Evangelho no Lar - #193 📱
Evangelho no Lar - #193 Programado para o dia 10 de dezembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 24, itens 13 a 16, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam todos muito bem-vindos. Meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Fé Egua. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. >> Boa noite, Cláussi. Boa noite, irmãos e irmãs. Gratidão por estar aqui novamente com vocês nessa noite. >> E a Virgínia, que é coordenadora adjunta da área da mediunidade, que hoje nós temos a honra de receber no nosso evangelho no lar. Gratidão, Virgínia. Seja muito bem-vindo. >> Obrigada, Gláusia. E não é a honra, é o trabalho. Somos servidores de Jesus e a alegria e a honra são minhas por estar com vocês. Muita paz. >> Estamos muito felizes. Quarta-feira, dia do evangelho, dia de nos aproximar mais de Jesus, né? emitir vibrações de paz para quem amamos, para os que estão perto, para que os que estão distantes, para todo o nosso movimento espírita do estado de Goiás. Muito obrigada, Virgínia. >> Eu que agradeço. >> Nós vamos dar boa noite aos nossos amigos que já estão conosco. O Fernando Rodriguez deixando aqui o seu boa noite. Ah, Renata, Renata Cunha, que está conosco em de Belo Horizonte, Minas Gerais. Seja bem-vinda, Renata. O Eupídio Quirino deixando também seu boa noite, luz e paz. Ele está sempre conosco aqui de Goiânia. Seja bem-vindo. O Fernando Rodriguez também deixando o seu boa noite. Que Deus abençoe sempre. Que assim seja. Seja bem-vindo. Ele está conosco de Campinas, São Paulo.
sempre conosco aqui de Goiânia. Seja bem-vindo. O Fernando Rodriguez também deixando o seu boa noite. Que Deus abençoe sempre. Que assim seja. Seja bem-vindo. Ele está conosco de Campinas, São Paulo. Que bom. O Estevan também Figueiredo, o evangelho no lar nos traz Jesus em nossos lares, nos abençoando e nos fazendo nos trazendo vibrações positivas do Triângulo Mineiro próximo de Visa com Goiás e Tumbiara. Boa noite, Gláuscia, Vinícius e Virgínia. Boa noite, Estevão. Seja muito bem-vindo. Pertinho de Tumbiara, Virgínia. >> Pertinho, encostadinho, né? encostadinho. E também o João Batista deixando também seu boa noite a todos e está conosco do Messageiros de Luz. Sejam todos muito bem-vindos. Esse é um momento muito especial porque tem a participação de todos, mas nós também queremos agradecer a todos que acessarão o nosso evangelho no lar posteriormente. Bom, para darmos início ao Evangelho no Lar, o Vinícius fará a leitura de uma mensagem do capítulo 193 do livro Vida Feliz, grafado por Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Joana de Angeles. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. >> Então, no capítulo 193 da obra Vida Feliz, em toda parte a súa violência e o crime se apresentam vitoriosos. Estes são dias de insensatez e cálculo para o mal. Certamente há uma avalanche de loucura ameaçadura. Jamais houve, no entanto, na terra tanto amor e tanta bondade. Veic-se mais a calamidade do que a renúncia, o escândalo do que o bom senso. Todavia, há inumeráveis pessoas que acreditam e trabalham pelo seu próximo, promovendo a era da felicidade. a estes heróis anônimos do bem e projeta o homem ajudando-o a ser livre de nesse momento nós gostaremos de a todos levando o nosso pensamento a Deus a mestre Jo, senhor pedimos nos abençoe o evangelho nossa nossos pensamentos que possamos senhor fazer as reflexões necessárias para o nosso crescimento espiritual. Pedimos que abençoe a cada um daqueles que aqui estão conosco nessa noite, a todos que irão assistir a gravação deste
ossamos senhor fazer as reflexões necessárias para o nosso crescimento espiritual. Pedimos que abençoe a cada um daqueles que aqui estão conosco nessa noite, a todos que irão assistir a gravação deste evangelho e que o evangelho possa uma vez mais, Senhor, nos aproximar da espiritualidade e que possamos aprender a prática do amor e da fride. Que assim seja. >> Que assim seja, Vinícius, o seu áudio tá um pouco baixo. >> Ah, tá um pouquinho baixo. É, >> sim. Uhum. Sim. Boa noite também para a Cátia Catalane. >> Boa noite a todos. Que Jesus abençoe a todos nós e toda a humanidade do Rio de Janeiro. Olha, e a Janete também deixando o seu boa noite. Que tenhamos um evangelho de muita luz. Que assim seja. Olha o Carlos Martins. Boa noite irmãos e irmãs. Carlão de Trindade. Seja bem-vindo, Carlos. Que bom vocês estarem conosco. Olha, nós estamos no capítulo 24 do Evangelho Segundo o Espiritismo e a Virgínia trará suas reflexões nos itens 13, 14, 15 e 16. O capítulo é: Não ponhais a candeia debaixo do alqueiro. E o item 13, 14, 15, 16, a coragem da fé. Fique à vontade, Virgin. >> Perfeito. Então, nosso abraço a todos que nos assistem nesse trabalho tão bonito, onde nós estamos abrindo as portas do nosso lar, mas estamos abrindo também as portas das possibilidades de refletirmos, de pensarmos um pouco mais nos ensinamentos de Jesus. E isso é muito bom e nos conforta muito. Então, a alegria de estarmos aqui é intensa. E a gente vai começar o capítulo 24 no item 13, fazendo a leitura rapidinha dos dois primeiros itens. Todo aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante do meu Pai que está nos céus. E todo aquele que me renegar diantes diante dos homens, eu o renegarei também diante do meu Pai que está nos céus. A primeira vista, essas palavras de Jesus soam estranhamente, porque a gente fica, de repente, se a gente se confessa Jesus, nós vamos pro céu. E se essa revelação, essa confessão é de coisas erradas, ele não vai nos auxiliar junto ao Pai. Então, parece que
nte, porque a gente fica, de repente, se a gente se confessa Jesus, nós vamos pro céu. E se essa revelação, essa confessão é de coisas erradas, ele não vai nos auxiliar junto ao Pai. Então, parece que é uma história de prêmio e castigo. Se eu for bonzinho, ótimo, Jesus estará comigo, me auxiliando junto ao Pai. Se eu não for muito bonzinho, ele não vai estar comigo me auxiliando. Bom, meus irmãos, quem de nós aqui no planeta Terra, no nosso atual estágio de evolução, somos capazes de fazer tudo correto? Ainda não somos. A gente ainda pisa a bola. a gente ainda tem tropeços. Então, esse ensinamento, como todos os ensinamentos de Jesus trazem um ensinamento moral de grande profundidade e nos alerta para o testemunho de amarmos e respeitarmos a Cristo na nossa vida prática. E o que que seria dentro dessa fala de Jesus confessar? Que nós iríamos confessar para Jesus? E a gente refletindo nesse tema, ousamos afirmar que no meu entendimento, não é apenas nós nos declararmos a nossa crença. Ah, eu sou espírita porque eu faço parte do EAD, eu frequento centro, então eu sou espírita. Isso é fantástico, mas não é o suficiente. Porque quando nós declaramos a nossa crença, nós estamos nos comprometendo a viver os ensinamentos trazidos pelos postulados de Jesus. E esses ensinamentos t amor, caridade, perdão e fraternidade. Então, esse confessar, como está escrito no Evangelho, quer dizer nós realmente buscarmos vivenciar e dessa forma testemunhar as nossas ações, mesmo quando elas exigem esforço, renúncia e coragem moral. Porque o acreditar em Jesus, o seguir Jesus implica em nós traçarmos a nossa vida segundo aquela lei de caridade, aquela lei moral maravilhosa que faz com que a gente a cada dia se torne melhor. E em contrapartida, o que seria renegar? Jesus seria nós só agirmos segundo a negação de nossas palavras. Então, eu estou na casa espírita fazendo uma palestra sobre amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Mas quando eu saio da casa espírita, eu não
do a negação de nossas palavras. Então, eu estou na casa espírita fazendo uma palestra sobre amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Mas quando eu saio da casa espírita, eu não vivencio esse ensinamento nas oportunidades que surgem na minha vida. Então isso seria renegar Jesus dentro do entendimento colocado na escrita lá do Evangelho. Então, o egoísmo, o orgulho, a intolerância, todos os defeitos que nós ainda temos, mas que estamos lutando para vencê-los, seria uma negação à prática desse evangelho. E para fecharmos esse essas reflexões, a gente tem que deixar muito claro que ali quando Jesus falou que não iria estar conosco diante do nosso testemunho, diante de Deus, é uma imagem figurada, porque ele não nos abandona em momento nenhum, mesmo quando achamos que ele se afastou. que ele esqueceu da gente. Como a gente costuma ouvir, Deus esqueceu de mim, por isso eu estou sofrendo. Não. Os nossos sofrimentos simplesmente são os resultados das nossas ações, o resultado das nossas escolhas para que a gente possa melhorar e não para que a gente vá ao encontro da dor. Na verdade é uma maneira de nós aprendermos a suportar a dor. E é lição. Olha só que bacana. Na visão espírita, já que nós estamos num programa falando sobre o Evangelho no lar, falando sobre doutrina espírita, o reconhecimento à presença de Deus na nossa vida. significa um processo já caminhando para a efetivação da nossa evolução espiritual. Quando cada um de nós já consegue agradecer a Deus por tudo que acontece na nossa vida, sejam momentos de alegria, sejam momentos de tristeza, sejam momentos em família que não tem coisa mais gostosa e mais abençoada do que reunião dos familiares, principalmente quando é ao redor do evangelho. a gente já promove a sintonia com os bons espíritos e essa sintonia geram o um progresso fantástico no nosso dia a dia. Durante o Evangelho no lar, os amigos espirituais e os nossos amigos já desencarnados se aproximam de nós. E aí vem aquela lembrança gostosa, aquela sensação de
rogresso fantástico no nosso dia a dia. Durante o Evangelho no lar, os amigos espirituais e os nossos amigos já desencarnados se aproximam de nós. E aí vem aquela lembrança gostosa, aquela sensação de alegria, porque nós estamos naquele momento sintonizando com espíritos que querem o nosso bem, que torcem por nós, que vibram a cada vitória que a gente consegue alcançar. São esses momentos. Então, seria muito bom se nós pudéssemos todos os dias eleger um momento específico para uma oração, para uma prece, para um comentário, para que a gente pudesse fortalecer a nossa casa. E essas vibrações envolvem os nossos amigos, os nossos vizinhos, os nossos irmãos, para que eles também encontrem um pouco, um pouco de paz, um pouco de harmonia dentro de si. E nós não temos como só ficar admirando Jesus. A gente sabe, Jesus criou o planeta Terra. é um espírito elevadíssimo, que acho que nenhum de nós aqui tem condições de medir a grandiosidade de Jesus, mas a gente precisa de segui-lo. É importante porque ele deixou os passos certinhos para que a gente pudesse seguir o seu exemplo. E nós, o que estamos fazendo nosso caminho? Vale a pena a reflexão e a análise. Se nós estamos melhores do que estávamos há um ano atrás, se nós estamos mais gratos pelo auxílio do Pai, se nós estamos convivendo com mais harmonia junto aos nossos familiares, enfim, se a nossa fé está ativada, se nós estamos sendo caridosos, se estamos perdoando e se estamos tendo paz, ência para que esse convívio seja reflexo da nossa harmonia interior. Vale a pena nós analisarmos, vale a pena refletirmos nesse ponto, já que o encontro com Jesus, ele acontece dentro de nós, no nosso íntimo, através das nossas ações, das nossas palavras, de coisas que a gente possa agir com a harmonia da fé ativa. Então, confessar o Cristo é vivê-lo. Renegar o Cristo é contrariar o seu evangelho. É através das nossas atitudes não seguir a proposta que nos foi feita. Então, o convite é diário. Convite de vivermos Jesus, ele é diário.
sto é vivê-lo. Renegar o Cristo é contrariar o seu evangelho. É através das nossas atitudes não seguir a proposta que nos foi feita. Então, o convite é diário. Convite de vivermos Jesus, ele é diário. E nós estamos a cada dia transformando a nossa fé em obras de amor. Vejam como é que é importante essa fala. Aí de repente a gente pode se questionar: "Mas eu não faço nada. Eu não tenho nenhuma obra assistencial gigantesca. Eu não tô lá na casa espírita todos os finais de semana porque eu tenho meu grupo familiar precisando de mim. Gente, cada um faz o que pode, cada um faz o que dá conta de fazer. E o que cada um dá conta de fazer é o que a gente consegue ainda. E à medida que a gente vai se especializando naquilo que a gente acha pequeno, a gente vai crescendo. Um exemplo, quando era, quando foi que nós começamos a aprender a praticar a caridade, como é que começou esse aprendizado? doando coisas materiais. Doamos, doamos, mas um belo dia, dentro da nossa mente, dentro do nosso coração, veio aquela ideia, nós não estamos mais felizes só em dar o material, nós queremos fazer mais. Aí a gente consegue a praticar a verdadeira caridade, porque ela vai ao encontro do sentimento ao nosso próximo. E como que essa prática pode ser feita? A Gláuscia é a professora que nos fala isso todos os dias. O acolhimento, tem alguma coisa mais prazerosa do que você acolher um irmão que chegue até perto de nós? um abraço, um sorriso, uma palavra amiga. Isso é praticar a caridade também. Olha só que bacana. Então, é importante a gente viver o Cristo, viver o que nós estamos aprendendo. No item seguinte, no item 14, vem uma coisa também que eu achei super interessante, a coragem de sermos discípulos do Cristo. E olha o que o evangelho nos diz. Por quê? Jesus afirma lá no Evangelho, porque qualquer um que se envergonhar de mim e de minhas palavras, o filho do homem dele se envergonhará também quando vier em sua glória e na de seu pai e dos santos anjos. Olha só que que ensinamento importante que Jesus nos
envergonhar de mim e de minhas palavras, o filho do homem dele se envergonhará também quando vier em sua glória e na de seu pai e dos santos anjos. Olha só que que ensinamento importante que Jesus nos propõe. Qualquer um que se envergonhar de Jesus, o que seria se envergonhar de Jesus? Como a gente poderia entender isso? já que Jesus falava de uma forma um pouco complicada, mas falava de uma forma que fazia com que as pessoas daquela época entendessem e que nós com o clarear da doutrina espírita também entendemos. Então não basta negar, é preciso não se envergonhar de Jesus. Então, nós temos que sair às ruas mostrando que nós somos servidores do Cristo. Falando em altos brados nas praças públicas, nãoificando, já que essa esse ensinamento é um convite à firmeza moral em meio ao mundo materialista que a gente tá vivendo. Será que toda vez que a gente tem oportunidade de falar de Jesus, de Deus, temos falado? Será? Então é importante que a gente fala, nós estamos vivendo um momento crucial no nosso planeta Terra, que precisamos sim de deixar claro as nossas ideias, as nossas ações. E seria interessante que a gente não tivesse medo das críticas, de praticar o bem. Por exemplo, certa feita, uma amiga minha aqui do prédio resolveu doar uma o material escolar paraa filha da faxineira do prédio e ela ouviu o seguinte: "Você vai doar material escolar? Quem te garante que a criança vai pra escola?" Aí ela muito ele equilibradamente, muito calma, falou assim: "Olha, eu faço a minha parte. se ela vai mandar ou não a criança paraa escola, o problema não é meu, mas eu fiz o bem. Então, a gente deveria agir dessa forma antes de tentar julgar as ações que ocorrem ao nosso redor. Então, não temer praticar o bem para que a gente possa ser realmente discípulos de Jesus. O filho do homem que se envergonhar, a consequência vai ser no futuro o remorço. Ele vai se dar conta do que ele perdeu. Ah, mas a gente nunca perde. a gente sempre aprende e outras oportunidades nós teremos de conseguir realmente
onhar, a consequência vai ser no futuro o remorço. Ele vai se dar conta do que ele perdeu. Ah, mas a gente nunca perde. a gente sempre aprende e outras oportunidades nós teremos de conseguir realmente valorizar, gratificar o cuidado de Jesus. E é interessante nessa parte que a gente só percebe a luz quem já aprendeu a refletir a sua própria luz. Aí voltamos naqueles comentário muito importante de que esse conhecimento, essa fé ativa em Jesus, ela acontece no nosso íntimo, dentro de cada um de nós. Então, é bem importante que nós possamos entender melhor o que acontece conosco, da maneira que nós buscamos nos conhecer, ver o que que eu tenho de bom, quais são as minhas qualidades, quais são os meus defeitos. E utilizando dessas qualidades, a gente vai devagarzinho, acabando com os nossos defeitos, porque as qualidades são bem mais agradáveis. Nesse finalzinho desse capítulo tem uma expressão interessante que Jesus fala os santos anjos. Quem seriam os santos anjos que iriam acolher, que iriam ser também enaltecidos por nós? São os espíritos puros e elevados, aqueles espíritos que já superaram muito mais do que a gente, o orgulho e o egoísmo, mas que estão ali a nos ajudar, que estão ali a nos fortalecer porque confiam no que a gente dá conta de fazer. Então, estar diante dos santos homens, como é falado no item do Evangelho, é nós admitirmos os nossos erros, é nós percebermos que pisamos a bola, mas tendo a certeza de que vamos ter outras oportunidades, vamos ter outras ações que vão implicar no nosso aprendizado, o que vem a ser um chamado para o crescimento espiritual e a superação do egoísmo. Então, nós poderíamos colocar esses santos anjos como aqueles que assessoram Jesus a promover todo esse processo evolutivo do nosso planeta Terra. seriam os bons espíritos, espíritos já mais evoluídos. Foi pelo menos o que eu entendi. Então vamos refletir agora um pouquinho na prática, na aplicação prática de todos esses comentários aqui rapidamente que nós fizemos, já que nós estamos no
evoluídos. Foi pelo menos o que eu entendi. Então vamos refletir agora um pouquinho na prática, na aplicação prática de todos esses comentários aqui rapidamente que nós fizemos, já que nós estamos no evangelho, no lar, na nossa casa, e essas mensagens estão sendo levadas para vários locais, ficarão na na mídia. É importante a gente jogar tudo isso pro nosso dia a dia. Então, o que seria ser cristão? O que seria seguir Jesus? Ser cristão além da casa espírita. Ser cristão na família, no trabalho e, principalmente na convivência social. que a gente vai mostrar o que nós já aprendemos, o que nós estamos conseguindo fazer para que a nossa vida se torne mais feliz. E para isso a gente começa a desenvolver a coragem de amar mesmo os nossos inimigos, a coragem de perdoar, porque nós vamos aprendendo a compreender-los e aceitá-los mesmo através das diferenças que existem entre nós. Nós somos criaturas únicas. Ninguém é igual a nós, é tudo novo em cada pessoa. E a gente vai ter que aprender a conviver com essas diferenças e aceitar principalmente junto à nossa família com sanguínea, aquele filho que traz problema, aquele parente que às vezes não nos incomoda. são os momentos onde nós vamos ter que vivenciar os ensinamentos do Cristo. E cada boa ação que nós fizermos, meus irmãos, é um testemunho vivo da presença de Jesus em nossos corações. Olha que coisa bonita. qualquer boa ação, até um simples parar para ouvir alguém sofrendo, é uma boa ação. E nós estamos ali testemunhando os nossos ensinamentos que foram aprendidos. E aí nós estaremos tendo a coerência entre a fé viva e a vida diária. Então nós não podemos nos envergonhar da prática da bondade. Nós temos que ter orgulho, mesmo que surjam críticas. Ah, você não podia ter ajudado aquela pessoa. Não, isso não pode ter no nosso dia a dia. Nós não podemos nos envergonhar de nada que estejamos fazendo em nome de Jesus, porque nós nunca estamos desamparados, nós nunca estamos sozinhos. E aí vem a história do carregar a sua
osso dia a dia. Nós não podemos nos envergonhar de nada que estejamos fazendo em nome de Jesus, porque nós nunca estamos desamparados, nós nunca estamos sozinhos. E aí vem a história do carregar a sua cruz. Quem quiser salvar a vida, perdê-laá. Tá lá em Jesus. Gente, essa vida é a vida material. Então, quem focar a sua vida nos aspectos materiais não vai dar certo. Como os jovens falam hoje em dia, vai dar ruim, não vai ser uma boa. Por a vida material, ela é transitória, ela passa. Então, é importante que a gente possa a cada dia conviver com as nossas dificuldades, conviver com as nossas dores, mas com fé, com confiança, com a certeza que aqueles momentos de provas estão sendo altamente positivos para o nosso crescimento moral. Olha que coisa mais bacana. Não é que a gente queira buscar a dor, não é isso. Tem muita gente que fala que o espírito é muito frio. Não é isso. Não é porque a gente compreende o porquê da dor. Porque a gente compreende que provas, expiações e desafios são caminhos educativos. E cada cruz é oportunidade de evoluirmos. Tudo isso segundo os ensinamentos de Jesus. É muito comum nas redes sociais a gente vê aquele grupo de pessoas andando, né, o desenhozinho animado, cada um carregando a sua cruz, cada uma mais pesada do que a outra. Chegou uma hora que o último da fila resolveu cortar um pedaço do do madeiro da cruz dele, porque ele tava com muita dificuldade de carregar. E foi aí que ele se deparou de frente de um precipício que era o tamanho certinho da cruz dele antes de ser cortada. Então, se a gente tem um resgate a fazer, não adianta a gente tentar burlar a lei divina, não. A gente precisa de encarar com fé, com resignação e buscar auxílio. Vou agora puxar para pra nossa querida Gláuscia. O diálogo fraterno, o atendimento fraterno é um local ótimo para aliviar a nossa cruz. experiência própria. Então, salvar a vida é fazer o bem para construirmos a nossa vida espiritual. E o que que impede um pouquinho essa construção? O medo de renúncia, de renunciar, o medo
nossa cruz. experiência própria. Então, salvar a vida é fazer o bem para construirmos a nossa vida espiritual. E o que que impede um pouquinho essa construção? O medo de renúncia, de renunciar, o medo de amar, o medo de perdoar, a falta de coragem de dizer: "Eu te amo". A vergonha de chegar e abraçar um filho, deixar para depois. Não, gente, tem que ser agora. Eu tenho uma experiência muito interessante na minha, já era uma pré-juventude, meu avô paterno era careca, aquela careca lisinha. brilhante. Eu, desde pequena tinha uma vontade de passar a mão na careca dele, mas eu tinha medo porque na minha época adulto, principalmente avô, parecia que era uma pessoa inacessível. Até que um dia eu tive coragem de chegar perto dele. Eu já tava na altura assim mais ou menos do ombro dele. E levantei a minha mão e passei na careca dele, morrendo de medo de levar uma bronca. Aí ele virou para mim e falou assim: "Ô, Virgínia, por que que você demorou tanto a expressar o seu carinho?" Aí foi aí que eu aprendi que a gente precisa de demonstrar os nossos afetos, os nossos sentimentos a toda hora para que a gente possa ser feliz. Então, meus irmãos, carregar a nossa cruz é nós com vivermos com as nossas dificuldades, mas sabendo que somos capazes de vencê-la. E aí fechando, quem perder a vida por amor a mim, salvaá. Olha, quem conseguir deixar o egoísmo pelo amor ao Cristo, venceu. Quem conseguiu se libertar de vício, do vício do orgulho, se libertou, porque a verdadeira vida é a vida espiritual, a vida do espírito. E nós estamos aprendendo a cada dia a valorizar a nossa vida. Então, gente, carregar a cruz é aceitar a vida como uma escola, um hospital, como diz Emanuel, é priorizar as coisas espirituais. E quem segue Jesus transforma a dor em luz. Essa é a nossa mensagem de hoje, mostrando que o evangelho alinha direitinho o nosso caminho para que possamos a cada dia sermos mais felizes. Obrigada pela paciência da escuta e pelo carinho. Glácia com você. Nós aqui te agradecemos pelas belas
e o evangelho alinha direitinho o nosso caminho para que possamos a cada dia sermos mais felizes. Obrigada pela paciência da escuta e pelo carinho. Glácia com você. Nós aqui te agradecemos pelas belas reflexões, Virgínia, muito propícia para esse finalzinho de ano que está aproximando o Natal, >> onde os nossos corações ficam mais receptivos, onde nós refletimos mais, lembramos mais de fazer aquela tão sonhada reflexão, conhecimento de si mesmo para reforma íntima. Então, belíssimo. Então, nós podemos dizer, Virgínia, que a fé é a firmeza de viver os ensinamentos de Jesus >> perfeitamente, >> amando, perdoando, recomeçando sempre, revendo essas relações e que esse evangelho é o nosso roteiro de vida. De vida. Virgínia, como é que a gente pode entender então essa fé egoísta? >> Porque às vezes a gente não tem essa dimensão, porque se a gente não busca essa reflexão, só para você compreender porque a pergunta >> hã, >> eh, a gente acomoda muito, tá bom desse jeito, deu tudo certo, não acontece nada além, então eu estou bem. Mas como é que a gente pode então ter essa ideia, essa percepção que a nossa fé ela é mais egoísta do que esta em que nos conduz a esse caminho com Jesus? >> É uma pergunta espetacular, Cláus. E eu penso assim de imediato, o que me vem à mente é o seguinte: nós somos pessoas muito, como eu diria, folgadas, não é? Não é a ideia, mas a gente tá sempre confortável na nossa zona de conforto, sempre. E a saída dessa zona de conforto para nós sairmos dessa fé egoísta requer esforço, não é? E esse esforço às vezes é difícil e desanimador, mas a gente procurando eh a prática da caridade, por exemplo, a gente dá início a deixar de lado essa fé egoísta. É muito comum nós vermos nas casas espíritas aquelas pessoas que quando se encontram no trabalho de assistência e promoção social, elas mudam a visão, elas começam a perceber um mundo além daquela zona confortável em que ela vive. E aí a gente começa gradativamente a sair dessa fé egoísta. Por exemplo, no nosso lar, já que o foco aqui é o lar,
isão, elas começam a perceber um mundo além daquela zona confortável em que ela vive. E aí a gente começa gradativamente a sair dessa fé egoísta. Por exemplo, no nosso lar, já que o foco aqui é o lar, a nossa fé egoísta, eu, opinião minha, tá? É a gente querer proteger os nossos filhos de tudo, querer que eles não caiam nas dificuldades que nós caímos. E não é assim que funciona. Temos que prepará-los para enfrentar a vida e não segurar. que nós não somos capazes de evitar que eles passem pelos seus momentos de superação. Então esse também é um exemplo de fé egoísta. E como é que a gente vence? Tendo confiança na educação que fizemos, que demos aos nossos filhos. a gente sai do conforto e de repente depois de um período de dificuldade a gente vê aquele filho brilhar, aquele filho voar. Olha só, por que que eu queria ele perto de mim? Ele tenha que compartilhar com o próximo que ele tem de bom, assim como nós também. Eu imagino que só seja dessa forma, Glácia. Não vejo outra possibilidade. Sim. Até porque você falou nessa questão da nossa zona de conforto, a gente não pode ficar nela muito tempo, >> não. Não pode, >> porque aí e essa essa pela precisa ser ativa, né? Essa é uma ação, né? a gente precisa produzir. E eu queria até retomar uma questão que você trouxe, que é muito importante também, Virgínia, na questão da nossa preocupação. Estamos fazendo pouco, estamos fazendo muito, né? em que contexto eu estou para poder praticar a caridade, fazer o bem, >> que na verdade eh não é a quantidade, porque às vezes a gente pode fazer muito demais demais, mas é o quanto de amor nós colocamos naquilo que realizamos. Perfeitamentos. É, é isso mesmo. >> Porque às vezes a gente pensa sim, Virgínia, pois >> tudo que a gente faz com amor >> é muito, o muito é intenso quando feito com amor, com alegria, com prazer de estar ali fazendo. Aí dá tudo certo. Ótimo. E tem uma pergunta também que você trouxe que ela não quer calar. >> Eu acho que vale vale a pena a gente refletir para cada um de nós. É, eu sou
prazer de estar ali fazendo. Aí dá tudo certo. Ótimo. E tem uma pergunta também que você trouxe que ela não quer calar. >> Eu acho que vale vale a pena a gente refletir para cada um de nós. É, eu sou discípula, eu sou discípulo de Jesus. >> É, vale a pena. >> E aí, e aí como é que eu reconheço, como é que eu sei quais são os indícios de ser esse discípulo de Jesus? já que ele nos mandou esse consolador prometido, clarificando seus ensinamentos. É, quais os indícios, >> menina? Que pergunta bacana, né? Olha só, a gente tem dentro de nós uma dádiva de Deus fantástica, que é a consciência que está impressa dentro de nós. Então, quem vai nos oferecer essa resposta é a nossa consciência. Não tem outra, não tem ninguém que vai apontar. Virgínia, você está fazendo pouco. Virgínia, você tá fazendo demais. Isso não existe. É a minha avaliação íntima que vai fazer com que eu tenha consciência que eu agora estou sendo discípula de Jesus. E não precisa de ninguém me apontar, de ninguém falar o que que eu tenho que fazer. A gente já sabe. Às vezes a gente faz de conta que não sabe, né? Às vezes a gente bota esse esse conhecimento de uma gaveta lá no fundo, mas vai ter a hora que ele vai sair da gaveta e com certeza vai sair esplendoroso, porque nós teremos ferramentas para realmente estarmos nos tornando discípulos de Jesus, como aqueles cristãos que se entregavam aos martírios dentro dos circos romanos. anos cantando, são exemplos vivos. Então, para nós não tem mais leões, não tem mais fogo, mas tem os desafios atuais que também são pesados. E a quem a gente recorre? A oração, a preceção de estarmos tentando fazer. Eu acho que o importante é tentar e o resto vai acontecendo. Não sei se atendeu aí o que você quer. >> Atendeu. Você você tocou exatamente no ponto delicado. Não ponhais a candeia debaixo do ar. >> Perfeitamente. Perfeitamente. >> Você tocou exatamente no ponto que a gente precisa ter estar atentos. Muitíssimo obrigada, Vinícius. É muito pertinente essa reflexão, né? E
candeia debaixo do ar. >> Perfeitamente. Perfeitamente. >> Você tocou exatamente no ponto que a gente precisa ter estar atentos. Muitíssimo obrigada, Vinícius. É muito pertinente essa reflexão, né? E nos dias atuais, eh, a gente é convidado, né, a assumir uma postura, eh, mais ativa, né, nesse seguir a Jesus, né? E se no passado os cristãos na no cristianismo primitivo, né, passaram por tantos desafios, né, no sentido de serem perseguidos, né, hoje o nosso desafio ele é mais moral, né, >> que é o da gente escutar a nossa consciência. A gente já conversou bastante aqui no evangelho, como a gente estuda e a gente entende o que, quais são as orientações. A questão é colocar em prática, né, naquele momento, naquela oportunidade que eu tenho, que eu sou chamado a me mostrar como um seguidor de Jesus, né? Porque ser um cristão é de fato seguir o Cristo, os seus ensinamentos, né? Então fica essa reflexão acho que pra gente, né? Cada um. E acho que a Virgínia colocou uma coisa importante no começo da fala dela, né, que é essa questão, a gente perfeito, né, lógico que a gente vai errar, né? Mas é sempre legal a gente relembrar aquilo que Santo Agostino nos falava, né, no livro dos espíritos, né, todo dia refletir e pensar onde que eu posso melhorar, onde que onde eu falhei nesse dia, né, e eu buscar essa melhoria interna, né? É isso que o evangelho nos propõe, né, uma renovação, né? Perfeito. >> Muito bom. Nós temos aqui o comentário da Cátia. É na prática da caridade, do acolhimento e sem escolha de quem vai ser ajudado. Nós falamos no atendimento espiritual, que é um acolhimento incondicional, né, como Jonatângeles nos nos orienta, né? Escuta com o coração, o acolhimento incondicional. Isso mesmo. O Thaago deixando o seu boa noite. Seja bem-vindo, Thago. O João Batista comentando. Olha, somos verdadeiros espíritas quando vivemos o evangelho de Jesus dentro de nós e compartilhamos com o nosso próximo na verdadeira caridade. Perfeito. Ele continua. Irmã DC. Madre e Teresa
ntando. Olha, somos verdadeiros espíritas quando vivemos o evangelho de Jesus dentro de nós e compartilhamos com o nosso próximo na verdadeira caridade. Perfeito. Ele continua. Irmã DC. Madre e Teresa foram exemplos vivos de caridade, que é o amor em movimento, como dizia o Chico Xavier, o Chico perfeito, perfeito. A caridade material pode ser feita por qualquer ser humano e a moral às vezes é mais importante, pois é feita com compaixão e amor ao próximo em nossos corações. Sim. Quer comentar, Virgina? Fique à vontade, >> tá? Tudo bem. É interessante, né, essas reflexões. Essa daqui do João Batista dos Santos, logo abaixo dessa que tá sinalizada, eu achei fantástica. Olha só o que que ele coloca. O poeta libanês Calil Gibran disse que quando Jesus disse amar os vossos inimigos ele passou a amar ele mesmo e percebeu que ele era o seu maior inimigo. Realmente, às vezes nós somos os nossos maiores inimigos, boicotando tudo de bom que a gente tá trazendo acumulado no nosso perespírito e no aprendizado da encarnação atual. Bacana, João Batista. Gostei dessa sua colocação, aliás, de todas, mas essa aí nos revela um ponto importante para reflexões. Sem dúvida. >> Sim, com certeza. Hoje nós estamos melhores do que ontem e estamos construindo para estarmos melhores amanhã. É importante isso mesmo. Lembrar disso. >> O Estevan trouxe neste momento de transição planetária, o estudo do evangelho de Jesus é primordial para a nossa evolução através da nossa reforma íntima. Perfeito. Muito bom. A Cátia deixando o seu obrigada pela pelas reflexões. O Estevan também lindas mensagens sobre o evangelho da senhora Virgínia Wilson. Grato. Que bom. A Renata Cunha também. Obrigada, Virgínia. Deus abençoe sua caminhada. Olha, o nosso o nosso evangelho é muito bom, muito bom mesmo. Aprendemos muito, temos aprendido muito. Nós agradecemos imensamente pela participação, Virgínia, Vinícius, e eu quero que você deixe, Virgínia, as suas considerações finais. Pois não. É, é importante que a cada
muito, temos aprendido muito. Nós agradecemos imensamente pela participação, Virgínia, Vinícius, e eu quero que você deixe, Virgínia, as suas considerações finais. Pois não. É, é importante que a cada palestrinha que a gente prepara, parece que a gente tá falando primeiro para nós. Aliás, nós estamos ouvindo primeiro, não é? Então, é sempre aprendizado, gente. Vamos falar de Jesus para que a gente aprenda a viver como Jesus nos ensinou. E lembrando aquele mandamento que ele citou na última ceia, quando ele sabia que seria preso e sacrificado, ele falou pros discípulos que o primeiro mandamento era amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo. Mas ele prometeu que aquele momento ele daria um novo mandamento diretamente para aqueles homens, para aqueles 12 homens. E ele disse o seguinte: "Que vocês amem o próximo como eu vos amo." Eu acho dis isso uma importância fantástica na nossa vida. Nós já estamos num patamar um pouquinho mais esclarecido do que a maioria das pessoas do nosso planetinha. Então, gente, vamos viver, vamos falar, vamos exemplificar o Cristo. Muito obrigada e muita paz para todos que estão a nos ouvir. Sentimento é de gratidão e de alegria, Virgínia. Gratidão, Vinícius, por estar conosco, por compartilhar conosco também suas reflexões. Gratidão a todos que estão aqui neste momento e aos que vão acessar o nosso evangelho no lar. E já deixamos o nosso convite para estarem conosco na próxima quarta-feira. Fiquem com Deus, muita paz. Que este finalzinho assim de dezembro traga para nós muita harmonia, muita paz, muito sentimento de Jesus ao nosso lado, pertinho do nosso coração, para renovar as a nossa fé, a nossa confiança, a nossa sertura o melhor. Eu peço pro Vinícius colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho no lar. Boa noite. Fiquem com Deus. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os
nto de Evangelho no lar. Boa noite. Fiquem com Deus. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar. É a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito. Irmãos, a boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.