Evangelho no Lar • 22/02/2026
Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, minhas amigas, meus amigos, meus irmãos, minhas irmãs. Sejam todos muito bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade promovida pelo Centro Espírita Hilde Fonso Correa aqui de Curitiba, filiado à Federação Espírita do Paraná. Hoje, domingo, dia 22 de fevereiro, e aos domingos, vocês já sabem, nós temos também conosco a TV Mansão do Caminho. Quero registrar aqui o nosso abraço aos amigos da mansão do Caminho que abriram estas portas para que o SEIK pudesse divulgar o evangelho também através desse canal extraordinário. Então, abraçamos a todos vocês. Um abraço também para os amigos da web Rádio Fraternidade, a Rádio Manaus de Estudos Espíritas, a Rádio Espírita do Paraná. são parceiros de transmissão. Quero também cumprimentar alguns de vocês que já estão aqui registrando suas presenças, como por exemplo Renê lá de Taguatinga, tem um grupo, ele faz parte do grupo de assistência espiritual Eurípedes Barçanufo, Taguatinga, Distrito Federal. Que legal. Obrigado, Renê, pela presença. Também o César de Indaiatuba, desejando a todos aí um um evangelho abençoado. A Elizabeth, eh, de Fortaleza, que beleza. Obrigado, Elizabe. A Olga de Portugal para todos vocês. Olha, Portugal, coisa boa. Então, já estamos no velho mundo também. Os Carina, acho que é Oscarina. Boa noite a todos, bom evangelho a todos. Maringá, aqui do nosso Paraná também, Laerte, da cidade de Estação, Rio Grande do Sul e muito mais, gente. Tem muitos amigos queridos. A nossa turma que tá sempre aí, não é? tem um povo que a gente olha todo dia, eles estão nos ajudando, participando conosco. Então eu quero apresentar vocês com muita alegria mais uma vez, né, a nossa Jusara Cordold, nossa convidada dessa noite. Jusara é a secretária geral do Conselho Espírita Internacional. Eu vou aproveitar, Jusara, porque vi no site do Conselho Espírita Internacional, ali você consegue com muita facilidade acessar a revista Espírita, que é um trabalho belíssimo, de uma qualidade extraordinária, dirigido pela nossa
rque vi no site do Conselho Espírita Internacional, ali você consegue com muita facilidade acessar a revista Espírita, que é um trabalho belíssimo, de uma qualidade extraordinária, dirigido pela nossa querida Jusara Corngol, eh editado pela Federação Espírita Portuguesa. É um trabalho então que feito pelo Conselho Espírita Internacional e que na edição essa edição que saiu agora em janeiro eh de 2026 já está lá disponível para que a gente assista. Inclusive o editorial é seu, né, Jusara? Então aproveita para fazer propaganda aí também. Boa noite, seja muito bem-vinda mais uma vez, viu? >> Boa noite, queridos amigos. É sempre uma alegria quando eu tô aqui com vocês, como tava dizendo antes, eh como se eu tivesse mesmo em casa, né? E esse trabalho, né, Adriano, que você falou da de dar continuidade à revista espírita iniciada em 1858 por Kardec, tem sido um trabalho que tem nos dado muita alegria. Obviamente nunca imaginamos que a gente está à altura, né, do nosso codificador, mas sabemos que também através dele, da sua inspiração, eh, nós somos convidados a seguir, né? E nessa nova etapa que nós entramos fazendo inclusive com as lives e também fazendo o a revista digital ou totalmente gratuita, nós já estamos entrando no nosso sexto ano >> e e assim maravilhoso. E também somos muito agradecidos, né, a Federação Espírita do Paraná, que tem contribui para já há acho que há uns dois anos com a a com a sessão do momento espírita, né? Então, nós temos tido a alegria de ter a contribuição de de muitos amigos do mundo inteiro, né? Porque a revista ela é ela é traduzida, ela é publicada em sete idiomas. E então é um trabalho muito gratificante que toda a equipe, né, encabeçada pela Federação Espírita de Portugal está muito feliz, né, de poder realizar esse trabalho e agradecemos, né, essas palavras aí tão gentis e esse, né, esse feedback pra gente saber que então tá continua no caminho, né? >> Bom, daqui a pouco a gente vai colocar ali embaixo o site do Conselho Espírita Internacional,
palavras aí tão gentis e esse, né, esse feedback pra gente saber que então tá continua no caminho, né? >> Bom, daqui a pouco a gente vai colocar ali embaixo o site do Conselho Espírita Internacional, >> tá? Olha, para te receber aqui, nós temos duas queridas amigas hoje representando as as mães, o clube de mães também. Então, Jaqueline, boa noite. Seja bem-vinda. >> Boa noite, Adriano. Boa noite, Jusara, minha colega Gisele. É um prazer nós estarmos aqui, né, representando o Clube de Mães, que nesse ano faz 50 anos de trabalho na nossa casa. Então, é um imenso prazer poder ouvi-la e estar aqui nesse evangelho, que também é algo que só nos traz bons, bons fluídos e boas representações. Um bom evangelho, com certeza, para todos nós. >> Gisele, seja bem-vinda. >> Obrigada, Adriano. Boa noite, Jusara. Jaque, querida, Karina do Beck, Fernando também por aí, né, Fernando? Aos amigos do chat, a todos que virão ainda em tempos futuros. É um com grande alegria que a gente está aqui hoje, né, nesse momento, representando o clube de mães, as nossas mãezinhas, os nossos trabalhadores espíritas da seara do bem e que possamos todos ter boas reflexões no evangelho conduzido pela Jusara e que essas boas reflexões possam trazer prática no nosso dia a dia. Muito obrigada. >> O clube de mães, minha gente, só para vocês entenderem bem, não é? É, é uma atividade da da área de assistência e promoção social espírita da casa, criada há mais de 50 anos, como se disse, como aliás está completando 50 anos este ano, não é? é a atividade reúne eh as mães e seus filhos, em alguns momentos a família toda. Essas famílias são cadastradas e acompanhadas semanalmente com uma série de atividades que visam, de fato, promover a estas pessoas que nos buscam, quase sempre eh com alguma eh questão de vulnerabilidade social e que então recebem ali uma série de atividades eh de estímulos à própria doutrina espírita, mas sobretudo, sobretudo muito afeto, muita carinha, muito carinho, muita atenção, para que possam de fato encontrarem ali
ebem ali uma série de atividades eh de estímulos à própria doutrina espírita, mas sobretudo, sobretudo muito afeto, muita carinha, muito carinho, muita atenção, para que possam de fato encontrarem ali um espaço, né, o espaço adequado para a sua promoção social. Então, é um trabalho belíssimo, mantido pela casa e que está aí há 50 anos, meu Deus, né? O, aliás, o seik, vocês verão aí daqui a pouco, tem um simbolozinhos. Este ano está fazendo 90 anos, né? Então, eh, é um ano muito especial para nós, com muitas comemorações aí ao longo do ano. Vamos para a nossa atividade da noite de 10 horas. Estamos bem no horário, então vamos iniciar pedindo a a Jaqueline que conduz os nossos pensamentos na prece. Espera o vídeo como sempre, né, Jaque? Então vamos à nossa prece de hoje. Amado mestre Jesus, amigo de todas as horas, nosso grande guia, agradecemos mais esta oportunidade, Senhor, de estarmos reunidos em seu nome para melhor entendermos os seus ensinamentos. Que possamos hoje, Senhor, através das palavras da nossa querida Jara, estarmos um pouquinho mais juntos de ti, que nossos corações unam-se no teu amor em meio a um momento em que em tantas manifestações sobre a vida sobre a relação entre o próximo, entre o que queremos realmente de nós, do bem do que fazemos, do que queremos, da nossa missão neste mundo, dos valores que nos deixastes. e dos valores que queremos deixar para gerações futuras. Que esta doutrina, Senhor, que nos acolhe, nos consola, cale em nós a mensagem do amor incondicional que nos deixaste a tantos milênios e ainda a nossa pequenez. busca aprender, que possamos neste evangelho aprender um pouco mais, que possamos juntos, Senhor, tornarmos a luz das nossas casas e abraçarmos este planeta que tanto precisa de ti, Senhor. E que possamos chegar principalmente naqueles que ainda não te conhecem e naqueles que talvez ainda te reneguem, mas que sabe que tu está ali ao lado, porque está sempre ao lado de todos nós, nunca nos abandona. Que assim seja. Obrigado, Jaque. O texto de hoje do
conhecem e naqueles que talvez ainda te reneguem, mas que sabe que tu está ali ao lado, porque está sempre ao lado de todos nós, nunca nos abandona. Que assim seja. Obrigado, Jaque. O texto de hoje do livro Justiça Divina, vamos pedir a Gisele que faça a leitura pra gente. >> Justiça Divina, capítulo 39. Ora e serve. Afirmas que o progresso, exprimindo felicidade e aprimoramento, é o porto aqui te destinas, no mar da experiência terrestre. Mas se cultiva sinceridade e decisão contigo mesmo, abraça o trabalho e a prece como sendo a embarcação e a bússola do caminho. Rochedos de incompreensão escondem-se traiçoeiros. sobre a crista das ondas, ameaçando-te a a rota. No entanto, ora e serve. A prece ilumina, o trabalho liberta. Monstros do precipício surgem à tona inclinando, inclinando-te à perturbação e ao ssobro. Contudo, ora e serve. A prece guia, o trabalho defende. Tempestades de aflição aparecem de chofre, vergastando-se o refúgio. Entretanto, ora e serve. A prece reanima, o trabalho restaura. Companheiros queridos que te suavizavam as agruras da marcha. desembarcam nas ilhas de enganoso descanso, deixando-te as mãos sob multiplicados encargos. Todavia, ora e serve. A prece consola, o trabalho sustenta. Em todos os problemas e circunstâncias que te pareçam superar o quadro das próprias forças, ora e serve. A prece é silêncio que inspira, o trabalho é a atividade que aperfeiçoa. O viajor mais importante da terra também passou pelo oceano do suor e das lágrimas, orando e servindo. Tão escabrosa lhe foi a peregrinação entre os homens, que não sobrou amigo algum para compartilhar-lhe. espontaneamente os júbilos da chegada pelo escaler em forma de cruz. Tão alto, porém, acendeu ele a flama da prece, que pôde compreender e desculpar os próprios algozes, e tão devotadamente se consagrou ao trabalho que conseguiu vencer os abismos da morte e voltar aos braços dos amigos vacilantes, como a repetir-lhes em regog. Tende bom ânimo. Eu estou aqui, Emanuel. Obrigado, Gisele, pela leitura.
u ao trabalho que conseguiu vencer os abismos da morte e voltar aos braços dos amigos vacilantes, como a repetir-lhes em regog. Tende bom ânimo. Eu estou aqui, Emanuel. Obrigado, Gisele, pela leitura. Texto maravilhoso. Já, já estou curioso, Jara, pode fica à vontade, por favor. >> Obrigada. Nossa, começar com com essa fala de Jesus, né? T de bom ânimo. Como é que a gente faz, né, para adquirir esse bom ânimo, para poder vencer o mundo como Jesus venceu? E são tantos os irmãos espirituais, eh, tanto na própria vida da matéria, mas aqueles que se comunicam também para nos trazer essas orientações, como é o caso do espírito Emanuel, através de Chico Xavier, eles nos trazem mensagens muito diretas, muito simples para falar aos nossos corações. Não necessariamente para envaidecer os nossos egos, né? Entrar num num processo de eh palavras que vão trazer vocabulários mais difíceis, né? desafiar o leitor, aquele que escuta, mas para ir diretamente na mensagem que é a base orientadora para nós podermos alçar diferentes estágios no nosso processo de evolução. E o que poderia ser mais simples do que essas duas palavras? Orar e servir, né? ou como nós conhecemos até pela antiguidade no próprio latim, ora elabora, né? O orar e o servir. E Emanuel traz essa linguagem simples, profunda, um sentido assim de uma síntese de vida espiritual que nós vamos viver no mundo real. Porque todas essas lições, elas são extremamente valiosas, porque elas falam para nós hoje, para nós na nossa atual circunstância, situação de vida. E aí nos nos explica que orar e servir, nós não devemos compreender como sendo atividades separadas. Eles são movimentos de uma mesma dinâmica. Porque às vezes nós achamos, não, agora é o horário de eu orar. Então a gente se coloca numa certa postura, como aprendemos, como ainda é praticado em algumas religiões. E aí nós achamos que, OK, naquela atitude que representa mais um um um movimento externo, não necessariamente nós estamos alinhando o nosso interno. E quando as nossas palavras, mesmo na
as religiões. E aí nós achamos que, OK, naquela atitude que representa mais um um um movimento externo, não necessariamente nós estamos alinhando o nosso interno. E quando as nossas palavras, mesmo na oração, mesmo quando elas são alinhadas e alinham o nosso coração no bem, se elas não estiverem conjugadas com o trabalhar, com o servir, nós estamos fazando praticar algo que é muito importante, porque quando a gente ora sem servir, né, a prece se pode ser até apenas com a fuga da realidade. Então eu vou orar, vou pensar, Jesus, Deus, amigos espirituais, mas eu não estou, ainda que eu receba um alívio momentâneo, eu não estou trabalhando na minha transformação. O que é que trabalha na nossa transformação, né? É por isso que vem conjugado juntamente essas esses dois verbos de orar e servir. Então, quando eu sirvo sem orar, também pode ser que seja uma atitude, eh, vamos dizer assim, mais eh, para terceiros ou um trabalho mais mecânico, cansativo, mas que não necessariamente esteja ali alinhando as duas as duas propostas. Quando nós pensamos em irmã Dulce, né, ela dizia dentro daquela sua simplicidade, né, que a que a oração era a fonte da sua força para não transformar o serviço em ativismo vazio, mas em caridade viva. Então, veja só, né, todos esses seres mais iluminados, né, que vem nesse convite junto de Emânuel, eles eles compreendem a necessidade de não estar simplesmente numa atitude passiva e compreendem que o orar não pode estar eh sem ser conectado com o trabalhar. Mas o que que significa isso, né? O que que como é que nós podemos ver isso? Não como ideal distante. Ah, mas eu eu sei orar. Eu tenho oportunidade de orar, mas eu não sei o que significa muito esse trabalho. Como é que eu posso transformar essa minha prece em atitude? Como é que eu posso fazer um serviço de uma forma que vai me educar, né? Então, vamos ver. O orar ele não é um convite pra gente se afastar do mundo, né? É paraa gente aprender a estar no mundo e, aliás, viver no mundo sem oração. Parabéns para quem consegue, porque nós
é? Então, vamos ver. O orar ele não é um convite pra gente se afastar do mundo, né? É paraa gente aprender a estar no mundo e, aliás, viver no mundo sem oração. Parabéns para quem consegue, porque nós precisamos de muita orientação para termos a calma, a tranquilidade, a paciência, a perseverança. Ao mesmo tempo, às vezes, quando nós falamos em trabalho, a gente sempre associa o trabalho a uma espécie de uma punição. Pensa que aquilo que essa oportunidade que nós temos de realização significa, na verdade uma dignificação da nossa existência, uma oportunidade de nós servirmos ao mundo, servirmos ao próximo e consequentemente estarmos realizando essa essa nossa transformação. Então veja, né, que o orar e trabalhar ele acaba transformando a oração em movimento, não é para ser uma coisa completamente estática, né, e e acaba nos ajudando nas nossas relações. Pra gente ver isso de uma forma um pouco mais concreto, eu trouxe que quis trazer para vocês hoje o exemplo da trajetória de um de um ser humano que viveu justamente essa integração, né, de forma profunda, silenciosa, que é o que nós conhecemos como tendo sido São Bento de Núcia, ou então para nós simplesmente nós vamos dizer Bento ou até Benedeto, que era o o seu nome. nome eh italiano, já que ele é de origem italiana. Ele nasceu no século V, em 480, nessa região da Núcia, lá na na região da Hbria, na Itália, né, num tempo, e é tão interessante porque quando nós vamos ver, diz assim, né, que ele nasceu num tempo de profundas transformações, de instabilidade social, né, ah, aonde o império tinha acabado de ruir, a Europa estava passando por crises, eh, um período muito marcado por insegurança, violência, empobrecimento cultural, crises de valores, um mundo de transição com instituições enfraquecidas, com costumes em desagregação, uma grande incerteza eh coletiva, né, essa sensação de incerteza coletiva. E a gente fala: "Poxa, mas isso nós estamos vivendo agora, né? É por isso que é tão atual quando nós vamos olhar e analisar a
uma grande incerteza eh coletiva, né, essa sensação de incerteza coletiva. E a gente fala: "Poxa, mas isso nós estamos vivendo agora, né? É por isso que é tão atual quando nós vamos olhar e analisar a nossa história, o desenvolvimento do ser humano, as nossas passagens. Nós estamos sim evoluindo muito na parte da tecnologia, da ciência, mas ainda naquilo que é importante, que é derivado desse hora e laabora, a gente tem ido num ritmo muito menos eh eh rápido do que deveríamos ser. E aí, né, diz que São Bento ou Bento, ele desde que ele era jovem, ele tinha muito essa ah já essa conexão religiosa, né, de oração. Ele cresceu numa família eh católica, cristã na época, e ele sentia esse chamado e tinha uma uma desenvoltura, né, um desenvolvimento intelectual que logo a comunidade, a sua família percebeu e lhe foi propiciado, então ele ir para Roma para realizar esses seus estudos, os e realizar todo aquele aprendizado, inclusive eh em relação às questões da da própria lei, da do do do direito, né, jurídico, da do das questões de de crença, do catolicismo. Mas quando ele chegou em Roma, que ele achava então que ele ia poder entrar num num equilíbrio, né, desse ora e trabalha usar assim os seus talentos de uma forma em que estivessem completamente em de acordo, né, com aqueles ensinamentos de Jesus. Ele começou a perceber uma um ambiente de dissolução moral. Eh, e e via naqueles jovens, naqueles mais velhos, assim, eh, objetivos que não eram os dele. E ele ficou naquele naquele ritmo até o ponto em que ele aguentou, mas chegou um momento em que ele se questionou. Ele falou: "Se eu continuar aqui, eu vou perder a fidelidade à minha própria consciência". Então assim, num movimento de de um chamado interior que às vezes ocorre conosco, mas nós não escutamos, ele resolveu se afastar da cidade, se afastou de Roma e buscou o recolhimento. E e é muito interessante, né, essa busca dele por esse recolhimento, porque de uma certa forma nós podemos fazer um paralelismo com o com o que aconteceu
e, se afastou de Roma e buscou o recolhimento. E e é muito interessante, né, essa busca dele por esse recolhimento, porque de uma certa forma nós podemos fazer um paralelismo com o com o que aconteceu com Paulo de Tarso, né, naquele momento em que Paulo de Tarso entrou no desconforto após eh se deparar com a realidade do Cristo, né, com com a verdade de Jesus. Nós conhecemos então pela história que ele foi viver o seu deserto. Ele foi para o deserto durante três anos para que ele pudesse recolher eh nesse recolhimento amadurecer. E foi exatamente o que aconteceu, o que acabou acontecendo com Bento, né? com São Bento, ele se retira, ele vai viver como um eremita numa gruta lá em Subiaco na Itália, em vida simples de oração, silêncio, disciplina interior. Ele precisava entender, ele precisava, através da oração, desse recolhimento, entender o propósito de vida dele. E isso é que Emânio nos convida nesse primeiro movimento de oração. E age para o seu interior. Aquilo que Joana de Angeles nos fala tanto. Veja você interiormente o que o seu eu interior está dizendo para você. Como como você pode encontrar um equilíbrio, como você pode entrar em sintonia com as forças mais elevadas da vida. E nesse e nesse refúgio, vamos dizer assim, nesse nesse período, ele obviamente enfrentou as suas fragilidades, as suas tentações, os seus medos. Quantos de nós não perguntamos às vezes, mas será que é isso mesmo? Será que é esse o caminho? Será que eu consigo? Né? E vem aqueles pensamentos que nós eh muitas vezes achamos que vamos falar, falhar aqueles medos, né? E ele entendia que ele estava vivendo essa batalha espiritual, né? Porque hoje, como nós já aprendemos, né? O nosso testemunho não é feito naquelas arenas, nos circos, enfrentando, né, os animais, as bestas, né, mas enfrentando a nós mesmos, as nossas deficiências. Então esse encontro conosco, né, nesse período de recolhimento, né, e que aconteceu com ele, não foi uma fuga do mundo, mas uma preparação para que ele pudesse viver de
mesmos, as nossas deficiências. Então esse encontro conosco, né, nesse período de recolhimento, né, e que aconteceu com ele, não foi uma fuga do mundo, mas uma preparação para que ele pudesse viver de forma mais lúcida e equilibrada. E era interessante é que nós não vamos estar falando hoje só somente sobre a vida dele, mas a as pessoas acabavam indo na lá na gruta para poder encontrá-lo, né? E ele que nem diz, né, o que nos fala sobre a questão da da desistência dele. Ele não fez isso para ter nenhum destaque. Muito pelo contrário, se ele tivesse continuado em Roma, ele teria muito destaque dado a sua a sua posição já espiritual e mesmo intelectual, né? Mas as pessoas o procuravam pela coerência de vida. Não é porque ele falava bonito também ou fazia discursos brilhantes, mas porque ele vivia o que ensinava. Então, posteriormente, ele foi viver numa comunidade de monges e aí ele tentou introduzir justamente essa vida de disciplina cujo lema era oração e trabalho, orar e servir. Mas aí é a questão que nós temos que ver em nós mesmos. Bento encontrou uma comunidade que que se se opôs, colocou muita resistência. Eles queriam aquela aparência de vida espiritual, mas não queriam aceitar um esforço de transformação interior. Então é aquilo que nós vemos hoje, vínhamos na antiguidade. Nós queremos os símbolos da espiritualidade, mas sem o compromisso com a mudança íntima. Ah, então a gente ora, ora, vai a aos centro, vais aos cultos, vai à igreja, mas quando chega na hora do nosso dia a dia, das nossas oraçõ das nossas ações, o que é que essas ações estão dizendo? E para Bento foi tão difícil que ele ao invés de querer impor, porque nós sabemos, né, às vezes eu costumo dizer, né, é que assim, eu até tinha vontade, sabe? Acho que alguns de vocês também vão ter vontade. Às vezes eu queria que as pessoas pudessem entender e aceitar essa riqueza que a gente tem dessa bênção espírita. Nem que fosse por decreto, né? Mas a gente sabe que decreto não funciona, né, assim, né, com os filhos
ia que as pessoas pudessem entender e aceitar essa riqueza que a gente tem dessa bênção espírita. Nem que fosse por decreto, né? Mas a gente sabe que decreto não funciona, né, assim, né, com os filhos da gente, com aqueles que estão mais pertinho, vai, vai, mas não tem jeito, né? Não teve jeito com a gente, porque nós demoramos esse tempo todo para chegar onde nós chegamos. Então, não adiantava e Bend sabia, não adiantava ele fazer isso por decreto. Então, ele se retirou novamente, né? Ah, deixou aquele pessoal. Aí ele acabou mais tarde se estabelecendo num outro mosteiro que era o de Monte Cino e lá ele escreveu, né, a que é conhecido como a regra de São Bento, que é uma coisa muito, não é nada para oprimir, código rígido, opressor, ele é marcado por equilíbrio, moderação, profundo respeito, né, mas justamente baseado nesses dois pilares, orar e trabalhar. orar e servir. Mas novamente lá estava a resistência. Uma proposta tão simples, gente, porque aí você pergunta: "O que que é orar e serviço?" Sara, fala que você não falou ainda. Orar. Nós sabemos o que é orar. A doutrina espírita nos ensina o que é orar, que não é falar de cor, não é falar palavras rebuscadas, mas é aquela conversa de Deus aonde nós nos apresentamos realmente perante ao nosso criador, né, pai, mãe, eh, aquele que nos conhece, que sabe o que vai dentro de nós, mesmo quando as nossas palavras ou a nossa face quer dizer diferente. gente conhece o nosso coração. Então, essa proposta de orar, de trabalhar no no sentido eh de nós dignificarmos as nossas ações, não é trabalhar simplesmente com as mãos. Tem aqueles que podem trabalhar com as mãos, tem aqueles que vão trabalhar mais com a intelectualidade, tem aqueles que vão recorrer mais da parte do do braço, das pernas, que seja, mas é realizar um serviço, né, um trabalho que ajude o crescimento da humanidade. Para isso, obviamente, nós termos o conhecimento, o entendimento através da leitura, através do silêncio interior, porque às vezes a gente tá nesse nesse
rabalho que ajude o crescimento da humanidade. Para isso, obviamente, nós termos o conhecimento, o entendimento através da leitura, através do silêncio interior, porque às vezes a gente tá nesse nesse silêncio, nessa reflexão e vem uma ideia, né? A gente fala que é uma ideia, né? Mas vem uma inspiração, vem algo que a espiritualidade nos aponta. O seu cuidado era de apresentar hospitalidade, de cuidar de doentes, de atender aos pobres, de mostrar amorosidade no cotidiano. Não tinha nada de extremo, nada de heroísmo, nada de grandes falas. Era ser fiel o mais possível ao bem. E isso é o que nós e é o que essa mensagem de Emanuel vem nos convidar. nós sermos fiéis àilo que nós estamos procurando realizar, aquilo que nós estamos procurando seguir. Então, não se trata de a gente querer esse símbolo da espiritualidade até assumir pontos, postos importantes dentro da nossa comunidade religiosa, espiritual, se nós não estamos através das nossas ações realizando nada. Essa ação pode ser só através de oração, obviamente. Quantas vezes nós estamos caminhando, isso às vezes é uma coisa, uma prática que eu gosto de fazer, né? Eu eu gosto de olhar as pessoas, né? De ficar pensando o que que essa pessoa tá sentindo hoje, de repente mandar uma boa uma boa energia, uma boa vibração. Aí eu converso com os com os anjos da guarda dessa pessoa e falo: "Anjo da guarda dessa pessoa, né? espírito benfeitor, cuida dessa pessoa hoje. Então isso é uma forma de orar trabalhando, produzindo, né? Tem até um episódio da vida de Bento que era que é bem interessante, porque vejam só a que ponto nós, mesmo nos classificando como eh seres espirituais, seguindo a Jesus, que era o caso desses monges, eles enveneraram o a a uma taça que ele iria beber. E quando ele pegou essa taça envenenada e ele tinha esse costume de erguer este cálice para fazer uma bênção, o cálice rompeu e ele interiormente entendeu que aquilo significava. E os aqueles que procuraram a sua destruição. E a gente vai falar, não tem gente que
e de erguer este cálice para fazer uma bênção, o cálice rompeu e ele interiormente entendeu que aquilo significava. E os aqueles que procuraram a sua destruição. E a gente vai falar, não tem gente que não quer nos envenenar hoje? Quantos são aqueles que de repente com essa mente, né, por causa de um ciúme, por causa de um momento de uma má reflexão, porque não está guiado pela oração, porque não está sendo guiado pelo trabalho no bem, acaba se criando um obstáculo mental, inclusive para eh dificultar a nossa jornada. E o lema de Bento era justamente esse, ora não era só um lema, era um modo de viver. E é por isso que a gente quis trazer essa mensagem hoje pela simplicidade, pelo quão facilmente ela pode ser incorporada no nosso dia a dia, não como uma forma de nos afastar da realidade, porque agora é a hora que eu oro. Nós não podemos dissociar a oração do trabalho. Quantas vezes, né, nós quando vamos estudar a vida de Jesus, fala que Jesus não, agora eu saí porque eu tenho que orar e vai deixar os aflitos sofrendo. Primeiro ele atendia todos os aflitos e aquilo era a sua oração. E foi assim que ele nos ensinou, né? Essa prece tão simples que Jesus ensinou à humanidade. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome. simples para nós, para nós entendermos que em qualquer instância de nossa vida, no nosso cotidiano, né, nas coisas simples, que nem o que que eles faziam lá, eles cuidavam da terra, eles cozinhavam, eles copiavam manuscritos, eles cuidavam dos enfermos, atendiam os viajantes, tudo um ato espiritual. Aí nós temos a nossa família, os nossos amigos, os nossos colegas de trabalho que às vezes chegam para nós e a gente fala: "Não, tô muito ocupada agora. Tô tô com muita pressa. Nós não temos tempo, não criamos tempo para ouvir as necessidades dos nossos irmãos e irmãs de camin caminhada. Então nós vamos ver que e neste esse essa forma, né, como como Bento educava, como nós estamos aqui refletindo, né, ela vem justamente para trazer sentimentos mais nobres aos nossos
e camin caminhada. Então nós vamos ver que e neste esse essa forma, né, como como Bento educava, como nós estamos aqui refletindo, né, ela vem justamente para trazer sentimentos mais nobres aos nossos corações, entender, né, que em cada atitude nós podemos estar realizando um trabalho em que nós vamos estar conectados com o criador. Numa outra ocasião eu vou falar para vocês, porque eu gosto de estudar a vida dos santos, porque eu quero saber assim o que que levou eles a serem chamados de santos, a serem classificados pela humanidade de santo. E será que eu posso ser santa, né? Não que eu queira que o Vaticano me reconheça, mas o que eu quero dizer, o que que que a gente precisa para ser santo. E às vezes quando a gente olha, é tão simples, gente, tem um santo que eu descobri faz uns meses só que eu não sei se vocês conhecem, mas eu já fiz uma palestra tendo ele como base de um estudo de humildade e ele se chama São Martinho de Porres e nasceu no século X na no Peru e ele era filho de uma mestiça de da raça negra e indígena. E o pai era espanhol. E naquela época, então, ele sendo mestio, como ele era, ele não era aceito pela sociedade. Então, nenhuma dessas raças o aceitava. Em todas elas, ele era o mestiço. E mas ele quis trabalhar muito e queria oferecer o seu trabalho para Jesus, mas nem no mosteiro ele foi aceita aceito, porque ele era mestiço. E aí ele chegou lá pro padre e falou: "Mas eu queria tanto, não importa o que se quiser que eu faça aqui, me deixa ficar perto de Jesus". E aí o padre deu uma vassoura para ele e ele é conhecido como sendo o santo da vassoura. Não sei se vocês já ouviram falar no santo da vassoura, gente. O que esse e o que esse homem fazia, o que esse santo fez. Mas o mais lindo, que era o que eu queria trazer aqui pra gente hoje, é que ele pegava aquela vassoura e ele dizia que quando ele pegava aquela vassoura para limpar todo o convento ali o o átrio, aquela coisa toda e deixar de uma forma que ficasse bom para todos, né, os novícios,
pegava aquela vassoura e ele dizia que quando ele pegava aquela vassoura para limpar todo o convento ali o o átrio, aquela coisa toda e deixar de uma forma que ficasse bom para todos, né, os novícios, os padres que estavam lá, ele sentia que ele carregava o cetro de Deus nas mãos. A minha vassoura é o cetro de Deus nas minhas mãos. Então, vejam só o que nós estamos querendo dizer aqui a respeito do trabalho. Pode ser a vassoura, pode ser o recolher o richo, pode ser o cuidar de um doente, mas tudo como a gente coloca o nosso coração. Então, nessa mensagem e mesmo nesse exemplo de vida que nós trouxemos hoje de de de Bento e que Emuel nos fala, ele não tá nos convidando pra gente fugir da vida, mas que a gente habite a vida de uma outra maneira, com mais consciência, com mais responsabilidade, com mais amor. não buscar oração para escapar do mundo, mas aprender a entrar no mundo com esse coração, né, alinhado com o bem, trabalhar não como se fosse um castigo de Deus, né, mas como a gente tivesse naquele momento educando a nossa alma no serviço, na paciência, na humildade, na perseverança. Então, nessas tarefas simples que nós temos em nosso dia a dia, esse desafio que às vezes é até repetitivo, então qual que é a pergunta que nós devemos fazer a nós mesmos, né? Que que que grande obra espiritual eu posso realizar? Tem que ser grande, não? Que que eu posso fazer? Como é que a minha oração ela está servindo nessas nas coisas do cotidiano? Como é que eu estou tratando as pessoas em minha casa? Como alguém que ora, como alguém que tenta se conectar com Deus? Como é que eu tô lidando com as minhas frustrações? E como é que eu reajo quando eu não sou compreendido? E no meu trabalho, nos trabalhos que eu realizo, no momento que eu uso a palavra, que que sai da minha boca? Que que eu tô fazendo com o meu tempo? Será que eu tô cuidando, né, daquele momento que eu preciso daquele silêncio interior, né? Então, às vezes a gente tem um equívoco. Às vezes as pessoas acham que nós
que eu tô fazendo com o meu tempo? Será que eu tô cuidando, né, daquele momento que eu preciso daquele silêncio interior, né? Então, às vezes a gente tem um equívoco. Às vezes as pessoas acham que nós estarmos conectados com Deus, com algo maior, é para nos tirar da vida. Não. A espiritualidade nos que transforma, ela não é para nos tirar da vida, mas para ajudar e nos ensinar a viver melhor a vida que a gente tem. Porque nós temos tantas bênçãos. Às vezes a gente precisa perder para saber que aquilo que aquilo era bom. Mas o importante, o chamado nesse momento é: não espere para perder até você realizar o que que você tem. Use essas palavras, esses momentos de conexão com Deus para servir melhor a você e ao mundo, a sua espiritualidade, para orar com mais verdade. E quando a gente se apresentar para falar com Deus, eu posso dizer, você sabe, né, que essa filha tá tá tentando fazer o melhor, como nos diz Kardec no Evangelho Segundo Espiritismo, né, que o verdadeiro espírita é aquele que se esforça, né, para dominar as suas más inclinações. Será que a gente nessa oração podia dizer hoje eu verdadeiramente estou me esforçando? eu estou aproveitando as minhas oportunidades nessas coisas simples do cotidiano, né? Então, eh, é esse o trabalho, né? Esse esforço, né? E de realização do hoje, do aqui e agora. Não é a gente falar: "Ah, o ano que vem agora já começou esse novo ano, vamos deixar isso para determinação no futuro." Não. O tempo de orar e de servir é agora. E dentro dessas reflexões que nós trouxemos hoje para esse evangelho abençoado, que tem sido assim um farol paraa vida de tantos nós durante esse período tão difícil de tempestade que começaram nos nos anos da pandemia e que se seguem agora ainda muito parecidos com aquilo que viveu Bento em 480. Eu não podia deixar de lembrar e de trazer aqui para vocês, compartilhar com vocês a saudade que eu sinto do nosso querido Divaldo e creio que ele deve ser sempre lembrado, assim como hoje nós lembramos de Chico nessa mensagem iluminada.
razer aqui para vocês, compartilhar com vocês a saudade que eu sinto do nosso querido Divaldo e creio que ele deve ser sempre lembrado, assim como hoje nós lembramos de Chico nessa mensagem iluminada. Então, para que a gente possa lembrar dos seus exemplos, para que a gente possa se motivar ainda mais nesse orar e servir, orar e trabalhar, nós fizemos um poema para ele que fala o seguinte: "Em tua voz havia prece a nos guiar. Em cada gesto convite a trabalhar palavras de Deus sem nunca impor e nos formavas no verbo do amor. Entre crianças nos braços do bem, plantaste futuro em que nada tem. Teu verbo era luz, teu silêncio lição. Teu passo era entrega, teu rumo, missão. Nós, sedentos discípulos a te escutar, aprendemos contigo a orar e trabalhar. Oraste conosco sem nos julgar. Serviste ao caminho sem nunca cansar. Falastes de Jesus sem apenas falar. Viveste o evangelho no verbo do ar. Hoje a saudade nos chama lembrança, mas teu exemplo nos devolve a esperança. Seguimos contigo mesmo na dor, orando em silêncio, servindo em labor. Obrigada de por nos ensinar que a vida é prece em forma de amar. Que possamos na estrada do bem ser hoje o reflexo do que foste. Também orar com verdade, seguir com ação, fazendo da vida uma missão. Obrigada. Obrigado, Jusara, pelas palavras e especialmente por essa belíssima eh homenagem que você fez. Vou pedir que você depois nos encaminhe porque a gente coloca na descrição do vídeo para as pessoas poderem buscar. E acho, meus amigos, que depois deste deste poema, esse quero dizer que este poema serviu como a nossa prece de encerramento. Nós só queremos agradecer a Deus, agradecer a Jesus por termos essa mensagem, como disse a Jusara, né, nas nossas vidas, orar e laborar e trabalhar e servir. A simplicidade às vezes ela fala mais alto, não é? porque facilita a nossa memorização. E estes exemplos que a Jusara nos trouxe calaram fundo aí no nosso coração. São Bento, que é o mesmo, né, dos beneditinos, do mosteiro de São Bento, é todos oriundos
rque facilita a nossa memorização. E estes exemplos que a Jusara nos trouxe calaram fundo aí no nosso coração. São Bento, que é o mesmo, né, dos beneditinos, do mosteiro de São Bento, é todos oriundos deste, né, que você nos trouxe de exemplo. Eh, mas sobretudo Divaldo, né, que aí também nos emocionou muito a gente aqui juntos relembrar nosso querido Divaldo. Então, hoje nós vamos encerrar de forma diferente, lembrando dele, rogando a Deus que onde quer que ele esteja, certamente em condição muito boa, rodeado de amigos, quem sabe já trabalhando, lembrando da gente, quem sabe conosco, que ele receba mais uma vez a nossa gratidão, o nosso abraço, nosso envolvimento, nosso carinho e o nosso sentimento. de muita saudade, que é o que todos nós temos pelo nosso querido Divaldo. Obrigado, Jusara, então, pelas palavras. Obrigado, Jaqueline, Gisele e a todos vocês que estiveram conosco nesse domingo de oração. Fiquem com Deus, tenham um excelente final de domingo, uma semana maravilhosa que venha pela frente, tá bom? Nós vamos ficar por aqui hoje. Ciao. Ciao.
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