Evangelho no Lar - #165
Evangelho no Lar - #165 Programado para o dia 28 de maio de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 20, item 2, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Boa noite, meu nome é Cláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da Federação Espírita do Estado de Goiás. Retornamos com o nosso evangelho no lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Sejam todos bem-vindos. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos o nosso carinho e a nossa gratidão a todos os nossos parceiros. Bom, agora eu gostaria de apresentar o nosso convidado da noite, professor Ademar, que é coordenador da área de estudo do Espiritismo da FEGO. Boa noite, professora. Seja bem-vindo. Boa noite. Boa noite a todos que estão nos assistindo e que vão nos assistir posteriormente. Seja bem-vindo mais uma vez. Agradecemos pelo por ter aceito ao nosso convite. Muito obrigada. que agradeço. Nós temos nós temos já pessoas aqui conosco. Agradecemos também a Daniela, que hoje está na nossa transmissão. A Renata Cunha, ela diz: "Boa noite a todos". A Maria Lúcia Barbosa também deixando o seu boa noite. Marcones Moreira deixando o seu boa noite a todos. Paulista Pernambuco, sejam todos muito bem-vindos. Então é uma alegria para nós essa noite de quarta-feira é muito iluminada porque é a noite do evangelho no lar e nós aproximamos mais um pouquinho do nosso mestre Jesus, que ele então esteja em todos os lares, trazendo para todos nós a sua paz, a sua harmonia, nos fortalecendo sempre no caminho do bem. A Silvana também deixando o seu boa noite. Nós pedimos que deixem eh de onde estão falando também para que a gente possa ver a nossa conexão. Então, para iniciarmos o nosso evangelho, eu vou fazer a leitura do livro Vida Feliz, discografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Jonas deângeles. O capítulo é o 165. Irriga o teu organismo com pensamentos
vangelho, eu vou fazer a leitura do livro Vida Feliz, discografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, editado pelo espírito Jonas deângeles. O capítulo é o 165. Irriga o teu organismo com pensamentos saudáveis. A ação da mente sofre a emoção, o corpo e toda a aparelhagem fisiológica é incontestável. Grande número de enfermidades se deve à ociosidade mental, ao desânimo, à revolta, às ideias autodestrutivas. Canaliza o teu modo de pensar para as questões agradáveis, salutares, otimistas e viverá sob o seu reflexo, desfrutando do bem-estar que se irradiará a outros, mimetizando e produzindo paz. O professor Ademar fará a nossa prece inicial. Mestre Jesus, mestre de amor e bondade, estamos aqui, Senhor, mais uma vez para falar do seu evangelho, dos seus ensinamentos que direciona a nossa evolução rumo ao mundo espiritual, como a nossa perfeição moral, a nossa perfeição espiritual. Queremos pedir a todos os mentores espirituais que comandam esta transmissão, que orienta esse trabalho do evangelho no lar, que nos intua e nos conduza nas nossas reflexões para que possamos levar a todos que vão assistir e que estão assistindo presencialmente agora aquilo que nós precisamos para trazer ver melhores informações para o nossa evolução. Muita luz, muita paz, muita harmonia a todos nós que vamos trabalhar e que vamos assistir essa reunião de hoje. Que assim seja. Que assim seja, professora. Quero também dar boa noite pra Vânia Tramontina. Ela está conosco de Bitimba, São Paulo. Boa noite, luz e paz. O Fernando Rodriguez. Irmãos, boa noite. Que Deus abençoe nossos lares. Sejam todos muito bem-vindos. Nós agradecemos a presença de todos. Então, eu vou passar para o professor Ademar. Nós estamos no capítulo 20 do Evangelho Segundo o Espiritismo, os trabalhadores da última hora. E o professor Ademar fará suas reflexões no item dois, instruções dos espíritos. Os últimos serão os primeiros. Fique à vontade, professor. OK. Então, vamos eh fazer as nossas reflexões nesse capítulo 20, no item
r Ademar fará suas reflexões no item dois, instruções dos espíritos. Os últimos serão os primeiros. Fique à vontade, professor. OK. Então, vamos eh fazer as nossas reflexões nesse capítulo 20, no item dois, os trabalhadores da última hora, que é o título do capítulo, e o item dois. Os últimos serão os primeiros. Esse capítulo é um capítulo pequeno dentro do Evangelho Segundo o Espiritismo, mas de grandes ensinamentos, onde nós temos que prestar bastante atenção nas informações, naquilo que é dito para nós, do que Jesus está falando, dos ensinamentos que ele está trazendo e buscar no espírito da letra a mensagem que ele traz para os nossos corações. Então, é um dos menores capítulos do Evangelho, onde a partir desse capítulo, no Evangelho Segundo Espiritismo, são capítulos mais voltados para os trabalhadores espíritas. Ele sempre traz mensagens para os trabalhadores espíritos dentro do evangelho. Mas a partir desse capítulo 20, sempre as mensagens são mais contundentes. Ele sempre nos alertando para o trabalho, para as orientações, para a condução no plano espiritual. São capítulos que vão falar um pouco sobre mediunidade, de compromissos que nós temos uns para com os outros. E esse capítulo em específico é muito significativo, porque embora ele seja curtinho, ele tem grandes ensinamentos. Jesus traz nele grandes ensinamentos para que nós possamos seguir a nossa jornanda terrestre. O primeiro elemento importante, eh, faz uma apresentação dos princípios espirituais de acordo com aquilo que podemos encontrar de correlação com o evangelho. Então, ele vai relacionar muitos princípios espíritas dentro do evangelho para a tentar amarrar um pouco os ensinamentos com os princípios espíritas. Kardec faz isso de uma maneira bem peculiar para que nós possamos associar os ensinamentos de Jesus com os princípios da doutrina espírita. E ele relata uma parábola eh sobre um homem que vai buscar trabalhadores para a sua vinha. Então, a nessa parábola, eh, Jesus conta que al um trabal um operário, um trabalhador,
da doutrina espírita. E ele relata uma parábola eh sobre um homem que vai buscar trabalhadores para a sua vinha. Então, a nessa parábola, eh, Jesus conta que al um trabal um operário, um trabalhador, um operário que buscava trabalho, ficava sempre numa praça esperando que alguém viesse buscá-lo para trabalhar, para que ele pudesse ganhar o pão do dia a dia. E um empresário desses da vinha, esse que cultiva o vinho naquela época, onde empregava muitas pessoas, eh, Jesus faz essa comparação. Por quê? Porque era uma coisa que todo mundo conhecia. A, ali na Palestina, o que existia muito ali era vinho, era azeitona. Então, são coisas que o pessoal cultiva. Então Jesus sempre procurava trazer ensinamentos relacionados à cultura do povo, era mais fácil de entender. Então ele fala que esse senhor da vinha, ele ia às 6 horas da manhã numa praça procurar trabalhadores para sua vinha. Ele foi às 6, depois ele foi às 9, depois ele foi às 12, depois ele foi às 15, depois ele foi às 18 horas. Então ele vai na praça cinco vezes buscar trabalhadores em horários diferentes. Aparentemente, se nós formos olhar aqui, a gente não tira muita coisa, porque qual é o problema dele ir buscar em horário diferente? Mas Jesus quis passar uma outra mensagem para nós em relação a isso, né? Então, na primeira vez que ele vai buscar os trabalhadores às 6 horas da manhã, há um detalhe. na na Palestina nessa época a era contada a primeira hora era 6 horas que era o início do dia, a segunda hora era 9 horas, a terceira hora era 12 horas. Contava o tempo assim, então primeira hora, segunda hora, terceira hora, quarta hora, quinta hora e assim por diante. Então, o tempo era contado desse jeito naquela época. Então, a primeira vez que ele vai na praça acertar com os trabalhadores, ele acerta o salário que vai ser pago ao trabalhador. Então, quando ele recruta esses primeiros trabalhadores que estavam na praça, ele já combina, fala: "Olha, cada um de vocês vai receber um denário para trabalhar na minha vinha.
r pago ao trabalhador. Então, quando ele recruta esses primeiros trabalhadores que estavam na praça, ele já combina, fala: "Olha, cada um de vocês vai receber um denário para trabalhar na minha vinha. Vamos comigo trabalhar. Vou pagar um denário para cada um." E eles aceitaram e foram. Que que é o denário? O denário era um dinheiro que se usava naquela época, uma um fator de moeda que caracterizava um dia de trabalho de um operário. Então ele combinou: "Ó, vocês vão às 6 horas, vão comigo, eu vou pagar um denário." Se concordar e foram. Então é a única vez que ele acerta. Todas as outras vezes que ele vai buscar os trabalhadores lá na praça às 9 horas, às 12, às 15, às 18, ele não fala em preço, ele só convida para ir paraa vinha para trabalhar com ele, né? Então, nas outras vezes que ele volta na praça para buscar trabalhadores, ele não menciona o salário a ser pago, é só com vida. Denário é a moeda da época, então, né? Então, logo na primeira hora que é 6 da manhã, ele leva esses trabalhadores. Depois ele volta na terceira hora, que é 9 horas da manhã e vê mais alguns trabalhadores. Ele leva para vir, encontra mais alguns. Ele volta depois ao meio-dia e busca mais trabalhadores. E assim ele vai fazendo. faz isso até a o equivalente às 17 horas, que 18 horas terminava o dia lá na Palestina, né? Então, ah, ele observa, a gente vai observar na parábola que ele só acerta o preço na primeira hora. Os outros todos vão trabalhar, mas não é falado nenhum salário para eles, Gláus. Eles vão em confiança com o patrão que está eh contratando eles, confiando que o patrão vai pagar um salário justo. Então os primeiros não, os primeiros chegou, ela falou: "Ó, quem quer ir trabalhar comigo? Vou pagar um denário para cada um." Aí esses foram. Aí os outros não. Os outros é só perguntou: "Olha, estou tendo serviço, quem quer ir trabalhar?" E assim ele foi procurando. É evidente que aqueles primeiros, aqueles que foram mais cedo paraa praça, estavam mais ansiosos pelo trabalho e normalmente
, estou tendo serviço, quem quer ir trabalhar?" E assim ele foi procurando. É evidente que aqueles primeiros, aqueles que foram mais cedo paraa praça, estavam mais ansiosos pelo trabalho e normalmente eram trabalhadores mais fortes, mais robustos, né? Então aqueles outros que chegaram às 9 horas, às vezes tiveram algum problema, por isso não foram cedo, mas também tinha uma um certa força de trabalho. E à medida que o tempo foi passando, ele foi pegando das 12 horas, por exemplo, já eram trabalhadores que já foram às 12 porque sabia que não dava conta de trabalhar um dia todo. Então foram às 12 horas procurando que alguém os levasse para um trabalho. Os das 15 horas a mesma coisa. falou: "Ó, então vou trabalhar pelo menos um pouco, mas não tinha tanta condição, são os mais fracos e assim por diante". Não, todos os demais, ele não acerta preço, ele nem fala em preço com esses outros, ele só, as pessoas só confiam nele porque ele acha, eles confiam que ele é a pessoa justa. Ele só vai eh ele só diz que vai que eu pagarei um preço justo. Então ele vai contrata esses trabalhadores que vão para a sua vinha em horários diferentes. Então cada um vai trabalhar um tempo diferente na vinha. Aqueles que chegaram às 6 horas vão trabalhar o dia todo. Os chegar às 9 vão trabalhar 3 horas a menos que os outros. chegar meio-dia, vai trabalhar só a metade do dia e assim sucessivamente, né? Chegando ao final do dia, ele mandou fazer uma fila dos trabalhadores para fazer os pagamentos. fez-se uma fila e nessa fila ele colocou em primeiro lugar, na fila mais eh no começo da fila, os que chegaram primeiro. E foi por ordem de chegada, foi fazendo a fila por ordem de chegada dos trabalhadores, de forma que aqueles que foram contratados às 17 horas estavam no final da fila, né? Então ele fez a fila e pediu que um de seus funcionários, um de seus colaboradores fizesse o pagamento para os trabalhadores, mas que começasse do final da fila para o início e pagasse um denário para cada um. Então, aqueles que chegaram às 17
funcionários, um de seus colaboradores fizesse o pagamento para os trabalhadores, mas que começasse do final da fila para o início e pagasse um denário para cada um. Então, aqueles que chegaram às 17 horas receberam um denário, os que chegaram às 15 horas também receberam um denário, os que chegaram ao meio-dia também receberam denário. E aqueles que estavam lá no início da fila, no comecinho, ficaram observando aquilo, ficaram observando esses pagamentos e pensando lá quer vir para nós, nós vamos receber dois ou três dinários, porque ele tá pagando um para esses que chegaram depois. Então para nós vai ser muito maior. E não foi assim que aconteceu. Então à medida que ele foi pagando, todos receberam um denário. Então a a aqueles que chegaram primeiro, que chegaram às 6 horas, às 9 horas, foram reclamar com o dono da vinha. falou: "Olha, nós chegamos mais cedo, nós trabalhamos o dia inteiro, esses outros chegaram aí tarde, outros chegaram meio-dia, outros chegaram às 3 da tarde, outros trabalharam só uma hora e você pagou todo mundo igual. Nós queremos receber mais." Aí Jesus, eh, a parábola, o senhor da vinha diz para ele, ó, argumentou que eles não estavam cometendo nenhuma injustiça, porque ele tinha combinado com aqueles que das 6 horas que ia pagar um denário e pagou um denário. Então, ele não cometeu nenhuma injustiça. O que ele combinou, ele pagou, mas eles não concordaram. eles saíram argumentando, reclamando, que trabalharam mais e que mereciam receber mais do que os outros, ou seja, ficaram eh o seu salário em comparação com os outros, ficaram sempre fazendo comparação. Que que nós podemos concluir disso aí? Qual que é a mensagem que está aí nessa nessa pequena passagem da vinha aí? É que o orgulho, a vaidade, né, e a falta de sensibilidade de querer ser mais do que os outros estava prevalecendo naqueles primeiros. E o dono da vinha, mostrando que todos são iguais. para ele todos são iguais, todos trabalharam, então todos receberiam o mesmo salário, né? Então ele diz para aqueles
prevalecendo naqueles primeiros. E o dono da vinha, mostrando que todos são iguais. para ele todos são iguais, todos trabalharam, então todos receberiam o mesmo salário, né? Então ele diz para aqueles primeiros: "Olha, te paguei um denário, tá aqui o seu dinheiro, pega o que é teu e vá. Ou eu tenho o olho mau quando eu sou bom, ou seja, eu não posso ser bom, eu tenho que ser mal. É isso que vocês querem que eu faça?" O problema ali não era que ele recebia, pois estava sendo pago o que havia sido combinado. Então, o problema não era o salário, era a comparação com os outros, né? Era a indignação que eles estavam tendo, porque estavam recebendo o mesmo salário dos outros. Eles acharam que ele ia receber igual, né? Que ele ia receber mais, né? Então, a esse argumento que esses trabalhadores tiveram com o Senhor da Vinha eram argumentos de orgulho, de vaidade, de falta de irmandade, né? Ou seja, eu quero para mim, então os outros eu quero mais atrás. Ou seja, não valorizando o outro, não valorizando o irmão, não valorizando a a comunidade onde eles estavam, né? Ele queria para ele o egoísmo, o egoísmo prevalecendo sobre os outros, né? Eh, eles não aceitavam ser comparado com os outros como se eles valem mais ainda, né? Eles não aceitam receber o mesmo que os outros. Ficamos muitas vezes, às vezes nós fazemos isso. Às vezes nós praticamos esses tipo de ação, né? ficamos muitas das vezes tão fixados no que o outro tem para receber que sequer nos atentamos para o que estamos recebendo. Às vezes a gente fica muito de olho nas no que a outra pessoa tem, no que ela possui, no que ela faz e não olhando para aquilo que nós temos, para o nosso eh as nossas propriedades, né? a gente fica sempre eh querendo, olhando que a casa do vizinho é melhor do que a nossa, né? Sempre nessas comparação, né? E lá no capítulo 10, que é onde Jesus também tem uma fala sobre esse assunto, ele fala que muitas vezes a pessoa não enxerga um cisco no seu olho, né? Mas ah não enxerga uma trave no seu
mparação, né? E lá no capítulo 10, que é onde Jesus também tem uma fala sobre esse assunto, ele fala que muitas vezes a pessoa não enxerga um cisco no seu olho, né? Mas ah não enxerga uma trave no seu olho, mas enxerga um cisco no olho do vizinho. Você fica procurando coisas no vizinho, mas ele tem coisas piores ainda com ele. Ou seja, é uma passagem do capítulo 10 do Evangelho, onde Jesus fala: "Não enxergue, tem uma uma trave e o argueiro. Você tem uma trave no seu olho e fica enxergando um argueiro no olho do outro". Ou seja, você tem grandes defeitos e fica procurando pequenos defeitos nas outras pessoas, não consegue eh ver a felicidade das outras pessoas, né? Então, a é interessante essa passagem também do Evangelho lá no capítulo 10. Enxergue um cisco no olho do seu irmão, mas não vê uma trave no seu próprio olho. Ninguém vale menos do que ninguém. E ninguém vale mais do que ninguém. Todos nós valemos a mesmíssima coisa. Perante Deus nós somos todos iguais. Nós somos todos irmãos. Todos nós valemos a mesma coisa. No momento de que entendermos que somos todos iguais, esse mundo será profundamente diferente. Essa é uma questão muito debatida, né? A igualdade que nós temos como irmãos. Nós vemos tanto isso no mundo, n as pessoas querendo ser maior do que as outras, as conquistas por causa de vaidades, as conquistas por causa de poder. Um acha que tem mais poder do que o outro. Um acha que ele tem eh ele precisa ser mais privilegiado que o outro. a as desigualdades raciais que nós temos, né? E e assim vai em todos os setores da nossa vida também nas religiões. Também pessoa acha que a religião dele é melhor que a do outro. Então, todos nós temos esses entraves que dificulta a nossa evolução. Não importa se a pessoa trabalhou uma hora ou trabalhou o meioodia ou se trabalhou o dia todo. Eu acertei com você para 12 horas. Se eu quiser dar um denário para o outro que trabalhou menos, o problema é meu. Ou seja, eu não tenho obrigação de escalonar esse pagamento. Eu disse que
o dia todo. Eu acertei com você para 12 horas. Se eu quiser dar um denário para o outro que trabalhou menos, o problema é meu. Ou seja, eu não tenho obrigação de escalonar esse pagamento. Eu disse que eu pagaria um denário para você que está trabalhando. Se os outros chegaram depois eu quiser pagar um denário, ninguém tem nada com isso. O problema é meu, né? O que eu tratei com você, eu cumpri. É isso que a mensagem da parábola está dizendo para nós, né? Deixarmos o egoísmo de lado. Posso fazer isso sem nenhum problema, com a minha consciência tranquila, pois não estou sendo injusto com ninguém. O que acontece é que muitos de nós queremos ter uma leitura assim, eu acho que sou mais do que o outro, então eu tenho que receber mais. Mas na verdade nós todos somos iguais, nem maior e nem menor do que os outros. Então essa palavra nos desperta para seguinte ensinamento. Se você se acha mais do que o outro, do que os outros, refaça os seus conceitos. Então, ah, vamos repensar nos nossos conceitos de vida, como que nós estamos vivendo, quais são os valores que nós atribuímos para essa vida. Ninguém mais vale do que ninguém vale mais do que ninguém. Todos nós somos iguais. E se nós achamos que vale mais do que o outro, também refaça esse conceito, pois ninguém vale menos que ninguém. A compreensão disso se torna muito clara no sentido espiritual. Quando o espírito evolui, que chega na condição de espírito evoluído, importa para Deus se ele errou mais ou menos. O que importa para Deus é que ele chegou, que ele cumpriu a sua missão, ele evoluiu, não é? Então Deus não vai perguntar se ele demorou muito, se ele demorou pouco, se ele tropeçou, se ele refez, se ele foi obrigado a retornar, reencarnar. eh cumprir novas etapas, não. Se ele chegou a condição de espírito evoluído, ninguém fica lá olhando para ele falar: "Ah, aquele lá, ó, aquele lá demorou muito, aquele lá tropeçou tantas vezes". Não, não tem isso. Cada um eh é visto pelos seus méritos e não em relação ao outro. É visto
ica lá olhando para ele falar: "Ah, aquele lá, ó, aquele lá demorou muito, aquele lá tropeçou tantas vezes". Não, não tem isso. Cada um eh é visto pelos seus méritos e não em relação ao outro. É visto individualmente, o seu interior equivale, né? Então, uma vez que ele alcançou a condição de espírito superior, ele atingiu o objetivo. E é isso que Jesus veio trazer para nós, né? Na medida que o espírito alcança a condição de ser um espírito de uma elevação espiritual, significa que ele conseguiu resolver todas as suas pendências evolutivas. Ou seja, ele resolveu tudo aquilo que foi programado para ele, tudo aquilo que ele programou na seu processo reencarnatório, ele conseguiu resolver. Não importa se demorou, não importa se tropeçou, não importa se ele teve que reencarnar várias vezes. O importante é que ele esteja eh na condição de um espírito evoluído agora. E é isso que Jesus espera de cada um de nós. A parábola mostra isso para nós, pra gente não ficar olhando para que o outro fez ou não fez. olhar para o nosso interior, olhar para aquilo que nós temos que fazer. E o espírito protetor que traz a mensagem para nós aí no item dois, ele fala muito disso para nós. Ele comenta que a evolução de nós eh espíritas, nós temos um compromisso muito maior de dar o exemplo, de mostrar o caminho, de abrir as portas para aqueles nossos irmãos que estão mais necessitados de conhecimento. Não é filantropia, é caridade. A caridade e filantropia são coisas diferentes. Filantropia quando você ajuda a pessoa dá um saco de arroz, dá um alimento. Isso é filantropia. Caridade é às vezes você emprestar o ouvido para o outro, é você abaixar e ter um momento para que essa outra pessoa possa eh desabafar com você, possa conversar, possa pegar orientações. Essa é a verdadeira caridade. essa que Jesus pede de cada um de nós, que nós sejamos fraternos uns com os outros, não esquecendo também que a caridade material é muito importante. Não podemos esquecer disso, mas não a relevância que nós precisamos, o que a humanidade está
nós sejamos fraternos uns com os outros, não esquecendo também que a caridade material é muito importante. Não podemos esquecer disso, mas não a relevância que nós precisamos, o que a humanidade está precisando mais nos dias de hoje. Essa parábola vem dizer isso para nós, ela está muito atualizada, é que nós estamos com muitas pessoas precisando de um ouvido para falar, para escutar, mas está precisando de um coração aberto, capaz de ouvi-la, capaz de aconselho. que nós temos hoje no mundo de pessoas que a inveja é muito grande, que o egoísmo é muito grande, isso causa sofrimento, causa depressão, causa todas essas síndromes que estão por aí. Isso faz com que nosso compromisso como espíritas, como eh seguidores do evangelho de Jesus, que é o caminho que conduz ao Pai, que Jesus disse: "Ninguém chega ao Pai a não ser por mim". E os ensinamentos que ele trouxe são ensinamentos divinos das leis cósmicas universais. Então, se nós somos, temos esse entendimento, precisamos replicar esse entendimento para as outras pessoas, para que elas também possam crescer, possa evoluir. Mas ninguém precisa bater de porta em porta para chamar ninguém. Os trabalhadores estão na praça, ou seja, as pessoas que estão necessitando está ao nosso redor. A gente não precisa ir lá na bater na porta, ó, vem cá, vamos, vamos trabalhar, olha, vamos paraa doutrina. Não, não precisa disso. É preciso mostrar com exemplo. E o Jesus nessa parábola mostra para nós aonde que estão os necessitados. estão na praça, ou seja, estão em todo lugar. A praça representa todo lugar. Todo lugar tem pessoas precisando de ajuda, tanto material, mas mais ajuda espiritual, mais um conselho, mais uma orientação para a vida, mais para até para desabafar um pouco, para aliviar seu coração. É isso que Jesus espera de nós. E é isso que essa parábola vem mostrar para nós, que nós temos compromissos muito sérios com a sociedade, com os trabalhadores que estão na praça esperando para ser convidados para ir ao trabalho. Então
é isso que essa parábola vem mostrar para nós, que nós temos compromissos muito sérios com a sociedade, com os trabalhadores que estão na praça esperando para ser convidados para ir ao trabalho. Então que Jesus esclareça todos nós e toque os nossos corações para que nós possamos ser esses trabalhadores que ele espera na glócia. Nós estamos aqui para isso e temos que cumprir a nossa missão. Jesus disse também, muito será dado aquele que muito, né, vai ser cobrado muito daquele que foi muito dado. Então, se nós temos esse conhecimento, a responsabilidade também aumentou muito, porque temos que replicar isso, guardar esses conhecimentos, entrar dentro de uma caverna e ficar lá guardando, ó, eu sei tudo, eu sei tudo, isso não representa nada. esse egoísmo. Então, nós temos que aprender a replicar e a ajudar aqueles que estão necessitando desconhecimento dessas instruções para que eles também possam crescer. Então é isso, Gláuscia, as reflexões da nossa parábola de hoje e vamos ver se os questionamentos, as sugestões, as perguntas que os internautas estão aí possam fazer para nós. Tava até pedindo para que eles possam participar, colocar a sua colaboração ou pergunta. Olha, nós temos aqui o Estev Figueiredo. Que tenhamos muitas vibrações e partes fluídicos vitais na nossa família, nos espíritos superiores e nosso anjo protetor. Gratidão assim seja. Do pontal do Triângulo Mineiro, próximo à divisa de Goiás. Seja bem-vindo. A Janete Santos, lá de Salvador da Bahia. Boa noite, luz e paz para todos. Seja bem-vinda o João Batista aqui pertinho de nós do grupo Espírita Mensageiros da Luz. Seja bem-vindo, João. O Eupío, boa noite a todos. Luz e paz de Goiânia. O João deixa seu boa noite. Boa noite, Cláusia. A todos os irmãos. Boa noite, seja bem-vindo. Paulo Nascimento, boa noite do Rio de Janeiro. Maria Sueli de Camópolis de Minas, seja bem-vinda. E a Maria Sueli, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria estarmos todos juntos nesta noite. Professora Demar, se a gente for procurar o
aria Sueli de Camópolis de Minas, seja bem-vinda. E a Maria Sueli, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. É uma alegria estarmos todos juntos nesta noite. Professora Demar, se a gente for procurar o significado de operário no dicionário, é o é o trabalho, né? trabalhador e um trabalhador que exerce o seu ofício manual, como o senhor trouxe muito bem, porque Jesus falava do contexto da época, né? Era muito vinho, azeite, então era um trabalho manual para sal. Eh, alguns já iniciaram no raiar do dia, né, na alvorada. Ele esperava desde cedinho, desde as 6 da manhã para trabalhar e aí sucessivamente até a última hora. E a gente observa que todos tinham boa vontade e disposição para o trabalho, desde o primeiro até o final. E aonde eu estou tentando chegar? Nós vamos pensar em nós trabalhadores espíritas, porque eles falam bons espíritas, obreiros da última hora, né? Eh, Jesus nos convoca ao trabalho na sua vinha, que é toda a humanidade, a implantação do reino de Deus, que não é no lugar físico fora, mas é dentro do nosso coração. E aí a gente pode pensar e eu, como trabalhadora, eu também preciso implantar esse reino de Deus em meu coração. E Jesus nos dá a oportunidade do trabalho na sua vinha para que ao mesmo tempo que eu trabalho em mim essa implantação desse reino de Deus, essa transformação íntima, esse autoconhecimento, essa reforma, me dá a oportunidade de realizar isso no trabalho, estendendo as mãos, trabalhando com as mãos para auxiliar os meus irmãos nesse processo também de implantação do Eu queimo nos corações. É qualquer trabalho, professor. De que forma que é preciso o trabalhador espírita, eu como trabalhadora espírita me preparar para este trabalho na vinha do Cristo? Vamos fazer uma linha do tempo, Gláuscia, em relação a essa parábola. Por volta de 550 anos antes da chegada do Cristo, teve o concílio de Cristos no nesse orb para definir a vinda de Jesus para encarnar e trazer essas mensagens para nós. E essa chegada de Jesus, ela veio lá em Israel, né? Tá, porque era o povo
Cristo, teve o concílio de Cristos no nesse orb para definir a vinda de Jesus para encarnar e trazer essas mensagens para nós. E essa chegada de Jesus, ela veio lá em Israel, né? Tá, porque era o povo que tinha um Deus único. Então, era mais fácil deles eh dessa concepção de porque que tinha um Deus único. Esses que estavam encarnados lá era mais fácil de entender a vinda de Jesus. Provavelmente nós todos estávamos por lá. E e não foi assim que aconteceu, apesar de ter um Deus único, mas com a invasão do império romano lá, a aquilo desvirtuou muito e os próprios eh judeus que estavam ali foram os primeiros a se rebelar com a vida de Jesus. Então, são os primeiros aqueles trabalhadores que estavam ali e não aproveitaram o trabalho, não aproveitaram a mensagem, né? Como os apóstolos, sim, foram os trabalhadores que aproveitaram e os outros e Jesus disse: "Olha, eu vou enviar depois um consolador que vai falar das coisas que eu tô trazendo e que vocês não têm, não podem entender agora, mas vai chegar o momento que esse eh toda a humanidade vai evoluir, vai ter conhecimento para aplicar esses eh essas instruções que eu estou trazendo. E veio o espiritismo. Então o espiritismo é muito recente, 200, né? não tem nem 200 anos ainda. Então, são os trabalhadores da última hora, são aqueles que tiveram oportunidade de fazer a de praticar os ensinamentos de Jesus e não fizeram por qualquer motivo, não importa, mas que foi dado oportunidade para eles. Então, os espíritas são esses trabalhadores da última hora, desse mundo que está iniciando o processo de regeneração, onde nós estamos no primeiro minuto da primeira hora, do primeiro dia desse processo de regeneração que o mundo vai eh tá se transformando. E não é, pessoal tem um ato falar, o mundo vai acabar. Não, o mundo não vai acabar. a humanidade é que vai se transformar. E cabe a nós espíritas, nós que estamos lendo e procurando entender os ensinamentos de Jesus, colaborar para que esse processo de regeneração do mundo aconteça com mais rapidez e
e vai se transformar. E cabe a nós espíritas, nós que estamos lendo e procurando entender os ensinamentos de Jesus, colaborar para que esse processo de regeneração do mundo aconteça com mais rapidez e aconteça com uma luz mais eh com a luz mais clara para os nossos irmãos que ainda não entenderam isso. Então, esses são os trabalhadores da última hora, são aqueles trabalhadores que saíram às 15 horas ou então às 17 horas, mas que trabalharam e estavam esperando uma oportunidade, às vezes mais fracos, mais debilitados, ou seja, com pouco conhecimento ainda, mas com boa vontade de fazer, com aquela aquela pegada de auxiliar, de levar as informações de não provocar fake news, de trazer realmente os ensinamentos de Jesus à tona para que todos pudessem compreender e praticar. Esses são os trabalhadores da última hora. Os trabalhadores da primeira hora às vezes ainda estão por aí ainda lutando, mas cabe a cada um de nós com a nossa fraternidade e com o nosso acolhimento, arrebaná-los para que eles também possam seguir nesses ensinamentos e participar dessa renovação da do mundo que vai acontecer. Então, a as etapas de trabalhadores, elas aconteceram durante todo esse período dos 2000 anos. Cada etapa dessa for um tipo de trabalhador que às vezes fracassou no seu trabalho, mas que tá tendo oportunidade agora de mostrar que são capazes de divulgar e de praticar o verdadeiro ensinamento que Jesus trouxe para nós, que é o consolador prometido, que é o espiritismo. como preparar bem, professor? E e nesse percurso aí a gente não equivocar no sentido de não é esse o caminho, eh eu me desvirtuar nesse processo, porque infelizmente pode acontecer, né? Pode acontecer, Glácia, porque informações chegam de todo lado, eh, insinuações de todo lado. O que cabe a nós? Fazer aquilo que Santo Agostinho falava, né? todo dia ver o que que eu fiz de bom, o que que aonde foi que eu errei, aonde foi que eu vacilei e corrigir para o dia seguinte. e ter esse exame de consciência constantemente, procurar a inspiração
? todo dia ver o que que eu fiz de bom, o que que aonde foi que eu errei, aonde foi que eu vacilei e corrigir para o dia seguinte. e ter esse exame de consciência constantemente, procurar a inspiração espiritual, o nosso mentor espiritual que nos acompanha no dia a dia, no nosso todos os momentos, nos intuindo, nos inspirando e ter o bom senso de ouvir esses ensinamentos que chega na nossa mente. Às vezes a pessoa fala assim: "Ah, mas chega ensinamento de todo jeito, mas a gente sabe filtrar. E quando nós estamos com embasado no evangelho de Jesus, pode ter certeza que nós não erramos. O evangelho é a trilha segura da nossa evolução. É ali que nós temos que segurar. é o nosso porto seguro, é o nosso caminho, é por onde temos que seguir. E Jesus disse isso, eu já comentei anteriormente aqui agora mesmo. Eu sou o caminho e verdade, a vida ninguém vai ao Pai a não ser por mim. E ele, o evangelho está aí para ser seguido, para ser meditado, para ser praticado e exemplificado. Quando isso acontece, nós não nos perdemos, Glácia. Nós só vamos cair quando nós afastarmos das leis de Deus. E as leis de Deus estão aonde? Questão 625 do livros espíritos, na nossa consciência. E quando é que o homem é infeliz? Quando ele afasta das leis de Deus. É necessário uma longa conversa assertiva para que a gente possa não se perder. E é importante o estudo porque ele nos nos orienta e nos garante essa rota. Eh, eu estou lembrando aqui que é interessante, eh, é um processo de construção e ela é ela é muito bonita e delicada. Nós trabalhamos na na unificação, né? movimento espírita de unificação. E às vezes muitas pessoas não têm uma clareza do que que é esse esse trabalho. E é um trabalho, ele é muito lindo, porque se a gente pensa nesses documentos orientadores de cada área funcional do centro espírita, que eles são construídos a partir de trabalhadores dos centros espíritas, juntamente com as coordenações estaduais de cada federativa, que são eh organizados, coordenados por cada coordenador
spírita, que eles são construídos a partir de trabalhadores dos centros espíritas, juntamente com as coordenações estaduais de cada federativa, que são eh organizados, coordenados por cada coordenador nacional. É um trabalho de de unificação junto à Federação Espírita Brasileira. E a gente vê que é uma rede e é muito lindo a oportunidade que nós temos de trabalharmos juntos. E de repente, eu me lembrei disso agora, porque esse final de semana nós tivemos a comissão regional em Vitória, no Espírito Santo, e é um encontro de muita fraternidade, de muita troca, é um encontro de uma alegria muito grande que a gente percebe que há muita amorosidade nessa construção, nesse trabalho, em que a gente sente a presença dos benfeitores, da presença de Jesus entre nós, não porque nós somos importantes ou imprescindíveis, mas porque o trabalho ele é maravilhoso. A vinha, né, a humanidade ela ela nós precisamos porque fazemos parte dela. Esse trabalho, na verdade, é uma oportunidade para nós de ser auxiliado. acha que vai auxiliar, nós somos muito mais auxiliados e manter essaidade, né, professor, aos ensinamentos de Jesus, à luz da doutrina espírita. Senhor ia falando não, que os primeiros a ser auxiliados somos nós mesmos, né? Sim. Quando nós trocamos essas informações, quando nós reunimos com pessoas que têm a a mesma finalidade, que tem a mesma linha de diretriz de trabalho, as experiências de cada um vão se somando e formando um grupo de experiências maiores que podem ser compartilhadas em vários grupos depois. Então, a essa replicação dos conhecimentos, elas começam nas pequenas células que depois vão se ampliando e vão fazendo multiplicadores por todo o território nacional, por todo o mundo. Então é isso. E a internet veio para isso também, né, Gláusa, para trazer multiplicadores para o mundo todo, né? Hoje a gente tem a oportunidade de estar aqui conversando, dialogando sobre os ensinamentos de Jesus e as pessoas de vários locais do mundo podem estar assistindo do Brasil, aqui de Goiás, né,
do, né? Hoje a gente tem a oportunidade de estar aqui conversando, dialogando sobre os ensinamentos de Jesus e as pessoas de vários locais do mundo podem estar assistindo do Brasil, aqui de Goiás, né, de todo lugar, porque o sinal chega, essa tecnologia veio para auxiliar também a divulgação da nossa doutrina, né? Quantas lives boas que tem por aí. Tem muita coisa também que não deve ser assistida, né, Glácia? Mas tem muita coisa boa. Tem que ter um filtro bom e dá para selecionar muita coisa boa que traz conhecimento, que traz evolução para o espírito, que traz consolo, que traz alegria para o coração. Nós precisamos entender isso. A doutrina espírita é uma doutrina consoladora. Ela veio para acalmar os corações, para consolar os corações e mostrar o caminho, mostrar que as dificuldades existem, mas elas são superadas pela nossa perseverança no bem, pelo nosso caminhar junto dos ensinamentos do Cristo. Então, dificuldades existem, mas elas passam, como também passam as coisas boas. A gente tem que tomar cuidado com isso, né? Sim. E nós estamos justamente hoje nesta noite por causa desse trabalho de unificação para levar, né, que chegue até os centros espíritas a a, vamos dizer o incentivo aos trabalhadores a realizarem o evangelho no lar, essa prática, esse hábito que é tão importante para as nossas famílias. e a explanação do evangelho também, porque são atividades do atendimento espiritual. E o Senhor aqui conosco darem de estudo, nós somamos, né? Nós somamos para que esses ensinamentos de Jesus chegue a cada um amparando, consolando, esclarecendo. Então é isso, é essa é a proposta. E claro, tendo essa fidelidade aos ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo. Então o nosso propósito é esse. E nós e nós somos muito gratos pela oportunidade. Aprendemos muito. É, estamos aqui. Exatamente. Isso traz muito aprendizado para todos nós, né? essa convivência, essa quando nós recebemos uma proposta de trabalho dessa, o primeiro a ser instruídos somos nós mesmos. Vamos lá, vamos procurar e a
. Isso traz muito aprendizado para todos nós, né? essa convivência, essa quando nós recebemos uma proposta de trabalho dessa, o primeiro a ser instruídos somos nós mesmos. Vamos lá, vamos procurar e a gente instrui para compartilhar depois com as outras pessoas. Muito bom, professor. Professora Ademar, então que sejamos os os trabalhadores das da última hora. mas com o preparo adequado, com boa vontade e disposição para o trabalho na seara de Jesus. E não podemos esquecer que nós estamos num processo de mudança planetária, onde as oportunidades são dadas e que nós temos obrigação de compartilhar todos esses ensinamentos para que nossos irmãos possam seguir conosco. Ninguém vai conseguir evoluir sozinho se nós não tivermos de mãos dadas. Se nós não pudermos estar subindo um degrau e dando a mão para aquele que ficou mais embaixo para que ele também possa subir, nós não vamos chegar a lugar nenhum. Esse foi o ensinamento do Cristo. Amai-vos, instrui-vos, né? Então, primeiro, amai-vos. A hora que nós soubermos amar, vamos nos instruir, porque é assim que o Cristo pediu. Então, temos que replicar isto e lembrar que o mundo está em processo de regeneração e os trabalhadores da última hora, o nome já indica, a última hora. Então é igual voltar naquele parte do evangelho no festim lá, né, do convidado das bodas, que aquele que não estava preparado é atirado para as trevas, onde vai haver prantos e rangir de dentes. Então, as oportunidades estão aqui. Não podemos desperdiçar, porque o caminho é difícil, é, mas é possível. Claro que a gente pensar a reencarnação, nós vamos ter outras oportunidades, mas nós temos um compromisso com Cristo. E se a gente não atender, nós teremos outra oportunidade. Certamente que sim, porque o amor dele para conosco é incomensurável, mas nós não teremos as mesmas condições. Porque quando ele fala lá que é ranger de dentro, não significa que ele vai abandonar, apenas vai voltar para um lugar, para um local, né, um planeta um pouco menos evoluído, onde ele vai
s condições. Porque quando ele fala lá que é ranger de dentro, não significa que ele vai abandonar, apenas vai voltar para um lugar, para um local, né, um planeta um pouco menos evoluído, onde ele vai reiniciar seu processo evolutivo, mas não vai ser abandonado. Deus não abandona nenhum de seus filhos, nenhuma de suas ovelhas vai se perder. Então ele vai reiniciar esse processo e vai ter as mesmas oportunidades para que ele também possa crescer e evoluir e chegar angelitude. Foi isso que a parábola disse hoje, ó. Não tem distinção quando você chega a um espírito perfeito. Ninguém quer saber. Jesus Deus não quer saber se você tropeçou, se você não tropeçou. Ele quer saber se você cumpriu a sua jornada e sanou todos os seus débitos. Então é isso que ele espera de cada um de nós. Se deu mais trabalho, se deu menos trabalho, ninguém tá olhando para isso. Tá olhando é para o processo evolutivo que foi concluído. E o espírito Constantino que trouxe esta mensagem belíssima para nós, ele fala: "Olha, que a gente atenda esse chamado desde o alvorecer do dia até ao anoitecer". Isso. Sejamos apostos, preparados, com boa vontade e disposição. Os últimos, porque eles estavam preparados, mas não tinham oportunidade de trabalho. Agora nós já sabemos em que posição nós nos encontramos. O trabalho está aí, a vinha está aí, a convocação do mestre está também aí. é necessário que a gente nos prepare. Lembrei de Dr. Bezerra Menezes disse que o trabalho não eh é urgente, mas não deve ser apressado. Bom, na minha humilde reflexão, eu penso que ele não, ele é urgente porque há muita dor, muito sofrimento, né? Mas ele não é apressado porque não pode ser feito de qualquer forma. Nós precisamos nos preparar, estudar, vivenciar o evangelho de Jesus, né, nesse processo de auxílio para que a gente venha ser melhor, né, e melhores trabalhadores também. Claro que nós não vamos esperar ficar melhor para fazer. Nós vamos melhorando à medida em que aceitamos o convite, a convocação e trabalhando e fazendo
ser melhor, né, e melhores trabalhadores também. Claro que nós não vamos esperar ficar melhor para fazer. Nós vamos melhorando à medida em que aceitamos o convite, a convocação e trabalhando e fazendo junto, né? E fazendo juntos. E fazendo juntos. Bom, essa troca, então não é o quanto nós fazemos, mas é o quanto de amor colocamos naquilo que fazemos. Não importa grandiosidade. E o interessante, professor, que nesse processo quem não se identifica não costuma ficar no trabalho, porque ainda não é o tempo, né? A maturidade. E até nisso a gente tem que respeitar, né? Tem que respeitar o tempo dele, porque aquele às vezes não for o tempo dele ainda, mas ele vai ter o seu tempo, ele vai ter oportunidade, né? Tem um capítulo lá no, eu não sei se é no Vinha de Luz ou no Pão Nosso, que ele fala assim, ó, que Pedro fala que eh esses nossos irmãos ainda não viram a Deus, mas eles vão ver um dia. Então, um dia eles vão chegar, um dia eles vão entender. Mas é porque aquele momento ele não estava preparado para aquilo. Mas não significa que ele não verá. Ele ainda não viu, mas significa que ele vai ver um determin um dia. Então essa mensagem, eu acho que tá lá no vinha de luz, que é a mensagem de Pedro eh falando nas numa de suas cartas. Então Deus espera de cada um de nós com paciência. Ele não tem pressa. Deus não tem pressa. Deixa cada um trabalhar no seu tempo. Que bom. Muito obrigada, professor. Foi assim uma noite maravilhosa, de harmonia, de paz, muita gratidão e eu já deixo senhor agradeço para fazer as suas considerações. Eu agradeço a oportunidade que a gente tem de conversar um pouquinho sobre o evangelho de Jesus, sobre a doutrina espírita, sobre as nossas convivências no mundo de hoje. Isso dá a oportunidade para que nós possamos refletir e o que que nós estamos fazendo, de como estamos fazendo e o que que nós queremos fazer. Então, é são reflexões que faz nós crescermos e e refletir é sempre muito bom. É sempre bom repensar no caminho que estamos seguindo e olhar paraa frente e ver
fazendo e o que que nós queremos fazer. Então, é são reflexões que faz nós crescermos e e refletir é sempre muito bom. É sempre bom repensar no caminho que estamos seguindo e olhar paraa frente e ver aonde que nós queremos chegar. Nós temos uma chegada que é a evolução espiritual, espírito perfeito. Então esse é o caminho que nós vamos seguir, né? Então obrigado pela oportunidade de estarmos juntos. Obrigado, Gláus. Obrigado a todos que estão nos assistindo. Obrigado. Eu não lembro quem que tava conosco na na técnica Daniela que tá fazendo. Ah, Daniela, desculpa, Daniela. Então, eh, obrigado, Daniela, pelo suporte que dá para nós aqui e estamos aí, eh, sempre a disposição e quando precisar estamos aí para trabalhar e divulgar a nossa doutrina. Um grande beijo no coração de todos. Muito obrigada, professor. O senhor me fez lembrar do capítulo 17, o item três, o homem de bem. É o nosso propósito de vida, virmos a ser pessoas de bem, homens e mulheres de bem. Sim, ela é ela é desafiadora, mas é o nosso grande a nossa grande meta. Exatamente. Esse é o objetivo. Nós agradecemos a todos, a Daniela mais uma vez pela transmissão, ao professor Ademar, a todos os nossos amigos que estiveram aqui conosco e a todos que acessarão o nosso conteúdo. Muitíssimo obrigada. Eh, semana que vem nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Todos estão convidados. Restinho de semana, nós estamos bem no meio da semana, né, professor? Sim. Que Jesus possa estar presente nos seus lares, nos pensamentos, nos sentimentos, nos fortalecendo também nesse processo, nesse caminho do bem. Boa noite a todos. Eu peço para Daniela colocar a nossa poesia que foi escrita especialmente para essa noite de Evangelho no Lar. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis. imortais. Evangelho no é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada
ntal, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis. imortais. Evangelho no é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.