Evangelho no Lar - #185
Evangelho no Lar - #185 Programado para o dia 15 de outubro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 23, item 15, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da fé Ego. Retornamos com o Evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos muito bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal, FedEc. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bem, gostaria de apresentar agora os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o César, que é um colaborador da área da comunicação. Boa noite, César, seja muito bem-vindo. >> Boa noite, Glácia. Boa noite a todos. obrigada por ter atendido ao nosso convite e a Rose Kelly, que é uma trabalhadora do centro espírita Allan Kardecí, é integrante também da nossa equipe do atendimento espiritual da FEGO e é também protetora dos animais. Boa noite, Rose. Seja muito bem. Alegria recebê-la novamente. >> Alegria nossa, muito obrigada e boa noite a todos vocês, né, que estão aqui conosco. Boa noite, César. Boa noite, Cláudia. É muito bom estarmos aqui para aprendermos com o evangelho. >> Obrigada. Bom, os nossos amigos estão chegando, deixando o seu boa noite. A Maria Lúcia Barbosa deixou aqui seu boa noite. Monique Morais também. O João Batista dos Santos. Boa noite, João Batista do Message dos alunos. Coloque aqui no comentário, pessoal da cidade onde vocês estão falando. Eh, interaja conosco. Daqui a pouquinho a Rosequele trará suas reflexões a respeito do Evangelho seguindo o Espiritismo. Participem conosco. Toda a participação é muito bem-vinda. Vamos nos aproximar cada vez mais. Essa noite de Evangelho lular, ela é muito especial, muito especial para cada um de nós. E nós agradecemos já a participação de todos mais uma vez e também daqueles que assistirão posteriormente. Bom, para iniciarmos, eu vou pedir o
la é muito especial, muito especial para cada um de nós. E nós agradecemos já a participação de todos mais uma vez e também daqueles que assistirão posteriormente. Bom, para iniciarmos, eu vou pedir o César para fazer a leitura de uma mensagem do capítulo 185 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana de Angeles. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. Então, o capítulo 185, né, do liva feliz, mais dia, menos dia, o sofrimento chegará ao teu coração, pois que ele faz parte dos fenômenos da vida em progresso. Tem a sua presença, a soberba, o despotismo, a agressividade se fazem insuportáveis. Porque o homem ainda não entende a voz suave do amor, defronta a aflição que lhe lima as arestas e o persuade a reflexão ao bem. Às vezes, o indivíduo reage, blasfema, esperneia e termina por ceder. única maneira de libertar-se. Desta forma, não te rebeles ante a dor, piorando a tua situação e desgastando-te inutilmente. A aceitação dinâmica, isto é, a transformação do sofrimento em experiência, realiza o milagre do êxito. Então, com esta mensagem que nos chama aí a reflexão, vamos fazer a nossa prece com muita alegria no coração. Quem quiser fechar os olhos, fica à vontade, né? A gente sabe que não há nenhum ritual para a prece, mas só o coração em sintonia. Por isso o sentimento de gratidão que vem à mente no primeiro momento, agradecer a Deus, como Jesus nos ensinou a chamar de pai, de infinita bondade e sabedoria, que possa, nesse instante tão tão especial nos envolver a todos, alcançar os nossos corações para que cada mensagem, cada palavra tenha ali assento e que possamos, ao término desse encontro estarmos revigorados, reenergizados e com a mente reflexiva diante da mensagem consoladora. Esteja conosco, amado mestre Jesus, nos envolvendo e nos intuindo. Que assim seja. >> Mais amigos chegaram. O Thago Rocha, a Janete Santos, o Thaago desejando aí muita paz e luz a todos. Tem também o Estevan Figueiredo, que nosso evangelho no lar seja bênção
ntuindo. Que assim seja. >> Mais amigos chegaram. O Thago Rocha, a Janete Santos, o Thaago desejando aí muita paz e luz a todos. Tem também o Estevan Figueiredo, que nosso evangelho no lar seja bênção de bênçãos e vibrações positivas para os nossos lares e família. Boa noite, Lácia César e irmãos da Féco do Triângulo Mineiro, próximo à divisa de Goiás e sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria estarmos todos juntos nesta noite. Bom, eu vou passar para Rosquele no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 23, estranha moral. Nós estamos no item 15, lembrando que o Evangelho para todos seguirem se quiserem da editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Rose, fique à vontade. >> É com muita alegria que nós voltamos com essa oportunidade de reflexão. Sabemos da importância que temos de estar sempre voltando as palavras do mestre para tentarmos de algum modo interprenetar isso dentro de nós mesmos. Porque a dificuldade que temos ao longo de mais de 2000 anos foi de tender a uma possibilidade de mudança que não está fora, que tudo que o mestre disse e simplificou pelas suas atitudes, pela sua forma de agir, foi exatamente procurando algo que já existe dentro de nós. Mas para isso, nós devemos nos deter mais importante, que é simplesmente modificar e melhorar as nossas imperfeições, porque ao mesmo tempo a vida é que nos convida a isso. Então, vamos voltar às páginas do Evangelho, nesse capítulo intrigante, estranho e moral. Porque vai nos fazer compreender um pouco mais que nada do que mestre disse tem a ver com teoreril. Ou alguns pensam que a colocação dele nesse capítulo exatamente foi equivocada. Será? Vamos entender aqui com essas reflexões desse número 15 que traz uma sequência do 14. Porque é importante que a gente volte ali no início desse momento do evangelho também, porque antes diz assim: "Não vim trazer a paz, mas a divisão". Olha só o mestre dizendo um absurdo. Não, ele veio nos fazer entender que havia algo tão sensato nas suas palavras que era necessário que nós investigássemos
im: "Não vim trazer a paz, mas a divisão". Olha só o mestre dizendo um absurdo. Não, ele veio nos fazer entender que havia algo tão sensato nas suas palavras que era necessário que nós investigássemos a importância de compreender o espírito daquilo que Jesus estava dizendo. Vou pegar um trecho que está um pouco mais atrás, que diz assim: "Não penseis que vim trazer a paz sobre a terra? Eu não vim trazer a paz, mas a espada, porque eu vim separar o homem de seu pai, a filha de sua mãe e a nora de sua sogra, e o homem terá por inimigos o de sua casa". É uma passagem que nós encontramos em Mateus, capítulo 10 versículo 34 a 36. Para isso nós chegarmos no 15, que é a proposta de hoje. Quando Jesus vem então trazendo essa colocação de estranha moral ou de moral estranha, essa que nós devemos então investigar o teor espiritual, ele nos explica exatamente aqui a proposta que Kardec traz no Evangelho. Infelizmente, os adeptos da nova doutrina não se entenderam sobre a interpretação dessas palavras do mestre. A maior parte velada sobre a alegoria e a figura. Daí nasceram, desde o início, seitas numerosas que pretendiam todas tenderem a verdade exclusiva e que 18 séculos não puderam pôr o termo de acordo com aquilo estava sendo colocado pelo mestre. E assim, esquecendo mais importantes dos divinos preceitos, aquele do qual Jesus havia feito a pedra angular de seu edifício e da condição expressa de salvação, que são a caridade, a fraternidade e o amor ao próximo. Conhecemos caridade, fraternidade e amor ao próximo. Isso vale em todas as circunstâncias da vida. E esse amor ao próximo, pessoal, não identifica. Não sabemos se é humano, é natureza, é os animais. Todos os reinos, todos merecem o nosso amor, o nosso trabalho na edificação do evangelho, o nosso cuidado e o nosso zelo. Portanto, veremos que aqui nessa concordância que o preceito do mestre nos traz é muito mais profundo. Portanto, ele não poderia estar ali naquele momento equivocado. E aí nos diz que aceitas, as religiões, trocavam
os que aqui nessa concordância que o preceito do mestre nos traz é muito mais profundo. Portanto, ele não poderia estar ali naquele momento equivocado. E aí nos diz que aceitas, as religiões, trocavam então repreensões entre si e se arrojavam uma sobre as outras, as mais fortes, inclusive as religiões, esmagando as mais fracas, abafando-as com sangue, tortura e nas chagas das fogueiras. Quando surgiu uma proposta que o mestre coloca exatamente, não defendendo a guerra, mas defendendo a paz, ele não vem trazer na sua fala algo que seria suposto uma troca daquilo do seu comportamento, porque era necessário que ele sabia que quando nós desenvolvêssemos a atitude nova, o entendimento, a entrega, percebendo que muitos daqueles, por enquanto, tinham as suas dificuldades, nem todos iriam compreender. O mestre sabia disso. Mas vamos compreender um pouco mais na frente aqui do texto, quando ele diz que os cristãos vencedores do paganismo de perseguidos se fizeram perseguidores. Foi com o ferro e com o fogo que plantaram a cruz do cordeiro sem mácula nos dois mundos. E assim é um fato constatado que houveram guerra guerras religiosas, foram então cruéis e fizeram vítimas e mais vítimas, mais até do que as guerras polvíticas, e que nenhuma se cometeu tanta atrocidade e barbaridade quanto as religiosas. Lamentavelmente, nós acreditávamos equivocadamente que tudo aquilo que o mestre estava dizendo que haveria então imposição de um pensamento, de uma ideologia humana sobreposta até mesmo sobre a mensagem de Jesus. É como se cada um quisesse o Jesus ao seu termo. Esse foi a nossa grande queda ao longo de muitos e muitos séculos. as barbes, atrocidades, quantas foram as pessoas que perderam a vida por acreditar que aquilo que prevaleceria era a vontade de um teor religioso que dominava inclusive a política da época. E a política só agia em concomitância com aquilo que a igreja pregava. E assim os cristãos, também equivocados em dado momento, tomaram para si uma verdade que não era aquilo que Jesus havia dito. E
. E a política só agia em concomitância com aquilo que a igreja pregava. E assim os cristãos, também equivocados em dado momento, tomaram para si uma verdade que não era aquilo que Jesus havia dito. E aí o que acontece? Vem o textos a nos explicar. Isso foi então culpa da mensagem de Jesus? Evidente que não. Certamente, porque essa prova então que toda a violência que houve foi um equívoco nosso. O que ele disse lá atrás com aquela reflexão era exatamente compreendendo que nós deveríamos sim fazer esforços magnânimos para repreender as nossas más tendências conosco mesmo, não impor a outrem. E aí nós desconsertamos tudo e começamos a fazer um quebra. Infelizmente vidas foram ceifadas. E diz o Evangelho, diz assim alguma vez aos seus discípulos Jesus matar, massacrar, queimar aqueles que não creem como vós? Em momento nenhum essas palavras ou essa intenção saíram da boca do mestre. E nesse momento, não porque ele disse ao contrário, todos os homens são irmãos e Deus é soberanamente justo, misericordioso. Amai o vosso próximo, os vossos inimigos. Fazei o bem àeles que vos perseguem. Essa é a mensagem do Mestre. Então, seguindo na reflexão do Evangelho, ele disse ainda: "Quem matar pela espada perecerá pela espada." Ele não estava dizendo de uma espada de arma como arma que mata, que fere, que ceifa. E assim, a responsabilidade não é, pois da doutrina de Jesus, mas daqueles que interpretaram equivocadamente e fizeram deste um instrumento para servir as nossas paixões. Daqueles que ignoraram as palavras meu reino não é deste mundo. também por Jesus, porque o reino é construído não fora, mas dentro do espírito imortal que somos. Para isso, precisamos edificar com atitudes, com renúncias, com trabalho de diversas maneiras no bem, socorrendo para então nós modificarmos essas vibrações negativas que estão dispersas. Basta que você percebe um pouco olhando para seu lado, de repente é alguém trocando buzina no trânsito, é pessoas que muitas vezes você olha na internet, estão trocando ferpas, são
ue estão dispersas. Basta que você percebe um pouco olhando para seu lado, de repente é alguém trocando buzina no trânsito, é pessoas que muitas vezes você olha na internet, estão trocando ferpas, são grupos de família que às vezes um sai porque começa uma discussão e por aí vai. Imagine pleno século XX que comportamento nós estamos tendo. E para completar nessa reflexão da do Evangelho, diz assim: Jesus, em sua profunda sabedoria, previa o que deveria ocorrer, mas essas coisas eram inevitáveis, porque se pretendia a inferioridade, se prependiam a inferioridade da natureza humana. e não podia se transformar no salto. De repente, Jesus sabia que as nossas dificuldades seriam tremendas, mas isso não nos dava o direito de tirar a vida de outrem, de fazer o mal a outrem. Isso é para que nós pensássemos antes de agir. Nós temos a capacidade mais aprimorada mesmo na época de Jesus. Muitos fizeram seus esforços, por mais simples que fosse. Aqueles que eram os doutores, que liam as Torás, que liam as antigas escrituras, já tinham ali nas entrelinhas algo que poderia proporcionar modificações íntimas. Imagine com essa nova forma de agir que o mestre trazia na sua brandura, docilidade, irradiando paz, amor, na amor na sua plenitude. E aí nós concluímos que seria preciso, diz o Evangelho, que o cristianismo passasse então por longa e cruel prova de 18 séculos para mostrar toda sua força, porque malgrado, todo mal cometido em seu nome saiu dela puro. Imagina, a gente recebe um presente que é esse do mestre e aí cada um teve o seu livre arbítrio. Faz desse presente o que realmente quer. As leis divinas nos dão sempre o livre arbítrio, mas esse livre arbítrio tem o preço. diz-nos assim: "Porque, malgrado, voltamos ao evangelho, toda censura recaiu sobre aqueles que deste presente de Jesus abusaram. Em cada ato de intolerância sempre se disse: "Se o cristianismo fosse melhor compreendido e melhor praticado, nada de todo esse passado cruel, sanguinolento, violento, não teria ocorrido. Porque na essência
a ato de intolerância sempre se disse: "Se o cristianismo fosse melhor compreendido e melhor praticado, nada de todo esse passado cruel, sanguinolento, violento, não teria ocorrido. Porque na essência somos bons, mas precisamos investir sem pagar nada por isso. financeiro é todo dia se colocar buscando, vivenciar a busca desse caminho. Eu digo para vocês que o meu é bem difícil. Eu caio, eu levanto, eu me esfolo. Tem hora que eu olho para mim mesmo e fala: "Mas é você mesmo essa criatura?" É. Então, não esperemos que algo venha acontecer de fora. É sempre de dentro. Porque todo o momento que Jesus nos coloca dessa estranha moral é a sua, é a minha, não é a do outro, não é do seu esposo, do seu marido, do filho. É como nós podemos modificar em nós, na essência para ajudar ao próximo. Porque se eu não faço esse esforço, o que eu posso esperar? E aí nós fechamos uma reflexão que traz aqui exatamente no livro Ceifa de Luz por Emânuel através de Chico Xavier no capítulo 5, a lição que compreende um pouco mais sobre essa palavra que o mestre nos traz, porque a espada tem sim uma impreensão de violência do nosso íntimo. E aí Jesus diz-nos para nós mesmos voltarmos repreendendo as nossas imperfeições, sabendo que a cruz que ele mesmo prestou foi o testemunho, o sacrifício. Todos os dias nós precisamos fazer renúncias, modificar algumas atitudes, trazer para nós algumas proporções de dificuldades, colocar a mesa e fazer a partir de hoje, será que eu já consigo virar uma página, modificar outra, segurar essa aqui que eu ainda não tô conseguindo? Dá, dá, gente, dá para fazer. Pensemos bem, toda a nossa vida cada um passa suas dificuldades e nada é diferente na essência do planeta. Porque neste momento de provas e expiações, é aí a oportunidade de crescimento. Então essa estranha moral vem para que nós podemos subtrair na nossa verdadeira proposta de essência. O que eu não preciso esperar que o mundo mude, mas o que eu posso mudar para o mundo melhor. E aí é o que Jesus espera
moral vem para que nós podemos subtrair na nossa verdadeira proposta de essência. O que eu não preciso esperar que o mundo mude, mas o que eu posso mudar para o mundo melhor. E aí é o que Jesus espera que cada um de nós faça. Não precisa dar saltos, mas o que você já sabe de bom, você tem a capacidade de fazê-lo. Todos nós que sejamos um pouquinho deste momento que o mestre espera por nós, que é a transformação deste mundo íntimo, trazendo para si o melhor que o amor possa fazer, construir a paz. Volto com vocês. >> Bom, R, eu estou vendo aqui, é um gatinho que está ali, não é? Olha, tem aqui uma constelação de um deles, né? Tem um aqui meando aos meus pés, tem outro mais atrás ali brincando. Tá mais ou menos assim. >> Que bom. Participando do nosso evangelho. Evangelho no lar. É isso, Rose, você trouxe, né, a questão, o item nos aponta que a pedra angular, né, de dautrina de Jesus é a caridade, a fraternidade e o amor ao próximo. E depois a gente viu que é uma questão muito de interpretação nossa, que nós ainda mergulhados em egoísmo, em orgulho, interpretamos de acordo com aquilo que vem aos nossos interesses, né? muitas vezes, a maioria às vezes totalmente eh de forma terrônea. Eh, é interessante que a gente observa que nós precisamos interpretar e o Evangelho Redido traz isso para nós, extraindo o espírito da lei. que realmente Jesus quis quis nos passar através dos seus ensinamentos. Quando a gente conseguir, nós vamos sentir e nós vamos vivenciar esses ensinamentos, porque é uma caminhada e, claro, ele não violentou nenhum coração, mas é um convite muito direto para cada um de nós. Veja bem no item de, todos os homens são irmãos e Deus é soberanamente misericordioso. Amai-vos próximo, amai os vossos inimigos, fazei o bem ao que vos persegue, persigame. Isso não é um tratado que Jesus mostrou. É muito interessante, Cláusia, porque no final do evangelho traz ali um roteiro de preces. Cada uma delas tem uma importância ímpar, entre elas, as preces que deveremos desenvolver para determinados
. É muito interessante, Cláusia, porque no final do evangelho traz ali um roteiro de preces. Cada uma delas tem uma importância ímpar, entre elas, as preces que deveremos desenvolver para determinados pontos necessários para nosso aprimoramento moral ou para o nosso auxílio a outrem. Mas existe ali também a oração para aqueles que ainda colocamos como inimigo, inimigo do caminho. Porque na verdade ali nos coloca o entendimento que não precisamos entender isso como um ato de amor, porque não temos ainda a condição de amar aquele que de alguma forma nós desenvolvemos uma repulsa. Mas nada me impede de fazer uma oração, tentando assim erguer a outrem, independente ainda do que sinto por ele. É importante porque conforme eu modifico essa vibração, eu estou modificando a mim mesmo, muitas vezes sem perceber. Mas eu vou tocar no dedo, na ferida aqui, Cláuscia. Quantas vezes nós ao longo da nossa existência, eu estou aqui, por exemplo, que ano nós estamos? 2025. Então tem que lembrar o ano para lembrar muitas vezes que às vezes sou capaz de errar a idade que estou no finalzinho. Então eu tô com 55. Então vamos imaginar. Eu, eu, Roselli, nunca me lembro um dia que nós vivêsemos sem ter no planeta total a paz. Um dia, nesses 55 anos, Jesus estava falando dessa guerra, essa guerra que está sendo colocada pelos seres humanos, colocando a espada, que era o dedo na ferida. E se a gente retornar a isso, a uma questão de pensarmos que nós ainda precisamos construir essa etapa de atitudes pela cultura, porque muitas vezes nós acreditamos que trazer o evangelho é dentro da igreja, é dentro da minha seita religiosa. Quando, na verdade, Jesus está nos convidando a fazer essa modificação em todos os campos que nossa existência nos propõe. Não importa até onde você está e nem como está. Pode ser uma pessoa que está morando fora de um uma condição de cidade um pouco mais distante, ela pode construir a paz em pequenos grupos onde ela esteja. Mas acontece que nós mesmos na pequena história da humanidade, aqui no
tá morando fora de um uma condição de cidade um pouco mais distante, ela pode construir a paz em pequenos grupos onde ela esteja. Mas acontece que nós mesmos na pequena história da humanidade, aqui no Brasil, por exemplo, se a gente for lembrar, isso é muito bem colocado por um nobre trabalhador espírita, que a gente sempre construiu a paz com a guerra. Imagine quantas vezes nós não cantamos para uma criança aquela canção de Ninar. falando para ela que se ela não dormisse a cor ia pegar. Que sensação de paz é essa que nós imputamos a uma criança? ou ela dormia por medo ou ela não dormia porque ela ia perder o sono. Então é essa modificação nas pequenas atitudes, ações que nós precisamos compreender que a paz precisa ser construída inclusive culturalmente. Nós sempre acreditamos que desenvolver essas atenuações de construção da estranha moral, ela precisa ser desenvolvidas em todos os âmbitos, no lar, no evangelho, na nossa congregação, que é aquela que você acredita. Não importa, mas o que eu faço é o que vai determinar isso. Então, a gente precisa mudar pequenas atitudes. Não que isso vá mudar da noite pro dia, mas nós já empregávamos coisas como sendo essa falsa paz que a a própria comunidade acreditou como sendo aquilo que Jesus falou. Então eu preciso hoje olhar que a guerra está acontecendo, porque eu acredito que através dela eu vou trazer algo de benefício, de paz pro meu país, paraa minha gleba, para esse povo aqui que pensa como eu. Jamais. Ao mesmo tempo que nós vamos acreditar que algo que está armado vai trazer o sentido de paz. Tô falando da armado mesmo, gente, porque o ser humano arma-se de várias formas, entre eles o pensamento. Então, é essa a proposta que Jesus nos fez, é modificar hábitos, atitudes, pensamentos para a construção dessa verdadeira paz que a proposta nos traz simplificando gestos. É verdade que a gente sabe que muitas vezes o silêncio é o melhor caminho da paz quando ele é bem distribuído ou bem colocado. Cláussioado, refletido. A questão da paz é uma é mundial. Todos
o gestos. É verdade que a gente sabe que muitas vezes o silêncio é o melhor caminho da paz quando ele é bem distribuído ou bem colocado. Cláussioado, refletido. A questão da paz é uma é mundial. Todos nós precisamos eh sedimentá-la em nossos corações. E como nós precisamos andar lado a lado com a ciência e a propósito do espiritismo, nós temos a comunicação não violenta. E se está difícil amar o inimigo, então vamos ouvi-lo. já é um grande passo. E a comunicação não violenta, ela ela propõe uma escuta do sentimento da necessidade do outro. E para acontecer isso, a gente precisa aprender a silenciar. Silenciar. Esse é o nosso caminho. Nós temos um comentário do João Batista. Ele ele está dizendo, ó, César frisou sobre o a soberba. Eh, e texto nos faz o texto nos faz refletir sobre nossas imperfeições e o narcisismo que impera hoje nas redes sociais. Jesus pediu ao Pai que não nos afaste do mundo, mas nos livre do mal. Isso mesmo. Bem lembrado, João. Questão que o outro faz o mal pra gente e ele faz tudo para que o outro sinta que ele, o que ele fez, na verdade, foi só uma retribuição do outro. Deu para entender, né? Ou seja, a gente projeta no outro aquilo que realmente está, né? Al que está em nós. Eh, silenciar, pacificar, agir com serenidade nos nos custa esse silêncio, essa reflexão, essa meditação. Por isso que nós lembramos sempre de Jesus, ele é o nosso guia, o nosso modelo. O que ele faria se ele estivesse em tal, em tal situação? Você quer comentar? Exatamente. Quando Jesus apresenta o contexto de compreender-se a presença do Pai em nós, ele sabia muito bem das nossas limitações. E ele nos ensina a entender que devemos remeter sempre ao Pai quando algo não está tão bem. Então ele nos mostra que não existe uma distância perante as nossas dificuldades para nós, ao termos colocarmos um ponto chave que poderia nos inverter toda a proposta da nossa caminhada, pedimos ao Pai na certeza de que ele, compreendendo que eu tenho aqui um desafio muito grande, sabendo que eu posso não conseguir
nto chave que poderia nos inverter toda a proposta da nossa caminhada, pedimos ao Pai na certeza de que ele, compreendendo que eu tenho aqui um desafio muito grande, sabendo que eu posso não conseguir ultrapassar nesse problema pela nossa imperfeição, por aquilo que eu havia construído em outras encarnações em não trabalhado nesta, eu serei no mínimo atendida ao olhar mais suave dos espíritos que estão comigo auxiliando nessa jornada. Então, o mestre sempre nos mostrou que ele sabe da nossa dificuldade. Jesus sabia que teríamos que enfrentar muitas ainda as batalhas interiores. E ao mestre nós devemos reverter esse pensamento como a Deus nosso pai ou a condição daquilo que eu preciso colocar como obstáculo de oportunidade e não de pensar que isso poderá ser um embate e desistirmos de ultrapassar esse desafio. Quantas oportunidades nós deixamos de trabalhar porque não acreditamos na nossa capacidade. Mas é preciso, pessoal, sempre, em qualquer situação, peça auxílio à espiritualidade. Não imagine você que é só aqui no Evangelho que você está ouvindo falar de Jesus, de Deus, das mensagens cristãs. É no cotidiano. Eu mesmo passei por essa semana algo que eu falei, gente, mas não é possível que isso tá acontecendo. É possível sim. E aquilo é para trabalhar mais uma etapa, um obstáculo da gente. Então a gente pode compreender aquilo agradecendo o obstáculo. Você não conseguiu, eu não consegui vencê-la, mas o que que eu tiro de bom disso? O que que me restou disso? O que que isso me trouxe de significado? A proposta do mestre é sempre eleva o seu pensamento ao alto e não espere que Deus vai fazer por você. É você que tem que trabalhar para chegar mais próximo a Deus. Eles vão dar os recursos, inclusive pessoas, infinitos, amigos para nos acompanharem e nos auxiliarem, mas a decisão é nossa de cada um de certo >> exatamente. As ferramentas estão à nossa frente, estão dentro. Como é que eu preciso fazer isso? trabalhando, agindo, acreditando. A gente é capaz. A gente vai vencendo
é nossa de cada um de certo >> exatamente. As ferramentas estão à nossa frente, estão dentro. Como é que eu preciso fazer isso? trabalhando, agindo, acreditando. A gente é capaz. A gente vai vencendo passo a passo, caindo, viu, pessoal? As quedas são para o nosso aprimoramento moral também. se esfola, levanta, joga a poeira para um lado, vai de novo. É assim que a gente cresce, é assim que a gente evolui. Mas não pense, tem gente que coloca a sua vida no limite de eu e mais aqueles que estão próximos, que é o meu lar. Gente, Jesus já nos ensinou. Todo planeta é o nosso lar. Universo é o nosso lar. Aquilo que eu fizer de bem reflete no todo. O de mal também. Então é melhor que a gente caminho pelo caminho mais centrado, mais correto. >> Perfeito. Existe uma lei de causa e efeito fantástica, César. Eh, eu estou aqui acompanhando, né, e pensando o seguinte, eh, o quanto é importante, né, nós buscarmos, termos esta vontade, essa essa ação de eh momentos como este em que pela internet nós escol a agenda foi definida, nós nos organizamos, certamente alguns outros compromissos ficaram para trás, mas escolhemos estar aqui e vivemos numa época, como a Rosqued bem delineou aí, eh que é extremamente importante nós buscarmos a essa conexão com a espiritualidade superior para nós nos renovar. Mos, porque eh lembro-me aqui de um de um trecho do livro eh Os Mensageiros em 1940 e 1944, parece que ele foi publicado. E lá num capítulo falava da nuvem, uma nuvem de bactérias formadas que perambulavam pela cidade em que eh tô tentando lembrar o nome do do acho que é Anisseto. Anisseto. Ele eh ele dizia o seguinte: "Olha, essas nuvens têm aos montes, são bactérias fluídicas. Então, quando nós, por exemplo, vamos para o nosso trabalho, pros nossos afazeres, daí a importância dessa conexão. Por isso eu eu pergunto para paraa Rosi Kelly, né, quando Jesus traz esse aspecto da estranha moral, é justamente, Rosiquele, eh esse viés de nós compreendermos que haverá conflitos, haverá eh sufoco. Muitas vezes nós vamos
para paraa Rosi Kelly, né, quando Jesus traz esse aspecto da estranha moral, é justamente, Rosiquele, eh esse viés de nós compreendermos que haverá conflitos, haverá eh sufoco. Muitas vezes nós vamos ficar eh sufocados, nós vamos ficar com um certo peso, que é desta época do período de transformação. E Jesus já a naquela ocasião já anunciava isso. Por quê? Porque é o mecanismo da mudança, do autoconhecimento que catalisa esse autoconhecimento, né? E aí e eu eu pergunto para ti o seguinte: o que fazer, Rosele, eh nesse momento de tanta turbulência, de tantas questões, como nós devemos eh agir para nos proteger diante de tudo isso que nós estamos envolvidos? Eu gosto muito de olhar para aqueles que já de alguma forma já passaram à frente essas mensagens. Se a gente trazer para aqueles que já construíram as páginas da história do planeta, por exemplo, está sendo citado aqui anteriormente, né, alguns personagens muito simbólicos nesta construção, que é Sócrates, é Platão, Maratma Grande, por exemplo. Eles colocaram toda essa intenção nas suas atitudes, não esperando que o outro fosse modificar, sabendo eles que andariam muitas vezes mais incompreendidos do que amados, mais desafiados do que conseguindo fazer um grupo. grupo de pessoas que entendessem e que agissem conforme a sua mensagem, mas nenhum deles desacreditou, deixou de agir. Às vezes basta um querer, não é o caso deles? Eles não conseguiram passar a mensagem mesmo que não foram compreendidos. Houve um desperdício de tempo por conta da verdade que trouxeram, da mensagem, da exemplificação. Um modifica o meio. Eles conseguiram colocar no íntimo de cada um essas intenções que já eram prepostas pelo trabalho no advento de Jesus antes dele vir ou após ele. A Ratma Gandhi trouxe tantas reflexões, inclusive para as crianças do trabalho com as crianças, da moral verdadeira que deveria ser construída, porque ele não foi compreendido por alguns, mas conseguiu concordar com aquele grupo que deveria agir sem violência. E naquele momento todos eles,
nças, da moral verdadeira que deveria ser construída, porque ele não foi compreendido por alguns, mas conseguiu concordar com aquele grupo que deveria agir sem violência. E naquele momento todos eles, embora com dificuldades, seguiram as suas orientações, mas um outro grupo pode ser que tenha agido de forma muito diferente e assim a mensagem ela é transformadora. Então não se preocupemos, César, se eu conseguir através daquilo que você faz, que a Glácia faz, que cada um daqui que está ouvindo o evangelho faz, que a transformação de algo pro bem já valeu a pena. Não preocupemos que seja agora, mas a gente consegue. A transformação acontece desde que haja uma intenção valorosa com o evangelho de Jesus. E ela vai acontecer ao longo de muitas e muitas e muitas jornadas nossas. A gente vai colhendo as flores e plantando outras nesse jardim da eternidade. E a nossa interdependência, o que eu faço reflete no >> Exato. Exato. >> E eu estava pensando enquanto você falava a clareza, né? a certeza da mensagem de Jesus já eh solidificada nesses corações. Eh, porque mesmo na intranquilidade, na guerra do mundo, o mundo interior sempre foi pacífico. E por isso essa clareza, essa certeza que levaram eles a passar por tantas turbulências, mas sem se envolverem tanto, seguindo com seu exemplo, com seu amor no mundo. É, é interessante porque enquanto a gente tá passando, questionando por estou passando por isso ou revoltando, colocando a culpa no outro, eh, nós vamos ter essa sensação de que a gente não sai do lugar, porque a mensagem ela vem, mas ela ecoa. É como a parábola do semeador. cai ao longo do caminho, peg até que encontra a terra fértil. Mas para encontrar essa terra fértil, a gente ainda precisa trabalhar essa semente, cuidar dessa semente para que ela possa brotar, florescer, crescer e frutificar. São etapas que se a gente não começar, a gente nunca vai alcançar o nosso grande objetivo. Quanto mais a gente lutar contra, pior vai ser para nós, porque nós não teremos as mesmas condições. Outras
. São etapas que se a gente não começar, a gente nunca vai alcançar o nosso grande objetivo. Quanto mais a gente lutar contra, pior vai ser para nós, porque nós não teremos as mesmas condições. Outras oportunidades nós teremos sempre, porque Deus é pai misericordioso. Mas às vezes não as circunstâncias elas não vão estar tão favoráveis assim, porque aí a gente vai ter que fazer um esforço maior para alcançar. Eh, eu acho que eu acredito que essa seja diferente, não é essa essa pressa para ser qualquer coisa, mas é não perder a oportunidade que nós temos nesse momento presente, porque nós temos ainda que caminhar, né, galgar um caminho aí muito longo ainda, nós sabemos, mas de uma forma ou de outra nós precisamos. Vamos aproveitar a oportunidade e dar o início nessa jornada. >> A gente consegue, Glácia, fazer isso. Ainda precisamos despertar que o trabalho é feito em todos os campos. Quando você fala do campo daquele que saiu a semear, é mostrando para nós que se você trabalha numa empresa, como é que está sendo tratado lá esse assunto que nós estamos aqui. A gente não pode simplesmente chegar e trabalhar, colocar aquela vestimenta do trabalho e sair sem nada a gente fazer de transformação. E isso, gente, é algo pequeno. A gente precisa, tem um colega do seu lado, tá precisando de atenção. Ou será alguém que está trabalhando ali na portaria que você não tá falando bom dia. É preciso olhar, é preciso perceber e agir. Se a gente percebesse o quanto uma escola constrói e modifica esses pequeninos que estão chegando até a universidade, hoje não estaríamos com essa problemática tão grave de tantas pessoas com desarmonias mentais, agindo com violência um contra o outro ou contra si, tirando a própria vida. Mas é necessário construir a base do coração. As escolas podem e devem trabalhar junto com uma igreja, com a família, mesmo que a família não esteja trabalhando. O sentido da paz é colocado no coração da criança, mostrando esses bons hábitos de seres que vieram antes, de Jesus, o
junto com uma igreja, com a família, mesmo que a família não esteja trabalhando. O sentido da paz é colocado no coração da criança, mostrando esses bons hábitos de seres que vieram antes, de Jesus, o que ele teria feito enquanto criança. É assim que a gente consegue a transformar pequenos trabalhos em futuros ser humanos. Talvez a gente não tivesse a metade dos problemas que estão acontecendo aí, porque a gente acha que, ah, eu tenho que pensar só na minha casa ou só no meu centro ou só na minha igreja ou só no meu trabalho. É uma forma tão fechada que eu não mudo. É aí a proposta de Jesus. Tenta fazer um pouco mais, um pouco pra gente modificar essa nebulosa, triste, problemática violência que tá acontecendo no mundo. O pior é a negligência nossa, que não estamos fazendo quanto poderíamos estar fazendo um pouco mais. Hoje é o dia do professor. E interessante você falando e a gente lembra que eu sou da área da educação, a escola é laica, nós não podemos professar nenhuma religião. Mas interessante que nós sabemos com segurança que as famílias elas não têm religião. E muitas vezes o evangelho que é apresentado para as crianças na escola, para os jovens, é o nosso exemplo, é a nossa postura, é o agir corretamente. E e eu sei que a carga para o professor, para as escolas, ela é muito pesada, porque a gente vive no chão da escola. Mas nós sabemos também que para construir uma sociedade mais pacífica, mais humana, nós precisamos ter essa coragem. Eh, e eu não tenho receio nenhum de dizer que todas as músicas nós trabalhamos na evangelização da infância, na juventude, nós trabalhamos dentro da escola também. Há instituição que não aceita. Tudo bem, mas a instituição que permite, eu não negligencio. Eu não estou falando da religião, eu estou falando de espiritualidade. Eu estou falando de construção de um mundo melhor, tanto internamente quanto exterior. Estou tentando passar para criança, para os jovens, que existe uma vida além da da violência, da negligência, eh da falta,
falando de construção de um mundo melhor, tanto internamente quanto exterior. Estou tentando passar para criança, para os jovens, que existe uma vida além da da violência, da negligência, eh da falta, porque eu trabalho em escola pública e e eu sinto uma alegria enorme quando uma família chega e fala: "Ó, Olha, ela cantou. Eu tenho certeza que é aqui que foi ensinado. Eh, é muito pouco, a gente sabe, mas por outro lado a gente sabe da responsabilidade que é. Porque a nossa voz enquanto educador e quando a gente leva a sério, a gente quer os ajudar verdadeiramente, eh, com sinceridade, né, com verdade, ela é uma autoridade, então a gente precisa utilizar para o bem. Eu sei que muitos educadores não concordam, né, de rezar, mas eu trabalho numa escola no período vespino que é, eu acho, encantador. Todos são acolhidos na quadra e a gente faz uma oração antes de ir paraa sala. E eu fico imaginando sempre que o único contato que muitas crianças que estão ali de sintonia com o alto, de entendimento de algo muito maior que rege as nossas vidas, é ali naquele momento. >> Exatamente, Glácia. E precisamos abrir o coração para ouvir. Muitas são as questões problemáticas que estão acontecendo. Se você percebe alguém triste, se coloque em posição de ouvinte. Uma criança pode te abrir o coração, como é o caso da escola para o professor. Não importa se é no seu trabalho, se é no seu dia a dia, passando por alguém, percebendo que ela está com algo ruim que a incomoda, deixe que a pessoa fale. Para isso existe também o atendimento espiritual na casa espírita. E esse momento, gente, precisamos estar atento, porque quantas pessoas >> Oi, >> eu queria só ressaltar, nós precisamos aprender a acolher o outro. Exato. Exatamente. Porque se não tivermos essa capacidade de perceber quantas dores estão acontecendo ao lado, como é que nós podemos ajudar? Então, abrimos mais a nossa atenção. Quantas pessoas estão passando pelo outro sem olhar por quem elas estão passando? A gente precisa melhorar aquilo que
cendo ao lado, como é que nós podemos ajudar? Então, abrimos mais a nossa atenção. Quantas pessoas estão passando pelo outro sem olhar por quem elas estão passando? A gente precisa melhorar aquilo que Jesus tá colocando aqui. Só assim, gente, a gente vai mudar essa estrutura tão negativa que as dificuldades estão implantando e as pessoas deixando de viver uma vida mais digna, porque estão discrentes da própria situação. E a gente precisa ter esse campo de entendimento, elevar o seu padrão de percepção, erguer mão e ajudar. É necessário, é fundamental, gente. Exato. Nossa. O Estevão tem um um recadinho aí, um comentário. César, lenta nós, por gentileza. Vamos lá. Estevan diz o seguinte: "Ótimas suas reflexões, Zquele, e que a paz seja um hábito dos povos em toda a crosta terrestre. Que a divindade e a espiritualidade continue nos auxiliando." >> Que bom. Bom, nosso tempo passou muito rápido, né, Rose? >> Rapidíssimo, né? isso. Nós vamos encerrando o nosso evangelho no lar. Nós temos aqui também o Boa noite da Teresinha Rocha Costa. Ó, Terezinha é o nome da minha mãe. Boa noite, irmãos. Nós já agradecemos a participação de todos. Agradecemos Rose, muitíssimo obrigada pelas reflexões, pelo carinho sempre com a área do atendimento espiritual. César também muito obrigada por atender ao nosso convite. Obrigada por você estar aqui conosco também. Nós vamos encerrando o nosso evangelho no lar, convidando a todos para estarem conosco na próxima quarta-feira. Fiquem com Deus, muita paz aos nossos corações. E eu peço pro César colocar a nossa poesia de encerramento. Foi escrita especialmente pra noite do Evangelho. >> Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito
leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เฮ