Evangelho no Lar - #194
Evangelho no Lar - #194 Programado para o dia 17 de dezembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 24, itens 17, 18 e 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam todos bem-vindos. Meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela PEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar os demais colaboradores que estarão conosco nesta noite, o César, trabalhador da área da comunicação da FERE. Boa noite, César, seja bemvindo. Gratidão pela oportunidade de estarmos juntos mais uma vez. >> Boa noite, Gláuscia. Boa noite a todos. Muito bacana, né, essa essa esse momento do evangelho. >> Sim, com certeza, Sra. E a nossa irmã querida, nós já dizemos que uma companheira de trabalho, ela da equipe da área do atendimento espiritual, trabalhadora do Centro Espírita Apóstolo Paulo de Trindade, é a Neila. Boa noite, Neila. Seja muito bem-vinda. A nossa gratidão pela oportunidade. >> Nós é que agradecemos. Muito obrigada. Boa noite, Cláuscia. Boa noite, César. Boa noite a todos, né, que estão aqui conosco. Um prazer estar aqui uma vez mais. >> A noite de quarta-feira é sempre muito especial por nós termos essa oportunidade de cultivar os ensinamentos de Jesus dentro do nosso lar. E assim também é muito bom. Então, boa noite a todos que já estão conosco. Vão deixando o nome de onde estão nos acompanhando. Nós agradecemos profundamente a atenção, o carinho de todos. Olha, nós temos a Maria Lúcia Barbosa deixando o seu boa noite para todos nós. O Epío Quirino, boa noite a todos. Eles, ele nos acompanha de Goiânia também. A Ereni. Ereni. É isso mesmo, Neila, te dando boa noite aí, especial. Que bom. A Márcia Helena, olha, de Ponta Grossa, Paraná. Seja
irino, boa noite a todos. Eles, ele nos acompanha de Goiânia também. A Ereni. Ereni. É isso mesmo, Neila, te dando boa noite aí, especial. Que bom. A Márcia Helena, olha, de Ponta Grossa, Paraná. Seja muito bem-vinda, Márcia. Que alegria receber a todos. Nós agradecemos também a todos que acessarão o nosso evangelho no lar posteriormente. Então, para darmos inícios, o César fará a leitura de uma mensagem do capítulo 194 do livro Vida Feliz, psicografado pelo Divaldo Pereira Franco, médium, editado pelo espírito Joana deângeles. Olha, nós estamos quase terminando esse livro e em seguida ele fará a nossa prece inicial. Vamos lá. Inicia assim: Apregoa as vantagens de uma vida sadia, estimulando os companheiros a experimentá-la. Divulgam-se com entusiasmo as excelências dos prazeres estonteantes, dos gozos desgastantes, dos excessos aniquiladores. não se comentam, todavia, com o mesmo ardor, a decadência dos ases e campeões do sexo, desalinhando a alucinação dos que viveram as experiências embriagadoras. Os vitorios considerados nas manchetes de jornais e revistas, sucessos de rádio e televisão de ontem, hoje estão no ostracismo e na queda, esquecidos e desprezados, substituídos por novos joguetes do mercado da loucura. Vive com saúde moral e demonstra aos outros quanto isto é bom. Após essa mensagem que nos chama tanta reflexão, vamos na oração nos conectarmos com a espiritualidade superior, nos conectarmos com o nosso irmão e modelo que é Jesus. Amado Mestre Jesus, agradecemos este momento tão especial, o momento que nos pertence, que possamos, Senhor, aproveitar cada instante, nos envolvermos na tua mensagem. rememorarmos, aprendermos e nos esforçarmos, Senhor Jesus, no sentido de buscar a aplicação desses ensinamentos. É desta forma, ao mestre Jesus, que teremos condições de renovar a nossa fé, trazendo-nos paz e serenidade. Nos envolva hoje e sempre, Senhor. Que assim seja. Que assim seja. Nós vamos dar boa noite para o Estevan. Com alegria comemoraremos nascimento de
de renovar a nossa fé, trazendo-nos paz e serenidade. Nos envolva hoje e sempre, Senhor. Que assim seja. Que assim seja. Nós vamos dar boa noite para o Estevan. Com alegria comemoraremos nascimento de Jesus dia 25 e do mesmo jeito o evangelho no lar da Fego, com muita luz e bênçãos no Triângulo Mineiro, próximo divisa do estado de Goiás e Tumbiara. Tombiara, minha terra meila querida. Obrigada Estevã. Certamente estaremos juntos na próxima quarta-feira, no dia em que a gente, é uma data em que a gente no calendário comemora o nascimento de Jesus. É muito especial. Será um momento muito lindo, com certeza. Nós temos também a Janete Santos deixando o seu boa noite. Muita luz nesse evangelho. Assim seja. A nossa querida irmã Lucimar. coordenadora adjunta da APS. Boa noite, amigos. Uma alegria poder participar com vocês hoje. A nossa gratidão, Lucimar. E também a Cásia, que é nossa amiga, trabalha conosco no nosso projeto, né, do jovem no atendimento espiritual, está sempre conosco. Muito obrigada, Cásia. Que bom. Bom, então e o João Batista também, né? Boa noite, João Batista dos Messageiros da Luz. Seja bem-vindo, João. Uma alegria recebê-lo. Bom, então nós estamos hoje finalizando o capítulo 24 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Não ponhais a candeia debaixo do alqueiro e aila fará suas reflexões nos itens 17, 18 e 19. Carregar sua cruz. Quem quiser salvar a vida, perdê-la há. Fique à vontade. Meilá lembrando que o Evangelho aqui da editora da FEB, tradução de Guilôme Ribeiro. Fique à vontade, querida. >> Obrigada a todos. É interessante, né, o tema. Boa noite a todos. Uma vez mais, o tema central, o título do capítulo é: "Não ponhais a candeia debaixo do alqueir". E aí o vai tratando-se disso ao longo do evangelho, né, ao longo do capítulo pra gente divulgar, né? E Jesus fala do aí a explicação de não ires a não ir aos gentios. E agora que para terminar, né, Kardec é muito didático mesmo. Aí ele traz, né, carregar sua cruz, quem quiser salvar sua vida, perdê-la. Parece um pouco contraditório,
e não ires a não ir aos gentios. E agora que para terminar, né, Kardec é muito didático mesmo. Aí ele traz, né, carregar sua cruz, quem quiser salvar sua vida, perdê-la. Parece um pouco contraditório, né? Que que será que tem isso a ver com a a a difusão, com o colocar a luz, né, para ser vista, eh esclarecer, mas tem exatamente com esclarecer, né? E nós vamos tratar disso aqui com o evangelho e vamos trazer antes alguns conceitos, alguns alguns esclarecimentos, né, que a doutrina espírita nos traz que facilitam pra gente pensar nessa questão de cruz, né? Parece que espírita fala tanto em dor, em dificuldade e agora Jesus também reporta-se à cruz. A gente parece que tem um conhecimento de cruz pensando a partir de Jesus, mas não, né? Era um um equipamento de tortura e de morte aquela época, utilizado, né, com aqueles que eram criminosos, difíceis, perigosos. A época de Jesus, então, utilizavam o processo da crucificação. E Jesus utiliza exatamente esse termo, né, para falar. Daqui a pouco nós vamos ver com quem ele está conversando, o que não deixa de ser algo para nós também, né, hoje para ser aplicável a cada um de nós hoje. Então, o que a gente quer lembrar aqui que no mês do aniversário de Jesus, nós não estamos falando aqui, né, vindo aqui para falar de algo que é de dor e sofrimento, não é um esclarecimento mesmo. Nós vamos ver isso ao longo da nossa conversa, né, da nossa exposição. Então, o que eu trouxe aqui para nosso entendimento, pra gente entender a questão das dores, das dificuldades, de nós termos o foco, né, às vezes distorcido e por isso passarmos por dificuldades, escolhermos diverso do que deveríamos escolher, como Jesus deixa claro aí nesse momento que as nossas escolhas são muito importantes. A gente lembra que nós, a doutrina espírita ensina que nós somos imortais, né? Que nós tivemos no início, nós estando aqui, nós já estivemos aqui várias vezes, vamos estar aqui em outros locais várias vezes mais num processo para evolução, para aprendizado, né? Como se fôssemos alunos
s tivemos no início, nós estando aqui, nós já estivemos aqui várias vezes, vamos estar aqui em outros locais várias vezes mais num processo para evolução, para aprendizado, né? Como se fôssemos alunos numa escola. E para esse aprendizado nós reencarnamos, né? é algo que não é só a doutrina espírita que ensina, mas a doutrina espírita mostra isso em acordo com a justiça e bondade do criador, né, que é a maneira que justifica essa essa bondade e justiça através do processo reencarnatório. Porque nós vamos aprendendo, temos que aprender, vamos aprendendo ao longo das várias existências físicas que experimentamos, né? Aí falando na escola que a gente já disse, como se a gente fosse um aluno na escola, né, com os seus as suas diversas disciplinas, os seus exercícios. Em cada ocasião, em cada reencarnação, nós estamos aprendendo um pouco mais, né? Nós estamos com uma meta para aquele ano que nós podemos cumprir ou não cumprir, né? Nós aprendemos, né, como um aluno, conforme o nosso esforço. Então, nós vamos aprender mais rápido ou mais devagar, mas nós aprenderemos, né? Não tem na nossa caminhada evolutiva, na caminhada do espírito, não tem jeito de fazermos como o aluno fala: "Eu desisti de estudar, né? E agora não vou mais na escola, não. Na na na caminhada evolutiva do espírito, nós chegaremos ao ponto, né? continuaremos evoluindo até quando o Pai nos permite, né? Nós nem temos noção de onde isso acontece, até onde isso chega, mas não é possível ao espírito desistir de caminhar, desistir de seguir aprendendo, de evoluir, né? Então vai depender de nós, né? Assim, a rapidez ou a lentidão com que nós vamos, mas nós alcançaremos a perfeição que nos é possível, né? Então, com isso, nós vamos lidar, nós vamos entender que as dores, as dificuldades de nossas vidas, né, são consequência das nossas escolhas, são resultado de de nós fazermos assim, fazermos exercícios de forma incorreta, que resulta em mais exercícios comparando com o aluno, né? Então são testes também que nós mesmos escolhemos
s escolhas, são resultado de de nós fazermos assim, fazermos exercícios de forma incorreta, que resulta em mais exercícios comparando com o aluno, né? Então são testes também que nós mesmos escolhemos na escola mesmo. O melhor aluno passa por exercício, passa por provas para mostrar que ele já sabe, né? Não tem jeito de um aluno falar assim: "Não, você não faz exercício nenhum, você não faz prova nenhuma". Ontem ainda falava disso lá no apóstolo Paulo. Não tem professor que fale assim: "Se atravessa o ano e no final você tá aprovado, porque nós não iríamos saber nada, né?" Então nós escolhemos os testes, as aprendizagens que vamos fazer e dependendo da nossa conduta, muitas vezes nós vamos ser ser forçados, vamos dizer assim, sermos obrigados a realizar determinadas tarefas no sentido de melhora. Seria como se assim, nós estamos reprovados, então nós temos que repetir aquela tarefa até que a gente consiga a aprovação, né? Então o sofrimento, uma coisa que a gente precisa lembrar nisso é, como eu disse, se todos nós vamos caminhar, vamos evoluir, qualquer dor, qualquer dificuldade que nós experimentamos não é eterno. Nós não fomos criados para a dor, nós fomos criados para a felicidade, para o amor, né? Então, a dor, as dificuldades são consequência dos estágios que nós estamos vivendo e vão cessar à medida que a gente cumpra a lei de Deus, que é de harmonia, de bondade e de justiça, né? Então, eh, se a gente passa por situações mais difíceis, quaisquer que seja, nós não vamos estar, esse é outro ponto, nós não vamos estar sozinhos, nunca estaremos sozinhos, né? E sempre vamos passar por situações que nós teremos condições de vencer. pensando no nosso tema, mais exclusivamente, na questão da nossa cruz, de nós temos que fazer escolhas, deixar coisas que às vezes a gente considera fundamentais, a gente lembra que a verdadeira vida é a vida espiritual, que nós estamos aqui num aprendizado para, né, que o nosso espírito se aprimore. E nós precisamos aproveitar essa experiência nesse
damentais, a gente lembra que a verdadeira vida é a vida espiritual, que nós estamos aqui num aprendizado para, né, que o nosso espírito se aprimore. E nós precisamos aproveitar essa experiência nesse sentido. E muitas vezes o desconhecimento ou nossa rebeldia nos fazem escolher diversamente do que é válido, né, e precioso para o nosso espírito, escolher coisas transitórias, né? Então, às vezes nós consideramos que algo que nós gostamos é a nossa vida, né? E na verdade nós estamos com um foco distorcido, diferenciado. Então Jesus fala muito bem isso aqui no no nos textos que nós já vamos ler quanto a isso, né? Parece se nossa vai perder a vida. É porque na verdade o foco não está na verdadeira vida. Ah, e nós lembramos também assim, vai assim, ah, então se a vida espiritual é a vida que conta, então a vida material, essa vida aqui, enquanto a gente tá no corpo físico, não tem valor nenhum, isso não importa, né? Nós nós podemos dar um jeito e aí, né? Embora não é assim de forma alguma. Lembrem, se nós podemos comparar a caminhada do espírito a um processo escolar, se nós saírmos, se nós fugirmos da escola, nós deixamos de nós infringimos as leis, não é assim, de disciplina daquela escola, né? Nós nós não cumprimos com o que era adequado que nós fizéssemos ali para sermos aprovados. E nós vamos ter que voltar para continuar aprendendo. Nós vamos ter que voltar. Nós vamos ter que arcar com as consequências dos dos atos que nós fizemos nesse eu não quero mais, eu vou embora, eu saio fora da hora e vou para casa, né? Assim também para nós enquanto encarnados, enquanto na matéria, enquanto no corpo físico, se nós resolvemos por nossa própria conta aqui, não é interessante mais estarmos aqui, né? Então, se nós assim agimos, nós estamos infringindo a lei de Deus. Nós estamos eh nos voltando contra aquilo que nós mesmos auxiliamos a planejar, porque a gente não vem para cá jogado de uma hora para outra. Nós participamos nesse processo da escolha do que nós vamos realizar aqui. Então, se nós
ntra aquilo que nós mesmos auxiliamos a planejar, porque a gente não vem para cá jogado de uma hora para outra. Nós participamos nesse processo da escolha do que nós vamos realizar aqui. Então, se nós desistimos no meio do caminho, nós vamos sofrer as consequências disso, consequências dolorosas, não é? Porque Deus é mal, não é? Como se nós tivéssemos um caminho reto a percorrer e nós escolhêssemos ir por um caminho cheio de espinho, cheio de lamaçais. Então, se nós até nós descobrirmos que esse caminho que tomamos é incorreto, nós vamos sofrer as consequências desse próprio caminho, né? Mas todos nós, de uma forma ou de outra, cedo ou tarde, com o auxílio sempre, né, dos espíritos amigos, daqueles que velam por nós, nós, seja qual for a falta cometida, nós retornaremos ao caminho, ou seja, nós voltaremos ao colégio e prosseguiremos estudando, né? Essa é a finalidade da nossa caminhada. E na sua justiça e bondade, o Pai assim vela por todos nós, não só para um ou outro. Então, estarmos aqui é muito precioso, não pode ser desperdiçado, seja lá que dores nós experimentemos, né? Então aí agora, então nós estamos nesse feito esse breve eh essa breve introdução, nós estamos então no fechamento, né, como a Gláusia já comentou bem desse capítulo e e ele também, como eu já falei também essa parte é esclarecimento. E nós vamos ver daqui a pouquinho porque também é iluminação e necessária, né? Então nós vamos ler aqui do próprio Evangelho. Quem estiver com ele aí pode ler conosco os itens 17 e 18. E depois nós vamos continuar com as nossas considerações. Benditosos. Então, carregar sua cruz. Quem quiser salvar a vida, perdê-la. Estranho, né? Se a gente pensar assim de chuva, mas que isso? Eu não quero perder minha vida não, né? E eu quero salvar. Mas por que que se eu for salvar eu perco? Benditos sereis quando os homens vos odiarem e separarem, quando vos tratarem injuriosamente, quando repelirem como mal o vosso nome por causa do filho do homem. Rejubilai nesse dia e ficai em transportes de
s sereis quando os homens vos odiarem e separarem, quando vos tratarem injuriosamente, quando repelirem como mal o vosso nome por causa do filho do homem. Rejubilai nesse dia e ficai em transportes de alegria, porque grande recompensa vos está reservada no céu, visto que era assim que os pais deles tratavam os profetas. Isso está em Lucas 6 de 22 e 23. Depois, no outro item, chamando para perto de si em Lucas. Aqui é uma sequência, mas em Mateus, em Marcos e em João estão em outros pontos. chamando para perto de si o povo e os discípulos, disse-lhes: "Se alguém quiser vir nas minhas pegadas, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me, porquanto aquele que se quiser salvar a si mesmo, perder-se há. E aquele que se perder por amor de mim e do evangelho, se salvará, com o efeito de que serviria a um homem ganhar o mundo todo e perdere a si mesmo? Se está em Marcos 8:34 a 36, Lucas 9:23 a 25, Mateus 10, 38 e 39 e João 12, 25 e 26. Vejam que nesse ponto os quatro evangelistas, né, os sinódicos e João comentam esse texto, né, dele falar. Então, se você se você quiser, né, eh, estiver seguindo, me seguindo, você tem a vida, senão você vai perder, né? Aí fale assim, mas que coisa esquisita, né? Que jeito de falar, que negócio é este pô a candê embar sobre o alqueiro que Jesus ensinou. E ele me fala desse jeito aqui com quem, né? Então vamos situar com quem é que Jesus, a quem Jesus estava se dirigindo nesse momento? Ele estava falando com os discípulos, os seus 12 discípulos. Mateus traz que esse o texto desse capítulo é exatamente o sermão para os 12 discípulos. Então, seria aquelas instruções primeiras que Jesus trouxe para aqueles que ele definiu como sendo os discípulos que em primeiro lugar estarem em contato com ele paraa difusão do evangelho. E é interessante que a sequência é assim: missão, então a missão dos 12, depois perseguições e depois divisões. E aí a gente vai entendendo por que que que Jesus estava assim colocando a luz sobre o alqueir e não escondendo essa
ncia é assim: missão, então a missão dos 12, depois perseguições e depois divisões. E aí a gente vai entendendo por que que que Jesus estava assim colocando a luz sobre o alqueir e não escondendo essa luz, né? Porque ele falou o que que eles poderiam fazer quando ele os chamou, dizendo qual era a tarefa que a eles competia, levar o evangelho, onde eles deveriam ir e tudo. Mas Jesus esclareceu porque ele não ficou, vamos dizer assim, ele não ficou tapando o sol com a peneira, como a gente diz, não. Ele falou também das dificuldades com as quais eles iriam lidar, né? Lembra ali que tem um pedacinho que ele fala assim: "Porque olha, eles podem tratar mal, porque foi assim, eles tratavam, eles tratavam, os pais deles tratavam os profetas, né? Dizendo que aquele que espalha a boa semente, a semente do evangelho, da boa nova, vai encontrar aqueles que são opositores e que os tratam muito mal." Então Jesus com essa fala estava dizendo o que que os os discípulos deveriam escolher, né? A quem eles estariam deveriam seguir enquanto difusores da boa nova. Se eles estivessem focado naquela forma, vamos dizer assim, na forma que eles estavam vivendo, já estavam acostumados a viver, se eles não fizessem uma modificação no sentido de considerar que aquilo que estava sendo ensinado naquele momento é que era o caminho, eles iriam ter dificuldades. E Jesus falou dessas dificuldades, todas as dificuldades com as quais eles entrariam em contato. Então Jesus estava iluminando a mente, iluminando os caminhos, trazendo com muita serenidade, com muita a consciência quanto a tarefa a ser executada, né? e dizendo inclusive que a escolha quase que seria deles de como agir. Ele estava lhe ensinando, mas a escolha seria deles de como agir, que eles poderiam decidir se por continuar como agiam, né? E aí diz, e aí vão se perder, vai perder essa existência porque não é esse o caminho. E poderiam seguir o Cristo Jesus, né? Então ele estava iluminando os seus discípulos, deixando-os conscientes da tarefa. E ele
aí vão se perder, vai perder essa existência porque não é esse o caminho. E poderiam seguir o Cristo Jesus, né? Então ele estava iluminando os seus discípulos, deixando-os conscientes da tarefa. E ele tinha razão em agir assim, claro, né? Porque ele tinha, ele teve essa experiência com a caminhada realizada antes do mestre. Ele a gente ele, ele já sabia desses reveses da caminhada e experimentou na própria pele, né? A gente vai lembrar isso, tudo, tudo aquilo que ele ensinou pros seus discípulos, as perseguições. Então ele fala disso nas perseguições, as perseguições dos fariseus e de outros opositores tantos, né? Sendo inclusive ao final levado à cruz. Aí assim: "Uai, mas se ele falou que se seguir a ele é que vai salvar-se, nós vamos lembrar que a verdadeira vida, lembra lá atrás, a verdadeira vida não é a vida física. E Jesus mostrou que quem foi o verdadeiro vencedor não foram os seus algozes, né? Mas sim, ao mostrar que a vida continua, ao reaparecer após o terceiro dia lá, não é? e eh dizer, trazer tantas informações sobre a vida espiritual para os seus discípulos, né? Mas ele lidou com as dificuldades, com as dificuldades de ter que fazer as escolhas e permanecer fiel a essa escolha de divulgar a boa nova. Eu pus aqui assim, enquanto eu estava lendo, enquanto estava me preparando, eu fiquei pensando nisso, né? Jesus teve foco, vocês concordam? Jesus teve foco quanto ao que precisava fazer. É o que ele fala, se você for salvar a sua vida, tipo, ficar lá naquilo que você estava acostumado, não modificar-se, não fazer reforma íntima, né, para nós hoje, não, não, não, eh, se focar nos valores morais, né? Então assim, se se ficar lá, você vai você vai est perdendo a ocasião. E aí isso Jesus fez com a tarefa que lhe competia, com um tremendo foco. Ele estava só aqui num sentido de era o ser, assim como até hoje, mais elevado com o qual nós já tivemos contato. Então não tinha, além do criador, né, com que ele sintonizava, com certeza e sintoniza até hoje numa perfeição muito maior do que qualquer um
até hoje, mais elevado com o qual nós já tivemos contato. Então não tinha, além do criador, né, com que ele sintonizava, com certeza e sintoniza até hoje numa perfeição muito maior do que qualquer um de nós, ele não tinha um outro, por exemplo, para trocar a figurinha, para conversar um pouquinho e decidir como é que fazia, se fazia assim ou fazia daquela outra jeito. Era ele. Então ele tinha a noção da sua tarefa e não vacilou em relação a isso, né? Ele não mudou de caminho, ele não fez escolhas outras além daquela que era a que era o seu objetivo. Então ele teve foco no que era essencial mesmo entre as dificuldades. Imaginemos se Jesus, por exemplo, tivesse se deixado influenciar pelo poder terreno que que estava ali sendo o destaque que aqueles que aqui estavam consideravam que tinha mais importância do que qualquer outra coisa. Imaginamos se Jesus resolvesse eh juntar-se à aqueles, né, responsáveis pelo templo que estavam ali acostumado com com luxo, com ostentação, com poder, com eles serem, né, aqueles que detinham todas as as decisões e impun procedimentos dessa ou daquela outra forma. E Jesus não sai do seu caminho de forma alguma. Imagina se ele tivesse cedido a as a as pressões do do dos ouros eh terrenos, né? Judas fez isso, não fez? Então, considerou no momento que que o o tesouro, poder ter posses aqui era mais precioso do que tudo que Jesus estava ensinando. Então, na verdade, acabou por perder mesmo. E alguém perdeu momentaneamente a sua vida. Esse foi Judas nesse nesse comentário que estamos fazendo pelas escolhas equivocadas que fez o focar no na vida material transitória, nos bens materiais transitórios. E a gente lembra aqui, gente, isso não significa, vou voltar lá na questão consórcia do corpo, que nós vamos falar assim: "Então, o espírita fala que a gente não tem que ter nada, né? que se os bens materiais são transitórios, a gente não tem que ter posse nenhuma. Nós necessitamos desses bens para o nosso aprendizado. O que nós não podemos é ser escravos
não tem que ter nada, né? que se os bens materiais são transitórios, a gente não tem que ter posse nenhuma. Nós necessitamos desses bens para o nosso aprendizado. O que nós não podemos é ser escravos desses bens. E a gente precisa bem avaliar o que que é essa escravidão que nós dizemos, né? Porque às vezes nós entramos numa numa bola de neve em que a tudo nós não temos tempo para nada, nós não focamos nada a não ser o nosso trabalho, a não ser adquirir isso, adquirir aquilo, adquirir o carro do ano e fazer a viagem assim e estar em tal lugar desse jeito, porque é show e valores essenciais nós deixamos de lado, conviver com os nossos, né? ter paz na consciência. Então, quando nós agimos assim, nós estamos perdendo a nossa vida, perdendo essa experiência reencarnatória se nós não repensamos, né? Porque às vezes nós estamos vezes com muitos bens materiais, mas o próprio relacionamento familiar não está harmonioso. Então nós precisamos definir quais são, né, os nossos focos e pensarmos na verdadeira vida, né? Então, se se Jesus tivesse agido assim, se Jesus não tivesse focado no que é o essencial para o espírito, o objetivo dele trazer a boa nova, que era ensinar-nos a lei do amor, será que se ele tivesse mudado em algum ponto aquilo que veio, que tinha se comprometido com o Pai a fazer? Será que nós hoje teríamos o evangelho difundido como está? Será que nós hoje estaríamos aqui conversando sobre o evangelho, né? Nós precisamos pensar nisso para considerarmos que Jesus foi assertivo em passar aquelas instruções conforme passou aos seus discípulos àela época para que eles estivessem cientes quando Jesus se fosse de qual era o caminho que eles deveriam trilhar. E é bem interessante, fazendo aqui assim um parêntese, a gente observar que assim, a espiritualidade maior nunca nos deixa sem o conhecimento do que nós precisamos saber das nossas tarefas. Nós não precisamos ficar indo saber com alguém no centro, ver se alguém nos fala. Não. Se nós consultarmos a nossa consciência,
deixa sem o conhecimento do que nós precisamos saber das nossas tarefas. Nós não precisamos ficar indo saber com alguém no centro, ver se alguém nos fala. Não. Se nós consultarmos a nossa consciência, nossos suspendores, nós sabemos que caminho a gente tem que trilhar, né? E as grandes tarefas sempre tem instruções, orientações. Me preparando aqui também, eu me lembrei de Kardec, né, de Kardec, que também, né, foi orientado, assim como os discípulos foram orientados por Jesus, quanto a as perseguições que teriam, como eles deveriam ser firmes, né, naquilo que estavam eh divulgando. Kardec também, né, no livro Obras Póstumas tem uma mensagem, tem um comentário dele, uma matéria que ele fala, né, da instrução que ele recebeu referente à tarefa que teria. E essa tarefa, essa instrução, essa mensagem, ela não passa a mão na cabeça, ela faz igualzinho a Jesus. Eles falam tudo com muita clareza, tudo que Kardec passaria para o processo de codificação. E eles dizem, né, que a escolha de continuar seria dele. Eles não teriam como impor que ele fizesse, né? E aí ele volta à publicação desse material. Ele diz que anos depois, anos depois a tarefa já encaminhada, ele voltava atrás e observava que tudo que eles tinham dito tinha acontecido. Tudo, mas que ao mesmo tempo a bênção de ver a tarefa, né, realizada, o espiritismo sendo difundido, era muito, era extremamente gratificante. E assim foi com os discípulos também, né? Porque eles passaram por muitas dificuldades, mas todos eles mantiveram o foco auxiliando na difusão da boa nova. E aí a gente poderia assim, estamos quase, estamos chegando lá, eh, ao final, poderíamos então aqui pensar assim: "Ah, mas então isso aí se refere aos discípulos, aos dois discípulos? Eu tô, né, tô livre aqui, né? Não tem nada com isso, então. Ah, mas aí é que não é, né? Porque lembram que os 12 depois se transformaram em mais uma quantidade, em 72, em 90, né? Ou seja, né? Nós hoje aqui comentando sobre o evangelho de Jesus, o que que nós somos de Jesus? Nós
ão é, né? Porque lembram que os 12 depois se transformaram em mais uma quantidade, em 72, em 90, né? Ou seja, né? Nós hoje aqui comentando sobre o evangelho de Jesus, o que que nós somos de Jesus? Nós não somos os discípulos da atualidade, dos ensinos do mestre. Nós não estamos no centro espírita com a nossa família, né, onde nós estamos, na igreja que participamos, que podemos ter aqui companheiros que não são espíritas. Nós não estamos comentando e difundindo, espalhando a semente do que é o cristianismo. Então aquele ensino que Jesus deixou registrado. E aí a interessante, né, que os quatro evangelistas registraram, então foi muito marcante e era para ser marcante mesmo, não se dirigia exclusivamente aos discípulos, atravessa os tempos e dizem, né, tem a ver conosco também, né? E como é que nós estamos agindo? Será que nós estamos conseguindo manter o foco na verdadeira vida? Será que nós estamos com o que conhecemos já? Nossas atitudes, nossas palavras, será que estão indicando que nós estamos fazendo a escolha correta? Ou será que nós estamos encantados, né, com a ideia de que estamos sim fazendo isso, mas estamos encantados com a vida. material e com o foco em tudo aquilo que é transitório, tudo aquilo que é perecível, né? Então, a reflexão talvez mais significativa que nós precisemos seja essa. Os discípulos receberam a sua instrução e conseguiram manter o foco. Conseguiram difundir o evangelho como Jesus solicitava a cada um deles cumprir as suas tarefas que ele designou. E nós, Kardec também conseguiu e muito bem, né? cumprir a sua tarefa. E nós, como é que nós estamos? Será que nesse momento assim, em dezembro, nessa época é boa para isso? Podemos fazer uma reflexão de que nós estamos no caminho certo, né? Aí para isso, eh, e aí falando como como o Tars costuma dizer, só para finalizar e ele fala algumas vezes isso, eu trouxe aqui um texto que eu gostaria de compartilhar com vocês. Eu gosto muito desse livro pra gente estudar junto com o Evangelho Segundo o Espiritismo. É o
inalizar e ele fala algumas vezes isso, eu trouxe aqui um texto que eu gostaria de compartilhar com vocês. Eu gosto muito desse livro pra gente estudar junto com o Evangelho Segundo o Espiritismo. É o Vivendo o Evangelho, é o livro segundo, o capítulo 291. E ele ele traz um texto sobre esses itens, né? do evangelho e se chama o servidor do Cristo. Então, eu gostaria de ler aqui pra gente terminar, pra gente dar uma pensada em como é que a gente está. Será que a gente já tá conseguindo algo, né, ou o que que a gente pode fazer no nosso dia de hoje com as nossas tarefas tantas, né? Porque nós não estamos aqui exclusivamente para difundirmos o evangelho de Jesus, tipo, como religiosos, nós estamos agindo como cristãos em toda parte. Então, como é que devemos agir, né? Então, o servidor do Cristo, o o meu livro tem essa capa, ó. Eu não sei se ele, ops, para cá, eu não sei se ele já tem outra capa atualmente. É muito bom porque ele vai contendo itens, né, de o Evangelho Segundo Espiritismo, textos do André Luiz, servidor do Cristo. Na tarefa que assumes a serviço do Cristo, encontras toda espécie de dificuldades. Irmãos de fé, insensíveis a tuas necessidades de apoio, tomam outros rumos, deixando-te assoberbado de compromissos e responsabilidades. Quem nunca viveu isso? Amigos de muitos anos, cientes de teu sacrifício e dedicação, revelam-se incoerentes, atirando-te ao poço da incerteza e da insegurança. Companheiros de grupo, testemunhas de tua sinceridade no trabalho digno assumem atitudes incompreensíveis, desprezando-te a palavra de zelo na obra do Senhor. familiares que compartilham teus ideais de elevação tornam-se retraídos e reticentes, magoando-te a intimidade. Em várias ocasiões, os mais próximos carregam nas ironias, duvidam de tuas intenções, exibem interesse aparente e fogem do de convívio, machucando-te a alma. Por isso, no calor de tuas lutas, oscilas entre a exaltação e o desânimo. Servidor do Cristo, teu caminho também é o do Cristo. E como o Senhor, percorres
e fogem do de convívio, machucando-te a alma. Por isso, no calor de tuas lutas, oscilas entre a exaltação e o desânimo. Servidor do Cristo, teu caminho também é o do Cristo. E como o Senhor, percorres o Calvário das contradições entre os que são leais e os que desertam, os que pelejam e os que são acomodados, os que afirmam e os que negam, os que estão presentes para apoiar e os que se ausentam entregues às próprias conveniências. Trabalhador do evangelho, não terá facilidades no caminho que escolheste. Um dia desejaste servir a Jesus e procuraste o mestre divino com alegria e esperança. Mas ele, acolhendo-te o coração jubiloso, não deixou de advertir com brandura e firmeza. Aquele que deseja me acompanhar, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Que Jesus nos ampare e nos permita refletir quanto a como nós estamos conseguindo segui-lo, né? E nos fortaleça para que a gente de fato abrace a tarefa que nos compete onde nós estamos. pequenina que seja ela, mas que nós cumpramos sem desânimo, sem descrença, com otimismo, com esperança, com muita disposição de prosseguir caminhando. Muito obrigada e muita paz. Nós que agradecemos, Nela, pela reflexão profunda, simples, clara. Te agradecemos de coração pela oportunidade, Neila, nesse momento propício em que nós estamos, né, findando o ano todo e às vezes a gente vai fazendo e quase que não temos um tempo para fazer uma autoanálise, porque muitas vezes a gente se deixa levar pelo atropelo, né, da situação Não tem como a gente parar para resolver uma questão ou outra, mas a gente observa que o evangelho de Jesus, ele é o nosso clarão. E então a pergunta é: que o evangelho representa para mim? o que o evangelho representa para mim, porque ele fala, se a gente se perder no mundo por amor a ele e ao evangelho, será que nós temos a dimensão exata do que que ele representa para nós? Não, assim, a gente não tem, a gente pode dizer que a gente não tem, a gente precisa muito dessa tomar essa consciência, né, do da grandiosidade de
a dimensão exata do que que ele representa para nós? Não, assim, a gente não tem, a gente pode dizer que a gente não tem, a gente precisa muito dessa tomar essa consciência, né, do da grandiosidade de tudo que Jesus nos trouxe, ensinou, que nós só muito gradativamente vamos tomando consciência à medida que vamos tendo condições até de assimilar tudo isso. Você estava comentando agora e eu estava me lembrando que a gente não tem noção porque nós sempre queremos respostas, não é? A gente quer resposta paraas nossas angústias. A gente sabe que no centro espírita as pessoas chegam e elas gostariam assim de ter as suas dores aliviadas ali numa ida delas ali, né, e tal. E a gente se esquece, muitas vezes a gente se esquece dessa grandiosidade, desses ensinos, né? Então, a gente se esquece de ler o o que Jesus vivenciou aqui, de pensarmos na sublimidade de tudo que ele nos trouxe, de nos lembrarmos do exemplo de vida, né, que ele teve, que a gente deixa tão de lado em tantas ocasiões, mesmo quando comemoramos o seu Natal, né? a gente faz distorções tão grandes. E aí eu eu me lembrava do livro da do do obrez da da vida eterna que eles num determinado momento convocam um orientador espiritual de uma outra esfera no plano espiritual onde André Luiz está para que ele responda a alguns questionamentos que as pessoas estão aflitas, né, querendo ali orientações paraa sua caminhada. Aí eu vou falar assim que nemzinha acontece no centro, parece que é que a gente tem uma bolinha de cristal e possa falar e eu tô falando no centro que a nossa vivência é no centro espírita, mas eu tenho certeza que isso acontece em toda a igreja, né, também. Então eles estavam ali angustiados, né? E aí aquele companheiro chegou com uns pergaminhos enrolados sobre o braço e se postou. E aí começaram a fazer as perguntas, né? E era muito interessante, foi muito interessante. Acho que o André deve ter ficado assim esbalbacado, né, que a gente lê e fica e imagina ele pra gente falar dessa sublimidade que a
as perguntas, né? E era muito interessante, foi muito interessante. Acho que o André deve ter ficado assim esbalbacado, né, que a gente lê e fica e imagina ele pra gente falar dessa sublimidade que a gente precisa voltar para o evangelho, pensar, estudar, sentir, vivenciar, né, Cláusia, como o evangelho redivo, a gente precisa se debruçar sobre o evangelho de Jesus pra gente perceber tudo isso que ele nos oferece. Então aquele aquele companheiro de outras esferas mais elevadas ainda ouvia a gente com uma paciência enorme a pergunta feita, né, para as coisas mais comezinhas, mais assim eh eh simples da parte daqueles que estavam ali naquela assembleia. E ele não falava uma palavra. Sabe o que que ele fazia? Eles enrolavam um pergaminho e lia uma frase. De onde que era aquela frase? Do evangelho de Jesus. Vinha um outro problema, né? Relatava, nossa, agora como é que vai ser, né? Ele tirava outro pergaminho, abria, tornava a ler uma palavra do evangelho de Jesus. Então, se nós nos voltarmos para conhecer no sentido de colocarmos o nosso coração, passarmos a vivenciar, né, fazermos esse aprendizado de vivência do que Jesus ensinou, nós vamos ter uma luz, como diz eh em Minas, é uma luz imprecível a direcionar o nosso caminho, né? Então nós realmente, a Gláuscio tem plena razão, nós estamos longe de saber a sublimidade que o evangelho nos traz, né? O que significou a vinda, o que significa o registro de tudo que Jesus vivenciou aqui conosco e deixou registrado para que nós pudéssemos consultar de futuro. Quando vamos nos debruçando sobre esses ensinamentos, nós vamos percebendo como se assim, em cada em cada frase, em cada frase, em cada atitude, em cada visita feita, em cada conversa entabulada, ensinamentos muito, muito grandes que se desdobram à medida que a gente vai se voltando para conhecê-los. E aí, né, não basta só conhecer, não vamos ser a o convite aqui, o registro dessa grandiosidade, não é só pra gente saber de quis são teado, né? É o versículo tal e tal. Mas
voltando para conhecê-los. E aí, né, não basta só conhecer, não vamos ser a o convite aqui, o registro dessa grandiosidade, não é só pra gente saber de quis são teado, né? É o versículo tal e tal. Mas o a grande tarefa desse evangelho é vivenciar, né? Para conhecer, para vivenciar é preciso conhecer. Então, é preciso que a gente transforme aquilo que foi assimilado teoricamente em ação, né? em ação, conforme Jesus espera de nós. Interessante é que se a gente tem pelo menos uma ideia, a gente vai compreender que ele fala para cada um de nós tomarmos a nossa cruz e segui-lo. Então, nós não vamos estar imunes, isentos às dificuldades, aos desafios. né? As provações que nós temos que enfrentar. Mas o interessante é que se a gente começar a conhecer, a meditar, a sentir na vivência desse evangelho, nós vamos ter mais clareza, nós vamos ter mais calma, nós vamos encontrar a paz para lidar com todos esses desafios. Nós vamos ter a paciência necessária, a serenidade. É um caminho que é difícil para mim, para Neila, para o César, para todos nós. Mas nós, enquanto, né, nós nos colocamos eh como servidores de Jesus, da seara de Jesus, porque como a Neila trouxe, se nós estamos aqui comentando, estudando o seu evangelho, é porque nós já temos um certo entendimento. E esse certo entendimento já nos dá traz muita responsabilidade, muito compromisso, né? Mas eu quero dar boa noite para o Fernando que está conosco. Ele sempre está conosco de Campinas, São Paulo. Tem comentário do João, não é mesmo, César? Ele disse que o Chico Xavier dizia que nosso brilho está em nossa luz interior e para nos aprimorar como homem de bem e podermos auxiliar assim a nós e os nossos irmãos. Sim. Sim. E ele continua, né, César? Cora, Coralina. A grande poetisa goiana mesmo, Leila disse que precisamos de muito pouco para sermos felizes. O problema é que demora muito tempo e experiência para compreendermos isso. Neila, por favor, pode comentar. >> É essa aí da cora, né? assim, a com o conhecimento que a doutrina espírita nos
felizes. O problema é que demora muito tempo e experiência para compreendermos isso. Neila, por favor, pode comentar. >> É essa aí da cora, né? assim, a com o conhecimento que a doutrina espírita nos dá, nós vamos ver assim que a gente esse demora, demora muito tempo, porque a gente tem um foco muito na numa única experiência reencarnatória. Na verdade, demora, mas nós temos tempo para fazer esse esse aprendizado, né, vamos dizer assim. Então assim, eh, nós precisamos de pouco. Entender, entender sobre esse pouco de fato, eh, nós demoramos, né? Mas tudo no tempo, tudo no tempo do da nossa realização, nada de afobações, porque nós nós estamos aqui, já estivemos, como eu disse, voltaremos outras vezes, né? Mas aí fala assim, mas então eu não vou fazer nada agora não, porque eu vou voltar outras vezes. Mas quanto antes a Gláus tava falando ali no momento anterior de sobre as dores, a gente ainda lida com dificuldades nesse momento porque a gente não fez nossos exercícios todos, nossos deveres de casa todos como deveríamos. Vocês já viram que é C vai falar assim: "Não, mas um médico, um advogado, alguém que tem graduação já, né, universitária, ele não para de estudar, não para, mas ele não vai sentir como sendo aquele aquele tormento de fazer o exercício de matemática ou de química lá do primário que ou do ensino médio que ele tinha, né? Então nós ainda estamos lidando com dificuldades, com dores, porque nós ainda estamos mais pro aluno que fica embirrado com o exercício que tem que fazer do que aquele que aproveita e faz adequadamente a tarefa. Então, até voltando, Cláudia, no que você falou do evangelho, né, do vivenciar, à medida que nós vamos eh aprendendo com o evangelho de Jesus, com os ensinos do mestre, o que nós vamos conseguindo fazer é isso, é termos calma para fazermos os nossos exercícios, né, corretamente, a nossa vivência aqui com aqueles que estão conosco, sejam eles quem forem, por mais difíceis que consideremos, Então a gente vai descobrindo que quanto mais calma eu
sos exercícios, né, corretamente, a nossa vivência aqui com aqueles que estão conosco, sejam eles quem forem, por mais difíceis que consideremos, Então a gente vai descobrindo que quanto mais calma eu tiver, quanto mais confiança eu tiver de que eu consigo, né? Quanto mais eu tiver essa noção de que Jesus está cuidando de nós e outros companheiros espirituais também está que nós não estamos sozinhos, eu não vou deixar de ter os exercícios, nem que eu fosse o melhor aluno da sala, eu preciso deles para aprender, senão depois não vou saber somar 2 mais do, ué, né? Então eu tenho que fazer os exercícios, o aprendizado moral que nós precisamos, precisamos exercitar a nossa mente, nosso espírito aqui para conseguirmos. Então, quando nós estamos sendo bem assistidos, então nós vamos ter essa confiança, vamos fazer esse exercício com mais calma. Pensando ainda em escola, vocês já viram quando a gente está com um exercício, com algum problema que a gente precisa resolver e que a gente tá com a impressão de que não tem jeito, que a gente não sabe, que não sei onde encontrar a resposta. Já viram o quanto de energia a gente gasta só nesse processo? Quando a gente se acalma, quando a gente procura buscar onde é possível a gente encontrar caminhos, a gente é serenamente, a gente lida muito melhor com a situação. O ensino, o aprendizado do evangelho de Jesus vai propiciar isso. Não vai fazer com quem é espírita, quem é católico, quem é evangélico. Ah, se eu rezar, se eu for tantas vezes lá no centro, eu não vou ter dificuldade mais na minha vida. Não, nós estamos numa escola, nós estamos aqui exatamente nesse aprendizado, mas nós vamos lidar com tudo que nos acontecer de uma forma mais serena, porque nós vamos entender a razão, né, do que está acontecendo, do por nós estamos passando por isso ou aquilo. Falei demais, Glcia, >> de forma alguma. Nea, eu vou passar até para o César. Eu tava aqui curtindo a a reflexão da Neida, tava e Neida, você falando eh assim a correlação que eu fiz, né? É
ou aquilo. Falei demais, Glcia, >> de forma alguma. Nea, eu vou passar até para o César. Eu tava aqui curtindo a a reflexão da Neida, tava e Neida, você falando eh assim a correlação que eu fiz, né? É interessante que cada um tem um olhar para uma coisa, né? Eu tava pensando esses dias, eu vi um, fui vendo, assistindo uns vídeos no YouTube e eh sobre propagandas antigas, né? Então tinha propagandas do banco eh Bamerindos e outras empresas e tal, que nessa época do Natal eles tinham uma mensagem muito emocionante sobre o Natal. Falavam sobre Jesus, sobre esperança e isso contagiava a todos e as pessoas aguardavam essas propagandas dessas empresas na véspa de Natal, né? Eh, tem jingles que ficam aí na mente da gente até hoje. >> Isso. >> E o que a gente percebe no momento? Você ligar qualquer canal televisivo de rede aberta, Jesus não aparece. É impressionante. Eu fiz essa pesquisa, eu falei: "Qual comercial que vai falar assim, gente, é Natal? Apresso Jesus ou alguma coisa assim?" Nada, nenhuma eu vi. E o que isso tem a ver com o que a gente tá falando? Que essa questão do de não deixar a luz, né, eh, embaixo da alqueira, mas secretariar é um chamamento para nós no atual momento que nós estamos nessa reencarnação. Já é hora de mobilizar. Então, no o que que isso tem a ver comigo? Então, no Natal, o que que eu posso fazer? criar algo diferente, envolver a família para cada um trazer uma mensagem de Jesus de acordo com a sua religião, na hora do amigo secreto, levar um presente para Jesus, né? Fazer algo pro aniversariante. O que que você tá fazendo? Você já tem o seu conhecimento e você tá reverberando com essa luz para todos aí. Quem quiser acolher ou não, você se lançou, você enviou aquela proposta. Eh, é o momento de nós, eh, agirmos nesse sentido e ir no interior, né? Eh, essa proposta de transformação é a hora mesmo de mudança, gente saber que a gente tem que carregar essa cruz mesmo. Eh, eu sou ganancioso, eu sou não, eu tenho que parar com isso, eu tenho que trabalhar isso em mim, vai
ansformação é a hora mesmo de mudança, gente saber que a gente tem que carregar essa cruz mesmo. Eh, eu sou ganancioso, eu sou não, eu tenho que parar com isso, eu tenho que trabalhar isso em mim, vai doer em mim, mas eu vou, é, esse é o momento de fazer algo efetivo na nossa vida, né? Então essa isso que eu tava pensando, eu retorno para ti aí com as suas. >> Não, mas é isso, é é isso mesmo. Você falou muito bem e concordo plenamente com você que a gente vê Papai Noel em tudo quanto é propaganda, nos shoppings, né, em todas as publicidades, e uma menção menção zero sobre Jesus. E e concordo plenamente que o caminho é esse, porque se nós nós eh vamos dizer assim, quisermos mudar, não é assim? Se nós quisermos mudar o mundo, não tem que começar por nós. Então a gente precisa começar a difundir o que é o que é adequado, o que é bom junto de nós. É a campanha, por exemplo, você tava falando aí, eu estava pensando, né, de levar uma mensagem para ler, pensando assim, é, por exemplo, não tem uma troca de presentes, é outra sugestão aí. Então, ao invés de trocarmos presentes conosco, nós estamos assim: "Ah, que que é que você quer? Ah, não, eu não queria isso. Eu queria era aquilo, porque já tem tal. Que tal, por exemplo, juntar, né, os presentes serem para depois poder ser distribuído com com pessoas, com famílias, né, que não t recursos, que não tem ou de prepararem alguma coisa em conjunto para oferecer uma alimentação, por exemplo, de Natal para pessoas que nunca tiveram esse momento. Então, são tantas possibilidades que nós podemos sim explorar, né, nós podemos eh fazer a nossa parte. E aí vem algo que também tem a ver muito com o que você disse, é a nossa grande responsabilidade nesse sentido, né, César? Porque se a gente está aqui falando disso, lendo do evangelho de Jesus, e se nós não começarmos a agir nesse sentido, nós estamos fazendo a escolha incorreta que Jesus disse, né, no próprio texto. Então, compete a nós realizarmos essas modificações, chamar atenção para
s, e se nós não começarmos a agir nesse sentido, nós estamos fazendo a escolha incorreta que Jesus disse, né, no próprio texto. Então, compete a nós realizarmos essas modificações, chamar atenção para isso, através das nossas ações. E isso é estarmos como discípulos de Jesus nos dias de hoje, né? Onde a gente estiver, com quem estiver. Eu achei muito frutífero, assim, não, embora eles não falem e não vou falar a rede também, né? Cada um vai aí se lembrar, embora não falem de Natal especificamente, mas a gente tem umas atitudes, né? já eh a gente tem uma uma rede de televisão que que resolveu fazer uma campanha para levar brinquedos, né? Brinquedos paraas crianças que não têm condições. E o interessante é que as pessoas quando existe a mobilização, elas se engajam. Então já tem empresas maiores que se engajaram querendo participar, querendo estimular isso também, né? Claro que você vai falar assim: "Ah, mas então é com intenção de publicidade, né? Mas a ideia a ideia é desse auxílio, né? Desse auxílio de olha, vamos juntar, vamos juntar as coisas e oferecer para alguém que tá precisando, né? A gente precisa muito disso e a gente precisa falar muito disso, César. Concordo com você plenamente. >> Olha, o tempo passa muito rápido e eu já peço para você deixar suas considerações finais nele para que a gente possa encaminhar para o encerramento do nosso evangelho da noite. Eu nesse nesse momento de de dezembro, né, assim, lembrando que a gente lembre no com o Natal de Jesus toda a trajetória do Mestre aqui, né, todo o significado desde o seu nascimento até a crucificação, até o reaparecimento, que a gente avalie, né, que a gente tenha esse momento, essa época do ano, como uma forma de avaliar como é que essa Essa mensagem fala ao nosso coração o que que nós já temos conseguido absorver dela, o que que nos compete fazer ainda? Será que nós estamos realizando o que Jesus espera de nós, né? Pensemos nisso para o Natal, né? E tomemos tomemos atitudes, né? Não fiquemos no só no pensar sobre, achamos
que nos compete fazer ainda? Será que nós estamos realizando o que Jesus espera de nós, né? Pensemos nisso para o Natal, né? E tomemos tomemos atitudes, né? Não fiquemos no só no pensar sobre, achamos a respeito. Então eu quero deixar a todos o desejo de um feliz Natal, um feliz Natal, como nós recebemos uma mensagem, sendo luz, luz em todas as circunstâncias em que a luz é necessária, né? Que a gente possa espalhar a luz do bem, a luz do amor, a luz do entendimento, da acolhida, da aceitação, para todos os corações que nos cercam. sejam eles quais forem. Muito obrigada pela oportunidade. Que Jesus nos abençoe a todos. Agradece mais uma vez pela oportunidade de estarmos juntas. Obrigada, César, por estar conosco também. Obrigada a todos que estão nos acompanhando nesse momento e a todos que acessarão o nosso evangelho no lar. O pontinho de luz é o evangelho de Jesus sendo cultivado dentro do nosso lar e especialmente dentro do nosso coração. Então, se cada um de nós implantarmos esse evangelho no lar e, claro, procurarmos trabalhar dentro de nós, porque o evangelho é para é individual, a gente sempre pensa que é para o outro, mas é para nós. Esses ensinamentos precisam causar mudança dentro de nós e assim a gente vai atuar modificando na sociedade onde quer que estejamos. Então, muito boa noite a todos. Gratidão mais uma vez pela oportunidade de estarmos juntos. César, por gentileza, coloca a nossa poesia que foi escrita especialmente para a noite do evangelho no lar. Fiquem com Deus. Até a próxima. >> Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos,
mado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Ah. เฮ