Evocação de Páscoa
André Henrique de Siqueira estará connosco, em direto, no próximo dia 07 de Abril de 2023, às 21h00, a fazer uma apresentação sobre a Páscoa. André Siqueira é Diretor da Federação Espírita Brasileira. Doutor em Ciência da Informação e bacharel em Ciência da Computação, é especializado em Arquitetura da Informação. Desde 1979 atua como evangelizador e coordenador de grupos de estudos sistematizados do Espiritismo. Esperamos por Si! A FEP a criar laços com os que procuram a Doutrina Espí...
um estudioso da filosofia das religiões miséia elíade ao interpretar o verdadeiro significado da religiosidade vai nos esclarecer que a natureza do Sagrado na busca dos profundos significados que tentamos encontrar e o sagrado sendo aquilo que dá sentido a nossa vida aquilo que caracteriza o propósito de nossas existências a semelhar-se-á a um imperativo para a existência do indivíduo na medida em que compreendemos o propósito o significado e nos esforçamos por Real em todos os momentos então divide-se na concepção do Sagrado aqueles momentos que são momentos de busca e realização de coisas que tem Essência que tem significado e aquelas outras que lhe são apenas acessórios caracterizando-se aí a distinção entre o profano que não tem significado o que não tem um propósito maior O que é transiente daquilo que é sagrado daquilo que reside na Essência no propósito no desejo da realização da planificação daquilo que nós somos o entendimento deste sagrado vai encontrar cerca de 100 Anos Antes quando o professor Allan Kardec apresenta em O Livro dos Espíritos no capítulo das leis Morais e ele introduz a lei de adoração como uma lei ética natural como aquilo que faz com que o indivíduo mantenha uma relação afetiva com o que tem significado com que lhe dá propósito com a busca de reconectar-se com a realidade das coisas tendo apresentado o próprio conceito de Deus como conceito da realidade que prevalece a tudo pois os espíritos nos apresentam a ideia de Deus como a inteligência Suprema a causa primária de tudo que existe sendo portanto a essência mesma do real e a busca pelo significado que o homem empreende é uma busca pela realidade das coisas para que possamos entender a Páscoa no seu sentido acertado precisaremos visitar esta noção da adoração como a busca de sentido e visitaremos três momentos dessa busca na tradição Hebraica em Abraão em Moisés e em Jesus e nessa busca de ir ao significado profundo dela mas identificaremos primeiro a aliança entre Deus e Abraão uma
isitaremos três momentos dessa busca na tradição Hebraica em Abraão em Moisés e em Jesus e nessa busca de ir ao significado profundo dela mas identificaremos primeiro a aliança entre Deus e Abraão uma aliança repleta de uma mitologia simbólica pois que sendo Abraão homem idoso e não tendo o filho primogênito de sua esposa a não ser Ismael o filho da Escrava Agar ele recebe de Deus uma proposta inusitada idade avançada ele terá um filho e em troca ele deverá buscar o contato como Deus que lhe oferece condições e ele tem o menino dá a Ele o nome de Isaque e vai ao longo do desenvolvimento da criança se afeiçoando a ela para que quando o menino chega no período de transição perto de virar um adulto Deus pede a Abraão que lhe dê um testemunho de confiança quando diz estarias disposto a me devolver o filho que te emprestei serias capaz de sacrificar o menino para dar a confiança que tu tens nos meus desejos é um enigma curioso porque ali está representado a realidade que nos convida a estarmos preparados a todas as circunstância S Abraão com alguma dificuldade mas buscando externar a sua confiança ele vai até o sacrifício e ali acontecem momentos em que a confiança a fé se expressam de maneiras diferentes de um lado Abraão um homem idoso que está disposto a devolver o filho a Deus um modo de confiança e o outro o do filho que sendo bem mais novo que seu pai tendo pernas para correr ali fica por confiar igualmente em Deus próximo do momento do sacrifício o mensageiro Divino aparece e pede que Abraão substitua o que para ele tem Suprema importância o menino em troca de uma de suas Faces transitórias o cordeiro e naquela troca Abraão sacrifica o cordeiro e fica comigo é um simbolismo muito rico porque significa o mesmo tempo a troca do que tem valor e do que não tem a confiança na realidade em Deus e ao mesmo tempo a substituição do animal daquilo que era o passado por aquilo que é o futuro o filho o desdobramento esta representação ela vai aparecer no segundo momento quando o povo hebreu tendo passado longo
mpo a substituição do animal daquilo que era o passado por aquilo que é o futuro o filho o desdobramento esta representação ela vai aparecer no segundo momento quando o povo hebreu tendo passado longo período no Egito desde que José o filho de Jacó Israel aquele que lutou com Deus foi vendido pelos irmãos foi deixado no Egito e depois transformou-se no primeiro ministro do Egito o povo se deslocou para lá e nos primeiros tempos recebeu um bom acolhimento depois foi escravizado e quase 400 anos de convivência com os egípcios fizeram com que o povo de Israel assimilasse certos conteúdos havia dentro da cultura egípcia uma adoração pelo faraó o Imperador Deus que era a própria representação do Deus rá a divindade encarnada e havia uma curiosidade entre aquele povo que as casas as residências egípcias eram feitas com espécie de Barro amassado com Junco para lhe constituir edificações transitórias diferente das moradas eternas os túmulos dentro dos quais a alma viveria para a eternidade as residências terrenas eram transitórias de modo que hoje as escavações arqueológicas no Egito não guardam registro das residências mas há algumas inscrições que denotam curiosidades sobre a época a respeito por exemplo das portas das casas egípcias e do seu equivalente as portas para as quais os indivíduos entravam para a eternidade nessas portas eram construídos um Brás espécies de desenhos decorativos em torno da porta que assinalavam a passagem antes de colocar a porta propriamente dita criava-se o portal em torno dele um desenho meio decorativo e nesses umbrais se colocavam inscrições em homenagem aos deuses egípcios e aos valores ípcios e muitas casas mesmo entre os hebreus davam o valor a esta ornamentação então o indivíduo na sua família era Hebreu mas mantinha uma íntima relação com a religiosidade egípcia com os portais que vieram desenhar ficou conhecida a história das pragas do Egito através das quais o Deus de Israel procura libertar o povo da escravidão e culmina na última praga aquela que levaria o
om os portais que vieram desenhar ficou conhecida a história das pragas do Egito através das quais o Deus de Israel procura libertar o povo da escravidão e culmina na última praga aquela que levaria o primogênito de cada uma das famílias que não fizesse uma observação em particular e aqui vem de novo a riqueza da representação simbólica do mito do significado mas a ideia que está sendo colocada o Anjo da Morte visitaria todas as casas no Egito para marcá-las e pularia daí a expressão pensar o pulo a Páscoa pularia aquelas casas aonde o cordeiro sacrificado tivesse pintado com o sangue as inscrições dos antigos egípcios então era aqui um símbolo de desconexão e há uma questão importante os símbolos da páscoa Branca elas representam o pão que não pode ser fermentado e o cordeiro que não é temperado e esses dois elementos eles têm um motivo o povo estava sendo preparado para abandonar o Egito naquele dia então não dava tempo de preparar a massa e deixá-la ferramentar ele precisava preparar a massa preparar o pão imediatamente consumir algum e levar algo para uma viagem que duraria 40 anos no deserto o cordeiro sacrificado deveria ser comido Sem muitas especiarias porque não dava tempo de prepará-lo era provavelmente a última refeição ali naquele contexto e significaria uma ruptura um abandono de tudo o que estava coloca o abandono de todos os valores antigos em prol de uma nova aliança um conjunto de Novos Valores Então os hebreus são tirados do Egito abandonam toda a sua história no Egito e seguem para um novo processo civilizatório um processo que agora Exige uma civilidade diferente então aparece uma aliança e esta aliança rememorando Aquela aliança de Abraão com Deus ela é consubstanciada na lei Isto é nos mandamentos que buscam regular a conduta do Povo reeducado em 40 anos de trânsito aonde tudo era transformado em vivência prática cada significado cada ato religioso impactava um elemento da vida efetiva do povo hebreu os dez mandamentos agora desde dobrados dentro da Lei mosaica
o aonde tudo era transformado em vivência prática cada significado cada ato religioso impactava um elemento da vida efetiva do povo hebreu os dez mandamentos agora desde dobrados dentro da Lei mosaica começariam dizendo uma nova relação com a realidade das coisas o primeiro mandamento significativamente vai nos trazer o chamado convite para uma fuga da idolatria e nós vamos identificar uma relação nova que se estabelece entre o povo e o Deus que deveria ser compreendido o primeiro mandamento na sua expressão original diz eu sou o senhor vosso Deus que vos tirei do lugar Estreito da casa da servidão não tereis Diante de Mim outros deuses não fareis imagens esculpida nem figura alguma do que está em cima do céu nem embaixo da terra nem do que quer que seja nas águas sobre a terra não os adorareis e não lhes prestareis culto soberano às vezes nós compreendemos esse mandamento como sendo requisito de Deus para que ele seja exclusivamente admirado é que Deus é a realidade das coisas acharam o homem que compreendeu a realidade é um ato de idolatria julgar o indivíduo que está de posse da Verdade com os nossos limites de conhecimento de investigação é ousar adentrar o campo de uma idolatria porque Deus não é aquilo que nós compreendemos ou aquilo que nós desejamos Deus é a realidade das coisas ele é a realidade de si ele é inteligência Suprema a causa primária de tudo que existe aonde vive uma Soberana Justiça aonde há uma organização mesmo no que aparentemente se mostra como um caos resulta numa disposição impulsionadora do Progresso alentadora do então o primeiro mandamento é um convite a essa busca profunda e não é à toa que Allan Kardec abrirá o Livro dos Espíritos com a questão de Deus e iniciará a parte das leis Morais com a lei de adoração para esclarecer o que a filosofia da religião na modernidade compreenderá com uma busca profunda do significado de tudo a busca de Deus que para alguns se mostrará representado mas que na verdade é a essência que vive no universo
ofia da religião na modernidade compreenderá com uma busca profunda do significado de tudo a busca de Deus que para alguns se mostrará representado mas que na verdade é a essência que vive no universo este entendimento que convidar o povo hebreu a uma mudança de Conduta há uma atitude diferente diante da vida responderá por um processo civilizatório que abrirá para o mundo a noção do monoteísmo vivenciado embora as experiências egípcias do estabelecimento de a crença de um Deus único que era reconhecida nos círculo sacerdotais mas repassada para o povo na forma do politeísmo encontrará em Israel uma manifestação que dá o contato com tudo porque enquanto nos outros povos Deus estava distante os deuses eram alheios as circunstâncias humanas lá estavam os deuses gregos no Olimpo o Deus de Israel tinha uma tenda no meio do povo morava habitava com ele de novo estamos diante de um simbolismo e para relembrar este compromisso estabelecia-se então a festa da peça a festa da Páscoa que era uma lembrança desse momento e uma lembrança que precisava ser preenchida de significação e essa é uma festa que ela se dá em etapas para Recordar estas alianças Então se fazia o seguinte 40 dias antes da páscoa a família Hebraica pega um pequeno Cordeiro recém-nascido Limpo e começa a criá-lo dentro de casa começa a conviver com aquele animalzinho como se ele fosse um animal de estimação e ali ele passa 40 dias de convivência e ao final desse período no dia do Pulo Este é um animal que vai ser sacrificado Esse é um animal que vai ser sacrificado e é um animal que será comido as pressas a carne não terá tempero algum a não ser algumas raízes amargas que é uma experiência de dor é uma experiência de comer aquele bichinho ao qual você se afeiçoou para lembrar de que há momentos em que é necessário fazer sacrifício em benefício de algo maior é para lembrar o sacrifício de Abraão que foi convidado a entregar o próprio filho e que depois ao sacrificar o cordeiro deve se lembrar de que está confiante em Deus sacrificando algo que
algo maior é para lembrar o sacrifício de Abraão que foi convidado a entregar o próprio filho e que depois ao sacrificar o cordeiro deve se lembrar de que está confiante em Deus sacrificando algo que é menor do ponto de vista do seu valor é uma experiência de sentimentos dentro da qual o ato de sentir aquela dor é também uma lembrança de que a qualquer momento deveremos estar prontos para retornar para largar tudo para sair levando que nos é essencial Como fizeram os hebreus na saída do Egito este simbolismo da festa da páscoa principal nas festas e nas comemorações porque relembra o próprio fundamento da existência espiritual é então reiterada por Jesus no terceiro momento na Páscoa que ele comemorará com os discípulo s é importante vermos esta linha histórica o sacrifício em o sacrifício dos primogênitos do Egito e dos Cordeiros em Israel lembrando o compromisso de Abraão e estabelecendo um novo compromisso com Deus para observar as leis que culminariam na verdadeira felicidade do povo estabelecendo daí uma conduta moral um elemento para construção da Felicidade efe tiva E então compreenderemos A reunião que Jesus faz com os discípulos depois de entrar em Jerusalém para as festas da páscoa depois de ser aclamado pela população como um novo rei porque havia uma tradição desde aquele momento em que Abraão foi para o monte foram três Abraão Isaque o cordeiro que ele achou lá não foi com ele foi com ele um burrico e embora ele tenha sacrificado o cordeiro que lá estava o burrinho não voltou com Abraão e as tradições hebraicas diziam que aquele burrinho só voltaria com o Messias e é por isso que Jesus entra em Jerusalém sentado num pequeno burrico e o povo exulta era um novo rei Era o filho de Davi que voltava porque se acreditava que somente com o restabelecimento de um reinado da casa de Davi Israel ganharia novamente a oculência a grandiosidade que ela teria e Jesus era uma personalidade ímpar porque filho da casa de Davi pela tradição de pai José era igualmente filho da Casa de Moisés por
srael ganharia novamente a oculência a grandiosidade que ela teria e Jesus era uma personalidade ímpar porque filho da casa de Davi pela tradição de pai José era igualmente filho da Casa de Moisés por parte de sua mãe e havia um detalhe importante porque os legítimos re de Israel deveriam vir da casa de Davi mas os legítimos somos sacerdotes do templo deveriam vir da casa de Abraão e Jesus era Portanto o indivíduo especialíssimo porque tinha credenciais para ser rei e tinha credenciais para ser Sumo Sacerdote Além disso era uma personalidade extraordinária e o povo exultando com a sua chegada em Jerusalém que o Messias político que tanto era esperado haveria de ser reconduzido ao reino e libertaria os hebreus da dominação dos Romanos até então mas no momento da comemoração da páscoa Jesus surpreende os próprios discípulos discutindo qual dele seria o maior o mais importante que ocuparia os melhores carros e ali eles cometem o perigo da idolatria de confundir As Ilusões com a realidade de não enxergar a realidade das coisas como recomendado por Deus e Jesus os convida uma reflexão singular não com palavras mas com a atitude ele se veste como um escravo e entra para lavar os pés dos discípulos eles ficam atônitos acabaram de ser aclamado Rei dos Judeus e comportadas como o menor de todos os escravos e ele recuperando o sentido do que estava sendo comemorado da páscoa do vínculo da confiança em Deus da realização de conversas íntimas com a realidade das coisas ele nos diz aquele que quiser ser o maior aprenda a ser o menor porque as posições são transitórias mas o indivíduo que se edifica Este é um indivíduo perene e pererenizado na construção não entendimento na vivência as posições eram circunstâncias de profunda transitoriedade depois de lavar os pés dos discípulos ele os recorde e tomando dos símbolos do pão do vinho que representava o sangue apresenta uma nova aliança Um Novo Mandamento Eu vos que mandamento novo seria esse que vos Anéis uns aos outros não é um
le os recorde e tomando dos símbolos do pão do vinho que representava o sangue apresenta uma nova aliança Um Novo Mandamento Eu vos que mandamento novo seria esse que vos Anéis uns aos outros não é um mandamento novo já o identificaremos no Levítico Já teremos ouvido falar do amor recíproco desde Buda ouviremos as canções do tal de King exaltando o amor é cirurgia indivíduos quase dois mil anos antes de Jesus que vos Anéis uns aos outros não é novidade se ele estabelece um parâmetro como eu o fiz como eu vos amei então se vocês têm dúvida do que o amor significa vê como fica Paulo dirá referindo-se a Jesus escrevendo aos romanos que ele Paulo se faz escravo de Deus que enviou o seu evangelho nosso senhor Jesus Cristo Jesus é a mensagem do Evangelho ele é a lei que se cumpre na vivência E então nós compreenderemos o que ele estava dizendo como a confiança em Deus a vivência com Deus não é uma vivência de concepções não é uma especulação não é uma teorização não é o desdobramento de ideias é a vivência são as atitudes os atos que nós tomamos como referência para expressar esse acordo de confiança os discípulos atônitos não conseguem compreender e ele passa a lisnar o que virá em sequência falará que será preso que será torturado que será e os discípulos compreendem que é impossível porque ele era um protegido de Deus E aí está uma concepção que cultivamos com muita frequência achamos que a nossa relação com Deus a nossa realização relação com uma realidade ela é uma relação comercial de troca eu faço isso e Deus me dá aquilo eu faço isso e Deus me dá aqui e Jesus vem mostrar que a relação com Deus é uma relação de confiança ele mostra iniciou o seu apóstolado nas bodas de cana uma festa exaltando a alegria Serra o contato com seus discípulos num jantar de gala para relembrar a eles da importância da amizade do amor recíproco mas quando a realidade se impõe e ele é traído por um dos discípulos amados espancado pela polícia de roma é oferecido em holocausto pela população
r a eles da importância da amizade do amor recíproco mas quando a realidade se impõe e ele é traído por um dos discípulos amados espancado pela polícia de roma é oferecido em holocausto pela população a quem se dedicou ele tinha tudo para ser um homem revoltado e para surpresa de todos lá está ele vivenciando aquela Confiança dos primeiros Hebreus que foram para o deserto confiando em Deus ele segue em direção ao gogota com as carnes de laceradas mas o espírito ereto confiante sereno antes os desafios que se colocam ele apresenta uma serenidade em comum no momento em que se apresenta ele Maria aquele momento Supremo de dor Ele olha para ela e ela como que a dizer porque tudo isso este acaso não é um Emissário de Deus e nesse momento acontece um episódio mágico narrado nos Evangelhos de Mateus quando fazendo referência a uma tradição comum na casa de Davi na família Hebraica a mãe ensina as primeiras lições aos filhos dentro do espírito da lei mosaica interpretando-os de acordo com as tradições da família do pai e José era descendente da casa de Davi e o filho de Maria foi educado a luz dos Salmos de Davi para cada momento uma reflexão do cantor Divino e Maria havia cuidado desde a infância de rememorar o Salmo da peregrinação o Salmo da dificuldade da Páscoa que era comumente cantado em duas partes o Salmo 22 e o Salmo 23 e naquele momento de desespero em que ela olha para ele se sentindo abandonada Ele olha para ela e diz Mãe o teu filho está aí confia e aponta para João olha para João e diz filho esta é a tua mãe confia e cuida dela estabelecendo vínculos de uma familiaridade espiritual que um dia envolverá todos os corações da terra e Jesus então olhando para o alto pede para que a multidão seja perdoada porque não compreendem O que significa naquele momento e de repente naquele momento culminante de dor de Sofrimento em que Qualquer um teria abandonado a confiança em Deus ele canta canta o Salmo de Davi o Salmo 22 que é um Salmo que começa dizendo é ló Eloi La
epente naquele momento culminante de dor de Sofrimento em que Qualquer um teria abandonado a confiança em Deus ele canta canta o Salmo de Davi o Salmo 22 que é um Salmo que começa dizendo é ló Eloi La Massa Deus meu Deus meu porque me abandonastes mas é um Salmo de exaltação a confiança em Deus o Salmo que diz antes que eu viesse a vida canta o Rei Davi nesse Salmo Deus já me protegia no ventre de minha mãe alimentou os meus pais quando estavam no deserto era uma lembrança da páscoa é uma lembrança dessa confiança que devemos ter na realidade das coisas e ele exaltando cantando naquele momento de dificuldade alcança o Salmo 23 O Senhor é o meu pastor e não me faltará aquele momento silêncio se estabeleceu sobre Israel ele era um homem diferente aquele era um homem cuja vivência da confiança em Deus se mostrava inclusive nos momentos mais difíceis da existência toda a existência de Jesus foi dedicada a exemplificar a vivência daquela lei que estabelecer uma nova aliança que deu um novo contrato que trouxe para a humanidade o significado de confiar vivenciando a legislação Divina que um dia nos integrará no universo inteiro Jesus Jesus não foi aquele que interpretou a lei porque ele a viveu ele a exemplificou quando Allan Kardec vai no capítulo das leis Morais interrogar as autoridades espirituais a respeito das possibilidades de conhecimento das leis Morais que regem o universo receberá deles a instrução de que a todo tempo o homem que se debruçar sobre a realidade da encontrará a admiração de Deus penetrando a realidade pelos portais do conhecimento das leis físicas através da investigação da ciência das leis Morais pelas reflexões íntimas do espírito e ambas as leis que regem o mundo material e as que regem o mundo espiritual constituem a legislação Divina que regula o universo inteiro e que o homem deve esforçar-se por compreender e Allan Kardec pergunta mas essa legislação foi revelada foi apresentada em algum momento e os espíritos dizem que a todo tempo homens
o universo inteiro e que o homem deve esforçar-se por compreender e Allan Kardec pergunta mas essa legislação foi revelada foi apresentada em algum momento e os espíritos dizem que a todo tempo homens de ciência e homens de virtude tem na revelado em todos os momentos a todos os povos os profetas os devires são todos eles expoentes de um ensinamento mas Allan Kardec na condição de um professor cioso que procura partir do concreto para o abstrato do simples para o complexo vai então fazer uma pergunta inserida na de número 625 Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo investigando Então se Deus não teria oferecido um exemplo desta vivência que nós poderíamos tomar como referência não para interpretações mas para vivência e os espíritos respondem de uma maneira singular Verde Jesus Verde reclama da nossa parte o esforço de observar para compreender e compreender o que Jesus segundo Paulo ou evangelho de Deus a mensagem de Deus aos homens a mensagem que exemplifica aquela vivência da Lei Imortal e vai nos fazer compreender a aliança nova e diante disso Allan Kardec ao escrever a terceira obra da codificação Espírita O Evangelho Segundo o Espiritismo apresentará no primeiro capítulo não vim destruir a porque a lei apresentada por Moisés para que o povo se educasse deixando para trás o país Estreito era assim que se chamava o Egito para buscar o benefício da Terra Nova Canaã em que jorra o leite e o mel em que a felicidade era representada por elementos materiais mas que significava a conquista espiritual de valores transita por 40 anos no deserto para educar-se para uma renovação e que é restabelecida em Jesus com a vivência e agora revelada aos homens na forma em que o espiritismo vai nos apresentar o espírito em sua pujança Imortal vai nos revelar os elementos de entendimento das leis que regem o universo provocando uma aliança entre a ciência e a religião em busca de uma fé que se fazendo racional procura aproximar-se da realidade
nos revelar os elementos de entendimento das leis que regem o universo provocando uma aliança entre a ciência e a religião em busca de uma fé que se fazendo racional procura aproximar-se da realidade fugindo da idolatria que cultua as próprias imagens como se elas não fossem meros instrumentos de representação para que penetrassemos a realidade das coisas mas uma realidade que existe sacrifício que exige disposição de deixar o transitório para buscar algo melhor que exige comer o pão que a vida nos oferece às vezes sem fermento que nos traz as lições dolorosas de amargar o cordeiro de deixar para trás aquilo que amamos tanto para buscar valores que são mais importantes para nossas existências e Nos preparar para A Grande Viagem de retorno a vida Imortal porque não sabemos Em que momento o Senhor nos convidará para o deserto da nossa existência aquela caminhada que cada indivíduo seguirá em sobretudo aquela que se abre no momento da morte que nos retira da convivência dos que amamos para nos devolver a vida da imortalidade encontrando outros que nos antecederam que igualmente nos amam a Páscoa é um pulo é um pulo em que o Espírito de Deus o significado do Sagrado vem nos evocar o que tem valor a refletir sobre o que importa aprofundar o nosso significado nas coisas da vida para que tenhamos em fim o entendimento da Lucidez espiritual e quando sentimos dificuldade em compreender os significados profundos podemos repetir como Allan Kardec teria Deus oferecido ao homem o modelo e guia vê de Jesus Jesus não é um demiurgo Jesus não é um indivíduo que mereça o nosso culto transitório externo Jesus é o espírito que para nós os habitantes do planeta Terra representa a mais profunda vivência da lei Aquele que nos trouxe o verdadeiro significado da religiosidade Aquele que nos apresentou a vivência efetiva do amor que um dia nos unirá enquanto família que soube dignificar todos os grandes e os pequenos morava na Choupana de Simão como comparecia no Palácio de Nicodemos entre publicanos homens considerados de
or que um dia nos unirá enquanto família que soube dignificar todos os grandes e os pequenos morava na Choupana de Simão como comparecia no Palácio de Nicodemos entre publicanos homens considerados de uma vida entre as prostitutas do tempo resgatando-lhes a sede de amor como convivia com os sacerdotes entrava na casa de Zaqueu o mais rico de sua época da mesma maneira em que adestrava aí chobanas dos Miseráveis levantava a filha de Jairo e atendia ao Centurião romano com o mesmo carinho e com o mesmo respeito soube traduzir a justiça provocando a reflexão subjetiva de que não deveremos atirar a primeira pedra sem antes julgarmos as nossas próprias atitudes e valores Jesus exemplificou o amor no limite e depois de ter sido abandonado e vilipendiado pelos próprios amigos queridos ao levantar e retornar a convivência depois da morte adentra a um círculo fechado em que as portas estavam cerradas e os discípulos anteriormente com medo e ele os Saúda paz seja convosco a Páscoa representa esta lembrança do Sagrado que dirigiu que conduziu o povo no trânsito do deserto que nos faz recordar das Alianças que precisamos ter com Deus mas que renova-se na atualidade quando nos esforçamos por ver Jesus olhar para os seus exemplos e aplicá-los em nossas vidas então nos reunimos aos companheiros da Federação Espírita portuguesa para desejar a você meu amigo minha amiga uma Feliz Páscoa e uma reflexão profunda sobre o que ela significa em nossas existências nada de coelhos nada de ovos de chocolate a tradição antiga mostrava que o ovo era uma representação da vida o ovo diferente das outras comidas que quanto mais você cozinha mais elas amolecem o ovo quando se cozinha ele fica duro ele se torna resistente e a vida é um processo de cozimento da alma para torná-la forte Então se presenteava com um simbolismo pegava-se ovo cozinhava-se para que ele ficasse bem enrijecido pintada se dava assim em memória desse trânsito de formação o coelho o coelho era uma representação da Páscoa que
teava com um simbolismo pegava-se ovo cozinhava-se para que ele ficasse bem enrijecido pintada se dava assim em memória desse trânsito de formação o coelho o coelho era uma representação da Páscoa que aproximando-se do momento da fertilidade dos ritos de fecundação tomavam o coelho como exemplo de fertilidade e nas tradições se fundiram herdamos o ovo da tradição hebraica a Páscoa do coelho nas tradições na doutrina espírita não temos dias sagrados porque Sagrada é a vida e ela deve ser vivida todos os momentos então refletimos sobre o significados profundos dos símbolos para extrair dele lições que nos orientem a vida a Páscoa é um desses símbolos que deve preencher as nossas reflexões em busca de um melhor entendimento do valor da vida do valor da existência que pretendemos construir recordando que devemos confiar em Deus devemos confiar na vida e buscar os profundos significados da existência para você meus amigos minhas amigas nossos votos de paz e uma feliz reflexão em torno do significado da páscoa um forte abraço ficamos à disposição para alguma questão alguma esclarecimento que precisa ser feito em torno da temática que desenvolvemos Vitor querido você está sem sono nós não estamos conseguindo te ouvir OK agora já está Obrigado Andreia Obrigado pelas tuas palavras pelos motivos da reflexão de facto para podermos pensar um pouco meditar um pouco sobre todas estas razões que nos trouxestes não temos outro assunto agora vou convidar para fazer para esta agradecimento de pensamento dos nossos trabalhos Jesus Portanto o tempo nos dedicamos a racionalização dos teus ensinamentos usando as nossas crenças as tuas lições ao sabor das nossas conveniências e transformamos a tua mensagem de paz e motivos para fazermos a guerra tu que nos é tocastes a necessidade do amor e nós nos esforçamos por dividirmos em grupos de interpretação teológica para nos acusarmos e nos dividirmos quando deveriamos ser as cartas vivas com que o teu evangelho lança o mundo os exemplos de alegria de serenidade de
dividirmos em grupos de interpretação teológica para nos acusarmos e nos dividirmos quando deveriamos ser as cartas vivas com que o teu evangelho lança o mundo os exemplos de alegria de serenidade de pais e de equilíbrio radicalizamos nos momentos terríveis da história pretérita em que em nome da religião nos dividimos perseguimos maltratamos para alcançar no início do século XIX a renovação do conhecimento a ampliação que a ciência nos ofereceu e que culminou com descortinar do mundo espiritual agora objetificado nas experiências mediúnicas que nos permitiram o entendimento diferente da espiritualidade chegamos ao século 20 como um século marcado pelo conflito E durante 100 anos agonizamos acreditando que deveriamos numa fã da idolatria esquecer a realidade cultivar a ficção das ilusões que construímos para nós mesmos justificando a nossa ânsia do transitório em detrimento do que é ter E chegamos ao século 21 ansiosos por uma ética diferente cansados dos valores líquidos que surgem e desaparecem dá objetificação de nossos sentimentos no consumo inveterado que transformou sujeitos em coisas e que nos faz tratar pessoas como objetos transitórios de nosso próprio deleite nunca precisamos tanto dos teus ensinamentos nunca tivemos tanta necessidade de compreender que as lições nas palavras de vida eterna que nos evocam o significado verdadeiro da religiosidade que nos fazem entrar na intimidade do que é sagrado para descobrir nos teus gestos simples na tua palavra amiga no teu exemplo dignificador o roteiro para a construção de nossa felicidade permite Senhor que estejamos atentos a reconhecer as lições da vida que estejamos dedicados a extrair das experiências da vida o aprendizado de que necessitamos para sermos melhores e neste dia de reunião de exaltação de carinho de boa vontade entre todos os que aqui estamos nós queremos nos unir ao teu coração para dizer em conjunto Obrigado meu Deus Obrigado meu Deus
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