Evangelho no Lar - #188

FEEGO 06/11/2025 56:55

Evangelho no Lar - #188 Programado para o dia 5 de novembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 24, itens 1, 2 e 3, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite, meu nome é Cláusia. Nós retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de neste momento apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite. O César, que é um colaborador da área da do da comunicação, eu já ia dizendo do atendimento, mas também é do atendimento espiritual, né, César? Boa noite, seja bem-vindo. >> Boa noite. É sempre tão bom, né, esse momento que nós nos encontramos aqui pro estudo do Evangelho. >> Sim, uma noite harmônica, de reflexão. E nós temos também um convidado muito especial que é o William Felício. Ele está dirigente do Centro Espírita Apóstolo Paulo de Trindade. Seja muito bem-vindo, Willam. Gratidão por ter aceito o nosso convite para essa noite de hoje. >> Boa noite. Eu que agradeço a oportunidade. Boa noite a todos que estão conosco nesse momento. Sejam todos bem-vindos. >> Que bom. Bom, vamos dar boa noite aos nossos amigos. A Renata Cunha de Belo Horizonte, ela deixando aqui o seu boa noite para todos nós. A Maria Lúcia também deixando o seu boa noite. A Lucimar que é coordenadora adjunta da área da áp, boa noite. O Estevan também. Que Jesus adentre em nossos lares, irradiando muita luz, paz e bênçãos em todos eles. Grato pelo Evangelho, amigos da Féo. Nós aqui agradecemos a sua presença, Stevan. O Eupídio Quirino deixando o seu boa noite, luz e paz para toda a humanidade e ele nos acompanha sempre aqui de Goiânia. E o João Batista também, que é do Mensageiros da Luz, também deixando o seu boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. É uma honra para todos nós hoje, Evangelho no Lar, este

nha sempre aqui de Goiânia. E o João Batista também, que é do Mensageiros da Luz, também deixando o seu boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. É uma honra para todos nós hoje, Evangelho no Lar, este momento em que nós cultivamos os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo no nosso lar, para nossa harmonização, para fortalecimento dos nossos laços, né? que Jesus possa estar com todos nós. Bom, o César fará a leitura de uma mensagem do capítulo 188 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Joana de Angeles. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. >> Então vamos lá. Livro Vida Feliz. Começa no capítulo 188. Nunca te omitas ante a tarefa de auxiliar. Não somente com o dinheiro, a posição social relevante, o poder se dispõe de recursos para ajudar. A palavra gentil é geradora de estímulos e valores que logram resultados preciosos. O verbo tem erguido civilizações como levado multidões à guerra, à destruição. Usa a palavra para socorrer, emulando as pessoas caídas a levantar-se, os que dormem a despertar, os errados a corrigir-se, os agressivos a acalmar-se. Fala com elevação e bondade, tornando-se microfone fiel a serviço do bem. Após essa mensagem ditada pelo espírito de Jolees, vamos juntos em sintonia, com muita alegria no coração, esse momento tão especial em que voltamos os nossos pensamentos, a nossa atenção para Jesus com sentimento de gratidão. Amado mestre, Senhor da Galileia, nessas épocas, nesse tempo tão conturbado, Senhor Jesus, agradecemos por termos escolhido compartilhar este momento, por estarmos aqui sintonizados para ouvir a tua mensagem, Senhor, o evangelho que nos renova. possamos nos deleitar com essas bênçãos, com que cada palavra toque o nosso coração e que possamos, ao término desse encontro, sairmos renovados, com otimismo, com esperança. Que assim seja. >> Que assim seja, César. Muito obrigada. Bom, nós vamos iniciar nesta noite o capítulo 24. Não ponhais a candeia debaixo do alqueiro. E o William trará

s, com otimismo, com esperança. Que assim seja. >> Que assim seja, César. Muito obrigada. Bom, nós vamos iniciar nesta noite o capítulo 24. Não ponhais a candeia debaixo do alqueiro. E o William trará suas reflexões dos itens um, dois e três. Lembrando que o Evangelho Segundo o Espiritismo é da editora FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Will, amigo, fique à vontade. >> Obrigada. Então, boa noite a todos. Eh, com alegria, eu falo aqui do Santo Espírito Apóstolo Paulo. Ah, hoje é a nossa noite também de evangelho, de evangelização para as crianças. Então, eh, eu até falei paraa Glausa, eu vou fazer de lá do centro, eu tô aqui na nossa secretaria. Eh, caso vocês escutem algum barulho de criança correndo, é, é a nossas crianças aqui no centro. Eh, e agradecer pelo convite. Eh, me senti muito honrado por poder participar desses momentos. Eu sempre digo, eh, para aqueles que vão nos ouvir pela primeira vez, não tenho grandes expectativas, o nosso falar é simples, mas é de coração, né? Eh, a gente espera conseguir contribuir com a mensagem de Jesus à luz da doutrina espírita. E esse tema que nos foi passado, eh, usam algumas palavras, né? E eu tava fazendo algumas pesquisas alqueir Candeia, eh, e aí a gente fica, a gente que já está um pouco tempo na doutrina, a gente acaba sabendo o que são esses, eh, esses objetos que aquela época do Cristo, pelo cotidiano da época, ele usava os exemplos da época. Então, a a há aqueles que já conhecem os termos, eu vou pedir paciência para que, se tiver alguém que não conheça, eu vou tentar trazer pros termos de hoje. Eh, então, talvez substituindo, mas deixa alguma palavra, mas deixando no mesmo sentido. Então, quando ele ele vai falar aqui para nós, não ponhais a candeia debaixo do alqueir que tá no capítulo 5 aqui, o primeiro de Mateus, eh, e o capítulo 5 de Mateus, para quem se lembra, ele é o sermão do monte. Ele é o início do sermão do monte. Então, o sermão do monte que é do capítulo 5, quinto, sexto e o sétimo, que é considerado o maior discurso de Jesus,

s, para quem se lembra, ele é o sermão do monte. Ele é o início do sermão do monte. Então, o sermão do monte que é do capítulo 5, quinto, sexto e o sétimo, que é considerado o maior discurso de Jesus, né, na Bíblia. E eu não sabia, eu vendo uma vez o Jorge falando que do Sermão do Monte foram retirados 14 capítulos do Evangelho Segundo Espiritismo. Então esse também esse esse texto que a gente vai mencionar aqui, ele é a continuidade das bem-aventuranças. Assim que termina as bem-aventuranças, eh Jesus vai falar que nós somos o sal da terra, que nós somos a luz do mundo, né? Então ele vai ele vai continuando eh por esse por esse caminho. E é interessante porque ele vai falar da cidade, né, da cidade da cidade iluminada e aí logo em seguida ele vai falar sobre essa questão da lâmpada e a a linguagem de parábolas que a gente vai falar também aqui um pouco. E é interessante então que ele começa falando para nós, né, que ninguém acende uma candeia para pô-la debaixo do alqueire. põe ao contrário sobre o candeiro, a fim de que ilumine a todos os que estão na casa. Eu que nasci nos anos 80, eu peguei um pedacinho da lamparina, né? Acho que quem quem teve essa oportunidade de conhecer vai se lembrar que a lamparina eh se eu não me engano funcionava com, não sei se era com querozênio óleo, ela ficava em cima, né? As famílias na roça colocavam a uma certa altura para ela iluminar. Então, quando a gente vai pensar, Jesus estava falando assim de um simples artefato que era usado à época para a iluminação da casa. Sim, mas de certa forma ele tava falando também sobre essa luz, já que ele havia falado, né, versículos antes que nós temos luz, né, que nós somos a luz do mundo, que nós temos, brilhai a vossa luz, me perdoei a confusão, né? Ou seja, que nós temos uma luz, então que a partir de agora essa luz a gente tem que elevá-la. temos que colocá-la numa certa altura, porque se nós deixarmos ela baixa, ela não vai iluminar. E da mesma forma que a medida que nós vamos a conquistando

r de agora essa luz a gente tem que elevá-la. temos que colocá-la numa certa altura, porque se nós deixarmos ela baixa, ela não vai iluminar. E da mesma forma que a medida que nós vamos a conquistando eh a o evangelho, que a gente vai entendendo essa mensagem, essa boa nova, como assim ele falava comos seus discípulos, já não podia mais. É impossível que eles não pegassem essa mensagem e colocasse ela no seu devido lugar para que ela atingisse mais corações, para que ela chegasse aos outros corações. Então, essas palavras, né, candeia, eh, candeeiro, alqueir, que eram as coisas lá, o alqueir eu até fui procurar, era um recipiente de 35 L, onde eles colocavam lá o, geralmente era o óleo de oliva para ser o combustível. da dessa lâmpada que eles colocavam que com o passar do tempo foi foram sendo substituídas até eh há pouco tempo nós chegarmos a a essa questão que hoje nós temos aqui, que é a luz, né, a luz elétrica e que da mesma forma encontra-se numa altura eh eh elevada para que possa alcançar eh os umbrais. E quando a gente para para pensar, eh, o dever da luz, ou deveria ser, né, vencer a escuridão. Então, muitas vezes, quando nós estamos num momento de escuridão da nossa existência, e se nós temos a oportunidade de acender essa luz que nos ilumina o caminho, de buscar a a mensagem do Cristo Jesus como a luz do mundo, né? E aí, se eu não me engano, ele fala, acho que é em João, né, que ninguém vai ao Pai senão por ele, por essa luz. Então, nós temos essa oportunidade de tê-la acesa nos nossos corações. E aí, eh, Lucas também traz a sua contribuição, eh, nos versículos, no capítulo 8, versículos 16 e 17, quando ele diz: "Ninguém há que depois de ter acendido uma candeia, a cubra com o vaso ou a ponha debaixo da cama". E aí a gente lembra que se você cobre algo que tá ali eh aceso, vai faltar o oxigênio, daqui a pouco ela vai se apagar, né? Então a gente não consegue, se a gente acender essa luz e sufocá-la, ela não vai conseguir o seu eh o seu ministério cumpri-lo, né? e a cubra com o vaso ou a

ênio, daqui a pouco ela vai se apagar, né? Então a gente não consegue, se a gente acender essa luz e sufocá-la, ela não vai conseguir o seu eh o seu ministério cumpri-lo, né? e a cubra com o vaso ou a ponha debaixo da cama. Põe-nas sobre o candeiro, a fim de que os que entrem vejam a luz. Pois nada há secreto que não haja de ser descoberto, nem nada oculto que não haja de ser conhecido e de aparecer publicamente. E aí lembrando também que Mateus eh é quem está ao lado de Jesus como discípulo. E Lucas eh ele já é à época de Paulo, né, alguns anos após já a crucifixão de Jesus. Então ele narra os fatos ali no médico que acompanhava, né, o Paulo de Saulo, depois Paulo, né, no caso ele, acho que ele já pegou a fase de Paulo, então era um médico e era uma pessoa que que foi eh em loco, foi foi conversar com Maria a pedido de Paulo. Então ele pesquisou muitas histórias, ele tinha além dos conhecimentos que ele já tinha do próprio evangelho de Levi, que era Mateus, ele também pesquisou. Então, às vezes a gente vai achar muita semelhança e às vezes algumas histórias que ele vai trazer, se eu não me engano também o filho pródigo só tá no Evangelho de Lucas, né? Algumas passagens não foram citadas por outros evangelistas. E aí, da mesma forma, né, no o sentido acaba sendo o mesmo, só que aí ele traz para nós essa reflexão, né? nada a secreto que não haja de ser descoberto. Então, à medida que a que a que Jesus ia falando, e a gente vai pensar isso agora no próximo item, à medida que Jesus ia descortinando, trazendo para nós as verdades, ele ia trazendo como a conta gotas. Olha aqui, eu posso falar um pouco mais, ali eu devo segurar um pouco. E para os discípulos em específicos, como a gente vai ver no rio Boa Novo, eh ele ele falava de forma mais direta, né? Então ele trazia para nós esses ensinos. Então, nada há de secreto que não haja de ser descoberto. Então, eh, a medida que o tempo for passando, que a nossa maturidade for chegando, eh, nós também estaremos a descobrir e também certas coisas que nós

ada há de secreto que não haja de ser descoberto. Então, eh, a medida que o tempo for passando, que a nossa maturidade for chegando, eh, nós também estaremos a descobrir e também certas coisas que nós não vamos mais conseguir esconder, né? Então, vai chegar um momento em que a as máscaras do nosso orgulho elas vão ter que cair do nosso egoísmo para que a a gente evolua. E muitas vezes essa evolução é acompanhada de um processo muitas vezes doloroso, de dor, eh que nos faz repensar, né, certas certas coisas que nós eh fazemos. Eu tenho um amigo que que recentemente tá tem enfrentado um um diagnóstico de câncer e ele muito consciente, não é espírita, não tem assim o entendimento que nós temos, mas ele me falou algo que me chamou atenção, que ele disse assim: "Eu aprendi com a dor". E eu falei: "Como assim você aprendeu com a dor?" Ele falou assim: "Meu irmão, eu aprendi que a qualquer momento eu posso ir embora, que a qualquer momento eu posso deixar os meus familiares". E antes eu era muito preocupado com as coisas de agora de fazer tudo a ao tempo. E eu às vezes me irritava com um barulho do meu filho, com alguma coisa que acontecia, com a uma coisa que a minha esposa faz. agora quando eu a vejo eh fazendo algo, pode ser a última vez que eu a estou ganhando. Então isso me dói e ao mesmo tempo isso me motiva a ser uma pessoa melhor, né? E graças a Deus eh ele tem respondido bem ao tratamento e e ao que parece, ao que tudo indica, ele vai se curar. Mas era uma pessoa muito ligada somente ao trabalho, aos bens, a conquista de bens, era tudo para ontem. E ele falou que essa pausa que ele teve que dar na carreira de ter que repensar a sua vida, né, ou se reinventar, né, já depois de adulto, isso para ele trouxe muita significação. Então, eu trouxe só esse exemplo paraa gente eh pensar um pouco também acerca dos momentos que a gente tem com os que a gente ama, com os que a gente pode e eh e quando, né, a dor tocar o nosso corpo físico, né, que a gente não se esqueça que nós somos

ar um pouco também acerca dos momentos que a gente tem com os que a gente ama, com os que a gente pode e eh e quando, né, a dor tocar o nosso corpo físico, né, que a gente não se esqueça que nós somos seres espirituais vivendo, né, experienciando uma encarnação e que nós estamos aqui, mas nós não somos daqui, né? E continuando, então, aproximando-se no item três, disseram-lhe os discípulos naqueles momentos que eles tinham de conversa, eh, por que lhes fala por parábolas, né? Por que que o Senhor fala para eles por parábola? E aí Jesus dá uma resposta direta, né, com os discípulos, eh, como dizem os jovens, o papo era mais reto. Então ele fala para eles de certa forma, eh, disse-lhe ele, é porque a vós outros foi dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles isso não lhes foi dado. Eh, então, eh, a verdade, quando a gente, quando a gente escuta que conhecereis a verdade e ela vos libertará, sim, eh, a verdade nos libertará, mas à medida que nós tivermos condição de entendê-la. Se, por exemplo, nessa época o Cristo trouxesse todos os ensinos de Kardec da forma como Kardec trouxe, não teria muito sentido. A população não estava ainda no no momento de receber a doutrina espírita. não é? Tanto que ele fala eh logo em seguida que ele enviará um consolador e ele ficará conosco. Então, certas coisas as pessoas que ali estavam não tinham condições. Mas se a gente parar para pensar no estado eh espiritual dos próprios apóstolos, dos próprios discípulos, eh não eram qualquer, por mais que às vezes tinham ali eh eh Pedro, né, que tinha aquela coisa mais rudimentar, mais brava, mas era um homem de muita fé. Então, eram espíritos preparados para aquela missão, eram já espíritos eh com uma envergadura de continuar a tarefa do Cristo quando ele não tivesse mais aqui e junto dos outros que a gente não conhece, talvez nem por nome, mas que também deram continuidade a o ministério de Jesus, né, a a ao espalhamento do evangelho. Porém, a ao que nos parece, outras pessoas ainda não

tros que a gente não conhece, talvez nem por nome, mas que também deram continuidade a o ministério de Jesus, né, a a ao espalhamento do evangelho. Porém, a ao que nos parece, outras pessoas ainda não tinham esse eh esse eh entendimento, essa compreensão, eles não iam chegar, não iam muito longe. Então, a a verdade, por mais que ela liberte, ela vai sendo colocada para nós pouco a pouco, né? Então, hoje nós que estamos experienciando uma reencarnação na doutrina espírita, nós não podemos dizer agora que nós eh eh não sabemos que existe uma lei de causa e efeito, né, de ação e reação. É, nós nós hoje não podemos dar mais desculpas eh de que certas coisas que o orgulho nos causa, prejuízos que ele nos traz, a gente não pode mais dizer isso, porque afinal de contas a doutrina espírita ela é muito clara, né? Nos ensina Kardec que a fé deve ser raciocinada. Então, à medida de que nós temos uma fé raciocinada e à medida que nós somos senhores do nosso próprio destino, agora sabedores disso, a nós a verdade já chegou com mais clareza. Então, é como se nós eh na escola tivéssemos avançado, chegado a um grau agora que nós podemos ouvir certas verdades. E ainda dizem os espíritos que nós estamos muito longe de compreender ainda certas coisas, né? Até mesmo Deus, quando a gente vai fazer as questões do livro dos espíritos, as primeiras, a a não existem nem palavras para descrever eh Deus e nem nós as compreenderíamos. Então, assim, a gente compreende hoje o que o que nos é permitido. E é então quando ele fala: "E porque aquele que já tem mais lhe será, mais lhe dará e ele ficará na abundância. Aquele entretanto que não tem mesmo o que tem, se lhe tirará. Falo-lhes por parábolas, porque vendo não vem e ouvindo não escutam e não compreendem. Porque se nós pararmos para pensar, apesar de tudo que o Cristo fez, né, dos conhecidos eh feitos milagres, né, que a eram atribuídos a ele, eh que depois ele mesmo vem dizer que ele não veio destruir a lei, mas cumprir. E que nós também somos deuses,

que o Cristo fez, né, dos conhecidos eh feitos milagres, né, que a eram atribuídos a ele, eh que depois ele mesmo vem dizer que ele não veio destruir a lei, mas cumprir. E que nós também somos deuses, vós sois Deus, ou, como ele disse, somos o sal da terra, o tempero. Então, eh, ele dá o protagonismo a nós e ele fala: "O que eu tô fazendo hoje, no futuro vocês também poderão fazer". Eh, então, de fato, mesmo essas pessoas que viram esses milagres, que viram essas curas, que viram tudo que ele fez, ainda vendo, eles não conseguiram de fato enxergar, né? Vendo não vem, ouvindo, né? Não, não, realmente não escutam. Então, eh, foram ali de certa forma eh viveram de certa forma aquela experiência, mas naquele momento não se tocaram. Se a gente for buscar na nossa memória afetiva, eu tenho uma memória afetiva com o livro há 2000 anos, quando o senador público lentos, a pedido da sua esposa Lívia, vai ao encontro de Jesus. Ele quer procurar, quer encontrar Jesus, mas ao mesmo tempo ele tem vergonha de ser visto com Jesus em um lugar público, em uma praça pública. Eh, então quando ele senta-se num num lugar ali, Jesus aparece para ele e só os dois têm aquela conversa. E aí Jesus fala para ele, né, que infelizmente ele ia deixar passar aquela oportunidade, né, de forma resumida, que outra em outra época ele teria que trabalhar porque agora o orgulho dele, o egoísmo ainda não deixar, né? E aí depois a gente vem eh conhecer o Emmanuel, né, através da que já participa ali na codificação e depois participa com o próprio Chico, né? Então, 18 séculos depois, sendo que a sua esposa Lívia já naquela encarnação, eh, encontraria a sua redenção quando sacrificada, né? Eh, então mesmo essas pessoas que viram, que ouviram, até mesmo o nosso Emanuel naquela época não tinham ainda eh essa capacidade de compreender a luminosidade do Cristo e como essa luz, né, que colocada acima de nós poderia realmente nos conduzir ou clarear os nossos caminhos. E aí, continuando a explicação, ele diz: "Ouvirei com os vossos ouvidos e não

ade do Cristo e como essa luz, né, que colocada acima de nós poderia realmente nos conduzir ou clarear os nossos caminhos. E aí, continuando a explicação, ele diz: "Ouvirei com os vossos ouvidos e não escutareis. Olharei com os vossos olhos e não vereis, porque o coração deste povo se tornou pesado e seus ouvidos se tornaram surdos e fecharam os olhos para que seus olhos não vejam e seus ouvidos não ouçam, para que seu coração não compreenda e para que tendo se convertido, eu não os cure. Então, de todas as formas que Jesus tentasse com aquelas pessoas, a não ser por parábolas, a comunicação não se daria. E não é algo exclusivo só do Cristo. Até mesmo o os doutores da lei, em certo momento, os judeus, eles usavam de figuras de linguagem porque eles falavam com pessoas eh analfabetas. A maioria das pessoas não tinham instrução pedagógica, não liam. Eh, os conhecimentos eram passados, eh, eram poucas as pessoas que tinham que conseguiam ler, né, que a maioria das pessoas trabalhavam desde cedo em serviços pesados, ainda mais aquela época que a sociedade era uma sociedade eh subjugada pelo Império Romano. Então, eram as pessoas que tinham eh essa pedagogia eh a usaram por parábolas. Então, a até hoje, eh, a gente percebe, trazendo hoje pro nosso cotidiano que tem pessoas que têm dificuldades de entender essas figuras de linguagem, essas metáforas que o Cristo falava. Hoje ainda tem dificuldade de interpretar. Eh, hoje quando você fala, quando às vezes uma pessoa pergunta, eh, fala: "Ah, não existe reencarnação na na Bíblia, no texto sagrado?" E aí você vai se lembrar das passagens de Nicodemos, daquele diálogo com Jesus. Quando você vai se lembrar daquela outra parte, quando eles perguntam, né, que que Jesus pergunta que dizem os homens em relação ao filho do homem, então ele vai falar de que João Batista era a encarnação de Elias. Ainda assim, hoje tem pessoas que leem aquilo e não entendem que Jesus eh falou de reencarnação da dessa possibilidade. Então, ainda hoje tem

e vai falar de que João Batista era a encarnação de Elias. Ainda assim, hoje tem pessoas que leem aquilo e não entendem que Jesus eh falou de reencarnação da dessa possibilidade. Então, ainda hoje tem pessoas que ouvindo não escutam de fato, né, e vendo, lendo, não conseguem eh compreender essa máxima do Cristo. Então, eh, para nós que hoje estamos aqui nessa posição e nós não fazemos aqui nenhuma, eh, nenhum uso assim de que, ah, somos melhores, pelo contrário, a quem muito foi dado, muito será cobrado, ele mesmo fala, né? Eh, aquele que que tiver, a gente vai dar um pouco mais. Então, se hoje nós estamos com essa oportunidade do evangelho, eh, Rede Vigo, com a mensagem espírita de consolo, de fraternidade, nós a temos que divulgar, nós a temos que levar, porém eh com a a a as a ciência, a sabedoria de que nós somos, eh, apenas instrumentos da espiritualidade, nada mais que isso, né? que nós somos apenas servidores, eh, trabalhando para Jesus e que, de fato, nós não somos melhores que ninguém. Nós só temos hoje uma oportunidade eh de aprender na fonte eh entender o nosso futuro e levar essa mensagem consolativa, consoladora a tantos corações. Então, que a gente consiga eh sempre que que tivermos oportunidade, seja em casa, seja no culto do evangelho no lar, seja no nosso centro, nas posições que nós estamos hoje, eh que nós possamos colocar a luz acima e que a luz seja Jesus a iluminar a escuridão dos nossos corações. e que nós, eh, iluminados e tocados por essa luz, possamos, enfim, eh, abençoar também aqueles que ainda não a encontraram, né? Sejam os nossos irmãos ainda em atraso, sejamos nós, eh, em qualquer situação que estivermos. Eh, para isso, Jesus, eu eu creio que Jesus conta conosco e nós mais ainda com a sua, com a sua ajuda, com a espiritualidade que nos acolhe, com momentos como esses de pensarmos, de refletirmos sobre o evangelho de Jesus e, por que não, né, divulgá-lo eh fazendo como estamos fazendo agora, né? Então, eram essas as minhas considerações. Espero não ter passado do

s de pensarmos, de refletirmos sobre o evangelho de Jesus e, por que não, né, divulgá-lo eh fazendo como estamos fazendo agora, né? Então, eram essas as minhas considerações. Espero não ter passado do tempo e agradeço mais uma vez pela oportunidade. Não passou do tempo e nós só temos que te agradecer, William, pela clareza. Trouxe com tanta simplicidade, mas com tanta harmonia esses ensinamentos. E olha, eh, enquanto você falava, eu estava refletindo aqui, essa luz, essa verdade, ela estará, ela está sempre ao alcance de todos. E todos nós, né, a felicidade é essa, porque todos nós, independente de ser hoje ou amanhã, né, ou demorar mais um pouquinho, todos nós vamos, né, absorvê-la nós, porque a verdade ela é como o sol, né? principalmente se nos faz bem, se nos traz essa possibilidade de refletirmos e de crescermos. Muito bom. Muito bom. Eh, a respeito das parábolas, né? Porque Jesus falava por parábolas, eram pequenas histórias que ele utilizava do contexto ali do cotidiano de todos e que olha, olha a sabedoria dele, né? Ele era um pedagogo exío, fazia sempre uma conexão emocional com aqueles que estavam ali, trazendo uma um ensinamento profundo. E é o que a gente estuda, né, na pedagogia hoje, né, essa aplicabilidade desse conhecimento e o que o Evangelho Rede Vivo nos traz, né, pra gente extrair esse espírito da letra, ou seja, a gente alcançar esse conhecimento, mas meditar, sentir e vivenciar esses ensinamentos. Muito bom, muito bom mesmo. Eh, e como você falou, até hoje tem tem muita muitos elementos nas nas parábolas que a gente precisa se debruçar. Você trouxe o exemplo aí da parábola do filho pródigo, né? eh maravilhosa que na verdade nós, né, podemos nos ver tanto como filho, né, pródigo, mas também aquele filho mais velho que sempre esteve ao lado do pai, que na verdade é Deus para nós. Você quer falar mais um pouquinho a respeito, Willam, já que você trouxe tanto essa questão de de nós, né, estarmos ao alcance dessas verdades de Jesus? Não. E você mencionou o filho pródigo e

ra nós. Você quer falar mais um pouquinho a respeito, Willam, já que você trouxe tanto essa questão de de nós, né, estarmos ao alcance dessas verdades de Jesus? Não. E você mencionou o filho pródigo e eu quero dar aqui o meu testemunho que eu me identifico muito com o segundo filho. [risadas] É o que julga, é o que chega no pai e fala assim: "Ah, mas esse aí eu tô aqui do seu lado sempre e esse aí fez o que fez e voltou. Porque a gente pensa sempre que a gente é o primeiro, né? a gente está na condição do primeiro. E na verdade a a essa história me passava despercebida porque muitas vezes eu achava que eu era o primeiro [risadas] e hoje eu aprendi que não, que eu é da Telma, você entrega para ela, por favor. Isso, desculpa, tá, pessoas [risadas] de sempre. Eh, então assim, eh, hoje quando a gente se debruça, eh, vai falar pro, para um, para uma pessoa assim, às vezes de uma outra religião, quando Jesus fala, há muitas moradas na casa de meu pai, eh, eles vão falar de camadas do céu, do plano espiritual e que tudo bem, a gente pode falar que sim, que existem, né? A gente vai lembrar do do nosso lar. A mãe de André Luiz mora numa numa situação melhor que o próprio André, que nosso laradalada é uma colônia ali na região bralina, mas quem não quer morar no nosso lar, não é mesmo? Eh, então assim, quando você vai falar para eles, olha, existem muitas moradas, a gente vai explicar que trazendo a ciência, né, que nós moramos numa galáxia pequenininha com 200, 300 e bilhões de estrelas e que só o nosso planeta ia ser habitado. Então, assim, é difícil eles entenderem dessa forma. Então, a nós, como você falou, que temos hoje esse eh recebemos essa oportunidade, eh tenhamos amor ao divulgá-lo e paciência. também com os nossos irmãos, né? Eu costumo dizer assim que eh em uma em uma discussão de religião ninguém ganha. Por mais que você está certo, você não você não tá ganhando, porque você tá às vezes humilhando aquela pessoa, tá trazendo para ela eh você não tá agindo com caridade como Jesus agiria conosco

ganha. Por mais que você está certo, você não você não tá ganhando, porque você tá às vezes humilhando aquela pessoa, tá trazendo para ela eh você não tá agindo com caridade como Jesus agiria conosco se ele fosse nos explicar hoje outras verdades, né? >> Muito bom, Willam. É isso mesmo. E no consolador, o próprio humano diz que o espiritismo ele ela não é a religião do futuro, né? Na verdade é o futuro de todas as religiões. Todas as religiões terão essa compreensão que você trouxe. Então é tudo tranquilo. Imagina que Jesus tem tanta paciência para conosco, não violentou consciências, não impôs, né? Trata-nos tudo amorosamente bem. Então, nós temos que fazer o mesmo para com o próximo. Nós temos aqui comentário do João Batista e você fica à vontade para comentar. Na verdade, eu vou colocar o o Boa noite do Ricardo que ele está deixando aqui também. A Nádia deixa seu boa noite, paz e bem em todos os corações da humanidade. E o João, João ele comenta: "A candeia de forma análoga é a centelha divina do amor que está em nossos corações quando desperta, nos ilumina para nossa caminhada evolutiva moral e espiritual. Ele continua. Essa centelha está intrínseca nos corações dos mais cruéis seres quando a flora os ilumina para o bem, o amor e o amor do Cristo. Pode começar. >> A iluminação começa em si mesmo, né, João? Eh, e e como ele falou, né, todos nós não podemos falar que não temos essa luz dentro de nós, né? >> Sim, Willam. E é uma grande surpresa e ao mesmo tempo confortadora, né? >> Saber que, mas só imaginarmos que somos filhos desse Deus que é soberano, soberanamente justo, bom, ele é pai. Então nós como filhos, só temos que ter aqui um estado latente, né, para que a gente possa trabalhar e desenvolver. O Estevan também comenta, ó, muito bem postas as ações de Jesus, parábolas e seu encontro com o senador Públo Lentos e divulgação do Evangelho pelos apóstolos, Willam, do Triângulo Mineiro, próximo da divida, da divisa de Goiás e Tumbiara, que é minha terra. Willam,

arábolas e seu encontro com o senador Públo Lentos e divulgação do Evangelho pelos apóstolos, Willam, do Triângulo Mineiro, próximo da divida, da divisa de Goiás e Tumbiara, que é minha terra. Willam, >> coisa boa. Obrigada. É isso mesmo, né? Jesus é o nosso consolador. A doutrina nos consola, né? Esse consolador prometido. E é isso, gente. Essa luz tem que iluminar mais corações. Em Minas é bom também. Ele mora em Minas ou em Tumbiara? Entendi. >> Em Minas. >> Divisa. Divisa com Goiás. >> Ai, cois >> Minas é muito bom, muito bom. E aproveitar e agradecer a presença de todos, né? da Nádia, o João, de todos que estão conosco, Ricardo também. César, eh, eu tava eh ouvindo a fala do William e o William está na casa espírita neste momento, né, William? você está na atividade aí da casa espírita, eh, organizou aí na agenda e compartilha conosco, eh, todo o seu estudo, a sua experiência e e isso é um exemplo real, efetivo, dessa candeia, né? Porque o a casa espírita, ela é essa candeia que está acima, né? porque ela não fica, e ela se apresenta com as portas abertas, eh, e que está sempre receptiva aquela energia que movimenta a casa espírita, né? nós ficamos um tempo aí com a com a pandemia, eh, com as as ações mais eh telepresenciais e o retorno gradativo ainda se dá, mas quando a gente experiencia eh estar presencialmente revendo os amigos, revendo aquele movimento, a gente sente aquela emoção, né? E e Jesus, ele sabiamente, ele, como você disse, ele traz para nós eh esse recado. Olha, é tão bom, é tão bom eh você dividir aquilo que te faz bem. Eh, há tantas pessoas que não têm esse encontro e o espiritismo, né, Kardecus essa divulgação, ah, essa esse esclarecimento com qual viés que possamos rememorar a mensagem de Jesus, que possamos descortinar tantas coisas que ficaram ocultas, né? Porque aí o Espiritismo vem como essa candeia. também, né, revelando tantas coisas. E aí, eh, William, te faço uma pergunta. Na sua experiência, o que que tu acha que, eh, a gente precisa

ocultas, né? Porque aí o Espiritismo vem como essa candeia. também, né, revelando tantas coisas. E aí, eh, William, te faço uma pergunta. Na sua experiência, o que que tu acha que, eh, a gente precisa fazer enquanto movimento para que essa candeia possa cada vez mais ficar iluminando eh em ambientes que ainda estão tão eh cheios de penumbra, né? >> Eu acho que a primeira coisa, C é não desanimar, né? >> a tarefa não é fácil. Eh, eu estou aqui no final do do meu mandato, já já tô há 4 anos, mais dois de vice-presidente. E eu digo para você, tiveram dias assim que eu pensei em desistir, né? Mas aí quando eu lembro assim que eu tenho um veículo para me conduzir, para me para andar, para chegar no centro, eu lembro que Paulo fazia aquelas viagens a perna, o próprio Cristo, os discípulos, eu falo, gente, eu tô é bem. né? Então, a gente não pode desistir uns dos outros. Eh, eu acho que a casa espírita, eu costumo brincar, gente, é uma brincadeira muito particular minha, tá? Mas que a casa espírita ela é um hospital e onde o que tá menos doente cuida do que tá mais doente. [risadas] Então, se hoje eu estou na posição de poder cuidar do que tá mais eh dolorido, que eu que eu dou, que eu ajude, né? E e assim, confessando algo aqui e em público, eh semana passada eu passei pelo atendimento fraterno, [risadas] uma companheira da casa, a Neila, viu que eu não tava bem, ela falou: "Willam, vem cá, quero conversar com você". Ou seja, né? A gente tem que olhar também pros outros, porque como ela me falou no atendimento e eu havia escutado isso uma vez, nós enquanto movimento espírita, muitas vezes a gente tá preocupado com os de fora, com os que a gente tá fazendo caridade, com os que a gente tá auxiliando. E a gente não olha muitas vezes para quem tá ombreando do nosso lado, para quem tá aqui pegando na nossa mão, abrindo o centro, fechando o centro. E às vezes essa pessoa tá passando por um problema, às vezes essa pessoa tá passando por uma coisa. Então, eh, nós enquanto movimento espírita, eh,

o na nossa mão, abrindo o centro, fechando o centro. E às vezes essa pessoa tá passando por um problema, às vezes essa pessoa tá passando por uma coisa. Então, eh, nós enquanto movimento espírita, eh, acho que a gente tem que começar essa transformação moral, que as pessoas falam tanto em reforma íntima, mas eu acho que esse autocuidado um da gente com a gente mesmo, a gente não desanime, que a gente ainda está como provas e expiações, então a gente vai passar por dificuldades e que a gente está nessa condição. A gente não é isso, né? a gente está aí e o nosso futuro eh se bem vivido agora no na presente encarnação, levando a mensagem consoladora do Cristo, melhorando, né, transformando uns aos outros também, ouvindo os outros, né, como a Nela fez comigo, né, me dando uma injeção de ânimo. Eu acho que é isso. A gente Mas eu procuro não desanimar, tô falando de algo muito particular meu, mas eu acho que é isso, não desanimar. Eh, a a gente muitas vezes se preocupa mais com os inimigos eh espirituais, né? Sendo que a gente muitas vezes nós somos os nossos próprios inimigos com o nosso orgulho. Eh, quando a gente não aceita críticas, quando as pessoas eh vem falar algo e a gente eh eh rebate, né? E eu sempre gosto de pensar assim, para terminar esse comentário, como que Jesus responderia essa pessoa? Jesus me ajuda a responder essa pessoa? como o senhor responderia ou auxiliar como o senhor auxiliaria, né? Então eu acredito que é isso. Enquanto movimento espírita a gente tem que se unir, né? Dr. Bezerra que fala, né? Que é urgente, mas não é apressado. [risadas] Mas a gente tem que se unir, a gente tem que pegar um na mãozinha do outro. E graças a Deus aqui em Trindade algumas casas são unidas. A gente teve agora no domingo trabalhando juntos lá no cemitério com enquanto movimento espírita, mas ainda é um trabalho que exige muito de nós, né? porque são eh muitas atividades e poucos trabalhadores. Então, eh a nós que temos essa possibilidade de eh engajar as pessoas, vamos dar oportunidade paraa

da é um trabalho que exige muito de nós, né? porque são eh muitas atividades e poucos trabalhadores. Então, eh a nós que temos essa possibilidade de eh engajar as pessoas, vamos dar oportunidade paraa pessoa, vamos colocar as pessoas para trabalhar, lógico, dentro da das da das preparações, né? Mas vamos colocar, vamos engajar, vamos dar oportunidade também. Você tocou em dois pontos fundamentais, primordiais, amiga. Primeiro que a área do atendimento espiritual, ela foi organizada justamente para que a gente pudesse aprender a colher melhor as pessoas e que ela não é apenas para aquele que busca o centro espírita em dificuldades, mas ela é para todos nós trabalhadores que necessitamos, porque como nós somos aí o filho pródigo, um tem e o filho mais velho, isso quer dizer que nós Estamos percorrendo esse caminho de volta ao Pai e não somos imunes aos aprendizados que a gente precisa ter na vida, né? As dores, as aos sofrimentos. Então você tocou num ponto que é fundamental. Nós precisamos ter uns olhos mais sensíveis, um coração, né? Ouvir com um coração até o que não é dito. Olha a percepção da Neila. E a Leila faz parte da nossa equipe no atendimento. Você não falou para ela que não estava bem e ela teve essa percepção de ouvir com o coração, né? Ir ao seu encontro. Olha que maravilha. E é isso mesmo. E preparar, preparar novos trabalhadores, né, com estudo, com dando oportunidade, fazendo trabalho junto. E nós vamos dispor dessa verdade a todos através do nosso exemplo, do nosso exemplo, né, que fala mais. Jesus não escreveu nada, não deixou nada escrito. Tudo que ele falava, ele fazia. Por isso que ele é o nosso exemplo de atendimento fraterno por excelência. Dois pontos fundamentais. Maravilhoso. Muito bom, né? Bom, o nosso tempo já está quase esgotando, né? Mas a gente precisa também lembrar, né? que esse conhecimento ele precisa passar, claro, para nosso o nosso cognitivo, né, que é ele que acessa a nossa inteligência, mas é fundamental que a gente possa refletir, meditar nesses ensinamentos de

e esse conhecimento ele precisa passar, claro, para nosso o nosso cognitivo, né, que é ele que acessa a nossa inteligência, mas é fundamental que a gente possa refletir, meditar nesses ensinamentos de Jesus, que nós possamos sentir, né, como ele trouxe a sua verdade e para que a gente possa traduzir isso nas nossas ações. E o interessante que não são coisas grandiosas, porque nós não somos espíritos missionários, né? E você tocou também num ponto que é muito importante. Jesus, ele não precisa de nós para realizar as tarefas da divulgação do seu evangelho à luz do Espiritismo, mas ele nos convida, eles ele nos convoca porque ele conta com cada um de nós, né? e saber disso dar um consolo faz com que a gente consiga, né, ultrapassar com qualquer dificuldade que a gente encontra e que nós vamos encontrar ainda, né? Então, o evangelho no lar hoje foi assim, simples, claro, harmonioso, amoroso e é a nossa proposta. A nossa proposta é de levarmos esses ensinamentos de forma mesmo a tocar os nossos corações. Assim como a proposta, nós sempre falamos que a proposta básica do atendimento espiritual é acolher, consolar, amparar, consolar, esclarecer e orientar, né? Mas com ações continuadas. E esse acolhimento, ele é muito importante, ele é imprescindível. Nós, a Jana deângeles nos diz, nos orienta que esse acolhimento é através de um corpo, de um olhar, de uma aperto de mão, né? É energia que vibra, é presença, é dar a devida importância ao outro, né? Ouvindo, né? Não do nosso ponto de vista, mas do ponto de vista daquele que chega. Na doutrina espírita nós aprendemos muitas coisas, né? Sim, muito. É uma candeia que não para de iluminar o nosso coração, né? E quanto mais a gente aprende, mais a gente percebe que a gente não sabe ainda. >> É verdade, >> né? Que é um constante aprendizado. É isso que é maravilhoso também. >> É, vamos cada um, né, de nós, né? Certíssimo. Depende de cada um de nós essa vontade, né, que é essa força motriz que nos impulsiona. Muito bom, César. >> O microfone.

sso que é maravilhoso também. >> É, vamos cada um, né, de nós, né? Certíssimo. Depende de cada um de nós essa vontade, né, que é essa força motriz que nos impulsiona. Muito bom, César. >> O microfone. >> Uhum. >> Pronto. Eh, GL, as considerações aqui, eh, quando você tá, você explanou aí, o William também. sobre o o espiritismo, a doutrina espírita, eh o quanto ela e a forma que o atendimento eh espiritual eh nas casas espíritas voltado também para os próprios trabalhadores, né? Eh, lembremos que que entre o os apóstolos eh no livro Paulo e Estevão tem eh muitos relatos nesse sentido, havia ali, eh, o atendimento entre eles, né, nos conflitos que surgiram porque eh começaram a ter movimentações paraa questão ritualística, paraa questão de da preterir que não é de determinado segmento. E isso foi deixando alguns um pouco descontentes, eh, sem compreender aquele aquele raciocínio. E aí vem Pedro, vem vem Paulo e, e começam a tratar dessa questão. Eh, no nosso cotidiano, na nossa família, na nossa interação do dia a dia, muitas dessas questões se apresentam. na casa espírita também se apresenta e como o tema que é o candeeiro ali iluminando acima, né, para que possa alcançar a todos, ele traz essa reflexão também do quanto é importante que entre nós, na no nosso lar, seja na casa espírita, seja no trabalho, que possamos também eh ser esse instrumento de eh tirar o candeiro de baixo ali e alçar para que possa iluminar, ainda que sejamos imperfeitos, porque eh esse é o convite eh de Jesus, né? Então, imagine isso no lar, quantas quantas embates, quantas questões, quantos milíres nos surgem no nosso lar. Mas e aí com o sentimento amoroso, eh, a gente levanta esse candeiro e, ah, desculpa, olha, foi mal, né? O que que é isso? É esse movimento de não deixar oculto, abaixo, escondido o a minha dor, a minha a o meu entendimento equivocado. Então, quando eu elevo isso e compartilho, ilumina e todos então vão poder enxergar aquilo que eu estou pensando, aquilo que dói em mim. Então,

o a minha dor, a minha a o meu entendimento equivocado. Então, quando eu elevo isso e compartilho, ilumina e todos então vão poder enxergar aquilo que eu estou pensando, aquilo que dói em mim. Então, eh, ele, essa reflexão, ela tem um alcance amplo, né, eh, dos movimentos, seja na casa espírita, seja no nosso lar. Eu tava pensando sobre isso enquanto vocês estavam comentando, porque a gente vivencia isso, né? O evangelho no nosso dia a dia, né? Sim, C, se a gente lembrar na comunicação não violenta, que é ciência, né, psicologia, né, que Marshall Rosenberg, eh, ele traz uma algo que às vezes é, se a gente pensar que é grandioso demais a gente pensar nisso, como é que é ouvir o outro, como é que é atender ao outro? E ele fala que se a gente aprend a nós precisamos aprender eh a ouvir os sentimentos e a necessidade do outro, porque aí a comunicação ela se torna mais pacífica, seja no lar, seja na sociedade, seja no tempo religioso. Já imaginou se a gente conseguir aprender a ouvir o sentimento e a necessidade do outro? Porque aí nós vamos aprender a nos colocar sem ferir, sem achar que a nossa ideia, o nosso conhecimento tem que prevalecer. Nós vamos ter mais cuidado e mais respeito. E é isso que nós estamos precisando. E o que a doutrina espírita nos esclarece e nos traz com tanta, né? Vamos tirar então esse conhecimento do alqueir, né, que está escondido e vamos colocar no candeiro para todos. De que forma? Como Jesus fez, amorosa, pacífica. E às vezes o calar ele vai falar mais do que se a gente começar uma disputa. É um exercício, né, que a gente tem que aprender. A gente, o importante não é realmente ter a razão, é buscar ficar em paz. A gente ouve tanto isso, não é? Mas é tão bom o coração ficar tranquilo. Nossa, eu calei, eu consegui calar, né? Passou, né? Eu gostaria, Willa, que você deixasse as suas considerações finais. Eu lembrei do Aroldo, né? Você quer ser feliz ou ter razão? [risadas] Porque os dois não dá, né? Não, eu quero agradecer eh a oportunidade. Eh, para mim foi um foi um

sse as suas considerações finais. Eu lembrei do Aroldo, né? Você quer ser feliz ou ter razão? [risadas] Porque os dois não dá, né? Não, eu quero agradecer eh a oportunidade. Eh, para mim foi um foi um momento também de aprendizado, por mais que seja um tema que a gente às vezes faz no centro, faz em casa, sempre que a gente se propõe a estudar novamente, a gente aprende um pouquinho mais, depois a gente aprende com os próprios comentários. Então, eh, uma alegria, eh, me coloco à disposição para futuros convites, eh, caso eles aconteçam. Eh, estou aqui à disposição na nossa eh, como eu falei aqui, né, o nosso jeitinho de falar é é simples, mas é de coração mesmo. E que vocês continuem nessa tarefa, nesse nesse trabalho de Jesus, que vocês sempre recebam eh esse estímulo da espiritualidade para continuar eh levando. A gente não imagina aonde nós chegamos, aonde momentos como esses vão vão chegar nos lares e em quem ah vai receber, mas a gente deseja que recebam com o nosso amor, né, com nossa gratidão. Então que vocês continuem essa tarefa e que ela possa continuar esse processo de evangelização de todos nós. >> A gratidão é nossa, Willam. Foi uma noite, como já disse e repito, harmoniosa, de reflexões tão claras, tão amorosas, isso é o importante para todos nós e com certeza nós teremos outros momentos aqui juntos. Muitíssimo obrigada. Obrigada a todos que estão conosco, a todos que vão acessar o nosso evangelho no lar. E já quero convidá-los para que na próxima quarta-feira estejam todos aqui novamente. Fiquem com Deus, né? Um bom restante de semana, muita paz aos nossos corações. César, mais uma vez muito obrigada pela oportunidade de estarmos juntos, né? nos acompanha aí nos agendamentos da live toda semana e toda vez que eu convido ele, falo estou precisando. Ele se põe prontamente para nos atender. É uma alegria para nós. O nosso sentimento é de gratidão e alegria, tá? Eu peço para que você coloque a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho no lar. Muita paz.

er. É uma alegria para nós. O nosso sentimento é de gratidão e alegria, tá? Eu peço para que você coloque a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho no lar. Muita paz. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.

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