Evangelho no Lar - #209

TV Goiás Espírita 02/04/2026 (há 1 semana) 1:01:26 2 visualizações

Evangelho no Lar - #209 Programado para o dia 1º de abril de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 27, itens 5 e 6, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

de reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar os os demais trabalhadores que estaram conosco nesta noite de hoje, o César, que é o trabalhador da área da comunicação da FEBO. Boa noite, César, seja muito bem-vindo. >> Boa noite, Gláuscia. Boa noite a todos que estão acompanhando a transmissão. Que tenhamos aí um excelente eh estudo e análise, reflexão e comentários, né, sobre o Evangelho. Que assim seja. E a Rose Kelly, que é trabalhadora da equipe do atendimento espiritual da Fé Ego e também trabalhadora do centro espírital em Kardec Jataí. Seja muito bem-vinda, Rose, e gratidão por atender mais uma vez o nosso convite. >> Boa noite, Glácius. Boa noite, César. Nossa gratidão estarmos aqui mais uma vez. Muito obrigada. Bom, nós vamos dar boa noite aos nossos amigos que estão conosco. A Elsa Carrijando o seu boa noite. A Maria Lúcia também deixando o seu boa noite aqui de Goiânia. A Renata Cunha que nos acompanha também de Belo Horizonte, Minas Gerais. O Fernando Rodrigues deixando o seu boa noite. Olha, de Campinas, São Paulo, a Cátia Catalane. Boa noite a todos, Rio de Janeiro, paz e bem. E também a comunicação Fego deixando o seu boa noite para todos nós. O João Batista, boa noite a todos. João Batista do Messageiros da Luz. Também nós temos aqui o Estevan. Boa noite, Cláuscia, convidada Rose César da Fego. Ótimo Evangelho no Lar do Triângulo Mineiro, próximo de Visa de Goiás e Tumbiara. Seja bem-vindo, Estevan. O João Batista já colocamos o Eupídio Quirino também que nos acompanha deixando seu boa noite, luz e paz para toda a humanidade e ele está conosco aqui de Goiânia. Boa noite a todos, sejam todos muito bem-vindos.

ta já colocamos o Eupídio Quirino também que nos acompanha deixando seu boa noite, luz e paz para toda a humanidade e ele está conosco aqui de Goiânia. Boa noite a todos, sejam todos muito bem-vindos. Gratidão por mais esta oportunidade de Evangelho no Lar Juntos. O César vai fazer a leitura do capítulo 9 do livro Pão Nosso, um livro psicografado pelo Chico Xavier, editado pelo espírito Emmanuel e em seguida ele fará a nossa prece inicial. >> Então capítulo 9o, homens de fé e começa com a citação de Jesus. Abre aspas. Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo ei ao homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Fecha aspas. Citação está em Mateus, capítulo 7, versículo 24. Os grandes pregadores do evangelho sempre foram interpretados a conta de expressões máximas do cristianismo na galeria dos tipos veneráveis da fé. Entretanto, isso somente aconteceu quando os instrumentos da verdade efetivamente não ouvidaram a vigilância indispensável ao justo testemunho. É interessante verificar que o mestre destaca em todos os discípulos aquele que lhe ouve os ensinamentos e os pratica. Daí se conclui que os homens de fé não são aqueles apenas palavros e entusiastas, mas os que os que são portadores igualmente da atenção e da boa vontade perante as lições de Jesus, examinando-lhes o conteúdo espiritual para o trabalho de aplicação no esforço diário. Conforta-nos assinalar que todas as criaturas em serviço no campo evangélico seguirão para as maravilhas interiores da fé. Todavia, cabe-nos salientar em todos os tempos o subido valor dos homens moderados, que registrando os ensinamentos e avisos da boa fé cuidam desvelados da solução de todos os problemas do dia ou da ocasião, sem permitir que suas edificações individuais se processem longe das bases cristãs imprescindíveis em todos os serviços. O concurso da palavra é sagrado e indispensável, mas aprendiz algum deverá esquecer o sublime valor do silêncio a seu tempo, na obra superior do

das bases cristãs imprescindíveis em todos os serviços. O concurso da palavra é sagrado e indispensável, mas aprendiz algum deverá esquecer o sublime valor do silêncio a seu tempo, na obra superior do aperfeiçoamento de si mesmo, a fim de que a ponderação se faça ouvida dentro da própria alma, norteando-lhe os destinos. Então, após essa mensagem que nos chama a tanto reflexão, vamos com muita gratidão no coração nos envolvermos em sintonia, agradecendo inicialmente a Deus pela vida, agradecendo a Jesus, a espiritualidade que nos instiga os bons pensamentos, que nos movimenta neste momento de aprendizado. Senhor, que possamos, ao término desse encontro, nos sentirmos mais com esperança, com a fé renovada, ciente de que não estamos sozinhos nessa jornada. Que o teu evangelho, homessa Jesus faça assinto em nossos corações. Que assim seja. >> Que assim seja. Nós estamos no capítulo 27. pedi e obtereis. Eh, lembrando que o Evangelho é o Evangelho da editora FEB, tradução de Guilon Ribeiro. A Rose fará para nós, né, trará as suas reflexões dos itens cinco e seis, eficácia da prece. Fique à vontade, Rose. >> Olha, eu tô tão à vontade que enquanto a leitura acontecia, boa noite a todos. Eu joguei um brinquedinho para um dos nossos gatinhos aqui. Pode ser que ele meia aqui perto de nós participando do evangelho, que sempre os conv. >> Será uma honra. Será uma honra. E essa é a proposta que todos nós nos reunamos em torno das reflexões. E se você tem animaizinhos em casa, faça junto a eles. Isso muda completamente a energia do seu ambiente do lar. E olha só, tá ali, né? É um dos nossos queridos animaizinhos aqui resgatados. Pois bem, como a Gláuscia já disse, né, nós estamos aqui nessa reflexão do capítulo 27, eficácia da prece. Então vamos aqui pegar a primeira leitura do número cinco para nós já dedilharmos, debruçarmos nesse diálogo que o evangelho nos traz. O que quer que seja que pedistes nas prece na prece, crede que obtereis e vos será concedido. São Marcos, capítulo 11

cinco para nós já dedilharmos, debruçarmos nesse diálogo que o evangelho nos traz. O que quer que seja que pedistes nas prece na prece, crede que obtereis e vos será concedido. São Marcos, capítulo 11 versículo 24. Nesta reflexão, nós trouxemos essa passagem buscando nessa pequena reflexão que Marcos traz no capítulo 11, versículo 24, trazendo uma leitura e também uma explicação de da própria Joana de Ângeles. Ela traz ali dentro do livro Jesus e o Evangelho no capítulo 7, nós destacamos dois pontos aqui, porque o texto é longo, muito importante e eu convido a todos que possam buscar depois, que é o capítulo sete no livro Jesus e o Evangelho, associado ao evangelho de nossa leitura aqui hoje. E diz-nos assim: Todo e qualquer pedido feito através da prece concedido, porque o ato de orar já constitui uma expressão de humildade perante a vida e um despertar da consciência para a compreensão dos objetivos a que se deve entregar. Jesus o sabia e estimulava todos os homens a se esforçarem para conseguir o reino dos céus dentro de si mesmos. Então, nós imaginamos todo e qualquer instante da sua vida, não importa o lugar, não importa o horário, não importa o que você esteja fazendo ou não fazendo. O ato de se conectar com Deus, com o Criador, com Jesus ou qualquer que seja a sua intenção perante este momento de elevar o seu pensamento, o faça com entrega. Esse é o principal objetivo da nossa vida. Nós não estamos aqui acreditando que apenas o nosso eh trabalho possa surtir efeito por nossas próprias mãos se não houver também o entendimento da compreensão que a vida tem algo muito maior. Então este momento da eficácia da prece, o trabalho deve ser interior, porque todos os passos que dermos estarão mais assegurados. mais assertivos. As dúvidas podem permanecer, mas você estará mais orientado, mais envolvido com a conexão com o divino. Então vamos aqui voltando agora no item seis. Há pessoas que contestam a eficácia da prece e se baseiam no princípio de que conhecendo Deus nossas necessidades,

s envolvido com a conexão com o divino. Então vamos aqui voltando agora no item seis. Há pessoas que contestam a eficácia da prece e se baseiam no princípio de que conhecendo Deus nossas necessidades, é supérflo. Espolha, espolhas acrescentam que ainda que tudo se encadeia no universo por leis eternas, nossos desejos não podem mudar os decretos de Deus. Sim, as leis divinas são imutáveis, mas o nosso caminho para o nosso momento em que estamos atravessando, para os desafios, os aprendizados, todas as oportunidades que estamos aqui embrulhados neste caminho da do planeta Terra, não importa onde você esteja, você precisa estar nesse momento lembrando que existe alguém do lado de lá que está cuidando de você, embora muitas vezes possa parecer que não. Primeiro ponto, quem vai ouvir a sua oração pode ser o seu anjo da guarda? Todos temos. O segundo momento é saber que mesmo que você não acredite nisso, você vai estar direcionando a sua prece a algo. A prece, gente, não precisa ser decorada. Ela não precisa ser uma uma prece da boca para fora. Faça com vontade mesmo daquilo que você tá querendo falar e daquilo que você espera ouvir. Porque o entendimento não são os ouvidos físicos, não são os desejos materiais, mas são as intenções que vão ser amputadas a cada um de nós baseado naquilo que nós estamos necessitando. O primeiro ato é nosso. O segundo ato é observar aquilo que já efetuamos de diálogo com o criador ou com quem quer que seja que você direcionou a sua prece e aguarde, saiba que você está sendo amparado. E aqui nos diz assim: Se assim fora o homem, não seria senão um instrumento passivo. Se assim fora, o homem não seria senão um instrumento passivo, sem livre arbítrio e sem iniciativa. Então, nós temos o entendimento, a inteligência, o livre arbítrio. Nós sabemos conversar diferentemente dos animais que não têm essa percepção ainda. Eles não chegaram nesse grau de evolução. E é exatamente esse livre arbítrio, esse conhecimento que nós já chegamos, que traz para nós a

ar diferentemente dos animais que não têm essa percepção ainda. Eles não chegaram nesse grau de evolução. E é exatamente esse livre arbítrio, esse conhecimento que nós já chegamos, que traz para nós a oportunidade de estabelecer esse contato. E nessa hipótese não teria senão que curvar a cabeça sobre o golpe de todos os acontecimentos sem procurar evitá-los. Ou seja, a nossa interferência, se assim o fosse, sem a necessidade da prece, como alguns pensam, ela não teria por qual razão acontecer. E aqui o evangelho está nos dizendo que não é bem assim. Deus não lhe deu discernimento e inteligência para deles não se servir, a vontade para não querer, a atividade para permanecer inativo. Todos nós já identificamos só nessa frase aqui, que todos temos pensamento, temos sentimento. Você pode ter nascido mudo, mas o seu pensamento não. Você pode ter nascido sem mãos, sem os membros inferiores, mas o seu pensamento e o seu sentimento independem dessas circunstâncias. Você pode até ter nascido com problemas neurológicos graves, mas aqueles que estão com você, por alguma razão, já vieram para ajudar, para estabelecer essa prece. Mas mesmo assim o espírito tem lapsos da sua consciência, do seu eu interior. E mesmo estes podem muitas vezes ter a capacidade de fazer uma oração no íntimo. Quem sabe, quem sabe não será esse momento de refletir. Gente, tá passando barulho, não sei se tá chegando aí até vocês. Barulho da rua de som, né? automotivo. Mas vamos seguindo aqui. Estando o homem livre para agir num sentido ou noutro, seus atos têm para ele e para os outros consequências subordinadas àquilo que faz ou deixa de fazer. O mais importante, quais são as nossas atitudes perante a nossa condição a que nos encontramos? O ato de fazer ou não fazer depende do que e para quê. Para estabelecer o ato de fazer, eu preciso realmente refletir o que eu estou fazendo na vida. Vale a pena, é bom? É útil em qualquer circunstâncias. Eu não tô nem definindo a ação aqui, a atitude pode ser no seu trabalho, pode

azer, eu preciso realmente refletir o que eu estou fazendo na vida. Vale a pena, é bom? É útil em qualquer circunstâncias. Eu não tô nem definindo a ação aqui, a atitude pode ser no seu trabalho, pode ser no seu lar. Tá valendo a pena aquilo que nós estamos estabelecendo com atitude ou não estamos agindo e sendo apenas passivos, deixando a vida passar. Não viemos aqui a passeio. Esse é o grande objetivo da gente reflexionar. A prece, gente, tem duas posições importantes, pedir e agir. Então, a eficácia dela também se surge no entendimento de que quanto mais você trabalha no bem, mais o surto da prece na eficácia que você espera, que eu espero, vai ter alguma reação de melhor para cada um de nós, porque existem casos e mais casos que a pessoa pede, faz aquela oração e acha que aquilo vai cair no colo de mão beijada. Não é assim. Jamais Deus nos fez para seres inertes. Porque assim, já tem algumas eh eh plantas que parecem inertes e não são. Já tem as pedras que parecem inerte, mas tem um propósito da sua existência. Então, cada coisa no seu devido lugar. O objetivo principal é saber a nós viemos para evoluir. E se você ainda não entendeu o que que você pode estar fazendo de melhor aqui, busque, aprece, force aquilo com naturalidade no sentido da condição de sentimento. forçar, que eu digo, não é estabelecer uma uma força, mas no sentido de se esforçar, fazer disso um hábito. Vamos voltar então aqui a leitura. Deus pode, pois aceder a certos pedidos sem derrogar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, ficando seu acesso sempre subordinado à sua vontade. Existem leis e essas leis são imutáveis, mas existem fatos inerentes à nossa condição de livre arbítrio, que pode inclusive nos dar novas oportunidades de permanência no planeta. Talvez nós estivéssemos aqui por um tempo X. Pode até ser que esse tempo X possa ser modificado baseado nas leis imutáveis, conforme as nossas intenções e as nossas orações e as nossas ações. Então, toda a eficácia da prece estabelece por essas etapas.

é ser que esse tempo X possa ser modificado baseado nas leis imutáveis, conforme as nossas intenções e as nossas orações e as nossas ações. Então, toda a eficácia da prece estabelece por essas etapas. Cada um de nós vai se autoconhecendo a partir de aprimoramentos, dos desafios, das dificuldades, aquilo que soubermos cada vez mais partilhar, compartilhar, vivenciar não só paraa minha vida, mas saber que, como diz Jesus, quem é a minha mãe, quem são meus irmãos, não só aqueles que você está consanguinamente mente veio aqui ao planeta, mas todos aqueles que estão no planeta tem pessoas que tem a capacidade de fazer oração para quem está do outro lado do mundo. E tem aqueles que têm a capacidade de fazer oração e ação para aqueles que também estão ao seu mais próximo ambiente, à sua cidade, ao seu estado. Não importa, gente, a eficácia da prece, ela sempre vai acontecer desde que nós abramos o coração. Então, quando a gente se lembra que tudo é uma prece e ação, vamos lembrar aqui quando Divaldo foi fazer uma das suas primeiras preces para a ajuda dos mentores daqueles espíritos de Joana de Angeles, daqueles que estavam assegurando aquele rapazinho jovem ainda na sua lidador espírito espírita que nós o conhecemos ao longo de décadas. nas suas primeiras maneiras de agir, de trabalhar, de eh estar nos lugares diferentes, ele foi, claro, já de um resultado mais aprimorado sobre o trabalho, sobre a leitura, sobre o ajudar as pessoas, mas houve um momento no primeiro instante que ele tava começando a palestra que ele se esqueceu, ele chegou na frente do público e ele não se lembrava de uma linha sequer que ele deveria estar ali para falar frente àquelas pessoas. E aí veio a chamada de atenção porque ele tinha feito a leitura, tava tudo certo, ele tinha preparado uma leitura de uma revista que ele achou. chega ali na frente daquele povo, aquele rapaz jovem, altivo, cheio de vida para dar, se esquece de tudo. E aí o espírito vem, um daqueles que coordenava ele, e disse: "Lembrastes de orar?"

ele achou. chega ali na frente daquele povo, aquele rapaz jovem, altivo, cheio de vida para dar, se esquece de tudo. E aí o espírito vem, um daqueles que coordenava ele, e disse: "Lembrastes de orar?" E ele percebeu que ele não se lembrou de fazer a oração. Não é aquela que tá todo mundo fazendo só em si. Claro, toda aquela prece pode ser válida, mas e a nossa, o nosso pedido o a nossa comunicação íntima com o plano maior? Esse é o primeiro passo, deve acontecer. Então eles vieram, deram aquele puxãozinho de orelha e falou: "Nunca mais faça isso, porque em todo ato o primeiro é a oração. Saibamos disso, pessoal, porque não é só quando estamos encarnados, quando estivermos do lado de lá, o propósito sempre será o mesmo." Então, tem eh oportunidade de alguns espíritos se esquecerem deste ato de orar, porque aqui não o fizeram. E todos os espíritos que estavam ali tentando ajudar não podiam fazê-lo enquanto ele, a pessoa que desencarna fizer esse primeiro ato. E é necessário deixar esse tempo, muitas vezes, em determinados casos, para que ele, que é o desencarnado ou a desencarnada, se lembre daquilo que já havia ouvido, que já havia feito em algumas oportunidades, em outras encarnações. E quando se lembram, aí os espíritos chegam sem nunca terem deixado abandonado, mas altas penas e sofrimentos acontece. Então que a gente se lembre, a importância deste ato não é só para mim, não é só para o meu lar, é para todos a partir de mim, inclusive para o meu lar também. Eu volto, abro o espaço, né, pra gente dialogar com a Cláuscia. você >> excelente. Eh, as reflexões que você trouxe muito importantes, eh, Rose, eh, eu fiquei pensando, né, com porque a prece é pra gente, claro, como eternos pedintes e na condição em que nós nos encontramos para pedir, mas para agradecer e louvar a Deus. E a pergunta inicial eh que fica é: o quanto eu estou agradecendo a Deus, o quanto eu reconheço as dádivas que eu recebo? E o interessante que você pontuou que Deus nos concede a inteligência,

a Deus. E a pergunta inicial eh que fica é: o quanto eu estou agradecendo a Deus, o quanto eu reconheço as dádivas que eu recebo? E o interessante que você pontuou que Deus nos concede a inteligência, a vontade, a atividade e o livre arbítrio. Ou seja, tudo que eu peço, eu preciso saber pedir, porque eu vou ter que movimentar a minha vontade em relação ao que eu estou querendo. Eu vou ter que fazer algo, ações, porque nada cai do céu simplesmente e eu vou ter que usar o meu livre arbítrio, ou seja, que eu vou pedir vai ser benéfico para mim, para os outros ou será que vai ser o contrário? Eu queria que você falasse um pouquinho mais a respeito. Que bom que você se lembrou dessa parte de agradecer. É algo que muitas vezes nós temos por hábito e pasmem. Muitas vezes nós esquecemos. Quando você tava falando, se referindo, Cláuscia, me lembrei daquela passagem que Chico, conversando com Célia Diniz, ela que havia perdido o seu primeiro filho, que depois ela veio a perder uma segunda. E naquele filho ali na eternidade entre 3, 4 anos, ele havia caído da bicicleta que estava sendo guiada pela babá. E era um passeio que ela resolveu fazer com aquela criança e ela era muito cuidadosa, era uma pessoa exemplar na atividade de cuidar daquela criança na condição de babá. Só que ele desequilibrou e caiu da bicicleta. E aí levaram aquela criança para o hospital e lá os médicos fizeram apenas ali um cuidado naquele ferimento. Voltaram então com a criança para casa, parecia tudo bem, mas a criança depois de retornar passa-se horas e ela passa mal. No momento, então aquele desespero, voltaram correndo para o hospital com aquela criança, Célio Diniz, o esposo, mas já não houvera mais possibilidades. Ela desencarnou. aquela queda de bicicleta. E aí a babá se sentindo profundamente preocupada, culpada, chega e pergunta pra Célia, né, sobre aquela situação e pedindo até de certa forma, né, um pedido até de desculpas porque ela lamentava o ocorrido. Foi com ela que aconteceu aquele fato, né? Mas a Célia disse que a

ta pra Célia, né, sobre aquela situação e pedindo até de certa forma, né, um pedido até de desculpas porque ela lamentava o ocorrido. Foi com ela que aconteceu aquele fato, né? Mas a Célia disse que a queda não foi proporcionada por ela ter empurrado. O que aconteceu, né? Então ela tentou amenizar a situação, né, daquele fato, muito embora ela, que é mãe, a Célia, estivesse com o peito dcerado, não distratou aquela mulher, mas ficava ali um resquício, muito chateada, muito chateada com aquela queda. Talvez pudesse não ter ido, né? E aí a Célia, que sempre trabalhou desde o ventre da mãe, né, estando junto do Chico, depois ela nasceu, o Chico disse que já via ela antes dela estar encarnada, ele já via como ela seria em adulto. chegando ao Chico depois do menino desencarnado e o Chico disse a ela mais ou menos assim: "Você, minha filha, pediu desculpas a babá? Como assim, Chico? Pedir desculpas. Você agradeceu a babá?" E aí ela não entendeu aquilo, mas agradecer. Chico, eu conversei com ela, disse a ela sobre a queda e tudo, fui até, né, assim, não distratei alguma coisa assim, ela disse. E ele então diz a ela, agradeça ela, minha filha, porque seria pelos seus braços que o seu filho iria partir. Mas Deus, na sua misericórdia infinita, já sabia que você não suportaria carregar essa dor. Então, enviou ela para que ela sim fosse um instrumento da partida dele, que aconteceria. Então, olha só a lição que Chico nos trouxe. Às vezes, gente, a dor é imensa. Não tem como mensurar a dorm em muitas, e essa é uma das questões. Mas Chico nos deu um exemplo de como somos amparados e não imaginamos. Então esse e tantos outros fatos da vida é para nos demonstrar que nós estamos sempre assegurados com amor daqueles que estão cuidando de nós. Seja encarnados, seja desencarnados, seja o nosso anjo da guarda, seja Jesus, budalá, o que você acreditar, não importa. E ainda assim que você não acredite em nada, você também pode ser grato pela vida. Esse é o grande propósito. Volto com vocês.

so anjo da guarda, seja Jesus, budalá, o que você acreditar, não importa. E ainda assim que você não acredite em nada, você também pode ser grato pela vida. Esse é o grande propósito. Volto com vocês. >> Então, R no filme, né, As Mães de Chico retrata muito bem essa história, uma das histórias, né? É um exemplo muito, muito bom. Porque a gente desconhece o amparo, a providência de Deus nas situações pelas quais a gente vive. E ainda eh percebendo a questão da importância de da gratidão, né? A gratidão ela ela nos abre, né, essa essas portas de reconhecimento, de visão do quanto a gente tem e e as coisas fluem. Por quê? Porque para a prece nós precisamos trabalhar dentro de nós a fé, a humildade e a confiança. E aqui quando a gente retorna, a gente só leva os valores que a gente conseguiu conquistar. Então tudo é um empréstimo de Deus. E olha quantas oportunidades nós temos, quantas bênçãos nós temos. né? Estar aqui, ter contato com os seus ensinamentos à luz da doutrina espírita é uma bênção, né? é um é um tempo que é um tempo que é valioso para os nossos corações. Eh, o João Batista colocou um comentário quando Madre Teresa foi indagada como falava com Deus, disse que ele só escuta e quando ela falava, ele falava com ela, ela ouve sem precisar de ritos, apenas o coração, né? Então, quando a gente compreende essa sintonia, a eficácia da prece, a importância que a prece tem em nossas vidas, nós vamos saber silenciar, mas silenciar os nossos pedidos, as nossas ansiedades, né? A nós pedimos, muitas vezes dizemos: "Olha, eu faço isso, quero fazer aquilo". Mas é é esse silêncio que a Madre Teresa de Caltar ensinou para nós, né? A gente fala. E o interessante, Rose, que esse item, eh, eu acho que é o item seis, que diz que por, né, falar, algumas pessoas sabar, se Deus nos conhece, por que então falar? Você quer comentar mais um pouquinho a respeito disso? Ele sabe da nossa necessidade. Então, por que a gente vai verbalizar? A gente vai expor a nossa prece. Sim, pode parecer algo fútil, porque Deus já

cê quer comentar mais um pouquinho a respeito disso? Ele sabe da nossa necessidade. Então, por que a gente vai verbalizar? A gente vai expor a nossa prece. Sim, pode parecer algo fútil, porque Deus já sabe o que somos, quem somos. Mas é só neste ato, desse diálogo, que nós exercitamos o mais íntimo do contato da simplicidade. É o exercício do caminho da humildade. Ser simples não é você se vestir simples, é você pensar, é você sentir, é você ter um olhar, é você ter uma intenção, é você apenas ter um desejo que sobreponha a pequenas coisas sem futilidades. Então, nesse momento em que Deus sabe o que nós somos, que o criador já colocou a cada um de nós aqui o objetivo maior, que é aprender a desenvolver essas interrelações, o fato das minhas dificuldades acontecerem, elas também fazem parte desse processo de mudança. Só que eu não consigo ultrapassar as dificuldades se eu não pedir, se eu não dialogar, se eu não entregar a esse diálogo com Deus. Então, quando nós estamos falando aqui, você pode estar em toda parte, igual quantas e quantas pessoas estão aqui, cada uma vivenciando as suas particularidades. Em nenhuma delas não está colocado uma bola que feche o ser sem a necessidade de dialogar com Deus. O mais ínfimo, o mais pequeno diálogo com Deus pode ser uma frase, uma palavra. O objetivo maior tá naquilo que sentimos. Então, quando Joano de Angeles muitas vezes também falou para Divaldo, silencie, é pra gente entrar nessa conexão em que o nosso pensamento é muito barulhento e conturbado, mas o nosso sentimento precisa se reequilibrar no sentido de saber que o que eu gostaria que Deus soubesse o que penso ou que sinto começasse a fluir. ir de dentro para fora. Então, nesse momento, o que vale mais é aquilo que nós estabelecemos de vontade, de necessidade e de reconhecimento da nossa pequenez, mas também da nossa altivez, que eu sou único. Se eu sou único, eu tenho a capacidade de fazer esse trabalho, de estabelecer essa conexão. Se cada um de nós pudesse fazer esse

mento da nossa pequenez, mas também da nossa altivez, que eu sou único. Se eu sou único, eu tenho a capacidade de fazer esse trabalho, de estabelecer essa conexão. Se cada um de nós pudesse fazer esse exercício mais constantemente ao longo do dia, como o próprio Cristo fala para aquela moça ali no momento em que ela estava pegando aquela água, aquela samaritana. Então, a água que ele tem para oferecer é que nos mata a sede, a sede que temos de caminhar com Jesus. Não importa. Você tá vivenciando dificuldades ou alegrias de vida a sua vida. Procure sempre saber que você precisa e deve compreender que somos seres altamente necessitados desse contacto e que a gente não precisa de WhatsApp e nem alguém que faça isso constantemente por nós. Não paga imposto e graças a Deus não tem hora. Qualquer hora é sempre válido. Você tá em casa, faz o evangelho, faz essa conexão, põe uma água para fluidificar. Você tem animal, põe para ele também, tá? Os animaizinhos sentem essa energia. Então, o mais importante é que a gente tenha essa capacidade de entendimento, busca essa conexão. Qualquer momento da sua vida, você vai ser muito bem orientado a fazer ou deixar de fazer algo. Cláusia, >> obrigada, Rose. Tem um comentário da Cátia. Eh, verdade, Cláusia, se pedimos, temos que confiar. Caso não aconteça, Deus está sempre nos amparando e ele sabe das nossas necessidades. Se quiser comentar, fique à vontade. Rose, sim. Olha, quantos de nós lembramos ao caminhar da vida, quando a gente tá vendo tantas e tantas violências? as nossas necessidades não é diferente porque elas são inerentes a cada ser humano. Quem nasceu lá na Arábia Saudita tem necessidades igualmente importantes à sua. Quem está vivendo na selva tem necessidades igualmente importantes à suas. Não estamos equiparando as necessidades, mas valorizando o objetivo que cada um está dentro de ser humanos, dentro de seres viventes. Então, vamos imaginar que uma pessoa fez um ato de extrema maldade. Será que as necessidades desse ser

des, mas valorizando o objetivo que cada um está dentro de ser humanos, dentro de seres viventes. Então, vamos imaginar que uma pessoa fez um ato de extrema maldade. Será que as necessidades desse ser acaba? Quantos de nós t a capacidade também de errar? As nossas necessidades por conta disso, se apagam? Não. Eu vou contar um caso que aconteceu a cerca de umas duas semanas na cidade de Jataí. uma trabalhadora do centro. Ela na atividade evangelizadora, muito querida por todo o trabalho que ela lhe realizava e o esposo também em outra atividade do centro. Só que sem contar os detalhes da vida particular deles, porque não temos conhecimento em absolutamente nada, sabemos que os dois eram trabalhadores da casa espírita. Em dado momento em casa, por mais que tivessem conhecimento da doutrina espírita, não sei até quanto eles tinham, mas eram trabalhadores do Cristo. momento em que chega um fato lamentável. Aquela que era a esposa, ela foi assassinada e o marido suicidou. E o centro, já conhecendo o trabalho dos dois, a sociedade que os conhecia muito bem, alguém pode olhar para aquilo o fato que aconteceu em si, e tirar tudo, deixar apenas a visão e o foco para a esposa que foi assassinada, porque quem matou deveria ter pensado Ele matou e tirou a própria vida. E aí o Centro Espírita, aonde os dois trabalhavam, na semana seguinte, ao abrir o Evangelho, fez as reflexões da leitura que estavam pré-programadas e aquele fato veio no meio do caminho e ao longo da discorrência do Evangelho já lembraram a presença dos dois ali, o quão Não foi importante a luz, a dedicação, à entrega, sempre focando naquilo que era essencial. dois seres, dois filhos do criador que construíram uma família, que tiveram filhos, mas o fato que estava para a sociedade poderia ser diferente. Não ali no Evangelho, à luz da doutrina espírita. E aí aquela que era coordenadora do Evangelho, que é presidente do centro, muito emocionada, agradecendo ao papel daquela evangelizadora, agradecendo aquele que era o esposo que a matara,

na espírita. E aí aquela que era coordenadora do Evangelho, que é presidente do centro, muito emocionada, agradecendo ao papel daquela evangelizadora, agradecendo aquele que era o esposo que a matara, vendo valores em cada um, ela disse: "Nós só nos lembramos, na maioria das vezes, em olhar para aquele a qual nós vemos como vítima na sociedade. Mas e aquele que pratica? Quantas vezes estamos orando por eles também? Quantas vezes estamos orando para aqueles que são os nossos coordenadores, muitas vezes da política ou de outras áreas, porque se dando certo lá através de nossas orações, porque não tá melhor para nós? O resultado irradia para toda a sociedade e nos esquecemos muitas vezes disso. E aí ela fecha o evangelho com muita emoção, dizendo, passando ali as imagens dos dois enquanto lá estavam, que colaboraram com a casa espírita, que aquele fato não apagaria o valor que cada um tem, mas que outrora estarão sim reencontrando nas próximas encarnações, porque não cada um dentro da do propósito divino e os filhos teriam dito a ela: "Para nós, o que importa é o valor do meu pai, o valor da minha mãe. Esse que tirou a vida da nossa mãe não foi o nosso pai. foi um ímpeto impensado, porque nós conhecemos uma pessoa completamente diferente ao longo de anos. Então, que a gente olhe para isso também, as nossas necessidades mais íntimas, se a sociedade nos recriminar por coisa que fazemos ou deixamos de fazer, como nós também podemos nos culpar, o que será de nós? Nós podemos ter uma segunda chance, uma terceira, uma quarta. Iremos reencarnar, iremos voltar, acertaremos e erramos nessa própria existência. Mas que a gente não faça isso com intuito único de achar que tá tudo certo e continuamos seguindo num erro. Não, o objetivo nosso aqui é evoluir, é tentar acertar sempre e pedir ajuda ao plano maior, sempre quando houver necessidade. Cláuscio. >> Sim, Rose. É um fato que mexe muito com a gente, né? E com certeza a misericórdia divina ela é infinita. E quem somos nós para julgarmos?

ao plano maior, sempre quando houver necessidade. Cláuscio. >> Sim, Rose. É um fato que mexe muito com a gente, né? E com certeza a misericórdia divina ela é infinita. E quem somos nós para julgarmos? Eh, me fez lembrar do Papa Francisco, porque ele dizia: "Eu oro por você, você ora por mim e Deus age por nós", né? É uma é uma umas uma questão que é extremamente amorosa, né? Então, que nós possamos aprendermos também a orarmos uns pelos outros. né, em quaisquer situações. César, por favor, César, >> eh, ouvindo essa esse relato da Rosquer desse fato, né, mostrando esse outro olhar, né, muito importante. E sobre a prece todos nós que estamos aqui eh neste momento assistindo a transmissão, outros que irão assistir em outros momentos, veja que nós precisamos muito da prece. Eh, vivemos num um período conturbado que já vem de de séculos. Eh, o clima energético do planeta é relatado pelos espíritos e nós temos esse valioso instrumento que é a oração, que é a prece e que Jesus nos ensinou desde o início, ainda quando criança, né, nos ensinava a orar, ensinou a prece ecumênica, falando tantas coisas em uma oração. Então, eh, e os espíritos nos relatam, como a Rosell nos diz, os benefícios da prece. Então, imagine que você tem ali uma receita, né, eh, mostrando a eficácia de determinado medicamento, tanto pro corpo físico, como os espíritos nos dizem, né, a eficácia para o perespírito, a eficácia mental, a transmissão de energia, o circuito que se faz, a forma como que você eh recebe as inspirações, muda a partir de uma prece. A forma como você delibera sobre situações complicadas muda com o efeito da prece, né? A prece não vai alterar o problema em si, mas vai mudar o nosso olhar sobre aquela questão. A percepção vai nos acalmar para que nós possamos deliberar melhor. Então, enfim, eh, é esse valioso instrumento. E comparando, fazendo uma ligação com o evangelho, o evangelho no lar, o evangelho no lar era uma prece da família, né? a prece no lar, vamos dizer assim, coletivo, que

eh, é esse valioso instrumento. E comparando, fazendo uma ligação com o evangelho, o evangelho no lar, o evangelho no lar era uma prece da família, né? a prece no lar, vamos dizer assim, coletivo, que todos participam, você organiza aquele horário, comentam, veja que nesses minutos que aqui passamos todos aqui escolheram, se organizaram para poder estar aqui. A prece também precisa dessa organização, essa esse ânimo mental para a prece, né? Eu vou fazer a prece, não é como a a nós eh às vezes conversamos detidamente com alguém, pensando nos compromissos que tem à frente e tal, tomara que intercesse logo porque eu tenho que fazer tanta coisa ali. A prece não é isso. Então a prece necessita desse ânimo, precisa desse momento e ela se dá em qualquer lugar, como Jesus nos ensinou tantas vezes, né? sem conexões, sem interferência, sem precisar de alguém, de oferenda, sem precisar, não é direto. E aí eh eh aqui, como eu fico ouvindo, eu fiquei assim prece, né? eh observando, voltando o meu pensamento para as reflexões e extraindo dali questões em relação ao que eu estou vivenciando. E veja que eh o evangelho, o evangelho no lar nos dá a percepção desses mecanismos da prece. Então, eh, Gláus, a minha minha e Rosquen, eh, o que eu trago mais são essas reflexões, né? Eu não tenho assim tudo que poderia questionar ou indagar neste momento já foi feito por ti, os colegas estão participando também. Então fica essa reflexão. >> Gratidão, César. Muito bom. Então, nós podemos associar que essa eficácia da prece, ela está baseada na fé, na sinceridade e no mérito, não sendo um comando para mudar as leis divinas, mas um meio de sintonia com Deus e com os bons espíritos. Eu não posso querer que Deus mude as leis só por pela minha arrogativa, pelo meu capricho, né? E eu tenho, você trouxe muito bem, Rose, quando você disse que é muito importante a gente fazer uma autoanálise, o autoconhecimento, para que possamos ter essa percepção, né, do que eu estou pedindo, que eu estou agradecendo

muito bem, Rose, quando você disse que é muito importante a gente fazer uma autoanálise, o autoconhecimento, para que possamos ter essa percepção, né, do que eu estou pedindo, que eu estou agradecendo e se eu já consigo é louvar a Deus. E se eu trabalho para ter algum mérito. No livro Palavras de Vida Eterna, eu esqueci a lição, mas lá Emanuel traz assim uma frase que é muito interessante, que não é uma questão de ganhar para fazer, é o contrário, é de eu fazer, trabalhar para ganhar. Então, nós precisamos ficar atentos. E o interessante que fica bem marcado que o item cinco é uma afirmativa, que tudo que pedimos será atendido, concedido, porém vai depender de mim. E eu vou passar para você, Rose, te agradecendo muito mais uma vez por essa oportunidade e para você deixar as suas considerações finais. Olha as considerações que nós devemos aqui quando me veio a memória, imaginar. Qual é o sentimento que cada um tá tendo aqui com esse diálogo, com essa leitura que o Evangelho nos trouxe? Pare para pensar o que que pode ter trazido de bom para cada um de nós. Ao encerrar aqui, qual é o principal objetivo que você pode já mergulhar em si e definir isso como objetivo para esse fim de dia? Porque o dia é apenas uma passagem, mas o que eu faço dele é que faz a diferença. Então, cada episódio que foi colocado, aproveitemos. Se uma mãe arronda as portas do céu, como disse Chico Xavier, nós podemos, enquanto seres espirituais que somos, dar o pontapé através dos nossos melhores desejos e intenções. que façamos a luz do evangelho no nosso lar, ao redor de nossos animais, como eu gosto sempre de trazer eles juntos o momento do evangelho no lar, para que a gente irradie essa oportunidade de saber que cada passo que a gente dá precisa estar amparado pelo evangelho. Se assim o fizermos, a condição inerente de sabermos melhor aquilo que podemos agir, após a nossa conexão com o divino, será sempre muito mais amparada e o aprendizado será incontestavelmente mais aproveitável. Então vamos encerrar hoje lembrando que

os melhor aquilo que podemos agir, após a nossa conexão com o divino, será sempre muito mais amparada e o aprendizado será incontestavelmente mais aproveitável. Então vamos encerrar hoje lembrando que a prece é o primeiro ponto e as nossas ações o segundo. Obrigada a todos vocês. >> Agradecemos ao César por estar conosco também, César. Gratidão sempre a todos que estão conosco nesse momento. Agradecemos ao que aos que acessarão nosso evangelho no lar. Queremos pedir para que estejam conosco na próxima quarta-feira. Fiquem com Deus. Bom feriado, né? Nós lembramos da Páscoa do nosso mestre Jesus, eh, com compromisso de renovação dos nossos sentimentos. pensamentos, das nossas ações mais voltadas para o bem, lembrando sempre que ele é o nosso guia, o nosso modelo, que ele possa renascer em nossas vidas sempre, sempre, né? Ele é o nosso guia modelo. Questão 625 do livro dos espíritos. Gratidão mais uma vez. Fiquem com Deus, muita paz. E nós vamos colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para essa noite de evangelho no lar. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.

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