Evangelho no Lar - #168
Evangelho no Lar - #168 Programado para o dia 18 de junho de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 20, item 5, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Boa noite, sejam bem-vindos. Meu nome é Gláusia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FECO. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar a trabalhadora que estará conosco nesta noite, que é a Neila. Ela faz parte da equipe do atendimento espiritual da FEGO e também trabalhadora do Centro Espírito Apóstolo Paulo de Trindade, Goiás. Boa noite, querida Neila, seja bem-vinda. Boa noite, Cláuscia. Boa noite a todos. Muito obrigada pela acolhida. Muito bom estar aqui uma vez mais, né? Que seja um momento de muita luz para todos nós. Nós que te agradecemos pela presença. Bom, nós vamos falar boa noite para Maria Lúcia Barbosa, para Silvana Souza deixando seu boa noite também. A Sandra Pimentel de Recife, Pernambuco. Gratidão sempre. Seja bem-vinda o Eupídio que está sempre conosco também aqui de Goiânia. Boa noite a todos. Luz e paz. A Onair também. Ona, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria recebê-los, realizar o Evangelho no lar com todos. ao Francisco França também deixando seu boa noite, a Cátia que é nossa trabalhadora conosco nos congressos. O Carlos Martins também. Boa noite meus irmãos de jornada abençoada, abençoada por Deus e Maria e Jesus. Louvado seja Deus sempre Deus. Seja, eh, a Unaí tá falando que é também do apóstolo Paulo, não é isso, Neila? Sim. Bom, que bom tê-los conosco. Eu sei, vocês iriam estudar. É, então, por causa do evangelho no lar, todos vieram estudar conosco. Que coisa boa. A Carla também deixando Carla também do nosso estudo. A Vera também, paz e luz a todos. Nossa, sejam bem-vindos. Que
então, por causa do evangelho no lar, todos vieram estudar conosco. Que coisa boa. A Carla também deixando Carla também do nosso estudo. A Vera também, paz e luz a todos. Nossa, sejam bem-vindos. Que alegria, que bom, que bom tê-los conosco nesta noite de evangelho. Então, para iniciarmos, eu vou fazer a leitura do livro Vida Feliz, do capítulo 168, psicografado pelo Diva Pereira Franco e ditado pelo espírito Jana deângela. Sorrateiramente a intriga se insinua no teu coração, cerrando a porta dos seus sentimentos a serenidade. Torna-te frio e calculista, impiedoso e armando contra o outro que que talvez não mereça esta reação de tua parte. O intrigante sempre encontra uma forma de envenenar-te. Conhecendo teu temperamento, infiltra-se com suavidade te alcança, balanceando-te com a informação infame. Reage à intriga e educa o intrigante, a fim de que ele te deixe em paz e passe a ter paz ao mudar de atitude mental e moral. E a Neila fará a nossa prece. Fechando os nossos olhos, agradeçamos a Jesus. Agradeçamos aos amigos espirituais que permitem esse momento de oração e luz, esse momento de reflexão sobre os ensinos, os seus ensinos, Senhor, como se voltássemos à casa singela de Pedro e pudéssemos nos sentar à mesa após um dia de atividades e ali ouvir, ouvir da boa nova, enchermos de esperança para novos dias. Hoje não temos a sua presença física, mas contamos com os seus auxiliares no bem, Senhor, sempre a nos secundarem, nos inspirarem, nos conduzirem. E nesse momento não é diverso que nós tenhamos assim nos nossos lares, todos nós que estamos aqui reunidos ou aqueles que assistirão a esse momento de estudo e oração em seguida, em outro momento, tenhamos o a assistência bem fazer dos amigos do bem e tenhamos os corações repletos de fraternidade, de muita esperança, de muita otimismo, porque a boa nova foi e é isso para todos os corações. Bênçãos, reconforto, consolo e luz. Obrigada sempre por tudo, mestre. Que assim seja. Linda prece, meu fiquei emocionada. Ai, obrigada. Obrigada.
porque a boa nova foi e é isso para todos os corações. Bênçãos, reconforto, consolo e luz. Obrigada sempre por tudo, mestre. Que assim seja. Linda prece, meu fiquei emocionada. Ai, obrigada. Obrigada. E eu quero dizer também que tanto quanto importante ela ser trabalhadora, ela é protetora de animais, ela tem gatinho, né? Um gatinho casa, uns 25 gatos, uns três cachorros. Então, se a gente tipo de barulho nesse sentido, não é? Ficamos tranquilos e e se eu precisar virar aqui para jogar um pouquinho de água em um que tá muito revoltoso, é pra gente continuar tranquilos. Mas deix eles aparecerem agora mesmo. Passa por ali aa depois eu vejo eles tranquilos. Olha, boa noite aqui pra Carla, pra Vera, né? Ela deixando aqui aí o João Batista. Boa noite, João Batista dos Message da Luz. Seja bem-vinda, Batista. Que bom. Olha, nós vamos encerrar nele o capítulo 20. Sim, sim. Trabalhadores da última hora, o item cinco. Lembrando que o Evangelho Segundo o Espiritismo da Editora da FEB, tradução do Guilon Ribeiro. Então, pode ficar à vontade, querida. Obrigada. Então, eh, nós, eh, fizemos aqui, fiz aqui um apanhado, um breve apanhado daquilo que já foi visto. E esse capítulo é um é um capítulo, ah, de muitas bênçãos, né? Se se a gente pode falar que algum a o ensino de Jesus, se tem algum que é mais traz mais esperança, mais reconforto, mas esse é muito especial, né? Então é o capítulo 20, que tem por título os últimos serão os primeiros e o item é os obreiros do Senhor, né? Então, o o item é a finalização do capítulo, como a Gláuscia já disse, e é assim um coroamento mesmo que Kardecou na sequência que ele trouxe. Nós vamos ver daqui a pouco. E eu geralmente eu não leio o texto quando a gente vai fazer um um comentário como esse, mas esse texto eu considero que ele precisa ser lido. Então você tentar ser o mais breve possível nos preliminares pra gente ter a chance de ler esse esse texto. Então ele é um coroamento no sentido de falar, de trazer tudo que está contido no capítulo
. Então você tentar ser o mais breve possível nos preliminares pra gente ter a chance de ler esse esse texto. Então ele é um coroamento no sentido de falar, de trazer tudo que está contido no capítulo e e ser de uma atualidade, de uma concisão que poderíamos dizer que realmente só o espírito de verdade para conseguir trazer a todos nós. E nós talvez vamos demorar ainda algum tempo a aprender na totalidade tudo que ele nos traz nesse texto. É um texto muito reconfortador e muito estimulante. Eu digo que gosto desse capítulo porque ele é um incentivo a todos nós no sentido como a doutrina espírita nos ensina mesmo, que nós sempre teremos oportunidade e que as oportunidades são oferecidas continuamente pelo Pai para o nosso aprendizado, para a nossa melhora, para a nossa evolução, que é o objetivo a que estamos, né, eh, aqui caminhando. E, eh, esse, eh, assim, vai depender. Então nós seremos convidados o tempo todo para o trabalho. Vai depender então de nós aceitarmos esse convite, de nós estarmos à disposição para esse trabalho e quando eh aceitarmos que nós realizemos no tempo que for possível, né? Se se tivermos minutos, que sejam minutos, depois que convidados, depois que aceitamos o convite. Então ele traz para nós aquela noção de que eh não significa, por exemplo, eu estar a não sei quanto tempo numa determinada religião, num determinado grupo religioso, no caso que nós estamos falando da doutrina espírita num centro espírita, que vai garantir que eu esteja realizando aquilo que é necessário no trabalho, na vinha, né? do pai. Assim como eu posso ter alguém que chegue muito depois do que eu cheguei e que esteja com uma disposição e tem uma capacidade de realização que supere a minha que estou ali há muito tempo, indicando isso, que eu estou superado, que eu não tenho oportunidades nunca, porque o criador vai nos dar, vai voltar e vai voltar a convidar muitas e muitas vezes. Então, seria um estímulo para que nós não fiquemos à margem, né? Que nós não nos quedemos parados, inertes, mas
porque o criador vai nos dar, vai voltar e vai voltar a convidar muitas e muitas vezes. Então, seria um estímulo para que nós não fiquemos à margem, né? Que nós não nos quedemos parados, inertes, mas sim que a gente realize o que é possível realizar. Então, eh, falando, ele inicia, né, o capítulo inicia com uma passagem do Evangelho, que é exatamente aquela em que Jesus compara o reino, né, o reino de Deus com um um pai de família que que a que assalaria os seus funcionários. Então, ele sai à procura desses funcionários. Imagina, Deus sai dando-nos oportunidade, querendo, ensinando para que a gente faça o que é adequado. E ao longo do dia, diz o o ensinamento de Jesus, então, para ensinar que em todas as circunstâncias Deus está estendendo-nos cuidado, carinho e amparo, né? Depois a gente vai ver que eh o título do item dois é os últimos serão os primeiros. É um alerta precioso que a espiritualidade nos traz, quanto e Kardec, quanto à questão de nós sermos convidados e sendo convidados à última hora, né, mesmo à última hora, se nós realizarmos o trabalho adequadamente, nós seremos assalariados eh adequadamente também. Então, mesmo saindo nessa última hora, que nós nós estejamos, não façamos antes por não conhecer, por não sabermos e não que nós fiquemos naquela situação assim, não, não vou, não vou fazer nada, eu tenho muitas existências pela frente ou quando eu estiver, que a gente costuma muito ouvir essa expressão, não, quem vai pra igreja é quem já tá velho, quem tá quase morrendo, né? Aí é que se vai cuidar das coisas do espírito, aí que se vai cuidar de religião, que a gente não tenha essa essa essa forma de pensar, porque desse jeito nós não vamos estar sendo os trabalhadores da última hora, porque nós não estivemos à disposição para que o senhor Davinha nos convidasse, né? Então, é preciso, nós vamos ser assalariados à medida em que nós não tivemos antes oportunidade de trabalho. Quando descobrimos essa possibilidade, quando alguém nos convoca ao serviço,
onvidasse, né? Então, é preciso, nós vamos ser assalariados à medida em que nós não tivemos antes oportunidade de trabalho. Quando descobrimos essa possibilidade, quando alguém nos convoca ao serviço, né, que nós abracemos a tarefa e realizemos a tarefa que nos compete. Não faz mal que muitos tenham vindo antes de nós. Não fiquemos na situação de que agora eu não não vou fazer mais nada porque já foi feito tudo. Sempre na seara de Jesus para difundir o evangelho, para realizar a caridade, nós sempre teremos condições, nós sempre teremos material, nós sempre teremos campo de atuação, né? E a gente vai dizer até assim, mesmo que seja fora, né? que a gente fala assim, não, o planeta mudou, já é regeneração, todos voltados ao bem, já não há mais, não há necessidade desse auxílio a quem precisa. Então, nós vamos dizer assim, nós vamos ter outros locais aos que ir, com certeza haverá sempre oportunidade de trabalho na vinha do Senhor, né? Eh, então isso serve também, essa questão do do o senhor assalariará de acordo com a disposição pro trabalho, serve para cada um de nós também, né? Eh, ele fala que os espíritas são obreiros, sim, da última hora, né, chamados, mas aí ele ele traz um alerta, ele vai assim: "Ah, que beleza! Então, eu fui chamada a última hora, eu vou ficar eh, que bom, eu vou trabalhar um pouquinho só, só agora, como eu sou espírita, né? Eu só preciso trabalhar agora um pouquinho e eu vou receber o salário adequado. Ele lembra, né, o capítulo nos lembra, eles nos lembram aqui no capítulo que nós temos, nós somos da última hora, mas nós estávamos sendo chamados há muitos séculos, né? Há muitos séculos que esse convite estava sendo feito para que trabalhássemos e agora nós resolvemos, né, encarar a tarefa que nos compete. Então, não nos sintamos privilegiados em relação a ninguém, por só sermos da última hora, vamos dizer assim, estarmos aprendendo o trabalho a fazer agora, né, de última hora, mas sim sintamos que também, né, por outro lado, a gente faz parte desse
o a ninguém, por só sermos da última hora, vamos dizer assim, estarmos aprendendo o trabalho a fazer agora, né, de última hora, mas sim sintamos que também, né, por outro lado, a gente faz parte desse processo, porque nós estamos sendo chamados desde os primórdios. E que que aceitação nós fizemos, né, dos convites que nos foram feitos? Então, assim, nós já experimentamos quem sa quem sabe quando o Cristo esteve aqui, né? Quem sabe se nós estávamos lá, não estávamos lá incitando a que libertassem aquele outro prisioneiro e não Jesus, que crucificássemos Jesus, não é? Hoje nós despertamos, hoje nós aceitamos o convite, então nós temos que trabalhar, né? trabalhar com a Finco nessa nessa última hora que nos resta. Lembrando também assim, é válido a gente considerar que é figurativa essa questão de última hora, porque a doutrina espírita ensina, principalmente para aqueles, né, que não t a vivência da doutrina, ensina que nós não deixamos de existir, né? Então esse última hora é no sentido de um momento adequado, um momento mais específico, mas todos nós poderemos realizar os aprendizados que nos competem, uns de forma mais rápida, outros mais de forma mais demorada, mas nós sempre caminharemos evoluindo e aprendendo a realizar no bem, né? O que não vale é, como eu disse, nos sentarmos e e pensarmos, ah, depois eu faço, né? Nós temos muitas existências pela frente, porque quanto mais nós protelarmos, as dores, as dificuldades que experimentamos agora vão demorar a passar porque elas são parte dos nossos exercícios para melhora. Então, mais vale a gente se esforçar agora para, né, caminhar para novas realizações sem tantos atropelos, sem tantas dificuldades, sem tantas eh dificuldades físicas, né, morais que ainda enfrentamos, que vão ser com certeza superadas ao longo do tempo, né? Eh, então eu pus aqui também a missão quanto à missão dos espíritas, ele diz que é pregar o dogma da reencarnação. Isso tarefa nossa então enquanto espíritas e da elevação dos espíritos que há uma fazermos uma cruzada contra a
ém a missão quanto à missão dos espíritas, ele diz que é pregar o dogma da reencarnação. Isso tarefa nossa então enquanto espíritas e da elevação dos espíritos que há uma fazermos uma cruzada contra a injustiça e a iniquidade, né? Então a falta de caráter, aqueles que não lidam no bem e sermos imponentes pela fé. Aí vale a gente lembrar que a gente até falou sobre a fé, né, na última vez que aqui estivemos. Então é preciso que a nossa fé seja raciocinada, né? Que não seja uma fé cega. A doutrina espírita ensina-nos isso também, que nós avaliemos, que nós pensemos a respeito daquilo que cremos e realizemos, creamos com, né, com razão, entendendo o porquê. de nós e aceitando porque tal ou tal coisa é dessa ou daquela forma, né? Eh, um aqui tá um chamado também que eu pus aqui, né? Assim, nós estamos quase chegando lá no nosso tema já, um chamado que ele fala bem ao final dessa missão dos espíritas que muitos se transviarão, né? Muitos se transviarão por exatamente porque os princípios não estão tão firmes, né, tão fortes, como que a a casinha da fé está construída sobre a areia e não sobre a rocha. Então, é comum a gente observar, né, a gente e a gente ainda julga inadequadamente. Ai, mas não era, não era espírita ou não era católico, né? Por que que agiu dessa ou daquela forma? Porque aquilo que que acreditava não estava tão sólido, né, no seu coração, na sua mente. Chegará o momento em que cada um de nós vai ter esses princípios de forma muito bem fixada, muito fortes, né, no seu íntimo. Mas na caminhada que realizamos é natural que assim ainda aconteça. Mas aí ele diz, como é que serão reconhecidos os espíritas, né? Então ele fala pelos princípios da caridade que que ensinarão e praticarão. Então é preciso que a gente avalie bem, será que a gente tá conseguindo, né? Será que a gente tá conseguindo pelo que a gente faz, pelo que a gente ensina? Será que a gente tá conseguindo mostrar que a gente é espírita, que a gente é esse trabalhador, né, da última hora? Então,
erá que a gente tá conseguindo pelo que a gente faz, pelo que a gente ensina? Será que a gente tá conseguindo mostrar que a gente é espírita, que a gente é esse trabalhador, né, da última hora? Então, vale a gente pensar nisso, né, com muito carinho. Então, a gente passa pro obreiros do Senhor, né, que é o nosso tópico, o item cinco. Eh, antes ele é um texto do do de do espírito de verdade e a gente só traz que o espírito de verdade foi, poderíamos dizer assim, de acordo com o que a gente depreende lá no Obras Póstumas, o coordenador, né, seria um coordenador, um orientador espiritual de Kardec. e poderíamos dizer assim o coordenador máximo da codificação. Que que é codificação? A apreensão dos ensinos trazidos pelos ESP es em muitos lugares, né, de através de muitos médiuns diferentes e a organização desses ensinos em livros, os cinco livros básicos, né, que compõem a doutrina espírita. Então, esse processo de organização desses livros chamado codificação, foi feito por Allan Kardec, né, com a cooperação de alguns companheiros, um trabalho muito árduo, né, que levou anos. E o espírito verdade, de verdade, ele foi orientador de todo esse processo, não é? Então, eh, Kardec teve contato com ele, segundo o livro Obras Póstumas, teve contato com ele em 1856, né, com um fenômeno bem inusitado, que ele ouviu um ruído na sua casa. Ele já tava lidando com os ensinamentos dos espíritos paraa publicação do livro, né, de o livro dos espíritos. ouviu um ruído e por mais que eles procurassem, ele e a esposa, não localizaram a fonte desse ruído e na reunião que ele ia participar, né, na eh uma reunião mediúnica que ele ia participar no dia seguinte, na noite seguinte, ele perguntou e eles disseram que era o espírito orientador dele que tinha produzido aqueles ruídos. E ele falou, falou que ele poderia, através da psicografia conversar com ele, que ele estava lá e ele disse que o auxiliaria eh e que estaria disponível, vamos dizer assim, estaria ali na reunião uma vez ao mês por 15 minutos. E ele nesse nesse
da psicografia conversar com ele, que ele estava lá e ele disse que o auxiliaria eh e que estaria disponível, vamos dizer assim, estaria ali na reunião uma vez ao mês por 15 minutos. E ele nesse nesse tempo ele poderia eh questioná-lo, né, saber algumas informações. E ele e e ele perguntou sobre o nome, ele deu o nome verdade, ele falou: "Mas é alguém que a gente já conhece?" Ele falou: "Eu não, não vou falar mais do que isso, né?" E e disse que iria auxiliá-lo na tarefa. E realmente assim foi, né? E ele diz que ele não se limitou a esses 15 minutos ao mês, mas era como se para ele ter a certeza de que ele não ia fazer a tarefa por Kardec, que a tarefa era humana, né? eles iriam assessorar nesse processo. E nós vamos encontrar então textos do Espírito de verdade no capítulo que tem por título Cristo Consolador em Oliho Segundo Espiritismo, a partir do item cinco até o item oito, tem textos do espírito de verdade. Vocês vão ver que a elevação, a concisão, né, dos ensinamentos é a mesma que nós vamos tratar hoje. E preciosamente a gente vai dizer assim, né? Não é à toa que falando dos trabalhadores da última hora, falando que os trabalhadores da última hora, os espíritas são trabalhadores da última hora, então nada melhor do que o espírito de verdade finalizar o capítulo dizendo dos obreiros do Senhor. Vejamos que ele não fala que são os espíritas, embora no final ele mencione que é pra vivência do espiritismo, mas a gente vai estender que não é só o espírita que é trabalhador do pai, né, auxiliar de Jesus, é o ser humano onde quer que eles estejam, porque são todos filhos de Deus. A questão religiosa, a questão de uma filosofia de vida, é característico do nosso aprendizado, né? Nós nos sintonizamos com tal ensinamento. Se ele nos conecta ao Pai, às vezes nós vamos pelo estágio em que estamos ter essa conexão maior dessa ou daquela forma. E precisamos respeitar isso, né? Então, a doutrina espírita não faz distinção quanto a religiões respeita. todas, né? E entende, né? Os ensinos dos espíritos
essa conexão maior dessa ou daquela forma. E precisamos respeitar isso, né? Então, a doutrina espírita não faz distinção quanto a religiões respeita. todas, né? E entende, né? Os ensinos dos espíritos orientam que é o consolador prometido por Jesus. Então, eu diria que todos de qualquer crença religiosa podem beber nos ensinos dos espíritos reconforto, paz e luz e prosseguirem, né, nas suas jornadas, né? Então, dito isso do Espírito de Verdade, que é o autor do texto, eu volto a lembrar então eh que ele deve de uma concisão muito grande e traz ensinamentos assim muito preciosos. É como se ele estivesse falando agora do momento exatamente do pagamento que nós vamos receber e o que leva ao pagamento que nós vamos receber em função daquilo que nós temos desenvolvido na nossa caminhada, né? Então, quem está com o livro, a Gláuscia falou, a o o tradutor aí, né? Quem estiver com o livro pode inclusive acompanhar. Então eu vou fazendo leitura e fazendo alguns comentários, né? E no final aí vocês as dúvidas, né? As dúvidas a gente tenta responder. A gente tem a ajuda do universitário Gláuscia, né? Gláuscia também. Então a gente vai trabalhando aqui junto. Então os obreiros do Senhor, aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da humanidade. Eu esqueci de dizer, mas eu gostaria que a gente pensando no ensinamento desse, né, desse desse pai de família que Jesus ensinou de contratar aqueles trabalhadores paraa vinha, né, de pensarmos na missão dos espíritas. Então, que a gente fosse vendo, tentando fazer uma junção entre essa mensagem e o que foi trazido no capítulo inteiro. Então, ele fala que aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da humanidade. É como se fosse o momento de se receber o salário, né? De toosos serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor com desinteresse e sem outro modo senão a caridade. Lembram que a gente já falou que a gente seria reconhecido pela prática e pelo ensino da caridade? E ele
que houverem trabalhado no campo do Senhor com desinteresse e sem outro modo senão a caridade. Lembram que a gente já falou que a gente seria reconhecido pela prática e pelo ensino da caridade? E ele é que diz de todo aquele que tiver trabalhado com esses objetivos sem interesse, né? E e se pensando sempre na caridade, na prática da caridade, seus dias de trabalho serão pagos pelo centuplo do que tiverem esperado. Lembram que na parábola que Jesus contou, aquele que chegou na última hora recebeu o mesmo que o que tinha chegado na primeira hora, não é isso que a gente ouve lá? E o da primeira hora até fica chateada, achando que ele trabalhou mais, né? Pois aqui Jesus diz, né, o o espírito de verdade, aliás, diz que os dias de trabalho de quem se dedica a caridade com desinteresse, né, a si mesmo, vamos assim dizer, vão ser pago sem pelo um valor 100 vezes maior do que aquilo que seria o adequado. Olha que coisa. Se a mesma coisa dizer assim, olha, você pode achar que você tá trabalhando muito, mas o pagamento você vai haver a recompensa depois você não tem ideia. E é assim mesmo que os espíritos que já estão vivendo em condições mais evoluídas, né, que trazem as mensagens, deixam registro, né, através da mediunidade, sempre comentam que por mais que a gente ache que a gente tá passando por dores e dificuldades, que as bênçãos colhidas depois são inumeráveis, que eles não conseguem explicar-nos como acontece, é esse sêntopo, né? Aí ele diz: "Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar encontre acabada a obra, porquanto o Senhor lhes dirá: "Vinde a mim, vós que sois bons bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e à vossas discórdias, a fim de que daí e não viesse dano para a obra. Será que nós estamos realizando isso? Olha, de todosos aqueles que disseram a seus irmãos, trabalhemos juntos, unindo esforços, né, a fim de que o Senhor considere, sim, que nós somos bons servidores e que a gente conseguiu
alizando isso? Olha, de todosos aqueles que disseram a seus irmãos, trabalhemos juntos, unindo esforços, né, a fim de que o Senhor considere, sim, que nós somos bons servidores e que a gente conseguiu não ficar com ciúme uns dos outros, não conseguiu ficar com melindre uns em relação aos outros, gerar discórdia, né, para que assim o resultado as bênçãos que Jesus nos ensina se propagassem por toda parte. Esse é o objetivo, que a nossa conduta, o estar com outro, seja ele quem for, esse trabalho, nosso trabalho juntos, é no sentido de espalhar cada vez mais o bem, né? E o espírito de verdade ressalta o quanto isso é importante. Quem receberá o centro é aquele que tiver pensado, não pensado só em si mesmo, mas sim em vencer as as dificuldades que tem na convivência com o que está ao seu lado, seja esse outro, quem for, né? E a gente precisa parar e pensar um pouquinho, será que a gente tá se esforçando para conseguir isso? Será que a gente tá fazendo um esforço, nem que seja para conseguir conviver bem com o familiar, que a gente acha difícil, né? Com o vizinho que incomoda, com o colega de trabalho, né? Que sempre tá ali no nosso pé, né? Os espíritos dizem que esses são os nossos professores, porque eles mostram os pontos que a gente precisa melhorar ainda, né? Mas ai daquele. Então esses são aqueles que vão ter o centro, mas ele traz aqueles que não vão receber assim também por enquanto, né? Enquanto estiverem desatentos com a tarefa. E quais são esses? Mas ai daqueles que, por efeito das suas disensões, das suas brigas, dos seus desentendimentos, houverem à hora da colheita, pois a tempestade virá e eles serão levados no turbilhão. Nossa, será que eles são serão destruídos? Não. Uma vez criados, nós não somos mais destruídos. Nenhum espírito é destruído depois da sua criação, mas esse levados no turbilhão seria, poderíamos entender, vão agir, vão eh ter o resultado do seu próprio plantio, né? Vão fazer a colheita das dificuldades que experimentaram, né? Vão se ver com a falta de critério que
turbilhão seria, poderíamos entender, vão agir, vão eh ter o resultado do seu próprio plantio, né? Vão fazer a colheita das dificuldades que experimentaram, né? Vão se ver com a falta de critério que tiveram. Ação e reação é um dos princípios que a doutrina espírita nos ensina. Agimos no bem e recolheremos o bem. Se agimos de forma incorreta em relação à lei de Deus, aos poucos nós vamos precisar nos harmonizar com essa lei para seguirmos em frente, né? Aí ele diz ainda assim: "Clamarão graça, graça. O Senhor, porém, lhes dirá: Como implorais graça vós que não tiveste? Olha o que que faz a diferença em relação àqueles que estão fazendo a tarefa correta. Olha o que que esses fazem, né, que nós às vezes fazemos e que o Senhor não tolera, vamos dizer assim, né? Vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos, olha o a caridade aí, a falta de caridade nesse caso, e que vos negastes a estender-lhes as mãos. Então, falta de auxílio a quem caminha conosco, falta de caridade, egoísmo, né? Presença do egoísmo, presença do orgulho, que esmagastes o fraco. Parece que a gente até tá vendo isso em no em em tamanho macro, né? Quantas situações de dor de pessoas passando fome, sendo relegadas a passar fome, a se apartarem das suas casas, como a gente ainda tem trabalhos a serem realizados, né? Como precisamos despertar ainda para o convite que Deus está nos fazendo. Eh, esmagaste o fraco em vez de o amparardes. Como suplicais graças vós que buscastes a vossa recompensa nos gozos da terra e na satisfação do vosso orgulho? Então, nada, né? O objetivo não são os gozos terrenos. Os Ojetivo não é sermos maiores que o outro. O objetivo é cuidar do outro para caminharmos juntos, porque todos somos filhos de Deus. Aí ele vai ainda, já recebestes a vossa recompensa tal qual a quiseste. Então você queria os bens da terra, então você já teve, né? Você não vai ter um outro pagamento, um reconforto, um amparo. Por agora ainda não, né? Nada mais vos cabe pedir. As recompensas celestes são para os que não tenham
s da terra, então você já teve, né? Você não vai ter um outro pagamento, um reconforto, um amparo. Por agora ainda não, né? Nada mais vos cabe pedir. As recompensas celestes são para os que não tenham buscado as recompensas da terra. É um aprendizado que nós vamos realizando. Nós temos os bens materiais para o aprendizado, né, para como instrumento para o aprendizado moral que precisamos realizar. Então são instrumentos e não o nosso objetivo maior. E fazemos tanta distinção nisso, né? Nós trocamos tantos lados. Quantas vezes, outro dia eu tava falando essa frase, tem até uma música que diz, né, que você precisa ter o dinheiro, mas de vez em quando você precisa falar para ele quem é o dono de quem. Porque existem muitos que chegam a um ponto que eles consideram que o dinheiro é que os domina e é o dono, né? ao invés de serem eles os proprietários. Então ele continua: Deus procede nesse momento, neste momento, ao senso dos seus servidores fiéis. Que momento é esse que ele tá falando? serve para nós agora lendo essa mensagem e serve também para aquela ocasião em que a codificação estava sendo realizada, estava feito. Então aquele momento foi um momento muito especial, mas as oportunidades, desculpem, se se fecharam ali, acabaram ali, não continuam, né? Nós continuamos com a com a condição de podermos trabalhar, nos esforçar um pouco mais, entender o que Jesus espera de nós, né? sermos mais caridosos com aqueles que caminham conosco. Temos essa oportunidade nas nossas mãos agora mesmo. Então ele diz: Deus procede neste momento ao senso dos servidor dos seus servidores fiéis e já marcou com o dedo aqueles cujo devotamento é apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos. Ora, o dono da vinha sabe, ele tem critérios para saber quem foi que trabalhou de fato ou não trabalhou. Isso a gente não precisa nem falar. Falei, vinha, não entendo esse negócio de vinha nada em qualquer tarefa, não é? Aquele que coordena tem uma noção muito clara de como é executado o serviço, quais dos
so a gente não precisa nem falar. Falei, vinha, não entendo esse negócio de vinha nada em qualquer tarefa, não é? Aquele que coordena tem uma noção muito clara de como é executado o serviço, quais dos seus funcionários executam satisfatoriamente, aqueles que precisam de um impulso maior, aqueles que ficam, quando a gente diz na expressão, né, levando com a barriga, não é assim? Então, o pai também sabe, claro que sabe o tempo inteiro de como é que nós agimos, né? E eles, ele não vai. Deus é justiça e bondade, né? Infinitos. Ele não vai dar o que não é devido, né? Ele não vai dar para um o que seria devido a outro, a um que não se esforçou o o que é o resultado do tabar de outro, como muitas vezes aqui equivocadamente nós ainda agimos, né? Deus é justo e bom ao infinito. Então aí ele prossegue: "Pois aos que não recuarem diante de suas tarefas, é que ele vai confiar os postos mais difíceis na grande obra da regeneração pelo Espiritismo. Então, se nós agirmos adequadamente, se o trabalho estiver sendo feito a contento é que nós seremos, né, agraciados com novas tarefas, tarefas de mais responsabilidade. Isso em qualquer circunstância, né? Nós só vamos receber tarefas de acordo com o que nós podemos realizar. Estamos terminando já. Cumprir-seão estas palavras. os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros no reino dos céus, né? Então, se a gente tem a impressão de que, eh, aproveitando-se do que é fraco, tirando vantagem nas situações para estarmos nos primeiros lugares, se nós não consideramos quem caminha conosco, nós considerarmos que esse é o caminho, como ele diz aqui antes, nós já recebemos nosso pagamento aqui mesmo, né? Então, o plano espiritual, os dias melhores, o processo evolutivo que nós precisamos experimentar não passa por egoísmo e orgulho, passa por nós eliminarmos isso da nossa caminhada e trabalharmos com afinco onde estivermos, o quanto nos for possível, né? Esse trabalhar que nós não consideremos, que é ficarmos o tempo inteiro num tempo religioso, porque Deus
so da nossa caminhada e trabalharmos com afinco onde estivermos, o quanto nos for possível, né? Esse trabalhar que nós não consideremos, que é ficarmos o tempo inteiro num tempo religioso, porque Deus pede ação. Nossa ação é no nosso dia a dia. Ficarmos o dia todo no centro, na igreja, vai ser fácil. Nós vamos lidar só com aqueles que que comungam os mesmos princípios que nós. Jesus espera que nós levemos esses princípios para onde estivermos, no contato com todas as pessoas que nos cercam. né? Então, trabalhemos com a Finco, nos esforcemos, porque ainda é possível que nós possamos receber o salário daquele que chegou na última hora, mas que pelo seu esforço fez ju ao pagamento, quem sabe desse centro, né, que o espírito de verdade nos diz. Muito obrigada, muita paz. Nós que te agradecemos, velho. Excelente apanhado geral desse capítulo que é maravilhoso. Muito e e vale a pena a gente ressaltar porque toca o nosso coração enquanto trabalhadores espíritas. É uma oportunidade muito grande que estamos recebendo. Ninguém, ninguém fica pronto para o trabalho, mas nós vamos eh nos aperfeiçoando, aprendendo, nos transformando pela oportunidade do trabalho. N, eu só queria lembrar que espírito de verdade também escreveu o prefácio do Evangelho Segundo Espírito Ah, sim. Maravilhoso também. um prefácio maravilhoso, maravilhoso. E e ao mesmo tempo chamando a responsabilidade ao compromisso e dizendo da grandiosidade que é a obra, mas trazendo um uma amorosidade muito grande dizer, estarendo sempre ao lado de todos essa jornada. Isso vale a pena ler, né, Cláusia? Vale a pena ler o prépo gente refletir muito muito muito muito. Verdade, Neil. O que assim acredito que o que chama bastante atenção também, se a gente fosse sintetizar esse item cinco, a gente sintetizaria como a prática da caridade e amor ao próximo. Sim. E aí nós lembramos da questão 886 do livro dos espíritos. Você quer comentar? Você quer que eu leia? Pode, pode ler. Sim. Então, está no livro dos espíritos o o capítulo é o
de e amor ao próximo. Sim. E aí nós lembramos da questão 886 do livro dos espíritos. Você quer comentar? Você quer que eu leia? Pode, pode ler. Sim. Então, está no livro dos espíritos o o capítulo é o 11, caridade e amor ao próximo. Questão 886. Qual é o verdadeiro sentido da palavra caridade? Como a entendia Jesus? Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofertas. O amor e a caridade são um complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem que está ao nosso alcance e que gostaríamos nos fosse feito a nós mesmos. Tal é o sentido da das palavras de Jesus. a mais uns aos outros como irmãs. E aí a gente entender o que que é essa benevolência para com todos. Significa então ter boa vontade e atitudes positivas em relação a todas as pessoas, independente de suas características oposição social, ou seja, diminuir a diferença que existe todos. indulgência para com as imperfeições. As imperfeições refere-se à capacidade de compreender e tolerar as falhas e limitações dos outros sem julgamento ou crítica excessiva. E o perdão das ofensas 70 vezes sete vezes, né, que Pedro implica em liberar o sentimento de mágoa e rancor em relação àqueles que nos prejudicaram. buscando a reconciliação e a paz interior. Isso você estava lendo, Cláusia, e eu fiquei pensando, vocês me desculpem, pessoal, que eu tô gripada que Mas vamos bem. Eh, você estava lendo e eu fiquei pensando assim, como como nós precisamos ter firme, né, falarmos muito disso, dessa necessidade do perdão, da aceitação do outro, né, com as suas características, porque observemos nós, isso precisa estar muito forte em nós naquele sentido da fé que falei, né? Porque a gente observa eh países, líderes de países tendo atitudes que são opostas a esse ensinamento de Jesus reforçado aí, né, clarificado com a doutrina espírita de de considerar um povo melhor que o outro, de considerar que determinadas pessoas não podem ter acesso a isso ou aquilo, de determinar que que pode se segregar
é, clarificado com a doutrina espírita de de considerar um povo melhor que o outro, de considerar que determinadas pessoas não podem ter acesso a isso ou aquilo, de determinar que que pode se segregar dessa ou daquela forma, por exemplo, por determinados processos, você isolar um determinado povo sem acesso a alimentos. E nós ainda temos isso acontecendo. Então, assim, é preciso que a gente lembre-se sempre dos ensinos de Jesus, que a gente tenha o o os ensinos de Jesus na no parâmetro, você vai lembrar a pergunta. Eu não me lembro dos números das perguntas, mas de que Jesus é o modelo e o nosso guia. Isso precisa estar muito sólido em nós, porque senão nós começamos a ver essas situações e começamos desacreditar, considerar que as coisas estão sem controle, não é assim? As notícias difíceis na televisão e nós começamos a pensar que não tem jeito. E não é dessa forma. Se nós estamos vivenciando esses momentos, a gente vai lembrar do do grande momento transição que estamos vivendo. E essa transição implica, eu eu ouvi alguém, um expositor dizendo isso, imagina reformar uma casa com você dentro, né? Assim, é algo de você imaginar em termos assim, você queria que tivesse tudo organizado e aparece aquele aquela coisa ali que não tá certa de você. queria que tivesse caridade. Vem um com ódio, com egoísmo, com rancor. Mas você tem que continuar firme nessa noção, nessa certeza de que o que Jesus ensinou continua tão firme como antes, né? Para que você continue sendo paz, que você continue realizando a caridade que te é possível, porque é a partir de cada um de nós que isso vai acontecer de forma global, né? Essa é a nossa tarefa. Exato. Essa é a nossa tarefa. Aprender essa prática da caridade que é o desinteresse total. Eh, olha, eu estava pensando aqui nessa questão de trabalho, de preparação, de já de pessoas preparadas para o trabalho e às vezes a gente ainda se julga melhor preparado do que o outro e pior, a gente não dá oportunidade para que o outro possa trabalhar juntamente
reparação, de já de pessoas preparadas para o trabalho e às vezes a gente ainda se julga melhor preparado do que o outro e pior, a gente não dá oportunidade para que o outro possa trabalhar juntamente conosco. lembro do nosso projeto integrado com a juventude desde 2019, trazendo o jovem que tem um perfil para o trabalho, aquele perfil, aquele perfil aqui ele tenha interesse já de ajudar as outras pessoas, que ele já saiba ouvir, né, que ele tenha aí um conhecimento da doutrina espírita. E nós encontramos muitos jovens já preparados para o trabalho. Eles não vão realizar a tarefa como nós já realizamos, porque a gente já tem uma experiência, não estou dizendo de questão de ser melhor para o trabalho, mas a visão que a gente já adquiriu até essa caminhada, até esse momento atual que estamos. E quando a gente foi jovem, era no contexto social totalmente diferente, né? Mas a gente se atentar a esses jovens que já vê com o preparo, com essa tarefa delineada justamente para a prática da caridade, né? Essa difusão do espiritismo, né? com o espírito aí já com compromisso, com responsabilidade e às vezes a gente impede que ele trabalhe. E por outro lado também nós precisamos repensar, refletir na questão da continuidade do trabalho, porque nós também vamos responder pelo retardamento dessa obra. Falei a palavra certa. É assim mesmo aqui, né? O próprio espírito de verdade fala disso. E quem quem quem quem atrasar, né, que quem agir de forma a atrapalhar a tarefa, vai arcar com as consequências disso. E eu aproveito esse comentário seu. E o jovem, né, precisa ter esse espaço, né, como a Gláuscia disse, não é soltar, vamos dizer assim, né, agora são eles, mas é dar esse apoio, né, dar essa assessoria. confiar na possibilidade. Nós temos que lembrar, gente, se o espírita não der essa oportunidade, nós já precisamos repensar tudo. Porque que que é o jovem, né? Ele não é um espírito caminhante, reencarnante. Quem garante que esse jovem não tem uma bagagem muito maior do que a nossa que começamos, né, nessa
cisamos repensar tudo. Porque que que é o jovem, né? Ele não é um espírito caminhante, reencarnante. Quem garante que esse jovem não tem uma bagagem muito maior do que a nossa que começamos, né, nessa existência um pouquinho antes, vamos assim dizer? E se nós não oferecemos a oportunidade, não ajudamos no treinamento, na preparação, nós vamos às vezes pô pô perder tarefas que estão aí delineadas, como a Gláuscia disse, né, para esse momento, para um melhor momento pro nosso planeta. E eu vou incluir ainda que nós precisamos ter esse olhar em relação a quem chega à casa espírita, ao centro espírita, porque às vezes nós consideramos que nós estamos realizando uma determinada tarefa e se chega alguém e quer realizar aquela tarefa, por exemplo, um dia a gente não foi, um dia a gente chegou mais tarde e não tá fazendo aquela tarefa. Aí a gente chega, tem alguém no lugar e a gente fica chateado com aquela pessoa, faz uma cara assim como se como que usou, né? E cuidar daquela tarefa no meu lugar é a minha tarefa. Olha, no minuto seguinte a gente não sabe se vai estar aqui. Os coordenadores precisam estar muito atentos a essa situação, porque nós precisamos que a tarefa continue, não é assim? Nós não somos imprescindíveis. Então, nós precisamos fazer o quê? é dar esse apoio que a Glácia tá dizendo pro jovem, para quem chega, né, para que a gente tenha pessoas acolhimento. Isso mesmo, né? para que a pessoa se sinta bem, se sinta motivada a aprender, a querer realizar as tarefas, né, que se dispõe a a a iniciar e não o contrário, não. Quem cuida daquilo ali é o fulano, ninguém pode nem chegar perto. A pessoa desanima-se, né, o jovem, então, né, Gláuscia, quantas vezes a gente não vê o jovem dizer assim, não, eu não tenho isso. a gente vê isso os nossos nossos momento de formação, não, a gente não tem espaço, né? Não tem espaço. A pessoa não deixa que a gente realize, os coordenadores não deixam. Os funcionais do centro espírita desconhecimento, o cronograma do centro espírita.
não, a gente não tem espaço, né? Não tem espaço. A pessoa não deixa que a gente realize, os coordenadores não deixam. Os funcionais do centro espírita desconhecimento, o cronograma do centro espírita. Exatamente. Nós estamos falando de algo que a gente realiza. Nós não poderíamos dizer nada a respeito se a gente não convivesse comemade, se a gente não estudasse junto, orientando, né, apresentando o documento de orientação para o atendimento espiritual no centro espírita, uma organização aí da FEB. Eh, nós não orientaríamos esse essa integração se a gente não realmente acreditasse nessa proposta, porque viajando nas regionais que nós realizamos pelo estado de Goiás, nós tivemos oportunidade já de ouvir, ó, o Centro Espírita fechou a porta porque não tem trabalhador, não tem quem faça as atividades, não tem estudo. Isso é muito triste. É, é como a gente atestar uma incompetência, não é mesmo? Então é o quê? Vamos refletir. Falta de acolhimento, é falta de dar oportunidade, de dar continuidade e realizar as atividades juntos. Sim, isso. Eu costumo dizer assim, pra gente pensar bem que a gente vai voltar, a gente vai desencarnar e vai voltar. E será que a gente quer voltar pro centro e encontrar ele melhor ou do jeito que a gente deixou, né? Então assim, eu acho que depende de nós, né? Se a gente estiver preparando, auxiliando para que aqueles que cheguem, os jovens se envolvam, queiram levar avante a tarefa, provavelmente nós vamos ter um espaço acolhedor daí há um tempo, quando nós aqui estivermos outra vez, né? Olha, Am, eu posso te dizer, eu não gosto muito de falar aqui a respeito, né, de questões pessoais, mas eu posso te afirmar que isso já aconteceu comigo. Eu comecei a evangelizar com 14 anos. Então, as evangelizadoras me acolheram. Eu ia para o centro, ficava o sábado, a tarde todo estudando, estudando com todas, planejando as aulas de evangelização. domingo de manhã dentro da sala, primeiro eu fui auxiliar de evangelizar da evangelizadora e depois como a gente sabe que sempre
o estudando, estudando com todas, planejando as aulas de evangelização. domingo de manhã dentro da sala, primeiro eu fui auxiliar de evangelizar da evangelizadora e depois como a gente sabe que sempre falta trabalhadores escrita, eu tive que assumir uma turma e eu sou muito grata a todas elas que me acolheram muito bem, e graças a elas, talvez por isso que eu estou aqui hoje, tendo esta oportunidade. Então nós precisamos ter esse olhar, né? Confiar no né? Eu preciso dar boa noite também aqui. Leia tá sempre conosco. Olha lá de Salvador da Bahia. Querido Edivaldo. Boa noite, paz e bem para todos. O João Batista fala: "Olha, nosso mestre Jesus diz que o trabalhador, quando o trabalhador está pronto, trabalho aparece. Sim, ele está disposto, com boa vontade, ele se apresenta, ele também continua, ó. Nunca é excesso de amor. É isso, amor. Mas se área do bem, Chico, Chico Xavier, se não for isso mesmo, João, corrige aí, por favor. E a Ilva também dando o seu boa noite de paz aqui para todos nós. Que lindo, Neila, maravilhoso. Muito bom que a gente nem viu o tempo passar. Olha só. Pois é. Eu já deixo com você para para suas considerações finais, porque nós já estamos no momento. Não, eu agradeço, né, novamente pela oportunidade. É sempre muito bom podermos falar do evangelho de Jesus clarificado à luz da doutrina espírita. Deixo aqui para todos, né, o convite para que continuem acompanhando e divulguem com as demais pessoas conhecidas, né, para que acompanhem, porque é o momento do evangelho no lar. Às vezes a pessoa não conhece, não tem condições de fazer, mora só. É uma oportunidade de, né, juntarmos as nossas vibrações pensando em Jesus. Não percamos essa oportunidade. Muito obrigada a todos. Muita paz. Eh, nós que te agradecemos, Neil. O o sentimento aqui é de real gratidão pelas reflexões, por trazer assim, eu gosto muito do Evangelho no lar porque nós trazemos o conteúdo doutrinário, mas de uma forma acessível, carinhosa, amorosa, né? E o evangelho é isso, porque nosso a
las reflexões, por trazer assim, eu gosto muito do Evangelho no lar porque nós trazemos o conteúdo doutrinário, mas de uma forma acessível, carinhosa, amorosa, né? E o evangelho é isso, porque nosso a nossa grande tarefa é de acolher, de consolar, de amparar e orientar a todos. E nós aprendemos muito. Muitíssimo obrigada. Obrigada a todos que estiveram aqui conosco, que acessarão também o nosso evangelho no lar posteriormente. Já deixamos o nosso convite para estarmos juntos novamente na próxima quarta-feira. E agradecendo o Vinícius também, que hoje ele está nos bastidores, porque ele também está muito resfriado. Muito obrigada, Vinícius, por fazer a nossa transmissão. E o momento aqui é de gratidão. Beijo no coração de cada um. Até a nossa próxima semana. E eu peço Vinícius para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de Evangelho no lar. Fiquem com Deus. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus. a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. เฮ