O SACRÍFICIO SOB A LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi. Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer todos que estão aqui presentes no salão Bezerra de Menezes, os que nos acompanham também pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente de forma gravada. Já saúdo a Elizabe, o Renan e todos que estão entrando aqui pelo chat do YouTube, né? Que a paz de Jesus possa estar conosco nesta manhã de sexta-feira. Estamos aqui hoje com a nossa irmã Bárbara Brito com o tema O sacrifício sobre a luz da doutrina espírita, né? Antes de adentrarmos na palestra, como é de prchao, eu vou ler um trecho do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. a proposta, né, de fazer uma leitura inicial antes da palestra é para ajudarmos, né, acalmar nossos corações, deixar os problemas fora aqui da do
que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. a proposta, né, de fazer uma leitura inicial antes da palestra é para ajudarmos, né, acalmar nossos corações, deixar os problemas fora aqui da do ambiente da palestra para que a gente fique mais recepível, né, a mensagem que ouviremos eh nesta manhã. Capítulo 12. Ajude sempre. Diante da noite, não acuse as trevas, aprenda a fazer lume. Em vão condenará você o pântano. Ajude-o a purificar-se no caminho pedregoso. Não atire calhaus nos outros. Transforme os calhaus em obras úteis. Não amaldiçoe vos alheio. Ensineem alguma lição proveitosa com o silêncio. Não adote a incerteza perante as situações difíceis. Enfrente-as com a consciência limpa. Debalde censurará você o espinheiro. Remova-o com bondade. Não critique o terreno sáfaro. Ao invés disso, dele adubo. Não pronuncie mais palavras contra o deserto. Auxilie a cavar um poço sob a areia escaldante. Não é vantagem desaprovar onde todos desaprovaram. Ampare o seu irmão com a boa palavra. É sempre fácil observar o mal e identificá-lo. Entretanto, o que o Cristo espera de nós outros é a descoberta e o cultivo do bem para que o divino amor seja glorificado. André Luiz, então, trazendo algumas palavras, né, nesse convite de ajudar sempre, né, ainda que a gente identifique o mal, é, às vezes é o mais fácil da gente de fazer no dia a dia, mas que a gente possa observar como podemos auxiliar, né, ao próximo e a nós mesmos, né? Então, após essa leitura, vamos agradecer primeiramente a Deus, nosso pai, pela presente encarnação que cada um de nós se encontra mais específico nesse dia. agradecer por mais esta oportunidade que se apresenta diante dos nossos olhos, como uma página em branco de que o que será escrito depende de cada um de nós. agradecer também toda a espiritualidade que nos acompanha, nos fortalece nesse ambiente para que a gente possa estar aqui refletindo, trazendo a palestra pro nosso interior e colocando em prática no que for necessário. Pedimos humildemente que essas bênçãos
, nos fortalece nesse ambiente para que a gente possa estar aqui refletindo, trazendo a palestra pro nosso interior e colocando em prática no que for necessário. Pedimos humildemente que essas bênçãos continuem durante a palestra. e que principalmente ampare nossa irmã Bárbara para que diante do seu preparo e na sua intuição possa ser uma mensageira da mensagem do alto para cada um de nós. Que assim seja. Graças a Deus. Bom dia a todos. Eh, vamos falar então do sacrifício, né? Importante a gente trazer essa reflexão do sacrifício sobre a luz da doutrina espírita. proposta é justamente pra gente se reconciliar com essa palavra, porque a gente associa o sacrifício à punição, porque Jesus nos exemplificou o sacrifício através da crucificação, né? Embora Jesus tenha vivenciado o sacrifício, o que para nós é um sacrifício durante toda a encarnação, né? já que durante toda a encarnação ele foi perseguido e seguiu sempre perdoando, compreendendo e construindo caminhos melhores para todos que estavam ao redor. Mas a gente reconhece no ato, né, da crucificação a sua entrega, porque Jesus aceitou a experiência de ser crucificado para deixar pra gente o exemplo da entrega total, da confiança total em Deus. Então, ele se permitiu ser levado ao extremo, né, da injustiça. Eh, e amou, amou diante do do sacrifício, né, quando mesmo sendo muito injustiçado e vivenciando uma experiência eh injusta e que afetava, né, todo o nosso mental, todo o nosso emocional. Inclusive o físico, ele disse para Deus perdoar, né, a gente não sabia o que estava fazendo. E mesmo depois, eh, em comprovar a vida eterna continente, o que a gente não tinha para dar, ele respeitava, aceitava e amava. Agora, ele nos direcionava pro processo evolutivo. Então, ele sempre nos motivou a tentativa de um novo passo, a tentativa de um novo comportamento, de uma nova maneira de enxergar, de interpretar as coisas e de agir. Então, não faz sentido nenhum nos basearmos em Jesus para justificar a autopunição ou a punição do outro.
de um novo comportamento, de uma nova maneira de enxergar, de interpretar as coisas e de agir. Então, não faz sentido nenhum nos basearmos em Jesus para justificar a autopunição ou a punição do outro. A doutrina espírita então nos ensina, nos elucida sobre o significado e a simbologia da crucificação de Jesus, nos fazendo compreender a fé. Porque Jesus não teve uma crença cega em Deus. Jesus teve uma crença consciente e lúcida. Ele estava sabendo o que ele estava fazendo, porque ele estava passando por aquilo e o sentido da sua encarnação. E foi isso que o ajudou a manter a resistência moral e manter nos seus atos a fidelidade com o objetivo daquela vida física em que o foco éramos nós, em assistir, em compartilhar nossas dúvidas e nossas dificuldades, receber suas respostas e orientações e deixarmos isso registrado na história. de tal forma que até hoje são os seus ensinamentos e é a sua experiência que nos inspira a vencermos nossos desafios e a crescermos. Portanto, no processo evolutivo, somos chamados ao autoconhecimento e ao autoburilamento. E aí vem, né, a grande motivação em que Jesus nos chama ao aperfeiçoamento. Então, ele diz que nós precisamos nos aperfeiçoar. Mas é um processo, né? Então, respeitemos o processo da encarnação, aproveitemos as experiências para irmos sempre exercitando uma conduta melhor, exercitando qualquer comportamento que esteja pautado no amor e na benevolência. Esse é o direcionamento de Jesus. E para cada um de nós, essa oportunidade vai ser diferente, porque as nossas capacidades são diferentes e estamos desenvolvendo inteligências diferentes. Então, a forma que seremos convidados para desenvolver essa inteligência vai se diferenciar entre nós. E aí vem, é a o espírito de Joana de Angeles, né, que eh veio como mentora de Divaldo e e através dela conseguimos ter acesso aprofundado aos ensinamentos de Jesus sob a ótica psicológica, né, de como sentirmos, como eh refletirmos, interpretarmos quem somos. E Joana vem nos elucidar sobre o caminho do autoconhecimento,
esso aprofundado aos ensinamentos de Jesus sob a ótica psicológica, né, de como sentirmos, como eh refletirmos, interpretarmos quem somos. E Joana vem nos elucidar sobre o caminho do autoconhecimento, né, explicando que existe um um confronto com a nossa sombra, porque é fato que temos características que não estão coerentes com o amor, já que somos imperfeitos e temos ignorâncias. Então, a gente se equivoca e toma a decisão de ter atitudes que ferem o amor. Então, Joana de Angeles nos orienta a entendermos o porquê de interpretarmos como interpretamos, de agirmos como agimos, de sentirmos como sentimos, né? E aí existem hoje, graças à misericórdia divina, vários caminhos terapêuticos que podemos adotar para esse autoconhecimento. E confrontando as nossas fragilidades e ignorâncias, nós vamos nos motivar a buscar recursos que vão nos esclarecer e nos ajudar a mudar de conduta. Portanto, não tem autopunição, não tem martíri. O que tem é a disposição e vontade da mudança. Porque como eu vou evoluir? Como eu vou mudar? sem o esforço de não fazer aquilo que eu estou acostumado e fazer algo que eu nunca fiz até então, né? né? Quer dizer, ter uma atitude que não faz parte da do meu normal até aqui. Eu tenho que adotar uma atitude. Isso é evolução, isso é progresso. Eu dou um passo onde eu nunca dei antes. Então eu adoto uma atitude nunca adotada antes. Então, além do esforço de não fazer o que é da minha vontade, tenho o esforço de tentar fazer algo que eu nunca fiz. Para isso, eu preciso começar renunciando à minha vontade, a minha própria vontade. Aí é que a gente começa o sacrifício. O livro Boa Nova, eh, psicografado por Chico Xavier, através do espírito Humberto de Campos, tem um capítulo que relata o diálogo de Maria de Magdala com Jesus. E Maria de Magdala então questiona Jesus sobre o absurdo, né, eh, dele vivenciar a injustiça. Quer dizer, um espírito tão grande, tão justo, tão bom, vivenciar a injustiça. E aí Jesus orienta ela explicando que somente através do
tiona Jesus sobre o absurdo, né, eh, dele vivenciar a injustiça. Quer dizer, um espírito tão grande, tão justo, tão bom, vivenciar a injustiça. E aí Jesus orienta ela explicando que somente através do sacrifício é que a gente constrói o amor. Então ele motiva ela a suportar as dores que ela tá vivenciando naquele momento e a seguir em frente, mesmo sentindo dor, mantendo a esperança e a fé em Deus. Eis o sacrifício. Quer dizer, você tem que renunciar o próprio bem-estar. E por que que tem que renunciar ao próprio bem-estar? Porque para você sentir o bem-estar, para você sentir o conforto, você precisa viver mais do mesmo. Você precisa estar naquele seu lugar padrão que você tá acostumado. Então, se você ficar nesse lugar, você não constrói a habilidade de amar. E foi para isso que fomos criados, foi para isso que viemos inclusive a essa vida física, nessa encarnação. Então, é legítima a sua dor quando você está se relacionando com pessoas que te fazem sofrer. Esse sofrimento é exatamente o efeito da frustração que você tem das suas expectativas frente à bondade, ao amor, à justiça, à benevolência. Então, trazendo um exemplo prático, você tem um amigo ou uma amiga para quem você se dedica, você ajuda, você recebe esta pessoa sempre que ela precisa, seja nas ligações, seja nas mensagens, seja na visita a ao seu lar, Seja nos encontros que vocês combinam, em que por muitas vezes você estava cansado, mas mesmo assim se dispôs a ouvir, a ajudar, a orientar. Você inspirou esse amigo e essa amiga através dos seus comportamentos? Esse amigo ou essa amiga foi modificando seus comportamentos, inspirado nas suas atitudes, no seu estilo de vida? E aí de repente surgiu na vida desta pessoa algo, alguma experiência ou alguém que naquele momento para ela convém mais. Essa pessoa tem alguma coisa que esse seu amigo ou sua amiga quer e ao invés desse seu amigo e sua amiga tentar unir a relação de amor construída com você ao interesse do novo que está vindo, ela vira as costas para você e vai
sa que esse seu amigo ou sua amiga quer e ao invés desse seu amigo e sua amiga tentar unir a relação de amor construída com você ao interesse do novo que está vindo, ela vira as costas para você e vai seguir esse caminho. E aí você diz que esta pessoa é ingrata, que esta pessoa abandonou a amizade de vocês, não valorizou a história vivida, não valorizou os seus sacrifícios e a sua dedicação a ela. E aí você começa a utilizar de palavras que caracterizam esse comportamento dela. Ele é falso, ele é interesseiro, ele é mentiroso, como uma forma de materializar na palavra, de externar a não aceitação desta injustiça, porque você se sente injustiçado. E aí é onde nós precisamos identificar o chamado ao sacrifício. Por quê? Porque eu não vim viver relações pelas relações. Eu não vim viver as relações para deixar registrada essa relação nas fotos, na memória e na história. Eu vim viver a relação para que esta relação me provoque um ato de amor. As relações que estamos vivendo, sejam elas quais forem, em qualquer setor da vida, vem nos chamar para o exercício do amor na capacidade que a gente consegue. Aí cada um na sua realidade moral. Então, quando Deus permite que eu tenha dado tanto a alguém ingrato, quando Deus permite que eu tenha dado tanto a alguém que não reconhece isso, que me faz me sentir usado, injustiçado, é porque ele quer que neste momento em que eu caio na consciência sobre o outro, eu exercite a atitude verdadeira de amar. Porque a gente já aprendeu a amar quem nos ama. Agora estamos sendo chamados a amar quem não nos dá em troca. E aí é onde eu tenho que viver o sacrifício de renunciar a relação, já que o outro agora quer seguir um caminho que para ele é mais interessante. Eu vou precisar para não ter ódio, para não alimentar o ódio, não alimentar a ira, a inimizade, eu vou ter que renunciar, abrir mão mesmo, tá bom? Eu aceito, eu liberto, eu renuncio a essa relação. Por que é uma renúncia? Porque eu amo, eu gosto. É o outro que está fazendo isso, é o outro que está negando a relação.
iar, abrir mão mesmo, tá bom? Eu aceito, eu liberto, eu renuncio a essa relação. Por que é uma renúncia? Porque eu amo, eu gosto. É o outro que está fazendo isso, é o outro que está negando a relação. Então eu vou ter que aceitar esse não. Ah, e por que que o outro está negando relação? Porque ele agora tá com outros interesses. Poxa, mas ele não está valorizando o amor construído. Não, não está. Ontem ele tinha em você o que lhe interessava. Hoje ele tem no outro o que lhe interessa. Ah, mas isso está certo? Isso é sobre ele. Ele está fazendo o que ele sabe fazer. Ele não sabe fazer diferente, né? Eh, ele está tendo um ato de desamor, ele está tendo um ato de não valorizar os verdadeiros valores da vida. Sim, mas é o que ele consegue fazer. Só que se eu adotar um comportamento que eu acho que é justo, né, na nossa na nossa eh baixa moralidade, então eu digo assim: "Bom, não merece nada do que eu fiz. Essa pessoa não merece nada do que eu fiz, nada do que eu fui nessa relação. Eu estou jogando fora os meus atos de servir. Eu tive atos de servir a esse irmão. Eu estou concluindo que eu não deveria ter tido esses atos de servir. Mas por que que eu tô concluindo isso? Porque ele é ingrato, porque ele é injusto. Então, perceba que eu estou me colocando no mesmo lugar dele de interesse. Bom, se você não faz por mim o que eu acho que eu mereço, então eu não sou mais seu amigo. Então, eu vou jogar fora todo o meu sentimento de carinho, todo o meu sentimento de amor, porque você não merece. Olha o que que eu estou fazendo. Eu estou fazendo exatamente igual a ele. Eu estou usando ele. Se você não atende o que eu acho que é certo, então não quero essa relação. Enquanto Deus está nos dando a oportunidade de agora é a hora de viver o sacrifício. aceita a injustiça, respeita a incapacidade moral do outro de valorizar uma relação de amor e segue ainda assim servindo e amando. Aí é onde entra algumas confusões, porque a gente, quando a gente fala de seguir amando, né, de seguir servindo,
moral do outro de valorizar uma relação de amor e segue ainda assim servindo e amando. Aí é onde entra algumas confusões, porque a gente, quando a gente fala de seguir amando, né, de seguir servindo, não significa o autoabandono em que eu me coloco de objeto de prazer da sociedade. Ah, então me usem conforme queiram me usar, porque Deus quer que eu ame. Então eu vou servir, servir, servir sem autorrespeito, sem autoamor. Aí a gente também tá indo por um por um outro extremo prejudicial, já que a lei, né, de amor nos convida amar ao próximo como a si. Então, temos que amar todos os filhos de Deus, incluindo a mim. Então eu tenho que ter responsabilidade. A partir do momento que eu tenho consciência sobre o que o outro é, a capacidade que ele tem de agir, como ele se comporta, é claro que eu vou ter um ajuste na relação, porque eu não posso me colocar num lugar de prejuízo. Mas uma coisa é ajustar a relação para que haja respeito pelo outro e por mim. Outra coisa é o alimentar pensamentos de ódio, eh, e jogar fora todo o meu ato de servir num momento em que eu estou buscando crescer e eu estou buscando me desenvolver. Então, quando Deus permite que você no seu trabalho conviva com uma pessoa que te faz mal, não é porque ele está te punindo, é porque ele está te chamando ao sacrifício do desenvolvimento do amor. Ele está te chamando para renunciar à própria vontade, confiando na sua decisão, porque eu gostaria de ter um parceiro no trabalho que me tratasse melhor. Mas se Deus permite que o meu parceiro seja este irmão que me trata com desrespeito, é porque Deus quer que aqui eu desenvolva o novo passo que eu vim dar. Eu desenvolva a habilidade de verdadeiramente servir e amar. E às vezes esse servir e amar é a aceitação e o respeito. Então não significa que no seu trabalho você vai aceitar o desrespeito, eh, e vai servir cafezinho, pão de queijo todos os dias para essa pessoa entregar flores. Não. E essa isso seria até uma seria irresponsável com você, né? Quando a
alho você vai aceitar o desrespeito, eh, e vai servir cafezinho, pão de queijo todos os dias para essa pessoa entregar flores. Não. E essa isso seria até uma seria irresponsável com você, né? Quando a gente sabe que o outro, vou, vou para um extremo, tá? Quando eu sei que o outro me bate, quando me vê, se eu me colocar ao lado dele, eu estou sendo irresponsável comigo, porque ele vai me bater. É isso que eu falo de ajustar a relação. Então, eu tenho que tomar cuidado. Eu não posso estar ao lado dele, senão ele vai me bater. Tô indo pro extremo. OK? Então, eu vou tentar manter a distância. Agora, não é por isso que eu vou alimentar pensamentos de ódio a ele, que eu vou me considerar inimigo dele, entende? Então, a gente tem que ir ajustando as relações com responsabilidade para que a situação não se agrave. E aí, cada relação é uma relação, cada história é uma história, cada possibilidade é uma possibilidade. Tem aqueles que a gente consegue fazer a distância, tem aqueles que a gente não consegue fazer a distância. Aí a gente precisa olhar paraa nossa realidade e entender qual é o chamado ao sacrifício. Conviver com pessoas que não nos dão aquilo que a gente acha que a gente pensa ser merecedor, que não nos dão aquilo que a gente entende ser justo e bom. é justamente o convite ao sacrifício que é a travessia do despertar do amor. Por que pra gente é sacrifício? Porque somos espíritos imperfeitos aprendendo no mundo de provas e expiações. Quando a gente se aperfeiçoar, não sentiremos como um sacrifício, porque o amor é que será o nosso padrão, o amor é que será a nossa natureza. Então, a gente simplesmente vai amar como Jesus fez. Sobre o nosso olhar é sacrifício. Mas Jesus amou porque ele quis amar, porque ele sentiu amor. Ele não precisava se convencer de seguir amando. Ele já era assim. Chegaremos lá, mas só chegaremos lá se nos dispusermos ao sacrifício da mudança de conduta na construção do verdadeiro amor. Portanto, continuemos servindo. Se nos sentirmos diante de situações de
im. Chegaremos lá, mas só chegaremos lá se nos dispusermos ao sacrifício da mudança de conduta na construção do verdadeiro amor. Portanto, continuemos servindo. Se nos sentirmos diante de situações de ingratidão, lembremos que o nosso papel é continuar servindo com autorresponsabilidade, com autorespeito, ajustando as relações. Isso porque somos derivados de Deus. Fomos criados por Deus através dos seus atributos. Somos uma derivação divina. Portanto, todos os atributos que formam a nossa existência estão no amor. Por isso, o amor tem um poder tão grande sobre as nossas vidas. É o amor que restabelece uma insanidade. É o amor que faz o triste sorrir. É o amor que cura a doença. É o amor que acolhe. É o amor que perdoa. É o amor que serve. Então você pode fazer jejum, você pode fazer promessas. Não é disso que Deus está falando sobre sacrifício. Você pode decidir ficar 40 dias ou 3 meses sem algo para comprovar para Deus o sacrifício. Não é disso que Deus está falando. Não foi isso que Jesus veio nos ensinar sobre o sacrifício. O sacrifício é agora, é em cada atitude que estamos sendo chamados para compreender, para escutar, para orientar, para abraçar, para falar palavras de amor, para perdoar, para tentar de novo, para libertar. Então fica aqui o convite para que tenhamos a disposição de vivenciar o verdadeiro sacrifício que nos leva à construção do reino de Deus dentro de nós, que significa amar. E aí lá na frente, libertos das chagas que nos fazem sofrer, diremos: "Valeu a pena". Mas se nós não começarmos agora os verdadeiros sacrifícios, continuaremos vivendo mais do mesmo. Então, nos libertemos através do esforço, do sacrifício que nos leva ao ato de amar, o verdadeiro objetivo de estarmos aqui na terra. E para concluir, deixo como indicação a leitura de uma passagem do livro chamado Liberta-te do Mal, de Divaldo e Joana deângeles, onde tem exatamente um capítulo que chama Sacrifício por amor. Um uma leitura que nos consola e nos direciona. Tenham todos uma boa sexta-feira, um
ado Liberta-te do Mal, de Divaldo e Joana deângeles, onde tem exatamente um capítulo que chama Sacrifício por amor. Um uma leitura que nos consola e nos direciona. Tenham todos uma boa sexta-feira, um excelente fim de semana e coragem ao ato de ter o sacrifício que nos leva à nossa capacidade máxima de amar verdadeiramente. Muito obrigada. Bem, obrigado também a Bárbara, né, pelas reflexões desta manhã. em relação ao sacrifício, né, que que a doutrina dos espíritos tem nos trouxe, né, para para essa reflexão. Também saudar os que estão aqui no no YouTube, né, a Rosana e Amanda, Tina de São Paulo, Renan, Jara, Mestra Branca, Cléverson, Fernanda. Então, sejam todos abraçados virtualmente, né? E também aqui os que estão presencialmente, né? Também sintam-se abraçados nesse frio aqui na manhã de Brasília. Eh, com relação aos avisos, né? É uma mensagem aqui, a existência de Deus, a imortalidade da alma, a reencarnação, a comunicação com os espíritos, a lei de causa e efeito, a honestidade afetiva, a esperança. Venha colorir a sua fé e se encher de esperança. Teremos amanhã, né, dia 14 de junho, sábado, às 19 horas, um coral teatralizado com o tema holofóties, um convite à vida, né? Então ele será presencialmente aqui no Salão Bezerra de Menezes às 19 horas, mas também terá transmissão no YouTube para quem não é de Brasília ou quem não puder estar aqui presencialmente. Mas fica o convite aí pra gente tá refletindo sobre o ensinamento de Jesus, sobre o que a doutrina do espírito tem a nos esclarecer por intermédio da arte e cultura, né? Então, agradecer mais uma vez todos que estão aqui virtualmente, presencialmente e principalmente a Bárbara pelas reflexões desta manhã. E com mais importante, agradecer também a Deus, nosso pai por esta oportunidade de estarmos aqui reunidos, pedindo as suas bênçãos, que a espiritualidade venha nos fortalecer na nossa caminhada, nos fortalecer diante dos sacrifícios. que estão à nossa frente, a luta que travamos conosco mesmo, a luta que somos convidados
bênçãos, que a espiritualidade venha nos fortalecer na nossa caminhada, nos fortalecer diante dos sacrifícios. que estão à nossa frente, a luta que travamos conosco mesmo, a luta que somos convidados em nossa casa, em nosso trabalho, que possamos perceber qual é a mensagem do alto diante de nossa vida. Não que venhamos esses sacrifícios como uma forma de punição, mas um convite do nosso pai que nos ensina colocando as oportunidades ao nosso redor, que a gente possa sair daqui fortalecidos, saiamos melhores do que aqui chegamos e permanecemos assim nessa reflexão. íntima, aguardando o momento do passe presencial ou então na sequência do passe virtual. Que a gente esteja em paz, que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do
íritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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