Evangelho no Lar • 28/09/2025

Mansão do Caminho 29/09/2025 (há 5 meses) 46:31 2,403 visualizações 506 curtidas

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

O que Olá, meus amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Il Fonso Correia aqui da cidade de Curitiba, no Paraná. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná e com alegria recebemos vocês mais uma vez para juntos refletirmos em torno das mensagens, no caso de hoje da coleção Fonte Viva deste benfeitor Emanuel e que tem enriquecido as nossas noites aí desde o ano de 2020. Eh, é sempre uma alegria estarmos aqui aos domingos, porque aos domingos nós temos também a transmissão sendo feita para a TV Mansão do Caminho. Gostamos de frisar sempre com alegria a estes que estão conectados através deste canal a nossa saudação fraternal. também a web Rádio Fraternidade, rádio Manaus de Estudos Espíritas, Rádio Espírita do Paraná. São parceiros de transmissão que nos alegram muito poder contar com vocês. Hoje nós temos conosco Angela Schredder. Ângela é trabalhadora do Centro de Estudos Espíritas Francisco de Assis, uma casa espírita bastante importante aqui da nossa cidade de Curitiba. Ela é membro do conselho, coordena grupos de estudos, faz palestras, mas é também trabalhadora da Federação Espírita do Paraná na área de comunicação social espírita. Então, Ângela, muito bom recebê-la aqui nessa noite para para o nosso evangelho. Seja bem-vinda. Obrigada, Adriano. Boa noite a você. Boa noite, Lisandra, Juliana, aos nossos amigos que estão nos bastidores trabalhando escondidinho para que tudo saia perfeito na noite de hoje. E a todos que nos acompanham, receba o meu abraço inicial. Juliana, perdão, Elisandra e Juliano. Ô meu Deus, que vergonha. Eh, trabalhadores da nossa casa espírita estão aqui para te receber, para nos ajudar nas tarefas. Boa noite, Elisandra, seja muito bem-vinda, querida. >> Boa noite, Adriano. Boa noite, Ângela. Boa noite, Juliana. Boa noite todos os amigos das janelinhas. A quem tá no becasiliana, a Karina, muito obrigada pelo convite. >> Juliano, desculpe aí, viu? Já comecei, né, errando no nome, mas tá tudo certo,

e, Juliana. Boa noite todos os amigos das janelinhas. A quem tá no becasiliana, a Karina, muito obrigada pelo convite. >> Juliano, desculpe aí, viu? Já comecei, né, errando no nome, mas tá tudo certo, né? >> Tudo certo. Boa noite, Adriano. Boa noite, Ângela. Boa noite, Elisandra. Boa noite, Karina. E eu também agradeço ao professor Campos pelo convite, que tenhamos um ótimo evangelho esta noite. Muito obrigado. Eu gostaria de cumprimentar algumas pessoas, como fazemos sempre, vocês do chat, como a Isabel lá de Recife, olha que coisa. Olha aí também a Isabel Cristina de Sinope, Mato Grosso. Que beleza. A Maria de Lourdes, ela está em Teresópolis. Ah, bonita cidade Teresópolis. Eh, a Regina do Rio de Janeiro, essa então, né? Rio de Janeiro. Maria Josineide Maceió, seja muito bem-vinda. Maria Josineid também. O Fábio Rafir é de Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco. Olha que coisa. Aline de Jaguarão, no Rio Grande do Sul. Seja bem-vinda, Aline também. Agora o nome tá diferente. A Cláudia, né? Imagino. Cláudia. Agora sim. de Amparo, a belíssima Amparo, eh que tivemos oportunidade de conhecer por conta daquele movimento Você e a Paz estivemos certa ocasião, fomos até lá para conhecer o trabalho, esse movimento belíssimo realizado pelo movimento espírita local e que na ocasião contou com a presença do embaixador, então embaixador da paz, nosso querido Divaldo Pereira Franco. também a Diná lá de Salvador, Bahia. Que beleza. E o Altair, esse é meu amigo Altair uma sorte, esteve conosco há pouco na nossa interregional lá. Francisco Beltrão, bom te ver por aqui, Altair. E todos vocês, meus amigos, que estão no chat, eh, a gente fica muito feliz, tem toda uma equipe aí que tá sempre conosco. Eu quero mandar um abraço especial para Lisley, porque a me encontrei com ela recentemente no SEIK e acho que fiquei devendo esse abraço, né, Lis? Então está dado, está dado esse abraço. Vamos então meus amigos, ao início da nossa atividade. Lembrando sempre que essa oportunidade de oração é

o SEIK e acho que fiquei devendo esse abraço, né, Lis? Então está dado, está dado esse abraço. Vamos então meus amigos, ao início da nossa atividade. Lembrando sempre que essa oportunidade de oração é preciosíssima. Nós vamos pedir a Elisandra que conduza, então, os nossos pensamentos na prece de abertura. Nós lhe agradecemos por mais esta oportunidade de realizarmos o nosso evangelho no Mar online, por todas as bênçãos que este esta ação nos traz. Nós pedimos que abençoe e tua nossa querida amiga Ângela nos comentários da noite, que tenhamos ótimos ensinamentos, que consigamos captar o que foi nos for dito, que o desafio desse evangelho de hoje seja vencido, nos abençoa, nos protege e permita que ele continue há muito, continue por muito mais tempo. tempo acontecendo para que seja esse refrigério da alma de tantas pessoas que buscam no Evangelho do Lar pequenas chamas de alegria e de melhoria para seu dia a dia. Fica conosco e nos abençoe. Que assim seja. Que assim seja. Texto de hoje é da obra Caminho, verdade e Vida. E vamos pedir ao Juliano que faça a leitura. Então, Juliano, por favor. >> OK. Caminho Verdade e Vida, capítulo 147. Um desafio. E agora, por que te deténs? Atos, capítulo 22, versículo 16. Relatando a multidão sua inesquecível experiência às portas de Damasco, o apóstolo dos gentios conta que, em face da perplexidade que o defrontara, perguntou-lhe Ananias em advertência fraterna: "E agora, por que te deténs? A interrogação merece meditada, ser meditada por todos os que já receberam convites, apelos, dádivas ou socorros do plano espiritual. Inumeráveis beneficiários do Evangelho prende-se a obstáculos de toda sorte na província nebulosa da queixa. Ser felicitados pela luz da fé lastimam não haver conhecido a verdade na juventude ou nos dias de abastança. Contudo, na idade madura ou na dificuldade material sustentam as mesmas tendências inferiores que lhes marcavam as atitudes nos círculos da ignorância. Nas palavras exteriorizam sempre grande boa vontade. Entretanto,

e madura ou na dificuldade material sustentam as mesmas tendências inferiores que lhes marcavam as atitudes nos círculos da ignorância. Nas palavras exteriorizam sempre grande boa vontade. Entretanto, quando chamados ao serviço ativo, queixam-se imediatamente da falta de dinheiro, de saúde, de tempo, de forças. São operários contraditórios que ao tempo do equilíbrio orgânico, exigem repouso e na época da enfermidade corporal alegam saudades do serviço. É indispensável combater essas expressões destrutivas da personalidade. em qualquer posição e em qualquer tempo. Estamos cercados pelas possibilidades de serviço com o Salvador. E para todos nós que recebemos as dádivas divinas de mil modos diversos. Foi pronunciado o sublime desafio. E agora, por que te deténs, Emanuel? Obrigado, Juliano. Ângela, por favor, a palavra é sua. Muito obrigado. Obrigada a todos. Esse texto, ele é simplesmente um presente enviado para nós na noite de hoje, para que a gente possa nos questionar com relação às nossas atitudes, o nosso posicionamento, o nosso dia a dia. Para que a gente possa tirar o melhor proveito, me permita uma breve, mas bem breve contextualização. Esse texto, lembrando, como foi dito, tá lá em Atos, né? É Paulo narrando e o que aconteceu com ele. Então, Paulo as a caminho de Damasco, ainda Saulo, após o seu encontro com o Cristo, recebe de presente a cegueira física para que, na verdade, os seus olhos fossem abertos, né, seus olhos espirituais. E aí quando a gente lê essa pergunta que foi feita por Ananias para ele e agora por que te detens, é necessário que a gente entenda um pouquinho o que estava acontecendo. Paulo no contexto era um implacável perseguidor dos cristãos e ele tava indo para Damasco justamente a missão de prender aqueles seguidores do Cristo, em especial um chamado Ananias. E foi nesse caminho, nessa viagem em que essa luz intensa, que a gente possa dizer assim, o envolveu e ele caiu por terra. E aí onde ele ouviu aquela frase linda que todos nós sabemos, Saulo,

Ananias. E foi nesse caminho, nessa viagem em que essa luz intensa, que a gente possa dizer assim, o envolveu e ele caiu por terra. E aí onde ele ouviu aquela frase linda que todos nós sabemos, Saulo, Saulo, por que me persegues? Né? Então aquele Saulo, perseguidor, implacável, cego fisicamente, mas eh com a oportunidade de se iluminar para o novo rumo, encontra o Nazareno. E aí, três dias depois, em Damasco, ele é visitado por Ananias, que lhe explica o por ele estava ali, como foi revelado. E ele faz essa pergunta: "E agora, por que te deténs?" Então, a a no texto tem uma parte que essa interrogação, como disse aqui, merece ser meditada por todos nós que já recebemos o convite, apelo, dádivas ou socorros do plano espiritual. Quem de nós que não recebeu em nenhum momento um socorro do plano espiritual? Quem de nós que em nenhum momento recebeu alguma dádiva? Se a gente parar para analisar, recebemos isso diariamente. E muitas vezes nem nos damos conta da dádiva recebida, do presente recebido, do socorro que fomos amparados. E também recebemos, por sua vez, alguns convites e talvez seja esse convite que a gente tenha que refletir por que a gente se detém. Quem de nós ainda não foi convidado a trabalhar na seara do mestre? Quando trabalhadores de uma casa espírita, a gente brinca que trabalho é o nosso nome do meio, porque somos constantemente convidados a trabalhar nas mais diversas frentes da casa espírita, seja no passe, seja na palestra, na evangelização, nos grupos de estudo. Ai, esses grupos de estudos, a base, o fortalecimento que eles nos dão. E aí, por que que a gente se detém com tantos convites nos batendo à porta? Porque nós, assim como Paulo, que estava representado nesse texto por Saulo, o homem velho, aquele preso ainda ao orgulho, a vaidade, até a imponência que o cargo dava ele, que a gente também renasça, renascer no momento em que somos convidados a sair. de daqueles filhos que recebem as dádivas, que recebem as bênçãos e que agora está tendo a oportunidade

cargo dava ele, que a gente também renasça, renascer no momento em que somos convidados a sair. de daqueles filhos que recebem as dádivas, que recebem as bênçãos e que agora está tendo a oportunidade de poder servir. Então, nesse texto, Emanuel deixa bem claro que é neste momento que ele é convidado a a te servir, é que é o nascimento de Paulo, o missionário, aquele que levaria a o evangelho aos gentios. E esta frase, eu diria que não é apenas uma convocação, eu diria quase que é uma amorosa ordem do alto vindo, porque a vida espiritual ela não pode ser adiada. Então, esta pergunta de Ananias feita naquele momento, ela não é apenas um convite, eu diria que ela é um chamado ao movimento, é um chamado à ação, a decisão imediata. E como o texto diz, nós também somos chamados. E o que é que nos detém? É aí que eu acho a riqueza deste texto, que ele atravessa os anos, os séculos e tá tão presente entre nós. O que que nos detém neste momento? Muitas vezes o que nos detém são coisas materiais. Eh, se nós analisarmos bem, não vai ter o momento perfeito para a gente poder servir, porque sempre teremos alguma ou outra preocupação. Alguns podem dizer: "Ah, eu não posso ajudar mais, trabalhar mais na casa, no movimento, no que seja convidado, porque eu tenho filhos pequenos". Outra poderá dizer assim: "Ah, eu já o contrário, meus filhos são adolescentes, é agora que eles demandam mais tempo para eu estar junto da minha família, dos meus estar presente com eles acompanhando." E outros podem dizer: "Ah, mas agora que os meus filhos já são adultos, eu tenho que cuidar dos meus pais". Então, se veja como nós ainda encontramos eh motivos para nos deter, para mantermos ainda o homem velho dentro de nós. E quantas vezes nós somos tocados por algum apeluinte, por alguma inspiração, por uma oportunidade de servir e ficamos hesitantes e ficamos adiando essa transformação. Eu diria para para vocês que quando a gente recebe um presente como este texto e aonde eu tenho a oportunidade de

uma oportunidade de servir e ficamos hesitantes e ficamos adiando essa transformação. Eu diria para para vocês que quando a gente recebe um presente como este texto e aonde eu tenho a oportunidade de comentá-lo, esse texto, me permitam, eh, é primeiro para mim que estão ali lendo, refletindo, para que aí sim eu possa de alguma maneira passar para vocês algumas perguntas. Então, quando tava montando esse texto, eu fiz, peguei um papel e comecei a fazer uma lista. Se essa pergunta fosse feita a mim, por que eu me detenho? Quais seriam as desculpas? Qual seriam os motivos que eu colocaria ali? Porque nós não podemos ignorar os convites que partem do alto, os convites que a vida nos apresenta. E Emanuel no texto, ele de uma maneira muito gentil e amorosa, ele nos relembra que nós já recebemos luz, que nós já recebemos bênçãos, que nós já recebemos dádivas, que nós já recebemos inclusive, como ele diz, socorros espirituais, mas que permanecemos ainda estagnados. E aí eu diria que nós usamos várias desculpas, né? Eu posso dizer que nós dizemos que não temos tempo, que não temos recursos, ai nos queixamos de alguma dificuldade, alegamos outros motivos e aí fica a advertência. Não existe o momento ideal externo. O serviço de Jesus, ele pode ser feito aqui e agora, independente do momento externo que nos encontramos. Alguns podem dizer: "Estou no início de carreira, tenho que me dedicar mais ao meu trabalho". Outros estão falando agora que eu estou no auge do meu momento, tenho que trabalhar para pensar na velice. E talvez quando já nos encontramos na velícia, possamos dizer: "Agora não dá mais tempo". Então não há o momento externo ideal. O serviço que você está recebendo essa mensagem. Se você foi convidado a participar deste evangelho no exato momento de hoje, ou aqui é agora, é para que você aceite esse desafio, porque o texto tem como título um desafio. E qual é este desafio? é que a gente deixe o homem velho de lado, deixe as queixas, a preguiça, deixe a falta de tempo, a correria do mundo e a gente

esafio, porque o texto tem como título um desafio. E qual é este desafio? é que a gente deixe o homem velho de lado, deixe as queixas, a preguiça, deixe a falta de tempo, a correria do mundo e a gente atenda a esse pedido, a este convite. Porque lendo isso, eu me lembrei de uma questão que se encontra lá no livro dos espíritos. E eu gostaria que vocês relembrassem, quem está com o livro dos espíritos aí ao lado, abra na página que tem a questão 642, que nos diz assim: "Bastará não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar uma posição futura?" E a resposta é muito simples. Não é preciso fazer o bem na medida de nossas forças. E será que esta medida que estamos utilizando é das nossas forças? Será que nós fizemos todo o bem que nos é possível? Porque a doutrina espírita diz que não, para não fazer o mal a gente cruza os braços, mas para fazer o bem a gente precisa de uma força ativa. E uma lei da física diz que para entrar em movimento, o corpo precisa de muita mais energia. Então, como Paulo, nós poderíamos permanecer estagnados, mas ele aceitou o convite, ele fez essa renovação e foi chamado ao serviço ativo. Aí você pode dizer: "Ah, mas ele foi chamado ao serviço porque ele ficou cego." E quantas vezes nós também ficamos cegos para o mundo exterior e mesmo assim não a colaboramos no serviço ativo. Basta que a gente faça o nosso exame de consciência, que aliás é outra pergunta do livro dos espíritos, agora a 919, aonde o autor da pergunta, dada resposta, no caso, Santo Agostinho, recomenda que a gente faça o nosso exame de consciência diário para que a gente possa não se deter, mas avançar. avançar em autoconhecimento, no seu próprio diagnóstico, que eu preciso mudar. Então, talvez na noite de hoje, essa reflexão em conjunto que estamos fazendo seja essa. Será que eu me encontro no momento de estagnação espiritual? E se estou, será que isso é um desafio? Como faço para poder sair desta estagnação? Será que, como Paulo, será preciso a visita do sofrimento para que os meus olhos se abram, para

tagnação espiritual? E se estou, será que isso é um desafio? Como faço para poder sair desta estagnação? Será que, como Paulo, será preciso a visita do sofrimento para que os meus olhos se abram, para que o momento seja esse? Tudo bem. Se o sofrimento fizer a bater a nossa porta, sabemos pelo evangelho que bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados, que as provações, que as dificuldades não são barreiras, que muitas vezes elas são estímulos para que a gente possa progredir, porque até na enfermidade nós temos a oportunidade de servir. E lá no final do texto ele mostra uma dualidade que muitas vezes nós encontramos. Me permitam reler aqui. Somos operários contraditórios. Na verdade, ele fala são operários contraditórios que no tempo em que temos o equilíbrio orgânico, a gente quer repousar. E na época que temos enfermidade corporal, a gente sente saudades do serviço. Então, que possamos ouvir este convite, que aceitemos este desafio de não nos deter, de neste momento não ficarmos estagnados. Se nós formos esperar sermos perfeitos, sermos bons trabalhadores, termos todo conhecimento da doutrina para daí servir, talvez a gente esteja se detendo em desculpas, porque nós somos aqueles trabalhadores da última hora, convocados ao trabalho do bem, em qualquer idade, em qualquer condição. em qualquer momento, porque tivemos a oportunidade de conhecer a doutrina espírita, este consolador prometido que vem nos explicar, que vem nos consolar em tantas dores que nós temos. Então, se este é um momento de dor, de provação que você esteja fazendo, passando, talvez até com alguma limitação física, lembre que é possível servir, porque sempre é possível, mesmo nessas limitações físicas, é possível que a gente ore por alguém, que a gente console um amigo que nos pede um ombro para chorar. É possível que a gente escreva uma mensagem para alguém. É possível que a gente escute o desabafo, que a gente ampare o coração sofrido. Então, as nossas limitações físicas, o nosso sofrimento,

horar. É possível que a gente escreva uma mensagem para alguém. É possível que a gente escute o desabafo, que a gente ampare o coração sofrido. Então, as nossas limitações físicas, o nosso sofrimento, talvez seja a oportunidade da gente olhar para o outro e ver que ao nosso lado também tem irmãos que sofrem e nem por isso ele se detém. Porque o trabalho ele não exige condições perfeitas, ele exige sim boa vontade real. Então Jesus tá me chamando. Jesus tá te chamando neste momento. Ele nos chama pelo serviço e não pelas desculpas. Ele sabe das nossas imperfeições e mesmo assim nos convoca. E aí, e agora? Por que te deténs? Será que nós temos a coragem de admitir qual é a nossa estagnação atual? Mais do que isso, será que nós temos coragem de dar o passo e entrarmos em movimento, de fazer o bem, de auxiliar? Porque o texto é muito claro quando diz para todos nós que recebemos as dádivas divinas e que é maior dádiva do que a oportunidade de estarmos aqui aprendendo, evoluindo, auxiliando um ao outro para aqueles que já trabalham dentro da doutrina espírita. Que dádiva maior que não há de conhecer este consolador prometido, de poder estar servindo, de poder dizer que é um operário, um trabalhador da última hora. E aí, qual é o seu impedimento? O que que te detém neste momento? Porque para servir a Jesus independe do cargo que nós ocupamos, do dinheiro que temos ou não, do poder que esteja em nossas mãos, mas precisamos sim ter uma atitude diária de dedicação. Talvez no mundo em que vivemos, a maior dificuldade, o maior impedimento que nós colocamos, e essa foi uma das minhas reflexões, eu falo: "Ah, eu não tenho tempo". Mas o tempo é uma questão de prioridade. A gente arruma tanto tempo para ver uma maratona de séries. A gente arruma tanto tempo para não fazer nada. A gente arruma tanto tempo para coisas tão pequenas. E por que que quando nós somos convidados nós ficamos estagnados? Dar um sorriso, ter uma atitude gentil, fazer uma visita a um doente, ligar para alguém, mandar uma mensagem, sorrir,

as tão pequenas. E por que que quando nós somos convidados nós ficamos estagnados? Dar um sorriso, ter uma atitude gentil, fazer uma visita a um doente, ligar para alguém, mandar uma mensagem, sorrir, perdoar. São assim tão simples que eu estei na reflexão que estava fazendo, que cada um de nós pode sim fazer. E por que ainda nós nos detemos? Porque esse homem velho ainda habita em nós. Porque se a gente olhar bem, nós estamos mais próximos da linha de largada do que da linha de chegada. Mas nem por isso a gente vai desanimado, nem por isso a gente vai se deter, porque o desafio, ó, tá aqui, tá feito. O título, um desafio tá desafiando todos nós a colocarmos em prática, a podermos fazer mais pelo próximo. E pode ter certeza que quando nós assim o fazemos, o maior beneficiado por tudo isso somos nós mesmos. Nós que ganhamos quando ajudamos ao outro. Nós é que saímos consolados quando temos a oportunidade de consolar e ajudar ao nosso irmão. São exemplos práticos, não depende de grande investimento, de grande conhecimento que todos nós podemos fazer. E você, e agora? Por que que você ainda se detém? O que que te impede de aceitar a este convite? Esse texto para mim foi um presente porque quando fui convidada a participar do evangelho, falou: "Quer falar em algum texto especial?" Eu brinquei com a pessoa, falou: "Ah, pode escolher o texto, você eu gosto de um desafio". E aí veio esse presente, esse desafio de a gente refletir por que a gente ainda se detém. Será que vocês teve a coragem de nos teclar aí no chat algum dos motivos que faz com que você se detenha? Aí vou pedir ajuda pro Adriano, paraa Karina que está nos bastidores, para colocar algumas respostas de motivos que vocês lembraram ouvindo e refletindo sobre esse texto que faz com que ainda fiquemos detidos, estagnados aonde nos encontramos. Por que se detém, Adriano? É, acho que a gente ainda ainda não compreendeu esse a importância desse chamado, né? Então, ainda nos detemos. Olha aí, a Maria Cleusa disse: "Ainda

aonde nos encontramos. Por que se detém, Adriano? É, acho que a gente ainda ainda não compreendeu esse a importância desse chamado, né? Então, ainda nos detemos. Olha aí, a Maria Cleusa disse: "Ainda nos distraímos com as coisas do mundo e aí nos detemos diante do trabalho no evangelho do mestre Jesus". É verdade. Talvez Paulo ficou cego para o mundo externo, talvez para poder voltar os olhos para dentro de si mesmo, né? E nós nos detemos com tanta coisa ao nosso redor, né? Ó, apareceu agora o medo, >> o comodismo. Verdade. >> É horário do trabalho. A gente coloca os filhos pequenos, a mãe ou o pai doente, o medo, a ansiedade, medo de errar. Adorei essa resposta do seu amigo Alta. A gente tem medo. Medo de não tá preparado, medo de aceitar e errar a tarefa. E daí nós não somos perfeitos, nós somos perfectíveis. Se nós errarmos, vamos descobrir uma maneira que não dá certo e levantamos e seguimos em frente. Não podemos nos deter pelo medo, né? falta de preparo mesmo, ele gera realmente insegurança. Será que não é o nosso orgulho muitas vezes falando mais alto que a gente não ai, eu não quero errar, eu não quero mostrar que eu não tô preparada? Será que não é o orgulho falando mais alto dentro de nós? Você veja quanta coisa esse texto nos dá para refletir. Adriana, deixo aí os meus comentários para que a gente possa refletir, fazer o exercício da 919, o nosso exame de consciência com essa pergunta em mente. O que me detém? OK, Angela. Nós agradecemos aí a sua as suas reflexões, essa provocação final. Muita gente tá se manifestando ali, né? eh colocando muitas muitas pessoas esse medo, essa insegurança, julgar-se, né, despreparado e achamos que não somos capazes, disse ali a Lane. Mas, meus amigos, eu acho que o que a Ângela colocou é que, claro, Paulo tinha uma missão à altura do seu do seu digamos porte espiritual, né? um grande missionário. Mas o convite que o Cristo nos faz hoje é para as pequenas atitudes, as pequenas mudanças, as pequenas transformações morais e também algo que a gente não

porte espiritual, né? um grande missionário. Mas o convite que o Cristo nos faz hoje é para as pequenas atitudes, as pequenas mudanças, as pequenas transformações morais e também algo que a gente não deve desconsiderar, o trabalho voluntário. Tem muitas oportunidades de trabalho voluntário que nos enriquecem. Então ele não nem todo trabalho voluntário exige assim esse preparo, né? Claro, exige responsabilidade porque ele é voluntário até o momento em que a gente diz sim, né? Quando a gente diz sim, deixa de ser voluntário, porque a pessoa passa a contar conosco, a instituição passa a contar conosco, a estrutura passa a contar conosco, mas há muitas coisas que nós podemos fazer eh pelo próximo e que significa fazer por nós mesmos. Então essa provocação, esse desafio que Emanuel nos lança, como disse a Ângela, é realmente muito interessante. E esse exercício pode ser refeito ainda hoje mais uma vez, né, Ângelo, para que a gente a gente encontre a as respostas em nós mesmos ou reforce essa essa vontade que é o pensamento num grau tal que se transforma em força impulsionadora, força motriz que nos leve de uma condição para outra. Se eu tô num estado de eh comodismo, como alguém vários colocaram ali também, o comodismo, eh eu preciso encontrar na força do pensamento a as forças que nos levem a sair dessa situação. Este exercício, meus amigos, nós teremos que fazer um dia ou outro. E como disse a Ângela, que Deus nos dá essa oportunidade hoje com as melhores condições possíveis, porque se nós atrasarmos muito o nosso próprio desenvolvimento, chegará uma hora em que ele vai nos trazer o aguilhão, né, que é aquele aquela pontadinha da dor que nos impulsiona, nos tira do comodismo aí já sem que a gente possa fazer isso pela nossa própria vontade. é a dor, o sofrimento, a doença e até mesmo desencarnação que nos muda de condição. Então, a gente quer agradecer aí a a essa essas reflexões que você trouxe, mas eh é importante aí a gente fazer mesmo essa reflexão. E não adiemos, meus

é mesmo desencarnação que nos muda de condição. Então, a gente quer agradecer aí a a essa essas reflexões que você trouxe, mas eh é importante aí a gente fazer mesmo essa reflexão. E não adiemos, meus amigos, não adiemos esta ação que já pode ser realizada. Lembrando sempre, não precisa ser uma grande coisa, pode ser uma coisinha pequena, mas que a gente faça alguma coisa, certo, Ângela? Algum? >> Com certeza. Com certeza. É isso. Às vezes a gente fica pensando, ah, eu tenho fazer uma grande revolução, algo grandioso. Os pequenos gestos que estão ao nosso redor, como falei, um sorriso, um telefonema, uma mensagem, nós já estamos fazendo alguma coisa. Elisandra, Juliano ficaram com vontade de dar um pitaco aí também. Posso falar um pouquinho? Achei importante que é o momento é agora, né? >> Ele fala da velice, do momentos, né? Então que a gente não deixar eh escapar as oportunidades e fazer hoje, né, o possível para ajudar o próximo e a nós mesmos, né? Seria isso. >> O que fizemos hoje é muito melhor do que esse amanhã que nunca virá, né? Se a gente não se movimentar, não é? A gente precisa fazer hoje. Elisandra, >> é só um comentário que o primeiro passo é difícil, mas depois que você dá o primeiro passo, vai acumulando, vai passando, vai acaba sendo natural, né? Então, o primeiro passo, a gente decide e a gente tem que dar e depois as coisas acontecem naturalmente. Isso é importante. >> É, e é sempre interessante esse espaço novo, né? Esse lugar diferente. Eh, hoje a gente tá num uma posição, a gente entra numa rotina, mas quando você se desafia, muito interessante o texto que o título que Emanuel coloca, você se desafia, você se apresenta para uma tarefa, para algo novo, para conhecer. Seja tranquilo, seja franco. Diga assim: "Olha, eu vim para experimentar, quero conhecer trabalho, posso fazer? Não posso fazer isso, aquilo, aquele outro. Como é que faz? Seja humilde, não seja lá a gente chega, já quer transformar tudo ao nosso ao nosso nosso modo de ver, nosso jeito de ser. Não

posso fazer? Não posso fazer isso, aquilo, aquele outro. Como é que faz? Seja humilde, não seja lá a gente chega, já quer transformar tudo ao nosso ao nosso nosso modo de ver, nosso jeito de ser. Não faça o que pode ser feito, coisas simples, mas experimente o novo. Eh, essa experiência é maravilhosa e nós temos essas oportunidades todos os dias de sairmos do lugar onde nós estamos e irmos para algo diferente. Faça isso e não vai se arrepender. OK? Então, vamos refletindo sobre isso, mas vamos também fazer a nossa prece. Senhor e Mestre Jesus, aqui estamos. para te agradecer pela reflexão da noite. É tão maravilhoso podermos beber dessa fonte que é o teu evangelho, o evangelho do Cristo, mais clarificado, selecionado, elaborado por este benfeitor da humanidade que é o Emanuel, resgatando a história de outro personagem extraordinário que é Paulo de Tarso. E então recebemos esta lição tão estimulante que nos convida a não nos determos, a não estacionarmos, a avançarmos. Queremos nessa noite te pedir. Dai-nos forças, Senhor. Fortalece o nosso ânimo, a nossa disposição, a nossa vontade, para que, enfim, em qualquer tempo, na juventude, na madureza, na idade mais avançada, possamos fazer algo em nosso próprio benefício ou em benefício do próximo. Pois que não há idade de fato para servirmos na tua seara. Permite-nos, possamos orar, possamos agir, possamos sorrir, possamos abraçar, possamos amar na expressão ampla daqueles que saem dessa posição de olhar e de se preocupar somente consigo mesmo para prestarmos atenção no outro e no mundo que está à nossa volta. Ajuda-nos então, Senhor, a vencermos este desafio, que é viver em tempos presentes, mas que se estamos ao seu lado, certamente iremos mais longe. Fica conosco, abençoa-nos, concede-nos da tua paz hoje e sempre. Que assim seja. Pronto, meus amigos. Quero agradecer a toda todos vocês do chat que participaram bastante, a Elisandra pela presença, ao Juliano pela presença. Muito obrigado, meus amigos. E a você, Ângela.

sim seja. Pronto, meus amigos. Quero agradecer a toda todos vocês do chat que participaram bastante, a Elisandra pela presença, ao Juliano pela presença. Muito obrigado, meus amigos. E a você, Ângela. Eh, mais uma vez muito obrigado pela presença. Leve o nosso abraço aos nossos amigos lá do Centro de Estudos Espíritas Francisco de Assis, não é? Leve o nosso abraço a todos. Se quiser se despedir, fique à vontade. >> Só desejar a todos uma boa noite, uma boa reflexão e que Jesus nos ilumine. >> Meus amigos, não se esqueçam, amanhã no mesmo horário, 21:50, nós teremos também o nosso Evangelho no Lar Online, porque ele é uma atividade, é uma atividade diária da nossa casa espírita. E você que está conectado na TV Mansão do Caminho, se quiser estar conosco, eh, acesse o canal SE, é o canal do Centro Espírita e o Defonso Correia. Amigos, é sempre bom lembrar que é importante inscrever-se no canal. Inscreva-se, ative o sininho, porque esse pode ser um aviso interessante, né? A gente tá ali meio sem fazer nada, no comodismo, surge o sinal de que a atividade vai iniciar e a gente vem participar dela, né? Porque também orarmos juntos é algo extraordinário. A gente também está contribuindo para melhorar o nosso planeta, a psicosfera do planeta quando junto juntos oramos. Fiquem com Deus, tem um excelente final de domingo, uma excelente semana e até amanhã ou senão até a semana que vem. Ciao. Ciao.

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