Evangelho no Lar - #183

FEEGO 02/10/2025 57:05

Evangelho no Lar - #183 Programado para o dia 1º de outubro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 23, itens 9, 10 e 11, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Nós retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Fedef, Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bem, eu gostaria de apresentar os trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o César, que é um trabalhador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, César, seja muito bem-vindo. >> Boa noite a todos. Uma oportunidade abençoada, né, de estarmos aqui juntos mais uma vez. >> Noite de Evangelho no lar. Isso também. E o professor Ademar, que é o coordenador da área de estudo do espiritismo da FEGO. Seja bem-vindo, professor. A nossa gratidão por ter atendido o nosso convite mais uma vez. Boa noite a todos e a todos que vão assistir posteriormente também em áudio e vídeo. E é uma gratidão grande, Glósia, poder estar participando aqui junto com todos e aprendendo junto aí com todos aqueles que vão participar conosco aí. >> Que bom, que alegria também nós temos alguns amigos, a Renata Cunha está nos acompanhando de Belo Horizonte, Minas Gerais. O Fernando Rodrigues também deixando aqui o seu boa noite. Deus abençoe sempre a todos eh de Campinas, São Paulo. Sejam todos muito bem-vindos. Coloque aqui para nós os comentários de onde você está nos acompanhando. Bom, para iniciarmos essa noite de evangelho lar, nós sempre lemos uma lição no livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Joana deângela. Olha, mas antes a Maria Lúcia também deixando o seu boa noite e a Lucimar também. Moreira, que é a coordenadora adjunta da ASE. Sejam todos e todas muito bem-vindos. Que bom. O César fará a leitura de preparação e em seguida ele fará a nossa

ando o seu boa noite e a Lucimar também. Moreira, que é a coordenadora adjunta da ASE. Sejam todos e todas muito bem-vindos. Que bom. O César fará a leitura de preparação e em seguida ele fará a nossa prece inicial. >> Então, do livro Vida Feliz, capítulo 183. Desculpa sinceramente a ignorância dominante. Não esperes justificação do outro, o teu ofensor. Supera os ingredientes indigestos da agressão dele e mantém-te bem, buscando esquecer de fato a ocorrência má. Quem guarda mágoas intoxica-se com os miasmas que elas exalam. O agressor está muito desequilibrado e necessita da medicação da bondade para recuperar-se. Perdeu a lucidez e por isso agride. Concede-lhe a oportunidade que ele não te dá. É sempre mais confortável a posição de quem é generoso. Melhor que sejas tu o doador, significando que já conseguiste o que ao teu próximo falta. Então vamos para a prece com muita alegria no coração, juntos nessa sintonia, nos envolvendo com essas vibrações de amor, de fraternidade. No primeiro momento, o sentimento de gratidão. Gratidão ao nosso grande guia e modelo, nosso irmão Jesus. Amado Mestre Jesus, nos envolva com as suas vibrações amorosas para que possamos, Senhor, aproveitar cada instante desse encontro, que cada palavra, cada reflexão tenha assento no nosso discernimento, mas que alcance também os nossos corações, Senhor. que as dificuldades, a desesperança, o desalento possam cada vez mais serem suavizados por essas vibrações, por esses momentos que o evangelho nos proporciona. Esteja, Senhor, ampliando o nosso entendimento, alargando o nosso coração. Que assim seja. >> Assim seja. Que assim seja. Obrigada, César. Bom, nós temos aqui também o Stevan Figueiril. Boa noite, Cláuscia César, professora Demá, irmãos do chat, que tenhamos o evangelho no lar com muitas vibrações positivas e dentas no Triângulo Mineiro, próximo à divisa de Goiás de Tumbiara. Que bom. Seja bem-vindo. E o Eupídio Quirino também, ele está sempre nos acompanhando, deixando o seu boa noite, luz e paz.

itivas e dentas no Triângulo Mineiro, próximo à divisa de Goiás de Tumbiara. Que bom. Seja bem-vindo. E o Eupídio Quirino também, ele está sempre nos acompanhando, deixando o seu boa noite, luz e paz. Bom, sejam muito bem-vindos todos nós nessa sintonia, vibrando para que os nossos lares, os nossos corações se pacifiquem. Eu passo então para o professor Ademar. Ele fará sua explanação no Evangelho Segundo Espiritismo. Estamos no capítulo 23, estranha moral. Ele fará as reflexões dos itens 9, 10 e 11. Não vim trazer a paz, mas a divisão. Lembrando que esse evangelho da editora da Febre e tradução de Guilon Ribeiro para que os nossos amigos, irmãos possam nos acompanhar. Fique à vontade, professor. OK. Obrigado, Glóa. Vamos então focar as nossas reflexões na no nosso nossos ensinamentos do evangelho e pedir a espiritualidade maior que comanda e que direciona esse trabalho eh que é do evangelho no lar que é feito pela FEG, que a Gláuscia tem eh capitaneado esse trabalho com tanta presteza, que eles possam nos orientar, nos conduzir para que nós possamos tirar na noite de hoje os maiores proveitos, ensinamentos de Jesus. Esse capítulo é um capítulo que ele tem algumas particularidades. Ele é um dos poucos capítulos do Evangelho que não tem instrução dos espíritos. é apenas o texto evangélico e comentários de Kardec, não tem instrução dos espíritos. E é um capítulo que é a primeira vez que a gente lê, se nós olharmos assim, eh, sem muita profundidade, ficamos um pouco assustados, porque ele fala da estranha moral que não que nem eh quem não odeia seu pai e sua mãe, ou seja, eu vim trazer espada, eu vim trazer a divisão. Então, se nós não tivermos um olhar mais crítico e focado na temporalidade que foi dessas palavras, no ambiente que elas foram eh pronunciadas, nas pessoas que estavam ali para ouvir, nós vamos falar, mas como que pode Jesus que foi todo amor, bondade e sabedoria, que acolheu todo mundo, trazer informações dessas. Então, a gente precisa ler esse capítulo com um pouco

li para ouvir, nós vamos falar, mas como que pode Jesus que foi todo amor, bondade e sabedoria, que acolheu todo mundo, trazer informações dessas. Então, a gente precisa ler esse capítulo com um pouco mais de profundidade, com um pouco mais de entendimento, com um pouco mais de desprendimento da letra e procurando mais o espírito das palavras que Jesus quis trazer. Então, no item nove, eu não vim trazer a paz, mas a divisão, ele fala assim, ó: "Não penseis que eu vim trazer a paz sobre a terra. Eu não vim trazer a paz, mas a espada, porque eu vim separar o homem do seu pai, a filha da sua mãe, a nora da sua sogra, e o homem terá por inimigos os de casa". Tá no evangelho de Mateus, no capítulo 10º, no versículo 34 a 36. Logo em seguida, no item 10, tem a seguinte informação: "Eu não, eu vim lançar fogo sobre a terra e desejo senão que ele se acenda. Eu devo ser batizado com um batismo e quando me sinto apressado para que isso se cumpra. Credes que eu vim trazer a paz sobre a terra? Não, eu vos asseguro. Mas ao contrário, a divisão, porque de hoje em diante, se se encontram cinco pessoas numa casa, elas estarão divididas umas contra as outras. Três contra duas, duas contra três. No item 11, ele tem mais um comentário ainda, né? Aliás, esse é o item 10, é o item 11 agora, eh, é o comentário de Kardec sobre essas passagens aí. Ele faz esses comentários sobre esses ensinamentos de Jesus. Bom, vamos refletir um pouco sobre tudo isso que nós acabamos de ler. A primeira vista, parece muito contraditório esses ensinamentos que estão aqui nesse capítulo, que Jesus, que é todo amor, toda ternura, toda bondade, todo acolhimento, dizer palavras desse jeito não condiz com aquilo que ele veio trazer. Então, a gente precisa buscar isso num contexto maior, precisa buscar eh os esclarecimentos dentro de uma realidade daquele povo que vivia naquela época, do local onde foi pronunciad essas palavras e em qual contexto que elas foram faladas. Quando Jesus falou sobre essas coisas, ele estava anteriormente falando sobre

quele povo que vivia naquela época, do local onde foi pronunciad essas palavras e em qual contexto que elas foram faladas. Quando Jesus falou sobre essas coisas, ele estava anteriormente falando sobre as parábolas do reino. O reino dos céus é semelhante a isso e falando sobre as palavras do reino. Então ele estava falando sobre a espiritualização do ser humano. Então, o que ele queria dizer com tudo isso que ele comentou aqui é que os valores materiais nunca podem estar acima dos valores espirituais. O valor material ele é desse mundo e eles são passageiros. Os valores espirituais são para sempre. Então, numa outra passagem que não está nessa parte aqui do evangelho, mas que ele fala: "Deixai que os mortos enterrem os seus mortos. Ele também está nos ensinando para nós valorizarmos as coisas espirituais em prol das terrenas. Então, é esses ensinamentos de Jesus é que a gente precisa entender dentro do contexto que eles foram pronunciados e para que público eles foram pronunciados e em que local também eles foram eh relatados. Então isso é muito importante. Eu vou fazer pequeno uma pequeno levantamento histórico de um pouquinho dos evangelhos para que nós possamos entender melhor esses contextos e essas palavras de Jesus. Todos os ensinamentos de Jesus precisam ser analisados em conformidade com a cultura do local, senão nós vamos nos perder nas interpretações, né, onde foram proferidos e na época em que foram ditos. Todos esses ensinamentos precisam de um crio da razão. Todas a a tudo que tá escrito, nós temos que passar pelo crio da razão. É o primeiro fato para nós darmos credibilidade àquilo que estamos interpretando, né? Quando se fala deixar pai e mãe, parece uma contradição muito grande. Quando se fala separar o pai da mãe, separar os filhos do pai, parece uma contradição muito grande. Mas se nós analisarmos um pouco mais sobre esses ensinamentos de Jesus, nós vamos perceber que na escolha desses quatro evangelhos, muitas coisas foram deixadas para trás. Só pra gente

o muito grande. Mas se nós analisarmos um pouco mais sobre esses ensinamentos de Jesus, nós vamos perceber que na escolha desses quatro evangelhos, muitas coisas foram deixadas para trás. Só pra gente ter um contexto histórico aqui, ah, existia na quando foi no Império Romano, no século quando o Império Romano adotou o cristianismo, existiam 72 textos evangélicos. Então, não é só esses quatro evangelhos que nós conhecemos. Existiam 72. Tem o evangelho de Pedro, evangelho do Tiago, Evangelho todas, muitos, muitos, muitos evangelhos. Os quatro conhecidos são esses que são canônicos que nós adotamos e e analisamos sempre, mas tem os apócrifos, que é são evangelhos que não são canônicos, mas que também tenha muitas coisas escritas sobre o que Jesus passou e a vida de Jesus. Nesses evangelhos, nesses 72 eh textos evangélicos, eles vieram sendo escritos depois da de que Jesus desencarnou. Quando Jesus estava entre nós pregando, não teve nenhum escrito de evangelho, ninguém escreveu. Depois que Jesus desencarnou, também ninguém escreveu. Quando ele partiu e deixou os apóstolos depois do Pentecostes, aí que começar a escrever os textos evangélicos e aí começaram a aparecer. Então, essas escritas ela foram contadas por muitas pessoas e as pessoas foram catalogando e escrevendo lá nos pergaminhos da época. Então, chegou no império romano 72 desse. Foi designado Jerônimo para dar credibilidade aos textos, porque o império ia ser eh e usar a doutrina cristã daquela época paraa frente. Então, Jerônimo colocou esses 72 em cima de uma mesa muito grande e foi orar para ele ter inspiração de quais evangelhos, quais textos que ele ia separar. E nessas orações conta a história. Conta a história que quando ele terminou de orar só tinha quatro textos em cima da mesa. Os outros tinham todos caído no chão. Aí ele conservou esses quatro como verídicos, que é Mateus, Marcos, Lucas e falta um graus. Mateus, Marcos, Lucas e João. Aí esses quatro eh ficaram como sendo os textos oficiais para o Império Romano e seguiram aí. Os

sses quatro como verídicos, que é Mateus, Marcos, Lucas e falta um graus. Mateus, Marcos, Lucas e João. Aí esses quatro eh ficaram como sendo os textos oficiais para o Império Romano e seguiram aí. Os outros foram descartados. Então vocês observam que tem muitas coisas que foram descartadas e que eram coisas também de credibilidade. Foi assim que aconteceu o o quinto evangelho que é chamado, que o professor Roden sempre comenta e traz no livro, o quinto evangelho que é o evangelho de Tomé, ele fala, tem muitas coisas falando sobre as passagens do evangelho. E como foram escrito por muitas pessoas, então muitas traduções não ficaram bem claras para a época. Então, tem muitos desses textos evangélicos apócrifos que estão que não foram canonizados. Eh, eles eh têm palavras diferente dessas que nós usamos hoje. Então, quando a gente fala em separar, amar eh quem não deixar de amar o pai e a mãe, as nos outros textos não tá escrito assim. Então, a a gente tem que ter essa percepção para tentar entender dentro dessa cultura de como foi feito esses estudos dos evangelhos até chegar onde nós chegamos, porque esse evangelho era escrito, eram copiados, tinha os copistas que ia copiando os textos para reproduzir. não existia imprensa até chegar em Gutemberg lá, que a hora que ele inventou a imprensa, que aí os textos passaram ter as mesmas cópias sempre, porque anteriormente cada um que ia copiar podia suprimir uma palavra ou acrescentar outra de acordo com o interesse dele. As cópias não eram 100% fiéis, fidedignas, não é? eh igual o anterior. E muitos desses copistas, eles também era até analfabético, porque eles desenhavam as letras. Era assim que as coisas foram chegaram até nós. Então, a gente precisa ter muito cuidado na hora de interpretar, porque às vezes as palavras nos enganam e se a gente interpretar pelo pelo que tá na letra, a gente corre o risco de fazer uma interpretação errônea. Precisamos interpretar aquilo que o Cristo veio trazer para nós, que é a moral. A moral

am e se a gente interpretar pelo pelo que tá na letra, a gente corre o risco de fazer uma interpretação errônea. Precisamos interpretar aquilo que o Cristo veio trazer para nós, que é a moral. A moral do Cristo é inabalável. Ela não se discute, não tem argumentos contra. Então, a os ensinamentos do Cristo é esse. Então, quando ele fala que ele veio trazer a espada, se nós trazermos essas informações para os dias de hoje, o que que nós estamos encontrando nos lares brasileiros hoje? Nós estamos encontrando tanta dificuldade, tanta falta de amor. Então, o que que é essa espada que está dentro dos lares brasileiros? É essas divisões, não é só dos lares brasileiros, dos lares do mundo inteiro, né? Essas divisões, a falta de amor, é as pessoas eh saindo por um caminho, outras por outro caminho, são as divisões que estão acontecendo. Ah, então quando ele fala que ele trouxe a espada, ou seja, ele trouxe os ensinamentos do evangelho. Quem não seguir, quem não acompanhar, quem não conseguir entender isso aí, serão aqueles que serão dispersos pelo pela falta de amor, pela falta de compreensão. Então, esse ensinamento de Jesus vem nesse sentido, nesse capítulo, né? Eh, e para entendermos um pouco mais das passagens, dos evangelhos, é preciso que entendamos como era a cultura daquele povo daquela época, como que eles entendiam as coisas, que jeito que era eh a maneira deles interpretar o o as pessoas que traz essas informações. a as mensagens dos evangelhos. É preciso que entendamos que era uma cultura daquela época era que Jesus falava, ele tinha que falar dentro do contexto que aquele povo vivia. Ele usava muito a semente, né, a semeadura. Ele usava muito um trabalhador saiu a trabalhar, ele usava a vinha, ele usava contextos eh daquela época para que as pessoas pudessem entender. E as figuras de linguagem, existe as figuras de linguagem que era muito usada por Jesus nas parábolas. Tanto as parábolas elas tinham um poder de a interpretação ficar para sempre. Ou seja, cada vez que a

figuras de linguagem, existe as figuras de linguagem que era muito usada por Jesus nas parábolas. Tanto as parábolas elas tinham um poder de a interpretação ficar para sempre. Ou seja, cada vez que a humanidade evoluísse mais um pouco, ela ia conseguir tirar ensinamento daquelas parábolas que naquele momento atual às vezes, as pessoas não entendiam. Existia uma figura de linguagem naquela época que era uma hipérbole, que é um exagero. A figura de linguagem hipérb é um exagero. Quando a pessoa exagera muito, às vezes ele usa essa essa figura de linguagem para exagerar numa informação para chamar até atenção para aquilo. Você quer ver um exemplo? Às vezes a gente sai, trabalha o dia inteiro, fala: "Hoje eu vou chegar em casa e vou comer a geladeira". Você não vai comer a geladeira. É uma expressão para dizer que você está com muita fome. Então, quando Jesus fala que ele veio separar, trazer espada, ele não tá dizendo isso. Isso é uma hipérbole que ele usou ali, uma maneira de expressar para chamar atenção para as discórdias que ia ter, para as que acontecer. para o cuidado que nós devíos ter no futuro com as novas gerações, para que nós não pudéssemos cair nas tentações. Então são colocações que Jesus fez durante eh o tempo que ele teve aí, os os três anos onde ele ele pregou, né, que ele foi trazer os ensinamentos, eh usando essa linguagem eh meia camuflada às vezes, mas que pudesse trazer entendimentos para nós no futuro, né? Um outro contexto onde ocorreu essas falas de Jesus. Jesus tinha falado anteriormente para um agente que queria ouvir, que estava ouvindo e estava eh ouvindo as suas parábolas, as parábolas do reino de Deus que ele estava falando antes de proferir essas outras que tá aqui no capítulo 23, esses ensinamentos eram palavras de falando da vida eterna, falando do nosso futuro, falando que a vida não se resume a esse planeta. estava falando da vida espiritual. Então, quando ele traz esses ensinamentos, ele tá querendo que nós se afastemos das coisas materiais e agimos

uturo, falando que a vida não se resume a esse planeta. estava falando da vida espiritual. Então, quando ele traz esses ensinamentos, ele tá querendo que nós se afastemos das coisas materiais e agimos mais na parte espiritual. Então, nós somos apegados, nós temos eh deixar de ser apegado às coisas para que a gente pudesse crescer. que quando a gente se apega muito, o crescimento dificulta. a gente não tem como eh crescer, fica apegado aos bens materiais, aí os bens espirituais passa para um segundo plano. Então, Gláuscia, os ensinamentos de Jesus nesse capítulo, eles são baseados nessas colocações de preparar-nos para o desapego das coisas materiais, para a o mundo moderno que nós viver futuramente, que é o que tá acontecendo hoje, quando nós temos aí a as colocações da síndrome do pânico, do suicídio, das depressões, das angústias, né? Tudo isso são separações que estão acontecendo dentro do lar, estão acontecendo dentro das famílias. E é que Jesus traz para nós informações eh naquela época de como que as coisas iriam acontecer agora. Então, eh, vamos ouvir se tem algum comentário, alguma colocação, algum questionamento que os nossos companheiros que estão nos assistindo e olhando junto conosco. >> Nós até podemos pedir para que eles possam colocar as suas contribuições aqui no chat. Eh, professora, eu gostaria que primeiro agradecê-lo por tantas elucidações. É importante a gente refletir nessa linguagem utilizada. Eh, mas podemos também, eu queria que o senhor falasse a respeito do que que é a paz, qual que é o nosso entendimento de paz. Eu acho que isso é importante para cada um de nós. Quando nós referimos à paz, nós estamos procurando aquela paz interior, é aquela paz de espírito, é aquele você chegar no seu eu maior, eh, sintonizado com os planos superiores, onde você tem certeza das do mundo espiritual, onde você tem certeza das coisas que você está fazendo a lealdade que você tem é a paz interna, é aquela paz consigo mesmo. É chegar num lugar e irradiar alegria, irradiar eh

das do mundo espiritual, onde você tem certeza das coisas que você está fazendo a lealdade que você tem é a paz interna, é aquela paz consigo mesmo. É chegar num lugar e irradiar alegria, irradiar eh otimismo. Essa é a paz que nós carregamos dentro de nós. Eh, aquela paz, aquela, aquele sentimento que quando a gente chega no lugar, as pessoas gostar que a gente esteja ali com elas. Tá? Eh, esse sentimento de paz significa conexão com Deus, conexão com os ensinamentos do Cristo, com a prática do amor, da caridade e do acolhimento a todos. Essa é a verdadeira paz. é quando você consegue estar bem com conosco mesmo. E quando a gente está em paz, a gente consegue lidar com todas essas dificuldades que nós estamos enfrentando hoje na principalmente com os jovens, né, que tem um uma fragilidade maior em relação aos seus sentimentos, à suas escolhas. >> Muito bom, professor. Muito bem. Eh, eu me lembro de que eu acho que foi o Chico Xavier, ele dizia sempre que paz é algo que você pode oferecer mesmo que você não tenha. É muito profundo isso, né? Uhum. >> É muito profundo oferecer, ou seja, você transmite, mas que as pessoas percebam em você essa alegria de viver. Isso traz paz paraas pessoas. >> Sim, paz é a consciência de dever cumprido. É essa sintonia entre pensar e fazer. Então é uma conquista, não é professor? >> É uma conquista, é uma segurança, não é? É a segurança em tudo aquilo que você está fazendo, é a convicção que você está fazendo correto, é a convicção que você não está dificultando a vida de ninguém. É a convicção que você está dando a mão a quem precisa quando você pode dar essa mão. Isso é paz. Isso é estar em paz. é a sensação do dever cumprido. Então, nós estamos falando de uma paz, né, num numa numa questão íntima, que existe essa, se a gente for buscar essa paz externamente, talvez nós não consigamos encontrar essa paz intimamente, porque muitas vezes o interno ele não está em consonância com o externo, professor. >> Às vezes acontecendo de fora,

ar essa paz externamente, talvez nós não consigamos encontrar essa paz intimamente, porque muitas vezes o interno ele não está em consonância com o externo, professor. >> Às vezes acontecendo de fora, pode estar em contro. Fui clara ou não? >> Sim. Quando nós ainda estamos apegados ao orgulho, ao egoísmo, à vaidade, nós não vamos conseguir eh externar a paz e nem vamos conseguir fazer essa paz externa. Por nem interna, nem externa, porque tanto o orgulho como a vaidade, como o egoísmo são sentimentos baixos, são sentimentos inferiores que nos arrastam para as profundezas inferiores. Então, a quando há o desprendimento do orgulho, da vaidade e do egoísmo, nós sublimamos a nossa existência. Nós estamos, nós voltamos à conexão com o criador, nós voltamos à conexão com os planos superiores. Isso traz o quê? Alegria interna, traz paz interna e irradia esse sentimento ao nosso redor. Então, é, quando isso acontece, nós conseguimos transmitir a paz e estar em paz. E podemos dizer, então, quando a gente busca com vontade e de forma sincera seguir os ensinamentos de Jesus e que ao mesmo tempo a gente pode trazer essa espada que é uma é o que vai de encontro, não é? que vai ao encontro daquele que ainda não consegue vislumbrar esse caminho, esse roteiro seguro que Jesus traçou. >> Exatamente. Aí a espada passa a ser um uma dificuldade que ele vai enfrentar até conseguir assimilar todos esses ensinamentos para mudar a rota. Então, a espada significa isso aí, que é a mudança de rota. Ah, enquanto ele não conseguir fazer essa mudança de rota, ele ainda tem aquela espada ainda cravada nele. A hora que ele percebe, ele arranca essa espada e joga fora. E aí a vida dele muda. Presa, fique à vontade. >> Eh, eu estou ouvindo o professor falando e os seus comentários, né, Grossa? E eh professor Ademar, a gente sabe que eh quando nós nos eh dispos a seguir o perseverar no bem, nosso esforço nesse sentido, nós vamos começar a encontrar algumas dificuldades muitas vezes em nós mesmos, né? Por

r Ademar, a gente sabe que eh quando nós nos eh dispos a seguir o perseverar no bem, nosso esforço nesse sentido, nós vamos começar a encontrar algumas dificuldades muitas vezes em nós mesmos, né? Por Jesus sabiamente já, como o seu bem relatou, já nos traz essa essa advertência. Porque num mundo de provas e expiações em que o mal sobrepõe ao bem, né, que ainda estamos nessa fase, ora, é natural que a nossa conduta no sentido de seguir eh sobre a das leis divinas vai confrontar, né, vai de encontro a muitas questões da sociedade em que estamos inseridos nela. E essa espada, ela vem em do em dois aspectos, nessa interação com o outro e na nossa interação conosco. Então é um desafio duplo, mas que é importante ressaltar, né, como foi já explanado, tem uma recompensa valiosa, que é nós percebermos que estamos no caminho correto. Eu estou caminhando, eu estou progredindo, a minha consciência vai se harmonizando e como a a Grausa trouxe a palavra paz, né, nós vamos começar a ter uma paz. E muitas pessoas às vezes não compreendem isso, né? Aí eu eu lembro aqui rapidamente, né, para não tomar o tempo do professor Ademar, eh de uma passagem eh de um diálogo de Platão em uma das obras em que tem um personagem que chama Tranzímaco. Tranzímaco era um servidor público e ele relata que Transímaco utilizava eh os seus recursos para a coletividade como servidor público. E ele começou então a ter contrariedades com a sua família. Muitos falavam assim: "Tranzímaco agora virou aquela pessoa arrogante. Eu pedi a ele que pudesse fazer um trabalho aqui na minha terra e ele disse que não, porque aquele equipamento era para a coletividade e eu convivi com transímico com muitos anos. Agora ele vira o rosto para mim, né? Então eu lembrei desse exemplo porque aí vem uma espada em que eu busco seguir a os parâmetros, né, da justiça, do que é correto. Sinto-me bem nesse posicionamento, mas aí vem assim: você tá firme nesse propósito porque vão começar a surgir algumas questões e e Platão traz esse diálogo para nos

né, da justiça, do que é correto. Sinto-me bem nesse posicionamento, mas aí vem assim: você tá firme nesse propósito porque vão começar a surgir algumas questões e e Platão traz esse diálogo para nos mostrar isso. Quanto o outro parente de Transímaco, que era o que acolhia a todos os pedidos, desviava verbas, atendia a todos, era querido pela família, ele era admirado pela família e Transíco começou a ficar isolado. Então, eh, Jesus, séculos após, traz essa essa advertência para nós, né? Vamos perseverar no bem, mas vamos carregar nossa cruz, porque estamos num ambiente em que nós devemos aprender verdadeiramente. Esse aprendizado, ele se dá a partir dos meus testemunhos. Não basta eu dizer, eu sou uma pessoa que assimilei tal virtude, é necessário sentir. E aí começa o desafio, né, professor Adema? Verdade. E todas as passagens de Jesus, ele procurava trazer um grande ensinamento para nós, para sempre, né, paraa eternidade. Se nós lembrarmos também naquela passagem onde ele estava reunido com algumas pessoas e chegou a uma um daqueles estava fora do ambiente onde ele estava e perguntou: "Olha, seu pai, sua mãe, seus irmãos estão aí fora". esperando eou. Quem é meu pai? Quem são meus irmãos? Quem é minha mãe? Será que Jesus estava falando realmente desprezando a mãe e os irmãos dele? Ou será que ele tava trazendo um outro ensinamento para nós? Que os irmãos, a humanidade, nós somos filhos de um mesmo pai, nós temos a mesma origem. Então, a espiritualização das coisas que às vezes a gente não consegue enxergar. Quando você deu o exemplo da espada aí das pessoas dentro de casa, que um segue um caminho, o outro segue outro, é a separação dentro de casa, mas é o livre arbítrio. Jesus nunca impediu o livre arbítrio de ninguém. Todos podem ter o livre arbítrio. Se tá certo ou tá errado, a o tempo vai mostrar isso e as pessoas vão ter oportunidade de corrigir. Então, a tudo que Jesus fez foi para dar exemplos para nós para a eternidade. Não foi nada momentâneo. Momentâneo nós tínhamos os

tempo vai mostrar isso e as pessoas vão ter oportunidade de corrigir. Então, a tudo que Jesus fez foi para dar exemplos para nós para a eternidade. Não foi nada momentâneo. Momentâneo nós tínhamos os profetas que estavam aí falando o tempo inteiro, dando as informações. ela precisava de eh de ensinamentos eternos que ficasse para a eternidade para nos acompanhar em todo o processo evolutivo nosso. Então, quando ele faz essas colocações aí da espada, de separar, quando tiver cinco pessoas junto, três vão ficar contra dois, tudo isso é para mostrar para nós eh que nós precisamos nos unir mais, que nós precisamos estar mais coesos, que os ensinamentos não vão chegar ao mesmo tempo para todo mundo, vai haver discórdia e que nós temos que ter paciência para lidar com isso. Então, a um outro passagem interessante também que se a gente não souber interpretar, a gente acaba às vezes fazendo de de uma forma equivocada. É na no templo, quando ele entrou no templo e nos evangelhos fala que ele eh chicoteou o pessoal que estava comercializando as coisas no templo. Como é que a gente vai enxergar Jesus chicoteando alguém? Seria o mesmo nós acharmos que Chico Xavier ia chegar num lugar, ia esmorrar as pessoas, dar chute nas mesas, virar as mesas? Ou seja, são ensinamentos diferentes. Aquilo ali, a essas palavras foram colocadas por pessoas que escreveram elas muito tempo depois. Então, Jesus sempre andava com uma multidão em volta dele. Provavelmente ele chegou no templo e deu uma bronca. Olha, isso aqui é a casa do meu pai. Isso aqui não pode ter essas coisas desse jeito. E quem fez isso foi as pessoas, não foi Jesus, né? Então, a gente tem que saber lidar e saber os eh interpretar os ensinamentos e as palavras e o contexto onde elas foram ditas e com que finalidade elas foram ditas. Então, a gente precisa desses ensinamentos, tirar o espírito da letra e não eh trabalhar ao pé da letra. Excelente, professor Esteva, ele faz um comentário. Os apegos materiais, o poder pelo poder,

s. Então, a gente precisa desses ensinamentos, tirar o espírito da letra e não eh trabalhar ao pé da letra. Excelente, professor Esteva, ele faz um comentário. Os apegos materiais, o poder pelo poder, ambição, corrupção e guerras para aumentar território derruba o evangelho do Cristo. Lamentável. E também são extensivos E também são extensivas aos problemas familiares em todo o planeta. Bom, e aqui tem uma uma questão interessante. Eh, será que eu eu sei dos ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo? Eh, mas eles ficam distantes ou será que eu já consigo eh trazer esses ensinamentos para que eu possa diante das dificuldades, diante das eh dos desafios que cada um tem, eu tenho, eh para tentar ter uma visão diferente, né, uma visão mais serena para buscar a solução ou se não tiver uma solução para que eu possa ficar bem comigo mesma e ter essa confiança em Deus. Porque uma coisa eu eu saber o evangelho do início ao fim, as questões do livro dos espíritos, os ensinamentos dos espíritos, da codificação, que vem clarificar todos esses ensinamentos de Jesus. Outra sou eu pegar esses ensinamentos e conseguir colocar na minha vivência diária. Isso, Gláuscia, é evangelho Rede Vivo de hoje, né? O evangelho Rede Viv, ele resgata os ensinamentos de Jesus, traz uma meditação sobre aqueles ensinamentos e uma vivência de como aquilo está sendo aplicado no nosso dia a dia. Então, meditar, viver, eh, os ensinamentos de Jesus, eh, é um trabalho que é feito hoje pelo Evangelho Rede Vivo. até eu sei que você esteve na febre esses dias também fazendo eh participando dessas explanações do Evangelho Rede Vivo, que é uma é os ensinamentos de Jesus para as reflexões nos momentos atuais que nós estamos vivendo. >> Sim. E há uma um esse estudo ele se expande cada vez mais porque é algo que é muito importante, que nós precisamos não colocar esse conhecimento distante de nós. Jesus ele é muito atual. E quando o senhor falava, eu lembrei da quando ele foi contar a parábola do samaritano em que ele pergunta aquele doutor da lei

não colocar esse conhecimento distante de nós. Jesus ele é muito atual. E quando o senhor falava, eu lembrei da quando ele foi contar a parábola do samaritano em que ele pergunta aquele doutor da lei que tinha profundo conhecimento, era uma pessoa extremamente inteligente, mas que na verdade tinha ali eh uma proposta de tentar Jesus quando ele pergunta quem que ele deve amar, né? E Jesus devolve a pergunta, ou seja, você conhece tudo, ele respondeu tudo, todos os ensinamentos, tá? Você conhece, mas como é que você lê? Como é que você interpreta isso? Então aí a questão não é não é não são os ensinamentos de Jesus, é a minha condição ainda limitada e às vezes até um pouco de intenção, de conveniência para a interpretação desse ensinado. Porque muitas vezes nós não queremos enxergar as respostas que nós temos que está na na no nos próprios ensinamentos dos espíritos. e trazemos para nossa pequena interpretação de acordo com os meus interesses, com a minha necessidade. Eh, interessante que aí eu não vou colocar esse olhar, né? Não, ele está distante. Não, ele está muito perto porque ele veio e trouxe para mim, para o Senhor, para o César, para todos nós, independente da condição em que estejamos. É interessante, Gláuser, porque muitas vezes a gente tem a resposta que precisa ser dado, mas não traz a informação por pelo orgulho e pela vaidade que a gente tem dentro da gente, que parece que se expor aquilo a gente está sendo diminuído. Então, significa que nós ainda não introjetamos dentro de nós os ensinamentos do Cristo, porque ainda nós sentimos >> isso. Exatamente. Então, eh, às vezes você não dá resposta por vaidade, por orgulho mesmo, né? E quanto mais a gente vai eh tentando percorrer esse caminho, mas a gente fica admirado, né? Nossa, eu não tinha pensado dessa forma. Olha o que esse ensinamento pode trazer paraa minha vida. Por isso que é importante a gente trazer o que que é essa paz que Jesus ofereceu, né? Que paz é essa? Porque ela vem, a conquista dela vem com

Olha o que esse ensinamento pode trazer paraa minha vida. Por isso que é importante a gente trazer o que que é essa paz que Jesus ofereceu, né? Que paz é essa? Porque ela vem, a conquista dela vem com muitas renúncias, inclusive a renúncia do nosso orgulho, do nosso egoísmo, né? E a gente vai tendo uma percepção, enxergando melhor aquilo que estava diante de nós e a gente não tinha percebido ainda. Então, por isso que às vezes >> se torna pesado e difícil, mas a gente tem que observar o que a gente pode alcançar com isso também. E essa parte >> aí se a gente se a gente souber buscar, Jesus falou para nós, vinde a mim, vós que estais cansados e oprimidos, que eu vos aliviarei então ele nos deu o caminho. Ele traçou uma carta mára para que nós pudéssemos ser aliviar as nossas angústias, as nossas dificuldades. Mas ele não disse que essas angústias e dificuldades serão aliviadas nesse mundo. Todas as lá no sermão do monte, tudo aquilo que Jesus falou, eh, prometeu, é no mundo espiritual, é na vida futura. Então aqui ele diz para nós: "Tereis aflições, mas eu venci o mundo e vocês também conseguem. Se eu venci, vocês também conseguem". Essa é a mensagem que ele passou. Então, a vida futura, nós temos as recompensas de todas as dificuldades que nós enfrentarmos e vencermos aqui, seremos recompensados, né? Então, quando ele fala: "Vinde a mim, vós todos que estais cansados e oprimidos, que eu vos aliviarei", pode ter certeza que ele não nos desampara, ele não tira as nossas dificuldades, mas nos dá força para vencê-las. Importante que esse caminhar ele é nosso, ele é de inteira responsabilidade nossa. Ele não vai fazer por nós aquilo que cabe a nós fazermos, né? Esse processo de escolha, de crescimento, de cair, levantar, recomeçar sempre. Isso >> ele é importante porque ele é justamente o nosso mérito nesse processo de crescimento. Muito bom, muito bom mesmo, César. aqui no no chat, você estão acompanhando. Eh, mandaram aqui algumas, como o seu Stevão e outros trouxeram

é justamente o nosso mérito nesse processo de crescimento. Muito bom, muito bom mesmo, César. aqui no no chat, você estão acompanhando. Eh, mandaram aqui algumas, como o seu Stevão e outros trouxeram algumas reflexões, eh é importante ressaltar isso, né, que eh nós recebemos uma resposta a partir da nossa mudança, da nossa construção de novos caminhos. A gente recebe uma resposta relativa nesta existência. a gente começa a ter mais equilíbrio, mais serenidade. Então, eh esses desafios que Jesus eh nos apresenta, nos aponta é no processo pedagógico, né? é no processo educativo. Eh, e aqui, Glácio, eu tava lembrando de um de um palestrante disse o seguinte, que achei interessante, ele falando assim, que na nossa casa, quando nós vemos uma rachadura na parede e tudo mais, nós ficamos preocupados e chamamos um profissional, pedreiro, mestre de obra, enfim, um engenheiro e ele analisando ali, depois dá o laudo dizendo: "Olha, tem essas rachaduras, a causa é ali. e tal. Então, tem outras coisas que têm que ser cuidadas para evitar o mal maior. E por conta dessa perícia, desse lauto, nós pagamos o profissional que realizou esse serviço. ocorre que, por outro lado, quando nós temos uma fissura eh emocional, uma fissura eh interna, e quando o outro a outra pessoa eh percebe isso e vem nos alertar, nós nós pegamos uma pedra e jogamos na pessoa, quem você pensa que é, né? Do outro lado, eu pago o profissional e me alegro porque ele mostrou onde tava a fissura na minha casa. Mas quando chega na minha, no meu íntimo em que eu sou exposto, eu não aceito, né? Então, eh, Jesus vem falar isso pra gente. Olha, eu não vim. A minha mensagem não é para deixar você em paz com a sua consciência, com seus equívocos, não. Eh, é para você despertar mesmo. Isso vai causar movimentação, né? E por outro lado, quando você se cada vez vai se conhecendo mais, você vai construindo novos caminhos de mais equilíbrio e isso vai te dando mais paz, mais serenidade, né? Então, eh assim, o apanhado que eu

outro lado, quando você se cada vez vai se conhecendo mais, você vai construindo novos caminhos de mais equilíbrio e isso vai te dando mais paz, mais serenidade, né? Então, eh assim, o apanhado que eu faço eh dos comentários é nesse sentido que é positivo, que é bacana. Nós não vamos virar santos, nós não não, mas nós vamos buscar, nós vamos, nós queremos perseverar, nós queremos, e isso por si só nos proporciona já a mudamos o viés da espada para um processo pedagógico. Obrigado, senhor. Obrigado por mostrar em mim essa fissura, né, >> professora Demar? Se o senhor quiser deixar as considerações, que mais? É, esperamos que possamos ter contribuído um pouco para que nós possamos refletir sobre esses ensinamentos de Jesus, refletir sobre as nossas atitudes, sobre as espadas que existem dentro de cada um de nós, as espadas que existe dentro dos nossos lares, para que nós possamos remover essas espadas e transformar elas em caminhos de luz para a nossa evolução espiritual. Que Jesus nos abençoe, nos ilumine e nos dê força para tomar essas atitudes, que nós possamos crescer rumo ao planeta de regeneração, ao mundo de regeneração que nós estamos começando a viver. Muito obrigada, professor. O sentimento de gratidão, de sincera gratidão por esta noite de evangelho tão harmoniosa, tranquila, reflexiva e essa proposta mesmo, né? Muito obrigada. Obrigada, César por estar conosco nesta noite. Obrigada a todos que estão nos acompanhando. Olha a Renata Cunha deixando a sua gratidão pelas palavras sábias. César Barros também agradecendo. Nós agradecemos a todos que estão conosco nesse momento e que acessarão também o nosso evangelho no lar. Desejamos que todos nós tenhamos uma semana de muita paz, de pacificação mesmo no coração, de busca de compreensão, auto amor. Esse trabalho ele é ele é um exercício diário, ele é constante, como Santo Agostinho nos trouxe na questão 919 do livro dos espíritos, né, do autoconhecimento, reforma íntima, mas estamos todos juntos, todos juntos e uns dando um

exercício diário, ele é constante, como Santo Agostinho nos trouxe na questão 919 do livro dos espíritos, né, do autoconhecimento, reforma íntima, mas estamos todos juntos, todos juntos e uns dando um apoio, incentivando e segurando na mão um do outro. A Lucimar deixando também gratidão pelos ensinamentos trauzidos, professor. Gratidão a mim. Então nós ficamos com nosso evangelho do no lar hoje, convidando a todos para estarem conosco na próxima quarta-feira. Fiquem com Deus. E peço pro César colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para essa noite de Evangelho no lar. Muita paz. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.

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