FALAR DE JESUS É BREGA? - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 09/05/2025 (há 11 meses) 48:41 590 visualizações

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Transcrição

Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. doando amor. Bom dia a todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham na internet, seja agora ao vivo ou posteriormente de forma gravada, né? Que a paz de Jesus possa estar conosco. Hoje nós estamos com a nossa irmã Bárbara Brito, trazendo o tema que é uma pergunta, né? Falar de Jesus é brega. Eu tava até brincando aqui com ela antes de começar a palestra, né, que o o termo tem que precisa ser atualizado, né? Até a pergunta tá brega. Quem aqui já ouviu a nunca ouviu falar a expressão cringe? Todo mundo já ouviu falar a expressão cringe? O cringe nunca ouvi falar, né, de cringe, né? Então, quem tem filho, criança, adolescente, é que começa a ver esses termos novos, né? Então, o cringe é um novo brega. Então, quando alguém quer falar que alguém tá brega, vixe, você tá muito brega, né? Agora não, agora você tá muito cringe. Aí eu falei assim: "Vixe, essa pergunta aqui já tá já tá já tá ultrapassada a porci só, né?" Mas brincadeiras à parte, vamos aqui fazer uma leitura da do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médico Francisco Cândido Xavier. Capítulo 14. Enquanto busque agir para o bem enquanto você dispõe de tempo. É perigoso guardar uma cabeça cheia de sonhos com as mãos desocupadas. Acenda sua lâmpada enquanto há claridade em torno de seus passos. Viajor algum fugirá às surpresas da noite. Ajude o próximo enquanto as possibilidades permanecem de seu lado. Chegará um momento em que você não prescindirá do auxílio dele. Utilize o corpo físico para recolher as bênçãos da vida mais alta, enquanto suas peças se ajustam harmoniosamente. O vaso que reteve essências sublimes ainda espalha perfume depois de abandonado. Dê suas lições sensatamente na escola da vida enquanto o livro das

lta, enquanto suas peças se ajustam harmoniosamente. O vaso que reteve essências sublimes ainda espalha perfume depois de abandonado. Dê suas lições sensatamente na escola da vida enquanto o livro das provas repousa em suas mãos. Aprender é uma bênção e há milhares de irmãos não longe de você aguardando uma bolsa de estudos na reencarnação. Acerte suas contas com o vizinho enquanto a hora é favorável. Amanhã todos os quadros podem surgir transformados. Ninguém deve ser o profeta da morte e nem imitar a coruja agorenta. Mas enquanto você guardar a oportunidade de amealhar recursos superiores para a vida espiritual, aumente os seus valores próprios e organize os tesouros da alma, convicto de que sua viagem para o outro gênero da existência é inevitável. André Luiz, portanto, né, eh nos convidando a aproveitar nossa atual encarnação, nossa, as oportunidades que se apresentam, né, enquanto estamos aqui ainda, né, então todo momento é uma oportunidade e estamos aqui, né, nessa oportunidade juntos, né, para refletirmos, né, sobre Jesus, sobre a doutrina dos espíritos. E nesse objetivo, nesse pensamento, vamos agradecer a Deus, nosso pai por mais esta sexta-feira que se apresenta diante de nós. Agradecer a espiritualidade que prepara esse ambiente, que nos conduz até aqui neste momento para refletirmos sobre esses ensinamentos, esses pensamentos. Pedimos humildemente que nos ampare neste momento, tanto que estão aqui presencialmente quanto que estão de forma virtual. Ampare também nossa irmã Bárbara para que ela possa ser intuída em sua palavra, em seus pensamentos, para trazer palavras de conforto, de reflexão, palavras que vão nos ajudar no nosso dia a dia a sermos a cada momento, a cada dia melhores do que o passado. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia a todos. Eh, então vamos refletir aqui, né? Se falar de Jesus é brega ou é cringe. Eh, a proposta da reflexão é porque nós pegamos os ensinamentos de Jesus lá atrás, né, e transformamos os ensinamentos de Jesus em regras, né?

refletir aqui, né? Se falar de Jesus é brega ou é cringe. Eh, a proposta da reflexão é porque nós pegamos os ensinamentos de Jesus lá atrás, né, e transformamos os ensinamentos de Jesus em regras, né? Embora Jesus tenha vindo nos libertar das regras, ele veio nos inserir, na verdade, num processo de reforma íntima, nos devolvendo o direito de vivenciarmos a própria existência, sendo quem somos e aprendendo com as consequências, né? Então, quando Jesus, por exemplo, foi convidando alguns irmãos para segui-lo, né, que acabaram então sendo os apóstolos de Jesus, ele não dizia que eles tinham que deixar de ser quem eles eram. Ele aceitava eles como eram, mas ensinava eles sobre outras formas de lidar com a vida para que eles encontrassem a libertação da dor e a felicidade, o bem-estar que almejavam através das de práticas do amor. Então ele não encarterou eles, né? Ele não julgou nem penalizou eles por eles serem falhos. Ele aceitando todas as ignorâncias desses irmãos, seguiu com a caminhada deles ensinando sobre como lidar com a vida na própria salvação. É um processo de autocura, né? Então, por exemplo, Jesus nos ensinou a perdoar, mas como que ele nos ensina a perdoar, né? Por que que ele nos ensina a perdoar? Porque nós estamos sofrendo com o rancor. Nós estamos sofrendo com a mágua. Então, quando ele nos ensina sobre o perdão, ele está nos ensinando que existe uma forma mais leve de vivenciarmos as nossas experiências sem carregarmos as mágoas, porque isso é sobre nós, né? Então ele, ah, ele nos ensinou a sobre a benevolência, né, em fazer o bem. Porque ao fazer o bem pelo bem, a gente vivencia o objetivo da nossa existência. Então, a gente já se alimenta daquilo que nos dá vitalidade, porque fomos criados para amar. Mas Jesus não nos trouxe um manual dizendo assim: "Se você quer ser um bom pai, você tem que ser isso, isso, isso. Se você quer ser um bom filho, isso, isso. Se você quer ser uma boa mulher, um bom homem, um bom professor, você tem que ser. Por que que Jesus não trouxe

m bom pai, você tem que ser isso, isso, isso. Se você quer ser um bom filho, isso, isso. Se você quer ser uma boa mulher, um bom homem, um bom professor, você tem que ser. Por que que Jesus não trouxe isso? Por que que ele não trouxe então logo o manual com as regras? Porque o processo de aperfeiçoamento é uma conquista íntima, individual, né? Eu preciso primeiro compreender a vida. Então, eu tenho que sentir os meus sentimentos, eu tenho que entender meus desejos, os meus pensamentos e buscar refletir sobre buscar eh condutas que vão amenizar meus pesos e as minhas dores. Então, Jesus vem e diz: "Olha, é que atire a primeira pedra quem nunca cometeu pecado". Né? Por quê? Porque dominando a a criação divina, Jesus sabe que nós somos criados na simplicidade, na ignorância e vamos conquistando o conhecimento, né? Então, é claro que a gente vai se equivocar. Aí ele naturaliza, ele fala: "Atirei a primeira pedra que nunca cometeu o pecado". Quer dizer, é da natureza de vocês que ainda estão se aperfeiçoando cometer equívocos. Aí ele vira e fala: "Se você se arrependeu, vai, não faz mais". É simples assim. Por quê? Porque se você se arrependeu, significa que você aprendeu alguma coisa com o que você fez. Então, se você aprendeu, agora vai lá e põe em prática. Então, Jesus trouxe muita leveza, na verdade, pra gente, nos devolvendo o direito de viver as nossas verdades e de aprender com as nossas verdades. Então, ele não exigiu, por exemplo, entre os apóstolos que eles tivessem comportamentos iguais. Pelo contrário, ele respeitou a característica individual de cada um, a personalidade de cada um. E ele foi ajudando cada um a encontrar a forma, o caminho, o lugar onde eles se sentiam mais motivados a servir, a pôr em prática o que eles estavam desenvolvendo, sem deixar de ser a verdade deles. Então Jesus sempre esteve ali aberto para ouvir as dúvidas que eles tinham, os sentimentos, as interpretações. Ele não enjaulou. Mas nós, né, nós fizemos isso porque a gente quer manter o

rdade deles. Então Jesus sempre esteve ali aberto para ouvir as dúvidas que eles tinham, os sentimentos, as interpretações. Ele não enjaulou. Mas nós, né, nós fizemos isso porque a gente quer manter o poder sobre o todo, né, sobre a sociedade. Então, a gente pega os ensinamentos de Jesus, transforma em regras e diz: "Se se você agir assim, você é o bem. Se você agir diferente, você é o mal". Nós criamos uma guerra entre a força do bem e do mal, que nem sequer existem. Não existe a força do bem e a força do mal. O bem é um conceito que a gente dá a qualquer ação que vai em coerência com o amor, com a benevolência, com a caridade. E o mal é um conceito que se dá a qualquer ação que fere isso, que cria desequilíbrios, né? Que cria desarmonias. Então, tanto o bem quanto mal fazem parte da nossa natureza imperfeita. Ora eu tô agindo e eh construindo uma harmonia. Ora eu tô agindo, construindo uma desarmonia. E onde eu estou construindo a desarmonia é onde está meu equívoco. Então Jesus recebeu os apóstolos, conviveu com os apóstolos, respeitando quem eles eram, respeitando as desharmonias que eles causavam e direcionando como aprender com aquilo para se transformar. Então Jesus veio e nos chamou paraa reforma íntima. Só que para que eu me reforme, né, quando Jesus nos chama pro aperfeiçoamento, ele fala: "Para de pegar o o olhar e julgar o outro e volta para si para analisar a sua vida, os efeitos, se compensa você levar a vida como você tá levando, se o que você tá fazendo tá te trazendo a leveza que você tá buscando, a felicidade que você tá buscando." Então Jesus foi tão, tão respeitoso com a lei de Deus, que nos dá o direito de ser quem somos e de vivenciarmos a nossa idade moral. Se se Deus me fez simples e ignorante e eu tenho que conquistar o aperfeiçoamento, eu tenho o direito de ser ignorante, né? Eu tenho direito de saber o que eu já sei, de não saber o que eu não sei. Então Jesus veio e nos ensinou a respeitar. Mas a gente foi transformou em regras porque a gente

direito de ser ignorante, né? Eu tenho direito de saber o que eu já sei, de não saber o que eu não sei. Então Jesus veio e nos ensinou a respeitar. Mas a gente foi transformou em regras porque a gente queria poder julgar, né? A gente queria poder separar, falar: "Você tá errado e você tá certo" para que a gente pudesse manter o poder sobre a sociedade, né? Como é que eu coloco a sociedade sobre o meu poder causando medo, né? ameaçando, ó, se você fizer errado, você vai ser punido. Mas isso foi a gente que fez, não foi Jesus. E então a gente já começou a construir uma distância muito grande, né, dos ensinamentos de Jesus paraa nossa natureza. Porque se para eu ser o bem eu tenho que ser perfeito, né? É uma coisa tão distante de mim e impossível hoje eu ser perfeito, porque eu ainda sou um espírito imperfeito, eu preciso conquistar essa evolução, esse crescimento. Então eu começo a criar uma distância eh me achando incapaz, né? Então assim, se eu traio pessoas, eu sou mal. Eu não sou digno de falar de Jesus. Eu não sou digno de aprender o que Jesus ensina. Se eu uso drogas, eu sou mal. Se eu pulo o carnaval, eu sou mal. Se eu sinto raiva, eu sou mal. Se eu faço diferente do que as pessoas querem e eu causo dor, eu causo eh frustrações, eu sou mal. Então, a gente colocou o conceito de Jesus num altar, né, que é é uma coisa assim para para você dizer que você é de Jesus, você tem que eh encapsular a sua personalidade num padrão de comportamento. Você não pode sentir raiva, você não pode sentir tristeza, você não pode trair, você não pode errar. E aí, como a gente quer se libertar da dor? Alguns de nós decidiram então eh levantar a bandeira de Jesus. Não, eu sou de Jesus. Mas o que significa? Eu sou Jesus. Eu me entreguei a Jesus. Mas o que significa você ter essa entrega para Jesus? Ah, agora, agora é diferente. Agora eu me entreguei a Jesus. Agora eu não traio, agora eu não sinto, agora eu não faço. Então eu me encapsulo num padrão de comportamento, abandonando a minha

ra Jesus? Ah, agora, agora é diferente. Agora eu me entreguei a Jesus. Agora eu não traio, agora eu não sinto, agora eu não faço. Então eu me encapsulo num padrão de comportamento, abandonando a minha própria existência. Eu tiro de mim o direito de ser quem eu sou. Eu sufoco os meus desejos. Eu sufoco os meus sentimentos porque eu me entreguei a Jesus. Eu crio um personagem que que tá muito fora da vida no mundo, porque viver no mundo é experimentar e aprender com os efeitos. Ou seja, se eu for me permitir ser quem sou no mundo, eu vou sentir raiva, eu vou sentir tristeza, eu vou tomar decisões equivocadas, eu vou frustrar o outro, eu vou me pôr em prejuízo. Ah, não, mas agora eu encontrei Jesus. Então, a gente criou um personagem. Eu encontrei Jesus. Agora eu tenho um comportamento padrão. Eu sou crente em Jesus. Eu sou cristão. Eu não tenho mais o direito de sentir o que eu sinto. Eu não tenho mais o direito de ter os desejos que eu tenho. Eu me obriguei a ter um comportamento para que a sociedade me julgue como bom. Foi assim que a gente foi construindo o distanciamento de Jesus. Ah, então para você ser crente, para você ser cristão, você precisa eh negar a vida no mundo, porque o mundo é o pecado, o que é um absurdo, porque quem fez o mundo foi Deus, que é soberano, é justo e é bom. Quem decidiu nos enviar na encarnação ao mundo foi Deus. Então, como eu vou negar um sistema que ele mesmo criou? Quer dizer, se Deus criou o mundo e me envia para o mundo, do mundo eu preciso. Mas aí eu me sufoco, me tiro o direito de viver no mundo, porque eu crio um personagem que agora eu preciso ser um cristão. Então, eu não faço isso, eu não faço isso, eu não faço isso, eu nego tudo, eu julgo tudo. Ó, o outro faz isso, pecador. E foi assim que a gente começou a colocar o conceito de Jesus em algo que nega o mundo. Portanto, que você quer estar no mundo, você tem que negar a Jesus. Então, como assim nós estamos numa festa e vamos falar de Jesus se a festa não é cristã? Não é uma festa cristã. tá tendo

a o mundo. Portanto, que você quer estar no mundo, você tem que negar a Jesus. Então, como assim nós estamos numa festa e vamos falar de Jesus se a festa não é cristã? Não é uma festa cristã. tá tendo um show, um artista que tá na moda falar de Jesus. Não, nós estamos aqui nos reunindo para usufruir de da química, né, da droga, para vivenciarmos experiências. A gente não pode falar de Jesus. Como assim? Jesus disse que bastasse que tivesse dois pensando nele que ele estaria presente. Jesus nos ensinou que Deus está presente em todo o universo, que Deus está em nós. Então, independente de onde eu estou e do que eu estou fazendo, Deus está comigo, né? Por que há muitas moradas na casa do pai? Porque tem lugar para todo mundo. Seja lá o que você quiser fazer, tem lugar para você fazer e Deus está lá também. Por que que você está fazendo isso? Ah, porque eu sinto o desejo. Então vai e vive a experiência e aprende com a experiência, porque toda a experiência no mundo nos ensina alguma coisa. Então vai, faz o que você quer fazer. Por isso Deus te deu o livre arbítrio para que você escolha a sua trajetória de conquista da perfeição, para que você escolha a trajetória de aprendizado. Você quer ir por esse caminho? Vai. Percebem? Jesus apoiou todas as escolhas que fizeram. Quem quis seguir, quem não quis seguir. E por que que ele apoiou? porque ele respeita o livre arbítrio e porque ele sabe que no final todos nós iremos aprender e progredir. Então, por que que é importante a gente começar a a repensar nesse distanciamento, né, de Jesus? Porque mesmo que eu esteja cometendo eh desequilíbrios e desarmonias, eu estou aqui vivenciando o meu processo educativo, o meu processo evolutivo. Portanto, eu eu tenho que continuar com Jesus, porque eu quero aprender diante do que eu estou vivendo. Eu estou botando as minhas virtudes já conquistadas em prática. Ora eu tô colocando os meus equívocos. Então quando eu estou no mundo fazendo seja lá o que for, não tem problema nenhum eu buscar

endo. Eu estou botando as minhas virtudes já conquistadas em prática. Ora eu tô colocando os meus equívocos. Então quando eu estou no mundo fazendo seja lá o que for, não tem problema nenhum eu buscar Jesus. Pelo contrário, mestre, me ensina. Me ensina porque eu gosto de fazer isso. Me ensina porque eu repito isso, mesmo tendo consequências ruins para mim. Foi isso que Jesus nos ensinou, a buscarmos em Deus as respostas sobre o que somos. Mas eu só vou me reformar se eu me conhecer. E eu só vou me conhecer se eu me permitir ser quem eu sou. O que não significa que eu não deva ter o bom senso, né, da do que tá acontecendo ao redor. Eu preciso entender meus sentimentos. Hum. Eu tô sentindo raiva. Eu preciso saber que eu estou sentindo raiva para que eu busque numa prece ao alto. Por que que eu estou sentindo raiva agora? Não é porque eu estou sentindo raiva que eu que eu posso, ah, eu sou assim, então eu vou destruir o mundo com a minha raiva, porque eu sou assim, não. Aí eu vou começando a aprender os efeitos. Mas se eu destruir o mundo, o efeito é um desequilíbrio tão grande que eu não quero lhe dar. Então, eu tô com raiva, mas eu não vou destruir o mundo. E por que que hoje eu consigo raciocinar assim? Porque um dia lá atrás, quando eu ainda era mais primitivo, eu destruí o mundo. Quando a gente era primitivo, a gente eh matava, na maior facilidade, né, para comer ou para sobreviver. A gente defendia as nossas tribos e e não se importava com as outras tribos, né? Hoje não. Hoje a gente já defende leis que incluem a todos, né? Então, olha o progresso. Mas hoje a gente faz isso porque a gente tomou decisões equivocadas lá atrás, viveu o efeito e o efeito nos ensinou. Então, a gente precisa ressignificar esse o sentido de Jesus nas nossas vidas, que não significa regra, não significa enjaular, eh encapsular, eh vestir um personagem, um padrão comportamental, significa ter o irmão mais velho ao nosso lado durante a nossa trajetória. Eu não preciso me distanciar de quem sabe mais, né? Eu não

eh encapsular, eh vestir um personagem, um padrão comportamental, significa ter o irmão mais velho ao nosso lado durante a nossa trajetória. Eu não preciso me distanciar de quem sabe mais, né? Eu não preciso me distanciar de quem me ensina, de quem me inspira, porque eu estou fazendo coisas que eu acho que não são legais. Pelo contrário, eu sou quem mais preciso desses ao meu redor, porque eu preciso de ajuda. Então, não tem sentido eu distanciar Jesus. Aí que que acontece? Nós estamos vivendo a nossa vida no mundo, mas a gente quer paz, a gente quer tranquilidade, a gente quer resolver nossos problemas, a gente quer conquistar os nossos desejos. Aí a gente reza, né? A gente pede para Deus, a gente pede para Jesus, mas a gente está construindo isso, né? né? Quer dizer, eu estou no dia a dia vivendo sem buscar os ensinamentos de Jesus, sem refletir sobre os ensinamentos dele, sem tentar me entender e trabalhar um comportamento mais adequado. É assim que eu tô vivendo o meu dia a dia. Ah, mas surgiu um projeto e eu quero muito que ele aconteça. Aí eu vou e rezo. Um grande equívoco também, porque eu entendi errado os ensinamentos de Jesus. Eu entendi que eh ele é um instrumento para que eu usufrua, né? É uma relação de barganha. Jesus, eu vou te procurar quando eu quiser algo. Mas não foi isso também que ele veio nos ensinar. como se ele fosse um objeto de satisfação que tá lá na prateleira, a gente nunca usa, mas quando a gente quer alguma coisa, a gente vai lá e usa. Jesus vem nos ensinar a viver com a gente mesmo, a fazer escolhas que nos beneficiam em paz, em harmonia, em consciência tranquila, em crescimento, em desenvolvimento de inteligência, em aprendizado. Então eu preciso ter essa relação com Jesus contínua, porque o foco é o aprendizado. Então, mestre, me ensina, me inspira, me ajuda. E nós podemos estar num show, numa pizzaria, no shopping, no ônibus. E e ao compartilharmos nossa vida, o que está acontecendo, contarmos as nossas histórias, por que não trazer Jesus como

, me ajuda. E nós podemos estar num show, numa pizzaria, no shopping, no ônibus. E e ao compartilharmos nossa vida, o que está acontecendo, contarmos as nossas histórias, por que não trazer Jesus como inspiração? Só que aí quando alguém traz Jesus, ah, gente, mas a gente tem que pensar, vamos lá, a gente tá na pizzaria, todo mundo batendo papo, trazendo as histórias, aí vem alguém e fala assim: "Mas a gente tem que pensar no ensinamento de Jesus". Ah, que brega. Por quê? Porque estar no mundo pode trazer, né, o conceito, porque o conceito mejaula, me encapsula, o conceito me julga. Quando você traz Jesus paraa mesa, você está já começando a me criar um sentimento de estar sendo julgado. Hum. Lá vem a força do bem e do mal, o que é certo, o que tá errado, o pecador e o caridoso. E não. Hum, hum. Não, a gente precisa trazer Jesus pra mesa, porque ele veio nos ensinar a refletir. Ele veio trazer respostas, trazer o sentido da vida, nos inspirar na busca por melhorarmos. Então, não tem problema nenhum nós estarmos no meio de um churrasco com a família e todo mundo é conversando, trocando as ideias e a gente trazer. Pois é, Jesus quando veio, fez isso, isso e aquilo. Quer dizer, é falar de um irmão, assim como a gente fala, ah, lembra que o nosso pai nos ensinou, que o nosso o nosso irmão, poxa, aquele vizinho me inspirou tanto, Jesus, o único, o único irmão crescido, aperfeiçoado, que veio à terra nos inspirar através de exemplo. Como não falar dele? Isso não tem a ver com negar a vida no mundo. Nós é que estamos negando a Jesus e alimentando essa guerra entre o bem e o mal e essas forças. O que tá certo e errado, o pecador e o bom. Então você é pecador. Nós é que estamos construindo isso. Nós estamos distanciando os ensinamentos da gente. Ah, para eu falar de Jesus, eu tenho que estar na comunhão espírita, eu tenho que estar na igreja, eu tenho que estar no evangelho, no lar. E só essa é a minha relação com Jesus. É uma relação de quem usufrui. Eu busco a ele num momento que eu que convém. Eu

espírita, eu tenho que estar na igreja, eu tenho que estar no evangelho, no lar. E só essa é a minha relação com Jesus. É uma relação de quem usufrui. Eu busco a ele num momento que eu que convém. Eu não consigo conviver com ele no meu pensamento. Eu não consigo trocar sobre ele. Então, o brega eh é brega porque ele enjaula, né? Ele nos tira o direito de viver a verdade. Então assim, não traz isso não. Não tem nada a ver momento. Nós estamos vivendo as verdades. Aí você traz Jesus. Quer dizer, é uma carga tão grande, né? Jesus, regra, julgamento, castigo. Não, não traz isso para cá não. Senão a gente para de viver. tira Jesus da pauta. Mas aí quando eu tô na dor, quando eu tô querendo barganhar alguma coisa, eu vou para uma casa religiosa e aí eu converso com Jesus, eu lido com Jesus como se fosse coisas separadas, entende? É igual quando a gente fala assim: "Eu separo muito bem minha vida pessoal da vida profissional, como se fossem duas vidas. Eu sou a mesma existência, eu sou a mesma inteligência, participando de todas as frentes da minha vida. Ora eu tô resolvendo questões profissionais, ora eu estou resolvendo questões familiares, ora eu estou resolvendo questões da minha saúde, mas o que acontece com a minha saúde se reverbera nos outros setores da vida. O que acontece no meu ambiente profissional se reflete nos outros setores da vida, porque eu sou uma só. Não existe vida profissional e vida pessoal. Tudo é uma vida só. Tá tudo misturado. Eu sou única. Então, não existe a a a relação do mundo e a relação com Deus e a relação com Jesus, coisas separadas. Para eu estar com Jesus, eu tenho que que eh me vestir, né, numa roupagem religiosa. Não, não precisa. Não pode estar com Jesus em qualquer situação. Você tá tomando banho, você pode dialogar com ele. Tá no ônibus, tá no meio da da de uma confusão, tá no meio de uma alegria, de uma comunes, tá sozinho. A gente tá aqui, ó, junto o tempo inteiro. Como eu posso contar com você em qualquer momento, eu posso contar com Jesus.

o da da de uma confusão, tá no meio de uma alegria, de uma comunes, tá sozinho. A gente tá aqui, ó, junto o tempo inteiro. Como eu posso contar com você em qualquer momento, eu posso contar com Jesus. Agora, é uma inteligência contar com Jesus, porque ele é quem veio vivenciar o que a gente vivencia na prática para exemplificar como que é ser perfeito num mundo tão doente, tão eh descontrolado, tão caótico. Ele veio que ensinar, ele não veio palestrar. Eu me preparei para estar aqui para para dando palestra. Eu estudei, eu eu organizei as ideias para trazer. Mas se eu fosse me comprometer a ser exemplo, tá? Eu teria uma grande dificuldade. Jesus não. Jesus palestrou e exemplificou. Então ele é a melhor fonte de inspiração que a gente pode ter na busca pelo pela nossa felicidade, né? E aí Jesus veio e nos ensinou uma prece justamente naturalizando toda todas as verdades que a gente vive, né? Porque ele diz, eh, Pai nosso que estáais no céu, santificado seja o vosso nome. Ou seja, eu reconheço a sua grandeza, a sua soberania e a minha ignorância, né? Venha a nós o vosso reino. Quer dizer, traga pra gente o que o o a luz, o esclarecimento, o direcionamento, porque nós precisamos dentro da nossa ignorância. traz pra gente, ele tá reconhecendo. Somos ignorantes, somos pequenos, somos impotentes. Traga o seu reino a nós, né? Então, venha a nós o vosso reino. Seja feita a tua vontade, porque o Senhor sabe mais, tanto na terra quanto no céu. O pão nosso de cada dia nos dá e hoje temos necessidades, então nos dê aquilo que a gente realmente precisa, né? Não não deixe faltar isso, né? O o pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Então, por que que ele diz perdoai as nossas ofensas? Por que que ele coloca isso numa prece padrão? Perdoai as nossas ofensas. Porque ele está reconhecendo. Iremos nos equivocar, somos imperfeitos. Iremos causar desequilíbrios por causa da nossa ignorância. Então nos perdoe, assim como nós perdoamos, porque

as nossas ofensas. Porque ele está reconhecendo. Iremos nos equivocar, somos imperfeitos. Iremos causar desequilíbrios por causa da nossa ignorância. Então nos perdoe, assim como nós perdoamos, porque eu também reconheço, Pai, que eu preciso aprender a libertar o outro e a me libertar da mágoa, do rancor, para que eu eu seja feliz, para que eu encontre o bem-estar que eu busco, a paz, né? Então, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, não nos deixeis cair em tentação, ou seja, temos mais tendências. Adotamos padrões comportamentais que nos colocam em prejuízo. Criamos vícios comportamentais, vícios materiais, né? Então, eh, nos livre da tentação, né? Mas livra-nos do mal, né? Aí, eh, fala, eh, perdoai nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Não nos deixeis cair em tentação, mas livra-nos do mal. Ou seja, porque além dos padrões e das mais tendências que eu acabo sempre cedendo, né, pelo menor esforço, eh, eu reconheço que eu desejo o que causa desequilíbrio. Então, também me livra desse mal. não só me protege dessas tentações, mas me livra disso, me liberta, me ajuda, me direciona. Então Jesus veio dizer que tá tudo bem. Tudo que a gente sente, que a gente vive e e acertos e equívocos fazem parte do processo. O que a gente precisa é ao viver isso, buscar respostas, buscar esclarecimento, compreender e tentar lidar melhor para que a gente se liberte. Então, sugiro, né, o ressignificar da palavra Jesus nas nossas vidas, que a gente pare de associar Jesus a regras e imposições, porque isso é um grande equívoco do poder que quis se impor sobre a sociedade para mantê-la no controle. E ao ouvirmos o nome Jesus, lembrarmos da libertação, do direito que ele me dá, de ser quem eu sou e de viver a natureza da vida e aprender com ela. E aí a gente não vai tremer ao falar de Jesus. A gente vai conseguir falar de Jesus com naturalidade, sem posições, sem julgamentos, mas sim com compreensão e acolhimento. Entenderemos finalmente o objetivo de Jesus ter vindo, que não foi

e Jesus. A gente vai conseguir falar de Jesus com naturalidade, sem posições, sem julgamentos, mas sim com compreensão e acolhimento. Entenderemos finalmente o objetivo de Jesus ter vindo, que não foi nos julgar nem nos penalizar, foi nos direcionar na natureza da reforma íntima, nos devolvendo o direito de ser quem somos e de aprender com a natureza da nossa própria existência. Aceitemos Jesus em nossas vidas, não como regra imposição, mas como um meio libertador. E quando o mundo estiver julgando, ele ainda estará ao nosso lado. Fica então essa reflexão para essa manhã de sexta-feira. Olha que beleza, né? A gente agora vai partir para um fim de semana, onde estaremos livres para fazermos as nossas escolhas. Que tal trazer Jesus com a gente, seja lá onde a gente for e com quem quer que a gente esteja? Fica então a proposta, convite para vocês. Muito obrigada. Bom fim de semana a todos. Muito obrigado também a Bárbara, né, por trazer essas reflexões nessa sexta-feira de manhã. Também agradecendo todos que estão aqui presentes no Salão Bezerra de Menezes, os que nos acompanham pela internet, a Emanuele, Jennifer, Leandro de Miami, tem bastante comentário aqui. Marconde de Paulista de Pernambuco, Leila Pieira, Tina de São Paulo, Mestra Branco e Pedro Melo estão sempre aqui sexta-feira com a gente no chat. Alessandra Silva, Douglas Paixão falando palestra maravilhosa, né? Acho que a palestra não foi gringe, né? Acho que só a palavra brega. A brega ficou gringe, mas Jesus nunca é nunca vai ser brega, né? Nunca será gringe, né? Jesus é sempre presente, porque a gente tem essa mensagem, né? em nossos corações trazer eh aqui nós temos no YouTube, né, o canal da Comunão Espírita de Brasília, mas a Com outro canal chamado TV Comunhão. Tem programas diários que acontecem lá na TV Comunhão e programas também semanais, né? A nossa irmã Bárbara quarta-feira tem o Explorando o Espiritismo e na segunda-feira também eu tô conduzindo o programa Páginas Espíritas, né? Temos de eh então fica o convite também de aleg

anais, né? A nossa irmã Bárbara quarta-feira tem o Explorando o Espiritismo e na segunda-feira também eu tô conduzindo o programa Páginas Espíritas, né? Temos de eh então fica o convite também de aleg de acompanhar Comunão Espírita no canal, também acompanhar o canal TV Comunhão. São diversas formas diferentes da gente de estar refletindo sobre Jesus. Aqui na comunhão também nós temos no horário do almoço às 13 horas palestras de segunda a sexta. Elas também são transmitidas pelo YouTube. E para quem vem presencial nesses dias normalmente não tem o passe, mas foi incluído na quarta-feira de meia:30 às 14 horas, né? o passe presencial. Então, quem vier presencialmente na quarta-feira na hora do almoço também vai poder contar com a aplicação do passe. Então, agradecendo novamente todos que estão virtualmente, os presencialmente, a nossa irmã Bárbara pelas reflexões, né, nada brega sobre Jesus. Agradecendo também a Deus, nosso pai por mais esta oportunidade de estarmos aqui reunidos, agradecendo a Jesus. o governador do planeta Terra, nosso mestre, nosso irmão mais velho, como ele mesmo disse, nosso amigo, aquele a que a gente pode recorrer a todos os momentos, os momentos de angústia, de aflição, nos momentos de dúvida, dos momentos que a gente se prepare para um momento decisivo em nossas vidas ou como foi dito aqui na palestra, em qualquer momento do nosso dia a dia, estejamos em casa, no trabalho, numa confraternização, tenhamos sempre a mente em Jesus e utilizar seus ensinamentos, suas parábolas numa forma de conexão para com os nossos irmãos. que a gente possa sair aqui deste momento na palestra mais forte do que chegamos, mais fortalecidos para as nossas batalhas do dia a dia e que multipliquemos todas essas bênçãos para onde quer que a gente vá. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos

Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos

es bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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