Evangelho no Lar - #166
Evangelho no Lar - #166 Programado para o dia 4 de junho de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 20, item 3, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Boa noite. Meu nome é Gláus e estou na coordenação da área do atendimento espiritual da FED. Retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Agradecemos a sua presença. Bom, este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos o nosso carinho e a nossa gratidão a todos. Agora eu gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. Boa noite, Glácia. Boa noite a todos, irmãos e irmãs. Prazer estar aqui novamente. E a Jaqueline, que é dirigente do Centro Espírita Cristo Redentor de Taberaí e é também a coordenadora da quarta região. Boa noite, Jaqueline, seja muito bem-vinda novamente. Gratidão por ter aceito ao nosso convite desta noite de Evangelho. É sempre uma alegria poder contribuir, né, nesse trabalho de propagação do Evangelho de Jesus. E boa noite, Gláus. Boa noite, Vinícius e todos que puderam estão podendo ouvir nesse momento ou verão depois. Obrigada, querida. Bom, nós vamos dar boa noite. A Maria Lúcia já está conosco. Boa noite, diz boa noite. Gratidão. O Milton Melo deixando o seu boa noite. A Renata Cunha também seu boa noite a todos. O Elpídio Quirino, boa noite a todos. Luz e paz e aqui de Goiânia. E a Janete Santos também. Boa noite, saúde e paz para todos de Salvador, Bahia. A nossa gratidão a todos esses amigos que estão aqui conosco nessa noite maravilhosa de Evangelho no Lar. Bom, e para iniciarmos o nosso evangelho no ar, o Vinícius fará a leitura de uma mensagem do capítulo 166 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Ângelo. E em seguida ele fará a nossa prece
Vinícius fará a leitura de uma mensagem do capítulo 166 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Joana de Ângelo. E em seguida ele fará a nossa prece inicial. Então, na obra Vida Feliz de Joana de Angeles, de Divaldo Franco, no capítulo 166. A tua importância está na razão direta do que faças a benefício próprio. Contigo ou sem ti, a vida prossegue. O mundo continuará a sua marcha. Não te creias, detentor de recursos excepcionais, sem cuja presença os seres de pereceriam e a humanidade sofreria decadência. Tuas conquistas e perdas fazem a contabilidade dos teus valores reais. Ser simples e torna-te humilde qual lâmpada diante do sol e este em confronto com uma galáxia. Queridos irmãos e irmãs, vamos elevar nosso pensamento ao nosso Deus Pai, ao nosso mestre amado Jesus, a espiritualidade maior que nos guia, nos protege. Amigo Jesus, neste momento, Senhor, nós te pedimos as suas bênçãos, a sua proteção, ao estudo que nós iremos realizar. Certos e agradecido dos de que essas reflexões irão nos auxiliar a aprender mais e mais sobre os valores da alma que o Senhor nos ensina no Evangelho. Que possamos assim, Senhor, aprender contigo, para que possamos crescer espiritualmente, para que possamos, Senhor, superar nossas dificuldades à luz do evangelho. E assim te pedimos sua bção, sua proteção a toda a nossa humanidade, a todos os nossos irmãos. Que assim seja. Bom, nós estamos no capítulo 20 do Evangelho do Segundo Espirismo, trabalhadores da última hora, lembrando que é da editora da FEB, tradução do Guilon e hoje a a Jaqueline fará para nós a explanação, trará as suas reflexões do item três. Então é com você, Jaqueline. Fique à vontade. Muito obrigada. Eh, e eu quero começar nessa noite com os amados ouvintes, né, que estarão aí conosco durante ao vivo nesse momento e posteriormente eh indo lá no final desse item três, né, buscando lá na sua autoria, porque esse texto ele é de Henry Hein e ele foi escrito em 1863. E para o conhecimento, para o nosso
nesse momento e posteriormente eh indo lá no final desse item três, né, buscando lá na sua autoria, porque esse texto ele é de Henry Hein e ele foi escrito em 1863. E para o conhecimento, para o nosso conhecimento, para que a gente possa refletir um pouquinho sobre esse item que está nessa maravilhosa passagem, né, do Evangelho de Mateus, que é os trabalhadores da última hora, nós vamos eh conhecer um pouquinho, né, do desse autor, desse texto, né, da sua última encarnação antes, né, do seu desencarne para que ele pudesse contribuir nessa obra magnífica do Evangelho segundo o Espiritismo, nessa pleiade de dessa seleta, né, eh, de espíritos que puderam estar contribuindo com essa obra, né? Então, Henri, ele é alemão, ele foi alemão na sua última encarnação. Ele nascido, né, na última encarnação em 1797. durante essa encarnação, ele eh foi escritor e jornalista depois de ter tentado passado por algumas atividades, né, impostas pela família. E ele descobre na literatura, na arte com as palavras, né, uma razão, né, da da sua existência e ele passa a fazer disso a sua atividade, né, e ele eh nasceu na na Alemanha e ele vai paraa França e começa a ser na França um, vamos dizer, um intermediário, né, da dos acontecimentos franceses para o mundo alemão. E isso deu a ele, na sua escrita, algumas características que são estudadas até hoje, né, nas escolas literárias, quando a gente vai, né, estudar sobre a literatura estrangeira, a gente vê, né, algumas obras dele. Por que que eu estou trazendo isso, né? Porque é importante a gente ter esse olhar, né, para essa escrita, nós conseguirmos perceber que na última encarnação ele consegue eh, vamos dizer, exercer uma função na sua vida material ao qual dá ele condições, né? Porque ele ele faleceu em 1000, deixa eu olhar aqui, em 1856. E em 1863 ele já estava, né, numa condição de poder contribuir, né, com o espiritismo. Então a gente vai observar que nesse meio, né, dessa última encarnação e o que esse item traz para nós, né, de
6. E em 1863 ele já estava, né, numa condição de poder contribuir, né, com o espiritismo. Então a gente vai observar que nesse meio, né, dessa última encarnação e o que esse item traz para nós, né, de elucidação desse das instruções dos espíritos sobre essa passagem, tem muita relação com a história de vida dele e essa conquista, né, que num num curto espaço de tempo ele consegue, né, uma, vamos dizer, uma ascensão espiritual. é muito interessante. Eh, alguns dos escritos de Henry Rein se tornaram música. Ele escreveu, além de ser jornalista e escrever, né, contando eh eh as coisas, né, de da do dos acontecidos ali, né, daquela efervescência daquele período francês paraa Alemanha, ele também escreveu, né, eh, obras literárias e poemas. E a mais na frente um pouquinho nós vamos, né? Eu trouxe um poema pra gente poder meditar um pouquinho sobre isso. E aí ele eh foi um poeta, né, um escritor que exerceu grande influência no século XIX na Alemanha e marcou, né, o mundo todo, que até hoje ainda é é estudado dentro dessa perspectiva da literatura. Bom, pensando então que nessa última encarnação, ao seu desencarne, né, com uma paralisia e já estava totalmente sem poderes aquisitivos, então ele já estava, né, vivendo essa, vamos dizer, essa derrocada, né, que diferentemente dos seus tempos iniciais na sua juventude, em que a família com toda a preocupação de que ele tivesse estudado, manda ele para várias cidades da Alemanha para que ele estudasse relações comerciais. Não deu certo. Manda ele para outro lugar estudar direito, ele também não quis. E ele vai se encontrar na França, né, quando ele foi pr, aliás, em em Paris, né, quando ele vai para Paris, ele vai encontrar em 1831, então com essa possibilidade escrita. Então, a gente vai ver ali um uma continuidade e ele vai dizer sobre isso nessa nesse item três. E ele começa o item três reportando sobre a simplicidade das palavras de Jesus, né? quando ele reporta nessa parábola que foi dita, que foi, né, falada por Jesus
izer sobre isso nessa nesse item três. E ele começa o item três reportando sobre a simplicidade das palavras de Jesus, né? quando ele reporta nessa parábola que foi dita, que foi, né, falada por Jesus numa linguagem figurada, representando ali, né, um senhor que tinha um trabalho, que contrata os trabalhadores, né, faz um contrato de trabalho com um grupo de trabalhadores, eh, chega ao final do dia, né, ele encontra alguns trabalhadores que não haviam até aquele momento encontrado trabalho. Ele contrata esses trabalhos e o problema tá, né, segundo a parábola, né, de Jesus, na hora do pagamento, porque aqueles que chegaram primeiro reclama porque acharam que trabalharam mais, né? E então esse dono dessa vinha, né, ele fala: "Não, eu fui lá e te contratei e eu estou te pagando pelo que eu te contratei". E aqueles que chegaram agora, eles eh eu os acho digno pelo o trabalho que eles fizeram de receberem a mesma coisa, né? E não é a a a maldade está nos seus olhos e não na minha atitude, né? E com essa parábola, eh, reina, então, na interpretação, agora já no mundo espiritual, ele contribui nessa obra do Evangelho abordando sobre a linguagem que Jesus utiliza, né? E aí ele vai lá, olha, os obreiros que chegaram na primeira hora são os profetas. Todos nós já sabemos disso, né? Moisés e todos aqueles que iniciaram as etapas do progresso. Então aqui nesse nesse item, esse autor, né, já desencarnado e agora como espírito, ele vai elucidando para nós numa visão muito interessante que eu gostaria que a gente tivesse, né, de e trouxe hoje pra gente estar compartilhando, né? Então ele coloca que os primeiros, né, trabalhadores, aqueles que chegaram, foram são representados por todos aqueles que antecederam o período de Jesus, né? e aqueles que também vieram depois, porque ele diz: "Olha, são os profetas, Moisés, os iniciadores, os apóstolos, os mártires, os pais da igreja, os sábios, os filósofos e, finalmente os espíritos". Então aqui ele traz toda uma hierarquia, vamos dizer assim, né, de de
ofetas, Moisés, os iniciadores, os apóstolos, os mártires, os pais da igreja, os sábios, os filósofos e, finalmente os espíritos". Então aqui ele traz toda uma hierarquia, vamos dizer assim, né, de de antecessores. E ele utiliza esse esse termo, né? Eh, e chegando a nós espíritas, né? E chegando agora em 2025, né? E aí eu trouxe uma pergunta pra gente meditar. Você já parou para pensar que Deus, né, na sua infinita bondade, na representatividade, né, de Jesus e de todas as fledes de bons espíritos que ele dispõe a nos ajudar, que eles não querem herdeiros, eles desejam sucessores. Você já parou para pensar nisso? Vamos ver o que que esta mensagem vai nos ajudar para vivenciarmos a essa resposta que precisa nascer em cada um de nós, né? Veja bem, o bem não quer só um herdeiro e vamos pensar por ele quer um sucessor. Que características o herdeiro tem? E que características o sucessor tem? O texto vai nos trazer essa resposta. Mais adiante, Reine diz assim: "Olha, estes por últimos vieram, foram anunciados e preditos desde a aurora do advento do Messias, de Jesus, e receberão a mesma recompensa." Ele diz que digo, não é a mesma recompensa, é uma recompensa maior. Por quê? Últimos chegados, eles aproveitam dos labores intelectuais dos seus predecessores, porque o homem tem de herdar do homem e porque coletivos são os trabalhos humanos. Deus abençoa a solidariedade. Quando nós pensamos na figura do herdeiro, herdeiro é aquele que encontra tudo pronto e ele vai usufruir podendo até mesmo, como a gente sabe de muitas histórias, aniquilar com tudo aquilo que ele recebeu. Não há um compromisso do herdeiro na continuidade, nem na permanência. Agora o sucessor não, ele precisa aproveitar tudo aquilo que ele recebe e dar continuidade. Olha a missão dos últimos trabalhadores. Vejam como eh se torna importante, né, estarmos e sermos de fato, né, e e e nos posicionarmos como os últimos trabalhadores, porque tudo aquilo que foi feito de início, as ideias iniciais, né, nós não precisamos voltar lá em
mportante, né, estarmos e sermos de fato, né, e e e nos posicionarmos como os últimos trabalhadores, porque tudo aquilo que foi feito de início, as ideias iniciais, né, nós não precisamos voltar lá em Aristóteles, em Platão, né, nem precisamos eh eh voltar à severidade de Moisés para nós compreendermos, porque tudo isso já chegou até nós. Agora, o que nós vamos fazer com esses conhecimentos? E aí esse texto do item três, ele vai trazer isso com muita com muita nobreza aqui no segundo parágrafo, quando ele diz: "Olha, o belo dogma da reencarnação eterniza e precisa afiliação espiritual. chamando a prestar contas do seu mandato terreno, o espírito se apercebe da continuidade da tarefa interrompida, mas sempre retomada. Olha que importante, né? Que que que é eh a gente entender o que significa, né? além de sermos, né, os sucessores, fazermos parte desse grupo. E não é uma seleção, não é uma seleção arbitrária, não há um quantitativo, mas é para todo aquele que ao assumir a palavra, ao assumir o evangelho de Jesus, entendê-lo como um princípio da solidariedade, da fraternidade, né, e do amor em primeiro lugar, com tudo, com tudo que está à nossa volta, não só com as pessoas, né, amando não somente aqueles que nos amam, mas também aqueles que se dizem, né, inimigos, mesmo aqueles que não nos compreendem, mas realmente nós termos, né, um olhar um eh de pacífico, né, estabelecermos essa paz que Jesus coloca. Mas voltando aqui ao texto, então ele traz, olha, chamados então com essa reencarnação, que é o grande diferencial, né, do espiritismo, ele vem demarcar essa diferença, né, porque nós cremos na continuidade na vida da vida e além dessa continuidade ainda existe aquela nova chance, que é aquela oportunidade de que nós estávamos às vezes vezes na ociosidade, como aquele aquele grupo de trabalhadores, né, que não encontraram trabalho e foram chamados pro campo naquele momento. Então, é o nosso chamado. E esse chamado ele vem de que forma? através da possibilidade de renascermos, né, e ali podermos
né, que não encontraram trabalho e foram chamados pro campo naquele momento. Então, é o nosso chamado. E esse chamado ele vem de que forma? através da possibilidade de renascermos, né, e ali podermos construir, né, e podermos trabalhar, né, mas nós não vamos trabalhar num campo vazio. Olha o que ele diz, né? O espírito se apercebe da continuidade da tarefa interrompida, mas sempre retomada. Ele vê, sente que apanhou de passagem o pensamento dos que o precederam. E aí é muito importante aqui além da questão, né, eh, que tá ali, que tá explícito, né, na na mensagem da parábola que é a questão da da revolta daqueles trabalhadores, né, daquele cunho material que é dada a esta parábola. Nós precisamos entender essa relação dos primeiros com os últimos que Reine vai trazer aqui para nós nesse momento, quando ele diz: "Olha, entra de novo na lista amadurecido pela experiência para avançar mais". Então está aqui o significado de nós sermos sucessores e não apenas herdeiros, né? E aí, o fato de nós sermos, além de sermos esses trabalhadores da última hora, nós temos uma responsabilidade enorme, porque enquanto alguns trabalhavam, por nes motivos, nós estávamos ainda ociosos, alguns por vontade própria, outros por ainda ter dentro de si alguns sentimento, né? Mas esse momento chegou, o trabalho chegou e eu agora reconhecendo esse dever sucessório, né, nessa construção, nessa ordenação de, como eu vou dizer, eh, nessa nessa organização que não é só pro outro, não é só para o meio, mas principalmente para mim, né? Eu preciso avançar mais. E olha como ele termina. E todos trabalhadores da primeira e da última hora, com os olhos bem abertos sobre a profunda justiça de Deus, não mais murmuram, adoram, né? Então aqui é como se fosse a outra parte, né? aquele pedaço ali, olha como ele trabalha com as palavras, né, para nos ajudar hoje a compreensão que não é só o aspecto material, que não é só o aspecto da oportunidade, mas da responsabilidade. Não precisamos mais começar. Algo já foi iniciado e agora
vras, né, para nos ajudar hoje a compreensão que não é só o aspecto material, que não é só o aspecto da oportunidade, mas da responsabilidade. Não precisamos mais começar. Algo já foi iniciado e agora nós estamos preparados para a continuidade como os verdadeiros sucessores, né, ou retomadores, né, porque se nós estamos retomando algo que a gente também pode ter deixado em algum momento, né, então quer dizer que aquele lugar também ainda é nosso, né? E aí lá na última parte, né, quando ele fala, tá um dos verdadeiros sentidos desta palavra, dessa parábola, que encerra como todas as de Jesus, que as de que Jesus se utilizou, falando ao povo, o germen do futuro, e também sob, sobre todas as imagens, a revelação da magnífica unidade que harmoniza todas as coisas do universo, da solidariedade ade que liga todos os seres presentes a eh que liga os seres presentes ao passado e ao futuro. Então nós precisamos ver nesta parábola, além daquilo que está explícito, essa relação, né, da que que é preciso ser feita entre os trabalhadores da primeira hora que estavam lá preparando, semarando essa terra com aqueles que chegam no último momento e que retomam e que tomam a partir daquilo que já foi feito e dão continuidade à obra e o fizeram. eram de tal forma que foram também merecedores daquele denário que fora combinado no começo da tarefa. Então é muito importante, né, que a gente pense e reflita sobre isso, né? Vou reforçar para nós realmente assim pensarmos, né? Já paramos para pensar se estamos sendo herdeiros ou se estamos sendo sucessores. Estamos nos preparando para a continuidade deste trabalho. E aí, para que a gente possa sentir um pouquinho, né, eu trouxe aqui o texto, que um texto que eu achei assim muito interessante e foi uma intuição, né, pr pra gente para est compartilhando com a gente um trecho do poema Os tecelões, eh, que alguns, né, na Alemanha de chama apenas tecelões e para nós ele foi importado como os tecelões da Silésia. Vou ler só um pequeno trecho, tá? Vou abrir aqui, Vinícius,
cho do poema Os tecelões, eh, que alguns, né, na Alemanha de chama apenas tecelões e para nós ele foi importado como os tecelões da Silésia. Vou ler só um pequeno trecho, tá? Vou abrir aqui, Vinícius, para eu fazer a leitura, tá tudo tranquilo por aí, né? Então, olha só esse trecho do texto que Henry ele escreve num determinado momento da Alemanha em que havia uma grande eh eh vamos eh colocar como uma palavra de desvalorização do trabalho tecelão. Mas olha nas entrelinhas desse poema, o que o a mensagem que está aqui colocada quando ele diz assim, né, ele no ele é um poema pequeno de quatro, cinco estrofes, mas eu vou ler apenas essas duas que vão nos dar uma para que nós possamos sentir um pouquinho, né, desse espírito que trouxe essa belíssima passagem para nós. Esse poema diz assim: "Olha, maldição ao Deus falso, ao qual rezamos, enquanto o frio e a fome aguentamos, em vão confiamos e esperamos, tem fraldado, mentido e enganado. Descemos, tecemos. Maldição ao rei, o rei dos ricos, o monstro que traga os peixes pequenos, que nos oprime e explore tonça, e como os cães nos fuzila, tecemos, tecemos. Então, para que a gente possa pensar um pouquinho, né, sobre esse sentimento de solidariedade que o evangelho nos traz sobre esse amor de Jesus, sobre essa forma de vermos a religião, como Deus é colocado, né, eh que às vezes eh as pessoas elas elas vão, né, ao encontro desse Deus. que é estático, né, ou muitas vezes dessa ideia de Deus persona, né, como um pai, né, que castiga ou que coloca o filho de castigo, né, ou que eh que precisa corrigir, né, e nós precisamos sim ser corrigidos, mas com amor, né, com o amor de Deus e termos a a ciência e a consciência de que não queremos, né, usurpar daquilo que que essa espiritualidade nos deixa, né? Que esse que esse Deus maravilhoso que a nossa consciência não consegue exprimir nem expressar da tamanha grandiosidade que ele tem, né? Eh, e que a gente precisa ver esse Deus, né? A gente precisa sim ver esse Deus numa pessoa, mas
so que a nossa consciência não consegue exprimir nem expressar da tamanha grandiosidade que ele tem, né? Eh, e que a gente precisa ver esse Deus, né? A gente precisa sim ver esse Deus numa pessoa, mas precisamos dissipar, né, da daquilo que a gente considera, daquilo que a gente vê, daquilo que é ritual, daquilo que é materialização para espiritualização, porque somente assim a gente consegue atender esse, vamos dizer, essa esse essa esse esse papel, né, essa essa função aí, né, de verdadeiros sucessores e não apenas herdeiros, né? Claro que também não tenho nada contra e e ao fazer essa analogia, né, que me vê e pensar sobre isso, é um é um é realmente assim lançar, né, sobre nós essa reflexão tão necessária nos dias de hoje, em que a gente vê pessoas se apropriando ou se desapropriando das coisas e das pessoas com muita facilidade. E a doutrina espírita, ela vem nos chamar a essa responsabilidade, né? uma responsabilidade com o espaço onde a gente tá, com as pessoas, com essa possibilidade que nos foi dada nesta última hora, né, que se eterniza, né, se não for aqui, será em outros lugares, mas que a gente possa eh se apropriar disso, né, refletir sobre isso e percebermos que às vezes naquele costume que a gente tem, naquela coisa arraigada, naquele pensamento, tão costumeiro, né? Quantas injustiças às vezes nós mesmos cometemos e fizemos parte, né? E eu fiquei assim muito feliz por ter lido a história de Henry e trazer para vocês hoje e perceber que pouco tempo depois, né, da sua desencarnação, ele se consegue se desvencilhar de toda aquela angústia. E e aí fala lá na biografia, né, que ele era um eh muito eh inquieto, uma alma inquieta, né? E a gente vê ele contribuindo com esse belíssimo texto que vai trazendo pra gente esse olhar, né? Esse olhar pro hoje, pro agora, mas também fazendo a ligação lá do que a gente tem lá no passado, pensando no amanhã, né? Nós temos uma amanhã para ser construído, né? Então que a gente possa viver, né, esse evangelho, trazendo ele assim bem bem pertinho da
ção lá do que a gente tem lá no passado, pensando no amanhã, né? Nós temos uma amanhã para ser construído, né? Então que a gente possa viver, né, esse evangelho, trazendo ele assim bem bem pertinho da gente, né? Então tem alguma contribuição aí, Cláusia, que a gente possa conversar, alguma pergunta, né? Estamos quer pelas reflexões. Eu acho que a pergunta ela é pertinente, ela é importante. Eh, eu queria lembrar assim logo do início que ele fala das etapas do progresso, quando ele traz os eh os profetas, Moisés, os iniciados, depois apóstolos, mártires, os pais da igreja, dos sábios, dos filósofos e, finalmente, pelos espíritos. Uhum. Nós percebemos que tem um planejamento muito cuidadoso e amoroso nessa questão do progresso. E eu queria que você falasse a respeito disso até chegar em nós trabalhadores, que a gente tem que ir, ter uma postura, né? Uhum. Sim. E desse processo de chegar até nós trabalhadores espíritas, né? o que se espera, porque você enfatizou e colocou uma questão importante. Nós somos herdeiros somos terceiros, né? E dessa linha do tempo aí, onde é que nós estamos? Isso é o nosso papel. Então, né? Eh, pensando nessa, em toda essa, eh, vamos colocar essa sucessão, né? porque nós nós temos aí, tivemos aí, né? Eh, e historicamente a gente vai percebendo que a humanidade ela vem eh e a gente tem a impressão de que nesses últimos tempos o progresso, eh, vamos colocar assim, ele ele nos arrebata assustadoramente para para nós que vivemos, talvez a geração do Vinícius, nem tantos que estão aí nos ouvindo são mais jovens, né? já não pensam numa numa no viver uma vida sem a tecnologia que nós temos hoje acesso, não é? Mas a gente vai, quando a gente pega a história da humanidade e a gente vai percebendo, né, todo o caminhar dentro desse planeta, nós vamos ver esse progresso, né? Então, a gente tem ali o pensamento, né, sendo eh foi que foram que foi trazido pra gente, eh vamos colocar assim em pequenas parcelas para que nada fosse atropelado, né? Mas foram momentos cruciais.
Então, a gente tem ali o pensamento, né, sendo eh foi que foram que foi trazido pra gente, eh vamos colocar assim em pequenas parcelas para que nada fosse atropelado, né? Mas foram momentos cruciais. Não precisamos hoje, né, na nossa evolução, no nosso momento, voltarmos lá atrás e fazermos como naquela época se fazia. Vou dar um exemplo. Quando Kardec ele ele inicia, ah, e aí já dentro dos espíritas, né, já numa numa progressão já assim mais, vamos dizer assim, numa efervescência, né, eh, de conhecimentos, né, porque já havia ali a as manifestações espíritas, né, espirituais, né, vamos dizer assim, dos espíritos no mundo. material, chamando a atenção, né, para aquele fenômeno, porque era através dessa compreensão desse mundo além da matéria, é que estaria encerrado, talvez o entendimento daquilo que Jesus, talvez não é o entendimento daquilo que Jesus, né, tentou falar, mas que as pessoas naquele período não tinham ainda essa compreensão. Então hoje a nossa função, né, como espírita, é realmente buscarmos não eh não caminhos novos, né? Tem muita gente aí, né, falando: "Ah, eh, tem que renovar". Não é isso, mas é é compreender aquilo que já foi dito, porque às vezes a gente lê e não entende, né? tá lá, já foi dito, já foi escrito. Você pega o evangelho, por exemplo, ele é extremamente eh eh atual para aquilo que a gente precisa hoje compreender. E muitas pessoas têm dificuldade. Então, se a gente olhar, né, na período de Jesus, aquele período, aqueles 33 anos que ele esteve encarnado, havia ali uma necessidade de ouvir, de estar próximo, de entender o que ele tava dizendo, de apropriar daquela presença, né, depois de manter essa presença acesa até os dias de hoje, né? Porque se aquelas pessoas, né, que hoje, né, somos nós mesmos, alguns de nós, né, estávamos lá às vezes daquele outro lado acusando ou mesmo às vezes atirando pedras, né, hoje a gente já tem uma compreensão maior. Então, é nos apropriarmos, né, de tudo aquilo, da essência do evangelho, né, da do daquilo que que Jesus quis nos
ando ou mesmo às vezes atirando pedras, né, hoje a gente já tem uma compreensão maior. Então, é nos apropriarmos, né, de tudo aquilo, da essência do evangelho, né, da do daquilo que que Jesus quis nos ensinar, daquilo que essa espiritualidade presente ao tempo todo na sucessão e na ascensão do homem na terra, eles vêm fazendo com que a gente eh tente entender. Então, eh, deixarmos, né, de ser aquele animalesco que a gente foi, né, enrudecido pelos sentimentos materialistas e buscarmos a nossa espiritualização, a nossa eh revolução interior, né, que garante para nós um instantes ou instantes de paz e de vivenciarmos o amor de Jesus, né, e o amor por todas as criaturas, porque tudo isso acontece pelo amor, né? Todo esse planejamento a gente olha e identifica e a gente tem que ter o maior respeito por tudo que já veio construindo, né? Uhum. Sim. por esse preparo todo e isso tudo pra gente chegar na compreensão dessa lei de amor, dessa solidariedade, dessa fraternidade. Eh, e a questão eh, Jaqueline, também que eu fico refletindo é a questão que não é mais uma construção da base. Uhum. Ele disse, né? Mas na comeeira do edifício. Exato. E aí é uma responsabilidade muito grande de forma espíritas. E interessante que essa construção, essa busca do entendimento por esta lei de amor trazida por Jesus, que eu acho que compreende essa construção de de um homem novo, né, que aí a gente pode dizer um homem, uma mulher nova. Eh, nós não fazemos isso sozinhos. Sim. Nós precisamos de vários saberes, sim, edifícios, né, construído ao longo da história em que é importante a gente reverenciar. Uhum. E a gente dar continuidade. Eh, o que eu posso fazer hoje para que quem for meu sucessor não precise retomar numa base realmente? continuidade. Verdade. E pensando nisso, nós não precisamos mais, por exemplo, eh, de termos aquela, vamos dizer assim, austeridade, né, eh, para chegarmos a a Deus, né, do tempo de Moisés, por exemplo, dos profetas, né, porque era era éramos tão a os as a o ser humano, ele era um ser
termos aquela, vamos dizer assim, austeridade, né, eh, para chegarmos a a Deus, né, do tempo de Moisés, por exemplo, dos profetas, né, porque era era éramos tão a os as a o ser humano, ele era um ser assim tão eh, vamos dizer, né, nas coisas materiais, nos sentimentos que envolviam ali egoísticamente o seu ser, que foi preciso para que eles vivessem nessa coletividade, que houvessem, né, aquele conjunto de leis em que que limita, né? Então, hoje a gente vai viver uma liberdade, mas não é uma liberdade que me permite tudo, né? Eu preciso de ter limite e esse limite é exatamente o complemento que o outro traz para mim, né? É o outro. Então, eu preciso pensar no outro, eu preciso não só naquele passado como naquele futuro, né? Sabendo que nessa existência, se eu conseguir com os meus filhos, né, chegar até 50% desse novo ser, eu vou precisar de retomar isso com eles para atingir os outros 50%, né? Seja talvez como genitor ou talvez como filha ou talvez como irmã, né? Então, porque essas relações elas vão se modificando, né? Mas a essência ela vai permanecer, a continuidade do trabalho ela ela permanece. Assim como hoje, né, nós podemos ver que que nada é por acaso. Nenhuma constituição familiar ela é por acaso. Nós estamos exatamente ali na convivência com com pessoas que é preciso a gente pensar o que eu preciso retomar com esse com essa com esse indivíduo, com esse ser que está aqui junto de mim. que eu preciso retomar, qual é o ponto, né, do ponto de onde eu parti. E a gente só consegue fazer isso com amor, né? Vivendo realmente esse esse amor, né? Pensando, né? Nesse nesse nesse novo porvir, mas realmente se posicionando com amor, com resignação, né? Para aquilo que a gente eh tenha, né? O que seja necessário pro nosso aprendizado. Lembrar sempre disso, né? Nós não há retrocesso nesse processo, né? Às vezes a gente fica estagnado como os trabalhadores lá sentadinho lá na praça, a gente não foi trabalhar porque não encontrou o trabalho, né? Mas eh a hora que ele
há retrocesso nesse processo, né? Às vezes a gente fica estagnado como os trabalhadores lá sentadinho lá na praça, a gente não foi trabalhar porque não encontrou o trabalho, né? Mas eh a hora que ele chega a gente se empenha em fazer, né? Não como aquele beneficiário pensando lá no final do trabalho, não, mas como um trabalho a ser continuado. O que eu preciso fazer hoje para que eu tenha, né? que eu vejo a obra completa, né? E esse exemplo da comeira é muito interessante. É o texto anterior, né, de Constantino que ele vai falar sobre ele, né? É nele mesmo que o É desse aqui mesmo. É. Uhum. Ah, é mesmo. A comina como era do edifício. É mesmo. É verdade. Muito interessante essa metáfora que ele trabalha aqui, né? E e nos vai nos dar exatamente essa ideia, né? da base, o que que eu preciso, que que como é que se começa? Não, a gente não começa a construir do telhado, uma casa do telhado, né? E essa base ela já foi feita pelos nossos antecessores. Então, Kardec ele vem e foi um trabalho ressaltar, Jaqueline, que o que você trouxe também, desculpa te interromper, mas eu acho que é é pertinente, foi uma base sólida. Foi uma base com certeza. Exato. Eh, muito profíqua. Agora, o meu olhar, o meu, a minha compreensão, meu entendimento, é que ele precisa melhorar. Sim. É que ele precisa ser mais rural, né? com estudo, com autoconhecimento, com forma íntima, com trabalho mesmo. E e já que eu te interrompi, eu queria ler aqui algo, só pra gente compreender melhor o que que é essa solidariedade, né? É um sentimento de união e apoio múo entre pessoas com o objetivo de se ajudar e compartilhar a vida, especialmente em momentos de dificuldade. Qual é o momento que nós estamos vivendo agora? É uma atitude de generosidade e preocupação com o próximo que vai além da empatia, pois busca ativamente atuar para aliviar o sofrimento e melhorar a vida dos outros. E aí, olha, a solidariedade envolve um laço afetivo que une as pessoas, criando uma uma sensação de pertencimento e responsabilidade mútua.
tuar para aliviar o sofrimento e melhorar a vida dos outros. E aí, olha, a solidariedade envolve um laço afetivo que une as pessoas, criando uma uma sensação de pertencimento e responsabilidade mútua. Uhum. pra gente compreender o que significa essa solidariade. Sim. E e é interessante quando você coloca essa questão do altruísmo, né? E hoje a gente, olha, olha, olha como é interessante essa questão, né? A gente vive aí no mundo da educação, sou professora, você também é. E a gente fala muito disso, né? Ser altruísta, a questão da comunicação não violenta, né? nos que a gente precisa desenvolver emocionalmente pra gente conseguir entender a dor do outro. E agora, essa semana eu tô fazendo uma pós-graduação e num numa unidade a gente tá vendo eh que há estudos hoje que estão trazendo, além de você conseguir compreender a a a dor do outro, você precisa ter compaixão. E eu acho que a compaixão é tudo isso que você colocou, que a solidariedade encerra. né? É essa responsabilidade que eu preciso ter com aquele que está ao meu redor. Não somente, né, os encarnados como os desencarnados, não somente aqueles que estão próximos de mim, porque cuidar de quem tá próximo é tranquilo, né? Mas e aquele que ainda virá, aquele que ainda vai nascer, renascer, né? E para aqueles que estão distantes, né? Então assim, é preciso que a gente tenha e desenvolva isso, né? E sem precisar da gente voltar lá atrás, né? Não é o daqui, daqui paraa frente o que a gente, né? Precisa e e entender o nosso lugar, né? Se posicionar aqui realmente frente a essa decisão, né? O que que eu quero, eh, de onde eu estou, né? E para onde eu vou? Sim, Kelin, você falando da comunicação não violenta, né, do Marchon Rosemberg, a questão de ouvir a necessidade e o sentimento dos outros e eu ouço a minha necessidade e os meus sentimentos também. Bom, nós vamos dar boa noite também a Irã Bruno, ele fala conosco de Rio de Janeiro. Paz a todos. Boa noite. Paz a todos. João Batista, boa noite. Ele é do Message da Luz. Ari Vieira também deixando seu boa
ós vamos dar boa noite também a Irã Bruno, ele fala conosco de Rio de Janeiro. Paz a todos. Boa noite. Paz a todos. João Batista, boa noite. Ele é do Message da Luz. Ari Vieira também deixando seu boa noite com as bênçãos de Deus. E o João também ele colabora e Jaqueline, o herdeiro pode dilapidar o patrimônio devido, recebê-lo fácil. O sucessor deverá prosperar e aumentar o mesmo devido à sua consciência. Aí dá boa noite. Depois também boa noite. Boa noite a todos. Fernando Rodrigues também. Muitíssimo obrigada pessoal. Chacoline, eu estou preocupada com o seu horário, porque você tem que orar no Evangelho Rede Vivo. É verdade. Hoje a gente tem a aqui, olha. Eh, ele ele deixa o seu boa noite, né, para todos nós. Certo. Grande abraço a vocês. Abraço, Carlos. Milton também. Olha, boa noite. Tenha um ótimo descanso. Muito obrigada pela presença de cada um de vocês. Muito bom. Como o João trouxe, né, o João Batista, ele traz, né, bem a a ideia do que é isso mesmo, né, isso é pensar nisso, né, a gente quer, né, não somente ser o herdeiro, mas ser o sucessor, né, e ter e fazer isso de uma forma bem irresponsável, né? Sim, sim. Eu vou passar pros inícios agora cer e aí a gente já encerra para você não chegar muito atrasada. Verdade. Senão meu meus companheiros lá vão ficar preocupados. Mas eu quero mais uma vez agradecer agradecer a você, a FEG, a FEB, por essa iniciativa. Ela é muito, muito, muito importante, né? porque é uma forma de contribuirmos eh com esse momento tão importante que é o evangelho nos lares, né? No evangelho no lar é um momento em que nós podemos eh levar a luz ao lugar onde a gente tá e compartilhar com a com aqueles que estão ao nosso redor, que são as pessoas que compartilham às vezes na mesma casa ou às vezes na no bairro, né? E e há assim ilustrações belíssimas que vão mostrando como cada um que vai fazendo o seu evangelho vai eh iluminando, né, então o o mundo e invisível, né, e trazendo paz para o mundo. Então, assim, quero deixar o agradecimento, meus elogios mesmo a esse
como cada um que vai fazendo o seu evangelho vai eh iluminando, né, então o o mundo e invisível, né, e trazendo paz para o mundo. Então, assim, quero deixar o agradecimento, meus elogios mesmo a esse trabalho, né? E sempre que eu puder tá contribuindo e, né, for eh, pertinente, conta comigo sempre, tá bom? Nós agradecemos, Jaquelin, pela oportunidade de estarmos aqui juntas, pelas reflexões da noite, sempre ponderadas, comerente. Muitíssimo obrigada, Vinícius. Eh, queria também agradecer a Jaqueline, né, um estudo muito importante que a gente fez essa noite, né, e essa questão que a Jaqueline nos trouxe sobre a gente refletir se a gente tá sendo esse herdeiro, essa pessoa que só recebe, né, aquilo que é dado ou se a gente tá buscando já ser esse sucessor, né, lembra muito a parábola dos talentos, né, que Jesus faz a gente refletir sobre a importância da gente pegar esse recurso que a gente tá recebendo, mas fazê-lo eh prosperar mais, né, fazer com que ele possa gerar mais, render mais, né? Isso é importante porque isso vai mostrar o nosso compromisso com o que a gente veio realizar aqui na terra, né? Acho muito bacana, né, essa reflexão que a Jaquelin nos trouxe essa noite. Obrigada, Vinícius. A Renata também está agradecendo pela oportunidade de estar com todos nós. Nós que agradecemos. Mais uma vez, então, a todos por estarem conosco, por esse momento que faz com que a gente aprenda um pouquinho mais, reflita um pouquinho mais, que a gente possa colocar esses ensinamentos em prática na nossa vida diária. Então, nós vamos encerrando aqui o nosso evangelho no lar, já convidando a todos para estarem conosco na próxima quarta-feira, que nós daremos continuidade no capítulo 20. Eh, fiquem com Deus, um beijo no coração e eu peço Vinício para colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para essa noite de evangelho no lar. Até a próxima quarta-feira. Muito obrigada. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera
ta especialmente para essa noite de evangelho no lar. Até a próxima quarta-feira. Muito obrigada. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor.