Evangelho no Lar - #171

FEEGO 10/07/2025 45:53

Evangelho no Lar - #171 Programado para o dia 9 de julho de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 21, item 5, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite, meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual. Retornamos com Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar o nosso convidado da noite, é o Eduardo Vieira, o nosso vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás. Boa noite, Eduardo. Seja bem-vindo. Muito obrigada por atender o nosso convite. Eduardo está em trânsito. É, boa noite, Glácio. Obrigado pelo convite. Parabéns pelo trabalho tem realizado e toda de toda a equipe. Obrigada. E vamos dar boa noite aos nossos amigos que já estão conosco. A Dani Santos, ela está dizendo que é a primeira vez que ela está aqui conosco no Evangelho no Mar e ela fala do Rio de Janeiro. Seja bem-vinda. Osmarilda deixando o seu boa noite também. O Eupídio Quirino, boa noite a todos. Luz e paz. Ele está sempre conosco. O Thaago Rocha dando boa noite para nós. A Alemira, a Maria Lúcia Barbosa também deixando o seu boa noite. O Fernando Rodrigues, muito obrigada. A Gisa Freitas também muito obrigada pela presença de todos. E para iniciarmos o nosso evangelho no mar da noite de hoje, faria a leitura de uma mensagem do capítulo 171 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana de Diântiga. Controla a vontade, gerando um clima de disciplina para os teus hábitos e evitarás o desregramamento dos conflitos comportamentais. os desajustes. Quem não acredita em disciplina pode ser comparado a uma pessoa que dirige um veículo sem freio. Numa descida, candidata-se ao desastre. O que vitalizas pelo pensamento converte-se em realidade no mundo das

ão acredita em disciplina pode ser comparado a uma pessoa que dirige um veículo sem freio. Numa descida, candidata-se ao desastre. O que vitalizas pelo pensamento converte-se em realidade no mundo das formas. Sabendo discernir e lutar pelo que te convém e te será melhor, aprenderá a conduzir-te com equilíbrio que te poupará inúmeros de sabores. A vontade bem canalizada consegue realizações gigantesca. Conduze-a, pois, com sabedoria e nunca te arrependerá. Eduardo para a nossa prece inicial da noite de hoje. OK. Você me ouve bem, Gláuscia? Bom, então vamos nesse instante elevar os nossos pensamentos a Deus em agradecimento à oportunidade bendita da vida. agradecidos pela saúde que temos, a família, as oportunidades de aprendizado, crescimento, evolução espiritual. M amado Jesus, que a tua luz, o teu amor nos envolva a cada um que aqui nos encontramos. que nesta reflexão da noite possamos encontrar luzes espirituais para o fortalecimento da nossa caminhada, para a conquista cada vez mais sólida do equilíbrio, da saúde, da alegria de viver e da paz. que os nossos amigos espirituais e benfeitores sejam conosco nesses instantes e que a nossa reunião seja proveitosa para cada um de nós. Se conosco, mestre, amigo, hoje e sempre. Confiantes na assistência e no amparo espiritual, pedimos licença, permissão para iniciarmos as atividades da noite. Que assim seja. Obrigada. Bom, nós estamos no capítulo 21 do Evangelho seg espiritismo. Haverá falsos Cristos e falsos profetas. O Eduardo trará para nós as suas reflexões do item cinco. Lembrando que o Evangelho da Editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Então, fique à vontade. Boato. OK. Obrigado mais uma vez, Gláuscia, pela oportunidade, o convite, né? Sempre uma alegria estar com vocês aqui no programa, nesse trabalho que vocês têm tão realizado, t realizado tão bem, né, a área que você está coordenando. Como você disse, nós temos sempre um tema evangélico sendo estudado aqui, né? E na noite de hoje nós estudaremos o item C

têm tão realizado, t realizado tão bem, né, a área que você está coordenando. Como você disse, nós temos sempre um tema evangélico sendo estudado aqui, né? E na noite de hoje nós estudaremos o item C do capítulo 21, cujo capítulo é intitulado Haverá falsos Cristos e falsos profetas. Essa é uma passagem evangélica que foi anotada por Mateus lá no capítulo 24 verso 24, aonde o o apóstolo descreveu o seguinte: "Levantar-seão falsos Cristos e falsos profetas, que farão grandes prodígios e coisas de espantar, a ponto de seduzirem os próprios escolhidos". Então essa anotação é o texto base que Kardec utilizou nesse item cinco, né, ou na abertura do capítulo 21 para a reflexão ali no Evangelho Segundo o Espiritismo. É interessante que essa expressão anotada, Gláuscia, por Mateus e que é comentado por Kardec é como se nós estivéssemos diante de um alerta de Jesus, né? Então ele nos faz uma admoestação, nos faz um alerta dizendo-nos que nós precisaríamos ficar bastante atentos, porque haveriam de se apresentar falsos Cristos e falsos profetas. Então ele faz uma distinção, né? Porque se não houvesse a necessidade, talvez ele diria só os falsos profetas, né? ou falsos Cristos, mas não, ele se utiliza das duas expressões. Eh, Jesus diz dessas duas possibilidades, né? E aí quando ele fala dos falsos Cristos, nós assim compreendemos que ele está a dizer daqueles que se apresentam como o próprio Cristo, né? Até porque existe a notícia eh no Novo Testamento da do retorno de Jesus, né? Mas a gente sabe que em verdade ele nunca abandonou a família humana, né? E que independente desse retor do ponto de vista físico, ele já o fez quando ele se reapresentou primeiro a Maria de Magdala, né? e logo depois aos próprios discípulos, a exceção de Tomé que ali não estava, né, naquele primeiro momento. Mas o certo é que o Cristo sempre está conosco, né? E esses falsos Cristos ou que se dizem o próprio Cristo, eh, eles se colocam como salvadores da humanidade, né? E poderíamos até pensar, Glaus, ah, mas

o certo é que o Cristo sempre está conosco, né? E esses falsos Cristos ou que se dizem o próprio Cristo, eh, eles se colocam como salvadores da humanidade, né? E poderíamos até pensar, Glaus, ah, mas isso é inimaginável uma pessoa se dizer o Cristo, mas já ocorreu ao longo dos séculos. E não vamos longe, né? Aqui não é, eh, não estamos emitindo nenhum juízo de valor, mas tem um irmão nosso que inclusive se apresentou como a o Cristo, né? eh, Henri Cristo, em vários programas televisivos e inclusive com algumas eh assistentes ali, colaboradoras do seu trabalho, segundo ele, enfim. Eh, e ele se apresentando, né, com a coroa e todo naquele cenário como o próprio Cristo, né? Eh, não vamos emitir juízo de valor porque aqui não é a o propósito, né? Mas é só para demonstrar que, por mais eh que se pense que isso seria inimaginável de se acontecer, aconteceu ao longo dos séculos e inclusive acontece até hoje, né? A mim me parece, eu posso dizer, né, da minha opinião, a mim me parece que ali não está o Cristo, né? Ah, Jesus, o Cristo, enfim. E ele fala também dos falsos profetas, né, como aqueles que se apresentam, alegam, que estão a dizer, a falar, a ensinar em nome de Deus, né? Ah, mas a gente acaba percebendo que a grande maioria que se diz profeta age em grande parte por interesses meramente pessoais, né? E há uma diferença aí entre a discípulo e profeta, né? Discípulo é aquele que segue o Cristo, né? Ao passo que o profeta é aquele que dá o testemunho, né? E muitos que se dizem profetas nos séculos que se passaram depois eh de toda a cena do Calvário, enfim, do Gólgota. E ainda nos dias de hoje, né, a gente percebe que há uma certa eh distância dessa ideia do do profeta genuíno, né, aquele que age realmente com altruísmo e que se que inclusive eh se desprende dos próprios interesses pessoais em favor do bem comum, da coletividade. Então, acho que num primeiro momento na reflexão, Gláus, é isso, né? a gente buscar entender esse alerta de Jesus em relação aos ditos falsos Cristos e também aos falsos

do bem comum, da coletividade. Então, acho que num primeiro momento na reflexão, Gláus, é isso, né? a gente buscar entender esse alerta de Jesus em relação aos ditos falsos Cristos e também aos falsos profetas, né? O evangelho também nos traz em um dos momentos do texto que nós estamos estudando, a ideia então dos milagres, né? Porque tanto o Cristo quanto os profetas desempenharam na sua função social, no convívio com as pessoas, eh alguns fenômenos que fugiam do senso comum. Então eram paralíticos que voltavam a andar, né, no caso do Cristo, cegos que voltavam à luz, né? Enfim. Eh, agora a necessidade da gente fazer também uma distinção, e isso o Evangelho também o faz, entre o milagre teológico e o que o Espiritismo entende por esses fenômenos da vida, né? Até porque no milagre teológico oriundo de do Cristo ou de profetas, isso estaria acima das próprias leis naturais, né? estaremos diante de uma suspensão, vamos pensar assim, das leis naturais, o que para o espiritismo não é o caso, né? Porque o espiritismo, eh, para nós não há milagres nessa acepção da palavra no sentido de derrogar as leis de Deus. Pelo contrário, né, esses fenômenos são naturais, eh, alguns deles ainda não explicáveis, mas mesmo que não sejam explicados pela nossa compreensão, conhecimento e ciência, para nós isso não significa que estaria fora das leis de Deus. A gente sabe, né, Gláus, que existem leis que regem todo o equilíbrio do universo e esses fenômenos não estariam fora, porque senão seria negar a própria essência do Deus, né, esse Deus amor, Deus lei, que a tudo regula, equilibra e provê, né? Isso é uma distinção interessante também. E o texto nos convida aquela reflexão. Nós espíritas falamos da fé raciocinada, né? Que não é aquela fé cega que aceita por aceitar. Então nós temos que lançar a mão da ciência na análise desses fenômenos, né? Na análise eh dos comportamentos, dos feitos realizados por esses ditos profetas Cristo, enfim, né? pra gente identificar qual a natureza dessa mensagem, qual é a

ncia na análise desses fenômenos, né? Na análise eh dos comportamentos, dos feitos realizados por esses ditos profetas Cristo, enfim, né? pra gente identificar qual a natureza dessa mensagem, qual é a conduta de vida da pessoa, né? Será que realmente contribui para o bem comum ou não? E aí dentro da fé cega a gente tem aquela comparação entre a fé cega e a fé raciocinada, né? A fé cega seria aquela que aceita sem questionar. Ah, por que que isso é assim? Um fato da vida. Ah, porque Deus quis, né? Ou é assim porque tem que ser assim? Ou seja, não há uma perquirição, uma busca, né, pela compreensão daquele fenômeno. Então, a fé raciocinada é justamente o o contrário, né? Ou seja, ela busca compreender esses fatos da vida. A fé cega, ela é manipulável, né, ao passo que a fé raciocinada ela é libertadora, não se pretende eh com ali a o exercício de fé, buscando compreender esses fenômenos da vida, nenhum tipo de benefício pessoal e nem manipular também as circunstâncias para se querer provar isso ou aquilo para ninguém, né? a doutrina espírita exercitando a fé raciocinada, ela traz essa liberdade. A ideia é que então a fé seja libertadora, né? E podemos trazer uma última análise, fazendo esse comparativo, que a fé cega, né, ela muitas das vezes, em grande parte, ela alimenta o fanatismo, né, ao passo que a fé raciocinada, ela fortalece a razão e o exercício do amor. Então, são questões importantes que o texto traz implicitamente ali, né? Porque no comentário de Kardec, o Evangelho, ele nos adverte para termos cuidado em relação a a esses fenômenos da vida, né? Porque mesmo que eles aconteçam, isso não significa que ali está-se diante de um ser evoluído, espiritualmente falado. Porque aí as questões de fundo, né? Eh, porque muitas das vezes o que está por trás de determinados comportamentos e fenômenos produzidos, né, eh é uma ambição, é um interesse pessoal, né, é a conquista de algo ou do relacionamento de alguém, enfim, preso às coisas do mundo, né, ao passo que eh o verdadeiro profeta, ele

menos produzidos, né, eh é uma ambição, é um interesse pessoal, né, é a conquista de algo ou do relacionamento de alguém, enfim, preso às coisas do mundo, né, ao passo que eh o verdadeiro profeta, ele está ligado às realidades espirituais, né, assim como nos ensinou né, o Cristo. Então, a gente precisaria também identificar, veja, a proposta aqui, eh, como é de estudo, né, Cláusia, eu tô estou até evitando exemplos, né, porque numa palestra a gente traz exemplo do Chicos, traz uma série de outros exemplos, enfim, me parece que aqui o caráter ele é mais pedagógico, né? Quem tá frequentando conosco quer fazer esse estudo mesmo do texto, enfim. E a gente poderia fazer um destaque, quem são então, né, esses profetas ou falsos profetas hoje, né? Porque se isso acontece desde que o Cristo partiu, desde que ele nos fez essa advertência, inclusive em relação à pessoa dele, né, falsos Cristos, né, eh, como é que era ontem, né, ou antigamente, nós tínhamos lá os ditos, os magos, né, hoje na nossa civilização você não vê mais essa expressão fulano é mago, né? Ou se a gente vê é muito raro, né? Mas assim, os adivinhos, né, para nós espíritas seriam, vamos dizer, falsos médiuns, né? Mas é nessa perspectiva, ah, de falsos profetas no ontem, né? Eh, e no hoje a gente vê muitos, a gente vê muito no dia a dia líderes, né, religiosos vaidosos, né, que se dizem profetas, eh, e se alguns até se intitulam, né, porque se dizem profetas, eh, e tem outros que ainda se dizem apóstolos, né, porque não é só pastor, porque Jesus disse que seria o pastor das ovelhas, né, fazendo ali um comparativo ao pastorio, aquilo que ele vivenciava junto àqueles que estavam com ele. Eh, e ele colocou na ideia de um pastor. Eh, aí surgem, né? Hoje nós temos até os apóstolos, né? Enfim, eh, eu até falei que o profeta é o que dá o testemunho, mas é o apóstolo, né? Eh, o discípulo é o que segue, o apóstolo é o que dá o testemunho, né? Que realmente vive a mensagem que ele prega. E aí a gente percebe que eh espiritualistas

e dá o testemunho, mas é o apóstolo, né? Eh, o discípulo é o que segue, o apóstolo é o que dá o testemunho, né? Que realmente vive a mensagem que ele prega. E aí a gente percebe que eh espiritualistas também, né, vamos dizer, interesseiros, os os ditos gurus, né, do ego, são denominações que são utilizadas hoje e que em grande parte acabam com o percurso do tempo caracterizando esses ditos falsos profetas, né? E aí, como identificá-los? Kardec faz o destaque, né? Eh, não é pelo poder, né, ou pelo fenômeno que produzem, mas são pelos frutos morais que eles nos apresentam, né? Aí a gente vai percebendo, né, um agir com humildade, né? Aí como que a gente identifica e essa ação? Ela ela está recheada, né? Ela está embasada numa humildade ou na vaidade, né? Eh, esse dito profeta, ele vive de acordo com o que ele prega, né? São também uma forma da gente fazer essa avaliação de identificação, né? Eh, eles buscam o bem coletivo, como a gente dizia agora há pouco, o bem comum ou estão preocupados em com o benefício próprio, né, naquilo que eles estão realizando, enfim, pregando e fazendo, eh, estão abertos, né, ao diálogo ou impõe as suas ideias, né, com e alguns inclusive com intolerância, né, porque o fanatismo gera a intolerância. O fanatismo ele prejudica o diálogo, né? Ele prejudica aquilo que Jesus vem nos ensinar, que é a fraternidade universal. O fanático ele é milpe, né? Ele só enxerga aquilo que está próximo a ele ou, enfim, aquilo que ele pretende ver. E o restante é insignificante. E a gente sabe que diante da complexidade da beleza da vida, as ideias precisam ser doadas, né? e não impostas, porque todos estamos em processo, né, de de aprendizado. E por outro lado, quem seria então, né, o verdadeiro profeta na lição da noite por nós estudada, né? Eh, o verdadeiro profeta, ele nem precisa de milagres, né, de fenômenos extraordinários e muito menos de títulos, né? Ele é muitas das vezes ele é reconhecido pela conduta moral. que é elevada, né, a coerência entre a

profeta, ele nem precisa de milagres, né, de fenômenos extraordinários e muito menos de títulos, né? Ele é muitas das vezes ele é reconhecido pela conduta moral. que é elevada, né, a coerência entre a as palavras que ele prega, aquilo que ele ensina e aquilo que ele vive, né, a sua ação diária. Isso não significa que a pessoa também é perfeita, né, no mundo que nós nos encontramos. Existem os erros, mas o erro por si só não define o caráter, né, do indivíduo. Eh, o erro faz parte do processo de aprendizado. Agora, viver em cima do erro, aí sim, aí é mau caráter, né? Aí a pessoa tá demonstrando que essa super dita superioridade em verdade se apresenta como ainda pouca, né, ou grande inferioridade, né, pouca superioridade moral, né, luz espiritual, desprendimento das coisas materiais é uma característica também que a gente pode lançar mão, né, para identificar esse verdadeiro profeta. e o serviço, né? O que se faz principalmente em relação ao semelhante é de forma desinteressada. Aí, se a gente for tentar na atualidade identificar então verdadeiros profetas, ou seja, com conduta moral elevada, com coerência entre o que se fala e o que se faz, com desprendimento material e com serviço desinteressado em favor do próximo, aí, por exemplo, se a gente traz agora sim, né, uma figura de Chico Xavier, será que ele realmente prestava um serviço desinteressado? Nos parece que sim, né? E poderemos pegar inúmeros exemplos. Eu me lembro, Cláuscia, de uma das histórias do Chico, que chegou na porta da casa dele um guincho com o Fusca, né, e um laço vermelho em cima. Não sei se você se lembra dessa, e chamaram, tocaram a campainha. Ele saiu ali na porta e o motorista desceu do caminhão do Guinho e falou: "Olha, eu preciso falar com Francisco Când Xavier, ele mora é aqui?" E o Chico: "Sim, você tá falando com ele. Sou eu, né?" "Ah, muito bem. Esse carro aqui foi o fazendeiro tal que mandou entregar aqui é um presente pro senhor. Onde que eu coloco o carro, por favor, que eu já vou descer ele do

falando com ele. Sou eu, né?" "Ah, muito bem. Esse carro aqui foi o fazendeiro tal que mandou entregar aqui é um presente pro senhor. Onde que eu coloco o carro, por favor, que eu já vou descer ele do caminhão do guincho e o Chico. Não, não, não, não, não precisa descer esse carro para mim não. Eu nem dirijo o veículo automotor. Ah, mas eu preciso entregar o carro. Eu não vou voltar com o carro para trás. É, o presente é do senhor. E agora como é que faz? Eu vou então esperar um minutinho. O Chico entrou em casa, ligou para umas freiras, umas irmãs que faziam trabalho na periferia, né? e disse a elas com todo fato. E aí elas aceitaram e ele passou o presente para elas, falou: "Não, elas trabalham na periferia, ajudando as famílias, as pessoas necessitadas, é muito mais útil para elas do que para mim". Olha o desinteresse, né? O desprendimento material é incrível, né? Eh, e se nós fôssemos aqui também citar, né? Eh, conduta moral elevada. Eu não sei aquela também, aquela passagem, Gláusa, que o Chico tá na, tô falando do Chico pelos os casos, são muitos os biógrafos, né? Poderemos citar Mandia, próprio Divaldo e muitos outros, né? Mas eu me recordo dessa também que ele estava no verdurão, né? E ali na banca dos tomates, ele pegava o tomate, olhava, colocava na cestinha dele, na vasilhinha para levar para para pesar no caixa. Ele pegava um bom, pegava um que não tava tão bom e tava naquela ali, um bom, um tão bom. E a senhora ali esperando para mim para escolher os tomates dela. E ela não conseguindo permanecer em silêncio, questionou o Chico. Pera aí, meu irmão, o Chico já era conhecido na comunidade, enfim, as pessoas interior, né? Imagina 50, 60, 70 anos atrás. E a senhora questionou o Chico, falou: "O, seu Chico, tô vendo aqui, senhor tá pegando um tomate bom, mais ou menos que não tá tão bom, não tô entendendo por que você não pega logo os bons e inclusive já deixa eu já pegar os meus aqui." Aí disse que o Chico deu um sorriso, né, para ela e disse: "Sabe, irmã, eu estou procedendo assim, pegando

entendendo por que você não pega logo os bons e inclusive já deixa eu já pegar os meus aqui." Aí disse que o Chico deu um sorriso, né, para ela e disse: "Sabe, irmã, eu estou procedendo assim, pegando um bom, um que não está tão bom, né? Estou procedendo assim, porque se eu pegar só os bons, o que será dos meus irmãos que vão vir aqui também adquirir os seus tomates? Olha, né, que conduta moral elevada, ou seja, né, eh, e que abarca também o que a gente disse aqui, né, o desinteresse, né, do ego, né, do meu, do que é para mim, mas também pensando no bem comum. Enfim, poderíamos citar aqui vários outros, né, exemplos. Então, muito mais pelo exemplo, o comportamento, a coerência de vida, né, esse desprendimento material, esse trabalho em favor do bem comum, isso vai realmente dizer do verdadeiro profeta ou daquele que realmente vivencia aquilo que ele prega, né? E aí a gente finalizando aqui, Glauson, né? uma frase, vamos dizer para nosso encerramento e reflexão, uma frase do próprio codificador, né, de Allan Kardec, quando ele nos adverte um pouquinho mais nos dizendo, né, que eh o verdadeiro profeta se reconhece por mais sérios caracteres e exclusivamente esses caracteres morais, né? Então essa reflexão que gostaríamos de trazer, fiquemos atentos, né? Eh, observemos a os nossos semelhantes, auxiliemos o próximo, busquemos fazer também a nossa parte, porque em ser Cristo ou em ser profeta no nosso mundo, nos parece que nós somos, na verdade, eh, jardineiros, né? Cada um tem que cuidar do seu jardim e organizar, ajudar o outro a cuidar do jardim dele para que a gente a gente construa na terra um verdadeiro jardim do Éden, né? Como assim está descrito nas escrituras que o degredo é pra gente construir esse juntos, né, esse jardim do Éden aqui na Terra, um planeta eh melhor de se viver em condições mais favoráveis pro nosso progresso moral, espiritual, paraa nossa alegria, felicidade e paz, né? Muito obrigado, viu, Blá? agradecendo excelentes reflexões, muita, muita clareza,

e viver em condições mais favoráveis pro nosso progresso moral, espiritual, paraa nossa alegria, felicidade e paz, né? Muito obrigado, viu, Blá? agradecendo excelentes reflexões, muita, muita clareza, muita organização de ideias, exemplos maravilhosos do Chico. Eh, por mais que a gente pense isso é muito distante de nós, nós podemos pensar que Kardec chamou atenção que até os escolhidos eh poderiam se confundir nessa situação, né, de identificação de verdadeiros eh profetas. Então, e falsos Cristos também. É importante a gente refletir e você trouxe muito bem de que forma que a gente distingue e a gente traz a questão da árvore, né? Reconhece a árvore pelo fruto. Se a árvore dá frutos? Lógico que sim. Agora, Eduardo, também enquanto você falava, eu fiquei pensando, às vezes, será que entre nós, trabalhadores espíritas também não acontece isso? É uma pergunta. É uma pergunta. Ah, bom. Com certeza, né, Glá? Até porque o espírita não está isento desse aprendizado das relações pessoais e das relações com as coisas também, né, do mundo. Acontece demais, né? Tem muito bom espírita, eu digo bem intencionado, que às vezes também claudica, né? Tropeça daqui, cai, levanta, bateira e continua a caminhada, né? Precisamos ficar atentos aí para não entrarmos nessa energia, né, de sintonia com aquilo que a gente já aprendeu do evangelho à luz da doutrina espírita, né? sermos fiéis àquilo que a gente tá professando é um desafio, porque nós temos ainda algumas más inclinações ou várias, né, enfim, e a gente precisa ficar atento para superá-las, né, transformar aí eh essas sombras em luzes espirituais é o desafio de todos nós. E aí pro espírito ainda tem uma situação mais complexa, porque se a lei de Deus, segundo a questão do livro dos espíritos, salvo engana 621, está escrita na consciência, onde que ela está escrita na consciência de cada um, quanto mais a gente vai adquirindo consciência, e o prefixo com significa junto, né? com domínio. Você é tem o domínio com outras pessoas, você é proprietário de

stá escrita na consciência de cada um, quanto mais a gente vai adquirindo consciência, e o prefixo com significa junto, né? com domínio. Você é tem o domínio com outras pessoas, você é proprietário de com outras pessoas num condomínio, por exemplo. Consciência é ter a ciência com o criador. Então, despertar a consciência é você começar a aprender as coisas de Deus, né, as leis da natureza, aonde o criador se manifesta. Então, quanto mais a gente desperta a consciência, mais, né, vamos dizer assim, nós ficamos afiados na cobrança pessoal, né, no processo de nos esforçarmos para a autoiluminação, que é o que a gente chama de autoevangelização, né? Então, o espírito está inserido e nos parece que por estar próximo das verdades espirituais, enfim, né, do de tanto que a doutrina nos esclarece, nossa responsabilidade fica mais acentuada ainda. Você fala, você trouxe uma palavrinha que é a chave de tudo. Você disse sintonia. Sintonia. Eh, e eu lembrei da questão 625 que Kardec perguntou, qual é o o o exemplo mais perfeito, né, que Deus tem deixado para nós para nos servir de poder e guia. Aí eles responderam: "Jesus". Então, se nós procurarmos eh vivermos tendo ele como a nossa referência maior e e eu falo enquanto trabalhadores espíritas também, esse exemplo, né, de trabalhador, de amor, e dificilmente a gente se perde nessa situação, porque nós temos Jesus como a nossa referência. E o nosso trabalho aí vai nos auxiliando nesse equilíbrio, na busca desse equilíbrio. Aí você trouxe também a questão do autoconhecimento, reforma íntima. Então é um conjunto. Nós estamos assim muito bem amparados, mas depende muito em quem que nós estamos sintonizados. Se a gente busca essa sintonia com o alto, é claro que nós vamos receber boas inspirações. Muito bom, Eduardo. Só queria fazer uma leitura, porque o Estevan Figueiredo, ele colocou: "Boa noite, irmãos. Gratidão pelo evangelho do mar e as vibrações positivas e bênçãos da divindade do plano espiritual superior. Assim seja para minha família e a todos

stevan Figueiredo, ele colocou: "Boa noite, irmãos. Gratidão pelo evangelho do mar e as vibrações positivas e bênçãos da divindade do plano espiritual superior. Assim seja para minha família e a todos do chat do triângulo mineiro. Boa noite, Stevan. Com certeza todos nós que estamos sintonizados, nós estamos recebendo neste momento e assine a todos os nossos irmãos que estão conosco, né, que o Toninho vai colocando para nós aqui também. Muito obrigada, eh, Eduardo, por mais que a gente se esforce em fazer o nosso trabalho, eh, em buscar auxiliar de alguma forma para que a divulgação do do Evangelho de Jesus, à luz do Espiritismo, se propague, nós você trouxe bem, nós podemos tropeçar, né? Porque nós ainda não atingimos essa perfeividade em que nós fomos criados. Nesse processo, muitas pessoas dizem: "Ah, não estou pronto, não estou preparado para o trabalho". Então, Eduardo, como é que a gente pode encarar essa oportunidade do trabalho no espiritismo? É, Gláusa, essa realmente é uma questão que a gente por vezes se depara com ela, né? As pessoas às vezes dizem assim: "Ah, não, eu não sou espírita porque ser espírita é muito difícil. Estou tentando ser espírita, né?" Eh, mas a gente sabe que não é assim. O espírita não é o perfeito, né? E o espírita é aquele que está se esforçando para se melhorar, né? domar as suas más inclinações. E eu me lembro, pela sua pergunta, eu me lembro de Levi, né? De Levi, o terceiro convidado, porque Jesus vai lá às margens do Genesaré e convida André e Thago. Ele sobem na praça central, entra na coletoria de impostos e convida Levi, questionando a ele, né? Ora, Levi, o que que tu fazes aí? E ele responde ao mestre, me encontro no trabalho, né, no meu ofício de arrecadar tributos para César. Jesus o convida para colher, então, né, ou recolher os os tesouros dos céus, né? E ele naquela condição, porque o cobrador de impostos naqueles dias era das pessoas mais odiadas, né? Porque as pessoas não queriam pagar tributos, né? Ainda mais porque os benefícios eram

s céus, né? E ele naquela condição, porque o cobrador de impostos naqueles dias era das pessoas mais odiadas, né? Porque as pessoas não queriam pagar tributos, né? Ainda mais porque os benefícios eram poucos, era um processo de subjulação e dominação, né, do Império Romano na época. Levi se levanta ali por trás da mesa, se coloca de pé e diz: "A mestre, eu estou pronto". Então, quer dizer, eh, nos parece que é um exemplo emblemático para nós. Por mais que a vida esteja difícil, que nós estejamos caminhando por caminhos espinhosos, pedregosos, eh o convite está sempre feito para nós para essa retomada, né, para a mudança de rota, né, e esse trabalho de autoconhecimento, autoiluminação, que é o convite, né, do evangelho e que não tem como ser feito senão com grande eficiência nas relações, né? pelo exercício da caridade, eh eh pela caridade que a gente vai angareando oportunidades desse melhoramento com mais efetividade, né? Então a lei ela é de justiça, ela é de amor, mas é também ela é, né, de caridade. E se a gente não se julga pronto ou preparado assim, tem o exemplo de Levi, que depois se transforma no apóstolo, né, Mateus, primeiro a anotar os ensinos do mestre. Eh, uma coisa é certa, se a gente não se sente pronto, vamos caminhar, né? Eh, ah, eu não dou conta, vamos dar os primeiros passos, né? Vamos trabalhar que a própria natureza, né, a própria dinâmica da vida vai nos colocar em condições do nosso melhoramento, da nossa evolução, progresso espiritual. Confiemos, né? Tenhamos essa fé raciocinada. E como diz a Euzia, acho interessante, nesse momento, ness nessas circunstâncias, nós temos que ter força de vontade, né? Mas também nós precisamos ter vontade de fazer força, porque senão a gente não sai do lugar, né? Sim, o estudo ele é importante, mas a vontade ela move. E quando a gente tem vontade, a gente estuda, a gente aprende, a gente caminha, a gente ajuda aqueles que estão também no caminho, precisando de auxílio. E você trouxe na sua exlamação uma das virtudes principais, que é uma

ntade, a gente estuda, a gente aprende, a gente caminha, a gente ajuda aqueles que estão também no caminho, precisando de auxílio. E você trouxe na sua exlamação uma das virtudes principais, que é uma das primeiras que nós precisamos conquistar, que é a humildade. Se a gente eh busca, não se vai, se a gente busca realmente a humildade, nós vamos nós vamos ter uma percepção muito maior do que eu consigo e do caminho a ser trilhado, o que que eu preciso aprender, aonde eu quero chegar, o meu propósito também. E é tão interessante que o próprio espiritismo já traz para nós esse propósito de vida, não é mesmo? Olha, vir a ser homens, mulheres de bem. E essa caminhada, nessa caminhada nós temos a oportunidade do trabalho, a oportunidade de servir, né? que você trouxe dos primeiros é André e Pedro, que eram irmãos, foram os primeiros a ser convidados por Jesus. Os dois, André e Pedro, Simão Pedro e depois o Levi. E por isso a diferença que existiam entre eles, né? E o Simão não concordava com esse convite também, porque ele não queria pagar imposto, não é isso? É na condição de pescador, né? Sim. E por isso Jesus também trouxe o ensinamento, né, do perdão. 70 vezes sete vezes. Bom, toda a vida de Jesus, a cada a cada acontecimento, eram lições maravilhosas para todos nós. Eduardo, acho que a gente termina, a gente encerra por aqui, porque você está a caminho, né? está em trânsito, é melhor a gente ir encerrando, agradecendo mais uma vez a sua disposição de estar conosco. Eu gostaria que você deixasse as suas considerações finais. Bom, eh, poderíamos deixar então, Glácio, uma reflexão, né, de que fiquemos atentos, né, por mais que a gente admire as pessoas que estão conosco. E se essas pessoas se intitulam, né, guias, gurus, profetas, ah, o próprio Cristo, enfim, fiquemos atentos, né, com o que a gente já conversou um pouquinho aqui hoje, mas sempre tendo em mente, né, que ao menos nas condições que nós nos encontramos na Terra, uma referência segura para realmente nós seguirmos e

com o que a gente já conversou um pouquinho aqui hoje, mas sempre tendo em mente, né, que ao menos nas condições que nós nos encontramos na Terra, uma referência segura para realmente nós seguirmos e termos como modelo é Jesus, né? eh buscando a sua presença, seguir os seus passos, nós haveremos de nos encontrar também com outros que assim também estão procedendo, né? Isso facilitará também a nossa caminhada. Eh, se podemos falar de do Cristo, né, de Deus, ou de profetas como aqueles que que trazem as verdades dos céus, Jesus é esse grande guia, esse grande modelo, que ele nos fortaleça, né, em nossa caminhada. Não devemos, obviamente, merecer nenhum outro missionário que também vem à terra dar o seu contributo, né? Mas fiquemos atentos para não entrarmos em gozo, porque o mundo, pela sua condição própria, ainda está cheio, né, de falsos Cristos, falsos profetas. Agora aquele, né, de Nazaré, Jesus, né, esse sim, com ele a gente consegue uma caminhada mais equilibrada e mais feliz, inclusive distante, né, desses engodos, dos das falsidades, das ilusões do mundo. Muito obrigado, viu, Glóa. Muito bom. Muito bom, Ed. Eh, falando, lembrando do nosso trabalho de unificação, de união e unificação do movimento espírito. É importante que a gente se fortaleça, se una mesmo para que a gente consiga essa fidelidade aos ensinamentos de Jesus, à luz do Espiritismo. Nós não precisamos inventar mais nada, trazer nenhuma, né? Não há nada que acrescentar, apenas a gente colocar em a nossa vivência no dia a dia e levar, né, como nós estamos tendo a oportunidade da noite do evangelho no lar, levar esses ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo, consolando, amparando, esclarecendo e orientando a todos. Mais uma vez nós te agradecemos por este momento. Termine pazos eh o seu trajeto de volta para casa. Fique com Deus. Nós agradecemos a todos que estiveram aqui conosco, que estão aqui conosco e todos que vão acessar nosso evangelho no lar, convidandoos já para estarem conosco na semana que vem. Quero agradecer também o

agradecemos a todos que estiveram aqui conosco, que estão aqui conosco e todos que vão acessar nosso evangelho no lar, convidandoos já para estarem conosco na semana que vem. Quero agradecer também o Tonin que está conosco na transmissão. Muito obrigada Toninho. Fiquem com Deus. Bom restante de semana e até na próxima quarta-feira. O Toninho vai colocar para nós. Olha a Cátia Catalane encerrando aqui. Boa noite a todos do Rio de Janeiro. Olha, é da família do Toninho porque é abriu. Boa noite, que Deus continue abençoando, Glácia Eduardo e a todos nós. Muito obrigada pela participação de todos. Elifas também deixando o seu boa noite, desejando muita paz. Muito obrigada. Eu peço pro Toninho então colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para a noite de evangelho no lar. Até mais. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. Obrigada, Eduardo. Foi excelente. Tá com áudio fechado. Obrigada. Eu tu à disposição. Qualquer coisa é só chamar. Parabéns. Chamo sim. Chamo sim. Retorne aí. Chegue em paz, que tudo corra tranquilamente, tá? Seu Maravilha. Um abraço. Abraço. Tchau. Tchau. Tchau. Toninho. Muito obrigada.

Mais do canal