Evangelho no Lar - #181
Evangelho no Lar - #181 Programado para o dia 17 de setembro de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 23, itens 4, 5 e 6, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, sejam bem-vindos. Meu nome é Cláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FEGO. Retornamos com o Evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos muito bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar agora o nosso convidado desta noite, que é o Lauro. Ele é o nosso diretor financeiro da FEGO. Seja muito bem-vindo. Trabalhava na APS também, mas nunca deixa de a área, não é mesmo, Lauro? Seja muito bem-vindo. Gratidão por esse momento de estarmos juntos mais uma vez no Evangelho no Lar. Eu que agradeço a oportunidade. Muito obrigado pelo convite. >> Vamos dar boa noite para os nossos amigos. A Maria Lúcia deixando o seu boa noite. A Renata Cunha lá de Belo Horizonte, Minas Gerais. A Márcia Damasco também de Bragança Paulista. Que bom. A Janete Santos também deixando sua boa noite. Wilpío Quirina aqui de Goiânia. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos. A Justina Carneir também deixando o seu boa noite. Que bom, muito bom, muito bom essa noite de evangelho no lar, um momento que realmente nós nos aproximamos ainda mais do nosso mestre Jesus. Nós somos muito gratos, muito grata por essa oportunidade de estarmos juntos. Eu vou fazer a leitura mensagem do livro Vida Feliz, a 181, psicografada pelo médium Divaldo Pereira Fran, editada pelo espírito Joana de Angeles. E logo em seguida o Lauro fará a nossa prece inicial. A máxima lição da vida é o amor. Sem ele, os objetivos a alcançar perdem a finalidade, deixando a criatura a mercê das suas paixões interiores. O amor dilui as sombras dos sentimentos negativos, imprimindo o selo da mansidão em todos
Sem ele, os objetivos a alcançar perdem a finalidade, deixando a criatura a mercê das suas paixões interiores. O amor dilui as sombras dos sentimentos negativos, imprimindo o selo da mansidão em todos os atos. Ama, portanto, tudo e todos. Exercita-te no amor a natureza que esplende sol, ar, água, árvore, flores, frutos, animais e homens. Deixa-te enternecer pelos convites silenciosos que o Pai Criador te faz. Se extraia as tuas emoções por sobre todas as coisas, lucificando-te interiormente. Quanto mais amas, menos será atingido pelas farpas do mal, pois que a tua compreensão dilatada abrirá os espaços à vida, colhendo somente os efeitos da paz. belíssima do pão. Mestre Jesus, neste momento nos colocamos na tua presença para pedir a tua glória, o teu amor, a tua bênção, a tua inspiração, para que possamos entender e praticar nossas vidas e de todos aqueles que nos cercam o teu evangelho. Evangelho que nos faz renascer a cada dia nessa caminhada para angelitude. Pedimos a tua proteção, a tua orientação. Pedimos também a todos os mentores espirituais, os seus mensageiros da luz, que nos oriente, que sensibilize nossos corações para que possamos entender e aplicar tudo aquilo que a doutrina espírita que é o consolador encaminhado por ti, para que nossas vidas possam serem transformadas com o nosso com o conhecimento e a prática desse esse ensinamento tão profundo e tão divino, que o teu amor esteja sempre conosco, nos orientando agora e sempre. Que assim seja. E assim, nós vamos, nós temos aqui João Batista dos Santos, deixando também o seu boa noite a todos messageros da luz, o Estevan, boa noite. Lacia Laur equipe da Fego, que a divindade espiritualidade superior amiga nos nos de muitas bênçãos, passes políticos no Evangelho no lar, no Triângulo Mineiro, perto de Tumbiara, pertinho da minha terra. La o Fernando Rodrigues também deixando o seu boa noite. Muito boa noite a todos de Campinas, São Paulo. Que alegria recebê-los. Lauro, nós estamos então no capítulo 23 do Evangelho Segundo o Espiritismo,
Fernando Rodrigues também deixando o seu boa noite. Muito boa noite a todos de Campinas, São Paulo. Que alegria recebê-los. Lauro, nós estamos então no capítulo 23 do Evangelho Segundo o Espiritismo, estranha moral. E hoje você fará as reflexões nos itens 4, 5 e se vai também, né, fazer uma abordagem nessa questão de valorização da vida. Muito bom. >> Sim. Vamos lá. Então esse capítulo ele já começa exatamente com essa essa essa visão, né, da estranha moral e porque realmente algumas eh colocações que para nós que estudamos a a toda a doutrina, a percepção da das atitudes, né, de comportamento de Jesus, às vezes soa mal mesmo, né? Eh, é literalmente uma estranha moral. E aqui assim pra gente nós entendermos eh como foi também colocado para incluirmos na questão do setembro amarelo, que é um momento bastante oportuno. que esse esse capítulo, não só o capítulo, mas outros e o do próprio evangelho trazem essa esse momento dessa reflexão sobre a vida e como ajudar os nossos irmãos que às vezes eh em alguns momentos perdem a capacidade de se perceberem e perceberem também a solução para aquilo que eles estão sentindo. E aqui no capítulo traz ao ensinamento, diz assim: "Jesus, que a primeira vista parece eh duros os ensinamentos ou estranhos, mas que interpretados à luz do Espiritismo, revelam profundo amor e sabedoria. E um dos fatores eh fundamentais para nós entendermos essa estranha moral é fazer essa esse deslocamento, né, da dessa visão materialista que às vezes nós ainda temos paraa visão espiritual, que o que o Cristo nos ensina no desde o período que ele veio e através do evangelho é exatamente esse rompimento. E esse rompimento às vezes ele ele é contrário do que nós imaginamos, né? Porque nós sempre imaginamos a vida envolta em questões que nós podemos apalpar eh amizades, eh relações que eh para nós são absolutamente eh digamos eh quase que viscerais, né? elas, na maioria das vezes, nós temos nossas amizades e nossas relações afetivas extremamente viscerais e esquecemos que nós somos
eh para nós são absolutamente eh digamos eh quase que viscerais, né? elas, na maioria das vezes, nós temos nossas amizades e nossas relações afetivas extremamente viscerais e esquecemos que nós somos espíritos, né? E como espíritos, essa parte visceral ela já desaparece. Então aqui ele ele traz especialmente na na entre no do quatro ao seis, né? Eh, se alguém vem a mim, que essa talvez seja o que a gente precisa fazer essa reflexão maior, se alguém vem a minha fala de Jesus e não aborrece a seu pai, mãe, mulher, filhos, irmãos e irmãs, e até a sua própria vida não pode ser meu discípulo. Ou seja, é uma fala eh que é bastante forte ah e que às vezes a gente termina não entendendo o porquê dessa fala. E aí nós vamos aqui, pelo menos à luz da do evangelho, tentar entender como que seria esse aspecto desse aborrecimento e também para ter esse corte, né, desvincular de determinados aspectos que nós, eh, enquanto humanos e pensando apenas como humanos, sem esse conhecimento ou sem vivência do evangelho, a gente não consegue separar. E aí no sentido, então a palavra aborrecer, ela não é não tá associada ao ódio ou desprezo. Ela significa renúncia e desapego relativo. Quando necessário, os laços terreno não podem ou não devem impedir o seguimento do caminho espiritual. Ou seja, a gente observa muito na prática quando peg as pessoas que estão sofrendo bastante com perdas eh de entes queridos e alguns se perdem literalmente nas perdas, né? E e aí diz que a a nossa maturidade emocional, que ela está conectada diretamente à nossa evolução espiritual, é quando nossas perdas de pessoas ou perdas eh de algum posto, de alguma situação, nós não nos perdemos nela. Ou seja, nós podemos perder alguém. Se nós temos a consciência espiritual, nós sabemos que não perdemos. Apenas nós estamos distanciando do ponto de vista físico, mas às vezes nos aproximando muito mais do ainda do ponto de vista espiritual. Porque aquele que foi eh que partiu, vamos dizer assim, né? Eh, e ele passou pro outro plano, ele
ponto de vista físico, mas às vezes nos aproximando muito mais do ainda do ponto de vista espiritual. Porque aquele que foi eh que partiu, vamos dizer assim, né? Eh, e ele passou pro outro plano, ele tem mais, não tem mais barreiras, acabaram as barreira, nós ainda temos barreira, mas quem está do outro lado não tem. E se nós pensarmos sempre nessa questão, eh, de que a pessoa ela tem o seu tempo e nesse tempo eh tá combinado diretamente com o Deus, né? Porque é a vontade de Deus que tem que que digamos que vai fazer com que aconteça na nossa vida cada situação. Se nós entendermos isso, nós vamos olhar, vamos ter de repente a saudade, mas não vamos ficar preso e achar que a nossa vida não tem continuidade em função dessa separação momentânea, porque o evangelho nos traz o o consolo, livro dos espíritos, que nós temos uma separação momentânea fisicamente, porque espiritualmente nem sequer temos essa separação. E aí ele ainda diz mais sobre essa questão do aborrecer, que amar a Deus sobre todas as coisas não diminui o amor humano, mas o purifica e engrandece. Ou seja, amar a Deus sobre todas as coisas. E aí que vem a importância dessa dessa renúncia, desse desapego, é entendermos que nós precisamos amar a Deus sobre todas as coisas. E aí o outro, né, que é o grande, o outro mandamento, amar o outro como a ti mesmo. Ou seja, eu preciso me amar muito. Quanto mais eu amo a Deus, mais eu me percebo, mais eu me amo e mais eu amo o outro. E o amor, e isso talvez é um fator que é difícil de nós entendermos e sobretudo praticarmos, é que nós achamos que o amor é aquele que prende, que apega, que segura. Não, o amor é o que liberta. Quanto mais nós eh tivermos a consciência do amor de Deus, quanto mais nós tivermos a consciência eh do amor que nós estamos eh desenvolvendo em nós, porque temos essa relação com Deus, nós também vamos ter a mesma com as pessoas. Vamos sentir a falta, mas não vamos prender essas pessoas. Ou seja, essa renúncia, eh, esse abandono, ele não é o abandono do
temos essa relação com Deus, nós também vamos ter a mesma com as pessoas. Vamos sentir a falta, mas não vamos prender essas pessoas. Ou seja, essa renúncia, eh, esse abandono, ele não é o abandono do desamor, é o abandono que seria para uma nova etapa da vida. E nós fazemos isso o tempo todo. Nós saímos, nós nascemos, estivemos no útero das nossas mães e lá nós não queriam sair porque era um lugar muito apropriado onde recebíamos tudo. Daí já nós já temos o rompimento, depois temos o rompimento da infância e vamos tendo sempre muitos costes de distanciamento. E quando nós entendemos isso, esse amor de Deus que faz parte de toda essa evolução, os distanciamento, eles se tornam algo eh de enobrecimento da própria vida. eles se tornam algo que é paraa nossa própria evolução, paraa nossa própria eh condição de espíritos em evolução. E aqui em relação aos sacrifícios, né, das ligações materiais, que ainda muito próximo na nossa vida, nós temos muito apego ainda nas coisas que estão à nossa volta. É até um certo eh escritor, ele disse assim que nós às vezes amamos as coisas e usamos as pessoas e o certo é amarmos as pessoas e usar as coisas. E na rotina do dia a dia, a gente percebe que, infelizmente, essa fala, essa frase é muito correta e aplicável, mas o certo é amarmos as pessoas e usarmos as coisas. Aí sim nós começamos a ter o desapego. E também amar as pessoas é deixar ir. Aí nessa questão então das ligações materiais, Jesus não pede que abandonemos a família, mas que não a coloquemos acima das leis divinas. Olha que fator importante pra gente refletir. Eh, então dentro dessa desse sacrifício, não é abandonar, não é largar para lá, mas é nós colocarmos sempre, não nos colocarmos nada acima das leis divinas, sempre entendermos que o que vem primeiro é a vontade de Deus, o amor de Deus. Porque sem o amor de Deus nós nem reconhecemos a família. Sem o amor de Deus, nós não reconhecemos a existência e a prática do amor. Seríamos ainda bastante primitivos nesse sentido, que eh única relação que existe
mor de Deus nós nem reconhecemos a família. Sem o amor de Deus, nós não reconhecemos a existência e a prática do amor. Seríamos ainda bastante primitivos nesse sentido, que eh única relação que existe ou a única importância que existe é estarmos protegidos ali no bando, né, que seria provavelmente o que aconteceu no nosso início lá. Ainda bem bastante primitivos. Eh, há situações em que a fidelidade à fé e à consciência moral exige firmeza mesmo diante de resistências familiares. Eh, nós temos ainda uma visão, na maioria das pessoas da de nos apropriarmos muito dos outros, nos apropriarmos dos filhos, nos apropriarmos dos companheiros, da das companheiras. é como se eh nos pertencesseme. E na verdade nós temos que entender que somos privilegiados. Quando alguém tem uma passagem, né, que de repente a pessoa desencarna, eh, nós lamentamos, ficamos, nos perdemos às vezes nesse, nesses momentos, mas não entendemos e nunca paramos para olhar também que fomos privilegiados por anos junto com essa pessoa, momentos às vezes que nós também não valorizamos tanto. E aí depois quando acontece é que nós nos perdemos e aí achamos que Deus não foi tão legal conosco. Eh, isso é prova de coragem moral e espiritual. Ou seja, quando nós entendemos que o outro ele está conosco para eh essa esse período de aprendizado, esse período eh de passar limpo determinadas questões, e nós sempre aprendemos, sobretudo aprendemos muito mais com aqueles que eh nós achamos mais difíceis, com aqueles que são gentis. Nós aprendemos a gentileas, a educação, a prática do amor, mas aqueles que são um pouco mais difíceis são com esses que nós aprendemos as melhores lições quando estamos abertos para elas, porque também se não estivermos abertos, as lições passam e nós não vamos perceber e nem exercer a o ensinamento, né, que está sendo disponibilizado, disponibilizado. Nós temos o que a gente chama das cruzes, né? As nossas cruzes ou as nossas a nossa cruz do dia a dia. E cada pessoa tem a sua, né? As provas,
nto, né, que está sendo disponibilizado, disponibilizado. Nós temos o que a gente chama das cruzes, né? As nossas cruzes ou as nossas a nossa cruz do dia a dia. E cada pessoa tem a sua, né? As provas, dificuldades, deveres intransferíveis. E aí nós precisamos entender também que a dor, o sofrimento, ele é pessoal. Nós não temos nem a capacidade, como nós às vezes usamos muito isso, né, de dizer, eu imagino eu, eh, como você se sente. O sofrimento do outro tá longe da nossa imaginação. Nós podemos ter a compaixão, mas ele é muito peculiar, é muito individual. O sofrimento, a dor, ela é muito pessoal. alguém, de repente, tem pessoas que estão mais preparadas, que às vezes nem manifestam a dor, que o outro eh às vezes nem levanta. Algumas pessoas, por uma contrariedade muito pequena, se isolam, outros entendem que aquilo é o momento de refletir e de achar uma nova alternativa. Ou seja, as dificuldades elas eh e deveres são intransferíveis, eles são pessoais. Nós não conseguimos viver pro outro e não conseguimos aliviar o outro a não ser que ele permita, porque não tem como você viver a dor do outro. nós podemos eh juntos discutirmos, conversarmos para aliviar a dor do outro. E para isso eu preciso aprender a acolher sem julgar, que também é uma outra atividade que nós ainda precisamos aprender muito, porque sempre temos um julgamento pronto para cada situação. Seguir Jesus é aceitar com dignidade as lutas da vida, sem revolta ou desistência. Ah, então a seguir o que todo o ensinamento de Jesus e automaticamente estaremos seguindo a ele. Nós precisamos aprender a abrir mão de muitas coisas. as provas que estão na na no nosso caminho, na nossa jornada, nós precisamos é agradecer a existência delas, porque só assim nós vamos eh crescendo e entendendo a bondade de Deus. Eh, quando nós nos revoltamos, nós nos distanciamos de nós e automaticamente nos distanciamos de Deus. Não é possível nos encontrarmos ou estarmos com Deus se estamos distantes de nós. Então, precisamos ter essa
nós nos revoltamos, nós nos distanciamos de nós e automaticamente nos distanciamos de Deus. Não é possível nos encontrarmos ou estarmos com Deus se estamos distantes de nós. Então, precisamos ter essa clareza de a cada dia, como diz Joana de Ângeles, nós precisamos nos autodescobrirmos, porque aí nós nos nós temos o no nós nos conhecemos, aí vem o autoconhecimento. E quando temos o autoconhecimento, nós temos o caminho para conexão com Deus permanente. Se nós não tivermos isso, nós estamos sempre procurando talvez um desvio, né, e não o caminho que nos leva efetivamente a Deus. Aí ele diz assim: "A cruz, que é o símbolo, né, da da de todo o sofrimento de Jesus, toda sacrifício, é um instrumento de evolução e libertação. Ah, o exemplo de Cristo, né, em todo o percurso dele, quando no na no Evangelho, em vídeos que a gente vê, em filmes, eh ele foi ao limite do sofrimento, mas ele não se revoltou, ele não tentou transferir para ninguém, ele não jogou eh não usou toda a força até no numa no seriado que tem agora recente, o The Chosen, que quando a percepção, inclusive nesse seriado eh de Judas é que ele iria entregar Cristo porque no momento lá da que todo mundo pressionasse ele, ele ia usar todo o poder dele, toda a força dele para mostrar que ele era o rei e que ele poderia fazer tudo. Ou seja, não era essa, isso não era a visão de de Jesus, não foi, porque ele não precisava mostrar o quanto ele era forte, porque essa não era eh também a missão dele. A missão dele é mostrar que nós podemos passar pela vida, passar pelas provas, pelas dificuldad com dignidade, sem desconexão com o com o criador, com Deus. E a renúncia e amar e amar verdadeiro, né? Ou o amar verdadeiro, o amor verdadeiro, renunciar o egoísmo, esse a orgulho e as paixões desordenadas. Esse é uma algo ainda muito comum na nossa vida, muito presente na nossa vida. O egoísmo ele eh ele começa lá na nossa infância, que nós nem aprendemos ainda verdadeiramente o que é amor lá na infância. Na infância, nós todos nós fomos
a nossa vida, muito presente na nossa vida. O egoísmo ele eh ele começa lá na nossa infância, que nós nem aprendemos ainda verdadeiramente o que é amor lá na infância. Na infância, nós todos nós fomos extremamente egoístas nesse primeiro momento e depois na medida que vamos evoluindo, crescendo fisicamente e reunindo conhecimentos, é que nós temos que ir desprendendo do egoísmo, mas ele continua ainda muito forte na nossa vida. E quando nós eh efetivamente rompermos com egoísmo, com o orgulho, as paixões desordenadas que às vezes ainda temos eh pelo futebol, pela política, por determinadas coisas, isso vai nos aproximando cada vez mais de Deus, porque estamos nos conectando com nós mesmos. Eh, na medida que aumentamos a nossa conexão com a nossa própria realidade, nossa o nosso ser eh superior que cada um de nós temos, né, que tá conectado diretamente com a espiritualidade, nós vamos diminuindo. O egoísmo, ele não tem espaço, o orgulho não tem espaço e também as paixões desaparecem. O amor ensinado por Jesus não é apego possessivo, mas amor universal e libertador. Ou seja, em todas as lições, em todos os livros, eh, que na sobretudo na doutrina eh espírita, nós não encontramos nenhum momento em que Cristo não pregue o amor incondicional. O amor incondicional, eh, ele não, em momento algum ele traz algum tipo de seleção. Não existe seleção. nós aprendemos e aí por isso do orgulho e do egoísmo, eh, às vezes na própria organização lá da nossa infância, que nós percebemos que estamos perdendo o terreno e aí fazemos uma troca do amor incondicional por amor condicional, começamos a condicionar as coisas da nossa vida e aí depois quando crescemos esquecemos que isso foi condicionado e o amor tá todo condicionado. Se você gostar de mim, eu gosto de você. Se você fizer isso, eu te aceito. Ou seja, nós terminamos condicionando tudo. E o condicionamento tá eh contrário ao amor pregado pelo Cristo, que é incondicional. Eh, colocar Deus e a vida espiritual em primeiro lugar não diminui o afeto
eja, nós terminamos condicionando tudo. E o condicionamento tá eh contrário ao amor pregado pelo Cristo, que é incondicional. Eh, colocar Deus e a vida espiritual em primeiro lugar não diminui o afeto familiar, ao contrário d profundidade e segurança. Ou seja, quando nós olhamos para todas as pessoas com o olhar eh do amor de Jesus, do amor de Deus, nós não vamos perder o afeto, porque o afeto está exatamente aí, é entender o outro, de é permitir que o outro seja ele mesmo em todos os momentos da vida e fortalecer para que ele seja cada vez mais ele. Isso vai aumentando a nossa eh conexão com essas pessoas, com essas que estão à nossa volta, sejam elas parentes de sangue ou não. Nós podemos praticar o amor incondicional em todos os momentos da nossa vida. Na verdade, nós precisamos reaprender porque ele já está dentro de nós, mas nós condicionamos muito e daí a dificuldade da gente se distanciar. E normalmente lamentamos e às vezes nos tornamos até agressivos quando temos supostas perdas ou quando temos a ameaça de algumas perdas que de verdade nós não perdemos. a reflexão sobre a vida e a prevenção ao suicídio, né, que é só pra gente dentro desse enfoque aqui no setembro amarelo. E aí Jesus ensina a dar sentido à vida, mesmo diante das dificuldades. Eh, o espiritismo nos traz nos traz a luz sobre nos traz luz sobre a importância da vida, o valor da experiência terrena e os graves equívocos do suicídio. Quero trazer aqui uma experiência bem importante de pessoas que normal eu atendi, tô eh já atendi tanto no trabalho voluntário como também na parte clínica. Eh, pessoas as hoje mesmo eu atendi uma que ela já ela teve uma tentativa de suicídio e ela foi fazer uma palestra e para médicos e enfermeiros no hospital. ela como alguém que tinha atentado, né, contra a vida. E ela fez um, ela tava me falando que ela fez a pergunta, a seguinte pergunta: o que, o que vocês fazem quando alguém chega ou liga para vocês ou chega para vocês e diz: "Olha, eu estou pensando em tirar a minha vida".
tava me falando que ela fez a pergunta, a seguinte pergunta: o que, o que vocês fazem quando alguém chega ou liga para vocês ou chega para vocês e diz: "Olha, eu estou pensando em tirar a minha vida". e eh porque ela era a própria eh digamos assim o o uma ex candidata. E todo mundo ficou paralisado porque não sabia o que fazer, não sabe o que falar, como falar. E normalmente quando nós ouvimos, e é bem importante isso, porque eh na verdade se a gente analisar, nós se não nos cuidamos fisicamente, mentalmente, nós abusamos de determinados vícios, de determinadas coisas, nós somos suicidas lentos, né? Um processo lento de suicidas, como no filme lá com André Luiz, né? do nosso lado, livro também relata, ou seja, nós achamos sempre que é aquele que faz de imediato, mas às vezes nós na raiva, na nas nossas eh euforias, nas nossas eh momentos de de ódio, raiva, nós também estamos de uma certa forma eh produzindo lentamente esse processo que é muito doloroso e não leva. E às vezes as pessoas ficam paralisadas porque algumas dizem: "Olha, você faz isso porque não tem o que fazer, você faz isso porque não ama Deus ou você quer fazer isso." Mas nesse momento a pessoa ela não tá tendo essa reflexão. O que nós precisamos fazer verdadeiramente é acolher, acolher, conversar sem julgar, pra pessoa ir se abrindo, para ela ir entendendo, porque é como se tivesse eh agora eu terminei também com agora mesmo com uma pessoa e ela dizendo que quando eh acontece isso de esse impulso, ela fica totalmente cega, com muito ódio, com muita raiva e Não adianta as pessoas tentarem explicar para ela, tem que acalmar, tem que sentar, dialogar, perguntar e com habilidade entendendo porquê disso. E para isso tudo nós precisamos ter um preparo, mas sobretudo nós não podemos eh simplesmente equivocadamente eh atribuir isso a uma falta ou a isso ou aquilo, sem ter uma clareza do que tá acontecendo com a pessoa, porque esses momentos eles são, eh, vamos dizer, uma cegueira física, mental, espiritual.
ente eh atribuir isso a uma falta ou a isso ou aquilo, sem ter uma clareza do que tá acontecendo com a pessoa, porque esses momentos eles são, eh, vamos dizer, uma cegueira física, mental, espiritual. A renúncia e o sacrifício mostram que a existência terrena é um meio, não um fim. E nem todos os irmãos quando eles chegam nesse momento, eh, até a pessoa falou: "Lauro, eu queria sumir, desaparecer". Aí depois quando tá calma, eu pergunto: "Mas você quer sumir de quem mesmo? Quem é de quem você de quem é a pessoa o que você quer fugir?" Porque quando eu me isolo, eh, e o isolamento, que às vezes nós não entendemos, às vezes fala: "Ah, eu fico isolado e me isolo." No no inconscientemente eu quero, eu tô gritando por socorro. As nossas falas, elas são carregadas de de emoção. Nós precisamos aprender a ouvir os gritos de eh que as pessoas estão dando o tempo todo à nossa volta e nós não percebemos. Eh, e as pessoas estão gritando, estão falando e nós estamos cobrando às vezes determinadas posturas que o outro não consegue entender. E às vezes, e na maioria das vezes, eh, a nossa forma de, de atuar sem ouvir, eh, com amor incondicional, não com amor condicional, mas com amor incondicional, nós terminamos ampliando a pressão sobre a pessoa e ela eh tem tenta a de uma certa forma se isolar totalmente, mas lá no fundo ela quer um acolhimento. Todas as pessoas que se isolam, elas se isolam na expectativa inconsciente de serem acolhida por aquele que às vezes tá produzindo esse esse comportamento do isolamento. Quem pensa em desistir, que é o suicídio, deve lembrar que a vida é um dom de Deus e oportunidade única de crescimento. Eh, mas devemos falar isso de imediato? Não. Nós precisamos criar um ambiente que a pessoa possa primeiro se perceber. Primeiro entender que ela tem que se encontrar. E primeiro nós precisamos fazer o trabalho para que cada um se encontre, porque não é encontrar com o outro. Ninguém consegue quando está no apavorado, desesperado, ele não consegue entender. Ele desconectou de Deus,
recisamos fazer o trabalho para que cada um se encontre, porque não é encontrar com o outro. Ninguém consegue quando está no apavorado, desesperado, ele não consegue entender. Ele desconectou de Deus, porque ele desconectou dele primeiro, né? Então, precisa primeiro se conectar novamente, entender que a vida tem valor, que aquele momento tudo passa, as coisas boas passam, as coisas ruins também passam. E aí aqui ele diz assim: "O corpo é empréstimo, o espírito é imortal". Então, o nosso corpo ele é temporário, mas o nosso espírito é imortal. E as pessoas não percebem ou não sabem isso ou nunca tiveram oportunidade de entender isso. Eh, o que a gente nota que normalmente quando as pessoas são envolvidas em algumas questões de ordem moral muito forte e sobretudo no nosso do julgamento que é muito pesado, elas eh entende que a única saída é o desaparecimento, mas nós sabemos que isso não é a alternativa e não é nunca foi, nunca será uma boa alternativa. As cruzes são temporárias, o espírito é terra. O espiritismo mostra que a dor não é castigo, mas caminho de aprendizado. Ou seja, nós precisamos eh suavizar isso nesse diálogo com a pessoa. Eh, valorizar a vida e compreender que cada experiência, por mais dura que seja, é degrau para a nossa evolução espiritual. Tudo é um aprendizado, tudo. E normalmente eu eh ajudo a pessoa a refletir na vida com a nossa formação eh também intelectual. a nossa formação intelectual, nós temos na escola toda nosso processo, né, de graduação, eh, lá do início, todo ele tem as barreiras, não é diferente do espírito. Ou seja, nós tivemos uma dificuldade com uma determinada disciplina, nós precisamos, às vezes reprovamos nela, nós precisamos pegar de novo essa disciplina. A mesma coisa ocorre com um problema, uma prova que nós temos. Tivemos dificuldade no primeiro momento, precisamos parar, entender e agir para poder superar isso no segundo momento. Ou seja, nós, a vida sempre nos dá uma oportunidade. Sempre nós temos a oportunidade. O ensinamento de Jesus no nos convida à
cisamos parar, entender e agir para poder superar isso no segundo momento. Ou seja, nós, a vida sempre nos dá uma oportunidade. Sempre nós temos a oportunidade. O ensinamento de Jesus no nos convida à coragem moral, ao amor verdadeiro e à valorização da vida. Essa valorização da vida é um aspecto muito subjetivo, porque nós olhamos a valorização da vida com os valores materiais que nós temos. E aí dialogar nesse sentido, nós precisamos eh diminuir a intensidade da da questão material no momento para poder surgir e aparecer esse aspecto da subjetividade que a pessoa não consegue. Se a gente conversar com as pessoas e falar assim: "Como é que você se vê internamente?" Normalmente essas pessoas quando elas olham para para dentro, as pessoas que estão vivendo qualquer tipo de conflito, é quando elas param e você a gente faz esse exercício dela parar e olhar para dentro, ela vê confusão, ela vê eh escuridão, ela não consegue se perceber como luz que é cada um de nós, né? Cada um de nós somos luz. Essa luz criada por Deus, que tá dentro de cada um de nós, eh, ela é imortal, ela é imutável, ela só a amplia, aperfeiçoa e ela é completa. Mas nós não percebemos. Nós que às vezes estudamos a doutrina, que falamos na doutrina, que vivenciamos, nunca temos tempo para olhar para dentro de nós mesmos e ver que as sombras que às vezes nós ainda temos, elas nos atrapalham no dia a dia, nas nossas relações, na convivência com com os nossos familiares. Então, nós precisamos aprender a olhar todo dia para nós e percebermos que sombra nós precisamos diminuir dentro de nós. A moral estranha torna-se clara quando é entendida como chamada a libertação interior. Ou seja, quando nós entendemos que essa estranha moral ou a moral estranha, ela é um chamamento paraa nossa libertação interior para perceber essa luz que existe dentro de nós e que a maioria das pessoas nunca param para olhar, para pensar. E as pessoas que estão eh numa situação delicada mesmo eh de conflito, de existencial, aí que elas estão mais distante dessa
tro de nós e que a maioria das pessoas nunca param para olhar, para pensar. E as pessoas que estão eh numa situação delicada mesmo eh de conflito, de existencial, aí que elas estão mais distante dessa percepção e elas sequer se veem, elas não se vê. Recentemente até no trabalho voluntário, um senhor ele falou: "Laura, eu não consigo ver nada de luz, eu não consigo nem ter a sensação". Mas ele tava muito desconectado dele. Ah, agora recente, no primeiro sábado desse mês, eu encontrei com ele de novo, falou: "Olha, agora já tá começando a ficar claro dentro de mim, ou seja, já tô começando a perceber que eu sou luz, essa luz criada por Deus". Ou seja, é um um exercício que nós precisamos fazer a ilusão da fuga pelo suicídio, né? Quais são os aspectos aqui? Eh, muitos pensam que a morte física encerra o sofrimento. Isso não é verdade, porque aquilo que nós estamos vivendo aqui, nós levamos pro outro plano. Basta nos trabalhos de orientação espiritual, que a gente percebe que os irmãos que estão no outro plano continuam equivocados ainda porque não entenderam. eh, passaram pro outro plano levando todas as dores, todos os sofrimentos. E aquilo que nós levamos, que é subjetivo, nós vamos viver do outro plano. Não é uma algo que nós vamos deixar aqui. Nós deixamos aqui as coisas materiais, mas tudo aquilo que é imaterial, que tá no nosso perespírito, que envolve toda a nossa essa nossa composição não material, nós vamos estar com ela permanentemente em ativa. O espiritismo esclarece que a consciência não se apaga com o ato. A dor moral acompanha o espírito e o sofrimento pode ser ampliado pela visão dos que sofrem com a ausência. Ou seja, o sofrimento dos que ficam eles eh e a e a culpa, né? Porque nós às vezes nos ligamos muito fortemente pela culpa. E a culpa não ela que é o pensamento, ele não tem barreiras, ou seja, ele vai alcançar todos que estão em cada espaço. O suicídio não é solução, é prolongamento do problema. Ah, e adianta falar isso pra pessoa no primeiro momento? Não, não vai adiantar. ela não
ou seja, ele vai alcançar todos que estão em cada espaço. O suicídio não é solução, é prolongamento do problema. Ah, e adianta falar isso pra pessoa no primeiro momento? Não, não vai adiantar. ela não vai entender isso. Nós precisamos eh primeiro acolher, acalmar para ir gradativamente fazendo ela entender esse percurso. Cada dificuldade é uma oportunidade de fortalecimento interior. Eh, a nossa resistência, omissão, a resistência é exatamente entender que as dificuldades é que nos vão tornando, que nos vão dando a capacidade de entendermos que ainda temos pontos de melhoria. Eh, Deus não dá provas acima das forças do homem. Isso tá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, item 23. Aparência, a fé e o amparo espiritual são remédios da alma. O suicídio interrompe a missão, mas não destrói a vida espiritual. Eh, sabemos que muitas pessoas e principalmente algumas que estão nesse conflito, ela sequer sequer ela, a pessoa sequer entende que tem que ela é um espírito e está num momento encarnado. Ah, e às vezes tem um choque com a própria religião. Às vezes ela tá eh seguindo uma orientação religiosa que não tem essa visão da vida após a morte. do corpo físico. Eh, e quais são os fatores importantes aqui, né, que é o apoio mútuo e a fraternidade, que é fundamental no acolhimento. Eh, a solidão e o desespero são grandes fatores do suicídio. E nós percebemos hoje, na atualidade que as pessoas estão cada vez mais solitárias, tem milhares de amigos eh virtuais, mas não tem ninguém perto. E são pessoas que estão na multidão, mas estão isoladas. Elas não aprenderam ainda. Nós estamos vivendo, eh, se a gente observar, as pessoas, elas não conseguem ficar um um minuto sem usar o celular, porque o celular é como se fosse um uma fuga de si. Aí eu estou envolvido em muitas muitas informações. Eu não tiro um tempo para refletir. Eh, se acabar a energia, o que que eu vou fazer? Bom, se acabar energia, eu continuo conectado a mim. Nós precisamos ter. Ah, mas eu posso entrar na rede social? Sim, mas você não
tempo para refletir. Eh, se acabar a energia, o que que eu vou fazer? Bom, se acabar energia, eu continuo conectado a mim. Nós precisamos ter. Ah, mas eu posso entrar na rede social? Sim, mas você não pode desconectar de você, não pode entender que essas questões que nós que nós temos à nossa disposição, toda tecnologia, ela substitui esse momento íntimo, né, nosso com nós mesmos, porque o único caminho paraa evolução é o autoconhecimento e é o autodescobrimento. não tem outro caminho e não tem jeito de evoluirmos espiritualmente sem evoluirmos eh emocionalmente. O espiritismo não convida a praticar a caridade moral. Eh, nos convida, desculpa, né? Nos convida a praticar a caridade moral, que é ouvir, apoiar, consolar. Ouvir é uma é algo que a gente precisa aprender, né? Porque nós temos resposta para tudo, mas nós precisamos aprender a ouvir, depois apoiar com o consentimento do outro e consolar também com o consentimento do outro. Amai-vos uns aos outros e é também socorrer quem sofre em silêncio. A valorização da vida passa pelo olhar fraterno, capaz de salvar existências. Então, nossa nossa missão, eh, eu diria que esse cuidado não deve, setembro é um, digamos, um mês em que nós precisamos estarmos mais ativos nesse sentido, mas nós precisamos olhar isso todos os dias do ano, durante toda a vida e ouvindo as pessoas, ouvindo o silêncio das pessoas, né? Porque a fala traz muita eh muitos sintomas e a ausência da fala também são sintomas. Precisamos aprender a nos colocarmos à disposição sem invadir. Precisamos aprender a nos colocarmos para ajudar sem sermos conselheiros. Porque às vezes nós nos tornamos conselheiros sem perguntar se o outro aceita ou quer o nosso conselho. E esse é um caminho que é bastante saudável para poder contribuirmos com os nossos irmãos. Ficou aberto algum questionamento? Excelente, Lauro. Tava prestando atenção. Você trouxe reflexões de de vários aspectos muitíssimo importantes. Eh, saber, né, que a gente precisa colocar os interesses da vida futura,
m questionamento? Excelente, Lauro. Tava prestando atenção. Você trouxe reflexões de de vários aspectos muitíssimo importantes. Eh, saber, né, que a gente precisa colocar os interesses da vida futura, né, sobrepondo a a esses a a matéria. Então aí a gente chega, eh, reflete que é necessário, que eu preciso me conhecer para eu começar entender esse processo, né? Eu preciso para conhecer, para me amar, para alcançar essa conexão comigo mesma, com Deus e com o próximo. É um processo. E aí você colocou de uma forma que dá para perceber uma rede, uma rede de acolhimento a pessoa especialmente que está com depressão profunda, com ideação, suicído, né? suicida. Então, a gente lembra do atendimento espiritual, quão importante nós precisamos melhorar a nossa sensibilidade, eh, aprendermos a a essa escuta que Joana fala, que é uma escuta do coração incondicional, sem julgamento. Quanto quantas reflexões você trouxe aqui, Lauro? profunda e a gente pode pensar e pensar que teríamos assim, porque uma questão é a pessoa que está passando pelo processo, ela conseguir pedir ajuda e ajuda profissional e ajuda espiritual também, porque o centro espírita está para isso, ter acesso a esse conhecimento dos ensinamentos de Jesus à luz da do Espiritismo, a ouvir o a explanação do Evangelho para modificar o pensamento, tomar um passe, uma água magnetizada. Então, nós temos aí e quem não consegue ter acesso a isso? Que que nós podemos fazer? Quem se recusa, quem desconhece, quem tem a sua própria religião, o que que nós podemos fazer? Bom, o se é na família, nós podemos acolher se é um conhecido. Eh, e aí é que é importante, por exemplo, a doutrina espírita, ela nos ela nos traz um conhecimento muito amplo, né, muito profundo sobre como fazer isso com eh eu diria com uma certa naturalidade, né, que é acolher sem julgar. Eh, eu, por exemplo, uma uma pessoa que eu tô atendendo é evangélica, que teve que realmente eh teve a tentativa. Eh, e aí ela percebeu que não só eh aliás, quem me pediu até para atender
sem julgar. Eh, eu, por exemplo, uma uma pessoa que eu tô atendendo é evangélica, que teve que realmente eh teve a tentativa. Eh, e aí ela percebeu que não só eh aliás, quem me pediu até para atender foi o próprio pastor da igreja, né? Ele me pediu, mandou, falou: "Lauro, a gente precisa de ter um socorro aqui e eu não tenho alcance para fazer. Eu fiz a minha parte, mas a gente precisa de uma ajuda mais eh, digamos assim, mais técnica. E eu tenho, graças a Deus, até o privilégio de ter o conhecimento da doutrina que não tem jeito de você dissociar, né, da da de um conhecimento técnico. que quando nós temos o conhecimento da doutrina, eh, nós usamos o conhecimento técnico de uma forma mais leve, eh, ou seja, ele se torna muito mais eh o alcance é muito mais profundo e muito mais rápido, porque tem o acolhimento que tá além da nossa capacidade, porque também a gente já tem aí os nossos orientadores espirituais, né, que nos permitem e que nos ajudam. Então, eu acho que eh as pessoas que estão distante vai, elas chega um momento que elas pedem ajuda, né? Nem infelizmente nem todos pedem, né? Infelizmente. Agora às vezes pedem e mas pede pra pessoa errada. Não, que a pessoa que não está preparada, não vou dizer que tá errada, né? mas a pessoa que não está preparada e ainda muito eh que eu vejo, Glaus, pelo preconceito. Então, o preconceito eh religioso, ele ainda é muito grande eh nesse sentido do acolhimento, né, que ah, não é uma questão espiritual, então é porque você não está com Deus. Ou seja, nós precisamos entender que mesmo estando com Deus, nós estamos, mas ainda na medida que nós baixamos o nossa, a nossa frequência eh emocional, nós nos tornamos mais fragilizados para os nossos irmãos equivocados do outro plano. E aí somos conduzidos para caminhos que nós não às vezes queremos ir, mas todos nós podemos acolher. Eu acho que essa esse eh cada vez mais vai ficar mais fácil de do acolhimento. A gente percebe que as pessoas isso, de uma certa forma também estão se abrindo
eremos ir, mas todos nós podemos acolher. Eu acho que essa esse eh cada vez mais vai ficar mais fácil de do acolhimento. A gente percebe que as pessoas isso, de uma certa forma também estão se abrindo nesse sentido e a gente está preparado. O centro é uma um o digamos assim que é uma casa de acolhimento da alma mesmo. Nós precisamos cada vez mais falar a respeito, porque quem fala em algum determinado momento pode fazer. >> Sim. >> E nós desconsideramos ele. >> Verdade. É muito importante que a gente fale mais. E você trouxe também uma questão importantíssima para o atendimento espiritual. A verdade, ela precisa ser colocada, mas nós precisamos ter a sensibilidade de como, quando, em que momento ela pode vir, >> porque inicialmente o que a a o que a pessoa precisa é de ser ouvida, ser acolhida. E aí nós precisamos colocar o nosso coração para colhi-lo sem julgamento. E você trouxe uma questão também que é muito séria, não mensurar a dor de ninguém. Cada um, de acordo com a sua maturidade, o seu entendimento, o conhecimento já adquirido, eh, tem uma visão de cada dor, né, das situações que vivenciam, alguns mais, outros menos. E todas as dores precisam ser consideradas acolhidas, principalmente para pela própria pessoa, porque tem pessoas também que não aceita. >> Sim. >> Eh, >> sim, não, de forma alguma. Pode falar. Eh, normalmente, eh, às vezes quando a pessoa tá e ela as pessoas falam: "Olha, eu vou levar o fulano para você ajudar". Eu falei: "Mas eu pergunto: "Ele quer?" Porque se ele não quiser, não adianta, não. Nós não podemos eh o amor ele ele e a orientação ajuda. É por demanda, não é por oferta. Bem lembrado, Lauro. Eu quero ler aqui também os comentários. Olha, tem S Tosta tá dando boa noite a todos e a Dr. Lauro. Obrigada. Uhum. A Cátia deixando o seu boa noite do Rio de Janeiro. Paz e bem para todos nós, para a humanidade. O João Batista coloca o seu boa noite também e ele faz um comentário lá. O amor é o sentimento mais nobre e sublime sublime que existe. Jesus demonstrou
o. Paz e bem para todos nós, para a humanidade. O João Batista coloca o seu boa noite também e ele faz um comentário lá. O amor é o sentimento mais nobre e sublime sublime que existe. Jesus demonstrou este amor por nós no Calvário, mesmo sabendo das nossas imperfeições e fraquezas. Lembrei agora da lição inicial, né, belíssima da Joana de Angeles. Você quer comentar? Fica à vontade. Tá tudo bem? Pode lá. >> A Lucimar, que é a coordenadora adjunta da A, está conosco. A querida Lucimar. Seja bem-vinda, Lucimar. Deixando também seu boa noite. E o João Batista, ele continua. Um sábio disse que as pessoas, sociedade, família pode te abandonar. Isto se você tiver amor a Deus e assim mesmo a solidão se torna tolerada. Mas se você se abandona, se tornará insuportável. O Stevan ele comenta também, né, que são ótimas reflexões, Lauro, e principalmente o alerta do setembro amarelo, pois segundo uma pesquisa mundial, a cada 40 segundos acontece um suicido, um suicídio. Realmente o acolhimento é importantíssimo. Ele também agradece a gratidão pelo evangelho no lar, irmãos da fé. O João eh continua: "O que podemos o que pode acontecer de pior a um cristão é a privação da fé e se desconectar de Deus?" A Cátia agradecendo pelas reflexões e a Lucimar coloca: "Ouvi sem dar conselho foi um grande fechamento de suas reflexões. Grand eh, na grande maioria das vezes, as pessoas querem apenas desabafar suas dores, nada mais que isso. Querem apenas serem ouvidos. E no atendimento espiritual, principalmente, nós orientamos que nós temos essa doutrina maravilhosa, o Evangelho segundo o Espiritismo, Lino dos Espíritos e tantas obras, né, de Emanuel, André Luiz, que nós podemos trazer o conteúdo para esclarecer, consolar, orientar, né, e acolhir também. Nada no campo do achismo. Muito bem lembrado. Fique à vontade, Lauro. Eu eu tava aqui, você falando da Joana de Angelo, eu tô lendo, tô quase terminando de ler o Encontro com a paz e a saúde. E ela, que o João também falou aí, eh, e ela traz isso com muita, muita clareza,
eu tava aqui, você falando da Joana de Angelo, eu tô lendo, tô quase terminando de ler o Encontro com a paz e a saúde. E ela, que o João também falou aí, eh, e ela traz isso com muita, muita clareza, né? Porque normalmente quando as pessoas estão em conflitos, como eu disse há pouco, elas eh se desconectam dos outros, mas primeiro elas se desconecta dela mesma. Ah, o isolamento mais doloroso é o autoisolamento. Porque no autoisolamento ele que leva, por exemplo, à depressão. E na depressão mais quanto mais profunda, é a ausência de amor, ou seja, de autoamor eu não me amo e também não aceito o amor que vem dos outros. É como eh realmente é um corte que nós fazemos. Então, a saúde ela e a paz elas precisam andar juntos, né? Porque um gera o outro. Se eu estou em paz, eu vou eh restabelecer, mesmo que tenha algum problema de saúde, eu vou restabelecer a saúde. Se eu não estou em paz, eu vou eh comprometer minha saúde. Ou seja, o desafio nosso aqui mesmo, que é a permissão de Deus, é o nosso autoconhecimento, eh, buscando sempre esse olhar interior, né? Porque não o exterior e nosso, como nós temos um olhar, os olhos nossos só permite ver o que está fora, nós não olhamos com os olhos do espírito, né, para dentro. Então, se nós aprendermos isso, nós vamos diminuir bastante as dores e vamos aumentar a nossa conexão com nós, com os outros e com Deus. Muito bom, muito bom. O tempo passa tão rápido, nosso evangelho está finalizando, Lau. Mas eu gostaria sim que você deixasse suas considerações finais. Me chamou muita atenção. O evangelho traz com muita clareza. Devemos agradecer as dores. Por que, Laura? Bom, eh, a dor ela é uma uma demonstração de que nós eh que tem alguma coisa para ser melhorado, porque às vezes a dor ela não é física, ela é só uma dor mesmo da própria alma. Eh, então, por exemplo, de repente o sofrimento que vem em função da dor, ele traz uma alerta que algo não está bem. Quando eu olho para isso, quando nós colocamos a nossa mente na em algum ponto que é do amor, da visão do da
e repente o sofrimento que vem em função da dor, ele traz uma alerta que algo não está bem. Quando eu olho para isso, quando nós colocamos a nossa mente na em algum ponto que é do amor, da visão do da espiritualidade, nós desconectamos a nossa mente daquela dor que tá ali. Porque quanto mais nós pensamos na dor, mais ela amplia. os problemas eles são ampliados na medida em que nós damos atenção para ele. Então, se nós eh sabemos disso, nós podemos dar atenção paraa vida, paraa positividade, para o amor, paraa generosidade, paraa caridade, paraa gratidão. Se nós começarmos então na nossa vida darmos atenção para todas essas coisas positivas, a nossa vida se torna cada dia mais iluminada. E que a paz e o amor do Cristo esteja sempre presente nas nossas vidas, nos iluminando e nos tornando pessoas cada vez mais próximas a ele e aos outros. E muito obrigado por essa oportunidade. >> A gratidão é nossa, nosso sentimento de gratidão por essas reflexões da noite que são importantíssimas para todos nós. Como você trouxe bem, todos nós enfrentamos desafios, as nossas dores e isso para que nós possamos nos tornarmos melhores, ajustarmos aquilo que não está bem ajustado dentro de nós. Muito bom, muito bom mesmo. A Lacir do tá deixando a sua boa noite também, ó. Boa noite, paz e luz, irmãos. A Lucimar também deixou a sua gratidão. Então nós vamos ficando aqui, né, por aqui nesta noite, nessa noite iluminada de Evangelho, agradecendo a participação de todos e também agradecemos aos que vão acessar depois esse conteúdo, né, que no nosso evangelho no nós temos essa proposta de esclarecimento, de reflexão, de consolo, de amparo também, de orient Muitíssimo obrigado a todos. Nós já convidamos para estarem conosco na próxima quarta-feira. Nós só temos que agradecer mais uma vez, Lau, por sua presença, por suas reflexões e o que você colocou também só traduz, né, em amorosidade e enxergar o próximo realmente com muita amorosidade. Muito obrigada. Eu peço então para o Vinícius e agradecendo também o Vinícius
reflexões e o que você colocou também só traduz, né, em amorosidade e enxergar o próximo realmente com muita amorosidade. Muito obrigada. Eu peço então para o Vinícius e agradecendo também o Vinícius por estar conosco nessa transmissão para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para o Evangelho no lar. Fiquem com Deus e até a próxima quarta-feira. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Oh.