Evangelho no Lar • 27/07/2025

Mansão do Caminho 28/07/2025 (há 8 meses) 49:35 4,006 visualizações 673 curtidas

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Transcrição

Olá, muito Muito boa noite, queridos amigos encarnados e desencarnados que estão aqui conosco, nos prestigiando a noite de hoje. Eu sou Fernando Campos, trabalhador do Centro Espírito de Afonso Correia e esta é mais uma edição, aliás, a edição número 1954 do Culto do Evangelho no Lar Online. Hoje em especial temos a nossa amiga Luziane Bahia, que logo nós faremos alguns comentários a seu respeito. E justificando a ausência do nosso querido amigo Adriano e da nossa Kina, que eles estão numa atividade familiar e não puderam estar aqui conosco hoje, mas temos aqui, a lenda Luziane a a presença de alguns outros amigos hoje, em especial do nosso coral do Centro Espírito de Defonso Correia, né? É importante salientar que eles estão aqui conosco, representando todos os nossos demais trabalhadores da casa espírita. Muito boa noite, Ana. Muito boa noite, Fábio. >> Boa noite. >> Boa noite, Fernando. Boa noite a todos. Nós temos trazido, procurado trazer todos os que são casais do nosso coral ou irmãos, alguma coisa assim nesse sentido, que é pra gente ir trabalhando, mostrando que a música é muito importante, muito relevante para o nosso dia a dia, né? Nossa convidada da noite, uma querida amiga que já esteve aqui conosco, uma simpatia em pessoa, Luziane Bahia. Ela é evangelizadora e colaboradora da mansão do caminho. E hoje em especial nós falamos para todos os nossos amigos e mais ainda os nossos queridos companheiros lá da mansão do caminho, né? Ela também tá vinculada à FEB, o que nos traz mais ainda eh informações dentro da área da infância. Minha querida Luziane, seja muito bem-vinda. A palavra é sua. >> Olá, irmãs e irmãos queridos. Fernando, Anelisa, Fábio, o Michael que tá aí com a gente nos bastidores e todos vocês que estão aqui chegando com mensagens tão lindas, atenciosas, carinhosas. a nossa gratidão imensa por estarmos aqui. Eu rogo a Jesus as bênçãos para todos nós, mas muito feliz por estarmos aqui com vocês. Gratidão imensa, >> muitíssimo grato pela presença. E já que

inhosas. a nossa gratidão imensa por estarmos aqui. Eu rogo a Jesus as bênçãos para todos nós, mas muito feliz por estarmos aqui com vocês. Gratidão imensa, >> muitíssimo grato pela presença. E já que você está aqui conosco lá da Bahia, né, não só do nome, mas de lá, a gente gostaria de ser assim um pouco eh vinculado e saber como é que está tudo na mansão do caminho, né? Sempre é bom a gente ter notícias de lá que um um local que fala tão alto no coração da gente, né? Nós agradecemos imensamente por esse carinho imenso que nós sempre da mansão do caminho recebemos e principalmente após a partida do nosso querido tio Divaldo, a gratidão imensa por todos os cuidados e mensagens de afeto. Aqui na mansão do Caminho nós seguimos como o nosso tio Divaldo, nosso tio Nilson, eles sempre nos ensinaram. a necessidade, o olhar para o trabalho, para o aperfeiçoamento, para insistirmos e seguirmos em frente, sem desistências, mas naturalmente com coração cheio de saudade, com as lágrimas que ainda nos vem aos olhos, com a emoção que salta de nós, é natural, vivendo todo esse aspecto, mas seguindo firmes aqui no trabalho, porque aqui nós temos muitas tarefas, muitos trabalhos e sobre o amparo deles, agora que estão no plano espiritual, nos auxiliando ainda mais e sempre presentes conosco. >> Sem dúvida, né? A gente pode e deve contar com eles. Claro, sem dúvida. A gente a gente só muda de endereço, né? Mas o o coração tá vinculado uns com os outros, né? Não tem não temos dúvida, né? Nós queremos abraçar os nossos amigos aqui. Vou até pedir pro Michael, nosso querido, que está lá no back, colocar aqui. Nós vamos colocar algumas pessoas que já estiveram aqui conosco. A Cleide da Maceno veio pela primeira vez, ou pelo menos ela coloca aqui como novo membro do YouTube. Seja muito bem-vinda, Cleide. Seja a primeira de muitas outras eh ocasiões. A Yolanda Machado também, ela tá dizendo aqui junto com Andreia Martins, Gil Fernandes, Ana Feitosa e Daniela Olegar. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso grupo. Maria das

muitas outras eh ocasiões. A Yolanda Machado também, ela tá dizendo aqui junto com Andreia Martins, Gil Fernandes, Ana Feitosa e Daniela Olegar. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso grupo. Maria das Graças Menezes de Santo Antônio de Jesus na Bahia aí perto. Arquemimo que tá sempre conosco aqui, né, meu querido amigo lá de Belém do Pará. Seja muito bem-vindo, Arquimo. A Chalma Dutra de Rio Grande do Sul, lá em Santa Cruz do Sul. Seja bem-vinda também. Onaldo Sales de São Luís do Maranhão, lá em cima, lá no Nortão, a Maria Vitorina de New Jersey, nos Estados Unidos. É, esse é mais norte ainda, bem lá na bem longe. Teresa aqui no Luiz de Orlando, na Flórida. Nós estamos longe aí, viu? Então a sua palavra, Luziane, vai ecoar pros quatro cantos do mundo, não somente agora, mas amanhã também. O pessoal assiste, tem muitos de nós que resolvemos assistir de manhã, tomando café da manhã, porque alguns levantam muito cedo. Então, assistem no dia seguinte. Antes de nós começarmos, vamos lembrar de que vamos silenciar os nossos corações, colocar até assim dá para colocar a nossa água a ser fluidificada. coloca aqui. Vamos orar em conjunto. E já que estamos falando em conjunto, podemos eh pedir para os nossos amigos, aqueles que querem conversar, ter uma palavra mais amiga, um diálogo mais fraterno, abrir seu coração, nós dizemos que era para se eh eh cadastrar nesse e-mail seik@ceik.org.br. br, informa o nome, telefone, que a gente possa entrar em contato. Aqueles que são de fora, nós faremos o agendamento e atenderemos online. Aqueles que são daqui da região, a gente marca e nós atenderemos lá no Centro Espírito de Fontes Correia. Mais um agradecimento faremos para aqueles que são os nossos parceiros de transmissão, aqueles que estão conosco transmitindo e retransmitindo a Rádio Espírita do Paraná e a Rádio Manaus de Estudos Espíritas, né, que eles estão conosco também, a Web Rádio Fraternidade, que também é nossa parceira nesta nesta tarefa que tão bem faz a todos nós. Nós vamos começar então efetivamente o

us de Estudos Espíritas, né, que eles estão conosco também, a Web Rádio Fraternidade, que também é nossa parceira nesta nesta tarefa que tão bem faz a todos nós. Nós vamos começar então efetivamente o nosso evangelho no lar, pedindo ao nosso Fábio que faça a prece de início. Por gentileza, Fábio, é contigo. Vemos então nossos pensamentos ao Pai Celestial, pedindo as bênçãos dos espíritos de luz. Ajuda-nos, Pai, a sermos gratos por tudo que recebemos em nosso dia a dia. Ajuda-nos a sermos benevolentes, misericordiosos, indulgentes com todos os nossos irmãos. que cruzam nossos caminhos dias diariamente. possamos, pai, ver a sua luz em todos os nossos irmãos, animais, hominais, que possamos estar sempre atentos ao teu chamado pela caridade e aos teus propósitos em nossa vida. Fica conosco nesta noite, agora e sempre, nos acompanhe e possa sempre nos intuir o caminho do bem, da verdade e da vida. Obrigado. Que assim seja. Obrigado, Fábio. Vamos pedir então para que a Anelisa leia o texto por todos nós. Vamos acompanhar um texto muito interessante, como sempre, né? Como sempre, nosso querido Emanuel, ele é impecável. O tempo. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. Paulo, Romanos, capítulo 14, versículo 6. A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo. Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhe é devida por Deus. Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção, constituindo a criação universal, patrimônio comum. É razoável que todos gozem as possibilidades da vida. Contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam a Terra em favor de seu aperfeiçoamento espiritual. É lógico que todo homem conte com o tempo. Mas se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho, não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as

stiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho, não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo. De qualquer forma, a velha expressão popular matar o tempo reflete a inconsciência vulgar nesse sentido. Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação é muito importante para o concurso humano na execução das leis divinas. Os interesses imediatistas do mundo clamam que o tempo é dinheiro para em seguida recomeçarem todas as obras incompletas nas na esteira das reencarnações. homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constróem e destróem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade na conquista da experiência. Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida. Entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor. Emanuel, >> muito obrigado, Ana. Querida Luziane, o microfone é seu. Nós vamos prestar bastante atenção aqui em você. >> Gratidão, querida. É interessante observarmos numa mensagem tão linda do Benfeitor Emanuel, a psicografia do nosso Chico Xavier, o livro da coleção Fonte Viva e é o livro Caminho, verdade e vida. é a primeira mensagem que o benfeitor intitula o tempo. E naturalmente, lendo-a, diversas reflexões perpassam sobre a nossa mente e uma delas, talvez a mais impactante, ressoa como um questionamento. O que temos feito do tempo que Deus nos concede? Quando falamos do tempo que Deus nos concede, parece uma imensidão ante a imortalidade, na qual todos nós estamos inseridos por sermos seres que temos um princípio, mas não temos um fim. Quando pensamos nesse tempo que Deus nos concede, imaginamos talvez para trazer um foco mais educativo e talvez mais condizente para as nossas reflexões, podemos cerceá-lo do berço ao túmulo e

um fim. Quando pensamos nesse tempo que Deus nos concede, imaginamos talvez para trazer um foco mais educativo e talvez mais condizente para as nossas reflexões, podemos cerceá-lo do berço ao túmulo e perguntarmos para nós mesmos nesse processo reflexivo o que o que temos feito da presente reencarnação. Quais têm sido as nossas escolhas? Como temos desenvolvido o nosso projeto reencarnatório? Uma pergunta como essa, nem sempre no curso da vida esta pergunta é feita com frequência, porque ela traz impactos profundos, emocionais, sentimentais. Porque para responder uma pergunta como esta, nós precisamos olhar para a nossa existência como um todo, revisitando o passado agora conhecido, que vem do berço até o momento presente. Revisitarmos todas as nossas escolhas, refletirmos sobre elas e pensarmos se elas foram acertadas. E não sendo acertadas, se recalcitramos diante da repetição dos comportamentos viciosos, habituais e que se apresentam negativos, nos conduzindo em processos desafiadores para posteriormente superá-los. Meditar sobre essa questão faz olhar para o presente e identificar as consequências das nossas escolhas do passado, no presente, no contexto atual, mas também vislumbrar nesse presente o que estamos fazendo e quais são as utilidades que depositamos nesse contexto do agora, porque sabemos que ele vai ser construtor e já é do futuro, que para chegar de maneira satisfatória ao nosso encontro, é necessário que agora as decisões sejam acertadas, coerentes com aquilo que desejamos para o bem, para a justiça, para o amor. Então, se faz um questionamento que nem sempre é objeto de reflexões nossas, porque a vida é apressada, porque a vida traz estímulos diversos. Porque muitos são os compromissos, porque inúmeras são as tarefas. E o acordar, tracejar o dia, finalizar o dia e acordar novamente no outro dia. E viver a consecutividade dos dias movimenta-nos projetos, construções, ideais, objetivos que vamos atendendo e muitas vezes nos perdendo no atendimento desses fatores. Se não

novamente no outro dia. E viver a consecutividade dos dias movimenta-nos projetos, construções, ideais, objetivos que vamos atendendo e muitas vezes nos perdendo no atendimento desses fatores. Se não fazemos esta pergunta, que para ser feita são necessários dois expoentes, a humildade, mas também a coragem. humildade de se perguntar como a reencarnação tem sido aproveitada, porque o fato de se questionar é admitir a possibilidade de que talvez as coisas não estejam andando muito bem. Então é necessário a humildade para que nós nos questionemos, porque quando somos dotados pela vista constante do orgulho, não nos questionamos. Temos sempre respostas, temos sempre certezas e vamos dando curso aos dias e a posteridade, sempre na certeza de que o que estamos fazendo é absoluto, é assertivo. Mas obviamente que para se questionar diante de um processo de humildade também é necessário um processo de coragem para escutarmos a resposta e a resposta talvez não ser tão agradável. e termos a partir daquela resposta de tomarmos decisões efetivas que possam trazer ao curso da vida aquela efetividade que o curso da vida merece. Porque afinal de contas a vida é o presente que Deus nos concedeu para trilhando as diversas e múltiplas experiências encontrarmo-nos com o nosso aperfeiçoamento moral. Quando vamos à obra magistral, consoladora, instrutiva, companheira, livro luz, intitulado o livro dos espíritos, encontramos na questão 132 desta obra o questionamento de Allan Kardec acerca do objetivo da finalidade da encarnação. Os espíritos com a sua generosidade, com a sua misericórdia respondem que o objetivo da encarnação é nós alcançarmos a perfeição. E ainda instruindo um pouco mais, elucidando e aprofundando esse projeto encarnatório, respondem os espíritos que também cada um de nós tomarmos conta daquilo que nos cabe no contexto da criação. Então é, este é o objetivo e a finalidade da encarnação. Mas Kardec, à medida que ele segue perguntando e ele vai alcançar a multiplicidade das existências como um

que nos cabe no contexto da criação. Então é, este é o objetivo e a finalidade da encarnação. Mas Kardec, à medida que ele segue perguntando e ele vai alcançar a multiplicidade das existências como um processo óbvio, para que na necessidade do alcance da perfeição, ou seja, do aperfeiçoamento que nós vamos trilhando ao longo das experiências, isso não vai acontecer numa só existência, do berço ao túmulo. Porque em termos de tempo, as coisas acontecem muito cées, mas nem sempre o aproveitamento do aprendiz é condizente com aquela oportunidade que ele recebe. Log o codificador identificando que para alcançar a perfeição, óbvio que alcançando e mudando escalas e processos evolutivos, saindo da condição de seres imperfeitos para buscarmos cada vez mais aspectos que nos conduzem a uma felicidade, a um estado de plenitude, obviamente isso não ia acontecer numa existência só. Então, o codificador chega à constatação da reencarnação na questão 166 e suas letras, mas na questão 167 ele vai perguntar então algo similar a 132. Mas na 132 é o objetivo, a finalidade da encarnação. Na 167, o codificador pergunta: "Qual o objetivo da reencarnação? Por que que eu tenho que voltar? Por que que eu tenho que mergulhar novamente no corpo físico? Qual é a finalidade para isso? E os espíritos respondem: expiação, melhoramento progressivo da humanidade, senão onde há justiça? Então, os espíritos colocam o panorama da reencarnação como justiça. E justiça para Deus é amor e caridade, como a lei que é a tríade, lei de justiça, amor e caridade, que nos concede nesse processo para o encontro e a busca do aperfeiçoamento moral. Logo, a nossa finalidade, o nosso objetivo quando aqui mergulhamos, é alcançar espírito, instrumentalizando matéria, corpo físico, perespírito, para atender ao seu objetivo. Nós, seres espirituais, quando mergulhamos aqui novamente, temos um objetivo, é o aperfeiçoamento moral, é trazer contributos para essa nossa condição de sairmos daqui um pouco melhores do que quando aqui mergulhamos,

tuais, quando mergulhamos aqui novamente, temos um objetivo, é o aperfeiçoamento moral, é trazer contributos para essa nossa condição de sairmos daqui um pouco melhores do que quando aqui mergulhamos, do que quando aqui chegamos. E esses mergulhos, essas saídas e entradas, chegadas e partidas, o benfeitor Emanuel colocou muito bem na mensagem quando ele destaca estas atitudes ou comportamentos que às vezes são coerentes, às vezes são dissonantes, às vezes são congruentes, às vezes são dípares. Ou seja, situações onde em muitos momentos ou em alguns momentos atendemos a esses objetivos das leis divinas e atendendo a esse propósito nosso de espírito, instrumentalizar a matéria e o perespírito para o alcance daquilo que nós precisamos, daquilo que nós desejamos, daquilo que nós objetivamos. Mas em muitos e muitos contextos malbaratamos esta experiência concedida por Deus como um presente. E se é um presente, temos de saber a utilidade que estamos dando, porque demonstramos a nossa gratidão para alguém que nos presenteia além da alegria de recebermos um presente, uso que fazemos dele. Não sei se já aconteceram com vocês, irmãs e irmãos queridos, mas comigo já aconteceu algumas vezes de eu ganhar algumas coisas e as pessoas que me deram essas coisas falarem assim: "Ah, Lu, não vi você usar. Acho que você não gostou. Não vi você fazer uso disso. Acho que você que não foi legal para você. Você não tá aproveitando. A vida é esse presente de Deus que precisa ser por nós colocado num num depositário, numa condição de cuidado, de apreço precioso. E o apóstolo Paulo falando aos romanos, como destaca Emanuel nessa obra, Caminho, verdade e vida, no capítulo o tempo, aquele que faz caso do dia para o Senhor o faz. Aquele que deposita para o tempo a utilidade, aquele que debruça-se sobre o tempo, aproveitando para o trabalho, o esforço e a condição de depositar-se sobre ele, atendendo e alcançando a oportunidade que ele nos nos oferece, ao Senhor fazemos, santificamos aquele dia,

obre o tempo, aproveitando para o trabalho, o esforço e a condição de depositar-se sobre ele, atendendo e alcançando a oportunidade que ele nos nos oferece, ao Senhor fazemos, santificamos aquele dia, observamos aquele período de tempo como santificado. como algo que veio para nós como oportunidade preciosa, um tesouro que de nós merece toda atenção, todo respeito. Mas o que é que acontece, minhas irmãs, meus irmãos, na correria da vida dessa existência? Em muitos contextos, abusamos, utilizamos de forma indevida esse tempo. E quando estamos falando tempo, a gente pode pensar no tempo Cronos, no tempo cairos, que tem a diferença que os gregos nos trazem, nos ensinam, esse tempo cronos, de cronologia, de horário, de limitação. um tempo que nos auxilia na disciplina, na permanência das atividades, observando e respeitando essa forma de disciplinar o cairos dentro dos propósitos que precisamos atingir. Esse cair como uma ideia de aproveitamento absoluto, um carpedinem, uma um degustar daquele tempo, daquele período. Se nós balanceamos ambos, nós vamos ter uma utilidade, porque se demos, se damos dimensões ampliadas para um ou para outro, podemos nos perder no curso da vida. Quais são os contextos em que abusamos desse tempo de Deus? Porque o tempo nos é concedido por Deus. E Deus, ele é tão misericordioso, justo, bom, que as reencarnações elas se multiplicam. E é interessante, minhas irmãs, meus irmãos, quando vamos ao Evangelho, quando vamos à doutrina dos espíritos, o Pentateuco de modo geral, e percebemos como tudo é organizado para que nós sejamos felizes, para que tudo seja aproveitado, a encarnação, a reencarnação, o momento na erraticidade, os momentos preparativos da erraticidade, não tem nada contexto da criação, sem aproveitamento, sem sentido, sem propósito. Tudo está muito bem organizado para atender a esse propósito da nossa felicidade. Todo o engendramento da criação é amor puro de Deus para nós. Mas quando duvidamos disso, quando desviamos disso, quando tracejamos a

bem organizado para atender a esse propósito da nossa felicidade. Todo o engendramento da criação é amor puro de Deus para nós. Mas quando duvidamos disso, quando desviamos disso, quando tracejamos a jornada e somos pródigos nos tesouros que recebemos, e um desses tesouros é o tempo, desfalecemos no propósito. Porque se aqui chegamos com o instinto, o primarismo, porque saímos da ignorância, da simplicidade, para alcançarmos a angelitude, a plenitude, então tairamos pelos aperfeiçoamentos originários estimulados pelo instinto, posteriormente por uma inteligência que vai nos chegando e vai iluminando esse instinto e dando utilidade. Nós vamos vendo que os atos, as escolhas em alguns contextos são meio que atropeladas e vamos cometendo os equívocos, as faltas e a necessidade do expiar, como diz a questão 167, para espiando, equalizamos o passado, reequilibramos a nossa consciência, fazemos as pazes conosco mesmo, consciência onde está inscrita a lei de Deus. Então, fazemos novamente uma fusão ao invés de uma fissão e fazendo essa fusão que na linguagem psicológica e a benfeitora Joana de Angeles usa isso muito na sua série, a fusão ego self, a conexão consigo, porque quando assim não estamos, estamos fragmentados e há uma fissura, há o comportamento da prodigalidade. como Jesus nos ensina ensina na parábola do filho pródigo que sai. E a gente pode pensar, ah, ele sai com as riquezas. Essas riquezas são as benfeitorias, as oportunidades, a misericórdia de Deus, dentre elas o tempo. E quando a gente olha essa jornada do filho pródigo, que tem várias formas de interpretar essa jornada, uma delas é a própria existência. mergulhar na existência cheios de projetos que é como assim viemos para cá. Nenhuma reencarnação, minhas irmãs, meus irmãos, ela é ao alvedrio de Deus jamais. É sempre sobre o amparo do seu amor. É sempre tudo muito bem delineado. E quantas e quantos estão envolvidos em cada processo reencarnatório, trazendo para nós, quando aqui chegamos um leque de oportunidades

e sobre o amparo do seu amor. É sempre tudo muito bem delineado. E quantas e quantos estão envolvidos em cada processo reencarnatório, trazendo para nós, quando aqui chegamos um leque de oportunidades para dentro do tempo que nos cabe utilizarmos da melhor forma. Mas o que que a gente faz? que nem o filho pródigo. Vai gastando tudo antes do tempo, antes do momento. Vai utilizando o tempo numa invigilância e sendo imediatistas, pródigos, imprevidentes, e malbaratamos os talentos, as oportunidades, as dádivas, dentre elas o próprio tempo não administrado. E chegamos em um contexto e estamos perdidos porque estamos apartados de Deus, da sua realidade, da consciência que perpassa a nossa percepção. E ali naquele momento da fome, que vai nos despertar uma necessidade íntima, material, visceral, que muitas vezes pode ser orgânica, mas muitas vezes visceral, entre aspas, da alma. Porque quando, minhas irmãs, meus irmãos, encontramos relatos dos espíritos nas reuniões mediúnicas ou nos livros que nós temos aí a mancheias da psicografia do nosso tio Divaldo, do Chico Xavier, da Ivone Pereira, que encontramos os espíritos cansados de sofrer, é a busca visceral pela própria essência, essência que é divina. E logo, obviamente dispender todo esse talento e utilizarmos de forma indevida ao tempo, porque somos imprevidentes, somos imediatistas, somos pro aqui, pro agora, usando cairos e não usando cronos e não identificando a necessidade da conexão de ambos. Vamos deixando resvalar as circunstâncias que nos vêm como aprendizado. E aí retornamos ao plano espiritual, a morte. Essa irmã, como nos ensina Francisco de Assis, irmã morte, ó morte, ó irmã morte, que vem para romper, para cercear, para impedir as nossas situações equivocadas. E a gente não olha a morte sobre esse prisma, não observa que morte também tem esse olhar de fazer uma parada para que retornemos ao plano espiritual e façamos o balanço. E quando fazemos esse balanço, a gente diz: "Meu Deus, perdi tempo". Aí a gente vai olhar: "Perdi

também tem esse olhar de fazer uma parada para que retornemos ao plano espiritual e façamos o balanço. E quando fazemos esse balanço, a gente diz: "Meu Deus, perdi tempo". Aí a gente vai olhar: "Perdi tempo com quê? Com melindres. Me melindrei. Alguém disse alguma coisa e eu achei que foi para mim. E Melindres, diz a benfeitora Joana de Angeles, é ausência de olhar para si mesmo e de identificar em si uma autoestima que deve ser valorizada. Então, eu sempre acho que estão falando de mim, eu sempre acho que estão pensando negativamente acerca da minha pessoa. E assim eu vou entrando nesse processo de dificuldade e perco o tempo. Ao invés de eu estar convivendo, eu estava me melindrando. Ao invés de eu estar convivendo, eu estava cheia de mágoa no coração. Eu estava cheia de raiva. Eu estava guardando e acumulando as coisas em mim. Eu não prestei atenção no que é o essencial e me atrelei ao que é supérflo e fiquei muito preocupada com a imagem, com a aparência e não cuidei do tempo que eu dispunha íntimo e no mergulho sincero da verdade arrancar de dentro para fora a luz que quer tanto brilhar e que a minha mal utilização do tempo impede que essa luz brilhe, porque eu fico inserindo e abafando nessa luz que quer ter proeminência. Eu fico inserindo esses contextos imperfeitos, essas situações de deslizes morais e que vão trazendo defecções. E aí acontece o quê com o tempo? ao invés da encarnação ter sido exitosa e eu conseguir cumprir aquilo que me cabe, eu adquiro débitos. Então, eu vou prolongando essa história, esse processo. E é como dizíamos, o Evangelho, o livro dos espíritos, mostra somente misericórdia para todos nós. Tudo é tracejado como misericórdia. Inclusive os espíritos falando sobre flagelos que impomes sinalizam que muitas vezes aqueles tormentos seriam desnecessários. Atravessamos pela nossa temos, revolta, desobediência, ausência de fé, medo, tristeza, desânimo, apatia, timidez. por esses fatores que vão cerceando o tempo, que vão fragmentando o tempo e

cessários. Atravessamos pela nossa temos, revolta, desobediência, ausência de fé, medo, tristeza, desânimo, apatia, timidez. por esses fatores que vão cerceando o tempo, que vão fragmentando o tempo e que faz com que eu chegue no plano espiritual e diga: "Eu perdi o tempo". Porque ao invés de eu trabalhar, ao invés de eu fazer do meu dia um dia santificado. E o que é isso? Porque quando a gente olha para essa prodigalidade, a gente lembra do filho pródigo, dessa utilidade não devida do tempo. A gente lembra também da parábola dos talentos, quando aquele servo sabia do poder do Senhor. E o que ele faz? Duvidando do seu poder e duvidando daquilo que o Senhor poderia lhe conceder para além daquela faceta que ele via. Essa parábola fala da nossa relação com Deus. para fazer o que Paulo disse, tornar o dia o dia para Deus, ou seja, o dia com utilidade do início ao fim, eu preciso aprimorar o meu diálogo com Deus. E aquele servo que recebe o talento, o que que ele faz? abre a terra, coloca o talento, esconde o talento. O Senhor chega, ele tira, pega o talento e devolve ao Senhor. O que houve de trabalho, de multiplicação, de produtividade, de continuidade, de semeadura, de espalhar aquilo que nós recebemos como talentos já conquistados também por nós, as vestes forjadas por nós e que nos permite acessar alguns momentos de festins. O que fazemos se não utilizarmos desse dia, da hora, do tempo para servir a Deus? Tornar o dia de paz, que é o dia ideal, um dia de paz, é o dia de consciência. Quando nós dizemos o dia, é tornar a hora, o minuto, é tornar a existência, é tornar a vida de paz. santificada, atrelada a Deus. É identificar consciencialmente o que precisamos realizar. É cumprir o dever sem reclamar. é entender que os percalços da vida eles nos acontecem sempre porque eles são comunicações de fatores que se materializam e que se identificam e que dialogam com realidades causais dentro de nós. Foram materializadas, exteriorizadas por nós, mas diz muito do que está oculto. e elas

nicações de fatores que se materializam e que se identificam e que dialogam com realidades causais dentro de nós. Foram materializadas, exteriorizadas por nós, mas diz muito do que está oculto. e elas virem à tona nos ensina como realizarmos esse processo de crescimento, de libertação, de superação. O que o apóstolo Paulo nos convida, o que Emanuel nos convida, é darmos essa utilidade ao nosso dia, a nossa hora, ao nosso tempo. Paz, bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Todos nós somos filhos de Deus. Por que que somente os pacificadores serão chamados filhos de Deus? Porque os pacificadores, além de nós que somos filhos de Deus, eles abraçam e entendem com a maturidade da consciência e da doação do seu tempo a Deus de que ser filho de Deus não é ter apenas direitos à herança, mas é administrar a herança em favor do todo. É cumprir o dever. Ser filho de Deus não é só dizer: "Eu tenho o direito a tudo isso que pode se debruçar sobre mim como expoentes de felicidade, mas é ter a consciência, eu tenho o dever de lançar tudo isso que eu recebo e multiplicar e conviver e buscar a fraternidade, a solidariedade, a caridade, compartilhar, renovar os propósitos e identificar no outro, não o inimigo, não aquele que com aquele com quem nós competimos, não o adversário, mas o irmão. E a mensagem do apóstolo Paulo, a mensagem do Emânel nos convida a esse trabalho, a esse esforço de santificarmos, de darmos ao momento, ao tempo que nós dispomos, ele em serviço e a serviço de Deus. Minhas irmãs, meus irmãos, nessas palavras finais, já concluindo aqui as nossas observações, nós trazemos para todos nós como um exercício aprimorarmos ainda mais a escuta em relação a Deus. É muito comum hoje nas relações falar-se da escuta ativa, que é nós escutarmos com atenção, com respeito e promovermos a partir daquela escuta algo, uma devolutiva, para que o outro perceba o quanto eu estou escutando e o quanto aquilo que ele me fala tem valor para mim. Deus, conversa conosco diariamente,

promovermos a partir daquela escuta algo, uma devolutiva, para que o outro perceba o quanto eu estou escutando e o quanto aquilo que ele me fala tem valor para mim. Deus, conversa conosco diariamente, nos convocando a santificarmos o nosso dia, a darmos utilidade e proveito, a não sermos pródigos nem previdentes, a sermos caridos a perdoarmos, a respeitarmos, a termos compreensão, a termos misericórdia. que nós possamos ouvir mais Deus na acústica da alma, a serenar o nosso mundo íntimo, conectarmo-nos com a criação, com os elementos da natureza, conectarmo-nos uns com os outros, porque uns com os outros é que seremos as alavancas e ao mesmo tempo os suportes para vivenciarmos os arrocamentos da existência e chegarmos ao final triunfantes. Nós precisamos uns dos outros. E escutar Deus é escutar aqui dentro, mas é escutar na convivência, é escutar na parceria, é escutar no trabalho em conjunto, é escutar na união. E ele, nosso pai possa abençoar o nosso propósito de buscarmos o aproveitamento desse tempo ao lado uns dos outros e que através dos bons espíritos, que através de Jesus essa vontade divina se materialize, se operacionalize na nossa existência, para que com mais consciência, com muito sentimento, com muito trabalho, com muita entrega, nós de mãos dadas santifiquemos os nossos dias para levarmos o consolo, a palavra, o olhar, o sorriso, o abraço, o alimento, a roupa, a atenção, o respeito para os nossos irmãos e termos a coragem, a humildade de também recebermos dos nossos irmãos todas as benfeitorias que eles possam nos conceder. O que estamos fazendo presente reencarnação? É a pergunta que ecoa nos nossos corações para nos proporcionar boas reflexões. Gratidão imensa, queridos irmãos. Uma alegria estar aqui com vocês. Muito especial estar aqui com vocês que se dedicam em tantos programas. 1954 episódios de dedicação, de disciplina, de estudo, levando aos corações esperança. Gratidão por me concederem essa oportunidade de aprendizado. >> Querida Luziane, prazer foi todo nosso,

rogramas. 1954 episódios de dedicação, de disciplina, de estudo, levando aos corações esperança. Gratidão por me concederem essa oportunidade de aprendizado. >> Querida Luziane, prazer foi todo nosso, um aprendizado profundo, muito agradável. A gente pode ver aqui nos comentários. muita, muita alegria nas reflexões, muito agradecimento. Nós vamos para a nossa prece final, mas aqueles que estão nos assistindo, não deixem de ficar mais um tantinho. Nós temos mais alguns alguns recados que são importantes da gente passar, tá? OK. Então, vamos orar e já voltamos. Senhor Jesus, nosso amigo e mestre de todas as horas. A palavra é de gratidão por esta oportunidade a este avanço tecnológico que nos permite estar tão ligado a todos os irmãos de norte a sul, de leste a oeste, nesse momento de reflexão, de amparo, de trabalho, enfim, de pensarmos a respeito o que fazemos da nossa encarnação presente na utilidade do nosso tempo. Que os bons espíritos que sempre nos auxiliam, aqueles que são os vossos servidores maior maiores, possam eles estar conosco hoje e sempre nessa parte de dedicação, de trabalho e a eles que somos muito gratos também da mesma forma. Que Deus nos permita mais outro tanto de trabalho nessa semana que se reinicia, não tanto mais e tenhamos fé, força, dedicação para o trabalho no bem, no bom, no belo, sempre com Deus, nosso pai no leme. conosco, Senhor Jesus, hoje e todos os instantes das nossas vidas. Que assim seja, Senhor. >> Muito bem. Como lembrei de final, nós gostaríamos de dizer, já que a Luziana colocou tão bem ali, reforçar o nosso diálogo fraterno. É muito importante essa escuta ativa, como ela disse, nós estarmos ali, porque o problema daquele que tá sendo atendido pode ser aquele que está atendendo também. Então, todos nós estamos no mesmo barco. É importante nós nos dedicarmos e aquilo que nos afeta afeta a todos. Querido casal, muito boa noite. Muito obrigado pela presença aqui, Ana e Fábio. Muito obrigado pela participação. >> Obrigado, Fernando. Obrigado, Luziane,

carmos e aquilo que nos afeta afeta a todos. Querido casal, muito boa noite. Muito obrigado pela presença aqui, Ana e Fábio. Muito obrigado pela participação. >> Obrigado, Fernando. Obrigado, Luziane, né, por essa palestra excepcional, tá? Eh, aquece os nossos corações essa noite. Um abraço a todos que estão ouvindo de norte a sul, a oeste. >> Obrigada, Luciane. É muito maravilhosa tuas palavras sábias. Obrigada mesmo. Eh, boa noite a todos. Tenham uma boa semana. >> Obrigado, Ana. Obrigado, Fábio. Querida Luziane, suas palavras finais para o nosso encontro de hoje. >> A nossa gratidão imensa que essa semana possa se iniciar com toda esperança, toda alegria no coração e vamos seguir juntos e firmes, firmes até o fim, porque o Senhor nos ampara nessa caminhada tão especial. Beijo grande para todos vocês e até mais. Muitíssimo obrigado e agradecemos a todos que estão aqui conosco, os encarnados e os desencarnados que também estão sempre junto conosco, vendo, estudando, acompanhando. É um prazer estar aqui poder podendo falar com todos da mesma forma. Se Deus assim nos permitir, semana que vem o culto do evangelho no lar online com o pessoal da mansão do caminho, sempre aos domingos. E aqueles que quiserem a partir de amanhã à noite, não, já diretamente conosco, né, às 21:50 no canal Seik. Um grande abraço a todos, fiquem com Deus, uma boa semana e até a próxima. Ciao

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