Evangelho no Lar - #195
Evangelho no Lar - #195 Programado para o dia 24 de dezembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 25, itens 1 e 2 do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam todos muito bem-vindos. Meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Fé Ego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar neste momento os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. >> Boa noite, Cláuscia. Boa noite a todos, irmãos e irmãs. Uma alegria estar aqui convosco, conosco, convosco. >> E o Juliano Fagundes, que é que faz parte da diretoria da Casa Espírita Estudantes do Evangelho, também da equipe do Ig, também faz parte da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás. Seja muito bem-vindo, Juliana. a nossa gratidão por você estar conosco nesta noite que é muito especial. >> Obrigado, Glácia, pelo convite. Obrigado ao Vinícius aí por estar com a gente aí hoje também. E realmente é uma noite muito especial, não é? Então eh já começa agora a nossa mentalização aí de muita luz, muita paz para que a gente possa aprender muito nesse momento aqui, para que o nosso lar fique bem iluminadinho também, né, de receber Jesus hoje aqui em casa. Isso nossos lares, né, Juliano, aproveitando esse momento, né, e muito especial, véspera de Natal, em que nós comemoramos aí o nascimento do nosso querido mestre Jesus, que ele possa então estar com cada um de nós bem próximo, que nós possamos nesta noite senti-lo mais aconchegante ainda ao nosso coração. Bom, nós vamos dar boa noite para o Estevan, que ele está deixando aqui o seu ah aqui no Evangelho no lar de hoje, nossos
ue nós possamos nesta noite senti-lo mais aconchegante ainda ao nosso coração. Bom, nós vamos dar boa noite para o Estevan, que ele está deixando aqui o seu ah aqui no Evangelho no lar de hoje, nossos irmãos lembram dos ensinamentos deixados por Jesus através dos discípulos e apóstolos ao longo dos séculos lá pertinho de Itumbiara. Deixando também um feliz Natal para todos nós. Muito obrigada, Steve. seja bem-vindo. Nós temos também aqui a Odet deixando o seu boa noite. Seja bem-vinda. Que bom, pessoal. Nós vamos iniciar o nosso evangelho da noite. Vinícius fará a leitura de uma mensagem do livro Vida Feliz. Nós estamos quase terminando esse livro, né? Que bom. Olha quanto tempo faz que nós estamos aqui no nosso evangelho no lar. Ah, o professor Ademar também, que é o coordenador da área de estudos do espiritismo da fé ego, deixando o seu feliz Natal para todos nós. Seja bem-vindo, professor Ademar. O Luís Fernando também, olha, tá dizendo que é do bichinho, Minas Gerais. felicitações pela noite em que nosso coração torne, tome-se como esse símbolo de existência manjedoura. Paz e amor. Feliz Natal. Muito obrigada, Luiz Fernando. Seja bem-vindo. A Odet também desejando a todos nós um feliz Natal. Muito bom. Sejam todos muito bem-vindos e podem interagir conosco, deixando aqui a cidade de onde estão nos acompanhando. É muito bom essa companhia, entrelaçando os nossos corações, nos fortalecendo também. Bom, Vinícius fará a leitura da mensagem, em seguida ele fará a nossa prece inicial. Queridos amigos, irmãos e irmãs, vamos então levar nosso pensamento a Deus, ao nosso mestre amado Jesus. E aqui iniciando o nosso estudo com leitura do capítulo 195 do livro Vida Feliz. Quem aspira por um futuro melhor para a humanidade deve contribuir para a educação e a vida infantil. O que se aplique na criança será devolvido com juros. O investimento de amor retornará em forma de bênçãos salvadoras e o de abandono volverá como delinquência e desgraça. Se te faltam recursos mais específicos
plique na criança será devolvido com juros. O investimento de amor retornará em forma de bênçãos salvadoras e o de abandono volverá como delinquência e desgraça. Se te faltam recursos mais específicos para auxiliar a criança, oferece-lhe palavras lúcidas que não corrompem e exemplos que as estimulem a ser verdadeiros cidadãos mais tarde. Constrói hoje os teus dias de amanhã. Mestre amado Jesus, nós te agradecemos por mais essa oportunidade de refletir sobre seus ensinamentos nesse dia tão especial que é o Natal, em que celebramos e relembramos o significado de sua vida, da sua presença entre nós. Senhor, desperta em dentro de nós os valores da alma, nos ensina a paciência e a tolerância. E nesse dia de Natal, que possamos, Senhor, uma vez mais relembrar todos os seus ensinamentos como caminho para construção de uma vida e de um futuro melhor. Que assim seja. Que assim seja, Vinícius. Bom, nós vamos iniciar hoje o capítulo 25 e é um capítulo que nós utilizamos muito no atendimento espiritual, Juliano, que é Buscai e achareis. E o Juliano fará suas reflexões dos itens um e dois. Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará. Fique à vontade. Eu quero iniciar já agradecendo assim a a oo convite que veio da Gláus e da FEGO, porque foi um para nós aqui um verdadeiro presente, né, que nós recebemos aqui hoje a oportunidade de realizar esse culto aqui juntos, né, esse culto aqui às 20 horas no dia de hoje, dia que onde comemoramos a véspera de Natal, né, para nós foi uma um convite muito bom, sabe, poder realizar isso nesse dia. E o capítulo 25, é isso mesmo que a nossa irmã comentou, né? capítulo 25, ele é um convite profundo a um amadurecimento e talvez por isso exija de nós uma uma posição um pouco mais reforçada com relação aí a tudo que a gente vem aprendendo com o Evangelho Segundo o Espiritismo. Jesus, então ele nos coloca tantas informações belas e importantes sobre o nosso futuro espiritual, a vida futura, né? nos conta tantas parábolas maravilhosas e realiza tantas eh tantas a ações incríveis, né?
ntão ele nos coloca tantas informações belas e importantes sobre o nosso futuro espiritual, a vida futura, né? nos conta tantas parábolas maravilhosas e realiza tantas eh tantas a ações incríveis, né? Fenômenos impressionantes, curas e transformações. Mas existe um momento em que Jesus vem nos convidar a amadurecer um pouquinho mais. E aí, eh, essa lição dele ganha um toque especial, ganha um brilho especial. Então, eu quero só ler a primeira frase aqui, eh, do que Jesus quer nos mostrar. Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei a porta e se vos abrirá. Porquanto quem pede recebe e quem procura ache e aquele que bata a porta abrir-se a Olha que beleza. Eu acho tão bacana esse raciocínio de Jesus, porque sob o nosso ponto de vista espiritual, o que que acontece? Olhando por um ponto de vista até antropológico, olhando olhando sobre esse viés a nossa condição espiritual. Primeiramente, Deus nos criou simples e ignorante, mas ele nos deu a vida. Então, Jesus, Deus, Deus já nos deu o primeiro, o primeiro passo, né? Então, ele já nos coloca no mundo e ele diz para cada um de nós assim: "Agora vai, agora vai você". Mas ao mesmo tempo tá está nos assessorando, está nos acompanhando. Não, não nos perde vista em momento algum. Então, o que que Deus dá para nós? A liberdade para que a gente faça o que a gente quiser. Uma liberdade que obviamente ela está atrelada a uma responsabilidade, né? Não tem ninguém que vai ser livre e não vai precisar responder pelos seus atos, né? Não existe isso. Essa é a ideia do livre arbítrio. Essa é a ideia da lei de causa e efeito. Então, sou livre, ao mesmo tempo, tenho que colher tudo que eu plantar, tenho que responder a tudo que eu fizer. E e é lindo isso, porque se eu sou responsável, significa que eu estou a todo instante, todo instante criando, fazendo, estou ao todo tempo, eh, auxiliando a criação ou contribuindo com com a criação de vida de alguma forma. E isso vai ter um resultado. Então eu tô o tempo todo plantando, o tempo todo multiplicando e aquilo vai me
o tempo, eh, auxiliando a criação ou contribuindo com com a criação de vida de alguma forma. E isso vai ter um resultado. Então eu tô o tempo todo plantando, o tempo todo multiplicando e aquilo vai me responder de alguma forma eh aqui hoje ou amanhã ou daqui um tempo, né? E ao mesmo tempo, todo esse auxílio divino a tudo que a gente faz entra em cooperação e não em substituição. Olha como é que é interessante esse raciocínio. Deus cooperando conosco e não nos substituindo. Esse que é o raciocínio que ele vai dar esse suporte, a compreensão do que Jesus quis dizer para nós. Olha, Deus tá com a gente. Deus tá com você, tá? Deus tá com você. Só que Deus não vai se colocar no seu lugar, não. Deus não vai fazer por você. Mas ele tá tá do seu lado aí para tudo que você precisar. Ele vai te dar o suporte que você precisar, mas você que vai ter que fazer. [risadas] É uma ideia que tá atrelada à nossa própria criação, aos motivos da gente eh existir. Olha o quanto Jesus é profundo, conectando a nossa necessidade de realizar agora com o motivo que a gente foi criado lá atrás, lá no passado, né? Eu acho essa lição muito profunda, uma é uma lição belíssima que e justamente é esse convite aí a a gente sair da infância espiritual pra gente buscar essa maturidade maior. Nós percebemos muito isso em toda a história da cristandade, essa às vezes dúvida que pairava sobre os cristãos e chegou a ser até uma dúvida teológica. Havia muito eh eh essa essa dúvida, né? E houve um debate teológico entre Thiago, o apóstolo Thiago Mahel e Paulo de Tar sobre isso. Paulo ele acreditava muito numa salvação pela fé, pela adoração, pelo amor puro e simples, né? E Thiago dizia: "Mas Paulo, mas mas e a obra, né?" Diz o cristão tem que ser obreiro, né? Ele tem que trabalhar, [risadas] ele tem que criar, né? Ele tem que produzir, ele tem que se transformar e tem que auxiliar de alguma forma. Tem que ter uma obra aí para apresentar. Olha, eu sou cristão e devido a isso, olha só o que que eu te apresento de transformação minha ou ao
tem que se transformar e tem que auxiliar de alguma forma. Tem que ter uma obra aí para apresentar. Olha, eu sou cristão e devido a isso, olha só o que que eu te apresento de transformação minha ou ao meu redor, né? Na verdade, eles estavam falando da mesma coisa, né? Na verdade, não havia um uma uma um conflito teológico, porque automaticamente o que Paulo entendia era o seguinte: se você é um cristão transformado, um cristão reformado, obviamente que você vai ter atitudes cristãs, né? [risadas] É óbvio que tá implícito nas suas atitudes aí tudo que você fizer de bom. Mas essa dúvida eh até hoje ela persiste, né? Há igrejas que vão falar da salvação, né? Só acredita em Jesus, você vai est salvo e pronto, acabou. Ah, mas eu não tenho que me tornar uma pessoa que tem que me transformar ou realizar isso aqui. Não, não, não. Se você tá acreditou, já aceitou, [risadas] né? Então você tá salvo e pulou, né, esse raciocínio eh antigo, né, de que você, pera aí, se você tá acreditando e você acha que tá tudo certo com essa crenção, então você tem que se transformar para se aproximar do modelo, né, do modelo, [risadas] que é algo muito próximo a ao que a gente tem, por exemplo, ao significado daquilo que a gente vive, né? A palavra fé mesmo, ela é uma palavra que ela sempre foi uma palavra ligada à prática e não à teoria. Ah, eu tenho fé. Ah, mas então eu tenho fé, eu acredito, tem amor e tudo, mas não necessariamente hoje as pessoas por isso se transformam, né? Era disso que o Paulo Tor falava que se perdeu, né? São traduções que se perdem, né, Gláuscia? Compreensões que se perdem, né? E eu acho que temáticas de hoje é boa pra gente tentar e reavivar isso, né? A etimologia daquilo que a gente diz que segue, o que a gente quer seguir, né? Porque a palavra fé vem do latim feedes, que quer dizer fidelidade. Olha, já começa aí compreensando o que que é fé. Ah, não. Então fé não é acreditar em palavras e acreditar, não é eu agir. Então, de posse disso, a palavra fé, que é a mesma de fidelidade,
fidelidade. Olha, já começa aí compreensando o que que é fé. Ah, não. Então fé não é acreditar em palavras e acreditar, não é eu agir. Então, de posse disso, a palavra fé, que é a mesma de fidelidade, não se confunde, por exemplo, com acreditar. Hoje a palavra, hoje em dia, na atualidade, fé e acreditar são palavras que se julgam muito próximas, né? Mas na verdade não é muito necessário assim. E elas elas são diferentes. O acreditar tá mais ligado a créditum, que é do latin créditum, né? E que diz respeito a crédito bancário, por exemplo, acreditar. [risadas] É, é, é desrespeito a essa mesma etimologia de palavras, enquanto que a fé é outra difidade. É quando você olha, por exemplo, duas cadeiras que foram feitas na mesma fábrica, elas são idênticas umas à outra. Então, a proposta da fé é que você, tendo fé, você vá seguir aquele modelo e guia. Não é à toa que que Jesus é considerado modelo e guia nosso. Então, a fé em Jesus vai nos levar a ser como Jesus ou nos aproximar o máximo possível de Jesus. Essa etimologia da palavra fé, que era isso que Paulo de Tar quis dizer e que é o convite de Jesus hoje para nós aqui nessa, né, nessa lição. O ajuda-te que o céu te ajudará. começa nessa pequena compreensão das palavras. Eu tenho fé. Ah, então eu preciso me mudar alguma coisa em mim. Porque se eu tenho fé, não é sentar num banco e dizer: "Eu tenho fé e pronto, eu já agora eu já acredito, eu já aceito tudo e é isso aí mesmo." Não, mas onde é que tá a minha parte nessa história, né? É como se diz, né? Eh, eh, a natureza não vai suportar nada estanque. Não sei se você já ouviram essa frase. Tudo que é estanque a natureza não suporta. Então, eh, se a não há vida ali, aquilo se desintegra, se desfaz. A árvore não produz frutos. Jesus ele foi crítico com árvore que não produz fruto, ou seja, ela existe, mas não cumpra o seu motivo de existir. O ser humano que não trabalha, não se desenvolve, não aprende, ele não estuda, ele vai se tornando estanque, ele vai se tornando um ser que ele não
ela existe, mas não cumpra o seu motivo de existir. O ser humano que não trabalha, não se desenvolve, não aprende, ele não estuda, ele vai se tornando estanque, ele vai se tornando um ser que ele não tá cumprindo objetivo nenhum na vida, que é o objetivo da evolução espiritual, que é o objetivo de contribuir com eh o mundo, com a criação divina. Então, eh não sermos estanqu aí, né? Jesus, ele quer nos convidar a ação sempre, sempre a ação nesse raciocínio. Então, quer dizer, nós falamos aqui no início sobre liberdade. É a liberdade que nos dá o mérito. Sem liberdade não há mérito, porque se eu não sou livre, o que eu conquistei não conquistei de verdade. Agora, eu tendo liberdade e eu conquisto alguma coisa, existe um mérito aí. E cada mérito é um um degrau numa escada nossa de evolução espiritual. cada mérito, cada conquista, cada coisa que eu aprendi, cada coisa que eu fiz, que não são raciocínios próprios apenas do espiritismo, né? Quem já leu Emanuel Cant sabe que Emanuel Cant fala muito sobre isso aí, né? sobre a gente agir com a nossa razão, entendendo que a o que é nossa conquista faz parte da da nossa evolução, mas o que a gente é coagido a fazer, não. Então, Manuel Cantavin: você tá obedecendo, mas talvez não por isso você esteja evoluindo só porque está obedecendo, [risadas] né? É, é importante que que a sua consciência entenda e que todas as os seus atos sejam atos movidos por uma escolha pessoal. Não, eu tô escolhendo esse aqui com consciência para fazer. É por isso que seguir religião de maneira cega não é uma coisa legal. É por isso que Kardec falava muito sobre isso aí, né? Que a nossa fé tem que ser raciocinada, não é uma fé cega. Eu não vou ficar seguindo aí a todas a aquilo que os espíritos nos ensinam na nas obras sem consciência. Eu tenho que entender por que eles estão falando isso, né? Por que que eles estão falando isso? É por isso que quando a gente pede o auxílio espiritual, nós temos que dar o primeiro passo nós mesmos. Olha, Deus, é o seguinte,
que eles estão falando isso, né? Por que que eles estão falando isso? É por isso que quando a gente pede o auxílio espiritual, nós temos que dar o primeiro passo nós mesmos. Olha, Deus, é o seguinte, preciso disso. Então, eu já vou dar o primeiro passo nessa nesse sentido, para que não haja nem hipocrisia, nem contradição naquilo que a gente tá querendo, né? Começa em nós, né? Tudo começa em nós. Hoje a Glácia usou aqui na nossa abertura, né? o exemplo aí do do diálogo fraterno, do atendimento espiritual, né? A gente vê muito isso quando a gente vai fazer o atendimento espiritual, né? Realmente muitas famílias com problemas nos procuram, muitos pais, muitas mães, muitas pessoas com problemas. Quando nós vamos dialogando e apresentando as soluções que a própria doutrina espírita traz e até exemplos pessoais que utilizamos e deram muito resultado, né? Em alguns casos, a gente percebe que algumas pessoas ficam até tristes assim, sabe? Você vê que elas vão fechando o semblante assim. Sabe por quê? Porque tudo começa na transformação, não é? Quantos lares que eh vem nos acusar às vezes desequilíbrios, né? E aí nós começamos a perguntar, mas como é que é esse lar? Não é? Por exemplo, no meu lar nós optamos por afastar do nosso lar as bebidas alcoólicas porque vimos que poderia haver algum tipo de problema aí, algum tipo de complicação, né? Os vícios, etc. Aí as pessoas ficam nos olhando com uma cara estranha, né? Ah, não, né? Em casa, não é? né? Na época da pandemia, nós fizemos o culto aqui na nossa casa todos os dias. Na época da pandemia, nós fizemos, estávamos com receio, com medo, estávamos vendo muito desequilíbrio em toda parte, né? Familiares desencarnando, amigos desencarnando e nós fizemos o culto todo dia, né? E aí quando a gente fala para as pessoas, olha, busca fazer o culto mais vezes na semana, aí a pessoa fala assim, mas não consigo nenhuma, tem mês que eu não consigo fazer o culto, pois é, há pessoas que conseguem fazer todos os dias porque estão com foco em resolver
mais vezes na semana, aí a pessoa fala assim, mas não consigo nenhuma, tem mês que eu não consigo fazer o culto, pois é, há pessoas que conseguem fazer todos os dias porque estão com foco em resolver os problemas. >> né? Então é disso que é disso que essa lição trata, sabe? São essas pequenas atitudes, mas que vão nos mudando a nossa disciplina de vida para nos auxiliar, nos livrar um pouco eh eh da das nossas muletas materiais e a gente começar a buscar soluções espirituais eh de verdade pro nosso lar, né? E por aí vai, né? São mil situações, né? Meu filho com dificuldade, nós dizemos: "Olha, venha pra evangelização, traga ele aqui." "Ah, mas ele não aceita." Ué, mas vai aceitar um dia, traga um dia, traga dois, traga três. Um dia o seu filho vai entender que ele precisa disso aqui, que não vai adiantar ele dar birra, que ele tem que vir, que é isso que acontece com todos os nossos trabalhadores. Quem é que nunca passou por isso, né? Teve uma criança, levou paração e cri diz: "Ah, eu não gosto". Eu lembro até da minha filha. Minha filha falava assim: "Eu não gosto de Dudus". Eu achava engraçadinho, né? Mas a gente dizia: "Olha, filha, tem que ir, filha. Eu estou indo, sua mãe tá indo e você vai também, né?" E aí passou essa fase e ela tomou gosto, né, pela evangelização. Mas é assim, eh eh são essas transformações que que vão eh alimentando a a a nossa maneira de ser, né? É como aquele encadeamento de de de fatos, né? Olha, a vontade leva ao hábito e o hábito é que leva à transformação. Então é são os três passos que eu gosto muito de falar sobre ele. Ó, primeira coisa, a gente tem que ter vontade, sabe? Você quer realmente o auxílio? Você quer bater nessa porta mesmo? Porque se você bate nessa porta e ela abre, você vai ter que tomar uma decisão na sua vida, né? Porque o que a gente pede e às vezes o que a gente quer, mas tudo que a gente quer existe um compromisso para aquilo, né? Um compromisso. Então tô com essa vontade ou com essa necessidade, eu quero muito que isso se
gente pede e às vezes o que a gente quer, mas tudo que a gente quer existe um compromisso para aquilo, né? Um compromisso. Então tô com essa vontade ou com essa necessidade, eu quero muito que isso se resolva. Ótimo. Isso vai nos levar a esse hábito que nem sempre o hábito nos transforma. a gente vai repetindo aquilo ali até que aquilo entre dentro de nós, se torne, né? Parte de nós. Eh, então eu tô aqui nesse estudo. Ah, significa então que eu sou mestre em todas essas lições? Não, [risadas] mas eu vou estudando-as, vou falando sobre elas e à medida que eu falo aqui, eu vou refletindo sobre elas e assim a aplicação vai ficando mais fácil, vai ficando menos estranha. E quando a gente precisa passar por uma situação diferente ou quando a gente é convidado a a encarar, né, um um desafio a mais, a lição parece que aí ela começa a fazer sentido. nós temos é que ir nos alimentando, né, com essas informações, e nos alimentando com eh objetivos diferentes, nos guiando por outros tipos de raciocínio para que a gente possa amadurecer, chegar nessa nesse amadurecimento, né, que Jesus se propõe, é a providência divina, né, que tá sempre conosco aí. Providência divina que vai premiar os nossos esforços sempre, sempre, sempre, né, a gente tem que ter que dar o primeiro passo, porque na verdade a vida é nossa, né? A vida é enorme. Deus nos deu esse presente para cada um de nós. Deus deu disse para você: "Olha, tá aqui essa sua vida, tá aqui o seu inteligência, tá aqui esse mundão aqui. Olha, para você viver nele. Tá aí sua saúde, tá aí seus tá aí e uma série de desafios para você enfrentar. Mas o que que Deus vai falar, né? Tô aqui junto também, tô aqui perto, tô aqui do teu lado. E a gente não pode esquecer isso jamais, jamais, jamais, né? Agora, agora, é claro que o espiritismo ele vai nos convidar ainda a avançar sempre, né? Essa ideia eh de que a a providência divina tá conosco e que Deus tá do nosso lado. É claro que, né, são formas de a gente dizer o quanto que a gente tá próximo do mundo
ar ainda a avançar sempre, né? Essa ideia eh de que a a providência divina tá conosco e que Deus tá do nosso lado. É claro que, né, são formas de a gente dizer o quanto que a gente tá próximo do mundo espiritual, próximo dos benfeitores amigos, quanto que a gente tá próximo dos objetivos divinos, né? Eh, com o Espiritismo a gente aprende que o céu não é um local, né, que Deus não é uma pessoa. A gente vai aprendendo essas coisas, mas tudo é sintonia. Tudo é sintonia. E eu estar com Deus é eu estar sintonizado com Deus. É eu estar de posse, né, dessa desse sentido paraa minha vida. Eu tenho essa consciência para onde eu vou, essa consciência para onde eu quero chegar, né? que esse é um desafio que o espiritismo apresenta. O espiritismo apresenta o seguinte, olha, a gente começou aqui simples e ignorante, mas lá na frente tem um anjo, tem uma vida feliz lá na frente e tem um caminho a percorrer. Tem um caminho a percorrer. Quer dizer, desse caminho a gente tá tratando aqui hoje uma parte dele, né, que é o caminho do meu esforço pessoal, que é o caminho do meu autoconhecimento, que é o caminho de decisões. E aqui que é um caminho que eu não vou trilhar ele sozinho. A não ser que eu queira trilhar ele sozinho, né? Mas e eh por vários motivos nós nós estamos sozinhos. Quando eu leio algumas obras de André Luiz, às vezes eu fico até emocionado, né? Eu lembro do desencarne de um trabalhador espírita que André Luiz narra com tanta beleza, que é o Dimas. Eh, se não me engano da obra obreiros de vida da vida eterna. Eu acho tão bacana aquilo, porque o Dimas, ele era um obreiro da casa espírita, um trabalhador espírita e ele e ele tava lá sendo recebido no mundo espiritual por pessoas que ele nunca viu na vida, que eram os espíritos que trabalhavam com ele no mundo espiritual. [risadas] Eu acho essa história tão bonita para trabalhar do espírito ou para nós que temos fé, né? E aí nós às vezes nem sabemos, ó, gente, eu tenho fé, mas será que eu tenho mentor? Será que eu tenho da guarda?
acho essa história tão bonita para trabalhar do espírito ou para nós que temos fé, né? E aí nós às vezes nem sabemos, ó, gente, eu tenho fé, mas será que eu tenho mentor? Será que eu tenho da guarda? Será que tem algum familiar meu desencarnado me olhando? Será? E a gente tem muito essa dúvida, né, Gláus? muito como essa dúvida das pessoas, né? E eu gosto muito dessa história do Dimas porque ele tava lá no processo de desencarnação e no mundo espiritual uma festa para receber ele lá. Olha o nosso amigo que tá chegando, nosso amigo tá chegando, mas tá aí, ó, gente, vamos cuidar dele, viu? Que ele tá nesse processo, você sabe como é que esse processo é difícil, né, e tal. E aquela torcida assim, né, de alegria, né, daquela pessoa que que cumpriu seu dever. Então, um mundo espiritual festivo, né? Eh, eh, para receber ele que que era um trabalhador, que era um cristão, que era uma pessoa que tinha uma vida reta, né? E tava muito e tinha muitos amigos auxiliando ele. Eu acho que essa essa lição é muito emblemática, né, pra gente pensar. Nossos atos têm reflexos e tudo que a gente quer que os nossos que esses reflexos sejam reflexos bons, né, igual você. E essa semana é uma semana própria para isso, né? Hoje é um dia muito próprio para isso. A gente tá aqui nessa véspera de Natal lembrando de Jesus mais uma vez, lembrando das palavras de Jesus mais uma vez. Daqui uns dias aí vão começar a a a para muito para muitos, né, as promessas de ano novo, né? E hoje é um é um dia muito inspirador para isso, pra gente pensar. Olha, eu tô batendo aqui nessa porta. Que porta é essa que eu tô batendo, né? Um dia ela vai abrir. Será que eu tô preparado porque vai chegar? Porque pode ser que o que chegue eh eh é é um convite à transformação, né, como acontece muito muito, né, na na nossa vida, né, eu quero isso. É, mas eu venho primeiro o convite a transformação para que a gente possa abraçar essa causa, para que a gente possa receber, né? É o tal da da é a tal da túnica nupcial, né, Cláusia? [risadas]
isso. É, mas eu venho primeiro o convite a transformação para que a gente possa abraçar essa causa, para que a gente possa receber, né? É o tal da da é a tal da túnica nupcial, né, Cláusia? [risadas] A gente tem que bater nessa porta, mas é bom que a gente esteja com túnica nupicial para entrar nessa nesse banquete aí, né, Jesus? Engraçado, Jesus ele usa umas umas histórias que de repente elas vão se complementando, né? Essa semana eu fiquei eh eh refletindo sobre isso, né? A gente veste a nossa túcial e a diz: "Nós estamos preparados para isso" aí bate na porta, ela nos abre e aí a gente participa desse banquete celestial com Jesus aí, né? Onde a gente vai ter eh talvez o que nós quisermos, mas é claro, junto daquilo que nós precisamos também, né? Não é só querer, né? A gente quer, recebe, a gente recebe não é só o que a gente quer, o que a gente precisa também, né? Se se a gente vai receber o que a gente quer, o que a gente precisa, são as nossas atitudes pregressas que que vão determinar isso, né? Mas tudo que vier será muito importante para nós, né? ser muito importante para nós. Jesus tá aqui é por nós, é para nós. E temos que ter essa fé de que o que Jesus fará por nós será sempre o melhor. Será sempre o melhor. Vou encerrar por aqui por enquanto. Cláudia, >> muito obrigada. Excelentes reflexões, Juliano. Vamos continuar a nossa conversa. Aproveitando essa questão de você falou eh desse pedido, é importante a gente refletir como nós estamos pedindo, porque tudo que a gente pede e que for bens verdadeiros, Deus vai nos conceder, porque ele ainda fala, né, que a gente que é mal, a gente não dá uma pedra pro filho, não é? Se ele tá com fome, a gente dá alimento, a gente cuida. Imagina Deus que é pai misericordioso. Mas como nós devemos pedir? De que forma que esse coração precisa chegar para pedir? a gente reflete, né, Juliano, porque você ainda reforçou a questão do atendimento espiritual e especificamente a atividade de atendimento fraterno pelo diálogo, né, aquela escuta sigilosa, ética, em
? a gente reflete, né, Juliano, porque você ainda reforçou a questão do atendimento espiritual e especificamente a atividade de atendimento fraterno pelo diálogo, né, aquela escuta sigilosa, ética, em que as pessoas chegam muitas vezes desequilibradas, sem esperança e até mesmo achando que não tem mais saída. E a gente traz sempre essa passagem, porque se a gente reconhece a nossa pequenez e a gente olha para o alto, esse alto não é um estado como você, não é um lugar, é um estado, né? é reerguer os olhos para o alto e num pedido sincero, com certeza é atendido. Você quer comentar? >> É vontade. >> É, é exatamente porque é que aquela é uma história muito antiga essa, né? Eh, a gente até costuma brincar às vezes até em palestra, né? A pessoa fala assim: "Nossa, Deus, eu precisava tanto de paciência", né? E aí a gente quer um milagre, né? A gente quer que Deus ele milagrosamente lance ali alguma luz sobre nós e de repente o coração pacifica, né? [risadas] E de repente eu me torno uma pessoa muito calma, né? Mas não é assim que funciona, né? E aí a gente pede: "Deus, me dê a paciência". E aí de repente no dia seguinte aparece uma situação que quase nos tira do sério, né? E di, "Nossa senhora, que que é isso? Como é que eu vou conseguir essa paciência?" Mas é justamente aí que tá, né? Né? Emanuel, Emmanuel usa muito a figura do formão, do escultor, né, que vai lá lapidar aquela pedra até virar obra prima. A ideia do cadinho que derrete o metal, né, para aquele metal outra coisa. Ou seja, né, eh, não adianta a gente querer milagre. E isso faz parte, né, quando a gente fala aqui em milagre, a gente traz de novo a ideia da maturidade espiritual. Antigamente na infância espiritual, a nossa lição fala da infância espiritual, né, dos períodos muito pregressos nossos, né, da do primitivismo. A gente acreditava em milagres porque era uma forma de acreditar que tudo poderia se resolver como num passo de mágica, né? Enquanto algumas culturas falam de milagre, tem cultura que fala de mágica, né? Que faz
editava em milagres porque era uma forma de acreditar que tudo poderia se resolver como num passo de mágica, né? Enquanto algumas culturas falam de milagre, tem cultura que fala de mágica, né? Que faz parte do meio do mesmo entendimento, né? Primitivo, né? Aquela coisa do Harry Potter, né? Que pega a varinha e tchuf, né? E mil coisas acontecem, né? Então a gente, muita gente ainda vive nessa, né, de que Deus vai tirar por nós, vai fazer por nós, vai, vai cuidar daquilo e que a gente pode ficar sentado no sofá que vai tudo certo, vai dar tudo certo, né? Mas não, cada pedido vem com a liberdade do pedido, vem com a responsabilidade, né, do que virá. E aí todas as situações da vida, né? Não adianta a gente pedir, Deus, me dá dinheiro, me dá dinheiro. Não tá pedindo dinheiro direito. Tivesse pedindo trabalho, [risadas] né? eu tivesse pedindo assim, olha, indomina uma pessoa para vir aqui me ajudar nessa situação, as coisas podem ser encaminhadas de outra forma, né? A gente vai vendo isso acontecer de várias maneiras, né? Eu gosto muito daquela obra entre a terra e o céu do André Luiz, né? A menina tava com problema danada, Evelina, né? Daquela adolescente, né? Ela pedindo paz pro lar, pra casa dela. Ela pedia, pedia, pedia, pedia, mas ela tava, ela, ela pediu correto, mas de uma, mas pediu de uma forma um pouco errada. Mas a espiritualidade entendeu que ela tava querendo, porque ela tá, ela ela tava orando pra mãe dela e a mãe dela era uma das causas do desequilíbrio no lar dela. Mas mesmo assim Deus atendeu. Por quê? Porque o que ela queria era muito justo. Ela queria paz, né? Era [risadas] ela queria um apoio espiritual. Então ela tava orando pra mãe dela no mundo espiritual. Ella quer um apoio espiritual, ela queria equilíbrio espiritual. Era isso que ela queria no final das contas, né? E os espíritos ajudaram ela. Então não é nem oito, nem 80. falar, se eu pedir errado, então não vai acontecer nada. Calma, não é assim com o radicalismo, né? É a gente pedir com com esse senso
as, né? E os espíritos ajudaram ela. Então não é nem oito, nem 80. falar, se eu pedir errado, então não vai acontecer nada. Calma, não é assim com o radicalismo, né? É a gente pedir com com esse senso que a gente tem de bom senso, né? Pede com bom senso, auxilia Deus a te ajudar. De novo a gente volta paraa lição, né? Deus quer te ajudar. Então, dá caminhos para Deus. Fala assim: "Ô Deus, tô precisando de de uma coisa aqui. Me ajuda dessa forma que assim eu consigo caminhar melhor aqui nesse sentido." Não é? É o diálogo com Deus. Não é simplesmente exigindo. Deus faz um milagre em mim. Igual tem aquela música, né? Faz um milagre em mim. Tudo bem, pode acontecer milagre desde que a gente dê o primeiro passo. A mulher hemorrágica nunca teria sido curada se não fosse a fé dela. Não, ela podia puxar as vestes de Jesus, né? E fazer mil artimanhas ali. Não, mas ela teve fé. Ou seja, ela fez a parte dela que ter fé, [risadas] né? E aí Jesus veio com a parte dele lá que era a cura, né? Muito bom, Juliano. Eh, essa lição também ela afirma muito a questão da do uso da nossa inteligência. Todos nós somos dotados de inteligência, mas precisamos desenvolver. E é através do trabalho que a gente conquista o progresso, desenvolve tudo, desenvolve inteligência, tudo. E eu sempre gosto de perguntar como nós estamos, né, utilizando essa inteligência? >> É uma boa pergunta. E e assim, a doutrina espírita ela vai nos dizer eh um cuidado que a gente tem que ter, né? Que a inteligência ela virá, mas que o uso dela num primeiro momento pode não ser muito bom, [risadas] porque o progresso moral vem depois. Eu acho interessante quando Allan Kardec toca nesse ponto, porque não é apenas um ponto de informação, mas é um ponto de reflexão, de alerta, né? Nossa, né? Adquir esse conhecimento X aqui. Adquir esse conhecimento X. Nossa, tô mais inteligente nisso aqui. Tô sabendo. Agora, eu já sei. Tô com esse diploma ou aprendi tal coisa, né? Eu passei por uma situação, né? Aí a doutrina vai dizer: "Opa, pera aí,
nhecimento X. Nossa, tô mais inteligente nisso aqui. Tô sabendo. Agora, eu já sei. Tô com esse diploma ou aprendi tal coisa, né? Eu passei por uma situação, né? Aí a doutrina vai dizer: "Opa, pera aí, cuidado. [risadas] Pode ser que a sua primeira ideia ou sua primeira, né, opção que você de alguma coisa você queira fazer pode não ser a melhor, [risadas] porque a a moral nossa pode não tá ela elevada. Então, antes de fazer uso da inteligência, pensa assim: "Não, pera menos pera aí, o que que isso vai resultar? Que que isso vai resultar, né?" Então, é, quer dizer, é ao mesmo tempo que trata pra gente da importância de que a gente desenvolva sim a inteligência, vamos estudar, sim, vamos aprender, sim, vamos nos melhorar, sim, mas na hora de fazer o uso é que tá o grande desafio, né, de plantar adequadamente eh eh tudo isso que a gente aprendeu, né? >> E aí que entra a questão da moral. que você trouxe. O ideal seria se a gente conseguisse, né, levar as duas juntas, mas isso não acontece. E o desafio está justamente nessa questão do mérito que você trouxe também, Juliano. Que mérito teria se Deus já resolvesse tudo, criasse perfeita, né? Então é com suor, né? Suor ou é de lágrima ou é suor mesmo de transpirar pelo trabalho. Isso é importante a gente saber. Por quê? Porque quando chega aquelas questões que você mesmo trouxe, os desafios, as dificuldades, momento da gente passar por esses por essas grandes mudanças que acontecem, né? Ninguém é o mesmo quando passa por uma grande dificuldade a gente passar sem revolta, a gente passar acreditando e sabendo que nós não estamos sozinhos, que Deus Pai está sempre ao nosso lado. Isso é muito importante, principalmente para esses dias atuais. É, a gente tem vivido épocas em que a a gente vê uma sociedade muito às vezes até desesperada, né? E a gente vê pessoas querendo arrastar pessoas, né? Porque pessoas querendo arrastar pessoas, né? Para aquilo que elas acreditam ser o melhor, para aquilo que elas acreditam que é o ideal. A gente vê
E a gente vê pessoas querendo arrastar pessoas, né? Porque pessoas querendo arrastar pessoas, né? Para aquilo que elas acreditam ser o melhor, para aquilo que elas acreditam que é o ideal. A gente vê muito isso aí, né? Nós que somos espíritas, a gente tem que tomar muito cuidado com esses arrastamentos sociais, né? Porque a gente tem a doutrina para nos guiar, né? né? O evangelho ele lá, logo na introdução do evangelho, Allan Kardec deixou lá, né? Evangelho é o roteiro, né? Roteiro seguro paraa felicidade, né? Tá lá uma frase de Kardec Kardec deixou isso claro, né? Então eu penso que realmente, pelo menos é o que eu penso, é o que eu vivo e é o que eu leio, né, na codificação, é justamente isso aí. Eh, a gente tem a oportunidade, aparece alguma coisa na nossa na nossa frente e agora o que que vai me ajudar a tomar uma decisão? É sempre o evangelho. Tem que ser sempre o evangelho. O que for mais compatível com o evangelho garante resultados melhores. Garante resultados melhores, né? Garante uma paz de espírito melhor, garante uma vida mais equilibrada, né? A gente vê isso no próprio livro dos respiros. Tem uma questão. Você até me lembrou aqui, Clé. dessa questão que é uma questão que eu gosto muito dela, para mim é minha questão de cabeceira, sabe? Que é questão 943. 943 é a questão que vai falar sobre as tristezas da vida, o desânimo de viver, sabe? Allan Kardec, ele vai trazendo assim durante algumas questões anteriores a essa, essa preocupação, sabe, em querer entender um pouco mais da tristeza humana, o fundo das tristezas, que às vezes não parece ter uma causa, né? Mas que leva muita gente a a a desistir da vida, né? Os espíritos falam o seguinte: "Olha, existem três valores que a gente tem que atentar muito a eles." Então, o que que os espíritos vão dizer? Assim, a falta de fé é um problema. Falta de fé é um problema que pode nos levar a querer a não não viver mais ou a gente viver tristezas profundas, depressões, né? Ideações suicidas. Vem dali, né? Falta
im, a falta de fé é um problema. Falta de fé é um problema que pode nos levar a querer a não não viver mais ou a gente viver tristezas profundas, depressões, né? Ideações suicidas. Vem dali, né? Falta de fé do espíritis, que é um um pilar da nossa saúde mental é a fé, dizem os espíritos, né? Uma lição muito interessante até para psicólogos, né, de hoje avaliar um pouquinho sobre isso aí, né? Então, a fé é um pilar da saúde mental humana, da vontade de vi queismo. Outro um um outro pilar da eh saúde mental humana, da vontade de viver, da felicidade humana, dizem é é empregar bem o tempo, é sermos úteis, é você ser uma pessoa útil. Se você se sentir útil, você saber que você tá sendo útil, que tá fazendo uma coisa, né, que é de, não é que não tô dizendo que é de importância mundial, não é nada disso, não. É você se você tá trabalhando, você tá se desenvolvendo, tá cuidando da família, né, como é que tá a sua vida, você tá sendo produzindo o seu trabalho, seja lá onde for, né, que você esteja atuando, que você esteja produzindo bem. E ao mesmo tempo vem um alerta, que é o terceiro pilar também. Cuidado com a saciedade. Os espíritos de cuidado com a saciedade. Cuidado com você que aquilo que você deseja. Você tá batendo na porta na busca, por exemplo, por dinheiro. Pode ser que essa porta você abre, esse dinheiro chega e você vai descobrir que não era esse o problema. E os espíritos dizem mais pode ser esse um problema que você não tem, [risadas] não é a riqueza, por exemplo, esse tipo de coisa de saciedade, ou seja, ter todos os desejos atendidos, né? Os espíritos diz: "Olha, a saciedade está matando muito mais do que a escassez, matando entre aspas, né? Está levando as pessoas à queda, a tristezas e a depressões muito mais do que a escassez, né? Na visão dos espíritos é essa, né? Que é muito mais fácil a gente ver o rico triste, depressivo, do que o pobre depressivo. O recado que os espíritos nos dizem é isso aí, sabe? Eu acho isso de uma profundidade e de uma lucidez tão
né? Que é muito mais fácil a gente ver o rico triste, depressivo, do que o pobre depressivo. O recado que os espíritos nos dizem é isso aí, sabe? Eu acho isso de uma profundidade e de uma lucidez tão grande, nós ainda estamos imaturos para para para poder avaliar essa questão 943. Ainda estamos [risadas] >> a questão da distração, né, Gilberno? A gente distrai com muita facilidade, né? a gente perde o nosso foco. Você falando a questão de propósitos, né? Daqui uns dias estamos e é importante ter propósitos mesmos mesmo, mas quais os propósitos nós temos paraa nossa vida? >> É, exatamente, sabe? E aí a época de Natal, época que a gente pensa muito nisso, né? Eh, sobre propósito, eu sempre gosto de lembrar do livro A Gênese, no terceiro capítulo da Gênese, acho que é o céu, Kardec, ele é, ele fala assim: "Olha, vou dizer a vocês aqui de maneira direta, sem rodeios, os motivos pelos quais nós reencarnamos". É na Gênesis que ele fala de maneira bem clara e diretona, assim, sabe? Eu e ele fala assim: "Olha, nós reencarnamos só por dois motivos, só dois. Cumprindo os dois, não precisa reencarnar. Um, conhecimento, adquirir conhecimento, aprender, aprender, aprender, desenvolver e a gente conhecer coisas, né? E a gente se se desdobrar e a gente crescer, né? Aprender coisas. E o outro motivo pelo qual nós encarnamos, melhorar nossas relações interpessoais, aprender a amar, empatia, fraternidade, família, amigos. núcleos, né, onde a gente vai conviver de maneira harmoniosa, construindo redes, né, como a gente tem, por exemplo, as casas espíritas, né, lá nós vamos confraternizar com as pessoas, né, em nome da caridade, em nome do nosso aperfeiçoamento, fazemos amizades e por aí vai. Então são os dois motivos e a gente falha nos dois, né, a gente falha nos dois muito sobre isso, né? Natal época de pensar sobre os relacionamentos interpessoais para todo mundo que é cristão, que tá olhando para essa data, é a data que todo mundo coça a cabeça, fica assim: "Natal, encontrar fulano,
Natal época de pensar sobre os relacionamentos interpessoais para todo mundo que é cristão, que tá olhando para essa data, é a data que todo mundo coça a cabeça, fica assim: "Natal, encontrar fulano, ciclano, como é que vai ser? Faz a lista aí de quem vem? Não sei, dá para pôr esse aqui, não sei. Essa pessoa confusa, né? Muitos lares passam por isso aí que eu sei, né? Conheço muita gente que vive esse dilema aí no no Natal. É o convite a gente falar sobre isso, refletir sobre isso, né? Essa questão aí do do livro da Gênese, né? E o conhecimento, a gente tem que crescer, tem que aprender coisas, né? A gente tem que estudar, tem que ler, tem que se formar, né? Se a gente conseguir, tem que desenvolver nossa intelectualidade, sim, e desenvolver valores humanos, né? De desenvolver em todos os aspectos que a gente puder, né? Isso, essa aquisição de conhecimento, ela é possível só reencarnando, só aqui, tendo que trabalhar, tendo que tomar banho, tendo que se alimentar nas horas certas, né? Tendo que cuidar da saúde, [risadas] né? A gente vai crescendo é nisso. Então os objetivos de vida começa por aí, né, Glusa? Meu propósito objetivo de vida. Já tem dois, já estão lançad >> dois desafios e bons, né? Lembrando sempre que a gente precisa do alimento material e aí a gente vai deixando essa infância, porque como você trouxe primeiro a barbárie, depois a civilização material e depois a civilização moral que a gente está caminhando aí para conquistar, né? E e essa questão da convivência é tudo, é o centro de tudo, porque a gente vai aprender a amar no exercício do amor, a perdoar no exercício do perdão. Emuel já recomendava isso, já recomenda isso para nós, né? A questão e a a família é esse núcleo mesmo de aprendizado, de escola, né, que a gente precisa cuidar. Muito bom, muito bom, viu, Juliano? Tem assunto aí para vários evangelhos no lar. Olha, nós temos aqui o Eupío dando boa noite, João Batista. O João Batista ele tá desejando, né, seu boa noite. Aí ele vem comentando nesta data que representa o
unto aí para vários evangelhos no lar. Olha, nós temos aqui o Eupío dando boa noite, João Batista. O João Batista ele tá desejando, né, seu boa noite. Aí ele vem comentando nesta data que representa o nascimento de Jesus. Temos que nos ver com o coração de criança, como Jesus disse, entrará no céu aquele que tiver amor e coração de uma criança. Olha, eh, ele também diz que tem 53 anos, mas ama de criança e responsabilidade de adulto, buscando evoluir como homem de bem. Que bom, que bom, né? passou por dificuldades também. Olha o que ele está falando, né? E tudo que senti era paz, era sensação de ter passado por um reset, ó. Sensibilidade e gratidão ampliados. Que bom. O amor de Jesus desta da soberba dos dos que pensam saber muito e se aproxima dos humildes necessitados, né? Ele distancia, né? Nós ainda vamos aprender muito, ó, né? A Maria Lúcia também deixando o seu boa noite, feliz Natal. A Eliane Fagundes, você conhece? Minha esposa tá aí >> deixando o seu boa noite. Que Jesus faça morada em nossos lares, em nossos corações. Feliz Natal. Seja bem-vinda, Elina. Que bom. Eu, Estevan também dizendo ótimas reflexões do Juliano Fagundes, comentários nossos, do Vinícius. Obrigado, irmãos da FEGO. Feliz Natal e até dia 31, com certeza estaremos juntos, né, Vinícius? Vamos ver se o Vinícius estará aqui conosco. Nossa, que bom, Vinícius, eu passo para você, amigo. >> Ah, sim, muito interessante as reflexões, né? Eu tava aqui refletindo, né? como que nessa época também é uma época que a gente pede muitas coisas para Deus, né? Paz, harmonia, né? E o estudo de hoje nos faz refletir como é importante que tudo isso nasça primeiramente dentro de nós, né? >> Isso. >> Então esse desafio aí das relações, né, também é um momento pra gente também de oportunidade, né, dentro desse trabalho, dentro desse objetivo que muitas vezes passa despercebido para nós encarnados, né? A gente vem aqui, é uma época também que a gente às vezes vê que as pessoas se perdem muito na questão de presentes,
dentro desse objetivo que muitas vezes passa despercebido para nós encarnados, né? A gente vem aqui, é uma época também que a gente às vezes vê que as pessoas se perdem muito na questão de presentes, material, muita coisa de consumismo, né? Amigo oculto, né? Então assim, o Natal também a gente tem que lembrar que o aniversariante é Jesus, né? E o maior presente que a gente pode dar a ele, com certeza é a nossa renovação íntima, né? É buscarmos, né? Seguir os seus ensinamentos, né? Como Juliano colocou aí para nós, né? fazer esse trabalho de repetição, de reflexão contínua na nossa vida, né? É isso que vai nos trazer os frutos do no futuro a gente possa estar melhor, né? >> Excelente, Vinícius, muito bom, né? Que que eu tenho para oferecer para o aniversariante, né? O que que eles o que que ele espera de mim e o que que eu tenho para oferecer a ele, né? É, >> é muito profundo, né? O Vinícius me lembrou sabe de quem? Jerônimo Mendonça. Jô Mendonça sofreu muito, né? O gigante deitado, nome dele, né? Ele teve essa filha lá, né? E viveu aí, né? Na cama, viveu cego, né? E um cristão exemplar, né? Um espírito exemplar, né? E o Gerâimo Mendonça, ele falava assim: "Nós podemos falar sobre os mais diversos assuntos em nome da do Cristo, né? Nós podemos tratar, mas ele dizia o seguinte: "Olha, quando fala de paciência, fale com paciência, fale de paciência com paciência, fale com fé, fale de caridade, fazendo a caridade, fala de amor, amando." Sabe, eu acho tão bonito esse esse essa esse modo como Jerônimo tratava as coisas, né? Quer dizer, a gente abre a boca, mas já tem que tá dentro o sentimento, né? A vontade ou mesmo a obra, como diria o apóstolo Thiago, né? Ou então com a obra, né? E a gente fala daquilo que a gente tem alguma coisa para dizer mesmo, né? Ah, não é só porque leu num livro, não, né? Mas é porque eh a gente sentiu aquilo, viveu aquilo, fez aquilo, né? E aquilo ali tem algum valor e a gente não esquecer esses valores, né? não esquecer esses valores que a gente que a gente
não, né? Mas é porque eh a gente sentiu aquilo, viveu aquilo, fez aquilo, né? E aquilo ali tem algum valor e a gente não esquecer esses valores, né? não esquecer esses valores que a gente que a gente consegue, porque hoje é um convite a pensar duas coisas. Primeiramente, né, pelo menos eu enxergo dessa forma, né, e bater na porta, nós vamos bater todas as nossas reencarnações, porque tem sempre alguma coisa que nós queremos a mais. Isso é da natureza humana. Quando a gente lê, por exemplo, o livro dos espíritos, a gente vai ver lá, né, lei de conservação, lei de progresso, significa que nunca tá nada tá bom o suficiente. Sempre a gente vai querer um pouquinho a mais. E é normal, é normal. Estranho seria a gente não querer melhor, né? Os espíritos dizem lá, olha, você tem um sofá macio, mas você quer um sofá macio, mas de couro, você quer sempre uma coisa melhor. Você tá comendo a comida, é, mas você quer ela um pouco mais temperado. Os espos vão dizer que é da nossa natureza o progresso, o melhor, né? E que esse essa ânsia vai nos querer sempre a a a lutar por isso, né? Lutar pelo melhor. Não, não tô conseguindo entender isso não. Então eu vou estudar para entender. E assim que o o ser humano tem esse motor que ele nunca vai parar. Então a gente nunca vai parar de bater na porta, né, GL? Não vai chegar um dia que eu falar assim: "Ô, não preciso mais bater na porta não, tá tudo aqui. Não tem esse dia, [risadas] né? Quem quer um quer dois, quem quer dois quer três." E os espíritos dizem que isso aí é um motor da natureza, da natureza, né? Para que o ser humano sempre vá adiante, sempre queira dar um passo a mais, sempre quer ir ir além. O que às vezes nos complica é a vontade mal direcionada, né? É a vontade mal direcionada. Santo Agostinho falava sobre isso, né? Santo Agostinho, ele nas reflexões dele sobre a tentação, ele falava isso. Olha, tentação é uma é uma vontade mal direcionada, é uma vontade confusa, Santo Agostinho dizia, né? Porque falta o fundamento moral,
stinho, ele nas reflexões dele sobre a tentação, ele falava isso. Olha, tentação é uma é uma vontade mal direcionada, é uma vontade confusa, Santo Agostinho dizia, né? Porque falta o fundamento moral, né? Que vai nos regular aí as vontades ou os desejos, né? Para nos encaminhar ali para pro lugar certo. Então a gente vai est sempre querendo bater na porta. A Glá falou muito sobre a gente saber pedir ou saber bater, né? Eu [risadas] quero bater nessa porta, mas eu vou dar murro na porta, vou bater com calma. Como é que eu quero ser atendido, né? Quer dizer, se eu quero receber alguma coisa boa do lado de lá, eu tenho que bater com carinho, com paciência, com fé, com vontade de ser bem atendido, né, Gláus? Saber pedir é isso também, né? Eu quero que Deus compreenda eh o meu sofrimento, a minha dor sem a revolta. Então, se eu quero ser atendido, né, Jesus diz isso lá, né? Quer dizer, a gente não perdoa e quer que Deus nos perdoe. Que história é essa, né? [risadas] Quer dizer, eu não abro a mão para ninguém, mas eu aí eu que tô batendo na porta desesperado para que abram a mão para mim. Mas pera aí, eu não tô abrindo a mão para ninguém, né? Eu vou chegar lá com que com que com que cara, né? Jesus conta ainda outra parábola, a parábola daquele homem que ele teve a dívida perdoada, né, pelo patrão que o conv que o chamou e ele falou: "Olha, por favor, me dá um tempinho a mais aí porque tem família, tá difícil as coisas". O homem falou ass: "E tudo bem, você me pagar não". Mas aí o homem saiu de lá, ele não fez a mesma coisa com o outro criador, né? E ele falou assim: "Não, se eu quero que você me pague agora, você não pagou não, então você vai pra cadeia". Jesus falou que então que o anterior que tinha perdoado não perdoou mais não. [risadas] Foi lá e ó, né? Já quis receber aí de imediato. Então e desrespeitar nós é o o isso isso faz parte do nosso bater e e né sermos atendidos, né, do procurar e achar, né? Eu acho essa lição muito bonita para nós que estamos aqui hoje,
aí de imediato. Então e desrespeitar nós é o o isso isso faz parte do nosso bater e e né sermos atendidos, né, do procurar e achar, né? Eu acho essa lição muito bonita para nós que estamos aqui hoje, né? Hoje muitas famílias em vários locais do mundo vão fechar os olhos e pedir alguma coisa para Jesus. Vamos ter preças de Natal. Hoje vai ser um dia muito iluminado em toda parte, né? Graças a Deus a gente tem esses momentos, né, de Natal que vamos fazer, vão nos remeter aí a essa introspecção um pouco maior, né? Hoje muita gente vai bater na porta, né? E para você que é cristão, que tá nos assistindo aí de casa, que é espírita e que vai sentar com essa família daqui um pouquinho para fazer pelo menos uma prece, né, antes da ceia, né, antes antes do de finalizar aí, né, o essa virada. Pensa nisso. Bata com o coração aberto. Não bata com o coração fechado, com raiva. Não bate com raiva. Não bate o coração fechado. Não bate o coração aberto, né? ao melhor as chances de você obter essa misericórdia divina, de você obter essa graça, né? Porque a misericórdia e a graça vão muito além do que a gente pede, [risadas] né? Então aumentam muitas essas chances, depende de nós isso aí, né? Depende de muito de nós isso aí, né? Então eu eu tenho essa eu tenho esse pensamento, eu tenho esse sentimento, né? E é isso que eu tento executar, né? O máx possível. Sim, Juliane. Às vezes a gente fica com dificuldade de como eu bater, né, como que eu devo bater essa porta, é só pensar o que eu vou pedir traz benefício para mim e para outras pessoas ou o contrário, não traz benefício e ainda agrava a situação, prejudica a mim e as outras pessoas. Eu acho que a gente tem uma uma medida que ela é única, né? Fazer ao outro aquilo que gostaria que vos fizesse. O que eu estou pedindo para Deus, né? Eu eu posso falar, eu posso mostrar, porque a gente precisa, né, e ir refletindo nesses estágios em que nós nos encontramos. E cada um vai ser exigido, né? Porque quanto mais conhecimento eu tenho, mais é exigido de mim uma postura
trar, porque a gente precisa, né, e ir refletindo nesses estágios em que nós nos encontramos. E cada um vai ser exigido, né? Porque quanto mais conhecimento eu tenho, mais é exigido de mim uma postura diferente, uma postura melhor, uma postura que é menos egoísta, menos orgulhosa. Eu acho que cabe a gente refletir muito, resumindo todos os ensinamentos de Jesus, a gente cai aonde? no amor, >> né? Mas o amor genuíno, o amor fraterno, que nós estamos no caminho para esse entendimento, para essa conquista, todos nós vamos chegar e que cheguemos juntos uns uns apoiando os outros, né? Uns fortalecendo os outros. já nessa compreensão que não vale a pena a gente seguir sozinho, a gente precisa seguir juntos. Eh, vou dar boa noite para para o Marcondes aqui, deixando o seu boa noite. Ela de Paulista, Pernambuco. Que bacana. Seja bem-vindo. Muito bom, né? A Odet também. Verdade, precisamos aprender a pedir e somos todos atendidos. Somos todos, né? Eh, a gente gosta muito dessas passagens de Jesus no atendimento espiritual, porque dá muita esperança, fortalece muito a fé, né? peça. Você tem que lembrar que você é filho e como filho, Deus misericordioso vai atender. Mas como eu devo estar com esse coração para pedir, né, Juliana? Eu já passo para você deixar as suas considerações finais. Isso nós já falamos muito, né? E foi um encontro belíssimo. Eu acho que todo mundo aqui tava muito inspirado, né? A Gláuscio, Vinícius, né? Mas eh o espiritismo vai falar pra gente o seguinte: "Olha, a esperança ela deve superar qualquer outro, né, sentimento que a gente tem. A esperança ela é, né, só não é mais importante que o amor, né, mas a esperança ela é que deve guiar os nossos dias, sabe? Eh, Deus tem um plano para todo mundo, né? Nós não estamos aqui vivendo uma experiência, sabe, aleatória ou desconfigurada, não sabe? Deus muitas vezes vai nos responder no silêncio, às vezes nos responde solicitando paciência, né? Às vezes a gente pede hoje, mas não chegou hoje. Será que porque o quê? Será que era o que devia
sabe? Deus muitas vezes vai nos responder no silêncio, às vezes nos responde solicitando paciência, né? Às vezes a gente pede hoje, mas não chegou hoje. Será que porque o quê? Será que era o que devia ter chegado? Era isso mesmo, né? É essa fé que a gente tem que ter, sabe? Essa fé que a gente tem que ter. nunca deixar de refletir o porquê das coisas. Todos nós vamos bater, né, como eu disse anteriormente, e é uma coisa que a a doutrina espírito nos fala com muita força, né? Iremos bater todo dia nessa encarnação e na próxima e na próxima, na próxima sempre iremos bater na porta, porque sempre nós sentiremos que hoje poderia ser melhor do que foi ontem. Sempre iremos sentir que amanhã será poderá ser melhor do que hoje em algum aspecto da nossa existência, né? qualquer que seja o aspecto. Então, é sempre a gente bater com esse espírito de amor, de carinho, de gentileza, lembrando que Jesus é uma pessoa, que Deus é uma inteligência suprema, né? Como é que a gente quer conversar com Deus com revolta no coração? Não, gente, é com amor e paciência, né? Esse é o nosso jeito de pedir, esse é o nosso jeito espírita de ser, que é o jeito que os espíritos vão nos dizer que dá mais resultado. Essa lição, ela não foi uma lição aleatória, né? Uma lição boa, que caiu num dia bom, que veio nos dar um uma lição de vida, né? Sobre nosso relacionamento com Deus, nosso relacionamento com Jesus, nosso relacionamento com os nossos benfeitores amigos. Então é isso, é pensar o seguinte, gente, não chegou o que eu pedi hoje, calma, vai chegar amanhã, vai chegar quando você precisar, porque tudo, tudo Deus nos ensina de alguma forma. Deus é pai, não é padrasto. Deus nos ama e quer o melhor para nós. E nem sempre temos condição de avaliar o que que é o melhor. Somos como crianças espirituais. Às vezes a criança quer uma coisa que pode lhe fazer mal. Então é a gente nunca deixar de acreditar que Deus é o nosso pai, é o nosso provedor, sempre ter ele como a nossa referência, mas sempre entendendo que se Deus não nos
ma coisa que pode lhe fazer mal. Então é a gente nunca deixar de acreditar que Deus é o nosso pai, é o nosso provedor, sempre ter ele como a nossa referência, mas sempre entendendo que se Deus não nos deu hoje, tem uma lição aí. [risadas] E se nos deu, tem uma lição aí também. Tem uma lição aí também poderosa para todos nós, gente. O que nós não podemos é cair na descrença. Não, gente, tá tudo certo, viu? Tá tudo certo. Às vezes não tá tudo bem, mas tá tudo certo. Tá tudo certo, porque é isso que Deus faz para todos nós. Faz o melhor, gente. É isso. E ter essa essa esperança, essa fé sempre, viu? Não vamos deixar de ter essa fé, não. É isso. >> Excelente. Muito obrigada, Juliano, por ser atendido ao nosso convite nessa noite que é muito especial. É uma noite de reunião familiar, né? Que a sua família seja muito abençoada. muito iluminada também. Que possamos estar muitas e muitas vezes juntos nesse evangelho no lar, refletindo, levando uma palavra de esperança esclarecedora. Muito obrigada. Muito obrigada, Vinícius também por estar também conosco nessa noite especial. Gratidão a todos. Gratidão aos amigos que estão conosco, aos que irão acessar o nosso evangelho no lar posteriormente. Muita paz, feliz Natal a todos. que realmente nós possamos sentir esse verdadeiro sentido do Natal, eh, trazendo os ensinamentos de Jesus fundo aos nossos lares, aos nossos corações, nos esforçando cada dia mais, colocando muita vontade de aprender e de colocar esses ensinamentos na prática do nosso dia a dia. Muito obrigada pela oportunidade. Peço pro Vinícius colocar a nossa poesia para encerrarmos nosso evangelho desta noite. Fiquem com Deus, muita paz e até a próxima quarta-feira. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da
semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เฮ