Evangelho no Lar - #178
Evangelho no Lar - #178 Programado para o dia 27 de agosto de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 22, item 4, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noite, meu nome é Cláusia. Retornamos com o nosso Evangelho no mar, o momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Peço desculpa pelo nosso atraso. A imprevistos acontecem. Que bom que estão todos conosco para realizarmos o nosso evangelho. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, eh, eu quero apresentar agora nosso convidado da noite, que é um amigo muito especial, é o Fred. Ele é coordenador da área de atendimento espiritual da Federação Espírita do Mato Grosso e um novo integrante da equipe de atendimento espiritual da Federação Espírita do Estado de Goiás. Que alegria recebê-lo, Fred. Muitíssimo obrigada. >> Eu que agradeço, Glácia. >> Seja bem-vindo, amigo. >> Muito obrigado. >> Bom, nós vamos dar boa noite aqui para os nossos amigos. A Renata Cunha de Belo Horizonte, Minas Gerais. Seja bem-vinda. O Fernando Rodrigues, deixando o seu boa noite a todos. Que Deus abençoe sempre. A Renata Cunha deixando novamente o seu boa noite. Que alegria tê-la conosco. A Maria Lúcia também deixar o seu boa noite. Eupío Quirino que nos acompanha sempre aqui de Goiânia dando o seu boa noite. A Renata perguntando, não vai ter evangelho hoje? Sim, com a ajuda do Fred. Sim, a Márcia Riso, que deu o maior apoio para nós agora. Boa noite. Obrigada por este trabalho de luz. Nós que te agradecemos, Márcia. A Célia Furtado também de Vitória, Espírito Santo, deixando o seu boa noite. Seja bem-vinda. O Stevan Figueiredo. Boa noite irmãos da Fego. Que tenhamos um evangelho lá com ele vai continuar com o terceiro. A Edna também deixando o seu boa noite. A Márcia Rezende também. Boa noite, paz e luz. Eh, Olinda Pernambuco, seja muito bem-vinda. E o João Batista que está conosco também
i continuar com o terceiro. A Edna também deixando o seu boa noite. A Márcia Rezende também. Boa noite, paz e luz. Eh, Olinda Pernambuco, seja muito bem-vinda. E o João Batista que está conosco também toda semana mensageiros da Luz. Muitíssimo obrigada pessoal pela paciência de nos aguardar. Pedimos desculpa mais uma vez pelo atraso. Então, para iniciarmos o nosso evangelho do lar, eu vou fazer a leitura de uma mensagem do capítulo 178 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Jonas de Angeles. E em seguida o Fred fará nossa prece inicial. Essa lição vai cair bem para nós essa noite, Fred. Controla a tua ansiedade. A ansiedade mal dirigida produz danos orgânicos de variada classe e gera mal-estar onde se apresenta. Irradia uma onda inquietante e espalha insegurança em volta. A pessoa ansiosa requer mais atenção que nem sempre se lhe pode dispensar. está sempre queixosa e e acarreta problemas para os demais. Vê o que ainda não está ocorrendo e precipita-se a situações indesejáveis para arrepender-se depois. A calma é o abençoado antídoto da ansiedade que advém quando desejas esforçar-te para viver em paz e confiança em Deus. Então, meus irmãos, eu agradeço mais uma vez pelo convite, né? Estamos aqui para agradecer também a Deus, nosso pai querido, ao nosso mestre Jesus de Nazaré, a toda a equipe de benfeitores espirituais que coordenam esse trabalho, pela oportunidade que nós temos de estar aqui juntos durante a pandemia, nós compreendemos que os nossos corações são maiores do que os nossos braços e que nós podemos, sim, nos abraçar como irmãos pelos corações. E assim vamos fazer nesse momento, com os olhos atentos do nosso mestre, com seu carinho, com seu amor, que nos acolhe. Obrigado, mestre Jesus, mais uma vez por essa oportunidade. E nós aqui juntos, mestre, olhando para suas pegadas nas areias, vamos seguindo seguindo os seus passos. E sabemos, mestre, que às vezes nós tropeçamos, caímos, mas temos a certeza que o Senhor
idade. E nós aqui juntos, mestre, olhando para suas pegadas nas areias, vamos seguindo seguindo os seus passos. E sabemos, mestre, que às vezes nós tropeçamos, caímos, mas temos a certeza que o Senhor está conosco, estendendo as mãos para que então nós nos levantemos e continuemos a nossa caminhada. E aqui estamos agora juntos com o Mestre Jesus, agradecendo também a Deus, nosso Pai Celestial, mais uma vez, que nos acompanhe. Que assim seja. Graças a Deus. Obrigado mais uma vez pelo convite. Te agradecemos. Imagina. Olha, Estevan tá continuando aqui. Boa noite, irmãos de Fego. Que tenhamos o evangelho no lar com bênçãos, vibrações positivas e a harmonização dos nossos lares. O Triângulo Mineiro. Sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria recebê-los aqui conosco nesta noite. Então, nós estamos no capítulo 22. Não separeis o que Deus juntou e o Fred trará as suas reflexões do item quatro. Lembrando que o Evangelho segundo o espíritismo da editora da e tradução do Guilon Ribeiro. Amigo, fique à vontade. >> Muito obrigado, Glócia. Você vai ficar aqui na tela também. Ótimo. Então, a gente vai comentar comentando junto. Mandem suas perguntas, seus comentários que são muito importantes também. O Estevan tá tá lá no Triângulo Mineiro. Me aguarde aí, Estevan. Daqui a pouquinho, daqui algum tempo, eu estarei aí no Triângulo Mineiro também, continuando o trabalho, né, com com Jesus, né, com a graça de Deus. Então, a Gláuscia quando fez o convite para mim, ela convidou para pra gente trabalhar, né, estudar, aprofundar no capítulo 22 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo prefácio com quatro eh parágrafos, é um dos mais maravilhosos que existem. Quatro parágrafos maravilhosos. Então, vamos ler também, mas não agora, né? Cada um vai ler depois. O prefácio do Evangelho Segundo o Espiritismo. Eu gosto de fazer esse convite porque é muito é muito significativo que o Espírito de verdade traz para nós ali. Olha aí a Terezinha de Cruzeiro tá aqui também, Glácia, com
elho Segundo o Espiritismo. Eu gosto de fazer esse convite porque é muito é muito significativo que o Espírito de verdade traz para nós ali. Olha aí a Terezinha de Cruzeiro tá aqui também, Glácia, com com a gente. Que bom. E o capítulo 22 é: "Não separeis o que Deus juntou". O item quatro eu vou ler junto, vamos ler junto para que a gente possa então depois conversar sobre ele, né? A Glácia falou que a gente vai ter 3 horas, né, Gláuscia, que você falou para mim, né, que a gente tem, né, para para fazer a leitura, os comentários, né? É brincadeira, tá gente? 20 minutinhos e aí a gente vai conversar um pouquinho sobre sobre esse tema. Será então supérflua a lei civil e dever-se a volver aos casamentos segundo a natureza? Não dê certo. A lei civil tem, por fim, regular as relações sociais e os interesses das famílias de acordo com as exigências da civilização. Por isso é útil, necessária, mas variável. Então, até aqui o o nosso irmão está trazendo para nós a realidade da lei civil. A lei civil é de acordo com a conveniência da localidade, da comunidade, do país, do município e é de acordo com a conveniência também com a cultura local. E é o que ele tá dizendo aqui. A lei civil tem, por fim, regular as relações sociais e os interesses das famílias de acordo com as exigências da civilização. Mas ele continua dizendo: "Deve ser previdente, porque o homem civilizado não pode viver como selvagem." Aqui tem uma, a cada parte dessa descrição, desse estudo, desse ensinamento, traz para nós algo muito profundo. E aqui a gente vê, deve ser previdente, porque o homem civilizado não pode viver como selvagem. Ou seja, as leis civis humanas elas evoluem, elas também progridem de acordo com a o nosso progresso, a nossa evolução. Nada, entretanto, nada absolutamente se opõe a que ela seja um corolário da lei de Deus. Puxa vida, olha que que profundidade. Porque ele tá dizendo o seguinte, que nada se opõe a que ela seja um corolário da lei de Deus. Ou seja, a lei divina é a soberana.
ja um corolário da lei de Deus. Puxa vida, olha que que profundidade. Porque ele tá dizendo o seguinte, que nada se opõe a que ela seja um corolário da lei de Deus. Ou seja, a lei divina é a soberana. A lei humana é uma auxiliar enquanto nós necessitamos dela, mas sobre todas as leis humanas, acima de todas as leis humanas, está a lei de Deus. Os obstáculos ao cumprimento da lei divina promíos e não da lei civil. Veja o que ele tá dizendo. Não é a lei civil que corrompe o o homem, né, diante da lei humana, mas eh são os prejuízos mesmo, né? Esses prejuízos, se bem ainda vivazes, já perderam muito do seu predomínio do seio dos povos esclarecidos. desaparecerão com o progresso moral, que por fim abrirá os olhos aos homens para os males sem conto, as faltas, mesmo os crimes que decorrem das uniões contraídas com vistas unicamente nos interesses materiais. Então, olha o que ele tá dizendo aqui, que interessante também, que desaparecerão com o progresso moral esses prejuízos que nós humanos trazemos por conta de não eh não cumprir as leis divinas e também as leis sociais, as leis humanas. e que diz também assim que o o progresso moral abrirá os olhos aos homens para os males sem conto, para os prejuízos, para as faltas e mesmo os crimes que decorrem das uniões contraídas com vistas unicamente nos interesses materiais. Um dia perguntar se há o que é mais humano, mais caridoso, mais o moral. se encadear um ao outro dois seres que não podem viver juntos se restituir-lhes à liberdade. Se a perspectiva de uma cadeia indissolúvel, não aumenta o número de uniões irregulares. Então ele tá dizendo o seguinte, que uma lei indissolúvel, uma lei que prega a o que que o casamento, que a união seja indissolúvel, será que não aumenta o número de uniões irregulares quando eles são baseados única e exclusivamente em questões materiais, como ele traz aqui, nos interesses materiais? Será que isso não pode também trazer prejuízos para nós humanos quando nós então eh estamos numa união que é puramente pelas
amente em questões materiais, como ele traz aqui, nos interesses materiais? Será que isso não pode também trazer prejuízos para nós humanos quando nós então eh estamos numa união que é puramente pelas questões materiais? É uma pergunta que a gente pode fazer para nós mesmos, né? No no no dia a dia, no nosso cotidiano. Nós acreditamos nas leis divinas? Essa é uma pergunta. A outra pergunta que a gente pode fazer é: "E nós vivemos como quem acredita nas leis divinas?" E mais uma pergunta, e nós vivemos como quem tem as leis divinas, como sendo aquela que traz para nós o caminho para a o nosso progresso, paraa nossa felicidade? Então, a gente pode refletir nessas três perguntas. A primeira pergunta, nós acreditamos nas leis divinas? Essa é uma pergunta que é do ponto de vista do conhecimento no campo do saber. Mas eu vivo como quem realmente acredita nas leis divinas? Essa já é uma pergunta mais no campo eh eh do sentir, né, do sentimento e da e a prática. Eu vivo como quem tem certeza que as leis divinas é que nos levam para a nossa felicidade. Percebemos então que nós aprofundando a reflexão sobre nós mesmos e sobre aqueles que estão ao nosso lado, nós podemos então nos ligar por meio das leis humanas às leis divinas, tendo a certeza de que as leis divinas elas estão acima das leis humanas. Fred, mas você que tá dizendo isso? Não, isso está no Evangelho Segundo o Espiritismo e isso está também no Livro dos Espíritos. O livro dos espíritos no capítulo, no livro três, no capítulo um, a lei divina ou natural. Na no nesse capítulo que se deve a pergunta 614 de O livro dos espíritos é a seguinte. que se deve entender por lei natural. E os espíritos superiores respondem que a lei natural é a lei de Deus e a única, verdadeira para a felicidade do homem. Ela lhe indica o que deve fazer e o que não deve fazer. E ele não é infeliz senão quando se afasta dela. Então aquilo que nós dissemos que ter a estab ter estabelecidas as leis divinas ou melhor ter estabelecida a lei divina, a
azer e o que não deve fazer. E ele não é infeliz senão quando se afasta dela. Então aquilo que nós dissemos que ter a estab ter estabelecidas as leis divinas ou melhor ter estabelecida a lei divina, a lei divina que Kardec fenomenal organizou em várias, né, delas, né, mas a lei divina ou natural, como ele diz aqui, é a única verdadeira para a felicidade do homem. Mas então a gente não deve seguir as leis humanas? Pois vamos voltar pro Evangelho segundo o Espiritismo que nós acabamos de ler e lá tá dizendo que a lei humana é um corolário da lei divina. O que que significa isso? Significa que a lei humana ela está progredindo cada dia mais e ela busca a lei divina. corolário, porque vai se adequando, vai se adaptando à lei divina para que então nós possamos cada dia mais estar mais próximos da lei divina, como o próprio Espírito Superior aqui no livro dos espíritos diz, a lei divina lhe indica o que deve fazer e o que não deve fazer. E o homem não é infeliz senão quando se afasta dela. Então, ao nos afastarmos das leis humanas, que são o corolário da lei divina, nós também nos afastamos das leis divinas. É o que o Evangelho Segundo o Espiritismo traz para nós e é o que traz também, complementando o que nós lemos no Evangelho Segundo o Espiritismo, o livro dos espíritos, né? E então ele traz para nós que a lei natural, que é a única verdadeira para a felicidade do homem. Então, será que nós podemos ser felizes quando nós seguimos as leis? No caso aqui do Evangelho Segundo o Espiritismo que nós estamos lendo é: "Não separeis o que Deus juntou", né? Então, será que nós podemos ser felizes eh seguindo apenas as leis materiais? Vejamos que as leis materiais elas são uma parte das leis divinas. O nosso foco são as leis divinas. A lei material é uma forma também de nós seguirmos o nosso caminho. Elas também nos conduzem, mas nos conduzem na matéria quando nós estamos encarnados. Porque as leis divinas ou a lei natural, ela é tanto para o espírito encarnado quanto para o espírito desencarnado. Ela é universal,
onduzem, mas nos conduzem na matéria quando nós estamos encarnados. Porque as leis divinas ou a lei natural, ela é tanto para o espírito encarnado quanto para o espírito desencarnado. Ela é universal, ela é geral, ela é ampla. Então, nós estamos sujeitos às leis divinas, estejamos encarnados ou desencarnados. E aqui na indissolubilidade do casamento, né, quando traz para nós os fariseus, a gente poderia ler o item um, que traz uma passagem que está em Mateus, capítulo 19, versículos 3 a 9, né? Também os fariseus vieram ter com ele para o tentarem e lhe disseram: "Será permitido a um homem despedir sua mulher por qualquer motivo? Ou seja, se separar mulher?" É o que ele tá dizendo aqui. E Jesus traz lá no final dessa passagem, por isso eu vos declaro que aquele que despede sua mulher, a não ser em caso de adultério e desposa outra, comete adultério. E que aquele que desposa a mulher que outro despediu também comete adultério. Mas então vamos entender, porque o capítulo ele traz assim para nós: "Não separeis o que Deus juntou". Quando nós nos juntamos por interesses materiais, será que é uma forma de dizer que Deus juntou? Como é? Então porque ele tá dizendo, não separeis o que Deus juntou. Porque será que é um mandamento? Será que tá dizendo para nós, ó? Não vá separar o que Deus juntou. Ele não tá perguntando e não está mandando, mas está orientando. Por quê? Porque nós não vamos conseguir separar o que é o que se junta por Deus. Vamos refletir nisso daqui, porque daí a gente consegue compreender até melhor, nos aprofundar em tudo que ele fala aqui, porque ele fala no item quatro, ele traz, será então supérflua a lei civil e dever-se envolver aos casamentos segundo a natureza? Não dê certo. Ele começa dessa forma. A lei civil tem, por fim, regular as relações sociais e os interesses da família, mas depois ele traz que se os interesses forem materiais pode podemos cair em erros, em equívocos. Então nós podemos sim separar, mas não foi juntado por Deus, porque o que se
s interesses da família, mas depois ele traz que se os interesses forem materiais pode podemos cair em erros, em equívocos. Então nós podemos sim separar, mas não foi juntado por Deus, porque o que se junta por Deus é para sempre. Não conseguimos separar o que é juntado por Deus. Ah, mas eu errei e acabei separando, né, aquilo que Deus juntou. Não, se se foi juntado por Deus, nós não conseguimos separar. Eu posso cometer os equívocos, posso cometer os erros, mas lá na frente nós vamos nos juntar novamente, porque isso foi juntado por Deus. E o que significa ser juntado por Deus? Significa que nós estamos eh seguindo as leis divinas, nos aproximando das leis divinas. A responsabilidade não é de Deus. Quando nós dizemos assim: "Ah, não separeis o que Deus juntou". A responsabilidade de juntar não é de Deus. Deus nos dá oportunidade para nos aproximarmos dele por meio das leis divinas. E ao nos aproximarmos de Deus por meio das leis divinas, nós nos juntamos com aqueles que são caros, que são queridos, que são afins de nós. A união, então, ela é estável quando ela é por meio da lei divina. Essa diferença ela é fundamental, porque então quando ele traz que pode ocorrer uma separação, Jesus falou isso lá pros fariseus, ele tá dizendo: "Pode ocorrer a separação, mas é porque não foi juntada por meio de atitudes nossas pelas leis divinas. é quando nós nos afastamos das leis divinas, inclusive na união, quando a união se dá pelas leis materiais, pelos interesses materiais, melhor dizendo, e não pelas leis, mas pelos interesses materiais, né? E o foi até eh colocado em evidência aqui, né? Não sei se foi a Gláus ou foi o o Toninho, né, que colocou em evidência. Eu achei muito interessante, mas eu vou ler novamente. O João Batista dos Santos, ele colocou: "Quando cumprimos com as leis divinas, estamos obrigado. Estamos eh a a com a atendo o mal, combatendo o mal, mas se somos omissos, estamos também fazendo o mal." Ah, perfeito. Aqui, João, eu vou, você me convidou agora pra gente fazer uso de
amos obrigado. Estamos eh a a com a atendo o mal, combatendo o mal, mas se somos omissos, estamos também fazendo o mal." Ah, perfeito. Aqui, João, eu vou, você me convidou agora pra gente fazer uso de uma pergunta que se eu achar eu vou vou fazer para vocês, senão vou fazer de cabeça. A pergunta é a 642 de O livro dos Espíritos. Desde que nós estamos falando das do não separeis do que Deus juntou. Esse é o tema. Então, quando nós fizermos a leitura aqui, vamos nos ater a esse ensinamento do Evangelho Segundo o Espiritismo. Questão 642 e o livro dos espíritos. Bastará não fazer o mal para ser agradável a Deus e assegurar sua posição futura? Ou seja, basta não fazer o mal. E os espíritos superiores respondem: "Não é preciso fazer o bem no limite das suas forças, porque cada um responderá por todo o mal que resulte do bem que não haja feito." Ou seja, nós somos responsáveis por todo o mal que surja do bem que nós deixamos de fazer. Então, o convite não é simplesmente para não fazer o mal, mas o convite é para fazer o bem no limite das nossas forças. Esse é o convite para nós, não fazer o mal. Portanto, como você disse aqui, se somos omissos, estamos também fazendo o mal. Questão 642 de O livro dos Espíritos. Então, percebemos que as leis, ou melhor, a forma como Kardec coloca a lei divina, essas leis elas ficam solidárias entre si. Elas são solidárias. E no caso específico desse capítulo que nós estamos estudando hoje, em específico do item quatro, né, nós podemos dizer que ao nos aproximarmos das leis divinas, nós também estamos colaborando para o progresso das leis humanas e estamos colaborando para o nosso, nossa própria evolução e da nossa família. Então, quando nós fazemos o evangelho no lar e temos uma lição como essa, essa lição com certeza vai nos trazer transformação, assim como ela está nos transformando na noite de hoje, né? Mas eu acho que já tô chegando no tempo, né, Glácia? Oi. >> Pode terminar, pode concluir as o as suas reflexões. Está muito bom, Fred.
ação, assim como ela está nos transformando na noite de hoje, né? Mas eu acho que já tô chegando no tempo, né, Glácia? Oi. >> Pode terminar, pode concluir as o as suas reflexões. Está muito bom, Fred. Não preocupa tanto com o tempo. >> Ah, então tá bom. Então, eh, o esse item quatro, ele faz um um paralelo entre a lei humana, lei dos homens e a lei de Deus. E ele não descarta as leis humanas em nenhum lugar. Então, quando nós dizemos a nossa lei é mais evoluída do que a lei do outro país, não é ele não não é o que ele tá trazendo aqui. Ele tá trazendo que as leis humanas são convenientes para aquela sociedade. Então, se nós fazemos parte de um país e nós temos as leis humanas, essas leis humanas são o corolário, como ele mesmo diz. aqui o espírito superior, espírito de verdade, eh, que ele traz para nós é que o as leis humanas são corolário das leis divinas, seja em qualquer país. Mesmo que as leis humanas nossas, do nosso país, do Brasil, sejam diferentes das leis humanas da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, elas, cada um desses países tem a lei de acordo com a a lei humana de acordo com a necessidade cultural, social desse país. Por isso, leis materiais, leis voltadas para o homem encarnado naquela localidade. Porém, acima de todas essas leis humanas tem a lei divina. E essa lei divina não é diferente de um país para o outro. A lei divina é a mesma. Ela é imutável. Porque se ela mudasse, então Deus não seria Deus, porque ele precisa mudar uma das suas leis. Então, percebemos que a lei divina é imutável. A lei dos homens é uma parte das leis humanas, conforme o entendimento de cada comunidade, de cada país, de cada município, de cada família. Sim, porque nós, na nossa família, nós também temos regras, não são regras sociais e, portanto, não são regulamentadas, regimentadas, né? Mas são leis. né? Então, essas leis elas são de acordo com as necessidades momentâneas. Com a nossa evolução, as leis humanas vão se aproximando cada vez mais das leis divinas. Percebemos isso? Então, então nós
is. né? Então, essas leis elas são de acordo com as necessidades momentâneas. Com a nossa evolução, as leis humanas vão se aproximando cada vez mais das leis divinas. Percebemos isso? Então, então nós tínhamos no passado leis que eram necessárias para aquela época. Hoje as nossas leis são muito mais avançadas e elas se aproximam cada vez mais das leis da lei divina, da lei natural. E dessa forma, mas por que que elas se aproximam a não é dessa forma, mas por que as leis humanas são cada vez mais avançadas e cada vez se aproximam mais das leis da da lei divina? Será que é uma um acaso? Será que é porque Deus impõe dessa forma para que nós possamos evoluir? Não. As leis humanas elas são criadas por, ou melhor, elas avançam, elas progridem, elas evoluem, porque nós também progredimos, nós também evoluímos. Então, quem vai cuidar do avanço, do progresso dessas leis é a própria sociedade. Então nós eh eh nós exigimos então mudanças nas na lei nas leis humanas por conta do nosso progresso, da nossa evolução moral. E quanto mais evoluídos moralmente, mais próximos nós estamos das lei divina. da lei natural. Então, quanto mais próximos da lei natural, da lei divina, quanto mais nós estamos eh eh em sintonia com a lei divina, mas nós vamos exigir que as leis humanas também progridam e se aproximem da lei divina. E dessa forma as sociedades vão se organizando, vão se adaptando para que ocorra a evolução coletiva. Percebemos então a importância de cada um de nós ter conosco mesmo, que nós evoluímos sim, que nós progredimos sim e muitas das vezes nós não percebemos. Mas o convite é para que nós tenhamos consciência do nosso progresso, para que nós observemos o nosso próprio, a nossa postura, o nosso comportamento também, não somente dentro de casa, não somente nós para conosco mesmo, mas nós para com os outros também. Afinal de contas, quando questionaram eh Jesus, ele disse que a lei e os profetas, qual é? amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos. Então aqui envolve nós
s para com os outros também. Afinal de contas, quando questionaram eh Jesus, ele disse que a lei e os profetas, qual é? amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos. Então aqui envolve nós conosco mesmo, nós para com o próximo e nós para com Deus. E em sintonia significa que nós estamos progredindo. Ah, então preciso esperar eh eh ser um espírito evoluído para poder perceber essa presença divina na na minha vida. Não, não, não precisamos. o convite, como nós lemos na questão 634, que foi eh estimulada pelo comentário do João Batista, eh a gente viu lá que é necessário eh eh fazer esforços, né, para o bem, né, no limite das nossas forças, nem mais do que as nossas forças e nem menos do que as nossas forças, mas no limite das nossas forças, afinal de contas, não é cobrado de nós que nós sejamos espíritos puros. Quem faz isso somos nós mesmos. Nós é que queremos ser logo espíritos puros, né? Ah, um dia eu vou ser espírito puro, né? Mas não precisamos ter pressa, porque nós somos amados por Deus. Nós somos amados por Jesus. Nós já pensamos sobre isso. Eles respeitam o nosso caminhar. Jesus respeita o nosso caminhar e ele está conosco. Podemos ver isso em várias passagens de Jesus. Jesus quando a mulher com fluxo de sangue, Jesus se abaixou para conversar com ela. Mas para Paulo de Tarso, nas portas de Damasco, Jesus falou para Paulo: "Levanta-te". Por quê? É porque Jesus sempre está com os olhos na altura dos nossos olhos. Ele se coloca menor para que nós possamos crescer ou ele diz assim: "Aquele que se tornar pequeno é o maior de todos eles". Então, quando nós estamos eh diante das leis divinas, né, nós vamos cada dia mais compreendendo elas melhor. Mas por que que nós precisamos disso? Os espíritos superiores também respondem, porque nós nos esquecemos das leis divinas, mas elas estão aonde? Na nossa consciência. Então, qual que é o convite para que nós nos observemos para então ter consciência das leis divinas? Agora, uma coisa a gente pode ter certeza, isso não tenhamos dúvida.
o aonde? Na nossa consciência. Então, qual que é o convite para que nós nos observemos para então ter consciência das leis divinas? Agora, uma coisa a gente pode ter certeza, isso não tenhamos dúvida. Nós somos amados, nós somos acolhidos e nós somos respeitados no nosso progresso. Mas o convite é feito e o convite não é um simples convite, é um convite convocação para que nós então possamos fazer isso aqui que tá escrito aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o título desse capítulo 22. Não separeis o que Deus juntou. Não é um mandamento para que nós não nos separemos, a não separemos aquilo que Deus juntou, mas é para que nós tenhamos certeza de que quando nós estamos nos aproximando, estamos com esforços no limite das nossas forças, fazendo bem no limite das nossas forças para alcançar as leis divinas, então nós estamos fazendo exatamente isso aqui que tá no no título do capítulo. Nós não vamos separar, mas não é porque Deus não permite. Mas nós não vamos separar porque nós já não queremos mais. Porque o o nosso desejo agora é para manter conforme Deus juntou. Por quê? Porque quem junta somos nós quando nós nos aproximamos das leis divinas. E aí nós aprendemos a amar o outro como Jesus nos ama. Nós aprendemos a amar o outro assim como nós somos amados também. Então, no fundo, essa também é uma forma de aprender a amar. e reconhece-se o verdadeiro espírita ou melhor o verdadeiro cristão, como está no Evangelho Segundo, segundo espiritismo. Como todos nós lembramos, quiserem colocar no comentário, reconhece-se o verdadeiro espírita pelos esforços em domar as suas má tendências, esforços em domar suas má tendências. Nós não somos reconhecidos por sermos um dia espíritos puros, mas nós somos reconhecidos pelos esforços em domar asas nossas más tendências. E assim nós continuaremos sempre firmes no nosso caminho. Esse é o convite de Jesus para cada um de nós. Sintamos-nos amados. Glácia está com com você. Se alguém quiser fazer comentário também no chat. >> Sim, muito bom. Excelentes reflexões,
nosso caminho. Esse é o convite de Jesus para cada um de nós. Sintamos-nos amados. Glácia está com com você. Se alguém quiser fazer comentário também no chat. >> Sim, muito bom. Excelentes reflexões, Fred. Eh, chegará um dia em que a única lei que vai reger todo o universo será a lei do amor. E aí nós não precisaremos mais instituir leis humanas, porque uma só vai nos guiar. Mas até isso acontecer, nós precisamos dos núcleos familiares para que a gente possa desenvolver, né, trabalhar dentro de nós todas as virtudes que a gente precisa adquirir para substituir ainda aquilo menos feliz que existe em cada um de nós. Bom, então a gente pode observar que a união conjugal, ela deve ser baseada no amor fraterno e na compreensão mútua. Sabe, você falando, eu lembrei, né, que nós tivemos uma experiência dolorosa da da pandemia, né? Nós fomos convidados também a voltarmos para nós mesmos, a voltarmos para o nosso lar, para a nossa casa, a nossa casa íntima. E quantas pessoas não conseguiram mesmo ficar diante de si mesmas, ficarem mais próximas ainda daqueles, né, que estão dentro de um lar. E aí a gente questiona, né, e quão difícil ainda é para nós essa capacidade de se reconhecer e de conviver um com o outro, porque nós estamos justamente aqui na Terra, que é um grande hospital para todos nós. Esses dias o Godinho, presidente da Feb nosso planeta é uma grande enfermaria e que alguns estão na UTI, outros na no quarto, mas todos nós estamos numa enfermaria. Eh, o quão difícil ainda é esse processo de de se libertar e de perceber que eu só vou conquistar, trabalhar dentro de mim, conquistar as virtudes desejáveis nessa convivência um com o outro, nessa tolerância que nós devemos ter. E você trouxe muito bem, né? nós vamos evoluindo as leis eh humanas, elas vão evoluindo de acordo com de acordo com a nossa evolução, porque a lei natural, a lei divina, ela rege, ela é perfeita, mas a gente ainda vai demorar um pouco para alcançá-la. Enquanto isso, nós precisamos aprender a
cordo com de acordo com a nossa evolução, porque a lei natural, a lei divina, ela rege, ela é perfeita, mas a gente ainda vai demorar um pouco para alcançá-la. Enquanto isso, nós precisamos aprender a vivermos uns com os outros. Qual é o maior desafio do homem atual, Fred? O maior desafio >> no homem atual. >> No homem atual, nós temos vários desafios. Eu diria que um grande desafio nosso é encontrar a felicidade na na por no cotidiano. Eh, nós estamos vivendo num num processo de culpa. Nós estamos nos sentidos culpados pelas nossas atitudes, né? E isso tem trazido muitos conflitos, como você disse, internos, os conflitos com o outro, né? Então eu penso que o o maior desafio nosso, não sei se é o maior, né? Não sei se é o que você tava pensando, mas um dos nossos maiores desafios é viver conosco mesmo. >> Sim. Comun mesmo. >> Uhum. É o conhecimento de si mesmo, né? Perceber-se, né? como espírito imortal detentou de tantas potencialidades, habilidades e que ainda nós temos dificuldades em colocá-las no mundo para o bem. Você trouxe essa essa questão do livro dos espíritos muito importante, não é apenas não fazer o mal, né? Não é apenas dizer: "Ah, eu não faço mal". Mas a gente tem que fazer algo bem, algum bem. Eh, mas nós temos aí também que lembrar que nós, principalmente, especialmente que somos espíritas, trabalhadores, que nós já temos um roteiro, um roteiro a seguir. Nós temos aí o mestre Jesus como nosso guia, o nosso modelo. Nós temos esclarecimento já que faz com que a gente já olhe para nós mesmos e para o mundo, para nossa família, com um olhar diferente, mais sensível. Não é fácil para ninguém, né? Ter o conhecimento só nos só nos como que a gente fala, só nos dá mais ferramentas. possibilidade, porque esse trabalho é novo. >> O possibilidade, >> ah, possibilidade, >> né? Porque esse trabalho ele é individual, mas ele pode ser solidário. Ele ele é individual, mas quando eu me sinto num quando eu estou numa situação em que eu não consigo sair do lugar, em que eu estou
? Porque esse trabalho ele é individual, mas ele pode ser solidário. Ele ele é individual, mas quando eu me sinto num quando eu estou numa situação em que eu não consigo sair do lugar, em que eu estou com uma dor muito grande ou até um sofrimento muito atroz a perda de algum ente querido ou um a gente tá falando de uniões, né? Ou um casamento que tá tá em com desafios em conflito, né? E e as muitas das vezes a gente não sabe o que fazer. Nesse momento, a gente precisa entender, né, e que existem os outros para nos dar as mãos. E cada um de nós pode servir como um instrumento de Deus, né? como alguém que está aqui é a trabalho do Cristo, como ele disse, cada cada vez que nós damos um copo d'água para alguém, é para ele, é para é Jesus disse, é para mim que você deu. Então, quando nós estendemos as mãos para alguém para oferecer ajuda naquele momento em que aquela pessoa se encontra numa situação delicada, né, de dor, de sofrimento, de conflito, né, é para Jesus que a gente estende. E com certeza nós também vamos receber naquele mesmo instante. Cada um de nós já fez algo, um benefício tão grande para uma outra pessoa. Todos nós já fizemos algo muito bom. E se nós pararmos para pensar naquela atitude boa, até a gente vai voltar a ter a mesma emoção, o mesmo sentimento de quando ação boa foi feita. Por quê? Porque o bem não tem prazo de validade. O bem, quando nós fazemos o bem, ele se espalha, ele é o bem ele nos enche. É como a água viva da fonte do do encontro amoroso de Jesus com a mulher samaritana. É aquela água que jorra e que não para de jorrar, mesmo que seja, a gente ache que seja um seja um um coisa pequenininha, né, Gláuscia? Porque uma coisa que nós temos conosco mesmo é que a gente esquece às vezes, como disse o poeta, amar verbo intransitivo. Quem ama ama, ponto final. Quem ama não ama fulano, não ama ciclano, não ama uma coisa, não ama outra coisa. Quem ama ama. E o amor ele então é que nos leva para atuar no bem. Mas e e não e não existe grande amor ou
onto final. Quem ama não ama fulano, não ama ciclano, não ama uma coisa, não ama outra coisa. Quem ama ama. E o amor ele então é que nos leva para atuar no bem. Mas e e não e não existe grande amor ou pequeno amor. Amor é amor. Amor a gente não não tem quantidade. Eu não posso dizer assim, por exemplo, nossa, eu tenho muito amor ou pouco amor não. Amor é amor. Amor não tem quantidade e não tem complemento. Quem ama ama. Ponto final. E todos nós, todos nós amamos. Cada um do seu jeito, mas todos nós amamos. Se nós encontrarmos o amor em nossos corações, quando, aliás, se não, quando nós encontramos o amor no nosso coração, fica mais leve pra gente poder superar os desafios do dia a dia. >> Você falando, né, na questão de não mensurar o bem que se faz, mas não é tanto que nós fazemos, né, o quanto de amor colocamos naquilo que fazemos. Não é, >> Fred? Tem uma questão aqui, né? Uma das questões do consolador que estão que é muito interessante, né? Que vem ao encontro desse item. Como devem proceder os cônj cônjuge para o bem cumprir os seus deveres. Aí Emuel responde, né? O matrimônio, muito frequentemente na Terra constitui uma prova difícil, mas redentora. Os cônjuges, desvelados por bem cumprir suas obrigações divinas, devem observar o máximo de atenção, respeito e carinho outros, concentrando-se ambos no lar, sem que haja um perigo ameaçando-lhes a felicidade doméstica, porque na prece, na vigilância espiritual encontrarão sempre as melhores defesas no lar. Muitas vezes, quando um dos cônjuges se transvia, a tarefa é de lutas e lágrimas penosas. Porém, no sacrifício, toda a alma se santifica e se ilumina, transformando-se em modelo no sagrado instituto da família. Para alcançar a paciência e o heroísmo domésticos, faz mister a mais entranhada fé em Deus, tomando-se como espelho divino a exemplificação de Jesus no seu apostolado de abnegação e de dor a face da fé. >> Muito Emanuel é muito profundo em cada fala dele, né? quer comentar, pessoal? Podem deixar seu comentário no
o divino a exemplificação de Jesus no seu apostolado de abnegação e de dor a face da fé. >> Muito Emanuel é muito profundo em cada fala dele, né? quer comentar, pessoal? Podem deixar seu comentário no chat. a sua participação, ela é muito rica, muito importante para nós. >> Eh, a a quando ele diz a quando demônio traz a união estável, né, eu fico pensando assim que eh nem todos no mundo, né, tem a sua união eh o seu casamento, né, pelas questões do do, né, do amor. Muitos são por conveniência, né? Quando o casamento é por contrato material, né? Unem-se duas pessoas, né? Por questões financeiras, né? Ou unem duas questõ duas pessoas quando, por exemplo, a a há um filho, né? Quando tem um filho. E muitas das vezes a as pessoas também eh não querem se separar, né? Então nós vemos que sempre tem circunstâncias em que trazem reflexões muito profundas e às vezes essas questões elas trazem dores também bastante profundas, né? Só que quando o Emanuel traz para nós, ele traz assim que o eh é o é o existe o sim a possibilidade de a possibilidade e ele não coloca a hora nenhuma que é obrigatório. Não existe obrigatoriedade nas leis divinas. A lei de as leis divinas elas são de responsabilidade, mas não de obrigatoriedade, né? Então ele traz a possibilidade da união estável ela ali se desenvolver um laço de profundo respeito, de profundo carinho, né, um pelo outro, mesmo que os o o as circunstâncias da união forem outras que não sejam o amor, mas que seja sejam outras. sempre há possibilidade de de de desenvolver o respeito um pelo outro, o carinho um pelo outro. Isso em qualquer união que seja, né? Porque as uniões, como que se diz? Eh, eh, pelo que a gente entende do amor, né, elas são muito raras no no na Terra, né? ainda no planeta de provas e expiações. E a gente vê isso em vários casos que a gente que a gente vê, né? Então, a não vamos no, assim, a o a lição também traz para nós que nós não precisamos também eh veja, no limite das forças, se for acima do limite das forças, aquilo que
ue a gente que a gente vê, né? Então, a não vamos no, assim, a o a lição também traz para nós que nós não precisamos também eh veja, no limite das forças, se for acima do limite das forças, aquilo que nós podemos também e dosar esse limite das forças é um desafio. Não, não é fácil a gente dosar esse limite das forças, não. Não é algo assim que eu falar, ah, não, eu tô no limite das forças, não quero mais fazer tal esse esforço. Não, não é assim. a gente precisa refletir muito, precisa saber muito bem, identificar esse limite da força. Mas quando nós passamos do limite da força, quando não está penoso, quando está é hora da gente parar e refletir. E aí vem a hora de uma conversa sincera, franca, legítima com o comir com a a pessoa com quem nós vivemos, se for um caso de união, para que então as coisas possam ser colocadas no seu devido lugar. e possa se evoluir. Agora, nós nos cobrarmos, né, eh, e nos culparmos pelas situações, eh, nós não vamos eh, como é que se diz? Nós não vamos eh eh nós nós vamos ficar presos naquele naquela monoideia. A monoideia ela surge quando nós nos sentimos culpados por alguma situação e nós então ficamos ali em torno daquela culpa buscando algo que nos tire daquela culpa. Mas nós só vamos sair da culpa quando nós assumirmos a responsabilidade pelas nossas atitudes. Seja ela qual for, seja ela qual for, em qualquer uma delas nós vamos conseguir sair, nós vamos conseguir, sem dúvidas nenhumas. Isso é da lei, isso é da da justiça divina. E também podemos afirmar que amar é uma decisão. A gente decide amar e com o amor a gente consegue superar tudo. É mesmo? >> É o amor. Como é que como é que é? O amor arrasta uma multidão de pecados. >> Amor. Sim. Se as relações fossem baseadas no amor, com certeza viria mais fraternidade, mais diálogo, mais empatia entre todos nós. Aí quando a gente decide amar, a gente começa a compreender o outro. E então eu não vou querer tudo para mim. Eu vou aprender a compartilhar, eu vou aprender a renunciar também.
patia entre todos nós. Aí quando a gente decide amar, a gente começa a compreender o outro. E então eu não vou querer tudo para mim. Eu vou aprender a compartilhar, eu vou aprender a renunciar também. A gente fala, mas a gente fica pensando. Há um caminho muito longo a ser percorrido. Nós sabemos disso. E não é fácil para ninguém. Nós não estamos falando aqui que nós somos já espíritos tão compreensivos, tão iluminados, mas é importante a gente refletir porque nós vamos encontrando meios, caminhos, porque a verdade ela é como uma luz, ela está e alcançaremos. Alguns alcançarão eh com menos tropeço, com menos sofrimento e outros já ficam lutando contra e sofre mais, demora mais, né, Fred? Nós temos, né? Sim, nós temos um tempo, Deus espera por nós, temos várias oportunidades, mas nós temos que aprender a a que a oportunidade de agora ela não volta da mesma forma. Então, nós temos que agarrar essa oportunidade do momento. Temos que refletir nisso também. como nós estamos hoje. Sim, gente. >> Eh, e quando a gente fala sobre isso, né, muitas das vezes também, Gláus, a gente vê igual você falou, né, nós que aqui estamos falando, nós estamos falando com base na leitura, com base também na nossa vivência, mas também nas leituras, na doutrina espírita, que é o que nos guia, né, é o evangelho de Jesus, né, que nos guia. Eh, então nós fazemos esforços também no nosso cotidiano, no nosso dia a dia. E muitas das vezes quando nós nos sentimos sozinhos, que a gente pensar, puxa, mas eu não tenho ninguém, né, nesse momento, eu gosto muito de lembrar o capítulo que vai chegar lá, né, essa esse projeto que vai chegar lá, é o capítulo 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo no seu item 11, que é preces por aquele mesmo que ora. E aqui começa ao aos anjos guardiães e aos espíritos protetores. E quando ele começa, ele diz assim: "Todos temos ligado a nós desde o nosso nascimento, um espírito bom que nos tomou sob a sua proteção. Então, desempenha junto a nós a missão de um pai para com seu filho."
o ele começa, ele diz assim: "Todos temos ligado a nós desde o nosso nascimento, um espírito bom que nos tomou sob a sua proteção. Então, desempenha junto a nós a missão de um pai para com seu filho." Então, vejamos que eh e nesse caso ele tá dizendo, o espírito bom que que o Evangelho Segundo o Espiritismo traz, não é um espírito eh como nós, né? É um anjo, é um espírito da escala angelical. A a misericórdia e o amor divino por nós é tão grande que esse espírito está conosco desde o momento do nosso nascimento. Então, nós não estamos sozinhos jamais. E quando nós sentimos sozinhos e não nos lembrarmos que nós temos junto a nós um anjo que respeita o nosso livre arbítrio, que respeita as nossas decisões, que não passa a mão na nossa cabeça, porque sabe que isso é um ensinamento, mas ele está junto a nós nos acertos e nos erros, para que nós aprendamos com nossos erros também. Lembrando que muitos de nós não quer fazer o bem, porque nós erramos tanto tentando fazer o bem, né, por motivos pessoais, pela vaidade, pelo orgulho, né, que agora nós temos receio em ousar fazer o bem. Mas agora nós temos junto a nós o estudo do evangelho, nós temos o evangelho de Jesus, a doutrina espírita que nos auxilia nesse caminho. Então nós não vamos ousar no bem como quem já não tem uma base, uma referência. Agora nós temos uma referência e essa referência é Jesus. Então, quando nós vamos ousar no bem, nós vamos tendo a certeza de que nós estamos no caminho correto para fazer o bem. >> Não estamos sozinhos, prédio, o tempo passa rápido demais, amigo. >> É, >> nós já estamos chegando ao nosso final, mais um Evangelho no lar. Eu gostaria que você deixasse suas considerações finais. Já te agradecendo, agradecendo muitíssimo pela oportunidade de estarmos juntos nesta noite. >> Eh, eu eu o que eu posso dizer, Gláus, assim como nas considerações finais, eh, primeiro uma gratidão enorme pela oportunidade que que me foi dada aqui por vocês todos, por todos os que estão em casa. pelo, né, pela FEGO também, né, por você, né,
omo nas considerações finais, eh, primeiro uma gratidão enorme pela oportunidade que que me foi dada aqui por vocês todos, por todos os que estão em casa. pelo, né, pela FEGO também, né, por você, né, por todos. Porque quando nós falamos do evangelho, nós falamos daquilo que nós precisamos ouvir. Então eu gosto de dizer assim, que aqueles que nos ouvem são a a os instrumentos de Deus para que são a os instrumentos de Deus para que nós possamos refletir nas nossas próprias palavras e trazer o bem para nós. Então, aqueles que nos ouvem são, eles fazem a caridade para conosco. É. caridoso nos ouvir, porque é um momento em que nós refletimos sobre as nossas próprias posturas, em que nós nos colocamos diante de nós mesmos, como se fosse um espelho. E depois nós vamos ouvir e vamos falar assim: "Nossa, eu falei aquilo, puxa, mas não era desse jeito, eu me equivoquei." Sim, as nossas palavras, quando elas saem, elas vão ao vento, elas vão embora. E aí vem a possibilidade de nós assumirmos a responsabilidade pelo que nós também falamos, mas vocês que estão em casa, né, são caridosos por nos ouvirem, tá? Eu não posso esquecer isso. E a oportunidade também de poder falar sobre sobre Jesus, né, sobre Deus. Porque quando nós falamos em eh em Jesus e Jesus nos leva até Deus, quando nós falamos de Jesus, eh o nosso pensamento se conecta com o mais alto e nós podemos sentir o nosso coração mais leve. Então, o momento da prece, o momento do evangelho no lar, o momento de uma leitura edificante, de escutar uma música edificante, de uma conversa edificante, são momentos em que nós temos a oportunidade de elevar nosso pensamento e também dar um alívio para pros desafios do nosso cotidiano. E isso foi uma oportunidade que vocês também me deram para me aliviar das ansiedades, das angústias, das aflições do dia a dia do no nosso mundo de provas e expiações. E por fim, essa aqui é bem rápida mesmo, né? Eh, a gente agradece também pela oportunidade de estarmos encarnados num momento de transição planetária, porque
a do no nosso mundo de provas e expiações. E por fim, essa aqui é bem rápida mesmo, né? Eh, a gente agradece também pela oportunidade de estarmos encarnados num momento de transição planetária, porque nesse momento que nós estamos de tantos desafios, é uma oportunidade dada a cada um de nós pela misericórdia divina para que nós possamos viver esse momento. Então, vamos aproveitar ao máximo, aprendendo a amar, amar uns aos outros, né? A nos amarmos assim como Jesus nos ama. Muito obrigado, Gracia, e obrigado a cada um de vocês que está em casa nos ouvindo hoje e a cada um que vai nos ouvir depois pelo YouTube. >> Obrigada, amiga. Muito bom tê-lo conosco. Bom, só lendo aqui, ó, do Estevan, agradecido pelas ótimas reflexões do Evangelho de hoje, Fred Glauster, até a próxima quarta-feira e seja bem-vindo aqui no Triângulo Mineiro, Fred. A Renata também deixando a sua gratidão. Bom, amigos, nós vamos ficando aqui com o nosso evangelho no lar. Muitíssimo obrigada por estarem conosco toda semana para estudarmos um pouquinho dos ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo. essa mensagem, que essa mensagem possa chegar até cada um, eh, como a proposta que nós temos no atendimento espiritual, não é mesmo, Fred? De acolhimento, de amparo, de consolo, de esclarecimento e de orientação para cada um. Então, agradecemos uma vez mais e já deixo o convite para estarem conosco na próxima quarta-feira pontualmente. Eh, peço para o Toninho colocar o a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho. Uma boa noite. Fiquem com Deus. Obrigada, Fred. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar. É a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança,
Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança, a boa nova é fé. redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.