Evangelho no Lar - #204
Evangelho no Lar - #204 Programado para o dia 25 de fevereiro de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 26, item 9, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam todos muito bem-vindos. Meu nome é Gláuscia e estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Fé Ego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos nosso carinho, nossa gratidão. Bem, gostaria de convidar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite de Evangelho no Lar, o Tonim, que é um assessor da área de unificação da FEO. Boa noite, Tonim, seja bem-vindo. >> Boa noite, Galaça. Boa noite, pessoal. e o Juliano Fagundes, que faz parte da diretoria da Casa Estudantes do Evangelho, do IGES, da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás e outro escritor, palestrante e nosso amigo aqui, ao qual a gente agradece muito por termos mais uma oportunidade de estarmos juntos no Evangelho no Lar. Seja bem-vindo, Juliano. >> Obrigado, Glá. Boa noite a você. Boa noite, Toninho. Boa noite a todos os nossos irmãos aí espíritas que nos acompanham aí pelos canais da internet. Olha, é sempre uma satisfação muito grande poder participar desse evangelho no lar, né? Afinal de contas, luz não quer demais nas nossas vidas, né? Estar com Jesus é sempre oportuno, né? Sempre momento de estar junto do mestre, né? A gente poder relembrar essas lições, aprender um pouquinho mais, né? >> Nós somos os primeiros a serem beneficiados, né, Juliana, né? nos proporciona sintonia com auto harmonização do nosso lar, fortalecimento dos nossos laços, vinculos familiares e que bom que nós, todos nós estamos conectados juntos nesta noite. Nós então vamos dar boa noite aos nossos amigos que estão conosco, o Fernando Rodrigues, ele deixando o seu boa noite, o João Batista também que está sempre conosco
amos conectados juntos nesta noite. Nós então vamos dar boa noite aos nossos amigos que estão conosco, o Fernando Rodrigues, ele deixando o seu boa noite, o João Batista também que está sempre conosco também do Messageiros da Luz, o Eupídio Quirino aqui também de Goiânia e o Antônio Carlos de Abril deixando o seu boa noite para todos nós também. Aqui nós temos o Jeferson, Jeff Neto de Goiânia, a Maria Lúcia, a Elsa Carrijo, a Renata Cunha. Boa noite, amigos. Sejam todos muito bem-vindos. Para iniciarmos o nosso evangelho da noite, o Toninho vai vai fazer a leitura de uma mensagem do capítulo 4 do livro Pão Nosso. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. Título: A arte de servir. Bem como o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir Jesus. Mateus capítulo 20 versículo 28. Em companhia do espírito de serviço, estaremos simples bem guardados. A criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta. Dos reinos inferiores para as mais altas esferas, todas as coisas servem a seu tempo. A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, preponderá nos mais humildes elementos, nos mais variados setores da natureza. Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos. Há pedras que contribuem na construção do lar, outras existem calçando os caminhos. O pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de ordem para ensinar a criatura a arte de servir. Se lhe foi doado a pólvora destinada para a libertação da energia, e se a pólvora permanece utilizada como instrumento de morte aos semelhantes? Isto corre por conta do usofrutário da moradia terrestre, porque o supremo Senhor em tudo sugere a prática do bem, objetivando a liberação e o esquecimento de todos os valores do patrimônio universal. Não ouvidemos que Jesus passou entre nós trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o mestre a felicidade servir santamente.
os valores do patrimônio universal. Não ouvidemos que Jesus passou entre nós trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o mestre a felicidade servir santamente. Santamente. Podemos começar hoje mesmo. Uma enchada ou uma car uma caçarola constitui excelente pontos de início. Se te encontras enfermo de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar mesmo assim servindo medicação moral de teus irmãos. Irmão, aproveitando essa linda mensagem que a irmã quando é nosso pensamento elevado aproveitar a mensagem do Cristo. Destra, nossos mentores que aqui estão todos que nos intuindo, pedimos santamente o direcionamento, à palavra e agradecemos sempre que o mestre nos acolha a todo momento, nos intuindo e que hoje seja um dia benéfico para todos nós, que possamos sentir o amor do Pai. de Cristo e de todos nós. Pedimos permissão, Pai de todo nesse evangelho no lar. Que tua graça nos dada. Que assim seja. Que assim seja. Bom, nós estamos no capítulo 26 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Hoje Juliano trará para nós as reflexões do item nove. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes, que é o nosso capítulo. Nós estamos quase encerrando. Lembrando que da editora da FEB é a tradução de Guilon Ribeir. Fique à vontade, Juliano. >> Muito bem, meus irmãos. O tema de hoje é especialíssimo, eu pelo menos considero dessa forma, né? Eh, achei muito boa a oportunidade de poder falar um pouco sobre mediunidade, que não é uma temática que eu que eu tenha abordado já aqui no Evangelho. Então, achei muito boa a proposta e eu penso que é uma oportunidade muito rica de nós trazermos luz para esse tema, fazendo o nosso evangelho no lar, sob a luz desse conhecimento, entendendo que faculdade mediúnica, ela não é uma faculdade assim de pessoas especiais, ela é uma faculdade humana, inerente ao ser humano. É uma um potencial muito muito muito grande que dorme dentro de nós, né? Eu tenho até a a ombridade de dizer o seguinte, que eu considero a mediunidade um dos temas
ade humana, inerente ao ser humano. É uma um potencial muito muito muito grande que dorme dentro de nós, né? Eu tenho até a a ombridade de dizer o seguinte, que eu considero a mediunidade um dos temas mais bonitos e também mais importantes da doutrina espírita, né? Quando eu observo assim, eh, de onde vem a mediunidade, eu fico assim muito encantado de entender que esse foi o meio. Olha só que coisa interessante, né? A mediunidade foi o meio que Jesus encontrou no século XIX para nos trazer a doutrina espírita. Foi através da medade, foi a ponte que Jesus se utilizou. Não reencarnando novamente. O mestre, ele então se utilizou de de um potencial humano natural e valorizou isso nesse momento, no século XIX. trouxe uma luz para essa faculdade humana para que a gente possa compreendê-lo. Então, através da mediunidade, Jesus nos traz a doutrina espírita, nos traz esses conhecimentos ancestrais, nos traz o a presença do espírito verdade para nos falar de de uma realidade que até então o ser humano não conhecia, não conhecia, que é a realidade da doutrina espírita. E a mediunidade foi o ponto, né, utilizado para isso. Tanto que Allan Kardec, devido a essa importância e o quanto que essa faculdade se tornou assim eh relevante para que os ensinamentos pudessem vir até nós, tem um livro da codificação que é próprio para a o médium, para a mediunidade, pra gente tentar compreender, né? Ora, afinal de contas, quem somos nós médiuns? E um algo que Kardec nos fala com muita naturalidade é o quê? Ora, a mediunidade faz parte da nossa vida como a visão, a audição, o paladar, o ol fato, o tato, como qualquer uma das nossas faculdades, temos essa mediunidade inerente ao nosso ser. É tão interessante quando Allan Kardec estuda a mediunidade, ele vai nos contando o seguinte: "Ora, é algo que nasce com o nosso organismo, porque o nosso corpo ele já é mediúnico por natureza". Ora, o nosso corpo está obedecendo o nosso espírito. É muito natural, então, que o nosso corpo seja mediúnico de nascença. Meu espírito tem
ismo, porque o nosso corpo ele já é mediúnico por natureza". Ora, o nosso corpo está obedecendo o nosso espírito. É muito natural, então, que o nosso corpo seja mediúnico de nascença. Meu espírito tem a vontade. Essa vontade faz com que os meus braços se abram, faz com que a minha voz possa sair, eu possa caminhar, né, interagir com o mundo. No entanto, Allan Kardec pontua assim, ó, existem vários níveis dessa mediunidade, porque toda faculdade humana tem níveis. Algumas pessoas são melhores em algumas coisas, outras melhores em outras. E ele falou assim: "Não, vamos vou destacar aqui no livro dos médiuns só aquela mediunidade que eu vou chamar de ostensiva, aquela que o médium tem certeza que tá interagindo com o mundo espiritual, tem essa consciência e por meio dele fenômenos, entre aspas, inexplicáveis ou maravilhosos acontecem por meio dessa dessa faculdade, desse médio. Ele acabou destacando isso, eh, para esse estudo mais aprofundado, né? Mas deixando claro que todos nós temos essa sensibilidade. Todos nós podemos ser veículos do mundo espiritual na Terra de alguma maneira. Olha que coisa bonita isso. Pensar assim que eu posso ser o veículo para Jesus se manifestar, que eu posso ser o veículo para um desses grandes benfeitores se manifestar, não é? Eh, que eu possa ser o veículo para que até os meus próprios familiares, meus próprios amigos que desencarnaram possa que se manifestar. que eles vão poder me emocionar, eles vão poder falar comigo e eu me sentir assim com uma intuição a mais para poder tratar desse assunto. É aí que começa a mediunidade nossa para o nosso dia a dia, paraa nossa iluminação e pra iluminação do nosso lar. E especialmente tratando-se aqui em especial do culto do evangelho no lar. O culto é sempre um momento muito sensível, não é apenas um um uma assim em que a gente vai eh simplesmente fazer um estudo, fazer uma leitura, não. É um momento de iluminação da nossa casa, né? Nós até comentávamos um pouco sobre isso antes aqui de entrarmos na live, né?
em que a gente vai eh simplesmente fazer um estudo, fazer uma leitura, não. É um momento de iluminação da nossa casa, né? Nós até comentávamos um pouco sobre isso antes aqui de entrarmos na live, né? Quantas vezes, às vezes nós passamos por dias atribulados, de repente a gente tem esse encontro à noite, ou numa atividade na casa espírita ou no culto do evangelho no lar ou algum momento especial, né, voltado à fé e religião. De repente a gente tem que mudar a nossa vibração, mudar o nosso ambiente mental, mudar o nosso ambiente espiritual para que a gente possa se reconstruir nesse momento, dizer: "Nossa, passei um dia tão difícil e agora meu encontro com o evangelho, é o dia que eu vou pegar os meus problemas por lá fora." um pouco, saio da matéria pro meu espírito poder brilhar um pouquinho mais, para que eu possa me entrar em contato com esse lado espiritual. E o evangelho ele ele é um livro voltado a esse nosso lado sensível, esse lado esse nosso lado sensível. E não há que temer a mediunidade porque é algo muito natural. Nós vemos no nosso dia a dia muitas pessoas que têm assim uma percepção mediúnica, uma sensibilidade tão aflorada e às vezes tem tantas dúvidas ou até temores com relação a isso. Olha como é que foi interessante. Vou até citar um caso aqui. Alguns dias atrás eu estava realizando o atendimento espiritual lá na nossa casa espírita. E aí tive a oportunidade de receber lá uma moça que estava um pouco confusa. Ela não estava com problemas sérios. Ela havia sido diagnosticada com uma enfermidade um pouco grave, mas ela estava muito bem equilibrada, estava tratando, estava seguindo com a sua vida, né? Embora ela se mostrasse aflita a entender assim por que isso aconteceu, que eu que sou uma pessoa que eu não tenho nenhuma predisposição e nem tenho maus hábitos, por me surgir isso aí, né? O que acontece muito, né? Às vezes assim, a gente compreender muito bem. Ela quis um pouco de esclarecimento à luz da doutrina, à luz do evangelho. E e aí um dos comentários que ela fez foi o
aí, né? O que acontece muito, né? Às vezes assim, a gente compreender muito bem. Ela quis um pouco de esclarecimento à luz da doutrina, à luz do evangelho. E e aí um dos comentários que ela fez foi o seguinte: "Olha, e uma coisa que me ficou confusa, ela me contando, né? Um algo que ficou confuso para mim, pouco tempo depois que eu descobri a minha enfermidade, eu me, e eu estava aflita, foi um dia que a minha irmã, que tem uma sensibilidade mediúnica, embora não tenha estudo de mediunidade, mas ela tem uma uma uma percepção. Um dia eu estava tomando um café com a com a minha irmã em num local e ela me disse assim: "Olha, tem um espírito aqui conosco sentado aqui. Tô percebendo ele aqui nos acompanhando. tá aqui ao nosso ao nosso lado. E aí, né, perguntei para ela: "E que mais? Que que esse espírito falou? O que que ele queria, né? Qual que era a intenção? Conseguiram descobrir alguma coisa?" Ela disse: "Não, porque a minha irmã tem essa capacidade de perceber, mas ela não tem uma capacidade para ouvir e sentir ou um outro tipo de interatividade, né?" E ela ficou assim, gente, mas eu descobro enfermidade, de repente esse espírito aparece, eu sei lá. Fiquei meio confusa, fiquei acho que pudesse ter uma relação assim, né, de ela quis levar a uma preocupação pro lado da obsessão, né? E eu disse para ela o seguinte: "Olha que coisa maravilhosa que te aconteceu". Ela me olhou um pouco confusa, né? Eu disse: "Que coisa maravilhosa que te aconteceu". Porque você vê, né, no momento de aflição em que você tava um pouco preocupada, tomando um café com a sua irmã, desabafando um pouco, né? buscando esse apoio aí, buscando esse acolhimento com a sua irmã, de repente você descobre o quê? Você descobre que a vida é eterna. Você descobre que existe uma vida fora da matéria, que existe uma vida espiritual. Olha o recado que esse espírito deu sem falar uma palavra, sem compartilhar nada, só a presença dele. É isso que a presença dele quer dizer. Quer dizer, você não está sozinha, não está desamparada, tem
lha o recado que esse espírito deu sem falar uma palavra, sem compartilhar nada, só a presença dele. É isso que a presença dele quer dizer. Quer dizer, você não está sozinha, não está desamparada, tem espíritos te olhando, por mais que você às vezes se tá sozinha, compreendida, tem amigos espirituais ao nosso lado mostrando para você o seguinte: "Olha, não precisa se preocupar não, porque você vai tirar sua vida e você vai ficar sempre bem, sempre bem. Pode passar por momento de dor, mas vai ficar bem novamente, né? Não sei qual". E eu falei para ela, não sei qual a sua enfermidade, né? Mas assim, é um recado, eu encaro dessa forma, né? Porque é isso que que a doutrina espírita vem nos falar, né? Kardec, ele já dizia eh com base no livro dos espíritos, Kardec já dizia o seguinte: "Olha, só de um um espírito se manifestar, independente de quem ele seja, já é assim uma informação impreciosíssima para nós, porque qualquer manifestação que seja é um um exemplo de que a vida é eterna, já é uma comprovação de que ninguém vai vai perder sua vida, né? E que a existência vai continuar. Então, esse recado que a mediunidade quer para nós, muitos irmãos, é claro, né, que durante o culto do evangelho no lar, eles também trazem essas histórias assim, olha, o culto do evangelho, às vezes eu me sinto assim de uma forma X ou de uma forma Y, me sinto assim e a não sei o que isso, se isso é ruim, se isso é bom, mas também são percepções espirituais que às vezes no culto se manifesta muito forte. Por quê? Porque o culto é esse momento sensível, é momento que a gente tá se espiritualizando e a gente acaba se conectando com esse universo espiritual que nos cerca. É por isso que o culto tem que ser feito sempre de maneira muito respeitosa, de maneira muito calma e tranquila. O culto tem que ser feito sempre nesse ambiente que a gente vai eh denominar como criar um ambiente sagrado para nós, né? criar esse ambiente respeitoso para que a gente possa receber esses benfeitores amigos e e claro, né, que a
pre nesse ambiente que a gente vai eh denominar como criar um ambiente sagrado para nós, né? criar esse ambiente respeitoso para que a gente possa receber esses benfeitores amigos e e claro, né, que a gente quer que os benfeitores é que venham no nosso culto nos iluminar, né? A gente não quer um culto barulhento, né? Com espíritos que vem para tirar nossa atenção e causar algum tipo de ruído no nosso culto. Não, a gente quer o culto equilibrado, né? Equilibrado. Alguns dias atrás, alguns dias não, alguns anos atrás, né? eh uma uma amiga nossa nos convidou para fazer o culto na casa dela, né, visitarmos ela lá num domingo. Ela disse: "Olha, é o culto você, vocês já ficam, né? Nós ficamos no culto dela." Mas o culto dela, nossa, que tumulto, gente. Foi assim, um culto assim onde ela atendeu o telefone? Foi um culto onde ela disse: "Nossa, eu tô com negócio ali no forno, deixa eu ir lá ver". Foi um culto que eu dizia: "Não, pera aí que eu tenho um negócio lá no banheiro. Deixa eu ver se não tá se tá a luz tá acesa". Foi um culto onde ela se levantou mais do que do que ficou sentada, né? Ficou andando durante o culto. Ah, não posso deixar de de de atender, de ligar, de fazer isso, aquilo. Não tirou o momento pro culto, né? Não tirou momento pro culto. Então, quanto nós fizemos a leitura, fizemos as reflexões, ela pouco aproveitou, né, dessa meia hora que que foi o culto, né? Ela deve ter aproveitado 10 minutos no máximo, né? E foi muito ruim e ficou para mim assim um recado muito muito bom do quanto que a falta do foco no culto pode nos atrapalhar, né? Imagina só, a gente prepara o dia e a hora, os benfeitores agendam lá, né, no mundo espiritual, na agenda deles. Olha na casa aí, essa casa que nós temos que est lá tal hora, hein? E aí os benfeitores vão vão pra nossa casa com quem, né? Às vezes vai com um amigo nosso que desencarnou, com um familiar nosso que desencarnou. fazer uma visita lá para eles. Nós vamos fazer uma prece lá hoje, tudo, né? André Luiz nos conta essa
quem, né? Às vezes vai com um amigo nosso que desencarnou, com um familiar nosso que desencarnou. fazer uma visita lá para eles. Nós vamos fazer uma prece lá hoje, tudo, né? André Luiz nos conta essa história lá no livro dos mensageiros, né? Quando ele chega no Rio de Janeiro vindo das esferas espirituais, né? Lá de Lu aquelas casinhas do rio e fala assim: "Olha ali uma luizinha. Aquela luzinha lá é o nosso, é o nosso porto seguro. Vamos para lá, vamos pousar lá". E e aquela pequena caravana pousa naquela casa, né? Todas aquelas casinhas lá, aquela lá tava brilhando. Nossa casinha é uma que brilha pra gente receber esses benfeitores amigos. História bonita que o André Luiz nos conta, né? Era um lar simples, mas muito iluminado, com pessoas que realmente queriam ali coisas boas, queriam que Jesus florescesse ali. E foi um dos momentos assim muito emocionantes, talvez nos mais emocionantes da história do André Luiz, logo no segundo livro dele, né, onde ele em espírito cura uma mulher com espírito também, mas que tava com problema de visão, tava cega. E o André Luiz, iluminado por aquele culto, inspirado ali, faz com que ela volte a à visão. É uma história muito bonita essa, né? É pouco falar dessa história. A as histórias de André Luiz tem tantas nuances, tantos detalhes, tantos pequenos momentos e às vezes a gente até se esquece desses momentos assim singelos, mas são muito especiais. Quer dizer, é o nosso lar, é a nossa casa que pode estar recebendo assim uma pequena caravana dessas de espíritos que às vezes num momento de muita turbulência, às vezes num momento assim de de muita insegurança ou violência, né, ou medo, de repente nossa casa pode ser um pequeno, né, foco de luz ali naquele bairro que a gente mora, né, olha aí o carnaval que que passou aí há poucos dias, né? Os lares se tornaram densos, né, e até escuros devido aí a esse momento, essa esse momento aí, né, tudo bem que é um momento festivo e alegre, o espiritismo jamais será contra a alegria ou contra uma festa, né, etc, esse tipo
os, né, e até escuros devido aí a esse momento, essa esse momento aí, né, tudo bem que é um momento festivo e alegre, o espiritismo jamais será contra a alegria ou contra uma festa, né, etc, esse tipo de coisa, mas é contra os vícios, né? De repente o nosso lar fazendo o culto, né, por exemplo, que domingo aqui em casa, né, culto, domingo de carnaval culto, né, foi uma oportunidade a gente fazer um pouquinho de luz, né? em meio a tantos a tantos vícios, tantas situações complexas ao nosso redor, né? E a nossa casa pode ser isso. Feliz daquela pessoa que ela para no culto para poder sentir um pouco, sentir, né? Uma das maiores características da mediunidade é o sentimento que vem quando a gente tá próximo de um espírito e começamos a sentir, né, essa presença espiritual boa na nossa vida. Então vem esse sentimento. Se o sentimento estiver conectado aí, né, aos bons espíritos, sentimentos, nós vamos ter um pouco de paz, alegria, ideias que às vezes nós precisamos e vem, né, aquela aquela aquela ideia boa para nós. Às vezes culto é momento que a gente pensa assim: "Nossa, lembrei de uma coisa" ou então: "Nossa, acho que vou fazer isso de uma tal forma diferente." Isso é a nossa percepção espiritual, né? É o é a mediunidade, né? A mediunidade em si. se manifestando, embora não seja ostensiva, mas é esse eh essa percepção que vai nos auxiliar, essa percepção que vai nos inspirar, que vai nos guiar. E o culto é muito bom para isso, pra gente interagir dessa forma, né? Sem medo, sem receio, entendendo que isso é um processo natural. E quanto mais nós realizamos o culto do lar, quanto mais nós nos debruçamos sobre esse estudo evangélico e buscamos compreender a importância da prece, água fluidificada e etc. Mas isso não ajuda a nos equilibrar. Não há que pensar que a mediunidade ela seja um tipo de punição ou seja um tipo aí de problema na vida. Nós não não podemos conservar essa visão. Kardec nunca já nunca jamais trouxe essa visão de que a mediunidade é um problema. Não, Kardec sempre ele
o de punição ou seja um tipo aí de problema na vida. Nós não não podemos conservar essa visão. Kardec nunca já nunca jamais trouxe essa visão de que a mediunidade é um problema. Não, Kardec sempre ele defendeu a mediunidade como uma oportunidade, o sentimento da mediunidade como uma oportunidade para que a gente possa melhorar a nossa vida, nossa existência, nos vinculando aí a esses amigos espirituais que, claro que vão querer estar perto de pessoas que possam, né, eh, pensar como eles, contribuir com as coisas junto deles, né, que tenham pensamentos muito similares, né, nós temos tudo na nossa mão para poder transformar nossas percepções. oportunidades pra gente viver melhor. Oportunidades de viver melhor e para que os benfeitores possam se manifestar na nossa vida com mais força, com mais firmeza, com mais presença e nós possamos captar isso de alguma forma, né? Tenhamos sempre então a mente aberta pra percepção espiritual. vão vir daí, pode não vir comunicações se a pessoa não for ostensiva, mas vão vir inspirações, vão vir bons sentimentos, vão vir orientações que vão nos dar boas ideias, soluções, é aquele telefone que vai tocar na hora que a gente mal espera com a boa notícia. É aquela hora que tudo pode se transformar na nossa vida. É justamente isso, né? E a melade é porta para isso acontecer, né? É porta para se acontecer. É isso, Gláuscia. Acho que basicamente o tema é mais ou menos esse, né? Que bom, Juliana, de forma clara, simples, amorosa. Então, olha, a mediunidade não é uma arte, não é um talento, por isso não pode se tornar uma profissão. Vamos conversar a respeito. >> Vamos entrar agora. Nós estamos falando isso agora, nós estamos falando de uma mediunidade ostensiva, de uma pessoa que recebeu um preparo, né, no mundo espiritual para vir com o que nesse item é chamado mesmo de de missão, né? Eh, esse preparo aí para utilizar da mediunidade como esse canal para os benfeitores. Então, ela não é uma arte. Ela não é um talento e por isso ela não pode se tornar uma profissão.
de de missão, né? Eh, esse preparo aí para utilizar da mediunidade como esse canal para os benfeitores. Então, ela não é uma arte. Ela não é um talento e por isso ela não pode se tornar uma profissão. >> Exatamente. Então assim, depois desses minutos de contextualização do tema, né, onde a gente expõe um pouco que agora vamos aprofundar, né, Gláus? Agora vamos aprofundar na lição do evangelho, né? E realmente veja bem, né, existe um preparo espiritual para as pessoas que nascem com essa mediunidade, né, pelo menos a grande parte dos médiuns se prepara. Inclusive, eu até citei a obra Aí Os Mensageiros é também uma obra que no início dela vai tratar dos méduns que faliram, esses que retornam ao mundo espiritual, não tendo cumprido eh a rigor o que deveriam ter feito, né? fizeram promessas, fizeram estudos, participaram aí, né, de desenvolvimentos no mundo espiritual e reencarnaram para poder desempenhar aí a mediunidade de forma gratuita, de forma amorosa, de forma cristã e venderam a sua mediunidade ou a corromperam ou abandonaram de alguma maneira, né, e não e não deram seguimento no seu propósito reencarnatório. E aí a gente já vai pro outro lado, né? Falei muito sobre essa mediunidade natural, essa mediunidade que todos temos, né? E agora essa mediunidade que ela é até levada a título de missão, né, como o evangelho próprio ele nos indica, né? Ou seja, é algo que a gente tem que focar, desenvolver e tornar produtivo. Olha aí a palavra, tornar essa mediunidade algo produtivo. produtivo no sentido de que nos ajuda a melhorar de alguma forma ou que ela sirva de porta para que a gente possa também aconselhar ou levar isso adiante até chegar talvez no grau máximo, né, que é participar de uma reunião mediúnica e possa dar voz mesmo a aos benfeitores a e cuidar desses espíritos que às vezes sofrem e através de nós eh eh tem esse consolo maior, né, através do diálogo, da manifestação mediúnica, né, e é um problema que tem acompanhado muito o ser humano, o espírito Esitismo trouxe
às vezes sofrem e através de nós eh eh tem esse consolo maior, né, através do diálogo, da manifestação mediúnica, né, e é um problema que tem acompanhado muito o ser humano, o espírito Esitismo trouxe realmente essa visão da mediunidade de acordo com o evangelho. A faculdade nós pagamos por ela? Não, eu não paguei nemum centar para ser médium, né? Eu sou médium. Não, velho. Nasceu comigo. Nasceu comigo. Eu de criança tinha percepções mediúnicas muito claras. Minha infância, devido a isso, a minha infância foi uma infância onde eu tenho poucas lembranças. é uma infância muito confusa, onde a maioria das minhas memórias, eu não sei se são reais, são memórias super estranhas de ambientes que não são ambientes comuns. E eu quando eu já tratei disso com alguém, alguém dizia que não fazia a menor ideia não. Minha mãe dizia: "Juliana, você não passou por isso não". Não, Juliana, a gente nunca foi nesse lugar, não. E coisas que eu tinha como criança, né? Entendi que não era percepções na da matéria, né? E aí hoje, graças ao espiritismo, eu tenho levado a minha mediunidade de maneira bem e equilibrada nesse sentido, né? Pelo menos tentado equilibrar o máximo possível, né? Para que isso não não me afete e não se misture com a minha vida material. E Kardec vem dizer justamente isso, né? É claro que esse capítulo todo ele vai, Kardec vai pontuar alguns, algumas questões assim que dizem respeito ao talento que a gente usa espiritualmente, mas talvez um talento que a gente possa dar de uma outra forma, né? Um exemplo é o passe, né? Por exemplo, nós temos o passe espírita, que é uma atividade totalmente doutrinária, que é uma atividade da fluidoterapia espírita, né, que não deve ser cobrado, porque esse passe ele não é realizado 100% pelo pelo pelo médium ou pelo passista. Os espíritos transmitem muitas energias através do passista, né? Agora, a gente tem outras formas, né, de imposição de mãos, como por exemplo reik, né, que é algo orgânico, que é algo dessa bioenergia da pessoa que ela
mitem muitas energias através do passista, né? Agora, a gente tem outras formas, né, de imposição de mãos, como por exemplo reik, né, que é algo orgânico, que é algo dessa bioenergia da pessoa que ela transmite dela, né? Não é algo tratado como como espírito, né? Aí nesse caso você vê, né, o passo espírita não se cobra, o rei já se cobra porque são atividades diferentes, elas parecem muito, né? Quem vê às vezes não diferencia quem tá de fora e olha, mas são atividades diferentes. Uma é profissional, né? Feita com curso, com investimento e é material, né? E é material. E a outra não, a outra ela é espiritual. Então não há que se confundir, dizer: "Ah, mas ali é igual o outro". Então cobra-se dos do Não, né? Não tem nada a ver, né? Não tem nada a ver. Da mesma forma que as faculdades mediúnicas às vezes a gente tem que sentar para pensar, né, como é que ela tá sendo usada. Por exemplo, né, o caso dos médiuns que psicografam obras espíritas, Kardec já diz muito bem: "Olha, não existe mediunidade sem espírito, né? Porque se os espíritos vão embora, a mediunidade desaparece". Então, não é uma coisa depende do médium, né? Dizer assim: "Não, eu vou escrever um livro mediúnico agora. Vem cá, espírito, vamos sentar aqui bolar um negócio". Não, às vezes eles não querem vir, né? E eles não vão vir só porque a gente tá querendo, né? Eh, então, e também como é que a gente vai cobrar disso, né? Por isso que a maioria dos médicos, não vou dizer todos não, mas a grande maioria dos médicos psicografa obras utilizava essa renda para aplicar em projetos sociais, né, e outros tipos de trabalho, né? Por exemplo, a o Divaldo Pereira Fran é um exemplo disso, né? Ele psicografava muitas obras e ele revertia essas obras para lá o trabalho dele da mansão do caminho, né? Para poder ajudar naquele sustento lá, né? não era um dinheiro que ele usufruía assim, né, para poder construir riqueza, construir patrimônio, né? E assim foi com Chico Xavier também, né? Chico Xavier ele tinha um grande, ele tinha,
to lá, né? não era um dinheiro que ele usufruía assim, né, para poder construir riqueza, construir patrimônio, né? E assim foi com Chico Xavier também, né? Chico Xavier ele tinha um grande, ele tinha, ele teve durante a grande parte da vida dele o acordo com a FEB de publicar obras somente através da da da Federação Espírita Brasileira, né? Um exemplo, né? Doou tudo, todos os direitos autorais, ele fez isso, né? A próprio V do Amaral com memória de um suicida, né? Olha, não, esse livro aqui eu só vou publicar só pela FEB, não vou publicar por outro lugar. Ela era uma era é uma premissa dela, né, na hora de escrever, né? Ela publicou vários livros por lá. São exempas psicografadas, tenho obras do meu próprio punho. Eu estou com atualmente com 14 obras, a grande maioria espírita. Minhas obras espíritas eu dou toda a renda. Minha renda hoje, eh, com os livros, ela é dividida. Uma parte eu dou pra própria editora para publicar autores espíritas. Uma parte eu dou para uma casa espírita lá de Capivari, que é onde fica a editora, e para um trabalho lá de recuperação de jovens que t problemas ali com tóxicos, problemas com com drogas, né, alguns vícios variados. Então, dou, a minha renda ela que eu ganho com os livros, ela é distribuída, né, para essas três eh instituições. E eu sou muito feliz com isso, né? poderia estar pegando essa renda para mim, materialmente falando, se eu fosse uma pessoa materialista, poderia est, né, uma vida muito boa, né, uma vida muito melhor com essa renda, mas não, né, não é o correto, porque mesmo as obras do meu próprio punho, eu sei que são obras inspiradas, são obras que, né, são ideias que de repente eu sento para escrever e vem essas ideias vem de onde da minha da minha genialidade. Duvido muito que seja, né, que que que eu seja um gênio que vai escrever coisas incríveis, né? Mas os espíritos nos ajudam a escrever, né? Sempre nos ajudam. Por quê? Porque a gente tem essa boa vontade, tem essa boa fé. É tão interessante isso. Tem um livro do Leondeni
er coisas incríveis, né? Mas os espíritos nos ajudam a escrever, né? Sempre nos ajudam. Por quê? Porque a gente tem essa boa vontade, tem essa boa fé. É tão interessante isso. Tem um livro do Leondeni no Invisível. Lá na introdução do livro, Deon fala uma coisa tão impressionante. Ele fala assim: "Olha, se Kardec não fosse um cristão, não fosse uma pessoa dedicada sim a seguir a seguir as lições de Jesus e ter estudado o espiritismo à luz do cristianismo, Kardec não teria obtido nem 10% de todos aqueles fenômenos e todas aquelas manifestações que ele obteve. Se não fosse o compromisso de Kardecus, não teria. Por isso que nem o Leon Deni avança, porque ele Leon Den ele foi contemporâneo de Allan Kardec, ele viu esse nascimento do do da doutrina espírita. Ele viu o trabalho de inúmeros inúmeros pesquisadores lá de toda a Europa. Ele dizia: "Nenhum conseguiu tantos fenômenos quanto Allan Kardec, nenhum pesquisador. Muitos conseguiram um fenômeno ou dois, né, diferentes uns dos outros, mas ninguém conseguiu todos como Allan Kardec conseguiu. Por quê? por causa do vínculo de Kardecus, né, com esse compromisso de Kardecã, né, fez com que ele fosse eh eh muito mais valorizado pelos espíritos amigos e eles quisessem ajudar Kardec nessa empreitada aí, nessa descoberta e e nessa pesquisa. E assim com o médium, né? E assim com o médium. Nós temos visto tantos médiuns que começam bem, né? começam dentro eh da proposta cristã, da proposta espírita, trazem tantos conteúdos bons, né, por meio de livros ou por causa de palestras ou em reuniões mediunas e de repente esse médium acaba caindo no no na vaidade comercial, por exemplo, e a gente vê os benfeitores se afastando. Esses dias o um o um um médium, um amigo nosso, muito conhecido aí do movimento espírita, ele falou assim: "Nossa, eu não tô sentindo mais o meu mentor, eu não sei cadê ele". Ele tem livros escritos com esse mentor espiritual, sabe? Olha queão interessante, né? E ele é foi um desses médiuns que começou muito bem, muito humilde, fazendo um
meu mentor, eu não sei cadê ele". Ele tem livros escritos com esse mentor espiritual, sabe? Olha queão interessante, né? E ele é foi um desses médiuns que começou muito bem, muito humilde, fazendo um trabalho muito bom e de repente hoje tá dando muita palestra e falando muito e tal e perdeu um pouco esse contato com essa simplicidade da mediunidade, né? Com essa, né? E aí numa manifestação espiritual aí, que que foi dita a ele? Lembra da sua origem, lembra dos seus interesses. Seus interesses mudaram, sua postura mudou, tudo que você tá fazendo tá diferente, o que você tá buscando não é mais o que você buscava antes, você mudou. Então é muito natural que talvez você não esteja atendendo a a demanda que esses espíritos queriam na época, modificou seu trabalho, né? Acontece muito isso, né? Inclusive, aí depois ele falou assim, ó, então quer dizer que esse livro meu aqui que eu escrevi não foi mediúnico, foi eu que escrevi do meu próprio espírito falou: "É, e não foi quem você tá pensando que escreveu esse livro. Tanto que você, né, tanto que você fosse você levar ele paraa análise, possivelmente não vai ser aprovado." E realmente foi o que aconteceu. E tem livro na gaveta lá que as pessoas disseram assim: "Mas esse livro se não tá legal igual aos outros, não tá muito bom". E para ele que era médico tava muito parecido, tava igual, a mesma qualidade. Quem de fora olhava falava assim: "Não, não tá legal". Dizer ele que ninguém gostou do livro dele. E olha uma pessoa que tem livros publicados aí, né, pelo Brasil aa então achei é uma história muito interessante, né, que nos mostra assim que estamos bem hoje não significa que estaremos bem amanhã. Acho que é uma grande lição que fica para todos nós, né, dentro dessa proposta de compreender como usar a mediunidade, né? E a gente também fica num país, vive num país. E a gente tem também que entender a nossa cultura, né? Nós estamos numa cultura que é uma cultura diferente, né? É uma cultura diferente da cultura de Allan Kardec, né? Aqui nós temos pessoas
um país. E a gente tem também que entender a nossa cultura, né? Nós estamos numa cultura que é uma cultura diferente, né? É uma cultura diferente da cultura de Allan Kardec, né? Aqui nós temos pessoas que ganham dinheiro com mediunidade, eh, não apenas dessa forma que eu citei aqui, né? Com livro, né, e etc, ou com tratamentos espirituais, né? Mas também ganham ganham dinheiro. Eh, por exemplo, assim, lendo lendo a sorte, lendo o futuro das pessoas, né, fazendo jogos, né, como jogos de cartas ou abusos, né, cobram por isso. Isso aí é um uso da mediunidade, tarô, né? Usa-se, né? As pessoas que têm a mediunidade desempenham essas funções de maneira diferente de quem não tem a mediunidade, porque muitas dessas pessoas conseguem talvez até acertar uma ou outra situação que que é exposta. Mas os espíritos que estão com essas pessoas, quem são eles, né? Nós sabemos. Porque se a pessoa quer ganhar dinheiro, espíritos vem lá, mas talvez não para falar da verdade espiritual, talvez venha para poder suprir a necessidade dela do dinheiro, né? São vínculos que nós vamos construindo. O nosso país é um país assim de de um nosso povo, ele é um povo é um povo que ainda nós temos ainda muito misticismo no nosso país. Nós ainda temos muito muito muito muitas essas pessoas, né, que trabalham dessa forma, né? E nós somos um país de que onde a maioria das pessoas é são pessoas muito crentes. São pessoas muito crentes. Então nós podemos cair nesse engodo também, né? Nesse perigo de dizer assim: "Ah, eu tô na casa espírita, mas eu queria uma resposta diferente, eu queria uma resposta mais clara, eu queria uma resposta mais direta." Essa pessoa vai cair nas mãos às vezes de uma pessoa que vai querer engrupir ela ali com historinha qualquer, né? Um espírito que vai falar uma coisa que não é real, né? Eu mesmo já recebi na minha vida nessa caminhada dentro aí do do espiritismo, das questões espirit, eu já recebi revelações terríveis que nunca se concretizaram, revelações até que puseram em perigo que
mesmo já recebi na minha vida nessa caminhada dentro aí do do espiritismo, das questões espirit, eu já recebi revelações terríveis que nunca se concretizaram, revelações até que puseram em perigo que meu casamento para dizer os que ol vai acontecer isso com você, com ela e etc. E a gente, meu Deus, que que é isso, né? De colocando, nos colocando para desconfiar um do outro. Coisas que nunca se concretizaram, coisas que nunca aconteceram, falando de pessoas que iam aparecer, de dádivas que iram receber, isso nunca surgiu. Aí a gente pensa assim: "Mas de onde é que veio essa informação, né? Veio do mundo espiritual?" Veio sim, veio de espíritos comprometidos com bem, que queriam a nossa paz, queriam a nossa felicidade? Não queriam mesmo? É rir da gente, eu acho, sabe? Queriam rir. Vamos ver se os bobos acreditam lá no que a gente vai falar, né? Isso acontece, né? Isso acontece muito, muito. Glóusia. Sim, no próprio evangelho diz, né, que o bom médium é aquele que tem a simpatia dos bons espíritos, né, Juliana? E a gente pensando na nessa questão eh eu sou médio, não sou médio, é preciso estudar para refletir nessa questão, porque só só nós mesmo para respondermos essa essa questão, a, eu sou médium ou não sou médium ostensiva, é preciso estudo, o estudo de si mesmo, autoconhecimento, reforma íntima, pra gente ter essa percepção. que você falou é muito importante no sentido de por a mediunidade em nossa vida para que a gente tenha oportunidade de ajudar mais pessoas e dessa forma a gente melhorar mais a cada dia, né? Eh, na verdade, cada médium que recebe mensagem, primeiro é pro médium, né? Primeira para quem está ali passando a mensagem, ao aprendizado e depois para as pessoas que têm contato com essa mensagem e sempre para o bem. Sempre para o bem. Então não tem como a gente confundir, porque a faculdade mediúnica ela é imóvel, ela é fugidia e ela é mutável. o que você trouxe muito bem. Se não há espírito, não há mediunidade. E você tocou num ponto essencial, viu,
a gente confundir, porque a faculdade mediúnica ela é imóvel, ela é fugidia e ela é mutável. o que você trouxe muito bem. Se não há espírito, não há mediunidade. E você tocou num ponto essencial, viu, Gláuso? Porque assim, né, o que o espiritismo nos ensina é que o que nós precisamos não é de uma mediunidade qualquer, né? O que o Espiritismo nos ensina é da importância da mediunidade com Jesus. Inclusive na Federação Espírita e existe um livro, né? Eles lançaram um livro aí já tem alguns anos chamado Mediunidade com Jesus, né? né, que é um livro com eh o encontro, né, lá do CFN com Divaldo Pereira Franco, onde há muito diálogo e um livro é um livro sobre diálogo, sobre comunicações espirituais, né, e é um livro que traz mensagem do Bezerra de M. É um livro lindo, livro lindo. O nome do livro é mediolindade com Jesus, porque o propósito espiritismo é esse, né? Não é ser médium. Ah, é importante ser médium, mas é mais importante ainda ser médium com Jesus, porque é uma garantia de que essa mediunidade vai tá sendo utilizada de maneira, como você falou, de maneira produtiva, positiva, para iluminar, para esclarecer, para trazer eh boas palavras, para trazer bons sentimentos, né, para que a gente possa refletir sobre coisas que a gente nunca refletiu, né, pra gente ter essa inspiração maior, esse guia, né, e não para ganhar dinheiro, né, próprio L Kardec, ele fala, fala assim: "Olha, tudo que tem uma segunda intenção perde a idoneidade, você perde a segurança. Se você é médio e diz assim: "Não, vou escrever um belo livro porque com ele eu vou ganhar muito dinheiro". Quer dizer, você já tá deturpando o objetivo daquilo, né? Quer dizer, o objetivo já não é mais escrever um livro tão belo. É belo desde que dê dinheiro. Poderia ser mais belo se não desse dinheiro nenhum, se fosse um livro gratuito, por um exemplo que a gente dá, né? Que o médio não fosse ganhar dinheiro com ele, né? Poderia ser. Tem aqueles que não querem o dinheiro, mas quer f, quer o prestígio, quer, né,
sse um livro gratuito, por um exemplo que a gente dá, né? Que o médio não fosse ganhar dinheiro com ele, né? Poderia ser. Tem aqueles que não querem o dinheiro, mas quer f, quer o prestígio, quer, né, evidência, né? Também tem essa questão, né, Juliana, >> que é outro ponto também muito interessante esse, porque aí muita gente concorda, vai concordar o seguinte, realmente nós não podemos ter nenhum aspecto financeiro aqui, não podemos ter o retorno financeiro, não podemos vender o tratamento espiritual, nem vender a mediunidade, né, nem isso. Mas por outro lado, a pessoa quer ser reconhecida, né, quer ser valorizada. né? A gente vê muito isso no movimento espírita, embora é claro que não é uma situação geral, mas a gente vai ver pessoas que às vezes não tiveram destaque na sua vida profissional, de repente quando tem oportunidade de ser dirigente de casa espírita, sobe ali para tentar ser acima de todo mundo. A gente vi muito, muito não, mas de vez em quando a gente vê no movimento espírito, né? Pessoas que às vezes não tiveram um grande destaque nas suas vidas profissionais ou talvez nem construíram muito a família, né? Tiveram uma vida um pouco mais, né, morna, né? vai construir pouca coisa, mas quando tem a oportunidade de ser um diretor de casa espírita, na casa espírita, a pessoa ela fica se sente gigante lá dentro, quer ser a chefe, o poder, né, é o poder que ele engana e com médiuns às vezes acontece, né? Quer dizer, o médium às vezes ele não vai ganhar dinheiro com medidade, mas de repente ele se coloca naquela posição da pessoa que recebe as mensagens principais, o principal médium da casa. Ainda existe muito por aí no interior essa imagem do do médium especial da casa. Não é com ele que a gente vai querer a mensagem, é com ele que a gente quer falar, a gente quer ouvir o mentor da boca dele, né? A gente, eu já trabalhei em casa espíritas assim, ontem você tinha lá 60 médiuns, não, mas tinha um lá que era ele, tinha que ser ele. Se alguma pessoa buscasse, transmitisse a
entor da boca dele, né? A gente, eu já trabalhei em casa espíritas assim, ontem você tinha lá 60 médiuns, não, mas tinha um lá que era ele, tinha que ser ele. Se alguma pessoa buscasse, transmitisse a comunicação e mesmo que fosse uma comunicação idônea, as pessoas diziam o seguinte: "Ah, mas a comunicação sua, não sei, porque ele tinha que comunicar é com o fulano lá, tá através de você, esse mentor aí, e as pessoas duvidavam". Depois a gente ia saber que era comunicações reais, né? Não tinha nada de errado, né? Não tinha nada de errado. Então a gente ainda vê acontecer essa distorção, né? O dinheiro às vezes ele não é o objetivo principal, mas aí outros acabam se tornando, né? O poder, a vaidade, o reconhecimento, né? E também são moedas de torna que torna a recompensa material do mesmo jeito, seja a questão dinheiro, fama, ele já teve, como diz eh lá no quando vai, você vai rezar, que escolha um canto, é a mesma coisa a mesma idade quando você faz no cantinho seu por amor, tá certo? é sua recompensa quando você vai e faz fora para todo mundo ver o mundo ter recompensa do mundo e não é espiritual. >> Exatamente. Agora, Allan Kardec é já é um assunto mais sensível. A gente tem que conversar com ele com mais cuidado. Kardec, ele não diz que é no no livro dos médiuns que é proibido o médium receber dinheiro pelo seu produto mediúnico. Ele não diz que é proibido. Ele diz que assim há médiuns que às vezes estão passando por uma necessidade financeira, um momento de crise e etc. O Kardec abre esse precedente assim, mas é um precedente muito específico, né? É um precedente muito específico. Não é um precedente para dizer assim: "Não, tô tô com um carro velho, quero comprar um carro zero." Não é esse precedente, não. É o precedente da fome, né? É, é esse precedente. Então, Kardec, ele ele não era contra o médio usufruir, mas era era o seguinte, não é uma segunda intenção. É falar assim: "Meu Deus do céu, não tem como, não tem necessidade, será que esse produto poderia me ajudar durante um tempo?" Aí
o médio usufruir, mas era era o seguinte, não é uma segunda intenção. É falar assim: "Meu Deus do céu, não tem como, não tem necessidade, será que esse produto poderia me ajudar durante um tempo?" Aí seria uma caridade inversa, né? Ao invés da do médium fazer a caridade, ele recebe essa caridade do dos espíritos, né? Ele toca nesse assunto lá. Mas o negócio tem que ter muito cuidado, né? Porque assim, qual que é o nosso limite, né, do do necessário superérflo, né, como diz o evangelho, há que se pensar, né, onde é que o necessário vira supérflo, né? A gente tem que pensar muito nisso com muita consciência. É por isso que de maneira geral a gente prefere lidar com a mediunidade dizendo o seguinte: "Olha, não vamos ganhar dinheiro com essa mediunidade", tá? Seja um médium voluntário, com amor no coração, que queira transmitir boas mensagens, bons recados, realizar um bom trabalho e é isso aí. Não mistura isso com dinheiro, que de qualquer jeito aí você pode se complicar, né? Pode se complicar. >> Verdade. No atendimento espiritual a gente tem a proposta básica, a fundamentação. E a orientação é de que a gente não se deixe vincular por aqueles que entram no centro espírita, que na verdade o vínculo tem que ser com o centro espírita e não com os trabalhadores, as pessoas, né, Juliana? Então, só pra gente ter uma ideia da da seriedade que deve ter com esse trabalho e a mediunidade por si só, ela causa também dificuldade e dor também. Tenho certeza que nessa questão de escrita dos livros, psicografar, não são só flores. Você enfrentou e enfrenta alguns mas são superadosamente pela parânciaar o esclarecimento, a boa orientação, a orientação segura, né, da doutrina espírita. É importante isso. >> Exatamente, né? >> Kardec inclusive deixou um legado interessante sobre esse assunto, né? Houve, é claro, na época de Allan Kardec, eh algumas reflexões que até hoje existem, quer dizer, com relação ao conteúdo da doutrina espírita, ao conteúdo doutrinário, ou seja, eh será que esse conteúdo doutrinário ele será
a de Allan Kardec, eh algumas reflexões que até hoje existem, quer dizer, com relação ao conteúdo da doutrina espírita, ao conteúdo doutrinário, ou seja, eh será que esse conteúdo doutrinário ele será eh atualizado em algum momento? Como é que é eh os limites para essa atualização? Como é que eu vou atualizar o espiritismo, né? Porque o espiritismo, é claro que ele vai atravessando os séculos, né? Então ele saiu do século XIX, atravessou todo o século XX, nós estamos caminhando já pelo século XX, né, com essa doutrina. E a cada tempo o espiritismo, as pessoas sentiram que o espiritismo estava vinculado a certas demandas sociais, né, ou econômicas ou financeiras ou filosóficas, né, ou do conhecimento, né, foram vinculando e aquela o espírit daqui 1000 anos ele vai continuar atravessando as eras e as pessoas tentando vincular ele com alguma coisa da época, né? E aí houve essa preocupação, né? Mas e como é que a gente atualiza o espiritismo? Mas carard sempre foi muito claro, né? Quer dizer, começa dos benfeitores, amigos, começa dos espíritos da atualização, porque foram eles que trouxeram 100% o conteúdo, né? Kardex organizou, o espírito verdade bateu o carimba ali, assinou, né? E publicou. Foi mais ou menos assim, de maneira bem resumida, assim, como é que foi feita a codificação, né? As ideias eh eh que Kardec desenvolve todas foram aprovadas pelos espíritos amigos. Tudo ali, né? Quer dizer, mensalmente o espírito de verdade passava para Allan Kardec as correções da da codificação toda, né? Lá no livro Obras Postas é um livro muito bom pra gente conhecer o método de Kardec lá, sabe? Kardec vai contando lá o espírito de verdade. Olha só, ele conversava com Allan Kardec assim, ó. Olha, eh, página tal, parágrafo tal, lê lá que tem um erro. Página tal, parágrafo tal, vê lá que tem um problema. Todo mês ele fazia essa revisão com Allan Kardec. Kardec, depois ele Kardec dizia: "Olha, quando eu pegava o material, falava assim: "Nossa, como é que eu deixei passar uma coisa
que tem um problema. Todo mês ele fazia essa revisão com Allan Kardec. Kardec, depois ele Kardec dizia: "Olha, quando eu pegava o material, falava assim: "Nossa, como é que eu deixei passar uma coisa dessa?" E Kardec dizia, eu mesmo via o absurdo das minhas próprias palavras da reflexão pensado, né? E assim saiu a codificação. Por isso que não foi um trabalho rápido, né? Não foi um trabalho rápido, trabalho muitos anos. >> Interessante, Juliano, que o que na verdade nós precisamos é atualizar a nossa compreensão e a nossa visão, né? Porque a gente já consegue entender essa lei de amor. Nós já sabemos eh esse processo de autoconhecimento e reforma íntima, as lições do Cristo nós, porque nós fazemos uma leitura quando a gente volta, nossa, como que eu não vi isso? Como que eu não percebi aquilo? Na verdade, essa atualização é a o nosso crescimento, é o nosso entendimento, né? O esse nesse congresso nós organizamos a sala da família e teve um momento que o Jorge Godinho foi até lá e ele falou um tempo conosco >> e ele disse algo assim maravilhoso, porque ele disse que é necessário que a gente entre no espiritismo, mas ainda não basta. É necessário que o Espiritismo entre em nós, mas ainda não basta. É necessário que o espiritismo saia de mim. Ou seja, eu tenho que vivenciar esses ensinamentos com os quais eu tenho contato. Eu já tenho estudo, eu já trabalho, mas e a minha vivência? Então, nessa questão, quando fala de atualização do espiritismo, nós já conseguimos compreender realmente essa proposta do espiritismo, né? Porque por si só o espiritismo já nos traz que nós, a nossa grande, grande propósito é nos tornarmos homens e mulheres de bem. Exatamente. E quem é que já venceu, né, essas etapas que que o Espiritismo, o evangelho propõe? Quem já venceu, né? Quem pode se dizer que não aqui os 10 mandamentos tô cumprindo todos. Então já a primeira a primeira revelação tá OK. Deixa eu ver aqui. Jesus não, Jesus tá propondo aqui o perdão, o amor. Não, já já. OK. Jesus já venci aqui a segunda
10 mandamentos tô cumprindo todos. Então já a primeira a primeira revelação tá OK. Deixa eu ver aqui. Jesus não, Jesus tá propondo aqui o perdão, o amor. Não, já já. OK. Jesus já venci aqui a segunda revelação. Agora vou entrar na terceira revelação, ver o que que fala. Ninguém tem esse checklist completo desse jeito, né, Gláus? É, não é >> nem o da primeira revelação. A gente já tem o checklist completo, agora já estamos na terceira e a gente ainda tem lição lá da primeira, né? Quer dizer, >> é, pensa, a gente ainda fica, a gente ainda fica preocupado demais com o outro, querendo apontar as coisas, o defeito dos outros. A gente não consegue nem ter a própria percepção e cuidar da própria iluminação. >> É, exatamente. Hoje hoje como o tema é um tema >> de mediunidade, é um tema sensível que diz respeito à nossa sensibilidade, eu lembrei até de uma história você falando aí um pouquinho sobre isso aí, né? Será que a gente tá aplicando a lição? Gente, tem lição. Olha só, vou contar uma história que aconteceu aí um tempo atrás, né? No grupo, num grupo de trabalho aí onde nós tínhamos aí o tratamento espiritual, né? Que que é a aplicação do passe, a fluidoterapia, que é esse acolhimento, né? para que a pessoa se sinta acolhida e sinta essa esse ambiente espiritualizado. Um dia, no momento de estudo, nós nos deparamos com uma discussão que eu achei assim tão sem propósito, mas ao mesmo tempo eu pensei assim: "É, não, existe uma deficiência que tá que tá, né, ainda encravada aqui, né, algumas pessoas do grupo". E o pessoal começou a se enrolar na na nas discussões sobre técnicas de passe, né? Porque o nosso passe lá é um passe feito com calma, né? Então nós fechamos os nossos olhos, oramos junto com a pessoa que veio receber o tratamento espiritual ali naquela ambiente mais escurinho, né, com a luzinha nossa ali azulzinha, né, e as pessoas vão é uma imersão, né, com a prece mais prolongada, gente, é muito bonito, né? E as pessoas falas: "Ah, mas a técnica do passo diz que não precisa disso, basta
ha nossa ali azulzinha, né, e as pessoas vão é uma imersão, né, com a prece mais prolongada, gente, é muito bonito, né? E as pessoas falas: "Ah, mas a técnica do passo diz que não precisa disso, basta um minuto, põe a mão e tal e tal, daquela coisa técnica, sabe, Leo?" Gente, aquilo ali me, nossa, me deu uma tristeza vendo as pessoas ficar falando de técnica quando a gente tá falando de amor, quando a gente tá falando de acolhimento, gente. Aí eu eu falei, gente, pera um pouquinho, vamos parar um pouquinho, vamos pensar assim, outra coisa. Aí eu tentei mudar um pouco a a quebrar um pouco aquela sintonia, né? Falei assim, gente, vocês pararam para pensar assim, ó, qual que é o motivo? Vocês estão saindo de casa e vim trabalhar aqui no centro? Qual que é o motivo? Porque se vocês falaram para mim assim: "Olha, não, a gente tá vindo aqui para dar passe". Então vocês estão saindo de casa pelo motivo errado. Vocês não estão aqui vindo para dar passe. Tudo bem, o passe vai acontecer, mas não é isso. Nós estamos vindo aqui para doar amor, para dar atenção, para que a gente ore junto com a pessoa. Nós estamos aqui para ajudar a pessoa a fugir dos problemas um pouquinho, se concentrar nesse momento aqui para ela ser inspirada pela espiritualidade. Nós estamos aqui para poder iluminar essa pessoa com o nosso pensamento, com as nossas energias, as energias espirituais, para quebrar os processos obsessivos, quebrar esses laços doentinhos que às vezes a pessoa traz, né, muita preocupação, muita amargura, muito desespero, né, que as pessoas lá elas vão com com essa com essa com esses problemas, né, problemas às vezes muito severos. A gente tem que ter aqui. Aí eu falei para eles, falei: "Olha, gente, a gente tem que ter entender que a gente tá aqui para tentar doar o máximo de amor que a gente puder, vontade que essa pessoa melhora". Nós temos que dar essa vontade para que essa pessoa, é para isso que a gente tá aqui. Aí a gente cria um ambiente propício para isso, para que as pessoas possam receber esse
que essa pessoa melhora". Nós temos que dar essa vontade para que essa pessoa, é para isso que a gente tá aqui. Aí a gente cria um ambiente propício para isso, para que as pessoas possam receber esse amor. Não é isso aplicação do evangelho. Isso assim e é um trabalho que não não nos cobra, não nos cobra palavras. O passe não nos cobra palavras. Cobra é atitude, >> é uma energia, né, Juliano? E a gente não oferece aquilo que não tem, né? E o acolhimento é a gente ter essa compreensão que não é com os meus conteúdos, os meus preconceitos e o aprender a ouvir a necessidade e o sentimento dos outros. A comunicação não violenta já traz isso para nós de Mar Rosenberg. Nós precisamos aprender a ouvir a necessidade e o sentimento da outra pessoa. >> E lembrando que um detalhe importantíssimo que a gente trabalha sem o atendimento espiritual. Nós somos mediadores. Quem realiza de fato, de fato a tarefa é a equipe espiritual de cada centro espírita. O que nós precisamos ter é sermos cada vez melhores instrumentos dessa equipe espiritual. >> Exatamente. >> Como é que a gente não pensa? Como é que eu posso acolher melhor o outro para que ele possa sentir pertencente a esse centro espírita? >> Exatamente, >> né? Sim, Juliana, eu quero passar também pro Toninho. >> Não, tá. Só só fechar esse raciocínio aqui antes que eu esqueça, né? assim, e continuando assim o seu raciocínio, né? Quer dizer, eu falei do tratamento espiritual, mas isso vale para todo o atendimento espiritual, né? Para todo o diálogo fraterno, para todas as atividades que incluiem esse tipo de de sensibilidade, né? Quer dizer, muitas vezes ali é o, sabe, a pessoa tá num desespero que ali é a última chance, última oportunidade que ela vê é aquilo ali, é aquele diálogo, é aquele passe, é aquele tratamento espiritual. Às vezes é o último recurso que a pessoa tá tendo, é é dali. Aí a pessoa, aí eu fico imaginando, gente, eu até me sensibilizo assim, sabe? Pensando assim, a pessoa saiu de casa, se arrumou, às vezes
. Às vezes é o último recurso que a pessoa tá tendo, é é dali. Aí a pessoa, aí eu fico imaginando, gente, eu até me sensibilizo assim, sabe? Pensando assim, a pessoa saiu de casa, se arrumou, às vezes passou o dia todo preocupado com isso, se alimentou de maneira frugal, né, para poder para poder chegar naquele momento, para poder receber um bom passo no tratamento espiritual, para poder dialogar e receber uma resposta. Então, assim, a gente que é trabalhador espírito, a gente sai de casa, tem que sair de casa com essa consciência, né, Cláusia? Tipo assim, nossa, eu posso ser a última esperança dessa pessoa, eu que vou dar o passe aqui no tratamento espiritual, eu que tô indo pro meu diálogo espiritual. Pode ser que essa pessoa esteja, saiu de casa pensando em suicídio e falou assim: "Não, vou ver se ali vai ser bom". Acontece. Já peguei pessoas assim que estavam na beira do divórcio pensando assim: "Nossa, quero ouvir uma coisa diferente que pode me reanimar". Pessoa que tava pensando em tirar a própria vida e foi lá falar sobre isso, né? Quer dizer, pessoas que já estavam assim, não tinham encontrado recursos em psicólogos, nem médicos, nenhum, né? E que tentaram uma última vez lá, né? e que foram felizes depois disso aí dali foram para outro grupo, né? Igual nós temos um grupo de acolhimento lá, né? Para essas pessoas, né, que estão com ideação, suicídio depressão, né, temos um grupo lá para isso, temos tratamento espiritual e muitas pessoas se restauraram ali, né, após o último recurso ali conseguiram. E a gente tem que entender que nós participamos de de alguma maneira, né, nós temos essa responsabilidade, né, Glusa? É a aplicação do a gente não pode jamais ficar esperando assim, não, os espíritos resolvem tudo, deixa eles resolver. Não é isso que a gente apela no espiritismo. Kardec nunca falou. >> E olha que detalhe importante também, Juliano. Todos que aparece no centro espírito, é Jesus que nos envia. O que que ele espera de nós? Ele é o nosso atendente fraterno por excelência,
unca falou. >> E olha que detalhe importante também, Juliano. Todos que aparece no centro espírito, é Jesus que nos envia. O que que ele espera de nós? Ele é o nosso atendente fraterno por excelência, perfeito. E só pra gente tirar essa dúvida do passe, é porque é uma das atividades do atendimento espiritual também. O que é orientado no nosso documento de orientação para o atendimento espiritual no centro espírita da FEB? A gente estende as nossas mãos, entra em sintonia através da prece com os bons pensamentos e sentimentos e a espiritualidade que manipula esses fluidos do jeito que eles verem que é necessário e que é o merecimento de cada um que está ali recebendo. Então, o que nós precisamos ter eh é essa boa moral para que a gente possa ser esses mediadores dessas tarefas. Nós temos uma uma responsabilidade muito grande, porque às vezes a gente vai na na intenção de auxiliar, os espíritos superiores têm que neutralizar a nossa participação. Então, quem é que eu quero ser aí nesse momento? Eu quero contribuir ou eu preciso, né, pensar que eu tenho que neutralizar, que eu não consigo educar os meus pensamentos, educar os meus sentimentos e com isso educar a minha postura no dia a dia, né? Eu acho que nós precisamos pensar, você tocou em pontos sensíveis do trabalhador espírita também, viu Juliano? Muito bom. E aí a gente pensa, né, eh, o que que eu estou trabalhando em mim para o meu crescimento enquanto trabalhador espírita ou não? É o que eu estou trabalhando intimamente, né? Eu quero passar pro Toninho também. Toninho, eu fique ouvendo as explicações de Lana, como sempre, bem pontuar e bom ter certeiro, né? Eu vejo o seguinte, nós não é só a questão, a gente tá aguardando a pessoa, seja no na casa espírita, seja qualquer lugar, nós podemos ser a chave que vai mudar a vida dessa pessoa, dependendo da forma que nós vamos atendê-la, vamos acolhê-la, né? se vamos dar patadas ou se vamos ser a mão carinhosa, que vai mostrar o afeto que aquela pessoa precisava e com isso
ida dessa pessoa, dependendo da forma que nós vamos atendê-la, vamos acolhê-la, né? se vamos dar patadas ou se vamos ser a mão carinhosa, que vai mostrar o afeto que aquela pessoa precisava e com isso mudar a vida. E aí sim, como a Clós diz, nada é por acaso. Aquela pessoa vê até nós porque a espiritualidade sabe da nossa competência, sabe da nossa capacidade. E aí sim nós devemos estar sempre preparado para acolher as pessoas e falar, né, do mestre, do nosso Cristo. >> Isso mesmo. Que bom. >> Que bom, Tony. Obrigada. Bom, Juliano, o tempo passa muito rápido. Eu já vou te passar para você fazer as considerações finais, te agradecendo muitíssimo por essa oportunidade, por essa noite harmoniosa de evangelho no lar. Eu agradeço muito a oportunidade, né, porque também é oportunidade pra gente estudar, também foi um culto para nós aqui em casa, né, minha esposa gosta, né, fa ô, mais um culto, ela fala desse jeito, né, quando a gente tem esse momento igual de hoje. E bom, é importante é a gente conservar no coração a boa vontade, boa fé, sabe? Porque muitas pessoas têm medo, né, da mediunidade, tem medo dos espíritos, tem medo, porque houve muitas histórias de obsessão, né? Houve muitas histórias de pessoas que sofreram por serem médiuns, né? Nada, nada disso, né? Nós é que decidimos se queremos ser felizes ou se queremos ser tristes, né? Eu não quero ser feliz com a minha mediunidade, quero que ela me ajude a me iluminar, me ajuda a ser um bom conselheiro, me ajuda a compreender melhor a vida, se tornar mais sensível. É isso que nós vamos ter, né? O nosso desejo que determina o nosso futuro, né? É isso. Vi muitos comentários aqui sobre a gente ser muito imediatista e a pressa, né, que é algo muito valoroso. Falamos aqui sobre assuntos muito interessantes, realmente, né, e que despertam, né, pode ser que tenha despertado em alguém alguma vontade de conhecer mais a mediunidade ou despertou a a algum conhecimento que ela não sabia. Nossa, então quer dizer, eu posso ser médico, não sabia, porque
ser que tenha despertado em alguém alguma vontade de conhecer mais a mediunidade ou despertou a a algum conhecimento que ela não sabia. Nossa, então quer dizer, eu posso ser médico, não sabia, porque eu tenho tais sentimentos, tais sensações, né? Importante é a gente tomar cuidado para não querer acelerar demais, né? é a gente ter o tempo, vamos estudar, vamos trabalhar, vamos nos equilibrar, vamos orar, vamos fazer o culto, vamos participar da casa espírita, se a gente puder, para que a gente possa ir amadurecendo os nossos sentimentos, nossos conhecimentos, para que a gente não sofra, para que tudo que a gente tenha de de dons dentro da gente, né, vou falar assim, entre aspas, dons dentro da gente ou de qualidades da gente possa se manifestar de maneira de maneira tranquila, de maneira serena, de maneira equilibrada. né, com os benfeitores amigos nos guiando, a nossa mediunidade vai ser extremamente equilibrada. Galá falou super bem, né, de posse aí de bons sentimentos que atraam bons espíritos, bons hábitos no nosso lar que atraem os benfeitores amigos, bons hábitos na rua que coloca os benfeitores amigos conosco, no trânsito, no serviço, na escola, onde a gente for. A meronária vai ficar leve, vai ficar fácil, porque vai, quem tá, quem vai tá guiando a nossa medade vão ser pessoas esclarecidíssimas, de muita boa fé, de muito amor no coração, né? né? Quanto mais amor a gente tenha, mais tudo vai ser fácil, né? Quanto mais dor a gente tenha, sofrimento, raiva, rancor e ódio, mais a mediunidade vai se tornar tormentosa, né, dentro de nós, né? Então o segredo tá sempre dentro da gente, né? Eu acho que é um aspecto muito consolador do espiritismo a gente saber disso, né? Tudo começa em nós. Se eu vou ser uma pessoa obsediada ou se eu vou ser pessoa iluminada, é eu que desci dentro do meu coração. Se eu conservar rancor, eu vou colher um fruto amargo. Mas se eu conservar calma, paciência, amor, meu fruto vai ser mais doce. E assim com a mediunidade, assim com as amizades, assim com todas as nossas
eu conservar rancor, eu vou colher um fruto amargo. Mas se eu conservar calma, paciência, amor, meu fruto vai ser mais doce. E assim com a mediunidade, assim com as amizades, assim com todas as nossas relações, né? Todo dia a gente consegue, não. Mas o importante é conseguir, não é? Sermos vitoriosos mais do que falharmos. Se a gente conseguir ser vitorioso em maior quantidade das vezes que a gente falha, nós já estamos num caminho melhor, né? Um caminho melhor, né? Você conseguir sorrir mais do que o ranjo os dentes, já tô no caminho melhor, né? Por aí, né? O evangelho tá começa dentro de nós, né? Nós é que somos o evangelho, né? Na verdade, né? O evangelho é somos nós, né? É isso, Clé. Gente, adorei. >> Muito obrigada. Gratidão. Gratidão, Juliano. Gratidão, Toninho, por estarmos juntos. Gratidão a todos. estão nos acompanhando nesse momento e que acessarão também o Evangelho no Lar posteriormente. A nossa gratidão e o convite para estarmos juntos na próxima quarta-feira. Fiquem com Deus, muita paz aos corações. Que Jesus permaneça no lar, no coração de cada um de nós. Eu peço para o Toninho colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para essa noite de evangelho no lar. Fiquem com Deus. Muita paz. >> Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เ