Evangelho no Lar - #200

FEEGO 29/01/2026 1:04:17

Evangelho no Lar - #200 Programado para o dia 28 de janeiro de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 26, itens 1 e 2 do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite, sejam bem-vindos. Meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Fé Ego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos o nosso carinho e a nossa gratidão a todos. Bom, gostaria de apresentar os demais colaboradores que estarão conosco nesta noite, o César, que é um trabalhador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, César, seja muito bem-vindo. >> Boa noite, Gláuscia. Boa noite a todos que estão acompanhando a transmissão. Possamos ter aí minutos de muito aprendizado. >> Gostaria de apresentar a nossa convidada desta noite, a Virgínia. Virgínia é coordenadora adjunta da área da mediunidade. >> Estou ouvindo nada. >> Não está ouvindo, Virgínia? Ela ela está em Minas Gerais. Eu acho que tá está acontecendo algum problema com o áudio dela, mas ela é coordenadora da coordenadora adjunta da área da mediunidade e hoje ela fará as reflexões do Evangelho Segundo o Espiritismo para nós. Já já ela retorna. Enquanto isso nós vamos dando boa noite para os nossos amigos que já estão conosco, não é, César? Vamos, temos aqui a Renata, né? Sim, >> ela está nos acompanhando de BH, Minas Gerais. Seja bem-vinda, Renata. Você quer colocar? Pode colocar, fica à vontade. A Patrícia deixando o seu boa noite também. >> Po, pode transmitiro, Márcio, que eu estou conversando aqui com a Virgínia para auxiliá-la, >> para ajudá-la, certo? Sem problema. A Patrícia também seu boa noite, seja bem-vinda. O Estevan também que nos acompanha. Isso, Estevan. Evangelho no lá de número 200. Ele está nos acompanhando lá da divisa de Minas com Goiás. Seja bem-vindo. A Elsa também deixando o seu boa noite

nda. O Estevan também que nos acompanha. Isso, Estevan. Evangelho no lá de número 200. Ele está nos acompanhando lá da divisa de Minas com Goiás. Seja bem-vindo. A Elsa também deixando o seu boa noite de Araçatuba, São Paulo. Que bom. Seja bem-vinda. O Fernando Rodriguez que está sempre aqui conosco deixando o seu boa noite, ó. Que Deus abençoe a todos. Que assim seja. A Cátia Catalane está sumidinha. Ela tem estava nos acompanhando sempre, mas eu acho que ela justificou para nós por causa de trabalho no Centro Espírita, deixando também o seu boa noite, paz e bem para todos nós e toda a humanidade. Muito bom. Ah, deixando o nosso parabéns para nós também. A comunicação Fego aí que o César está representando, a Rosiana também, o Eupídio Quirino que também nos acompanha sempre aqui de Goiânia, a Rosiana, olha, Barueri, São Paulo, obrigada, de obrigada e Deus nos abençoe. Que assim seja. Sejam todos muito bem-vindos. Nós ficamos muito felizes e honrados com a presença de todos. A Rita de Cácia também nos acompanhando, deixando o seu boa noite de Florianópolis, Santa Catarina. Seja bem-vinda, Rita. Que bom. Com certeza será um evangelho no lar com muita harmonia, com muitas reflexões. A Virgínia já está aqui conosco. Eu vou pedir para o César fazer a leitura da mensagem, em seguida fazer a nossa prece inicial. >> É, vamos lá. Acho que a Virgínia já, o áudio tá OK? Virgínia consegue nos ouvir? >> Tá. Não sei se vai. Tá, >> não sei se vai continuar OK. Vamos tentar. >> Então, vamos aqui fazer a leitura. abrindo aqui já o arquivo. Virgínia, aqui tem uma eu vou eh retirar você aqui da sala, incluir novamente, tá? Para evitar que haja algum ruído aí no áudio, você não precisa fazer nada, tá? >> Coisa rápida. Aí acho que agora vai. Então vamos lá. A leitura de hoje é no capítulo eh 200 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Angeles. Agradece a Deus a tua existência. Louva-o através de uma vivência sadia. Exalta-lhe o amor por meio dos deveres

psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Angeles. Agradece a Deus a tua existência. Louva-o através de uma vivência sadia. Exalta-lhe o amor por meio dos deveres retamente cumpridos. dignifica-o, sendo-lhe um servidor devotado e fiel. Apresenta-o à humanidade, tornando-te exemplo de amigo e irmão em todas as circunstâncias. Glorifica-o trabalhando pelo bem de todos teus irmãos em humanidade. Respeita-o obedecendo às soberanas leis que governam a vida. Reconhece-o em tudo e todos mediante uma vida feliz na tua condição de filho bem amado. Após essa mensagem, vamos fazer uma prece com muita alegria no coração, agradecendo nesse primeiro momento a Deus, a quem Jesus nos ensinou a chamar de pai, pai nosso. Obrigado, pai amado, pela vida que nos proporciona o aprendizado. nos proporciona o reencontro, o reequilíbrio. Que possamos, assim como os ensinamentos do mestre Jesus, no encontro desta noite, comungando com a mensagem que consola, que renova, nos renovar, nos potencializar nesta vontade de perseverarmos do bem. Esteja conosco, ó mestre Jesus, nos intuindo, nos envolvendo hoje e sempre. Que assim seja. Que assim seja. Então, a hoje nós iniciamos o capítulo 26 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Eh, dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes e a Virgínia fará suas reflexões dos itens um e dois, dom de curar. Fique à vontade, Virgínia. Gratidão a nossa pela sua presença. >> Obrigada. E desculpem aí os transtornos dessa. >> Isso acontece. Fique tranquila. Fique tranquila. Mas é muita alegria nós estarmos aqui com todos vocês e trabalhando na divulgação dessa proposta tão importante para nós, que é o Evangelho no lar, que é aquele momento onde nós temos mais condições de sintonizar com os nossos amigos espirituais e dessa essa forma, fortalecer o nosso coração, fortalecer a nossa esperança e nada melhor do que algumas considerações com base no Evangelho segundo o Espiritismo. Esse capítulo ele é muito bacana porque ele demonstra para nós como nós podemos

ão, fortalecer a nossa esperança e nada melhor do que algumas considerações com base no Evangelho segundo o Espiritismo. Esse capítulo ele é muito bacana porque ele demonstra para nós como nós podemos fazer várias coisas. a título de curas. É interessante porque ele aborda esse tema da cura. Dai de graça o que de graça recebeis. E a gente lê no Evangelho segundo o Espiritismo, na Bíblia, as passagens onde Jesus promoveu as curas, foram em um bom número de acontecimentos. E na época, e até bem pouco tempo atrás, a gente ainda pensava que eram milagres. Milagres que aconteciam, as curas acontecem por milagres. Na realidade, com o desenvolvimento da ciência, a gente foi começando a entender. Jesus praticava as curas realmente, né? Teve a ressurreição de Lázaro, teve a cura da do filho de Jairo, teve a cura dos 12 leprosos. São várias passagens que nós encontramos e que o mestre deixa muito claro que o mais importante nesse processo de cura é a vontade aliada à fé. Tanto que naquele naquela passagem bonita em que o ele cura aquele paralítico de Cafarnaum, paralítico há muitos anos, deitado num cát e eles colocam a cama do paralítico dentro da casa de Pedro para que Jesus pudesse curá-lo. E Jesus pergunta: "Por que que você quer ser curado? Qual é a causa? Você acredita na possibilidade de curar-se? E aquele homem sai caminhando porque ele falou que ele queria se curar e ele sai caminhando. Aí foi aquele estrondo, né? A multidão lá fora, todo mundo comemorando, todo mundo participando alegremente daquele milagre. E no final das contas, o milagre não adiantou muito não, porque na verdade nós vamos ver aqui no desenrolar das nossas reflexões que o milagre está dentro de nós. As curas promovidas, elas acontecem porque nós queremos estar curados. E Jesus, dentro da sua grandiosidade, ele na verdade como o construtor, o coordenador do planeta Terra, ele tinha conhecimento de tudo. Ele dominava a a parte da ciência, ele dominava a ligação das partículas do corpo humano e realmente conseguia promover a cura. Mas

tor, o coordenador do planeta Terra, ele tinha conhecimento de tudo. Ele dominava a a parte da ciência, ele dominava a ligação das partículas do corpo humano e realmente conseguia promover a cura. Mas essas curas não são atualmente e não eram naquela época milagres. São fatos que com o decorrer do tempo a gente vem compreendendo e na época nós desconhecíamos. Então, Kardec coloca que as curas podem ser de várias maneiras. Por exemplo, curas fluídicas é o que a gente vê na transmissão do passe. Quando nós entramos na cabine de passe ou no passe coletivo, dependendo da nossa casa, a cura é fluídica, mas ela depende única e exclusivamente da nossa vontade e do nosso merecimento. Então, é bem importante que a gente comece a refletir da necessidade de nós nos conscientizarmos, desculpa, de promover a nossa autocura. Então, existiam as curas fluídicas, as curas de desobsessão. Que que é a desobsessão? é a retirada daquele espírito que vem a nos perturbar, que vem a nos desequilibrar. E por que que acontece a obsessão? Na verdade, é porque existe ali um vínculo, um elo que precisa de ser tratado. E os estados catalepiléticos ou de morte aparente, coisa que a ciência hoje já conhece, já domina. E na época da ressurreição de Lázaro, aquilo pipocou. Um milagre. Como é que pode? Ele já estava morto e ele reviveu. Jesus, com seu conhecimento, ele simplesmente fez com que uma dose extra de fluido vital, imaginem vocês, fluido vital vindo de Jesus, que fez com que Lázaro saísse daquele estado cataléptico. Era o momento. Mas no nosso entendimento como espírita, a verdadeira cura não é a do corpo, não é apenas a do corpo, mas sobretudo a cura do espírito. Então, a gente começa a perceber que nós temos doenças morais e consequentemente conseguimos atingir curas morais, doenças emocionais e doenças espirituais. E essas doenças são, na verdade um distúrbio dentro do nosso corpo, um distúrbio no nosso espírito e que a gente precisa de restabelecer a harmonia do nosso ser para que envolva a mudança

espirituais. E essas doenças são, na verdade um distúrbio dentro do nosso corpo, um distúrbio no nosso espírito e que a gente precisa de restabelecer a harmonia do nosso ser para que envolva a mudança íntima, que vai depender da fé raciocinada e da reforma moral. Hoje em dia, a gente estudando o evangelho, fica muito difícil da gente imaginar a ressurreição do corpo material, já que temos tantos recursos, né? E aí a gente tem dois princípios, dois sentidos principais, casos de morte aparente e que o espírito não se desliga totalmente do corpo. Ou seja, Lázaro não estava morto. O espírito ainda estava ligado ao corpo material. ainda havia vida naquele organismo. Por isso que Jesus conseguiu revitalizá-lo. Porque se ele já estivesse desencarnado, ou seja, corpo e espírito separados, Jesus não conseguiria promover aquela cura, nem Jesus conseguiria. Então, é muito importante a gente se aperceber de que esse processo de curar promove para todos nós uma restauração da dignidade, reintegra o indivíduo, a sociedade e nos propõe a ensinar compaixão. Mais uma vez a gente chegando naquele patamar interessante que as nossas maiores doenças são as doenças morais, o orgulho, o egoísmo, o ódio. Então, como será que nós conseguiríamos hoje em dia nos curarmos dessas nossas fraquezas, dessas nossas limitações, nos curarmos do orgulho, nos curarmos do egoísmo? Já vem o ensinamento de Cristo nos alertando que a prática da caridade promove esse fato. Então, como é que vai funcionar isso? Como é que vai promover esse nosso equilíbrio praticando a caridade através do amor, através do sentimento? E no evangelho no lar, qual é a caridade que a gente promove? Ouçam bem, reflitam nessa importância de que reunidos em nome de Deus no nosso lar, num horário marcado, num dia especial, onde nós vamos entrar em sintonia com os nossos amigos espirituais, com os nossos parentes queridos, com os nossos afetos e também com os nossos desafetos. E através desse contato, dessa sintonia, vamos fazer com que unidos a nossa

ia com os nossos amigos espirituais, com os nossos parentes queridos, com os nossos afetos e também com os nossos desafetos. E através desse contato, dessa sintonia, vamos fazer com que unidos a nossa vibração envolva primeiramente o nosso lar, a nossa casa, os nossos parentes, os nossos amigos, os nossos inimigos. Entretanto, essas vibrações, elas não se restringem só à nossa casa, elas se espalham, elas se multiplicam envolvendo o bairro, envolvendo a cidade, envolvendo o país e muitas casas que promovem o evangelho no lar. Unidas, essas vibrações fazem com que haja uma maior paz. E tudo isso é um trabalho de gratuidade, é um trabalho de caridade, que a gente só recebe os eflúvios do ato de bondade e de agradecimento. A gente no momento do evangelho no lar, em determinados lares onde existe a presença de um médium vidente, ele percebe a movimentação. espíritos são trazidos até ali para serem atendidos. Existe ali verdadeiramente uma oficina de trabalho onde as os irmãos são atendidos. Nós temos um exemplo muito interessante, um fato real. Um casal de amigos nossos, na verdade eram amigos dos meus pais. Isso. Na década de 80, meus pais mudaram para um apartamento em São Paulo. Era um apartamento, um prédio antigo. Alugaram o apartamento e toda semana, papai e mamãe, os dois sozinhos, porque podemos fazer o evangelho no lar, poucas pessoas, só o casal ou só um cônjuges. E eles faziam o evangelho no lar. E a minha mãe sentia algumas sensações oriundas da sua mediunidade, mas que ela não conseguia definir. E orava sem denominar, sem dar nomes, orava para Deus, para Jesus. E aquele trabalho foi sendo feito um mês, 2 meses, 3 meses, 5, 6. Um ano depois, ela recebendo a visita de uma médium, uma mediunidade muito ostensiva, a senhora virou paraa minha mãe e falou assim: "Interessante, eu vi aqui na casa de vocês um senhor muito magrinho, muito parece que desencarnou, muito doente e desencarnou aqui dentro desse apartamento. Vocês sabem de alguma coisa? Mamãe, não, não tivemos informação nenhuma da disso

vocês um senhor muito magrinho, muito parece que desencarnou, muito doente e desencarnou aqui dentro desse apartamento. Vocês sabem de alguma coisa? Mamãe, não, não tivemos informação nenhuma da disso daí. Mas aí como a minha mãe quis aquela história que a gente quer comprovar as informações que nos são dadas, foi no momento conversar com a dona do apartamento e ela realmente falou que o pai dela havia desencarnado ali naquele ambiente há uns 4 anos atrás. Tempo passou, a história foi arquivada. Numa reunião mediúnica no centro espírita, lá na cidade de São Paulo, manifesta-se um espírito agradecendo aos meus pais por eles terem tido a caridade de orientá-lo sob a sua desencarnação, que ele ouvindo as reuniões, ouvindo os esclarecimentos do evangelho, velho, os esclarecimentos da doutrina espírita, ele finalmente se apercebeu de que agora estava no mundo dos espíritos. Então, gente, olha só que coisa espetacular. num evangelho no lar simples, abrindo um livro, fazendo uma leitura, comentando, nós estamos auxiliando, nós estamos colaborando. E aí vem aquela afirmativa espetacular: dai gratuitamente o que gratuitamente recebido. Olha que coisa importante. E o que que a gente pode doar de nosso coisa nossa, energia nossa, amor, sentimento, que são, na verdade concessões divinas para o bem coletivo. Quando a gente se doa, quando a gente oferece a nossa alegria, a nossa esperança, a nossa boa vontade, tudo isso a gente recebeu de graça. E nós estamos proporcionando aqueles que convivem conosco, sejam encarnados ou desencarnados, essas energias que promovem o equilíbrio. Então, a defesa da gratuidade desse dom de curar, desse dom mediúnico, é muito importante que a gente possa oferecer com sinceridade, com amor, com dedicação, sem esperar retorno. É fazer o bem pelo bem. E dessa maneira, qual é o convite de Jesus? Qual é o convite que o Mestre amado vem nos fazer para que a gente possa doar alguma coisa? Aprender a doar, aprender a nos doar, servir, servir, ser útil, perceber as

eira, qual é o convite de Jesus? Qual é o convite que o Mestre amado vem nos fazer para que a gente possa doar alguma coisa? Aprender a doar, aprender a nos doar, servir, servir, ser útil, perceber as dificuldades daqueles que nos que convivem conosco e tentar atendê-las dentro da nossa possibilidade, entender as diferenças que existem entre nós. O evangelho no lar, através do estudo, promove esse entendimento que vai proporcionar equilíbrio entre nós, entre os pais, entre os filhos. Aí vocês podem falar assim: "Poxa, Virgínia, mas chega uma fase que é tão difícil fazer com que os nossos filhos participem do evangelho no lar?" É difícil. Nós passamos por essa dificuldade. Chegou uma faixa etária que meus filhos arrumavam 1001 desculpas para não participar do evangelho do lar. Tudo era válido. Trabalho na faculdade, trabalho que ia ficar até mais tarde, o dia do evangelho no lar sempre tinham atividades extras. E o que que a gente fez? Nós instituímos o Evangelho no Lar SOS. Que que era isso? Quando eu percebia que eles estavam todos em casa, eu falo todos porque eram quatro, né? Quando eu percebi aqueles quatro ali, nós sentados à sala, às vezes ao redor de uma mesa nos alimentando, conversando, era ali que eu levantava, pegava o evangelho, vamos agora fazer uma oração, vamos agora fazer um evangelho dentro do nosso lar. Aí não tinha como eles saírem e eles participavam efetivamente. E a gente percebia que era naqueles momentos que a troca de sentimento entre nós era intensa. A possibilidade de nós conversarmos, de contarmos as nossas dificuldades, de relatarmos as nossas alegrias, era naquele momento. Olha aí, nós estávamos dando de graça e recebendo em dobro ou até mais. Então, primeiro ponto que a gente vai precisar de trabalhar para poder doar gratuitamente, nos doarmos gratuitamente, é servir, ser útil. E essa cura é primordial porque ela envolve o exemplo, ela envolve a participação. No momento em que nós estamos ali lendo, estudando, comentando, refletindo, nós

os gratuitamente, é servir, ser útil. E essa cura é primordial porque ela envolve o exemplo, ela envolve a participação. No momento em que nós estamos ali lendo, estudando, comentando, refletindo, nós estamos esclarecendo. mesmos pequeninos, mesmo aqueles um ano, dois anos, não, não vou botar o meu filhinho para ficar no evangelho no lar, não, porque ele não entende nada. Entende, entende a nível espiritual e tudo isso vai libertar consciências, vai fazer com as com aqueles irmãos nossos se sintam mais seguros. Fora todos os desencarnados que nos assistem, que também são auxiliados, que também são esclarecidos. E dessa forma, desse nesse trabalho silencioso, pequeno, sim, muito pequeno, mas a gente começa a perceber que o pequeno devagarzinho vai tornando-se grande. E na casa espírita, na casa espírita, como é que a gente vai poder restituir a saúde? aos doentes. Não podemos dar uma de médicos, porque não somos médicos, somos médiuns. Então, o Evangelho segundo o Espiritismo nos ensina aquela parte do capítulo das preces lá no final e no capítulo nove, aqueles que são brandos e pacíficos, o acolher carinhosamente os que chegam com boa vontade, com sorriso gostoso, com aperto de mão encorajador. Tudo isso restitui a saúde, restitui o nosso equilíbrio espiritual. E como base nós temos o passe, que promove o nosso reequilíbrio, melhora a nossa as nossas vibrações, a prece, o evangelho no lar e o esclarecimento moral. Tudo isso é feito de graça, com base nos ensinamentos do Cristo e, na verdade, com base nos estudos que a gente vai desenvolvendo na nossa casa. E quando a gente pensa no ressuscitar aos mortos, que nós falamos no início, a gente começa a perguntar assim: como é que a gente vai ressuscitar os mortos? Como que nós vamos fazer? O reequilíbrio orgânico é difícil, mas a gente pode ressuscitar a alegria, a gente pode ressuscitar a esperança. Isso promove a cura. A gente pode desenvolver e promover dentro da pessoa a curiosidade para o estudo. Que que eu estou fazendo aqui? Para onde que eu

a alegria, a gente pode ressuscitar a esperança. Isso promove a cura. A gente pode desenvolver e promover dentro da pessoa a curiosidade para o estudo. Que que eu estou fazendo aqui? Para onde que eu vou? Quem eu sou? onde eu posso melhorar. Então a gente vai começando a perceber que esse dai de graça e o que a gente recebeu de graça é o dia é no dia a dia, são nas nossas ações diárias, nos nossos momentos de trabalho, de dedicação, de boa vontade. E esse soergimento moral que a gente pode fazer e foi o que Jesus tanto exemplificou, nos conduz a uma vida de equilíbrio, nos conduza a uma vida de harmonia. Quando Jesus fala: "Curai os leprosos". Hoje em dia, hoje em dia a lepra tem tratamento. Em qualquer posto de saúde é oferecido um acompanhamento sério, um tratamento sério em que paralisa a doença, não cura, mas paralisa. Quem são os leprosos da atualidade? Vamos pensar. Eu defini os leprosos atuais, aqueles nossos irmãos dependentes químicos que a gente vê pelas ruas da nossa cidade em Goiânia e das demais cidades que parecem sonâmbulos, completamente catatônicos, os dependentes das bebidas, das drogas, dos remédios. remédios também criam dependência. Será que esses aí não poderiam ser comparados com leprosos? E será que nós não poderíamos, de certa maneira envolvê-los? Se não damos conta de estar ali trabalhando fisicamente, podemos estar ali orando para que os seus amigos espirituais possam envolvê-los. Colocaria também nesse caso de curai os leprosos falado por Jesus as pessoas em sofrimentos psíquicos, envolvendo aí aqueles desequilibrados mentalmente e aqueles perturbados por espíritos desencarnados que buscam aquele afeto que perderam. E aqueles que são excluídos, não são viciados, não estão obsediados, mas estão simplesmente invisíveis, que a gente passa pelas ruas, nem vê, nem fala bom dia, nem sorri. Como podemos ajudá-los dentro das nossas limitações? Podemos orar, podemos vibrar para que o ser, para que eles percebam o auxílio que eles recebem dos seus amigos espirituais que estão

ia, nem sorri. Como podemos ajudá-los dentro das nossas limitações? Podemos orar, podemos vibrar para que o ser, para que eles percebam o auxílio que eles recebem dos seus amigos espirituais que estão ali do lado. Então, meus irmãos, a gente percebe que o Evangelho Segundo o Espiritismo vem nos proporcionar momentos sublimes. Cada leitura que a gente faz, cada trecho, cada parágrafo, vem nos mostrar a importância que nós temos que dar para a gratidão a Deus. da página lida no in no início do nosso encontro aqui. Gratidão porque estamos saudáveis, porque temos um lar, porque temos a oportunidade de orarmos em junto com os nossos familiares e dessa forma promover a conexão entre aqueles saudosos que já partiram. antes de nós. Então, meus irmãos, no momento em que nós temos a oportunidade, com um dia reservado, com um horário estipulado, de estarmos ali em nome de Deus reunidos, nós estamos recebendo e não precisa de ser só em um dia marcado. Nós podemos entrar em comunhão com os nossos amigos espirituais todos os dias e é o que fazemos. Se temos o hábito de orar ao despertarmos, Divaldo recomenda, recomendava e deve continuar recomendando que devemos orar pela manhã. Se não temos tempo devido à vida custosa corrida que a gente tem, que a gente possa orar simplesmente gratidão, nosso meu pai. Pronto. Gratidão por quê? pela vida, por mais um dia de aprendizado, por mais um dia de convívio amoroso com aqueles que compartilham a nossa existência. Então, companheiros, a mensagem é essa. Evangelho no ar, no lar, evangelização. E dessa forma a nossa casa, o nosso ambiente fica gostoso, fica harmonioso e contagia os que chegam à nossa casa. E a doutrina espírita vem nos esclarecer como nós devemos agir para podermos trabalhar essas habilidades que nós temos e que às vezes são esquecidas. Então o recado é esse, gratidão, preces, doação, boa vontade, o estímulo de desenvolver a brandura, a gentileza. Ser gentil é falar bom dia, boa tarde, dar atenção, ouvir, conversar, para que a gente possa criar

ado é esse, gratidão, preces, doação, boa vontade, o estímulo de desenvolver a brandura, a gentileza. Ser gentil é falar bom dia, boa tarde, dar atenção, ouvir, conversar, para que a gente possa criar vínculos de amor. E aí a gente pensa: "Meu Deus, mas no nosso mundo tão conturbado, com tantas guerras, com tantas dificuldades que temos vivido, como fazer isso?" Lembra daquela história do passarinho que a floresta tava todo pegando fogo, todo mundo tentando ajudar e o passarinho carregava uma gota d'água no seu bico e jogava ali no meio do fogo. E aí um animal de grande porte falou: "Escuta, essa sua, esse seu trabalho aí não tá adiantando nada. Uma gota d'água não apaga uma chama. Aí o passarinho, não, eu faço o que eu posso e o que eu posso é visto e considerado por Deus. Então, meus irmãos, vamos fazer o que nós podemos fazer dentro dos nossos limites, mas que possamos expressar a gratidão pela vida e a gratidão pel esse por este evangelho que nos sustenta, que nos ampara. Essa é a mensagem, meus irmãos. Lembrem-se, gratidão ao nosso pai que está nos céus. e o nosso irmão Jesus, que é o nosso caminho, a nossa verdade e a nossa vida. Muita paz. >> Então, receba a nossa gratidão >> por essas reflexões, Virgínia. Isso. >> Muito bom. >> Eu você doou para nós aqui, deu gratuitamente, né, a sabedoria já adquirida. claro, mérito seu, pelo conhecimento. E isso exemplifica também tudo que nós temos, né, eh, que nós podemos doar. Eh, nesse item dois fala: "Olha, a faculdade de curar, ela tem a finalidade, né, que é para o alívio dos que sofrem e como meio de propagar a fé". E aí Jesus recomendava que não fizesse dela, dele um objeto de comércio, nem especulação, nem meio de vida. Bom, não tem como não remeter a mediunidade e não é possível ter a sua presença e a gente não conversar um pouquinho a respeito da mediunidade. Virgínia, o que é mediunidade, >> Gláuscia? Mediunidade é um sexto sentido que nós estamos atualmente aprendendo a desenvolver todos nós, e é a percepção

versar um pouquinho a respeito da mediunidade. Virgínia, o que é mediunidade, >> Gláuscia? Mediunidade é um sexto sentido que nós estamos atualmente aprendendo a desenvolver todos nós, e é a percepção de nós sentirmos os espíritos desencarnados ao nosso redor. Nós estamos cercados por espíritos desencarnados, por vibrações de encarnados. E essas vibrações quando perceptíveis, a gente pode se dizer que nós somos médiuns. Só que essas percepções, elas não acontecem só na reunião mediúnica, elas acontecem diariamente. Então, a com a mediunidade nós estamos também seguindo esse ensinamento de Jesus, dando de graça o que de graça a gente recebeu, não é? Então, a mediunidade é essa percepção que todos tenham um pouquinho ou tenham um pouco mais ostensivamente. Aqueles que estão nas reuniões mediúnicas, que escrevem, que recebem mensagens, que falam, esses são mais ostensivos, são mais especiais, mas nós também temos mediunidade. Não é à toa que às vezes pinta um um pensamento, uma intuição, uma ideia que faz com que os caminhos se abra no nosso, na nossa vida. Isso é mediunidade, é perceber vibrações do mundo do outro lado do E nós estamos conectados sempre, sempre, sempre, sempre. É isso aí. E essa faculdade até vem como uma comprovação dessa da realidade, né, da nossa verdadeira vida, né, desse mundo que é invisível aos nossos olhos. É >> até para nós constatarmos que aqui é temporário, não é, Virgínia? >> É, é aqui é a passagem, né? A gente tá passando por aqui, a nossa vida real é a de lá. E a doutrina espírita, através da codificação de Kardec nos trouxe esses ensinamentos, né, que a vida continua comprovados cientificamente na época da codificação, não é? Então, a mediunidade é um sentido que daqui a uns anos vai ser uma coisa tão natural como é o tato, como é a visão, vai ser inerente a todos nós com grande intensidade. >> E como você trouxe muitíssimo bem, a o caminho é essa autoeducação. >> Sim. Sim. para que nós possamos desenvolver essa mediunidade. >> Perfeito.

ai ser inerente a todos nós com grande intensidade. >> E como você trouxe muitíssimo bem, a o caminho é essa autoeducação. >> Sim. Sim. para que nós possamos desenvolver essa mediunidade. >> Perfeito. >> É importante. >> Ela é >> sim, Virgínia, pode continuar.Imante esse autoconhecimento, essa reforma íntima para que a gente comece a perceber o que é nosso e o que não é. Então, por exemplo, no evangelho no lar, se aquele filho tá com alguma dificuldade e se a mamãe ou papai tiver o cuidado de conversar, de ouvir, ele pode perceber que aquela criança tá de repente sentindo uma influência espiritual do ambiente e através da prece em família essa influência seja amenizada. Então existe todo um intercâmbio, né, uma ligação entre essas energias que promovem o nosso equilíbrio espiritual e orgânico através da prece. É primordial. >> Interessante que é necessário eh esse esclarecimento, né, no atendimento espiritual. Eh, geralmente as pessoas chegam eh dizendo: "Ah, eu tô com uma medimidade ou eu estou no processo obsessivo, mas é importante o estudo para essa autoanálise." >> Perfeito. >> Ninguém, né? E no atendimento espiritual jamais a gente deve dizer, afirmar que está obsidiado, que tem mediunidade. Por isso, né, que a proposta básica do atendimento espiritual é acolher, consolar, amparar, esclarecer e orientar sobre a luz do evangelho de Jesus e da doutrina espírita. A gente quer tocar nesse ponto, Virgínia, por causa do atendimento espiritual, das afirmativas, né, as afirmações precipitadas que às vezes a gente fazem corretamente, assustando, >> como também que chega até nós ainda, eh, a indicação de procurar uma reunião mediúnica com uma pessoa que não tem o conhecimento, não sabe o que é. Então, é importante a gente falar a respeito da mediunidade, da obsessão, da desobsessão e a finalidade, né? É, por a mediunidade >> é importante, Gácia, porque não existe eh como você afirmar se é problema espiritual ou não. Não tem como você ter essa afirmativa. A única maneira é o conhecimento, é o

e, né? É, por a mediunidade >> é importante, Gácia, porque não existe eh como você afirmar se é problema espiritual ou não. Não tem como você ter essa afirmativa. A única maneira é o conhecimento, é o estudo da doutrina espírita. E aí a pessoa seja, chega desesperada, você deve viver isso lá no atendimento espiritual. e quer ir para uma reunião mediúnica, o encaminhamento dessa desse irmão, dessa irmã para uma mesa mediúnica, piora ainda os seus desequilíbrios, as suas dores, os seus sofrimentos. Então, o que que a gente faz? A gente pega o nome daquele irmãozinho e o nome é levado paraa reunião e convida aquela pessoa a participar da reunião pública, do passe, do esclarecimento, para que ele simultaneamente a ele possa ser atendido ali pelo conhecimento e os problemas espirituais sejam trabalhados na parte mediúnica. mas sem presença daquela pessoa, porque ela precisa de ter esclarecimento. Nós já vimos inúmeras vezes que irmãozinhos que são encaminhados muito cedo para uma reunião mediúnica, eles pioram, eles têm medo. E fora, né, Gláus, as pessoas que buscam o fenômeno. Elas não querem se curar, elas querem ver o fenômeno e isso não nos leva a nada. Então é um trabalho muito sério, muito criterioso e a prece, o passe, a prática da caridade principalmente promove esse reequilíbrio. Depois ele vai participar da reunião mediúnica se quiser, se sentir necessidade. Mas aí ele já vai saber o que que é a mediunidade, como é que ele vai se comportar numa reunião mediúnica, como é que ele vai agir e como é que ele vai distinguir se o que ele está sentindo é uma influência espiritual ou não. É isso é que a gente aprende nas reuniões de estudos da mediunidade, tá? Excelente, excelente. Virgínia, César, você quer comentar alguma coisa, perguntar? Nós temos algumas participações aqui também. Olha, eh, olha, a Cátia colocou: "Eu faço evangelho no lar todas as quartas-feiras, 18 horas. Só fazia com vocês, mas tive que mudar justamente por motivo de trabalho. Quando eu posso também acompanho aqui, pois para mim é

a colocou: "Eu faço evangelho no lar todas as quartas-feiras, 18 horas. Só fazia com vocês, mas tive que mudar justamente por motivo de trabalho. Quando eu posso também acompanho aqui, pois para mim é muito bom. Que bom. Ficamos felizes. >> Beleza. >> Ah, o Francisco França também deixando o seu boa noite. Seja bem-vindo. O João Batista, Mensageiros da Luz, deixando seu boa noite. A Cátia também continua. Olha, é como e como é importante a evangelização infantil para os encarnados e desencarnados. Alguns desencarnados nos trabalhos mediúnicos relatam que também participam dessas atividades. >> Eh, se me permite, eu vou fazer uma uma observação. Eh, nós precisamos tanto orientar as crianças, >> mas é muito, muito, porque eu lembrei daquele caso, daquele cachorrinho, né, que está causando uma mobilização e ainda bem, né, que estão que está tocando os nossos corações por ser criação divina que merece todo o nosso respeito, nosso carinho, né? Se não puder cuidar, pelo menos não machuque, >> sim, >> né? São os nossos irmãozinhos. Lembro de Emânel, né, que diz que nós somos para os animais como os espíritos celestes são para conosco, né? Nós temos a tarefa de auxiliá-los também, de cuidá-los. Eh, eu fico eu fico sinceramente comovida com a situação. E aí a gente pensa na infância, nas crianças que nós precisamos orientar em qualquer religião, não importa, né? Eh, é preciso ensinar também através do exemplo respeito para todos, para com a as pessoas e para com a criação divina. Então nós, a Ktia colocou aqui, é muito bem lembrado, a evangelização da infância primordial para o espírito e até os 7 anos de idade são como esponjas, né, que retém tudo que nós oferecemos, né, que captam tudo que oferecemos. Então, nós precisamos cuidar de oferecer bons exemplos, o evangelho no lar, a prece, apresentar Jesus para todas as crianças é muito importante. E ela diz, aliás, de todos os trabalhos no centro. Sim, sim. E o João Batista disse: "O nosso maior patrimônio que é o evangelho, é a boa nova, a boa notícia,

ara todas as crianças é muito importante. E ela diz, aliás, de todos os trabalhos no centro. Sim, sim. E o João Batista disse: "O nosso maior patrimônio que é o evangelho, é a boa nova, a boa notícia, né? Temos que ser gratos, pois Jesus é noss e nossos benfeitores nos trazem de graça. Temos então que partilhar com nossos irmãos a divulgação da doutrina. Assim, e eu lembrei agora do nosso espírito protetor, né, que por amor, por um amor genuíno, está ao nosso lado, nos acompanhando, nos intuindo, nos estimulando sempre a fazer melhores escolhas na reencarnação, né? Dai de graça o que de graça recebeste. >> Perfeito. >> É muito bom. Olha, também deixamos seu boa noite aqui, Deleia, né? Adélia, Adeleia. Isso mesmo. Desculpa, né? Boa noite a todos. Que Jesus continue abençoando a todos nós. Que assim seja. Obrigada pela participação. A Elsa também agradecendo a você, dona Virgínia. Muita paz. Obrigada a todos. vão deixando, ó, nos tempos atuais não podemos ombrear a cruz de nosso irmão, mas apesar de tantos sepulcros caiados, podemos ajudar sempre a nós, irmãos, a amenizar o peso da cruz. Com certeza, João. >> E esse crescimento ele é individual, intransferível, mas ele pode ser solidário, né? Perfeitamente. >> A Lucimar, olha, nossa querida companheira de trabalho também, APS. Há dias não consigo entrar. Isso mesmo, meu senhor. Hoje consegui, por isso sou grata, pois sua fala, Virgínia trouxe além de esclarecimento, muita paz. Muito obrigada, Lucimar, por estar aqui conosco. O João diz, olha, Kardec diz que a nossa maior contribuição que podemos dar a doutrina é a sua divulgação. E a Lucina deixando o seu boa noite. A Cátia também muito triste que aconteceu com o cachorro orelha. Sim, acontece com tantos, né, que a gente não tem, que é não é noticiado. Mas que bom que fez uma mobilização para nós repensarmos aí essa situação que se agrava a cada dia. Nós sabemos. César, por favor, nós queremos te ouvir também. >> Ah, muito bom, né, ouvir a a Virgínia. Primeiro que a Virgínia tem uma voz

ra nós repensarmos aí essa situação que se agrava a cada dia. Nós sabemos. César, por favor, nós queremos te ouvir também. >> Ah, muito bom, né, ouvir a a Virgínia. Primeiro que a Virgínia tem uma voz tranquila aqui e aí o conteúdo que ela traz de uma forma tão assim fácil de entender, né? Muito bacana. Hoje não tava muito tranquilo não, já tava boneado. [risadas] O que eu achei interessante que a Virgínia trouxe a questão do evangelho no lar, né, e a a o aspecto eh da mediunidade, porque a gente sabe que o o Evangelho no Lar, né, eh ele não eh o foco, o escopo dele é justamente trazer Jesus para o nosso lar, apresentar Jesus para os nossos filhos. para os entes queridos. É como se fizéssemos ali um chazinho, né, e convidássemos ali para aquela reunião de uma forma agradável, uma forma harmoniosa. E e por que que me chama atenção em relação à mediunidade? Eh, eh, a Gláuscia, e eu estava comentando do livro Consolador, né, antes de entrarmos aqui. E lá tem uns capítulo que fala sobre a questão da mediunidade e tem uma pergunta lá que eu deixei separado que foi feito para Emanuel, que é o seguinte: qual a maior, acho que é qual a maior necessidade do médium, né? A pergunta, qual a maior necessidade do médium? E a resposta de Emanuel é a seguinte: a primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo >> antes de se entregar às grandes tarefas doutrinárias. Então, o evangelho no lar é esse catalisador, né, dessa evangelização de si mesmo. Ou seja, nós juntos com os nossos entes queridos, as os familiares, eh é ali, gente, que a gente sabe que a escola ela dá instrução, né, mas a a educação eh nesse convívio familiar. Então, é muito importante, já que todos nós somos médiuns, todos nós sentirmos e percebermos eh o quanto é valiosa a oportunidade do evangelho no lar. Então, essa consideração, tá, que eu gostaria de apresentar. >> Excelente, César, bem lembrado. Nós só gostaríamos de fazer uma observação no Evangelho no lar, não é um momento de manifestação, né? É só um esclarecimento que às vezes

eu gostaria de apresentar. >> Excelente, César, bem lembrado. Nós só gostaríamos de fazer uma observação no Evangelho no lar, não é um momento de manifestação, né? É só um esclarecimento que às vezes a gente, né, fica, traz alguma, alguma dúvida, algum equívoco. O momento do evangelho no lar é pra gente cultivar os ensinamentos de Jesus em família, fortalecendo os laços, criando ali uma redoma de proteção, eh cuidando dos espíritos que às vezes por alguma um descuido nosso, entrou em sintonia, está por ali ou até mesmo como a Virgínia trouxe, algum, né, que que esteja nesse necessitados que podem aproveitar aquele momento ali para receber algum esclarecimento, algum carinho ali, algo que precisa. Então, o evangelho no lar é isso. E esse estudo do Evangelho segundo o Espiritismo, ele é tão importante que nós resolvemos colocar as duas atividades do atendimento espiritual em uma só, que é trazer a explanação do evangelho, que é o que a gente orienta, né? Ah, o quando a gente diz que o atendimento espiritual tem a a proposta de esclarecer e orientar é através dos ensinos da doutrina espírita, do evangelho de Jesus à luz do Espiritismo, né? Para que a gente não caia aí no campo do achismo, né? No comum. Mas por quê? Porque essa doutrina maravilhosa é consoladora. é o consolador prometido por Jesus. Então, o esclarecimento ele é extremamente consolador, né? Quando a gente ouve, né, que nada, nenhum sofrimento dura para sempre e que o sofrimento é um aprendizado, que a proposta é perguntar o que que essa dificuldade, essa dor quer me ensinar, o que Deus quer que eu aprenda com essa situação ao invés de revoltar-se contra, né? E olha a perspectiva importante. Se nós estamos colhendo os resultados de ontem, nós temos a oportunidade de plantar novas sementes e colher um resultado muito melhor do que esse. Então é consolador extremamente, né? Eu passo para você fazer as suas considerações finais. Perfeito, bem colocado, Glcia. E como sempre, aquela sensação de colaboração, né, que deve vibrar dentro

se. Então é consolador extremamente, né? Eu passo para você fazer as suas considerações finais. Perfeito, bem colocado, Glcia. E como sempre, aquela sensação de colaboração, né, que deve vibrar dentro de nós. agradecendo a vocês o convite, pedindo mais uma vez as desculpas pelo problema da do início, mas foi tudo bem, tudo bacana e a gente sente que essa doutrina dos espíritos nos consola, nos equilibra, promove dentro de nós uma alegria intensa e a certeza de que estamos sendo amparados por Jesus diariamente e pelo nosso protetor espiritual. Então, meus irmãos, só agradecimento, só alegria, muita paz. Gratidão a você mais uma vez. É que essa questão de técnica sempre tem um probleminha, >> porque não depende só de nós. Virg, fique tranquila. >> A nossa, receba a nossa gratidão, o nosso carinho mais uma vez. por estar aqui. César também muito obrigada por estar conosco mais uma vez, nos auxiliando aqui nessa transmissão, também trazendo a sua contribuição, as suas reflexões. Agradecemos a todos que estão conosco nesse momento, a todos também que acessarão o Evangelho no lar posteriormente. Nós já queremos convidá-los para estarem conosco na próxima quarta-feira, tá? Bom restante de semana. Ah, gostaria de convidar para o nosso 42º eh Congresso Espírita do Estado de Goiás. Tem o Congresso Jovem, congresso da infância também. Venham participar conosco. 14, 15 e 16 de fevereiro no Centro de Convenções. A juventude estará no colégio Emmanuel e a infância estará no lar Francisca de Lima. Venha participar que nós teremos muitos, muito conhecimento, muitas reflexões. Vai será um momento também de confraternização, de nos reencontrarmos. A livraria também estará lá no Centro de Convenções, oportunidade de de adquirir vários livros com preços acessíveis e também o documento de orientação para o atendimento espiritual no centro espírita da FEB também estará de forma, né, que ele foi atualizado e ele estará disponível para a nossa aquisição. Fiquem com Deus e até a próxima semana.

tação para o atendimento espiritual no centro espírita da FEB também estará de forma, né, que ele foi atualizado e ele estará disponível para a nossa aquisição. Fiquem com Deus e até a próxima semana. O César vai colocar a nossa poesia para que a gente possa fazer nosso encerramento. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.

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