, eh, umbandistas, candoblecistas, eh, pessoas que leem as mãos, que leem cartas, muitos deles podem ser médiuns, dispuserem de capacidades telepáticas, são telepatas e podem ter capacidades précognitivas. As cartas apenas fazem eles materializarem a percepção que eles são capazes de ter de algum tipo de futuro. Quero dizer que nesse universo da mediunidade há muita coisa que não é autêntica. E não é autêntica porque tô falando desde aquela corrente. A mediunidade é um fenômeno muito mais raro do que a gente imagina. Há muita fraude, há muita incompostura e há muita gente que se coloca nesse lugar sem selo. Mas os médiuns autênticos podem fazer uma quebra da barreira temporal e enxergar alguma coisa que tá mais adiante. Eles são muito raros, muito raros. E a capacidade précognitiva é mais rara
sem selo. Mas os médiuns autênticos podem fazer uma quebra da barreira temporal e enxergar alguma coisa que tá mais adiante. Eles são muito raros, muito raros. E a capacidade précognitiva é mais rara ainda, porque é uma uma uma capacidade de ir além do cérebro, transcender o tempo e enxergar fatos vindouros. Ou que o espírito possa dizê-lo, que espírito disse, que autorização ele teve, que futuro é esse. Qualquer futuro é uma linha do tempo. Os senhores estão aqui porque escolheram vir paraa comunhão espírita. Isso é uma linha do tempo. Isso os levarão a enfrentar L2 sul logo adiante ao saírem ou aqui atrás. Isso é linha do tempo. Depois vocês tomarão do passe. Isso é linha do tempo. Todos os senhores poderiam ter feito uma outra linha do tempo. Irem jantar. Nosso irmão poderia não ter vindo. Ele não estaria aqui. Eu poderia ter tido um episódio, não estaria aqui. Seria a outra linha do tempo da minha existência. A linha do tempo é o resultado de escolhas e possibilidades e contextos que vão nos levando mais ou menos conscientes nesta ou naquela direção. Obrigado. Diante de uma fatalidade genética, a visão espírita condena o suicídio barra eutanásia? O suicídio está no livro dos espíritos. É considerado lá um grave atentado às leis divinas, um grave atentado à vida. Em última análise, um crime contra a vida, o suicídio. A eutanásia é uma forma de suicídio. Isso a princípio, não é não é definitivamente determinado geneticamente. O que talvez a pessoa que perguntou, relacionou foi a o sujeito com uma doença extremamente grave. Essa doença veio na sua carga genética. E como já dissemos, a carga genética, a hereditariedade tem a ver com uma outra coisa chamada corpo espiritual. Dois gêmeos univitelinos, um pode desenvolver uma doença genética e o outro não. Dois irmãos de uma mesma família, um pode ter o câncer e já está lá o marcador biológico e o outro não. E uma pessoa pode ter o câncer e não ter apenas o aspecto biológico. 50% é do 50% do câncer é genético, 50% é
e uma mesma família, um pode ter o câncer e já está lá o marcador biológico e o outro não. E uma pessoa pode ter o câncer e não ter apenas o aspecto biológico. 50% é do 50% do câncer é genético, 50% é comportamento emocional, é estilo de vida, é alimentação, é atividade física, é uma série de características comportamentais, não é genético. Portanto, genética é responsável por uma parte. Agora, o suicídio e a eutanásia definitivamente nada tem a ver com genético. Boa noite, nos diz o irmão ou irmã. Um avião recentemente caiu na Índia, mais de 200 mortes, inclusive em terra. Isto é fatalidade? Como poderia ter sido evitado? Bom, realmente o espiritismo admite que muitas vezes nós nos reunimos para viver uma experiência. Pessoas se reúnem e tomam um avião. E algumas delas fazem assim, ó: "Eu não posso perder esse avião." Manda o motorista de táxi correr. O motorista de táxi corre e ela pega o avião e ela desencarna num acidente coletivo. Por que que ela fez dela dizer tão claramente: "Eu não posso perder esse avião". Ela não estaria dizendo: "Esse é o meu destino futuro e eu não posso deixar de desencarnar nesse avião". Porque depois que você controla todos os fatores, aviação aérea, transporte aéreo, tecnologia, responsabilidade do piloto, ninguém fez nada errada, todo mundo Ninguém fez nada errado, todo mundo fez tudo certo. O o avião está revisado e as pessoas desencarnaram numa fatalidade. É a característica da fatalidade. Alguns conseguirão se livrar disso, de desencarnar dessa maneira e outros se entregarão completamente a essa possibilidade. E isso tudo tem a ver com consciência espiritual, com mérito, com percepção da realidade e e outros fatores. Tem a ver com uma margem de escolha, como disse, uma margem de escolha mais ou menos consciente. Agora o espírito pode se impedir para desencarnar, seja no edifício Joelma, que pegou fogo e se transformou em inúmeras mensagens psicográficas através de Chico Xavier, dizendo que aquelas pessoas tiveram sido boa parte delas inquisidores que se
rnar, seja no edifício Joelma, que pegou fogo e se transformou em inúmeras mensagens psicográficas através de Chico Xavier, dizendo que aquelas pessoas tiveram sido boa parte delas inquisidores que se comprometeram com a inquisição que queimava pessoas vivas e as levaram à aquela situação. Pegamos um ônibus ou não, pegamos um avião ou não, viemos à comunhão espírita e fizemos uma boa escolha. Eu tenho certeza disso, muito menos pela palestra e mais pelo passe. Mas isso nos deu um tipo de karma. Não escolhemos a alcolemia, pelo menos por enquanto, provavelmente escolheremos. Não escolhemos a tóxicodependência, nem escolhemos pegar um carro e correr a 120 km/h numa via urbana. Fizemos escolha. Essa escolha tem consequências. cria uma linha temporal e suas consequências. Uma irmã pergunta: "Com todo respeito, fiquei em dúvida quando você falou que nossas escolhas podem antecipar ou retardar a nossa desencarnação. Já ouvi nessa mesma sala que ninguém parte antes do tempo programado. Quando abre aspas, quando encarnamos, nos despedimos, dizendo: "Até determinado dia e que estarei de volta". palavras de uma palestrante. Olha, eh, é muito simples de entender. Se você começar a usar álcool agora e daqui a 20 anos você começar a desenvolver uma cirrose hepática, o seu médico vai lhe dizer a porcentagem que isso vai se transformar numa doença que vai provocar a sua desencarnação. Ninguém determinou que você passasse 20 anos usando o álcool e sendo alertado que não deveria. Ninguém determinou externamente que você começasse a usar uma alimentação inadequada, começasse a desenvolver uma obesidade patológica, todos lhe alertassem que a obesidade afetaria a pressão material e que você poderia ter um colapso da função cardíaca por pressão arterial alta. Ou seja, nós fazemos escolhas e essas escolhas que descuidam do corpo, que criam um estilo de vida sem sono, que nos leva um sobretrabalho exagerado e que nos tornosos e acelerados sem que tivéssemos e como se não tivéssemos nenhuma outra opção, vai destruir a
do corpo, que criam um estilo de vida sem sono, que nos leva um sobretrabalho exagerado e que nos tornosos e acelerados sem que tivéssemos e como se não tivéssemos nenhuma outra opção, vai destruir a nossa saúde. E a autodestruição da saúde é a coisa mais evidente nos dias atuais. Nós nos matamos de todas as maneiras, inclusive por desejo inconsciente de morrer. Então eu quero dizer que nós podemos sim antecipar a nossa desencarnação e cada um que se cuide. E se cuide para dormir, porque dormir é vital para existir no corpo. Cuide da sua alimentação, cuide da sua atividade física, cuide da sua espiritualidade. Procure se tornar uma pessoa mais resiliente, porque resiliência evita o desenvolvimento do câncer. Pessoas ruminantes e rancorosas, todo oncologista sabe disso. Se ela já tem o gem, a predisposição genética, ela desenvolve o câncer porque é rancoroso e ruminante. Isso vai antecipar o desenvolvimento do câncer, a desencarnação dela. Então, quero dizer que na minha opinião e até onde eu estudei a doutrina, qualquer pessoa pode sim, do suicídio direto e explícito ao suicídio indireto, antecipara dos sua desencarnação. E o ocidente moderno é uma fábrica de ansiosos e pessoas que se matam todos os dias, porque nós sabemos viver e existir um mundo com espiritualidade, com equilíbrio. e sem e com falta de equilíbrio, a desencarnação tá ali na esquina nos aguardando. O que pode acontecer é que nós podemos ter um determinado saldo de méritos e a providência divina ir contornando isso até onde der, mas pode ter certeza que as nossas escolhas participam do nosso processo existencial o tempo todo. Mais duas perguntas. Podemos ir para terminar. Proid diz que não somos senhores dentro de nossa própria casa. Não controlamos e entendemos o que sentimos. Eu acho que foi isso que tá. Não controlamos e entendemos o que sentimos. O desejo impera. Qual a visão do espiritismo sobre tomada de consciência? Aquilo que nos é inconsciente existe para que se torne consciente. Aquilo no
tá. Não controlamos e entendemos o que sentimos. O desejo impera. Qual a visão do espiritismo sobre tomada de consciência? Aquilo que nos é inconsciente existe para que se torne consciente. Aquilo no que nos é condicionamento existe para que nos libertemos dele. Tomada de consciência na terapia, tomada de consciência pelo autoconhecimento, descobrirmo-nos para descobrir o que nos afeta, nos condiciona da influência espiritual ao inconsciente e à nossas memórias traumáticas. O trauma volta na forma de sintoma e ele é inconsciente. Enquanto você não toma consciência, não elabora, não se trata, não se cuida, não se terapeutiza, o trauma volta na forma de comportamentos, de reações fóbicas, de medos inexplicáveis, de ansiedades terríveis e de sofrimento desescritivo. Isso aconteceu, começou na infância. Você não sabe que um dia na infância você foi abusado ou abusada? Você não se recorda claramente que o seu pai ou sua mãe lhe deixou noites inteiras chorando sem que lhes atendesse? Você não lembra o dia que o seu professor lhe gritou e foi violento consigo e você guardou isso como um sofrimento traumático? Precisa recobrar, relembrar, elaborar e tratar. É possível submeter as manifestações mediúnicas ao método científico? Em caso afirmativo, quais são as experiências relatadas? Olha, eu vou responder brevemente, até porque o nosso tempo já tá bastante estourado também. Esse não é o tema de hoje, né? Mas o próprio Kardec, né, procurou usar uma racionalidade cartesiana, uma observação sistemática dos fenômenos e o controle experimental da relação de causa e efeito. A mediunidade já foi estudada cientificamente por William Cruz, por César Lombroso, por Alexandro Axacov, por Enécio Bzano e outros, mas esse não é o tema de hoje, mas é possível estudar na mediunidade cientificamente. Eu agradeço a atenção de vocês. Deixo vocês aí com uma pergunta e resposta do livro dos espíritos para que vocês leiam tranquilamente. E dizemos que toda fatalidade tem margem de liberdade. E a única grande fatalidade do nosso
ocês. Deixo vocês aí com uma pergunta e resposta do livro dos espíritos para que vocês leiam tranquilamente. E dizemos que toda fatalidade tem margem de liberdade. E a única grande fatalidade do nosso destino é nos transformarmos, evoluirmos, nos iluminarmos e progredirmos. Só depende de nós, só depende das nossas escolhas, da nossa perseverança, da nossa coragem, da nossa determinação. OK? Obrigado pela atenção de vocês, um grande abraço e um bom final de semana para todos. Realmente foi um pingaluz de um de muito conhecimento que nos trouxe assim, acrescentou muito para cada um de nós, tenho certeza disso, e aqueles que estão nos assistindo e embuídos desse sentimento de gratidão pelo conhecimento, de gratidão por de uma palestra tão carinhosamente preparada para cada um de nós, onde nos trouxe esses conhecimentos que certamente ele vem estudando há muitos e muitos anos. E é dentro desse espírito que nós elevamos o nosso pensamento ao Pai Criador e agradecemos por essa oportunidade de estarmos aqui nessa sexta-feira. feriado ponto facultativo reunidos para ouvir um um tema de cunho científico dentro da nossa doutrina espírita. Que Deus nos abençoe a todos e que cada um, ao sair deste recinto, possa levar para suas residências, para seus lares, essa energia que circula nesse ambiente, essa essa energia de paz, de amor, de harmonia, de equilíbrio, de fraternidade, sabendo de uma fatalidade. Todos nós somos filhos do mesmo Deus, irmãos em Cristo. E todos nós estamos destinados à perfeição. Que o Pai amado possa nos abençoar a todos. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,
icos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra
inais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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