Evangelho no Lar • 20/04/2025

Mansão do Caminho 21/04/2025 (há 11 meses) 43:39 2,721 visualizações 539 curtidas

Todos os domingos, às 21h50. Em parceria com Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba - Paraná) #evangelhonolar #oevangelhosegundooespiritismo

Transcrição

Olá, queridos amigos encarnados e desencarnados que estão conosco mais uma vez neste culto do Evangelho no Lar. Eu sou Fernando Campos, trabalhador do Centro Espírito de Fonsos Correia e hoje teremos aqui a grata satisfação de mais uma vez estarmos à frente deste eh desta apresentação, substituindo o nosso amigo Adriano Greca, hoje com a nossa Maria Helena Marcon, que nós já vamos apresentá-la, palestrantes da noite, a nossa orientadora de todo o culto do evangelho. E temos aqui a Cida Saka e o Ari e a Cida Almeida, também trabalhadores do Centro Espírita e o Defonso Correia. É um prazer nós estarmos aqui no BEC. Temos a nossa querida Kina, Karina Greca está no BEC nos auxiliando e nós vamos pedir para ela desde já colocar aquelas pessoas que já estão conosco desde cedo, né? Eu creio que Lúcia Vilela de Freitas é a primeira vez, pelo menos eu não me recordo de de outra outro momento lá de Carrancas em Minas Gerais. De ônibus daqui de Curitiba dá cerca de 12 horas para chegar até lá, né? Nós temos também aqui o João Edson, queremos dar um abraço especial para ele. Ele diz aqui que é o mais novo Centro Espírita. Nós tivemos a satisfação de estar com eles lá no dia 18. de abril. Agora, esses dias junto, no mesmo dia que comemoramos aniversário da doutrina espírita, temos aqui o Centro Espírita Joana de Angeles em São José dos Pinhais. Nosso abraço a ele e a todos os trabalhadores daquela casa espírita. Foi um prazer estar lá na inauguração e, se Deus quiser, teremos muitos anos pela frente ainda de um bom trabalho. Temos aqui a Marley de Massa de Guarulhos. Muito boa noite, Marleide. A Nidezardo de Garibald Rio Grande do Sul. Muito boa noite. A Matilde Soares de Goiânia. E aqui nós temos a as também a satisfação de estarmos aqui transmitindo ao pessoal da Mansão do Caminho. Um abraço muito especial ao nosso querido Divaldo. Estamos orando pelo nosso querido companheiro de tantos anos, tantos serviços pretestados em nome da doutrina espírita. a ele a nossa gratidão, as nossas mais eh fortes

ecial ao nosso querido Divaldo. Estamos orando pelo nosso querido companheiro de tantos anos, tantos serviços pretestados em nome da doutrina espírita. a ele a nossa gratidão, as nossas mais eh fortes preces para ele. Nós temos aqui a nossa querida Malena, que já está no nosso centro, eu vou falar com ela, se ela brigar comigo depois, ela me perdoa. Ela está no SEC há 53 anos. Ela começou com dois lá no SE, mas tudo bem, né? Ela está há 53 anos, responsável por inúmeras coisas lá na nossa casa, dentre elas a instauração do estudo sistematizado da doutrina espírita. Ela vai confirmar conosco a data, se eu não estou enganado, é de 74, se não foi, se eu não tô errado, a data do do nascimento, é, né, da instauração, né? Eh, ela também até hoje é a primeira presidente da Federação Espírita do Paraná. Nós temos vice-presidente feminina, mas como presidente número um, ela foi a primeira até o momento e ela está à frente do programa Momento Espírita que vai ao ar eh, pela FEP, desde maio de 93, ou seja, maio agora, teremos 33 anos. de produção. Tem uma equipe que ela comanda com todo o seu controle, com todo o seu carinho, com todo cuidado. Malena, o seu boa noite para todos nós. Muito obrigado por ter aceito aqui a nosso convite. Boa noite, Fernando, as duas idas, Ari, Karina, todos os nossos amigos que nos assistem pelo canal Seik, pela mansão do Caminho e outros companheiros que eventualmente retransmitem o programa em outros momentos. que Jesus esteja conosco. E é sempre com muita alegria que quando convidada nós buscamos aderir ao convite, aceitar o convite. Só não o fazemos se já estamos com algo já agendado, porque é uma grande alegria estarmos aqui. Muito obrigada. Nós que agradecemos para receber você. Temos aqui a Cida Caca, trabalhadora da nossa casa. O seu Boa noite, Cida. por favor. Boa noite. É uma alegria estar entre colegas, companheiros tão queridos e de tanto destaque na nossa casa, no centro espírita, os quais, né, tanto nos ensinam com os seus com suas atitudes,

por favor. Boa noite. É uma alegria estar entre colegas, companheiros tão queridos e de tanto destaque na nossa casa, no centro espírita, os quais, né, tanto nos ensinam com os seus com suas atitudes, com seus a sua dedicação e seriedade na divulgação da doutrina espírita. É uma alegria estar aqui. Muito obrigada pelo convite. Um excelente evangelho a todos nós. Obrigado, Cida. Nossos queridos Ari e Cida, muito boa noite. Boa noite, queridos amigos. É uma alegria estar aqui novamente e eu desejo um evangelho abençoado a todos. Boa noite. Boa noite, Malena. Boa noite, Cida. Boa noite, amigos que estão conosco aí no chat. É muito gostoso estarmos aqui novamente. Espero que nosso evangelho seja abençoado. Se Deus quiser. Antes de nós irmos para a prece de início, nós gostaríamos de lembrar sempre daqueles que querem ter uma conversa amiga, um diálogo fraterno, uma dúvida que a gente tenha, dá pra gente marcar tanto presencialmente quanto online para o diálogo, né? a gente pode marcar um atendimento fraterno aqui por meio do e-mail seik@ceik.org.br ou até mesmo lá direto no nosso site que também a vai alcançar o mesmo objetivo lá da da marcação, né? Vamos buscar a nossa água fluidificada para que ela seja feita agora nesse nesses momentos. Pedimos então um recolhimento e a nossa querida Cida Saka fará a nossa prece de início por todos nós. Por favor, Cida. Querido Jesus, mestre amado, com alegria aqui nos encontramos junto a tantos corações, em tantos lares, nas mais diversas localidades de nossa cidade, nosso estado, de nosso amado Brasil, outras localidades no exterior. para te louvar, Senhor, para te agradecer pelo teu infinito amor e misericórdia por nossas fragilidades. que nos chega para iluminar a nossa caminhada através de seu evangelho, para abrandar nossas dores físicas e espirituais e renovar nossa fé, esperança na conquista de momentos de paz, Senhor, e fraternidade, a reinar por toda a humanidade. Abraça-nos, Senhor, e envolva-nos em tua luz amorosa hoje,

físicas e espirituais e renovar nossa fé, esperança na conquista de momentos de paz, Senhor, e fraternidade, a reinar por toda a humanidade. Abraça-nos, Senhor, e envolva-nos em tua luz amorosa hoje, neste evangelho no lado do centro espírito de Fonso Correa. encontro esse que nos renova e nos fortalece diante das vicissitudes da caminhada e permanece, Senhor, junto a nós nos dias que se seguirão, pois é tua companhia que desejamos, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, Cidinha. A leitura hoje nós vamos pedir para que a Cida Almeida faça por todos nós, por gentileza. Caminho verdade e vida, capítulo 95. Amigo, o amigo oculto. Mas os olhos deles estavam como que fechados para que o não conhecessem. Lucas 24:16. Os discípulos a caminho de Emaús comentavam amargurados os acontecimentos terríveis do calvário. Permaneciam sob a tormenta da angústia. A dúvida penetrava-lhes a alma, levando-os ao abatimento, à negação. Um homem desconhecido, porém, alcançou-os na estrada. oferecia o aspecto de mísero peregrino. Sem identificar-se, esclareceu as verdades da Escritura, exaltou a cruz e o sofrimento. Ambos os companheiros que se haviam emaranhado no sipual das contradições ingratas experimentaram agradável bem-estar, ouvindo a argumentação confortadora. Somente ao termo da viagem, em se sentindo fortalecidos no TEP do ambiente da hospedaria, perceberam que o desconhecido era o mestre. Ainda existem aprendizes na estrada simbólica de Emaús. Todos os dias atingem o evangelho e espantam-se em face dos sacrifícios necessários à eterna iluminação espiritual. não entendem o ambiente divino da cruz e procuram paisagens mentais distantes. Entretanto, chega sempre um desconhecido que caminha ao lado dos que vacilam e fogem. Tem a forma de um viandante incompreendido, de um companheiro inesperado, de um velho generoso, de uma criança tímida. Sua voz é diferente das outras, seus esclarecimentos mais firmes, seus apelos mais doces. Quem partilha por um momento do banquete da cruz jamais poderá

o, de um velho generoso, de uma criança tímida. Sua voz é diferente das outras, seus esclarecimentos mais firmes, seus apelos mais doces. Quem partilha por um momento do banquete da cruz jamais poderá ouvidá-la. Muitas vezes partirá mundo aa demorando-se nos trilhos escuros. No entanto, minuto virá em que Jesus, de maneira imprevista busca esses viajores transviados e não os desampara, enquanto não os contempla seguros e livres na hospedaria da confiança. Emanuel, muito obrigado, Cida. Querida Malena, a palavra é toda sua. Fique à vontade, por favor. Pois não, que Jesus então esteja em nossos corações. Vamos rememorar inicialmente porque Emanuel simplesmente ele comenta o que acontece com os discípulos de Emaú, mas talvez nem todos nós tenhamos em mente o que aconteceu. Então vamos remorar inicialmente como se como se deu esse episódio. Estamos falando do terceiro dia, isto é, passada a sexta, a sexta-feira da morte de Jesus, o sábado de silêncio e chegar o domingo. dois discípulos. A princípio não sabemos os seus nomes, porque o evangelista Lucas, que narra o fato no capítulo 24, como vocês viram ali nas anotações do início da mensagem lida, não lhes cita os nomes. Eles saem de Jerusalém a caminho de Emaús. Distância. Vamos falar de distância. Lucas fala em 60 estádios. Se pensarmos em um estádio como medida romana, teria 185 m, a medida grega 180 m. Portanto, a distância de Jerusalém a Emaú seria em torno de 12 km. Por onde iria? Nós não sabemos. Desde que outros escritos da época já se referem a que a distância seria de 25 a 30 km. Se forem 30 km, vamos pensar que eles teriam demorado entre 6 a 9 horas para chegarem no destino. Estavam a pé. Que horas saíram de Jerusalém? Porque quando a gente lê o evangelho, nós temos que pensar em tudo. Que horas eles saíram de Jerusalém? Já tinham a notícia das mulheres terem ido ao túmulo. O dia começava para os hebreus lá pelas 6 horas da manhã. Então, nós podemos imaginar que 6 horas da manhã elas tenham saído de casa, foram ao

ém? Já tinham a notícia das mulheres terem ido ao túmulo. O dia começava para os hebreus lá pelas 6 horas da manhã. Então, nós podemos imaginar que 6 horas da manhã elas tenham saído de casa, foram ao túmulo, voltaram para dar a notícia aos apóstolos lá no cenáculo. Três apóstolos foram ao túmulo, Pedro, Tiago e João, e retornaram para dar a notícia para aqueles que estavam no cenáculo. Então, nós imaginamos que esses dois discípulos podem ter saído de Jerusalém lá pela quarta hora, ou seja, 10 da manhã. Se o dia começa às 6, é a primeira hora. 10 da manhã, quarta hora. Ou talvez a quinta hora, 11 horas. Tenhamos isso em mente para considerarmos depois o desfecho de toda de todo esse episódio. Os discípulos estavam abalados, esses que iam caminhando. Falavam entre si de tudo aquilo que havia acontecido em Jerusalém. Em certo ponto do caminho, um homem se aproximou, emparelhou com eles. E onde surgiu esse homem? Emparelhou com eles, foi seguindo com eles e se intrometeu na conversa, perguntando: "Que palavras são essas que caminhando trocais entre vós? E por que estais tristes? Quem responde segundo Lucas? se chama Cléupas. É a primeira identificação e a única que nós temos dos dois personagens. Na verdade, ele não responde. Ele se mostra surpreso com aquele homem, nada a saber do fato extraordinário que acontecera em Jerusalém apenas três dias. Por quê? Porque eles viram de onde vinha o homem. Viram que vinha daquela direção de Jerusalém? Então ele diz ao desconhecido: "Não sabes essas coisas que aconteceram em Jerusalém? Vejamos como Jesus vai responder. Na verdade, ele não responde, ele pergunta, ele provoca para que pensem. Ele começa provocando para que eles pensem, eles analisem. A resposta que é uma pergunta é: Quais? Quais coisas? Que acontecimentos? E eles então lhe disseram que dizem respeito a Jesus de Nazaré, que foi um profeta muito poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo. São anotações de Lucas. E como os nossos sacerdotes, os principais sacerdotes e os nossos

eito a Jesus de Nazaré, que foi um profeta muito poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo. São anotações de Lucas. E como os nossos sacerdotes, os principais sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação da morte e o crucificaram. E nós, eles dizem, esperávamos que fosse ele o que remisse Israel. Mas agora, sobretudo isso, hoje já é o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. Mas é verdade, eles dizem que algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro, portanto elas foram bem cedas, né? E não achando o seu corpo, voltaram dizendo que tinham tido uma visão de anjos que avisaram que ele vive. Alguns dos que estavam conosco, e aí nós vamos, quem eram os alguns? Pedro, Tiago e João foram ao sepulcro e acharam o sepulcro vazio, como as mulheres haviam dito. Porém, não viram Jesus. O peregrino então usa de uma linguagem pela qual nesse momento eles já deveriam acordar, se dar conta de quem era quem lhes falava. Nécios, tardos de coração para crer no que os profetas disseram. Muitas vezes Jesus alertara para que abrísse os olhos e os ouvidos para que pudessem entender as profecias e tudo que acontecia. E esse peregrino começa então a explicar primeira coisa que ele diz: "Então, não convinha que Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? E indo desde Moisés, vejam, por isso foi uma longa conversa desde Moisés, passando, Lucas diz, por todos os profetas. explicou-lhes o que dele se achava. Dele, Jesus, o Cristo, se achava em todas as escrituras. Então, tenham sido 12 ou tenham sido 30 km, a conversa realmente foi bastante longa. Eles chegaram na aldeia e o peregrino fez menção como quem continuaria a andar. E aí os dois o convidam, eles dizem assim: "Fica conosco porque já é tarde, o dia declina. Então vejamos que horas eles saíram pela manhã, que horas estariam chegando agora. declina o dia. Fossem 6 horas, fossem 9 horas, estava no cair da tarde. O dia judaico encerra com o pôr do

a declina. Então vejamos que horas eles saíram pela manhã, que horas estariam chegando agora. declina o dia. Fossem 6 horas, fossem 9 horas, estava no cair da tarde. O dia judaico encerra com o pôr do sol. E Jesus atende o convite. Ele entra na hospedaria, na estalagem, onde entram os outros dois. E somente quando eles estão na mesa, Jesus toma o pão, o abençoa, o parte e dá a cada um. Nesse momento, diz Lucas, os olhos dele se abriram e o conheceram, mas nesse momento lhe desaparece. Aí eles falam entre si, veja que coisa interessante. Ai, porventura em nós não ardia o nosso coração quando pelo caminho ele ia nos falando e quando nos falava das escrituras. Quer dizer, eles desconfiavam, mas não acreditaram de verdade. Mas o que é interessante no registro de Lucas é que na mesma hora eles se levantaram, retornaram para Jerusalém para dar esse testemunho aos que estavam lá, aos 11 e os mais que estavam com eles. Agora vem a nossa indagação. Por que não reconheceram Jesus de imediato? Lucas afirma no seu evangelho que os seus olhos foram impedidos de reconhecer. Por quê? Podemos levantar algumas razões e cada uma delas vai nos constituir uma lição. E a lição é para nós. Primeiro, eles estavam de tal modo angustiados pela morte de Jesus, tão aterrados, amedrontados, talvez pelo que eles, como discípulos poderiam vir a sofrer, que tinham cerrados os olhos da alma. Porque as verdades somente são apreendidas pelos olhos da alma. Aí é de nós nos perguntarmos quantas vezes nós nos deixamos envolver pela angústia, pelo desespero, de tal forma que nós não conseguimos ver à nossa frente quem nos deseja auxiliar, quem nos estende a mão, quem poderia nos socorrer, especialmente esquecemos que somos cristãos. que sabemos que Deus vela por nós, que Jesus é nosso pastor, que afirmou que não nos deixaria órfãos, que estaria para sempre conosco. Não percebemos nada. Nós temos os olhos fechados com os discípulos de Maú. E o que decerra os olhos nessa hora? O que retira a cortina do olhar?

o nos deixaria órfãos, que estaria para sempre conosco. Não percebemos nada. Nós temos os olhos fechados com os discípulos de Maú. E o que decerra os olhos nessa hora? O que retira a cortina do olhar? Lucas fala que Jesus tomou do pão o abençoou. Isso quer dizer momento de oração. Então, os olhos dos discípulos se abriram a nós em situações de desespero, de muita dor, de muita angústia, de igual forma, através da oração. nos dispusermos a orar, nós teremos, faremos essa sintonia com o alto e dessa maneira podendoir das bênçãos que nos são encaminhadas, porque realmente nunca estamos sós. Segunda questão, igualmente relevante. Essa é uma outra lição para nós. Vejamos que eles conheciam as profecias a respeito do Messias, da ressurreição. Isaías, sobretudo falar a respeito disso. Eles mesmos relatam também que as mulheres foram ao túmulo, encontraram vazio, que deram aviso de que ele ressuscitara, que os apóstolos foram ao sepulcro também verificaram que estava vazio. Ai, mas eles não tinham visto. Jesus. E aí, gente, quando nós falamos de descrença, nós falamos só de Tomé, né? Só lembramos de Tomé, que disse: "Só vou acreditar se colocarei meu dedo na chaga, no peito, mas vejamos quantos não acreditaram." Jesus prometera que que voltaria com tantas testemunhas. Só porque eles não viram, porque os apóstolos não viram, continuavam com o coração debuto. É bem interessante para as coisas do espírito. Nós já lutamos muito para crer, para aceitar. Quantos de nós somos assim? Examinos. Nós estudamos a respeito da imortalidade. Sabemos que ninguém morre, que o corpo se fa, mas o espírito prossegue vivo, atuante. Mas não tanto. Quando alguém que nós amamos entra em agonia, passa por uma doença aflitiva que o consome, tudo assinala e ele deverá partir. Como é que nós procedemos? Muitos de nós nos desesperamos. Natural que nos preocupemos, natural que nós queiramos que os amores fiquem conosco. Mas quando eles têm que partir, quando eles partem realmente, como nós nos comportamos?

os de nós nos desesperamos. Natural que nos preocupemos, natural que nós queiramos que os amores fiquem conosco. Mas quando eles têm que partir, quando eles partem realmente, como nós nos comportamos? Desespero, gritos, revolta, por que comida? E normalmente nós achamos assim que a morte só bate na casa do vizinho, mas a morte também bate na nossa casa, porque nós também somos seres de carne perecíveis. Somos imortais enquanto espíritos, mas na carne somos perecíveis. E tudo na terra é assim impermanente. Vejamos que Jesus lembra aos discípulos de Emaú que tudo o que acontecera, assim deveria ser. Não deveria ele ser então crucificado para entrar na glória, na sua glória? O que é interessante, no último discurso de Jesus, ele diz: "Senhor, chegou a minha hora, agora tu me glorificarás." Então, a cruz é a extrema, extraordinária glorificação. E Jesus então fala sinalizando que essa é a lei divina, que a lei divina estabelece tudo de forma justa. Jesus repassa as lições desde Moisés, os profetas, até o que ele mesmo dissera. Nisso tudo faz-nos refletir bem nós como cristãos. Hoje nós estamos comemorando a ressurreição de Jesus, ou seja, o mostrar-se vivo depois da morte com o seu corpo perespiritual, um corpo diferente que lhe permite entrar num lugar totalmente fechado como o cenário, onde estavam reunidos os apóstolos, sua mãe, outros amigos depois da sua morte. Um corpo espiritual que aparece e desaparece lá. Depois de 40 dias, ele desaparecerá dos olhos aos olhos de 500 testemunhas. Convenhamos, nós sabemos de tudo isso. Lemos nos Evangelhos, lemos as explicações na doutrina espírita. Mas apesar de nós lermos lá questão 625 do livro dos espíritos, a resposta dos benfeitores espirituais, sinalizando como nosso modelo e guia Jesus. Ainda assim é vacilante a nossa fé. Então, nós somos como os discípulos de Emaú que não estamos vendo. E é de nós nos perguntarmos por não reconhecemos Jesus ainda como nosso mestre e senhor. Reconhecer nessa autêntica aceitação sem abalo da nossa fé.

s como os discípulos de Emaú que não estamos vendo. E é de nós nos perguntarmos por não reconhecemos Jesus ainda como nosso mestre e senhor. Reconhecer nessa autêntica aceitação sem abalo da nossa fé. Afinal, foram tantos sinais grandiosos, mas parece que nós não lhes demos atenção. Vejamos que nós vivemos muitas vezes em quantas delas nós já teremos ouvir ouvido falar a respeito dele. Muitos séculos antes dele ter nascido, foi predita a sua vinda. Foi cantado pelos poetas do Velho Testramento. foi aguardado por um povo exausto de escravidão, de desmandos, de injustiças. Alguns de nós não estaríamos no meio daquele povo ouvindo ao menos o que aquele povo falava. Aí ele chegou, chegou no silêncio de uma noite, talvez madrugada, uma gruta, um lugar que fora ofertada por quem se condoera de ver aquele casal que não encontrava a hospedagem porque estavam todas ocupadas. um homem preocupado, uma jovem em dias finais de gestação. Aí a divindade manda um coro celeste para anunciar o nascimento para os corações simples dos pastores no campo. Eles ouviram e entenderam. O pastor de todas as ovelhas nasceram. Pergunta para nós: nós teremos ouvido falar a respeito? Afinal, aqueles pastores, fossem cinco, dois, cou mais, nós não sabemos quantos foram, quantos eram, foram para suas casas, depois comentaram com suas famílias, com os vizinhos. Não teremos ouvido nada a respeito quantas vidas vivemos antes. Mas o pai celeste enviou ainda uma caravana de seres angélicos que brilharam intensamente, formando uma estrela de brilho inigualável. Os que estavam habituados a olhar o céu contando estrelas, observando o brilho dos astros, entenderam a mensagem. O rei chegara e sábios vieram de diversas partes do oriente e foram até o menino, levando-lhe presentes que afirmavam a sua realeza, sua missão e seu sacrifício. Ouro, incenso e mirra. Ouro para o próprio dos reis, incenso próprio dos sacerdotes, mirra do sacrifício. Era o reconhecimento de que o governador planetário chegara para implantar o reino dos céus nos domínios

nso e mirra. Ouro para o próprio dos reis, incenso próprio dos sacerdotes, mirra do sacrifício. Era o reconhecimento de que o governador planetário chegara para implantar o reino dos céus nos domínios da fé. Vejamos que esses sábios vieram de lugares diferentes do planeta e depois eles retornaram para seus locais de origem. Em algum momento falaram a respeito, discursaram a respeito. Será que nós não ouvimos? Jesus foi apresentado ao templo em Jerusalém pelos seus pais para que a sua presença ficasse registrada. nascera mais um hebreu, não um simples hebreu, mas um filho de Davi, da estirpe de Davi, reconhecido ali na hora pela profetiza Ana, pelo velho Simeão, que o aguardava nas palavras mesmo dele para depois poder partir para o além. Ele esperava ter nos braços a glória de Deus para depois poder partir. Também parece que nós não demos muita atenção na adolescência. O ele surpreendeu os doutores da lei com seu conhecimento vulgar. Por quase três dias ele esteve entre eles falando das coisas dos céus e da terra. Nós não ouvimos os comentários a respeito daquele menino diferente que ficara ali no templo, porque afinal de contas muitos ouviram. Por quê? Porque quando os pais José e Maria retornaram a Jerusalém procurando por ele, foram pessoas do povo que disseram: "Ah, vai ver que é aquele menino que está lá no templo". Não reconhecemos nele a grandiosidade do espírito, um ser que exalava sabedoria e bom senso, que sabia falar de tudo com as palavras precisas. Como podemos deixar que aquele menino se fosse levado pelos pais para uma região distante, não desejando saber para onde ele fora, o que aconteceria com ele, o que ele faria depois? Onde estavam? Nós não sabemos, mas será que nós não tivemos conhecimento nenhum? chegar o início do seu messianato, veja que coisa espetacular, ele vai ao rio Jordão e para que pudesse ter muitas testemunhas no cumprimento das Escrituras, ele se submeteu ao batismo de João, embora João não o quisesse batizar por ter a exata ideia de quão

lar, ele vai ao rio Jordão e para que pudesse ter muitas testemunhas no cumprimento das Escrituras, ele se submeteu ao batismo de João, embora João não o quisesse batizar por ter a exata ideia de quão grande era aquele personagem. Ele era o Messias. o ungido, o enviado. No entanto, o diálogo que aconteceu entre o mestre e o seu aralto, o fenômeno de voz direta que assinala: "Este é meu filho muito amado." Nada disso foi percebido pelos que ali estavam. Tudo isso nos diz que coisas extraordinárias acontecem ao nosso redor e nós mantemos os olhos e os ouvidos fechados. Retornando a Nazaré, Jesus foi à sinagoga, tomou os escritos de Isaías e leu. Me permitam ler para eu não me equivocar. O espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados de coração, a pregar liberdade aos cativos e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitado do Senhor. Fechou os rolos, sentou-se e só disse uma frase: "Hoje cumpriu esta escritura em vossos ouvidos". não o reconhecemos. Estamos falando de nós, humanidade. Estamos falando de nós pessoalmente, porque em algum momento nós ouvimos falar dele, mas não o reconhecemos. Hoje, passados tantos séculos, alguns de nós ainda nos questionamos: será que ele existiu mesmo? Será que ele era tão grande assim? Será que ele prossegue conosco? Será? A grande pergunta é para todos nós nesta noite. Quando abriremos os ouvidos da alma? Quando nos renderemos à grandiosidade do seu amor? Tenhamos certeza, quando fizermos isso, sofreremos bem menos do que agora. Amigos queridos, todos nós é tempo de abrirmos olhos e ouvidos, de aderirmos ao bem, de seguirmos Jesus hoje, enquanto é tempo. Muito obrigada por nos escutarem. Ísimo. Grato, Malena. São difíceis as palavras pra gente agradecer a você, porque foi de um conteúdo maravilhoso para nós refletirmos profundamente. Vamos pedir para que o nosso Ari faça prece de encerramento e daí nós voltamos para nos despedir de

ra gente agradecer a você, porque foi de um conteúdo maravilhoso para nós refletirmos profundamente. Vamos pedir para que o nosso Ari faça prece de encerramento e daí nós voltamos para nos despedir de todos. Por favor, Ari. Vamos orar, queridos amigos. Senhor Jesus, nosso mestre, luz que ilumina o nosso caminho, Senhor. Nossa prece é de gratidão. Gratidão, Senhor, por essa vida, por essa oportunidade bendita de podermos, de ter tido essa oportunidade de reencarnar deste planeta abençoado que proporciona tudo de que necessitamos para exercitar o seu evangelho. Permita, querido amigo, que possamos, onde quer que estejamos, ser os seus mensageiros e o seu evangelho possa permear sempre nossa vida. E sejamos sempre os portadores dos seus exemplos, das suas palavras, onde quer que estejamos. Que a sua paz, Senhor, permaneça sempre em nossos corações e nos abençoe sempre, Senhor. Que a sua paz permaneça também, Senhor, em nossos lares. Permaneça no coração daqueles que habitam esse planeta e que precisam ainda de esclarecimentos acerca da verdade, das leis eternas de do Pai. Abençoa-nos, Senhor, durante essa semana que hora se inicia e fica conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigado. Obrigado, Ari. Querida Malena, nós queremos agradecer profundamente o conteúdo que nos foi passado, em especial na noite de hoje, né? Foi um presente muito grande, presente para todos nós que assistimos agora ou que iremos ver no futuro, né? Agradecemos a todos, Ari, Sida, Cida, Ciaca, nossos queridos amigos que estiveram conosco o tempo todo. E para aqueles da mansão do Caminho que quiserem nos acompanhar, estaremos amanhã novamente às 21:50 ou no próximo domingo nesse mesmo canal. Muitíssimo obrigado a todos, uma boa paz, fiquem com Deus. Até uma próxima oportunidade. Boa noite,

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