Evangelho no Lar - #160
Evangelho no Lar - #160 Programado para o dia 23 de abril de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, itens 8 e 9, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Boa noite. Meu nome é Cláusia e sou na coordenação da área do atendimento espiritual. Retornamos com mais um Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. é uma campanha permanente e acontece em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos muito bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO, YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é o colaborador da área da comunicação da Féoo. Boa noite, Vinícius, seja muito bem-vindo. Boa noite, Cláuscia. Boa noite a todos, irmãos e irmãs. Prazer estar aqui novamente. Nós te agradecemos a sua presença e o professor Ademar, que é o coordenador da área de estudo do espiritismo da FE. Boa noite professor, seja muito bem-vindo. A nossa gratidão como sempre por aceitar o nosso convite. Boa noite a todos. Boa noite, Vinícius. Boa noite, Gláuscia. E boa noite a todos aqueles que estão eh nos assistindo presencialmente ou que vão nos assistir eh posteriormente, tá? Muita luz, muita graça a todos nós. Muito obrigada, professor. Nós vamos dar boa noite aqui paraa Catalane. Ela nos diz boa noite a todos. Ela está lá no Rio de Janeiro. Que Jesus abençoe a todos nós e toda a humanidade. Que assim seja. A Maria Lúcia Barbosa deixando também seu boa noite a todos. A Rosete Marques também, boa noite, paz e luz. O Eupídio Quirinos está aqui conosco em Goiânia nos acompanhando. Boa noite a todos. Luz e paz. Sejam todos muito bem-vindos. Coloca o nome, a cidade onde estão falando. Venho aqui sintonizar nesse momento que é tão sublime, onde nós convidamos Jesus adentrar os nossos lares, os nossos corações, estar aqui conosco nesse momento também de aprendizado e de troca. E para iniciarmos então o nosso momento especial do Evangelho no Lar, eu peço
mos Jesus adentrar os nossos lares, os nossos corações, estar aqui conosco nesse momento também de aprendizado e de troca. E para iniciarmos então o nosso momento especial do Evangelho no Lar, eu peço pro Vinícius fazer a leitura da mensagem do capítulo 160 do livro Vida Feliz, psicografada por Divaldo Perira Franco, ditada pelo espírito Joana de Angelo. E em seguida ele fará nossa prece inicial. Então, capítulo 160 da obra Vida Feliz. Num dia extenso com 24 horas, reserva alguns momentos à reflexão. Quem caminha sem meditar perde o contato consigo mesmo, encurralado nos ponteiros do relógio ou disparado à frente deles, ou vagarosamente após eles, aturde-se, esquecendo o rumo. É indispensável o êxito, fazer periódica revisão de metas e de ações. Usando a reflexão, repassarás os equívocos e terás tempo de repará-los. Reprogramarás os deveres e te renovarás com mais facilidade. Fala menos, dorme um pouco menos e medita mais. Minutos que desperdiças, se os usares para meditação, se transformarão em pontos luminosos do teu dia. E nesse momento nós convidamos a todos os nossos irmãos e irmãs, devemos pois nosso pensamento a Deus, nosso pai. Pai amado, agradecemos, Senhor, pela oportunidade bendita de mais este encontro em que podemos refletir acerca do evangelho, os ensinos que nosso mestre Jesus nos deixou, que eles possam nos inspirar a prática do bem, do amor e da caridade. que possamos através deles, Senhor, relembrar e desenvolver todos os valores que estão dentro de nós, para que possamos assim manifestá-los e levá-los a todos ao nosso redor, também trabalhando pelo nosso crescimento espiritual. Pedimos, Senhor, que suas bênçãos e a sua proteção possam estar com aqueles mais necessitados nesse momento. Que assim seja. Veja, então nós estamos no capítulo 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo. A fé transporta a montanha. Hoje o professor Ademar trará suas reflexões eh dos itens oito e 9, a figueira seca. Lembrando que a editora da FEB, a tradução de Blon Rib. Fique à vontade, professor.
mo. A fé transporta a montanha. Hoje o professor Ademar trará suas reflexões eh dos itens oito e 9, a figueira seca. Lembrando que a editora da FEB, a tradução de Blon Rib. Fique à vontade, professor. Mais uma vez, boa noite a todos. Boa noite, Glaus. Boa noite, Vinícius. Que todos sejam muito bem-vindos ao nossa, às nossas reflexões da noite de hoje e que possamos trazer a mensagem de Jesus aos corações daqueles que estão necessitando de auxílio, de misericórdia e de luz nos seus caminhos. Então, nessa passagem do Evangelho, no capítulo 19, a fé que transporta montanhas, no item 8 e 9, é a parábola da figueira que secou, não é? Da figueira seca. Então, a, o título nos remonta à mensagem de Jesus, que diz que ao outro dia, como saíssem de Betânia, teve fome. E tendo visto ao longe uma figueira, lá foi ver se acharia nela alguma coisa. E quando chegou nela, nada encontrou, senão folhas, porque não era tempo de figos. E falando lhe disse: "Nunca mais, jamais coma alguém frutos de ti para sempre". E no outro dia pela manhã, ao passarem pela figueira, viram que ela estava seca até as raízes. Então, lembrando Pedro disse para Jesus: "Olha, mestre, como secou a figueira que tu amaldiçoastes?" E respondendo Jesus lhe disse: "Tende fé em Deus. Em verdade vos afirmo que todo o que disser a este monte, tira-te e lança-te ao mar". E isto sem hesitar no seu coração, mas tendo fé de que tudo o que quiser disser sucederá, ele o verá cumprir assim. Essa passagem está no Evangelho de Marcos, no capítulo 11, versículo de 12 a 14 e de 20 a 23. Então, vamos fazer uma reflexão sobre esse ensinamento que Jesus trouxe para nós, né? Se nós fixarmos no título a parábola, esse foi essa foi apenas uma história contada por Jesus para fixar um grande ensinamento para todos nós. Então Jesus usava muito dessas partes, desses ensinamentos para trazer a mensagem para nós. Ele contava parábolas, ele contava histórias, ele dava exemplos, ele procurava as coisas da época que era comum para aquele povo, para citar como
, desses ensinamentos para trazer a mensagem para nós. Ele contava parábolas, ele contava histórias, ele dava exemplos, ele procurava as coisas da época que era comum para aquele povo, para citar como exemplos para que nós pudéssemos trazer esses ensinamentos para posterioridade, né, para os ensinamentos para todas as épocas. Então, se nós fixarmos simplesmente na parábola, essa é uma história que Jesus contou lá. Mas vamos refletir sobre o que é que Jesus queria dizer com tudo isso, né? Temos que procurar entender a narrativa do seu contexto intelectual e moral, sem perder a de vista a missão de Jesus, que o que que Jesus queria trazer na boa nova, que é o código, né, que moral, o único capaz de transformar o espírito imortal de simples e ignorante, como foi criado em um ser perfeito e feliz. Então, a mensagem de Jesus era para lapidar aquele espírito simples e ignorante que foi criado, que estava evoluindo, que estava num determinado momento da sua evolução, mas que precisava de alguns ensinamentos, precisava de alguma algumas orientações, precisava mudar a rota de alguns de das suas coisas, daquilo que ele imaginava que podia ser. Então Jesus veio para trazer esses novos ensinamentos para dar sequência para esse espírito que é imortal, que foi criado simples e ignorante, possa eh pudesse evoluir e pudesse caminhar na direção da luz do Mestre. Então, sendo Jesus o espírito mais perfeito que encarnou na terra, tá na questão 625 do livro dos espíritos, tendo em vista a sua missão na terra, temos que descobrir nesses fatos narrados as lições que estão de acordo com o contexto geral dos seus ensinos. Então, vamos interpretar o que que Jesus queria dizer com tudo isso. A figueira que secou, que ela não tinha figo, que ela só tinha uma folhagem muito bonita, que no outro dia secou até as raízes, né? A fig a figueira, por não ter fruto, secou, embora bem enraizada, de tronco bem formado, de galhos bem ramificados, de copa bem enfolharada. Assim também o espírito, o homem, sem
ou até as raízes, né? A fig a figueira, por não ter fruto, secou, embora bem enraizada, de tronco bem formado, de galhos bem ramificados, de copa bem enfolharada. Assim também o espírito, o homem, sem bons sentimentos, sem virtudes divinas, sem ações carativas, generosas, celestiais, estejam embora vestidos de seda, recomados de brilhantes, reluzentes de ouro, hão de forçosamente sofrer as mesmas consequências ocorridas à figueira, por que por não dar fruto secou. Então, o que que Jesus está dizendo com isso para nós? Ele está dizendo que não adianta nós estarmos coberto de todas as os bens materiais desse mundo, de todas as coisas que trazem eh benefícios externos, que não faz a mudança interior do ser imortal. que tudo isso não vale nada se nós não trouxermos dentro do coração o amor, a bondade, a caridade, a benevolência, o amparo ao próximo. Então, nada disso eh tem valor desses bens materiais. Se internamente nós estamos ainda muito apegados às coisas do mundo, apesar de nós vivermos no mundo material, mas os bens materiais estão aqui em benefício da nossa evolução e não para que nós possamos estar em benefício desses bens materiais. se eles estão aqui para nos auxiliar a evoluir e não para nos apegarmos a ele. Então, foi assim que Allan Kardec viu na figueira seca o símbolo das pessoas que apenas aparentam o bem, sem nada de bom produzirem. São aqueles que Jesus um dia falou de sepulcros caiados, né? Por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento. Não é? Quando existe uma expressão que a gente estudava na época da infância, não é? Uns textos que tinha na cartilha da infância, falava sobre isso. E também Jesus usou muito sepulcros caiados, ou seja, por fora muito bonito, mas por dentro podre, sem nada, sem ter nada que pudesse aproveitar, não é? Então, Kardec faz essa observação, né? Eh, são as pessoas que estão vivendo desse jeito são como a figueira que nada produziu, então ela secou. São os oradores que falam bonito, mas que nada ensinam de proveitoso, né?
essa observação, né? Eh, são as pessoas que estão vivendo desse jeito são como a figueira que nada produziu, então ela secou. São os oradores que falam bonito, mas que nada ensinam de proveitoso, né? Eh, são a usam palavras maravilhosas, mas palavras vazias de conteúdo para quem as ouvem, das pessoas que poderiam ser úteis, mas não são, de todas as utopias, de todos os sistemas vazios, de todas as doutrinas sem bases sólidas. Então, essa é a figueira que secou, é aquilo que não vai prosperar, né? Ela não tem aduba, ela não tem, ela não dá sementes, ela não reproduz, ela vai desaparecer, né? Ela vai secar com o tempo. O que falta na maioria das vezes é a verdadeira fé. É a fé que realmente é a fé realmente fecunda, aquela fé que Jesus falou, a fé que comoove as fibras do coração em uma palavra. É a fé que transporta montanhas. Foi isso que Jesus disse muitas vezes, né? Se tivesse fé do tamanho do grão de mostarda, removerias essa montanha de um lugar para outro. Que montanha é essa que Jesus está removendo? são os nossos defeitos, as nossas imperfeições, as nossas eh o nosso egoísmo, as nossas vaidades. Então, a fé que Jesus tá falando aí não é uma montanha física, é a montanha interior dos nossos defeitos, das nossas imperfeições, né? Então, são árvores frondosas, mas sem frutos. E por isso que Jesus as condena à esterilidade, pois dia virá em que ficarão seca até as raízes. Isso quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que não produzirem nenhum bem para a humanidade serão reduzidas a nada, vai secar até as raízes. e que todos os homens voluntariamente inúteis que não se utilizam dos recursos de que estavam dotados serão tratados como a figueira seca. Lembra da parábola dos talentos? Quando ele dá os talentos e aqueles que não produzem, né? Ele deu cinco para um, três para outro, um para outro. O que teve cinco produziu, que teve três produziu, que tem um enterrou. Ou seja, ele tirou até aquele e disse: "Esse até o que ele tem vai ser tirado". Então, no código divino, somente são
para outro. O que teve cinco produziu, que teve três produziu, que tem um enterrou. Ou seja, ele tirou até aquele e disse: "Esse até o que ele tem vai ser tirado". Então, no código divino, somente são contabilizadas como crédito as obras úteis que elevam, que auxilie o homem a desapegar-se das coisas materiais, essas obras materiais que mantém presos os valores terrenos. Então, só as coisas úteis que faz a gente desapegar desses bens materiais, dessas obras materiais, é que tem valores espirituais. São esses valores terrenos que dificultam a elevação do espírito. Esse espírito que reencarna tantas vezes quantas forem necessárias até a purificação. Encarna em mundos materiais para desenvolver-se até estar em condições de viver a vida plena da sabedoria, não é, e do amor em mundos espirituais mais felizes. Então, nós vamos ter a oportunidade de voltar muitas vezes, quantas forem necessárias, até que nós possamos eh estar em condições de galgar mundos mais felizes, mundos mais ditosos, onde o amor prevaleça sobre as outras, os outros males que estão colocados nos mundos materiais. Então, tudo que não colabora com aperfeiçoamento espiritual do homem é como a figueira que não produz frutos e deve ser banido da mente e dos corações humanos. uma instituição religiosa onde se faça questão de cultos, de dogmas, de mistérios, de rituais, de exterioridades, mas que não pratica a caridade, não exerça misericórdia, não dê comida aos famintos, não agasalhe, nem veste os nus e nem dá trata aos doentes, que não promova a propaganda do amor ao próximo, da necessidade da evolução moral, do estabelecimento da verdadeira fé. Essa instituição não passa de uma figueira enfolharada, mas sem frutos vai secar. O que de realmente precisamos é da árvore, dos frutos da árvore. A árvore eh não precisa ser tão frondosa, mas ela precisa dar frutos de qualidade. Ela precisa semear sementes que vai reproduzir uma floresta inteira, ou seja, vai deixar as marcas para uma humanidade que eh que sofre, que padece,
frondosa, mas ela precisa dar frutos de qualidade. Ela precisa semear sementes que vai reproduzir uma floresta inteira, ou seja, vai deixar as marcas para uma humanidade que eh que sofre, que padece, que tem anseios. de conhecimento, de espiritualização e de evolução. O de que precisamos da religião são as boas obras que ela realiza. Isso quer dizer que todos os sistemas, todas as doutrinas que não produzirão nenhum bem para a humanidade serão reduzidas ao nada e que todos os homens voluntariamente inúteis que não se utilizaram dos recursos de que estavam dotados também serão tratados como a figueira que secou, né? A figueira seca. Precisamos compreender que a época dos dogmas já passou com o tempo da obra eh estéril que vai desaparecer, né? Então, a esterilidade eh dessas desses tempos eh dogmáticos eh de tanta aparência, ela vai também desaparecer. Jesus está nessa passagem evangélica chamando a nossa atenção para as boas obras, não de aparência, mas de valor real para a humanidade. O verniz da caridade nada vale, pois a salvação da alma está presa ao essencial, não ao que aparentemente mostramos ser. Um centro espírita, por exemplo, se não servir de lenitiva aos que procuram, pode se tornar uma figueira seca, pois deixou de atender as necessidades de seus frequentadores. Por isso, cada um de seus integrantes deve se sacrificar para que todo o todo prevaleça sobre as opiniões. E no caso do espiritismo, os princípios doutrinários devem sempre estar em primeiro lugar. E uma passagem, Glausa, interessante lá no livro Fonte Viva, que tá no capítulo 7, que fala eh pelos frutos. Ó, a mensagem de Emanuel no livro Fonte Viva, capítulo 7. Mano diz o seguinte: "Não é o tamanho, a configuração, as ramagens, os rebentos verdes, as pontas ressequidas, o aspecto brilhante, a veludez do tronco, a fragilidade das folhas, o aroma atraente. Não é pela aparência exterior, mas pelos frutos pela sua utilidade e produção." Conclui, Emanuo, que o que realmente vale é a substância da nossa
do tronco, a fragilidade das folhas, o aroma atraente. Não é pela aparência exterior, mas pelos frutos pela sua utilidade e produção." Conclui, Emanuo, que o que realmente vale é a substância da nossa colaboração no progresso comum, na importância do nosso concurso no bem geral. Essa é a mensagem de Emanuel que tá lá no Fonte Viva no capítulo 7. É interessante que depois possam dar uma olhadinha lá e traz muito, muitas reflexões para o nosso dia a dia. Por isso, não só aspecto agradável, mas igualmente utilidade viva, não apenas flores, mas frutos. Não somente ensino continuado, mas igualmente demonstração viva. Exemplo, né? Mostrar com exemplo não só a teoria excelente, mas também a prática santificante. Aqueles, pois, que não conseguirem a fé que remove montanhas por sua própria teimosia ou orgulho ou indiferença, não acompanharão os que viverão na terra regenerada ou em mundos melhores. Nós estamos agora nos primeiros momentos dos primeira hora, do primeiro dia, da primeira hora, dos primeiros segundos do dos tempos novos de regeneração. Então, não podemos perder nenhuma oportunidade de mostrarmos que temos condição de estarmos nesse mundo novo, que não somos como aquele que foi convidado para o festim, não estava com a veste no picial e que foi retirado e colocado para fora, onde havia pranto e ranger de dentes. aqueles também que tiver como a figueira que secou. Jesus deu muitos exemplos no seu evangelho que vai ser conduzido para outros locais inferiores onde eles vão ter oportunidade de evoluir, porque Deus é pai e ele dá oportunidade para todos nós. Então, a volta, a reencarnação em mundos inferiores para que possam também lapidar essas mazelas que trazem dentro do coração, também representa a figueira que secou. serão banidos para um mundo primitivo, onde em um novo e difícil recomeçar continuarão seu desenvolvimento moral. estarão mortos para viverem em mundos iguais ou melhor do que a Terra, mas estarão vivos em mundos inferiores onde vão recomeçar a sua evolução, o seu progresso
continuarão seu desenvolvimento moral. estarão mortos para viverem em mundos iguais ou melhor do que a Terra, mas estarão vivos em mundos inferiores onde vão recomeçar a sua evolução, o seu progresso espiritual em no caminho da evolução. Todos nós temos um único objetivo, chegar à evolução final, ou seja, aos mundos de tos, aos mundos de regeneração. Então é isso que Deus espera de cada um de nós, né? Então a lição, pois dessa passagem evangélica é a da necessidade do homem sempre, em qualquer situação, em todas as suas experiências de vida, produzir coisas boas. úteis e belas, que traga conforto e bem-estar para a sociedade, para o meio onde ele vive. coisas que eleve o homem para algo melhor, superando as limitações que a imperfeição produz, confiando nas suas capacidades, nas suas possibilidades, como o filho de Deus imortal e perfectível que é. A vida de aparência caridosa pode enganar a todos nós, aos homens, pode até fazer prosélitos. mas não consegue lutibriar a Deus, que é eminentemente sabedoria e justiça. Esta esta é a lição que devemos extrair dessa parábola. É esses ensinamentos que nós precisamos introjetar dentro de nós, fazer com que nós possamos refletir, analisar o que que Jesus estava dizendo para todos nós nesta parábola, para que nós pudéssemos evoluir, crescer espiritualmente rumo ao progresso espiritual. Então, Gláuser, essas reflexões que foram colocadas no Evangelho devem fazer parte da nossa noite de hoje, dos nossos comentar, das nossas discussões, das nossas interações com todos aqueles que estão nos assistindo e que vão nos assistir depois, para que todos possam também entender o porqu Jesus disse essas coisas e quais as consequências de ser uma figueira que não dá fruto, o que que vai acontecer com ela? Ou seja, aquele que tem os talentos e não os reproduz, ou seja, não aumenta esses talentos, que enterra esses talentos. Não é isso que Jesus espera de cada um de nós. E também não ser igual àele convidado para o festim de bodas e que não está com a veste
ou seja, não aumenta esses talentos, que enterra esses talentos. Não é isso que Jesus espera de cada um de nós. E também não ser igual àele convidado para o festim de bodas e que não está com a veste nupcial, que é lançado fora onde vai haver planta e rangel de dentes, ou seja, retornar a mundos inferiores para recomeçar a sua evolução. não perde os conhecimentos adquiridos, mas o sofrimento dói muito no corpo físico para que ele possa crescer espiritualmente. Então, Gláusen, seria mais ou menos essa reflexão paraa nossa noite de hoje. Excelentes reflexões, professor. Nós já agradecemos muitíssimo porque quando a gente ouve ler essa essa parábola, a gente de início a gente sente uma estranheza de Jesus falar assim, ele quer comer uma uma fruta que não está na época e ainda deseja que ela seque para que ninguém coma mais. A princípio assim, a gente acha muito estranho, mas esse desenrolar nessas reflexões, uma observação mais acurada, a gente percebe e fala diretamente aos nossos corações trabalhadores espíritas. O que que é ter essa fé em Deus? O que é ter essa fé que transporta essas montanhas? O que é pensar, agir e fazer acontecer? É isso, né, Gláus? Que se nós eh analisarmos ao pé da letra, nós vamos ter uma impressão muito ruim do Cristo, porque como é que ele olha para uma figueira que não tem frutos e não época de fruto e amaldiçoa e onde ela até as raízes dela é exterminada. Ou seja, ninguém duvida que o Cristo poderia fazer isso através do seu magnetismo, mas não é essa mensagem que está aí. Não é isso que está aqui para ser analisado. A mensagem é muito maior. Ah, quando nós analisamos ao pé da letra, nós deixamos de tirar o espírito da letra, ou seja, a mensagem do Cristo para todos nós, e ficamos eh numa numa ilusão de um conhecimento que não foi aquele que o Cristo quis passar para nós, né? Então, saber que o Cristo teria magnetismo para realizar todos esses prodígios, isso não está em discussão, porque isso é, eles sabemos que ele tinha e que poderia usar, mas não foi
ssar para nós, né? Então, saber que o Cristo teria magnetismo para realizar todos esses prodígios, isso não está em discussão, porque isso é, eles sabemos que ele tinha e que poderia usar, mas não foi essa a mensagem, porque isso é uma parábola, é uma história, é uma parábola. tá contando isso aí para servir de ensinamento, para servir de exemplo, para nós trazermos isso para os nossos dias, para as nossas vidas, para os nossos lares, para que nós possamos também entender que não podemos ser uma figueiras que vai secar. Nós temos que produzir bons frutos para que esses frutos gerem sementes que possam gerar novas árvores de bons frutos. E é assim que ele espera de cada um de nós, não ficarmos na superficialidade. É isso, ter o conhecimento. O senhor tocou num ponto aí do Evangelho Rede Vivo que é primordial, eh nos ensina realmente a a resgatar eh esses ensinamentos para que a gente possa refletir e que a gente possa sentir e vivenciá-los. É muito simples a gente usar às vezes esses ensinamentos para justificar a nossa a nossa má vontade, a nossa inércia. Mas esse essa parábola vem muito para que a gente possa despertar. Não basta só ter uma aparência, não basta só apenas achar que s dos ensinamentos de Jesus à luz da doutrina espírita. Nós precisamos aprofundar. E eu acho que é muito aliado também, professor, ao tempo, ao agora, ao presente. E o senhor comentou a respeito disso também, né? Nós temos outras oportunidades, né? A reencarnação, ela é uma constatação da justiça divina e o amor que ele tem por cada um de nós. Mas em relação a esse tempo, a essa oportunidade que nós temos, o senhor pode comentar um pouquinho, professor? Sim, nós estamos agora vivendo momentos de muita reflexão, onde a os fatores tecnológicos estão trazendo, bombardeando a todos nós de muitas informações. Então, nós temos que também saber filtrar essas informações que estão nos chegando para nós e saber quais delas que t fundamento doutrinário que traz benefício para o ser imortal que nós somos, para o espírito imortal
que também saber filtrar essas informações que estão nos chegando para nós e saber quais delas que t fundamento doutrinário que traz benefício para o ser imortal que nós somos, para o espírito imortal que somos. Porque os tempos estão chegando, a evolução está a a passos mais largos, a Terra está sendo está sendo transformada aos poucos. Ah, tem gente que às vezes comenta, né, Gláusa, que vai ser no ano de 2057, outros falam: "Ah, já foi em 2012". O tempo de Deus é diferente, não é esse tempo que nós temos aqui cronológico, que nós usamos o relógio e o ano civil para determinar. Então, nem nós não sabemos isso. Agora, uma coisa, nós temos certeza, a humanidade está evoluindo, está mudando e os tempos são chegados. as informações que nós obtemos através dos mensageiros espirituais e da literatura espírita, é que nós estamos iniciando um processo de mundo de regeneração, onde quem vai regenerar é a humanidade. a humanidade vai se transformar e aqueles que não tem não acompanharem vão ficando para trás, não vão deixar de ter oportunidades para crescer, para evoluir, mas não vão acompanhar os outros. Então, esses tempos são chegados, esses tempos estão aí. É como se nós estivéssemos no amanhecer, ou seja, o dia vai amanhecendo, a luz vai iluminando e a escuridão vai ficando para trás e vai surgindo uma nova época, um novo tempo. Agora, isso demora. Isso não é de um dia pro outro. Deus dá oportunidade para todos nós fazermos as coisas que deveriam ser feitas. E ele disse ainda muita em outras passagens que ia chegar o tempo onde haveria um só rebanho e um só pastor. E esses tempos estão caminhando, não é? Esses tempos estão assim mostrando para nós que isso é possível. Então, cabe a cada um de nós sermos uma dessas ovelhas que vai pertencer a esse rebanho único, que é a luz do Cristo, iluminando o sol de todos nós. Ou seja, teremos outras oportunidades, mas não nas condições que nós temos no momento e com aqueles que nós precisamos também estarmos aí na reparação, no aprendizado, na
luminando o sol de todos nós. Ou seja, teremos outras oportunidades, mas não nas condições que nós temos no momento e com aqueles que nós precisamos também estarmos aí na reparação, no aprendizado, na transformação. Eh, eu fico assim pensando, né, professor, nessa questão dessa verdadeira fé. essa verdadeira fé que ela ela faz com que tudo aconteça, mas não é tudo a nossa mera vontade, a nossa nosso desejo, a nossa vontade egoísta. Essa vontade ela tem aqui eh nessa nesses dois itens é bem é bem claro para nós, né? nós, o que que nós estamos desejando, o que que nós estamos fazendo, construindo para isso. Então, é algo ainda mais que vem reforçar da minha responsabilidade e compromisso com a minha evolução, com a minha transformação, mas em auxiliar o outro também. Isso. E a verdadeira fé, Graus, ela é aquela onde a gente eh se entrega a aquela confiança que a gente tem. É uma entrega, é confiar, é entregar para aquilo que a gente tem certeza que vai acontecer. Então, às vezes, as pessoas perguntam: "Você acredita?" Não, eu não acredito. Eu sei que é assim. É diferente de acreditar. Então quando eu falo que eu sei, é porque aquilo é muito forte dentro de mim, né? Eu costumo dar sempre o exemplo do piloto do avião. Quando você entra no avião, você confia que ele vai levantar voo, vai colocar o avião no ar e depois vai colocar ele no chão de novo. Mas a hora que o avião levanta e tá lá em cima, você entregou sua vida a ele. Então é muito mais do que confiar. É uma coisa diferente. As palavras às vezes não aparece com a identificação da força que tem esse sentimento. Porque que que você pode fazer quando você tá lá em cima? Se alguém sai lá da cabina e fala assim: "Ó, o piloto desencarnou e pronto." E aí, então a gente é é diferente. Então, confiar eh é diferente de acreditar, eh, saber que que aquilo é verdade. Eu sei, eu confio, eu sei, é isso que vai acontecer. É o mesmo que você ter algum objeto dentro de uma caixa e alguém te perguntar que que tá ali. Eu sei o que que tá lá. Eu conheço
aquilo é verdade. Eu sei, eu confio, eu sei, é isso que vai acontecer. É o mesmo que você ter algum objeto dentro de uma caixa e alguém te perguntar que que tá ali. Eu sei o que que tá lá. Eu conheço aquilo ali. Então é isso que a gente precisa. E como que a gente aduba fé? e fazendo os exercícios da mente, fazendo a oração, procurando ler obras edificantes, procurando estarem sempre observando e ajudando aqueles que precisam da nossa ajuda, que estão ao nosso redor. Então, é adubar essa fé, é fazer com que ela sempre esteja aumentando, né? Então, tem vários capítulos no Evangelho que Jesus fala sobre a fé, a fé humana, a fé divina. Nós temos que ter essa esses sentimentos dentro de nós, porque é ele que faz com que nós possamos evoluir, crescer espiritualmente e trabalhar dentro daquilo que Jesus pediu. Benevolência para com todos, indulgência com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Então, precisamos trabalhar sempre com esses objetivos na vida. Muito bom, Vinícius. Depois a gente vai passar para as contribuições no chat. A gente percebe com isso tudo, né, como a a encarnação é uma oportunidade muito valiosa, né, da gente tá aqui presente na terra, tá aprendendo com a experiência humana, né, a colocar em prática tudo aquilo que Jesus tem nos ensinado, né, e a gente não veio aqui para passear, né, a gente tem um compromisso muito sério, né, com esse papel que a gente assumiu aqui na terra, né, papel com a família, com a nossa própria renovação, né, dos nossos valores, né, né? E tudo isso que a gente tem conversado é muito importante, né? Porque mesmo sabendo de tudo isso, a gente tem ainda muita dificuldade de colocar em prática, né? E como estudo fala, falta essa fé, essa confiança, né? E é interessante pensar que todos aqueles que tutelaram nossa encarnação, que trabalharam para que a gente estivesse aqui, fizeram esse investimento, tem muita confiança em nós, né? Então a gente também precisa fazer a nossa parte, fazer o nosso esforço, né? A gente tem uma
que trabalharam para que a gente estivesse aqui, fizeram esse investimento, tem muita confiança em nós, né? Então a gente também precisa fazer a nossa parte, fazer o nosso esforço, né? A gente tem uma espiritualidade que nos auxilia, mas é necessário que também a gente faça a nossa parte, que a gente se movimente, que a gente crie esses momentos como a gente tá tendo agora de reflexão, como a obra da Joana de Angeles falou lá no início do nosso estudo, né? A gente sair desse piloto automático, começar a refletir mais sobre que que a gente precisa nesse momento aprender, né? E o evangelho de Jesus sempre tem alguma coisa para nos ensinar nesse momento que a gente tá passando, ainda mais nesse momento de transição que é um pouco mais turbulento, né? E é isso que eu queria contribuir, né? Muito bom, Vinícius. Não é qualquer fé, simplesmente a fé raciocinada, aquela apoiada no conhecimento, na comprovação. Por isso que nós sempre temos que pensar, por mais que a gente esteja passando por um momento de aflição, de dor, tudo passa. Tudo passa e não estamos sozinhos. E a promessa de Jesus, ela ecoa, né? Ela ecoa por pela eternidade. Ele estará sempre conosco até o fim dos tempos. Então, é uma promessa amorosa, cuidadosa, de irmão, de de sinalizador, de o nosso guia e modelo. Bom, a Janete, Janete Santos, ela nos acompanha de Salvador, Bahia. Boa noite, saúde e paz para todos. Muito obrigada pela sua presença, Janete. Arlene também. Gratidão por este momento com vocês e pela doutrina maravilhosa que Jesus nos enviou. Nós que agradecemos a sua presença e ela continua. Olha, falávamos segunda no estudo, não basta falar, mas sim trabalhar, abrir as portas, não só da casa espírita, mas também mãos e coração para o trabalho. Perfeito, perfeito, e a Cátia também vem reforçar o capítulo que o senhor trouxe. Olha, esse capítulo, professor, está até destacado no meu livro. Muito importante fazermos essa leitura. OK? E ela continua. Penso que temos que usar as nossas potências para colaborar,
senhor trouxe. Olha, esse capítulo, professor, está até destacado no meu livro. Muito importante fazermos essa leitura. OK? E ela continua. Penso que temos que usar as nossas potências para colaborar, sendo úteis aonde estivermos. A evangelização é plantar sementes e aguardar que um dia vamos ver árvores frondosas. Isso é o que almejamos. A árvore alguma será conhecida ou amada pelas aparências exteriores, mas sim pelos frutos. pela utilidade, pela produção. Uma frase do texto que o senhor falou. Perfeito. E mano, né, professor? Que bom. Se o senhor quiser comentar, você fique à vontade. E a gente não precisa ter muita pressa, precisa é fazer bem feito. Tem um ditado popular que quem diz que planta tâmas, não come as tâmas, né? Porque ela demora em torno de 90 a 100 anos para começar a produzir, mas vai produzir. Então a gente tem que plantar a semente do evangelho, tem que plantar os bons ensinamentos, porque ele vai gerar frutos. Talvez ele demore um pouco para germinar. É aquilo que Jesus falou lá. Às vezes a semente cai na beira do caminho, os pássaros comem, outros caem às vezes no meio dos espinheiros e não não eh vinga, né? Mas tem aquelas que caem em terra fértil que vai produzir muito. Então nós não temos que julgar, nós temos que fazer o que precisa ser feito. Se vai dar fruto, se não vai dar frutos, é problema de quem vai adubar essa semente para que ela produza. Então o que que nós temos que fazer? plantar a semente, ser uma árvore que produz bons frutos, que gereas futuramente. Não temos pressa. Jesus não tem pressa. Tá 4 bilhões 500 milhões de anos aí governando nesse planeta, desde que ele se desprendeu lá da nebulosa, né? tem 550 anos antes dele, que teve a reunião espiritual para eh decidir sobre a sua vinda para reencarnar, para trazer essa mensagem de luz para nós. Então ele esperou 1850 anos depois que ele chegou aqui para mandar o consolador prometido para trazer para nós o evangelho rediv, como a Glusa comentou. que é trazer os ensinamentos de Jesus, como eles devem
le esperou 1850 anos depois que ele chegou aqui para mandar o consolador prometido para trazer para nós o evangelho rediv, como a Glusa comentou. que é trazer os ensinamentos de Jesus, como eles devem ser interpretados de acordo com a época, de acordo com o momento que estava sendo vivido e de acordo com o ambiente onde estava sendo vivido aqueles ensinamentos. Então, o Evangelho Rede Vivo, ele traz, ele vem trazer para nós como que o Cristo trabalhou esses ensinamentos e qual era a mensagem que ele queria passar para nós. E isso o consolador prometido, ele prometeu para nós que ia mandar um consolador. E Allan Kardec foi instrumento para que essa consolação que é a doutrina do espírito, chegasse até nós e que nós pudéssemos ter esse entendimento diferenciado da das interpretações das mensagens do Cristo. É muito bom quando a gente começa a estudar e começa a entender, né? Muito bom. Professora, eu quero destacar o que o senhor já disse mesmo, mas o que me chama muita atenção. Ol, todos os homens voluntariamente inúteis, por falta de terem colocado em prática os recursos que tinham, serão tratados como a figueira seca. Exato. Quer dizer, recursos todos nós temos. Concorda, professor? Plenamente. Ou seja, todos os instrumentos estão nas nossas mãos. Tudo que a gente precisa para entender e colocar em prática os ensinamentos de Jesus estão ao nosso alcance. Cabe a cada um de nós pela vontade executar esses eh essas ensinos e colocaros em prática, porque se nós não tivermos vontade, eles não vão ser executados. A força que movimenta a cada um de nós é a vontade. Então, precisamos primeiro ter vontade. Quando nós temos vontade, aí o espírito reage atrás dos ensinamentos. Então, tudo aquilo que não produz será arrancado e jogado fora. Então, aqueles que têm o conhecimento, que tem a oportunidade de beneficiar grande as comunidades e que não o fazem, terão ainda que prestar contas disso perante a justiça divina. A oportunidade é agora, o momento é aqui no presente. Começou ontem, né,
rtunidade de beneficiar grande as comunidades e que não o fazem, terão ainda que prestar contas disso perante a justiça divina. A oportunidade é agora, o momento é aqui no presente. Começou ontem, né, Gláus? Nós não somos mais os os trabalhadores da última. já podemos nos considerar como trabalhadores das primeiras, né, dos primeiros minutos, segundos desse mundo regenerado. E às vezes quando a gente pensa no macro é grandioso, mas quando a gente começa a pensar, como o senhor trouxe muito bem, que esse mundo regenerado, ele começa a partir do meu mundo íntimo, aí nós vamos percebendo que faz todo o sentido e também percebemos ainda mais essa interdependência. O que eu faço reflete diretamente no outro, OK? É nessa interação, nessas relações. Bom, o tempo passa rápido, eu já mostra. Eu peço pro senhor deixar as considerações finais. Então, vamos agradecer a oportunidade que nós tivemos de aprender um pouco mais dos ensinos de Jesus e que todos aqueles que vão nos assistir, que nos estão assistindo e vão nos assistir posteriormente, possa fazer uma reflexão sobre essa passagem, esse ensinamento de Jesus, que ele abre caminhos para o nosso futuro. Então, que ele seja luz para todos nós e muito obrigado por estar aqui aprendendo um pouco mais junto com todos aqui. É uma gratidão fazer parte desse grupo. Nós que agradecemos. O Senhor é sempre muito bem-vindo, é o nosso parceiro aqui do Evangelho no Lar e nada mais é motivo faz parte da área de estudo, né? O estudo ele permeia tudo. Sem o estudo nós não construímos, porque nós precisamos do conhecimento para termos uma base sólida. Agradecemos também o Vinícius. Muito obrigada, Vinícius, por estar aqui conosco mais uma vez. e também pode deixar suas considerações. Ah, eu queria lembrar, né, que assim, um ensinamento que sempre me vem à mente, né, é que Jesus sempre enxerga, né, nossas potencialidades, né? Então, quando ele fala, "Deixai brilhar a vossa luz", né? Ele nos lembra desses dons que nos foram dados, né? E são as
e me vem à mente, né, é que Jesus sempre enxerga, né, nossas potencialidades, né? Então, quando ele fala, "Deixai brilhar a vossa luz", né? Ele nos lembra desses dons que nos foram dados, né? E são as ferramentas que a gente vai utilizar pra gente passar por essa encarnação, pra gente batalhar pela nossa mudança, né? Mas também, como destaca o nosso estudo, colaborar com o trabalho do Cristo aqui na terra, né? A sermos os seus auxiliares, né? Eu não me lembro qual obra, mas lembro que a espiritualidade nos fala que nós somos os braços da espiritualidade aqui na terra para levar o auxílio nosso próximo, para estender a mão. E o estudo lembra dessa nossa responsabilidade de contribuir, né? Porque essa luz ela não foi feita só para trabalhar por nós mesmos, mas também para se espalhar para todo as pessoas ao nosso redor, né? O auxílio que um irmão meu tá precisando, às vezes vai vir pelas minhas mãos, né? E o auxílio que eu tô necessitando vem pelas mãos de outro irmão. E é assim que a gente vai crescendo como uma coletividade, como uma comunidade, né? Sim. O Cristo, ele não precisa de nós, mas ele conta conosco. Se a gente souber aproveitar essa oportunidade de trabalho em prol do nosso crescimento e auxiliando o próximo, que aliás é auxiliando, é saindo de nós em busca do outro, é que nós vamos construir, né, essa mudança dentro de nós mesmos, com certeza nós conseguiremos um avanço melhor nessa mesma reencarnação. Todos nós estamos aqui para aprender. Todos nós cada dia a gente busca aprender um pouquinho mais. Muito obrigada. Muito obrigada pela participação de todos. Muito obrigada pela oportunidade também de aprender tanto. Nós então já convidamos para todos estarem conosco na próxima quarta-feira, porque nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Pedimos então para o Vinícius colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento do Evangelho no Lar. Fiquem com Deus. Um beijo no coração de todos. Com Deus também. Deus proteja a todos. Evangelho no Lar.
cius colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento do Evangelho no Lar. Fiquem com Deus. Um beijo no coração de todos. Com Deus também. Deus proteja a todos. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.