Evangelho no Lar - #187
Evangelho no Lar - #187 Programado para o dia 29 de outubro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 23, itens 17 e 18, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro.-- Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam todos muito bem-vindos. Meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o nosso Evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar agora os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite. César, que é colaborador da área da comunicação, é o nosso parceiro do atendimento espiritual aqui no no Evangelho no Lar. Boa noite, César, seja muito bem-vindo. >> Boa noite, Gláuscia. Boa noite a todos. É sempre muito bom, né? Estar aqui nesse evangelho tão especial. >> Verdade, César. E o nosso convidado especial desta noite, que é o Eduardo Vieira, é o nosso vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás. Muito obrigada por estar conosco, Eduardo. Boa noite. Seja muito bem-vindo. >> Boa noite, Glácia. Boa noite, César. Obrigado pelo convite. Sempre uma alegria participar aqui com vocês desse programa tão importante para a difusão do nosso espiritismo, né? >> Muito obrigada. >> Muito obrigada. Nós te agradecemos. Bom, nós vamos dar boa noite para Renata Cunha. Ela está conosco de em Belo Horizonte. O Fernando Rodrigues também deixando o seu boa noite. A Maria Lúcia, isso, boa noite. Ele que é de Campinas, São Paulo. A Rita de Cásia também com seu boa noite. Estevan Figueiredo, boa noite, Glácio César e convidado Eduardo e que tenhamos um evangelho de bênçãos e vibrações positivas do Triângulo Mineiro, próximo de Visa do Estado de Goiás. Olha só na minha terra, Eduardo e Itara, olha o Eupídio Quirino também que está sempre conosco aqui de Goiânia. Tásio Paixão também. Boa noite. Boa noite, amigos. É uma
imo de Visa do Estado de Goiás. Olha só na minha terra, Eduardo e Itara, olha o Eupídio Quirino também que está sempre conosco aqui de Goiânia. Tásio Paixão também. Boa noite. Boa noite, amigos. É uma honra tê-los conosco. A Cátia Catalane também deixando o seu boa noite do Rio de Janeiro. A Eliane de Corumbá, de Goiás. Que lindo. Sejam todos bem-vindos. A Cátia também deixando paz e bem para todos nós e toda a humanidade. A Lilian Pacheco também com seu boa noite. Gratidão amigos por estarem conosco. Gratidão a todos também e acessarão o nosso evangelho no lar. E para iniciarmos então o nosso evangelho, o César fará a leitura de uma mensagem do capítulo 187 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana de Eu fará a nossa prece inicial. >> Então vamos lá. O livro Vida Feliz capítulo 187. Nestes dias agitados, a angústia caminha com homem, disfarçada de medo, de ansiedade, de sentimento de culpa. Naturalmente, as pressões a que a pessoa está sujeita respondem por tal situação. A ansiedade pelo prazer exorbitante frusta, os fatores agressivos amedrontam e a timidez encontra uma forma de levar ao complexo de autopunição. Afasta da mente estes fantasmas responsáveis por mares inumeráveis. És filho de Deus, por ele amado, que te protege e abençoa. Não te afastes das suas leis, e se te enganares, ao invés de te entregares a conflitos desnecessários, retorna ao caminho do dever, sem receio algum. Então, após essa mensagem de Joana de Ângeles, faço um convite para todos, né, para que possamos sintonizar com muita alegria no coração, agradecendo inicialmente a Deus, criador do universo, causa primária de todas as coisas. agradecer a Jesus, nosso grande modelo e guia, agradecer a vida e rogar força, coragem para que tenhamos serenidade. serenidade para podermos compreender os desafios, compreendermos os desígnios que a vida nos proporciona e com muita alegria seguirmos juntos confiantes, como diz a mensagem de Joana de Angeles,
dade. serenidade para podermos compreender os desafios, compreendermos os desígnios que a vida nos proporciona e com muita alegria seguirmos juntos confiantes, como diz a mensagem de Joana de Angeles, que possamos no encontro desta noite renovar a nossa fé, a nossa esperança e também recordar as mensagens do Evangelho. Envolva-nos, ao mestre Jesus, alargando o nosso entendimento. Que assim seja. Bom, nós estamos finalizando hoje o capítulo 23 do Evangelho Segundo o Espiritismo, estranha moral. O Eduardo fará as suas reflexões dos itens 171. Lembrando que o Evangelho Segundo o Espiritismo da Editora da FEB, tradução Guilon Ribeira, fique à vontade, OK? Me ouvem bem, Gláuser? OK. Bom, como anunciado, nós hoje temos aqui por escopo, né, por objetivo refletirmos sobre os itens 17 e 18, que são os últimos itens, subitens deste capítulo 23 de o Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo capítulo este que tem por, né, título este capítulo estranha moral. Como aqui o programa busca sempre estudar item por item, né, passando de maneira concatenada pelos capítulos do Evangelho, é certo então que já foi estudado aqui no programa os outros subíens deste capítulo, né? odiar aos pais, abandonar pai, mãe e filhos, deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos e agora sim não vim trazer a paz, mas a divisão. Então, o capítulo, o próprio título já nos demonstra que é aqui um dos grandes desafios, né, da comunicação que Kardec estabeleceu com evangelhos com espiritismo para com aqueles que se interessam sobre o tema, ou seja, os evangelhos, né, a vida de Jesus entre nós. e sugênese, a sugênese o título, estraia moral, porque de fato existem algumas passagens do Evangelho que se nós formos buscar a compreensão à luz de uma interpretação meramente literal, a gente corre um sério risco de nos perdermos aí pelos pântanos, né, os labirintos, vamos dizer assim, das ilações, das conclusões precipitadas e até mesmo chegando a a estas conclusões de que talvez então a mensagem seria contraditória
perdermos aí pelos pântanos, né, os labirintos, vamos dizer assim, das ilações, das conclusões precipitadas e até mesmo chegando a a estas conclusões de que talvez então a mensagem seria contraditória ou que a mensagem não teria um significado adequado para o fim a que ela se destina, né? Mas Kardec foi muito feliz na propositura deste capítulo e colocando o nome de estranha moral, porque pode até estranhar num primeiro momento, mas se nós aprofundarmos e fizermos uma interpretação sistêmica, aí sim a gente vai encontrar respostas seguras para estas passagens anotadas pelos evangelistas, né? Como eu sou da área do direito, a gente tá acostumado com esse exercício, né, de interpretar. É o que é denominado como hermenêutica, né? Hermenêutica é a arte de interpretar. E dentro da hermenêutica, nós temos, né, a interpretação literal que eu acabei de dizer, a interpretação lógica, a interpretação teleológica, a interpretação sistêmica. Então, vejamos, o estudioso do evangelho, ele precisa lançar a mão, então, eh, especialmente no Evangelho, alargando os horizontes de uma interpretação sistêmica, né, para se evitar, então, os equívocos, as confusões quando do estudo do Evangelho. E aí eu peço licença pra gente então rapidamente aqui fazer referência a estes dois últimos subitens. que estão inseridos, né, no último subitem aqui, esses dois últimos tópicos do último subitem, né, melhor dizendo, que é não vir trazer a paz, mas a divisão. Soaria até contraditório, porque naquela tarde na casa de Simão Bajonas, uma das primeiras aparições públicas de Jesus, ele estendendo as suas mãos, ele disse aquela multidão que ali se encontrava. Ele disse: "Eis que vos trago a minha paz", né? E ele inclusive com catena ideias em um discurso bastante original. As pessoas daquela época estavam acostumadas às arengas sacerdotais, aos discursos políticos de promessas e mais promessas que a própria face daqueles que proferiam esse discurso já denotavam a impossibilidade, né, de não cumpri-las as promessas.
s arengas sacerdotais, aos discursos políticos de promessas e mais promessas que a própria face daqueles que proferiam esse discurso já denotavam a impossibilidade, né, de não cumpri-las as promessas. Então ele vem nos dizer numa das primeiras aparições públicas, eis que vos trago a minha paz, né? E como que numa outra passagem ele diz então que não vim trazer a paz? Mas a divisão, então fica estranho, né? Fica parecendo que é uma moral que ele tá pregando um tanto quanto estranha. E aí cabe nos aprofundar no assunto. É como se nós fizéssemos assim um exercício, né? Se a gente chega na borda, por exemplo, de uma piscina, aí compreendendo que a água da piscina é mais clara, não é tão turva, né? como dos rios. Enfim, e a gente olhar lá no fundo da piscina, a gente vê, enxerga um objeto, né? Alguém poderia se aproximar ali e dizer assim: "Não, aquilo lá é uma moeda estou convicto que é uma moeda." Pode chegar uma outra pessoa olhar pelo seu prisma também dizer: "Não, não, isso é um pedaço de pedra, né? Isso não é uma moeda". e assim por diante. Ou seja, na superfície fica difícil identificar, né, o que verdadeiramente vem a ser aquilo que ali está em profundidade. Então, para se realmente compreender em plenitude, né, desvendar a contento, é necessário mergulhar, né? Porque aí nessa analogia simbólica aqui estamos trazendo, aquele que mergulha na água e vai lá e se aproxima do objeto, por certo vai conseguir identificá-lo, né, com mais propriedade e inclusive com a certeza. Não, isso aqui de fato é, né, isso, né? Então o exercício aqui é para nós aprofundarmos também, mergulharmos aqui no conhecimento, sobretudo à luz da doutrina espírita, para que essas supostas contradições, né, não nos deixe desestimulados ao estudo do evangelho ou muitas vezes contrariados, né, porque a gente vê inclusive críticas, né, de pessoas, não, isso aqui não tem pé nem cabeça porque olha isso e olha aquilo, né? começam as comparações, mas sem essa visão mais ampla, né? O item 17, que dizemos eh dá licença para fazermos aqui
de pessoas, não, isso aqui não tem pé nem cabeça porque olha isso e olha aquilo, né? começam as comparações, mas sem essa visão mais ampla, né? O item 17, que dizemos eh dá licença para fazermos aqui uma breve leitura, eh ele ele faz aqui um destaque neste item. E interessante que este subitem, né, não vim trazer a paz, mas a divisão. Eh, este é um dos capítulos e a gente precisa fazer esse destaque, né, Cláusia, nossos companheiros aqui. São 28 capítulos. Nós temos, obviamente, a coleção de de preces, a coletânia de preces, mas os capítulos do Evangelho praticamente, salvo engano, em 24 ou 25, na grande maioria, podemos assim afirmar, Kardec faz um comentário e ele abre para espiritualidade naquilo que ele denominou chamar de instruções dos espíritos. Este capítulo é um daqueles em que Kardec abre a palavra à espiritualidade. Ele tão somente é que faz aqui os comentários da passagem evangélica, em especial no início do capítulo, destacando Lucas e destacando também Mateus, né, em duas passagens. Mas o item 17 ele diz assim: "O espiritismo vem realizar na época prevista as promessas do Cristo. Entretanto, não pode fazer sem destruir os abusos. Como Jesus, ele topa com o orgulho, o egoísmo, a ambição, a culpidez, o fanatismo cego, os quais, levados à suas últimas trincheiras, tentam barrar-lhe o caminho e lhe suscitam em traves e perseguições. também ele, portanto, tende de combater. Mas o tempo das lutas e das perseguições sanguinolentas passou. são todos de ordem moral as que terá de sofrer e próximo lhes está o termo. Ou seja, aqui então Kardec faz um destaque, né, que o espiritismo vem dar cumprimento ao que Jesus nos ensinou na convivência conosco. E diz mais e que assim como o mestre, o espiritismo vem topar, ou seja, vem, né, confrontar o orgulho, o egoísmo, a culpidez, enfim, o fanatismo exacarbado, que são sentimentos, né, que são situações provocadas ainda no nosso meio social que de certa forma tentam obliterar a passagem da luz, né, ou seja, que tenta fazer com que essa mensagem
o exacarbado, que são sentimentos, né, que são situações provocadas ainda no nosso meio social que de certa forma tentam obliterar a passagem da luz, né, ou seja, que tenta fazer com que essa mensagem libertadora não aconsece as mentes e os corações das criaturas de Deus na terra, né? Eh, e diz inclusive que no primeiro momento eram batalhas sanguinolentas, hoje elas são em grande parte de cunho moral, né? E ele conclui dizendo aqui no 18, né, Kardec? Essas palavras de Jesus devem, pois, entender-se com referência às cóleras que a sua doutrina provocaria, aos conflitos momentâneos a que ia dar causa, às lutas que teria de sustentar antes de se firmar, como aconteceu aos hebreus antes de entrarem na terra prometida e não como decorrentes de um desígno premeditado da sua parte, de semear a desordem e a confusão. O mal viria dos homens e não dele, que era como o médico que se apresenta para curar, mas cujas os remédios provocam uma crise, né, salutar atacando os maus humores do doente. Bom, então esses são os dois subitens aqui, uma leitura rápida, né? Mas Kardec faz esse destaque quando Jesus afirma que não vi veio trazer a paz, né, mas sim a guerra ou o conflito, né, em outras traduções, a divisão é justamente nesse sentido de que a sua mensagem provocaria e provocou um impacto tão grande, tão substancial, que seria difícil as criat aturas lidarem então com este fato sem que com isso gerasse deixasse de gerar uma turbulência, né, nas relações, no que até então se tinha como algo consensuado na nossa sociedade. É óbvio, né, que a doutrina de Jesus, ela se reveste reminentemente da lei de amor na busca da construção da paz, né, do bem comum. Agora, obviamente também que em trazendo conceitos, ideias, né, uma essência de mensagem que contraria ainda os interesses mundanos, pessoais das criaturas na Terra, é óbvio que isso vai colidir, né, com o que ele nos trouxe e gerar essa certa resistência destacada aqui por Kardec no capítulo, né? Mas a gente sabe também, por outro lado,
is das criaturas na Terra, é óbvio que isso vai colidir, né, com o que ele nos trouxe e gerar essa certa resistência destacada aqui por Kardec no capítulo, né? Mas a gente sabe também, por outro lado, que o tempo, né, é o senhor da razão. E é por isso que no tempo certo, como também está aqui no texto, né, as coisas vão então se estruturando, né, se organizando, porque a lei do progresso ela é implacável, quer nós queiramos ou não, por mais que existam mentes dedicadas, né, à sustentação do status qu, né, de manutenção de situações ainda de violência, de desrespeito, né, de querer se impor, né, uns em relação aos outros, de maneira, inclusive a gerar prejuízos, dores, milíndres, conflitos, artroszes. Apesar de tudo isso, o progresso, como dissemos, é implacável e ele traz na sua essência aquilo que é desígno, planejado pela própria espiritualidade para o planeta, né? Podemos até em grande parte retardar um pouco a marcha, mas em absoluto nós não temos como retê-la, né, por muito tempo. Então aqui eh aos que nos assistem, né, é muito tranquilo a gente fazer essa reflexão à luz da doutrina espírita, porque se a gente for pegar no terra, a terra literalmente as palavras do Cristo para a compreensão do tema, né, de fato fica praticamente impossível se chegar a uma conclusão lógica, racional, né? Aí daí em alguns pontos gerar até decepções em alguns estudiosos, indivíduos que se dedicam a estudar o evangelho. Mas por outro lado, a doutrina espírita, como ela rasga os véus da espiritualidade, coloca a criatura diante do altar, da sua própria consciência, né? Inclusive nos adverte de que precisamos lançar mão de uma fé raciocinada. Então aí nos parece que a coisa vai, né, tomando contornos mais favoráveis para apaziguar aí a compreensão sobre a estranha moral, né, que de estranha não tem nada, que em verdade nos desafia aprofundarmos o estudo para melhor compreendê-la, essa moral do Cristo. E nisso, como falamos, o espiritismo é extraordinário. Ele nos coloca diante da nossa realidade
nada, que em verdade nos desafia aprofundarmos o estudo para melhor compreendê-la, essa moral do Cristo. E nisso, como falamos, o espiritismo é extraordinário. Ele nos coloca diante da nossa realidade espiritual, amplia os nossos horizontes e aí sim, aí a gente tem condições, né, a contento de compreender a mensagem do Cristo. E isso é tão interessante que quando se diz que ele não veio trazer a paz, mas a divisão, a divisão ela acontece no primeiro momento, porque vão ter aqueles que vão assimilar, né, a mensagem e de pronto, admitindo-a, vão seguir essa mensagem, buscar viver essa mensagem. Mas por outro lado tem aqueles que não vão conseguir assimilar de pronto e vão obviamente se colocar numa posição de resistência à mensagem. Mas acontece é que a verdade ela impera quer nós queiramos ou não, né? E aí a gente vai verificando que paulatinamente, né, essa luz vai alcançando as mentes, os corações, até para que se cumpra, né, a missão a que Jesus nos disse que viera ao mundo. Ou seja, né, vim para que tenham vida e a tenham em abundância. E essa abundância refere-se à vida espiritual, né? Quç a gente quando a morte, né, entre aspas, bater a nossa porta, ela nos encontre, né? Porque, infelizmente, ainda tem muitos que na atual existência estão de pé do ponto de vista biopsicofísico, mas em grande parte, do ponto de vista espiritual são sepulcros caiados, né? Ou seja, espiritualmente na condição talvez até de mendigos, né? Então, eh essa reflexão que a gente gostaria de trazer e quando Jesus nos fala, né, sobre vim para que tenho vida, eh, aí nós precisamos também pensar na seguinte situação, né? Como viver então essa mensagem de amor, né? Como vivenciarmos a lei de amor em nossos dias? Porque lá, se a gente voltar um pouquinho no capítulo sexto, o espírito de verdade nos adverte ao seguinte, né? Amai-vos e instruí-vos. O verbo é no imperativo, né? É uma determinação. Então, inclusive inicia-se pelo amai-vos. E o mandamento maior também, né? Porque questionado e os judeus já tinham isso
e, né? Amai-vos e instruí-vos. O verbo é no imperativo, né? É uma determinação. Então, inclusive inicia-se pelo amai-vos. E o mandamento maior também, né? Porque questionado e os judeus já tinham isso em grande parte consolidado. Eh, qual que seria o mandamento? Amai a Deus. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo, não é isso? Então, sempre o amor vem primeiro, né, nessa nesses imperativos, né, da da lei de Deus. E como então a gente lançar mão desse amor nos nossos dias? Porque aí a gente vai compreender, né, que Jesus não veio trazer a paz, como está aqui no texto, mais a divisão, principalmente porque muitos de fato não vão compreender no primeiro momento a sua mensagem. Mas como viver essa mensagem de amor? Porque essa é indiscutível, né? Basta cada um experienciar. E aí, se a gente for lá, né, no livro dos espíritos, complementando aqui, a vivência da lei de amor está intimamente ligada à prática da caridade. Daí aquela expressão fora da caridade não há salvação, né? E lá na questão 886 do livro dos espíritos, Kardec perguntou às entidades venerandas qual o sentido da palavra caridade. Até aí tudo bem, nós já tínhamos conceitos, ideias, teses sobre o que seria a caridade, como as temos ainda hoje. Mas aí é depois da vírgula é que a coisa pega, porque diz assim: "Qual o sentido da palavra car?" Vírgula, como entendia Jesus? Aí é um aprofundamento e os espíritos respondem, né? Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas. Então a benevolência é sermos bons, né? Não é ser bonzinho, é ser bom, né? Esse é o nosso desafio, praticar o bem. indulgência para com as imperfeições alheias é também sabermos que nós temos as nossas ainda também as nossas imperfeições. Então, o exercício de cobrar, exigir do outro, querer mudar o outro, muitas vezes julgar as condutas e eh escolhas do outro, isso nós podos tomar muito cuidado, né? Agora eu queria só fechar focando aqui no no perdão, porque nós estamos falando de paz, né? E
r o outro, muitas vezes julgar as condutas e eh escolhas do outro, isso nós podos tomar muito cuidado, né? Agora eu queria só fechar focando aqui no no perdão, porque nós estamos falando de paz, né? E não tem como se estabelecer a paz sem o perdão. Basta a gente identificar, por exemplo, que acontece hoje em várias partes do planeta. Por que que nós ainda temos guerras acontecendo? As guerras propriamente ditas mesmo, porque não há ali uma pitada que seja, né, um orvalho que seja do perdão. Olha os nossos irmãos judeus e palestinos brigando até hoje ali naquela faixa de terra. que já dura milênios. E se a gente for entender bem ali são avó, avôs, bisavôs, primos, sobrinhos, é a mesma família brigando, né? E enquanto não se implementar o perdão, não se supera, não se conquista a paz. Da mesma sorte, quando a gente participa das reuniões de intercâmbio espiritual, principalmente de desobsessão, a gente identifica que em grande parte ou em quase totalidade dos casos de desequilíbrios entre as relações espíritos encarnados, desencarnados, o problema está calcado em grande parte na ausência do perdão, porque o espírito, né, persegue, tenta fazer justiça com as próprias mãos, indignase-se, etc. e não consegue perdoar. E isso dificulta o reequilíbrio das relações, dificulta essa paz que o Cristo veio nos trazer. E concluindo aqui, é interessante porque a ciência nos diz assim, Gláuscia, né, César, que, por exemplo, eh, recentemente eu fui levar uns amigos ao aeroporto, estava vol vieram para atividade em Goiania voltar pro Rio de Janeiro. Aí um amigo disse assim: "Eduardo, pode passar na farmácia, eu preciso comprar permanato". Aí eu fiquei curioso, né? Falei: "Não, posso passar sem problema" e não consegui me segurar e pergunta. falou: "Olha, eu fiquei curioso para que que serve o permanato, né?" Aí ele disse assim, para colocar na unha, para curar fungos que alojam ali na unha. Fali, ó, que beleza, não sabia. E começamos a refletir e eu fiz a seguinte reflexão com eles, né? que o prefixo per
Aí ele disse assim, para colocar na unha, para curar fungos que alojam ali na unha. Fali, ó, que beleza, não sabia. E começamos a refletir e eu fiz a seguinte reflexão com eles, né? que o prefixo per significa o máximo. Então, quando nós temos vários átomos de maganato compondo uma molécula de maganato, quando chega-se no ápice, nós temos uma molécula de permanato ou peróxido ou outras, né? Então, o per significa o máximo, né? E aí a gente fica refletindo, quem ama, quem vivencia a lei de amor, doa e quem ama ao máximo, ao máximo, per doa, né? Ou seja, eh, a ciência tá certa, né? Nós precisamos fazer esse exercício de tentarmos vivenciar ao máximo a lei de amor pela benevolência, pela indulgência, pelo perdão. Porque aí de fato a gente não vai precisar se preocupar só com a parte literal da interpretação hermenêutica do texto do Evangelho. Não vamos nem nos preocupar com essa questão de não vir trazer a paz, mas a divisão. Porque se a gente vivencia a lei de amor em nossos dias, a paz é uma conquista natural. E aí nós vamos compreender que não há conflito na mensagem do Cristo, pelo contrário, né? Ela é genuína, inclusive de todos os pensadores, profetas que passaram pela terra e são muitos e significativas as contribuições desde Mileto, Anaximandro, Senofontes, Passando por Sox, Aristóteles, Palatão, enfim, né? né, os pensadores do Luminismo, Volter, Lock, Montesquier, eh, enfim, mensagens muito significativas, até as que constam do Antigo Testamento, enfim, né, antiguíssimas. Eh, ali tem mensagem, tem eh inspiração espiritual, mas a mensagem, mas também te identifica questões humanas ali, né, interesses humanos nessas mensagens. a mensagem genuinamente espiritual que nós temos no mundo, sem nenhum viés de interesse material, ou seja, aquela que vem dizer assim: "Sois espíritos imortais, né? Vivam consoante a lei de amor, de justiça e de caridade". É a mensagem de Jesus. Esta não tem nenhum interesse do mundo, né? Até ele mesmo se expressou assim: "Meu reino não é, né, deste mundo." As
é? Vivam consoante a lei de amor, de justiça e de caridade". É a mensagem de Jesus. Esta não tem nenhum interesse do mundo, né? Até ele mesmo se expressou assim: "Meu reino não é, né, deste mundo." As preocupações que vós outros aboiam, eh, tem o seu significado pro aprendizado, mas cuidado, porque não são elas que vão dizer, né, da sua felicidade ou da sua desdita posterior. É realmente o que a gente compreende e vive como espírito que nós vamos levar. O restante vai permanecer por aqui, né? Então, deixar essas singelas reflexões aqui para que a gente possa também abrir, acho que vai ter agora um diálogo aí com a turma, perguntas, né? Mas não nos preocupemos, né? Pode soar estranho, mas a mensagem é genuína, autêntica e libertadora. Excelente. Muito obrigada, Eduardo. Só para para ir ao encontro que você colocou muitíssimo bem, o nosso perdão é proporcional ao amor que a gente tem no coração. Então, o tanto de amor que a gente tem que a gente consegue perdoar, né? >> É verdade. O perdão daria aqui uma palestra, né? >> Mas a gente sabe que tem o auto perdão e o perdão nas relações, né? Porque também é uma dificuldade nossa de se autoerdoar, né? A gente se autopune às vezes pelos erros, pelas más escolhas, mas precisamos aprender lidar com tudo isso. E o evangelho nesse sentido é extraordinário, né? Curativo >> e dificulta mais ainda quando Jesus fala do amor aos inimigos, não é, Eduardo? mais avançado. >> Exatamente. >> Eduardo, a pergunta também que eu acho que nós precisamos fazer é se o conhecimento espírita, eu estou utilizando ele para combater dentro de mim o egoísmo e o orgulho. >> Você você pode repetir, por favor? Deu uma oscilada aqui, Gl. Eh, nós também podemos nos fazer esta pergunta, né? Se eu estou utilizando o conhecimento espírita, que é são os ensinamentos de Jesus clarificados à luz do Espiritismo para combater o orgulho e o egoísmo em nosso coração, ou seja, realizar o bom combate. >> É, esse é o desafio da atualidade, né, Gláuscia? eh compreender a mensagem,
clarificados à luz do Espiritismo para combater o orgulho e o egoísmo em nosso coração, ou seja, realizar o bom combate. >> É, esse é o desafio da atualidade, né, Gláuscia? eh compreender a mensagem, defender a mensagem. Tem alguns até que se matam aí por conta da mensagem, né? Eh, nós já assim praticamos há há séculos. O desafio agora do momento é viver essa mensagem, né? Porque é vivendo ela que a gente vai aplacar, seja o orgulho, seja o egoísmo, seja ainda essa natureza bélica, né, que querendo ou não, nós ainda trazemos dentro de nós. Basta a gente observar às vezes os nossos comportamentos quando a gente tem algum interesse nosso contrariado, né, arde, né, por dentro e a gente tem que às vezes segurar ali o leão para que não saia aí, né, estourando com tudo, enfim, né, faz parte, né, desse aprendizado. você disse aí de Paulo, né? Combateu o bom combate é um exemplo extraordinário, né? Porque do mundo ele tinha tudo, né? Ele tinha a juventude, o vigor físico, a beleza, ele tinha status, né? Um dos juízes do Sineddo, né? Mais jovens, ocupou a cadeira de uma das maiores autoridades do Sinedd naquela época, né? Gamaliel. Eh, Emânel apresenta na obra há 2000 anos como eh, desculpa, Paulo Estevão, né? Como chegando para visitar sua amada numa bos brancos, uma medumentária romana, né? Ou seja, como se fosse nos dias de hoje eles chegaram numa Ferrari, né? Numa Porsche. É como se ele tivesse vestindo um terno ao Jorge Armand de 30 a 40.000, né? Ele tinha a estudou nas melhores universidades, falava o grego, que era o o inglês da época, né? Tinha a cadeira na região ali de respeitabilidade do Sinedre e tinha o título romano. Então, ninguém podia colocar a mão nele sem autorização do império. Então, se a gente for falando aqui do mundo, ele tinha tudo, né? E ele acaba depois daquela visita ao pai dele, cabeludo ali, com vestes muito simples e o pai o desprezando, né? E ele então o que restou para ele foi ir pro seio ali da natureza, deitar para se descansar e recostar a cabeça numa pedra, né?
dele, cabeludo ali, com vestes muito simples e o pai o desprezando, né? E ele então o que restou para ele foi ir pro seio ali da natureza, deitar para se descansar e recostar a cabeça numa pedra, né? É uma trajetória extraordinária de exemplo, né? De convicção de viver essa mensagem. Tanto que causou com alguns alguns desconfortos, porque ele era intransigente, né? Ele não aceitava nenhum tipo de mácula naquela mensagem genuína do Cristo. Enquanto alguns tentavam fazer aquele jogo ali, né, de trazer algumas coisas da tradição judaica, fazer um meio termo pra coisa não degringolar, ele não, ele não consensuava, né, com o que não era de fato a mensagem do Cristo. Eu tô dizendo isso porque ele é a expressão dele também, né, dá conta da tua administração. Essa expressão é de Paulo. E muitos de nós pensamos que a gente então cuidar de casa, cuidar da empresa, do serviço, das nossas tarefas, afazer, tá certo? Isso é digno e nós não podemos negligenciar, não é? Não estamos, né, contestando isso. Mas aí nós vamos ampliar a compreensão, porque ele está dizendo é o seguinte: "Dar conta da tua administração íntima, né? Ele não tava preocupado com as coisas do mundo, absolutamente, já tinha perdido tudo, né? Entre aspas, né? do que o mundo poderia lhe oferecer. Materialmente falando, ele tava dizendo: "É isso para nós, ó, dá conta da tua administração, ou seja, administração íntima, né? Você vai ser assaltado às vezes pela cólera, você vai ser visitado, né, pelo ódio, pelo rancor, pela mágoa, né? A sua vaidade vai cantar alto em alguns momentos, situações da vida. Administra isso, cuidado, né? eh, reconsidera e refaz diferente, né? É, é nesse sentido, né? Porque aí cai no que você tá dizendo, né, Glácia? A gente ter esse cuidado, né? Viver é uma responsabilidade muito grande e a gente precisa estar atento fazendo essa gestão, né? Essa administração chegou, né? Não explode primeiro, deixa passar, né? Deixa fluir, enfim, isso os espíritos superiores nos ensinam muito na literatura espírita, né? vê a
ento fazendo essa gestão, né? Essa administração chegou, né? Não explode primeiro, deixa passar, né? Deixa fluir, enfim, isso os espíritos superiores nos ensinam muito na literatura espírita, né? vê a sabedoria ali, não é que eles estão ilesos, isentos também desses sentimentos, porque nós estamos falando de espírito puro, né? Espírito superior. Eh, mas aí eles dão conta de fazer essa administração, né? Ainda que visitados até mesmo pelas trevas conseguem dar fluxo, né? Não segura, não represam, porque isso é que adoece, é isso que desequilibra, né? É isso que ofusca a nossa luz. E a a o chamado de Jesus é para isso, né? Deixai brilhar a vossa luz. O verbo é na passível, é só basta a gente deixar. A gente já tem, né? É da nossa natureza divina, né? Agora é caminhar, né? Viver essa mensagem para que essa luz brilhe. >> Sim. E não posso deixar de falar também quando Paulo diz que é necessário que eu diminua para que ele crista, ou seja, a gente levar essa mensagem com fidelidade, né? Com fidelidade a a Jesus, a Kardec. Muito bom, Eduardo. Nós temos aqui algumas participações do João Batista, que é do mensageiro da luz, fala: "Como espíritas temos que conhecer e vivenciar o evangelho de forma moral e integral, senão seria um contracenso na nossa formação do homem de pé". Fica à vontade para você comentar, tá? Eh, como espírita, temos que conhecer e vivenciar o evangelho de forma moral e integral, senão seria um contrassenso na nossa formação do homem de bem. É exatamente, né? O João Batista traz a reflexão eh casando com as que nós estamos fazendo aqui, as mesmas reflexões, né? Eh, se pudermos acrescentar alguma coisa no que ele nos traz. Eh, é isso mesmo, né? a gente até eh a academia, né, faz uma reflexão de que a moral ela está muito vinculada aos costumes, ao que aquela sociedade, aquela coletividade já conquistou, né, como sendo valores a serem cultivados. Mas aí esses mesmos estudiosos dizem assim: "A moral ela muda independente da posição geográfica da cultura". Por exemplo, aqui no Brasil
dade já conquistou, né, como sendo valores a serem cultivados. Mas aí esses mesmos estudiosos dizem assim: "A moral ela muda independente da posição geográfica da cultura". Por exemplo, aqui no Brasil nós, a nossa cultura diz da monogamia, né? Nas culturas, por exemplo, dos países árabes, enfim, no Oriente Médio, naquela região, lá é moral o homem ter duas, três mulheres, se ele assim conseguir prover, né, o sustento da família, etc. Olha que coisa, né? E aí vem esses acadêmicos e dizem: "Então, a moral ela depende desse contexto". Aí já dizem assim: "A ética não, a ética ela é a mesma, né? Seja num país em outro, né? E a ética que esses estudiosos chamam atenção é paraa ética radical, ou seja, aquela que não exige reciprocidade. Eu sou ético porque sou. Não tem fatores externos que influenciam na minha ética, né? Não é o meu desejo de ter aquele ou aquela coisa, não é porque fulano fez isso ou aquilo, que é por isso que eu deixei de, né, cumprir com a minha meu a minha moral, aquilo que eu acredito, a minha ética, né? Então, eh, esses conceitos eles são trabalhados, né, na academia, nos estudos que nós realizamos, mas a gente compreende aqui, né, a a moral do Cristo como sendo esse conjunto de valores, de princípios universais, né, sem os quais a criatura, se deles se afasta, ela se torna infeliz, né? É essa preocupação que a gente tem que ter, apesar dos conceitos, das ideias, né? Uma coisa não anula a outra, às vezes aprimora-se, né, mas sem perder a essência do ensino, né? Dar boa noite também para ela, ela deixando aqui, praticando a cada dia o amor, fazendo a caridade. Olha, interessante, porque a caridade é o amor e movimento, né? A Janete também deixando o seu boa noite lá de Salvador, Bahia. Seja bem-vinda. O Estevan ele faz um comentário também. Ótimas reflexões do convidado Eduardo Vieira desde desde a época de Jesus e seus apóstolos até os tempos atuais, com palavras de reforma e íntima, amor ao próximo. Obrigado pelo Evangelho. Te agradecendo, Eduardo.
ões do convidado Eduardo Vieira desde desde a época de Jesus e seus apóstolos até os tempos atuais, com palavras de reforma e íntima, amor ao próximo. Obrigado pelo Evangelho. Te agradecendo, Eduardo. A Cátia deixando também a gratidão pelas reflexões. E a gente queria acrescentar aqui que nós temos hoje um estudo que é chamado Evangelho Rede Vivo, né? A FO também tem esse estudo que é coordenado pela pela Marisa e pelo Cléber e é do livro Renúncia, né, que parte essa questão de que o evangelho ele precisa ser conhecido, meditado, sentido e vivenciado, né? A S fala para nós, já nos orienta lá no livro Renúncia que vale a pena a gente, é o que diz, né, extrair o espírito da letra, extrair o conteúdo que ele serve para a nossa vivência atual, o nosso dia a dia, né? Na educação a gente fala que é o conteúdo que ele tem aplicabilidade na nossa vida diária. E assim eu passo para o César. Césva que está só observando. Pode até voltar as telas normais. Fa. >> Eh, eu tô, na verdade, Gláusia, eu tô aqui, eh, com a fala do nosso, dos convidados, né? Eh, porque é importante fazer esse esse apanhado eh histórico, né, da época, eh fazer essa ligação com que eh na época de Jesus e o que temos hoje. Então, quando trouxe Paulo, eh, face ali uma um trazse ali um uma comparação para os tempos de hoje, tempos atuais, e que não se perde, né? Porque Paulo, como foi bem eh comentado pelo Eduardo, ele tinha todos os recursos do mundo material nesse aspecto, né, de que poderia se envaidecer, poderia se buscar. é o que se eh atualmente, isso também faz parte, integra muitas expectativas, causa eh muitas muitos tumultos, muitos sobressaltos no aspecto material atualmente. Entretanto, o título, né, estranha moral, ele vem justamente nesse nesse contexto, né, porque é estranho para quem quem tem a percepção exclusiva de um mundo material, aí fica estranho. Como pode eh eh Paulo ficou louco, ficou louco. Era o que se comentava à época, né? Veja só como Jesus já eh previa isso. Olha, se você realmente sentir
clusiva de um mundo material, aí fica estranho. Como pode eh eh Paulo ficou louco, ficou louco. Era o que se comentava à época, né? Veja só como Jesus já eh previa isso. Olha, se você realmente sentir as minhas palavras e buscar o caminho do bem, você vai mudar as suas ações, o seu pensamento, a sua conduta vai impactar. E aí muitos vão falar assim: "Que coisa estranha que fulano, né?" Mas quem sente percebe uma plenitude que ultrapassa o o limite definido do mundo material, ele vai além, né? Então, eh eh o quando o Eduardo tava comentando, eu tava pensando no cenário atual das circunstâncias em que estamos vivendo. Eh, por exemplo, no noticiário, né, no Rio de Janeiro, e isso ocorre no mundo todo. Como lidar com tudo isso? Como buscarmos a segurança, o alívio, trabalhar a ansiedade diante de tantas coisas que a Aí vem a doutrina espírita, vem o consolador anunciado por Jesus. Por isso eu acho tão bacana, né, eh, esses encontros aqui do Evangelho e tantos outros, porque faz com que a gente, eh, tempere, eh, se alimente de reflexões que vão nos eh defender de nós mesmos, vão fazer com que eu perceba, não eh é preciso perseverar no bem. Há tantas outras coisas. Aí a gente vem vê aqui os comentários, vê as pessoas que estão participando e a gente observa a tantos outros que estão buscando novos caminhos, que estão buscando um mundo melhor, né? Então, eh, na verdade, não se trata nem de uma pergunta, é mesmo de um de um comentário, de uma extração de de tudo isso que foi falado. >> Muito bom. Excelente. Principalmente pensar em Jesus nos ensinamentos espíritas nesse momento, nesse contexto atual que você bem colocou. Eh, falar de dessa mensagem nos fortalece, nos dá esperança, sedimenta a nossa fé, faz a gente compreender que aos nossos olhos materiais parece que está um caos, mas comandando tudo isso está Jesus, que é o nosso governador. E é necessário que a gente lembre disso diariamente e auxilie na nossa pequena, né, no nosso pequeno entendimento, através da teste,
aos, mas comandando tudo isso está Jesus, que é o nosso governador. E é necessário que a gente lembre disso diariamente e auxilie na nossa pequena, né, no nosso pequeno entendimento, através da teste, através das boas vibrações, das boas irradiações, eh, nesses momentos de reflexões em torno do ensinamento de Jesus, à luz do Espiritismo, como Eduardo nos trouxe muito bem aqui, não tem nenhum espírito elevado. né? Eh, ainda evoluído, mas tem o espírito que já começa aí despontar esses raios de vontade de aprender, de vontade de seguir o mestre Jesus, de vontade de exercer esse bom combate, como Paulo de Tar exemplificou bem para nós. Interessante você falando dele, a sua inteligência era muito afiada também. como disse e trouxe o Eduardo, ele ele tinha saberes, né, eh, que pouquíssimas pessoas da época tinham acesso, mas no entanto, quando ele foi falar a primeira vez sobre os ensinos, os escritos, ele não conseguiu articular as ideias inicialmente. Ele foi trabalhar mais dentro de si, ele foi meditar mais nessa mensagem do Cristo, foi foi sentir mais essa mensagem do Cristo para depois externá-la, né, e vivenciá-la. é um processo que possível que ele exerceu e que ele é exemplo para nós, para que a gente possa também ter força, determinação, vontade sincera pra gente também trilhar esse mesmo caminho. Que bom, muito bom mesmo. Nós queremos então passar para o Eduardo para fazer as suas considerações finais. Ele como um bom trabalhador profissional também com certeza está resolvendo alguma questão ali. >> Não é mesmo, Eduardo? >> É verdade, Glácia. Eh, acho que tantas contribuições que o César trouxe, estas que você fez agora, né? E esse exemplo de Paulo é rico, porque eh intelectualizar a mensagem do Cristo, compreender essa mensagem, às vezes para alguns não é um desafio tão grande, né? Se tem a capacidade, né, de percustrar ali todo o conhecimento, acessar, enfim. E é o que aconteceu com Paulo, ele entendeu a mensagem, mas evangelho não sai só da boca, né? Evangelho tem que
nde, né? Se tem a capacidade, né, de percustrar ali todo o conhecimento, acessar, enfim. E é o que aconteceu com Paulo, ele entendeu a mensagem, mas evangelho não sai só da boca, né? Evangelho tem que sair dos poros, né? É vibração. Então ele tem que se aclimatar primeiro para ir sim nele, né? é aquele mergulho, né, que a gente citou no começo aqui para identificar com propriedade, né, o que que é que aquilo, né, realmente representa em nossas vidas. Aí faz a diferença, né? E repetindo o que eu disse ao final, e esse é o convite, né, do espiritismo, o convite do evangelho que está posto para nós na atualidade, viver essa mensagem, né? A paz que a gente quer é aquela que a gente precisa construir, né? depende de cada um de nós. >> Sim, muitíssimo obrigada por ter aceito aceito o nosso convite desta noite. Obrigada pelas reflexões, pela harmonia, pela clareza e simplicidade da mensagem trazida para todos nós. Muito obrigada, César, também por estar conosco nessa transmissão, pela sua participação. O João Batista está deixando aqui, ó, quando não perdoamos o nosso irmão diante de um equívoco, não praticamos o amor de Jesus por nós. Será uma atitude sem sentido. Isso. A Renata Cunha também deixando a sua gratidão. Bom, mais uma vez nós agradecemos a participação de todos. Agradecemos também a todos que vão acessar nosso evangelho no lar, esse conteúdo. Nós esperamos que acolha, para, oriente, esclareça, né? assim como os nossos corações e desejamos que Jesus permaneça nos nossos lares, trazendo muita harmonia, muita paz, muita serenidade para todos nós. Eu peço então para o César colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho no lar. Muitíssimo obrigada. Fiquem com Deus. Até quarta-feira que vem. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia
família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Ah.